Pesquise
Buscar por ? Localizar
  Resultado da Pesquisa

India

...ca, bauxita, cromita, tório, calcário, baritina, minério de titânio, diamantes e óleo cru. Uso da terra:Terra arável: 48.83% Culturas permanentes: 2.8% Outros: 48.37% (2005) Grupos étnicos: Indo-arianos 72%, Drávidas 25%, Mongóis e outros 3%. Alfabetização: 59,5% total, sendo homens 70,2% e mulheres 48,3% (estimativa 2003) Divisões administrativas: 28 estados: Andhra Pradesh, Arunachal Pradesh, Assam, Bihar, Jharkhand, Goa, Gujarat, Haryana, Himachal Pradesh, Jammu and Kashmir, Karnataka, Kerala, Madhya Pradesh, Chhatisgarh, Maharaahtra, Manipur, Meghalaya, Mizoran, Nagaland, Orissa, Punjab, Rajasthan, Sikkin, Tamil Nadu, Tripura, Uttar Pradesh, Uttaranch...

Italia

Itália Área 301.230 km² Capital Rom

Mexico

México Área 1.972.550 Km² Capital C

Polonia

...ento da produção da indústria alcançou 11,7%, com a média da União Européia ao nível de 2,1%. Uma mudança muito importante nos últimos anos foi o rápido crescimento  das exportações de produtos industriais, aumentando também a participação de produtos de alta tecnologia. Atualmente os produtos industriais mais exportados são eletrodomésticos, produtos químicos e metalúrgicos.  Estrutura EconômicaAtualmente, a situação da economia polaca se caracteriza pela lentidão do seu crescimento, que se distancia muito  do ritmo de crescimento que tinha desde 1995, que registrava crescimento do PIB de 6.0%. A lentidão no crescimento da economia tem originado desemprego e um déficit público, que tem se transformado nas principais causas do desequilíbrio econômico do país, fazendo com que as prioridades das autoridades econômicas polonesas sejam a redução da inflação e a redução do déficit exterior. Setor primário Na Polônia a qualidade das terras agrícolas variam de média a baixa. A produtividade agrícola é quatro vezes mais baixa que os da união Européia. Isso se deve a qualidade do solo, clima e também ao uso de produtos agrícolas, como fertilizantes e produtos fitossanitários de qualidade inferior.  A demanda que é limitada tanto no mercado nacional quanto no exterior , tem um impacto crescente no volume de produção. Desde 1990 se há observado a queda sistemática da participação da agricultura, setor florestal e na caça no PIB, resultado da falta de crescimento da produção  enquanto outros setores estão em expansão. A esta queda real do valor da produção agrícola contribuem os preços que são pouco rentáveis. Recursos NaturaisAs riquezas naturais mais importantes na Polônia são: carvão, zinco, prata, chumbo, pedras para construção, petróleo, gás natural, enxofre. Entre as matérias primas ligadas a energia, os maiores depósitos são os de carvão. A extração anual de carvão alcança cerca de 100 milhões de toneladas. No final do ano de 2003 havia aproximadamente 4,8 bilhões de toneladas desta matéria prima. Menos abundantes são as reservas de gás natural, a produção nacional cobre cerca de 30% das necessidades do produto. Menores ainda são as reservas de petróleo; o abastecimento documentado são menores que a produção anual das refinarias polonesas. A produção de energia elétrica se  baseia no carvão. A sua principal vantagem é que se utiliza as matérias primas mais baratas que se encontram na Polônia. Houve crescimento do consumo do petróleo e do gás natural, mas como as mudanças são lentas, segundo a Agencia Internacional de Energia, a participação do carvão na produção de energia se manterá no mesmo nível (cerca de 96%) até o ano de 2020. Vale ressaltar a importância do cobre, que representa cerca de 3,3% da produção  mundial de cobre refinado. Investimentos As fontes mais importantes de capital para as empresas polonesas são os seus lucros  e os créditos bancários. Graças as taxas de inflação baixas que vem se mantendo e as taxas moderadas do Banco Central, os créditos são cada vez mais rentáveis. Ao mesmo tempo vem crescendo a importância de outras fontes de capitais para as empresas. Diante de tudo isso, a bolsa de valores tem se desenvolvido muito rapidamente. Nos últimos anos, a bolsa de valores polonesa foi uma das mais dinâmicas da Europa. Cabe ressaltar, que estão aparecendo cada vez mais sociedades estrangeiras na sua bolsa de valores. Além da bolsa de valores, uma fonte de capital muito popular na Polônia são os fundos de Venture Capital/ private equity. No ano de 2004, foram investidos na Polônia cerca de 130 milhões de Euros. A quantidade investida é muito menor do que as feita em países como Alemanha, França e Grã Bretanha, porém é muito significativa se comparada com outros fundos. Esses investimentos são muito importantes, já que possibilita às pequenas empresas privadas a desenvolverem mais rapidamente. Grande parte do dinheiro investido na Polônia pelos fundos  Venture Capital/ private equity estão nos setor tecnológico. Negócios InternacionaisApesar do perc...

Reino Unido

...o um pouco diferente, embora calcada nos mesmos princípios; é dividida em 32 circunscrições e a  “City” de Londres. Política / GovernoO sistema de governo do Reino Unido é definido como uma monarquia constitucional, onde a soberana, Rainha Elizabeth II, é a Chefe de Estado. Embora os ministros governantes ajam em nome da Coroa, quase todo o poder está a cargo do primeiro ministro como chefe do governo e do seu gabinete de ministros. O poder dentro do Reino Unido foi parcialmente devolvido a Escócia, País de Gales e a Irlanda do Norte. Diferentemente do País de Gales, da Escócia e da Irlanda do Norte, a Inglaterra não tem um ministro de governo ou um ministério exclusivamente responsável por sua administração central. Em vez disso, há vários ministérios do governo, cujas responsabilidades, em alguns casos, também cobrem aspectos de assuntos no País de Gales e na Escócia. Uma rede de dez Departamentos do Governo para as Regiões (Government Offices for the Regions – GOR) é responsável pela implementação de vários programas governamentais nas regiões inglesas. O sistema legal é baseado em precedentes legais e legislações do próprio Reino e de outras instituições européias supranacionais (não existe uma constituição escrita). ReligiãoAs principais religiões da população britânica são representadas pela Igreja Anglicana (religião oficial da Inglaterra) e Católica Romana, somando cerca de 40 milhões de pessoas. As outras representações religiosas se dividem entre os Muçulmanos, com 1,5 milhão de fiéis, os Presbiterianos, com 800.000, os Metodistas, 760.000, os Sik, 500.000, os Hindus, 500.000 e os Judeus, com 350.000. EducaçãoO Reino Unido tem um sistema educacional muito desenvolvido, onde a população maior de 15 anos possui um índice de 99% de alfabetização. A educação obrigatória começa aos 5 anos de idade na Inglaterra, País de Gales e Escócia e aos 4 anos na Irlanda do Norte; esse período obrigatório se encerra aos 16 anos de idade. Usualmente, aos 18 anos, os estudantes entram nas universidades e faculdades. O número de universidades e faculdades tem crescido nos países, totalizando cerca de 160 estabelecimentos de educação superior. Organizações e acordos internacionaisO Reino Unido é membro de 120 organizações internacionais, entre as quais incluem-se as Nações Unidas, o Commonwealth (uma associação de cinqüenta países independentes que surgiu do desmantelamento do Império Britânico a partir de 1945), a OTAN e os seguintes organismos e instituições econômicas ou financeiras internacionais:UE:União EuropéiaOCDE: Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento EconômicoOMC: Organização Mundial do ComércioFMI: Fundo Monetário InternacionalBIRD: Banco Internacional para a Reconstrução e o DesenvolvimentoCFI: Cooperação Financeira InternacionalAID: Associação Internacional de DesenvolvimentoFAO: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a AgriculturaUNIDO: Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento IndustrialUNCTAD: Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento Composição setorialAgricultura: 1% Indústria: 25.6% Serviços: 73.4% (est.2006) CIA Força de trabalho / por ocupaçãoAgricultura: 1.4% Indústria: 18.2% Serviços: 80.4% (est.2006) CIA Sistema bancárioO Reino Unido possui um dos mais sofisticados e completos sistemas bancários do mundo, oferecendo ampla e completa gama de serviços, nos planos interno e externo. O Reino Unido reúne, na praça financeira londrina, o principal centro mundial de transações financeiras, ao concentrar o maior número de bancos em uma só cidade (mais de 550), e as maiores parcelas de mercados financeiros internacionais. A moeda britânica é a Libra Esterlina, internacionalmente expresso como GBP (Great Britain Pound). As notas de Libra vão de GBP 1 até GBP 100 cuja unidade se divide em 100 Pence (pennies); o uso de moedas é largamente difundido. A taxa de câmbio é livre, apenas observada pelo Bank of England. Embarques no BrasilAlguns dos documentos exigidos nos embarques para o Reino Unido são:- fatura comercial- conhecimento de embarque (Bill of Lading)- certificado de origem para o SGP (quando aplicável)- certificado sanitário ou fitosanitário (quando aplicável)- outros certificados (quando aplicáveis).O romaneio de embarque (Packing List) não é obrigatório, mas a sua apresentação facilita a liberação das mercadorias.A fatura comercial, o conhecimento de embarque, o certificado de origem (para os produtos importados sob o regime preferencial d...

Russia

...te e a população não-russa é calculada em 18%; sendo as minorias mais destacadas os tártaros (3,8%) e os ucranianos (3%). Desde o censo de 1989, o total da população russa sofreu  um largo declínio. A sua taxa de crescimento é negativa, aproximadamente –0,3%. As principais razões para a redução da população têm sido a baixa taxa de natalidade e o aumento da mortalidade principalmente entre os homens não instruídos e parcialmente instruídos. A elevação da taxa de criminalidade e a incidência elevada do consumo de álcool e tabaco entre homens conduziram ao aumento, sem precedentes, da mortalidade masculina em tempos de paz. O seu perfil demográfico tem implicações potencialmente negativas para o futuro econômico do país O rápido envelhecimento da força de trabalho pode vir a ser um obstáculo para a reforma, pois o aumento dos custos de aposentadoria e serviço de saúde irá limitar a habilidade do governo de aliviar a pressão dos impostos na economia. Fuso horárioO território da Rússia é dividido em 11 fusos horários. Considerando-se o horário de Brasília, as diferenças de fuso são as seguintes: Kaliningrad: cinco horas a mais; Moscou e São Petersburgo: seis horas a mais; Samara e Igevsk: sete horas a mais; Ekaterinburg e Perm: oito horas a mais; Hovosibirsk e Omsk: nove horas a mais; Krasnoyarsk e Tomsk: dez horas a mais; Irkutsk e Ulan-ude: onze horas a mais; Yakutsk e Chita: doze horas a mais; Vladivostok e Habarovsk: treze horas a mais; Magadan: quatorze horas a mais; Kamchatka e Anadir: quinze horas a mais. LínguaO idioma russo é uma língua indo-européia do ramo eslavo. É o idioma oficial na Rússia, Bielo-Rússia, Quirguistão e Cazaquistão e também falado em diversos países da ex-União Soviética. É um dos seis idiomas oficiais da ONU e o sétimo mais falado no mundo, em números de falantes nativos. O russo é escrito com uma versão moderna do alfabeto cirílico, contendo 33 letras. Estrutura político-administrativoA Federação da Rússia consiste em um grande número de subdivisões políticas diferentes, totalizando 89 componentes constituintes. Há 21 repúblicas dentro da federação que desfrutam de um alto grau de autonomia, além dos 6 territórios, 49 regiões administrativas, 1 região autônoma e 10 áreas autônomas. As cidades de Moscou e São Petersburgo têm “status” federal. Aspectos econômicosA Rússia é uma economia em transição, a política econômica para 2006 – 2007 está voltada a aumentar a qualidade dos quatro projetos nacionais prioritários que são: educação, habitação, agricultura e saúde. Composição setorialAgricultura: 5.3%Indústria: 36.6%Serviços: 58.2% (2006 est.) Força de trabalho / por ocupaçãoAgricultura: 10.8%Indústria: 29.1%Serviços: 60.1% (est.2005) ExportaçõesUS$31...

Uruguai

...pasteurizadoras  em 2004 alcançou 1.229 milhões de litros, dos quais 80% se destinam a indústria. Isto determina um incremento de 13.4% em relação ao ano anterior, marcando uma cifra recorde. Produção Vegetal A produção arrozeira possui um significado especial para o país. A área de plantação é de aproximadamente 187 mil hectares com um volume de produção de 1,262 milhões de toneladas, localizadas fundamentalmente na zona este do país. O setor florestal começou recentemente a transitar  na fase de industrialização da madeira de forma generalizada, com base no estoque disponível obtido dos bosques semeados nos últimos 15 anos. A plantação de bosques artificiais é uma das atividades que teve maior impulso durante  os últimos anos, ocupando no final de 2002, aproximadamente 620.000 hectares, uma superfície quase quatro vezes maior que a de 1990. Houve também um incremento na produção de soja, devido a importantes investimentos de produtores argentinos. ExportaçãoA expansão das exportações foi um dos pilares da reativação econômica do Uruguai nos últimos anos, porém a sua estrutura possui aspectos vulneráveis. O crescente importância da agroindústria nas exportações totais, assim como a perda de participação das exportações de outras manufaturas de origem industrial, são importantes motivos para preocupação.  A produção de bens da agroindústria (commodities) tem uma alta flutuação de preços nos mercados internacionais, que expõem o Uruguai a uma situação de maior vulnerabilidade. Por outro lado, a agroindústria  incorpora menor valor agregado  que as indústria pesadas.  A queda de participação de outras manufaturas  de origem industrial evidencia problemas estruturais da economia uruguaia que tem impedido um maior crescimento exportador. As possíveis causas  deste comportamento podem estar vinculados ao escasso  nível  tecnológico de muitos setores devido a falta de investimentos  nos últimos anos assim como  a falta de canais de comercialização. Dentro das atividades que tem aumentado sua participação  nas exportações totais pode-se mencionar o setor de carnes, a indústria láctea, a pesca, produtos de plástico e borracha. E as que tem perdido importância são as de vestimenta, indústrias produtoras de minerais não metálicos (porcelana, cimento, louça),  a indústria automotriz, a de máquinas e de aparelhos elétricos. Importações A estrutura importadora do Uruguai tem estado muito ligada  a estrutura de suas exportações. Há uma alta dependência de uma série de insumos para suas próprias manufaturas de exportação (como por exemplo, produtos químicos). Uma porcentagem importante de suas importações constituem os bens intermediários, principalmente abastecimento industrial. Logo em seguida vem os bens de consumo, principalmente alimentos e bebidas, e por último os bens de capital, que se constituem principalmente por máquinas e equipamentos de transporte. As importações de bens experimentaram em 2004 um sensível crescimento em relação ao ano anterior, em um contexto de reativação do nível de atividade e de aumento dos preços internacionais  (principalmente do petróleo). Se observou um importante crescimento das importações de bens de capital, reflexo das decisões de investimento, sustentadas pelas expectativas favoráveis dos empresários. As compras dos bens de consumo também cresceram  de forma importante, pela influência da recuperação dos gastos do setor privado, especialmente de bens duráveis. A importação de bens intermediários também aumentaram, devido a melhora da atividade industrial. Intercâmbio Brasil – UruguaiO Brasil e o Uruguai são economias que em muitos aspectos se complementam. O comércio bilateral reflete essa situação: o Brasil vende  ao  Uruguai  insumos  industriais,  maquinaria,  automóveis, equipamento de transporte e produtos tropicais e uma parte significativa das compras nesse país corresponde a produtos agro-industriais de clima temperado (arroz, carne bovina, laticínios, cevada, etc.). Desde 2004 a relação comercial entre o Brasil e Uruguai tem aumentado. Em 2005 o intercâmbio comercial entre Brasil e Uruguai foi de 853.137.754, passando para 1.012.597.766 em 2006 e em 2007 chegando a 1.288.439.665. Já as importações, feitas pelo Brasil, apesar da queda em 2005 voltou a crescer em 2006 e 2007. O Uruguai se encontra, segundo a CIA, em 104º lugar no ranking de exportadores mundiais e em 105º nas importações mundiais. Exportações Brasil - Uruguai Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2005 853.137.754 782.572.001 2006 1.012.597.766 1.025.253.309 2007 1.288.439.665 1.177.863.743 Fonte: Aliceweb   Importações Brasil - Uruguai Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2005 493.653.258 910.276.167 2006 618.224.941 1.090.238.177 2007 786.338.029 1.218.178.636 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Uruguai/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 100.235.606 56.187.036 44.048.570 156.422.642 FEV 68.866.287 38.222.626 30.643.661 107.088.913 MAR 106.794.334 62.096.572 44.697.762 168.890.906 ABR 112.393.436 55.733.941 56.659.495 168.127.377 MAI 106.295.611 68.942.428 37....

Alemanha

...o as feiras e exposições, com alcance nacional e internacional. A Alemanha é considerada a plataforma global de feiras e ocupa a liderança mundial, realizando aproximadamente dois terços das 150 principais feiras mundiais. Dentre  as  quatro maiores feiras do mundo em termos de área, três estão localizadas na Alemanha. Os Centros mais importantes de feiras e exposições são: Colônia, Düsseldorf, Frankfurt, Essen, Hanover, Munique,  Hamburgo, Stuttgart, Nurembergue e Berlim. ImportadoresAs firmas importadoras envolvidas no comércio de importação são geralmente especializadas em produtos e, raramente, em regiões econômicas ou  em determinados países. Em regra, elas conhecem bem o mercado, os mecanismos de negócio,  regulamentos  de  importação,  facilidades  de transporte e marketing e, por conseguinte, estão habilitadas a promover o acesso ao mercado alemão de fornecedores não familiarizados com as oportunidades e condições de venda na Alemanha. Recomendações às Empresas BrasileirasA seleção do melhor canal de distribuição na Alemanha para o exportador brasileiro não é em geral um processo rápido e está sujeita a uma série de fatores, como por exemplo: os requisitos individuais do exportador, o tipo do produto, a capacidade  de  produção,  o  consumidor-alvo,  o  nível  de  conhecimento do mercado e da cultura comercial local, a estratégia de exportação e marketing a ser desenvolvida e as opções  para  o  produto  existentes  dentro  da  estrutura  de comercialização local, entre outros. Aos exportadores brasileiros que planejam vender sistematicamente seus produtos no mercado alemão e não querem constituir  firma no país,  recomenda-se  cooperação com intermediários de negócios, entre outros,  agentes comerciais, agentes comissionados, representantes exclusivos, etc. Para alcançar sucesso nas vendas e estabelecer relacionamento comercial duradouro, o exportador deve atender às expectativas do mercado alemão, particularmente em termos de qualidade do produto, apresentação, preço, serviço e confiabilidade no fornecimento. Viagem de negóciosPara viagem de negócio à Alemanha, não há exigência de  visto  quando  o  período  de  permanência  for  inferior  a  3 meses. O país  dispõe de  excelente infraestrutura de meios de  transporte,  de  modo  que  os  deslocamentos    podem  ser feitos por automóvel, trem e avião. O clima é bastante frio no inverno e mesmo no fim do outono e início da primavera.  Quanto  a  hotéis,  dificuldade  para  reserva  só  se apresenta quando da realização de feiras e grandes eventos. O mercado local oferece uma série de instrumentos para promoção de produtos, entre outros a viagem de negócios com contatos  diretos  junto  aos  parceiros  comerciais,  participação em missões comerciais, rodadas de negócios, participação em mostras especializadas, em campanhas de promoção de produtos em lojas de departamentos e supermercados, remessa direta de folhetos e catálogos de produtos, anúncio e/ou divulgação  de  produtos  ou  setores  estratégicos  em  publicações especializadas e em sites especializados na Internet, etc. Como negociar com a Alemanha Os alemães costumam ser formais e reservados nos primeiros encontros, mostrando frialdade. O trato na primeira pessoas demora bastante tempo; Marque encontros com bastante antecipação com o gerente de nível mais alto possível Seja pontual; Prepare uma agenda para a reunião. Os alemães prestam, muita atenção à organização e ao planejamento e não gostam de coisas dúbias. O tom das negociações é formal; As propostas de negociação e apresentações devem ser concretas e realistas, lógicas e apresentadas de forma clara, organizada e com autoridade; Evite surpresas e métodos agressivos de vendas. Não solte uma proposta surpreendente em uma reunião formal; Participe das feiras de negócios na Alemanha e entre em contato com as câmaras de comércio. Ambas são instituições de prestígio.  Endereços e informações úteisEmbaixada da Alemanha em Brasília SES - Avenida das Nações, Qd. 807, lote 2570415-900 Brasília - DFCaixa Postal 030 - 70359-970Tel: (061) 442-7000Fax: (061) 443-7508E-mail: info.brasilia@alemanha.org.brSite: www.brasilia.diplo.de/pt/Startseite.htmlAtendimento ao públicoAssuntos jurídicos e consulares:De segunda a sexta, das 8:30h às 11:30h.Para outros assuntos, solicita-se agendar por telefone. Consulado Geral da República Federal da AlemanhaPorto AlegreProfessor Annes Dias, 112/11° andar90020-090 Porto Alegre - RSTel.: (051) 3224 9255/224 9592Fax: (051) 3226 4909E-mail: info@porto-alegre.diplo.de RecifeAntonio Lumack do Monte, 128, 16° andarBoa Viagem 51020-350 Recife - PETel.: (081) 3463-5350Fax: (081) 3465-4084E-mail: info.recife@alemanha.org.br Rio de JaneiroPresidente Carlos de Campos, 41722231-080 - Rio de Janeiro - RJTel.: (021) 2554 0004Fax: (021) 2553 0184E-mail: gkrioalemao@terra.com.br São PauloAv. Brigadeiro Faria Lima, 2092; 12º AndarJardim Paulistano01451-905 São Paulo - SPTel.: (011) 3097-6644Fax: (011) 3815-7538E-mail: info@sao-paulo.diplo.de Portal da Alemanhawww.deutschland.de Embaixada do Brasil em Berlimwww.brasilianische-botschaft.deSetor de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil em BerlimWallstrasse 57 10179 - BerlimTelefone: 49 7 26 28-116Fax: 49 30-728628199E-mail: secom@brasemberlim.de Instituições alemãs no BrasilAlém da Embaixada, dos Consulados Gerais e dos Cônsules Honorários, existem no Brasil muitas instituições alemãs ou instituições ligadas à Alemanha cujo objetivo é o fomento das relações políticas, econômicas, culturais e sociais entre o Brasil e a Alemanha.Confira no link:www.brasilia.diplo.de/pt/veraenderung_20sites/Deutsche__Institutionen__in__Gastland.htmlAs Câmaras de Indústria e Comércio, as Fundações Políticas, as escolas alemãs- brasileiras, as instituições culturais e as instituições de cooperação existentes no Brasil.Câmaras de Indústria e Comércio no Brasilwww.ahkbrasil.com Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São PauloMatriz BrasilVerbo Divino, 1488, 3° andar04719-904 São Paulo - SPTel: (011) 5187 5100fax: (011) 5181 7013E-mail: ahkbrasil@ahkbrasil.comFilial Belo HorizonteTimbiras, 1200, sala 704Minas Trade Center30140-060 Belo Horizonte - MGTel: (031) 3213 1564Telefax: (031) 3273 9368E-mail: ahkmg@uai.com.brEscritório BlumenauHermann Hering, 0189010-600 Blumenau - SCTel.: (+55 47 3336-4515)Fax: (+55 47 3336-4784)E-mail: ahkblumenau@ahkbrasil.comEscritório BrasíliaSHS, Quadra 06, conj. A, Bl. E, Sala 1301, Asa Sul70322-915 Brasília - DFTel: (061) 3039 8282, 3039 8383fax: (061) 3039 8070E-mail: consultoria@wernerwanderer.com.brFilial CuritibaEmiliano Perneta 297, Cj. 232/23480010-050 Curitiba - PRTel: (041) 323 5958Telefax: (041) 222 0322E-mail: ahkcuritiba@ahkbrasil.com.brEscritório GoiâniaAv. Anhangüera, 544074043-010 Goiânia - GOTel: (062) 3216 0443Telefax: (062) 3216 0445E-mail: ahkgoias@fieg.org.brEscritório NatalEsplanada Silva Jardim, 04, 2° Andar, Ribeira59012-090 Natal - RNTel: (084) 222 3595Telefax: (084) 222 3595E-mail: geppert@digi.com.brMatriz Regional Porto AlegreDr. Florência Ygartua, 7090430-010 Porto Alegre - RSTel: (051) 3222 5766Telefax: (051) 3222 5556E-mail: ahkpoa@ahkpoa.com.brMatriz Regional Rio de JaneiroAv. Graça Aranha, 01, 6° andar20030-002 Rio de Janeiro - RJTel: (021) 2224 2123Telefax: (021) 2252 7758E-mail: pklam@ahk.com.brBfAI - Centro de Informação para o Comércio Exterior da República Federal da AlemanhaAlexander Hirschle, Representante em São PauloVerbo Divino, 1488, 3° andarChácara Santo Antionio04719-904 São Paulo - SPTel.: (011)5183 4293Fax: (011)5182 3693Email: bfai@terra.com.brFontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de ViagensAcuff, Frank – Como negociar qualquer coisa Última atualização: junho/2008 Por Global21...

Canada

...para embalagem e bauxita não calcinada (minério de alumínio). Estes produtos poderiam ser afetados mais fortemente caso houvesse uma retaliação sobre eles.Segundo a CNI, ao longo dos anos 90, as relações comerciais bilaterais caracterizaram-se pela pequena e decrescente participação do mercado canadense nas pautas de exportação e importação brasileiras. Na década passada, foi tímida, a participação do Canadá nos investimentos diretos ou no processo de privatização. Os investidores canadenses no programa de desestatização se concentraram primordialmente no setor de telecomunicações. Dentre os principais produtos exportados e importados no intercâmbio comercial entre Brasil e Canadá em 2007 estão: Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX No período de 2006 os países que mais relacionaram-se com o Canadá foram: Fonte: Statistics Canada   Fonte: Statistics Canada O Canadá se encontra, segundo a CIA, em 11º lugar no ranking de exportadores mundiais e em 12º nas importações mundiais. Relacionamento BilateralO relacionamento bilateral entre Brasil e Canadá expandiu-se e diversificou-se significativamente durante os últimos anos, apesar de algumas disputas comerciais, demonstrando o interesse que o Canadá tem em contar com o Brasil como um dos principais parceiros na América do Sul. Relação Comercial Brasil x Canadá - Em US$ FOB   2006  Var. % 2005 Var. % 2004 Exportações 2.361.716.393 3,55 2.280.740.741 17,12 1.947.274.889 Importações 1.708.499.721 43,09 1.194.018.268 17,17 1.019.030.763 Saldo 653.216.672 -39,89 1.086.722.473 17,07 928.244.126 Corrente de Comércio 4.070.216.114 17,14 3.474.759.009 17,14 2.966.305.652 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Canadá/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 173.782.448 112.198.256 61.584.192 285.980.704 FEV 104.237.882 85.307.097 18.930.785 189.544.979 MAR 221.492.344 146.764.020 74.728.324 368.256.364 ABR 142.687.443 134.975.868 7.711.575 277.663.311 MAI 152.001.261 119.971.432 32.029.829 271.972.693 JUN 191.080.141 138.350.199 52.729.942 329.430.340 JUL 183.586.807 194.689.536 -11.102.729 378.276.343 AGO 234.217.529 187.439.772 46.777.757 421.657.301 SET 241.361.111 109.045.235 132.315.876 350.406.346 OUT 245.400.917 196.950.600 48.450.317 442.351.517 NOV 262.884.763 121.835.954 141.048.809 384.720.717 DEZ 208.983.747 160.971.752 48.011.995 369.955.499 Acumulado 2.361.716.393 1.708.499.721 653.216.672 4.070.216.114 Fonte: Aliceweb Como negociar com o Canadá Os hábitos culturais do cidadão de Toronto exigem que os horários sejam previamente determinados e seguidos à risca; Apesar da língua inglesa ser dominante em Toronto a cultura francesa é extremamente forte no resto da província de Ontário; Os canadenses de língua francesa são reservados e dão ênfase aos aspectos relacionados à etiqueta; Um aperto de mão firme é a maneira comum e preferida de cumprimento; Toronto é a principal e mais importante cidade canadense do ponto de vista econômico, revela um universo e oportunidades de bons negócios. Endereços úteisEmbaixada do Canadá no BrasilAv. das Nações Unidas, 12901-16º andar Centro Empresarial Nações Unidas Torre Norte, BrooklinCEP: 04578-000 São Paulo - SP - Brasil Tel.:(55-11) 5509-4343Fax.:(55-11) 5509-4262E-mail: imm@canada.org.br Embaixada da República Federativa do Brasil em Ottawa450 Wilbrod StreetOttawa, ON Canada K1N 6M8Tel. : (001+613) 237-1090 / 755-5160Fax : (001+613) 237-6144E-mail : mailbox@brasembottawa.org Site: www.brasembottawa.org Consulate of the Federative Republic of Brazil2000 Mansfield Street, Suite 1700Montreal, QC Canada H3A 3A5Tel.: (001+514) 499-0968...

Chile

...50.000 pessoas e Concepción -Talcahuano com 800.000.Junto com a mescla básica da população espanhola e indígena, existe um número importante de imigrantes de vários países europeus da segunda e terceira geração aos que estão se agregando uma nova onda de imigrantes provenientes principalmente da Ásia.O idioma oficial é o espanhol embora cerca de 2% da população fale o idioma indígena mapuche. Comércio ExteriorO Chile é uma das nações em maior crescimento no mundo devido a sua economia que, mesmo durante o regime militar do general Augusto Pinochet (1973-1990) permaneceu aberta. Porém, foi com o advento da democracia, a partir da década de 90, que o país obteve maior abertura, firmando tratados e acordos de comércio que o fortaleceram e o colocaram entre as economias mais fortes da América Latina. A balança comercial chilena vem apresentando resultados positivos desde 1999. Em 2003, a corrente de comércio cresceu 13,9% em comparação ao ano de 2002, incremento de 39,0% no saldo. Da mesma forma, as exportações alcançaram volume de venda 14,7% superior e as importações aumentaram 13,0%. Apesar da diversificada produção industrial, no Chile os produtos manufaturados são destinados apenas ao consumo interno. As exportações se concentram em matéria-prima e recursos naturais processados, essencialmente minerais. Observa-se a tendência à exportação de minerais na análise dos dez principais produtos comercializados pelo país. As vendas de cobre sobressaem-se perante outras mercadorias – a maior produtora mundial é uma estatal chilena. Consciente da dependência das vendas externas chilenas ao cobre, o governo tem procurado gerar condições e estimular o desenvolvimento de outras atividades e bens destinados ao mercado internacional. Na busca de expansão de mercados e diversificação da pauta exportadora, o Chile tem negociado acordos de comércio bilateral com vários países, entre outras ações. Quanto as importações, os maiores fornecedores, no período de janeiro a setembro de 2006 foram: Estados Unidos, Argentina, Brasil e China. A soma das vendas destes países representou 49,8% das compras chilenas. Outros parceiros importantes foram a Alemanha, Peru, Japão, Angola, França, e México. Fonte: Braziltradenet Em 2006, no período de janeiro a setembro, os maiores parceiros comerciais do Chile nas exportações foram Estados Unidos, Japão, China, Países Baixos, República da Coréia. Juntos, responderam no período p...

China

...s são acompanhadas de bebidas alcoólicas (em geral, Maotai, aguardente de cereais semelhante à vodka) e os brindes são freqüentes. Findo o jantar, ao contrário do que se passa no Ocidente, todos os convidados abandonam de imediato o local. Por isso, se tiver algo de importância a dizer, deve fazê-lo antes. Logo que a oportunidade surgir, você deverá retribuir o convite. Notas FinaisQuando seu interlocutor chinês acena repetidamente com a cabeça, não quer dizer que está de acordo, mas apenas que o ouve. Nas negociações, os Chineses buscam uma relação duradoura, e esta é pessoal.O “guanxi” é um requisito prévio para se fazer negócios na China. Se você for apresentado pela pessoa certa receberá uma recepção calorosa; se bater sozinho a uma porta, cria-se imediatamente uma distância que será posteriormente difícil de superar. Os Chineses são negociadores exímios, para quem o pensamento estratégico é uma disciplina formal: é fácil a um Ocidental deixar-se enredar pelas táticas de negociação que os Chineses utilizam com destreza.Enquanto para os Ocidentais o negócio é uma questão de intuição, na China até mesmo crianças estão familiarizadas com “Os 36 Estratagemas” ou “A Arte da Guerra”, formulados por Sun Tzu, estrategista militar que viveu no século IV AC (época dos “Reinos Combatentes”) e aplicam-nos no seu dia-a-dia. O segredo em ser bem sucedido na China está naquilo que os Chineses chamam a arte de “mascar sementes de girassol”, isto é, ter paciência para compreender e aceitar as diferenças. Os ganhos esperados poderão exceder em muito o tempo investido. Resumo do texto original com base em informações da Embaixada do Brasil em Pequim. http://www.brazil.org.cn/commercial_files/commercial_doc/Brasil-ChinaTrade.ppt Para maiores informações ler COMO EXPORTAR PARA A CHINAwww.braziltradenet.gov.br/ARQUIVOS/Publicacoes/ComoExportar/CEXChina.pdf Endereços e informações importantesEmbaixada do Brasil em Pequim 27, Guanghua Lu – Jianguomenwai - Beijing - ChinaTel: 86 - 10 - 6532-2881Fax: 86 - 10 - 6532-2751secom@brazil.org.cnwww.brazil.org.cnEmbaixador Luiz Augusto de Castro NevesChefe do SECOM: Secretário Luciano Pereira de Souza Consulado-Geral do Brasil em Xangai10-B / Qihua Tower, 1375, Huai Hai Zhong Lu, 200031, ShanghaiTel: (86 21) 6437-0117Fax: (8621) 6437-0160e-mail: braxan@shiou.cn.netContato: Chefe do Secom, Paulo Guapindaia Joppert Consulado do Brasil em Hong KongRooms 2014-21/ Sun Hung Kai Centre30, Harbour RoadWanchai, Hong KongTel: (852) 2525-7002Fax: (852) 2877-2813E-mail: consular@netvigator.com Consulado Geral da República Popular da ChinaR. Muniz Barreto, 715 - BotafogoCEP 22251-090 - Rio de Janeiro - RJTel: (0xx21) 2551-4578 Fax: (0xx21) 2551-5736Consulado Geral da República Popular da ChinaR. Estados Unidos, 1071, Jardim AméricaCEP 01427-001 - São Paulo - SPTel: (0xx11) 3082-9877Tel: (0xx11) 3082-9084 fax (0xx11) 3062-4396 Consulado-Geral do Brasil em Xangai10-B / Qihua Tower, 1375, Huai Hai Zhong Lu, 200031, ShanghaiTel: 86 - 21 - 6437-0117Fax: 86 - 21 - 6437-0160e-mail: braxan@shiou.cn.net  ou braxan@public.sta.net.cnContato: Chefe do Secom, Paulo Guapindaia Jopperte-mail: pjoppert@mre.gov.brE-mail: info@sialchina.cnSite: www.sialchina.comContato: Mr. Xu HOU   Embaixada da ChinaSES, Av. das Nações, Q. 813 - Lote 51CEP 70443-900 - Brasília - DFtel. (0xx61) 346-4436 /1880fax: (0xx61) 346-3299 chinaemb_br@mfa.gov.cnwww.embchina.org.brSetor Comercial da Embaixada em PequimTel: (8610) 6532-2881Fax: (8610) 6532-2751E-mail: secom@brazil.org.cnSetor Comercial do Consulado do Brasil em Hong KongTel: (852) 2525-7003Fax: (852) 2877-2813E-mail: secomhkg@brazilianconsulate.org.hkwww.brazilianconsulate.org.hkSetor Comercial do Consulado do Brasil em XangaiTel: (8621) 6437-0110Fax: (8621) 6437-0160E-mail: secom.xangai@shiuol.cn Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govEmbaixada da China - http://www.brazil.org.cnMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.br Última atualização: outubro/2007 Por Global21...

Cingapura

...lhe dá reputação de centro de alcance global. Seu porto é o principal centro de distribuição de mercadorias da Ásia. O porto de Cingapura opera o maior terminal de contêineres do mundo, com capacidade de processamento de 58 mil contêineres/dia (TEUS). As características modernas e sofisticadas do porto possibilitam manter sua posição do mais movimentado porto do mundo de acordo com sua tonelagem de embarque, tendo recebido mais de 140  mil embarcações em 2006. Possui facilidades específicas nos terminais a fim de acomodar todos os tipos de embarcações, inclusive supernavios-tanque, navios de contêineres e cargueiros. É famoso,  também, por suas rápidas facilidades de conexões e de desembaraço alfandegário anterior. O PSA,  principal operador do terminal de contêineres, continuará a desenvolver uma rede regional de logística, oferecendo em um só local serviços para companhias multinacionais  envolvidas em distribuição regional de produtos e serviços de alto valor. Organizações e acordos InternacionaisCingapura é membro ativo das Nações Unidas, da Comunidade Britânica e do Movimento dos Países Não-Alinhados. Além disso, faz parte do grupo regional ASEAN  (Association of South East Asian Nations ou Associação dos Países do Sudeste Asiático) e APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation ou Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico), além da Organização Mundial de Comércio (OMC). Principais setores de atividadeIndústria – A indústria manufatureira é o principal setor  da economia do país, destacando-se a produção de produtos  eletrônicos e seus componentes como, por exemplo, semicondutores. A indústria química e de produtos químicos também  tem apresentado um bom desempenho nos últimos anos. Os  produtos farmacêuticos têm-se beneficiado bastante da presença  de investimentos estrangeiros, particularmente de empresas européias. Já a indústria de refino de petróleo, apesar da sua importância, vem enfrentando o aumento da competição  regional, o que contribui para margens de lucro cada vez menores. Agricultura e Pesca – O setor jamais teve importância  para a economia cingapuriana: historicamente é responsável  por apenas 0,1% do PIB. A produção de algumas frutas e vegetais atende apenas ao consumo interno, assim como a indústria  pesqueira. Construção  – O  setor de construção registrou alta de 4,2% em 2006. A política do Governo de diminuir a dependência da indústria eletrônica pode alavancar novamente o desenvolvimento  do setor. Relações ComerciaisSegundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2006, o intercâmbio Brasil-Cingapura foi de US$ 2,13 bilhões,  mais de duas vezes o valor registrado em 2004. Com exportações de US$ 944 milhões e importações de US$ 1,19 bilhões, houve déficit de US$ 245 milhões para o Brasil. Embora esse tenha sido o maior saldo negativo já registrado em valores absolutos, não é possível  estabelecer-se tendência em relação ao resultado da balança bilateral, uma vez que déficits e superávits se alternaram com muita freqüência nos últimos dez anos. O certo é que o comércio  total está em plena expansão. O comércio bilateral Brasil-Cingapura evoluiu significativamente  no quinqüênio 2002 - 2006. As exportações brasileiras, que em 2006 alcançaram US$ 943,2 milhões, registraram crescimento de mais de 100% em relação a 2002 quando atingiram US$ 469,3 milhões, muito embora o ano de 2003 tenha  apresentado uma queda de 28% em relação ao ano anterior. Cabe ainda ressaltar que, em 2002, as exportações brasileiras já haviam registrado um forte crescimento de 119% em relação a 2001, quando as exportações montavam em US$ 213,4 milhões. Já as importações apresentaram evolução ainda mais  considerável, passando de US$ 311,9 milhões, em 2002, para  US$ 1188,1 milhões, em 2006, representando um aumento  de 281%. Balança Comercial Brasil - Cingapura / 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 80.286.028 122.742.747 -42.456.719 203.028.775 FEV 86.065.311 86.104.346 -39.035 172.169.657 MAR 76.723.256 126.660.200 -49.936.944 203.383.456 ABR 104.690.699 96.229.575 8.461.124 200.920.274 MAI 60.026.421 74.122.162 -14.095.741 134.148.583 JUN 105.133.999 71.228.390 33.905.609 176.362.389 JUL 85.648.261 110.450.251 -24.801.990 196.098.512 AGO 77.280.420 119.347.510 -42.067.090 196.627.930 SET 86.384.381 99.006.262 -12.621.881 185.390.643 OUT 35.791.911 119.352.141 -83.560.230 155.144.052 NOV 53.635.749 98.027.805 -44.392.056 151.663.554 DEZ 93.105.691 64.863.128 28.242.563 157.968.819 Acumulado 944.772...

E.U.A.

...de fogo e munições Bebidas alcoólicas Brinquedos e artigos para crianças Carnes e produtos de carne Frutas e nozes Leite e derivados (laticínios, queijos, etc.) Materiais inflamáveis, tóxicos ou perigosos Medicamentos em geral Obras artísticas e bens culturais Petróleo e seus derivados Plantas, hortaliças e produtos de origem vegetal Utensílios domésticos Tais classes de produtos devem se submeter às regulamentações das diferentes agências governamentais, sendo as principais: Food and Drug Administration (FDA) Bureau of Alcohol, Tobacco and Firearms Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS) US Fish and Wildlife Service US Consumer Product Safety Commission Federal Trade Commission (FTC) Office of Codes and Standards, Department of Energy Environmental Protection Agency (EPA) A Alfândega é a agência responsável pela avaliação e o recolhimento de impostos das mercadorias estrangeiras, bem como pelo combate ao contrabando e à fraude. O chefe da agência fica em Washington D.C., e tem o título de Comissário (Commissioner), e em cada porto de entrada existe um Diretor do Porto.As mercadorias que entram nos Estados Unidos estão sujeitas à inspeção física por um agente do Serviço de Alfândega. O agente examina a fatura comercial para aferir a qualidade, quantidade e o valor das mercadorias; para conferir a correção do nome do país de origem e da classificação das mercadorias conforme a Nomenclatura Tarifária Harmonizada dos Estados Unidos (Harmonized Tariff Schedules of the United States – HTSUS); e para verificar se o importador pagou ou irá pagar o valor correto de impostos. A HTSUS é uma publicação da US International Trade Commission (USITC), em que se encontra a classificação das mercadorias importadas, as alíquotas de importação e os benefícios e restrições que afetam cada produto. Se o importador ou o consignatário discordar da classificação, valor ou qualquer outro aspecto do processo de liberação das mercadorias, ele pode impugnar a decisão da Alfândega, até 90 dias depois do encerramento do processo, por meio de um protesto. Se o protesto for negado pela Alfândega, o importador pode ajuizar uma ação, através de um advogado, na Corte Americana para Negócios Internacionais (United States Court of International Trade). Com o intuito de evitar tais conflitos, o importador pode submeter previamente à Alfândega um Requerimento para Decisão (Ruling Requesrt), que, todavia, o precluirá de futura discussão. Além das tarifas de importação, os produtos importados pelos EUA sofrem a incidência de outras taxas, como a de manutenção portuária (Harbour Maintenance Fee – HMF) e a de processamento de mercadoria (Merchandise Processing Fee – MPF). Essas taxas recaem sobre todos os produtos importados do Brasil. Atualmente, a alíquota da MPF é de 0,21%, com um valor máximo de US$ 485 e mínimo de US$ 25, ao passo que a HMF, aplicada em todos os portos dos EUA sobre importações, exportações e cargas domésticas, é de 0,125%.A não-observância dos procedimentos estipulados ou o descumprimento das exigências da Alfândega podem resultar desde a apreensão das mercadorias importadas e/ou a imposição de multas ao importador até o valor das mercadorias. Fonte: Como Exportar para os Estados Unidos - AMCHAM Endereços úteisEmbaixada dos EUA em BrasíliaSES - Av. das Nações, Quadra 801, Lote 03CEP: 70403-900 - Brasília, DFTel: (61) 3312-7000Fax: (61) 3225-9136 Embaixada do Brasil em Washington, DC3006 Massachusetts Avenue, NW Washington, DC 20008-3634 Tel: : (202) 238-2700 Fax: (202) 238-2827 Site: www.brasilemb.org  Embaixada do Brasil – Setor Consular3009 Whitehaven Street, N.W. Washington , D.C. 20008-3634 Tel: (202) 238-2828 Fax: (202) 238-2818 E-mail: consular@brasilemb.org Consulado Geral dos Estados Unidos em São PauloHenri Dunant, 500,Chácara Santo Antônio,CEP: 04709-110 - São Paulo- SP Tel: (11) 5186-7000Fax: (11) 5186-7199 Consulado Geral dos Estados Unidos  em RecifeGonçalves Maia, 163Boa Vista - Recife, PECEP: 50070-060 Tel: (81) 3421-2441Fax: (81) 3231-1906 Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de JaneiroAv. Presidente Wilson, 147Castelo - Rio de Janeiro, RJCEP: 20030-020 Tel: (21) 3823-2000Fax: (21) 3823-2003 Departamento de Comércio Exterior – São PauloEstados Unidos, 1812CEP: 01427-002 - São Paulo, SPTel: (XX-11) 3085-2811Fax: (XX-11) 3085-2744 Departamento de Comércio Exterior – Belo HorizonteTimbiras, 1200, 7º andarCEP: 30140-060 - Belo Horizonte, MGTel: (XX-31) 3213-1571Fax: (XX-31) 3213-1575 Agência Consular – BelémEdifício Síntese, 21 Avenida Conselheiro Furtado, 286566060-600 - Belém, PATel: (XX-91) 3259-4566Fax: (XX-91) 3259-2626Agência Consular – FortalezaInstituto Brasil-Estados Unidos - IBEURua Nogueira Acioly, 891 - Aldeota60110-141 - Fortaleza, CETel: (XX-85) 252-1539Fax: (XX-85) 252-1539Agência Consular – ManausEdifício Atrium Sala 306Rua Franco de Sá, 31069079-210 Manaus, AMTel/Fax 55-92-611-3333Agência Consular – Porto AlegreAgência Consular Americanaa/c Instituto Cultural Brasileiro Norte AmericanoRua Riachuelo, 1257, Centro90010-010 - Porto Alegre, RSTel: (XX-51) 225-225/226-3344Fax: (XX-51) 226-3344Agência Consular – SalvadorPernambuco, 51 - Pituba41830-390 - Salvador, BATel: (XX-71) 345-1545Fax: (XX-71) 345-1550E-mail: amcon@svn.com.brCâmara Americana de Comércio de São PauloRua da Paz 1431 CEP 04713-001 - São Paulo SP  Tel:  (XX 11) 3011-6000Fax: (XX 11) 3011-6000 Câmara de Comércio Americana de BrasíliaSCN Qd 1 BI “C”Ed. Brasília TradeCenter Salas 1102 á 1105Cep: 70711-902Brasília - DFTel.: (61) 2103-8650Fax: (61) 2103-8658 Email: amcham.brasilia@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de Belo HorizonteRua Da Paisagem 220Cep: 34000-000Cidade Nova Lima - MGTel.: (31) 2126-9750Fax: (31) 2126-9767Email: amchambh@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de CampinasAv. José de Souza Campos, 900 Sala 82Condomínio Trade TowerCep: 13092-110 Tel./Fax: (19) 2104-1250Email: campinas@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de  CuritibaRua Eurípedes Garcez do Nascimento, 1004CEP 80540-280 Curitiba - PRTel.: (41) 2104-9350Fax: (41) 2104-9368Email: amchamctba@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de  GoiâniaAv. T-63 Monte Líbano Center Sala 220Cep: 74230-100Setor Bueno - Goiânia GOTel.: (62) 4006-1150Fax: (62) 4006-1153Email: amcham.goiania@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de Porto AlegreAv. Mostardeiro 322 11º andarCep. 90430-000 Porto Alegre - RS Tel./Fax: (51) 2123-8999Email: amchampoa@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de RecifeRua das Pernambucanas 407 Salas 603/604/605/606Cep: 52011-010 Recife - PETel.: (81) 2101-7450Fax: (81) 2101-7455Email: amchamrec@amcham.com.br  Fontes ConsultadasAMCHAM – Câmara de Comércio AmericanaCentral Intelligence Agency - www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brInstituto Español de Comercio Exterior – www.icex.esDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de Viagens Última atualização: outubro/2007 Por Global21...

França

França Nome Oficial República Francesa

Arabia Saudita

...Shari’a Islâmica, composta do Alcorão e da Sunna (Hadijh), que contém práticas e ensinamentos do Profeta Maomé e que teria sido escrita depois de sua migração para Medina. A legislação - Decretos Reais e Regulamentos do Conselho de Ministros - são derivadas da Shari’a. Em 1992, foi promulgada uma Lei Básica, que levou à uniformização das decisões judiciais, antes orientadas por quatro distintas escolas do pensamento islâmico e que variavam de região para região. O titular do Reino é o Rei Fahd Ibn Abdulaziz, Guardião das duas Mesquitas Sagradas, que acumula os poderes de Primeiro Ministro de um Conselho de Ministros por ele nomeado. Neste Conselho, o Príncipe Herdeiro Abdullah Ibn Abdulaziz é o Primeiro Assistente, enquanto o Príncipe Sultan Ibn Abdulaziz, é o Segundo Assistente. Em 1993, com a promulgação da Lei Básica, foi criado um Conselho Consultivo com 120 membros e um Presidente. Mas o poder executivo e legislativo é centrado no Rei, não havendo partidos políticos no país. A capital nacional é em Riyadh, um antigo oásis, e o país se divide em 13 Regiões Administrativas, tendo cada uma seu Governador, com status de Ministro, reportando-se ao Ministro do Interior.A data nacional saudita é o dia da Constituição Formal do Reino: 23 de setembro.A religião oficial e predominante é o Islamismo. A língua oficial é o árabe, mas o inglês é usual nos ambientes de negócios.Comércio Exterior Balança Comercial Brasil - Arábia - Saudita 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 94.009.958 108.525.799 -14.515.841 202.535.757 FEV 66.317.303 131.184.755 -64.867.452 197.502.058 MAR 127.731.467 109.940.088 17.791.379 237.671.555 ABR 128.382.857 126.104.782 2.278.075 254.487.639 MAI 148.483.566 168.812.710 -20.329.144 317.296.276 JUN 97.472.384 23.176.998 74.295.386 120.649.382 JUL 14...

Cotações e Mercados

Conversor de Moedas Dólar Comercial - Gráfico Atu

Pesquisa de Mercado

A SIMPEX possui uma base de dados com informações

Mercado colombiano é alternativa para exportações brasileiras na América do Sul (Portal APEX)

Metade das exportações brasileiras para a Améric

ALFANDEGA DO PORTO DE SANTOS AUMENTA RIGOR NA FISCALIZACAO DE IMPORTADOS

...calização das importações têm alcance nacional e integram a operação denominada Maré Vermelha- uma alusão à principal porta de entrada de mercadorias do País, que é o mar, e à cor do canal (sistema) de inspeção que receberá maior fiscalização a partir de agora. A operação não tem data para terminar, segundo o inspetor-chefe da Alfândega de Santos, Cleiton Alves dos Santos João Gomes, e será uma ação coordenada com outras unidades da Receita, onde também será aplicada. "A forma de selecionar um despacho de importação (DI) para conferência física deve mudar um pouco. Semanalmente, vamos mandar relatórios para Brasília, para que sejam criados novos parâmetros de seleção das declarações de importação para o canal vermelho, ou seja, para conferência física", explicou ontem, em entrevista coletiva, na sede da Alfândega, no Centro de Santos. Cada carga internalizada, ao ser declarada, recebe uma destinação no sistema de fiscalização de comércio exterior (Siscomex) da Receita, de acordo com as informações prestadas pelo importador. Pode cair nos canais verde (quando está liberada), amarelo (em que os documentos são analisados), vermelho (no qual a carga passa por inspeções física e documental) ou cinza (quando há suspeita de fraude de valor). A partir da Maré Verme...

OPERACAO MARE VERMELHA DA RECEITA FEDERAL

Segue abaixo notícia publicada ontem, dia 19 de ma

RECEITA FEDERAL ENDURECE A FISCALIZACAO DE MERCADORIAS IMPORTADAS E INCENTIVA O CADASTRAMENTO PREVIO DE OPERADORES

Por meio da recentíssima Norma de Execução Coana n

Carta-Circular Nº 3.542, de 12 de Março de 2012

... espécie com cédulas úmidas, malcheirosas, mofadas, ou com aspecto de que foram armazenadas em local impróprio ou ainda que apresentem marcas, símbolos ou selos desconhecidos, empacotadas em maços desorganizados e não uniformes; e   j) realização de depósitos ou troca de grandes quantidades de cédulas de pequeno valor, realizados por pessoa natural ou jurídica, cuja atividade ou negócio não tenha como característica recebimentos de grandes quantias de recursos em espécie;   II - situações relacionadas com operações em espécie em moeda estrangeira e cheques de viagem:   a) movimentação de recursos em espécie em moeda estrangeira ou cheques de viagem, que apresente atipicidade em relação à atividade econômica do cliente ou incompatibilidade com a sua capacidade econômico-financeira;   b) negociações de moeda estrangeira em espécie, em municípios localizados em regiões de fronteira, que não apresentem compatibilidade com a natureza declarada da operação;   c) negociações de moeda estrangeira em espécie ou cheques de viagem denominados em moeda estrangeira, que não apresentem compatibilidade com a natureza declarada da operação;   d) negociações de moeda estrangeira em espécie ou cheques de viagem denominados em moeda estrangeira, realizadas por diferentes pessoas naturais, não relacionadas entre si, que informem o mesmo endereço residencial; e   e) recebimentos de moeda estrangeira em espécie, por pessoas naturais residentes no exterior, transitoriamente no País, decorrentes de ordens de pagamento a seu favor ou da utilização de cartão de uso internacional, sem a evidência de propósito claro;   III - situações relacionadas com dados cadastrais de clientes:   a) resistência ao fornecimento de informações necessárias para o início de relacionamento ou para a atualização cadastral, oferecimento de informação falsa ou prestação de informação de difícil ou onerosa verificação;   b) abertura, movimentação de contas ou realização de operações por detentor de procuração ou de qualquer outro tipo de mandato;   c) apresentação de irregularidades relacionadas aos procedimentos de identificação e registro das operações exigidos pela regulamentação vigente, seguidas ou não do encerramento do relacionamento comercial;   d) cadastramento de várias contas em uma mesma data, ou em curto período, com depósitos de valores idênticos ou aproximados, ou com outros elementos em comum, tais como origem dos recursos, titulares, procuradores, sócios, endereço, número de telefone, etc;   e) realização de operações em que não seja possível identificar o beneficiário final, observados os procedimentos definidos na regulamentação vigente;   f) informação de mesmo endereço comercial por diferentes pessoas jurídicas ou organizações, sem justificativa razoável para tal ocorrência;   g) representação de diferentes pessoas jurídicas ou organizações pelos mesmos procuradores ou ...

Comercio Exterior - Regime Especial de Reintegracao de Valores Tributarios para as Empresas Exportadoras (REINTEGRA), Fundo de Financiamento a Exportacao (FFEX), INMETRO e beneficios fiscais - IPI - TIPI - Alteracoes

... de produção. Tal valor será calculado mediante a aplicação de percentual estabelecido pelo Poder Executivo, que poderá variar entre zero e 3% sobre a receita decorrente da exportação de bens produzidos pela pessoa jurídica. O REINTEGRA será aplicado às exportações realizadas até 31.12.2012, e somente produzirá efeitos após sua regulamentação.   Comércio Exterior - Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX) - INMETRO - Denominação, competências e Taxa de avaliação da conformidade - Alterações   A Medida Provisória nº 541/2011 criou o Fundo de Financiamento à Exportação - FFEX, que terá por finalidade prover financiamento para as exportações de bens e serviços ...

Dilma diz que plano de apoio a setores da industria foi feito com ousadia para enfrentar a avalanche de importados

A presidenta Dilma Rousseff disse ontem (2) que as

Empresarios defendem ampliacao de medidas do Plano Brasil Maior

...do ele, substituir o imposto calculado sobre a folha por um outro calculado sobre faturamento, mesmo que de menor alíquota, pode causar um aumento na tributação.   "Há um temor de que a mudança na desoneração da folha possa errar no calibre. Em vez de desonerar, aumentar a arrecadação".   Fonte: Agência Brasil ...

Importacoes vao continuar crescendo mesmo com medidas de estimulo a industria brasileira, preve economista (Agencia Brasil)

Mesmo com todas as medidas de estímulo à indústria

Balança registra superávit de US$ 943 milhões na primeira semana de agosto

...na primeira semana de agosto, alcançaram o valor de US$ 3,475 bilhões, com média diária de US$ 695 milhões. Houve redução de 6,3%, na comparação com a média diária do mês passado (US$ 741,6 milhões), com queda nas compras dos seguintes produtos: combustíveis e lubrificantes (-25%), adubos e fertilizantes (-22,8%), químicos orgânicos e inorgânicos (-9,9%), instrumentos de ótica e precisão (-5,1%) e equipamentos mecânicos (-3,4%). Em relação à média diária de agosto de 2009 (US$ 513,7 milhões), houve aumento de 35,3% e cresceram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (104,1%), borracha e obras (81%), equipamentos eletroeletrônicos (55,3%), plásticos e obras (53,4%), veículos automóveis e partes (41,6%), equipamentos mecânicos (40,4%) e combustíveis e lubrificantes (32,6%). Ano O superávit da balança comercial no ano, com 150 dias úteis, chegou a US$ 10,176 bilhões, com média diária de US$ 67,8 milhões. Por este critério, o número ficou 42,7% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado (US$ 118,4 milhões). A corrente de comércio no período foi de US$ 212,380 bilhões (média diária de US$ 1,415 bilhão). Pela média diária, o número é 35,3% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 1,046 bilhão). No acumulado do ano, as vendas ao exterior somaram US$ 111,278 bilhões (média diária de US$ 741,9 milhões). Na comparação com a média diária do mesmo período de 2009 (US$ 582,4 milhões), as exportações cresceram 27,4%. As importações, no acumulado do ano, foram de US$ 101,102 bilhões, com média diária de US$ 674 milhões. O valor está 45,2% acima da média diária registrada no mesmo período de 2009 (US$ 464,1 milhões). Por MDIC...

Mercosul aprova criação de código aduaneiro.

...is outros importantes avanços alcançados na reunião de cúpula: o fim da dupla cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC) para mercadorias de terceiros países que circulam dentro do Mercosul e a assinatura de tratado de livre comércio com o Egito, o segundo fora da América do Sul. O primeiro foi fechado com Israel. Os avanços levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a dizer que foi "a melhor cúpula" de seus dois mandatos e desde 1994, quando foi assinado o protoc...

Rio Grande:Recorde eleva projeção anual para 30 milhões de toneladas.

...de toneladas. Isso deverá ser alcançado principalmente pelos investimentos em infraestrutura, como o aprofundamento do calado, e na implantação de novos terminais", destacou o superintendente do porto, Jayme Ramis, em nota divulgada ontem, dia 3. Somente no primeiro semestre, o porto rio-grandino operou 14.112.520 toneladas, crescimento de 14,8% em relação ao registrado no mesmo período de 2009. A movimentação foi recorde do complexo...

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS

O Departamento de Promoção Comercial e Investiment

Empresas puxam alta do volume de crédito

...mente ao crédito imobiliário, alcançaram R$ 186,83 bilhões, com crescimento de 1,83% sobre maio. "Tirando a pujança do crédito imobiliário, não existe uma bolha de crescimento do crédito para consumo, e a inadimplência continua caindo mês a mês", avalia Alexandre Chaia, do Insper. "O crédito deve continuar crescendo, mas deve crescer a um ritmo menor", avaliou o professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite. O professor apontou o ritmo menor do crescimento do crédito. "A tendência de alta das taxas de juros já está influenciando o crescimento da economia", constata Leite. Mas no longo prazo ele está mais otimista. "A tendência futura é de baixa das taxas praticadas. Os spreads podem sofrer alguma alteração com o aumento da concorrência no sistema financeiro", afirma o economista. Essa visão é compartilhada por outro economista. "Os bancos devem acirrar um pouco a competição no segundo semestre, pois há um excesso de recursos", prevê Alexandre Chaia, do...

Transporte rodoviário e o container no mercado interno

...de carga, criada em 1956 por Malcom McLean. Hoje o mundo movimenta mais de 500 milhões de TEUs (Twenty Feet or Equivalent Unit) – unidades de 20 pés ou equivalente, sendo que cada pé mede 30,48 cm.Assim, está clara a importância dessa unidade e de sua transformação na vedete do transporte e da logística. E a conteinerização é, sem dúvida, a mais eficiente forma de movimentação, armazenagem, transporte de mercadorias. Por...

Resultado da balança melhora e mercado já aumenta projeção.

...A corrente de comércio do mês alcançou US$ 18,421 bilhões e o saldo comercial foi superavitário em US$ 1,337 bilhão. Pelo resultado médio diário, o saldo da balança comercial cresceu 2,8% na comparação com junho e caiu 12% em relação a julho de 2009. No acumulado de janeiro a terceira semana de julho, as vendas ao exterior somaram US$ 99,066 bilhões, valor 26,9% superior ao mesmo período do ano passado. As importações, no acumulado do ano, foram de US$ 89,850 bilhões. O valor é 45% acima da média registrada no mesmo período de 2009. O superávit da balança comercial no ano chegou a US$ 9,216 bilhões. Por esse critério, o número ficou 42,6% abaixo da média registrada no mesmo período de 2009. Por DCI (20/7/2010)....

Exportação de manufaturado está estagnada há sete meses

...ivre de influências sazonais calculada pelo Iedi. Em junho, o número ficou em US$ 302 milhões. Antes do agravamento da crise global, em setembro de 2008, a média diária ficava entre US$ 380 milhões e US$ 390 milhões. Para ele, a perda de competitividade das exportações brasileiras explica essa estagnação. Num momento em que a demanda externa não é das mais robustas, atrapalham as vendas fatores como o câmbio valorizado, a carga tributária, o custo do capital e a infraestrutura deficiente, diz Almeida. O volume de exportação de manufaturados reforça o quadro de falta de dinamismo retratado nos números do Iedi. Na série calculada com ajuste sazonal da LCA Consultores, as quantidades exportadas patinam desde o começo do ano, e ainda estão 22% abaixo do nível de setembro de 2008. Estão bastante fracas as vendas de material eletrônico e de comunicações. O volume exportado pouco se mexe desde o fim de 2009, encontrando-se em junho 44% abaixo da média do terceiro trimestre de 2008. Há também uma clara estagnação das quantidades exportadas de bens de capital desde março. Para Callegari, a recuperação ainda fraca da economia mundial faz com que as empresas em muitos países invistam pouco, tornando baixa a demanda por máquinas e equipamentos. Fica ainda mais difícil para os produtos de bens de capital brasileiros competirem com fabricantes tradicionais como os alemães, num momento em que o real está valorizado, diz ele. As exportações de veículos mostram alguma recuperação nos últimos meses, com vendas em alta para países da América Latina como Argentina, Chile e México. Ainda assim, o volume exportado segue bastante abaixo do alcançado no pré-crise - algo como 20% menor que o do setembro de 2008. Se o volume de vendas de manufaturados cresce bastante para os países latino-americanos, especialmente para a Argentina, o mesmo não se pode dizer do que se passa com as exportações para os Estados Unidos. Números da Funcex referentes ao primeiro semestre mostram queda no volume exportado de alguns produtos manufaturados para os EUA - as vendas de bens de capital caíram 36,9% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto as de bens duráveis recuaram 1,67%. As exportações de materiais elétricos caíram 15,3% e as de produtos têxteis, 3,4%. Para a Argentina, há altas consistentes no primeir...

Importações brasileiras crescem mais de 60%

Com um real forte, o Brasil sofreu uma das maiores

Brasil barra autopeças argentinas

A lista de autopeças sujeitas a licenças no Brasil

Brasil quer ampliar relações comerciais com países africanos

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comérci

Retaliação do Brasil aos EUA em algodão será de US$ 2,7 bilhões

A Câmara de Comércio Exterior (Camex), composta po

Argentina chora por si mesma e Mercosul poderá implodir

A velha desculpa da assimetria entre as economias

UE e Mercosul reafirmam intenção de chegar a acordo comercial

... em Lisboa seu compromisso de alcançar um “ambicioso e equilibrado” tratado de livre-comércio depois de um balanço das negociações suspensas desde 2004. As duas partes terminaram hoje uma reunião técnica de três dias na capital portuguesa, no nível de...

Estudo indica retomada das exportações em sete setores

... de demanda externa efetiva, calculado pela Funcex para mostrar as importações dos principais mercados das exportações brasileiras, caiu 26,9% em agosto, enquanto o índice de importação mundial teve redução de 16,7% no mesmo período. Fonte: Diário do Comércio e Indústria ...

Balança comercial de outubro mostra recuperação das exportações brasileiras

...uperávit da balança comercial alcança US$ 22,599 bilhões (média de US$ 108,6 milhões). As exportações chegam a US$ 125,879 bilhões (média de US$ 605,2 milhões) e as importações a US$ 103,280 bilhões (média de US$ 496,5 milhões), com uma corrente de comércio de US$ 229,159 bilhões (média de US$ 1,102 bilhão). Com informações Portal Agrosoft...

Balança de outubro fecha com superávit de US$ 1,328 bilhão

...s, as exportações brasileiras alcançaram US$ 14,082 bilhões (média de US$ 670,6 milhões), resultado 1,6% acima da média de setembro passado (US$ 660,1 milhões) e 20,3% abaixo das vendas externas no mesmo período de 2008 (média de US$ 841,5 milhões). As importações fecharam em US$ 12,754 bilhões e média de US$ 607,3 milhões. Pelos mesmos critérios comparativos, foram 1,8% maiores que as importações de setembro de 2009 (US$ 596...

Exportações para os EUA crescem, mas câmbio faz Brasil perder mercado

...s, as exportações brasileiras alcançaram US$ 14,082 bilhões (média de US$ 670,6 milhões), resultado 1,6% acima da média do mês passado (US$ 660,1 milhões) e 20,3% abaixo das vendas externas no mesmo período de 2008 (média de US$ 841,5 milhões). As importações fecharam em US$ 12,754 bilhões e média de US$ 607,3 milhões. Pelos mesmos critérios comparativos, foram 1,8% maiores que as importações de setembro de 2009 (US$ 596,9 milhões) e 22,2% menores que as de outubro de 2008 (US$ 781 milhões). A corrente de comércio (soma das exportações com as importações) alcançou US$ 26,836 bilhões (média de US$ 1,278 bilhão). Por Folha OnLine - SP...

Importação atinge o maior patamar do ano e reduz saldo

Eduardo Rodrigues, da Sucursal de Brasília Indústr

Balança de outubro fecha com superávit de US$ 1,328 bilhão

...s, as exportações brasileiras alcançaram US$ 14,082 bilhões (média de US$ 670,6 milhões), resultado 1,6% acima da média de setembro passado (US$ 660,1 milhões) e 20,3% abaixo das vendas externas no mesmo período de 2008 (média de US$ 841,5 milhões). As importações fecharam em US$ 12,754 bilhões e média de US$ 607,3 milhões. Pelos mesmos critérios comparativos, foram 1,8% maiores que as importações de setembro de 2009 (US$ 596...

Ministro afirma que Argentina não vai tolerar barreiras comerciais do Brasil

...tas". No entanto, minimizou o alcance do incidente registrado esta semana ao afirmar que "o problema entre os dois países abrange 6% do total do intercâmbio". A medida é considerada uma represália às licenças não-automáticas (que atrasam o processo de exportação) que a Argentina implementou como argumento para proteger o emprego, a indústria e a produção frente à crise mundial. O comércio bilateral somou 30,864 bilhões de dólares em 2008, com 4,347 bilhões de déficit para a Argentina. Entre janeiro e dezembro deste ano, as exportações brasileira caíram quase 40%, somando 8,28 bilhões de dólares, mas ainda com um saldo positivo de 373 milhões. As exportações argentinas nesse período caíram 20% e somaram 7,906 bilhões, segundo dados do ministério do Comércio e Indústria brasileiro. Fonte: Último Segundo...

Com decisão no Senado a Venezuela está mais perto do Mercosul

...mento do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), para que uma delegação de senadores visitasse a Venezuela, a convite de Ledezma, para averiguar, in loco, as denúncias de desrespeito aos direitos humanos naquele país. Os senadores da base governista criticaram o requerimento, alegando que uma visita de senadores a Caracas antes da aprovação do ingresso da Venezuela no Mercosul poderia soar como uma ingerência nos assuntos internos do país vizinho. Por outro lado, Jereissati recordou que diversas delegações de parlamentares estrangeiros visitaram o Brasil na época do regime militar, com intenção semelhante de verificar o respeito aos direitos humanos no país. Depois de mais de uma hora de debates, o requerimento foi rejeitado por 10 votos a 8. Fonte: Ag. Senado...

Dólar sobe 1,4% e fecha cotado a R$ 1,756; no mês, acumula queda de 0,96%

... da cotação do dólar do dia, calculada pelo Banco Central. Ela serve de referência para contratos futuros de câmbio. Como os contratos vencem no último dia útil do mês, investidores que apostaram que a moeda americana terminaria outubro acima de R$ 1,74 (fechamento da Ptax de ontem) podem ter comprado dólares hoje, no mercado à vista, para forçar a cotação para cima. Quem, ao contrário, apostou na alta do real, hoje pode ter vendido dólares. (Com informações da Reuters)...

Brasil vai retaliar EUA no algodão

Renata Veríssimo, Brasília País levará questioname

Camex cria grupo de trabalho para adotar medidas de retaliação no comércio externo

O conselho de ministros da Câmara de Comércio Exte

Argentina convoca embaixador brasileiro para explicar barreiras

As relações comerciais entre os dois principais só

Importadores pressionam por abertura do mercado de café

...r mercados atualmente fora do alcance dos produtores brasileiros. Se a importação de café de outras origens for efetivada o fato será comemorado pela indústria nacional que pleiteia o mecanismo há anos. De acordo com Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a indústria de torrado e moído tem encontrado, com frequência, oportunidade para ampliar as vendas, no entanto, esbarra no pedido dos importadores que exigem café misturado com o de outras origens. "Temos informações de demanda junto às empresas para multiplicar por cinco o volume atual se conseguirmos atender essas condições", afirmou. Ele cita como exemplo os produtores de São Sebastião do Paraíso, que iniciaram as exportações de torrado e moído e podem esbarrar nesse entrave. "São negócios plenamente possíveis, mas que não vão esperar a vida toda. Os pedidos vão se dirigir para outros países", alertou o diretor da Abic. Segundo Herszkowicz, a compra de 200 mil sacas por ano seria suficiente para aumentar a receita brasileira com exportações de torrado e moído de US$ 38 milhões para mais de US$ 150 milhões por ano. "Esse café geraria um volume significativo de novos de negócios que iria não só ampliar a importação, mas usar uma quantidade adicional de café brasileiro", avaliou. Apesar da indústria destacar uma demanda crescente por variedades específicas a realidade do mercado hoje aponta uma queda expressiva dos embarques brasileiros. A receita cambial com exportação de café torrado e moído caiu 22,28% nos primeiros nove meses, ante igual período de 2008, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A indústria de café faturou de janeiro a setembro de 2009 US$ 24,9 milhões, em comparação com US$ 32 milhões em 2008. O volume embarcado no período foi de 4.526 toneladas, com redução de 23,...

Mercadorias da Argentina ficam paradas na fronteira

O governo e empresários da Argentina reagiram com

Brasil continua sem opções de acordos de comércio

A Rodada Doha de liberalização do comércio foi int

Exportador mantém estratégia contra real forte

...rações no chamado mercado de balcão organizado - ainda não apontam alta significativa nas operações de derivativos. Fonte: A Tribuna...

Menos otimismo entre exportadores

...nça. O ICI dos exportadores, calculado em escala de 0 a 200 pontos, também foi menor do que o da indústria da transformação como um todo, que alcançou 109,5 pontos. "O mês de setembro apresentou uma grande melhora em relação a agosto, quando a confiança dos exportadores foi de 71,1 pontos, mas ainda está abaixo do registrado em 2008", disse Campelo. No levantamento da fundação, é possível perceber que o ICI no primeiro semestre de 2008 entre as companhias exportadoras ficou acima de 100 pontos (o que significa otimismo), em todos os meses daquele período. No primeiro semestre de 2009, o ICI das exportadoras atingiu níveis entre 40 e 60 pontos. O principal problema observado por Castro para a rentabilidade dos exportadores é o câmbio. Para a AEB, um "patamar de equilíbrio" para o dólar seria em torno de R$ 2,20. Nesse nível, a moeda norte-americana seria suficiente para angariar lucro nas exportações e, ao mesmo tempo, não elevaria tanto os custos dos empresários com a compra de insumos importados. Por Jornal do Commercio/RJ/Da Agência Estado...

País diz à OMC que pode manter taxa antidumping sobre o PVC americano

O Brasil avisou na Organização Mundial do Comércio

Brasil perde a liderança em calçados na Argentina

Barreiras comerciais fizeram o Brasil perder a lid

Exportação deve cair 40%

...omar o patamar de exportações alcançado antes da crise mundial, mas deve começar a recuperar parte desse mercado no final do ...

Exportadores temem maior queda do dólar

Após perdas com a crise em 2008, agora cotação pre

Superávit da terceira semana de outubro é de US$ 537 milhões

... três semanas, as exportações alcançaram US$ 7,736 bilhões (média de US$ 703,3 milhões) e as importações US$ 6,423 bilhões (média de US$ 583,9 milhões). A corrente de comércio chegou a US$ 14,159 bilhões (média de US$ 1,287 bilhão) e o superávit a US$ 1,313 bilhão (média de US$ 119,4 milhões). De janeiro até a terceira semana de outubro, o superávit alcançou US$ 22,588 bilhões (média de US$ 114,1 milhões), resultado 9,9% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. A corrente de comércio somou US$ 216,450 bilhões (média de US$1,093 bilhão). As exportações foram de US$ 119,519 bilhões (média de US$ 60...

Exportações de couros somaram US$ 791 milhões até setembro

As exportações brasileiras de couros movimentaram

Exportações do agronegócios registram queda de 15,6%

...o ministério, o complexo sucroalcooleiro registrou aumento nos embarques de US$ 816 milhões para US$ 1,05 bilhão em setembro, puxado pelas exportações de açúcar, que subiram 69,9% no mês passado em comparação com o mesmo período de 2008, atingindo US$ 900 milhões. As vendas externas de álcool sofreram queda em dólares de 47,5%, para US$ 151 milhões. Essa queda se deve à redução de 37% na quantidade exportada e de 16,6% no preço praticado. O ministério destacou que os países da Ásia e do Oriente Médio vêm ocupando posições de destaque no ranking de vendas do agronegócio brasileiro neste ano, com um crescimento das exportações para essas regiões de 13,4% e 8,9%,...

Balança comercial aponta importação em queda

...ríodo de 2008, quando o saldo alcançou média de US$ 102,7 milhões. Por Valor Econômico - SP...

Exportações de calçados têm queda de 33% no ano no RS

Balança comercial de calçados registra perda de 34

Parcelamento do crédito-prêmio atrairá exportadores, diz Fazenda

O novo parcelamento para os exportadores que compe

Exportações do agronegócio para Ásia e Oriente Médio crescem em setembro

...scimento foram: complexo sucroalcooleiro (28,6%), chá, mate e especiarias (11%), produtos apícolas (4,3%), cereais, farinhas e preparações (4%) e fumo e seus produtos (2%). Os setores com redução de valores exportados foram: complexo soja (-16,5%), carnes (-31,4%), produtos florestais (-18,4%) e café (-19,6%).Açúcar e álcool - Foram positivos os embarques do complexo sucroalcooleiro, que aumentaram de US$ 816 milhões para US$ 1,05 bilhão. Esse incremento foi puxado pelas exportações de açúcar, que subiram 69,9% em setembro, em comparação com o mesmo período de 2008, atingindo a cifra de US$ 900 milhões. Tanto preço quanto quantidade cresceram 24,5% e 36,5%, respectivamente.Já as vendas externas de álcool tiveram redução, em dólares, de 47,5%, totalizando US$ 151 milhões. Essa queda se deve à diminuição da quantidade exportada (-37%) e do preço praticado (-16,6%)Importações - As compras de produtos do agronegócio de outros países reduziram 16%, em setembro de 2009, ante o mesmo mês de 2008, caindo de US$ 1,042 bilhão para US$ 876,5 milhões. O valor das importações trigo representou cerca de 10% desse total. As compras desse cereal baixaram de US$ 123 milhões, no nono mês de 2008, para US$ 90 milhões em setembro de 2009, r...

Dólar cai a R$ 1,727; o menor valor desde 5 de setembro de 2008

... e derivativos no mercado de balcão brasileiro, pode movimentar até R$ 1,15 bilhão em uma oferta inicial de ações (IPO). A Cyrela, por sua vez, pode levantar até R$ 1,33 bilhão em uma nova oferta primária. A reserva da primeira operação será feita entre 20 e 23 de outubro, com preço fixado no dia 26 e início de negociação no dia 28. Já a oferta da Cyrela terá reserva entre 22 e 26 de outubro, com preço fixado no dia 27. Em meio à expectativa de entrada de recursos, o mercado ajustou a previsão para a taxa de câmbio no final de 2009. Segundo o boletim Focus divulgado pelo BC, o mercado projeta o dólar a R$ 1,76 no fim do ano, contra estimativa anterior de R$ 1,80. A pr...

Governo brasileiro mira em Angola para ampliar presença na África

O governo brasileiro está voltando suas baterias p

Rentabilidade das exportações do Brasil é a menor da história

...quando a série começou a ser calculada. As empresas relatam que a demanda externa começou a se recuperar lentamente, depois da queda abrupta nas vendas provocada pela crise global. Os preços dos produtos embarcados pelo País também tiveram uma pequena alta, puxados pelo desempenho das commodities. Mas o real valorizado anulou os ...

Segunda semana de outubro tem superávit de US$ 361 milhões

...ora as exportações de outubro alcançaram US$ 4,759 bilhões (média de US$ 679,9 milhões) e as importações US$ 3,983 bilhões (média de US$ 569 milhões). A corrente de comércio chegou a US$ 8,742 bilhões (média de US$ 1,249 bilhão) e o superávit a US$ 776 milhões (média de US$ 110,9 milhões). No acumulado do ano, o superávit alcançou US$ 22,051 bilhões (média de US$ 113,7 milhões), valor 9% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. A corrente de comércio somou US$ 211,033 bilhões (média de US$1,088 bilhão), resultante de exportações de US$ 116,542 bilhões (média de US$ 6...

Exportações em recuperação alimentam otimismo global

...undo Monetário Internacional calcula que o volume de comércio mundial vai cair 11,9% este ano e crescerá 2,5% no ano que vem. Uma pergunta importante em relação ao comércio mundial é se a demanda dos consumidores americanos e europeus vai impulsionar uma corrida tardia às compras quando começar a temporada de fim de ano, no mês que vem. Os pedidos para o fim do ano tradicionalmente começam no meio do ano. Mas este ano, os varejistas dos países ricos adiaram as decisões até o último minuto ou estão fazendo pedidos menores com mais frequência. Eles não querem uma repetição do ano passado, quando os estoques permaneceram cheios enquanto a demanda diminuía por causa da crise financeira. “Tem sido bem devagar”, diz Andy Lau, que chefia a Calan Worlwide Ltd., um pequeno exportador de Hong Kong de brinquedos e badulaques para os EUA e Europa. Ele diz que os pedidos estão chegando aos poucos mas ainda é muito menos que os níveis de alguns anos atrás. Os pedidos de fim de ano ainda não começaram a chegar e ele espera que os compradores finalmente comecem a aparecer nas feiras e convenções de outubro. Alguns acreditam que os varejistas dos países ricos subestimaram a demanda, o que cria as condições para uma corrida de última hora no comércio internacional para a temporada de compras de fim de ano. Russell Napier, estrategista global da CLSA Asia-Pacific Markets, acha que as previsões negativas sobre a economia não se concretizarão no curto prazo porque as empresas simplesmente estavam pessimistas demais sobre o reabastecimento dos estoques. “Existe uma possibilidade convincente de ocorrer escassez de brinquedos neste Natal”, diz. “As empresas cortaram demais os estoques”. Se for assim, os próximos meses podem assistir a uma expansão de última hora nos serviços de transporte aéreo de carga. Até agora, contudo, isso não aconteceu. Os carregamentos aéreos de Hong Kong para a América do Norte, por exemplo, subiram levemente de março a agosto, último mês cujos dados estão disponíveis. Mas ainda estão muito menores que um ano atrás. Foram transportadas 30 mil toneladas de carga para a América do Norte em agosto, ante 35 mil ano passado e 40,5 mil em 2007. Fonte: Valor Econômico...

Receita com exportações de carne suína brasileira cai 25%

...mbro de 2008, quando o volume alcançou US$ 1,181 bilhão. O volume exportado subiu 5,85%, de 423.941 toneladas para 448.730 toneladas. Com informações Agência Safras...

Em setembro, sobe exportação de aço e celular

...ecuperaram, embora não tenham alcançado os níveis de 2008: a exportação de US$ 21,7 milhões em laminados planos é mais de 40% inferior à do mesmo mês em 2008, mas 22% superior a de agosto. "Índia e China foram os únicos mercados em expansão", comenta o vice-presidente do Instituto Aço Brasil (IABr, antigo IBS), Marco Polo de Mello Lopes. O ambiente desfavorável e competitivo no mercado externo fez com que as empresas paralisassem seus alto-fornos, contendo a produção, e, aos poucos, as usinas estão voltando à atividade, o que, no Brasil faz com que as empresas se voltem ao mercado externo, explica ele. No mundo inteiro, foram fechados 77 alto-fornos, dos 11 existentes fora da China, durante a crise. Hoje, são apenas 36 os alto-fornos fechados, dois deles no Brasil, que, até meses atrás, mantinha seis alto-fornos abafados, para evitar acúmulo indesejável de estoques. A gradual retomada das atividades nos mercados e a mudança na composição das vendas externa estimularam especialmente as compras de laminados a quente, aço de baixo valor agregado, o que faz com que a variação de peso exportado seja bem superior à de valores: o aumento na tonelagem exportada a Taiwan chegou a quase 19.000 %, entre agosto e setembro, e quase 2.500% nas vendas à Espanha. No total, as vendas de laminados planos em setembro subiram de 245 mil toneladas para quase 409 mil, e saltaram de US$138 milhões para US$ 234 milhões. Quando se reativa um alto-forno, o forte aumento na capacidade de produção obriga as empresas a buscar o mercado externo, explica Mello Lopes. Os investimentos das siderúrgicas nos últimos anos devem elevar a produção nacional de 35 milhões de tonelada...

Exportação de impostos e indústria

... Estados) não os reembolsam. Calcula-se em R$ 32 bilhões a dívida desses governos. O atraso nesses pagamentos, além de obrigar as empresas a exportar esses custos, tem o inconveniente de levá-las a computar a soma não paga a título de tributos a recuperar, o que infla a margem de lucro. É preciso saber se as autoridades que lamentam a queda das exportações de produtos industrializados aceitam assumir a parte que lhes cabe. Com informações Jornal O Estado de São Paulo...

Secretário diz que governo investiu em todos os segmentos para dinamizar comércio exterior

...de 227,65% entre 2002, quando alcançou US$ 60,4 bilhões, e 2008, cujo resultado foi de US$ 197,9 bilhões. Nesse período, o governo federal...

Brasil e UE pressionam EUA por Doha

...aíses em desenvolvimento para alcançar um acordo no ano que vem “correrá riscos” a não ser que haja avanços. E faz um pedido velado a Washington para que apresente sua posição. “Brasil e UE acreditam que o encerramento da Rodada Doha em 2010 deve acontecer com base nos progressos já realizados, incluindo os relativos às modalidades, e então convoca os membros da OMC para determinar qualquer demanda específica que possam ter”, diz o esboço do documento. Líderes do Grupo das 20 maiores economias (G-20), incluindo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, renovaram suas promessas na cúpula do mês passado, em Pittsburgh, de f...

Exportações recuam nas três categorias de produtos

...te ano, quando a média diária alcançou US$ 596,9 milhões, houve queda de 15,2% em razão das menores compras de combustíveis e lubrificantes (-56,4%), bens siderúrgicos (-29,9%), veículos automóveis e partes (-27,3%), instrumentos de ótica e precisão (-21,9%), cereais (-19,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-12,0%). Por Agência Estado - AE...

União e Estados devem R$ 32 bi a exportadores

Raquel Landim Soma refere-se a créditos tributário

Balança da primeira semana de outubro tem superávit de US$ 415 milhões

...08, quando o saldo da balança alcançou uma média diária de US$ 103,2 milhões. A corrente de comércio em 2009 está em US$ 204,730 bilhões (média diária de US$ 1,083 bilhão), valor 27,5% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando a média foi de US$ 1,494 bilhão. As exportações no acumulado de 2009 totalizam US$ 113,210 bilhões (média diária de US$ 599 milhões), valor 25% menor que o percebido no período de janeiro até a primeira semana de outubro de 2008, que teve média diária de US$ 799,1 milhões. Já as importações foram de US$ 91,520 bilhões (média diária de US$ 484,2 milhões), 30,4% a menos que no mesmo período do ano passado, quando a média diária foi de US$ 695,9 milhões. Fonte: MDIC...

Exportação vai recuar dois anos com retomada lenta de mercados

...iente para que as exportações alcancem a previsão do Ministério do Desenvolvimento, de totalizar US$ 160 bilhões em 2009, segundo o secretário de Comérc...

Exportação vai recuar dois anos com retomada lenta de mercados

...iente para que as exportações alcancem a previsão do Ministério do Desenvolvimento, de totalizar US$ 160 bilhões em 2009, segundo o secretário de Comérc...

Pacote pretende estimular as exportações

...ilhões. A média por dia útil calculada pelo Ministério do Desenvolvimento foi de US$ 63 milhões, número 49,5% abaixo do resultado obtido no ano passado. Em setembro, as exportações somaram US$ 13,864 bilhões, o terceiro maior volume do ano. Já as importações atingiram US$ 12,534 bilhões, a maior quantia já registrada neste ano. O volume médio de exportações por dia útil foi de US$ 660,2 milhões em setembro, o segundo mais alto deste ano. O valor representa um decréscimo de 27,4% sobre a média de exportações/dia útil contabilizada em setembro do ano passado. Já no caso das importações nacionais, a média por dia útil atingiu US$ 596,9 milhões, a mais alta deste ano. Mesmo assim, ainda foi 23,9% menor do que a média por dia útil de compras externas registrada em setembro de 2008. No acumulado deste ano, o superávit comercial atingiu US$ 21,275 bilhões. No ano passado, a diferença de exportações e importações foi de US$ 19,686 bilhões. A média por dia útil de embarques foi de US$ 113,8 milhões neste ano, um crescimento de 9,2% sobre a média de 2008, considerando os nove primeiros meses. A média por dia útil de exportações em nove meses foi de US$ 597,8 milhões, um resultado 25,1% abaixo do desempenho calculado para janeiro e setembro de 2008. No caso das importações, a média por dia útil foi de US$ 484 milhões, o que significa uma queda de 30,3% sobre a média estimada para o mesmo período do ano passado. Para o secretário de Comércio Exterior do governo, Welber Barral, as exportações sofrem o reflexo da diminuição da demanda global. Embarques serão inferiores a US$ 160 bilhões O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, afirmou que as exportações neste ano serão inferiores a US$ 160 bilhões. Este era o valor projetado pelo ministério no início do ano para as exportações em 2009. Barral disse que o ministério não fez um novo cálculo, mas que as vendas externas devem ficar, em 2009, perto do valor de US$ 158 bilhões, que é o registrado no acumulado dos últimos 12 meses até setembro. “Levaremos dois ou três anos para chegar ao nível de comércio de 2008.” No ano passado, as vendas externas totalizaram quase US$ 198 bilhões. Se confirmada a previsão feita pelo secretário, o valor das exportações neste ano será menor que em 2007, quando elas somaram US$ 160 bilhões. Barral, no entanto, destacou que está havendo uma recuperação das exportações de manufaturados. Elas cresceram 10,3% pela média diária em relação a agosto deste ano. Segundo ele, o Brasil exportou 11,1% a mais de manufaturados em quantidade, mas teve uma queda de 0,7% nos preços praticados. “O Brasil está conseguindo exportar mais manufaturados, mas a preços menores. Isso em decorrência de um mercado mais competitivo e muito mais difícil”, disse. Para Barral, os números indicam que as empresas estão reduzindo os preços para conseguir competir no mercado internacional. O secretário lembrou que o valor exportado de manufaturados em setembro foi o maior de todo o ano. Por outro lado, as vendas externas de produtos básicos registraram uma queda de 9,6% ante agosto. No acumulado de janeiro a setembro, as exportações de básicos registram queda de 14,4% e dos manufaturados, queda de 31,2%. Setor de máquinas e equipamentos registra queda de 46% nas operações As exportações de bens de capital (máquinas e equipamentos) sob encomenda somaram US$ 1,788 bilhão entre janeiro e agosto de 2009, o que representa uma queda de 46% em relação aos US$ 3,3 bilhões registrados em igual período do ano passado, informou a Ass...

Barreiras sanitárias detêm embarques de carne suína

...desmanteladas. As exportações alcançam este ano US$ 1,2 bilhão. O total estimado em 2015 é de vendas de 1,920 milhão de toneladas, levando o Brasil a abocanhar 35% do mercado mundial, num salto em relação aos 11% atuais. A e...

Brasil busca minimizar baixa competitvidade com missões

Com o objetivo de identificar oportunidades de neg

Logística precária emperra comércio

...as, as exportações portuárias alcançam US$ 131,6 milhões. Durante solenidade de abertura do 5º Encontro Empresarial de Negócios na Língua Portuguesa, realizada ontem, no Centro de Convenções, o governador Cid Gomes disse que o Ceará busca ser o estado preferencial para o comércio com países que usam o mesmo idioma e afirmou que essa também é uma intenção do presidente Lula. "Não posso dizer de forma oficial, mas creio que é um desejo presidencial, pois sempre que colegas de países que falam português vêm ao Brasil ele recomenda visi...

Câmara mantém benefício a exportadoras

A Câmara aprovou ontem as últimas " emendas contra

Etanol nas mãos do mundo

...ecimento dos brasileiros para alcançar seu objetivo. – A ANP trabalha em duas frentes de ação: na criação do agente de comercialização e na mudança do nome álcool para etanol nas bombas de todo o Brasil, o que reforçará a posição internacional do produto brasileiro – explicou o diretorgeral da ANP, Allan Kardec Duailibe, que faz questão de salientar a necessidade da população conhecer um dos seus maiores benfeitores industriais. – De acordo com uma pesquisa da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Uni...

BC prevê aumento no déficit externo

...ED deve crescer 52% e, assim, alcançar US$ 38 bilhões, maior que a expectativa de déficit da conta corrente. “O maior déficit é positivo porque vai permitir a melhora das condições da economia, como a modernização da indústria e o ganho de competitividade. Ao mesmo tempo, isso atrai mais dólares para o investimento produtivo. É como um círculo virtuoso”, avalia o analista da Tendências Consultoria, André Sacconato. “É o preço do sucesso da economia.” AGOSTO Ontem, o Banco Central também divulgou o resultado das contas de agosto. No mês passado, o País teve déficit de US$ 821 milhões na conta corrente, um número considerado ainda modesto. Essa saída de dólares foi provocada sobretudo pelo pagamento de despesas ligadas à atividade empresarial. O aluguel de equipamentos, por exemplo, somou US$ 769 milhões – valor 24% maior que o registrado em agosto de 2008, antes do agravamento da crise financeira. Na mesma base de comparação, o gasto com seguros no exterior saltou 175%, e o pagamento de serviços de computação aumentou 17%. A saída de dólares no mês foi, porém, mais que compensada com a entrada de US$ 1,907 bilhão em investimentos produtivos, o IED. Fonte: O Estado de São Paulo...

Exportação de manufaturados reage no 3º tri

Marta Watanabe, de São Paulo Um conjunto de fatore

Miguel Joge: Aumento de exportações depende de recuperação do mercado

...ito primeiros meses do ano já alcançou US$ 19,9 bilhões, 18% superior ao do mesmo período de 2008. O ministro observou ainda que as exportações de manufaturados caíram 31,3% de janeiro a agosto, sempre em comparação com o mesmo período do ano passado. Enquanto isso, as vendas de produtos básicos tiveram queda inferior, de 13,1%. Ao tomar conhecimento dos números, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) quis saber se, mantida a atual taxa cambial, as exportações de manufaturados poderiam vir a retomar os mesmos níveis registrados antes da crise. - É claro que o dólar em outro patamar ajudaria. Mas ajudaria muito mais a recuperação rápida da economia em todo o mundo. O que tem inibido as exportações é a crise em outras economias, como se pode ver na queda da venda de automóveis - disse Jorge, após mencionar que, pela primeira vez em mais de 30 ...

Selo de qualidade para o País

O Brasil tem agora o selo de qualidade de três das

Exportação e importação crescem em relação a agosto

...ueda de 25,1%. As importações alcançaram o valor de US$ 85,356 bilhões (média diária de US$ 476,8 milhões), uma retração de 30,8% sobre o resultado apresentado no mesmo período de 2008 (média diária de US$ 689,6 milhões). Por Agência Estado - AE...

No comércio exterior, Brasil sai pior da crise, diz professor

Pela ótica do comércio exterior o Brasil vai sair

Governo decide cortar imposto de mais de 100 itens importados

Para beneficiar o setor produtivo nacional, a Came

Indústria nacional busca apoio do governo na luta contra importados

...mportados, o de calçados, foi alcançada no início deste mês, quando o Brasil passou a taxar as importações de calçados da China em US$ 12,47 por par, a partir de solicitação da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). A medida abre um precedente para outros setores prejudicados, enquanto o próprio segmento de calçados ainda espera maior rigidez. – Nós iremos continuar atuando para a aplicação de um valor maior, de US$ 18,44 o par – ressaltou o presidente da Abicalçados, Milton Cardoso na ocasião do anúncio da medida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. – Foram 42 mil desempregados no último trimestre de 2008. Queremos recuperá-los e ainda aumentar a oferta de trabalho. Fonte: JB...

Terceira semana de setembro registra superávit de US$ 556 milhões

...596 milhões) e as importações alcançaram o valor de US$ 85,356 bilhões (média diária de US$ 476,8 milhões). Fonte: MDIC...

Estados Unidos aguardam decisão do Brasil sobre algodão

Representante de Comércio dos Estados Unidos, Rona

Brasil já passou sua mensagem, e pode não retaliar

...citar um acordo nos moldes da Alca? Nós queremos ter uma relação muito mais definida com o Brasil. No passado, tivemos muitos começos e interrupções em propostas de tratados bilaterais de investimentos. Nós trazemos uma mensagem clara: queremos avançar nessa relação, dar um passo à frente. Os EUA acabam de impor tarifa de 35% sobre pneus da China. A China ameaça taxar autopeças e frango dos EUA. Essa controvérsia pode solapar a discussão sobre protecionismo na reunião do G-20, na semana que vem? Não deveria. Quando a China entrou na OMC, a possibilidade de usar salvaguardas foi incluída a pedido de vários países, pelo medo da habilidade da China de inundar mercados com produtos. Era uma ação corretiva, e a China concordou. E nesse caso, acho que parte da indústria brasileira ficou bastante satisfeita com o resultado. Mas se isso levar a uma guerra comercial, com a China impondo tarifas, os EUA seguindo… Eu acho que há mais retórica do que ação, espero que não avance. Os EUA deixaram claro que cumprimos nossas promessas do G-20 e G-8 e não adotamos medidas protecionistas. Outros setores nos EUA, como papel, vidro, cimento e aço, indicaram que podem pedir salvaguardas também. Esse não é um precedente perigoso? Nós vamos julgar cada caso de acordo com seus méritos. O ministro do Desenvolvimento do Brasil, Miguel Jorge, demonstrou preocupação com a possibilidade de os EUA aprovarem “tarifas verdes” sobre produtos de países que não adotarem acordo de redução de emissões de poluentes. Há um grande potencial protecionista na lei climática tramitando no Congresso. Qual é a sua opinião? O presidente Obama já afirmou que, se pudermos evitar essas tarifas, evitaremos. Mas não queremos punir a indústria americana adotando uma legislação que encoraja fábricas a se mudar para outros países onde não há proteções ambientais. Fonte: O Estado de São Paulo...

EUA sugerem novos acordos com o Brasil

... Livre Comércio das Américas (Alca). A sutil sinalização americana ocorre em um momento delicado. Como os americanos se recusam a retirar os subsídios aos produtores de algodão, a Organização Mundial de Comércio autorizou o Brasil a retaliar, por exemplo, quebrando patentes de medicamentos. O tema é sensível para a poderosa indústria farmacêutica americana. Ontem, o evento da Amcham era patrocinado pela Merck Sharp & Dome. Quando um empresário perguntou o que os EUA poderiam fazer para evitar a quebra de patentes, Kirk brincou que "mais parecia um pedido de ajuda do que uma pergunta". E reiterou sua expectativa de que o Brasil opte por não retaliar. "Não quero prejulgar nada, por enquanto, porque o Brasil ainda vai decidir." Fonte: Diário do Comércio ...

Importação menor também ajuda

Após quatro anos de influência negativa para o res

Por um câmbio livre

...gão, Gosplan, encarregado de calcular com complexos modelos matemáticos o preço de milhares de itens. O resultado desse trabalho foi uma escassez generalizada nas prateleiras, e distorções graves na economia, levando finalmente ao declínio do regime. As mesmas distorções ocorrem quando governos manipulam artificialmente as taxas de câmbio ou juros. Um dos casos mais famosos foi a Inglaterra tentando manter a libra fora de seu preço de mercado. As inexoráveis leis do mercado acabaram prevalecendo, e George Soros ganhou bilhões à custa dos contribuintes ingleses. A bancarrota argentina também teve ligação direta com as manipulações na taxa de câmbio. E, mais recentemente, o controle estatal da moeda chinesa, mantida menos apreciada do que deveria, contribuiu para criar a bolha financeira que acabou estourando. Não se consegue brincar com os preços das moedas impunemente. Voltando à valorização do real, deve-se ter em mente que ele não foi a única moeda a subir em relação ao dólar. Trata-se de um fenômeno maior, presente em boa parte dos mercados emergentes. Por trás desse movimento existem causas estruturais e conjunturais, sendo impossível determinar exatamente quanto cada fator representa. Buscar uma taxa de câmbio “ideal” seria uma tarefa quixotesca, fadada ao fracasso. Se por um lado os concorrentes de bens finais importados reclamam, por outro lado aqueles que necessitam de bens de capital importados para investimentos agradecem, assim como todos os consumidores de produtos importados ou viajantes para o exterior. Qual desses grupos deve ser privilegiado pelo governo? Existe somente uma maneira de evitar uma disputa política pelo controle do câmbio. A solução é retirar o governo da jogada. Os preços devem ser totalmente liv...

FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES

...exibilidade àquelas operações alcançadas mediante a aplicação de recursos próprios, assim entendidos aqueles montantes que não geram ônus para a União. Para a concretização desse intento, alterou o inciso II do artigo 200 da mencionada Portaria nº 25, que trata de financiamento amparado por recursos do próprio exportador ou de instituições financeiras autorizadas a operar em câmbio, ...

Brasil trava mais disputas comerciais na OMC

As disputas comerciais do Brasil com outros países

Fluxo de dólar para o Brasil fica positivo pelo 5º mês

...tra baixa de 2,86%. Depois de alcançar R$ 1,90 no começo de setembro, o dólar tem perdido força, voltando a se aproximar de R$ 1,80. Ontem a moeda norte-americana chegou a ser negociada a R$ 1,819. E, nesse nível, atraiu compradores. No fim das operações de ontem, o dólar registrava alta de 0,49%, vendido a R$ 1,836. Mas essa alta não significou uma mudança na rota do câmbio que, segundo analistas, ainda é de baixa para o dólar. O economista André Perfeito, da Gradual Investimentos, diz que “a moeda norte-americana vem perdendo força frente a outras divisas e esse processo não parece perder fôlego por enquanto. Assim, mantemos nossa expectativa de que o dólar feche 2009 em R$ 1,70″. Bolsas em alta O tom favorável do Fed (banco central norte-americano), ao avaliar a economia do país, ajudou a manter as Bolsas de Valores em terreno positivo ontem. A alta da Bovespa não foi muito expressiva, mas permitiu que atingisse o maior patamar do ano. Com valorização de 0,10%, a Bovespa encerrou as operações a 57.909 pontos. Esse é o mais elevado nível desde julho do ano passado. Ontem, o Fed apresentou o livro bege, uma compilação de dados econômicos do país. O documento mostrou que a atividade econômica nos Estados Unidos prossegue em seu processo de estabilização. O índice Dow Jones, que reúne 30 das ações americanas mais negociadas, subiu 0,58%. Para a Bovespa, foi decisiva a alta registrada pela Petrobras e pelos grandes bancos. Na outra ponta, os papéi...

Exportações de arroz devem superar expectativas até fevereiro de 2010

...bastecimento (Conab), que era alcançar 600 mil toneladas, até fevereiro de 2010. Os dados foram apresentados, nesta quarta-feira (9), na 17ª reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Arroz, em Brasília. Segundo a técnica de Planejame...

Governo aplica antidumping para calçado chinês

Pelos próximos seis meses, as importações de calça

Exportação de máquinas agrícolas continua a cair

...meses de 2009, as exportações alcançaram 9.085 unidades, redução de 55,4%. Com o quadro, houve uma queda de 19,5% no número de postos de trabalho no segmento de janeiro a agosto(Reuters) Com informações Valor Econômico...

Brasil acompanha Europa e EUA e eleva subsídio em 14%

...ação do professor de finanças Alcides Leite, da Trevisan Escola de Negócios, uma definição quanto à liberação do comércio mundial já no próximo ano é difícil porque o mundo está em período de recessão e ninguém quer mudar ou abrir a economia sobre risco de gerar desemprego. "Acho que vai ficar um tempo em aberto até que a economia mundial volte a normalidade e se crie condições políticas para avançar nas negociações", disse. Para Leite, é importante que haja interligação entre essas negociações comerciais e a reunião de mudanças climáticas que acontecerá em dezembro em Copenhagen, na Dinamarca. "Sobre esse ponto tem mais chances das negociações comerciais avançarem", acrescentou. Com informações DCI...

Porto de Itajaí: pronto até abril

...m a necessidade de as estacas alcançarem os 50 metros de comprimento. Segundo o ministro, parte das estacas de aço necessárias para o recomeço das obras já foram encomendadas, no tamanho previsto pelos estudos. O custo total da compra ficou em R$ 33,5 milhões. As obras no porto serão feitas pelo mesmo consórcio que já havia feito o trabalho inicial, mas que paralisou as obras ao detectar necessidade de mudanças no tamanho das estacas. Após conquistar a autorização do Tribunal de Contas da União (TCU), na semana passada, a Secretaria de Portos optou por fazer um novo contrato emergencial com o consórcio. Segundo o ministro, as mudanças apontadas vão significar um aumento de cerca de R$ 120 milhões em cada um dos dois berços do porto que necessitam de reconstrução. O dinheiro será liberado de acordo com o andamento da obra. O ministério também deve repassar um montante dos custos à empresa que administra parte do terminal, de acordo com orientação feita pelo próprio TCU...

Brasil terá em breve lista de sanções contra os EUA, diz Amorim

BRASÍLIA - O Brasil terá em breve uma lista de san

Importação cresce com preços baixos

...ces Gerais de Preços (IGPs), calculados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O IPA-M, por exemplo, registra quedas consecutivas desde março, acumulando até agosto deflação de 4,55%. No varejo, que acumula no ano inflação de 3,28%, o repasse da queda dos produtos importados e da própria apreciação do real parece ter sido menos intensa. As vendas ao consumidor se mantiveram relativamente aquecidas, favorecidas pelo incremento da massa real de rendimentos. A demanda firme, diz Marcela Prada, permitiu que parte das empresas mantivesse os preços ou até fizesse reajustes ao longo do ano. A desaceleração lenta no varejo foi registrada no Índice de Preços ao Consumidor (IPC/FGV), no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC/IBGE) e no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que acumulam até julho altas de 3,12%, 2,99% e 2,81%, respectivamente. O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, observa que o efeito do câmbio nos preços internos pode ser melhor notado em grupos do varejo que possuem parcela de importados, produtos com componentes importados ou que têm os preços balizados pelo mercado internacional (os chamados ‘tradables’). “Eletrodomésticos e eletroeletrônicos não sofreram só efeito do IPI reduzido, também houve impacto do câmbio. Vestuário ainda sofreu um efeito sazonal de liquidações de inverno, mas certamente o câmbio é um dos elementos favoráveis à menor inflação nesse semestre.” Entre os itens do IPCA que apresentaram desaceleração nos preços, acompanhando o câmbio, estão farinha de trigo (com deflação no ano de 7,36%, ante alta de 23,26% no mesmo intervalo do ano passado), óleo de soja (queda de 5,11% ante alta de 25,48%), refrigerador (queda de 7,41% ante retração de 1,74%), máquina de lavar roupa (queda de 6,41% ante alta de deflação de 0,38%). “A apreciação do real mais recente, ainda que não seja expressiva, acaba favorecendo a importação”, observa Francis Kinder, analista da Rosenberg & Associados. Ele considera, porém que os efeitos da depreciação do dólar sobre os preços praticados no mercado interno estão menos intensos do que no passado. “As indústrias trabalharam com estoques maiores e, da mesma forma que não repassaram a alta dos componentes importados no fim do ano passado, tendem a manter os preços agora porque a demanda está firme.” Marcela Prada considera que o reaquecimento da economia brasileira foi o principal fator responsável pela desaceleração l...

Balança de agosto fecha com superávit de US$ 3,074 bilhões

...,928 bilhões e a média diária alcançou US$ 101,4 milhões. Fonte: MDIC...

Barreiras de países vizinhos afetam setor calçadista brasileiro

A política de vizinhança não anda nada boa entre f

Brasil deve pedir quebra de patentes para retaliar os EUA

...m US$ 294,7 milhões, quantia calculada com base nas exportações americanas de 2006. A OMC autorizou o Brasil a aplicar retaliação cruzada, ou seja, com quebra de patentes, se o valor ultrapassar os US$ 409,7 milhões. De acordo com o Carlos Alexandre Geyer, diretor presidente da Alanac (Associação dos Laboratôrios Farmacêuticos Nacionais), é provável que a quebra de patentes de medicamentos americanos aconteça, mas como é a maior fragilidade dos Estados Unidos, deverá haver uma negociação para não prejudicar os investimentos do país do Norte. Mas, se ocorrer, será muito positiva para o Brasil. "Com a fabricação dos medicamentos no Brasil, o valor dos tratamentos será reduzido, o que irá beneficiar a sociedade como um todo, além de elevar os lucros das empresas fabricantes de medicamentos brasileiras, que não terão mais que importar os medicamentos e poderão fabricá-los e vendê-l...

Camex aprova financiamento a exportações de pequenas empresas

O Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exte

Obras do Porto de Itajaí devem ser retomadas na segunda-feira

...o, relator Augusto Sherman Cavalcanti. De acordo com Luiz Henrique, o mais importante foi o ministro Sherman destacar que a situação continua sendo de emergência devido à proximidade de novas chuvas, que podem comprometer não só a estrutura do porto como as vias urbanas da cidade. Após assistir, no TCU, a sessão plenária com manifestações positivas sobre a participação do corpo técnico do governo na preparação de documentos que subsidiaram a decisão, Luiz Henrique seguiu para a Secretaria Especial de Portos, onde tratou sobre os detalhes para a retomada das obras. Segundo o subsecretário do órgão, agora que o TCU se manifestou favorável ao reinício das obras, as providências serão tomadas para que sejam abertas licitações. Acompanharam o governador Luiz Henrique o secretário-executivo de Articulação Nacional, Geraldo Althoff; o secretário de Estado da Fazendo, Antônio Gavazzoni; o superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Aires Santos; o prefeito de Itajaí, Jandir Bellini; e diretor da Defesa Civil,major Márcio Luiz. Dentre os parlamentares, os senadores Raimundo Colombo e Neuto de Conto. Também estiveram presentes o coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, Gervásio Silva, Paulo Bornhausen, João Matos e o Bez. Por Redação NetMartinha Com informações Diario Catarinense e Assessoria...

Proex financiará pré-embarque de pequena empresa

Empresas com faturamento anual de até R$ 60 milhõe

Brasil é o 2º maior exportador de minérios à China

...inério do Brasil para a China alcançaram 12,3 milhões de toneladas em julho, com um crescimento de ...

Exportações do agronegócio podem se acelerar neste semestre, segundo Cepea

Com base nas indicações de que a crise mundial já

Média exportada cai 3% na terceira semana de agosto

As exportações brasileiras na terceira semana de a

Brasil cobra da Venezuela redução de barreiras ao comércio externo

O saldo positivo de US$ 1,681 bilhão para o Brasil

Carne de frango: participação das exportações na produção volta a cair

...ais médios 11% superiores aos alcançados no trimestre final de 2008. Em outras palavras, pois, a queda de participação das exportações na produção brasileira de carne de frango não resulta da perda do ritmo dos embarques e, sim, do incremento no volume produzido que, de março para julho (apenas para comparar dois meses de 31 dias) aumentou quase 100 mil toneladas. Isso fica mais claro no segundo gráfico abaixo (produção e exportação em agosto de 2008 igual a 100): ele mostra que enquanto as exportações fecharam julho com volume ainda inferior ao de um ano atrás, a produção não só superou o resultado anterior, como também anda próxima dos recordes registrados em outubro/novembro de 2008. Com informações Portal Avisite...

Sobretaxa para tênis chinês divide indústria

Cristiano Romero, de Brasília A Câmara de Comércio

Com queda na área plantada de milho, SC poderá importar 1 milhão a mais de toneladas

...ade, em reduzir 50%, a Faesc calcula que a área total cultivada no Estado (incluindo as lavouras não mecanizadas) ficará em 30% menor. Com informações Canal Rural...

Argentina ainda retém produto brasileiro, reclama exportador

...indústria de brinquedos, que calcula um prejuízo de US$ 15 milhões acumulado desde o início do ano passado. “Não sabemos mais o que fazer, pois já faz um ano e meio que não conseguimos entrar na Argentina”, afirmou Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq, que representa o setor. Por se tratar de um tema delicado na relação entre os dois países, a embaixada Argentina no Brasil não quis se pronunciar sobre a liberação das licenças. A próxima reunião bilateral entre os setores e os negociadores de cada governo está marcada para os dias 3 e 4 de setembro, em Buenos Aires. Fonte: Folha de São Paulo...

México resiste em ampliar acordo com País

...Apex-Brasil e ProMéxico está calcado em sete frentes de atuação: intercâmbio de informações; fortalecimento institucional; assistência e cooperação técnica; intercâmbio de funcionários para troca de conhecimentos e experiências; organização de eventos; plano anual de trabalho; e outros campos e áreas de mútuo acordo a serem definidos pelas duas instituições. As exportações brasileiras para o México totalizaram US$ 1,414 bilhão de janeiro a julho, representando 1,68% do total exportado pelo Brasil. Os principais produtos comercializados com os mexicanos foram automóveis com motor de explosão para até seis passageiros (US$ 193,472 milhões), veículos de carga com motor de explosão (US$ 48,5 milhões), acessórios para tratores e veículos automóveis (US$ 46,6 milhões), terminais portáteis de telefonia celular (US$ 38,4 milhões) e partes de motores e geradores (US$ 37,5 milhões). Saldo comercial até agosto é 22,8% superior a 2008 A corrente de comércio exterior - soma das exportações e importações realizadas pelo País - totaliza no ano, até a segunda semana de agosto, US$ 162,594 bilhões. Esse valor é 25,7% inferior aos US$ 218,885 bilhões da corrente de comércio registrada em igual período do ano passado e reflete o desaquecimento das transações internacionais em decorrência da crise financeira mundial. De acordo com os dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), no ano, o saldo comercial acumulado até o dia 16 de agosto é um superávit de US$ 18,528 bilhões, valor 22,8% superior aos US$ 15,083 bilhões de superávit obtido no mesmo período de 2008. As exportações somam US$ 90,561 bilhões no ano, com média diária de US$ 584,3 milhões, o que representa uma retração de 24,1% em relação ao desempenho médio verificado em igual período do ano passado (US$ 769,6 milhões). As importações totalizam, no ano, US$ 72,033 bilhões, com média diária de US$ 464,7 milhões, 30,7% inferior à média de US$ 670,4 milhões do mesmo período de 2008. Na segunda semana de agosto (10 a 16), a balança registrou superávit de US$ 680 milhões, resultado de exportações de US$ 3,192 bilhões menos importações de US$ 2,512 bilhões. No mês de agosto, o saldo acumulado é um superávit de US$ 1,615 bilhão. As exportações somam no mês US$ 6,466 bilhões e as importações, US$ 4,851 bilhões. Pelo critério da média diária, as exportações têm retração de 31,2% em relação ao desempenho das vendas externas em agosto de 2008. Essa queda é resultado do decréscimo nos embarques de produtos das três categorias: semimanufaturados (-34,2%), manufaturados (-34%), e básicos (-26%). As importações, pelo mesmo critério de desempenho, têm queda de 41,6% em relação ao mesmo mês de 2008. Essa retração foi causada pelas menores compras de combustíveis e lubrificantes (-67,7%), adubos e fertilizantes (-52,3%), siderúrgicos (-47,6%), equipamentos mecânicos (-37,4%), químicos orgânicos/inorgânicos (-31,6%) e aparelhos eletroeletrônicos (-29,7%). Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Exportador terá 15 anos para devolver crédito do IPI

...sários que perderam o embate calculam em R$ 200 bilhões o total que terá de ser devolvido aos cofres públicos. Mas não há comprovação de que o valor seja tão alto. Durante o imbróglio judicial, a conta pode ter sido inflada para convencer Lula a abrir mão da disputa para não prejudicar os exportadores, que estão entre os mais afetados pela turbulência externa. O programa de parcelamento estará disponível a partir de segunda-feira. Todas as empresas devedoras do fisco poderão aderir -e não apenas as que perderam a disputa judicial pelo crédito-prêmio do IPI. O prazo de adesão ao parcelamento vai até 30 de novembro. Embora o parcelamento possa ser feito em até 180 meses, foi estabele...

Segunda semana de agosto registra superávit de US$ 680 milhões

...ões). O volume de exportações alcançou US$ 90,561 bilhões (média diária de US$ 584,3 milhões) e o de importações chegou a US$ 72,033 bilhões (média diária de US$ 464,7 milhões). A corrente de comércio, no período, foi de US$ 162,594 bilhões (média diária de US$ 1,049 bilhão). Fonte: MDIC...

Exportações da indústria recuam 18% em julho

Rio Grande do Sul é o quarto estado que mais vende

Governo vence queda de braço com exportadores

Supremo impõe 1990 como prazo final para crédito-p

Brasil exporta 20% menos produtos agrícolas em julho

As exportações do agronegócio brasileiro em julho

Brasil tenta ampliar exportações

Brasil tenta ampliar exportações País disputará co

Exportações do agronegócio caíram 20% em julho

As exportações do agronegócio brasileiro em julho

Exportador vê poucas saídas para conter valorização do real

Guilherme Barros No curto prazo, não há muito o qu

Mercosul - conformismo com o fracasso?

... isso, o setor agrícola perde alcance no mercado externo. Infelizmente, o governo Lula tem praticado uma política míope e inconsistente para o Mercosul. A contemporização com o rumo equivocado tomado pela Argentina nos últimos anos pode ter aparente sentido político, mas acarreta implicações econômicas que não podem ser ignoradas. Já faz muitos anos que o Brasil deveria ter alertado seu vizinho que o caráter antagônico de suas políticas macroeconômicas inviabilizava negociações comerciais em conjunto, pondo em risco o futuro do tratado. Claramente, o Brasil deseja inserir-se de forma competitiva no mercado externo e não pode ficar amarrado à ultrapassada política do vizinho. Imaginar que o Mercosul pode ter qualquer tipo de êxito numa negociação com a União Europeia é um grave equívoco que precisa ser denunciado. Negociação comercial em conjunto com a Argentina e seu ultrapassado imposto nas exportações agropecuárias não será levada a sério por ninguém. O Brasil, que avançou em suas instituições políticas e econômicas, merece mais do que isso. *Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), é secretário de Produção e Comercialização do Ministério da Agricultura Fonte: O Estado de São Paulo...

Exportador vê poucas saídas para conter valorização do real

Guilherme Barros No curto prazo, não há muito o qu

Superávit comercial do País cresce 22,4%

...ordo com o ministro, o Brasil alcançou recordes de exportação principalmente em 2007 e nos três primeiros trimestres de 2008, quando a moeda americana valia R$ 1,60. “Mesmo com o dólar a R$ 1,80, a nossa indústria pode ser competitiva”, avalia. O evento organizado pelo Lide-Sul reuniu empresários e dirigentes de corporações de destaque nas mais diversas áreas. O grupo estimula a discussão de temas como governança corporativa, ética, respeito ao meio ambiente e compromisso com o desenvolvimento econômico e social. Cada empresa integrante do Lide tem faturamento igual ou superior a R$ 200 milhões/ano. Hoje, o movimento é composto por 706 corporações responsáveis por cerca de 43% do PIB privado brasileiro. “A coerência do governo e a unidade de pensamento estão sendo decisivos na recuperação da economia do Brasil”, elogia o presidente do Lide, João Dória Júnior. Empresários paulistas preveem expansão de negócios no semestre Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feita com 78 grandes empresas exportadoras do estado mostra que, pela primeira vez neste ano, as projeções para exportações no segundo semestre são de crescimento em relação aos primeiros seis meses de 2009. Os executivos esperam um crescimento de 7,6% nas exportações de produtos industrializados sobre o primeiro semestre, segundo levantamento da Fiesp. Em julho, os empresários previam queda de 1,1%. Se as estimativas dos industriais paulistas estiverem corretas, as exportações na segunda metade do ano vão chegar a US$ 42,11bilhões. Apesar de 7,6% maiores do que no primeiro semestre do ano, será uma queda de 33% na comparação com o resultado do segundo semestre de 2008, de US$ 63,55 bilhões. No ano passado, as vendas externas subiram 13% no segundo semestre. “As exportações estão sendo retomadas lentamente e por isso melhoraram as expectativas”, disse o gerente do Departamento de Economia da Fiesp, André Rebelo. Fonte: Jornal do Comércio...

Indústria e exportador temem paralisação na venda de café

...eiras de café no mês de julho alcançaram um volume de 2,18 milhões sacas, para uma receita de US$ 301,1 milhões. Esse volume representa um aumento de 4,7% em comparação a julho do ano passado, enquanto a receita mostrou queda de 11,7% no comparativo do mesmo período de 2008, segundo dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Fonte: Diário do Comércio e Indústria ...

A China é o principal parceiro comercial do Brasil

...tico, eletroeletrônico e sucroalcooleiro. De fato, levando-se em conta o volume de investimentos sinos no exterior, seu direcionamento prioritário para a área de infraestrutura e a abundância de grandes projetos em curso no Brasil nesse segmento, os investimentos diretos chineses no País ainda estão muito aquém do potencial. Fonte:Apex-Brasil...

Governo prepara estratégia para promover Brasil na China

...tantes. O espaço também será palco da divulgação da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, caso o Rio de Janeiro seja escolhido como sede da competição. Obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também serão expostas, mas o presidente da Apex Brasil negou a intenção de captar recursos para os empreendimentos. “Os investimentos do PAC já estão definidos e em operação”, esclareceu Teixeira. “Queremos apenas mostrar o que o Brasil vem fazendo para promover o crescimento da economia.” O ministro-conselheiro da Embaixada da China no Brasil, Zhu Qingqiao, afirmou que o Brasil representa um mercado de grande interesse para os chineses. “As relações comerciais e econômicas entre o Brasil e a China ainda têm potencial para crescer consideravelmente”, afirmou. Principal destino das exportações brasileiras, a China superou os Estados Unidos como o maior parceiro comercial do Brasil desde março deste ano. Atualmente, o país responde por 14,8% das vendas externas do Brasil, contra 10,2% dos Estados Unidos. Nos sete primeiros meses do ano, as exportações para o país asiático cresceram 25,1% na comparação com o mesmo período de 2008. Em julho, no entanto, as vendas para a China caíram 21,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Apex-Brasil...

Retração da demanda internacional faz exportação de básicos cair 13,8% em julho

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comér

Retração da demanda internacional faz exportação de básicos cair 13,8% em julho

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comér

Análise conjuntural de mercado

Na agenda interna, a FGV divulga o resultado de ju

Balança de julho fecha com superávit de US$ 2,928 bilhões

...e de comércio, desse período, alcançou US$ 151,277 bilhões (média diária de US$1,043 bilhão). Fonte: MDIC...

Exportação para mais países ajuda superávit

...-se em 0,055 em 2007 e 2008 e alcançou no fim do primeiro semestre o menor nível pelo menos desde janeiro de 2000. Quanto menor o índice de concentração, maior a diversificação das exportações (ver gráfico ao lado). Octavio de Barros, diretor do departamento de pesquisas do Bradesco, lembra que as exportações de commodities para a China foi o fator que mais sustentou as exportações no primeiro semestre. Um segundo fator, porém, foi a diversificação de destino das exportações. A variação de compradores no exterior, explica o economista, teve alvo principalmente nos países emergentes. Segundo seus cálculos, excluídas as vendas para a China, os países emergentes representaram 68,6% das exportações totais do primeiro semestre. Barros lembra que, dentro dos 70 países para os quais houve crescimento dos valores exportados nos primeiros seis meses do ano, há apenas quatro - Suíça, Áustria, Islândia e Irlanda - considerados desenvolvidos. Os demais 66 países são emergentes, com destaque para Índia, Iraque, Irã, Somália e Nepa...

MDIC realiza missão comercial à Turquia, Cazaquistão e Uzbequistão

...lação ao Uzbequistão o índice alcançado foi de 0,15%. Cazaquistão e Uzbequistão apresentam grande diversidade de recursos minerais, intenso processo de modernização e integração ao mercado internacional. Suas economias têm crescido a taxas elevadas, sendo que ambos os países registraram taxas de 9% em 2007. Após análise desses mercados, foi verificado que existem oportunidades para os exportadores brasileiros em vários setores como os de alimentos, máquinas e motores, produtos metalúrgicos, automóveis e suas partes, materiais elétricos, eletro-eletrônicos e produtos químicos. Fonte: MDIC...

Acordo entre Mercosul e UE vira prioridade

...ou que está muito otimista em alcançar um acordo cujos parâmetros serão estabelecidos “após o verão” europeu, neste semestre. Mas indicou que os europeus querem tirar a ênfase sobre venda e compra de mercadorias e estabelecer novos parâmetros de negociação. Os acordos do século XXI não podem se concentrar “na exportação ou importação de carnes ou produtos agrícolas”, mas em cooperação para estimular investimentos e fundos especiais destinados a fomentar o desenvolvimento, disse. Fonte: Valor Econômico...

A Argentina ganha mais uma

...ou em 45%, enquanto a chinesa alcançou 39%. Desvios de comércio a favor de concorrentes do Brasil ocorreram também noutras ocasiões, em consequência de barreiras contra produtos brasileiros. O governo brasileiro chegou a protestar, em certa ocasião, mas só depois de farta divulgação dos fatos pela imprensa. Enquanto a ação depende principalmente de sua iniciativa, as autoridades de Brasília têm preferido aceitar o protecionismo argentino e até induzir os empresários brasileiros a negociar restrições voluntárias. Os acordos “cumpridos satisfatoriamente”, de acordo com a avaliação otimista do secretário Ivan Ramalho, são todos custosos para a indústria brasileira. Cumpri-los de forma satisfatória - para repetir a avaliação do funcionário de Brasília - significa simplesmente respeitar os prazos normais das licenças de importação. Mas esse comportamento é recentíssimo e vários setores continuam sujeitos ao arbítrio dos burocratas argentinos encarregados de barrar as importações provenientes do Brasil. Para vários setores, como o têxtil, as licenças vêm sendo concedidas com muita demora, em prazo frequentemente superior a 60 dias, e não há um claro sinal de mudança nessa política. A imposição de barreiras tem sido a forma usada pelo governo argentino para arrancar dos empresários brasileiros compromissos de restrição “voluntária” de exportações. O governo brasileiro trata o assunto, oficialmente, como se os acordos fossem produzidos por entendimentos entre empresários dos dois países. Mas não é isso que acontece. Os industriais argentinos são apoiados por seu governo e têm a seu favor a ameaça de imposição de barreiras. Os empresários brasileiros não têm apoio oficial e, além disso, são induzidos a aceitar as imposições dos argentinos. Esse problema se agravou desde o segundo semestre de 2008, quando a crise internacional atingiu a região. Mas o jogo tem sido praticado há vários anos, em nome de uma fantasiosa correção de assimetrias. Fantasiosa porque a indústria argentina pouco tem investido há muitos anos e ...

Argentina anuncia liberação maciça

Após queixas brasileiras, país abre mercado para c

Brasil ampliará acordo comercial com o Chile

...iar da isenção de tarifas que alcança quase 90% dos produtos comercializados entre Brasil e Chile. Esse é um dos sinais da excelente relação entre os dois países, que deve ser comemorada pelos presidentes Luiz Inácio Lula...

País pode crescer 4,5% em 2010, diz Paulo Bernardo

... casa dos 3% do PIB, deveriam alcançar pelo menos 10% do PIB por ano, concentrando-se em infraestrutrura. Ele lembrou que o setor privado investe o equivalente a 17% do PIB total. Com informações Valor Econômico...

Empresários querem retaliações à Argentina

Queixa é que a negociação para liberação de import

Empresas reduzem exportações de calçados

Faturamento das vendas externas apresentou queda d

Indústria perde terreno nas exportações

A crise econômica mundial acelerou a mutação que a

Análise Conjuntural de Mercado

...el neste momento, buscando já alcançar as repercussões da redução do juro ao final deste semestre. O quadro fiscal do país está sinalizando absoluta necessidade de recuperação da atividade econômica para aumentar a arrecadação, visto que reside neste quesito o grande ponto de crítica e preocupação em relação à gestão do governo, visto que gasta pouco em investimentos focando o incremento da economia e muito em despesas permanentes com custeio, em especial aumento do funcionalismo público que tem vínculo estável de emprego, num momento em que a população convive com risco de manutenção do emprego e renda. Particularmente, temos interesse em conhecer os dados do fluxo cambial da semana passada, se bem que o ideal seria ter o conhecimento dia-a-dia, para podermos entender melhor os fatores determinantes da queda do preço do dólar, que seguramente está sendo induzido por fatores não muito evidentes, como hoje que inicialmente já foi sinalizado a R$ 1,90, sem que houvesse ocorrido nenhum movimento. Não se pode atribuir ao alegado fluxo de recursos externos para o país, até porque até o dia 16 passado este fluxo estava negativo para a Bovespa em R$ 0,8 Bi e o juro real brasileiro atual e em perspectiva já não desperta grande atratividade pelos títul...

Calçados têm saldo negativo na balança comercial

No primeiro semestre de 2009 a balança comercial d

Exportações: metade da distância e o dobro do valor

Em interessante trecho de entrevista exclusiva pub

Brasil exporta US$ 38,84 milhões em mel no primeiro semestre

...no, a receita das exportações alcançou US$ 38,84 milhões e as quantidades comercializadas foram de 15,73 mil toneladas. Os números revelam um crescimento de 112,3% em valor e de 92,4% em quanti...

Venezuela se retrai e exportação de lácteos do Brasil despenca

Nos primeiros seis meses deste ano, as exportações

Brasil deve revidar barreiras argentinas

BRASÍLIA. Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva

Empresários queixam-se de prejuízo com contêineres

...mpos, que até agora não quis calcular os prejuízos. Cálculo feito pelo Valor, com base em custos médios dos terminais, indica que chegam a cerca de R$ 1 milhão os prejuízos dos dois terminais que abrigam os contêineres com lixo, até o presente, exclusivamente em taxas de armazenagem perdidas, sem considerar possíveis movimentações em seus pátios, para organização de espaços. Ronaldo de Souza Forte, diretor do Ciesp-Santos, vê no episódio da importação de lixo uma fragilidade da Receita Federal, ao manter contêineres ociosos, em situações de litígio, por prazos longos. “Além dos terminais, há os custos dos contêineres, que são mantidos pelos armadores”, lembra. Os trâmites entre a data de declaração de abandono da carga e sua oferta pública, segundo Forte, podem levar a “prazos intermináveis”. Uma das saídas, segundo ele, está em a Receita remover esses contêineres para terminais estáticos, não alfandegados, deixando livres as áreas nobres e mais caras na zona primária. Segundo o Centro de Navegação Transatlântica há cerca de 5 mil contêineres no país retidos pela Receita. Assim que forem concluídas as investigações da Environment Agency, o órgão ambiental britânico, os contêineres com lixo poderão ser reimportados pela Inglaterra. (JR) Fonte: Valor Econômico...

COMUNICADO GAB/DRF/URA Nº 0010/2009G

Assunto: Padroniza procedimentos A DELEGADA DA REC

Indústria de SC busca diversificação dos negócios com a Rússia

...ada pelo presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, defendeu em Moscou o acesso de produtos catarinenses dos ...

Setor têxtil planeja abocanhar fatia maior do mercado global

O programa Texbrasil, da Associação Brasileira da

Terceira semana de julho registra superávit de US$ 894 milhões

...19,5 milhões). As exportações alcançaram US$ 78,040 bilhões (média diária de US$ 578,1 milhões) e as importações US$ 61,902 bilhões (média diária de US$ 458,5 milhões). A corrente de comércio no período foi de US$ 139,942 bilhões (média diária de US$ 1,037 bilhão). Fonte; MDIC...

Com discrição, Brasil e EUA discutem Doha

O Brasil e os Estados Unidos realizaram ontem, dis

O couro brasileiro e seus compromissos

...o de couros bovinos do Brasil alcança 40 milhões de unidades/ano, com capacidade produtiva para processar mais 50% por um parque fabril atualizado tecnologicamente. Essa é a dimensão de uma indústria que vem evoluindo sistematicamente e se inserindo de forma cada vez mais competitiva no acirrado mercado internacional. Um dos diferenciais da produção brasileira reside no sistema produtivo de sua pecuária. O rebanho brasileiro é criado...

Balança comercial do agronegócio de junho tem melhor resultado do ano

...complexos soja (48,9%) e sucroalcooleiro (21,6%) e de fumo e seus produtos (54%). No último mês, as exportações totalizaram US$ 7,3 bilhões, o que representou aumento de 12% em relação ao mesmo período de 2008. Na análise da mais recente balança comercial do agronegócio em moeda brasileira, as exportações ...

Segunda semana de julho tem superávit de US$ 639 milhões

...hões). A corrente de comércio alcançou US$ 8,241 bilhões (média diária de US$ 1,030 bilhão). De janeiro até a segunda semana de julho, com 130 dias úteis, o superávit chegou a US$ 15,244 bilhões (média diária de US$ 117,3 milhões). As exportações alcançaram US$ 74,701 bilhões (média diária de US$ 574,6 milhões) e as importações US$ 59,457 bilhões (média diária de US$ 457,4 milhões), com uma corrente de comércio de US$ 134,158 bilhões (média diária de US$ 1,032 bilhão). Fonte: MDIC...

Exportação de carne suína tem 1º semestre positivo

...itam que os embarques poderão alcançar 600 mil toneladas em 2009, ante as 529.418 do ano passado e as 606.513 de 2007. No primeiro semestre, foram 294.478 toneladas, 8,8% acima de igual intervalo do ano passado, mas a receita caiu 17,6%, para US$ 583,1 milhões. Com informações Zero Hora...

Exportação de produtos brasileiros para a Argentina cai 14%

Dados do Ministério do Desenvolvimento apontaram q

Exportações gaúchas recuam 23% no semestre

A retração da demanda internacional, que atingiu e

Volume de café exportado pelo Brasil atinge recorde

...anos eram que essa meta fosse alcançada em 2010, quando poderia atingir a marca de 21 milhões de sacas consumidas no país. No entanto, a desaceleração do crescimento da demanda em 2008, por conta da crise, quando as vendas subiram apenas 3,2%, para 17,66 milhões de sacas, ante uma elevação média de 5% a 6% ao ano, levou a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) a alterar a meta de atingir a liderança no consumo para 2012. Por: Valor Econômico...

Argentina testa a paciência do Brasil e ameaça Mercosul

O governo brasileiro estuda a adoção de barreiras

Commodities têm peso maior nas exportações

...do, esse tipo de investimento alcançou entre R$ 8 bilhões e R$ 9 bilhões, mas 90% deste total foram aplicado pelas empresas e apenas 10% pelo governo. Para os pesquisadores do Ipea, após a crise, o ambiente competitivo será mais acirrado no mercado internacional, tornando os investimentos em pesquisa e tecnologia mais importantes do que no período da crise. Wohlers ressaltou que apesar da queda acentuada de seus respectivos PIBs, Europa e Estados Unidos não reduzirão os investimentos em pesquisa. "Nos Estados Unidos, por exemplo, houve transferência de produção para outros países, como a China. Mas não de P&D". O diretor do Ipea alertou que a queda de investimentos provocada pela crise no Brasil pode desarticular os centros de pesquisas existentes nas empresas nacionais. Com informações Jornal do Comércio/RS...

Exportação de industrializados dá sinais de reação

As exportações de manufaturados interromperam a tr

Importações menores mantêm recuperação na balança comercial

O comércio externo continua em queda na comparação

Apesar das projeções, Brasil mostra recuperação no comércio exterior

A queda nas exportações brasileiras chegou a 22,2%

Brasil tem 1º déficit comercial com Argentina desde 2003

Em razão das medidas protecionistas adotadas pela

Para que serve o Mercosul?

...dente de uma decisão de longo alcance. A ideia é reeditar no século 21 a industrialização baseada no protecionismo e na substituição de importações, um tipo de política muito usado na América Latina entre os anos 30 e 70 do século passado. Diante da omissão do gov...

SC quer renovar estadualização do porto de São Francisco do Sul

...lação ao aprofundamento do canalcom recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinados ao Programa Nacional de Dragagem (PND) no valor de R$ 23,3 milhões, Brito informou que a SEP está cumprindo rigorosamente todo o cronograma e que deverá licitar a obra nas próximas semanas. Com informações Portos e Navios...

Argentina não cumpre acordo com o Brasil

Raquel Landim e Renata Veríssimo País vizinho não

Aprovada criação de duas novas zonas de exportação no RS

...foram os senadores Roberto Cavalcanti (PRB-PB) e Pedro Simon (PMDB-RS), respectivamente. Os projetos ainda serão avaliados, em decisão terminativa, pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Também foram aprovados dois requerimentos, dos senadores Leomar Quintanilha (PMDB-TO) e César Borges (PR-BA), para realização de audiências públicas. Uma será...

Exportações de mel crescem 92% em maio

...ileiras de mel no mês de maio alcançaram US$ 7.973.821, correspondentes a um volume de 3,076 mil to...

Governo discute retaliações à Argentina

Relações externas: Brasil pode adotar licenças não

Agronegócio exporta mais volume, mas fatura menos

...Folha. Apenas o complexo sucroalcooleiro conseguiu equilibrar aumento de vendas com faturamento. Ambos somaram 27% na comparação dos períodos. O setor vendeu 1,9 milhão de toneladas a mais neste ano. Todos os outros setores exportadores analisados negociaram seus produtos por valores inferiores aos de 2008. O complexo soja, mesmo tendo vendido a mais 3,1 milhões de toneladas (19,8%), teve faturamento maior de apenas 0,9%. O levantamento foi feito a partir de dados do Ministério da Agricultura. A Folha calculou a variação do volume exportado de janeiro a maio e comparou com a variação d...

Holanda busca negociar com agricultores gaúchos

...iços. A meta do Estado, a ser alcançada em dez anos, é redistribuir a movimentação de produtos, ampliando de aproximadamente 5% para 15% a participação do modal hidroviário. O plano prevê melhoria em condições de navegação nos portos de Cachoeira do Sul, Estrela, Porto Alegre e Rio Grande. Outra novidade da Agência Comercial Holandesa no Brasil será um projeto para levar 20 empresários brasileiros com potencial para fechar negócios com companhias holandesas. Serão selecionados empresários das diferentes regiões do País. No ano passado, o Brasil exportou US$ 10,4 bilhões para os Países Baixos e importou US$ 1,4 bilhão. Com informações do Jornal do Comércio - RS...

Análise conjuntual de mercado

...ma-se em R$ 8,4 Bi o montante alcançado pela IPO da Visanet, com sinalização de que 60% estejam sendo subscritos por estrangeiros, que proporcionaria um fluxo de ingresso da ordem de US$ 2,5 Bi, porém há sinais de que a saída dos estrangeiros, neste mês, c...

Brasil perde espaço para China na Argentina

O Brasil deixou de exportar um volume de US$ 90 mi

CNI: projeção do PIB brasileiro cai para 0,4

... a CNI, a taxa de desemprego calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) poderá passar dos 9%, mas deverá fechar o ano em 8,9%. Esse valor é um ponto percentual acima do verificado no fim do ano passado (7,9%), mas é menor do que o de 2007, quando terminou em 9,3%. Fonte: CNI...

Movimentação no Porto do Rio Grande sobe 23% em maio

...mbarques de granéis agrícolas alcançaram também a maior movimentação mensal do ano, com 1.665.376 toneladas e um expressivo crescimento de 43,3%.Por tipo de granéis embarcados, registraram alta a soja em grão (+54,9%, para 1.303.203 toneladas); o trigo (+197,6%, para 93.869 toneladas); arroz (+38,3%, para 34.788 toneladas); além do de óleo de soja (+147,8%, para 62.022 toneladas). O embarque de farelo de soja, no entanto, caiu 28,4% (181.695 toneladas).Com informações:Conexão Maritima...

Diminui ritmo de queda nas exportações do Estado

O menor ritmo de queda no volume das exportações g

Brasil volta a ter superávit com a China

Raquel Landim A crise inverteu a tendência do comé

Dólar vira no final da sessão e fecha em leve alta de 0,05%

... volume registrado há um ano, alcançando US$ 3,330 bilhões. "Os números de investimento vieram bastante positivos e mostram a confiança no País", afirmou o chefe do Departamento Econômico, Altamir Lopes, ao apresentar os dados. O BC também melhorou expressivamente o prognóstico para os investimentos externos em papéis domésticos de longo prazo e ações em 2009, que passou a um fluxo positivo de US$ 3 bilhões. A estimativa anterior era de saída de US$ 10 bilhões. Com informações da Reuters...

Dólar vira no final da sessão e fecha em leve alta de 0,05%

... volume registrado há um ano, alcançando US$ 3,330 bilhões. "Os números de investimento vieram bastante positivos e mostram a confiança no País", afirmou o chefe do Departamento Econômico, Altamir Lopes, ao apresentar os dados. O BC também melhorou expressivamente o prognóstico para os investimentos externos em papéis domésticos de longo prazo e ações em 2009, que passou a um fluxo positivo de US$ 3 bilhões. A estimativa anterior era de saída de US$ 10 bilhões. Com informações da Reuters...

Importação de insumos cresce em maio

Sergio Lamucci, de São Paulo A importação de insu

Indústria de SC busca saídas

.... Para o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, a preocupação do setor industrial com a estruturação dos seus processos mostra que as empresas catarinenses têm investido em gestão na busca de maior competitividade e fortalecimento para ganhar novos mercados. – Dada a maior competitividade do mercado internacional, as exportadoras costumam ser empresas cuja gestão se diferencia das demais. O fato de elas realizarem ajustes rapidamente confirma isso – afirma. Segundo o levantamento, as exportadoras catarinenses estão estruturando os processos internos para enfrentar a crise. Para 87% das 110 empresas pesquisadas, as adequações nos processos internos devem ser realizadas no decorrer deste ano. Entre as principais medidas, estão a prospecção e a diversificação de mercados, a introdução de produtos com mais valor agregado para diferenciar-se da concorrência e a identificação de matérias-primas com preços mais competitivos. A pesquisa, realizada entre março e maio de 2009, mostra que a crise internacional já afetou as exportações de 22,6% das empresas (veja no box acima outros efeitos da crise). Indicando as expectativas para o resto do ano, 26,9% esperam garantir pelo menos a estabilidade no volume de exportação. Outros 39,5% acreditam que haverá redução e 33,6% esperam crescimento já neste ano. O secretário de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, que participou do evento na Fiesc, aponta países da América Latina, África e Ásia como exemplos de mercados que ajudam a equilibrar as exportações. Mas ele acredita que a retomada é mais provável apenas a partir de 2010. – Este ainda será um ano difícil para a indústria. Em 2010 deve começ...

QUESTÕES - TRANSPORTES

...ros nesse documento é que se calcula a demurrage (sobreestadia) e/ou despatch (prêmio) de acordo com o cumprimento do tempo disponível para as operações Samir Keedi Economista com Pós-Graduado em Administração de Empresas e Especiazação em Transportes Internacionais ...

Volume transportado no porto de Rio Grande em maio foi maior do ano

...néis agrícolas em maio também alcançaram a maior movimentação mensal do ano, com 1.665.376 toneladas, aumento de 43,3%. Os desembarques de granéis agrícolas seguiram a mesma tendência e fecharam maio com alta de 32,1%, atingindo um volume de 156.496 toneladas.Já a movimentação de contêineres em maio, em comparação com o mesmo período de 2008, também obteve crescimento, de 23,2%, atingindo o maior volume mensal do ano para esse tipo de carga, com 54.632 TEUs (contêineres com tamanho equivalente a 20 pés). As informações partem da Agência Leia.(Fonte: Agência Safras)Com informações:Portos e navios ...

País já foi o 2º maior parceiro comercial

... maior valor de investimento, alcançando fatia de 9,3% do total de aporte estrangeiro. Para Oiwa, 2009 não deve repetir o mesmo volume de investimentos, mas as consultas demonstram que as atenções nipônicas em relação ao Brasil estão em alta. “Interesse nesse nível só existiu nas décadas de 70 e 80.”(MW) Fonte: Valor Econômico...

Volume mundial de exportações encolherá US$ 4 trilhões, segundo estimativas, e protecionismo agrava cenário

...as vendas externas dos países alcançaram US$ 11,9 trilhões. Na avaliação de especialistas, a recente onda de protecionismo só tende a agravar a situação e pode se tornar uma trava para a recuperação da economia global, e mesmo para a do Brasil. De setembro passado - quando a crise financeira internacional se aprofundou - a maio deste ano, o Banco Mundial (Bird) identificou 89 medidas protecionistas adotadas por vários países. Por O Globo...

Apesar da crise, câmbio e renda puxam importação

A queda do dólar e a manutenção do poder de compra

Brasil aceita reduzir embarque para o país vizinho em 19%

Além de entraves a importações que afetam sua part

Enfim, temos uma moeda

...um nível superior a R$ 2,30, calcula. Alguns competidores, como a China, mantêm o câmbio fraco para estimular as vendas. Fonte: Correio Braziliense...

Camex rejeita reduzir TEC para trigo de fora do Mercosul

BRASÍLIA - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) n

Exportações da indústria gaúcha registram queda de 30% em maio

As exportações da indústria gaúcha caíram 30% em m

Exportações industriais do Rio Grande do Sul recuam 29,9%

A forte participação de produtos manufaturados na

MDIC divulga balança comercial por unidades da federação e por municípios

...ndas internacionais da região alcançaram US$ 38,944 bilhões. O estado de São Paulo, sozinho, exportou US$ 15,396 bilhões, cifra que equivaleu a 27,7% das exportações brasileiras no período. Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo embarcaram US$ 7,363 bilhões, US$ 3,859 bilhões e US$ 2,334 bilhões, respectivamente. As exportações da Região Sul, de janeiro a maio, somaram US$ 11,789 bilhões, valor 26,5% menor que o verificado no mesmo período do ano passado (US$ 16,044 bilhões). O principal exportador da região foi o Rio Grande do Sul (US$ 4,812 bilhões), em seguida Paraná (US$ 4,429 bilhões) e Santa Catarina (US$ 2,547 bilhões). Na Região Nordeste, as exportações dos nove estados somaram US$ 4,167 bilhões, de janeiro a maio, desempenh...

Argentina derruba as exportações de SC

Medidas protecionistas intensificadas em meio ao c

Brasil e Argentina acertam troca de moeda

...da estima que essa rede possa alcançar o equivalente a US$ 10 bilhões em todo o continente. A iniciativa tem o objetivo de evitar que a escassez de linhas de financiamento venha a travar o comércio do Brasil com a vizinhança e também de servir como uma pequena garantia para as reservas internacionais dos países da região. Por O Estado de São Paulo - SP...

Camex discute retirada da TEC do trigo para importação de Canadá/EUA

... o Ministério da Agricultura calcula que os estoques são suficientes para até 120 dias. Com informações Portal Último Segundo...

Arroz: brasil exporta mais de 250 mil toneladas no trimestre

...maio, as exportações de arroz alcançaram 58,8 mil toneladas, totalizando 255 mil toneladas...

Exportações de calçados caem 26%

As exportações brasileiras de calçados nos primeir

Indicadores apontam alta de produção em maio e de exportações em junho

...da Produção Industrial (SPI) calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a AES Eletropaulo. Já os dados do comércio exterior brasileiro mostram, nas duas primeiras semanas de junho, uma média diária de exportação 12% superior a de maio. Dentro deste percentual, os embarques de manufaturados aumentaram 11,9%, os de semimanufaturados, 13,6%, e os de básicos, 12,9%. Em relação a...

Pequena reação nas exportações brasileiras de couro

Os números de maio das exportações brasileiras de

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

...Portaria Secex nº 25/08, ser calculada sobre o valor da mercadoria no local de embarque para o exterior. Luiz Martins Garcia Economista com Especialização em Comércio Exterior/Exportação...

Argentina cria nova barreira contra o Brasil

Medida tem o objetivo de estancar a crescente fuga

Colapso no mercosul

Adriana Nicacio O Brasil cede ao protecionismo da

Concorrência enfraquece o calçado brasileiro

O Brasil é o terceiro produtor mundial de calçados

Exportação afeta 50% da queda da produção

A queda das exportações brasileiras foi responsáve

QUESTÃO - TRANSPORTES

... a cobrar. Assim, se o frete calculado por essa tabela estiver abaixo do mínimo, então este será cobrado. Samir Keedi  Economista com Pós-graduação em Administração de Empresas e Especialização em Transportes internacionais...

Segunda semana de junho tem superávit de US$ 737 bilhões

...o mês, a corrente de comércio alcançou US$ 10,1 bilhões (média diária de US$ 1,1 bilhão). O superávit acumulado é de US$ 1,9 bilhão (média diária de US$ 216 milhões), com exportações de US$ 6 bilhões (média diária de US$ 671 milhões) e importações de US$ 4 bilhões (média diária de US$ 455 milhões). De janeiro até a segunda semana de junho, com 110 dias úteis, o superávit chega a US$ 11,3 bilhões (média diária de US$ 102 milhões). As exportações no acumulado do ano foram de US$ 61,5 bilhões (média diária de US$ 559 milhões) e as importações ficaram em US$ 50,2 bilhões (média diária de US$ 456 milhões). Fonte: MDIC...

Calçado brasileiro perde mercados e faturamento no exterior

O Brasil é o terceiro produtor mundial de calçados

Crescem exportações do agronegócio para o Oriente Médio

...ar. Os embarques do ramo sucroalcooleiro renderam US$ 769 milhões, um aumento de quase 30% sobre o mesmo mês do ano passado. O crescimento não foi só da receita, mas também do volume exportado. Segundo informações do Mapa, o setor foi favorecido pela quebra de safra na Índia, que também é grande produtora de açúcar, o que resultou na diminuição da oferta no mercado internacional e no aumento do preço do produto. Também aumentaram as vendas de fumo e derivados (44,1%) e sucos de frutas (10%). Houve, no entanto, redução dos embarques dos produtos do complexo soja (-15,6%), carnes (-31,5%), produtos florestais (-53,8%), café (-8,1%) e couros e derivados (-45,6%). De acordo com o Mapa, o resultado do café está sendo influenciado pela bienalidade da cultura, que alterna um ano de safra maior com outro de safra menor, e o período é justamente de colheita mais modesta. Os outros produtos foram bastante afetados pela redução de preços em função do arrefecimento da demanda internacional. Esse quadro vem se repetindo ao longo do ano. De janeiro a maio, os mercados que mais cresceram foram Ásia (13,2%), Ori...

Funcex: rentabilidade de exportador já caiu 12% este ano

...recuou 20,7%, segundo índice calculado pela Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex). "A situação piorou em maio, por causa da valorização do real ante o dólar, e tende a piorar ainda mais", diz Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex. Em abril, o câmbio médio foi de R$ 2,20 por dólar. Essa média caiu para R$ 2,06 em maio e ...

Obras da Via Portuária de Itajaí devem ser retomadas em 30 dias

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Trans

Balança comercial do agronegócio registra maior superávit do ano

...mento em maio o complexo sucroalcooleiro (29,7%), sucos de frutas (10%) e fumo e derivados (44,1%). O valor das exportações do complexo sucroalcooleiro saltou de US$ 593 milhões para US$ 769 milhões. A alta é atribuída às exportações de açúcar, que cresceram 61,2% em maio na comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo a cifra de US$ 661 milhões. Houve aumento tanto de preço como de quantidade nas exportações do produto, respectivamente 9,9% e 46,7% Registraram quedas nos embarques o café (-8,1%), complexo soja (-15,6%), carnes (-31,5%), couros e derivados (-45,6%), e produtos florestais (-53,8%). Os valores exportados de soja em grãos diminuíram em relação a maio de 2008, passando de US$ 1,869 bilhão para US$ 1,722 bilhão. Já a quantidade exportada aumentou 5,3% e os preços foram 12,1% inferiores. As exportações de farelo e óleo de soja também tiveram retração de 17,9% e 38,9%, respectivamente, no valor comercializado. A receita das exportações de carnes diminuiu 31,3%, de US$ 1,409 bilhão em maio de 2008 para US$ 965 milhões em maio de 2009. As reduções foram de 37,6% para ca...

Brasil promete deixar de importar da Argentina

...ambém, pelos escassos acordos alcançados desde que foram iniciadas as negociações entre privados. "Ainda é baixo o resultado alcançado", disse Ramalho. "Não sabemos qual outra troca ele [Ramalho] fez, mas para o setor mobiliário essa redução é muito ruim. Poucos países podem concorrer com os móveis brasileiros. Nosso produto tem qualidade, quantidade e diversidade", afirmou Segatto, enquanto acrescentava que a decisão irá "acarretar para a indústria de móveis uma diminuição de produção, que remete à demissão de funcionários e a menor recolhimento de impostos e tributos". Este mecanismo foi adotado pelos governos desde a onda de disputas no comércio bilateral originada em 2005, quando a Argentina adotou restrições à entrada de eletrodomésticos brasileiros. "Estamos negociando um acordo de comércio", explicou Mariano da Vega, assessor da câmara argentina de fabricantes de embreagens e freios para automóveis, que considerou inconveniente a aplicação de salvaguardas à importação dos produtos a partir do Brasil. Freios O Sindicato Nacional de Componentes para a Indústria de Veículos Automotores (Sindipeças), que representa os fabricantes brasileiros de autopeças, aceitou reduzir em 30% as exportações brasileiras de freios à Argentina, no segundo semestre deste ano, em comparação aos primeiros seis meses de 2009. "Ainda não temos o número exato do que representa esse percentual, mas fazer o acordo é melhor do que enfrentar uma dificuldade maior", disse o presidente do Sindipeças, Paulo Butori. Entre as dificuldades, ele citou as mercadorias barradas na alfândega por medidas como as licenças não-automáticas ou os valores de referência. Butori detalhou que, em 2008, o setor exportou à Argentina US$ 15 milhões em freios, mas este volume, nos primeiros cinco meses de 2009, já sofreu uma queda de 37%. Mesmo assim, o empresário se resigna: "É o acordo possível neste momento". No que diz respeito às exportações das embreagens, os empresários decidiram aceitar uma redução de 40% de seu envio, em comparação ao vendido em 2008. "Essa redução será feita somente nos modelos de fabricação comum", esclareceu o presidente do Conselho Administrativo do Sindipeças, Antônio Carlos Meduna. Os brasileiros se comprometeram a reduzir os cerca de 500 tipos de embreagens vendidos à Argentina a apenas 75 modelos para não competirem com os argentinos. Este é o terceiro acordo que o Sindipeças fecha com a Argentina para restringir as vendas ao mercado do país vizinho. Trigo O governo da Argentina comunicou o Brasil de que não tem mais trigo para exportar. "Eles nos comunicaram de que não vão ter trigo", disse o secretário de Comércio Exterior do Mdic, Welber Barral, depois de reunião de negócios em Buenos Aires. As autoridades brasileiras já esperavam a notícia, mas faltava uma comunicação oficial. Com os impostos que o governo de Cristina Kirchner cobra pelas exportações agropecuárias, o clima de confronto que mantém com os produtores rurais há mais de um ano e a pior seca da história do país, a produção de trigo despencou. No caso da safra 2008/2009, a produção de trigo caiu de 12 milhões para 8,5 milhões de toneladas. A Argentina consome 6 milhões de toneladas e o restante é usado para manter uma reserva estratégica do alimento. Além disso, o governo argentino tem a estratégia de desenvolver suas exportações de produtos industrializados para agregar valor. Por isso, Cristina estimula a exportação de farinha de trigo, que paga um imposto de 18%, em lugar do trigo em grão, taxado em 28%. Com a menor produção de trigo da Argentina, o ...

Câmbio afeta exportação brasileira de carne suína

...aneiro a maio, as exportações alcançaram 240.557 toneladas, quase 10% mais que em igual intervalo do ano passado. A receita equivalente somou US$ 479,8 milhões, queda de 14,4%. O dirigente realça que o dólar abaixo de R$ 2 tende a manter pressionada a rentabilidade e comprometer produção e exportações futuras. E os preços em dólar das vendas brasileiras já foram melhores. De janeiro a maio, o preço médio da tonelada exportada foi de US$ 1.995, queda de 22,1% sobre o mesmo período de 2008. Com informações Valor Econômico...

Calçadistas esperam liberação de licenças

O acordo que deverá destravar as licenças de expor

Exportação começa junho com alta de 20%

A média diária das exportações brasileiras ficou 2

Mapa aponta logística caótica para exportação de frutas

...cima do valor e -5% do volume alcançado no mesmo período em 2007”. A Secretaria de Política Agrícola do Mapa apresentou no ano passado, formalmente, uma política agrícola voltada para a fruticultura com dois pontos de sustentação: crédito (investimento, custeio e comercialização) e garantia de renda do produtor. Outro item de destaque para o setor é que todas as frutas de importância comercial para os mercados interno e externo foram incluídas no Programa de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural (PSR). Fazem parte do PSR as seguintes categorias de produtos agrícolas: 1. Milho segunda safra e Trigo; 2. Aveia, Canola, Cevada, Centeio, Sorgo e Triticale; 3. Feijão; 4. Algodão, Arroz, Milho e Soja; 5. Abacaxi, Alface, Alho, Amendoim, Batata, Berinjela, Beterraba, Cana-de-açúcar, Cebola, Cenoura, Couve-Flor, Girassol, Morango, Pepino, Pimentão, Repolho, Tomate e Vagem; 6. Maçã e Uva; 7. Ameixa, Café, Caqui, Figo, Goiaba, Kiwi, Laranja, Limão e demais cítricos, Nectarina, Pêra e Pêssego; A esperada retomada das exportações em 2009 está diretamente ligada à relação entre o Real e o Dólar. Segundo a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Fruticultura, “se permanecer a desvalorização da nossa moeda a patamares de 2,30 a 2,50 em relação ao dólar norte-americano, poderá auxiliar uma retomada do aumento das exportações em 2009”. Exportando mais O governo brasileiro tem negociado diretamente com o Japão para ampliar o número de frutas e variedades enviadas ao exterior. Hoje, o setor só pode exportar dois tipos de mangas – Tommy e Kent....

Balança da primeira semana de junho apresenta superávit de US$ 1,208 bilhão

...99,8 milhões). As exportações alcançaram US$ 59,018 bilhões (média diária de US$ 556,8 milhões) e as importações de US$ 48,438 bilhões (média diária de US$ 457 milhões). Com informações Assessoria de Imprensa ...

Brasil restringe vendas à Argentina em mais 4 setores

A última rodada de negociações entre empresários d

Crise afeta comércio entre Brasil-Europa

O comércio do Brasil com a União Europeia vem sofr

Indústria tem maior recuo de exportação

O setor industrial brasileiro, que já vinha enfren

Análise de fluxo cambial

...tivo em US$ 1.551 MM após ter alcançado US$. 4.917 MM em abril. O fluxo financeiro pela primeira vez no ano tornou-se positivo em US$ 1.583 MM, tendo havido ingressos de US$ 27.538 MM e saídas de US$ 25.955 MM. Para a BOVESPA houve direcionamento do fluxo de ingresso de montante em torno de US$ 3,0 Bi. o euforismo com o fluxo de ingresso direcionado para a BOVESPA causou um diagnóstico errático ao atribuir-se a este fato pontual a queda acentuada do preço do dólar, desconsiderando-se que o que impacta na formação do preço é o fluxo "net" para o país. Como vemos o fluxo comercial de US$ 1.551 MM mais o fluxo financeiro de US$ 1.583 MM determinaram o fluxo cambial positivo em maio de US$ 3.134 MM, porém deve ser observado que o Banco Central do Brasil retirou deste montante US$ 2.748 MM com seus leilões diários e assim o fluxo positivo "net" para o mercado ficou reduzido a US$ 386 MM. Evidentemente US$ 386 MM é muito pouco para justificar uma apreciação de 9,16% no real no mês. Confirma-se assim, o que a análise fundamentalista da formação de taxa do dólar evidenciou em maio, ou seja, a apreciação do real teve relevante causa nas op...

Exportadores reduzem lucro com valorização do real

A valorização do real está forçando os exportadore

Indústria de móveis aceita reduzir exportações em 35%

Os fabricantes de móveis de madeira brasileiros ac

Porto do Rio Grande vai dobrar capacidade

...de de movimentação de cargas, alcançando as 50 milhões de toneladas. O ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, ass...

Brasil e Argentina fazem nova rodada de negociação bilateral

Empresários do Brasil e da Argentina fazem uma nov

Missão comercial brasileira à África Subsaariana começa na próxima segunda-feira

...odo de 2008, quando as vendas alcançaram US$ 45,5 milhões. Os produtos brasileiros embarcados para o Senegal, nesse período, foram, principalmente, bens industrializados (72,1%) e produtos básicos (27,8%). As importações brasileiras de produtos do Senegal, de janeiro a abril de 2009, somaram US$ 278 mil, sendo que a pauta foi composta de 98% de produtos básicos e 2% de bens industrializados. Nos quatro primeiros meses de 2008, as exportações senegalesas para o Brasil chegaram a US$ 3,2 milhões. Gana As exportações brasileiras para Gana, de janeiro a abril de 2009, somaram US$ 56,6 milhões, valor 51,3% menor que o registrado em igual período de 2008, quando as vendas brasileiras para o País chegaram a US$ 116,2 milhões. Os produtos brasileiros embarcados para Gana, nesse período, foram, principalmente, bens industrializados (84,1%) e os produtos básicos representaram 15,9% da pauta. Os destaques da pauta foram: açúcar refinado (38%), carne de frango (15%), fio-máquina e barras de ferro ou aço (10,9%). Os embarques brasileiros para Gana representaram 0,13% do total exportado pelo Brasil, nesses primeiros quatro meses de 2009. A pasta de cacau ganense foi o principal produto comprado por empresas brasileiras no primeiro quadrimestre deste ano e respondeu por 95% do total das vendas do país para o Brasil. As importações brasileiras provenientes de Gana, nesse período, caíram 83% em relação ao mesmo período do ano passado, ao saírem de US$ 8,5 milhões para US$ 1,47 milhão, em 2009. Nigéria Nos primeiros quatro meses deste ano, a Nigéria foi 34ª destino das exportações brasileiras e o quarto maior entre os países da África. Nesse período, as vendas brasileiras para empresas nigerianas totalizaram US$ 266 milhões, uma redução de 39,7% na comparação com igual período de 2008 (US$ 441 milhões). A pauta exportadora para a Nigéria foi constituída, principalmente, por produtos industrializados (89,7%) e básicos somaram (10,2%). Os principais itens vendidos para o país foram: açúcar de cana (28,7%), gasolina (10,8%) e álcool etílico (8,6%). As compras brasileiras de petróleo nigeriano representaram 99,7% das importações nos quatro primeiros meses de 2009. As compras brasileiras de produtos do país, somaram, no período, US$ 989 milhões, valor 45,7% menor que o verificado no mesmo período de 2008 (US$ 1,82 bilhão). O saldo comercial (diferença entre os valores exportados e importados) ficou deficitário em US$ 723 milhões para o Brasil. No mesmo período de 2008, o déficit registrado foi de US$ 1,382 bilhão. A corrente comercial (soma das operações de expor...

Dólar faz exportador cortar desconto e rever tabela de preços

Relações externas: Câmbio próximo a R$ 1,95 afeta

Exportação para mercados tradicionais cresce em maio

...rrente de comércio do período alcançou US$ 21,3 bilhões (média diária de US$ 1 bilhão). Em relação a abril de 2009 (US$ 20,9 bilhões) foi registrado crescimento de 1,9%, mas houve redução de 38,3% sobre igual período do ano anterior (US$ 34,5 bilhões). O superávit comercial nos 20 dias úteis de maio foi de US$ 2,6 bilhões, com média diária de US$ 132 milhões. O resultado é 28,6% menor que o de abril deste ano (US$ 3,7 bilhões) e 34,9% abaixo que o de maio de 2008 (US$ 4 bilhões). Segundo Barral, há discrepância entre os valores de maio de 2009 e do mesmo mês de 2008 em conseqüência da greve dos fiscais da Receita Federal em março e abril do ano passado. Nesses meses, caíram os registros de importação e exportação, que aumentaram em maio, quando a operação foi finalizada. “Se compararmos os cinco primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2008, teremos uma tendência mais realista do que na comparação entre maio deste ano e do ano passado”, explicou. Exportação Em maio de 2009, as três categorias de produtos registraram retração em relação à igual período do ano anterior: semimanufaturados (-45,1%), manufaturados (-36,8%) e básicos (-35,8%). Nos semimanufaturados, as maiores quedas ocorreram nas vendas de celulose (-69,1%), ferro fundido (-65,3%), semimanufaturados de ferro/aço (-56,3%), ferro-ligas (-55,7%) e couros e peles (-53,6%), den...

Ásia foi principal destino de exportações brasileiras em maio

Apesar de comprar menos minério de ferro, a China

Balança comercial de maio tem superávit de US$ 2,6 bilhões

...hões). A corrente de comércio alcançou US$ 101,5 bilhões (média diária de US$ 1 bilhão). Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Calotes explodem nas exportações

Inadimplência faz crescer mais de dez vezes número

Cooperativas prevêem exportar 20% aos árabes

...perativas é manter os valores alcançados em 2008, ou seja, um total de US$ 4 bilhões [em exportações totais]. Quanto aos produtos, espera-se manutenção do ritmo forte registrado pela soja, seguida pelo açúcar, também com recuperação das carnes”, disse Mattos. Com informações Agência de Notícias Brasil-Árabe...

Meta é triplicar as exportações brasileiras

...cial da China cresceu 25,7% e alcançou a cifra de US$ 1,23 trilhões deste total, apenas US$ 16 bilhões foram negócios com o Brasil. As exportações chinesas cresceram 21,9% totalizando US$ 666,6 bilhões e US$ 8,94 bilhões tiveram o Brasil como destino. As importações tiveram alta ainda maior: 30,6%, num total de US$ 567,6 bilhões, sendo apenas U$S 7,4 bilhões de produtos brasileiros. A expectativa é de que as exportações brasileiras de soja no mês de maio mês superem 4 milhões de toneladas, podendo bater o recorde de 4,44 milhões registrado em maio de 2008. Em abril do ano passado, o país exportou 3,34 milhões de toneladas. (MM) Com informações Diario de Cuiabá...

China toma mercado do Brasil na Argentina

...mportações argentinas da Ásia alcançarem 2,6 milhões de pares em 2009, ante 2,2 milhões do Brasil”, afirmou Milton Cardoso, da Abicalçados, que oferece 10% de redução nas vendas brasileiras -os argentinos pedem 20%. O avanço chinês também é realidade no mercado brasileiro. Em abril de 2008, o país superou a Argentina como segundo parceiro comercial do Brasil. Em abril deste ano, ultrapassou os EUA e já é o principal parceiro comercial brasileiro -12,9% das exportações do Brasil são para a China. Fonte: Folha de São Paulo...

Uma enxurrada de importados

Quando a crise internacional traz para Brasil e Ar

Impasse em negociações com a Rússia

...listas preveem que a produção alcançará 3,5 milhões de toneladas em 2012- 75% a mais do que a previsão de 2008. Os subsídios totais para a produção agrícola alcançaram 99,6 bilhoes de rublos (US$ 2,2 bilhões) em 2008, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). No momento, cerca de um terço de todas as grandes fazendas russas não são lucrativas, boa parte delas dedicada a pecuária. Pequenas fazendas não competitivas também já desapareceram do mercado. O consumo per capital de suínos deve cair este ano por causa da decisão do governo de limitar a importação do produto. O serviço veterinário russo tem um papel decisivo para frear importações. Desde junho de 2008, os russos barraram mais de cem estabelecimentos americanos e europeus de suínos por supostamente não preencher os padrões russos. Já a produção de carne bovina deve cair 3%, com rendimento negativo, baixa produtividade e ineficiência, levando à queda de 2% no rebanho. A importação de carne vermelha foi de 1,6 milhão de toneladas em 2008, 12,3% a mais em volume comparado a 2007. Metade da carne bovina procedia do Brasil, seguido do Uruguai, Paraguai, Argentina e Austrália. A importação de suínos veio em 31% do Brasil, seguido dos Estados Unidos (20%), Canadá (13%) e Dinamarca (8,7%). Os preços no varejo de carnes e frango aumentaram mais de 23% na Rússia em 2008, enquanto a alta media nos preços de alimentos ficou em 18%. O desenvolvimento na pecuária aumentou a demanda por proteínas, e as importações do complexo de soja explodiram. Com informações Valor Econômico...

Dólar tem leve queda e fecha a R$ 2,02, com poucos negócios

...ixo. Desde 2 de março, quando alcançou R$ 2,443 para venda, cotação máxima do ano, o dólar despencou 17,1%. Ratificando essa tendência, Nobrega citou o resultado da balança comercial do País, que apresentou superávit de US$ 698 milhões nos cinco dias úteis da terceira semana de maio. Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) nesta segunda-feira. Nobrega afirmou ainda que a Ptax - taxa média ponderada do dólar que serve de referência para fechamento de contratos futuros - deve ser mais baixa este mês, em linha com a acentuada queda do dólar nas últimas semanas e com a mudança nas estratégias de bancos e investidores estrangeiros decorrentes da apreciação do real. De acordo com os últimos dados da BM&F, as posições futuras compradas dos investidores estrangeiros estão em cerca de US$ 1,6 bilhão, bem abaixo do pico registrado em março, de US$ 14,3 bilhões. Nesse contexto, o gerente do Banco Alfa de Investimento disse que, "se amanhã as bolsas abrirem em alta e os dados forem positivos, provavelmente, o dólar pode cair abaixo de R$ 2". Fonte Reuters...

Itajaí está uma calamidade

...ram com meia carga. Perdas incalculáveis, com prejuízos para todos. Queda Itajaí movimentava 35 mil contêineres por mês antes das enchentes. Está operando, hoje, com 15 mil. Se cada contêiner vale R$ 1 mil só na operação, o prejuízo mensal para o porto é de R$ 20 milhões. Agregue-se toda a cadeia de serviços, de armadores a motoristas, e se terá o diagnóstico da desgraça. Os trabalhadores avulsos, por exemplo, recebiam média de R$ 4 mil mensais antes das cheias. Não ganham, hoje, nem R$ 400. Resultado: desde as enchentes recebem cestas básicas para sobreviver. Vindas do governo do Paraná. Com as dificuldades de atuar em Itajaí, os armadores transferiram as operações, entre outros, para o porto de Rio Grande, que teve, este ano, um aumento de carga de 16%. Agrava-se dramaticamente a situação diante da falta de perspectivas, de solução definitiva. Com R$ 3 milhões a R$ 4 milhões, conclui-se a dragagem com 11 metros. Itajaí e Navegantes voltariam a operar normalmente, com navios de grande porte carregados. Obra para 15 a 20 dias, no máximo. A empresa chinesa abandonou a obra, a Secretaria Especial de Portos lavou as mãos e transferiu o encargo para Itajaí. Nova draga, só com licitação, que exige mais 60 dias, no mínimo. Tudo causado pela centralização e pela burocracia de Brasília. Incansável na luta por Itajaí, até Ideli Salvatti recolheu o trem. Outro batalhador, Cláudio Vignatti, está tirando o time. Ambos abatidos pela sensação de impotência. Seis meses de prejuízos milionários no principal porto de Santa Catarina. Quantos meses mais Uma calamidade. Por Diário Catarinense - SC...

Dólar cai 0,59% e fecha cotado a R$ 2,02

...io. Desde 2 de março - quando alcançou R$ 2,443 para venda, cotação máxima do ano - a divisa americana acumula recuo de 17,1%. Galhardo considera que a boa imagem do Brasil no cenário internacional tem contribuído para que investidores se voltem para a bolsa de valores e para os rendimentos com os juros. Espelhando esse otimismo com a economia brasileira, as compras líquidas de ações por estrangeiros somaram R$ 4,2 bilhões até o dia 18, último dado disponível. No acumulado em 2009, o fluxo positivo chega a R$ 9,3 bilhões. O gerente de câmbio citou os juros brasileiros como outro atrativo para os estrangeiros. Apesar dos recentes cortes do Banco Central, a taxa básica ainda é de dois dígitos, 10,25%, elevada se comparada àquelas praticadas em países desenvolvidos. Em meio a esse cenário, o Banco Central voltou a realizar l...

Brasil vira o jogo e amplia exportações para a África

O comércio de empresas brasileiras com países afri

Comércio de US$ 10 bi com Turquia é viável em cinco anos, diz Amorim

Maria Luisa Cavalcanti Enviada especial da BBC Brasil a Istambul ...

QUESTÕES - IMPORTAÇÃO

.... O direito antidumping será calculado mediante a aplicação de alíquotas ad valorem...

Comércio China-Brasil em yuan levará anos, diz banco

... ao dólar, segundo Dariusz Kowalczyk, diretor de investimentos da SJS Markets. Brasil e Argentina, as duas maiores economias da América do Sul, concordaram em realizar trocas comerciais em moedas locais, abandonando o dólar, em setembro do ano passado. A iniciativa representou a tentativa de reduzir os custos das transações pela eliminação das taxas cobradas na conversão. No mês passado, os negócios em moeda local entre os dois países totalizaram US$ 22,6 milhões, em um fluxo comercial de mais de US$ 1,6 bilhão, segundo dados do BC e do Ministério da Indústria e do Comércio. “Se com a Argentina, um vizinho com o qual temos relações de longa data, o comércio em moeda local não se desenvolveu tanto quanto se desejava, o que dizer sobre a proposta chinesa?”, disse José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (Abracex), um grupo de pesquisa financiado pelos maiores exportadores brasileiros. “Se sou pago em yuan, o que eu faço? Converto para dólares e pago aos bancos uma tarifa alta pela conversão? Nenhum empresário aceitará isso.” Fonte: Valor Econômico...

Em dia volátil, dólar fecha em alta e vai a R$ 2,038

...ses. Desde 2 de março -quando alcançou R$ 2,443 para venda, cotação máxima do ano - a divisa acumula depreciação de 16,6%. Só neste mês, o recuo do dólar já chega a 6,6%. "No curto prazo a tendência do dólar é de baixa. Os dólares estão entrando tanto pelo segmento comercial quanto pelo financeiro", considerou Mario Paiva, citando os dados do fluxo cambial divulgados na véspera pelo Banco Central. O fluxo cambial no País está positivo em US$ 2,059 bilhões nos dez primeiros dias úteis de maio. Ratificando a tendência de baixa do dólar, o gerente de câmbio de uma corretora nacional que preferiu não ser identificado lembrou a baixa das posições compradas dos investidores estrangeiros no mercado de câmbio futuro. De acordo com os últimos números disponíveis, as posições compradas desses investidores - que sinalizam apostas na valorização do dólar - caíram para US$ 756 milhões, menor nível desde setembro do ano passado, mês em que a crise global se aprofundou. Com Reuters...

Exportações da indústria gaúcha recuam 25% no quadrimestre

Vendas externas do setor somaram US$ 3,2 bilhões n

QUESTÕES - CÂMBIO

...e outras naturezas, que sejam alcançados por tributação específica, deverá ser mantido à disposição da fiscalização o documento que comprove o recolhimento do tributo. Angelo Luiz Lunardi Professor e Consultor de Câmbio...

Rentabilidade de exportações recua 8,8%

...rior), Fernando Ribeiro, que calcula o índice. Para o vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto Castro, o impacto será mais sentido nos manufaturados, principalmente nas indústrias de calçados, confecções e móveis, mais intensivas em mão de obra. "Muitas fecharam contratos imaginando que o dólar ficaria entre R$ 2,20 e R$ 2,30 e agora vão ter prejuízo. Quando forem fazer a próxima venda, vão trabalhar com uma cotação mais baixa, o que diminui a competitividade", afirma. "Quem agradece é a China, que vai ocupando esse espaço." Com informações do Jornal Folha de S. Paulo...

Restrições argentinas derrubam exportações gaúchas de móveis

Setor de calçados também foi atingido pela diminui

Dólar cai quase 2% e atinge patamar de outubro de 2008

...ação, a cotação do pronto no balcão entrou em queda livre e até renovou a mínima, em meio à oferta de investidores, em um sinal de que possivelmente esses players não conseguiram vender ao BC. Logo cedo, os mercados se animaram com a notícia de que grandes bancos dos EUA planejam pagar com antecedência os empréstimos obtidos com o Tesouro. O Goldman Sachs, o JP Morgan e o Morgan Stanley anunciaram que devem devolver juntos US$ 45 bilhões de recursos do Tarp. Por outro lado, foram surpreendidos negativamente com a queda nas permissões de construção de imóveis residenciais e o número de casas em construção nos EUA. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews) ...

Protecionismo argentino ameaça vendas gaúchas

... West Coast, Rafael Schefer, calcula que desde janeiro apenas 17 mil pares das marcas do grupo chegaram ao varejo vizinho, quando o volume deveria ter sido de 50 mil. A Argentina responde por 30% das exportações do grupo. “Só não é maior porque paramos de vender desde março”, explicou Schefer. A empresa passou a terceirizar produção na linha masculina, que encarece o produto e tenta ampliar vendas para outras regiões, como Oriente Médio e África. Também trabalha com modelos que não sofrem o efeito da desatualização das coleções. Na Piccadilly, a diretora de exportações, Micheline Grings Twigger, deixou claro que o prazo para redução de prazo para emissão de licença é meados de junho. Micheline alega que seria o período para aceitar pedidos e conseguir entregar dentro da próxima estação.A presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado (Movergs), Maristela Longhi, disse que o impacto para o setor são demissões e queda a apenas US$ 44 mil as vendas em abril para a Argentina. “O país foi o principal comprador do móvel gaúcho em 2008, quando faturamos US$ 36,6 milhões”, contrastou. A definição de cotas para exportar móveis foi desacreditada por Maristela. “Eles têm e o país não cumpre”, contrapôs.São justamente as cotas que estão no foco do setor. O volume de 2009 não foi fechado, e o país quer recuar na meta de 18,5 milhões por ano. O deputado federal Renato Molling, que coordena a Frente Parlamentar em Defesa dos Setores Coureiro-Calçadista e Moveleiro na Câmara, levou ontem a reivindicação dos setores para a reunião do Parlamento do Mercosul, no Uruguai. “A solução passa por uma posição mais firme do governo brasileiro”, defendeu Molling. Para ele, o atraso nas licenças é uma forma indireta de o país reduzir o limite de vendas. A manobra argentina seria uma estratégia para fazer com que as empresas brasileiras transferissem parte da produção para lá, exportando a partir da unidade local. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Setor têxtil busca acordo para conter exportações

As indústrias têxteis do Brasil e da China começ

Balança da segunda semana de maio tem superávit de US$ 505 milhões

...ez dias úteis, as exportações alcançaram a US$ 5,9 bilhões (média diária de US$ 594 milhões) e as importações, US$ 4,8 bilhões (média diária de US$ 489 milhões). O saldo comercial do período foi positivo - US$ 1 bilhão (média diária de US$ 105 milhões) - e a corrente de comércio fechou em US$ 10,8 bilhões (média diária de US$ 1 bilhão). Acumulado do ano De janeiro a segunda semana de maio (91 dias úteis), a balança comercial se manteve superavitária em US$ 7,7 bilhões (média diária de US$ 85 m...

Barreiras afetam 609 produtos brasileiros

Segundo a consultoria Abeceb, 609 produtos brasile

Comércio entre Brasil e Argentina com moeda local soma US$ 122 milhões

...as gerada por este sistema é calculada em 3% do montante da operação. “Esta redução de custos se repete de um lado e do outro da fronteira, ao evitar a passagem para dólares do que paga o comprador e do que cobra o vendedor em suas respectivas moedas locais”, afirma o relatório. Agência EFE...

Lula fez balanço positivo de sua visita à Arábia Saudita

...ara a exploração de petróleo calcinado na Arábia Saudita. O petróleo calcinado é um minério de carbono que é usado em usinas termoelétricas e empresas de alumínio e aço. "A assinatura deste acordo era um grande desejo meu, eu queria muito que esta parceria fosse concretizada", revelou Lula. A Confederação Nacional da Indústria e a Câmara de Comércio Árabe Brasileira assinaram acordos de cooperação com a Câmara de Comércio e Indústria de Riad. Outra empresa brasileira, a Biocomm, assinou uma parceria para produzir insulina humana na Arábia SauditaNo sábado, o Brasil já havia assinado importantes acordos estratégicos em setores como o petrolífero, industrial, de investimentos e turismo. Os acordos abrem a possibilidade de amplos investimentos mútuos nos próximos anos. Segundo o Itamaraty, os acordos incluem ainda o desenvolvimento científico, tecnológico, hídrico, elétrico e de infra-estrutura, o que abriria caminho para empresas brasileiras e pessoas físicas interessadas em entrar em projetos bilionários que a Arábia Saudita planeja em seu território. No setor de energia, os dois países firmaram cooperação em projetos petrolíferos, de gás, de mineração e de petroquímicos. O setor de alimentos também foi incluído, onde o Brasil já possui grandes negócios com o governo saudita, como nas áreas de produtos agrícolas e pecuários. Comércio O governo brasileiro quer ampliar o volume de comércio com o país árabe. No ano passado, o Brasil exportou US$ 2,56 bilhões (cerca de R$ 5,34 bilhões) para o país. A Arábia Saudita é o maior parceiro comercial do Brasil na região. Pelo acordo, brasileiros e sauditas deverão "estimular a expansão e a diversificação de suas relações comerciais, incluindo o intercâmbio de bens e serviços". Brasil e Arábia Saudita também assinaram acordos de cooperação em áreas de infraestrutura para o desenvolvimento de ferrovias, transportes, aviação, construção de estradas, telecomunicações, energia e tratamento e reciclagem de lixo. Foram incluídos ainda intercâmbios nas ár...

Domínio na exportação de frangos

Um bilhão e setecentos milhões de aves, pelo menos

Exportações aumentam, mas previsão de safra é negativa

...ior alta foi no complexo sucroalcooleiro (21,1%), de US$ 411 milhões para US$ 498 milhões - montante concentrado, basicamente, nas vendas do açúcar, que subiram 47,9% em abril, comparado ao mesmo mês de 2008; no total de US$ 405 milhões. As exportações de álcool, por outro lado, reduziram 32,2%, para US$ 93 milhões. No complexo de soja (grão, farelo e óleo), as exportações em grãos aumentaram de US$ 1,398 bilhão para US$ 1,542 bilhão, e mesmo com redução de 17,8% nos preços, o percentual exportado subiu para 34,3%. Outro aumento registrado foi na parte de animais vivos, +14,6% e produtos apícolas, + 113,7%. No estudo do IBGE, foi levado em conta o resultado da safra de verão com culturas - arroz, soja e milho - que já tiveram a colheita prejudicada. Se confirmada a má projeção, a safra deve ficar 6,8% menor do que a colhida em 2008. Esta alteração é baseada nas expectativas em relação às lavouras de inverno (trigo, aveia, e milho - na segunda safra). Para o Instituto, as condições climáticas é que vão influenciar as estimativas para a produção agrícola de 2009. Para o especialista da FGV, diversos fatores pesam a favor e contra o agronegócio. O foco não deve ficar apenas no clima ou na oscilação da moeda brasileira em relação ao dólar. "Temos o domínio da tecnologia moderna e a competência dos produtores. Tudo isso é reforçado pela atuação de grandes grupos de investidores nacionais e na vinda de capital estrangeiro para a agropecuária. Negativamente, temos o problema da logística que não avançou e a questão da dívida agrícola", explicou. Nos destinos dos produtos exportados, houve aumento de 24,2% nas vendas para a África; Ásia ficou com 20,9% e Oriente Médio, + 33,1%. A China manteve-se como líder na recepção do agronegócio brasileiro com US$ 1,137 bilhão, três vezes mais que os Estados Unidos, com US$ 378. Japão (46%), França (14,5%), Coreia do Sul (36,4%), Arábia Saudita (33,9%) e Irã (140,3%). "No momento o que se pode fazer é tentar obter uma grande safra agrícola. Os alimentos tiveram uma recuperação de preços e consumo no mundo. São os únicos produtos beneficiados. O mais importante é deixar o dólar flutuar, mas se o real depreciar muito teremos problemas. Se tivermos uma safra curta teremos que importar com o dólar valorizado. Os preços internos vão subir - como no caso do trigo nessa safra", completou o pesquisador. Com informações do Jornal do Commercio - RJ...

Exportações de calçados gaúchos amargam queda de 37,5%

Quadrimestre apresenta queda de 26,5% nas exportaç

Após duas altas, dólar volta a fechar em baixa, a R$ 2,084

...bem abaixo dos níveis máximos alcançados em março. Na véspera, essas posições compradas estavam em cerca de US$ 2,7 bilhões, ante o pico de US$ 14,3 bilhões de dois meses atrás. Em meio a esse ambiente, o Banco Central voltou a comprar dólares no mercado à vista esta tarde. Foi a quinta operação do tipo que o BC realizou desde o último dia 8. No front acionário, as bolsas de valores dos Estados Unidos subiam no final da tarde, à medida que o apetite por ativos de maior risco alimentava uma recuperação de ações dos setores de tecnologia e financeiro. A Bovespa acompanhava os índices em Nova York e avançava cerca de 1%. Já no mercado de câmbio doméstico, segundo os últimos dados da BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista somava US$ 1,6 bilhão. Em âmbito global, o dólar também se desvalorizava. Ante uma cesta com as principais moedas mundiais , a divisa american...

Exportação de carne recua e picanha rouba status do filé

... despencou em 2008, a picanha alcançou picos de preços no ano passado. "A exportação caiu e sobrou filé mignon", observa István Wessel, proprietário da Wessel Culinárias & Carnes. Ele fez um levantamento sobre os preços pagos aos frigoríficos pelos cortes de filé no mercado interno, que mostra recuo de 11% entre janeiro e dezembro de 2008. Neste ano, até abril, a queda é de 6,7%. Já a picanha subiu 26,3% em 2008, mas derrapou este ano, saindo de R$ 26,58 em janeiro para R$ 17,00 o quilo em abril. A queda nas exportações de carne bovina para a União Europeia, depois que o bloco definiu qu...

Volume de exportações gaúchas desacelera ritmo de queda

Em abril, vendas ao exterior foram 11% menores que

Apesar de toda ajuda, o Brasil perde mercado na AL

...esmo período de 2008. O valor alcançado pelo comércio entre esses parceiros e o Brasil somou US$ 15,5 bilhões, exportações de US$ 9,25 bilhões e importações de US$ 6,25 bilhões de janeiro a abril deste ano, ante os US$ 22,6 bilhões nos mesmos meses do ano passa...

Argentina barra 4 milhões de sapatos brasileiros

Cada vez mais preocupados, os fabricantes contam a

Dólar tem quarta queda seguida e vai a R$ 2,05

...março deste ano, essa posição alcançou o pico de US$ 14,3 bilhões. Já nos Estados Unidos, as bolsas de valores recuavam no final da tarde, sob o peso da realização de lucros. Notícias de que bancos importantes anunciaram grandes ofertas de ações ordinárias para pagar os empréstimos tomados com o governo também pressionavam os índices. No Brasil, o principal índice da Bovespa seguia em linha com Wall Street e caía cerca de 1%. No mercado de câmbio doméstico, de acordo com os últimos dados disponibilizados pela BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista girava em torno de US$ 1,3 bilhão. Fonte: Reuters News...

Exportação do agronegócio para Oriente Médio cresce 33%

...ceram 12,2%, do complexo sucroalcooleiro, 21,1% maiores, de animais vivos, com 14,6% mais, e de produtos apícolas, com 113,7%. As exportações de produtos do complexo soja, por exemplo, ficaram em US$ 2,08 bilhões. Os grãos responderam por US$ 1,54 bilhão deste total. Houve queda de 17,8% nos preços da soja em grãos, mas alta de 34,3% nos volumes vendidos. As exportações do setor sucroalcooleiro passaram de US$ 411 milhões para US$ 498 milhões. O açúcar foi o principal responsável pelo bom desempenho das vendas externas do segmento. As exportações do produto cresceram 47,9%, para US$ 405 milhões. Os produtos que tiveram variação negativa nas vendas foram carnes, com queda de 11,3%, couros e seus produtos, com menos 49,4%, produtos florestais, com exportações 10,9% menores, e café, com recuo de 12,2% nas vendas. A receita com carnes, por exemplo, saiu de US$ 1,09 bilhão, em abril do ano passado, para US$ 970 milhões no mesmo mês deste ano. A queda foi registrada para carne bovina. Em carne de frango houve aumento. Apesar de que apenas Oriente ...

Apex prevê forte queda no comércio de bens de consumo

...ao governo federal. Teixeira calcula que a retração global das exportações brasileiras em 2009 atinja 15% em relação ao obtido no ano passado. Nenhum setor deverá apresentar ganhos. “É difícil falar em qualquer segmento sem retração. Certo é que a crise enveredou para uma queda do consumo pessoal”, afirmou. Para Teixeira, a...

Brasil é o segundo em ação antidumping, diz OMC

O Brasil foi o segundo país a mais abrir investiga

UE aplica sobretaxa de 25,9% sobre alumínio brasileiro

...sceram. As vendas brasileiras alcançaram 8.627 toneladas no ano passado comparadas a 12.798 toneladas em 2004, segundo dados apresentados no processo - que são diferentes daqueles registrados pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Já as exportações da China deram um salto de 1.150 toneladas para 35.340 toneladas. Segundo os europeus, a fatia de mercado do Brasil, entre os importados, é de 12,8% e da China de 30,7%. No mercado de Londres, o preço da tonelada de alumínio no primeiro semestre do ano passado alcançava US$ 2.914, mas aparentemente a UE acha que era vendido abaixo do custo da produção para seu mercado. Bruxelas aplicou também sobretaxa de 60% sobre velas importadas da China, provocando irritação entre varejistas britânicos. Eles reclamam que a medida é para proteger produtores mais caros da Alemanha e da Polônia. A medida da UE atinge as exportações de grandes empresas desse mercado no Brasil, como a CBA, a Novelis e a Alcoa. Procuradas, as companhias não se pronunciaram sobre o assunto. A Abal, que representa o setor no Brasil, também não deu declarações a respeito do impacto da sobretaxa no mercado nacional e possíveis reações da indústria. Fonte: Valor Econômico...

Argentina dará preferência a importações brasileiras

... produtores, segundo o acordo alcançado hoje pelo presidente da União Industrial Argentina (UIA), Héctor Méndez, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. Este foi o principal acordo que saiu da reunião mantida pelos dois dirigentes industriais em São Paulo, na qual discutiram medidas para melhorar os fluxos de comércio bilateral, informou a Fiesp, em comunicado. “Entendemos que a Argentina ...

Portaria SECEX N 9

...as, a saber: I - o resultado calculado na forma do § 1º do art. 73; e II - o resultado obtido pela comparação do valor da aquisição no mercado interno, com suspensão de impostos, informado no Sistema em dólares norte-americanos, com o mesmo valor líquido das exportações calculado no § 1º do art. 73." Art. 7º A empresa deverá incluir a(s) nota(s) fiscal(is) de compra no mercado interno na ficha "Cadastrar NF de compra no mercado interno" do comando "Item de compra Mercado Interno" do respectivo ato concessório no módulo correspondente do SISCOMEX Drawback, com as seguintes informações: nº da nota fiscal, data de emissão, CNPJ do emissor, quantidade e valor em real (o sistema incumbir-se-á de efetuar a conversão para dólares). Art. 8º O prazo de validade do drawback integrado será contado a partir da data do deferimento do respectivo ato concessório. Art. 9º Não poderão ser titulares de ato concessório de drawback integrado as empresas optantes do Simples Nacional, as tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado e as sociedades cooperativas. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às sociedades cooperativas de produção agropecuária. Art. 10. As operações indicadas nos artigos 90, 98 e 100 do Capítulo II da Portaria não se aplicam ao drawback integrado. Art. 11. A observância do disposto nos §§ 1º e 2º do art. 17 da Medida Provisória nº 451, de 2008, e do art. 9º acima, é de exclusiva responsabilidade do beneficiário do ato concessório de drawback integrado, sendo que o deferimento pela SECEX não implica presunção da referida observância. Art. 12. O ato concessório do drawback integrado será específico, ficando vedada a transferência para outros atos concessórios e para outros regimes aduaneiros especiais, bem como a conversão de atos concessórios concedidos em qualquer tempo para o integrado. Art. 13. A mercadoria admitida no regime não poderá ser destinada à complementação de processo industrial de produto já amparado por regime de drawback concedido anteriormente...

Região Sul terá escritório da Sala do Exportador

...iços de despacho aduaneiro e balcão de comércio exterior do Banco do Brasil entre outros. São parceiros no projeto a BM&F (Bolsa de Mercadorias e Futuros), Sindicato dos Despachantes Aduaneiros, Banco do Brasil, Correios e Telégrafos e Caixa RS. O suporte institucional fica de responsabilidade do Sebrae-RS, Fiergs, Mdic, Banrisul e Brde. Com informações do Jornal Agora - RS...

Dólar cai 1,72% e fecha no menor nível em seis meses

...s, bem abaixo do valor máximo alcançado em março, de US$ 14,3 bilhões. No âmbito externo, as bolsas de valores dos Estados Unidos operavam em alta no fim da tarde por uma percepção positiva da economia, à medida que investidores apostavam que a falta de capital do setor bancário será administrável. Dados menos ruins do mercado de trabalho também agiam positivamente sobre o mercado acionário. No Brasil, o principal índice da bolsa paulista, o Ibovespa, exibia mais fôlego e avançava cerca de 1,5% perto do fechamento. No mercado de câmbio doméstico, de acordo com os últimos dados disponibilizados pela BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista girava em torno de US$ 1,8 bilhão. Ante uma cesta com as principais moedas globais, o dólar tinha leve queda de 0,3%. Fonte: Reuters News...

Exportação fraca desanima calçadistas e têxteis

Conjuntura: Em abril, tentativa de recuperar terre

Preço de rejeitar a adesão da Venezuela ao Mercosul

...se considerarmos a defesa pró-Alca feita anteriormente pelos partidos de oposição, o superávit com os Estados Unidos é de apenas US$ 1,8 bilhões, e de US$ 10,2 bilhões no conjunto dos 27 países da União Europeia. A pauta de produtos exportados nos fornece outra indicação relevante do potencial mercado venezuelano. O Brasil é o 2º maior fornecedor venezuelano de automóveis, 2º de eletro-eletrônicos, 3º de máquinas e equipamentos, 5º de alimentos e 6º no setor farmacêutico. Seria interessante observar, a título de curiosidade, que o Estado representado pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores, Minas Gerais, é o que mais exporta para a Venezuela, após São Paulo, Estado da maior e mais poderosa federação de indústrias do país. Contudo, o espaço conquistado no mercado venezuelano não está totalmente assegurado. Após a decisão de Chávez de se desligar da Comunidade Andina, fato que permitiu ao Brasil o avanço sobre um mercado que era cativo da Colômbia e também do México, a China iniciou uma agressiva política comercial, assinando, inclusive, mais de 300 acordos comerciais com a Venezuela no início de 2009. Ou seja, a aprovação da adesão da Venezuela ao Mercosul significa melhorar ainda mais a inserção competitiva dos produtos brasileiros por meio da ampliação das margens de preferências comerciais em relação a terceiros países. A rejeição, por outro lado, às portas para os concorrentes extrabloco, mas principalmente para os chineses. É importante insistir neste ponto, pois a verdade é que o Brasil não possui muitos instrumentos para se contrapor à entrada de produtos chineses na Venezuela, dependendo quase que exclusivamente dos acordos tarifários vigentes. Assim, para manter a competitividade de sua indústria pelo mercado venezuelano, atualmente o Brasil goza de privilégios tarifários definidos pelo acordo celebrado entre países do Mercosul e da Comunidade Andina das Nações. Contudo, em função da saída da Venezuela da Comunidade Andina e do seu possível ingresso no Mercosul, tais privilégios serão encerrados em 2011. Em outras palavras, a reversão implica que as preferências desfrutadas pelo Brasil hoje em dia seriam extintas a partir deste ano. É ilusão imaginar que, eventualmente rejeitada pelo Senado, a Venezuela manteria o Brasil com um status comercial privilegiado. A partir de 2011, e com uma decisão negativa por parte dos senadores brasileiros, a Venezuela se encontraria numa espécie de limbo econômico institucional, situação ideal para o início da supremacia econômica chinesa em nosso querido solo sul-americano. Pelos dois motivos elencados acima, podemos dizer que a rejeição pelo Senado do protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul configura um desastre político e econômico para o país e para o continente. Fabiano Santos é cientista político, professor e pesquisador do IUPERJ/UCAM, é também coordenador do Núcleo de Estudos sobre o Congresso (NECON/IUPERJ). Márcio Vilarouca é cientista político e pesquisador do NECON/IUPERJ. Fonte: Valor Econômico...

Campanha para construir imagem do vinho brasileiro no mercado mundial

Para vencer um certo desconhecimento dos vinhos br

China supera EUA e torna-se maior parceiro do Brasil

O mês de abril marcou uma mudança histórica nas re

Exportações do Brasil se recuperam e superávit comercial dispara

...no de 2009, o saldo comercial alcançou US$ 6,7 bilhões, 51,3% mais que os primeiros quatro meses de 2008. Já a soma de importações e exportações, de US$ 80,2 bilhões, reduziu 19,5%, comparativamente aos primeiros quatro meses de 2008. Fonte: Zero Hora...

Importações crescem, entretanto não seguram tendência para o ano

...hega a ser ilusório, pois foi alcançado no ano passado e não integralmente em 2009”, acrescentou. Em relação a igual mês de 2008 (US$ 8,66 milhões), as importações de janeiro deste ano tiveram incremento 199,30%. A tendência, a partir de agora, é o volume de exportações cair devido à crise. 2009 - Erthal diz que os números do Porto Seco são positivos, mas, ressalta que o Estado tem potencial para crescer ainda mais. Ele atribui o bom desempenho das importações à aquisição de equipamentos e tecnologia pelas empresas que estão se instalando em Mato Grosso. Matéria-prima para a indústria, maquinários, mídia (CDs/DVDs), matéria-prima para indústria plástica e da borracha, pneus e agroquímicos foram os produtos mais procurados pelos importadores mato-grossenses no primeiro trimestre do ano. Entre as empresas que mais importaram estão a Sadia Oeste (Lucas do Rio Verde), Cargill (Primavera do Leste), Santana Têxtil (Rondonópolis) e Amaggi (Rondonópolis). EXPORTAÇÕES – Devido à desvalorização do real frente ao dólar e à falta de containers para armazenar os produtos, as exportações via Porto Seco estão praticamente paralisadas. “Praticamente não temos negócios, mas esperamos alavancar as exportações a partir da construção de um armazém no porto de Paranaguá (PR)”, informou Elton Erthal. Com informações Diário de Cuiabá...

Superávit brasileiro cresce 113% em abril

... US$ 465,8 milhões e em abril alcançou US$ 616,1 milhões. Os dados da balança comercial mostram ainda que os produtos básicos estão aumentando a sua participação. Eles representaram 45,4% do total embarcado pelo Brasil no mês de abril ante 39% em março e 32,8% no mesmo mês de 2008. Por outro lado, os produtos industrializados estão perdendo espaço na pauta exportadora brasileira. Eles representavam 58,8% no mês de março e passaram para 52,5% em abril. Em abril de 2008, os produtos industrializados representavam 64,8% da pauta de embarques do Brasil. Embarques de soja aumentam 70% em volume e batem recorde As exportações brasileiras de soja em grão cresceram 70% em volume no mês de abril na comparação com março, um recorde histórico. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, os embarques da oleaginosa somaram 4,493 milhões de toneladas, ante 2,643 milhões de toneladas embarcadas no mês anterior. Na comparação com abril de 2008 também houve crescimento: naquele mês o Brasil exportou 3,346 milhões de toneladas do grão. O último recorde mensal havia sido registrado em maio de 2008, quando o Brasil exportou 4,442 milhões de toneladas de soja em grão. Enquanto o volume exportado cresceu, o preço médio da tonelada exportada se mantém em queda: foi de US$ 343,2 em abril, de US$ 368,3 em março e de US$ 417,6 em abril do ano passado. As exportações de derivados de soja também tiveram um incremento em abril. De farelo foi embarcado 1,295 milhão de toneladas, 54% a mais que em março, quando o volume atingiu 840,2 mil toneladas. De óleo foram embarcadas 162,5 mil toneladas, contra 120,5 mil toneladas em março, aumento de 35%. Em abril de 2008, o volume exportado de farelo foi de 819 mil toneladas e de óleo, de 102,8 mil toneladas. O Brasil exportou 10% menos milho em abril. O volume embarcado foi de 404,4 mil toneladas ante 451,9 mil toneladas em março. Na comparação com abril de 2008 também houve queda no volume exportado de milho. Naquela ocasião, os embarques do cereal somaram 511,5 mil toneladas. No acumulado do ano, as exportações de milho pelo Brasil totalizam 2,934 milhões de toneladas, 36% acima do volume embarcado nos primeiros quatro meses de 2008, que foi de 1,887 milhão de toneladas. Em abril, o preço médio do milho exportado pelo Brasil foi de US$ 148,2 a tonelada, ante US$ 169/tonelada em março. Em abril de 2008, o valor obtido na venda do produto foi bem maior: de US$ 223,7/tonelada, em média. A receita obtida com as exportações de milho no mês de abril foi de US$ 59,9 milhões. Bovinos As vendas externas de carne bovina em abril renderam ao Brasil US$ 247,7 milhões, um crescimento de 6,04% em comparação com março. O número, porém, equivale a uma retração de 19,53% em relação ao mês de abril do ano passado, quando o faturamento com as exportações de carne bovina foi de US$ 307,8 milhões no País. O volume embarcado no mês passado foi de 85,1 mil toneladas, um aumento de 3,65% em comparação com março passado, mas uma queda de 4,92% em relação a abril de 2008, quando saíram dos portos brasileiros 89,5 mil toneladas do produto. O preço médio da tonelada da carne bovina vendida ao exterior no mês de abril foi de US$ 2.909,80, valor 2,3% superior a março passado, mas 15,4% menor do que o registrado em abril de 2008. Suínos O segmento registrou em abril receita cambial de US$ 95,3 milhões, resultado 0,53% superior a março mas 22,7% inferior a abril de 2008, quando as vendas externas somaram US$ 123,3 milhões. Já o volume embarcado no mês passado foi de 48,1 mil toneladas, o que representa um crescimento de 7,37% sobre março e aumento de 8,33% sobre as 44,4 mil toneladas exportadas em abril de 2008. Houve uma retração nos valores de abril, que fechou o mês a US$ 1.982,60 a tonelada, queda de 6,25% em relação a março e de 28,6% em comparação com abril de 2008. Frangos As exportações de carne de frango registradas no mês passado proporcionaram receita cambial de US$ 424,4 milhões, 18,98% a mais do que março e aumento de 4,3% sobre abril do ano passado, quando as vendas externas renderam US$ 406,9 milhões. No que se refere aos volumes, o resultado de abril mostra embarque de 308,2 mil toneladas, desempenho 10,47% superior a março e 28,26% superior a abril de 2008, quando foram exportadas 240,3 mil toneladas. O preço médio do mês passado foi de US$ 1.377 a tonelada, 7,7% superior a março, mas 18,7% menor do que abril do ano passado. Açúcar As exportações brasileiras de açúcar atingiram, em abril, o volume de 1,3 milhão de toneladas. O montante é ligeiramente superior ao 1,297 milhão de toneladas verificado às exportações de março e 36,6% maior que o registrado em igual período de 2008, quando o volume exportado ficou em 951 mil toneladas. Do total exportado em abril, 964,4 mil toneladas foram de açúcar demerara, alta de 69,4% ante abril de 2008, e 335,7 mil toneladas foram de refinado, queda de 12,16% ante igual período do ano passado. Em abril, a receita obtida com as exportações ficou em US$ 404,7 milhões, queda de 0,5% em relação a março, mas alta de 48% ante resultado de abril de 2008, quando as vendas atingiram US$ 273,7 milhões. Do total registrado em março, US$ 289,7 milhões vieram de venda de demerara e US$ 115 milhões da venda de refinado. Sucos A receita com a exportação de suco de laranja movimentou US$ 118,1 milhões em abril, queda de 30% ante os R$ 168,7 milhões faturados no mesmo mês do ano passado e de 36,5% ante US$ 186 milhões de março de 2009. O volume exportado em abril foi de 160,5 mil toneladas, 25,78% maior que as 127,6 mil toneladas de abril de 2008 e 21,24% inferior às 203,8 mil toneladas de março deste ano. No acumulado do primeiro quadrimestre de 2009, a indústria brasileira, maior produtora e exportadora mundial de suco de laranja, faturou US$ 548,2 milhões para um volume de 608,7 mil toneladas, segundo dados da Secex. O preço médio da tonelada exportada de suco em abril, de US$ 735,90, foi 44,3% inferior aos US$ 1.321,7/tonelada de abril do ano passado e 19,38% menor que os US$ 912,8/tonelada de março deste ano. Café A exportação de café em abril (20 dias úteis) alcançou 2,319 milhões de sacas de 60 kg, o que representa elevação de 16,01% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram embarcadas 1,999 milhão de sacas. Em termos de receita cambial, porém, houve queda de ...

Brasil e Argentina fazem acordo na área de lácteos

Comércio: Foram acertados preços mínimos e cota má

China reage e salva exportação do Brasil/

..., encolheria US$ 1,8 bilhão, calcula a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). “Tirando o Japão, o bloco asiático tem um potencial comercial muito grande”, diz o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral. O presidente Lula visitará a China nos dias 18 e 19. (1ª Página) China vira principal comprador do Brasil Com alta de 61% nas compras, China passa os EUA na lista de importadores A China está salvando as exportações brasileiras em meio à recessão global. Em março, pela primeira vez o país foi o principal destino dos produtos nacionais, desbancando a liderança histórica dos Estados Unidos. As exportações para China no primeiro trimestre cresceram 62,67% em valor e 41,47% em quant...

Cooperativas se destacam frente às exportações brasileiras

...eqüência figuram o setor sucroalcooleiro (24,81%), que corresponde aos açúcares e ao álcool etílico, e as carnes (18,69%). O café, cereais (milho, trigo, arroz e cevada), algodão e leite e laticínios aparecem na seqüência, com representações de 13,49%, 4,05%, 3,56% e 1,82%, respectivamente. Líder nas vendas das cooperativas ao exterior, o complexo soja somou um total de US$ 197,1 milhões entre janeiro e março de 2009, crescimento de 7,23% em relação ao primeiro trimestre de 2008, quando foram embarcados US$ 183,8 milhões. Os grãos apresentaram liderança no setor, representando 48% do total (US$ 94,3 milhões). Quanto ao complexo sucroalcooleiro, o destaque ficou para os açúcares, com uma participação de 59% no primeiro trimestre de 2008 (US$ 86,4 milhões) e de 91% em 2009 (US$ 150,9 milhões). As vendas externas desse grupo de produtos registraram crescimento de 13,5%, com um total de US$ 165,8 milhões. Mercados de destino A Alemanha aparece em primeiro lugar entre os mercados de destino dos produtos cooperativistas no primeiro trimestre de 2009, com US$ 74,8 milhões, frente a US$ 92,4 milhões em 2008, registrando uma retração de 19%. No mesmo período, foi observado crescimento nas aquisições feitas pela China, que tem como meta dobrar os seus estoques de soja e, logo, elevou os embarques de grãos provenientes das cooperativas em 57,11%. Os Países Baixos, seguindo essa linha, mostraram incrementos nos embarques de soja em grão (+145,56%), farelo de soja (+75,67%) e café verde (+53,12%). A Arábia Saudita também influenciou positivamente no resultados das exportações nesse período, com crescimento de 102,75% frente a 2008, puxado pelas compras de US$ 58,49 milhões (+167,98%). Ao mesmo tempo, a desaceleração econômica provocada pela crise resultou em decréscimos nas importações de outros países como Japão, R...

Atraso em Itajaí provoca protestos

Cerca de 300 trabalhadores fizeram um protesto na

Importador compra terra no exterior

...uturos de arroz, por exemplo, alcançaram a maior alta histórica nesta semana do ano passado. A alta se deve ao receio das importadoras e investidores de que a oferta não será suficiente para atender à demanda. A ONU defendeu a adoção de medidas mundiais coordenadas para solucionar a crise dos alimentos diante do salto dado pela inflação e do aumento da fome. A Arábia Saudita, maior economia do mundo árabe, vai fundar empresa de US$ 800 milhões para investir em projetos agrícolas no exterior, já que o país tenta aumentar a oferta de alimentos, segundo revelou a estatal Agência de Notícias Saudita. O governo da Coreia do Sul vai emprestar recursos às empresas que desenvolverem fazendas no exterior, disse o ministro de Alime...

Seca deve reduzir ainda mais embarques do Sul

... Rio Grande do Sul (Farsul), calcula que a safra de soja 2008/09 do Estado deve diminuir 1,5 milhão de toneladas, ou 20% das 9 milhões previstas anteriormente. Impacto que deve ser refletido proporcionalmente nas vendas ao mercado externo. Além de afetar os embarques da oleaginosa, a estiagem que assola as plantações deve decretar ainda uma sensível redução na área plantada de trigo. Segundo Rodrigues, mais de...

Carne suína: brasil exporta 51 mil toneladas em março

...ultado ainda 14 % inferior ao alcançado no período de outubro de 2007 a março de 2008. "Embora os volumes estejam até mesmo acima das expectativas iniciais, a lucratividade, ou melhor, a falta dela, na exportação é uma constante", analisa Pedro de Camargo Neto. "A queda de preços, de todos os cortes e de carcaça, em todos os mercados, é motivo de grande preocupação. Os esforços para elevar um pouco os preços ainda não produziram os resultados necessários", acrescenta. Em receita, as exportações de carne suína de março atingiram US$ 104,16 milhões, em relação a US$ 102,25 milhões em março de 2008, um pequeno crescimento de 1,86%. O preço médio obtido no mês passado foi de US$ 2,04 mil a tonelada, ante os US$ 2,39 mil registra...

Exportador busca saídas para queda na demanda

As indústrias exportadoras enfrentam o mais baixo

Exportação brasileira de mel cresce quase 12% em março

...u apenas 3,264 mil toneladas, alcançando uma receita de US$ 6,239 milhões. Os dados constam do levantamento consolidado pelo analista do Sebrae Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Os Estados Unidos permanecem como grandes compradores do mel brasileiro. Em março, 2,038 mil toneladas de mel, o correspondente a US$ 4,625 milhões, foram destinadas a esse país. A Alemanha importou 549,814 toneladas , totalizando em valor US$ 1,550 milhão. O Reino Unido foi responsável pela importação de 247,260 tone...

Exportações fracas farão produção industrial cair 4,5% este ano, diz Ipea

... mais afetados, a queda quase alcança ou até ultrapassa 10% "Estamos levando em conta o impacto direto na produção, que pode estar um pouco subestimado", alertou a coordenadora de Política Industrial do Ipea, Fernanda de Negri. "Se levamos em conta os encadeamentos da indústria, o impacto pode ser maior", comentou, lembrando o exemplo da indústria automobilística, da qual dependem vários outros setores industriais, como o de couro, usado nos estofamentos dos veículos. De Negri notou, porém, que a ligeira recuperação sentida por alguns setores industriais, inclusive o automobilístico, com medidas lançadas pelo governo, podem contribuir para reduzir o impacto da queda das exportações. Como afirmou o diretor de Estudos Setoriais do Ipea, Márcio Wohlers, o levantamento, ao apontar onde estão os maiores estragos feitos pela redução do mercado externo, dev...

Mercado interno pode compensar queda expressiva das exportações , afirma Ipea

A indústria da transformação sofreu uma queda médi

Chile libera importação de carne bovina do Brasil

... de carne bovina para o Chile alcança cerca de 100 mil toneladas por ano, conforme cálculos da Abiec. O Brasil pode se tornar em breve o principal fornecedor de carne bovina para o Chile, tomando mercado de países como Argentina e Uruguai, que representam, respectivamente, 45% e 41% do volume importado. Cançado criticou a demora na liberação das exportações pelo governo chileno. "Foram quatro anos para o reconhecimento do Brasil como área livre de aftosa e mais 4 meses para a habilitação das 16 unidades". "Outros países precisaram de 1 ano e meio entre o reconhecimento e as primeiras habilitações", concluiu. Com informações da Agência Estado...

Comércio mundial dá sinais de reação

Jamil ChadeEstudo calcula alta de 0,8% em fevereiro, após cair 5,9% e...

Carnes: cautela deve ser mantida apesar da alta na exportação de frango

... de carne de frango em março (alcançando 306,5 mil toneladas), o setor ainda necessita manter uma posição de cautela quanto a produção. "Houve recuperação nos embarques, mas ainda é preciso manter controlado o volume disponibili...

Economia de SC dá sinais de retomada

...Indústrias do Estado (Fiesc), Alcantaro Corrêa, essa crise tem muito de fantasia, porque vários setores estão se movimentando, buscando novos nichos, novos mercados e novas tecnologias. Contudo, ele reconhece que houve uma queda geral da atividade econômica no mundo inteiro. Constatou in loco, por exemplo, há poucos dias, a atividade 30% menor no porto de Cingapura, na Ásia. _ Há uma dificuldade geral, mas que vai ter um bom desfecho porque todo mundo está sendo criativo, reduzindo custos, brigando por seus direitos e cobrando dos políticos _ diz Corrêa. Conforme o presidente da Fiesc, o setor de SC com mais dificuldad...

Encomex 2009 traz novidades para o público de comércio exterior

...seguro no comércio exterior; balcão de comércio exterior; cooperativismo; defesa da indústria; barreiras técnicas; promoção comercial e atração de investimentos estrangeiros para o Estado; Progex; o programa “Primeira Exportação” em Goiás; procedimentos aduaneiros na importação; auto-diagnóstico empresarial; “Como Exportar para União Européia”; mecanismos de apoio ao comércio exterior; Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex); despachos aduaneiros e contratos; exportação de serviços; “Exporta Fácil” e os setores de Alimentos, Confecções, Artesanato, Sucos e Bebidas, Calçados e Jóias e Bijuterias. O novo modelo do Encomex foi idealizado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) em parceria com o Instituto Mercadológico das Américas (IMA). Constituem importantes apoiadores da realização do evento a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX-Brasil), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Banco do Brasil, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), entre outros. Outra n...

Moeda local pagou apenas 0,12% do comércio entre Brasil e Argentina

Seis meses depois de autorizadas, as trocas de mer

Sistema Moeda Local foi utilizado por 136 empresas

...00 a US$ 13.500) e a média só alcançou a cifra de US$ 90 mil pela presença de duas operações feitas por grandes empresas. O novo sistema, apesar de ter movimentado uma parte muito pequena da corrente de comércio entre os dois países, está sendo considerado um sucesso pelos governos brasileiro e argentino justamente por ter atraído os micro empresários. "São eles que pagam os custos mais altos nas transações bancárias de câmbio", disse um técnico do BC argentino que participou de toda a montagem do sistema desde o começo, mas pediu para não ser identificado. Os bancos cobram entre 1% e 3% do valor da operação em tarifas bancárias sobre transações de câmbio. Com base no valor médio de cada operação, o uso Sistema de Pagamentos em Moeda Local pode ter representado até US$ 2.700 de economia em comparação com o sistema normal. Quanto menor a empresa, maior a redução ...

Superávit da terceira semana de abril é de US$ 328 milhões

...64,1 milhões). As exportações alcançaram US$ 38,178 bilhões (média diária de US$ 523 milhões) e as importações, US$ 33,501 bilhões (média diária de US$ 458,9 milhões). Semana A média diária das exportações na terceira semana de abril (US$ 551,2 milhões) representou uma retração de 9,1% em relação à média de US$ 606 milhões apurada na segunda semana. De acordo com as estatísticas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do MDIC, esse decréscimo foi provocado pela queda nos embarques de produtos básicos (menores em 13,7%), passando de US$ 289 milhões para US$ 249 milhões. Caíram as vendas de farelo de soja, petróleo em bruto, carnes bovina, suína e de frango e milho em grão. As exportações de manufaturados diminuíram 6,9%, passando de US$ 242,3 milhões para US$ 225,7 milhões, em função de queda nas vendas, principalmente, de aviões, etanol, automóveis de passageiros, veículos de carga, chassis com motor e motores e geradores elétricos. Já as exportações de semimanufaturados registraram alta de 2,3% (de US$ 64...

Setor de tecnologia quer exportar, mas esbarra na burocracia

Empresas brasileiras de tecnologia de informação e

Superávit da terceira semana de abril é de US$ 328 milhões

...64,1 milhões). As exportações alcançaram US$ 38,178 bilhões (média diária de US$ 523 milhões) e as importações de US$ 33,501 bilhões (média diária de US$ 458,9 milhões). Fonte: MDIC...

Barreiras argentinas já preocupam empresários locais

As barreiras argentinas às importações começam a p

Para analistas, exportação reduz desempenho

A recuperação da produção industrial é a variável

É preciso enriquecer o perfil das exportações

...ento da crise, as commodities alcançaram quedas menores que as dos industrializados, tanto em volume como em valor. Os coordenadores do estudo da Fiesp insistem na forte redução da demanda nos países ricos e que esse fato atinge de forma diferenciada produtos básicos e industrializados. Apesar dessa explicação, a perda de espaço em produtos manufaturados é preocupante. Esse fato, por outro lado, é também produto da escolha estratégica feita pela política comercial brasileira. Um professor da Unicamp, analisando a pauta de exportação brasileira, ponderou que os compradores de industrializados brasileiros, da América do Sul e de outros mercados como a África sofrem fortes reflexos da crise, ainda maiores que os enfrentados pela economia brasileira. As exportações desses países perderam muito preço e mercado com a crise e, portanto, eles pouco podem comprar do Brasil. Como esses países representam a maior fatia geográfica das exportações de maior valor agregado, os volumes vendidos de produtos industrializados caíram muito. O grave é que até mesmo nas vendas de commodities o Brasil pode ter feito escolhas equivocadas, incluindo exportação de petróleo. Por ...

Exportações de etanol ensaiam recuperação

... de produção do álcool anidro alcançam R$ 0,756 o litro, mas as usinas vendem o produto por R$ 0,58. O hidratado tem um custo de R$ 0,818, com venda a R$ 0,66. Os custos para o açúcar chegam a 10,7 centavos de dólar por libra-peso. Para a safra 2009/10, a produção de cana está estimada 601 milhões de toneladas, um crescimento de 6,3% em relação ao ciclo anterior (565,12 milhões). A oferta de açúcar ficará em 35,4 milhões de toneladas, aumento de 15,4% sobre a safra anterior, e a de álcool alcançará 27,73 bilhões de litros, com ligeira alta de 1,3%, de acordo com a Datagro. O fatia da produção destinada ao álcool deverá cair de 60,37% para 57,2% neste ciclo. A do açúcar deve subir de 39,63% para 42,8%. Os embarques de álcool na temporada 2008/09, que estão estavam estimados em 5,05 bilhões de litros, foram revistos para 4,85 bilhões de litros. Para 2009/10, deverão recuar 16,5%, para 4,05 bilhões de litros. A baixa remuneração do álcool deverá comprometer a renda de boa parte das destilarias independentes do país, uma vez que não produzem açúcar. A forte queda da produção da Índia tem dado suporte às cotações da commodity no mercado internacional. Segundo Arnaldo Corrêa, da Archer Consulting, cerca de 40% da produção de açúcar para a safra 2009/10 já estão com preços fixados. As fixações médias têm sido feitas em cerca de 13,7 centavos de dólar por libras-peso. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

Exportação de calçados gaúchos cai 39,6%

O volume embarcado pelo RS diminuiu para menos de

IPI de linha branca deve ser zerado por três meses

... Desonerações tributárias desfalcam o Tesouro e exigem medidas compensatórias. Recentemente, o governo anunciou o aumento da carga tributária sobre os cigarros para recuperar parte da arrecadação perdida com a redução do peso de impostos e contribuições nos segmentos de veículos, habitação e investimentos na Região Norte. Com informações Jornal Valor Econômico - SP...

Exportações de arroz sobem 50% no trimestre

... de uma safra cheia, que pode alcançar 7,8 milhões de toneladas contra 7,5 milhões no ano passado - seja possível alcançar patamares recordes de exportação, chegando a 900 mil toneladas. Em 2008 os envios chegaram a 790 mil. O incremento nas exportações tem contribuído também para o fortalecimento dos preços internos, atualmente estabilizados em plena safra e com boas possibilidades de recuperação nas próximas semanas, juntamente com a disponibilidade de recursos para o carregamento dos estoques (EGF) e a implantação do programa de leilões de opções públicas a partir da próxima semana. Se contabilizado apenas o mês de março, o incremento em relação a 2008 foi de 30%, com as vendas externas chegando a 70,4 mil toneladas, sendo que o Estado contribuiu com 88% das operações. As previsões para abril são de chegar aos mesmos patamares de 70 mil toneladas, mas com um pouco mais de dificuldade em função de espaço no porto do Rio Grande. "Neste mês começa a concorrência com a soja", avalia Fischer. Por Jornal do Comércio / RS...

Exportações do agronegócio caem 9,4% no 1º trimestre

...ssem 20,5% em moeda nacional, alcançando R$ 29,1 bilhões. Apesar da queda registrada nos valores em dólar, alguns produtos registraram aumento neste trimestre, como o complexo soja (11,9%), complexo sucroalcooleiro (29,3%), fumo e seus produtos (13,4%), animais vivos (41,8%), produtos apícolas (152,6%), cereais, farinhas e preparações (9,3%), produtos oleaginosos (9,4%), e hortícolas (83,8%). Ainda influenciado pelo bom desempenho das exportações agrícolas no período que antecedeu a crise financeira internacional, em setembro do ano passado, o resultado da balança comercial do...

IPI para máquinas e insumos pode acabar

Importar máquinas, equipamentos e insumos pode cus

Exportações gaúchas caem 29,4% no primeiro trimestre do ano

Desempenho ficou bem abaixo da média nacional, que

Dólar fecha a R$ 2,20, menor taxa desde janeiro; Bovespa ganha 0,63%

...e São Paulo) valoriza 0,63% e alcança os 44.117 pontos. O giro financeiro é de R$ 4,10 bilhões. Nos EUA, a Bolsa de Nova York sobe 0,21%. Os preços da moeda americana oscilaram entre R$ 2,214 e R$ 2,192, no quinto dia em que a cotação terminou o dia abaixo do patamar de R$ 2,25. Profissionais de mercado notam que realmente houve um alívio nas expectativas mais pessimistas do m...

Pagamento de serviços no exterior será isento de IR

BRASÍLIA -- O governo vai isentar de Imposto de Re

Vizinhos querem estabelecer cotas para móveis brasileiros

...Abimóvel), os argentinos vão calcular os volumes das exportações brasileiras e propor um percentual de redução temporária. "Vamos discutir, a realidade hoje é que a exportação é zero." Os fabricantes brasileiros reclamam que os embarques estão paralisados desde 26 de março, quando a Argentina aplicou o entrave burocrático. O país foi o segundo cliente do Brasil em 2008 e absorveu 12% das exportações. "Com essa crise, como vamos conseguir um novo mercado?", disse Fernandez. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

DECRETO No- 6.814, DE 6 DE ABRIL DE 2009

Regulamenta a Lei no 11.508, de 20 de julho de 200

Exportador quer apoio técnico para ZPEs

...portação (Abrazpe), Helson Cavalcante Braga, defende a urgência na criação de uma secretaria- executiva para o acompanhamento técnico da Zona de Proc...

Ásia tem oportunidades na área de alimentos e móveis, constata FIESC

... presidente do Sistema FIESC, Alcantaro Corrêa, que chefia missão. Um dos últimos compromissos foi a visita realizada nesta sexta-feira à Singapore Furniture Industries Council, entidade que representa o setor de móveis. "Apenas uma empresa brasileira participa da mais importante feira de móveis. Eles estão formatando uma missão ao Brasil e vamos organizar a vinda deles para Santa Catarina. Mostraremos que temos matéria-prima certificada e tecn...

Cresce o impacto de barreira argentina na exportação brasileira

O impacto do protecionismo argentino aumentou sens

Recua o ritmo dos embarques e das vendas futuras de milho

...is por hectare ao produtor", calcula. O CAT de Tupanciretã tem 83 associados que cultivam 100 mil hectares e 300 mil toneladas de grãos produzidos ao ano. Esses agricultores são pioneiros no plantio de soja transgênica. A região tem a maior produtividade do Rio Grande do Sul e é considerada a "capital nacional da soja transgênica". Por Gazeta Mercantil/Gilmara Botelho...

Missão da FIESC abre caminho para empresas catarinenses em Cingapura

...upo, liderado pelo presidente Alcantaro Corrêa, é abrir caminho para que empresas catarinenses ampliem suas vendas para o país, com destaque para os setores de móveis e carnes, bem como fechar parcerias para a obtenção de conhecimento técnico nos s...

Missão da FIESC abre caminho para empresas catarinenses em Cingapura

...upo, liderado pelo presidente Alcantaro Corrêa, é abrir caminho para que empresas catarinenses ampliem suas vendas para o país, com destaque para os setores de móveis e carnes, bem como fechar parcerias para a obtenção de conhecimento técnico nos s...

Exportação de café em março foi de 2,302 mi de sacas, informa MDIC

...arço, que teve 22 dias úteis, alcançou 2,302 milhões de sacas de 60 quilos, o que representa elevação de ...

Queda na importação garante superávit

...útil). Estes resultados foram alcançados apesar da queda nas vendas ao exterior, pois o recuo das importações foi maior. Entre janeiro e março, as exportações recuaram 19,4% sobre 2008 e as importações foram 21,5% menores. Caíram, principalmente as compras de combustíveis e lubrificantes, matérias primas e bens intermediários e bens de consumo duráveis, um reflexo da retração econômica, da queda de preços internacionais e, em grande medida, da v...

Indústria do Brasil quer aproveitar acordos de livre comércio do Chile

Sergio Leo Sem acordos de livre comércio com os pa

Porto de Paranaguá começa a embarcar safra agrícola

...ão de toneladas do grão. Para alcançar esse volume, a empresa conta com dois novos silos graneleiros no Porto de Paranaguá. As novas estruturas ampliaram a capacidade estática de armazenagem da empresa, que passou a ser de 110 mil toneladas. No ano passado o Porto de Paranaguá exportou mais de 14 milhões de toneladas de granéis sólidos (soja, farelo, milho e açúcar). Deste total, passaram pelo Corredor Público de Exportação 9 milhões de toneladas de produtos. Entre janeiro e 29 de março deste ano, já foram exportadas 1,1 milhão de toneladas de soja, volume semelhante ao embarcado no ano passado. As exportações de milho e açúcar seguem tendência de crescimento, com aumentos de 51% e 13%, respectivamente em comparação a 2008. "Este ano deverá ser mais promissor, porque já foram embarcadas 500 mil toneladas em janeiro, 550 mil toneladas em fevereiro e até o dia 24 de março foram 852 mil toneladas. Se continuarmos nessa progressão nós ultrapassaremos o volume do ano passado e poderemos chegar a 12 milhões de toneladas, consolidando o porto como o principal do Brasil para embarq...

BC: recuperação global dever ocorrer só em 2010

...ásico da política econômica, calcado no tripé metas para a inflação, ajuste fiscal e taxa de câmbio flutuante está consolidado e combina resiliência e flexibilidade", diz o BC. Com informações Jornal O Estado de S. Paulo...

BC: recuperação global dever ocorrer só em 2010

...ásico da política econômica, calcado no tripé metas para a inflação, ajuste fiscal e taxa de câmbio flutuante está consolidado e combina resiliência e flexibilidade", diz o BC. Com informações Jornal O Estado de S. Paulo...

Brasil reduz Lista de Exceções à TEC de 99 para 92 produtos

... locomotivas e o medicamento calcitonina. Aprovada pelo Conselho de Ministros da Camex, em reunião realizada na terça-feira (24/3), a resolução entrará em vigor a partir do dia 1º de abril. Com a retirada das peças para a indústria ferroviária: bielas (NCM 8409.99.11); blocos de cilindros, cabeçotes e cárteres (NCM 8409.99.12); injetores – incluídos os bicos injetores (NCM 8409.99.13); pistões ou êmbolo...

Brasil reduz Lista de Exceções à TEC de 99 para 92 produtos

... locomotivas e o medicamento calcitonina. Aprovada pelo Conselho de Ministros da Camex, em reunião realizada na terça-feira (24/3), a resolução entrará em vigor a partir do dia 1º de abril. Com a retirada das peças para a indústria ferroviária: bielas (NCM 8409.99.11); blocos de cilindros, cabeçotes e cárteres (NCM 8409.99.12); injetores – incluídos os bicos injetores (NCM 8409.99.13); pistões ou êmbolo...

CALÇADOS - Calçados ignoram crise graças às exportações

E será graças a ele que o segmento deve fechar o a

CALÇADOS - Calçados ignoram crise graças às exportações

E será graças a ele que o segmento deve fechar o a

Impasse diminui cargas em Navegantes e Itajaí

...) um aditamento do contrato. Calcula que para retirar um milhão de metros cúbicos de sedimentos serão necessários mais R$ 7,5 milhões. "Até o final desta semana deveremos resolver o impasse e retomar os trabalhos", diz. Se efetivamente ocorrer a retomada das obras até amanhã, levará 15 dias para a sua finalização. O Draga Brasil foi escolhido em janeiro após a análise técnica feita pela SEP. O contrato foi orçado em R$ 17,5 milhões, R$ 10 milhões a menos que o valor proposto pelo segundo colocado, o consórcio Sino-Brasileiro. As outras companhias integrantes do consórcio vencedor são a EIT Empresa Industrial Técnica S/A, Ltda, Equipav S/A Pavimentação e Comércio e a CHEC Dredging Co. Ltda. O diretor comercial do porto de Itajaí, Robert Grantham afirma que houve divergências entre ...

Latino-americanos impressionados com inovação nas máquinas brasileiras

Há seis anos, a Associação Brasileira das Indústri

Queda no volume físico de importações em fevereiro é recorde

...ércio Exterior (Funcex), que calcula o índice de quantum. "A queda observada neste início de ano é a maior já registrada em toda a série histórica (que se inicia em 1978), maior inclusive que as contrações ocorridas em 1982-1983 (auge da crise da dívida externa) e em 1999 (após a flutuaçã...

Rússia deve alterar sistema de importação de carnes

Através da Resolução nº 211, de 10 de março de 200

Brasil foi o 2º fornecedor de carnes avícolas da Rússia em 2008

... produto brasileiro foi o que alcançou melhor remuneração, superando em 58% a média geral e em 77% o preço médio obtido pelos EUA. Com informações do Portal Newscomex...

Nova regra aduaneira é arma para aumentar as exportações

O novo regulamento aduaneiro, em vigor desde o iní

Os portos públicos e o marco regulatório

...da alguma, o ano de 2008 foi palco de importantes discussões sobre o marco regulatório p...

Comércio mundial deve recuar 9% em 2009

Os volumes do comércio mundial deverão recuar 9% e

Brasileiros e argentinos discutem restrições

Na próxima quarta-feira (25), representantes de se

Brasil tenta recuperar fluxo comercial com a Argentina

... Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, o motivo apresentado foi à quebra na produção de alimentos por motivos naturais, sofridos pela Argentina. "O nosso vizinho sofreu uma forte seca, o que prejudicou sua produção no trimestre passado e no primeiro trimestre deste ano, e fez com que fosse importado um número superior de produtos." Contudo, Flores adicionou o problema de linhas de crédito para exportação enfrentado pelo Brasil em janeiro, o que impediu que propostas de negócios e contratos comerciais fossem efetivamente concluídos, e que após a intervenção governamental no início de fevereiro estas puderam ser concluídas, o que ocasionou a elevação neste mês, comparada com janeiro deste ano. A balança comercial brasileira registrou aumento na exportação de produtos básicos e produtos manufaturados na comparação com janeiro deste ano de 129,49% e 5,29% respectivamente, enquanto os produtos semimanufaturados sofreram uma queda de 4,66% na mesma comparação. Ao analisar o mesmo mês do ano anterior e este mês, pode-se perceber quedas de 50,68% na exportação dos produtos básicos, 71,47% nos produtos semimanufaturados e 46,33% nos produtos manufaturados. "A questão é que o consumo da Argentina diminuiu, tendo sua primeira queda devido o efeito psicológico da crise mundial seguido pela escassez de crédito. Hoje , podemos perceber a retração para haver um prejuízo e uma desestabilização menores na economia", argumenta Flores. Mercosul De acordo com o diretor de Relações Internacionais econômicas da Associação nacional dos executivos de finanças, administração e contabilidade (Anefac), Roberto Vertamatti, o Mercosul foi criado com uma concepção corretamente aplicada, mas na prática não é possível alcançar um mercado comum. Ele explica que a legislação caminha para esse sentido, no entanto desde a crise interna Argentina este processo anda lento. "Deveria haver um diálogo maior a respeito do problema e com isso, a corrente comercial seria elevada." Fora isto, Fl...

Exportação de calçados do CE caiu mais de 20%

...no consumo lá fora acabou nos alcançando aqui”. No entanto, Mendonça pondera um aspecto positivo: “Tivemos queda de 21% nas exportações e de apenas 7% no faturamento, o que significa que caímos no produto mais popular e que o Estado passou a exportar artigos com maior valor agregado”, observa. Segundo ele, o setor demonstra otimismo a partir do quarto mês do ano. “Em abril, espera-se uma retomada no consumo, o que deve fazer com que comecemos a recuperar as nossas exportações”, prevê o presidente do Sindindústria. Rio Grande do Sul Enquanto o Ceará destaca-se sendo o Estado com o volume mais amplo de pares embarcados a outros países, o Rio Grande do Sul é o primeiro quando se remete a montante financeiro embarcado. Mas, no primeiro bimestre desse ano, as indústrias gaúchas também já sentiram os efeitos da retração no consumo. Por lá, houve redução de 39,36% no volume físico embarcado, totalizando assim, 7,7 milhões de pares. O faturamento seguiu a tendência e também ficou negativo em 29,55%. Os gaúchos receberam US$ 160,7 milhões nos dois primeiros meses deste ano. No mesmo período de 2008, o faturamento havia ...

Exportação brasileira deve cair 11% em 2009

As exportações brasileiras devem cair em pelo meno

Exportações do Estado caem mais que a média

...esultado, o Rio Grande do Sul alcançou a terceira posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo (29,32%) e Minas Gerais (13,94%). Em relação a fevereiro do ano anterior, o seu desempenho (-26,8%) ficou abaixo do nacional (...

Exportação do agronegócio chega a R$ 8,44 bilhões

...importações diminuíram 39,8%, alcançando US$ 692 milhões. Ainda assim, a balança comercial do agronegócio registrou superávit de US$ 2,959 bilhões. Seguindo a tendência, já apontada em janeiro de 2009, as exportações de cereais, farinhas e preparações apresentaram crescimento no último mês, impulsionadas pelas exportações de milho. A quantidade embarcada da commodity aumentou 130,6% em relação a fevereiro de 2008, passando de 325 mil toneladas para 749 mil de toneladas. Os preços foram 20,4% inferiores, resultando numa receita 83,6% superior, de US$ 67 milhões para US$ 122 milhões. O valor das exportações também registrou aumento para o complexo sucroalcooleiro (1,8%), passando de US$ 485 milhões para US$ 493 milhões. O incremento é resultado da alta nos preços do açúcar (15,5%) e do álcool (5,1%), e do incremento do volume exportado de açúcar (16,5%). Esse foi 34,5% superior ao de 2008, com total de US$ 439 mi...

Argentina e Brasil vão buscar acordos setoriais

Marina Guimarães, Buenos Aires Países garantem que

Embarques de carne suína surpreendem

...arques de carne suína do país alcançaram 45.991 toneladas e renderam US$ 93,7 milhões ...

Exportações de algodão bateram recorde em 2008

O ano de 2008 foi “extremamente positivo” para o s

Calçadistas ameaçam demissões e pedem ajuda contra China

A indústria de calçados poderá promover uma nova r

Exportações de produtos químicos cresceram 24,2%

...eiro bimestre, as importações alcançaram US$ 3,5 bilhões, valor 28,2% menor do que o registrado no mesmo período de 2008. O volume das importações, de 2,1 milhões de toneladas, recuou 56,6%. Com a queda nas importações, houve redução no déficit na balança comercial de produtos químicos, que totalizou US$ 2,2 bilhões no primeiro bimestre do ano. Esse valor é 27,4% inferior ao apurado no mesmo período de 2008. As compras de intermediários para fertilizantes, principal item da pauta de importações de produtos químicos do país em 2008, cairam significativamente no primeiro bimestre deste ano. As importações desses produtos somaram US$ 222,3 milhões, o que representa redução de 75% em relação a igual período do ano passado. Em volume, foram importadas 504,7 mil toneladas, 80% menos na mesma comparação. As resinas termoplásticas mantiveram-se como o principal produto químico exportado pelo país. Nos dois primeiros meses deste ano, foram embarcadas 234,2 mil toneladas de resinas...

Exportações gaúchas recuam 26% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2008

Importações caíram 40% no mesmo período. As export

Exportação agrícola recua 18,6% em fevereiro

O recuo dos preços internacionais provocou uma que

Brasil tem o melhor etanol do mundo, mas sofre para exportá-lo

...roduz, decidimos construir um alcoolduto de R$ 2,8 bilhões, com dinheiro nosso. Ano que vem as construções começam e o alcoolduto vai ligar o Alto Taquari (MT), um de nossos pólos, ao Porto de Santos”. O gestor de projetos da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Eduardo de Figueiredo Caldas, concordou com as observações de Adriano Dalbem, mas fez questão de ressaltar que não é só o mercado brasileiro que sofre com a falta de opções viáveis para o escoamento do etanol. No exterior, diz Caldas, os produtores encontram as mesmas dificuldades e há um enorme quebra-cabeça a ser montado pelo empresariado. No caso do etanol, fica muito mais fácil direcionar investimentos agora, pois a produção ainda não atingiu seu auge. “Há uma grande oportunidade para a construção de portos, dutovias, alcooldutos, aparelhos que permitam um escoamento rápido do produto para o exterior. Esse aspecto deve e precisa ser melhorado, sob pena de sermos castigados mais para frente. As empresas brasileiras podem contribuir, investindo pesado e obtendo o retorno depois. Só esperar pela ajuda de terceiros não vai nos levar a lugar algum. Felizmente, diversos conglomerados perceberam isso e parecem dispostos a tudo. O mercado do etanol mostra-se com um incrível potencial”. O diretor do Departamento de Energia do Ministério das Relações Exteriores, André Correa do Lago, foi direto ao comentar as chances que se abriram ao Brasil por causa da produção do etanol. Para ele, cabe ao País brigar pela criação de um mercado internacional do prod...

Exportação do agronegócio soma R$ 8,44 bi

...importações diminuíram 39,8%, alcançando US$ 692 milhões. Ainda assim, a balança comercial do agronegócio registrou superávit de US$ 2,959 bilhões. Com informações do Portal Midiamax...

Brasil passará por sabatina na OMC

A política comercial do governo de Luiz Inácio Lul

Exportação de Soja cresce em fevereiro

... exportação de farelo de soja alcançou US$ 187,7 milhões em fevereiro. O desempenho corresponde a uma queda de 18,3% ante fevereiro/08 (US$ 229,9 milhões) e retração de 37,33% ante janeiro/09 (US$ 299,5 milhões). Já a exportação de óleo de soja registrou embarque de 42,7 mil t em fevereiro passado. Os números do MDIC mostram que o resultado corresponde a uma queda de 62,7% sobre o mesmo mês de 2008 (114,5 mil t) e recuo de 49,5% ante janeiro/09 (84,6 mil t). Fonte: Tribuna do Norte-RN ...

Exportadores do RS se mobilizam para reverter barreiras na Argentina

PROTECIONISMO Gaúchos cobram reação do governo à A

Governo atualiza projeções e mantém otimismo no agronegócio

...hectares na área cultivada”, calcula. A soja cresce cerca de 5,2 milhões de hectares em relação a 2007/2008, o milho, 1,8 milhão de hectares, e a cana, perto de 6 milhões. O café deve sofrer redução de área. Em dez anos, as exportações brasileiras de carne bovina representarão 61% do mercado mundial. A carne de aves abastecerá 90% do comércio mundial e a suína, 21%. “Os resultados indicam que o País manterá a liderança no mercado internacional de carnes”, avalia o coordenador. (Inez De Podestà) Confira o estudo das projeções para o agronegócio....

Governo elege países e produtos para ampliar exportação

O governo brasileiro aposta em mercados-alvo, seto

Crise faz calçadista brasileiro ‘mascatear’ na Europa

Em 2008, cerca de 20% da produção brasileira de ca

Vendas de máquinas caem 25%

...ampo é infinitamente menor", calcula Milton Rego, vice-presidente da Anfavea. A alta nas vendas de tratores de até 100 cv de potência no começo de 2009 foi impulsionada por programas governamentais como o "Mais Alimento", do governo federal e o "Pró Trator" do governo paulista que garantem que a dívida do produtor se prolongue por um período maior com uma taxa de juros menor. Solo fértil Menos máquinas agrícolas carregam até o campo uma quantidade maior de fertilizantes. De acordo com levantamento consolidado da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), em janeiro as indústrias entregaram 1,343 mil toneladas de adubos, volume 37% maior que o negociado em dezembro mas ainda 27,7% menor que o do mesmo período do ano passado. Eduardo Daher pondera que o mercado não vai voltar a se comportar como na safra 2007/08, mas argumenta que o setor já sinaliza uma melhora pontual. "Continuamos o quarto maior mercado do mundo". Segundo ele, as carteiras de pedidos indicam uma entrega de 1,3 milhão de toneladas de fertilizantes em fevereiro. Em 2008, uma antecipação por parte dos agricultores culminou em uma entrega de 1,852 milhão de toneladas no mês de fevereiro. A recuperação do mercado de adubos em relação aos três últimos e retraídos meses do ano passado acompanha, não na mesma proporção, uma queda nos preços de 15% dos fertilizantes vendidos no mercado interno. Por Gazeta Mercantil - SP...

Atividade industrial do Rio Grande do Sul recua 13,1%

A atividade industrial no estado do Rio Grande do

Brasil admite aceitar cotas para exportar à Argentina

...á exportar para a Argentina, calculado como um percentual do total consumido no mercado local. A Folha apurou que o sistema em estudo desta vez é o que estipula uma "autolimitação": os empresários dos setores são chamados para conversar e decidiriam entre si quais os limites a serem exportados, como um acordo privado. Os governos dos países seriam mediadores. Se aceitar essa limitação, o Brasil quer a garantia dos argentinos de que o mercado vizinho não será tomado de produtos chineses. O objetivo dessa concessão é estimular uma defesa comercial conjunta. Mesmo contrário a amarras no comércio bilateral, o governo brasileiro vê nas cotas uma possibilidade de entendimento, que poderia evitar medidas unilaterais do governo argentino (pressionado pelos empresários e com popularidade em queda) e, ao mesmo tempo, contemplar parte das exigências do vizinho sem maiores prejuízos para a indústria local. O secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, ressaltou a importância de um entendimento: "A Argentina é um parceiro fundamental". A po...

Calçados brasileiros buscam espaço na meca da moda

Dentro das fronteiras brasileiras, o sapato nacion

CIRCULAR No- 11, DE 3 DE MARÇO DE 2009

...UA e do México deverão ser recalculados trimestralmente, tomando-se por base a média das cotações ICIS-LOR (Independent Commodity Information Service - London Oil Reports) do último mês desse trimestre, no caso, o mês de fevereiro de 2009. 1.1. A média das cotações de PVC-S nos EUA, no mês de fevereiro de 2009, foi de US$ 1.146,00/t (um mil, cento e quarenta e seis dólares estadunidenses por tonelada) e no México, de US$ 950,00/t (novecentos e cinquenta dólares estadunidenses por tonelada). 2. Desta forma, os preços de referência calculados para o trimestre março-abril-maio/2009 são de US$ 1.104,00/t (um mil, cento e quatro dólares estadunidenses por tonelada) para os EUA, e de US$ 889,00/t (oitocentos e oitenta e nove dólares estadunidenses por tonelada) para o México. 3. O direito antidumping é calculado observando a fórmula do quadro na seqüência, e caso o resultado da equação a seguir seja menor ou igual a zero, não deverá ser cobrado direito antidumping. PA Í S DIREITO ANTIDUMPING ESPECÍFICO (DAE) (US$/tonelada) EUA DAE = (1.104,00 por tonelada) - (1,155...

Exportação de soja em grão sobe 62,2%

...937 mil t). A receita cambial alcançou US$ 187,7 milhões em fevereiro, queda de 18,3% ante fevereiro/08 (US$ 229,9 milhões) e de 37,33% ante janeiro/09 (US$ 299,5 milhões). Quando ao óleo de soja, os embarques somaram 42,7 mil t em fevereiro passado, queda de 62,7% sobre o igual mês de 2008 (114,5 mil t) e recuo de 49,5% ante janeiro/09 (84,6 mil t). Em termos de receita, a exportação rendeu US$ 31,2 milhões, queda de 74,3% sobre fevereiro de 2008 (US$ 121,3 milhões) e de 46,2% ante janeiro deste ano (US$ 58 milhões). Com informações do Jornal do Commercio - RJ...

Contatos apontam para retomada de vendas de máquinas para o México

O México foi o principal cliente dos fabricantes b

Indústria catarinense espera recuperação ainda este ano

... disse o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa. O levantamento mostra também os impacto da crise financeira internacional na indústria do estado desde o último trimestre de 2008. Segundo a pesquisa, 88% das indústrias consultadas sentem reflexos da atual crise sobre seus negócios neste início de ano. Os impactos foram moderados em 57% destas empresas e expressivos em 43%. Os principais problemas apontados em decorrência da crise são queda no faturamento, restrições de crédito no mercado interno e externo, inclusive para capital de giro, menor demanda interna e externa, queda no preço de venda e nas margens de lucro e aumento da inadimplência. Sobre a obtenção de crédito, 42% das empresas ouvidas disseram ter enfrentado dificuldades para captar recursos nos últimos meses, 29% não tiveram dificuldades nesse sentido e outros 29% não necessitaram de financiamentos. Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC...

Movimentação de contêneires coloca Itajaí entre os principais portos brasileiros

... movimentação total de cargas alcançou 7.309.884 toneladas, com um crescimento de 6% em relação ao ano anterior. A movimentação total de cargas em contêneires foi de 6.069.467 (crescimento de 7% em relação a 2006) e a tonelada média por contêiner foi de 24,8 toneladas. Com informações da Agência Brasil...

Nova barreira argentina

...ferência, sempre com valores calculados para dificultar o ingresso de mercadorias brasileiras. Ninguém tem dúvida sobre a natureza das ações do governo argentino, quando se trata de regular o comércio com o Brasil, mas o governo brasileiro geralmente prefere curvar-se e aceitar as imposições. De vez em quando, ensaia alguma resistência, mas sem vigor e por pouco tempo. As autoridades de Buenos Aires normalmente comandam o jogo. Foi assim, mais uma vez, na reunião de ministros em Brasília, na semana passada, quando os argentinos deram todas as cartas e afirmaram sem meias palavras sua intenção de continuar adotando medidas protecionistas. A imposição de uma enorme alíquota aos talheres de aço inoxidável foi apenas uma demonstração de coerência. Uma nova reunião ministerial está prevista para 4 de março, em Buenos Aires, para continuação das discussões. Essa é a descrição oficial do evento, porque, de fato, não houve discussões em Brasília. Houve um monólogo protecionista. Se não houver uma grande surpresa, o novo encontro será mais uma cerimônia de sujeição brasileira às decisões tomadas em Buenos Aires. Pouco acrescentará, portanto, à preparação do encontro dos presidentes da Argentina e do Brasil previsto para 20 de março em São Paulo. O secretário argentino de Relações Econômicas Internacionais, Alfredo Chiaradia, propôs a participação dos empresários no debate. “Nada melhor que quem conhece o setor ajude a encontrar fórmulas, saídas e sugestões, já que nós, funcionários, conhecemos apenas os a...

Nova regra aduaneira é arma para aumentar as exportações

O novo regulamento aduaneiro, em vigor desde o iní

Importações alarmam calçadistas brasileiros

Para o setor calçadista, o mês de fevereiro foi ma

Mercados importadores adotam medidas protecionistas para enfrentar a crise

...ntigo conhecido do setor sucroalcooleiro. Mas até o momento açúcar e etanol são exceção. Nenhuma nova barreira as exportações foi registrada com a crise. De acordo com o consultor Julio Maria Borges, o mercado de etanol já é tão protegido que não consegue absorver mais nenhuma medida Com informações do Portal Canal Rural...

Receita com café verde cai 1,21% em janeiro, divulga Mapa

...mo mês de 2008. O faturamento alcançou US$ 280,431 milhões, ante US$ 283,876 milhões, conforme relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, Pecuária e (Mapa), com base...

Brasil tem superávit cambial em fevereiro

...lhões, contra US$ 304 milhões alcançado no mesmo período do ano passado. Os dados são do Banco Central. A última vez em que o saldo ficou positivo foi em setembro do ano ...

Frete em queda tira embarcações de linha

A queda no fluxo do comércio internacional com a c

MÁQUINAS - Retorno do interesse do mercado mexicano

O México foi, no início desta década, o mais impor

Crescem exportações de calçados aos árabes

A indústria brasileira de calçados exportou mais p

Milho brasileiro avança nos mercados de países emergentes

...ampliar nossa participação", calcula Lucílio Alves, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Agrícola (Cepea). A Coreia do Sul, que no ano passado foi o nono maior comprador do milho brasileiro com 319,2 mil toneladas importadas, já garantiu em 2009 199,2 mil toneladas do cereal brasileiro. Em 2007, nessa mesma época do ano, o país não tinha importado nem uma tonelada sequer. Naquele ano a Coreia foi responsável pelo consumo de mais de 660 mil toneladas do grão de origem brasileira. De acordo com análise do pesquisador do Cepea, o estoque enxuto de trigo, em especial na Ásia, foi um outro fator favorável ao acesso desses importadores. "A possibilidade de acessar mercados emergentes é maior", complementa Lucílio Alves. O Irã importou outras 145 mil toneladas do milho brasileiro. Mas o Brasil não precisou acessar somente mercados emergentes para garantir uma exportação recorde de 1,326 milhões de toneladas do grão em janeiro. A Colômbia foi responsável pela compra de 159,4 mil toneladas. O antigo comprador do milho argentino também veio buscar milho mais barato por aqui. Contudo, essa demanda deve ser mais contida este mês, estima Molinari. "Em fevereiro o cenário já está um pouco diferente. O deságio está entre US$ 5 e US$ 10", calcula. Para o analista, os embarques de fevereiro devem ficar em torno de 800 mil toneladas. "E em março, a fila de embarque que já começou a se formar nos portos deve ser ainda menor", aposta Molinari. A estimativa do analista é contraria pelos números argentinos. O governo daquele país só autorizou a exportação de seis milhões de toneladas de milho da safra atual, pelo menos por enquanto. Até o carnaval 480 mil toneladas do grão brasileiro já haviam partido rumo ao mercado externo só do porto de Paranaguá, informa Lucílio Alves. Com informações do Portal Newscomex ...

Vendas para a Argentina caem 50%

...as de carros para a Argentina alcançaram 69 mil unidades. Em novembro, o volume recuou para 50,5 mil, seguido por 44 mil em dezembro. No mês passado, os argentinos importaram 23 mil veículos. "As exportações para a América Latina já tinham começado a cair antes da crise. Desde meados de maio do ano passado começou uma tendência de queda. Com a crise, isso se acentua", avalia a gerente executiva de Negociações Internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Soraya Rosar. O chefe do escritório de Brasília da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), Renato Bauman, elege mais motivos para a queda das exportações brasileiras para a América Latina. "São as barreiras protecionistas da Argentina, perda de participação de mercado dos produtos brasileiros para os chineses e, no conjunto geral, perda de receita dos países latinos por causa da queda nos preços das commodities", afirma Baumann. Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

Camex amplia crédito à exportação para pequenas e microempresas

Com mudanças na linha de financiamento do Proex, o

Exportações gaúchas têm redução em janeiro

...ca (FEE), o Rio Grande do Sul alcançou a quarta posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo (28,11%), Minas Gerais (14,53%) e Paraná (7,63%). Em relação a janeiro de 2008, o desempenho do Estado teve uma queda de 39%, abaixo da média nacional que ficou negativa em 26,3%. O resultado decorreu das quedas nos ...

Governo amplia alcance de linha de crédito à exportação

...es, o governo ampliou ontem o alcance do Proex (Programa de Financiamento a Exportações) -uma linha de crédito com subsídio do Tesouro Nacional....

Porto de São Francisco licita dragagem

...canal de acesso. O objetivo é alcançar um calado de 14 metros com a largura mínima de 160 metros, o que dará condições do porto operar com navios do tipo Pós-Panamax. O diretor de Logística Gilberto de Freitas informa que o projeto de alargamento ainda prevê a largura de 200 metros para alguns trechos do canal, que a obra está orçada em R$ 90 milhões e será custeada pela União, por meio do Programa de Aceleração do Crescimen...

Árabes compram US$ 42 milhões em milho do Brasil

...mas de preço maior. A receita alcançou US$ 23 milhões. O Mato Grosso do Sul e Rondônia também venderam. O Mato Grosso do Sul exportou 26 mil toneladas ou US$ 3,9 milhões e Rondônia 831 toneladas para US$ 398 mil. O Brasil está exportando milho apesar da previsão de queda na safra deste ano. No ano passado o país colheu 58,6 milhões de toneladas do produto. Neste ano, a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de que se colha 50,3 milhões de toneladas. Houve diminuição da área plantada com milho no país, em função dos custos dos insumos e baixo preço do grão antes do começo do plantio da primeira safra no país. São duas safras de milho plantadas no Brasil, uma entre setembro e novembro e colhida no primeiro semestre do ano seguinte e outra semeada entre dezembro e janeiro e colhida na metade do ano seguinte. Segundo a Conab houve queda de 30% na área plantada na primeira safra em função dos preços baixos do milho no mercado. No começo deste ano, porém, os preços da commodity começaram a se recuperar. O Brasil exportou, em janeiro, um total de 1,04 milhão de toneladas de milho. Previsões da Conab indicam que o país vai embarcar ao ex...

Reunião de comércio Brasil-Rússia é realizada em Moscou

...discutiram a meta comum de se alcançar US$ 10 bilhões no fluxo comercial, até 2010; temas ligados à agricultura; investimentos e a necessidade de se intensificar as atividades na área de turismo, dentre outros assuntos. Coordenada pelo secretário-executivo do Mini...

Pedro Brito assina ordem de serviço para reconstrução do Porto de Itajaí

...acidade total. O consenso foi alcançado na semana passada durante a reunião do Conselho de Autoridade Portuária (CAP). Segundo Antônio Aires, a conclusão da dragagem e a ativação de dois berços, mesmo com outros dois ainda destruídos, darão estrutura para o terminal alcançar os patamares de movimentação anteriores à tragédia. Em março, a corrida contra o tempo em Itajaí será para deter a queda de índices como o da exportação de frango congelado, no qual o porto vinha mantendo a liderança nacional. A movimentação de 93 mil toneladas em janeiro de 2008, equivalentes a US$ 171,6 milhões, caiu para 35 mil toneladas, o que equivale a US$ 56 milhões, de acordo com as estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Fonte: Netmarinha...

Retomada das exportações gera alta no custo de fretes

O aquecimento das exportações brasileiras de grãos

Real não foi maior causa do aumento de importações

A participação de mercadorias importadas no consum

Argentina crê em recuperação de comércio com o Brasil

O ministro das Relações Exteriores argentino, Jorg

Exportações agrícolas crescem 16% em janeiro

...registrou crescimento de 22%, alcançando o valor de R$ 7,8 bilhões. No mesmo período de 2008, o saldo positivo havia alcançado a cifra de R$ 6,4 bilhões. Os dados foram divulgados há pouco pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento. Segundo os técnicos do ministério, a valorização do dólar frente à moeda brasileira beneficiou o resultado da balanç...

Exportações de carne bovina caem 45% em janeiro, diz Abiec

...m isso, o primeiro mês do ano alcançou números recordes em 2008, o que foi totalmente atípico para o período. “O outro fator é a crise de fato, a falta de crédito". Para Hermont, a comparação pode até ser injusta, mas os números são um fato, conforme ressaltou. O diretor da Abiec afirmou que, até março, o setor deve passar por uma readequação de mercado e, no segundo trimestre, será possível ter uma prévia de como vai caminhar o setor. Hermont acredita que, no segundo semestre, o setor deve recuperar seus índices, chegando em níveis iguais ou um pouco inferiores aos registrados no segundo semestre de 2008. “Assim, poderemos voltar a exportar em 2010 em franca ascensão, normalmente, com todos os mercados abertos e gerar toda renda, emprego e saldo na balança comercial”. Na sua avaliação, a recuperação do preço dependerá da demanda dos países importadores, que queimaram estoque no final do ano passado e, agora, estão voltando a comprar do Brasil. Segundo Hermont, as indústrias estão trabalhando com volume maior para manter a mesma renda, mas a tendência é a de que ocorra um ajuste de preços. “Isso tudo depende da demanda e da volta do crédito tanto para o exportador quanto para o importador da carne brasileira. O problema do setor não é de demanda, é de crédito, ou seja, faltou crédito no mundo e no Brasil”. Hermont explicou que o preço das carnes nobres tem caído no mercado interno nos últimos meses devido a um reflexo da crise ec...

Importados levam 23,7% do Mercado

A participação dos produtos importados no consumo

Exportações gaúchas recuam 39% em 2009

As exportações gaúchas apresentaram queda de 39% e

Brasil define estratégia para exportação em 29 grandes mercados

...o o secretário, o Brasil deve alcançar neste ano a meta do governo de participação de 1,25% nas exportações mundiais. A previsão era de chegar a esse objetivo somente em 2010, mas, de acordo com o secretário, o aumento da participação brasileira será possível porque as vendas externas de outros países estão caindo. Devemos alcançar isso não porque crescemos muito, mas porque outros países crescem menos. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, insistiu ontem que é preciso evitar que a crise financeira internacional leve a práticas protecionistas, que qualificou como "um veneno" que agravará ainda mais a situação mundial. "Nossa preocupação é que o protecionismo se propague, pois não se trata de um remédio, mas de um verdadeiro veneno", disse o ministro, após uma visita ao presidente do Senado, José Sarney. Em clara alusão a algumas das medidas impulsionadas pelo novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Amorim reiterou que "...

Exportações de básicos caem 4,9%, divulga MDIC

A queda das exportações na primeira semana de feve

Exportação impulsiona artesanato no Rio Grande do Sul

... inteiro e, consequentemente, alcançar a sustentabilidade financeira, tão importante para manutenção do grupo”, analisa. Com informações do Jornal DCI - SP...

CIRCULAR No- 3.436, 6 DE FEVEREIRO DE 2009

...uros pelo período de atraso, calculados a taxas apuradas com base na prime rate do banco de maior ativo da cidade de Nova Iorque, vigente na data em que o pagamento era devido, acrescida da margem de dois por cento ao ano. 8. Os reembolsos devidos ao Banco Central do Brasil são instruídos com declaração de reembolso nos moldes do anexo 16 deste título, firmada pelo departamento centralizador, configurando todas as operações do banco, conduzidas ao amparo do Ajuste, devendo no campo "data de referência" da Declaração de Reembolso ser informada: a) nos casos de carta de crédito à vista - a data da sua negociação; b) nos casos de carta de crédito e de letra avalizada, a prazo - a data do seu respectivo vencimento; c) nos demais casos - a data da liquidação do correspondente contrato de câmbio. 9. Os bancos estão dispensados de anexar às Declarações de Reembolso os documentos comprobatórios das datas a que se refere o item anterior. 10. Na constatação de eventuais divergências imputadas aos bancos, cuja verificação é obtida por meio da conciliação das contas entre o Exterbank e o Banco Central do Brasil, os encargos previstos na subseção 4 são passíveis de cobrança pelo Banco Central do Brasil, sendo os juros devidos pelo período de atraso. -------------------------------------------------------------------------- REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 16 - Países com Disposições Cambiais Especiais SEÇÃO: 4 - Hungria SUBSEÇÃO: 4 - Restituição de Reembolso Indevido -------------------------------------------------------------------------- 1. Na eventualidade de reembolso indevido efetuado pelo Banco Central do Brasil, deve o respectivo valor ser-lhe restituído até o dia seguinte ao do correspondente aviso encaminhado ao banco, o qual responde, ainda, pelo pagamento ao Banco Central do Brasil: a) de juros calculados com base na prime rate do banco de maior ativo da cidade de Nova Iorque, vigente na data em que se efetive a restituição, acrescida da margem de dois por cento ao ano, apurados em moeda estrangeira pelo período da data do reembolso originário até a da restituição do valor; b) da taxa equivalente em reais a US$25,00 (vinte e cinco dólares dos Estados Unidos), a título de ressarcimento de custos administrativos, inclusive despesas de comunicação com o Exterbank. 2. Na hipótese de o reembolso ao Banco Central do Brasil não ser realizado dentro do prazo previsto, o estabelecimento interveniente fica sujeito ao pagamento de juros sobre o correspondente valor, apurados na forma da alínea "a" do item precedente, e contados da data em que seja originariamente devido até àquela em que se efetive o reembolso. 3. Em se verificando indevido reembolso já efetivado ao Banco Central do Brasil, o correspondente importe em dólares dos Estados Unidos será restituído à instituição, sem qualquer acréscimo ou valorização, sendo também devolvidos os juros pagos na operação de reembolso, se for o caso. 4. A solicitação de devolução de reembolso indevido ao Banco Central do Brasil deve ser promovida pelo departamento centralizador da instituição ao Departamento da Dívida Externa e de Relações Internacionais (Derin), mediante carta instruída com os elementos concernentes ao fato. (NR) 5. Os valores referentes aos juros e às despesas devidos ao Banco Central do Brasil tratados nesta subseção são objeto de transferência de recursos ao Banco Central do Brasil. -------------------------------------------------------------------------- REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio ANEXO: 15 - Ajuste Brasil/Hungria - Modelo de carta apresentando o resumo e a apuração dos valores líquidos a pagar e/ou a receber -------------------------------------------------------------------------- Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL local data Pedido nº quantidade de anexos DEPARTAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA E DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS (DERIN) AJUSTE BRASIL/HUNGRIA Reembolso de Transações Indicamos a seguir o movimento, desta data, correspondente a reembolsos de transações junto a esse Banco Central do Brasil, sob o Ajuste Brasil/Hungria. A FAVOR DESTE BANCO 1 Reembolsos, conforme as solicitações anexas de nos... US$ A FAVOR DO BANCO CENTRAL DO BRASIL 2 Reembolsos por débitos no exterior referentes às Declarações de Reembolsos anexas de nos ... US$ 3 Restituição a esse Banco Central por reembolso indevido, conforme ... US$ 4 Juros e despesas devidos a esse Banco Central US$ 5 Total (1 + 2) US$ VALOR LÍQUIDO A REEMBOLSAR 6 Importe que solicitamos transferir para nosso crédito junto ao (banqueiro), na praça de ______, em (data), (1 - 5) US$ 7 Importe que faremos creditar a V.Sas., junto ao (banqueiro), na praça de Nova Iorque, em (data), por meio do (banco pagador no exterior) (5 - 1) US$ Identificação e assinatura de representante autorizado do banco ------------------------------------------------------------------------------------- REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio ANEXO: 16 - Ajuste Brasil/Hungria - Modelo de declaração de reembolso devido ao Banco Central do Brasil relativo a operações de venda de câmbio ------------------------------------------------------------------------------------- Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL Instituição nome praça DEPARTAMENTO DA DÍ- VIDA EXTERNA E DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS (DERIN) Declaração número data AJUSTE BRASIL/HUNGRIA Reembolso de Transações Declaramos que, nesta data, estamos promovendo o reembolso devido a esse Banco Central do Brasil, em dólares dos Estados Unidos, das seguintes operações relativas a vendas de câmbio realizadas por este banco sob o Ajuste Brasil/Hungria. Instrumento de pagamento Valor do reembolso devido (em US$) Dados da operação de câmbio Data de referência Tipo (*) número indicado ao Exterbank para data número Reembolso junto ao Banco Central Total (*) tipo: identificação e assinatura de representante autorizado do banco CC - carta de crédito CD - crédito e cobrança documentários LA - letra avalizada OP - ordem de pagamento GN - cheque nominativo REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio ANEXO: 17 - Ajuste Brasil/Hungria - Modelo de solicitação de reembolso ------------------------------------------------------------------------------------- Ao BANCO CENTRAL DO BRASIL AJUSTE BRASIL/HUNGRIA Solicitação de Reembolso partida contábil (campo a ser preenchido pelo Banco Central) Solicitação de reembolso Nome e praça da instituição pagadora (banco brasileiro) Nº data Solicitamos o reembolso do valor correspondente às operações abaixo, em dólares dos Estados Unidos. Dados do banqueiro no exterior US$ Observações ref. (*) nº indicado para reembolso data de emissão nome praça Total Anexamos cópias dos documentos comprobatórios desta solicitação (*) tipo: identificação e assinatura autorizada da instituição solicitante CC - carta de crédito CD - crédito documentário GN - cheque nominativo LA - letra avalizada OP - ordem de pagamento CG - comissões e gastos 1ª via - DERIN Devem ser im...

Imposto de importação é simplificado

...m. Atualmente, o tributo era calculado dividindo o tempo de permanência declarado pelo importador pela vida útil do bem. O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Fausto Vieira Coutinho, disse que a carga tributária será igual, mas a medida simplifica a cobrança e abre a possibilidade de o importador pedir a devolução de parte do...

Apesar dos esforços, desafios para exportadores de frango vêm aumentando

...o de 2008, mas também o total alcançado no início do ano passado (274.897 toneladas em janeiro de 2008). “Mas isso não deve servir de ânimo para ninguém, pois, a despeito de todos os esforços que vêm sendo desenvolvidos para superar as dificuld...

Equador avalia retirar medidas contra importações, diz ministra peruana

...u que este foi um dos avanços alcançados na última quarta-feira, durante o primeiro dia de reuniões que teve com a ministra coordenadora de Produção do Equador, Susana Cabeza de Vaca, e o vice-ministro de Comércio Exterior, Eduardo Egas. Os dois países discutem a Resolução 466, adotada por unanimidade em 19 de janeiro pelo Conselho de Comércio Exterior e Investimentos (Comexi) do Equador, com o objetivo de restringir as importações de 627 categorias de produtos. O mecanismo é aplicado também às importações provenientes de países com os quais o Equador tem acordos comerciais vigentes, como o Peru. Ambos compõem, além disso, ao lado de Bolívia e Colômbia, a CAN. Em e...

Governo avalia escambo de carne suína por trigo da Rússia

...gropecuária, Valdir Colatto, calcula que as 50 mil toneladas de carne suína equivalem a R$ 150 milhões. Ele explica que a transação será realizada diretamente entre as empresas. "As cooperativas de Santa Catarina possuem condições de moer parte desse trigo e utilizar na produção de carnes. O que sobrar pode ser armazenado e negociado com algum moinho que se interessar", explica. Ele ressaltou que o suinocultor catarinense é o que enfrenta mais problemas com a queda nos embarques. "É uma medida momentânea". Élcio Bento, analista da Safras & Mercado, explica que o trigo russo é considerado de baixa qualidade e mais utilizado na produção de biscoito. Ele explica que o mercado brasileiro consome muito o tipo para panificação. "Do ponto de vista econômico, é mais adequado comprar o trigo do Canadá. Mas a proposta de troca precisa ser levada em consideração". Segundo informou, a commodity russa não sairia por menos de US$ 280 a tonelada. Já o trigo canadense chegaria por US$ 270 a tonelada tomando como base as cotações de terça-feira. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - ...

Crise eleva barreiras contra produtos do Brasil

...eduzia a tarifa para 5%. Ele calcula que a exportação de pelo menos um milhão de celulares brasileiros para o país possa estar comprometida. O Equador também aplicou direitos específicos bastante alto para têxteis e calçados. Segundo Heitor Klein, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Calçadista (Abicalçados), o Equador está cobrando US$ 10 de taxa por par, valor mais alto que os US$ 8,70 do preço médio do sapato brasileiro. No têxtil, a barreira específica equivale a taxa de 130%. No setor siderúrgico, Turquia, Índia e Rússia elevaram as tarifas para a importação de aço. Segundo Marco Polo de Mello Lopes, a situação não preocupa, porque as exportações para esses mercados são marginais. Ele está atento ao programa dos EUA, que prevê a compra de aço americano nas obras do pacote de estímulo fiscal, mas não criticou diretamente o objetivo da medida. As siderúrgicas brasileiras está mais preocupadas em defender o mercado interno . Para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, o protecionismo "sempre" cresce na crise, mas por enquanto as barreiras são pontuais. Ele alertou que o principal problema não é o aumento de tarifas de importação, mas os entraves burocráticas e os subsídios concedidos pelos países para combater a crise. Apesar da desastrada medida das licenças prévias na semana passada, ele insistiu que a hora é de prudência, inclusive para o Brasil. "Tem país só esperando uma desculpa para adotar retaliação contra nós", disse. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

Empresas calçadistas brasileiras participarão de 12 feiras até março

O setor calçadista brasileiro estará presente em u

Exportações da indústria médico-hospitalar e odontológica crescem 10% em 2008

...estimentos (Apex-Brasil), era alcançar US$ 600 milhões. O presidente da ABIMO, Franco Pallamolla, acredita que as estimativas não foram superadas porque a cotação do dólar desfavoreceu o comércio exterior. A baixa cotação da moeda americana até o mês de setembro deixou as empresas, principalmente as pequenas e médias, menos competitivas em virtude da dificuldade de manter os preços. “O setor enfrentou ainda no último trimestre de 2008 a desaceleração da economia ...

Fiesp quer restrição para alguns importados

O presidente da Federação das Indústrias do Estado

CIRCULAR No- 5, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2009

...r de referência deverá ser recalculado trimestralmente, tomando-se por base a média das cotações ICIS-LOR (Independent Commodity Information Service - London Oil Reports) para o mercado europeu, sempre considerando a média simples das cotações médias de cada semana do último mês desse trimestre, no caso, o mês de janeiro de 2009, acrescida de US$ 12,87 por tonelada, referente às despesas de exportação, e US$ 46,32 por tonelada, relativo aos custos de frete e seguro internacionais. 1.1. A média das cotações de MMA para o mercado europeu, no mês de janeiro de 2009, foi de US$ 2.157,00/t (dois mil cento e cinqüenta e sete dólares estadunidenses por tonelada). 2. Desta forma, o preço de referência calculado para o trimestre fevereiro-março-abril/2009 é de US$ 2.216,00/t (dois mil duzentos e dezesseis dólares estadunidenses por tonelada). 3. O direito antidumping é calculado observando a fórmula do quadro na sequência, e caso o resultado da equação a seguir seja meno...

Exportações do país sobem em janeiro, diz Goldman

...neiro, de 35% sobre dezembro, alcançando 738 mil toneladas do produto, ante 548 mil. O relatório destaca, porém, que na base de comparação anual ocorreu recuperação apenas das vendas externas de celulose, que subiram 28% sobre janeiro de 2008. Já as exportações de minério de ferro, quando comparadas com um ano atrás, tiveram queda de 29%, abaixo da média dos embarques mensais de 2008, de 23,5 milhões. Marcelo Aguiar, analista do Goldman, prevê que as vendas de minério de ferro retomem este patamar somente a partir do segundo trimestre. A queda dos volumes de vendas de aço em relação ao mesmo mês de 2008 foi de 56%, maior que a do minério de ferro. O...

Indústria quer manter imposto sobre wet blue

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) deverá discu

RESOLUÇÃO No- 2, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2009

...-se, dessa forma, a conclusão alcançada por ocasião da investigação original e da primeira revisão de que o produto produzido no Brasil é similar àquele objeto dos direitos antidumping. 3. Da indústria doméstica Com vistas à análise de dano, nos termos do que dispõe o art. 17 do Decreto no 1.602, de 1995, definiu-se como indústria doméstica a linha de produção lápis com mina grafite e de cor da empresa A.W. Faber-Castell S.A. e da Massa Falida da Indústria Brasileira de Lápis - Labra, duas das três produtoras no Brasil de lápis grafite e de cor. 4. Da determinação final da continuação e/ou da retomada de dumping Nos termos do contido no § 1o do art. 25 do Decreto no 1.602, de 1995, o período de investigação da existência de dumping abrangeu o intervalo de janeiro a dezembro de 2007. Tendo em vista a existência de exportações de lápis grafite e de cor do país objeto das medidas antidumping para o Brasil no período em questão, a análise dos elementos de prova de continuação do dumping foi desenvolvida por meio da comparação entre o valor normal da China e o preço de exportação da China para o Brasil. Em cumprimento ao disposto no § 3o do art. 7o do Decreto no 1.602, de 1995, o DECOM, quando do envio de questionários às partes interessadas, informou sobre a pretensão de utilizar as exportações dos EUA, como terceiro país de economia de mercado, com vistas à determinação do valor normal da China. Uma vez que os produtores/exportadores da China não responderam ao questionário, não tendo sido também apresentado por outra parte interessada, tempestivamente, elementos que levassem o Departamento a alterar o terceiro país, o DECOM, em observância ao contido no § 4o do art. 66 do Decreto no 1.602, de 1995, baseou-se na informação disponível, utilizando, assim, para o cálculo do valor normal, a mesma metodologia adotada na abertura da revisão. Para fins de determinação final, o Departamento apurou as exportações dos EUA para o Canadá para o período de janeiro a dezembro de 2007, obtidas no sítio eletrônico do U.S. International Trade Commission. Utilizando-se da mesma metodologia adotada na abertura desta revisão em relação à proporção de lápis grafite e de cor no total das exportações estadunidenses de lápis, obteve-se, na condição FAS, os seguintes preços: de US$ 14,95/kg (catorze dólares estadunidenses e noventa e cinco centavos por quilograma) para o lápis grafite e de US$ 21,36/kg (vinte e um dólares estadunidenses e trinta e seis centavos por quilograma) para o lápis de cor. Uma vez que os produtores/exportadores da China não responderam ao questionário, o DECOM, para fins de apuração do preço de exportação, tomou como base os dados da RFB, considerando as importações brasileiras de lápis da China, no período de janeiro a dezembro de 2007. Uma vez que a NCM 9609.10.00 é genérica, efetuou-se a depuração dos dados, tendo sido excluídos dos cálculos os lápis grafite de papel reciclado, lápis "carpinteiro", lápis profissional para desenho e crayons, lápis borracha, lápis para maquiagem, lápis para marcar couro, lápis de cera, lápis para marcar textos. Do resultado da depuração efetuada, foram obtidos os seguintes preços de exportação: US$ 1,84/kg para os lápis grafite e de US$ 1,77/kg para os lápis de cor. Com vistas ao cálculo da margem de dumping da China, comparou-se o preço médio ponderado de vendas de lápis grafite e de cor dos EUA para o Canadá com o preço de exportação médio de suas vendas para o Brasil de lápis grafite e de cor. Obteve-se, assim, a margem absoluta de dumping de US$ 13,11/kg, equivalentes a uma margem relativa de dumping de 712,5% para os lápis com mina grafite; e de US$ 19,59/kg, equivalente a uma margem relativa de dumping de 1.106,7%, para os lápis com mina de cor. 5. Dos indicadores de mercado e da indústria doméstica Nos termos do contido no § 2o do art. 25 do Decreto no 1.602, de 1995, o período de revisão abrangeu janeiro de 2003 a dezembro de 2007, subdividido em cinco períodos de doze meses, a saber: P1 (janeiro a dezembro de 2003), P2 (janeiro a dezembro de 2004), P3 (janeiro a dezembro de 2005), P4 (janeiro a dezembro de 2006), e P5 (janeiro a dezembro de 2007). Para fins de apuração das importações de lápis com mina de grafite e de cor do Brasil em cada período considerado na revisão, foram realizadas depurações a partir das descrições detalhadas da mercadoria, constantes das estatísticas oficiais e das informações apresentadas pelas partes interessadas, de forma a retirar da base de dados produtos cujas características indicavam não se tratar do produto em questão. As importações brasileiras de lápis grafite e de cor da China, de P1 para P5, cresceram em termos absolutos e em relação ao total importado, ao consumo nacional aparente e à produção nacional. No entanto, além do produto chinês, cresceram, de forma mais significativa, as importações brasileiras de Mianmar (lápis grafite) e de Taipé Chinês (lápis grafite e de cor), tanto em termos absolutos quanto em relação ao mercado brasileiro e à produção nacional. Estas importações deslocaram tanto as vendas da indústria doméstica quanto as da China para o Brasil; O preço das importações de lápis grafite objeto do direito antidumping oscilou ao longo do período analisado. Os preços médios dos outros países nas suas vendas para o Brasil, exceto a China, foram superiores aos preços do produto chinês em todos os períodos. Destaque deve ser dado aos preços do produto originário de Taipé Chinês e Mianmar que, não obstante serem superiores aos da China em P5, juntos representaram 72,9% do total das importações brasileiras nesse período. O preço dos lápis de cor objeto do direito antidumping foi decrescente ao longo de toda a série, sendo que em P5 foi o segundo menor dentre todos os demais preços praticados. Comportamento similar foi verificado no preço das demais origens, que, em P5, apesar da retração, ainda foi superior ao da China. O preço do produto de Taipé Chinês - que representou sozinho 58% das importações brasileiras de lápis de cor em P5 - foi o quarto menor da série considerada. De P1 para P5, registrou-se significativo aquecimento do mercado brasileiro de lápis grafite e de cor, representado pela variação positiva de 71,6% e 79,2%, respectivamente. Nesse mesmo intervalo, as vendas da indústria doméstica, apesar de terem crescido 25,5% no caso dos lápis grafite e 54,9% nos de cor, perderam participação nesse consumo de, respectivamente, 26,5 p.p. e 13,1 p.p.. Tal perda, no entanto, não pôde ser atribuída exclusivamente às im portações chinesas. Nesse intervalo, as importações brasileiras de outros fornecedores estrangeiros - com destaque para Taipé Chinês, Mianmar e Malásia - também aumentaram sua participação nesse consumo - passaram a atender 20,7% do mercado nacional de lápis grafite em P5, com incremento de 20,4 p.p. em relação a P1 e 8,9% do mercado de lápis de cor, em P5, sendo que não houve importação destas origens em P1. De P1 para P5, a produção e o grau de utilização da capacidade instalada apresentaram variação positiva, seja no caso dos lápis grafite - 29,4% e 11,9 p.p., respectivamente - seja nos lápis de cor - 43,8% e 2,9 p.p., respectivamente. Os estoques finais apresentaram variação negativa de P1 para P5, de -1,4% no caso dos lápis grafite e de -32,9% no caso dos lápis de cor, em razão tanto do crescimento das vendas para o mercado interno quanto para o mercado externo. O faturamento líquido obtido pela indústria doméstica com as vendas de lápis grafite ao mercado interno, em reais corrigidos, acumulou um crescimento de 21,8% de P1 para P5, enquanto que a variação acumulada no faturamento líquido com as vendas dos lápis de cor foi de 36,8%. Essa variação positiva foi atribuída ao crescimento nas vendas, uma vez que os preços médios, tanto dos lápis grafite quanto os de cor retraíram-se entre os extremos da série -3,1% e -11,7%, respectivamente. A indústria doméstica logrou reduzir os custos totais de P1 para P5: -10,1% para produzir lápis grafite e -15,4% para produzir os de cor. Na comparação entre os preços e os custos de produção, ambos sofreram redução de P1 para P5, sendo que a redução nos custos totais superou a redução nos preços praticados tanto nas vendas dos lápis grafite quanto nos lápis de cor. A margem bruta e a margem operacional apresentaram variação positiva de P1 para P5, respectivamente de 12,1 p.p. e 7,0 p.p. no caso dos lápis grafite e de 10,1 p.p. e 4,3 p.p. no caso dos lápis de cor. A produção por empregado apresentou melhora de P1 para P5, de 41,2% no caso dos lápis grafite e de 34,6% no caso dos lápis de cor. Assim, constatou-se que não obstante o crescimento das importações brasileiras de lápis grafite e de cor da China a preços de dumping, os níveis de tais importações, em razão da existência de direito antidumping, não geraram efeitos significativos sobre os indicadores de desempenho da indústria doméstica. 6. Da continuação e/ou retomada do dano à indústria doméstica 6.1. Da comparação do preço do produto objeto das medidas antidumping com o preço da indústria doméstica A fim de se comparar preço do produto objeto das medidas antidumping com o preço da indústria doméstica, calculou-se os preços CIF internados no Brasil (incluindo Imposto de Importação, Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante, despesas de internação - de 2,7%, abrangendo despesas com capatazia, despachante e armazenagem - e o respectivo direito antidumping). Obtevese, assim, os preços, na condição CIF internados, de US$ 6,93/kg para os lápis com mina grafite e de US$ 6,41/kg para os lápis com mina de cor, para o período de janeiro a dezembro de 2007. Em seguida, para averiguar se houve subcotação, os preços CIF internados das importações brasileiras de lápis grafite e de cor da China foram comparados com os preços médios da indústria doméstica ponderados pelas respectivas quantidades vendidas no mercado interno. Os valores em moeda nacional (R$) foram convertidos para dólar estadunidense (US$) pela paridade cambial média de compra do respectivo período, obtida junto à base de dados do Banco Central do Brasil. Assim sendo, o DECOM, para fins de determinação final, efetuou a devida comparação, obtendo a subcotação em termos absolutos e percentuais: de US$ 4,79/kg, equivalente a uma subcotação relativa de 224,0% para os lápis com mina grafite; e de US$ 8,86/kg, equivalente a uma subcotação relativa de 449,5% para os lápis com mina de cor, referentes ao período de janeiro a dezembro de 2007. 6.2. Do potencial exportador Conside...

RESOLUÇÃO No- 3, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2009

...to, ratificou- se a conclusão alcançada na investigação original de que o produto fabricado no Brasil é similar àquele objeto do direito antidumping, importado da República Popular da China, nos termos do § 1o do art. 5o do Decreto no 1.602, de 1995. 3. Da indústria doméstica Na forma do art. 17 do Decreto no 1.602, de 1995, definiu-se como indústria doméstica a linha de produção de glifosato da empresa Monsanto do Brasil Ltda. 4. Da determinação final da continuação e/ou da retomada de dumping Nos termos do § 1o do art. 25 do Decreto no 1.602, de 1995, o período de investigação da existência de dumping abrangeu os meses de janeiro a dezembro de 2007. Em vista de não terem sido realizadas importações da China em volume significante, com vistas à análise pertinente à retomada do dumping, ou seja, a fim de verificar se ante a retirada do direito antidumping a China, para vender ao Brasil, retomaria a prática de dumping, comparou-se o valor normal na condição CIF-internado com o preço ex-fábrica da indústria doméstica. Uma vez que o produto classifica-se em distintos itens da NCM e que pode ser encontrado em diferentes formas e graus de concentração, foram consolidadas todas as informações para uma base comum, no caso o glifosato ácido em base 100% equivalente. Para converter os produtos formulados com concentração de 360 g/l; 480 g/l, ou 500 g/l para glifosato ácido em base 100% equivalente, multiplicaram-se as quantidades em quilogramas importadas por 0,36, 0,48 e 0,50, respectivamente. Apurou-se o valor normal construído de US$ FOB 7,27/kg a partir dos custos de produção do glifosato ácido apresentado pela Monsanto Argentina, nos termos dos §§ 2o e 3o do art. 7o do Decreto no 1.602, de 1995 A esse valor normal foram acrescidas as despesas de frete e seguro para o Brasil, obtidas a partir dos dados relativos às importações originárias da Argentina, convertidas para base 100%, o imposto de importação, o AFRMM e as despesas portuárias, chegando- se a US$ 8,32/kg. O preço do glifosato ácido em base 100% equivalente da indústria doméstica, convertido para dólares estadunidenses, foi calculado a partir da razão entre o faturamento líquido e a quantidade vendida, chegando-se ao preço de US$ 5,61/kg. Ao se comparar o valor normal na condição CIF-internado com o preço da indústria doméstica, constatou-se uma margem de dumping de US$ 2,71/kg, que em termos relativos correspondeu 48,3%. A partir dessa comparação concluiu-se que para vender glifosato ao Brasil, a China teria que retomar a prática de dumping. Comparando-se ainda o valor normal de US$ FOB 7,27/kg e o preço de exportação da China de US$ FOB 4,62/kg, obteve-se uma margem de dumping absoluta de US$ 2,65/kg e relativa de 57,4%, constatando-se mais uma vez que, para vender ao Brasil, a China teria que retomar a prática de dumping. Esse preço de exportação foi calculado com base em um estudo da CCM International Limited, apresentado pela indústria doméstica, que informa preços médios de exportação de glifosato técnico da China, em 2007. Deve ser notado que esse preço representa média dos preços de exportação da China em 2007, independentemente do país de destino. Admite-se que se encontrem na condição FOB, uma vez que em havendo mais de um produtor de glifosato na China, um preço médio na condição ex-fábrica seria de difícil obtenção. 5. Dos indicadores de mercado e da indústria doméstica O período de análise dos indicadores de mercado e de desempenho da indústria doméstica abrangeu os anos de 2003 a 2007. Observou-se que somente em 2003 as importações da China foram representativas, respondendo por 15,3% do total importado. Para os três períodos seguintes não ocorreram importações dessa origem, sendo que, em 2007, ocorreram novamente, porém em volume insignificante em relação ao total importado, ou seja, apenas 0,1%. De 2003 para 2007 o recuo das importações da origem objeto da revisão foi de 98,7%. Quanto às importações provenientes das outras origens, o volume importado variou significativamente ao longo do período analisado, tendo aumentado 125,9%, de 2003 para 2007. Para evitar distorções, os valores das importações de glifosato nas diferentes formas e graus de concentração não foram convertidos para a base 100% equivalente. O valor CIF das importações da China reduziu 98,1% de 2003 para 2007, únicos períodos em que foram observadas importações dessa origem. Quanto ao valor CIF das importações das outras origens, foi observado aumento de 163,1%, de 2003 para 2007. Com referência às importações da China, observou-se aumento do preço CIF médio ponderado de 2003 para 2007, elevação de 52,8%. Nos dois períodos em que se observaram importações da China, o preço desta origem foi superior ao das demais origens somente em 2007, diferença essa de 13,6%. O consumo nacional aparente de glifosato apresentou comportamento irregular no decorrer do período analisado, tendo aumentado 71,4% de 2003 para 2004, recuado 23,9% de 2004 para 2005 e 1,9% de 2005 para 2006, voltando a crescer de 2006 para 2007, quando aumentou 33,2%. De 2003 para 2007, constatou-se crescimento de 70,5% no consumo nacional aparente. A participação das importações no consumo aparente de glifosato, desconsideradas as importações efetuadas pela indústria doméstica, decresceu 5,1 p.p. de 2003 para 2004. Nos anos seguintes verificaram-se aumentos sucessivos, de 2004 para 2005 (9,2 p.p.) e de 2005 para 2006 (9,1 p.p.). De 2006 para 2007, a tendência reverteuse, com diminuição de 3,5 p.p. nessa participação. Considerando-se todo o período analisado, houve elevação de 9,7 p.p. na participação das importações totais no consumo aparente, excluídas as importações efetuadas pela indústria doméstica. As importações de glifosato, em base 100% equivalente, da China participaram com 7,4% no consumo aparente, em 2003. Em 2007, esta participação foi ínfima, chegando a 0,05%. Conforme mencionado, durante o período analisado houve importação de glifosato da China apenas em 2003 e 2007. Em 2003, as importações chinesas corresponderam a 7,7% da produção da indústria doméstica. Em 2007, essa relação diminuiu 7,6 p.p., chegando a 0,1%, denotando queda, também, em relação à produção da indústria doméstica. No que se refere à evolução das vendas de glifosato ácido no mercado interno, de 2006 para 2007 verificou-se o único recuo, sendo esse de 2,1%. Considerando-se os cinco anos sob revisão, a elevação da quantidade comercializada de glifosato ácido foi de 76,4%. Quanto ao glifosato formulado 360g/l, marca própria, as quantidades comercializadas desse tipo de glifosato elevaram-se 57,8%, de 2006 para 2007. Tomando-se os cinco anos analisados, essas vendas aumentaram 90,5%. Os dados de capacidade instalada, produção e o grau de ocupação da capacidade instalada efetiva foram somente do glifosato ácido, convertido para a base 100% equivalente. O grau de ocupação da capacidade instalada efetiva reduziuse 3,1 p.p., de 2003 para 2007. De qualquer forma, durante todo o período analisado manteve-se o alto grau de ocupação da capacidade instalada, que, mesmo em seu patamar mais baixo, ocorrido em 2006, alcançou 94,3%. Ressalte-se que durante o período analisado observou-se tendência de aumento, em termos absolutos, tanto da produção de glifosato ácido, quanto da capacidade instalada. De 2003 para 2007, a produção elevou-se em 49,8%, e a capacidade instalada ampliou-se em 54,5%. Essa tendência acompanhou o comportamento do consumo nacional aparente. Os estoques finais totais de glifosato (ácido e formulado 360 g/l, marca própria e private label) da indústria doméstica aumentaram 196,2% de 2003 para 2004 e 6,0% de 2004 para 2005. De 2005 para 2006, em contraste, houve decréscimo de 73,2%, a que se seguiu, de 2006 para 2007, nova contração, esta de 47,6%. Comparando-se os volumes de estoques finais totais no primeiro e no quinto ano do período analisado, foi constatada redução de 55,9%. Considerando o primeiro e o último ano do período analisado, o faturamento líquido corrigido da indústria doméstica, relativo à comercialização da linha de glifosato no mercado interno, teve elevação de 27,3%. Ressalte-se que o aumento do faturamento líquido verificado de 2003 para 2007 resultou da elevação das quantidades vendidas, uma vez que os preços recuaram durante o período analisado. O preço líquido médio, por quilograma, do glifosato ácido elevou-se 4,1% de 2003 para 2004 e 7,9% de 2004 para 2005. De 2005 para 2006, houve redução de 10,7%, seguida de novo aumento, dessa vez de 5,3%, de 2006 para 2007. Como resultado, constatou-se, durante o período analisado, elevação de 5,7% no preço do glifosato ácido comercializado no mercado interno pela indústria doméstica. Relativamente ao preço líquido médio, por quilograma, do glifosato formulado 360g/l, com marca própria, verificaram-se recuos de 5,6% de 2003 para 2004, de 22,2% de 2004 para 2005 e de 8,4% de 2005 para 2006. De 2006 para 2007 a tendência inverteu-se, tendo sido constatada elevação de 9,8% no preço do glifosato formulado 360g/l, com marca própria. De 2003 para 2007, a retração observada no preço do glifosato formulado 360g/l, com marca própria, alcançou 26,1%. Os custos de produção do glifosato ácido tiveram retração em todos os anos analisados, sendo de 18,0% de 2003 para 2004; de 18,3% de 2004 para 2005; de 3,1% de 2005 para 2006; de 6,2% de 2006 para 2007. De 2003 para 2007, a redução nos custos de produção do glifosato ácido foi de 39,1%. A mesma tendência foi observada nos custos de produção do glifosato formulado 360g/l, com diminuição de 8,1% de 2003 para 2004, constatando-se novas diminuições nos anos seguintes, de 19,1% de 2004 para 2005, e de 7,1% de 2006 para 2007. De 2005 para 2006 tal custo permaneceu estável. De 2003 para 2007, o recuo nos custos de produção do glifosato formulado 360g/l foi de 31,0%. Em 2003, ano em que a relação pre...

Copom planeja corte de 3 pontos na Selic

...mar, a velocidade com que irá alcançá-lo é de menor importância desde que o mercado futuro de juros da BM&F se convença disso e incorpore essa expectativa aos contratos. O pregão ainda não fez isso face às reiteradas precauções do Copom. Ao mudar radicalmente os termos da ata divulgada na quinta-feira - produzindo na prática um documento inteiramente novo -, o BC assumiu que errou na reunião de 13 de dezembro, quando manteve a Selic estável em 13,75%. Passar de um congelamento de taxa no absurdo patamar de 13,75% ao longo das últimas duas reuniões de 2008 para um ab-rupto corte de um ponto no encontro seguinte, ou é sinal de desmedida teimosia ou de falta de discernimento. Isso sem falar que o BC, supostamente mais bem-informado que o restante do mercado, em setembro, cinco dias antes de o L...

Indústria têxtil quer exportar roupas de ginástica para o norte da África

A indústria têxtil brasileira quer levar mercadori

Novos nichos devem aumentar as exportações de vinho em 2009

... chegar a US$ 6 milhões. Para alcançar este objetivo, o Ibravin planeja infiltrar-se em novos mercados importadores, especialmente o asiático. "É um mercado que dá resultados muito rápidos em questões de vendas. Queremos atingir a Ásia como um todo, vendendo para China, Coreia e outros", afirma a gerente de exportações do Ibravin, Andreia Gentilini Milan. Cingapura também entra na lista das próximas investidas dos brasileiros neste ano, através de campanhas e ações publicitárias que devem ser iniciadas brevemente. Em setembro, jornalistas das principais regiões prospectadas devem ser convidados para conhecer a safra brasileira, a fim de promover...

RF intensifica fiscalização em seguro de transporte internacional de importação

...duaneiro, sobre o qual serão calculados os impostos. O prêmio do seguro é calculado com base nos valores segurados, que pode ser composto das verbas equivalentes ao Fob, Frete, Despesas de 10%, Impostos e Lucros Esperados de 10% para mercadorias destinadas a comercialização...

Volume de exportação cai 8,7% no 4º tri

A crise global já atingiu as exportações brasileir

Consumo de resinas plásticas aumentou 8% no ano passado

...de 25,8%. As exportações, que alcançaram 79,1 mil toneladas, cresceram 57,2% sobre novembro e 11,8% ante dezembro de 2007. Foram importadas 66,2 mil toneladas de resinas termoplásticas no mês, 23,4% menos do que em novembro. Em relação a dezembro de 2007, as importações declinaram 2,1%. A produção chegou a 252,1 mil toneladas, com recuo de 31,7% na comparação com novembro e de 38,1% frente a dezembro de 2007. Para o coordenador da Comissão Setorial de Resinas Termoplásticas da Abiquim (Coplast), Alfredo Tellechea, o desempenho do segmento em 2008 pode ser considerado positivo. “Certamente, sem a crise iniciada em setembro, o crescimento seria superior a 8%. De toda forma, houve significativo aumento no consumo de resinas no ano passado, mesmo com a redução nas vendas no último trimestre, em decorrência do movimento de redução dos estoques na cadeia produtiva”. Tellechea prevê resultados positivos também em 2009. “A economia mundial passa por uma fase de adaptação a novos patamares ...

Suco de laranja perde espaço no exterior

...olsas internacionais em 2007, alcançando máximas históricas em meados de 2008 e provocando uma "agroinflação" global preocupante, o suco de laranja derrapava. Quando a crise financeira tragou as commodities no quarto trimestre de 2008, o suco, que sequer havia subido, despencou. Cálculos do Valor Data baseados em contratos futuros de segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez) mostram que, em julho do ano passado, a cotação média do suco era 6,67% menor que no mesmo mês de 2007 na bolsa de Nova York, enquanto a do açúcar era 42,52% maior e a do café, 25,26% superior. Em Chicago, as cotações médias de milho e soja eram 94,33% e 74,33% mais elevadas, respectivamente. Os grãos são básicos para a alimentação, mas açúcar e café, como o suco, não são indispensáveis. Em dezembro, os mesmos cálculos apontaram que o açúcar ainda subia 10,76%, mas café, milho e soja apareciam com baixas de 17,30%, 14,32% e 25,40%, respectivamente, em relação a dezembro de 2007. No suco, a queda era de 48,36%, e atualmente as cotações em Nova York estão no mais baixo patamar em cerca de quatro anos. Segundo Maurício Mendes, presidente da consultoria AgraFNP e membro do Grupo de Consultores em Citros (Gconci), foi-se o tempo em que uma produção conjunta de laranja de São Paulo e Flórida - donos dos maiores parques citrícolas do planeta - inferior a 500 milhões de caixas de 40,8 quilos da fruta produzia valorizações expressivas nas cotações da commodity. Ainda assim, as últimas grandes ondas de alta dos preços internacionais do produto foram provocadas por problemas graves no lado da oferta. A última delas, entre 2004 e o início de 2006, chegou a resultar em máximas histórias para as cotações da commodity na bolsa de Nova York. Mas foi preciso, para isso, que duas temporadas consecutivas de furacões destruíssem boa parte dos pomares de laranja da Flórida, até hoje em recuperação. Em consequência desse problema, a tonelada do suco de laranja concentrado brasileiro vendido na Europa chegou a atingir US$ 2,5 mil, ante os atuais US$ 1,3 mil. Foi em virtude de graves perdas climáticas na Flórida e na Europa - causadas pelas geadas do fim de 1962 - e a decorrente disparada dos preços do suco que a atividade ganhou fôlego no Brasil, que hoje respond...

CIRCULAR No- 2, DE 21 DE JANEIRO DE 2009

...mputarizado (CPC), Cp-tronic, alcolor (misturador de álcool), lavadores de goma, grupo de frio com dosificador Technotrans, secador por infrarrojos, polvos antimaculantes Alphatronic 200E. Marca Heidelberger, modelo Speedmaster SM 74-4-P2H. 8443.13.90 Impressora ofsete para 5 cores, alimentada por folhas de formato de 480x660mm, com velocidade de 10.000 folhas/hora, área de impressão de 475x650mm, tamanho da chapa de 530x657mm, espessura da chapa de 0,2mm e peso líquido de 18.000 quilos. Com controle de fluxo de tinta, composta por cinco módulos de impressão (castelos), com alimentador e distribuidor de empilhamento, molha Adamatic, sistema de refrigeração, pulverizador de pó ESS. Fabricante Adast, modelo Dominant 755CP-DI. 8443.13.90 Impressora ofsete para 5 cores, alimentada por folhas de formato de 720x1020mm, com capacidade máxima de 13.000 folhas por hora, espessura máxima do material a imprimir de 1mm e peso líquido de 27.400kg. Com unidade de verniz para operação em linha, molhagem a álcool, modelo Rolandmatic, controle de registro e tinteiro RCI, saída em pilha alta, pulverizador, dispositivo de refrigeração e circulação e secador infravermelho. Marca Man Roland, modelo 605 3B. 8443.13.90 Impressora ofsete para 5 cores, alimentada por folhas de formato de 740x1040mm, com capacidade máxima de 15.000 folhas por hora, com espessura máxima do material a imprimir de 1mm e peso líquido de 43.800. Inclui molhagem a álcool modelo Deltamatic, controle de registro e tinteiro RCI, saída em pilha alta, pulverizador, reversão 2/3, dispositivo de refrigeração e circulação e secador infravermelho. Marca Man Roland, modelo 705 3B P 8443.19.90 Estação de aplicação de tinta de impressão com processo ofsete em fitas de borda termoplástica, com estrutura de alimentação da tinta através de uma bomba de tinta, dimensões 800x700x700mm, capacidade de 40m/min. Fabricante: S & O Maschinenbau GmbH. 8443.32.32 Sistema de impressão de transferência térmica para linha de fabricação do produto cable modem, composto dos seguintes itens: 01 gabinete/rack (fabricante: Tuteng-China); 01 monitor de vídeo (fabricante: HP-China, modelo V7550); 01 unidade digital de processamento (fabricante: Advantech-Taiwan, modelo 610). 8443.32.32 Sistema de impressão de transferência térmica para linha de fabricação do produto cable modem, composto dos seguintes itens: 01 gabinete/rack (fabricante: Tuteng-China, modelo 37U); 01 monitor de vídeo (fabricante: Philips-china, modelo 105E11); 01 unidade digital de processamento (fabricante: Advantech-Taiwan, modelo 610). 8443.32.32 Sistema de impressão de transferência térmica para linha de fabricação do produto cable modem, composto dos seguintes itens: 01 gabinete/rack (fabricante: Tuteng-China, modelo 37U); 01 monitor de vídeo (fabricante: Philips-china, modelo 107S61); 01 unidade digital de processamento (fabricante: Advantech-Taiwan, modelo 610). 8443.32.32 Sistema de impressão de transferência térmica para linha de fabricação do produto cable modem, composto dos seguintes itens: 01 gabinete/rack (fabricante: Tuteng-China); 01 monitor de vídeo (fabricante: CMV-Taiwan, modelo CT-522A); 01 unidade digital de processamento (fabricante: Advantech-Taiwan, modelo 610). 8443.39.90 Dispositivo de texturização em fitas de borda termoplásticas enganchável com ajuste ótico de velocidade, fabricado por Heinrich Goller GmbH Sondermaschinenbaur. Dimensões 670x390x550mm, capacidade 40m/min, potência 0,4 K W. 8457.10.00 Centro de usinagem para fabricação de matrizes de metal utilizado na produção de etiquetas, modelo Cortini HS644A, com as seguintes características técnicas: curso dos eixos X 600 mm, Y 560mm, Z 400mm; velocidade de deslocamento dos eixos X, Y e 30 m/min; precisão de posicionamento dos eixos X, Y e Z 0,006 mm; magazine automático com 20 posições para 8 à 20 ferramentas; mesa contínua do eixo horizontal diâmetro 00 o 50 mm; mesa rotobasculante descontínua diâmetro 180mm; mesa rotobasculante contínua diâmetro 00 o 50 mm; velocidade máxima do mandril 000 1/min 36000 1/min 1500 1/min 4000 1/min; diâmetro máximo em rotação 565 mm; ângulo do eixo A + 105º / -100º; ângulo do eixo C rollover; estrutura em aço soldado; montante móvel a cruz; controle numérico Fanuc 16i; linha Ethernet-hard disk - guia de risco; painel de comando; drivers digitais; ferramenta de mudança com ações em 20 posições; flyer eletrônico; electrospindle alta freqüência 22.000 RPMm/min; força: 12KW; mesa rotativa Nikken CNC. 8460.21.00 Retífica horizontal de internos, com movimento de rotação com mandril variável, movimento de translação, diâmetro da pedra de retífica de 3,175mm a 95,25mm, opções de perda da retífica de 1,524 e 65,024mm e sistema de rotação do mandril por troca de polia. Fabricante: Sunnen Products Company (EUA), modelo: MBC-1804-F-18. 8460.31.00 Máquina para afiar serras circulares pastilhadas com metal duro, por meio de rebolos duplos montados em um só flange, com cinco eixos controlados, de comando numérico computadorizado (CNC), para serras de diâmetros compreendidos entre 80 e 1.300 mm. Fabricante: Vollmer Werke Maschinenfabrik GMBH, modelo: CHD 350 8460.39.00 Máquina de afiar ferramentas para centro de usinagem, marca Medore, modelo Utencil Medori. Características Técnicas: potência de motor de 0.25HP; velocidade vir/min de 5200; diâmetro moe mm 100x500x20; furo c...

Brasil e Argentina realizam primeira reunião de comércio bilateral do ano

...o de 22,1% sobre 2007, quando alcançou US$ 14,4 bilhões. Na comparação 2008/2007, a participação da Argentina no total das exportações brasileiras recuou ligeiramente, de 9,0% para 8,9%. As vendas de produtos industrializados à Argentina representaram 95% do total entre janeiro e dezembro de 2008, cabendo aos básicos a participação de 4,9%. Na comparação com 2007, os produtos básicos tiveram aumento de 54,1%, seguidos pelos bens semimanufaturados, com crescimento de 35,8% e pelos manufaturados, com acréscimo de 20,5%. As importações brasileiras de produtos argentinos, no mesmo período, atingiram US$ 13,3 bilhões, implicando acréscimo de 27,4% em relação a 2007, quando contabilizou US$ 10,4 bilhões. No mesmo comparativo, as importações totais do Brasil se expandiram em 43,6%, o que fez com que a participação argentina no total recuasse de 8,6% para 7,7%. Nesse período, a pauta de importação foi formada por 83,4% de produtos industrializados ...

Porto de Itapoá intensifica o ritmo das obras

A construção do Porto de Itapoá terá 550 trabalhad

Brasil dobrou exportação de mel

...brou o valor das exportações, alcançando US$ 43,57 milhões, e aumentou em 42% (18,27 mil toneladas) o volume negociado com o exterior em relação a 2007, quando foram comercializadas 12,9 mil toneladas, com fatu...

Brasil realiza missão comercial ao Norte da África

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comérci

Setor calçadista seleciona 10 países prioritários para exportação

...mento do consumo, atualmente calculado em cinco pares per capta, e do poder aquisitivo têm levado empresas nacionais a apostarem naquele mercado. Em 2007, foi exportado para aquela região um milhão de pares, gerando um faturamento de US$ 13,4 milhões. No caso dos Estados Unidos, o interesse dos brasileiros naquele país passa a se concentrar na exportação de calçados de maior valor agregado, uma vez que os embarques de produtos de preço baixo vêm diminuindo, devido à concorrência com a China. Nesta nova etapa do Brazilian Footwear será intensificada a presença nas feiras WSA e The Collections, ambas em Las Vegas e Coterie/Sole Commerce, em Nova York. A maior parte dos expositores brasileiros atua no Design Brazil, o grupo de alta moda coordenado pelo programa, que leva para o exterior artigos que atingem públicos e preços diferenciados. Com informações do Portal Export News...

Equador vai impor cotas a importados para deter déficit

O governo do Equador vai elevar tarifas e impor co

Exportações em queda

André Meloni Nassar é diretor-geral do Instituto d

Venda de calçados ao Oriente Médio cresce 29%

As exportações de sapatos do Brasil aos países ára

2008 encerra-se com queda nos embarques de calçados

Ao longo de 2008, o setor calçadista contabilizou

Brasil e Equador destacam laços bilaterais após crise diplomática

...hanceler equatoriano, Fander Falconí. "Vamos começar no nível dos funcionários e, depois, com níveis mais altos politicamente para ver como aprofundar e ampliar essas relações", ressaltou Marques Porto, que voltou para Quito há uma semana, após permanecer em consultas em Brasília, desde novembro. Falconí declarou que "estreitamos nossos laços históricos de irmandade" e que, durante a reunião com o diplomata brasileiro, foram analisados mecanismos para "repotenciar e melhorar as relações entre os dois países, que historicamente foram excelentes e ...

Importação de borracha é liderada pela Argentina

Entre os principais importadores da produção da in

Agricultura terá drawback verde-amarelo

O governo pretende lançar nos próximos dias novos

PIS/Cofins sofre restrição e afeta exportador

Uma alteração na primeira leitura da MP que regulo

Couromoda não vê crise e vendas para mercado interno surpreendem

Volume de negócios se manteve em relação a 2008. C

Déficit da balança brasileira é efeito da crise, diz especialista

O déficit de US$ 12 milhões na balança comercial b

Exportações da indústria aumentam 28% em reais

O dólar valorizado no último trimestre de 2008 pos

Busca de novos mercados para suínos

Apesar da derrapada das exportações de carne suína

Câmbio reabre chance de exportação no setor de calçados

Após amargar cinco anos de luta contra o câmbio e

Fretes marítimos e valor do petróleo podem atrapalhar em 2009

...elagem, esses fretes tendem a alcançar níveis muito baixos, com graves reflexos para a estabilidade de investimentos do setor. Além disso, lembra Rosa, a grande queda dos valores do barril de petróleo no mercado internacional e sua manutenção no atual patamar poderão causar redução de investimentos na exploração de petróleo no mar, com reflexos para a navegação de apoio marítimo. Com informações do Portal PortoGente...

Receita com exportação de café verde sobe 22% em 2008

...o ano anterior. O faturamento alcançou US$ 4,132 bilhões, ante US$ 3,378 bilhões, conforme relatório da Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em ...

Couromoda "testa" resistência do setor calçadista à crise financeira

Principal evento calçadista do país, a Couromoda c

Relação entre oferta e demanda no Mercosul deve sustentar preços

...stóricas, respectivamente -, calcula o setor. Apesar das constantes investidas para despejar esse excedente no mercado brasileiro, o fluxo de arroz de lá para cá caiu 39% em 2008 na comparação com 2007, apontam os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Em 2008, as exportações de arroz do Uruguai para o Brasil sofreram um baque por causa da alta do dólar, lembra o diretor de Mercados da Federarroz, Marco Aurélio Tavares. Com preços mais baixos no Brasil, houve preferência por destinos como a União Européia. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Exportações batem recorde em 2008

...ilhões de sacas), e a receita alcançou US$ 4,7 bilhões, aumento de 23% sobre o ano anterior, de US$ 3,8 bilhões. Fechado o balanço do ano, o Brasil garantiu uma participação de mercado de 31,5%, mantendo a liderança nas exportações globais. Em dezembro, os volumes embarcados também foram igualmente recordes, totalizando 3,2 milhões de sacas, com a...

Exportação do campo pode cair até 23% em dólar

...sa um dólar médio de R$ 2,20 calculado pelo Banco Central em 2009, indica uma redução de 5% nas vendas externas do agronegócio em moeda brasileira. No cenário mais provável traçado pelo governo, o setor deve embarcar ao exterior US$ 57,2 bilhões neste ano. Mas pode haver um "ponto de equilíbrio" se a cotação média do dólar superar a previsão do BC e fechar este ano a R$ 2,30. "Se o dólar ficar mesmo nesse nível ao longo do ano, repetiríamos o ótimo desempenho de 2008", afirma o secretário de Relações Internacionais, Celio Porto. Em 2008, as vendas totais do agronegócio fecharam US$ 71,9 bilhões, com um superávit de US$ 60 bilhões. Uma reação nos preços da commodities agrícolas, que começa a se desenhar, deve ajudar no movimento, impulsionando o setor a encostar nos R$ 140 bilhões em vendas neste ano. "Na seman...

Produção de grãos deve ser 8,7% menor

O Brasil poderá perder cerca de 10 milhões de tone

Abipecs pressiona governo a agilizar abertura de novos mercados

...ovos mercados." Camargo Neto calcula que as vendas externas tenham caído cerca de 50 por cento em novembro e dezembro ante o mesmo período de 2007, principalmente porque a Rússia -- principal cliente -- diminuiu suas importações em decorrência da crise. "Os dados sobre as recentes exportações de carne suína ainda estão sendo compilados, mas o setor está preocupado com a crise e os seus resultados no mercado russo, do qual há forte dependência, pois os embarques brasileiros de carne suína para aquele país respondem por mais de 40 por cento do total", disse a Abipecs no comunicado. Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

Egito quadruplica exportação ao Brasil

...ferro, carne bovina, alumina calcinada, chassis para ônibus, fumo, óleo de soja, frangos, motocompressores e papel kraft. Com informações da Agência de Notícias Brasil - Árabe...

Exportação do campo pode cair até 23% em dólar

...sa um dólar médio de R$ 2,20 calculado pelo Banco Central em 2009, indica uma redução de 5% nas vendas externas do agronegócio em moeda brasileira. No cenário mais provável traçado pelo governo, o setor deve embarcar ao exterior US$ 57,2 bilhões neste ano. Mas pode haver um "ponto de equilíbrio" se a cotação média do dólar superar a previsão do BC e fechar este ano a R$ 2,30. "Se o dólar ficar mesmo nesse nível ao longo do ano, repetiríamos o ótimo desempenho de 2008", afirma o secretário de Relações Internacionais, Celio Porto. Em 2008, as vendas totais do agronegócio fecharam US$ 71,9 bilhões, com um superávit de US$ 60 bilhões. Uma reação nos preços da commodities agrícolas, que começa a se desenhar, deve ajudar no movimento, impulsionando o setor a encostar nos R$ 140 bilhões em vendas neste ano. "Na seman...

País terá batalha para vender mais a China, Índia e Rússia

... o mundo, mas certamente pode alcochoar a queda de várias economias". Charles informa também que todas as medidas que o governo asiático havia tomado para esfriar a economia serão revertidas em ações contra crise. Além disso, governo quer investir mais em mercados não tradicionais, fato que o Brasil pode se beneficiar. "Para 2009 o Brasil passará por uma fase difícil, porque o governo ainda está esperando muito para agir. Se não tomar medidas para estimular economia, baixando juros e tributos, vamos sofrer muito. O comércio com a China não vai voltar aos níveis antes da crise no próximo ano, mas vai aumentar dos níveis atuais", encerra. Com informações do Jornal Diário do Comércio Indústria e Serviços - SP...

Indústria pode lucrar com substituição de importações

A forte valorização de 46% do dólar nos últimos tr

Pallet de Madeira ou Plástico?

...clados com maior facilidade. Calcule os custos. Faça simulações do consumo de pallets, estimando o tempo de vida e o estoque que sua empresa deverá manter. O preço do pallet em si não quer dizer muita coisa. Determine os usos do pallet. Em alguns casos, o produto será exibido na loja ainda dentro do pallet. Neste caso, pallets de plástico podem dar uma impressão melhor ao cliente. Conheça as regras de segurança relativas a incêndios. Os pallets de plástico queimam a uma temperatura muito maior que os de madeira, e em alguns casos podem ser necessários para atender regulamentações de segurança. Avalie as regras de exportação. Caso seu produto vá para o exterior, estude as regras que se aplicam em cada destino. No caso de plástico, o custo pode ser proibitivos porque você dificilmente receberá o pallet de volta. Pallets de madeira devem seguir regras específicas em relação ao tratamento da madeira contra pragas. Fonte: Inbound Logistics Por Logisticando...

Atraso na dragagem estressa setor produtivo

... presidente do Sistema Fiesc, Alcantaro Corrêa, enviou, nesta segunda-feira, um ofício ao presidente Lula, alertando sobre os problemas. A Fiesc lembrou ao presidente que houve um comprometimento da Secre...

Espumantes exportam até 237% mais em 2008

... dos concorrentes importados, alcançando 80% das vendas. Algumas empresas como a Casa Valduga viram suas exportações crescerem 237%. "Isso se deve ao alcance...

Piora da balança comercial

...no anterior. Em novembro, ela alcançou US$ 14,7 bilhões, ou 5% a mais do que em igual mês de 2007. No acumulado dos 11 primeiros meses, o valor foi de US$ 184,1 bilhões, com alta de 25,7%. Na comparação com os resultados de outubro, porém, os de novembro são muito ruins. Em valor, as exportações foram 20,3% menores. Até o início do segundo semestre, os resultados decrescentes das exportações refletiam a queda do quantum exportado pelo País. Agora, porém, se registra queda também do preço médio dos itens exportados. Em setembro e outubro, de acordo com a Funcex, todos os preços dos produtos exportados registraram queda em relação ao pico ocorrido em agosto. Os produtos manufaturados acumularam queda de 1,5% naqueles dois meses; os semimanufaturados, de 0,6%; e os básicos, de 7,4%. Em novembro, o índice de preços das exportações caiu 8,4% em relação a outubro, e a queda dos produtos básicos foi a mais intensa, de 12,2%. No acumulado do ano, observou o economista-chefe da Funcex, Fernando Ribeiro, o índice de preços das exportações ainda apresenta uma alta muito expressiva, de 28,4% em relação a 2007, mas o que se observa agora é uma tendência de queda muita rápida. Não surpreende, por isso, a projeção de Ribeiro para os próximos meses. Ao longo de 2009, se os preços caírem até o nível que apresentavam em 2007, antes da alta espetacular registrada entre aquele ano e o primeiro semestre...

Países buscam melhorar pauta de exportações

...ceses no Brasil cresceram 62% alcançando US$ 1,2 bilhão e fazendo da França o nosso quarto principal investidor”, afirmou o presidente brasileiro. Segundo o presidente Lula, no ano passado, o comércio bilateral aumentou exponencialmente, aproximando-se dos US$ 7 bilhões, o que transformou a França em um mercado prioritário para as exportações brasileiras. Boa parte das declarações do dia centrou-se na visão comum que os dois líderes têm sobre as origens da crise financeira global e a importância da participação mais efetiva de novos atores no encaminhamento de soluções multipolares. “Queremos e devemos trabalhar pela refundação da ordem financeira internacional”, afirmou Sarkozy. “Já no próximo encontro do G- 20 em Londres vamos nos unir para defender mecanismos de regulação transparentes e eficazes para sistema financeiro internacional”, acrescentou presidente brasileiro. Para seu colega ...

Importação de produtos argentinos em novembro cai 6% em relação a 2007

A crise internacional colocou um freio no comércio

Volume de importações de produtos químicos caiu 29%

...ríodo de 2007. As exportações alcançaram US$ 11,1 bilhões, com crescimento de 13,3% na mesma comparação. O déficit na balança comercial de produtos químicos, até novembro, alcançou US$ 21,7 bilhões, o que representa aumento de 79,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Com informações da Assessoria de Imprensa da Abiquim...

CIRCULAR No- 88, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008

...mal da China. O valor normal calculado, FOB, foi de US$ 3,86/kg. Como indicativo de valor normal para a Índia, a Levorin disponibilizou, na petição, o preço do produto similar exportado por aquele país à Alemanha, nos termos da alínea "f" do § 1o, do art. 18, do Decreto no 1.602, de 1995. O valor normal calculado para a Índia, FOB, foi de US$ 1,97/kg. 4.2. Do preço de exportação Os dados referentes ao preço de exportação foram apurados com base nas estatísticas oficiais brasileiras de importação disponibilizadas pela Secretaria da Receita Federal do Brasil- RFB, na condição de comércio FOB. O preço de exportação da China atingiu US$ 1,28/kg. O preço de exportação da Índia atingiu US$ 1,21/kg. 4.3. Da margem de dumping Comparados o valor normal com o preço de exportação da China do produto em análise, as margens de dumping, relativa e absoluta, apuradas foram, respectivamente, 201,6% e US$ 2,58/kg. Já as margens de dumping da Índia, relativa e absoluta, atingiram, respectivamente, 62,8% e US$ 0,76/kg. 4.4. Da conclusão sobre a continuação do dumping Verificou-se que, mesmo com a aplicação de direito antidumping sobre as exportações de pneumáticos para bicicletas da China e, com a suspensão do direito antidumping aplicado sobre as exportações da Índia, existem elementos de prova que indicam a existência de prática de dumping nas exportações de pneumáticos para bicicleta para o Brasil, originárias da China e da Índia. Portanto, para fins de abertura da revisão, há indícios de que, na ausência do direito antidumping, provavelmente ocorrerá a continuação da prática de dumping naquelas exportações para o Brasil. 5. Dos indicadores de mercado e da indústria doméstica A análise dos indicadores de mercado e de desempenho da indústria doméstica abrangeu o período de 1o de janeiro de 2003 a 31 de dezembro de 2007, dividido conforme a seguir: janeiro a dezembro de 2003; janeiro a dezembro de 2004; janeiro a dezembro de 2005; janeiro a dezembro de 2006; e janeiro a dezembro de 2007. 5.1. Da análise cumulativa Por ocasião da última revisão, as importações de pneus de bicicletas da China e Índia foram consideradas de forma cumulativa, uma vez que foi constatado terem sido atendidos os requisitos do § 6o, do art. 14, do Decreto no 1.602, de 1995. A hipótese é de revisão, não se aplicando as disposições relativas à margem de dumping de minimis e a volume insignificante. No que diz respeito às condições de concorrência, não foram identificadas, nessa etapa da análise, alterações nas condições de concorrência entre o produto importado da China e da Índia e entre esses e o similar doméstico que justifiquem a determinação não cumulativa dos efeitos das importações sob análise. 5.2. Da evolução das importações 5.2.1. Do volume importado O volume total importado diminuiu 10,1%, de 2003 para 2004, aumentou 45,8%, de 2004 para 2005, diminuiu 13%, de 2005 para 2006, voltando a aumentar 109,6%, de 2006 para 2007. Quando considerado todo o período de análise, o volume total importado pelo Brasil aumentou 139%. O crescimento do volume importado pelo Brasil é explicado pelo maior volume de importações dos países objeto do direito antidumping. As exportações da China e da Índia, que não foram observadas no ano de 2003, aumentaram 874,4%, no período de 2004 para 2007, enquanto o volume vendido ao Brasil pelos demais países caiu 48%, entre 2003 e 2007. 5.2.2. Do preço das importações O preço CIF médio ponderado das importações objeto do pedido de revisão apresentou aumento em todos os períodos de análise totalizando um crescimento de 21,6%, de 2004 para 2007. Constatou- se que, em 2007, o preço médio ponderado das importações objeto do pedido de revisão foi inferior ao preço médio ponderado do produto importado dos demais países. Individualmente, o produto indiano foi exportado pelo preço mais baixo, seguido do produto da Indonésia e da China. 5.3. Da evolução relativa das importações 5.3.1. Da participação das importações dos países objeto do pedido de revisão do direito antidumping no consumo nacional aparente Constatou-se que a participação das importações brasileiras dos países objeto do pedido de revisão aumentou 29,8 pontos percentuais (p.p.). Por outro lado, observou-se a diminuição da participação das importações de outras origens no consumo nacional aparente, de 11,8 p.p. Ficou constatado que, no decorrer dos cinco anos, além de deslocar as exportações de outros países, as exportações dos países objeto do pedido de revisão do direito antidumping ocuparam parcela do consumo nacional antes atendida pelo produto nacional. 5.3.2. Da relação entre as importações dos países objeto do pedido de revisão do direito antidumping e a produção nacional Observou-se que a relação entre as importações dos países objeto da revisão do direito antidumping e a produção nacional de pneus para bicicleta apresentou sucessivos aumentos no período considerado, à exceção de 2006, quando recuou 5,8 p.p. Essa relação, que era de 3,8%, em 2004, alcançou no último período observado, 2007, 51,4%. Nesse interstício essa relação aumentou 47,6 p.p. indicando que tais importações aumentaram no período em substituição à produção nacional. 5.4. Do consumo nacional aparente de pneus para bicicleta Observou-se que o consumo nacional aparente de pneus para bicicleta diminuiu nos dois primeiros períodos: 3,1%, de 2003 para 2004, e 4,1%, de 2004 para 2005. Nos dois períodos seguintes houve aumento de 0,9%, de 2005 para 2006, e 24,7%, de 2006 para 2007. Considerando-se todo o período de análise, o consumo nacional aparente acumulou um crescimento de 17%. A participação dos pneus para bicicleta nacionais no consumo nacional aparente variou ao longo do período de análise, tendo apresentado o seguinte comportamento: aumento de 1,6 p.p., de 2003 para 2004, diminuição de 10,4 p.p., de 2004 para 2005, e aumento de 4,2 p.p., de 2005 para 2006. No último período, de 2006 para 2007, apresentou queda de 17,6 p.p. Ao se considerar os extremos da série, a participação da vendas da indústria nacional no consumo nacional diminuiu 22,2 p.p. 5.5. Dos indicadores da indústria doméstica 5.5.1. Do volume de vendas da indústria doméstica O volume de vendas no mercado interno apresentou o seguinte comportamento: aumento de 2,3%, de 2003 para 2004, diminuição de 25,6%, de 2004 para 2005, aumento de 15,6%, de 2005 para 2006, e nova diminuição no último período de 2,8%. Considerando- se todo o período de análise, o volume de vendas da indústria doméstica para o mercado interno diminuiu 14,4%. Observouse que a indústria doméstica se deparou com quedas nos volumes de vendas de pneus para bicicleta tanto no mercado interno quanto no mercado externo (redução de 47,6%) 5.5.2. Da participação das vendas da indústria doméstica no consumo aparente A participação das vendas internas da indústria doméstica no consumo nacional variou ao longo do período de análise. De 2003 para 2004, aumentou 3 p.p., de 2004 para 2005, diminui 13 p.p., de 2005 para 2006, aumentou 6,6 p.p. e, de 2006 para 2007, diminuiu 11,4 p.p. Ao se considerar todo o período de análise, a participação das vendas internas da indústria doméstica no consumo nacional apresentou uma diminuição de 14,8 p.p 5.5.3. Da produção, da capacidade instalada e do grau de ocupação Observou-se que a indústria doméstica trabalhou com um grau de ocupação de 72,6% em 2003. Nos dois períodos seguintes houve redução neste indicador: 2,9 p.p., de 2003 para 2004, e 20,4 p.p., de 2004 para 2005. Já de 2005 para 2006, o grau de ocupação aumentou 2,3 p.p. para, em seguida, de 2006 para 2007, cair 2 p.p. Ao se considerar todo o período de análise, o grau de ocupação da indústria doméstica diminuiu 23 p.p. 5.5.4. Da evolução do estoque O volume de estoque de pneus para bicicleta da indústria doméstica foi oscilante ao longo do período: aumentou 62%, de 2003 para 2004, diminuiu 4%, de 2004 para 2005, e 32,8%, de 2005 para 2006, voltando a aumentar 12,5%, de 2006 para 2007. Ao se considerar todo o período de análise, o volume de estoque de pneus aumentou 17,6%. Observou-se que a relação estoque final/produção em 2003 foi de 3,6%. Esta relação aumentou 2 p.p., de 2003 para 2004, e 2 p.p., de 2004 para 2005. De 2005 para 2006, diminuiu 2,9 p.p. No último período, verificou-se aumento de 0,8 p.p. e, ao se considerar os extremos da série, esta relação aumentou 1,9 p.p. 5.5.5. Do faturamento líquido O faturamento obtido com as vendas de pneus para bicicleta no mercado interno, em reais corrigidos, diminuiu nos dois primeiros períodos de análise: 6%, de 2003 para 2004, e 29,8%, de 2004 para 2005. De 2005 para 2006, o faturamento apresentou aumento de 9,5%. De 2006 para 2007, em que pese o aumento do mercado, o faturamento diminuiu 20,1%, período em que se registrou o menor valor da série. Assim, de 2003 para 2007, evidenciou-se um decréscimo no faturamento líquido da peticionária com as vendas de pneus para bicicleta no mercado interno de 42,3%. 5.5.6. Dos preços médios ponderados O preço médio ponderado de vendas no mercado interno diminuiu em todos os períodos de análise. Considerando todo o período, o preço médio ponderado de vendas no mercado interno apresentou variação negativa de 32,5%. 5.5.7. Dos custos de produção Verificou-se que o custo de produção por quilograma diminuiu ao longo de todo o período de análise. Ao se considerar todo o período, o custo de produção por quilograma diminuiu 20,3%. O custo total apresentou a mesma trajetória de queda, acumulando ao longo de todo período uma diminuição de 19,3%. 5.5.8. Da relação custo e preço Verificou-se uma piora nas relações custo/preço ao longo de...

Receita com exportação de frutas cresce 13%, divulga Ibraf

...te do Ibraf. Os preços médios alcançados em 2008 superaram os valores de 2007 e, por isso, o valor das exportações obteve um saldo positivo. "Os números mostram exportações em menor escala, mas apresentam maior valor agregado", ressalta Fernandes. A previsão é fechar 2008 com US$ 724 milhões e 880 mil toneladas exportadas. Com informações da Agência Estado...

Câmara avalia relação comercial entre Brasil e Rússia e principais missões de 2008

...de janeiro a novembro de 2008 alcançamos US$ 71,7 bilhões e a estimativa é fechar dezembro em até US$ 73 bilhões", finalizou. Com informações da Assessoria de Comunicação Social - Mapa...

Governo brasileiro organiza missão empresarial a países do norte de África

O governo brasileiro planeja uma nova missão à Áfr

Indústria catarinense desacelera no final, mas balanço de 2008 é positivo

...firmou o presidente da FIESC, Alcantaro Côrrea. Ele destacou que a recuperação deve iniciar já em 2009, mas que a velocidade vai depender da rapidez com que as medidas de apoio do governo à indústria serão implementadas. Corrêa ressaltou que as decisões anunciadas na semana passada, beneficiando a indústria automobilística, mostram que o governo está preocupado. "Mas outros setores importantes, como a construção civil e a agricultura, precisam de crédito e financiamento em condições adequadas", disse. Os dados do Ministério do Trabalho e Emprego mostram que foram criados 33.351 empregos pela indústria de transformação nos primeiros dez meses do ano, com alta de 5,9% no período. Em novembro, contudo, a pesquisa da FIESC sinaliza redução. A queda foi de 0,67% na comparação com outubro no grupo de 357 indústrias de médio e grande porte que participam do levantamento, um saldo negativo de 1.524 postos de trabalho no mês. Os dados do comér...

MDIC organiza missão comercial ao Norte da África

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comérci

43 empresas de Santa Catarina participam da Couromoda 2009,maior feira de calçados da América Latina

A 36º edição da Couromoda – Feira Internacional de

Capitania dos Portos autoriza funcionamento do Jet Bus, entre Joinville e São Francisco do Sul

...adual de Transportes (Deter), Alceu Gaio; o diretor-geral da SDR Joinville, Fernando Camacho; sócio-proprietário da Jet Bus Transportes Marítimos, Fernão de Oliveira; e ainda técnicos dos dois órgãos navegaram com a embarcação pelo Rio Cachoeira, Lagoa do Saguaçu e Baía Babitonga. “Nossa intenção foi de verificar in loco os detalhes da embarcação que recebeu a autorização da Capitania dos Portos para começar a funcionar”, destaca Mendonça. Com esta autorização da Capitania dos Portos, a intenção da SDR Joinville é iniciar as operações brevemente. Com informações do Portal Intelog...

Comunicado da autoridade portuária de Itajaí

...bros do OGMO, acreditamos que alcaçaremos com estes dois berços índices em torno de 75 % dos volumes de operações que operavámos. A reconstrução completa dos dois berços destruídos deverá estar concluída em seis meses de acordo aos projetos em andamento. O projeto da reconstrução prevê conceitos atuais e modernos de berços, pátios e sistemas de operações. Finalizo informando que junto com a Autotidade Marítima, Praticagem e Receita Federal, a Autoridade Portuária de Itajaí está em ritmo de trabalho constante de emergência, para restabelecer plenamente as atividades do Complexo Portuário de Itajaí. O apoio e união de toda a Comunidade Portuaria é absolutamente determinante nestes dramáticos e históricos momentos que todos estamos enfrentando. Nos colocamos a disposição para qualquer esclarecimento. Sds, Zenaldo Feuser Diretor Comercial - Commercial Director Autoridade Portuária...

Safra de trigo deverá alcançar sete milhões de toneladas até 2012

... A perspectiva para 2012 é de alcançar, pelo menos, 7 milhões de toneladas, o que equivale a 70% do consumo interno." A afirmação é do presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Culturas de Inverno, Rui...

Safra de trigo deverá alcançar sete milhões de toneladas até 2012

... A perspectiva para 2012 é de alcançar, pelo menos, 7 milhões de toneladas, o que equivale a 70% do consumo interno." A afirmação é do presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Culturas de Inverno, Rui...

Brasil prefere novo fracasso de Doha a abrir mercados a químicos e eletrônicos

...m reabrir parte dos consensos alcançados em julho passado em torno dos acordos industrial e agrícola. Mantida essa atitude, não haverá tempo para a conclusão da Rodada até o final do mês, como recomendaram os líderes do G20, o grupo das sete economias mais industrializadas e dos emergentes que se reuniu em novembro para discutir a crise financeira mundial. “Qualquer tentativa de mudar a natureza e a base dos acordos já alcançados em julho levará a Rodada ao fracasso. ...

ECONOMIA - Pequenas empresas ganham mercado externo

... preço lá fora”, diz Emanuel Falcão, analista do Sebrae que coordenou o estudo. O resultado dessa ausência de estratégia é uma forte descontinuidade nas vendas externas. Segundo a pesquisa, quase a metade das MPEs que exportaram em 2007 não o fazem todos os anos. “Geralmente, o valor exportado por empresas estreantes ou que voltam ao mercado é muito baixo”, diz Falcão. Em 2007, o valor médio das MPEs que têm mercado cativo em outros países desde 1998 foi de US$ 70 milhões. Entre as que exportam de forma descontínua, a média foi de US$ 32 milhões, exemplifica o analista. Segundo Falcão, uma das dificuldades de se chegar ao mercado internacional - ou se manter nele - é a falta de conhecimento das regras e políticas tarifárias dos países. Esse motivo levou a empresa Chama, que produz uniformes e equipamentos de proteção para uso em plataformas em alto-mar, a adiar por quatro anos a estr...

Setor de aves exporta US$ 7 bilhões e suínos têm perspectiva de novos mercados

...ne de frango, em 2008, deverá alcançar 11 milhões de toneladas. Destas, 3,6 milhões foram exportadas, o que ...

Crise ainda não se reflete sobre exportação agrícola

...s. Os embarques do setor sucroalcooleiro cresceram 59% no período e as vendas de café, 21%. Os produtos apícolas tiveram destaque dentro dos produtos de origem animal: as vendas para o mercado externo totalizaram US$ 4 milhões, que significam 151,7% acima do valor exportado em novembro 2007. O ministério mostra, no entanto, queda nos embarques dos demais produtos de origem animal. A receita cambial obtida com as vendas de carnes caiu 14,8%. As exportações de couros, produtos de couro e peleteria caíram 27,5%. Os embarques de animais vivos renderam 8,6% a menos e de lácteos, 54,7%. Recorde Os...

Governo financia importação

...á a 34 milhões de toneladas, calculou. Ao apresentar esses dados, ele demonstrou preocupação com “o oligopólio, o alto índice de concentração” no setor agrícola. “Hoje há uma concentração no mercado de venda de fertilizantes e de compra de commodities”, disse. O representante do ministério também atacou as indústrias fornecedoras de insumos e disse que “elas não estão preocupadas com a questão do preço”. Ele argumenta que o aumento expressivo de preço não significa desinteresse dos produtores por fertilizantes. Com informações do Jornal Tribuna do Norte - RN...

Novo texto da OMC mantém corte de tarifas de bens industriais

...ão geral de níveis de tarifas alcançado em reunião de ministros realizada em julho, informaram fontes próximas do assunto neste sábado. Mas os termos, que servem como base para uma possível reunião de ministros da Or...

Projeto cria órgão de defesa comercial

Está tramitando no Senado Federal, com chances de

Queda na exportação de carne pressiona cotação

...em novembro", disse Miguel Cavalcanti, sócio da Agripoint, que participou de um encontro com pecuaristas durante a Fenagro, em Salvador (BA). Entre outros fatores para a queda dos embarques, ele cita a escassez de crédito para exportação. Com informações do Jornal do Brasil - RJ...

Suínos: Brasil deixou de embarcar 25 mil toneladas por Itajaí

Em entrevista à Agência Safras, o presidente da As

Exportação agrícola sente os efeitos da crise mundial

Os efeitos da crise financeira mundial, que está p

Exportações da indústria de componentes crescem 15,7%

As exportações de componentes para couro, calçados

Porto de Itajaí deixa de movimentar R$ 245 milhões em uma semana

Depois de uma semana com operações suspensas e gra

Rentabilidade da exportação é a maior em quatro anos

Com a ajuda da recente desvalorização cambial, a r

RESOLUÇÃO Nº 3.651, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2008

Estabelece novas condições para a concessão de emp

Porto de Itajaí deixa de movimentar US$ 201 milhões por chuvas em SC

O porto de Itajaí, fechado desde a última sexta-fe

Brasil questiona tarifas dos EUA sobre suco de laranja

Brasil deu início ontem a mais um contencioso cont

CIRCULAR Nº 80, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2008

...r de referência deverá ser recalculado trimestralmente, tomando-se por base a média das cotações ICIS-LOR (Independent Commodity Information Service - London Oil Reports) para o mercado europeu, sempre considerando a média simples das cotações médias de cada semana do último mês desse trimestre, no caso, o mês de outubro de 2008, acrescida de US$ 12,87 por tonelada, referente às despesas de exportação, e US$ 46,32 por tonelada, relativo aos custos de frete e seguro internacionais. 1.1. A média das cotações de MMA para o mercado europeu, no mês de outubro de 2008, foi de US$ 2.033,00/t (dois mil e trinta e três dólares estadunidenses por tonelada). 2. Desta forma, o preço de referência calculado para o trimestre novembro-dezembro/2008-janeiro/2009 é de US$ 2.092,00/t (dois mil e noventa e dois dólares estadunidenses por tonelada). 3. O direito antidumping é calculado com base na diferença entre o preço de referência e o preço da operação de importação. O direito ...

SERVIÇO - Ajuda aos Desabrigados e Desalojados em SC

A SIMPEX conclama a sociedade na mobilização para

FAO traça cenário global firme para carne bovina

...O prevê que a produção global alcançará 65,4 milhões de toneladas, 0,4% mais que o volume estimado para 2008, enquanto as exportações somarão 6,7 milhões de toneladas, um crescimento de 4,3% na mesma comparação. O aumento da produção, segundo a FAO, virá de países emergentes como o Brasil, para os quais é esperada uma oferta 1% maior. Para as nações consideradas desenvolvidas, a previsão é de retração. "Se o mundo quiser ampliar a dema...

LEI No- 11.827, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2008

...a o caput deste artigo serão calculados com base no valor de aquisição do bem e apropriados no mesmo prazo em que se der a aquisição ou financiamento, proporcionalmente a cada mês, multiplicando-se, para efeito de rateio entre as contribuições: I - pelo fator de 0,177 (cento e setenta e sete milésimos), no caso do crédito da Contribuição para o PIS/Pasep; e II - pelo fator de 0,823 (oitocentos e vinte e três milésimos), no caso do crédito da Cofins. .......................................................................................................... § 3o A revenda dos equipamentos de que trata o caput deste artigo faz cessar o direito de apropriação de crédito eventualmente não apropriado, a partir do mês da revenda. .......................................................................................................... § 7o ........................................................................................... I - serão apropriados no prazo mínimo de 1 (um) ano, contado da data da publicação da Lei no 11.727, de 23 de junho de 2008, na hipótese de aquisições efetuadas anteriormente a essa data; e .......................................................................................................... § 8o As pessoas jurídicas de que trata o caput deste artigo poderão deduzir da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins créditos presumidos relativos ao ressarcimento dos custos de instalação e manutenção dos equipamentos de que trata o inciso XIII do caput do art. 28 da Lei no 10.865, de 30 de abril de 2004, por elas adquiridos no mercado interno, para incorporação ao seu ativo imobilizado. § 9o Os créditos presumidos de que trata o § 8o deste artigo serão apropriados no próprio mês em que forem apurados, observados os limites máximos de valores fixados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, multiplicando-se, para efeito de rateio entre as contribuições: I - pelo fator de 0,177 (cento e setenta e sete milésimos), no caso do crédito da Contribuição para o PIS/Pasep; e II - pelo fator de 0,823 (oitocentos e vinte e três milésimos), no caso do crédito da Cofins." (NR) "Art. 58-T. As pessoas jurídicas que industrializam os produtos de que trata o art. 58-A desta Lei ficam obrigadas a instalar equipamentos contadores de produção, que possibilitem, ainda, a identificação do tipo de produto, de embalagem e sua marca comercial, aplicando-se, no que couber, as disposições contidas nos arts. 27 a 30 da Lei no 11.488, de 15 de junho de 2007. § 1o A Secretaria da Receita Federal do Brasil estabelecerá a forma, limites, condições e prazos para a aplicação da obrigatoriedade de que trata o caput deste artigo, sem prejuízo do disposto no art. 36 da Medida Provisória no 2.158-35, de 24 de agosto de 2001. § 2o As pessoas jurídicas de que trata o caput deste artigo poderão deduzir da Contribuição para o PIS/Pasep ou da Cofins, devidas em cada período de apuração, crédito presumido correspondente ao ressarcimento de que trata o § 3o do art. 28 da Lei no 11.488, de 15 de junho de 2007, efetivamente pago no mesmo período." (NR) Art. 2o Os arts. 33, 41 e 42 da Lei no 11.727, de 23 de junho de 2008, passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 33. Os produtos referidos no art. 58-A da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, enquadrados no regime tributário do IPI previsto na Lei no 7.798, de 10 de julho de 1989, e a pessoa jurídica optante pelo regime especial de tributação da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins de que trata o art. 52 da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, serão excluídos dos respectivos regimes no último dia do mês de dezembro de 2008. ..............................................................................................." (NR) "Art. 41. .............…………...................................................................... .......................................................................................................... IV - aos arts. 7o, 9o a 12 e 14 a 16, a partir do primeiro dia do quarto mês subseqüente ao da publicação desta Lei; .......................................................................................................... VII - aos arts. 32 a 39, a partir de 1o de janeiro de 2009. ..............................................................................................." (NR) "Art. 42. ................................................................................... .......................................................................................................... IV - a partir de 1o de janeiro de 2009: a) os arts. 49, 50, 52, 55, 57 e 58 da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, não havendo, após essa data, outra forma de tributação além dos 2 (dois) regimes previstos nos arts. 58-A a 58-U da Lei no 10.833, de 29 de dezembro de 2003, e demais dispositivos contidos nesta Lei a eles relacionados; b) o § 7o do art. 8o e os §§ 9o e 10 do art. 15 da Lei no 10.865, de 30 de abril de 2004." (NR) Art. 3o A alínea "b" do inciso II do § 1o do art. 56 da Medida Provisória no 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 56. .................................................................………….................. § 1o ..........................................................................…………………................. .......................................................................................................... II - .....................................…....................................................... .......................................................................................................... b) sejam cobrados juntamente com o preço dos produtos referidos no caput deste artigo, nas operações de saída do estabelecimento industrial; ..............................................................................................." (NR) Art. 4o O art. 17 da Lei no 11.774, de 17 de setembro de 2008, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 17. ................................................................................... Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se também ao regime aduaneiro de isenção, nos termos, limites e condições estabelecidos pelo Poder Executivo." (NR) Art. 5o Os arts 8o, 9o, 10, 11 e 13 da Lei no 10.451, de 10 de maio de 2002, passam a vigorar com a seguinte re...

Porto de São Francisco do Sul recebe 4,5 milhões de euros em novos equipamentos

...pacidade para 100 toneladas e alcance de 53 metros; 4 empilhadeiras de grande porte (Reach Stackers TFC 45), de fabricação francesa, para atuar em terra na movimentação de 45 toneladas e capacidade de empilhamento de 5 cônteineres de altura, no valor de € 1.442.000,00 (1 milhão e quatrocentos e quarenta e dois mil euros). Os equipamentos vieram a bordo do navio BBC Kusan (Reino Unido), depois de carregar em Antuérpia (Bélgica) e passar por Bilbao (Espanha). Estes investimentos estão...

Crise já afeta 54% das indústrias de SC

...", diz o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa. Para ele, são necessárias medidas para evitar a parada da economia. "É hora de reduzir os gastos públicos para que os investimentos como os do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não sejam comprometidos. Também é hora de reduzir juros, para evitar que as restrições já sentidas no crédito se agravem, comprometendo ainda mais o desempenho do mercado interno em 2009", afirma. O levantamento revela que os planos de investimentos da maior parte das indústrias catarinenses para 2009 não serão abandonados, mas passarão por revisão. A sondagem também mostrou que 57% das indústrias pretendem investir no próximo ano, mas irão revisar seus projetos, 6% decidiram adiar e 1% optou por suspender. Por outro lado, 21% das indústrias consultadas informaram que os investimentos estão integralmente mantidos e 15% que não havia projeto para o ano que vem. A pesquisa também mostrou que a maior parte das indústrias ainda conta com boas vendas até o final de 2008. Para 60% delas, as vendas de final de ano ficarão dentro do previsto, para 7% irão superar as projeções e para 33% ficarão abaixo das expectativas. Por Gazeta Mercantil...

Welber Barral acha inviável lei do comércio exterior

...ial estabelecemos uma meta de alcançar 202 bilhões de dólares”, ele comentou. “As importações aumentaram bastante até a mudança cambial no segundo semestre”, comentou. Para o ano que vem, o Mdic não tem prognósticos, mas trabalha com dois cenários: o decréscimo dos preços dos commodities, o que indica uma baixa na balança comercial brasileira. Outro fator, é o cambial, que estimula as exportações brasileiras. “A maior parte dos produtos vendidos são manufaturados ou semifaturados. Mas é notório que os produtos básicos 37%, mas isso é um reflexo do preço dos commodities”, relatou. Entre os principais desafios é aumentar a competitividade de aumentar base das exportações brasileiras, maior acesso ao crédito em relação a tendência de aumento de juros e desburocratização. “Muitas das tragédias burocráticas do governo são herança desde o império português", comentou. Ele disse que 50% das empresas que exportam são PMEs, mas que em valores chegam apenas a 8%. Para ele, o país ficou ficou 30 anos sem investir em infra-estrutura, investimento que o governo tenta retomar isso, principalmente agora através do PAC. “Mas existe um inferno burocrático e regulatório que temos que enfrentar. Uma das obras que é aprofundar o calado de Santos, promotor pediu vistas ao processo e disse que demoraria um ano para ler. Em um ano a Chi...

Argentina vai barrar importados do Brasil

A Argentina se prepara para acionar o Mecanismo de

Exportações de carne bovina para a Rússia caem pela metade em outubro

..., os especialistas conseguem calcular o quanto foi exportado de qualquer subproduto bovino. O faturamento também caiu praticamente pela metade. Em setembro, a receita foi de R$ 204,08 milhões. Já em outubro, ficou em apenas R$ 103,67 milhões. Segundo a Scot Consultoria, o principal problema do mercado russo é a falta de crédito por causa da crise financeira internacional. Sem os recursos, os compradores ...

CIRCULAR Nº 78, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2008

....000 folhas/hora, com sistema alcolor, sistema de reversão - Marca: Adast, Modelo: 747-P 8443.13.90 Máquina impressora off-set para 5 cores, alimentada por folhas de formato máximo igual a 480 x 650 mm, com capacidade máxima de impressão de 12.000 folhas/hora - Marca: Heidelberg, Modelo: MOFP 8443.13.90 Máquina impressora off-set para 2 cores, alimentada por folha de formato máximo igual a 480 x 640 mm, com capacidade máxima de impressão de 10.000 folhas/hora - Marca: Solna, Modelo: 264 8443.13.90 Máquina impressora off-set para 2 cores, alimentada por folha de formato máximo igual a 520 x 740 mm, capacidade máxima de impressão de 12.000 folhas/hora - Marca: Roland, Modelo: R202-TOB 8443.13.90 Máquina impressora off-set para 2 cores, alimentada por folha de formato máximo igual a 520 x 740 mm, capacidade máxima de impressão de 12.000 folhas/hora, composta por um módulo duplo de impressão num único castelo, com alimentador e distribuidor de empilhamento, dimensões aproximadas 2.335 x 2.180 x 1.880 mm - Marca: Roland, Modelo: Roland 200 8443.13.90 Máquina impressora off-set para 2 cores, alimentada por folha de formato máximo igual a 720 x 1020 mm, com capacidade máxima de impressão de 10.000 folhas/hora, com mesa de comando para controle a distância de tinta, molha, registro e diagnóstico de produção - Marca: Roland, Modelo: RZK 3B E 8443.13.90 Máquina impressora off-set para 4 cores, para impressão em tubos plásticos, com aplicação de verniz e secagem automática através de um forno de radiação com aquecimento por resistência elétrica, com capacidade máxima de 12.000 peças/hora - Marca: O.M.S.O., Modelo: DM45AT 8452.21.20 Máquina de costura industrial para costurar tecido, tipo overlock, com 2 agulhas, 4 fios, com posicionador de agulha, mesa e estante - Marca: Rimoldi, Modelo: 627-00-2MD-20 8452.21.20 Máquina de costura industrial para costurar tecido, tipo overlock, com 1 agulha, 3 fios, com painel de comando eletrônico para posicionamento da agulha, contador de pontos, levantador de sapatilha e corte automático de linha - Marca: Rimoldi, Modelo: F27-F025/D2-113 8452.21.20 Máquina de costura industrial para costurar tecido, tipo overlock, com 1 agulha, 3 fios, com painel de comando eletrônico para posicionamento da agulha, contador de pontos, levantador de sapatilha e corte automático de linha - Marca: Yamato, Modelo: AZ8451-05DF/K2MC/ES 8452.21.20 Máquinas de costura industrial para costurar tecido, tipo interlock, com 2 agulhas, com cobertura superior, com posicionador de agulha, levantador de sapatilha e corte automático - Marca: Yamato, Modelo: VCU2630-140M/UTA24/ ST 8458.19.90 Torno automático de cin...

China tira espaço de fornecedor do Brasil na Argentina

Os produtos chineses estão ganhando espaço no merc

Começa esta semana, em Santa Catarina, maior feira de comércio exterior e logística do Sul

...a Catarina foi escolhida com palco do Itajaí Trade Summit 2008 pelo potencial exportador, já que o Estado representa pelo menos 5% das vendas externas brasileiras e a balança comercial de Itajaí é de aproximadamente US$ 7 bilhões. O Porto de Itajaí é estratégico, também, por ser o segundo maior em movimentação de contêineres com crescimento de 283% nos últimos dez anos. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as exportações catarinenses somaram US$ 7,2 bilhão até outubro, um crescimento de 20% sobre o mesmo período de 2007. Sobre a Itajaí Trade Summit A feira Itajaí Trade Summit (www.itajaitradesummit.com.br) acontecerá de 19 a 21 de novembro no Centro de Promoções Itajaí-Tur, em Itajaí (90 quilômetros ao norte de Florianópolis pela BR 101), das 14 às 22 horas. A organização é do Grupo Net Marinha (que administra portal especializado em notícias e serviços de comércio internacional). Local: Centro de Promoções e Eventos Itajaí-Tur (Marejada) Endereço: Avenida Ministro Konder, 303, Itajaí (SC) Data: ...

Crise não afeta as exportações catarinenses

...iesc), os embarques do Estado alcançaram US$ 7,21 bilhões nos 10 primeiros meses do ano. Somente em outubro, as vendas externas foram de US$ 747,6 milhões, uma alta de 3,87% sobre o mesmo mês de 2007. Porém, houve uma redução de 2,95% em relação a setembro, o que pode ser um sinal de que o esfriamento do consumo mundial já está afetando o Estad...

Crise pode fazer empresa brasileira avançar no exterior

As empresas brasileiras devem alcançar, no médio e longo prazos, maior represent...

Exportações de commodities devem perder preço e volume

...tivo havia mais que dobrado e alcançado US$ 2,556 bilhões. "Com a queda de preço, as exportações devem cair mais que as importações e o déficit deve aumentar", diz Castro. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

CIRCULAR No- 76, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2008

...de preço comparativamente ao calculado para o mês imediatamente anterior, os preços a serem observados no Compromisso serão reajustados mesmo que em período inferior a seis meses. 4. Esta Circular entra em vigor em um prazo de 50 (cinqüenta) dias a partir da data de sua publicação no D.O.U. WELBER BARRAL...

Exportações das cooperativas crescem 27,5%

... complexo soja, do setor sucroalcooleiro e das carnes. Conforme o estudo, os valores exportados e a cotação do dólar apresentaram comportamentos inversos. Mesmo com os desafios impostos para a exportação da produção, destacando-se a valorização do Real de 43,01% nos meses de janeiro a setembro, entre 2004 e 2008, as cooperativas registraram receitas cambiais crescentes. Porém, os impactos da crise mundial resultaram em saída de dólares do Brasil e elevações significativas na taxa de câmbio, para patamares superiores a 2,10 R$.US$-1. O estudo mostra ainda que as variações observadas nas exportações brasileiras foram superiores no primeiro período analisado (janeiro a setembro de 2005) e no último intervalo (janeiro a setembro de 2008). Contudo, nos meses de janeiro a setembro de 2006 e de 2007, as taxas de crescimento das exportações diretas das cooperativas ultrapassaram as taxas médias da economia brasileira. Produtos em destaque Entre os produtos exportados pelas cooperativas brasileiras, foi destaque no acumulado de janeiro a set...

Apesar da crise, investimentos em logísticas devem ser mantidos

... efeitos ainda não podem ser calculados com exatidão, porém, o anúncio do ministro chefe da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro de Brito, de que os recursos financeiros para o segmento de infra-estrutura e logística serão mantidos até 2010 anima os empresários e as entidades do setor. O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), Alessandro Teixeira, em entrevista ao Portal Terra, e...

Brasil continuará "gigante exportador"

...exportações brasileiras podem alcançar 13 bilhões de litros dentro de dez anos, pelo cenário europeu. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP ...

Exportador vê pouco ganho ao Brasil com pacote chinês

... China, cujo valor em outubro alcançou US$ 1,805 bilhão, chegará a US$ 2 bilhões até dezembro. O déficit está em ascensão. De janeiro a outubro de 2007, o déficit comercial brasileiro com os parceiros chineses era de US$ 891 milhões. No ano passado inteiro, o déficit brasileiro com a China chegou a US$ 1,8 bilhão no ano. "Com as possíveis reduções nas exportações de minério e de petróleo e o fim do embarque da soja (com o término da safra brasileira), a tendência desse déficit anual é ultrapassar US$ 2 bilhões", disse José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB. Esse comportamento das transações comerciais será pouco afetado com o pacote de US$ 586 bilhões anunciado pelo governo chinês no domingo. Castro considerou positivo o...

Importações avançam e saldo comercial diminui 40% no ano

As importações brasileiras alcançaram US$ 152,2 bilhões entre janeiro e a pri...

Exportações do agronegócio em outubro foram US$ 6 bi

...m 12 meses, o valor exportado alcançou os US$ 71,5 bilhões. Os setores que mais contribuíram em valor absoluto para o aumento das exportações foram carnes, complexo sucroalcooleiro, fumo e seus produtos e café. O valor exportado do complexo soja (grão, farelo e óleo) apresentou redução de 4,2%. A queda se deu em razão da antecipação das vendas dos produtos do complexo nos meses anteriores a outubro. No mês passado, foi exportado o equivalente a ...

Indústria nacional teve crescimente significativo, diz BC

A indústria brasileira registrou expansão no trime

Comércio em moedas locais entre Brasil e Argentina completa um mês

...Central do Brasil, Ronaldo Cavalcante, a implantação do Sistema de Pagamento em Moedas Locais (SML) é o primeiro passo para uma integração econômica mais sólida entre os países do Mercosul e com os outros vizinhos de Brasil e Argentina. Outra vantagem, na avaliação dos dois Bancos Centrais e da Fiesp, é de que o SML elimina a burocracia do exportador que antes era obrigado a realizar três contratos de câmbio e ainda ficava exposto à volatilidade cambial. Fonte: Agência Indusnet Fiesp...

Encomendas adiam efeitos da crise para têxteis e calçadistas

Os fabricantes de bens de consumo semiduráveis, co

Exportações do agronegócio crescem quase 10% em outubro

Carnes, complexo sucroalcooleiro, fumo e café foram setores que mais con...

Crise afeta exportação brasileira, alerta OMC

A Organização Mundial do Comércio (OMC) alerta que

BNDES liberou quase R$ 2 bi para têxteis

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e So

COMUNICADO 17.637

...remuneracao adicional) serao calculados com base em dias corridos/360. A Libor aqui referida e aquela divulgada pela SBritish Bankers´Association- (BBA), divulgada as 11:00 horas de Londres do dia util anterior ao leilao. VIII - Numero de propostas: uma por instituicao; IX - As instituicoes deverao apresentar suas propostas a Divisao de Cambio do Depin (Dicam), por meio telefonico. X - Taxa de corte: serao aceitas propostas cujas taxas de remuneracao adicional sobre a Libor sejam maiores ou iguais aquela indicada no Comunicado que divulgar o resultado do leilao, a qual sera aplicada a todas as propostas vencedoras, podendo haver ajuste pro-rata no volume das propostas aceitas; XI - O valor a ser pago ao Banco Central do Brasil a titulo de quitacao do emprestimo sera calculado de acordo com a formula abaixo: Valor Final = Valor Inicial x [1+(Libor+Spread) x DC/360] Onde: - Valor Final = Valor em USD a ser pago ao Banco Central do Brasil quando da quitacao do emprestimo; - Valor Inicial = Valor do emprestimo concedido a instituicao financeira; - Libor = fixing da Libor em USD de seis meses divulgado pela British Bankers´Association - BBA no dia util anterior a data de realizacao do leilao; - Spread = remuneracao adicional sobre a Libor; e - DC = numero de dias corridos entre a data do credito do emprestimo e a data de vencimento do mesmo. 6. As garantias do emprestimo deverao obedecer as seguintes condicoes: I - A totalidade dos contratos de ACC e ACE originados com os recursos da operacao descrita no item 3, inciso I, devera ser entregue ao Banco Central do Brasil em garantia do emprestimo a que se refere o item 3, inciso II; II - Adicionalmente as garantias mencionadas acima, o Banco Central do Brasil podera exigir a apresentacao de garantias suplementares na forma de titulos publicos federais, ate o montante de 140% do valor do emprestimo; III - Apresentacao das garantias: as instituicoes cujas propostas forem aceitas indicarao os creditos a serem dados em garantia ao Banco Central do Brasil, no valor definido nos incisos I e II deste item, devendo ser observado o seguinte: a) as instituicoes deverao entregar ao Banco Central do Brasil a listagem das garantias e o contrato de emprestimo assinado e acompanhado da documentacao original comprobatoria no maximo ate o dia 4 de dezembro de 2008 (dois dias uteis antes do credito do emprestimo); b) as garantias deverao ter prazo de vencimento superior a 30 dias contados do dia de sua apresentacao; e c) os demais procedimentos relativos a formalizacao da entrega das garantias e do contrato serao divulgados posteriormente pelo Banco Central do Brasil. 7. O resultado do leilao sera divulgado por meio de comunicado no Sistema de Informacoes do Banco Central do Brasil - Sisbacen no decorrer do dia da realizacao do leilao. 8. No mesmo dia da realizacao do leilao, as instituicoes vencedoras deverao enviar ao Depin, por meio de fac-simile dirigido aos numeros (61) 3414-3927 ou (61) 3414-3924, as instrucoes referentes a movimentacao financeira e a confirmacao dos dados do emprestimo. 9. As mensagens de confirmacao referidas no item anterior deverao conter necessariamente as informacoes apresentadas na sequencia abaixo: Responsavel pela confirmacao (tomador) Telefone (DDD) Fac-simile (DDD) E-mail Data da venda pelo Banco Central do Brasil Data da recompra pelo Banco Central do Brasil Tomador do emprestimo Valor do emprestimo Data de vencimento do emprestimo Taxa de remuneracao adicional sobre a Libor Instrucao financeira do tomador Instrucao financeira do Banco Central doBrasil Responsavel pela remessa da lista das garantias Telefone (DDD) E-mail 10. A participacao da instituicao no leilao implica a aceitacao das disposicoes deste Comunicado, bem como de todos os termos do contrato de que trata o item 6, III, -a- e -c-, deste Comunicado, cujo instrumento sera encaminhado oportunamente aos interessados. 11. O contrato de que trata o item 10 integra o presente Comunicado, para todos os fins de direito. Brasilia, 4 de novembro de 2008 Departamento de Operacoes das Reservas Internacionais Marcio Barreira de Ayrosa Moreira Chefe ...

Governo amplia uso de crédito para exportadores via Proex

Mais exportadores terão direito a financiamento of

Na crise, exportadores também perdem, apesar da alta do dólar

...rícolas, segundo o economista Alcides Leite. “O setor agrícola é mais estruturado e tem linha oficial de crédito. Já para comprar avião, é preciso um financiamento especial. Produtos com maior valor agregado dependem mais de financiamento obtido pela própria empresa.” As montadoras de automóveis instaladas no país também devem ser afetadas de forma mais significativa pela crise internacional, na avaliação de Leite. O motivo é que o Brasil exporta veículos para países desenvolvidos, principalmente os da Europa. Leite ressalta, no entanto, que “o problema (dos exportadores brasileiros) é momentâneo e será resolvido”. Fonte: UOL ...

Argentina vai barrar 1.200 produtos

O secretário argentino de Indústria, Fernando Frag

Pressionado por clientes, exportador já concede descontos

Tradicionais exportadores de bens de consumo e out

RESOLUÇÃO Nº 3.630, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008

Altera a Resolução nº 3.596, de 31 de julho de 200

Argentina adota nova restrição a importações

Em mais uma medida protecionista, o governo argent

Commodities seguem na contramão do dólar

A persistente turbulência nos mercados financeiros

Exportação de arroz supera importação

...ça comercial do arroz em 2008 alcançou, aproximadamente, 80 mil toneladas, ou um diferencial de 25% para as vendas externas. As exportações resultaram em um faturamento de US$ 211,2 milhões. Segundo o diretor Comercial do Irga, Rubens Silveira, é a primeira vez, desde 1990, que a exportação ultrapassa a importação. “A alta do dólar dificulta a i...

DECRETO No- 6.620, DE 29 DE OUTUBRO DE 2008

...disposições deste Decreto não alcançam os atos legais praticados anteriormente a sua edição. Art. 54. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 29 de outubro de 2008; 187o da Independência e 120o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Guido Mantega Paulo Bernardo Silva Dilma Rousseff...

Governo pode ampliar ajuda a exportador

O governo vai estender o alcance do "drawback verde amarelo", pelo qual exp...

Crise ameaça atratividade das exportações do campo

Entre janeiro e agosto, ainda sem os reflexos mais

Embarques de arroz superam importações

... do mês de setembro superaram alcançaram 83,6 mil toneladas. Os principais destinos do produto brasileiro foram Benin (22,6%), Cuba (11,8%), Senegal (14,6%), Venezuela (7,8%) e Suíça (5,8%). Atualmente, o Brasil já opera com vendas externas de arroz para 54 países distribuídos em cinco continentes. A atual escalada do dólar pode estimular novas operações de vendas externas, mas deve continuar dificultando as importações. As previsões da Companhia Nacional de Abastecimento para a compra do grão no mercado internacional já recuaram de 600 mil toneladas para 450 mil durante o ano de 2008. A Safras & Mercados prevê uma demanda um pouco maior, mas ainda assim o superávit da balança comercial do arroz pesaria pelo menos 100 mil toneladas a mais para o lado das exportações. "Desde 2004 nosso principal comprador foi a África, maior demandador de arroz do mudo. Eles importam quase 10 milhões de toneladas. Lá se consome quase 150 quilos de arroz percapita ao ano, aqui no Brasil esse consumo não passa ...

Preços de exportação e importação já caem por causa da crise

...EB), José Augusto de Castro, calcula que a média diária de exportações nos próximos meses caia para algo próximo a US$ 700 milhões, por conta da deterioração dos preços internacionais das commodities. Até agosto, a média foi de US$ 900 milhões, sendo que na segunda semana de setembro houve aumento para US$ 1 bilhão por conta do embarque de uma plataforma de petróleo. "Sem essa exportação, a média já teria caído para US$ 800 milhões, que foi o patamar observado nas semanas seguintes", afirmou. As exportações sofreram efeito mais significativo que as importações devido à natureza dos produtos negociados, segundo Castro. "Boa parte dos itens importados são manufaturados e estão sujeitos a preços definidos em contrato, que não podem ser quebrados no curto prazo", afirmou. O efeito mais forte sobre importações será notado com mais clareza a partir do próximo ano, disse. A AEB reduziu em US$ 1 bilhão a sua projeção para o saldo da balança comercial deste ano, para US$ 23 bilhões. O economista da RC Consultores Fábio Silveira observou que alguns itens tiveram pequena queda no volume, tanto nas importações como nas exportações (petróleo, têxteis, madeira, produtos químicos e máquinas e equipamentos) e a tendência é que haja redução nos volumes exportados no quarto trimestre. A RC projeta um saldo da balança de US$ 25 bilhões neste ano e de US$ 8 bilhões em 2009, com exportações de US$ 195 bilhões em 2008 e US$ 160 bilhões no próximo ano. "A economia internacional está enfraquecendo. O mesmo canal que permitiu ao Brasil ter uma reação a partir de 2004 levará o país a um enfraquecimento da atividade em 2009", afirmou. As projeções da RC consideram uma queda do PIB americano de 1% e preços de commodities ainda acima da média histórica. "Se os preços voltarem aos patamares históricos, há risco de déficit na balança comercial", disse Silveira. Ele prevê ainda declínio nas importações a partir de outubro, já que, além de manufaturados, o país compra commodities que também já têm redução de preços no exterior, como aços especiais, papel, óleo diesel e produtos petroquímicos. Mas o efeito mais forte no curto prazo aind...

Após ajustes, Mercosul prevê avanço

...era faturar 35% mais em 2008, alcançando uma receita de R$ 1 bilhão, de acordo com seu presidente, Mauro Pilz. Os ajustes, que levaram o Mercosul a reduzir de 6 mil para 4 mil o número de funcionários em suas fábricas e a fechar a unidade de Naviraí (MS), foram feitos após um estudo em conjunto com a Scot Consultoria para saber a real situação do rebanho em cada região do país. Segundo Pilz, o estudo indicou que a recomposição do rebanho levaria mais de 12 meses, "voltando ao normal" em 2009. Em 2007, explicou Pilz, as cinco unidades do Rio Grande do Sul operaram bem...

Calçadistas gaúchos não desistem da China

A gaúcha Arezzo terá de reprogramar os planos de e

Mantega nega ajuda a empresas com problemas com câmbio

...tivos porque há operações de balcão e também no exterior. Estas negociações apenas vêm a mercado quando a empresa faz as declarações. "Nenhum valor grande foi mencionado até agora. O Estado de S. Paulo...

Estoques crescem nas indústrias

Um mau sinal emitido pelo setor produtivo foi capt

Dólar atinge maior valor desde 2005

...de 1º de agosto, quando havia alcançando a cotação mínima de 2008, R$ 1,559. São vários os fatores que explicam a disparada da moeda americana ontem. O movimento foi global. O dólar avançou contra praticamente todas as moedas devido ao crescimento dos temores de uma recessão planetária. Os economistas p...

China eleva desconto fiscal para exportação

...ento das exportações chinesas alcançou, em média, 22,2% este ano, uma retração em relação aos 27,2% do ano passado, revelam dados oficiais. Metade dos exportadores de brinquedos do país fecharam as portas nos sete primeiros meses do ano devido à alta dos custos de produção e do valor do iuan, disse na semana passada o departamento de alfândega chinês. Por Gazeta Mercantil/Bloomberg News...

Crise financeira internacional diminui confiança dos industriais catarinenses

...cou em 58,5 pontos. O ICEI é calculado a partir da opinião dos executivos sobre as condições atuais da economia brasileira e da empresa e expectativas para os próximos seis meses. O resultado varia no intervalo de 0 a 100. Acima de 50 indica confiança e abaixo, falta de confiança na economia. Fonte: FIESC...

CIRCULAR Nº 3.415, DE 16 DE OUTUBRO DE 2008

Dispõe sobre as operações de empréstimo em moeda e

Brasil valida uso do código eletrônico de produto na cadeia de congelados

... como a ferramenta ideal para alcançar novos patamares em automação de processos, integração de sistemas de informação, rastreabilidade e autenticidade de produtos. Diversos setores já comprovaram a eficácia da aplicação da tecnologia em seus processos, mas sua aplicação em produtos resfriados e congelados ainda não havia sido atestada. Até hoje, não se sabia como o EPC/RFID se comportaria em ambientes com alto índice de umidade, frio e condensação, como em um frigorífico. Para definir questões como estas, a GS1 Brasil conduziu um importante projeto-piloto em parceria com as empresas Frigorífico Flamboiã, Logimasters-Dachser, Edata, Genoa, Motorola, NEC, SEAL e RR Etiquetas. O objetivo do trabalho foi validar a aplicação e performance do EPC/RFID em unidades logísticas resfriadas e congeladas, para identificação serializada de paletes e automação do controle de estoques, além de expedição e registro dos sistemas de rastreabilidade. Os testes iniciais foram realizados na linha de produção para exportação da Flamboiã – especializada na criação, abate e comercialização de frangos. Foram produzidos e identificados com etiqueta EPC/RFID mais de 18 mil quilos de produtos. As etiquetas foram aplicadas nas caixas de transportes e nos paletes. Dois carregamentos foram efetuados do frigorífico para a Logimasters, que recebeu a carga, armazenou e ...

Indústria teme nova avalanche chinesa

Empresários do setor calçadista brasileiro estão p

Portos necessitam de US$ 3,5 bilhões

...equar à demanda, o executivo calcula que seja necessário realizar um investimento de cerca de US$ 3,5 bilhões nos próximos cinco anos. O dirigente defende que esses recursos sejam aplicados em importantes portos do Brasil como o de Santos, os de Santa Catarina e da região Norte. Ele prevê que esses investimentos serão feitos pelas iniciativas privada e pública. Atualmente, Thomas esti...

Secretário diz que embarques devem atrasar

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do

Exportação de mel chega a US$ 4,9 milhões

... resultado do mês de setembro alcançou US$ 4,9 milhões. O montante é quatro vezes maior que o apurado no mesmo período de 2007 (US$ 1,09 milhão), além de ser o segundo melhor resultad...

Exportação de mel cresce em setembro e chega a US$ 4,9 milhões

... resultado do mês de setembro alcançou US$ 4,9 milhões. O montante é quatro vezes maior que o apurado no mesmo período de 2007 (US$ 1,09 milhão), além de ser o segundo melhor resultad...

Importações de calçados crescem 55%

As importações brasileiras de calçados tiveram um

Jordânia quer atrair investimento brasileiro

...to interno, com o objetivo de alcançar a prosperidade econômica. É uma organização governamental que trabalha junto ao setor privado para promover o ambiente de negócios e atrair diversas oportunidades de investimento da Jordânia. O conselho oferece serviços em procedimentos de cadastramento e licenciamento para projetos, com integração total para simplificar ao máximo o processo de investimento. Com informações da ANBA...

Missão a Angola rende bons negócios a empresários brasileiros

Os 66 empresários, que representam mais de 150 emp

Agronegócio bate recorde de receita

...es (66,7%) e do complexo sucroalcooleiro (34,5%). O volume exportado totalizou 1,8 milhão de toneladas de soja em grãos, alta de 2,5% em relação a setembro de 2007. O maior preço do grão impulsionou o crescimento de 65,6% na receita de exportação desse item, que aumentou de US$ 543,7 milhões em setembro de 2007 para US$ 900,4 milhões em setembro deste ano. Já a receita com exportações de carnes cresceram 66,7% de US$ 895 milhões para US$ 1,492 bilhão. O resultado deveu-se tanto aos preços mais elevados quanto ao aumento da ...

Exportações gaúchas crescem em setembro

...ernas gaúchas aumentaram 32%, alcançando US$ 14,5 bilhões. As importações subiram 65%, em comparação com os nove primeiros meses de 2007, e atingiram US$ 11,5 bilhões. Por Jornal do Comércio / RS...

Brasil, Índia e África do Sul acertam US$ 15 bi em comércio

...cio entre os três países será alcançando desenvolvendo os intercâmbios na saúde, agricultura, educação, transportes, energia, ciências e novas tecnologias- afirmou o ministro das Relações Exteriores indiano Pranab Mukherjee. Lula chega nesta terça-feira à Nova Délhi para participar em uma reunião de cúpula dessas três potência, quando se tentará impulsionar as negociações da Ronda de ...

Déficit na balança de produtos químicos chega a US$ 17,4 bilhões

...As exportações recuaram 5,1%, alcançando US$ 1,2 bilhão. No acumulado do ano, as importações superam o valor de US$ 26,4 bilhões e as exportações chegam a US$ 9,1 bilhões. O déficit, até setembro, é de US$ 17,4 bilhões, valor 91,5% superior ao registrado em igual período de 2007. O...

Faltou tempo para se adaptar

A taxa de câmbio não tem ajudado a indústria de má

Importações de minério de ferro da China sobem 22%, para 350 mi t

As importações de minério de ferro da China cresce

Argentina teme ""invasão"" brasileira

Medidas de salvaguardas contra o Brasil já estão n

Exportação de frango à China ainda indefinida

O Brasil e a China não conseguiram se entender ain

Câmbio ainda não traz vantagens a calçadistas

A crise internacional está sendo acompanhada com a

Regras sobre químicos afetam 60% das exportações à UE

Cerca de 60% das exportações brasileiras para a Un

RESOLUÇÃO No- 61

.../exportadores são baseados na alcalinização da celulose, têm as mesmas fases produtivas, usam os mesmos tipos de equipamentos e utilizam as mesmas matérias-primas. O produto importado e o produto similar são fisicamente semelhantes, apresentam características muito próximas, têm os mesmo usos, podem ser substituídos um pelo outro e concorrem no mesmo mercado. Dessa forma, conclui-se, para fins de determinação preliminar, que o produto fabricado pela indústria doméstica é similar aos produtos importados da Áustria, Indonésia, China, Tailândia e Taipé Chinês, nos termos do § 1o do art. 5o do Decreto no 1.602, de 1995. 3. Da indústria doméstica Considerou-se como indústria doméstica, para fins de determinação preliminar, a linha de produção de fibras de viscose da empresa Vicunha Têxtil S.A., nos termos do art. 17 do Decreto no 1.602, de 1995. 4. Da determinação preliminar de dumping Para verificar a existência de dumping nas exportações para o Brasil de fibras de viscose da Áustria, China, Indonésia, Tailândia e Taipé Chinês, considerou-se o período de 1o de janeiro de 2007 a 31 de dezembro de 2007. Com a finalidade de se realizar uma comparação justa entre o valor normal e o preço de exportação, ambos foram tomados no mesmo período e na mesma condição de venda FOB. 4.1. Do valor normal Três empresas produtoras/exportadoras responderam ao questionário: Lenzing Aktiengesellschaft (Lenzing), da Áustria; PT Indo- Bharat Rayon (IBR), da Indonésia; e Thai Rayon Public Company Limited (Thai Rayon), da Tailândia. Tendo em vista que os dados de vendas da Lenzing ao mercado austríaco estavam incompletos, foi considerado como valor normal da Áustria o preço de exportação desse país para a Coréia do Sul obtido no Sistema Comtrade, da ONU, referente ao período de investigação de dumping. Para o cálculo do valor normal das empresas IBR e Thai Rayon, tomou-se por base o preço efetivamente praticado por elas nas suas operações de venda nos mercados dos países onde estão localizadas e efetuaram-se os ajustes devidos para uma comparação justa com os preços de exportação. Tendo em vista que os exportadores da China e de Taipe Chinês não responderam ao questionário do DECOM, considerou-se, para efeito de determinação preliminar, o valor normal adotado na abertura da investigação. No caso da China, os dados do Sistema Comtrade, utilizado na abertura da investigação, foram atualizados para o ano de 2007. Dessa forma, obtiveram-se os seguintes valores normais, na condição de venda FOB: US$ 2,59/kg, para a empresa Lenzing; US$ 2,49/kg, para a empresa Thai Rayon; US$ 2,59/kg, para a China e US$ 2,89/kg, para Taipé Chinês. Para a empresa IBR obtiveram-se, de acordo com o inciso II do art. 12 do Decreto n.o 1.602, de 1995, os valores normais, na condição de venda FOB, de US$ 1,99/kg e US$ 2,30/kg, correspondentes às vendas em datas mais próximas quanto possível das datas das duas exportações realizadas para o Brasil. 4.2. Do preço de exportação Tomando por base as respostas ao questionário e de acordo com o disposto no art. 8o do Decreto n.o 1.602, de 1995, foram obtidos os seguintes preços de exportação, na condição de venda FOB: US$ 2,59/kg, para a empresa Thai Rayon;. A IBR só realizou duas exportações para o Brasil, com os seguintes preços de exportação: US$ 2,62/kg e US$ 2,73/kg. Os preços de exportação da Áustria, da China e de Taipe Chinês foram obtidos com base nos dados das estatísticas de importação do Sistema DW, do Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO, na condição FOB, referentes ao período de investigação de dumping. Os preços de exportação foram de US$ 2,13/kg, para a empresa Lenzing; US$ 2,25/kg, para a China e US$ 2,18/kg, para Taipé Chinês. 4.3. Da margem de dumping Da comparação do valor normal com o preço de exportação, foram apuradas, para fins de determinação preliminar, as seguintes margens de dumping, na condição de venda FOB: US$ 0,60/kg, correspondente à margem relativa de 30,1%, para a empresa Lenzing; US$ 0,34/kg, correspondente à margem relativa de 15,1%, para a China; US$ 0,71/kg, correspondente à margem relativa de 32,6%, para Taipé Chinês. Quanto às exportações de fibras de viscose da Indonésia e Tailândia para o Brasil, determinou-se, preliminarmente, a inexistência de dumping nos preços de exportação desses dois países. 5. Das importações O período de análise dos indicadores de mercado e de desempenho da indústria doméstica abrangeu 60 meses, divididos da seguinte forma: P1 - janeiro a dezembr...

Alta de preços e do dólar favorece exportações

...nto de 66,7%, o complexo sucroalcooleiro (+34,5%) e o café (+59,9%) também figuraram entre os destaques. Nas importações, trigo, arroz e milho recuaram, respectivamente, 5,5%, 6,8%, e 43%. No acumulado de janeiro a setembro, os destaques do aumento foram cereais, farinhas e preparações (45,7% de aumento, para US$ 2,536 bilhões) e produtos florestais (crescimento de 33,5%, para US$ 1,856 bilhão). Entre os 15 principais destinos das exportações do agronegócio brasileiro, apenas os Estados Unidos perderam participação no acumulado entre janeiro e setembro. Até setembro de 2007, os EUA lideravam, com 11,4% do total. Neste ano, a fatia americana passou a 8,6%, menor que as de China (12,8%) e Países Baixos (9,2%). Por Valor Econômico - SP...

Câmbio deve compensar retração nas exportações de calçados

...ticamente estável em dólares. Alcançou US$ 1,303 bilhão, aumento de 0,5% sobre os oito primeiros meses de 2007. A conversão em reais, porém, demonstra o problema. A receita, que foi de R$ 2,609 bilhões em 2007, caiu 16,5%, para R$ 2,178 bilhões. O câmbio também estimulou as importações. De janeiro a agosto, o volume adquirido no exterior saltou 56,4% sobre o acumulado dos mesmos meses de 2007, totalizando 27,2 milhões de pares. A mercadoria chinesa lidera, com 71,6%. Por Gazeta Mercantil...

Exportações contabilizam US$ 1,38 bilhão até agosto

... couros bovinos, os embarques alcançaram US$ 1,36 bilhão, recuo de 6% nos oito meses deste ano. Por Diário de Cuiabá...

Exportações de minério de ferro crescem 28%

...is alto. O volume embarcado, calculou, será 9% maior. Sem revelar valores, que em agosto foi possível notar uma queda do consumo aparente de aço na China, em relação ao apurado em agosto. No entanto, em relação ao verificado no mesmo mês de 2007, o volume foi maior. Mas é preciso esperar os dados de setembro e outubro, pois em agosto, com as Olimpíadas, o país reduziu o ritmo de produção industrial. Segundo dados do Instituto Internacional do Ferro e Aço (IISI), em agosto a China apresentou alta de apenas 1,3% da produção de aço. O país, que vinha há registrando crescimento acima 10% ao mês, acumula neste ano crescimento de 8,3%, em um claro sinal de redução do ritmo de crescimento. Mas para Santos, existe uma demanda reprimida no país que "cresce um Brasil por ano". No ano passado a China cresceu 15,7% e produziu 489 milhões de toneladas, 73,3 milhões de toneladas a mais. A produção brasileira é de 35 mil toneladas anuais. O minério de ferro chinês e australiano é de qualidade mais baixa e é necessário colocar cerca de 20% de minério brasileiro na composição para obtenção de um aço de melhor qualidade. Mesmo com o aumento do volume de minério de ferro indiano - de melhor qualidade que o australiano - na composição, ainda assim não dá dispensar o minério b...

Indicação geográfica estimula diferencial competitivo de produtos brasileiros

...to com a indicação geográfica alcance no mercado externo um valor maior. "Um upgrade [valorização] mercadológico". Vários pedidos de certificação de produtos tramitam no momento no Inpi, entre os quais os de mangas e uvas do Vale do Médio São Francisco (BA) e o de couro industrializado do Vale dos Sinos (RS). Segundo Maria Alice Calliari, outros produtos nacionais que são típicos de regiões brasileiras, como a moda íntima de Nova Friburgo, na serra fluminense, poderiam se candidatar ao selo de indicação geográfica. Para isso, os produtores daquela região já têm um facilitador, que é a aglutinação em uma associação formal. "Já há vantagem competitiva quando os produtores fazem parte de um Arranjo Produtivo Local (APL)". O APL designa um grupo de pessoas que apresentam a mesma vocação econômica, em uma única região. A coordenadora geral de Outros Registros do INPI lembrou que para obter a certificação é preciso cumprir alguns requisitos, como por exemplo a reputação. "Se a região ficou conhecida de fato por produzir determinado bem". Outro é comprovar que o produto daquela região tem vínculo com os fatores geográficos e recebe influência direta deles. Por Agrosoft Brasil...

Brasil e Argentina eliminam dólar de comércio bilateral

...e quanto será a redução, mas calculou a economia entre 1% e 3%. Por Agência Estado...

Crise ainda não se reflete na exportação

...s produtos manufaturados, que alcançaram um recorde histórico: aumentaram a sua participação e o valor da média diária subiu 7,0%. A explicação é que os EUA, o maior comprador de manufaturados brasileiros, os encomendou antes da perspectiva de recessão na sua economia. Nossas exportações para os EUA cresceram 23,0%, levando em conta a venda excepcional de uma plataforma de perfuração de petróleo, no valor de US$ 862 milhões. As importações foram praticamente iguais nos dois meses (agosto e setembro), com US$ 17 bilhões, mas registra-se, pela média diária, uma forte queda dos gastos com petróleo (-35,7%), um forte aumento dos gastos com automóveis (+21,6%) e um recuo das compras de bens de capital (-6,6%). Já que se fala muito, neste momento, da falta de financiamentos para exportação e importação, é interessante examinar o fluxo cambial divulgado até o dia 26 de setembro - faltando apenas dois dias úteis para o fim do mês -, que foi positivo em US$ 2,749 bilhões. Se na área financeira h...

Equatorianos entusiasmados com tecnologia brasileira para calçados

Depois do sucesso no Peru, a Associação Brasileira

Brasil e Argentina excluem dólar

...m câmbio específico que será calculado e divulgado diariamente, com base nas cotações real/dólar (Ptax) e peso/dólar. Os BCs não vão cobrar taxa das entidades financeiras para realizar o serviço de clearing. A expectativa é de que essa redução de custo seja repassada aos operadores, assim como a do uso do câmbio de referência, que será mais baixo que o câmbio do mercado. A liquidação financeira das operações será realizada em três dias úteis. A eliminação do dólar no comércio bilateral foi proposta em julho de 2006, durante a cúpula dos presidentes do Mercosul, pela então ministra de Economia, Felisa Micelli. A proposta foi aceita pelo ministro Guido Mantega como parte do projeto político de integração do Mercosul. Os técnicos da área econômica de ambos os governos vêm trabalhando para superar as barreiras burocráticas, técnicas e jurídicas para a implantação de um sistema de pagamentos único. Segundo Mantega, o SML vai reduzir os gastos financeiros das transações, beneficiando os pequenos e médios prod...

Novo cais coloca Rio Grande na rota da navegação fluvial

Um novo cais de atracação que será inaugurado nest

Dólar pode ajudar exportador de algodão a fechar no azul

...o maiores, próximas de 11%", calcula Jacobsen. "Os grandes produtores estão tentando conseguir recursos nas linhas tradicionais dos bancos brasileiros, com taxas maiores", afirma. Por Gazeta Mercantil...

Exportação de lácteos deve representar 7% da produção

...do que o excedente exportável alcançará 2,64 bilhões de litros. Conforme o estudo, avanços em produtividade - e não expansão de área destinada à criação de gado leiteiro - devem permitir aumento da produção nacional. Enquanto isso, o consumo per capita de leite e derivados deve continuar praticamente estável (crescimento de 1% ao ano). Assim crescerá o volume disponível para exportação. "A questão é saber como o Brasil aproveitará esse potencial", afirmou Brostowicz, em comunicado. Segundo ele, o principal desafio é a falta de tradição do Brasil no mercado internacional. "Por isso mesmo levam vantagem nesse processo as grandes empresas que já atuam no mercado de exportação", diz. Hoje, o país o sexto maior produtor mundial de leite e nos últimos cinco anos, deixou de ser importador de lácteos e começou a vend...

Barreiras à carne não impedem avanço de vendas brasileiras de alimentos à UE

...alimentos e bebidas para a UE alcançaram US$ 14,3 bilhões, um aumento de 34% em comparação com 2006. Naquele ano, os principais destinos dos produtos brasileiros foram os Países Baixos, Alemanha e Espanha, que corresponderam a 53% do total. O estudo, que foca a Europa por conta do Salão Internacional de Alimentação (Sial), que será realizado em outubro em Paris, destaca também o avanço das vendas brasileiras para o Leste Europeu, sobretudo à Rússia. Em 2007, o mercado russo importou US$ 3,2 bilhões em alimentos e bebidas brasileiros. Maria Paula e Sophia apontam como fatores que podem favorecer as exportações brasileiras o aumento da renda e da qualidade de vida, a globalização e a exposição a uma variedade maior de alimentos...

Receita flexibiliza regras para preços de referência no comércio exterior

Estão em vigor regras mais claras sobre a document

Aquisição de máquina cresce 32% até agosto

... + importações - exportações) alcançou R$ 61,6 bilhões, número 32,7% maior que nos mesmos meses do ano passado, segundo divulgou ontem a A...

Vantagens do Drawback

...S$ 45 bilhões de exportação e alcança US$ 10 bilhões anuais de importações, representando hoje 30% dos regimes suspensivos de desoneração tributária. Em setembro muitos empresários participaram de um ciclo de palestras sobre o tema em Brasília, onde diversos questionamentos realizados ao Secex - Secretaria de Comércio Exterior ao longo destes últimos meses puderam ser esclarecidas de forma ampla, criando um Fórum de discussão de extrema relevância, além de abrir espaços para os Despachos Executivos que foi o atendimento exclusivo entre técnicos dos órgãos e os exportadores. Não é de hoje a percepção de que definitivamente o governo brasileiro faz sua parte, produzindo políticas voltadas às melhorias das sistemáticas aduaneiras. Destacamos alguns exemplos: • A Aduana Brasileira começa a introduzir os indicadores de tempo de desembaraço em cada repartição; • Decex – Departamento de Comércio Exterior apresenta internamente esta semana a versão Web do Drawback Verde e Amarelo e está em fase de homologação o Drawback Isenção eletrônico. A nova modalidade do regime Drawback Verde-Amarelo contribui para a redução dos custos de produção e para o incremento da competitividade dos produtos brasileiros em mercados estrangeiros. Isto permite que os insumos adquiridos no mercado interno e empregados na produção de bens exportáveis desfrutem do mesmo tratamento tributário já concedido aos insumos importados, hoje beneficiados com o regime do Drawback Importação. Exceto o ICMS que continuará a ser cobrado, pois se trata de um imposto estadual. Entretanto notamos que há uma certa sonolência por parte do empresariado brasil...

Exportações de cosméticos crescem 21%

...ano, a expectativa do setor é alcançar um faturamento de R$ 22 bilhões. “Nesse ano devemos crescer cerca de 8,7%. Um novo imposto implementado em fevereiro deste ano comprometeu o desempenho do setor que vinha mantendo um crescimento médio de 10,9% nos últimos 12 anos”, observa o presidente da Abihpec. Basílio da Silva falou também sobre a Semana Internacional de Negócios da Indústria da Beleza, que começa no sábado e vai apresentar uma programação especial com diversas atividades voltadas para a geração de negócios entre participantes de diferentes segmentos do setor cosmético, até o dia 30. O evento é integrado pela Feira Internacional da Beleza – Cosmética, pelo 1º Congresso Científico de Cosmetologia e Estética, RASA (Reunião das Autoridades Sanitárias das Américas do Setor de Higiene, Perfumaria e Cosmética), Projeto Comprador, e Rodada Internacional de Negócios, que promove a vinda ao Brasil de 15 importadores e distribuidores internacionais que terão oportunidade de negociar com fabricantes nacionais de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. Em sua 18.º edição, a Cosmética reúne 220 expositores que representam mais de 400 marcas e apresentam em torno de dois mil lançamentos, em um universo de mais de 5 mil produtos em demonstração e uma área de 35 mil metros quadrados. Os organizadores esperam receber 30 mil visitantes, incluindo seis mil de outros países. Entre as empresas confirmadas estão L´Oreal, Unilever, Nívea, Farmaervas, Vult, Max, Love, Sina Cosméticos, Depirol, Santa Clara e Kimberly Clark, diz Ricardo Matrone, gerente do evento, que a partir dessa edição é promovido pela Reed Exhibitions Alcântara Machado. “...

Estudo do BID sugere reduzir custo do transporte no Brasil

Uma redução nos custos de transporte teria impacto

Exportação de vinhos finos cresce 126%

...007, US$ 2,3 milhões, não foi alcançado em junho. A Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), que desenvolve o projeto Wines From Brazil juntamente com a Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho), reconhece a possibilidade de o país alcançar a meta de exportação tra...

Governo divulga projeções distintas para balança comercial

...rrojado é bem factível de ser alcançado. "Para este ano, já há muita venda contratada que, por esse motivo, independem da conjuntura internacional", diz André Sacconato, da equipe de economistas da Tendências Consultoria Integrada. José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), complementa lembrando que os técnicos do ministério levaram em conta que, daqui por diante, a média diária dos embarques será de US$ 780 milhões, bem inferior aos US$ 930 milhões registrados atualmente. As projeções do governo não diferem muito das feitas por esses dois analistas. Tanto a Tendências quanto a AEB esperam que as vendas externas totalizem US$ 197 bilhões em 2008. A incógnita é para 200...

Jordânia vai fortalecer laços com Brasil

A primeira visita do rei da Jordânia, Abdullah II,

Meta de exportação vai a US$ 202 bi

...ortações de US$ 780 milhões, calcula o economista. "Em setembro, a média já está acima de US$ 900 milhões, o que garante a realização da meta com alguma folga." Para o governo a queda nos preços das commodities desde o início do ano é reflexo principalmente do "estouro da bolha" especulativa nos mercados de commodities. "Mesmo depois de desinflados, os preços estão bem maiores do que estavam no ano passado", notou Barral. A maior variação foi registrada nos preços da carne bovina, 101% acima, em setembro, do que no mesmo mês de 2007. O ferro-gusa está com preço 91% maior, o óleo de soja em bruto, 73,3%. O único produto a ter queda de preço, entre 25 principais commodities exportadas, foi o suco de laranja, que caiu 13,6%. "É a demanda de 700 milhões de pessoas passando ao mercado consumidor", comentou Barral. O otimismo em relação às exportações reflete o êxito da estratégia de diversificação de mercados consumidores dos produtos brasileiros, comemorou o secretário, ao divulgar os dados deste ano sobre crescimento de vendas para a China (68%), Europa Oriental (48%) e África (35%). As vendas para a União Européia vêm crescendo 25,5%. "A demanda, principalmente de alimentos, deve manter o patamar", prevê o secretário. "Isoladamente, o número é muito bom, mas o Brasil, pelo tamanho da sua economia, tem potencial para exportar bem mais", comenta José Augusto de Castro. Entre as dez maiores economias do mundo, o Brasil é a única que não está também entre os dez maiores exportadores. Por Valor Econômico - SP...

Valorização do dólar ainda não tem impactos sobre setor produtivo

Isso porque contratos fixados na exportação e impo

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 874,

Dispõe sobre o despacho aduaneiro de admissão e ex

Exportações brasileiras devem dobrar neste ano

...aque devem dobrar neste ano e alcançar a cifra de US$ 450 milhões. Em 2007, os embarques do Brasil para o país fecharam em US$ 226,1 milhões. O dese...

São Paulo e Tóquio - A produção de aço bruto somou 112,2 milhões de toneladas em todo o mundo no mês de agosto, o que representa um aumento de apenas 2,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Com isso, a produção mundial agora soma 112,23 milhões de toneladas em oito meses e apresenta um crescimento de 5,6%, abaixo do patamar de 6% registrado até agora.

... transporte precisa estar no palco central do debate sobre políticas comerciais depois do fracasso de Doha", disse Maurício Mesquita Moreira, economista do BID responsável pelo estudo. "Muito foi feito para reduzir barreiras tarifárias e não-tarifárias, mas agora é hora de expandir a agenda de políticas e abordar os custos do transporte e seus efeitos perversos sobre o comércio." Entenda o que é a Rodada Doha Conforme o estudo, estradas mal conservadas, aeroportos e portos congestionados e serviços de alfândega ineficientes aumentam o tempo e o custo da remessa de mercadorias e podem eliminar totalmente a vantagem logística da região de estar mais próxima dos maiores mercados do mundo, em p...

BLOCOS ECONÔMICOS - Mercosul retoma negociação de acordos com árabes

...l tipo de tratado se pretende alcançar, se de livre comércio ou de preferências tarifárias fixas, dependendo do grau de abertura de mercado que cada parte está disposta a oferecer; a troca de propostas de desonerações do comércio de bens e serviços; regras de origem; resolução de controvérsias; entre outros. Com o Marrocos as conversas foram reiniciadas em abril deste ano e, segundo Didonet, o principal tema em discussão no momento é a definição do tipo de acordo que se pretende, se de livre comércio ou de preferências tarifárias. “Já foram trocados modelos de textos, mas é necessária essa definição”, declarou o diplomata. No caso da Jordânia a primeira rodada de negociações vai ocorrer nos dias 13 e 14. Golfo O Mercosul negocia também um tratado de livre comércio com os países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), que inclui Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã. Quando foi assinado o acordo-quadro entre os dois blocos, em maio de 2005, diplomatas e especialistas em comércio internacional acreditavam que as conversas deveriam ser relativamente rápidas, dado o grau de abertura econômica maior das nações do Golfo em relação aos demais países árabes. Na prática, porém, isso não ocorreu. As negociações chegaram a um impasse por culpa do Brasil, justamente o maior incentiv...

CIRCULAR Nº 66, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008

...nica. Marca Gigliotti & Gualchieri, Modelo Acta. 8 4 4 7 . 11 . 0 0 Tear circular monocilíndrico, com alimentador e controle eletrônico central, para a produção de meias desportivas, diâmetro 4" x 108 agulhas - finura 9. Marca: Lonati, Modelo: L 454J (com jacquard). 8447.20.21 Tear para fabricação de malhas de urdidura, motorizado, composto de suporte de rolos de urdume para 4 posições de 40" de diâmetro, plataforma de serviço direita/esquerda, 4 eixos para os rolos de urdume de 152mm de diâmetro, comando eletrônico para alimentação de 4 urdumes - EBC, comando eletrônico do esticador de tecido - EAC, dispositivo enrolador de tecido com plataforma de serviço, sistema de escovas para fios de felpa e tubo de 4" do enrolador de tecido. Marca: Karl Mayer, Modelo: KS 3. 8447.20.29 Tear retilíneo para tricotar com comando eletrônico, finura 7, frontura útil de trabalho 96" (2,44m) motor sincronizado Siemens e demais acessórios para o seu funcionamento. Marca Stoll, Modelo CMS 422TC. 8452.21.20 Unidade automática para costurar tecidos, utilizada para fechamento das pontas através de costura de meias calças femininas. Marca Takatori, Modelo TC 720A. 8452.21.20 Unidade automática para costurar tecidos, utilizada para unir as partes - costurar o cavalo de meias-calças femininas. Marca Takatori, Modelo LC 360. 8458.19.90 Torno mecânico com 2.200mm de barramento e 1.500mm de diâmetro máximo torneável. Marca Heyligenstaedt, Modelo Universal. 8460.31.00 Máquina afiadora e retificadora, utilizada para usinar rasgos transversais e inclinados em pistões da bomba injetora, operando por meio de sistema de alimentação e extração automática de peças, retificação em 5 eixos com comando CNC e sistema de medição em processo. Composta de: painel elétrico, painel de comando, agregado hidráulico, armário de proteção, software operacional e acessórios. Marca Schutte, Modelo WU305. 8477.10.99 Máquina automática, tipo bicolor, usada para fabricar peças em materiais termoplásticos por injeção, fabricante: Mannesmann Demag (alemanha), modelo ERGOTECH 330-1450H/430L, com operações gerenciadas por PLC. Contém: unidade de plastificação integrada para termoplásticos; unidade de plastificação secundária lateral; unidade de fechamento hidráulico; estrutura, carenagem e sistema de proteção e segurança; controle eletrônico central. 9010.10.20 Ampliadora-copiadora automática para papel fotográfico, com capaci...

Produção de aço sobe 7,5% até agosto

...ruto cresceu 7,5% até agosto, alcançando 23,78 milhões de toneladas. A construção civil segue impulsionando as vendas inte...

Crise deve derrubar saldo da balança brasileira em 2009

...ior do que o aumento de 36,7% alcançado pelas importações, que registraram US$ 16,4 bilhões até agosto. Em relação à União Européia, as exportações brasileiras somaram até agosto US$ 31,2 bilhões, volume 24,3% superior a 2007. Em contrapartida, as importações cravaram a marca de US$ 23,8 bilhões, número 40% maior do que o ano anterior. Quase metade das exportações para o bloco é formada por matérias básicas, que somaram US$ 14,4 bilhões, já os manufaturados chegaram a US$ 11,8 bilhões. Dois membros da UE, a Alemanha, que entre os principais produtos importados do Brasil figuram o minério de ferro, o café não torrado e grãos de soja, e a França, que comprou mais resíduos de óleo de soja, minério de ferro e óleos brutos de petróleo, exemplificam a relevância das commodities brasileiras para a região. O economista e diretor da consultoria Planning e da Plurimax Asset Managenent, Cláudio Gonçalves, afirma o momento é de observação para analisar os impactos para o Brasil. "A crise é grave. Começou nas hipotecas, passou para os bancos, agora o sistema financeiro do EUA está com menos credibilidade. Isso comprometerá a economia do mundial", informa. Para Gonçalves, "o mundo crescendo menos e consumindo menos trará impacto nas exportações", mas ele ressalta que apenas em 2009 os problemas serão mais perceptíveis na economia. Por Diário do Comércio e Indústria...

Embarque de carne já alcança R$ 3,5 bi

...rtador. Só este ano as vendas alcançaram US$ 1 bilhão em carne in natura. A Venezuela aparece em um distante segundo lugar com US$ 233 milhões pagos pela iguaria brasileira, um aumento de 178% em relação aos mesmos primeiros oito meses de 2007. Do outro lado da balança, houve queda no volume total embarcado. Nos oito meses deste ano apenas 1,4 milhão de toneladas da carne brasileira foram parar no mercado internacional, resultado que mostra uma queda de 15,5% em relação aos volumosos oito meses de 2007. Em agosto a queda foi um pouco menor, 7,86%. Mas de acordo com o diretor executivo da Abiec, Luiz Carlos de O...

QUÍMICOS - Importações de produtos químicos estabelecem novo recorde em agosto

...rmediários para fertilizantes alcançaram US$ 6,2 bilhões, o que represent 560 a aumento de 133,4% ante igual período de 2007. De janeiro a agosto, as exportações de produtos químicos ficaram próximas a US$ 8 bilhões, com incremento de 13,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. As resinas termoplásticas, apesar de uma redução de 35,9% no volume exportado (600 mil toneladas) e de 18,1% em valor (mais de US$ 1 bilhão), foram os produtos químicos mais exportados pelo País até agosto. O déficit na balança comercial de produtos químicos, até agosto, chegou a US$ 14,7 bilhões, valor que já é superior ao registrado em todo o ano de 2007 (US$ 13,2 bilhões). Em relação ao mesmo período do ano passado, houve aumento de 85,7% no déficit comercial de produtos químicos. Fonte: Comunicação Abiquim...

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 25,

...ncargos exigíveis, que serão calculados a partir da data do registro da declaração de admissão no regime, na hipótese de ser constatado extravio de mercadoria. Por outro lado, caso o importador comprove que não houve falta de mercadoria e uma vez deferido o pleito de retificação da declaração de importação, não caberá a exigência dos tributos correspondentes. As empresas que se encontravam em fase de habilitação ao Recof, quando da edição da IN SRF no 757, de 2007, não ficam excluídas da apreciação da autoridade aduaneira competente, quanto à habilitação ao Despacho Aduaneiro Expresso (Linha Azul). O prazo para as empresas apresentarem o pedido de habilitação ao Despacho Aduaneiro Expresso (Linha Azul) encerra-se em 31 de dezembro de 2008. DISPOSITIVOS LEGAIS: arts. 60, 89, 90, § 2o do Decreto-Lei no 37, de 18 de novembro de 1966; art. 66 da Lei no 9.784, de 29 de janeiro de 1999; arts. 266, 372 a 380, 593, 596 do Decreto no 4.543, de 26 de dezembro de 2002; art. 3o da IN SRF no 740, de 2 de maio de 2007; arts. 16, 25, § 1o, 54, 55, 57, da IN RFB no 757, de 25 de julho de 2007. ADALTO LACERDA DA SILVA Coorden...

Superávit da balança registra US$ 1,257 bi

...xportações menos importações) alcançou 1,257 bilhão de dólares na segunda semana de setembro, resultado de 5,073 bi...

Vendas externas de implementos rodoviários crescem 25%

As exportações de unidades de reboques e semi-rebo

Exportações de mel alcançaram US$ 18 milhões no primeiro semestre de 2008

... produto. O Rio Grande do Sul alcança o primeiro lugar, com 7,82 mil toneladas e o Paraná o segundo, com 7,8 mil toneladas. No primeiro semestre de 2007, o Brasil ex...

Marrocos dobra exportação de calçados ao Brasil

O volume de importações brasileiras de calçados do

Exportação industrial sobe 19% até agosto

As exportações da indústria gaúcha cresceram 19% n

Gargalo logístico ainda assusta as empresas

...as voltados para o setor sucroalcooleiro, também decidiu investir no aumento de sua capacidade de produção para evitar gargalos na entrega de equipamentos. Diante da maior demanda por caldeiras de alta pressão para produção de energia elétrica com bagaço de cana, a Dedini elevou sua capacidade instalada de 12 para 36 caldeiras por ano, de acordo com o vice-presidente da empresa, Sérgio Leme dos Santos. A indústria de máquinas agrícolas também se preparou para o aquecimento do setor, de acordo com o vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Milton Rego. Segundo ele, a capacidade instalada da indústria é suficiente para produção de mais de 105 mil máquinas no ano. A Anfavea projeta vendas de 85 mil máquinas neste ano, cerca de 40% acima do que foi registrado no ano anterior. "Não há gargalo na indústria. Trata-se apenas de planejamento", afirma. Por O Estado de São Paulo...

Safra recorde dá impulso ao setor agropecuário

...çúcar vá atingir novo recorde alcançando 591,4 milhões de toneladas neste ano. "Tivemos uma boa safra de verão no ano passado e apesar do aumento dos custos de produção ainda conseguiremos plantar outra boa safra neste ano", afirma o economista Guilherme Dias, professor da Universidade de São Paulo. O professor lembra que dois produtos tiveram um bom desempenho neste ano. A produtividade da safrinha de milho e das lavouras de trigo foram muito melhores do que no ano passado. Para ele, nem mesmo a queda dos preços das commodities deve limitar a manutenção do crescimento do PIB do setor este ano. O Estado de S. Paulo...

Conforme o Irga, vendas externas de arroz atingem novo recorde

...mos seis meses as importações alcançaram 228 mil toneladas, ou 38% da meta prevista de 600 mil toneladas anuais. O superávit, histórico, entre exportação e importação é de 170 mil toneladas, o que projeta para o ano safra consolidar esta tendência. Para Silveira, as exportações foram significativamente superiores nos últimos anos e as importações se reduziram. O cenário evidencia que o setor arrozeiro está atento ao que o mercado internacional pode oferecer. "Se as metas forem atingidas, o Brasil ficará entre os dez maiores exportadores do mundo", prevê. Por Jornal do Comércio / RS...

Destravar Mercosul trará fortes vantagens comercais

...ólidas do que as que o Brasil alcançaria insistindo em acordos bilaterais geograficamente delimitados. Na visão de Serra, porém, sequer no âmbito interno o Mercosul funciona no atual modelo, exatamente porque fracassa como união aduaneira. A Tarifa Externa Comum (PEC), a rigor, não é "comum", principalmente pela quantidade de exceções que acumula. Sem esquecer o mau uso da TEC, pela chamada "dupla cobrança". Todo produto importado por um sócio do Mercosul paga a tarifa alfandegária, que será cobrada novamente se esse mesmo produto entrar em outro país do bloco. A rigor, sequer como zona de livre-comércio o bloco funciona bem, como provam as restrições enfrentadas pelo setor automobilístico, para citar um exemplo. As barreiras impostas pelos argentinos a inúmeros produtos brasileiros é outra evidência da crise do modelo enquanto mera zona de livre-comércio. As diferenças no desenvolvimento industrial nos integrantes dos blocos explicam essas barreiras e justificam também por que Argentina e Brasil tomaram posições tão divergentes na iminência de um acordo na Rodada Doha. As diferenças de políticas comerciais escondem estágios de desenvolvimento macroeconômico bem diferenciados, em especial entre Brasil e Argentina. Convém lembrar que Buenos Aires controla preços e apresenta dados econômicos que são contestados pelos próprios argentinos, além de uma situação muito instável de financiamento externo, quadro totalmente diverso do brasileiro. Por outro lado, a Argentina é o segundo maior destino das exportações brasileiras. No acumulado deste ano, até agosto, os argentinos compraram US$ 12,5 bilhões do Brasil, 33,4% a mais que no mesmo período de 2007. Basta essa evidência para que se reafirme a necessidade de que se destrave o Mercosul, adotando real pauta de desenvolvimento mútua e consolidando o que já foi conquistado como área de livre comércio. Mas permitindo também que cada país encontre a melhor opção para defender seus interesses na esfera internacional de comércio. Por Gazeta Mercantil...

Exportação supera US$ 1 bilhão

...as exportações de carne suína alcançaram o patamar recorde de US$ 1,026 bilhão nos oito prmeiros meses do ano, enquanto que no mesmo período de 2007 elas ficaram em US$ 759,75 milhões. Mesmo diante da certeza da superação dos números de 2007 tanto em toneladas, quanto em dólares, o presidente da Abipecs, Pedro Camargo Neto, conta com o consumidor brasileiro como um aliado para uma arrancada ainda maior do setor. "Tradicionalmente as vendas externas já são melhores na segunda metade do ano e o poder aquisitivo da população brasileira vai permitir ainda uma evolução maior do setor", prevê Pedro Camargo. Essa arrecadação verifi...

Exportações e importações gaúchas crescem nos oito primeiros meses de 2008

O Rio Grande do Sul, de janeiro a agosto de 2008,

Mercosul e sonhos de poder

Um convênio sobre comércio em reais e pesos, sem r

Porto de Itajaí é o segundo maior em movimentação de contêiner, de acordo com Datamar

Entre os meses de janeiro e julho de 2008, o Porto

Exportações brasileiras de arroz atingem novo recorde

...mos seis meses as importações alcançaram 228 mil toneladas, ou 38% da meta prevista de 600 mil toneladas anuais. O superávit, histórico, entre exportação e importação é de 170 mil toneladas, o que projeta para o ano safra consolidar esta tendência. Para Silveira, as exportações foram significativamente superiores nos últimos anos e as importações se reduziram. O cenário evidencia que o setor arrozeiro está atento ao que o mercado internacional pode oferecer. "Se as metas forem atingidas, o Brasil ficará entre os 10 maiores exportadores do mundo", conclui. Por Governo do Rio Grande do Sul...

Exportações de minério de ferro crescem 17%

...rro saltaram 52,9% em julho e alcançaram 4,85 milhões de toneladas, ante os 3,17 milhões de toneladas de igual mês do ano passado. Nos primeiros sete meses do ano, houve uma redução de 9% no volume embarcado, para 28,54 milhões de toneladas. As vendas internas de minério no mercado interno apresentaramqueda de 2,5% em julho,para 4,13 milhões de toneladas. No ano já foram comercializadas 32,1 milhões de toneladas, 17,85% mais ante igual período de 2007. Por Gazeta Mercant...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 874,

Dispõe sobre o despacho aduaneiro de admissão e ex

Safra histórica vai impulsionar exportação de grãos

...da Conab, a colheita do milho alcançou 58,59 milhões de toneladas, um aumento de 14% em relação à safra passada. A soja teve um crescimento de 2,8%, percentual que equivale a 1,66 milhão de toneladas. Já o trigo, com 3,82 milhões de toneladas colhidas, teve um aumento de 71,2%. Segundo Diz, essas commodities apresentaram preços internacionais muito fortes, o que acaba despertando o interesse do produtor em dedicar mais área para plantação desses grãos. “Com certeza o Brasil pode aumentar suas exportações de grãos”, afirmou. De acordo com o gerente de avaliação de safras da Conab, Eledon Pereira, a previsão de exportação da entidade para este ano é de 25,8 milhões de toneladas de soja em grão; 13,2 milhões de toneladas de farelo de soja; 10 milhões de toneladas de milho; 1,12 milhão de toneladas de óleo de soja; e 520 mil toneladas de algodão em pluma. “A Conab já vi...

Agronegócio é a superestrela da balança comercial

...o soja, carnes, complexo sucroalcooleiro e café. As exportações do complexo soja em agosto resultaram em uma receita de US$ 1,8 bilhão, 44% maior, liderada pela alta dos preços da oleaginosa no mercado internacional. O Ministério da Agricultura informa que o preço da soja exportada foi 81% maior que o de agosto de 2007, e os preços de farelo de soja e óleo de soja foram 63% e 61,3% superiores, respectivamente. Enquanto isso, as vendas externas de carnes cresceram 38,4% em receita, somando US$ 1,4 bilhão. A receita com as exportações de carne bovina in natura cresceu 36%, mas o volume caiu 13%. Os embarques de carne de frango in natura cresceram 7,6% em volume e 43,7% em valor. E as exportações de carne suína in natura registraram queda de 29,5% no volume, mas aumento de 68% no preço do produto embarcado. As exportações de produtos do complexo sucroalcooleiro aumentaram 15,5% em agosto, para US$ 824 milhões. As vendas de café superaram 1...

Brasil tem maior colheita de grãos da história

...anterior. A colheita de milho alcançou 58,5 milhões de toneladas, 14% maior. A de soja ficou em 1,66 milhões de toneladas, 2,8% maior. A safra de trigo cresceu 71% para 3,82 milhões de toneladas. Os estados brasileiros que mais produziram foram Paraná, com 21,1% do total, seguido por Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Goiás. O resulta...

Exportação de café cresce 18,6%

...no volume. Em 2007, a receita alcançou US$ 2,4 bilhões. De acordo com o diretor geral do Cecafé, Guilherme Braga, os preços mantém a tendência de aumentos graduais e continuados, dos últimos anos, e refletem a relação entre a oferta e a demanda do produto. Os quatro primeiros importadores do café brasileiro continuam sendo Alemanha, Estados Unidos, Itália e Bélgica. No acumulado de janeiro a agosto, o destaque nas exportações foi novamente o café robusta/conillon. As vendas externas deste tipo de café cresceram 68,1%. Foram exportadas 771,8 mil sacas nestes meses de 2007...

Analistas estão céticos quanto à nova política de exportação

...papel. No projeto, o governo calcula que todas as medidas anunciadas para estimular as exportações envolverão uma despesa de R$ 34 bilhões até 2010. A cifra consta de um apanhado das iniciativas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Plano Plurianual (PPA), da nova política industrial e do Orçamento da União relacionadas com o comércio exterior. Do total, R$ 21 bilhões correspondem a medidas de acesso ao crédito por ex...

China vira o maior cliente de produtos agrícolas brasileiros

...stais (+11,2%), complexo sucroalcooleiro, (+5,4%) e café (+16%). A receita cambial obtida com os embarques de soja em grão, farelo e óleo somou US$ 13,706 bilhões, contra US$ 7,997 bilhões em igual período de 2007. As exportações de carne vão superar em breve a marca de US$ 10 bilhões. Até agosto as vendas renderam US$ 9,845 bilhões. Em relação ao destino das exportações, além da China, destaca-se o crescimento dos valores para os seguintes destinos: Aladi (66,5%, excluindo os países do Mercosul), Ásia (60,8%), Europa Oriental (44,9%), Mercosul (24,5%) e União Européia (22,7%). Em agosto, as exportações do agronegócio somaram US$ 6,8 bilhões, aumento de 15,7% em relação a agosto de 2007. O superávit alcançou US$ 5,7 bilhões. Em 12 meses, as vendas externas atingiram a marca histórica de US$ 69 bilhões. As exportações do complexo soja em agosto resultaram numa receita de US$ 1,8 bilhão, 44% a mais do que no mesmo período do ano passado, resultado puxado pela alta dos preços internacionais. De acordo com o ministério, o preço da soja exportada foi 81% maior que o de agosto de 2007, e os de farelo de soja e óleo de soja, 63% e 61,3% superiores, respectivamente. Por O Estado de São Paulo...

Incentivo à exportação é um bom antídoto à crise

...os consecutivos de 9,1%. Para alcançar essa meta deslocará R$ 21 bilhões dos R$ 34 bilhões do programa para as obras do PAC destinadas à infra-estrutura de transportes. O segundo objetivo é aumentar em 10% o número de pequenas e médias empresas exportadoras. Para esse fim serão destinados R$ 8,3 bilhões, com um destaque específico de R$ 1 bilhão para as exportações de serviços. Nesse último aspecto, as exportações brasileiras de serviços representam 0,7% do total global e a pretensão do governo federal é chegar a 1% em três anos. Há um terceiro objetivo, o de ampliar acesso aos mercados mais complexos, com barreiras tarifárias mais duras, como os da Rússia e da União Européia. Para esse objetivo haverá um aporte de R$ 9,6 bilhões destinados à negociação de acordos, produção de inteligência comercial e incentivos para a internacionalização de empresas. Entre esses objetivos, o de maior impacto será a ajuda ao esforço exportador da pequena e média empresa. No contexto europeu, em especial no caso italiano, incentivo ao pequeno exportador representou forte impulso em quantidade exportada, com significativa geração de emprego e renda no mercado interno. Há, é claro, a necessidade de enfrentar a impenitente burocracia federal para que essa "estratégia" saia efetivamente do papel. É o caso do projeto drawback verde-amarelo. Atualmente o regime de drawback permite a isenção tributária sobre insumos importados para uso em produtos para exportação. Na versão verde-amarela, esse regime permitirá a isenção na compra de insumos nacionais se o objetivo final do produto for a exportação. Porém, o drawback verde-amarelo depende de regulamentação. Na realidade, esse regime ainda não opera devido à briga de poder entre o Ministério do Desenvolvimento e a Receita Federal. A compra de insumo no mercado interno implica renúncia ao PIS, Cofins e IPI, uma função operacional do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ocorre que a regulamentação da isenção foi feita por norma da Receita Federal. É o suficiente p...

Aumento da meta de exportação deve ser anunciado nos próximos dias, diz ministro

... [atual] pequeno. Portanto, o alcance dessa meta [de 2010] não só é factível como está próximo”, disse Miguel Jorge ao discursar no fórum Como ser o Melhor dos Brics. O Bric é o grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia e China. O ministro ressaltou a estratégia do governo de incentivar as exportações de pequenas e micro empresas e de produtos com maior conteúdo tecnológico. "Apesar de estarmos na liderança tecnológica entre os demais países latino-americanos, estamos muito longe dos países avançados na produção de conhecimento e inovação". Miguel Jorge explicou que a meta é tornar as exportações brasileiras menos suscetíveis às oscilações de mercado como são as commodities, produtos que respondem por 41% da pauta. Ele disse também que o aumen...

Balança comercial: resultado de agosto é 15,7% maior que no ano passado

...agosto de 2007, e o superávit alcançou a cifra de US$ 5,7 bilhões. Em 12 meses, as vendas externas atingiram a marca histórica de US$ 69 bilhões. Os setores que mais contribuíram para o aumento das exportações em agosto foram o complexo soja, carnes, complexo sucroalcooleiro e café....

Em um mês, exportador poderá se beneficiar de novo regime tributário

...inistério do Desenvolvimento calcula que esse número subirá para 5 mil a partir de outubro, com a entrada em vigor do novo regime. A medida era uma das mais esperadas pelos exportadores, que cobravam sua regulamentação. O governo calcula usar R$ 34 bilhões até 2010 em programas para garantir o aumento das exportações brasileiras e a diversificação de empresas e mercados de exportação do Brasil, segundo anunciaram ontem o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex), Alessandro Teixeira. Eles divulgaram ontem a "estratégia brasileira de exportação", relacionando, pela primeira vez, todos os programas e projetos de governo para apoio ao...

Produção de móveis planejados aumenta 10% até agosto

...les apostam que a taxa poderá alcançar 12% de crescimento no ano. Uma das razões é a entrega de imóveis residenciais e comerciais já mobiliados com planejados. Já nas fábricas que utilizam o varejo como canal de comercia...

Receita de montadoras com exportações sobe 7,6% em agosto,nota Anfavea

... de 9,1% nas vendas externas, alcançando US$ 9,444 bilhões. Por Valor OnLine...

Valorização do real deve aumentar ainda mais escalada de importações, diz CNI

Em recente pesquisa sobre os impactos do câmbio na

A queda do saldo comercial

...o de pagamentos. Esse déficit alcançou, nos 12 meses terminados em julho, US$ 19,5 bilhões, 1,41% do PIB estimado para o período. Ainda foi um déficit pequeno, financiado com folga pelo investimento estrangeiro direto. Por enquanto, esse quadro permite a aceleração do crescimento econômico brasileiro, graças à incorporação de poupança externa. Seria uma situação até confortável, se mantida por vários anos. Mas, se o superávit comercial continuar encolhendo, o déficit em conta corrente continuará em expansão. Enquanto os empresários estrangeiros estiverem dispostos a investir no País, não haverá grande problema. Mas não se pode basear um plano de longo prazo nessa hipótese, especialmente quando se deterioram as condições de competitividade comercial. Seria insensato assumir o risco de uma nova crise externa. Um pouco mais de prudência não fará mal neste momento. Se o governo quiser cumprir uma agenda de competitividade terá uma longa agenda para se orientar. Simplificar a vida dos exportadores, hoje sujeitos a interferências de mais de 40 órgãos federais, poderá ser um dos primeiros passos, mas muitos outros serão necessários. Por O Estado de São Paulo...

CNA projeta PIB do agronegócio de R$ 611 bi em 2008

...ores de couro/calçados e sucroalcooleiro reduziram o desempenho do PIB do agronegócio. Cotta disse que o crescimento do PIB não significa renda para o produtor rural, já que o aumento dos custos de produção tem reduzido o faturamento obtido pelos produtores. Com informações do Portal Exame...

0 Governo vai rever exportações

...número, que ainda está sendo calculado e será divulgado no início do próximo mês, ficará acima da meta atual, de US$ 190 bilhões. A revisão se deve ao saldo das exportações nos últimos 12 meses, ...

Tecnologia brasileira em máquinas vai ao Peru e Equador

Com 29 milhões de habitantes, PIB de US$ 217 milhõ

Camex decide retirar o trigo da Lista de Exceção à TEC

Os ministros que integram a Câmara de Comércio Ext

Embarque de soja cai 40% em agosto, mas cresce 8,5% no ano

...em agosto/2007. O faturamento alcançou US$ 197 milhões no mês passado, ante US$ 319 milhões em julho e US$ 138,6 milhões em agosto de 2007. Por O Estado de São Paulo...

Governo vai rever meta de exportações para mais de US$ 190 bilhões

...número, que ainda está sendo calculado e será divulgado no início do próximo mês, ficará acima da meta atual, de US$ 190 bilhões. Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, a revis...

Agronegócio precisa de choque de qualidade

...char que está tudo bem porque alcançamos uma posição de destaque", defende Camargo Neto. O representante da Abipecs bate forte na necessidade de erradicação da febre aftosa, que está no centro das restrições à importação das carnes bovina e suína brasileiras. Os últimos casos da doença ocorreram no final de 2005 em Mato Grosso do Sul e no Paraná. "A situação melhorou muito nos últimos anos, mas não é aceitável que continuem sendo registrados focos da doença no País. Nos últimos 10 anos, houve cinco focos. É muito para quem quer ser referência nesse mercado", avalia. Um levantamento inédito da Abipecs mostra que o Brasil poderia elevar em 1,171 milhão de toneladas as exportações de carne suína se a aftosa estivesse erradicada do território nacional. A venda adicional renderia US$ 3,5 bilhões somente neste ano. De janeiro a julho, os embarques de carne suína somaram 326,79 mil toneladas, o que correspondeu a US$ 876,72 milhões. "Só a erradicação da aftosa abre novos mercados. Nós não vendemos para países importantes, como os Estados Unidos, o Japão, a Coréia do Sul e o México, porque não conseguimos ainda acabar com a doença", diz Camargo Neto. A aftosa também emperra as negociações para exportação de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos e o Japão, mercados considerados exigentes em termos de qualidade. Além disso, há dificuldades pontuais nas vendas de carne bovina enlatada para os EUA. Esses embarques estão suspensos desde o início de julho por causa de diferenças nos critérios de avaliação do sistema de produção dos frigoríficos. O diretor-executiv...

Camex isenta importação de insumo agrícola

A Camex (Câmara de Comércio Exterior) zerou ontem

Fruta: exportação cheia de ""caroços""

... prejudicado. Esse é o nosso calcanhar-de-aquiles." ?AFTOSA? DAS FRUTAS Mesmo com as barreiras tarifárias e técnicas, adotadas ou não com motivação protecionista, as exportações de frutas triplicaram desde 1998, quando a Agência de Promoção das Exportações e de Investimentos (Apex) desenvolveu um trabalho de divulgação, manejo de produção e gestão da qualidade. Os embarques cresceram de 297 mil toneladas (US$ 119 milhões) naquele ano para 919 mil toneladas (US$ 643 milhões) em 2007. Mas o setor continua a enfrentar antigas mazelas - como a taxa de câmbio valorizada, o aumento dos custos de mão-de-obra e insumos e, em especial, a deficiência dos métodos internos de proteção da produção nacional contra pragas e doenças. Neste ano, a Secretaria de Defesa Agropecuária agiu rápido na imposição de barreiras ao ingresso de frutas chilenas contaminadas por microácaros e de produtos infestados com a mosca da carambola - é uma doença conhecida como "aftosa das frutas", vinda das Guianas. Assim como acontece com a legislação brasileira sobre propriedade intelectual, as leis de defesa fitossanitária são consideradas suficientemente rígidas. O problema está na aplicação das medidas de fiscalização, o que eleva os riscos ao produtor. Na melhor das hipóteses, o produtor vê seus embarques serem vetados por causa de alguma contaminação. Na pior, o produtor se vê obrigado a acabar com a produção. NÚMEROS 28 anos foi o prazo de duração das negociações para a venda de manga brasileira ao Japão 7,5 % é a tarifa paga pelo importador europeu de frutas brasileiras US$ 643 milhões foi o total das exportações de frutas brasileiras em 2007 Por O Estado de São Paulo...

HIT BÁSICO

O Rio Grande do Sul ocupou, ao lado de São Paulo e

Camex zera tarifa de matérias-primas para fertilizantes e rações

Medida atinge insumos como ácidos fosfórico e sulf

Dólar baixo compromete competitividade brasileira

A valorização do real frente ao dólar causa prejuí

Falta de dragagem deixa portos menos competitivos

...ulo Tarso Vilela de Resende, calcula que seriam necessários cerca de R$ 4 bilhões para o aprofundamento dos canais que dão acesso aos terminais portuários. "Existe uma relação direta entre profundidade do canal e calado do navio. O problema é que canais de baixa profundidade só permitem navios de pequeno porte, o que acarreta em menor capacidade de transporte, queda do volume escoado e maior tempo de espera. São fatores que puxam os custos portuários", enumera Resende. Ele explica ...

Real forte faz empresa que concorre com produto importado perder mercado, diz CNI

Brasília - Duas em cada três empresas industriais

Camex poderá elevar cota de trigo com tarifa baixa

A secretária-executiva da Câmara de Comércio Exter

Indústria naval em crescimento

...do Estado de Santa Catarina), Alcântaro Corrêa, estiveram em Itajaí na última quinta-feira (21), onde se encontraram com o prefeito, representantes da indústria naval e com os trabalhadores do setor. Machado veio à cidade para oficializar a...

Brasil avança na exportação de frutas produzidas com padrão de qualidade

...a, são destaques a manga, que alcançou volume de produção de mais de 305 mil toneladas, o melão, com cerca de 190 mil toneladas e a uva fina de mesa, que rendeu, em 2007, o equivalente a 167 mil toneladas. De acordo com dados do Mapa, o mercado externo consome quase 100% da uva. "Comparado com países da União Européia e com os Estados Unidos, ainda temos muito o que avançar em sistema de produção integrada. Mas estamos no caminho certo e muitos produtores já entendem a importância de produzir dentro de um processo economicamente viável, socialmente justo e com respeito ao meio ambiente", avaliou Nasser. Por MAPA...

Cresce a lista de propriedades habilitadas a exportar para a UE

O prêmio pago ao pecuarista pelo gado que está na

Indústria produz mais e breca alta das importações

... um patamar pouco inferior ao alcançado em 2007, de 6% e 9,9%, respectivamente. "Não há um quadro tão conclusivo de acomodação econômica", disse. De acordo com o IBGE, a produção industrial no segundo trimestre teve crescimento de 1,3% sobre os primeiros três meses do ano, na série com ajuste sazonal. O ganho marginal foi inferior ao obtido no primeiro trimestre, de 3,1%. O mesmo ocorreu na indústria de bens intermediários, que registrou incrementos de 0,6% no segundo trimestre e 1,4% no primeiro, utilizando a mesma base de comparação. Os economistas chamam a atenção para o fato de que a explosão no valor das importações brasileiras é resultado da evolução dos preços dos produtos e não das quantidades. "O que está surpreendendo nas importações é o preço", ressaltou Ribeiro, da Funcex. No acumulado de 12 meses até julho de 2007, os preços dos produtos importados pelo país subiam 5,1%. Em julho deste ano, o ritmo mais do que triplicou e chegou a 18,6%. Essa evolução foi provocada pela alta das commodities, que também atinge as importações. É a alta dos preços que justifica o forte crescimento no valor das importações, que quase duplicou. No acumulado de 12 meses até julho, a receita gasta com importações crescia 26,8%. Na mesma comparação em julho deste ano, esse percentual chegou a 46%. A taxa de expansão da quantidade importada oscilou entre 20,6% e 22,8% no período. Para Mori, a queda recente nos preços de petróleo e fertilizantes pode trazer melhora aos resultados da balança comercial brasileira. "Se essa dinâmica perseverar, o país pode ter também um resultado de contas externas melhor do que o esperado, podendo superar as previsões do Banco Central", afirmou o economista. Por Valor Econômico - SP...

Vendas externas do RS crescem cerca de 25%

Entre janeiro e julho, exportações somaram US$ 10,

Brasil avança na exportação de frutas produzidas com padrão de qualidade

...a, são destaques a manga, que alcançou volume de produção de mais de 305 mil toneladas, o melão, com cerca de 190 mil toneladas e a uva fina de mesa, que rendeu, em 2007, o equivalente a 167 mil toneladas. De acordo com dados do Mapa, o mercado externo consome quase 100% da uva. "Comparado com países da União Européia e com os Estados Unidos, ainda temos muito o que avançar em sistema de produção integrada. Mas estamos no caminho certo e muitos produtores já entendem a importância de produzir dentro de um processo economicamente viável, socialmente justo e com respeito ao meio ambiente", avaliou Nasser. Com informações da assessoria de imprensa do Mapa...

Câmbio contratado até dia 15 tem primeiro superávit em três meses

...de dólares pelo BC podem ser calculadas em US$ 650 milhões, considerando uma taxa média de câmbio de R$ 1,65 paga nos leilões de moeda estrangeira. Se o ritmo de intervenções do BC tiver sido mantido também nos dias 14 e 15 de agosto, os bancos terão absorvido a maior parte do saldo, de US$ 3,749 bilhões, observado no mês. O superávit no mercado à vista de câmbio foi produzido pelo bom resultado do comércio exterior. As vendas de dólares no mercado por exportadores (US$ 9,336 bilhões) superaram as compras por importadores (US$ 5,447 bilhões), produzindo um saldo de US$ 3,888 bilhões, no resultado até 15 de agosto. Em julho, o superávit do câmbio comercial foi de US$ 2,637 bilhões. A média diária de contratos de exportação subiu de US$ 743 milhões para US$ 849 milhões entre julho e agosto. A média diária de importações caiu de US$ 224 para US$ 115 milhões no período. No segmento financeiro, foi registrado um ingresso se US$ 26,120 bilhões e uma saída de US$ 26,159 bilhões, produzindo um déficit de US$ 140 milhões. Em julho, o déficit financeiro foi de US$ 5,13...

Menos apetite

...das da oleaginosa em agosto, calcula o governo do país. Essas estimativas são menores do que as previsões de traders, que esperavam a aquisição de 4 milhões de toneladas pelos chineses neste mês. Para setemb...

Saldo comercial está mais sensível ao dólar

Com o forte aumento de exportações e importações o

Brasil planeja duplicar vendas à China

...sil saiu de 2% em 2000 e deve alcançar os 12% no ano que vem. Já o Brasil, que detinha 0,5% do comércio da China, passou a deter 1,12% no ano passado", comentou, na ocasião, Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do MDIC. Apesar de ver com bons olhos o aumento do comércio bilateral - que hoje soma, nos dois sentidos, mais de US$ 23 bilhões anuais -, Barral preocupa-se com a grande incidência de produtos básicos brasileiros na pauta das exportações - perto dos 74% - versus a incidência de produtos manufaturados chineses exportados para o Brasil, de 96,7%. Para Barral, é hora do País buscar exportar produtos de maior valor agregado. "Precisamos nos comprometer a criar um relacionamento com a China próximo do que temos com os Estados Unidos. E isso significa investimentos para conquistar o mercado", propõe. Segundo ele, desde o primeiro ciclo de exportação do Brasil, à época da Colônia, com o pau - brasil, o País tem a postura de "ser comprado". "Não usamos técnicas de venda e marketing para divulgar o Brasil" , reclama. Norton Rapesta, chefe da Divisão de Operações de Promoção Comercial do MRE, também criticou a baixa iniciativa do setor privado brasileiro. "Os governos podem ajudar a abrir as portas para os produtos brasileiros, mas...

Infra-estrutura é o maior entrave para exportações

...s deste ano, em valor, ante o alcançado em 2007. Por mais que esse esforço seja significativo, é preciso lembrar que a participação do comércio exterior brasileiro no mercado mundial é de apenas 1,2% do total, o que representa a 23 posição no ranking mundial de exportadores. Em uma economia que tem o décimo PIB do mundo há algo de frágil com nossas exportações. E as duas pesquisas, a da FGV e a da CNI, apontaram exatamente o que é. Por Gazeta Mercantil...

Importação de sapatos sobe 58,1% no ano

Incentivadas pelo dólar desvalorizado, as importaç

Itajaí movimenta US$ 6,5 bilhões nos sete primeiros meses do ano

De acordo com dados do MDIC (Ministério do Desenvo

Agropecuária exportará US$ 74 bilhões

...soluto das exportações), sucroalcooleiro (22,7%), complexo soja (17,7%) e produtos florestais (12%). O estudo mostra ainda que os quatro setores juntos foram responsáveis por 75% do incremento absoluto das exportações do agronegócio no período analisado. Os segmentos que também apresentaram contribuição significativa foram café (5,5%), couros (4,6%), fumo (3,2%), cereais (2,3%), fibras e produtos têxteis (1,9%), sucos de frutas (1,7%) e frutas (1,2%). Países em desenvolvimento são destino de 48% dos produtos A participação das nações em desenvolvimento nas compras dos produtos agropecuários nacionais subiu de 39,6% para 48,2%, no total do que é exportado pelo Brasil, entre 2001 e 2007. A China foi responsável por metade desse crescimento, passando de 3,7% para 8% do total das exportações brasileiras. Mas, se, por um lado, os países desenvolvidos reduziram sua participação no universo das compras dos produtos agrícolas que o Brasil exporta, em contrapartida, aumentaram o volume de compras a uma taxa anual de 13,2%. Já os mercados em desenvolvimento intensificaram as importações de produtos do agronegócio brasileiro, em média, 20% ao ano. O total das exportações do País no setor saltou, de 2001 a 2007, de US$ 23,9 bilhões para US$ 58,4 bilhões. Segundo o secretário de Relações Internacionais do ministério, Célio Porto, cerca de 70% desse desempenho deve-se ao crescimento da produção, enquanto o restante foi gerado pelo aumento dos preços das commodities agrícolas. Para ele, o Brasil tem grande potencial de crescimento porque ainda tem poucas relações comerciais com grandes consumidores, como Índia e Indonésia, que juntos, têm população de quase 1,5 bilhão de habitantes. Um dos destaques é a Rússia, que concentra 90% dos US$ 3,7 bilhões em importações do Brasil em produtos do agronegócio. Cresce a participação do Brasil no comércio mundial O comércio mundial do agronegócio cresceu 57% entre os anos de 1997 e 2006. Nesse período, o valor exportado em todo o mundo subiu de US$ 388,6 bilhões para US$ 609,8 bilhões. Em igual intervalo, a participação do Brasil nesse mercado subiu dois pontos percentuais, passando para 6,9%. A média de crescimento das exportações brasileiras do agronegócio no pe...

Ataque à burocracia na exportação

...il nas exportações mundiais e alcançar a receita de US$ 210 bilhões em 2010", diz Barral, um ex-consultor em comércio exterior que atuava em Santa Catarina e há um ano migrou para o Ministério do Desenvolvimento. Que a dispersão e a burocracia do governo atrapalham as exportações não é novidade. Desde os tempos da antiga Cacex (Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil) as empresas reclamam da inoperância governamental. São exigências fitossanitárias, licenças do Ministério da Agricultura, carimbos da Saúde, do Meio Ambiente, enfim, uma infinidade de demorados atos burocráticos que antecedem considerar o produto pronto para exportação. Muitas vezes o comprador estrangeiro não espera e compra de outro país. Dessa vez, garante Welber Barral, o governo vai conseguir derrotar a burocracia. Para isso, reuniu durante meses representantes dos 40 órgãos de vários ministérios e com eles discutiu e aprovou por consenso a meta de alcançar a receita cambial de US$ 210 bilhões em 2010, com foco em seis macroobjetivos: 1) aumentar a competitividade; 2) atrair um número maior de pequenas e médias empresas; 3) agregar valor às exportações; 4) fomentar acordos internacionais; 5) expandir exportações de serviços; 6) ampliar a presença do Brasil em mercados novos da África, Oriente...

Blumenau. O setor têxtil brasileiro prepara-se para fechar o ano com as contas da balança comercial no vermelho. Apesar do incremento de 12% no varejo de têxteis — que inclui a venda de confeccionados — e de 3% no segmento de fiação, tecelagem e acabamento, a estimativa é de um déficit (diferença entre exportações e importações) perto de US$ 2 bilhões em 2008.

O milho "micou". A expectativa de que o Brasil exp

Quantidade exportada começou a cair este ano

O secretário Welber Barral contesta, mas a verdade

Exportação agrícola subirá 27% no ano, prevê governo

BRASÍLIA - As exportações de produtos agrícolas vã

Fabricantes do setor coureiro-calçadista têm boas perspectivas para 2009

Os indicadores econômicos favoráveis e as boas con

China ultrapassa EUA no destino das exportações

Pela primeira vez a China é o principal destino da

Mercosul e Egito avançam em acordo

No encontro do ministro do Comércio e da Indústria

RODADA - Índia, Brasil e OMC falam em retomar Doha

...trial brasileiro. “É possível alcançar o equilíbrio.” Além do Brasil, outro que se esforça para ressuscitar Doha é o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, que ontem tentava abrandar as demandas de Nova Délhi sobre as salvaguardas para produtos agrícolas e convencer o governo indiano a aceitar o acordo fechado no dia 25. Nesta semana, Lamy deverá ir a Washington para remover a resistência dos EUA às demandas da Índia. Em Nova Délhi, Lamy disse ainda ser possível concluir a rodada até dezembro. “A boa notícia é que ainda há a possibilidade de concluirmos as negociações este ano. Todos os membros da OMC concordaram com isso no ano passado”, disse Lamy, em encontro com o ministro do Comércio indiano, Kamal Nath. “Nadamos todo o oceano e, próximos da praia, nos afogamos”, disse Lula a Singh, e este ponderou que viu o resultado de Genebra como um “revés temporário”. “É possível resolver até setembro”, disse Singh. “Senão, serão necessários mais três ou quatro anos para a retomada.” Fonte: O Estado de São Paulo ...

TARIFAS - Têxteis e vinho terão nova taxa de importação

...ntes de tecidos e confecções calculam que 20% a 25% das quase mil linhas tarifárias do setor deveriam ser incluídas na lista, informa Fernando Pimentel, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit). Já os produtores de vinho querem alterar para “ad rem” as tarifas de importação de todos os produtos do setor. Segundo Hermes Zaneti, presidente da Câmara da Uva e do Vinho, o setor está apoiando uma tarifa de R$ 5 por litro de vinho. Para aplicar uma tarifa “ad rem” é necessário arbitrar um valor mínimo para o produto. E é nesse ponto que está a discussão: qual é o valor justo de determinado o produto e quem deve defini-lo? Para não ferir as regras da OMC, o Brasil deve garantir que o valor da tarifa “ad rem” não ultrapasse a taxa máxima consolidada pelo país na entidade. Dependendo do valor mínimo aceito, a regra pode ser cumprida ou não. A adoção de tarifas “ad rem” provoca discussão não apenas no setor privado, mas também dentro do governo. A idéia surgiu na Receita Federal, órgão subordinado ao Ministério da Fazenda, que incluiu a mudança na MP 413 editada no início do ...

Chile quer aproveitar atividade aquecida e vender mais ao Brasil

...comércio entre os dois países alcance a marca dos US$ 10 bilhões em 2010. Estimativa plausível uma vez que nos últimos anos os negócios entre os países vêm crescendo. De acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2000, o volume de transações era de US$ 2,21 bilhões. Cresceu para US$ US$ 3,95 bilhões em 2004. Já no ano passado, a corrente comercial chegou a US$ 7,73 bilhões. E entre janeiro e ...

DEMISSÕES - Câmbio força demissões na indústria

...e trabalhadores. O executivo calcula que, se confirmadas as previsões de valorização do dólar, a escalada de demissões pode ser estancada ainda neste ano, no fim do quarto trimestre. - As condições de competitividade estão permitindo uma formalização muito aquém do que poderíamos gerar - diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). - Em vez de estarmos gerando no mínimo mais de 160 mil empregos por ano diretamente no setor, vamos ficar com patamares reduzidos de 30, 40 mil postos de trabalho este ano - diz o executivo. - A continuar o câmbio apreciado em 2009, com juros altos trazendo redução no nível de atividade econômica interna e queda de consumo, poderemos ter sim demissões formais. Tidos como os mais voláteis da economia - por sentirem mais rapidamente as variações cambiais - estes setores representam uma f...

Exportações de cooperativas crescem 28,4%

... soja, carnes e do setor sucroalcooleiro. Conforme o estudo, os valores exportados e a cotação do dólar apresentaram comportamentos inversos. Mesmo com os desafios impostos para a exportação da produção, destacando-se a valorização do Real de 42,9% nos meses de janeiro a junho entre 2004 e 2008, as cooperativas registraram receitas cambiais crescentes. O estudo mostra ainda que as variações nas exportações do setor cooperativista foram superiores às brasileiras nos primeiros semestres dos últimos dois anos (2007 / 2008). De janeiro a junho de 2008, a superioridade foi de 19,39%, comparando o crescimento das vendas externas das cooperativas, de 28,4%, com as brasileiras, de 23,8%. Por InvestNews...

Soja é destaque de exportação com US$ 648 milhões

...com o estudo, o complexo sucroalcooleiro aparece em terceiro lugar, com 22,09% das exportações. Os produtos que compõem este grupo somaram US$ 410,68 milhões e volume de 1,02 milhão de toneladas. No ano passado, foram US$ 548,37 milhões e 1,82 milhão de toneladas. Esta redução pode ser explicada pelas quedas nas vendas de açúcar, que apresentaram uma diminuição de 54,21% entre os dois períodos analisados. Esse segmento mostrou maior destaque entre os produtos exportados pelas cooperativas no primeiro semestre de 2007. No entanto, em 2008, registrou redução de 25,11%. Por InvestNews...

Superávit comercial continua sustentado pelo agronegócio

... florestais e o complexo sucroalcooleiro. Em julho, o Brasil exportou US$ 2,8 bilhões em produtos do complexo soja formado por grão, óleo e farelo. As exportações do setor de laticínios renderam 226,3% a mais do que em julho de 2007. De janeiro a julho deste ano foram exportados US$ 291 milhões em produtos lácteos, ou 169% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Os números refletem o crescimento da demanda mundial por esses produtos e confirmam o processo de consolidação do Brasil como grande exportador de lácteos. Nas importações, em julho o Brasil importou menos quantidades de trigo, 19%, arroz, 65,2% e milho, 75,8%. No entanto, em comparação com o mesmo período do ano anterior, as importações foram superiores em 55,2% em razão, principalmente, do aumento dos preços. O sinal amarelo está piscando. Por Jornal do Comércio / RS...

Custo do frete aumenta até 150% no ano

... total de grãos atual. A soja alcançou 60,1 milhões de toneladas, e o milho, 58,5 milhões de toneladas. "Os custos do frete já estão provocando redução da produção de soja e milho em vários Estados. Estamos condenando a produção agrícola", afirma. Folha de S. Paulo ...

Exportação de carne suína chega perto de R$ 900 milhões até julho

...l ritmo, as exportações devem alcançar o volume esperado de 620 mil toneladas, conforme Camargo Neto. Embora as exportações de carne suína para a Rússia tenham caído em julho, o país segue sendo o maior cliente do Brasil, com um volume de 142,01 mil toneladas e participação de 43,46% no volume total. As vendas para Hong Kong continuar a crescer. Entre janeiro e julho foram 67,78 mil toneladas, uma fatia de 20,74% do total. Por Valor Econômico - SP...

Recordes de exportações no agronegócio

...o do ano passado. O superávit alcançou a cifra de US$ 6,8 bilhões. As vendas externas do agronegócio nos últimos 12 meses também foram recordes, atingindo US$ 68,1 bilhões entre agosto de 2007 e julho deste ...

Importações deslocaram fornecedores tradicionais

...ortações de produtos chineses alcançaram US$ 8,94 bilhões de janeiro a junho. Este fluxo comercial é expressivo e deve confirmar as projeções de uma corrente de comércio vigorosa no an...

Parcerias podem movimentar US$ 2,5 bi entre Brasil e China

Os empresários brasileiros não deveriam gastar tan

ZPE de Imbituba pode sair agora do papel

... de Imbituba, Manoel Vitor Cavalcanti, o sinal verde para o funcionamento do projeto depende apenas da elaboração de um conselho nacional para regular a atividade. "Esse conselho deve ser composto por seis ministérios, que irão determinar uma diretoria executiva. A partir daí, as indústrias podem começar a se instalar", explica. Em Imbituba pelo menos três empresas, de detector de metais e fábrica de calçados e móveis, já têm condições legais de instalação na ZPE. Seriam os primeiros exportadores a aproveitar o terminal em construção. Outros 18 empresários já apresentaram carta de intenção para instalação na ZPE. Dos 200 hectares de área, 50 já estão cercados. O local já tem infra-estrutura, como guarita, galpões e prédio para a Receita Federal. Com informações do Diário Catarinense...

Argentina deve pegar carona e aproveitar bom momento vivido pelo Brasil, diz analista

A Argentina deve deixar para trás os desentendimen

Exportação de soja em grão do Brasil soma quase US$2 bi em julho

...ões de dólares, e o superávit alcançou 6,8 bilhões de dólares. Além do complexo soja, carnes, produtos florestais e o complexo sucroalcooleiro também contribuíram para o bom desempenho. No período de 12 meses entre agosto de 2007 e julho de 2008, as exportações do agronegócio brasileiro somaram 68,1 bilhões de dólares, 24 por cento a mais do que no período anterior. O superávit do setor foi de 57,3 bilhões de dólares. O complexo soja, com vendas externas de 16,5 bilhões de dólares no período, e as carnes, com 13,5 bilhões de dólares, se destacaram nesse período. Em julho de 2008, as exportações das carnes bovina, de aves e suína subiram 55,2 por cento na comparação com julho de 2007, somando 1,4 bilhão de dólares. "O bom resultado do setor foi devido ao aumento dos preços e também pelo crescimento das quantidades exportadas das carnes de aves e suína", disse o ministério. Segundo o comunicado, as exportações de carne bovina in natura aumentaram 49 por cento, com um incremento de 55,5 por cento dos preços no mercado externo. Já as vendas externas de carne de frango cresceram 61 por cento na comparação com julho de 2007. E as de carne suína no mês de julho foram 88,8 por cento maiores do que o mesmo mês do ano anterior. DESTINOS Segundo o Ministério da Agricultura, a União Européia foi o principal destino das exportações agrícolas do Brasil entre agosto de 2007 e julho de 2008. "Entretanto, a Ásia, excluindo os países do Oriente Médio, praticamente empata com a UE, no mês de ju...

Para analistas, será difícil fechar acordos bilaterais

... Livre Comércio das Américas (Alca). Acreditam que, apesar das resistências dos EUA em aceitar demandas brasileiras, o principal motivo do afastamento brasileiro das discussões foi de ordem política, pelo desinteresse no Itamaraty em relação ao acordo. “Foi ideológico, achavam que a Alca seria uma anexação aos EUA”, acusa Lamprea. A Alca facilitaria até a abertura dos mercados dos países vizinhos, argumenta. Fonte: Valor Econômico...

Começam na China ações de promoção comercial do Brasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e

Indústria de SC cresce acima da média nacional

..., e pelo presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa. O nível de utilização da capacidade instalada (UCI) nacional elevou-se a 83,3% em junho, influenciado pela maior atividade industrial. Essa expansão contrasta com a queda da UCI registrada em maio. A instabilidade do indicador dessazonalizado da UCI no bimestre maio e junho não altera, contudo, a trajetória de estabilidade observada desde o quarto trimestre de 2007. Em Santa Catarina o índice passou de 83,78% na primeira metade do ano passado para 83,94% no mesmo período deste ano. Fonseca disse que a elevação da UCI na indústria é visto geralmente como um indicador de pressão inflacionária, de que a indústria poderia não dar conta da demanda. No entanto, ele destacou que, embora o uso da capacidade instalada na indústria nacional esteja de fato elevado dentro da série histórica da CNI, o índice avançou ...

Exportação do Brasil sobe 514% desde 2002 e leva investimentos

A Argentina que o presidente Luiz Inácio Lula da S

Mdic lança Drawback Verde-Amarelo em setembro

...e de analistas do governo em calcular a isenção de impostos que o empresário pleiteia no drawback. Dessa forma, quando o empresário comprar uma peça, no Brasil ou lá fora, de um produto que será exportado, o programa irá calcular os créditos fiscais que ele tem que receber de acordo com o tamanho do estoque de produtos. O Siscomex importação também está sendo trabalhado, mas ainda sem data de lançamento. “Os programas anteriores estavam cansados e obsoletos. Agora temos uma base única para todos os movimentos de comércio exterior”, comentou Sampaio. Para o especialista do Mdic, documentos como o conhecimento de embarque, registro de exportação, certificado de origem, e nota fiscal, por exemplo, tem entre 70% a 80% das informações repetidas. “Uma das mudanças para a desburocratização é tornar uma nota fiscal como documento oficial para poder exportar. Queremos simplificar os trâmites e facilitar o comércio”, revelou. A novidade mais recente será o Drawback Verde-Amarelo, que a partir de setembro, permitirá a compra de produtos para exportação no mercado interno sem impostos como o IPI, PIS e Cofins. A renúncia do ICMS ainda vai depender de leis estaduais c...

URUGUAIANA - PSR registra novo recorde

...anência dos veículos no PSR. "Alcançamos uma performance de atender a mais de 75% do movimento total das exportações no tempo médio de 3 horas, proporcionando um ganho na agilidade das operações de comércio exterior processadas no maior porto seco da América Latina e o terceiro do mundo", comemora Dalsochio. Receita Federal liberou em julho 15.298 caminhões com cargas importadas e exportadas MIELE RODRIGUES / ESPECIAL / CP Por Correio do Povo / RS...

Indústria gaúcha tem maior expansão semestral em cinco anos

Com um crescimento de 7,8%, a produção gaúcha regi

Lançamentos de novos carros geram déficit comercial de cabos

O lançamento de novos carros no mercado brasileiro

Navegantes atingirá 1 milhão de contêineres

...8, ele diz que a movimentação alcançará 250 mil TEUs, o que aumentará em 41,6% a capacidade do sistema portuário de Santa Catarina, de 600 mil TEUs (2007). "Acabamos de concluir o comissionamento (fase de recebimento e teste do equipamento) de três portêineres", diz o diretor. As exportações representaram 73% da movimentação e as importações 27%. As cargas frigorificadas responderam por 50% das exportações, sendo 43% de frangos e 7% de suínos. Em outubro, com a inauguração da câmara frigorificada Iceport, investimento de R$ 50 milhões financiado em parte pela GE Capital, a Portonave se tornará especialista em cargas congeladas no Brasil. Esta câmara é ...

Brasil define novos rumos

... Livre Comércio das Américas (Alca) não poderá ser repetido. Mas admite conversar. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional da Indústria já têm uma agenda de acordos que gostariam de ver negociados. Nela, está a retomada dos entendimentos entre Mercosul e Europa e maior acesso aos mercados vizinhos, como Peru e Colômbia. Por Diário do Comércio...

Brasil deve ter mais ações na OMC após fracasso de Doha

O Brasil deve recorrer de forma mais incisiva à Or

Setor alerta para apagão marítimo

...s, até 2010, esse número pode alcançar os 25%, tornando inviável o crescimento da frota mercante brasileira. E, em um cenário ainda pior, a falta de profissionais atingiria 31% em 2013. Neste momento, o déficit de marítimos será de 1.400 profissionais. A ausência de marítimos habilitados afeta diretamente os armadores, garante o vicepresidente do Syndarma, Roberto Galli. O executivo afirma que não será preciso esperar os próximos anos para ver as previsões mais pessimistas se confirmando. "A situação já chegou a um nível crítico. Temos registro de empresas que estão recorrendo a substituição de tripulações de navios por tripulantes de navios imobilizados em reparo. Isto mostra uma situação de extrema carência hoje. Na persistência do cenário atual, certamente haverá navios com tripulação incompleta, sem poder operar", avisa. Galli comenta, também, o aquecimento da indústria naval no Brasil e a entrada de novas embarcações. "Não somente teremos novos navios associados à industria do petróleo como teremos também novos graneleiros e porta-contêineres, embora em menor número, em um total de 237 novas embarcações até 2013. A escolha dos profi...

Pedágios prejudicam porto gaúcho

O excesso de pedágios nas estradas que ligam o nor

Saldo comercial melhora em julho

O desempenho das exportações melhorou em julho, o

Agronegócio do Brasil pode ter ganho de US$ 4,9 bi com Doha

...crescimento das vendas. Para calcular os ganhos, Nassar considerou o compromisso selado na sexta-feira por Brasil, EUA, UE, Japão, Austrália, China e Índia. Desse grupo, os indianos são os únicos que ainda discordam. O acordo está agora está em discussão com os demais países-membros. O pacote prevê redução de 70% nas tarifas agrícolas mais altas dos países ricos. Até 4% dos produtos poderão ser designados como sensíveis, o que significa redução menor de tarifa, mas, em compensação, os países devem oferecer alta de 4% nas cotas. No etanol, as negociações ainda não terminaram. O cálculo do Icone pressupõe cota equivalente a 10% do consumo futuro - um percentual que seria considerado "razoável" pelo Brasil. As importações européias de carne bovina aumentariam 73% em volume e 100% em valor após a implementação da Rodada Doha, conforme as estimativas do Icone. As compras de carne bovina do bloco subiriam 83% em volume e 112% em valor. Já as importações de etanol por EUA e UE aumentariam 224% em volume e 293% em valor. Contrariando temores do setor privado, os dados demonstram que a Rodada Doha vai gerar incremento real no comércio em volume. Os ganhos em receita, entanto, são maiores, porque volumes já vendidos serão apenas incorporados na cota, gerando margens de lucro mais altas. "O acordo está bem equilibrado na sua modéstia", avaliou Marcos Jank, presidente da União da Indústria Canavieira de São Paulo (Unica), ressaltando que ainda faltam os "10 minutos do segundo tempo", referindo-se às discussões hoje e amanhã em Genebra. Ele disse que a negociação sobre etanol está mais complicada com os EUA do que com a UE. Os europeus pedem a criação de cota, e oferecem um volume que está distante da demanda brasileira, mas os EUA sequer aceitam discutir a tarifa de 0,54 centavos por galão. "Sou favorável a um acordo, mas um retrocesso não tem cabimento", disse Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abip...

Greve da Anvisa - Obstáculo ao Comércio Exterior

...as. Contudo, os prejuízos não alcançam somente as operações a granéis, mas também, sólidos e containeres, lotando assim os pátios dos portos e sobrecarregando os armazéns, prejudicando assim diretamente as exportações e importações brasileiras. Em decorrência da paralisação, nas EADI"s (Estações Aduaneiras do Interior), apenas caminhões contendo cargas não submetidas à vigilância sanitária ou, ainda, carregamentos com produtos perecíveis, estão sendo liberados, os demais tem ficado retidos nos pátios ou em filas, no aguardo de fiscalização. Segundo informações da ANVISA as únicas exceções aos efeitos do movimento são com relação aqueles processos que foram protocolados até sexta-feira, dia 27/06, um dia antes do início da Greve, que serão inspecionados normalmente (se assim ainda não o tiverem sido). Além daqueles protocolados antes da deflagração do movimento, serão atendidos, indep...

Para a CNI, 56% dos produtos terão corte real de tarifa

A tarifa de importação de automóveis, calçados, tê

RS amplia as exportações através do Porto de Itajaí

Desde o ano de 2004 o Estado do Rio Grande do Sul

Decisão do Itamaraty isola a Argentina

A decisão do Itamaraty de aderir a um acordo na Or

EXPORTAÇÕES - Preços de bens exportados batem recorde de 30 anos

...esse indicador começou a ser calculado pela Funcex. No mês passado, os preços desses produtos estavam, em média, 34,8% acima do verificado em junho de 2007. Enquanto as cotações disparavam, o volume exportado estagnou. Em 12 meses até junho, a qu...

Nos calcanhares

E vai recomeçar a novela da negociação de cotas pa

Preço de exportação fica 35% maior em junho

...esse indicador começou a ser calculado. Em junho, os preços de exportação ficaram 34,8% superiores àqueles praticados em igual mês de 2007, conforme a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex). No primeiro semestre, os preço...

Preço de exportação fica 35% maior em junho

...esse indicador começou a ser calculado. Em junho, os preços de exportação ficaram 34,8% superiores àqueles praticados em igual mês de 2007, conforme a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex). No primeiro semestre, os preço...

Redução de tributo para exportadores continua no papel

...hegarão a um consenso sobre o alcance da suspensão de tributos para as matérias-primas nacionais. "Trata-se de uma situação esdrúxula", diz ele. "O Decex é responsável pela política de comércio exterior, mas a Receita tem metas de fiscalização e arrecadação." O advogado diz que tem recomendado aos clientes aguardar nova regulamentação. No atual quadro, seria difícil até mesmo cumprir as devidas obrigações com a documentação, diz Moraes. A situação fica mais delicada porque o vendedor do insumo é quem deixaria de recolher os tributos. "Se um fornecedor me consultar, eu recomendo o pagamento normal dos tributos", disse. Na nota fiscal, o fornecedor será obrigado a informar a suspensão de tributos e o número de ato concessório do drawback. Segundo Lytha, o governo está desenvolvendo o novo sistema eletrônico. A secretária prevê que o processo estará concluído em 30 dias. "A decisão já está tomada. É razoável demorar 60 a 90 dias", disse. Os empresários reclamam que só souberam que ainda não poderiam utilizar o drawback verde e amarelo depois de procurarem diretamente o ministério. Para Ricardo Martins, diretor de comércio exterior do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), a medida ajudaria a compensar o câmbio. Ele conta que que a previsão anterior do governo para o sistema funcionar já expirou. Durante reunião com exportadores em 9 de junho, o secretário de comércio exterior, Welber Barral, teria dito que o problema estaria resolvido em 45 dias. "Estamos vivendo um buraco negro", disse Carlos Pastoriza, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O empresário alertou que a indefinição pode levar os exportadores de bens de alto valor agregado, como máquinas, a postergar embarques à espera do benefício. De acordo com fontes do setor privado, a operacionalização do drawback verde-amarelo não é simples. Por conta do volume de insumos nacionais adquiridos pelas empresas, a demanda pela nova modalidade deve ser alta, o que exigiria do Decex recursos e funcionários adicionais. Por isso, existia um impasse no governo se o sistema seria monitorado pelo Mdic ou pela Receita Federal. Lytha Spíndola, da Camex, reconheceu a falta de funcionários e disse que a carga de trabalho vai aumentar. Mas ressaltou que o governo está empenhado em informatizar ao máximo o sistema. Ela lembrou que o Mdic acaba de lançar um edital para contratar mais analistas de comércio exterior, o que pode levar tempo. Além de resolver a pendência com o governo federal, os empresários querem ampliar o drawback verde-amarelo para a esfera estadual, com a suspensão da cobrança de ICMS. Martins, do Ciesp, informou que os empresários vão entregar no início de agosto uma reivindicação ao governo de São Paulo para adotar a medida nas operações no Estado. A expectativa é que o governador José Serra encampe a idéia e leve a dis...

SC ampliará vendas ao Chile

...rasileiras de carne de frango alcançaram 1,8 milhão de toneladas, com uma receita cambial de US$ 3,4 bilhões. Santa Catarina é líder nas vendas externas do produto, com 486 mil toneladas comercializadas no período, o que correspondeu a 26,4% das exportações do país. Por Diário Catarinense - SC...

SC ampliará vendas de frango ao Chile

...rasileiras de carne de frango alcançaram 1,8 milhão de toneladas, com uma receita cambial de US$ 3,4 bilhões. Santa Catarina é líder nas vendas externas do produto, com 486 mil toneladas comercializadas no período, o que correspondeu a 26,4% das exportações do país. Diário Catarinense...

SC ampliará vendas de frango ao Chile

...rasileiras de carne de frango alcançaram 1,8 milhão de toneladas, com uma receita cambial de US$ 3,4 bilhões. Santa Catarina é líder nas vendas externas do produto, com 486 mil toneladas comercializadas no período, o que correspondeu a 26,4% das exportações do país. Diário Catarinense...

Paraná ameaça a liderança da exportação catarinense de frango

...a de 15% mais elevados que os alcançados pelos paranaenses graças a cortes mais elaborados, breve o Paraná deverá alcançar, para em seguida superar o estado vizinho até o final deste ano. A previsão é do presidente do Sindicato das Indústrias dos Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins. "É inevitável esse avanço porque o Paraná tem mais produtores e já está abatendo 100 milhões de cabeças por mês, além de ter uma agric...

Redução de tributo para exportadores continua no papel

...hegarão a um consenso sobre o alcance da suspensão de tributos para as matérias-primas nacionais. "Trata-se de uma situação esdrúxula", diz ele. "O Decex é responsável pela política de comércio exterior, mas a Receita tem metas de fiscalização e arrecadação." O advogado diz que tem recomendado aos clientes aguardar nova regulamentação. No atual quadro, seria difícil até mesmo cumprir as devidas obrigações com a documentação, diz Moraes. A situação fica mais delicada porque o vendedor do insumo é quem deixaria de recolher os tributos. "Se um fornecedor me consultar, eu recomendo o pagamento normal dos tributos", disse. Na nota fiscal, o fornecedor será obrigado a informar a suspensão de tributos e o número de ato concessório do drawback. Segundo Lytha, o governo está desenvolvendo o novo sistema eletrônico. A secretária prevê que o processo estará concluído em 30 dias. "A decisão já está tomada. É razoável demorar 60 a 90 dias", disse. Os empresários reclamam que só souberam que ainda não poderiam utilizar o drawback verde e amarelo depois de procurarem diretamente o ministério. Para Ricardo Martins, diretor de comércio exterior do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), a medida ajudaria a compensar o câmbio. Ele conta que que a previsão anterior do governo para o sistema funcionar já expirou. Durante reunião com exportadores em 9 de junho, o secretário de comércio exterior, Welber Barral, teria dito que o problema estaria resolvido em 45 dias. "Estamos vivendo um buraco negro", disse Carlos Pastoriza, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O empresário alertou que a indefinição pode levar os exportadores de bens de alto valor agregado, como máquinas, a postergar embarques à espera do benefício. De acordo com fontes do setor privado, a operacionalização do drawback verde-amarelo não é simples. Por conta do volume de insumos nacionais adquiridos pelas empresas, a demanda pela nova modalidade deve ser alta, o que exigiria do Decex recursos e funcionários adicionais. Por isso, existia um impasse no governo se o sistema seria monitorado pelo Mdic ou pela Receita Federal. Lytha Spíndola, da Camex, reconheceu a falta de funcionários e disse que a carga de trabalho vai aumentar. Mas ressaltou que o governo está empenhado em informatizar ao máximo o sistema. Ela lembrou que o Mdic acaba de lançar um edital para contratar mais analistas de comércio exterior, o que pode levar tempo. Além de resolver a pendência com o governo federal, os empresários querem ampliar o drawback verde-amarelo para a esfera estadual, com a suspensão da cobrança de ICMS. Martins, do Ciesp, informou que os empresários vão entregar no início de agosto uma reivindicação ao governo de São Paulo para adotar a medida nas operações no Estado. A expectativa é que o governador José Serra encampe a idéia e leve a dis...

Exportações da UE ao Brasil crescem 21%

...rodutos químicos, o superávit alcançou 31,1 bilhões de euros nos países de moeda única (aumento de 6,5%) e 26,1 bilhões nos 27 países-membros (1,9% a mais). Do ponto de vista das importações, as procedentes da Rússia subiram 28%, da Noruega 24%, da China 4%, e dos EUA 1%. Entre janeiro e abril, o superávit comercial dos 27 países-membros com os EUA caiu 13,7%, para 21,5 bilhões, mas também diminuiu o déficit com a China (2,4%, para 48,9 bilhões). Por outro lado, aumentou significativamente o déficit com a Rússia, que pulou para 26%, aos 24,5 bilhões de euros. A respeito da situação dos Estados-membros, o Reino Unido voltou a acumular nos quatro primeiros meses do ano o déficit mais intenso (44,6 bilhões de euros), seguido de Espanha (34,3 bilhões), França (19,5 bilhões) e Grécia (11,9 bilhões). No extremo contrário ficou a Alemanha, que registrou nos quatro meses um superávit de 69,1 bilhões de euros, seguida por Holanda e Irlanda, com 15,2 bilhões e 8,3 bilhões, respectivamente. Por Invertia - EFE...

Paraná ameaça a liderança da exportação catarinense de frango

...a de 15% mais elevados que os alcançados pelos paranaenses graças a cortes mais elaborados, breve o Paraná deverá alcançar, para em seguida superar o estado vizinho até o final deste ano. A previsão é do presidente do Sindicato das Indústrias dos Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins. "É inevitável esse avanço porque o Paraná tem mais produtores e já está abatendo 100 milhões de cabeças por mês, além de ter uma agric...

Rio Grande do Sul amplia exportações através de Itajaí em 36% desde 2004

Desde o ano de 2004 o estado do Rio Grande do Sul

Brasil exportou US$ 4,29 milhões em mel no mês de junho

...alta. No mês de junho, o País alcançou o valor de US$ 4,29 milhões, o maior dos últimos quatro anos. Esse montante também representa um cr...

Comércio com árabes foi recorde no semestre

A corrente de comércio entre o Brasil e os países

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

...seus derivados (exceto coque calcinado de petróleo); c) importação de mercadoria utilizada na industrialização de produto destinado ao consumo na Zona Franca de Manaus e em...

Exportação de calçados atinge US$ 951,1 milhões no semestre

Depois de desacelerar desde o início do ano, as ex

Agronegócio garante saldo comercial

Pilar da balança comercial desde meados da década

Café e chá destacam-se em vendas para fora

...m dois anos tenhamos lucro", calcula o gerente, Fernando Moraes, 34. O presidente do Instituto Brasileiro de Frutas, Moacyr Saraiva Fernandes, afirma que os pequenos produtores têm mais chance de exportar quando os itens são exóticos e aceitos em pequenos volumes. "Há outros produtos que precisam de escala, como a banana. Aí não se fala em contêiners, e sim em navios." Com 30% da produção destinada à exportação, a Associação Paulista dos Produtores de Caqui já teve dias melhores. De acordo com Claudio Shoiti Ito, diretor de vendas, a desvalorização do dólar prejudicou as exportações em 20%. Por Folha de São Paulo ...

Exportação gaúcha cresce 29% até junho

As exportações gaúchas registraram crescimento de

Portos têm de dobrar em dez anos

Os portos brasileiros, por onde cruzam 91% do comé

Brasil quer que China seja maior parceiro comercial

...nesas de produtos brasileiros alcançaram US$ 12,62 bilhões. Os volumes levaram ao primeiro déficit comercial em base anual do Brasil com a China em uma década Fonte: Net Marinha...

Não venderei o Mercosul”, diz presidente

...a janela de oportunidade para alcançar esse acordo é pequena e está se fechando”. Termina com um tom grave: “O preço do fracasso seria grande demais”. Fonte: Folha de São Paulo...

China passou a principal destino do agronegócio

...dor de carne suína no mundo e alcançou US$ 1,2 bilhão em 2007. Já as importações chinesas de carne de aves cresceram 183%, saltando de US$ 323,7 milhões para US$ 916,3 milhões no período entre 2005 e 2007. "A intensificação do comércio com a China, contudo, depende de acordos sanitários", destacou o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto. Por Gazeta Mercantil...

Indústria cresce em nove das 14 localidades pesquisadas pelo IBGE

A atividade industrial cresceu 2,4%, em maio, em n

País vai buscar compensação da UE na exportação de frango

...de butila importado dos EUA, calculado por quilo do produto. O antidumping em vigor contra importações de glifosato da China foi reduzido de 11,7% para 2,9% até fevereiro de 2009, quando o governo decidirá se vai manter ou se vai suspender a cobrança. Por Folha de São Paulo...

China já é o país que mais importa produtos do agronegócio brasileiro

A economia mundial passa por uma transformação. O

Minério de ferro é o item nacional mais exportado no começo de 2008

...rtadora. As vendas da estatal alcançaram a marca de US$ 6,2 bilhões, elevação de 37%, e aumentaram sua participação na pauta externa no acumulado de maio, passando de 7,5% em 2007 para 8,6% neste ano. A Vale permaneceu em segundo, com exportações de US$ 3,8 bilhões e crescimento de 36%, aumentando também sua participação no volume total, de 4,6% para 5,2%. A terceira colocada, a Embraer, ficou com fatia de 2,7% entre janeiro e maio de 2008 – as vendas da companhia para o exterior subiram 60%, saltando de US$ 1,2 bilhão para cerca de US$ 2 bilhões. As outras empresas do ranking das dez maiores exportadoras no período são Bunge, ADM do Brasil, Cargill, Sadia, Companhia Siderúrgica de Tubarão, Volkswagen e Louis Dreyfus. A participação das dez companhias correspondeu a 26,5% das exportações brasileiras; a Petrobras e a Vale foram responsáveis por 13,8%, desempenho melhor do que os 12,7% das oito empresas que completam a lista. Os três estados brasileiros com maior número de vendas externas no acumulado até maio deste ano continuaram sendo São Paulo (30%), Minas Gerais (11%) e Rio Grande do Sul (9%). Somente estes estados foram responsáveis por metade das exportações, com volume de US$ 36,6 bilhões. Por Netmarinha - Rodrigo Brüning Schmitt - Florianópolis...

Paralisação impede atracação de navios

...ndamar), os prejuízos são "incalculáveis". A paralisação dos fiscais sanitários começou ainda sem os terminais e operadores portuários terem se recuperado do piquete promovido pelos caminhoneiros autônomos ­ encerrado na última segunda-feira. Os servidores, juntos a técnicos de outras sete agências reguladoras, pedem principalmente a equiparação salarial de cargos de mesmo nível. Por A Tribuna...

Mercosul elege União Européia como foco

...sde 1816, quando Tucumán foi palco da proclamação de independência da Argentina. San Miguel de Tucumán Por Zero Hora / RS...

Argentina e Brasil prontos para tirar dólar do câmbio

...s de exportação. Economistas calculam que os custos das operações bancárias e financeiras serão reduzidos até em 2,5%. Por Correio do Povo / RS...

Mercosul anunciará acordo com a Índia e países africanos

... da região até 2010. A meta é alcançar um intercâmbio comercial de US$ 15 bilhões. A falta de tratados de livre comércio entre o bloco regional e outros países ou blocos é uma das queixas dos sócios menores. O primeiro acordo comercial deste tipo foi fechado com Israel, na última cúpula do Mercosul, em dezembro de 2007. Neste semestre começará o diálogo com a Turquia e a Jordânia. Por Agência Brasil...

Safra de verão de grãos do RS cai 8%, mas é a segunda maior da história

... melhor da história. O volume alcançou 7,5 milhões de toneladas e o preço pago ao produtor chegou a R$ 33,55 a saca de 50 quilos, 44,9% acima do verificado em 2007. Demais lavouras A lavoura de soja, mesmo com a falta de chuvas em algumas regiões do Estado, alcançou uma produção de 7,6 milhões de toneladas, 9% superior à média dos últimos cincos anos. O preço do saco de 60 quilos está 58,5% maior do que a mesma época de 2007, sendo comercializado a R$ 49,24, em média. Apesar dos problemas causados pelas intempéries, o milho teve a quinta maior safra do RS da história, com a produção de 5,21 milhões de toneladas. O preço da saca de 60 quilos está em R$ 23,95 em média — 31,16% superior ao mesmo período do ano passado. O feijão, que teve uma redução de 12,17% na área plantada, fechou uma produção de 104,7 mil toneladas. O preço pago ao produtor é o melhor de todos os tempos, com média de R$ 121,11 o saco de 60 quilos, mais de 192,6% do que o verificado na mesma época no ano passado. As informações são do governo do RS. ZEROHORA.COM Por zerohora.com...

CIRCULAR No- 40, DE 24 DE JUNHO DE 2008

O SECRETÁRIO DE COMÉRCIO EXTERIOR, DO MINISTÉRIO D

Produção de aço do País deve ser recorde este ano

O aquecimento das indústrias automotiva, de bens d

Stephanes: produção agrícola brasileira cresceu 147% desde 1990

...). Crescimento, segundo ele, calcado principalmente no ganho de produtividade, pois desde 2003 o tamanho da área usada para a agricultura está praticamente estável. Por Imprensa do MAPA...

Importação de resinas termoplásticas cresceu 58%

...tações brasileiras do produto alcançaram volume de 435,8 mil toneladas. As vendas no mercado doméstico somaram 1,4 milhão de toneladas entre janeiro e maio deste ano, volume 0,6% superior ao mesmo período do ano passado. No mês de maio, individualmente, as vendas ficaram em 302,4 mil toneladas, com crescimento de 8,2% sobre abril. No mês de maio a produção brasileira de resinas termoplásticas teve crescimento de 8% sobre abril. Foram produzidas 356,6 mil toneladas. De acordo com a Abiquim, o aumento se deve principalmente em função da retomada da operação da central petroquímica da Braskem, na cidade de Triunfo, no Rio Grande do Sul. Ela esteve parada durante o mês de abril para manutenção. No acumulado deste ano, até ma...

Na defesa do Mercosul, Brasil quase pára Doha, mas impasse foi superado

...o do bloco. A questão é como calcular esses percentuais. A metodologia do mediador prevê que o Mercosul calcule o valor do comércio como bloco. Mas os EUA, sobretudo, recusavam aceitar o Mercosul como união aduaneira e queriam o cálculo separadamente. Achavam que, como está no texto atual, o Brasil ganharia flexibilidade adicional para proteger sua indústria, se escondendo atrás dos outros sócios. Pelos cálculos do Brasil, porém, o que os americanos queriam era inaceitável porque, na prática, retirava boa parte das linhas tarifárias que o bloco quer proteger. Por exemplo, o valor do comércio de Argentina, Paraguai ou Uruguai receberia o teto previsto das flexibilidades, mas os países só poderiam usar metade das linhas negociadas. Ou seja, se fosse negociado 12%, só poderiam proteger cerca de 6% das tarifas de importação porque, do contrário, rompiam o teto do valor do comércio. Os EUA organizaram um grupo denominado G-12 para tentar uma solução para a negociação industrial. Além do Brasil e EUA, o grupo reúne UE, Canadá, Japão, China, Índia, África do Sul, Austrália, México, Paquistão e Malásia. O impasse, contudo, continuou em torno do Mercosul e o comissário de comércio da União Européia, Peter Mandelson, chegou a advertir que a semana era decisiva para Doha. Na quinta-feira, o Brasil avisou que na verdade a negociação já estava na prorrogação. E o momento da verdade chegou quando o re...

Receita com exportação de aço sobe, mas volume é menor

...os quanto de laminados longos alcançaram novas marcas, com alta de 7,8% e 21,3%, respectivamente, para 1,14 milhão de toneladas e 797 mil toneladas. Com isso, as vendas totais de produtos laminados atingiu 1,9 milhão de toneladas, 13% acima do registrado em igual mês de 2007. "Houve crescimento de compras em todos os setores, mas especialmente no automotivo, construção civil e distribuição", destacou a entidade, em nota. A produção brasileira de aço bruto em maio foi de 3 milhões de toneladas, alta de 2,8% ante mesmo mês de 2007. Por Gazeta Mercantil...

Exportações gaúchas crescem 22,7% em maio

...elo país. O Rio Grande do Sul alcançou a quinta posição no ranking nacional, abaixo de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Em relação a maio do ano anterior, esse resultado represent...

Contra China, Brasil quer vender

...007, a participação do Brasil alcançou 23% das importações argentinas nesse setor em 2007, acima dos 21% do Brasil. Em rochas, o Brasil ganhou cinco pontos de market-share na Argentina entre 2002 e 2007. A China, no entanto, obteve mais 15 pontos. “Antes que a concorrência tome conta, é preciso se posicionar. Não vendemos preço, por isso temos que fortalecer a marca”, diz Juarez Leal, coordenador da Apex. Com esse objetivo, governo e empresários realizam uma exposição dos produtos brasileiros em Buenos Aires, no início de setembro. Participarão da “Casa Brasil Design” cerca de 50 empresas e o público-alvo são arquitetos e formadores de opinião, que atuem no “topo da pirâmide”. A Century, fabricante de estofados de alto padrão, fez uma tentativa frustrada de entrar no mercado argentino no ano passado. Segundo Julio Olivares, gerente de exportação, a empresa começou a vender para cadeias de varejo com grandes volumes, mas foi prejudicada pelo câmbio valorizado e não conseguiu competir como os chineses por preço. “Somos uma empresa de alto valor agregado e temos que vender design”, diz. De acordo com o executivo, a qualidade do estofado chinês atualmente é boa, porque fabricantes italianos se instalaram no país. Olivares afirmou que o Brasil tem que aproveitar a vantagem logística. Por sua proximidade com a Argentina, o país pode oferecer produtos diferenciados por cor e modelo em pequenas quantidades - uma condição fundamental para os mercados de alto padrão. João Brito, gerente de exportação da cerâmica Batistella, concordou que é preciso apostar na rapidez da entrega e na qualidade do produto. Segundo ele, os produtos ...

Agronegócio: projeto do despacho eletrônico de navios estará pronto em 14 meses

...ima, o Brasil tem uma matriz calcada basicamente no rodoviarismo, mas o Ministério dos Transportes, que também integra a Câmara, tem plano estratégico para atingir o equilíbrio em 2027, O País continuará investindo em rodovias, mas as prioridades serão as hidrovias e ferrovias, que têm o custo mais barato para o transporte e mais adequado para a agricultura, explicou. Em relação às reivindicações que o Ministério da Agricultura considerava importante para a logística do agronegócio, 80% foram contempladas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Os outros 20% esperamos ver incluídos nas revisões do plano e já estamos trabalhando para isso, destaco...

Exportações devem superar US$ 70 bi

...10%), as vendas do setor sucroalcooleiro devem melhorar em 2008, prevê a CNA. Em maio, os preços subiram 8,6% e os embarques cresceram quase 50%. Suécia e Japão passaram a comprar etanol brasileiro. "O setor deve fechar no azul", afirma Zanella. Por Valor Econômico - SP...

Montadoras aquecem importação de máquinas

...s de máquinas-ferramenta, que alcançaram US$ 2 bilhões em 2007, devem crescer cerca de 20% em 2008. Segundo Lee, a economia brasileira entrou na rota de crescimento antes que os investimentos em expansão de capacidade alcançassem o estágio de maturação. De acordo com Lee, "hoje não existe nenhuma indústria brasileira de máquinas que não importe também". Para o presidente da Abimei, "há uma simbiose entre fabricantes de máquinas e os importadores". Os fabricantes nacionais se concentram no mercado de máquinas-ferrame...

OMC - Interessa muito ao Brasil a conclusão da Rodada Doha

...or contrapartida. Cristopher Falconer, coordenador das discussões do texto sobre agricultura, pediu, na semana passada, mais tempo para obter um rascunho aceitável. França e Irlanda pressionam os comissários da União Européia para rejeitar os pontos do rascunho de Falconer, que dizem ameaçar seus produtores rurais, enquanto a Índia critica o mesmo texto por querer mais proteção aos países pobres contra surtos ameaçadores de importação de alimentos. A Índia é parceira do Brasil no grupo de países em desenvolvimento conhecido como G-20, formado para ter posições comuns em agricultura. Na semana passada, aliou-se à Argentina para frear o que os argentinos vêem como excessiva disposição brasileira de atender aos países ricos com maior abertura de mercados para produtos industriais. Americanos e europeus rechaçaram as reivindicações brasileiras de tratamento diferenciado a blocos comerciais como o Mercosul para acomodar as necessidades argentinas de proteção às indústrias locais. Apesar dos embates, o secretário-geral da OMC, Pascal Lamy, não foi o único a professar a crença nas chances de acordo. “É factível, mas não estou certo se será feito”, disse, argumentando ser preciso que os principais atores olhem para o cenário mais amplo e deixem de lado demandas políticas domésticas. Grande produtor agrícola, dono de indústria diversificada e um número crescente de empresas com atuação internacional, o Brasil pode ser um dos maiores beneficiados com o fortalecimento da OMC e das regras globa 564 is de solução de conflitos no comércio. Mas o cenário aparece poluído pelo ressurgimento de medidas protecionistas e ameaças de mais barreiras ao comércio, criação de novos obstáculos técnicos e a volta de velhos instrumentos, como os impostos de exportação. O fracasso da Rodada Doha só acentuaria essa tendência. Com o empenho e flexibilidade mostrados na rodada, o Brasil sai dela, qualquer que seja o resultado, com estatura diplomática bem maior do que tinha ao entrar. Mas nenhum país vive só de status político - resultados concretos desses quase sete anos de discussão estão ainda desapontadoramente distantes. Fonte: Valor Econômico ...

Interessa muito ao Brasil a conclusão da Rodada Doha

...or contrapartida. Cristopher Falconer, coordenador das discussões do texto sobre agricultura, pediu, na semana passada, mais tempo para obter um rascunho aceitável. França e Irlanda pressionam os comissários da União Européia para rejeitar os pontos do rascunho de Falconer, que dizem ameaçar seus produtores rurais, enquanto a Índia critica o mesmo texto por querer mais proteção aos países pobres contra surtos ameaçadores de importação de alimentos. A Índia é parceira do Brasil no grupo de países em desenvolvimento conhecido como G-20, formado para ter posições comuns em agricultura. Na semana passada, aliou-se à Argentina para frear o que os argentinos vêem como excessiva disposição brasileira de atender aos países ricos com maior abertura de mercados para produtos industriais. Americanos e europeus rechaçaram as reivindicações brasileiras de tratamento diferenciado a blocos comerciais como o Mercosul para acomodar as necessidades argentinas de proteção às indústrias locais. Apesar dos embates, o secretário-geral da OMC, Pascal Lamy, não foi o único a professar a crença nas chances de acordo. “É factível, mas não estou certo se será feito”, disse, argumentando ser preciso que os principais atores olhem para o cenário mais amplo e deixem de lado demandas políticas domésticas. Grande produtor agrícola, dono de indústria diversificada e um número crescent 671 e de empresas com atuação internacional, o Brasil pode ser um dos maiores beneficiados com o fortalecimento da OMC e das regras globais de solução de conflitos no comércio. Mas o cenário aparece poluído pelo ressurgimento de medidas protecionistas e ameaças de mais barreiras ao comércio, criação de novos obstáculos técnicos e a volta de velhos instrumentos, como os impostos de exportação. O fracasso da Rodada Doha só acentuaria essa tendência. Com o empenho e flexibilidade mostrados na rodada, o Brasil sai dela, qualquer que seja o resultado, com estatura diplomática bem maior do que tinha ao entrar. Mas nenhum país vive só de status político - resultados concretos desses quase sete anos de discussão estão ainda desapontadoramente distantes.  Fonte: Valor Econômico...

Mudanças nas vendas de frango à Europa

O governo começou a decidir os critérios para cria

Estado cai para quinto exportador do Brasil

...indústria e agropecuária) ter alcançado uma elevação de 22% em maio, em comparação com o mesmo período do ano passado, a ta...

Porto de São Francisco do Sul cresce 20%

...Corsi. A movimentação de maio alcançou 921,97 mil toneladas, contra 771,39 mil toneladas em maio de 2007. Por Diário Catarinense - SC...

Saldo comercial tende a cair mais

As exportações da indústria estagnaram, em termos

PORTARIA Nº 1, DE 11 DE JUNHO DE 2008

... a posteriori (Exportação de balcão). O INSPETOR - CHEFE DA INSPETORIA DA RECEITA FEDERAL EM BAGÉ, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto no artigo 238 do Regimento Interno da RFB, aprovado pela ...

Importações de calçados crescem 52,9% até maio

As importações de calçados cresceram 52,9% nos cin

Porto de São Francisco do Sul cresce 20%

...Corsi. A movimentação de maio alcançou 921,97 mil toneladas, contra 771,39 mil toneladas em maio de 2007. Por Diário Catarinense - SC...

SETOR EXTERNO - Os efeitos da importação

O setor externo tirou R$ 15 bilhões ou dois pontos

Economia cresce no maior ritmo dos últimos 12 anos

...do que marcou o ano passado e alcançaram a marca de 18,3%, a mais elevada desde o primeiro trimestre de 2001. A Formação Bruta de Capital Fixo, que reflete os recursos aplicados na indústria, na construção civil, nos bens de capital, disparou 15,2% no primeiro trimestre. Por trás do boom dos investimentos, a demanda aquecida e a então taxa básica de juros de 11,25% ao ano estimularam os empresários, segundo o IBGE. Os juros comportados até o começo do ano também estimularam o segmento de intermediação financeira, que inclui o ganho dos bancos com operações de crédito. Graças ao aumento de 33% nos empréstimos a pessoas físicas, o segmento cresceu 15,3% no começo do ano. No mesmo período do ano passado, o segmento cresceu 9,3%. Embalado pelo aquecido financiamento imobiliário e pelas obras de infra-estrutura do governo federal, o setor de construção civil deu um salto de 8,8%. Aliás, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) já começou a influenciar o PIB diretamente. O consumo do governo cresceu 5,8%, influenciado, também, pelo período eleitoral. Já o consumo das famílias, que responde por cerca de 60% de todo o PIB, aumentou mais: 6,6% no primeiro trimestre. "O consumo das famílias continua crescendo em função do aumento da massa salarial e da oferta de crédito, aliado aos juros mais baixos. Ao mesmo tempo, a contribuição do setor externo foi muito negativa no trimestre", afirmou Rebeca Palis, gerente de Contas N...

Efeito da greve nos defensivos

... o mandado de segurança, nós calculamos proporcionalmente que as empresas registrariam perdas de R$ 4,5 milhões no período de greve", destaca a executiva do comércio exterior. Conforme o estudo, 45,03% das empresas utilizaram o mandado do Sindag, 26,49% não utilizaram nenhum, 14,43% usaram o mandado do Sindag e o próprio, enquanto 14,05% se beneficiaram do mandado do Ciesp. A Receita Federal trabalha com 30% de efetivo, ou seja, são liberados os produtos com maior urgência, como os essenciais e perecíveis. No entanto, isso não atinge o setor de defensivos agrícolas. "O que acontece é que, apesar de nosso produto não ser perecível, ele tem a data certa para ser aplicado na lavoura. Neste caso, se o período for ultrapassado, atrasa todo o plantio e alguns produtos não podem mais ser utilizados", ressalta Silvia de Toledo. De acordo com a executiva, o setor trabalha com estoque muito baixo, devido ao período de aplicação. Além disso, 80% dos produtos são importados prontos ou utilizam matéria-prima importada, tornando a área dependente do bom funcionamento de portos e aeroportos. Por Gazeta Mercantil...

Exportação já preocupa Fazenda

...ística (IBGE) considera para calcular o consumo governamental. A mesma fonte destaca que o comportamento desse dado das contas nacionais é volátil e que o resultado do primeiro trimestre provavelmente é pontual. Na visão do Ministério da Fazenda, nos próximos dois trimestres o PIB deverá ter taxas ligeiramente acima dos 5,8% verificados nos três primeiros meses do ano, rondando na casa de 6% no acumulado em 12 meses. Mas no quarto trimestre a economia deve ter uma desaceleração forte, influenciada pelo efeito estatístico (já que o quarto trimestre de 2007 é uma base forte de comparação) e pelo efeito mais poderoso das medidas de contenção do ritmo da demanda interna, inclusive a alta na taxa básica de juros. Com essa desaceleração, a Fazenda estima que o PIB feche o ano com um crescimento de 5%. Embora Mantega tenha dito que os 5% também são factíveis para 2009, as ameaças à economia mundial, com a disparada do petróleo, deixam a equipe econômica com maior incerteza para em relação à continuidade de um cenário tão ...

Agronegócio bate recorde de exportações em maio

...mentaram a receita em 108,9%, alcançando US$ 612 milhões. As exportações do óleo de soja aumentaram 55,7%, por conta de alta de 94% nos preços e pela redução de 19,8% do volume embarcado. As vendas externas de carnes, por sua vez, cresceram 39,8%, atingindo US$ 1,4 bilhão, em comparação com maio de 2007. A quantidade exportada aumentou 10%. O valor exportado de carne bovina aumentou 5,6% devido à elevação de 49,3% dos preços. O volume foi 29,3% menor. No ano, as exportações do agronegócio, de US$ 27,2 bilhões, subiram 25,3% diante do mesmo período do ano passado. As importações subiram 40,4%, atingindo US$ 4,6 bilhões. O saldo comercial do agronegócio, até maio, cresceu cerca de US$ 4,1 bilhões, passando de US$ 18,3 bilhões, do mesmo período de 2007, para US$ 22,5 bilhões. A China liderou o ranking dos países que mais compraram produtos do agronegócio brasileiro em maio, com US$ 1,3 bilhão. Em seguida estão os Países Baixos (US$ 745 milhões) e os Estados Unidos (US$ 614 milhões). Recorde na safra - A safra nacional de grãos, segundo o IBGE, deverá totalizar 144,3 milhões de toneladas em 2008. A estimativa prevê volume recorde para a safra que, pela projeção, será 8,4% maior do que as 133,1 milhões de toneladas verificadas em 2007. A nova estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas e referente a maio de 2008, e indica uma produção de 144,3 milhões de toneladas, 1,2% acima da previsão de abril, que ficara e...

Déficit comercial do Brasil com EUA sobe para US$ 146 milhões

...erávit de 20,7% em abril, até alcançar US$ 8,893 bilhões, segundo o Departamento de Comércio. O superávit acumulado nos quatro primeiros meses deste ano já soma US$ 31,651 bilhões, frente aos US$ 30,916 bilhões na mesma época de 2007. Em março, a região contabilizou 12,5% do déficit total no comércio de bens dos EUA. O México, associado a EUA e Canadá no Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, em inglês), representou quase 80% do superávit comercial da América Latina e Caribe com os americanos. À Venezuela, gran...

Indústria acelera produtividade em 2008

...comparação com o ano passado, alcançando incremento de 2,38%, diante de 1,8% no ano de 2007, de acordo com dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). No acumulado de janeiro a abril, a produtividade do trabalho nas indústrias cresceu 4,28% em relação a igual período de 2007, ritmo superior aos 3,32% acumulados no primeiro trimestre deste ano. Esse desempenho é resultado de um incremento de 7,31% na produção e de 2,91% no total de horas pagas. Para economistas, os ganhos de eficiência registrados no primeiro quadrim...

Recorde histórico

São Paulo – As exportações do Brasil aos países ár

Agronegócio vende US$ 7,5 bilhões e bate recorde de exportações em maio

...mentaram a receita em 108,9%, alcançando a cifra de US$ 612 milhões. As exportações do óleo de soja aumentaram 55,7%, por conta de alta de 94% nos preços e pela redução de 19,8% do volume embarcado. As vendas externas de carnes, por sua vez, cresceram 39,8%, atingindo US$ 1,4 bilhão, em comparação a maio de 2007. O preço também influenciou o resultado, já que a quantidade exportada aumentou 10%. O valor exportado de carne bovina in natura aumentou 5,6% por causa da elevação de 49,3% dos preços. O volume embarcado foi 29,3% menor. Ano No acumulado do ano, as exportações do agronegócio soam US$ 27,2 bilhões, crescimento de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado. As importações, por sua vez, subiram 40,4%, atingindo US$ 4,6 bilhões. O saldo comercial do agronegócio, até maio, cresceu cerca de US$ 4,1 bilhões, passando de US$ 18,3 bilhões, do mesmo período de 2007, para US$ 22,5 bilhões. No que se refere aos destinos das exportações do agronegócio, destaca-se o crescimento dos valores exportados para a Ásia (89%), Europa Oriental (75,9%), Aladi (excluído o Mercosul, 53%) e União Européia (42,6%). A China liderou o ranking dos países que mais compraram produtos do agronegócio brasileiro em maio, com US$ 1,3 bilhão. Em seguida estão os Países Baixos (US$ 745 milhões) e os Estados Unidos (US$ 614 milhões). Por Folha OnLine...

Governo elege países e produtos para ampliar exportação

SÃO PAULO - O governo brasileiro aposta em mercado

Montadoras aceleram encomendas e forçam importação de aço galvanizado

A indústria automobilística está esquentando as li

Expansão dos mercados latinos eleva exportaç

...ndas no Brasil, inicialmente calculado em 17,5%, passou agora para uma alta de 24,24%. No ano passado foram vendidos no mercado brasileiro 2,463 milhões de veículos, o que já representou uma alta de 27,8% em comparação com 2006. No início deste ano, a Anfavea trabalhava com um mercado de 2,895 milhões para 2008. Ontem elevou a projeção para 3,060 milhões de unidades. As projeções da Anfavea indicam índices ainda mais altos nas vendas de modelos importados. A entidade estima em 415 mil a quantidade de veículos estrangeiros que entrará no país este ano. Isso representará um avanço de 49,82% na comparação com 2007. Supera também as 395 mil unidades previstas no início do ano. Mas, boa parte desse crescimento é decorrência da decisão de alguns fabricantes de deslocar linhas de produção para as fábricas da Argentina. Os novos cálculos dos fabricantes levam em conta a elevação da taxa básica de juros em 0,5%, anunciada na quarta-feira. Embora a indústria sustente que a alta dos juros não provocará ainda um grande impacto nas vendas de automóveis, o setor está cauteloso em relação aos efeitos que taxas mais elevadas nas vendas a prazo podem trazer a longo prazo em outros produtos, o que acaba se refletindo nos veículos, principalmente os de carga. Com previsões mais otimistas nos volumes do mercado interno e exportações, o ritmo de produção, conseqüentemente, também vai crescer. As montadoras estimam que vão produzir até o final do ano um volume acima do previsto anteriormente. A nova projeção indica 3,425 milhões de unidades , o que representará um crescimento de 15,28% sobre 2007. A previsão anterior era de uma elevação de 8,9% (3,235 milhões de unidades). O novo cálculo indica um crescimento maior ainda do que o do último ano. Em 2007, saíram das fábricas instaladas no país 2,972 milhões de veículos, 13,9% mais do que em 2006. Por Valor Econômico - SP...

Mercosul e Asean vão negociar um acordo de livre comércio

...a a partir do país permitiria alcançar os mercados da Índia e vários países asiáticos. Soares espera que "entre 5 a 10 anos eles serão o centro de distribuição do etanol brasileiro". O estreitamento das relações comerciais entre Brasil e Cingapura está na pauta do ministro Kiang. Em sua passagem pelo Brasil, Kiang manteve contatos com o secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, encontrou-se com o ministro Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e manteve encontros com representantes do Ministério da Energia. Kiang esteve também reunido com técnicos da Receita Federal, em Brasília, para discutir a flexibilização do tratamento tributário aplicado a Cingapura. Este movimento de aproximação começou em 2007 por meio de ações do corpo diplomático do Itamaraty, comentou Soares. "Há um memorando de entendimento assinado em setembro de 2007", diz Soares. Neste documento os dois países lançaram a idéia de se estudar a viabilidade de uma abertura de mercado. O etanol entrará na agenda de 2008 em um seminário que o Itamaraty pretende promover naquele país em outubro com a finalidade de discutir o tema dos biocombustíveis. A corrente de comércio entre Brasil e Cingapura alcançou o total de US$ 2,5 bilhões e as projeções indicam que este volume de negócios deverá saltar para US$ 3 bilhões. O País figura na 28 posição entre os parceiros comerciais. Na opinião de Kiang, o País tem potencial para subir neste ranking. Empresas como a Petrobras, Sadia, Companhia Vale do Rio Doce (Vale) e Weg...

Senado aprova normas de atuação de empresas em ZPEs

...ento de Exportação, Helson Cavalcante Braga, explicou que existem 17 ZPEs criadas e outros sete pedidos aguardando a apreciação do governo. Essas autorizações serão analisadas pelo Conselho Nacional de Ministros composto pelos titulares das pastas do Desenvolvimento, Miguel Jorge; da Fazenda, Guido Mantega; do Planejamento, Paulo Bernardo; do Meio Ambiente, Carlos Minc; da Casa Civil, Dilma Rousseff; e Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Mesmo com a normatização das ZPEs, caberá agora ao governo estabelecer, por decreto presidencia...

Crise ajuda exportador de alimentos a recuperar margens

...assado. Agora, a estimativa é alcançar até US$ 30 bilhões. Em volume, no entanto, a previsão foi mantida, exportar 5% a mais em relação as 44,5 milhões de toneladas de 2007. “Uma coisa é ter estoque e outra bem diferente é não ter. Esse cenário abre espaço para conversar sobre preços”, explicou Denis Ribeiro, coordenador do departamento de economia da Associação. Antonio Carlos Tadiotti, sócio e diretor industrial da Predilecta Alimentos, fabricante e exportadora de derivados de goiaba e tomate, contou que se surpreendeu com a procura, principalmente por polpa de goiaba, nas últimas semanas. “Os pedidos dispararam na semana passada”, disse Tadiotti. “Os europeus estão praticamente desesperados. Vamos ter que desviar 15 a 20 dias da produção do mercado interno para atender aos pedidos do mercado externo.” O executivo afirma que, neste contexto, a empresa tem encontrado compradores mais flexíveis em relação a preços nos últimos meses. “Conseguimos recompor as nossas margens”, afirmou. Tadiotti afirmou que esse cenário, aliado a cotação da goiaba, cujos preços estão menores em comparação a 2007, devem ajudar a empresa a ampliar os embarques este ano. A expectativa inicial da Predilecta e...

Indústria cresce 10,1% em abril, em comparação com o mesmo período de 2007

Rio de Janeiro - A atividade industrial brasileira

PORTARIA No- 65/DPC, DE 2 DE JUNHO DE 2008

Altera as Normas da Autoridade Marítima para Embar

Argentina fixará cota mensal de exportação de trigo

...ial Agropecuário (ONCCA) irá calcular as necessidades domésticas de cada mês, adicionar 20% para "evitar contingências que poderiam causar escassez futura", e então emitir licenças à exportação para a quantidade restante, de acordo com a resolução. A resolução é a mais recente em uma série de medidas destinadas a estimular a oferta interna para controlar a d...

Exportações e importações batem recorde histórico em maio, após fim de greve

...rior. Em maio, as exportações alcançaram o valor histórico de US$ 19,3 bilhões. Já as importações chegaram a US$ 15,3 bilhões (patamar também inédito). Com isso, o saldo comercial registrado foi o melhor do ano (US$ 4,077 bilhões). O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento e Comércio Exterior, Welber Barral, estima que cerca de US$ 1,2 bilhão desse valor seja "efeito da greve". "A balança do mês...

Importação, exportação e frio afetam setor de calçados

O setor de calçados sentiu mais o aumento da conco

Indústria quer barrar a CSS

...ostos. O presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, também se manifestou contra a recriação do imposto, que foi derrubado no Senado no fim de 2007 depois de pressão de toda a sociedade e do empresariado. - Apesar do tempo curto até que isso seja votado, temos que fazer contato com nossos parlamentares para manifestar nossa posição contra. Reforma simplifica sistema tributário Em relação à reforma tributária proposta pelo governo federal, Castello Branco avalia que, embora não seja a ideal, ela traz avanços pela simplificação do sistema tributário, mas precisa de aprimoramentos e da garantia constitucional de que a carga tributária total não será aumentada. Um dos avanços, disse Castello Branco, é foco dado à melhoria da competitividade e a simplificação no sistema de pagamento de impostos. Por Diário Catarinense - SC...

Livre comércio com Argentina no setor automotivo se inicia em 2013

...ndem aumentar investimentos e alcançar produção anual de seis milhões de carros em seis anos. Jackson Schneider, presidente da Anfavea (associação dos fabricantes de veículos), diz que o acordo eleva a estabilidade no comércio bilateral. Por Folha de São Paulo...

Sintéticos brasileiros conquistam estrangeiros

Com textura, aparência e cheiro igual ou muito sim

Importação altera perfil da indústria brasileira

... máquinas e equipamentos deve alcançar US$ 14 bilhões, multiplicando por três o déficit de 2007, que foi de US$ 4 bilhões. Vale lembrar que em 2006 esse saldo negativo bateu em apenas US$ 600 milhões. Apenas no primeiro trimestre deste ano, segundo a Abimaq, o déficit setorial já é superior a US$ 3 bilhões. A origem dessas compras externas de bens de capital não surpreende: Estados Unidos, Alemanha e China. Surpreendente mesmo é a velocidade na presença chinesa no mercado brasileiro de máquinas e equipamentos: em 2006 era o 15 fornecedor, e no ano passado passou para o terceiro posto. O setor trabalha com a perspectiva de crescimento de 70% nas importações de máquinas e equipamentos neste ano. Transformar produtor em importador justifica a percepção de economista-chefe de consultoria especializada, de que comércio mais forte que indústria pode indicar que o País importa cada vez mais "para cobrir a demanda doméstica", chamando a atenção para o descompasso entre produção e demanda devido ao dólar desvalorizado. Esse descompasso terá sérios reflexos no futuro da corrente de comércio brasileira. A crença de que a importação resolve todos as pressões de demanda implica esquecer que aceleração inflacionária algumas vezes é um fenômeno mundial. Vale lembrar, por exemplo, que os produtos chineses vendidos ao Brasil no último bimestre já embutiram um aumento médio superior a 12%, por muitas razões. A primeira delas é o preço do petróleo, um fator que empurrará para cima também os preços dos demais fornecedores. Nesse quadro, obviamente, a solução não é fechar o País para todo o movimento importador, uma decisão impossível, porque, como lembrou também a Abimaq, o Brasil não produz todos os bens de capital seriados necessários para o seu parque industrial. É preciso aproveitar essa pressão do mercado para competir com eficiência. Essa tarefa empurra o empresário nacional para o caminho da saudável competição e exige que o governo aja com idêntica eficiência para fazer com que a carga tributária cobrada e a infra-estrutura oferecida sejam as mesmas de seus competidores internacionais. Por Gazeta Mercantil...

Meta de exportações pode ser maior

... o exterior é possível de ser alcançado. Segundo Ramalho, o ministério vai aguardar o fim do semestre para uma análise mais detalhada. Ele destacou, entretanto, que, em anos anteriores, a meta, sempre que foi revista, foi para mais e que, neste ano, o crescimento está superior ao previsto na própria meta. “O crescimento das exportações brasileiras é superior ao do comércio mundial, que deverá alcançar em torno de 15% em 2...

Indústrias trocam produção nacional pela importada

A queda nas vendas de papelão ondulado, tradiciona

Ministro diz que país alcançará meta de US$ 180 bilhões de exportações este ano

...nal, no Rio, que o Brasil vai alcançar com segurança a meta de US$ 180 bilhões de exportações neste ano. Isso significa, segundo ele, um crescimento de 12% sobre as exportações feitas em 2007. Segundo Ramalho, a re...

Ministro diz que país alcançará meta de US$ 180 bilhões de exportações este ano

...nal, no Rio, que o Brasil vai alcançar com segurança a meta de US$ 180 bilhões de exportações neste ano. Isso significa, segundo ele, um crescimento de 12% sobre as exportações feitas em 2007. Segundo Ramalho, a re...

Ministro diz que país alcançará meta de US$ 180 bilhões de exportações este ano

...nal, no Rio, que o Brasil vai alcançar com segurança a meta de US$ 180 bilhões de exportações neste ano. Isso significa, segundo ele, um crescimento de 12% sobre as exportações feitas em 2007. Segundo Ramalho, a redução de 52,3% ...

Exportação de produtos básicos sobe 117,7%

Petróleo bruto, minério de cobre e soja em grão es

EUA e UE atacam proteção para indústrias do Mercosul

...ão aduaneira, mas querem que calculem de forma isolada o valor de comércio para aplicar a proteção para suas indústrias. Significa que a margem de manobra para cada país, com setores diferentes para proteger, diminui bastante. Se o Brasil designar papel de impressora como linha tarifária a proteger, mas a Argentina, Uruguai e Paraguai não escolherem esse produto e já tiverem esgotado sua margem de exceções, é o corte geral na Tarifa Externa Comum (TEC) que vai predominar - ou seja, o corte maior. “O que querem do Mercosul é completamente assimétrico, desproporcional e não aceitaremos essa discriminação”, avisou o representante brasileiro. Para negociadores brasileiros, os EUA e a UE querem de fato é arrancar moeda de troca na área industrial, como acordos setoriais (acelerar a liberalização em determinados setores, como químicos ou equipamentos). Para o Brasil e a Argentina, porém, os ganhos na área agrícola, como redução de subsídios e de tarifas, já estão ocorrendo na atual 55c crise alimentar. E não vêem por que, nesse cenário, pagar mais na área industrial. Já na negociação agrícola, o Brasil quer pressionar para o texto de compromisso não perder a ambição liberalizante. Considera que, como está escrito, o documento abre exceção em cada parágrafo para atender aos mais diferentes interesses protecionistas. Na semana passada, depois de ter divulgado seu texto de compromisso, o mediador industrial foi indagado se estava confiante, otimista ou esperançoso sobre a Rodada Doha. “Estou desesperado”, respondeu. Nesta semana, ele poderá ter mais razões para esse estado de espírito. Fonte: Valor Ecônomico...

Exportação de produtos básicos já subiu 118% no mês

Nota ? 0 votos A expansão mais forte das exportaçõ

Indústria naval busca entrar no mercado internacional

...vo das empresas brasileiras é alcançar o mercado mundial. ?A longo prazo, uma demanda interna gerada por poucas empresas não dá sustentação. O mercado internacional é uma necessidade das empresas?, afirma Floriano Pires, professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Motivos para essa atração não faltam. No mundo, o setor naval fatura cerca de US$ 120 bilhões por ano e passa por um momento extremamente aquecido, com demanda de cerca de 4 mil navios novos. Segundo especialistas, os estaleiros asiáticos e europeus ? os mais importantes do mundo ? estão com dificuldades de aceitar novas encomendas até pelo menos 2014, o que pode abrir espaço para o Brasil. ?Temos a oportunidade de conquistar clientes novos porque os estaleiros mundiais estão lotados?, diz Domingos D´Arco, presidente do estaleiro Mauá. ?Os preços dos estaleiros internacionais estão altos e os prazos de entrega, longos. Isso reduz a diferença para a indústria brasileira e abre uma janela de oportunidade para ingressarmos nesse mercado?, concorda Pires. De...

Juro alto e impostos impedem expansão

...ivo (PDP), dificilmente serão alcançadas até 2010. Uma é ampliar os investimentos de 17,6% para 21% do Produto Interno Bruto (PIB) e a outra, expandir a participação do Brasil nas exportações mund...

Mercosul: BCs recomendam “prudência” contra a inflação

...verar e aprofundar os avanços alcançados na institucionalização de políticas macroeconômicas pruden 563 tes, monitorando cuidadosamente os desenvolvimentos da economia internacional”, acrescentou o boletim oficial do evento. Segundo a publicação, o atual contexto mundial se caracteriza “pela turbulência financeira e a desaceleração das economias desenvolvidas”, mas até agora não teve impactos significativos na região, graças aos sólidos “fundamentos macroeconômicos” locais. Os presidentes dos bancos centrais do Mercosul voltarão a se reunir em 14 e 15 de agosto em Buenos Aires, onde apresentarão estudos sobre o índice de condições monetárias e evolução das taxas de câmbio. Fonte: Terra...

A política industrial, a infra-estrutura e o “cofrinho”

...r impostos, mas a medida deve alcançar a toda a sociedade para ter efeitos concretos. O Real forte é apenas um dos obstáculos enfrentados pelas empresas brasileiras no exterior. A competitividade nacional é corroída pelo chamado "custo Brasil". Esse ralo de dinheiro é formado pela burocracia, leis trabalhistas ultrapassadas, insegurança (e morosidade) jurídica e, principalmente, pela falta de infra-estrutura. A partir do momento em que exportadores contarem com rodovias seguras, portos e aeroportos eficientes, sua competitividade dará um salto considerável. A precariedade desses meios encarece muito mais os produtos brasileiros do que a flutuação do dólar. Em 2008 o Brasil deve bater um recorde de safra. No entanto, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos, 7,8% da receita a ser gerada pelas exportações do setor agrícola (excluídos produtos florestais e carne) será perdida com a ineficácia do sistema de escoamento dos produtos. Cerca de US$ 3,9 bilhões serão sugados por estradas em péssimas condições, armazenamento inadequado e dias de espera em portos. Como comparação, o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) recebeu um "upgrade" no anúncio da nova política industrial. Passou a dispor de R$1,3 bilhão, contra os R$ 500 milhões anteriores, para incentivar as exportações. Esses recursos não representam nem 1/3 do prejuízo experimentado apenas pelo setor agrícola nos gargalos logísticos do país. Por isso, a prioridade para o setor exportador é atacar esses gargalos. A volta ao trabalho dos auditores da Receita Federal, a desburocratização do sistema tributário e a modernização da legislação trabalhista podem ajudar, já que todos esses problemas estruturais são mais prejudiciais à competitiv...

Exportação gaúcha cresce 27,25% e soma US$ 15 bi

A economia gaúcha é historicamente atrelada a dive

Acordo comercial está na reta final, diz OMC

...va Zelândia na OMC, Crawford Falconer, que preside as negociações para o setor agrícola. "Tivemos de atravessar a camada de nuvens e atingimos região com baixa concentração de oxigênio, mas a missão agora é que, com base nisso, poderemos seguir adiante e concluir nossa tarefa". Os textos revisados e divulgados na segunda-feira representam o estágio mais recente da rodada de negociações de Doha, iniciada no final de 2001, mas desde então prejudicada por desavenças entre nações ricas e as pobres. O objetivo do processo é abrir os mercados e ajudar os países em desenvolvimento a exportarem mais. Os textos criam caminhos para que um encontro de ministros acerte o esboço de acordo adotando as decisões políticas de peso a res...

Balança tem superávit de US$ 922 milhões

Com a suspensão da greve dos auditores fiscais na

Cooperativas exportam mais carne

... 146 milhões do complexo sucroalcooleiro - setor que nos últimos anos vinha ocupando a primeira posição no ranking cooperativo. O mercado da Alemanha foi determinante para o resultado das carnes, segundo Evandro Ninaut, gerente de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O país europeu importou...

Para Secretário de Comércio Exterior, outros setores terão vez na nova política industrial

Welber Barral afirmou que na nova política industr

A abertura dos portos

...icipação no comércio mundial, alcançando em breve o patamar de 1,5%, perdido ao longo dos últimos 24 anos, e dê suporte à Política de Desenvolvimento Produtiva, recentemente lançada. Daí a importância da priorização, pela SEP, da elaboração de uma política portuária para os próximos 30 anos, incluindo as vocações e potencialidade de todos os portos brasileiros. Ter portos eficientes, competitivos, ágeis e indutores de novos negócios é a meta permanente da Secretaria, e para isso é preciso vencer muitos desafios. Além da perfeita harmonia dos investimentos públicos e privados, o principal deles é a integração logística, de forma a torná-la absolutamente confiável, incluindo, portanto, acessos terrestres e marítimos. Igualmente importante é a integração dos agentes públicos que atuam no porto, facilitando o desembaraço de mercadorias. Para isso, são necessárias a instalação do Conselho Nacional de Integração das Políticas de Transportes - Conit, já criado, e a formatação de um fórum permanente, onde tenham acento as autoridades portuárias, a Receita Federal, Vigilância Sanitária, Polícia Federal e outros entes governamentais, que vise à facilitação de procedimentos, sem que se esqueça a sustentabilidade ambiental, a requalificação da mão-de-obra, renda, a modernidade da gestão, o fortalecimento dos conselhos de administração portuária, a integração porto-cidade e o bem-estar das populações envolvidas. Por Diário do Nordeste - Fortaleza,CE...

Exportações de calçados crescem 3,2% até abril

As exportações do setor calçadista cresceram 3,2%

Fim da greve dos fiscais leva balança a recorde semanal

BRASÍLIA - O fim da greve dos auditores fiscais da

Venda de equipamentos para calçados e têxteis se recupera

Os investimentos feitos pela indústria têxtil e de

CRESCIMENTO - Exportações industriais do RS crescem 22%

...ial óleos brutos de petróleo, alcançando US$ 271 milhões e representando 40% das compras totais. O segundo lugar ficou com o Químico, US$ 296 milhões, e Material de Transporte, US$ 178 milhões, com elevações de 89% e 54%, respectivamente. Em abril, as exportações industriais cresceram 25%, totalizando US$ 1,13 bilhão, e respondendo por 81% das vendas globais do Rio Grande do Sul (indústria e agropecuária), em comparação com o mesmo mês de 2007. Com o resultado, o Estado mantém o terceiro lugar no ranking nacional. As importações gaúchas totais tiveram uma elevação de 31%, chegando a US$ 957 milhões, um percentual abaixo da média brasileira (43%). Em relação aos principais destinos, depois de dois meses seguidos de liderança, a Argentina voltou ao segundo lugar, perdendo uma pequena fatia para o mercado americano. O país vizinho participa com 10% das compras globais gaúchas e os Estados Unidos com 11%. Em terceiro lugar ficou a China (6%), seguida pela Rússia (4%). De acordo com o presidente da FIERGS, “o cenário conjuntural externo continua favorável, mesmo com os problemas causados pela crise de crédito no mercado americano. Os nossos exportadores diversificaram destinos e isso tem gerado resultados positivos, como mostram os números do segmento”. As perspectivas para o ano seguem positivas, e as exportações devem atingir US$ 18,6 bilhões, com um saldo comercial US$ 3,7 bilhões. Exportação por intensidade tecnológica As exportações de produtos gaúchos com alta tecnologia tiveram uma queda de 13% nos quatro primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2007. Nesta categoria, as vendas externas atingiram US$ 62 milhões, enquanto os embarques dos que possuem baixa tecnologia aumentaram 26% (US$ 2,1...

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CONJUNTO Nº 1,

...e artigo terá quatro contas:"Calculado", "Suspenso", "Devido" e "Extinto", que serão registradas segundo o método contábil de partidas dobradas. § 2o As contas de tributo "Suspenso" serão desdobradas em nível de part number e regime aduaneiro especial, tendo cada um uma correspondente conta de quantidade, para registrar entrada e saída - crédito e débito - de mercadoria objeto do controle de suspensão. § 3o O controle de suspensão de que trata este artigo deverá ser estendido para registrar outros tributos ou contribuições administrados pela RFB que vierem a incidir sobre as operações e poderá ser utilizado também para controlar o Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) e o Adicional de Frete de Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). § 4o Não terão reflexos nas contas referidas no § 1o: I - as aquisições de mercadorias nacionais, desde que não contenham mercadorias importadas com suspensão tributária; e II - as saídas temporárias de mercadorias do estabelecimento, como, por exemplo, a remessa para industrialização; § 5o A atualização das contas relativas ao controle de suspensão, no caso da empresa beneficiária do Recof, poderá ser feita mensalmente, de modo a permitir a geração das declarações de que tratam os arts. 37 e 39 da IN RFB no 757, de 2007, desde que não haja venda mercadorias a outros beneficiários do regime, como forma de extinguir sua aplicação. § 6o O valor dos tributos suspensos relativos à mercadoria importada completa e definitivamente desmontada deverá ser rateado entre as mercadorias originadas da desmontagem na proporção do valor dessas em relação ao valor da mercadoria desmontada, tendo por base essas proporções em produtos novos equivalentes. § 7º O valor dos tributos suspensos na importação, relativos à mercadoria nacional produzida com insumos importados sob o regime do Recof, será associado a esta, de conformidade com os valores informados pelo fornecedor na nota fiscal a que se refere o § 1o do art. 34 da IN RFB no 757, de 2007. § 8o O fornecedor das mercadorias nacionais informará ao beneficiário do Recof adquirente dessas, mediante relatório em papel e em mídia eletrônica, a relação das mercadorias importadas incorporadas aos produtos fornecidos, as informações pertinentes aos registros do item 1.8.2.5 do Anexo Único. § 9o Para efeito da confecção da Declaração Preliminar de que trata o art. 39 da IN RFB no 757, de 2007, o beneficiário do Recof deverá utilizar as informações constantes do relatório referido no § 8o, apropriando nessa declaração quantidade de mercadoria importada equivalente à presente nos componentes nacionais adquiridos. § 10. O beneficiário do Recof deverá manter módulo próprio em seu sistema para controlar os estoques de mercadorias importadas nesse regime presentes em mercadorias nacionais adquiridas. Art. 20. Os lançamentos nas contas referidas no art. 19 deverão ser escriturados em ordem cronológica e obedecerão as seguintes regras: I - na importação de mercadoria com suspensão de tributos, na aquisição de mercadoria nacional de outro beneficiário do Recof que contenha mercadorias importadas admitidas nesse regime, será feito: a) débito na conta "Calculado" e crédito na conta "Suspenso" do pertinente part number; e b) crédito na correspondente conta de quantidade; II - no despacho para consumo de mercadoria importada admitida com suspensão, inclusive de seu resíduo, ou no registro de saída relativamente à constatação de falta de mercadoria importada admitida no regime em DI não retificada, será feito: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Devido" do pertinente part number; e b) débito na correspondente conta de quantidade. III - na reexportação ou exportação de mercadoria no mesmo estado em que importada ou incorporada a produto estrangeiro ingressado sem cobertura cambial, será feito: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Extinto" do pertinente part number; e b) débito na correspondente conta de quantidade; IV - na exportação de mercadoria produzida pelo estabelecimento com componente importado ou na venda ou transferência definitiva de mercadoria para outro beneficiário do regime, será feito: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Extinto" do pertinente part number do componente importado ou nacional; b) débito na correspondente conta de quantidade; V - na venda no mercado interno de mercadoria produzida pelo estabelecimento com componente importado: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Devido" e do pertinente part number do componente importado e ou nacional; b) débito na correspondente conta de quantidade; VI - pela obtenção de mercadoria pela desmontagem de outra mercadoria importada admitida no regime: a) débito na conta "Calculado" e crédito na conta "Suspenso" da pertinente NCM ou part number referido ao respectivo registro de desmontagem; e b) crédito na correspondente conta de quantidade; VII - na desmontagem completa e definitiva de mercadoria importada: a) débito na conta "Suspenso" dos correspondentes part number originados por desmontagem e crédito na conta "Suspenso" da mercadoria desmontada; b) crédito nas correspondentes contas de quantidade dos part mumber originados por desmontagem; c) débito na conta de quantidade da mercadoria desmontada. VIII - pela reexportação ou exportação de mercadoria obtida pela desmontagem de outra mercadoria importada admitida no regime: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Extinto" da pertinente NCM ou part number referido ao respectivo registro de desmontagem; e b) débito na correspondente conta de quantidade; IX - na baixa relativa à perda de mercadoria até o limite de tolerância admitido na habilitação: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Extinto" do pertinente part number; b) débito na correspondente conta de quantidade; X - na baixa relacionada à destruição de mercadoria admitida no regime sem cobertura cambial, ou de seu resíduo: a) débito na conta "Suspenso" e crédito na conta "Extinto" do pertinente part number; e b) débito na correspondente conta de quantidade; XI - na baixa (destruição ou alienação) de mercadoria inutilizada no processo produtivo além do limite de tolerância de perdas: a) débito na conta "Suspenso" e débito na conta "Devido" do pertinente part number; b) débito na correspondente conta de quantidade; XII - na apuração de resíduo produzido por part number: a) débito na conta "Suspenso" do part number originador do resíduo e crédito na conta "Suspenso" do resíduo desse part number; b) débito na conta de quantidade do part number originador e crédito na conta de quantidade do resíduo desse part number; XIII - na apuração de resíduo por inventário: a) débito na conta "Calculado" dos resíduos apurados por inventário e crédito na conta "Suspenso" desses resíduos; b) crédito na correspondente conta de quantidade; XIV - na entrada dos estoques de mercadorias em regimes aduaneiros suspensivos pré-existentes (entrada de inventário): a) débito na conta "Calculado" e crédito na conta "Suspenso no regime - nome do regime" do pertinente part number; b) crédito na correspondente conta de quantidade do regime; XV - na entrada dos estoques de mercadorias importadas no regime comum, ou nacionais, pré-existentes (entrada de inventário): a) débito na conta "Calculado" e crédito na conta "Extinto" do pertinente part number, se importada; b) crédito na correspondente quantidade; XVI - na transferência de mercadorias entre regimes aduaneiros suspensivos: a) débito na conta "Suspenso" do regime extinto e crédito na conta "Suspenso" no novo regime do pertinente part number; b) débito na correspondente conta de quantidade do regime extinto e crédito na conta de quantidade do novo regime; XVII - no pagamento da obrigação tributária, débito na conta "Devido" e crédito na conta "Extinto"; XIX - na expiração do prazo do regime: a) débito na conta "Suspenso" e crédito da conta "Devido"; b) débito dos correspondentes valores na contas "Juros de Mora Devidos e "Multa de Mora Devida" associadas ao regime. § 1o Os registros de débito ou crédito referidos nos incisos do caput, além das informações de valor e ou quantidade, deverão conter: I - histórico sobre a natureza da operação ou evento, como por exemplo: a) admissão no regime aduaneiro suspensivo; b) aquisição de mercadoria nacional; c) exportação de mercadoria no mesmo estado em que adquirida; d) venda no mercado nacional de mercadoria no mesmo estado em que adquirida; e) exportação de produto industrializado no estabelecimento; e f) venda no mercado nacional de produto industrializado no estabelecimento; II - número da DI de admissão no regime especial ou para consumo, data do registro da declaração, números correspondentes de adição e de item, para as hipóteses de lançamento pertinente a mercadoria de procedência estrangeira; III - número da DE, data de averbação de embarque, números de RE e do item correspondentes, para a hipótese de exportação de mercadoria no mesmo estado em que for adquirida; IV - número da nota fiscal e do correspondente item, datas de emissão e de saída, para a hipótese de entrada de mercadoria de procedência nacional ou de sua venda ou devolução; V - número da nota fiscal, data de emissão e data de saída ou de entrada para as operações de exportação ou importação; V - número da RTM e do correspondente item, na hipótese de saída para exportação ou venda no mercado externo de componente importado ou nacional aplicado em produto industrializado pelo estabelecimento industrial; VI - número de autenticação do correspondente DARF de pagamento, quando este documento for utilizado; VII - número do correspondente Relatório de Perdas; e VIII - número do processo administrativo (inclusive de autorização de uso de DI preliminar) ou judicial, se for o caso. § 2o Qualquer lançamento feito em conta a que se refere este artigo poderá ser consultado no sistema informatizado de controle pelo número de qualquer dos documentos referidos no § 1o, inclusive complementos, como adição, RE e item. § 3o O débito na conta "Suspenso" de qualquer part number, bem assim na respectiva conta de quantidade, obedecerá ainda às regras: I - será registrado apenas na data do correspondente embarque, na hipótese de reexportação ou exportação, do registro da DI para consumo, na hipótese de nacionalização de produto estrangeiro, ou da efetiva saída do estabelecimento, em se tratando de destinação ao mercado interno de produto nacional; II - o débito de tributo suspenso corresponderá à proporção da quantidade debitada, pela apropriação do respectivo saldo em cada DI/adição/item, na hipótese de produto importado, com obediência ao critério contábil PEPS; III - para a mercadoria aplicada em produto industrializado pelo estabelecimento industrial situado em recinto alfandegado, o débito será feito mediante apropriação das quantidades de produto importado relacionadas nas RTM de transferência do estabelecimento industrial para o recinto alfandegado; e IV - as RTM referidas no inciso III serão apropriadas pelo critério PEPS por ocasião das exportações ou de colocação no mercado nacional, mantida a correspondência com o produto industrializado exportado. § 4o Os lançamentos referidos no inciso II do caput aplicamse também: I - ao despacho para consumo de mercadoria importada obtida por desmontagem; e II - à baixa relacionada à destruição de mercadoria admitida no regime com cobertura cambial. Manutenção das condições do regime e ocorrências extraordinárias Art. 21. O sistema de controle informatizado deverá contemplar registros próprios para o controle das condições exigidas para a manutenção do regime e monitoramento de ocorrências extraordinárias, no formato previsto nos itens 1.12 e 1.13 do Anexo Único. Parágrafo único. O relatório a que se refere o § 7o do art. 6o da IN RFB no 757, de 2007, deverá ser gerado automaticamente pelo sistema, dentro do prazo previsto no referido dispositivo, contendo as informações relativas ao item 2.2.1 do Anexo Único. Art. 22. O sistema de controle informatizado deverá manter histórico de ocorrências, que deverão ser apuradas e informadas automaticamente para a fiscalização da RFB, nas seguintes situações e prazos: I - a apuração de patrimônio líquido do beneficiário em valor inferior ao previsto no inciso II do art. 5o da IN RFB no, de 2007, para admissão e permanência no regime, até a data final para a entrega da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Jurídica; II - a expiração ou revogação de autorização para exercício de atividades expedida pela autoridade competente, quando for o caso, na data do registro da ocorrência; III - instituição de administrador ou alteração de sua investidura, na data do registro da ocorrência; IV - a inclusão e a exclusão de produtos ou família de produtos industrializados na linha de produção da empresa, na data do respectivo registro; V - a apuração de perdas superiores ao limite autorizado, desacompanhada do relatório de que trata o § 8o do art. 43 da IN RFB no 757, de 2007, ou do respectivo recolhimento dos tributos devidos, até o quinto dia subseqüente à data limite prevista para apresentação do respectivo relatório; VI - a inclusão ou exclusão, até o final do mês seguinte ao do registro no sistema informatizado, de: a) part number na composição do produto industrializado; b) produto industrializado; e c) mercadoria importada passível de admissão no regime por fornecedor co-habilitado; VII - a admissão de mercadorias pelo fornecedor co-habilitado em quantidade superior à autorizada, ou de mercadoria não autorizada, na data seguinte à do registro das informações previstas no art. 23; VIII - admissão de mercadoria importada destinada à industrialização, sem a correspondente vinculação a produto final, até o final do mês seguinte ao do registro da importação; IX - proposição ou aplicação de sanções administrativas contendo as informações constantes do item 1.13.3 do Anexo Único, até o quinto dia após a correspondente ciência; X - a reincidência em sanção administrativa, até quinto dia após a data da ciência da decisão final; XI - o acumulo de suspensão por período maior que doze meses no prazo de três anos, até o quinto dia após a data da ciência da decisão final; XII - admissão de mercadoria importada durante a vigência de sanção administrativa de suspensão, até o dia seguinte ao da admissão; XIII - indeferimento de pedido de retificação de DI por falta de mercadoria, sem o correspondente pagamento dos tributos devidos e correspondentes acréscimos moratórios, em até 10 dias após a data da ciência do indeferimento; XIV - saldo negativo em conta de estoque, até o vigésimo dia após a sua constatação; XV - a permanência no estoque de mercadorias admitidas no regime em prazo superior ao permitido, desde sua admissão ou prorrogação, conforme o prazo de concessão do regime ou da prorrogação, até o último dia do mês seguinte ao da apuração; XVI - o registro de DI de nacionalização fora do prazo regulamentar, até o quinto dia subseqüente ao do seu registro; XVII - a permanência no exterior por prazo superior ao previsto na AMBRA, até o final do mês seguinte ao previsto para o retorno; XVIII - a ocorrência de valor de tributos suspensos superior a cinqüenta por cento do patrimônio liquido; XIX - a existência de Certidão Negativa vencida; até cinco dia após o vencimento de seu prazo; e XX - a alteração de versão de software, incluindo alterações na geração do seu Código de Redundância Cíclica, até cinco dias após a ocorrência. Controle de importações realizadas por fornecedores industriais autorizados Art. 23. As importações realizadas por fornecedores autorizados deverão ser controladas em módulo próprio do sistema do beneficiário que a autorizou, mediante registro das informações constantes dos itens 1.14 e 1.15 do Anexo Único, que deverão ser atualizadas pelo menos uma vez por mês. § 1o Serão objeto desse controle: I - as autorizações para importação no Recof; II - os estoques de mercadorias importadas em poder do terceiro autorizado, discriminando as que se encontrem no estado em que foram importadas ou aplicadas em produtos com elas fabricados ou montados; e III - os valores dos tributos que se encontrem suspensos pelo regime, em correspondência com o inciso II. § 2o Independentemente da freqüência de atualização dessas informações no sistema, as entradas dessas mercadorias no estabelecimento beneficiário que autorizou as importações, ou de produtos com elas fabricados ou montados, deverão ser registradas no prazo previsto no art. 12, inciso III, para efeito do controle de seus estoques e valores de tributos em suspensão. Controles contábeis e corporativos Art. 24. O sistema de controle informatizado do estabelecimento industrial ou prestador de serviços, beneficiário de regime aduaneiro suspensivo de que trata este ADE, deverá se integrar aos controles contábeis, por meio dos registros de compras de mercadorias nacionais ou importadas, bem assim por meio do registro das vendas para o mercado interno ou exportações de produtos acabados. § 1o Os valores dos créditos tributários suspensos e os que a empresa, em razão de disposição legal, responda solidariamente, deverão compor os seus demonstrativos contábeis pelo menos na forma de notas explicativas. § 2o A composição dos estoques de mercadorias, segundo os regimes fiscais e aduaneiros em que se encontrem, também deverá ser apresentada contabilmente, pelo menos na forma de nota explicativas. Art. 25. O sistema de controle informatizado do estabelecimento industrial ou prestador de serviços, beneficiário de regime aduaneiro suspensivo de que trata este ADE, deverá se integrar aos demais sistemas corporativos que controlem produção e estoques. OUTRAS DISPOSIÇÕES GERAIS Comunicação com os sistemas informatizados administrados pela RFB Art. 26. Sempre que o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e outros sistemas informatizados conexos administrados pela RFB facultarem, o sistema de controle de que trata este ADE deverá incorporar funções para comunicação com esses, para fins de despacho e outros controles cabíveis. Parágrafo único. Na hipótese de que trata o caput deverão ser observadas as disposições pertinentes relativas a cada um dos sistemas da RFB. Registro de mensagens procedentes da ou destinadas à fiscalização da RFB Art. 27. O sistema deverá registrar e arquivar em módulo próprio as comunicações de mensagens do beneficiário para a fiscalização da RFB, bem assim para permitir o registro por esta de ocorrências e exigências fiscais. § 1o A comunicação de que trata o caput deverá ser feita preferencialmente por meio de endereço eletrônico corporativo, especialmente criado para esse fim, na unidade de jurisdição da RFB e do beneficiário. § 2o As comunicações automáticas a que se refere o caput do art. 22 também deverão ser enviadas para o endereço eletrônico da RFB referido no § 1o. § 3o As paradas técnicas do sistema deverão ser avisadas à fiscalização com antecedência de um dia útil e as acidentais, justificadas. Disponibilização de informações e arquivamento dos registros Art. 28. As informações sobre as operações realizadas no recinto ou estabelecimento deverão ser mantidas em mídia durável (CD ou DVD) não regravável pelo prazo de seis anos pelo menos, além do ano corrente, sendo que as informações sobre os últimos vinte e quatro meses deverão estar disponíveis para pronta consulta no sistema de controle informatizado. § 1o As consultas disponibilizadas deverão obedecer às especificações contidas no Item 2 do Anexo Único § 2o O sistema também deverá permitir, a partir das consultas, a geração de arquivos na forma de planilha eletrônica de dados ou tabela de banco de dados; § 3o As informações arquivadas nas mídias referidas no caput deverão ser baixadas no sistema para consulta da RFB sempre que requerido pela fiscalização. Art. 29. O recinto ou estabelecimento deverá atualizar diariamente backup das bases de dados do sistema, o qual deverá ser guardado em local seguro e adequado, também com proteção contra fogo. Acesso e registro de acesso ao sistema Art. 30. O acesso ao sistema deverá ser facultado diretamente, quando em consulta realizada pela fiscalização da RFB no próprio estabelecimento, ou remotamente, por meio da Internet. § 1o Qualquer acesso ao sistema deverá ser controlado por meio de certificação digital padrão Infra-estrutura de Chaves Públicas do Brasil (ICP-BRASIL). § 2o O acesso ao sistema via Internet deverá oferecer performance compatível com as necessidades de controle por parte da RFB, em tempo integral. § 3o As consultas realizadas via Internet relativas à escrituração fiscal do estabelecimento deverão ser disponibilizadas no prazo máximo de vinte e quatro horas, transcorridas em dia útil, após a requisição apresentada no sistema. § 4o O sistema deverá, ainda, disponibilizar consulta para confirmação da emissão da AMBRA para a autoridade aduaneira de porto, aeroporto e ponto de fronteira alfandegado, em atenção ao disposto no § 2o do art. 45 da IN RFB no 757, de 2007. § 5o A confirmação de que trata o § 4o poderá ser disponibilizada pela Internet, mediante chave impressa na própria AMBRA, permitindo consulta restrita ao conteúdo desta. Art. 31. Os beneficiários do Recof deverão, ainda, disponibilizar à fiscalização acesso, no estabelecimento, aos seus sistemas corporativos e software que permita a extração ou consulta de informações diretamente das bases corporativas de contabilidade, estoques, pagamentos ou qualquer outra integrada ao controle desse regime, de modo a viabilizar a realização de consultas não estruturadas, a critério da fiscalização. Art. 32. Os acessos de usuários ao sistema de controle informatizado de que trata este ato deverão ter registro na forma que corresponda à consulta dos itens 2.2.21 "c" e "d" do Anexo Único. Art. 33. Aos servidores da RFB indicados pelo Coordenador- Geral da Coana ou pelo chefe da unidade com jurisdição sobre o recinto ou estabelecimento deverá ser autorizado acesso permanente ao sistema. Documentação do sistema Art. 34. A documentação técnica relativa ao sistema de controle informatizado do recinto deverá compreender: I - descrição dos processos de controle administrativo relativos à entrada, permanência, movimentação e saída das mercadorias pelo recinto ou estabelecimento, dos meios de controle utilizados, dos fluxos de documentos correspondentes e do tratamento informatizado dado à totalidade dos fluxos de informações, bem assim de seus prazos de execução; II - descrição dos objetivos e funcionalidades do sistema; III - identificação das interfaces com outros sistemas utilizados pelo estabelecimento; IV - critérios de integridade referencial dos dados relativos aos registros fiscais, de armazenagem e de movimentação física de mercadorias; V - dicionário de dados, que deverá conter nome dos campos ou atributos, sua semântica, domínio de conteúdos válidos, tipo de dado (alfa, numérico, alfanumérico, data, etc.), tamanho de campo; e críticas em relação à entrada; VI - projeto de consultas, incluída a identificação das respectivas bases de origem dos dados; VII - descrição dos controles de autenticação de usuário e das autorizações de acesso aos dados e funções do sistema; e VIII - manual do usuário com descrição detalhada do funcionamento dos controles informatizados. § 1o As informações constantes da documentação técnica a que se refere este artigo também deverão ser disponibilizadas para consulta no próprio sistema informatizado de controle. § 2o A migração de um estabelecimento beneficiário de uma das modalidades do Recof para outra prescinde da reapresentação da documentação técnica a que se refere o caput, sem prejuízo do disposto no art. 44. § 3o Por ocasião da habilitação, o beneficiário do regime deverá disponibilizar para a RFB, em mídia durável não regravável (CD/DVD), os respectivos códigos fontes dos sistemas de controle previstos neste ADE, devidamente assinados pelo responsável pelo sistema com certificado digital padrão ICP BRASIL. Art. 35. O recinto ou estabelecimento beneficiário do regime deverá informar à RFB, com antecedência de dez dias úteis, qualquer modificação dos controles informatizados de que trata este ADE. § 1o A informação de que trata o caput deverá ser suficientemente instruída, de forma a permitir o completo entendimento do impacto da alteração sobre os dados, funcionalidades e demais aspectos do sistema. § 2o Recebida a informação de que trata o caput, a RFB poderá: I - autorizar a alteração; II - desautorizar a alteração, em decisão fundamentada; III - solicitar esclarecimentos; ou IV - solicitar o código-fonte resultante da alteração. § 3o O silêncio da RFB até o sétimo dia útil a contar do recebimento da informação de que trata o caput implica autorização tácita para implantação da alteração informada, sem prejuízo do direito da RFB de promover diligências para avaliar as alterações implementadas e o funcionamento geral do sistema ou de determinar a reversão de alteração promovida em desacordo com a legislação e demais normas aplicáveis. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 36. Os sistemas informatizados utilizados desenvolvidos com base no Ato Declaratório Executivo Conjunto Coana/Cotec no 2, de 26 de setembro de 2003, deverão ser adequados às disposições desse ato no prazo de uma ano, a contar da data de publicação deste ADE. § 1o Ao completar as alterações do sistema para atender o disposto no caput, o beneficiário deverá comunicar esse fato à unidade de jurisdição da RFB, mediante encaminhamento da correspondente documentação técnica. § 2o A implementação das alterações do sistema poderá ser efetuada após a comunicação de que trata o §1o. § 3o As verificações de adequação do sistema deverão ser realizadas por ocasião da primeira auditoria de sistema posterior à comunicação de que trata o § 1o. § 4o O disposto nos § 2o e 3o não impede a unidade de fiscalização da RFB de promover diligências para avaliar as alterações implementadas e o funcionamento geral do sistema. § 5o A falta de apresentação da documentação a que se refere o § 1o no prazo estabelecido ensejará a aplicação da sanção administrativa prevista na alínea "i" do inciso I do art. 76 da Lei no 10.833, de 26 de dezembro de 2003, sem prejuízo da aplicação de outras penalidades previstas em legislação específica. Art. 37. Não se aplicam as exigências constantes dos arts. 24 e 25 para o regime de Entreposto Aduaneiro. Art. 38. Este ADE entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos 30 dias após a sua publicação.  FRANCISCO LABRIOLA NETO Coordenador-Geral de Administração Aduaneira VITOR MARCOS ALMEIDA MACHADO Coordenador-Geral de Tecnologia da Informação...

Grau de investimento preocupa exportadores

Valorização do real reduz a competitividade no ext

Déficit da UE com o Brasil em 2007 foi de 11 bi de euros

...s da América Latina e Caribe (ALC) passou de um superávit de 4,897 bilhões de euros em 2000 para um déficit de 16,982 bilhões de euros em 2007. A reversão ...

Exportação de lácteos dispara até abril

... os embarques desses produtos alcançou US$ 152,2 milhões nos primeiros quatro meses do ano, 158% mais do que os US$ 59 milhões de igual período de 2007, de acordo com números do Ministério de Desenvolvimento compilados pela Comissão Nacional da Pecuária...

Exportadores terão isenção total de impostos federais

...ar as últimas dúvidas sobre o alcance das medidas, segundo o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Calçados, Heitor Klein. Para o setor, que havia negociado uma devolução mais rápida do tributo, são pelo menos três meses de alívio. Para segmentos como o moveleiro, o novo sistema elimina até dois anos de espera pela restituição dos impostos federais sobre os insumos nacionais destinados à exportação. Por Zero Hora / RS...

Importação brasileira dos árabes cresce 69%

...íodo deste ano. O crescimento alcançou 68,89%. Em abril, as compras cresceram 52% sobre o mesmo mês do ano passado, de US$ 492,4 milhões para US$ 801 milhões. De acordo com o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, grande parte do crescimento ocorreu em função do aumento dos preços ...

Agronegócio, mais uma "marca Brasil"?

...e avanço tecnológico para que alcançássemos essa posição. A pergunta agora é: para onde vai o agronegócio brasileiro? O governo dá claras indicações de quais entre as novas fronteiras a serem exploradas estão a África e a América do Sul. Com a Venezuela, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) já realiza intercâmbios técnicos desde março, quando inaugurou um escritório no país. E recentemente outro escritório comercial foi aberto em Gana, sinalizando que o avanço do agronegócio com a "Marca Brasil" será um processo planejado, bem de acordo com uma demanda que a iniciativa privada já está comprovando na prática (e lucrando com ela, trazendo divisas para o país). Hoje, detemos a tecnologia que interessa a muitos países. Do interior de São Paulo,...

Calçados e têxteis querem desoneração e Anfavea festeja

Os fabricantes de têxteis e calçados acreditam que

Crise levou ao reforço de medidas para exportador, diz Barral

...anciamento, como ampliação do alcance do Proex e do Revitaliza (uma linha de apoio à produção para exportação, o chamado pré-embarque). A extensão do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para empresas de menor porte com exportações anuais de até US$ 1 milhão também deve ajudar esses exportadores a enfrentar um de seus principais problemas, a falta de garantias para os compradores no exterior. Essas empresas somam 76% das firmas exportadoras no país, mas participam somente com 8,4% do total das exportações. Outra medida, a extensão do chamado drawback verde amarelo para isentar de PIS e Cofins os insumos comprados no mercado interno pelos exportadores, tem o objetivo de aumentar o valor agregado da...

Exportadores catarinenses estão otimistas

Em Santa Catarina, a expectativa é de que as medid

Política de Desenvolvimento Produtivo poderá beneficiar indústrias gaúchas

...sde que cresçam 7,8% ao ano, calcula a Fiergs. Para isso, será imprescindível reduzir os gastos públicos, diminuir a taxa básica de juros (Selic) e desonerar o investimento privado, principalmente em bens de capital. Neste último item o Rio Grande do Sul poderá ser contemplado, pois a indústria gaúcha de bens de capital representa 10,3% do total nacional e 31% do PIB industrial do Estado. "O próximo passo deve ser a realização das reformas estruturais, como a tributária, trabalhista e do sistema previdenciário. Aí sim teremos uma competitividade sólida e de longo prazo", finalizou o industrial. O plano do governo, segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, ajudará o país a manter taxa de crescimento dos investimentos próxima a 20% do PIB. "Precisamos investir mais e melhor", discursou ele, onde "investir melhor" significa "dar um salto tecnológico de qualidade em nossa matriz produtiva". Miguel Jorge destacou a participação coordenada de 35 órgãos de governo, com destaque para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O ministro afirmou que a política industrial está dividida em diversos programas, em três níveis: um sistêmico, que atinge toda a economia, um nível para 25 setores estruturantes e um terceiro destinado a temas de políticas públicas estratégicas, como exportação. Sobre a indústria Gaúcha - Nos três primeiros meses de 2008 houve um crescimento de 9,8% na atividade industrial do Estado, em comparação com igual período do ano passado. Este é um levantamento chamado Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) e é realizado mensalmente pela Fiergs. "Os fatores conjunturais que determinam o atual cenário seguem os mesmos desde o ano passado, ou seja, a expansão do mercado interno com emprego, renda e crédito e a boa safra agrícola nacional. Por outro lado, um obstáculo importante continua sendo a valorização do câmbio como revela o indicador do segmento exportador", diz o presidente. Todas as variáveis do IDI-RS foram positivas para o período: vendas (11,3%), compras (16,8%), remuneração paga aos trabalhadores (15%), horas trabalhadas na produção (6,7%) e pessoal ocupado (4,3%). Em termos setoriais, as maiores contribuições para a performance do segmento industrial gaúcho vieram de Máquinas e Equipamentos (30,6%), Veículos Automotores (18,4%) e Alimentos e Bebidas (10,4%). Outro aspecto importante é que o crescimento está disseminado entre as indústrias gaúchas, como revela o Índice de Difusão, onde 60,2% delas apresentam aumento das vendas. Já a utilização da Capacidade Instalada, que alcançou o mais alto nível (85,8%) da série histórica para o período, iniciada em 1991, teve aumento de 2,5% e sugere a necessidade de novos investimentos para a manutenção do atual dinamismo no médio e longo prazos. Por NetMarinha - Sheila Meyer - Porto Alegre...

Compra de bens não-seriados dispara

...iados tiveram salto de 77,6%, alcançando US$ 1 bilhão. As vendas para o exterior, no mesmo período, foram de US$ 1,16 bilhão, um aumento de 43,5%. Esses resultados fizeram com que o saldo comercial caísse 35,6% em relação ao intervalo entre janeiro e março de 2007. Segundo a entidade, as empresas que mais importam bens de capital não-seriados são as dos setores de siderurgia, portos e petróleo/gás. Uma análise do que está ocorrendo com as indústrias nacionais que montam esses complexos siste...

Indústria gaúcha se beneficia com pacote

...cismo dos empresários sobre o alcance efetivo das medidas, mas entre os gaúchos há expectativas positivas com a inclusão de setores importantes para a economia do Estado. Para a solenidade comandada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento...

Operações voltarão ao normal em 2 semanas

...ndo que os ??prejuízos são incalculáveis??. ??Foram afetadas todas as cadeias logísticas, desde o transporte rodoviário ao ferroviário??, completou Martins. Ele destacou ainda que cada navio parado à espera de atracação gerou um prejuízo diário de US$ 60 mil a US$ 80 mil. No Paraná, o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco) de Paranaguá, Rodrigo Sais, estima que em 21 dias a situação se normalize, com a retomada dos trabalhos pela categoria. Segundo ele, os auditores adotaram ??operação-padrão?? desde o início do movimento grevista. Sobre o impacto da greve na movimentação do porto, Sais disse que as declarações de importações desembaraçadas em abril foram 50% inferiores às de fevereiro, um mês que historicamente registra um movimento menor. Já em Itajaí (SC), a expectativa é de que o fluxo no porto se normaliza em cerca de 15 dias, informou o diretor de Logística, ...

Terminais portuários do Brasil estão perto do limite

... cargas para liberar espaço e alcançar as encomendas. Como há demora no desembaraço, os contêineres ficam nas mãos dos clientes mais tempo que o normal. Desta forma, a demora para retornar à NYK afeta os exportadores. Segundo Justo, os importadores ficavam em média de 10 a 15 dias com os contêineres. Com a paralisação, este período se dilatou e passou ser de 20 a 25 dias. A NYK tem adotado algumas medidas para minimizar as dificuldades dos exportadores. Uma delas, segundo Justo, foi estreitar o relacionamento com os clientes para que eles antecipassem a devolução dos equipamentos. A empresa, que presta serviços nas rotas da América do Sul com Ásia, Europa e Estados Unidos, decidiu também atrasar em um mês o reposicionamento de contêineres vazios, que são enviados a portos em outros continentes que têm demanda maior de movimentação de carga. Em média, a NYK transfere de 700 a 800 contêineres mensais. Estas remessas estão sendo proteladas. "Em Santos há um esforço conjunto d...

A greve dos auditores

Independentemente do desfecho que vier a

Acordos com EUA abrem mercado aos têxteis

Goiânia. Depois da concorrência acirrada com os co

Carne suína dispara no exterior, mas embarques do Brasil recuam

... da carne suína na exportação alcançaram US$ 2.682 por tonelada, 11,65% mais do que em março e 35,74% superior a abril de 2007, conforme Abipecs. Os embarques brasileiros no período, porém, caíram 20,92%, para 48.725 toneladas. Os preços mais altos garantiram aumento de 7,34% na receita, que somou US$ 130,667 milhões. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Indústrias catarinenses pretendem ampliar investimentos em inovação

... 2010. O presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, ressalta que os dados mostram a preocupação da indústria catarinense com a inovação. “Contudo, é necessário ampliar o número de empresas que contemplam a inovação continuada - e não de forma pontual - com vistas à melhoria da qualidade e competitividade”. Corrêa explica que é relevante para as empresas ter uma equipe definida para atuar com inovação. “Assim as companhias são inseridas no processo de captação de recursos oferecidos pelas agências de fomento, uma vez que a equipe fica sintonizada com o mercado e com os parceiros” disse. Dentre as pesquisadas, 70% afirmam que utilizam recursos próprios para inovar, no entanto 95% delas revelaram ter conhecimento sobre agências de financiamento e fomento. Mais da metade das indústrias (56,7%) investe de 1% a 2,9% do faturamento anual em inovação. E 72% delas têm área de pesquisa e desenvolvimento (P&D) ou um grupo responsável por inovação. Segundo os industriais, a aquisição de máquinas e equipamentos é importante no processo de inovação, com alto impacto nos negócios. Ao mesmo tempo o alto custo de aquisição dos aparelhos é visto como o principal obstáculo. O estudo aponta também que 94% dos entrevistados conhecem pres...

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 1, DE 10 DE JANEIRO DE 2008

ASSUNTO: Regimes Aduaneiros EMENTA: Exportação Tem

Primeiro redex do interior de SC começa a operar

...dministrador. A expectativa é alcançar a média de 150 processos/mês em 2008 e atender empresas de todo o oeste catarinense, além de companhias do Rio Grande do Sul e Paraná que utilizam a BR-282 e a BR-153 para escoar os produtos. "Estamos estrategicamente localizados no entroncamento dessas rodovias", destaca. Com recursos próprios de R$ 500 mil, a Bomfrio construiu uma estrutura de 260 metros quadrados para o recinto alfandegado, que possui seis funcionários e capacidade de movimentar mil contêineres por mês. "A estrutura é enxuta, pois o redex é um processo rápido, e esse é o objetivo: dar maior agilidade as exportações, não necessitando armazenar e/ou aguardar vários dias para a liberação", explica o administrador. Schmitt conta que a Bomfrio resolveu criar o primeiro recinto do interior de Santa Catarina para agregar valor aos serviços prestados pela empresa, manter a clientela e atrair companhias do setor de congelados - o oeste catarinense é o principal pólo de proteína animal. Entre as vantagens do Redex Bomfrio em relação a outros recintos de SC, ele cita o menor custo para o despacho aduaneiro e menor risco de perda de navio. A Bomfrio possui duas unidades industriais. Uma delas, a filial, fica em Irani e a matriz está em Chapecó, principal cidade da região, que também planeja ter um redex - essa obra se encontra na fase de licitação porque será feita em uma área doada pelo município. Sobre futura concorrência entre os dois recintos de exportação, Oscar Schmitt acredita que haverá disputa apenas no atendimento às empresas de Chapecó, que fica 110 quilômetros ao oeste de Irani e mais longe do Porto de Itajaí, a cerca de 545 quilômetros. ...

RESOLUÇÃO No- 26, DE 6 DE MAIO DE 2008

... de transmissão de dados ou o alcance do sinal "ADSL", para instalações aéreas ou subterrâneas 8543.70.99 Ex 064 Aparelhos de mixagem e processamento de sinais de áudio digital no formato AES/EBU "Audio Engineering Society"/"European Broadcast Union", com 32 ou mais canais de entrada AES/EBU Art. 2o Ficam alteradas para 2% (dois por cento), até 31 de dezembro de 2008, as alíquotas ad valorem do Imposto de Importação incidentes sobre os seguintes componentes do Sistema Integrado (SI): (SI-570) : Sistema integrado de graduação da corrente elétrica dos eletrodos do forno de fusão de minérios a arco submerso com potência de 85MW, para controle da potência do forno, constituído por: CÓDIGO EX DESCRIÇÃO 8419.50.10 701 1 subsistema de refrigeração, monitorado por controle programável, para as conexões dos tiristores antiparalelo, com gabinete, elementos de montagem e funcionamento 8537.20.00 714 1 subsistema de proteção, controle e monitoramento, com controlador lógico programável (CLP) de ...

Greve da Receita, derivados do petróleo e calendário afetam produção industrial, diz IBGE

RIO - Greve dos auditores fiscais, parada técnica

Greve dos auditores causa prejuízos de R$ 6 bilhões

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, endure

Importados da China sobem e reduzem concorrência

A apreciação do real funciona como um dique, prote

Os efeitos da greve dos aduaneiros

...listas do setor de logística calculam que a normalidade no segmento só deve ser alcança...

Confiança em SC é recorde

...utura está em alta. O Icei é calculado a partir dos resultados da Sondagem Industrial da Fiesc, sendo construído baseado na opinião dos executivos sobre as condições atuais da economia brasileira e da empresa e expectativas para os próximos seis meses. O resultado varia no intervalo de zero a 100. Acima de 50 indica confiança e abaixo, falta de confiança na economia. Fonte: Diário Catarinense ...

Importados têm participação maior

O diretor-superintendente da Associação Brasileira

Setor têxtil busca aproximação com os EUA

Empresários brasileiros e americanos decidiram tra

Índice de confiança de industriais catarinenses é o maior desde 2005

...resa, está em alta. O ICEI é calculado a partir dos resultados da Sondagem Industrial da FIESC, sendo construído baseado na opinião dos executivos sobre as condições atuais da economia brasileira e da empresa e expectativas para os próximos seis meses. O resultado varia no intervalo de 0 a 100. Acima de 50 indica confiança e abaixo, falta de confiança na economia. O índice passou de 49,8 pontos em julho de 2005 para 55,3 em abril de 2007 e para 60,4 pontos na pesquisa anterior, em ...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 840, DE 25 DE ABRIL DE 2008

...as, roupões de banho, robes, calcinhas, camisetas, suéteres, pulôveres, coletes, abrigos para esportes, macacões, maiôs, biquínis, sungas de banho, meias, luvas, xales, echarpes, lenços de pescoço, cachecóis, véus, gravatas e outros) 6201.0000 a 6217.9000 Vestuário e seus acessórios, exceto de malha (mesmos exemplos do item anterior) 6309.0010 a 6309.0090 Roupa usada Grupo Ferramentas Manuais Não Elétricas Código Simplificado Mercadorias Código NCM Descrição 8205.5100 4417.0010 Ferramentas de madeira 7317.0000 a 7317.0090 Tachas, pregos, percevejos, grampos e artefatos semelhantes, de ferro 7318.0000 a 7318.2900 Parafusos, pinos, porcas, rebites, arruelas e artefatos semelhantes, de ferro 8201.1000 a 8201.9000 Pás, forcados e forquilhas, alviões, picaretas, enxadas, sachos, ancinhos e raspadeiras, machados, podões e ferramentas semelhantes com gume, tesouras de podar, outras ferramentas manuais, para agricultura, horticultura e silvicultura. 8202.1000 Serras manuais, folhas de serras de fita, folhas para serras circulares (incluídas as fresas-serras) 8203.1000 a 8203.4000 Limas, grosas e ferramentas semelhantes, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças e ferramentas semelhantes. 8204.1000 a 8204.2000 Chaves de porcas, manuais, chaves de caixa intercambiáveis, mesmo com cabos 8205.1000 a 8205.5900 Ferramentas de furar ou de roscar, martelos e marretas, plainas, formões, goivas e ferramentas cortantes semelhantes, para trabalhar madeira, chaves de fenda, outras ferramentas manuais (incluídos os corta-vidros) 8205.9000 Sortidos de ferramentas 8206.0000 Sortidos de ferramentas 8207.1000 a 8207.9000 Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais ou para máquinas ferramentas. Grupo Material Escritório e Escolar Código Simplificado Mercadorias Código NCM Descrição 3926.1000 3213.1000 a 3213.9000 Cores para pintura artística, atividades educativas e recreação 3215.1000 a 3215.9000 Tintas de impressão, de escrever, ou de desenhar e outras tintas 3506.1000 a 3506.9900 Colas e adesivos 3926.1000 Artigos de escritório e artigos escolares, de plástico 4016.9200 Borrachas de apagar 4202.2000 a 4202.3900 Maletas e pastas para documentos e de estudante 4802.5000 a 4802.6999 Papel e cartão dos tipos utilizados para escrita, impressão ou outros fins gráficos 4809.0000 a 4809.9000 Papel carbono, papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação 4810.0000 a 4810.9990 Papel e cartão dos tipos utilizados para escrita, impressão ou outros fins gráficos 4811.0000 a 4811.9090 Outros papéis e cartões 4816.0000 a 4816.9000 Papel carbono, papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação 4817.0000 a 4817.3000 Envelopes, aerogramas, bilhetes-postais, cartões para correspondência, de papel ou cartão; caixas; sacos e semelhantes , de papel ou cartão, contendo artigos para correspondência 4820.0000 a 4820.9000 Livros de registro e de contabilidade; bloco de notas, de recibos, de apontamentos, papel para cartas, agendas e semelhantes; pastas para documentos, capas de processos e outros artigos escolares, de escritório ou de papelaria; álbuns para amostras ou para coleções 4821.0000 a 4821.9000 Etiquetas 4901.0000 a 4901.9900 Livros, brochuras e impressos semelhantes 4902.0000 a 4902.9000 Jornais e publicações periódicas e impressos 4903.0000 Álbuns ou livros de ilustrações e álbuns para desenhar e colorir 4905.0000 a 4905.9900 Obras cartográficas (inclusive plantas topográficas e globos impressos) 4906.0000 Planos, plantas e desenhos, de arquitetura, engenharia, industriais, comerciais, topográficos 4908.0000 a 4908.9000 Decalcomanias 4909.0000 Cartões-postais, cartões impressos com votos ou mensagens pessoais 4910.0000 Calendários 4911.0000 a 4911.1090 Outros impressos, incluídas as estampas, gravuras e fotografias 5901.0000 a 5901.9000 Tecidos revestidos de cola para encadernação ou cartonagem; telas para decalque, desenho ou pintura 4202.1100 a 4202.1900 Malas, maletas, pastas para documentos e de estudante 4823.1200 a 4823.1900 Papel gomado ou adesivo, em tiras ou em rolos 8304.0000 Caixas de classificação, fichários, porta-cópias, porta-canetas, porta-carimbos e artefatos de uso semelhante de escritório, de metais comuns. 8305.1000 a 8305.9000 Ferragens para encadernação de folhas moveis ou para classificadores, grampos 8213.0000 Tesouras e suas lâminas 8214.1000 Espátulas, abre-cartas, raspadeiras, apontadores de lápis (apara-lápis) e suas lâminas 9608.1000 a 9608.9990 Canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outros pontas porosas, canetas-tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, cargas com ponta, para canetas esferográficas. 9609.1000 a 9609.9000 Lápis, minas para lápis ou lapiseiras 9610.0000 Lousas e quadros para escrever ou desenhar 9 6 11 . 0 0 0 0 Carimbos 9612.2000 Almofadas de carimbos Grupo Utilidades Domésticas Código Simplificado Mercadorias Código NCM Descrição 3924.1000 3401.1000 Sabões 3402.1000 a 3402.9090 Preparações para lavagem e limpeza (inclusive detergentes) 3404.1000 a 3404.9029 Ceras artificiais e ceras preparadas 3405.1000 a 3405.9000 Pomadas e cremes para calçados ou couros; preparações para limpeza de móveis de madeira e soalhos; preparações para dar brilho a pinturas de carroçarias; pastas e pós para arear 3406.0000 Velas e pavios 3605.0000 Fósforos 3923.2000 a 3923.9000 Artigos para transporte ou de embalagem de plástico; rolhas e tampas de plástico (ex: caixas, caixotes, engradados, sacos, bolsas, garrafões, garrafas, frascos, rolhas e tampas, de plástico) 3924.1000 a 3924.9000 Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha, de plástico 4419.0000 Artefatos para mesa ou cozinha, de madeira 4421.1000 a 6621.9000 Cabides para vestuário e outras utilidades domésticas, de madeira 4503.1000 Rolhas de cortiça 4601.0000 a 4601.9900 Tranças e artigos semelhantes, de matérias para entrançar (ex: esteiras, capachos e divisórias, de matérias vegetais) 4602.0000 a 4602.9000 Obras de cestaria 4819.0000 a 4819.6000 Caixas, sacos, bolsas, cartuchos e outras embalagens, de papel 4823.6000 Bandejas, travessas, pratos, xícaras ou chávenas, taças, copos e artigos semelhantes, de papel ou cartão 5701.0000 a 5705.0000 Tapetes e outros revestimentos para pavimentos 5805.0000 a 5805.0090 Tapeçarias tecidas à mão ou feitas à agulha 5808.0000 a 5808.9000 Entrançados em peça; artigos de passamanaria e artigos ornamentais análogos 6305.0000 a 6305.9000 Sacos para embalagens, de matérias têxteis 6306.1000 a 6306.2900 Encerados, toldos e tendas, de matérias têxteis 6307.1000 Rodilhas, esfregões, panos de prato ou de cozinha, flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 6911.0000 a 6911.9000 Louça, outros artigos de uso doméstico, de porcelana 6912.0000 Louça, outros artigos de uso doméstico, de cerâmica 7009.9000 a 7009.9200 Espelhos de vidro, exceto para veículos 7010.0000 a 7010.9090 Garrafões, garrafas, frascos, vasos, embalagens e recipientes semelhantes para transporte ou embalagem, de vidro; rolhas, tampas e outros dispositivos semelhantes, de vidro 7013.0000 a...

Catanduva lidera os embarques da fruta

...xtremamente voláteis. A média alcançada no mercado interno em 2007 foi de R$ 13,00 a caixa de 27,2 quilos, mas o preço pago ao produtor variou de R$ 6 por caixa na safra a R$ 35 durante a entressafra. "Quando o destino é o mercado externo, o produtor recebe entre R$ 2 e R$ 3 a mais por caixa", informa Promicia. A Europa consome 1,6 milhão de toneladas de limão por ano e importa 900 mil toneladas, das quais 80 mil toneladas de limão tahiti. Isso significa que o Brasil é responsável pelo equivalente a 75% do consumo europeu de limão Tahiti. Para Promicia, a tendência é que parte do consumo de ...

Importação de algodão derruba preço no País

Nos primeiros 15 dias de abril o País importou o e

Indústria projeta queda em exportações pela 5ª vez seguida, diz CNI

...tativa de evolução da demanda alcançou 62,1 pontos, superando os valores registrados em janeiro de 2008 e em abril de 2007. Todos os indicadores por porte de empresa registraram valor superior a 60 pontos. Segundo a CNI, essa é a primeira vez, desde abril de 2007 (início da série), que os empresários de pequenas empresas registram expectativas tão positivas sobre a demanda. Todos os 27 setores considerados prevêem aumento de demanda, com destaque para a refino de petróleo (70,5 pontos), outros equipamentos de transporte (69,6 pontos) e indústria extrativa (68,4 pontos). O índice de expectativa da evolução do número de empregados atingiu 54,1 pontos. "O resultado corrobora o bom momento do emprego industrial. A expectativa de crescimento se dá sobre uma base de empregados que cresce há cinco trimestres e é consensual entre os portes pesquisados", informa a CNI. A grande maioria dos setores pesquisados prevê aumento no número de empregados. Os setores com as expectativas mais otimistas são álcool, refino de petróleo, outros equipamentos de transporte e veículos automotores --todos com índices acima de 60 pontos. Na outra ponta, os setores madeira (44,4 pontos) e couros (índice de 45,0 pontos) prevêem redução do número de empregados. Por Folha OnLine...

Real forte prejudica comércio da fronteira

...ios das cidades de fronteira calculam que os brasileiros deixam US$ 80 milhões por mês nas caixas registradoras dos comerciantes uruguaios e argentinos. Somente em Jaguarão, a estimativa é de R$ 10 milhões deixem de entrar por mês nas lojas da cidade. Por outro lado, Fervenza entende que a atratividade dos free-shops não é o principal problema. Para ele, o movimento de turistas de outras regiões que buscam as lojas de importados das cidades uruguaias é positivo, uma vez que movimenta a economia de municípios da fronteira. Lojistas querem isenções tributárias Para reverter a desvantagem frente ao comércio das cidades vizinhas do Uruguai e da Argentina, os lojistas da fronteira sonham com a criação de Áreas de Livre Comércio (ALCs) de importação e exportação na região, em que os produtos importados possam ser comercializados isentos de impostos federais. A meta é ganhar competitividade para voltar a atrair consumidores dos países vizinhos. A medida seria uma compensação às perdas provocadas pelo real valorizado, na avaliação do presidente da CDL de Uruguaiana, Jorge Prestes Lopes. "Assim poderíamos competir de forma sadia e voltar a ter compradores das províncias de Corrientes e Misiones, que eram clientes assíduos", recorda. "A medida restabeleceria economicamente as nossas empresas", completa a presidente do CDL de Jaguarão, Maria Emma Mendes Lippolis. Na contramão, o presidente da CDL de Santana do Livramento, Carlos Roberto Fervenza, entende que a iniciativa não seria suficiente. Uma eventual corrida de uruguaios e argentinos às lojas da fronteira gaúcha poderia ser compensada por um rigor da fiscalização dos governos vizinhos contra o ingresso de produtos estrangeiros. "Eles trancariam a entrada", cogita. O empresário acredita que a melhor saída seria a criação de uma zona de exportação, com incentivos fiscais especiais para a instalação de indústrias na região. A idéia é reforçar a economia local e, assim, fortalecer o varejo. Projetos prevêem a criação de área de livre comércio Na carona da reivindicação dos empresários da fronteira, quatro projetos tramitam na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado prevendo a adoção de medidas para incentivar a economia da região. As propostas do senador Sérgio Zambiasi (PTB/RS) estabelecem a criação de Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) em Uruguaiana (PLS 382/2007) e Santana do Livramento (...

Exportações de arroz liberadas

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, dis

Restrição pode enfraquecer o Brasil em Doha

...ana passada que as restrições alcançaram “níveis sem precedentes”. Os importadores já ameaçam contra-atacar. O primeiro disparo partiu do Japão, maior importador de alimentos do mundo, que pretende pedir, na próxima semana, que a OMC adote normas contra as barreiras ao suprimento de grãos como trigo, arroz e milho. “O Japão quer regras equilibradas para exportadores e importadores de alimentos”, disse Hiroaki Kojima, vice-diretor do Ministério da Agricultura. Esse é exatamente o argumento que os negociadores brasileiros se preparam para rebater nas negociações sobre agricultura, que prosseguirão na próxima semana. ...

A importância dos terminais privativos de uso misto para a modernização da infra-estrutura portuária

...ecimento do comércio global. Calcula-se em 60 berços de atracação para navios porta-contêineres o déficit estrutural nos Portos brasileiros. Os portos públicos arrendados na década de 1990 já operam no limite de sua capacidade. O elevado tempo de espera para atracação das embarcações nos principais portos brasileiros constitui fator prejudicial aos interesses nacionais, na medida em que pressiona custos e compromete a competitividade de nosso setor produtivo. Os notórios gargalos na infra-estrutura portuária têm constituído um handcap para as empresas exportadoras brasileiras. São também uma grande desvantagem para empresas importadoras, que precisam obter de forma ágil os insumos necessários à sua operação – inclusive aquelas que atuam no regime de drawback (importação para reexportação). Ciente dos gargalos representados pelo esgotamento da capacidade logística dos portos, a agência responsável pela regulação e fiscalização do...

GREVE - Portos parados

...Federal, cujos salários devem alcançar R$ 19,7 mil em abril do próximo ano. A persistência da greve dos fiscais é estapafúrdia. Tornou-se panacéia invocar o direito à equiparação salarial no setor público. Equiparação sempre para cima: os auditores fiscais não querem equiparação com professores doutores de universidades federais, que ganham bem menos. Mas os fiscais da Receita ainda se deram ao desplante de recusar a generosa proposta do governo, que era chegar aos R$ 19 mil em 2010, de modo escalonado. Por causa da greve, prejuízos gigantescos, de naturezas diversas, se acumulam. Os fluxos de comércio internacional do país estão prejudicados. Apenas no porto de Santos, a carga ...

Greve de auditores atrasa reposição de estoques

...mprometeram a meta do País de alcançar 1,5% do comércio mundial. Também o diretor do Centro e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Fiesp) em Santos, Ronaldo Forte, alertou ontem para o risco de o País entrar em movimento de retrocesso no mercado mundial e reverter o aumento de 1,2% de sua participação global, com a greve. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Unafisco) divulgou nota ontem afirmando que o fim da greve depende da "boa vontade do governo", que precisa ceder um pouco mais, no entendimento da entidade. Os auditores reivindicam aumento do teto salarial de R$ 13,4 mil para R$ 19 mil, o que os equiparariam aos delegados da Polícia Federal. Por Diário do Comércio - SP ...

Brasil exporta trigo apesar da crise, e a preços mais baixos

...ceita gerada com essas vendas alcançou a marca de US$ 145,9 milhões e os principais destinos foram Paquistão, Marrocos e Argélia, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Fontes do mercado acreditam que este trigo tenha saído do Rio Grande do Sul, estado auto-suficiente na produção...

Egito derruba alíquotas de importação

O governo do Egito decidiu derrubar as alíquotas d

Empresas terão de recuperar produção perdida com a greve

As empresas devem continuar contabilizando prejuíz

Para exportar mais

... essa tendência, o Brasil não alcançará a Rússia, ficará cada vez mais distante da China e poderá até ser superado pela Índia. Não é apenas no grupo Bric que o desempenho das exportações brasileiras é ofuscado. Também é modesto na comparação com os países industrializados. A Alemanha, por exemplo, que continua a liderar a classificação dos maiores exportadores mundiais, conseguiu expandir em 20% suas vendas externas no ano passado. Outros países industrializados que estão à frente do Brasil na classificação da OMC aumentam suas exportações num ritmo mais intenso do que o nosso. As exportações da Holanda aumentaram 19%; as da Itália, 18%; e as da Áustria, 19%. É preciso destacar, também, que o bom resultado do Brasil em 2007 se deveu, em grande parte, à alta dos preços das commodities. Quando se considera o volume exportado, o desempenho do Brasil é bem mais modesto, com aumento de apenas 6,9% no ano passado, o menor entre os Brics. Outro aspecto desvantajoso das exportações brasileiras é sua forte dependência de produtos primários. “Obviamente, os fazendeiros estão felizes”, observou o economista da OMC Michael Finger. “Mas é necessário ouvir o que dizem os demais setores. Toda a economia precisa lucrar.” O setor industrial, por exemplo, reclama que a desvalorização do dólar em relação ao real, que retirou a competitividade de seus produtos no exterior, já o ameaça até no mercado interno. Estimuladas pela taxa de câmbio favorável e pela demanda interna aquecida, as importações brasileiras cresceram 32% no ano passado, de acordo com o relatório da OMC. Entre as 30 maiores economias do mundo, só na Rússia as importações cresceram mais do que no Brasil (50%). Para compensar a valorização do real, que pode ser duradoura, o Brasil precisa garantir maior competitividade aos produtores brasileiros, melhorando a infra-estrutura e oferecendo condições para aumentar a produtividade, sobretudo do setor industrial. Precisa também oferecer um ambiente mais favo...

Portos parados

...Federal, cujos salários devem alcançar R$ 19,7 mil em abril do próximo ano.A persistência da greve dos fiscais é estapafúrdia. Tornou-se panacéia invocar o direito à equiparação salarial no setor público. Equiparação sempre para cima: os auditores fiscais não querem equiparação com professores doutores de universidades federais, que ganham bem menos. Mas os fiscais da Receita ainda se deram ao desplante de recusar a generosa proposta do governo, que era chegar aos R$ 19 mil em 2010, de modo escalonado. Por causa da greve, prejuízos gigantescos, de naturezas diversas, se acumulam. Os fluxos de comércio internacional do país estão prejudicados. Apenas no porto de Santos, a carga parada foi estimada ...

Saída pela Justiça

Com as fronteiras gaúchas bloqueadas pela greve do

UE importou 58% a mais de emergentes em seis anos

...tos energéticos destes países alcançaram os 129 bilhões de euros em 2006, 67% a mais que em 2000. Os principais exportadores neste âmbito são os países do Conselho de Cooperação do Golfo (Barein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos), que vendem à UE 71% de sua produção, e os da ACP, com 42% de suas vendas ao bloco europeu. As exportações à Europa de produtos agrícolas e pesqueiros, assim como de têxteis, forneceram às economias em desenvolvimento quase 70 bilhões cada um em 2006, com avanços respectivos de 15% e 35% em relação a 2000. O mercado comunitário é especialmente importante para os países da América Latina, no caso do setor agrícola, pois representa 40% de suas exportações, e para os mais pobres (LDC) no setor têxtil, com uma cota de 35%. Segundo Bruxelas, quase 70% das importações de países em desenvolvimento entra na UE livre de tarifas, uma percentagem que sobe para 98% no caso dos países da ACP e 88,5% para os países da LDC. Por Invertia - EFE...

Brasil será 20º exportador mundial em 2010

...de as exportações brasileiras alcançarem 1,25% das vendas mundiais em 2010, o que incluirá o Brasil entre os 20 maiores exportadores. O secretário reafirmou suas convicções após a Organização Mundial do Comércio (OMC) ter divulgado relatório anual com as ...

Crescem exportações de milho para Europa

...otal auferido no período, que alcançou US$ 10,9 bilhões contra US$ 9,8 bilhões obtidos nos primeiros três meses de 2007. "A valorização do milho brasileiro no mercado internacional é irreversível", afirma o presidente-executivo da Abramilho, Odacir Klein. Para ele, mais do que nunca o Brasil deve dar condições aos produtores para obterem maior produtividade em suas lavouras. Em 2007, foram exportadas 10,9 milhões de toneladas de milho, representando crescimento de 178% em relação a 2006. As exportações de milho para os países da União Européia, cresceram 979%, no ano passado, atingindo US$ 1,27 bilhão contra US$ 118 milhões em 2006. Já para os países do Oriente Médio, a Abramilho observou que essa alta chegou a 114%, chegando a US$ 473...

Embarques de calçados têm alta de 8,1%

O setor calçadista ampliou em 8,1% o volume de exp

Exportações gaúchas aumentam 22%

As exportações da indústria gaúcha cresceram 22% n

Milhões parados nas fronteiras

...icantes de eletroeletrônicos calculam perda de US$ 1 bilhão com negócios frustrados. São mais de US$ 350 milhões em matéria-prima parada em portos e aeroportos brasileiros, e por isso a Associação Nacional de Fabricantes ...

CARTA-CIRCULAR Nº 3.310, DE 15 ABRIL DE 2008

...PJUR[3] e PJUR[4], devem ser calculadas separadamente as exposições sujeitas às seguintes variações: I - para a parcela PJUR[2], de taxas de cupom de dólar dos Estados Unidos da América, euro, franco suíço, iene e libra esterlina; II - para a parcela PJUR[3], de taxas de cupom de Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M); III - para a parcela PJUR[4], de taxas de cupom de Taxa Referencial (TR), Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e Taxa Básica Financeira (TBF). 3. Na apuração de cada uma das parcelas, as exposições cujos valores sejam inferiores a 5% (cinco por cento) do total, em cada parcela, incluindo, se for o caso, as exposições a variações nas taxas dos cupons mencionados, podem ser calculadas conjuntamente como sujeitas à variação de uma única taxa de cupom. 4. As exposições sujeitas à variação de taxas de cupom somente poderão ser calculadas conjuntamente após a marcação a mercado de seus fluxos, de acordo com a taxa de cupom de seu respectivo fator de risco. AMARO LUIZ DE OLIVEIRA GOMES Chefe do Departamento...

Exportação de frango cresce 59%

...incremento foi menor, de 18%, alcançando 881 mil toneladas. Apesar do crescimento a Abef disse, em nota, que "a rentabilidade das exportações continua sendo seriamente afetada pela valorização do real frente ao dólar" e que o setor deixou de arrecadar quase R$ 3,8 bilhões devido ao câmbio. O principal m...

Greve dos auditores e comércio externo

...ultado da balança comercial, calculado a partir das estatísticas aduaneiras. Seguramente, estamos tendo também de enfrentar um certo atraso no envio dos produtos exportados, o que afeta a confiança dos importadores estrangeiros. Já o atraso na liberação dos produtos importados tem efeito altamente pernicioso sobre a produção interna. No lado do câmbio a situação é um pouco diferente, como mostram os dados sobre o fluxo de divisas nos 11 primeiros dias de abril.Temos um resultado positivo de US$ 5,435 bilhões, ante US$ 4,362 bilhões em igual período de 2007. Foi, mais uma vez, o fluxo comercial que deu a maior contribuição, com US$ 3,721 bilhões resultantes da exportação de US$ 7,709 bilhões e da importação de US$ 3,989 bilhões. Em igual período de 2007, o saldo comercial foi menor: US$ 3,332 bilhões. Esses dados mostram que os exportadores internam suas receitas para se aproveitar da alta taxa interna de remuneração, enquanto as importações, que são financiadas no exterior, não representam uma saída imediata de divisas, que poderia contribuir para a desejada desvalorização do real. Por O Estado de São Paulo...

Exportação de frango cresce 59%

...incremento foi menor, de 18%, alcançando 881 mil toneladas. Apesar do crescimento a Abef disse, em nota, que "a rentabilidade das exportações continua sendo seriamente afetada pela valorização do real frente ao dólar" e que o setor deixou de arrecadar quase R$ 3,8 bilhões devido ao câmbio. O principal m...

Falta carne do Brasil e pub inglês retira bife do menu

...oa, mas é cara demais"". Ele calcula que entre janeiro e fevereiro, o aumento da carne foi de 6%. Decidiu assim ""racionalizar"": a oferta de três pratos com bife foi cortada para uma porque não dá para repassar a alta ao consumidor já incomodado com a inflação. Fonte: Valor Econômico - SP ...

BALANÇA COMERCIAL - Registra superávit de US$ 319 milhões na segunda semana de abril

A balança comercial brasileira, na segunda semana

FIESC ingressa com ação para garantir movimentação em São Francisco do Sul

...firmou o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa. _________________________________________ Maycon Stähelin Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC...

Importação de calçados chineses pelo RS quase quadruplicou nos últimos três anos

Expansão preocupa indústria gaúcha. Em 2004, o Rio

China e câmbio afetam mercado calçadista

A desvalorização do dólar frente ao real e a entra

CIRCULAR No- 22, DE 10 DE ABRIL DE 2008

...S52+, com sistema de molhagem Alcolor, Cptronic para controle de funções e diagnose, unidade de refrigeração e circulação da molha technotrans, pulverizador de secagem Weco T6, verificador eletrônico de folha dupla, prendedores rápidos de chapa, preparação para colocação de numeradores e perfuradores, acionamento elétrico trifásico. 8443.13.90 Máquina impressora ofsete de 4 cores com reversão 2/2, formato 36cm x 52cm, com 18 milhões de impressões, sistema de molha DDSII Technotrans Recirculador e Refrigerador, Versão Plus, Weko Spray, detector de folhas duplas pré-registro Bacher, saída de planilha baixa. Marca Heidelberg, Modelo Printmaster GTO 52-4P3. 8443.19.90 Máquina impressora ofsete de 2 cores, alimentada por folhas de formato máximo igual 520X720mm, com capacidade máxima de 12.000 folhas por hora. Marca Heidelberg, modelo HD Speedmaster 72ZP. 8 4 4 7 . 11 . 0 0 Tear circular monocilíndrico para fabricação de meias, diâmetro 4" x 400 agulhas, motor elétrico trifásico 380V/50Hz, marca Matec, modelo HF 4.7. 8447.20.21 Tear retilíneo, motorizado, para fabricação de malhas de urdidura tipo raschel, para produção de tecidos elásticos, com 4 barras e com kit de lycra. Marca Karl Mayer, modelo SER 4n-2 130" 28E. 8447.20.29 Tear retilíneo para tricotar com dois carros de comando eletrônico, Marca Universal, Modelo MC 748, finura 5, com frontura útil de trabalho de 90 polegadas, controle programável e software 2.34, 4 sistemas de tecer e transferir idêntico, 3 graduações com controle motorizado, técnico de 3 vias em todos os sistemas, estirador principal, sistema de agulhas mediante platinas, agulha de transferência submersas com moda, computador pequeno, pressjack na chapa dianteira, acessórios normais e uma unidade de remoção de carro, voltagem de conexão de 380v/60hz/trifásica. 8449.00.10 Secadora com largura igual ou superior à 10 metros para termofixação de tecidos e acabamento de feltros, telas secadoras e formadoras, utilizadas como vestimentas para máquinas de papel e celulose, fabricante: Morrison Berkshire, modelo 13MA, com velocidade máxima de 50 m/min, com controlador lógico programável (CLP). 8449.00.10 Caixa de ar quente metálica, equipada com ventilador e resistência elétrica, para trabalhar em conjunto com secadora, com mecanismo de deslocamento vertical, com largura igual ou superior a 10 m, para termofixação de tecidos e acabamentos de feltros, telas secadoras e telas formadoras. Fabricante: Alfsen Og Gunderson, modelo 3L. 8451.80.00 Máquina à gás para chamuscar tecidos, com largura igual ou superior à 7,0 metros, destinados a produção de feltros para máquinas de papel e celulose, elétrica, 480V, trifásica. Fabricante: Morrison Berkshire. 8452.29.29 Máquina de costura elétrica (480V) com mesa, trifásica, de uso industrial para costurar zíperes e acessórios em feltros e telas secadoras com emendas. Marca Union Special. 8460.31.00 Máquina para afiar serras circulares pastilhadas com diamante policristalino (PCD), por eletroerosão à eletrodo rotativo, com sistema de medição digital, de comando numérico computadorizado (CNC). Marca Vollmer Metal, modelo QM110. 8461.40.10 Fresadora de engrenagem a caracol para executar o fresamento dos dentes de engrenagens externas em peças de redutores planetários e especiais, completa e com CNC. Marca: PFAUTER, Modelo: P 1503/1800. 8475.29.90 Máquina rotativa automática para produção à quente de carpules de vidro, com diâmetro de 4 à 16mm, com 24 estações de trabalho com duas saídas, fabricante: SPAMI s.r.l, modelo: GS 24, integrante de sistema para produção de carpules de vidro, com capacidade de produção de até 5.400un/hora. 8477.10.19 Máquinas injetoras horizontais de comandos numéricos, bicolor, para moldes plásticos. Marca Toshiba, modelos IS850GT-81A e IS550GS- 34A. 8477.20.10 Extrusora e coextrusora para fabricação de tubo termoplástico, diâmetro de extrusão de 50mm (extrusora) e 15mm (coextrusora), velocidade máxima de 120 rpm (extrusora). Marca Capuzzi, modelo Formatrice FCEC. 8477.80.90 Secadora e desumidificadora de grãos plásticos (PP, PA e PE), com capacidade de até 160 KGS, painel de controle, controle de temperatura, canaletas de entrada e...

Novos investimentos portuários

...ileiro, os portos têm sido o palco principal. Por eles passam 95% das cargas, um movimento crescente. Entre 2002 e 2007, as exportaç...

RESOLUÇÃO Nº 3, DE 9 DE ABRIL DE 2008

...des desenvolvidas, resultados alcançados, entidades envolvidas, serviços prestados, setores empresariais atendidos, indicadores de desempenho e tudo o mais que facilite o acompanhamento e a avaliação da rede e das instituições participantes. Art. 37 - O acompanhamento e a avaliação do SIBRATEC deverão ocorrer em todos os níveis do Sistema, de forma sucessiva, deverão ser avaliados os projetos, as redes, os Componentes e o Sistema. Art. 38 - As redes serão avaliadas a cada dois anos por comissão independente, composta por especialistas da área em que a rede atua e que não participem da rede sob avaliação, designada pelo Presidente do CG-Sibratec e que a ele se reportará de forma conclusiva sobre os resultados apresentados pela rede e a conveniência de se aperfeiçoar sua estrutura e operação, bem como sobre sua continuidade. Parágrafo Único - Uma rede poderá deixar de pertencer ao SIBRATEC a critério do Comitê Gestor que levará em conta o relatório da comissão independente sobre o seu desempenho, assim como o interesse no tema desenvolvido. Art. 39 - Cada rede terá um Núcleo de Coordenação constituído por um representante de cada uma das entidades que a compõe. Parágrafo Único - Nas redes do componente Extensão Tecnológica, o Núcleo de Coordenação será integrado por representante das instituições parceiras responsáveis pela governança regional do SIBRATEC - Extensão Tecnológica. Art. 40 - A coordenação do Núcleo será exercida pela instituição líder da rede que terá como principal função a gestão da rede e sua orientação técnica de acordo com as diretrizes do Comitê Gestor e orientações do Comitê Técnico respectivo. CAPÍTULO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 41 - Os casos omissos e as dúvidas surgidas na aplicação do presente Regulamento serão solucionados pelo Presidente do CG-Sibratec. Art. 42 - Este Regulamento poderá ser alterado em reunião ordinária ou extraordinária, convocada especificamente para esse fim, e por aprovação da maioria absoluta de seus membros. Art. 43 - Este Regulamento entra em vigor na data de sua assinatura....

Exportação em queda

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB)

Porto de Rio Grande ganha prioridade

... retirado do fundo do canal, calculado previamente em cerca de 65 milhões de metros cúbicos. No mesmo encontro, o representante dos portos holandeses, que veio ao Rio Grande do Sul para participar de seminário sobre gestão, infra-estrutura e logística portuária, na Assembléia Legislativa do Estado, disse que o porto marítimo gaúcho, pelas observações que fez nesta semana, poderá atrair as principais empresas de navegação do mundo e localizar, na grande área retroportuária, empresas de diversos setores que gerariam milhares de empregos. Citou como exemplos as áreas industriais junto aos portos holandeses de Roterdã e de Amsterdã. Ele garantiu ainda que a Holanda e sua experiência em logística ajudará os gaúchos na meta de crescimento anual de 9% projetada pelo porto até 2015. O diretor da Amports disse ter ficado impressionado com a estrutura existente. "O RS tem um grande potencial hidroviário e nós iremos auxiliá-lo nas mudanças necessárias de forma otimizada", afirmou Wim Ruijgh. O presidente da ABTP reforçou ao ministro interino dos Portos a reivindicação para que a atribuição de conceder e fiscalizar portos das hidrovias seja passado da esfera federal ...

RS colhe 70% da área de arroz e safra deve superar 7 milhões de toneladas

...a Sul que, provavelmente, não alcançarão os rendimentos previstos em razão do plantio atrasado. Nos municípios que abrangem Santo Antônio da Patrulha, 83% da área já está colhida. Conforme o levantamento do Irga, a Planície Costeira Interna tem 65% do processo finalizado e a Depressão Central atinge 69%. Na Fronteira Oeste e na Campanha, a colheita chega a 76% da área cultivada, enquanto que a Zona Sul tem 52% do procedimento concluído. Uruguaiana, Quarai, Agudo e Dom Pedrito apresentam as maiores produtividades do Estado com rendimentos acima de 7,5 mil quilos hectare. A estimativa do Irga indica que 5,2 milhões de toneladas de arroz já foram colhidas no Rio Grande do Sul. Com 1,05 milhão de hectares plantados, a safra gaúcha de arroz deverá ser 10% superior ao registrado em 2005/06, quando o déficit hídrico prejudicou o plantio do cereal. Por Agência de Notícias do Governo do Rio Grande do Sul...

Greve asfixiante

...uardam a liberação da Receita alcança US$ 450 milhões. Em Manaus, quase duas dezenas de indústrias paralisaram suas atividades porque não conseguiram liberar os componentes importados dos quais dependem para operar. De acordo com cálculos das indústrias locais, as cargas retidas em Manaus somam US$ 100 milhões. A greve foi declarada ilegal pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Com base na lei, o ministro do STF decidiu também que o governo deve descontar dos salários dos...

3 mil caminhões parados

.... Apenas a Doux Frangosul já calcula que mil toneladas de aves deixaram de ser exportadas pelo Porto de Rio Grande desde o início da paralisação. Em Uruguaiana, ontem, havia 10 carretas, com cerca de 250 toneladas de frango congelado, esperando liberação. Em valores, são cerca de R$ 4,4 milhões de negócios em atraso. Segundo a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) nos últimos três anos, o país enfrentou 442 dias de paralisação, com greves de servidores da Receita Federal, do Ministério da Agricultura, da Anvisa e do Ibama. Briga na Justiça - Para evitar perdas ainda maiores no Estado, a Federação das Indústrias (Fiergs) entrou com mandados de segurança e conseguiu liberar cargas de empresas associadas que precisam embarcar suas mercadorias no Porto de Rio Grande. - Outras decisões similares estão sendo aguardadas para escritórios aduaneiros em cidades do Interior e na aduana de Uruguaiana. Em todos os portos do Estado, 1.218 caminhões encontravam-se parados ontem. - Do início da greve, no dia 17 de março, até agora, são contabilizados US$ 5 milhões de prejuízo para as transportadoras no Estado, segundo dados da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais. Entre as reivindicações dos auditores está o reajuste salarial. Em começo carreira, um auditor fiscal da Receita ganha R$ 9 mil. Eles defendem salário inicial de R$ 11 mil e especial de R$ 18 mil. O valor seria para equiparar aos valores pagos aos delegados da Polícia Federal. No maior porto seco da América Latina, em Uruguaiana, exportar virou tormento para cerca de 700 caminhoneiros que dependem do despacho aduaneiro para viajar Por Zero Hora/RS...

A grande barreira para o esforço exportador do País

...es do governo brasileiro para alcançar a fatia de 1,5% do comércio internacional com exportaç...

Dogmatização do câmbio e exportações

...ior, o Brasil poderá não mais alcançar e sustentar um superávit comercial num patamar que cubra o déficit das contas de serviços e de rendas, como ocorreu nos últimos cinco anos. Em 2007, o déficit atingiu US$ 40 bilhões e deverá aumentar neste e nos próximos anos. Para evitar eventual acumulação de déficits em transações correntes, invertendo a posição observada, não basta, apenas, melhorar o câmbio, apesar da sua importância. É preciso que o governo entenda ser fundamental eliminar as “barreiras internas” aos investimentos e à produção, para assegurar exportações crescentes, pois não há como os empresários continuarem tendo paciência e resistência às mazelas do sistema tributário, sendo reféns da irracionalidade da infra-estrutura e da “política” de portos, da barbárie burocrática e das inúmeras greves. É preciso, ainda, construir e consolidar entendimento de que os serviços formam a base de sustentação de uma agressiva política de exportação. Para o País conseguir relativo equilíbrio nas transações correntes, sem a ajuda do capital externo e o uso das reservas, deverá ser eliminado, ou reduzido drasticamente, o déficit da conta de serviços que, em 2007, somou US$ 12,6 bilhões e, neste ano, é provável que alcance US$ 14 bilhões. Esse é o momento para se discutir os verdadeiros problemas que elevam os custos internos do País - como as greves - reduzindo a competitividade e a importância de efetiva política de exportação de mercadorias e serviços. Não é momento para dogmatizar o câmbio, por, sozinho, não ser a solução. Benedicto Fonseca Moreira, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) Por O Estado de São Paulo...

Preços sustentam avanço da receita das exportações

...e outro lado, o complexo sucroalcooleiro segue decepcionando. Puxado pelo mau desempenho do açúcar (-27%), o segmento acumulou um recuo de 20,4% no período, com vendas de US$ 1,26 bilhão. As vendas de álcool ainda cresceram 4%, mas pesou mais a queda nos preços de açúcar (11%) e álcool (8%) foram determinantes. O bom desempenho do agronegócio pode ser atribuído à explosão das cotações internacionais das commodities agropecuárias. As estatísticas da Coordenação-Geral de Organização para Exportação mostram, por exemplo, salto de 65% nos preços do complexo soja no primeiro trimestre em relação aos três primeiros meses de 2007. Já as cotações do complexo carnes (bovinos, suínos, frangos e perus) sofreram reajuste de 27%. O país também ganhou mais na venda de produtos florestais (16%), café (20%), fumo (14%) e milho (39%). Mas foram os produtos lácteos os campeões da elevação: 76,6% no período. As importações custaram mais caro ao país até agora. Com preços 65% mais altos, as compras de trigo quase dobraram, para US$ 770 milhões até março. Por Valor Econômico - SP ...

Arroz terá safra de 11,95 milhões de toneladas no Brasil

...ter oscilações e o Estado irá alcançar 7,1 milhões de toneladas, com uma produtividade de 6,7 mil quilos por hectare. Em comparação com os rendimentos das outras regiões, o Rio Grande do Sul se destaca pela adoção de tecnologias que promovem a sustentação do setor. No Nordeste, por exemplo, a área plantada chega a 746 mil hectares, mas a produtividade é de apenas 1,6 mil quilos por he...

Auditores da Receita Federal de Uruguaiana ampliam paralisação

...res de Cargas Internacionais calculam que o prejuízo com a greve dos auditores, que começou há 20 dias, seja de US$ 5, 5 milhões. Durante a tarde, a fila de caminhões era de pelo menos quatro quilômetros. Não há mais congestionamento. Fonte: Zero Hora...

Calçados sintéticos ampliam participação nas vendas externas

O calçado sintético com grife começa a roubar espa

Importação de produtos chineses fica 10% mais cara

Os produtos chineses comprados pelo Brasil vão fic

Previsão de melhorias no porto de Imbituba

...strador do Porto de Imbituba calcula que o aprofundamento do calado para pelo menos 12 metros em um primeiro momento, ou para os 14 metros ideais, deve se tornar uma realidade em três anos. "O objetivo é transformar o Porto de Imbituba no melhor do Sul do País", afirma. Por Jornal A Tribuna - Criciúma,SC/Milena Nandi...

Receita tira Selic de devolução de tributo para exportador

...sas duas contribuições, hoje calculadas de forma não-cumulativa, muitas vezes geram saldos credores nos casos em que as empresas possuem altos créditos de PIS e Cofins pagos na compra de insumos e serviços. Os saldos credores são comuns entre os exportadores, já que as vendas ao exterior não pagam as duas contribuições. Assim as empresas não tem débitos suficientes para abater os créditos de PIS/Cofins. “Como esse ressarcimento de saldo credor de PIS e Cofins também não é resultado de pagamento indevido, é provável que o Conselho derrube a atualização pela Selic”, concorda o advogado Maurício Barros, do escritório Braga & Marafon. Ele lembra, porém, que os conselheiros ainda estão muito divididos sobre o assunto. “Alguns julgamentos ficaram em sete contra sete. O resultado só foi definido contra o contribuinte porque em caso de empate o voto do presidente da Câmara vale por dois. E o presidente é sempre um representante da Fazenda”, diz. “Ainda é possível uma nova mudança.” Antes da revisão do assunto, a Câmara Superior garantia a atualização pela Selic porque entendia que o ressarcimento do crédito presumido de IPI era uma espécie de restituição de tributos. Além disso, aplicava-se a isonomia, já que os créditos a favor da União são corrigidos pela Selic. Com informações do Valor Econômico - SP Fonte: Net Marinha...

Greve dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil

...na verdade, é a geração de incalculáveis prejuízos de toda ordem, pois as programações de importação ou exportação de mercadorias acabam desarticuladas, prejudicando diretamente as empresas que necessitam receber as mercadorias que adquirem no exterior, eis que algumas até de natureza estratégica, como as matérias-primas, e mesmo as que são vendidas ao mercado externo. As empresas, que já arcam com os custos normais de manutenção de suas estruturas, os quais não são baixos, com compromissos salariais e sociais, obrigam-se também a assumir todos os ônus dessas paralisações. E todos os outros setores que direta ou indiretamente dependem dessa área...

Pacote prepara estímulo às exportações

Devem ser anunciadas nos próximos dias as medidas

Receita com embarque de café é recorde

...ior produtor mundial do grão, alcançaram uma receita histórica de US$ 4 bilhões entre abril 2007 e março de 2008. Dado...

União Européia pode barrar carne brasileira

...Agripoint, Miguel da Rocha Cavalcanti. Ele diz que acha estranho a informação do secretário de Defesa Agropecuária da necessidade de se revisitar as fazendas. Opinião semelhante tem Ferraz, da AgraFNP. "O que se pode deduzir é que pode haver algum problema, que o governo está prevendo que possa acontecer alguma coisa, como a carne chegar lá e ser recusada por algum problema", afirma. Ele acrescenta que talvez só falte um "OK" da União Européia para todas as 95 fazendas e que assim que isso ocorrer a lista possa, inclusive crescer. De acordo com o governo, a quantidade de fazendas autorizadas a embarcar irá aumentar depois que do treinamento dos fiscais, que ocorre até o dia 24. "Nossa senhora! Quer dizer que o que já era uma miséria virou pó?", indaga o analista da Safras & Mercado, Paulo Molinari. Ele também acredita que seja uma medida do governo de precaução, mas acrescenta que o cenário não vai mudar enquanto não houver uma quantidade maior de fazendas autorizadas a vender para os frigoríficos exportadores. "A realidade é que o mercado europeu vai ficar desabastecido e o Brasil vai vender pouco", diz. Segundo dados da consultoria, no primeiro trimestre deste ano os embarques de carne caíram de 667,2 mil toneladas para 507,2 mil toneladas (em equivalente carcaça), ou seja, uma diminuição de 24% no período. "No meu entender, o ministério tinha entendido que as 95 fazendas estariam automaticamente credenciadas e os frigoríficos poderiam abater e parece que aconteceu algum problema", diz o diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres. Ele lembra, no entanto, que o mercado mundial de carne está muito bom, que a Argentina e a Austrália estão com problemas de oferta e que, portanto, o Brasil tem chances de embarques para outros países. Procurada, a Abiec não se pronunciou sobre a documentação do governo. Por Gazeta Mercantil...

Importações têm forte alta e saldo comercial cai 66,9% no 1º trimestre

...o mês passado, as exportações alcançaram US$ 12,61 bilhões e, pelas médias diárias, o aumento foi de 7,6% sobre as vendas de março do ano passado. Ritmo de elevação muito maior - 33,2% - foi verificado nas importações, cujo valor foi de US$ 11,6 bilhões em março. De janeiro a março, a média diária das exportações é 15,6% maior que a do primeiro trimestre de 2007 e o resultado acumulado é de US$ 38,69 bilhões neste ano. No lado das importações, o salto nos três primeiros meses foi de 44,1% e o valor das c...

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO No- 3,

...eio da desunitização, que não alcança os demais itens do CE. Seção V Do Bloqueio da Escala e da Carga Art. 47. Nenhum bloqueio de escala impede a atracação da embarcação. Art. 48. Considera-se autorizada a operação quando registrada a atracação e inexistir bloqueio. Parágrafo único. Após esse momento, caso a unidade da RFB pretenda interromper a operação, deverá fazê-lo, não por bloqueio no sistema, mas mediante comunicação ao responsável pela operação. Art. 49. A desatracação da embarcação poderá ser bloqueada após o registro da atracação, desde que ainda não registrada a última desatracação na escala. Parágrafo único. O bloqueio manual da escala, registrado entre duas desatracações dessa mesma escala, impede: a) o próximo registro de desatracação, no caso de bloqueio do tipo desatracação ou total; ou b) a operação de carregamento e descarregamento na atracação seguinte, no caso de bloqueio do tipo operação ou total. Art. 50. Todo bloqueio manual relativo à operação da embarcação na escala estará disponível a consulta pelo transportador. Art. 51. No momento do registro da atracação, até 31 de dezembro de 2008, o sistema bloqueará automaticamente a operação da embarcação com escala incluída após o prazo de antecedência de cinco horas do registro de sua atracação. Art. 52. O prazo de antecedência para informação dos CE agregados é contado com base no registro da primeira atracação da escala no porto de destino final do respectivo CE genérico. Seção VI Do Bloqueio Aplicado ao Endosso Art. 53. O endosso eletrônico será controlado mediante bloqueio no sistema. § 1o Toda proposta de endosso registrada após a primeira atracação no País bloqueará o CE pelo motivo de endosso eletrônico após a primeira atracação. § 2o No momento do registro da primeira atracação em cada escala, o sistema bloqueará os CE pelos motivos de: I - endosso eletrônico sem manifestação de aceite ou rejeitado; ou II - endosso eletrônico aceito, mas após o prazo de antecedência. § 3o Os bloqueios referidos nos parágrafos anteriores acima serão baixados pela RFB após análise. Seção VII Das Competências de Bloqueio e Desbloqueio Art. 54. O bloqueio observará as seguintes regras quanto à competência para seu registro: I - o bloqueio de escala somente será permitido a servidor lotado na unidade da RFB que jurisdiciona o porto da escala; II - o bloqueio de manifesto somente será permitido a servidor lotado na unidade da RFB que jurisdiciona o porto de carregamento ou descarregamento do manifesto, salvo se manifesto PAS, que poderá ser bloqueado independentemente da lotação do servidor; e III - O bloqueio de CE e respectivos itens independe da lotação do servidor aduaneiro. Art. 55. O registro do desbloqueio observará as seguintes regras: I - o desbloqueio de escala compete à unidade da RFB jurisdicionante do porto da escala; II - o desbloqueio de manifesto compete à unidade da RFB jurisdicionante: a) do porto de carregamento, no caso dos manifestos de LCE de PAS com BCE com porto de descarregamento estrangeiro e de CAB, ITR, CAB com Baldeação (BCN) e ITR com Baldeação (BCN) com portos de descarregamento não alfandegados; b) do porto de descarregamento, no caso dos manifestos de LCI, de LCI com Baldeação (BCE), de LCE com Baldeação (BCE), de PAS com Baldeação (BCE) com porto de descarregamento nacional e de CAB, ITR, CAB com Baldeação (BCN) e ITR com Baldeação (BCN) com portos de descarregamento alfandegados; ou c) do porto onde foi acionado ou registrado o bloqueio no caso do manifesto PAS. III - O desbloqueio de CE e respectivos itens compete à unidade da RFB jurisdicionante do local onde o bloqueio esteja impedindo a operação de descarregamento ou carregamento, de transferência, de desunitização, de vinculação a despacho ou de entrega, nos casos de: a) CE de importação, exportação ou passagem e respectivos itens; ou b) CE nacionais e respectivos itens, se carregados ou descarregados em porto alfandegado. Seção VIII Dos Bloqueios e Desbloqueios na Retificação Art. 56. No caso de carga estrangeira ou de passagem, o Siscomex Carga bloqueará todo manifesto, CE ou item submetido à solicitação de retificação. Parágrafo único. O sistema baixará automaticamente o bloqueio quando do registro do resultado da análise ou do registro do deferimento automático, de acordo com o § 3o, do art. 26, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007. CAPÍTULO V DAS ALTERAÇÕES E RETIFICAÇÕES Seção I Das Retificações Art. 57. A retificação de dados dos manifestos, CE ou itens de carga será solicitada pelo transportador no sistema Mercante e identificada por número de protocolo gerado automaticamente. Art. 58. A análise da retificação de manifesto PAS e de seus CE e itens compete à unidade da RFB jurisdicionante do primeiro porto de atracação no País em que o manifesto foi vinculado. Art. 59. A competência para análise da retificação, estabelecida nos incisos I e II, do art. 26, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007, será da unidade da RFB jurisdicionante do: I - novo porto de descarregamento, no caso de solicitação de retificação do porto de descarregamento do manifesto; II - porto de descarregamento do novo manifesto, no caso de solicitação de retificação para exclusão do CE, com posterior inclusão do CE em novo manifesto; ou III - local de destino do trânsito de exportação, quando solicitada a retificação após o início do trânsito. Art. 60. Até desenvolvimento de função própria, caso o transportador desista da solicitação de retificação, antes do resultado da análise, deverá solicitar formalmente o indeferimento da solicitação à unidade da RFB competente para a análise. Art. 61. O sistema Mercante efetivará automaticamente a retificação caso registrado o deferimento e disponibilizará à RFB consulta ao histórico das retificações. Art. 62. Deverão ser imediatamente baixados pela unidade da RFB, após o respectivo deferimento da solicitação de retificação, os bloqueios existentes no sistema pelos seguintes motivos: a) CE com omissão da informação do número de lacre de contêiner ou de sua inexistência; b) CE informado a ordem, após a identificação do consignatário; e c) CE genéricos e respectivos agregados, quanto a retificação dos campos frete, peso e cubagem. Seção II Das Alterações de Ofício Art. 62. A competência para analisar a solicitação de alteração de ofício de que trata o art. 27, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007, será da unidade da RFB jurisdicionante: I - do local de despacho da DI ou DSI ou, se ainda não registradas, do local de destino do último trânsito, no caso do inciso I, do art. 25, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007; II - do local de desunitização do CE genérico, no caso do inciso II, do art.25, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007; ou III - do local de descarregamento do último manifesto do CE, no caso do inciso III, do art. 25, da Instrução Normativa no 800, de 2007. § 1o As alterações de ofício decorrentes do inciso I deverão ser seguidas, quando couber, de correção da DI, DSI ou declaração de trânsito aduaneiro a que o CE foi vinculado. § 2o No caso de deferimento de solicitação de retificação da DI, o sistema Mercante retificará automaticamente os respectivos dados do CE. CAPÍTULO VI DO ENDOSSO ELETRÔNICO Art. 63. O endosso eletrônico não substitui o endosso na via original do conhecimento de carga, que é documento instrutivo do despacho aduaneiro. Parágrafo único. A existência de endosso bancário no sistema, efetuada pela instituição bancária, dispensa a apresentação a RFB de documentos comprobatórios da competência dos funcionários dos bancos quanto às assinaturas apostas no verso do conhecimento de transporte que ampara o despacho de importação, exceto nos casos de existência de indícios de irregularidades. CAPÍTULO VII DAS PENALIDADES POR INFORMAÇÃO APÓS OS PRAZOS Art. 64. Quanto às penalidades de que trata o art. 45, observado o art. 48, ambos da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007: § 1o Na escala, a penalidade não se aplica às seguintes situações: I - qualquer alteração, mesmo após a primeira atracação ou última desatracação na escala; e II - a inclusão fora do prazo, quando previamente autorizada pela unidade da RFB jurisdicionante do porto da escala, a pedido formal do transportador, para substituir escala da mesma embarcação, na mesma viagem, no mesmo porto e informada dentro do prazo, mas que precisará ser excluída porque o campo a corrigir é de alteração não permitida pelo sistema. § 2o No manifesto: I - A penalidade aplica-se a toda inclusão após a atracação, salvo quando previamente autorizada pela unidade da RFB jurisdicionante do porto da escala, a pedido formal do transportador, para substituir manifesto informado dentro do prazo, mas que precisará ser excluído para que se corrija o porto de carregamento ou descarregamento nacionais ou algum campo de alteração não permitida pelo sistema; e II - A penalidade aplica-se também a toda retificação: a) em que os portos de carregamento ou descarregamento estrangeiros sejam alterados para porto de outro país; b) que inclua contêiner vazio; ou c) que exclua contêiner vazio de manifesto com porto de carregamento estrangeiro, após a primeira atracação no País e antes da atracação no porto de descarregamento. III - A penalidade não se aplica à retificação para exclusão e inclusão de contêiner vazio em manifesto quando a descarga do contêiner ocorrer por determinação da RFB. § 3o Nos CE ou item: I - A penalidade não se aplica: a) aos CE de exportação quando a retificação ocorrer dentro dos sete dias de que trata o § 3o, do art. 30, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007; e b) aos CE agregados quando o CE genérico tiver sido incluído a menos de duas horas de antecedência da atracação no porto de destino e desde que a desconsolidação seja concluída até duas horas após a inclusão do respectivo CE genérico. II - não se considera descumprimento de prazo a informação de CE que ampare transporte de granel nas seguintes situações: a) retificação para exclusão do CE e inclusão de outros, por motivo de substituição, mantido o NCM; e b) retificação dos dados do CE, salvo quando se referir a código de posição NCM. § 4o Observados os parágrafos anteriores, a penalidade será aplicada por: I - escala incluída após o prazo; ou II - cada deferimento, automático ou não, de retificação do manifesto, CE ou item, independentemente da quantidade de campos retificados; § 5o Quanto à competência na apuração e aplicação das penalidades por retificação: I - nas retificações da escala, compete à unidade da RFB jurisdicionante do porto da escala; II - nas retificações de manifesto LCI, LCE, PAS e BCE, compete à unidade da RFB responsável pela análise, inclusive no caso de deferimento automático; III - nas retificações de manifesto BCN, CAB ou ITR e de seus CE nacionais e respectivos itens, caso carregados ou descarregados em porto alfandegado, compete à unidade da RFB jurisicionante: a) do porto alfandegado, se apenas um dos portos for alfandegado; ou b) do porto de descarregamento, se ambos os portos forem alfandegados. IV - nas retificações de CE e respectivos itens, compete à unidade da RFB jurisdicionante: a) do porto de destino do CE de importação; b) do porto de origem do CE de exportação; ou c) do primeiro porto de atracação no país, no caso de CE de passagem. § 6o Em nenhuma hipótese o procedimento administrativo para constituição do crédito tributário será motivo de interrupção da operação da embarcação ou de suas cargas. § 7o A penalidade por retificação será aplicada sobre o transportador que incluiu o CE. § 8o As unidades deverão periodicamente analisar as situações no sistema que gerem infrações à legislação aduaneira em prazo de até 90 (noventa) dias contados da atracação da embarcação conforme estabelecido pelo chefe da unidade local da RFB. Art. 65. Até desenvolvimento de função específica, a análise das retificações, para efeito de aplicação de penalidade, será realizada via consulta ao histórico de bloqueios, no Siscomex Carga. CAPÍTULO VIII DAS CRÍTICAS OS DADOS DOS DESPACHOS Art. 66. O registro de DI de consumo ou admissão (tipos 1 a 10 e 12), em unidade de despacho não-Mantra e para carga aquaviária condiciona-se à disponibilidade do NIC no SISCOMEX e às seguintes verificações com os dados do CE: I - a unidade de entrada deverá ser a unidade de descarregamento do LCI; II - a data de chegada deverá ser a data de operação do LCI; III - a data de embarque deverá ser a data de emissão do CE IV - a unidade de despacho deverá ser a unidade de destino do CE ou a unidade de destino do último manifesto LCI com baldeação (BCE) ou trânsito aduaneiro; V - o CE deverá ter porto de destino nacional e não poderá ser genérico; VI - o importador deverá ser o consignatário do CE, salvo importador estrangeiro ou missão diplomática; VII - o peso bruto deverá estar dentro do percentual de tolerância em relação ao peso bruto do CE ou, no caso de trânsito, ao informado na declaração de trânsito; VIII - o frete não poderá ser superior ao do CE; IX - os quatro primeiros dígitos de cada NCM deverão constar no CE; e X - se CE submetido a trânsito, o VMLE da DI não poderá ser superior ao percentual de tolerância em relação ao VMLE informado na declaração de trânsito. § 1o O registro da DSI submete-se as mesmas regras, exceto quanto aos incisos I e II. § 2o As verificações previstas no caput serão aplicadas, no caso de despacho na modalidade antecipada, por ocasião da retificação. Art. 67. O registro de declarações de trânsito aduaneiro (DTA) dos tipos DTA-EC, DTA-EE, DTA-PC e MIC-P para cargas aquaviárias condiciona-se à existência do CE no sistema Mercante e, quando se tratar de trânsito com armazenamento na origem, a sua disponibilidade no SISCOMEX. Art. 68. A verificação de consistência de dados no registro de DI, DSI e declaração de trânsito somente se aplica quando o NIC e o CE vinculados seguirem as regras de informação no sistema vigentes a partir de 31 de março de 2008. CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 69. Para efeito de regras de transição, entende-se por antigos os registros gerados no sistema Mercante até 28 de março de 2008, e por novos, os gerados a partir de 31 de março de 2008. Parágrafo único. Para fins de implantação do Siscomex Carga com o sistema Mercante não será possível a informação de escalas e cargas nos dias 29 e 30 de março de 2008. Art. 70. A partir 31 de março de 2008, os transportadores deverão registrar escala no sistema para todas as embarcações em operação. Art. 71. A vinculação a escala somente será permitida a manifestos novos. Art. 72. A partir de 31 de março de 2008, todos os manifestos e conhecimentos serão informados no sistema Mercante na nova estrutura. § 1o O sistema permitirá informar novos conhecimentos em manifestos antigos até 30 de abril de 2008. § 2o Os CE genéricos antigos sem a informação de CE agregados até 28 de março, deverão ter todos os CE agregados informados na nova estrutura a partir de 31 de março de 2008. Art. 73. O Siscomex Carga permitirá consulta específica a todos os manifestos e CE, novos ou antigos. Art. 74. Os manifestos e CE antigos serão retificados pelo DEFMM via função de alteração e os CE novos informados em manifestos antigos serão retificados pelo transportador via função de alteração nova. Parágrafo único. Para efeitos de regras de transição entendese por retificação toda correção ou exclusão após a atracação ou desatracação. Art. 75. Quanto à aplicação dos bloqueios: I - os bloqueios automáticos não serão acionados nos manifestos antigos e seus CE, novos ou antigos; e II - os bloqueios não automáticos somente serão permitidos para CE, seja novo ou antigo, não podendo ser registrados para manifestos antigos. Art. 76. A função de vinculação entre o NIC e CE novos ocorrerá automaticamente no sistema Mercante. Parágrafo único. A função de vinculação seguirá as regras de vinculação manual quando se tratar de operação envolvendo CE antigo e NIC antigo ou novo; Art. 77. O depositário somente poderá registrar NIC novo para carga já presenciada até 30 de março de 2008, nos casos das amparadas por CE novo, com NIC ainda não vinculado a DI, DSI ou declaração de trânsito, desde que exclua a informação do NIC antigo. Parágrafo único. Nas demais hipóteses, para vinculação de CE novo a NIC antigo já presenciado, quando for o caso, o importador deverá excluir a vinculação automática, gerada no registro do CE novo, e vincular o CE novo ao NIC antigo; Art. 78. Os controles definidos no art. 33, da Instrução Normativa RFB no 800, de 2007, não se aplicam aos manifestos antigos e respectivos contêineres vazios, devendo o operador portuário controlar a descarga pelos manifestos e relação de contêineres vazios entregues pelo transportador. Art. 79. Após o dia 30 de abril de 2008, não serão permitidas operações de carregamento e descarregamento de contêineres vazios não informados no sistema e de cargas amparadas por manifestos antigos. Parágrafo único. Após o prazo do caput, o transportador deverá excluir os manifestos antigos ainda não descarregados e incluílos novamente. Art. 80. O transportador deverá entregar à unidade da RFB, conforme os procedimentos usuais, todos os manifestos e conhecimentos informados até 30 de março de 2008. Art. 81. Toda entrega de carga, a partir do dia 31 de março de 2008, antes de ser iniciada pelo depositário de recinto alfandegado não controlado pelo Siscomex Mantra deverá ter seu registro informado no Siscomex Carga. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às cargas que saiam do recinto alfandegado amparadas por despacho de exportação ou declaração de trânsito. Art.82. Este Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação. MAURO DE BRITO...

Auditores da Receita Federal rejeitam proposta e decidem manter paralisação

...tigos. Esses patamares seriam alcançados em abril de 2009. Essa proposta, na avaliação de Cabral, seria aceita pelos auditores. A reivindicação mais importante dos grevistas é a equiparação salarial com as carreiras da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Polícia Federal. "O que não aceitamos é um critério de avaliação de desempenho que permite pressão política sobre os auditores", explicou o representante dos auditores. Outro ponto de discórdia entre governo e auditores, na avaliação de Cabral, é o fato de seus auxiliares (analistas) estarem recebendo aumentos 14% maiores que os oferecidos a eles. Isso está, segundo ele, provocando atritos entre os funcionários da Receita. Segundo o Ministério do Planejamento, os auditores da Receita tiveram, desde 2002, 123,4% de aumento no valor inicial do salário na carreira. Era de R$ 4.544,53 e saltou para R$ 10.115,32. No salário do topo da carreira, os aumentos, nesse período, foram de 81,41% (R$ 7.376,91 para R$ 13.382,26). A greve dos auditores da Receita Federal ameaça prejudicar a oferta de produtos eletroeletrônicos para o Dia das Mães. O alerta foi dad...

FISCALIZAÇÃO - Greve de fiscais já causa colapso nas aduanas

Há 30 mil contêineres parados no Porto de Santos e

Número de importadoras cresce mais rápido em 2008

...vestimento estrangeiro direto alcançou a cifra recorde de US$ 34,5 bilhões e que somente em janeiro esse tipo de inversão somou US$ 4,8 bilhões. Welber Barral considera que a tendência é a de ampliação no número de importadores, mas não nos níveis verificados em janeiro. Entre os motivos, cita a conclusão de investimentos e o efeito das recentes medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda para conter a desvalorização da moeda americana. Para o vice-presidente da AEB, José Augusto de Castro, a alta das importações se deve à combinação do dólar fraco com o mercado interno aquecido. Por Folha de São Paulo...

Mantega quer manter as exportações de aço

...apacidade instalada do Brasil alcança 41 milhões de toneladas por ano. Por Folha de São Paulo...

Comércio entre Brasil e China registrou forte crescimento em 2007

...re a América Latina e a China alcançou o valor recorde de US$ 102,611 bilhões em 2007, uma alta de 46,6% em relação a 2006. As exportações latino-americanas ao mercado chinês subiram 49,4%, chegando a US$ 51,068 bilhões, enquanto as vendas da China à região aumentaram 43,1%, até US$ 51,543 bilhões, de acordo com o Latin Business Chronicle. Ao contrário dos Estados Unidos, a América Latina tem um menor déficit comercial com a China. “De fato, cinco das sete principais economias da América Latina, incluindo o Brasil, registraram no ano passado um supe...

Governo inaugura obra no porto da Capital

...anel (fertilizantes), podendo alcançar pranchas de descarga de até 6 mil toneladas/dia. "As novidades trazem dinamismo para o porto, otimizando a sua atividade", acredita Andrade. Uma das possibilidades é escoar parte da produção da região da Serra pela Capital, o que poderia reduzir gastos com deslocamento e ajudar a diminuir o movimento nas rodovias. Também é um passo importante para apoiar nas operações logísticas da Aracruz, que demandará um elevado volume de deslocamento de celulose e matéria-prima após a duplicação de sua fábrica em 2010. "O novo ciclo da infra-estrutura no Estado também possibilitará a volta do uso do Rio Jacuí para navegação", explicou o secretário. Para este ano, estão previstos investimentos de R$ 15 milhões em sinalização, dragagem, licitações e manutenção nos portos administrados pela Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), em Porto Alegre, Cachoeira e Pelotas. O Estado já prepara as licitações. Ainda em logística, serão investidos R$ 8 milhões no sistema aeroportuário estadual ao longo do ano. Por Jornal do Comércio / RS...

RESOLUÇÃO-RDC No- 20, DE 26 DE MARÇO DE 2008

...R EM CONTATO COM ALIMENTOS 1. ALCANCE 1.1 Objetivo Estabelecer os requisitos gerais e os critérios de avaliação, aprovação/autorização e registro de embalagens de PET elaborados com proporções variáveis de PET virgem (grau alimentício) e de PET pós-consumo reciclado descontaminado (grau alimentício), destinados a entrar em contato com alimentos. 1.2. Âmbito de aplicação O presente Regulamento se aplica aos produtos finais (embalagens de PET-PCR grau alimentício), artigos precursores dos mesmos e matéria-prima (PET-PCR grau alimentício). 2. DEFINIÇÕES Para os efeitos deste Regulamento se consideram: 2.1. PET de descarte industrial: é o material de descarte proveniente de embalagens ou artigos precursores dos mesmos, ambos de grau alimentício, gerado no estabelecimento industrial que elabora embalagens, artigos precursores e/ou alimentos, e que não se recupera a partir dos resíduos sólidos domiciliares. Não inclui o "scrap". 2.2. "Scrap" (Aparas de processo): PET de grau alimentício que não está contaminado nem degradado, que se pode reprocessar com a mesma tecnologia de transformação que o originou, e que pode ser utilizado para a fabricação de embalagens e materiais destinados a entrar em contato com alimentos. 2.3. PET pós-consumo: é o material proveniente de embalagens ou artigos precursores usados, ambos de grau alimentício, e que se obtêm a partir dos resíduos sólidos para os efeitos de aplicar as tecnologias de descontaminação. 2.4. Procedimento de validação normalizado ("challenge test" ou equivalente): protocolo de análise destinado a avaliar a eficiência de eliminação de contaminantes modelo da tecnologia de reciclagem física e/ou química com que se processa o PET pósconsumo e/ou de descarte industrial. O mesmo está estabelecido ou reconhecido pelo Food and Drug Administration (FDA) dos EUA, pela European Food Safety Authority (EFSA), pela Direção Geral de Sanidade e Proteção dos Consumidores (Directorate General of Health and Consumer Protection) da Comissão Européia, pelas Autoridades Sanitárias Competentes dos Estados Membros da União Européia, ou por aquele que no futuro seja consensuado no âmbito do MERCOSUL. 2.5. Contaminantes modelo ("surrogates"): substâncias utilizadas nos ensaios de validação ("challenge test" ou equivalente) das tecnologias de reciclagem física e/ou química, para avaliar sua eficiência de descontaminação, e que são representativas dos potenciais contaminantes presentes no PET pós-consumo e/ou de descarte industrial. 2.6. Autorizações especiais de uso: são as Cartas de não Objeção ("no objection letter" ou "NOL") ao uso de PET-PCR grau alimentício, ou as Aprovações ou Decisões referentes ao seu uso, emitidas pelo Food and Drug Administration (FDA) dos EUA, pela European Food Safety Authority (EFSA), pela Direção Geral de Sanidade e Proteção dos Consumidores (Directorate General of Health and Consumer Protection) da Comissão Européia, pelas Autoridades Sanitárias Compet...

Transportadores enfrentam bloqueios

...odo o país, causam prejuízos calculados em US$ 1 mil ao dia por caminhão com carga parada, estima a Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (Abti). Segundo a entidade, cerca de 3 mil caminhoneiros brasileiros circulam por dia na Argentina e estariam sendo prejudicados pelos bloqueios. A barreira mais próxima do Bras...

Greve dos auditores gera prejuízo de US$ 700 mil em Uruguaiana

...ansportadores Internacionais calcula que o prejuízo para as transportadoras já tenha chegado aos US$ 700 mil.Para o vice-presidente da entidade, José Carlos Becker, a situação está pior para os caminhões que caem no canal vermelho, que precisam passar por uma fiscalização mais rigorosa, no Porto Seco de Uruguaiana. Muitos, já estão pa...

Na prática, embargo da União Européia à carne continua

...retor da Agripoint, Miguel Cavalcanti, lembra, no entanto, que mesmo com o redirecionamento das vendas para outros países, as empresas estão perdendo. Segundo ele, o preço de um quilo de corte nobre, que seria comercializado a US$ 40 na Europa sai a US$ 15 em outros mercados. Por Gazeta Mercantil...

Novos destinos no mapa das exportações

Para compensar o dólar baixo e a concorrência com

Greve de auditores e recesso da Justiça prejudicam exportações

...ízos, apesar de não ter como calculá-los. É que o valor dos encargos, como a taxa de permanência da carga no Porto, é cobrado de acordo com o valor agregado da mercadoria, que só é conhecido no momento da operação de retirada. “Não dá para mensurar. Vamos ter que esperar até segunda-feira a Justiça Federal voltar a despachar. Só que para o comércio exterior não existe fim de semana nem feriado”, frisou Souza, revoltado com a situação. Até ontem a Eadi tinha conseguido a liberação, apenas, de pequenas cargas com peças de informática vindas do Pólo de Ilhéus, no Aeroporto. A média diária de desembarque de cargas para a empresa, que mantém porto-seco na cidade baixa (Avenida Luiz Tarquínio), é de 15 a 18 contêineres. Os auditores fiscais da União entram hoje no quarto dia da greve nacional, que reivindica ...

Calçados - Exportação cresce 6,1% no bimestre

CALÇADOS O setor calçadista registrou no primeiro

Cotação do boi em dólar é a maior em 37 anos no país

...20 no Brasil. Este mês, o boi alcançou US$ 45,34 em São Paulo, mercado de referência no país, segundo a Scot Consultoria. O valor, nominal, é o maior d...

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 307,

...ecreto nº 805/1993 (Acordo de Alcance Regional de Preferência Tarifária Regional nº 04). DISPOSITIVOS LEGAIS: Decreto nº 805/1993; Decreto nº 70.235/1972; IN SRF nº 740/2007. PAULO JOSÉ FERREIRA MACHADO E SILVA Chefe da Divisão Substituto...

Saldo comercial no mês atinge US$ 527 milhões

...m relação às importações, que alcançaram US$ 2,967 bilhões, houve crescimento nas compras de produtos siderúrgicos, cereais e produtos de moagem, combustíveis e lubrificantes, veículos automotivos, adubos e fertilizantes, eletroeletrônicos e farmacêuticos. No acumulado do ano, as exportações somam US$ 32,799 bilhões, valor maior do que o registrado em igual período do ano passado (US$ 25,206), e as importações chegaram a US$ 30,605 bilhões, resultado acima dos US$ 18,802 bilhões observados até a segunda semana de março de 2006. Devido ao crescimento das importações em ritmo maior do que as exportações, o saldo comercial acumulado deste ano chegou a US$ 2,194 bilhões, contra US$ 6,404 bilhões em igual período de 2006. Por Valor Econômico - SP...

Óleo de soja e carnes suína e de frango lideraram exportações na 2ª semana do mês

...m relação às importações, que alcançaram US$ 2,967 bilhões, houve crescimento nas compras de produtos siderúrgicos, cereais e produtos de moagem, combustíveis e lubrificantes, veículos automotivos, adubos e fertilizantes, eletroeletrônicos e farmacêuticos. Nos 51 dias úteis de 2008, o superávit da balança é de US$ 2,194 bilhões, com média diária de US$ 43 milhões. Apesar do saldo positivo, o resultado é 68% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado, quando a média diária registrada foi de US$ 150,3 milhões. Por Agência Brasil...

Governo apóia exportação e enfrenta o dólar baixo

...xportações de bens e serviços alcançaram uma expansão de apenas 6,6%, as importações tiveram um aumento de 20,7%. Vista dessa forma, em expressões percentuais, talvez essa realidade não assuste tanto. Porém, basta observar exemplos concretos para que a situação das exportações revele toda a sua gravidade e urgência de alteração. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), depois de elogiar as medidas do governo para apoiar as exportações e a preocupação com a competitividade externa dos produtores de manufaturados, divulgou as projeções da entidade para este ano que antecipam um...

Argentina lidera o destino das exportações gaúchas

...foi extrativa mineral (156%), alcançando US$ 890 milhões e representando 41% das compras totais. O segundo lugar ficou com o químico, US$ 258 milhões, e refino de petróleo, US$ 234 milhões, com elevações de 72% e 74%, respectivamente. De acordo com a Fiergs, as perspectivas para o ano seguem positivas, e as exportações ainda devem sentir os efeitos dos embarques de soja nos próximos meses. Fonte: Jornal do Comércio...

Vendas da indústria de SC começam 2008 em alta

...avalia o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa. “As perspectivas são boas, mas ainda há muito que fazer para que esse crescimento se mantenha no médio e longo prazo. Além da aprovação da reforma tributária e dos investimentos em infra-estrutura, são necessárias mudanças nas regras relativas ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que prejudicam o setor exportador, já afetado pela piora do câmbio”, diz Corrêa. Nesta quarta-feira a FIESC encaminhou solicitação ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, para que seja eliminada a dupla tributação do IOF, ...

Nos trilhos do futuro

...ensão territorial e do volume alcançado pela produção primária, que tem no trem o seu mais eficiente e econômico meio de transporte. O modal rodoviário, hoje responsável pela parte nobre na movimentação, só é eficiente e compensador para cargas leves e distâncias curtas. Portanto, que à construção da ferrovia litorânea sigam-se outras, para que o país venha a contar num futuro não muito distante com uma extensa malha desse que é o mais seguro meio de transporte terrestre do mundo. Por Diário Catarinense - SC...

RESOLUÇÃO-RDC No- 12, DE 7 DE MARÇO DE 2008

...cíficas e ao menor nível para alcançar o efeito desejado; considerando que foram apresentadas justificativas tecnológicas para o uso proposto do aditivo INS 223 metabissulfito de sódio; considerando que o mesmo consta da Lista Geral Harmonizada de Aditivos do Mercosul - Resolução GMC no- . 11 de 2006, nas funções de conservador, antioxidante, melhorador de farinha, agente de firmeza, seqüestrante, estabilizante e agente regulador de acidez; considerando que metabissulfito de sódio foi avaliado pelo JECFA em 1998, nas funções de antioxidante, agente para tratamento de farinhas e conservador, estabelecendo sua Ingestão Diária Aceitável - IDA - de 0,7mg/Kg peso corpóreo (IDA de grupo, expressa como SO2); considerando que a estimativa de exposição ao aditivo no uso proposto não ultrapassa a sua IDA; considerando que o mesmo foi adotado pelo Codex Alimentarius em 2006, conforme o documento CAC/STAN 192-1995, Rev. 7 (2006), para a categoria de alimento 04.1.1.2 Tratamento de superfície de frutas frescas, com limite máximo de 50 mg/Kg (como SO2 residual); adota a seguinte Reso...

RESOLUÇÃO-RDC No- 13, DE 7 DE MARÇO DE 2008

...cíficas e ao menor nível para alcançar o efeito desejado; considerando que os aditivos e coadjuvantes de tecnologia devem atender aos princípios referentes ao seu emprego em alimentos e às exigências de pureza, conforme estabelecido em legislação específica; considerando que peróxido de hidrogênio consta do Inventário de Coadjuvantes de Tecnologia (CAC/MISC 3) elaborado pelo Comitê Codex de Aditivos Alimentares - CCFA; considerando que esse coadjuvante foi avaliado toxicologicamente pelo Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives - JECFA - que, em 2004, estabeleceu sua IDA como "aceitável"; considerando que a utilização do coadjuvante de tecnologia em questão, do ponto de vista da tecnologia industrial de fabricação, foi submetida à avaliação técnica e aprovação da autoridade competente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e seu uso está condicionado ao enquadramento nos parâmetros estabelecidos em legislação vigente; adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação: Art. 1° Aprovar a exten...

Retomada da indústria

Após dois meses de leve retração, a produção da in

Exportação de produtos agrícolas foi recorde em fevereiro

...tações no período de 12 meses alcançaram cifra acima dos US$ 60 bilhões. Os três dados são recordes. Os aumentos das vendas externas de carnes (31,5%), produtos florestais (28,3%), soja (40,6%), cereais, farinhas e preparações (168%) e suco de frutas (105%) foram os principais produtos responsáveis pelo desempenho positivo da balança comercial agrícola do mês passado. As informações constam em not...

Exportações brasileiras ultrapassaram US$ 2 bi

...a comercial do setor curtidor alcançou US$ 2 bilhões, em 2007, contra US$ 1,7 bilhão em 2006 (crescimento de 17%). DIFICULDADES - 2007 foi um ano extremamente difícil para o setor curtidor brasileiro, que enfrenta os mesmos problemas que prejudicam os setores têxteis, moveleiro e calçadista. Para 2008, a expectativa é de que o mercado internacional continue aquecido e o setor curtidor continue a gerar crescentes divisas ao País. “Apesar da redução prevista, de 5% a 10% no abate para a reposição do rebanho bovino, a indústria brasileira deverá se expandir por meio da compensação de preços”, estima. Por Diário de Cuiabá...

Começa dragagem de manutenção junto ao cais do Porto Novo do Rio Grande

... sendo utilizada uma draga de alcatruzes, própria para atuar junto a linha de cais. A draga de alcatruzes utiliza uma cadeia de caçambas, montada numa lança, que escava o fundo do mar. O trabalho será realizado em uma extensão de 2 km, sendo dragado a 20 metros da murada do cais. Segundo o superintendente interino, Sinésio Cerqueira, os serviços serão realizados com equipamentos e mão-de-obra da superintendência, gerando economia à autarquia. "Estamos realizando esta dragagem para mantermos as boas condições de atracação junto ao cais, garantindo segurança às operações e evitando redução de calado", salientou Cerqueira. Por Jornal Agora - Rio Grande,RS...

Embarques brasileiros de suco de laranja disparam

...to. As exportações do produto alcançaram US$ 121,3 milhões, 227,4% mais que em fevereiro de 2007. O algodão também se destacou, com um incremento de 115,8%, para US$ 45,9 milhões, sempre de acordo com a Secex. Houve avanços expressivos também para carne de frango in natura (53,6%, para US$ 421 milhões), farelo de soja (53,3%, para US$ 229,9 milhões), milho (31,3%, para US$ 78,8 milhões), carne suína in natura (30,5%, para US$ 86,6 milhões) e café em grão (11,3%, para US$ 319,4 milhões). Recuaram, em contrapartida, as vendas ao exterior de soja...

Otimismo na exportação esquece pressão cambial

... porque as exportações no ano alcançaram US$ 26,07 bilhões, enquanto as importações foram de US$ 24,25 bilhões. Nas duas pontas, nas vendas e nas compras externas tais números, no entanto, representam recordes absolutos para o mês de fevereiro. O governo, por sua vez, emite sinais cada vez mais tranqüilizadores sobre esses resultados. Anteontem, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior decidiu aumentar a projeção de meta de exportações para este ano dos atuais US$ 172 bilhões para US$ 180 bilhões. Esse prognóstico significaria um aumento de 12% em relação ao total vendido ...

Portos: tempo é dinheiro

... Docas de Alagoas. A exclusão alcançou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o Porto de Santos, responsável por mais de 27% do comércio exterior brasileiro. Talvez para evitar maiores críticas do setor empresarial, que já se mostra cansado de esperar ações práticas do poder público, o governo prometeu investir R$ 1 bilhão em 2008-2009 em 15 portos e apresentar, num prazo de 180 dias, um novo modelo ...

Frango e suínos têm crescimento

.... Os embarques de carne suína alcançaram 35,3 mil toneladas em fevereiro, ante 25,3 mil toneladas em janeiro e 33 mil toneladas em fevereiro de 2007. A receita ficou em US$ 86,6 milhões, ante US$ 61,3 milhões no mês ante...

MDIC: Brasil precisa vencer obstáculos às exportações

...l citou como desafios do País alcançar uma maior simplificação e desburocratização do processo de venda externa de produtos. "Há ainda um acúmulo muito grande de papéis, herança de um longo período de ditadura que vivemos, mas que estamos nos empenhando para reduzir", afirmou o secretário, ao faze...

Brasil se consolida como o maior exportador ao Uruguai

...es uruguaias cresceram 43,1%, alcançando a cifra de US$ 5,62 bilhões em 2007. As informações são da agência Ansa. O Instituto Uruguai XXI informou que as importações de petróleo aumentaram 20,6% no período entre fevereiro de 2007 e janeiro de 2008...

Indústria da embalagem pesquisa mercado árabe

...S$ 100 milhões. Em 2006, elas alcançaram US$ 376,7 milhões. A produção da indústria brasileira da embalagem cresceu, no ano passado, 2,1%. Apesar de pequeno, foi o maior crescimento desde 2004, e segundo Quadros, reflete o que aconteceu em outros setores da economia. A indústria brasileira de alimentação, uma das que mais utiliza embalagens, cresceu 2,5% em 2007. Entre os segmentos industriais brasileiros que mais cresceram no ano passado estão alguns que não são grandes usuários de embalagens, como o de bens de capital, ou máquinas e equipamentos, que avançou 19,5%, e os de consumo duráveis, como os automóveis, que avançou 9,2%. O estudo da FGV aponta um crescimento de 2,5% para a indústria de embalagens neste ano. De acordo com Salomão, o segmento pode acreditar na continuidade do crescimento já que atualmente os fundamentos da economia brasileira estão mais sustentáveis. “Emprego, renda e crédito combinados podem fortalecer o poder aquisitivo da população”, disse o economista. Quadros também acredita que começará uma fase de investimentos no setor, que está com sua capacidade utilizada em 87,2%, segundo o levantamento. “A combinação de demanda forte e sustentada com utilização da capacidade indica uma fase de investimentos”, afirmou o economista a uma platéia de empresários e profissionais do setor. Por ANBA...

O setor calçadista no Rio Grande do Sul

Com a experiência de mais de 40 anos de inserção i

Importações devem aumentar medidas protecionistas, diz governo

Nova responsável pela defesa comercial do país, a

Os interesses do Brasil na América do Sul

...íses. Nessa categoria, a CNI calcula que, na média do biênio 2005-2006, estavam US$ 16,8 bilhões das vendas brasileiras, portanto, 70,3% do que foi vendido ao continente sul-americano. Numa outra maneira de ver essa conta, o Brasil detém 41% do mercado de produtos em que o país tem interesses "consolidados". Trata-se de uma fatia considerável. No caso dos interesses "ameaçados", ou seja, dos produtos que tinham posição sólida, mas perderam espaço no passado recente, a CNI estima que o Brasil viu sua participação de mercado encolher de 38,5%, em 1997-1998, para 25,3% no biênio 2004-2005. Algo como US$ 2,17 bilhões. Os países onde essa queda foi mais acentuada foram Paraguai, Venezuela, Chile e Colômbia. Os setores mais afetados pela concorrência de países como China, México, Japão e EUA foram o automotivo, o siderúrgico e de metalurgia e o de equipamentos eletrônicos. Quanto aos interesses "potenciais", aqueles em que o Brasil se destaca nas exportações a outros mercados, mas não aos países sul-americanos, embora estes sejam fortes importadores, a CNI calcula que o país vendeu apenas US$ 390,5 milhões na média do biênio 2004-2005, o equivalente a apenas 3,4% do que o continente comprou de outros mercados. O mercado a explorar é o dos países andinos, principalmente, a Colômbia, que importou US$ 4,2 bilhões desses produtos no período analisado, sendo que apenas 3,7% do Brasil. Entre os produtos, estão carros, químicos e petroquímicos e eletrônicos. Na quarta categoria elaborada pela CNI, estão os interesses "emergentes", que dizem respeito aos produtos que não tinham tradição na pauta comercial brasileira no continente, mas vêm aumentando sua importância nos últimos anos. O Brasil exportou apenas US$ 625,3 milhões desses produtos, face a um mercado de US$ 5,87 bilhões. Cristiano Romero, repórter especial Por Valor Econômico...

Ipea estima avanço de 8,5% na produção industrial em janeiro

...ados em rodovias concedidas, calculado em conjunto pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e pela Tendências Consultoria; na produção de papelão, da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO); na produção de veículos, da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea); e na carga de energia, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Fonte: Valor Econômico ...

País exporta US$ 1 bi em móveis

...007, as exportações de móveis alcançaram US$ 1 bilhão, alvo perseguido há dois anos. Em 2005, a indústria quase alcançou a meta, quando as vendas somaram US$ 990 milhões. Mas, no ano seguinte, com a desvalorização da moeda americana frente ao real, as exportações despencaram para US$ 945 milhões. Fonte: O Estado de S.Paulo ...

Investimento acelera importações

... e Comércio Exterior, o Iedi calculou a evolução das compras externas, comparando a média das importações por dia útil de cada mês. Em janeiro deste ano, as importações dos chamados bens de investimento deram um salto de 56,9%, em relação a janeiro de 2007, contribuindo com 26,2% para o aumento das importações totais do País. Ao longo de 2007, os números eram mais modestos. As importações haviam crescido 32,7%, em comparação com 2006, e a contribuição do setor para o aumento das importações brasileiras como um todo foi de 21,1%. “É uma indicação forte de que o ano se inicia com um ritmo maior de investimentos”, diz Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Iedi e autor do trabalho. Entre os diversos setores de atividade, o que mais aumentou as compras externas de bens de capital foi o de maquinaria industrial. As importações por dia útil nesse setor cresceram nada menos do que 74,4% em relação a janeiro de 2007. Sozinho, esse item respondeu por 10,6% do aumento das importações brasileiras no período. “É...

Pragmatismo nos negócios

A economia de Santa Catarina apresenta um perfil e

Importações abastecem 30% da alta da demanda

O crescimento superior a 20% das importações de be

Navio tailandês vai desembarcar 25 mil toneladas de trigo

...o embarque ou desembarque, é calculado o tempo em que deve haver a atracação. Se não for feita no prazo definido, ocorre a cobrança do demurrage, valor diário cobrado pelo armador (dono do navio) referente à demora na operação. Como o Porto Novo não tem armazéns em condições de receber granéis, o produto é descarregado em caçambas que levam até um depósito, como ocorre com o fertilizante. No caso do Opal Naree, o trigo será transportado até os depósitos da empresa Bianchini. Antes, o graneleiro irá fazer uma parada rápida na Termasa para desembarcar 1.300 toneladas. “É apenas para aliviar a carga”, afirma Adamczyk. Isso vai ocorrer em razão do calado de 31 pés (10,2 metros) no Porto Novo. O diretor da Superintendência do Porto (SUPRG), Sinésio Cerqueira Neto, argumenta que o órgão quer ampliar a reestruturação do cais e aprofundar o calado do canal para 40 pés. Isso vai permitir que as embarcações possam carregar ou descarregar maior quantidade de produtos torn...

Brasil é o quinto melhor mercado para venda de PCs

O Brasil alcançou a posição de quinto maior mercado de PCs ...

Exportações podem crescer mais de US$ 4 bi

Empresas de consultoria aumentaram estimativas par

Venda de calçados para o Exterior cresce 3,1%, mas importação subiu 138,4%

As exportações de calçados em janeiro cresceram 3,

Exportação sobe 24% e vai de avião à cerâmica

Apesar da valorização do real, as exportações bras

Importações de calçados sobem 138% em janeiro

As exportações de calçados em janeiro apresentaram

Embarque de couro movimenta US$ 183 mi em janeiro

...a comercial do setor curtidor alcançou US$ 2 bilhões, em 2007, com crescimento de 17% em relação aos US$ 1,7 bilhão de 2006. Em janeiro, os principais destinos do couro brasileiro foram a Itália, com 30% de participação, China (19,35% de participação e crescimento de 5%) e Estados Unidos, com 14,43% e expansão de 56%. Os demais destinos do produto nacional foram o Vietnã, Japão, Alemanha, Cingapura, Portugal e Taiwan. O Brasil é segundo maior produtor e o quarto exportador de couros do mundo. O Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) é uma entidade federativa que representa, há 51 anos, as 800 empresas de produção e processamento de couro. O complexo industrial emprega cerca de 50 mil pessoas, movimenta um PIB estimado em US$ 3,5 bilhões e recolheu impostos ao redor de US$ 1 bilhão em 2007. Por Investnews ...

Comércio com árabes tem o melhor resultado mensal desde 2005

...com Ilhas Comores (886%, mas calculado sobre uma base muito pequena), Bahrein (382%), Catar (229%), Arábia Saudita (211%), Marrocos (209%), Omã (75,6%), Kuwait (74%), Síria (49%), Jordânia (38%) e Sudão (28%). Por ANBA...

Exportações para Colômbia dobraram em 2007

Nos últimos três anos, os embarques de calçados br

Balança de SC registra déficit após 19 anos

...xplica o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa. - É importante avaliar que boa parte dessas importações não fica no Estado, já que muitas empresas aproveitam os incentivos fiscais do governo catarinense para trazer por Santa Catarina produtos que serão depois distribuídos por todo o país - disse. Contudo, Corrêa lembra que o crescimento das importações brasileiras nos últimos dois anos tem chamado a atenção. Em 2007, o aumento das compras internacionais do Brasil foi de 32,04% sobre o ano anterior. Em janeiro, o incremento nacional chegou a 45,64% em relação ao mesmo período de 2007. As vendas externas das empresas catarinenses começaram 2008 com forte crescimento. Depois de fecharem o ano passado com aumento de 23,4% em relação a 2006, no primeiro mês d...

Exportação industrial cresce 30% em 2008

As vendas externas da indústria gaúcha em janeiro

Brasil e Europa negociam retomada da venda de carne

O secretário de Defesa Agropecuária do Brasil, Iná

Governo estuda estimulo às exportações

...ue o volume de financiamentos alcançará R$ 133 bilhões nos próximos três anos, dos quais R$ 40 bilhões ainda este ano; principalmente em obras de infra-estrutura. Ele adiantou que o BNDES retomou o programa de apoio às exportações da Embraer. Disse também que gostaria de financiar o crescimento da indústria naval com o objetivo a melhorar a capacidade de exportação de embarcações. Fonte: Terra...

Doce ano para exportações

...a receita desse item da pauta alcançou US$ 169,6 milhões, incremento de 43% quando comparado ao ano anterior. Em termos de valorização, os melões estiveram em segundo lugar na pauta de exportações de frutas frescas, com receita de US$128,2 milhões, o que representou crescimento de 45,3% sobre 2006. Já o volume embarcado foi de 204,4 mil toneladas, 18,33% a mais que no ano anterior. europa. "O melão é um dos itens da pauta que tem sido beneficiado por uma estratégia das grandes redes de supermercados internacionais, principalmente na Europa, visando à manutenção da maior oferta de frutas, verduras e legumes frescos nas prateleiras, até mesmo fora do período de safra. Nesse caso, a Espanha que é o maior produtor e exportador mundial de melões, com safra que acaba entre setembro e outubro, importa o produto de países como o Brasil, que nessa época do ano está em boa fase de colheita", ressaltou Fernandes acrescentando que o fenômeno verificado na Espanha se estende por outros países da União Européia, maior consumidor das frutas frescas brasileiras. As maçãs também alcançaram crescimento nas exportações brasileiras depois de dois anos de quebra de safra devido a problemas climáticos. Foram embarcadas 112 mil toneladas, com elevação de 96% sobre 2006 e receita de US$ 68,6 milhões, incremento de 114% em relação ao ano anterior. "Com relação ao abacaxi, houve grande crescimento nas exportações porque grandes empresas do setor, sobretudo multinacionais, decidiram investir mais nessa fruta em plantios no Rio Grande do Norte e no Ceará", enfatizou o presidente do Ibraf. A alta do volume da fruta citada por ele foi de 62% em comparação com 2006, alcançando 36,7 mil toneladas. Já a receita foi elevada em 142%, atingindo US$ 17,6 milhões. O presidente do Ibraf explicou que o incremento das exportações de fruta...

Produção da agroindústria cresce 5% em 2007

A agroindústria brasileira cresceu 5% em 2007, res

Atividade industrial gaúcha cresce 6,2% depois de dois anos negativos

A atividade industrial gaúcha cresceu 6,2% em 2007

Fim da tarifa de importação deve evitar novos aumentos do trigo, dizem analistas

... que era de 10%. Nesse caso, calcula ele, o trigo de fora da Argentina chegaria até 16% mais caro ao consumidor brasileiro. - O governo agiu de forma correta e inteligente, porque a Argentina não tem trigo suficiente para abastecer o Brasil. Quando souberam da intenção da Camex, eles liberaram uma nova cota de 400 mil toneladas por mês, mas não informaram por quantos meses e nem se será apenas para o Brasil - diz Martins. O analista de trigo da Companhia Nacional de Abastecimento, Alex Chaves, também não espera novos aumentos de preços nos derivados do trigo no mercado interno. - Não acredito em novos aumentos, porque a cotação do trigo no mercado internacional já está 50% maior do que no mesmo período do ano passado. É resultado de um aumento mundial de consumo - diz. Segundo Chaves, a qualidade do trigo argentino é semelhante ao comercializado nos Estados Unidos e Canadá e os preços também se equiparam, em torno de US$ 340 dólares a tonelada. O Brasil consome cerca de 10,5 milhões de toneladas por ano e produz apenas 3,8 milhões de toneladas. O restante é importado principalmente da Argentina. - O governo zerou a cota de i...

A abertura dos portos

... mundial. A meta do governo é alcançar 1,25% do total mundial em 2010. Espaço para isso existe. De tudo o que o Brasil exporta, 95% passam pelos portos, o que exige deles rapidez e eficiência para assegurar competitividade ao produto brasileiro. E hoje o sistema portuário já opera sem a agilidade necessária para não reduzir a competitividade dos nossos produtos. Se, como se espera, a participação brasileira no comércio mundial continuar crescendo, o sistema atual poderá entrar em colapso. Isso não quer dizer que os portos brasileiros não melhoraram nos últimos anos. A abertura comercial da década de 1990 exigiu muitas mudanças. E houve avanços, como no caso do Porto de Santos. Mas outros países registraram avanços mais rápidos e tornaram-se mais competitivos que o Brasil. Um exemplo que ilustra bem a perda de competitividade do produto brasileiro, citado pelo professor do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia Sérgio Fraga Santos Faria, é o da soja: o Brasil produz a soja mais barata do mundo, mas quando o produto chega ao exterior é mais caro do que o americano, por causa da logística ineficiente. Os investimentos no sistema portuário não cresceram o necessário para atender satisfatoriamente ao crescimento da demanda dos seus serviços. Para tentar recuperar o tempo perdido, o governo federal criou uma Secretaria especial, com status de Ministério, para cuidar do assunto e incluiu o setor no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O PAC reservou R$ 1,4 bilhão para o programa de dragagem para aumentar a profundidade dos canais portuários. No Porto de Santos, a dragagem aumentará para 15 metros a profundidade do canal, que terá 220 metros de largura, o que permitirá a operação de navios de até 90 mil toneladas e aumentará sua eficiência. Hoje, o Porto só recebe navios de até 65 mil toneladas. Trata-se de uma obra inadiável, dizem dirigentes da Fiesp. Mas eles não acreditam que os trabalhos possam começar antes de julho de 2009. Por O Estado de São Paulo...

No limite dos impostos

...as de Santa Catarina (Fiesc), Alcantaro Corrêa, lembra que em alguns países da Europa a participação dos impostos passa de 60%. - Mas lá, você tem educação, saúde, segurança e infra-estrutura. No Brasil, você paga 36% de imposto e tem outros gastos na área social que deveriam ser obrigação do governo - reclama. Com fábrica instalada em Palhoça há 44 anos, o diretor da Formaplas Cozinhas, Fernando César Demetri, acompanhou a evolução dos tributos brasileiros. Ele diz que os investimentos para novas indústrias e a contratação de funcionários estão cada vez mais difíceis. - A carga tributária vem aumentando à medida que o país precisa de recursos para tapar seus furos. Chegamos ao pico do Everest, ou a gente desce ou morremos lá em cima - compara, numa referência a montanha mais alta do mundo. Por Diário Catarinense...

Saldo na balança comercial despenca

O saldo da balança comercial apresentou forte qued

Exportador busca alternativas à UE

...e carne bovina. Em visita à Inalca, recém-adquirida pelo grupo JBS-Friboi, a empresa afirma que não há oferta disponível no mundo para cobrir a participação do Brasil nesse mercado. A conseqüência já foi, diz, a imediata elevação do preço. Por O Estado de São Paulo...

INDÚSTRIA DE PNEUS CRESCE 10% EM 2007

...sileira de pneus novos também alcançou resultado positivo em 2007, com aumento de 5%, ao sair de 54,5 milhões de unidades em 2006 para 57,3 milhões de unidades em 2007, afirma o presidente da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), Eugenio Deliberato. Os principais canais de venda continuam sendo o mercado de reposição e revendedores, com 40% do total, as exportações, com 30%, e a indústria automobilística, com idênticos 30%. Em 2007, o montante de pneus importados chegou a 11,5...

Portos: tempo é dinheiro

... Docas de Alagoas. A exclusão alcançou a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que administra o Porto de Santos, responsável por mais de 27% do comércio exterior brasileiro Talvez para evitar maiores críticas do setor empresarial, que já se mostra cansado de esperar ações práticas do poder público, o governo prometeu investir R$ 1 bilhão em 2008-2009 em 15 portos e apresentar, num prazo de 180 dias, um novo modelo d...

Enrolation na dragagem

Agora por conta do PAC, foram adiados mais uma vez

Indústria de Santa Catarina inicia o ano confiante

...avalia o presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa. Ele ressalva, contudo, que os empresários deverão acompanhar os desdobramentos da crise nos Estados Unidos para avaliar a necessidade de ajustes em suas estratégias ao longo dos próximos meses. O índice de confiança da indústria catarinense passou de 57,6 pontos, em outubro de 2007, para 60,4 pontos no levantamento de janeiro. O cálculo é realizado a partir dos resultados da pesquisa Sondagem Industrial, com base na opinião dos executivos sobre as condições atuais da economia brasileira e da empresa e expectativas para os próximos seis meses. O resultado varia no intervalo de 0 a 100. Acima de 50 indica confiança ...

CNI divulga a pesquisa Sondagem Industrial

O empresário da indústria prevê a manutenção, em 2

Novo superintendente de Itajaí garante continuidade na gestão

...io Itajaí-Açu (Assuhi), Guto Dalcóquio, que está a frente de um projeto de dragagem do leito do rio que permitirá a instalação e ampliação de seis novos terminais. A visão de Dalçoquio é que a área do rio, hoje de competência do Ministério dos Transportes não seja transformada em Porto Organizado. O temor dos empresários é a obrigação de contratar trabalhadores junto ao Orgão Gestor de Mão-de-Obras (Ogmo), além de pagar as tarifas cobradas da administração portuária. "Somos responsáveis pela área delimitada como porto organizado. Sei que existe um interesse dos empresários em dragar o rio e que a União está disposta a investir no projeto. O resto é só especulação", comentou. Sobre a transferência da sede da Capitania dos Portos para uma nova área, o edital para a construção de um novo trapiche deve ser lançado ainda essa semana. O trapiche vai ter profundidade de 10 metros e capacidade para atracação para os navios da Marinha. Salles comentou que será similar aos cais turístico já existente hoje no porto. Já a sede administrativa, por contratado, deve ser construída pelo Terminal de Contêineres do Vale do Itajaí (Teconvi), que tem um sistema próprio de cotação. CONTINUIDADE DA GESTÃO - O presidente do Sindicato das Agências de Navegação Marítima e Comissária de Despachos do Estado de Santa Catarina (Sindasc), Eclésio da Silva, declarou que espera continuidade na gestão do Porto Municipal. "A equipe do porto é competente e o Salles conhece toda a operação do porto, já tendo sido superintendente. Não creio que vai ter alguma mudança com a saída do Rebelo, mas certamente existe um abalo institucional", comentou. Por NetMarinha - Wendel Martins...

Promissoras perspectivas do comércio exterior

...l acumulado entre 2003 e 2007 alcançando US$ 189 bilhões, contribuindo para que as reservas internacionais chegassem a US$ 180 bilhões no início deste ano, ajudando assim a reduzir, de forma decisiva, a vulnerabilidade externa. Ao mesmo tempo, o desempenho do comércio exterior, além dos recordes, revelou avanços qualitativos no perfil das vendas e das compras, com as exportações mantendo o processo de diversificação de produtos, de regiões produtoras e de mercados de destino. Em 2007, as exportações apresentaram a seguinte distribuição: 25,2% para a União Européia, 22,7% para os países da Aladi, 15,8% para os EUA, 15,5% para os países asiáticos, 5,3% para a África, 4,% para o Oriente Médio e 11,6% para os demais destinos. Isso mostra que somos um exportador global, com ampla diversificação de mercados, sem depender de compradores específicos -fator fundamental para se reduzir o risco de que crises afetem de forma significativa as exportações. Também nas importações não dependemos de um fornecedor específico, com as compr...

200 anos de integração comercial

...comercial do planeta. E sonha alcançar uma fatia de 1,25% do comércio mundial em 2010. Se conseguir o pequeno incremento de 0,11 ponto porcentual, poderá ascender a uma posição próxima à da Malásia, que comercializou US$ 62 bilhões a mais que o Brasil em 2006. Neste início de século 21, o comércio exterior mostrou-se capaz de dar um salto e superar o perfil acanhado que manteve ao longo de décadas. Mas seu desempenho ainda motiva polêmicas sobre o grau de abertura dos portos brasileiros. O Brasil é a décima maior economia do mundo, mas é apenas o 24º maior exportador. O secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, acredita que o Brasil pode ser considerado muito aberto em relação a outros mercados. A tarifa de importação média de 14%, aplicada conjuntamente com os sócios do Mercosul, é bem maior que a dos Estados Unidos, de 4%. Mas o País respeita a alíquota máxima de 35% e não aplica picos tarifários - recurso que protege os setores menos competitivos dos EUA e da Europa. Para Barral, o sistema de comércio no Brasil mostra mais transparência e rapidez que em outros vizinhos latino-americanos. Na Argentina, as licenças de importação são emitidas em papel. “Não há mais resquícios da Cacex”, afirma, referindo-se à Carteira de Comércio Exterior, que regeu e controlou as importações com mão de ferro entre 1953 e 1990. Mas, na avaliação do embaixador José Botafogo Gonçalves, presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), a so...

Exportação de frutas para os árabes cresceu 69%

... permite o consumo de bebidas alcoólicas e o terceiro fator é o alto poder aquisitivo dos países do Golfo Árabe. “Por esses motivos temos nos países árabes uma atenção tríplice para buscar novas oportunidades”, afirmou. Além do mercado árabe, as exportações de frutas frescas e processadas em geral também registraram aumento no ano passado. As vendas somaram US$ 3,3 bilhões, o que representou um crescimento de 45% em relação a 2006, quando as exportações totalizaram US$ 2,3 bilhões. Apenas de frutas frescas foram embarcadas 918 mil toneladas no ano passado, 14% a mais que no ano anterior. As exportações renderam US$ 642 milhões, um aumento de 34% em comparação a 2006, quando as vendas somaram US$ 477 milhões. As principais frutas frescas responsáveis pelo aumento das exportações foram uva, melão, maçã, limão e abacaxi. As frutas processadas também fecharam o ano com saldo positivo, com exportações de US$ 2,7 bilhões, um aumento de 48% comparado com o ano anterior. O suco de laranja continua sendo o grande destaque, pois representa cerca de 82% das exportações de frutas processadas e obteve um aumento de 53% comparado com o ano anterior. Outro destaque foi a venda de castanha-de-caju, que teve um crescimento de 20% na sua receita representando US$ 225 milhões. Ela também foi responsável por cerca de 50% do total de frutas exportadas para os países árabes, somando US$ 7,68 milhões. Por ANBA...

Safra 2007/08 deve superar as projeções

...erminará em junho próximo) já alcança 68% do seu total. O estudo foi feito com base em informações colhidas até 31 de dezembro. O ritmo dos negócios com a commodity está acima do que ocorreu em igual período de 2006, quando apenas 61% da safra 2006/07 estava comercializada. O mês de novembro havia encerrado com comercialização de 64% da safra. Esses dados indicam que já foram comercializadas 25,41 milhões de sacas, tomando-se por base a estimativa de Safras & Mercado, de uma safra 2007/08 de café brasileira em que foram produzidas 37,1 milhões de sacas. Por Gazeta Mercantil...

Aduaneiros criticam redução de carga horária

..., média próxima ao ideal para alcançar a relação custo e benefício, não é racional limitar a carga de trabalho dos condutores em 8 a 10 horas", salienta o dirigente. Ele destaca haver jurisprudência desobrigando a categoria a obedecer carga horária pré-determinada. "Porém, o estado de conservação das rodovias, os impostos, que representam 50% do valor do veículo adquirido, as prestações do caminhão e o sustento da família tornam a medida inviável contrariando a realidad...

AL é a região que mais exportou para o Japão em 2007

...a diminuiu 26,9% em 2007, até alcançar os 2,2 trilhões de ienes (US$ 20,6 bilhões), mas o gigante asiático se consolidou como o principal parceiro comercial do Japão. Segundo o Ministério das Finanças, 2007 foi o primeiro ano em que a China ultrapassa os Estados Unidos no primeiro lugar das relações comerciais com o Japão, segunda maior economia do mundo. As exportações japonesas para a região asiática em geral, que aumentaram 12,9% no último ano, permaneceram firmes graças à fraqueza do iene diante das principais moedas durante a primeira metade do ano, disse Kaori Yamato, analista do Mizuho Research Institute. Por sua vez, o superávit comercial do Japão com os EUA alcançou 8,6 trilhões de ienes (US$ 80,7 bilhões), o que gera uma diminuição de 5,1% frente a 2006. A baixa foi motivada pela diminuição de 32,5% das exportações de máquinas de construção japonesas para os EUA como conseqüência da crise das hipotecas subprime. Segundo informações reveladas nesta quinta-feira, a UE se consolida como o terceiro maior parceiro comercial do Japão. Os japoneses aumentaram em 20% o superávit comercial com o bloco durante 2007, até acumularem 4,8 trilhões de ienes (US$ 44,8 bilhões). As exportações do Japão para a UE, impulsionadas principalmente pela crescente demanda de veículos japoneses, aumentaram 13,4%, registrando um recorde de 12,4 trilhões de ienes (US$ 117 bilhões). As importações japonesas de procedência européia geraram US$ 7,7 trilhões (US$ 72,2 bilhões), após um aumento de 9,6% em relação ao ano anterior. O Japão gerou um excedente comercial de 424,605 bilhões de ienes (US$ 3,994 bilhões), 1,4% menor que em 2006. Por Invertia ...

Exportação de álcool se aquece, mas preço interno segue baixo

A queda de preço do álcool no Brasil em plena entr

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS - Colômbia e México são os próximos alvos do setor de máquinas para couros e calçados

Inserida na estratégia de reforçar a presença do s

COUROS - Exportações de couros em 2007 ultrapassam us$ 2 bi

...a comercial do setor curtidor alcançou US$ 2 bilhões, em 2007, contra US$ 1,7 bilhão em 2006 (crescimento de 17%). 2007 foi um ano extremamente difícil para o setor curtidor brasileiro que enfrenta os mesmos problemas que prejudicam os setores têxteis, moveleiro e calçadista, mas o empresariado curtidor, trabalhando com margens extremamente estreitas, porém com avaliação estratégica, análise crítica, trabalho e determinação, proporcionou ao país um expressivo resultado. Para 2008, a expectativa é de que o mercado internacional continue aquecido e o setor curtidor continue a gerar crescentes divisas ao País. “Apesar da redução prevista, de 5% a 10% no abate para a reposição do rebanho bovino, a indústria brasileira deverá se expandir por meio da compensação de preços”, estima. No ano passado, os principais destinos do couro brasileiro foram China - incluindo Hong Kong - com 33%, Itália, com 28% e Estados Unidos, com 11%. O Brasil é segundo maior produtor e o quarto exportador de couros do mundo. O Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) é uma entidade federativa que representa, há 51 anos, as 800 empresas de produção e processamento de couro. O complexo industrial emprega cerca de 50 mil pessoas, movimenta um PIB estimado em US$ 3,5 bilhões e recolheu impostos acima de US$ 1 bilhão em 2007. Principais estados exportadores em 2007 O balanço das vendas externas dos estados brasileiros, de janeiro a dezembro de 2007, ante o acumulado anterior, indica que São Paulo continua na liderança estadual (US$ 777,54 milhões, participação de 35.44% e aumento de 25%), seguido pelo Rio Grande do Sul (US$ 530,28 milhões, participação de 24,17% e crescimento de 5%),...

Novo sistema para rastrear bovinos já está em vigor

...), Antônio Jorge Camardelli, calcula que o Brasil tenha cerca de 8 mil propriedades cadastradas no novo sistema, habilitadas para exportar, até para a Europa. Por enquanto, diz, ainda não houve restrições da UE contra a carne brasileira. "Temos de passar uma borracha no passado. O antigo Sisbov caducou em 31 de dezembro. Agora estamos atrás de recuperar a credibilidade da nossa pecuária, perdida nas últimas auditorias de técnicos europeus." Por Agência Estado ...

Abef: exportação de frango bateu recordes em 2007

...eceita cambial do ano passado alcançou US$ 4,97 bilhões, o que corresponde a um aumento de 55% sobre o ano anterior, quando o faturamento da exportação totalizou US$ 3,2 bilhões. Com esse desempenho, a exportação de carne de frango atingiu em 2007 núme...

Açúcar, aos poucos, volta aos holofotes

À sombra do álcool nos últimos três anos, o açúcar

Exportações seguem em alta, apesar de pessimismo

... e açúcar), caiu 441 pontos e alcançou os 6.472 pontos, o menor número dos últimos seis meses. Mas para especialistas, o índice não sinaliza uma crise imediata das commodities mundiais. “A procura por transporte marítimo cresceu muito em 2007, o que acabou dobrando o preço do frete. Com isso, a queda do índice não indica uma desaceleração imediata nas negociações das commodities em geral, mas uma possível acomodação do...

Gestores de portos brasileiros animados com investimentos

...(18,2m). Caso o objetivo seja alcançado, o complexo estará preparado para lutar por um posto há muito anunciado em território gaúcho: o de porto concentrador de cargas (hub port) do Mercosul. Para Sinésio, a dragagem de aprofundamento fará com que Rio Grande entre na rota dos grande portos e navios em âmbito mundial. “Com o aprofundamento, ofereceremos um dos maiores calados do Brasil e do Mercosul. Hoje, os navios que operam no local e não utilizam sua capacidade máxima de carga devido ao calado poderão completar sua carga com o aprofundamento, reduzindo significativamente os custos de frete. Além disso, com um calado maior, o Porto terá condições de se habilitar para captar, concentrar e tratar cargas oriundas da Bacia do Prata, como grãos da Argentina, Paraguai e Bolívia; minério de Mato Grosso do Sul e da Bolívia; madeiras do Uruguai; e contêineres da Argentina, Uruguai e Paraguai”. Com a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de transformar o País em um "canteiro de obras", o superintendente acredita que para o desenvolvimento adequado de um porto é necessário que obras sejam realizadas de forma ininterrupta. “Não há mais tempo a perder. Hoje não é aceitável que uma obra tenha diversas interrupções, pois o comércio exterior está crescendo velozmente, sendo necessário que os portos corram para se adequar a esse novo cenário. Caso contrário, os portos brasileiros entrarão em colapso”. Segundo Sinésio, com os portos brasileiros devidamente equipados, a competição entre eles aumentará. No entanto, indica ele, essa disputa será sadia. “O que não podemos é perder carga para portos estrangeiros”. Já o Porto de Mucuripe (CE), uma força no complexo portuário nordestino ...

Governo pode estender cobrança de IOF às operações de câmbio das importações

... Estado de São Paulo (Fiesp) calculou que a cobrança do IOF no embarque de mercadorias para o exterior deve dar à Receita arrecadação de cerca de R$ 1,5 bilhão neste ano. Se as importações fossem igualmente tributadas, pagariam cerca de R$ 800 milhões. A entidade também estimou que o governo arrecadará R$ 12,6 bilhões a mais com as novas normas do IOF a elevação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras. Por Valor Econômico - SP...

Governo taxa exportação e isenta importação

...a de R$ 800 milhões. A Fiesp calcula que o governo arrecadará R$ 12,6 bilhões a mais com as novas regras que incluem, além das alterações no IOF, a elevação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras. Ou seja, R$ 2,6 bilhões além dos R$ 10 bilhões anunciados na divulgação do pacote. "Como vai arrecadar mais que o previsto, o governo pode abrir mão dos R$ 1,5 bilhão obtidos com a exportação", diz Rebelo. Até a edição das medidas compensatórias para a perda da CPMF, tanto o câmbio para a importação como para a exportação não pagavam IOF. O Decreto nº 6.339/2008, de 3 de janeiro, que integrou o minipacote tributário, especifica algumas operações de câmbio que passaram a ser tributadas a 0,38% de IOF. Nesse decreto não houve norma específica para a cobrança do imposto no câmbio para importação de bens, mas um dos dispositivos diz que "as demais operações de câmbio" pagam 0,38% do imposto. Nessas "demais operações" entrariam as importações. A nova norma, porém, manteve a redação de um dispositivo de decreto anterior que consolidou as regras de IOF e que prevê isenção para o câmbio na importação de bens. Trata-se do artigo 16 do Decreto nº 6.306/2007, que garante e...

Exportações do Rio Grande do Sul cresceram em 2007

Embora os resultados sejam positivos, na verdade,

Brasil lidera importação de calçados pela Argentina

China ocupa segundo lugar, mas com crescimento con

SC: Federação das Indústrias entrega reivindicações ao ministro dos Portos

...idade. O presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, também falou sobre a produtividade dos portos catarinenses, que vem aumentando depois do apagão logístico sofrido pelo estado em 2004. Além das obras de infra-estrutura Corrêa destacou, como fundamentais para o setor, a redução da burocracia, mais incentivos e legislação adequada para estimular os investimentos privados e a agilização e desburocratização dos estudos de impacto ambiental e projetos de engenharia e editais de liberação de obras. Corrêa pediu atenção especial do ministro para o recorrente problema das greves do serviço público, que travam as exportações e importações. O ministro concordou que a situação é complicada e afirmou que defende a contratação temporária de profissionais para substituir os grevistas e manter os serviços essenciais. Ele frisou, no entanto, que o assunto tem que ser discutido no governo e com outros órgãos e ministérios que participam em algumas etapas do comércio exterior, como a Receita Federal e o Ministério da Agricultura. Por Grupo Intermodal...

A safra da esperança

Calcula-se que a safra de grãos - soja, milho, arro...

Exportações de calçados somam US$1,9 bilhões

Após amargar quedas consecutivas ao longo do ano,

Fiesc reivindica R$ 778 milhões para os portos

...deles. O presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, falou na produtividade dos portos catarinenses, que vem aumentando depois do apagão logístico sofrido pelo Estado em 2004. Federação admite que já ocorreram avanços - Desde então, a Fiesc vem acompanhando mais de perto esse setor, vendo os gargalos e exigindo as soluções. Vimos um grande avanço desde então, mas ainda temos muito a fazer para garantir o crescimento do comércio exterior do Estado sem novos entraves - afirmou. Além das obras de infra-estrutura, destacou, são fundamentais para o setor a redução da burocracia, mais incentivos e uma legislação adequada para estimular os investimentos privados e a agilização e desburocratização dos estudos de impacto ambiental e projetos de engenharia e editais de liberação de obras. Corrêa pediu atenção do ministro para o recor...

Soja volta a puxar as exportações do campo

...confirmaram as expectativas e alcançaram o recorde histórico de US$ 58,416 bilhões no ano passado, 18,2% mais que em 2006, conforme dados da Secretaria de ...

Alíquota específica versus TEC

...MP são: 22 (bebidas, líquidos alcoólicos e vinagres); 39 (plásticos); 40 (borracha); 51 a 63 (matérias têxteis); 64 (calçados, polainas e artefatos semelhantes, e suas partes); 82 (ferramentas, artefatos de cutelaria e talheres, e suas partes, de metais comuns); 83 (obras diversas de metais comuns); 90 (instrumentos e aparelhos de óptica, de fotografia, de cinematografia, de medida, de controle ou de precisão; instrumentos e aparelhos médico-cirúrgicos; suas partes e acessórios); 91 (aparelhos de relojoaria e suas partes); 94 (móveis; mobiliário médico-cirúrgico; colchões, almofadas e semelhantes; aparelhos de iluminação não especificados nem compreendidos em outros Capítulos; anúncios, cartazes ou tabuletas e placas indicadoras, luminosos e artigos semelhantes; construções pré-fabricadas); 95 (brinquedos, jogos, artigos para divertimento ou para esporte; suas partes e acessórios) e 96 (obras diversas). Fonte: Aduaneiras...

Carnes e grãos puxam exportação recorde em 2007

...tados negativos do setor sucroalcooleiro no ano passado. A receita com exportações de açúcar e de álcool caiu 15,4% em 2007 sobre 2006, um total de US$ 1,2 bilhão, e saíram de US$ 7,77 bilhões para US$ 6,57 bilhões. O resultado negativo sucroalcooleiro foi fruto das quedas de 19% no preço médio do açúcar e de 11% no do álcool exportado, uma vez que o volume negociado dos dois produtos teve incremento de 2,6% e 3,3%, respectivamente. As exportações de açúcar totalizaram US$ 5,1 bilhões, 17,3% inferiores a 2006. O valor das exportações de álcool foi 7,9% menor em 2007, totalizando US$ 1,5 bilhão. Importações Já as importações do agronegócio cresceram 30,2% entre 2006 e 2007, passando de US$ 6,69 bilhões para US$ 8,71 bilhões. Os produtos que se destacaram pelo incremento das importações foram: trigo, com aumento de 40,8% entre os dois períodos, de US$ 988 milhões para US$ 1,39 bilhão; borracha natural, com alta de 25,5%, de US$ 358 milhões para US$ 483 milhões; arroz, com aumento de 35%, de US$ 174 milhões para US$ 235 milhões; farinha de trigo, (+419%); de US$ 35 milhões para US$ 182 milhões e milho, cujas importações cresceram 66%; de US$ 79 milhões para US$ 132 milhões. Por Agência Estado...

FIESC entrega reivindicações da indústria ao ministro dos Portos

...deles. O presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa, também falou na produtividade dos portos catarinenses, que vem aumentando depois do apagão logístico sofrido pelo Estado em 2004. “Desde então, a FIESC vem acompanhando mais de perto esse setor, vendo os gargalos e exigindo as soluções. Vimos um grande avanço desde então, mas ainda temos muito o quê fazer para garantir o crescimento do comércio exterior do Estado sem novos entraves”, afirmou. Além das obras de infra-estrutura, destacou, são fundamentais para o setor a redução da burocracia, mais incentivos e uma legislação adequada para estimular os investimentos privados e a agilização e desburocratização dos estudos de impacto ambiental e projetos de engenharia e editais de liberação de obras. Corrêa também pediu atenção especial do ministro para o recorrente problema das greves do serviço público, que t...

PEQUENAS EMPRESAS - Exportação de pequenas bate as médias global e brasileira

...negativos de 2006 e 2005, foi alcançado, sobretudo se considerado que o aumento nos preços das commodities, fundamental ao resultado recorde das exportações do Brasil, favoreceu, principalmente, as grandes empresas, enquanto que a desvalorização do dólar prejudicou mais o desempenho das pequenas”. Planos incluem a China Os resultados do ano passado animaram o governo e as ações para este ano serão ainda mais agressivas para as exportações de médias e pequenas empresas. A APEX-Brasil está desenvolvendo, junto com outras 70 entidades setoriais, um plano estratégico para aumentar as exportações ao mercado asiático, com atenção especial para China. Ainda no primeiro semestre, será inaugurado um Centro de Distribuição em território chinês que ajudará a reduzir os custos das empresas brasileiras que exportam para região. “A inteligência realizada por estes centros tem um custo elevado que as empresas que apoiamos não teriam meios para pagar. É uma ação fundamental neste processo de diversificação de mercados”, destacou Alessandro Teixeira, presidente da agência. A APEX-Brasil tem como uma das principais metas de 2008 aumentar o número de empresários que participam das suas ações e, para tanto, lançou uma campanha publicitária que já está sendo veiculada nos jornais e nas programações de TV e rádio. “O nosso trabalho é, fundamentalmente, aumentar a participação das empresas de micro até médio porte no resultado total das exportações brasileiras. Em 2007, ele foi muito bem sucedi...

Calçado brasileiro desembarca na Ásia

Se não pode vencê-los, venda para eles. Es

Calçado brasileiro desembarca na Ásia

De hoje a quinta-feira, fabricantes devem aproveit

Exportações do agronegócio

...m que o setor de agronegócios alcançou, no ano passado, um saldo superior a US$ 50 bilhões em seu comércio ...

Micro e pequenas podem pagar mais no Supersimples

...mento Tributário (IBPT), que calcula quanto vai para os cofres públicos em impostos. Fundamentada em dados de 54 clientes da RCS - pequenas empresas -, a consultoria concluiu ainda que cerca de 70% das companhias pagaram em tributos mais de 20% do seu faturamento. Supersimples - Segundo nota da Receita Federal, algumas alterações de prazos do Supersimples foram instituídas no final de 2007 e início deste ano. Os tributos devidos pelas empresas optantes do Supersimples, referentes aos fatos geradores de janeiro de 2008, deverão ser pagos excepcionalmente até 25 de fevereiro. A alteração foi oficializada pela Resolução CGSN 27, publicada no último dia 2 de janeiro. Mas o primeiro vencimento, referente ao período de apuração em dezembro de 2007, não foi alterado e continua sendo até 15 de janeiro de 2008. Outro ato normativo, publicado no final de dezembro de 2007, foi a resolução CGSN 25. Essa norma estabeleceu 30 de maio de 2008 como prazo limite excepcional para a entrega da Declaração Anual Simplificada (DAS) em relação aos fatos geradores do segundo semestre de 2007. Segundo a Receita Federal, o documento estará disponível no Portal do Simples Nacional a partir de abril. Por Gazeta Mercantil ...

Nova safra recorde

...confirmar, as vendas do setor alcançarão, e provavelmente superarão, os níveis de 2002 e 2004, o período de melhor desempenho do setor em toda a história, e ao qual se seguiu uma abrupta queda, parcialmente revertida no ano passado. Os fabricantes de máquinas agrícolas confessam-se surpreendidos com os resultados de 2007. Esperavam o crescimento das vendas, como disse o vice-presidente da Anfavea para a área de máquinas agrícolas, Milton Rego, mas “o que surpreendeu foi o vigor da recuperação”. Em 2007, as vendas que mais cresceram foram as de tratores de roda (aumento de 53,2%, atingindo 31,3 mil unidades) e de colheitadeiras (131,2%, com a venda de 2.381 unidades). Para este ano, a projeção é de novo aumento expressivo nas vendas de colheitadeiras, porque, explica Re...

O déficit comercial dos EUA com a China caiu para US$ 23,95 bilhões em novembro do ano passado, ante a cifra de US$ 25,93 bilhões em outubro, de acordo com dados do Departamento de Comércio divulgados hoje.

...o, para compensar as perdas, calculadas em R$ 40 bilhões somente este ano, que o governo deverá ter com o fim da CPMF. A Receita aproveitou a MP e, sob o argumento de dificultar a entrada no país a preços subfaturados de algumas mercadorias da China, mudou a forma de aplicar o imposto de importação para 11 produtos. Ao invés de aplicar uma porcentagem sobre o preço, a Receita adotou a chamada tarifa específica, ou seja, a aplicação de um valor definido em reais que, no caso, poderia chegar a R$10,00 por quilo, dependendo da mercadoria. Ocorre que essa mudança, embora pareça simples, não depende de uma decisão unilateral do governo, já que ao fazer a alteração, alguns produtos, quando tarifados da maneira tradicional, chegam a ter mais 35% de imposto, o que não é permitido pela OMC. Além disso, não se pode mudar o valor do imposto sem consultar os parceiros do Mecosul, onde, teoricament...

Camex deverá decidir nova tarifa

...o, para compensar as perdas, calculadas em R$ 40 bilhões somente este ano, que o governo deverá ter com o fim da CPMF. A Receita aproveitou a MP e, sob o argumento de dificultar a entrada no país a preços subfaturados de algumas mercadorias da China, mudou a forma de aplicar o imposto de importação para 11 produtos. Ao invés de aplicar uma porcentagem sobre o preço, a Receita adotou a chamada tarifa específica, ou seja, a aplicação de um valor definido em reais que, no caso, poderia chegar a R$10,00 por quilo, dependendo da mercadoria. Ocorre que essa mudança, embora pareça simples, não depende de uma decisão unilateral do governo, já que ao fazer a alteração, alguns produtos, quando tarifados da maneira tradicional, chegam a ter mais 35% de imposto, o que não é permitido pela OMC. Além disso, não se pode mudar o valor do imposto sem consultar os parceiros do Mecosul, onde, teoricamente, as tarifas devem ser as mesmas....

IMPORTAÇÕES - Brasil responde pela maior parte das importações uruguaias

...ões. As exportações uruguaias alcançaram um total de US$ 4.612 milhões no ano passado, enquanto que as importações somaram US$ 5.486 milhões. As vendas para o exterior tiveram um aumento de 15%, enquanto que as compras registraram um aumento de 24,1%. O aumento das importações se explica pelo aumento do consumo interno e uma melhoria nas condições econômicas do país. A importação de bens de consumo cresceu 17,5%, enquanto que a de bens de capital cresceu 4,5%, devido à incorporação de maquinaria e trabalhadores na indústria. Fonte: DCI ...

China pode exportar menos

...tria têxtil da China pode ter alcançado US$ 419 bilhões, alta de 22 %, segundo relatório divulgado pela Associação da Indústria Têxtil, citado pela agência estatal chinesa Xinhua. A China exportou US$ 156,6 bilhões em roupas e produtos têxteis nos primeiros 11 meses de 2007, 20% mais. Fonte: Gazeta Mercantil...

Fronteira supera recorde previsto

...o, enquanto em outubro o país alcançou os maiores níveis de vendas, que somaram 549,6 milhões de dólares. As importações e exportações pela Ponte da Integração, que liga a cidade São Borja a Santo Tomé, totalizaram 2,69 bilhões de dólares, valor 38,38% acima do obtido no ano passado. De acordo com o delegado substituto da RF, Auro Maebayashi, o programa Fronteira da Excelência, instituído em Uruguaiana, contribuiu para a dinâmica dos resultados. Conforme ele, os principais itens da pauta de negócios entre os países não têm variado nos últimos anos, sendo os produtos da linha automotiva, principalmente veículos e autopeças, os mais comercializados entre os mercados. Para o despachante aduaneiro e transportador Paulo Estivalet o desempenho positivo se deu também em razão do aperfeiçoamento profissional da categoria, da administração cambial e do papel positivo dos intervenientes. De janeiro a dezem...

União decide suspender mudança em tarifa de importação

...ha, bebidas e calçados, hoje calculadas como percentual do preço das mercadorias. Fazenda, Desenvolvimento e Relações Exteriores estudam como fazer a mudança e preservar algum tipo de mecanismos contra subfaturamento de importações - a razão alegada pela Receita para adotar a medida, feita se...

"Pirataria" de roupas e calçados gera prejuízo de R$ 6 bilhões

Pesquisa realizada pela Associação Brasileira do V

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 413, DE 3 DE JANEIRO DE 2008.

... até 31 de dezembro de 2010, calculada pela aplicação da taxa de depreciação admitida pela legislação tributária, sem prejuízo da depreciação contábil. § 1o A quota de depreciação acelerada incentivada de que trata o caput constituirá exclusão do lucro líquido para fins de determinação do lucro real e será controlada no livro fiscal de apuração do lucro real. § 2o O total da depreciação acumulada, incluindo a contábil e a acelerada incentivada, não poderá ultrapassar o custo de aquisição do bem. § 3o A partir d...

Alteração em cobrança pode elevar imposto de importação

...os e de vinhos, por exemplo, calculam que as tarifas de importação podem aumentar até 750% e 1.400%, respectivamente. Em vez da aplicação de uma alíquota no valor da importação (ad valorem), a medida provisória estabelece um valor fixo até um teto de R$ 10,00 por quilo de produto importado (ad rem). O valor fixo também pode ser aplicado sobre outra unidade de medida. O Executivo terá a prerrogativa de alterar a relação de mercadorias dentro dos setores citados acima e também de modificar o valor da alíquota. Segundo a MP, a mudança só vale a partir da regulamentação, que não tem data marcada. A mudança de critério permite ao Executivo determinar, a qualquer momento, o valor fixo a ser pago por qualquer um dos setores sujeitos ao novo critério. A mudança pode ser feita por decreto e valer imediatamente, já que o imposto de importação não está sujeito a nenhum prazo de anterioridade para entrar em vigor. “A única limitação é o teto de R$ 10,00″,...

ARTIGOS COMEX - Valoração Aduaneira

... e cuja definição, conteúdo e alcance, portanto, não podem oferecem – ou não deveriam oferecer – espaço para digressões (art. 110 da Lei nº 5.172/66 – Código Tributário Nacional). É comu...

Importações têm aumento de 23,2% e exportações diminuem 0,3%

Na 1ª semana de janeiro, com apenas três dias útei

A balança da indústria

...da indústria de transformação alcançou US$ 15,7 bilhões; nos primeiros nove meses de 2007, diminuiu para US$ 9,3 bilhões, segundo o jornal Valor. É uma redução de 41%, bem maior do que o encolhimento do superávit comercial total do País, que foi de 9,6%, de acordo com dados do governo. O setor que registrou o maior déficit nos nove primeiros meses de 2007 foi o de material elétrico e de comunicações, com saldo negativo de US$ 6,2 bilhões, 24% mais do que em 2006. O segundo maior déficit, de US$ 6 bilhões (66% maior do que o de 2006), foi o da indústria química. Em porcentagem, os maiores crescimentos foram registrados pelas indústrias de materiais plásticos (124%) e têxtil (127%). A indústria de material elétrico e de comunicações registra déficits comerciais volumosos há anos. As entidades representativas do setor calculam em mais de 60% a participação dos itens importados nos bens produzidos no País. Em tese, essa alta presença de componentes import...

Comércio exterior: perspectivas

... Livre Comércio das Américas (Alca), que levaram o País a uma conduta vista como isolacionista, o que pode ser comprovado apenas com um dado: entre 1995 e 2006 foram fechados no mundo 176 acordos comerciais e o Brasil não participa de nenhum, continuando atolado no Mercosul em crise. Para piorar, além de investir muito lentamente na recuperação da infra-estrutura, o governo insiste em protelar a decisão de fazer uma reforma tributária que venha a desonerar os produtos manufaturados, que geram mais empregos e são mais estáveis, ao contrário das commodities. Fonte: MILTON LOURENÇO...

Exportação de calçados fecha com US$ 1,9 bilhão

Em um ano que tinha tudo para ser catastrófico dev

Importações são “importantes” para o Brasil, diz secretário

...que o saldo de US$ 40 bilhões alcançado pelo Brasil é superior ao registrado pelos outros países em desenvolvimento não exportadores de petróleo. A cifra equivale a 25% do total de exportações brasileiras – quase o mesmo que a Argentina. Na China, por exemplo, o saldo representa 18% das exportações. A África do Suil, segundo Barral, teve déficit de 32% e o México, de 7%. No total, as vendas do Brasil para o exterior alcançaram US$ 160,64 bilhões em 2007 - 16,1% a mais que em 2006. Entre os produtos com maior crescimento nas exportações estão: gasolina (alta de 52,7%), aviões (45% a mais do que em 2006), ferro-liga (+ 74,7%) e carne de frango (43,7%). As vendas de milho em grão subiram 317, 2% por causa do uso do milho para produção de etanol nos Estados Unidos, o que elevou os preços no mercado internacional e também demandou maiores volumes por parte dos países exportadores. As compras feitas pelo Brasil em outros países aumentaram 31,5% em relação a 2006, totalizando US$ 120,61 bilhões. Além do aumento de im...

Ano bate recorde de novas importadoras

...implicações nas fábricas, no balcão das lojas, passando pela mesa das famílias, controle da inflação e os cofres da Receita Federal. O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, afirma que o ambiente favorável às compras no exterior provocou diferentes arranjos empresariais. No universo das 4.241 novas importadoras, há dezenas de indústrias e estabelecimentos do comércio atacadista e varejista que, com o suporte do real forte e consumo interno mais dinâmico, decidiram abandonar as tradings, eliminando custos e partindo para iniciativas próprias. Novas operações Um outro grupo de grandes e médias empresas, favorecidas pela expansão do PIB (Produto Interno Bruto), decidiu abrir firmas exclusivamente para realizar operações de comércio exterior. Há, também, o grupo de empresas que criaram negócios específicos para dar visibilidade à marca dos produtos que importam e, ainda, negócios que deixaram de fazer importações nos anos anteriores e que começam a voltar ao mercado internacional. Os fabricantes de autopeças refletem essas situações e f...

Exportações brasileiras crescem acima da média mundial

O crescimento das exportações, acompanhado pelo au

Média diária de importações sobe 66,3% em dezembro

O aumento das compras com combustíveis e lubrifica

Exportador tem menor ganho desde 1985

...entabilidade das exportações calculado pela Funcex (Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior) atingiu em novembro 78,07, o menor patamar desde janeiro de 1985, quando o indicador começou a ser calculado. Um ano antes, o índice estava em 85,35. Em junho de 2004, com o dólar a R$ 3,11, foi de 107,42. “Alguns exportadores de manufaturados têm registrado perdas, porque não conseguem compensar a valorização do real com aumento de preços”, observa Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex. O estudo da Fiesp indica que um terço dos exportadores enfrenta queda de sua rentabilidade em reais. O principal efeito desse movimento é a desaceleração do ritmo de expansão das exportações. Roberto Giannetti da Fonseca, diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, acredita que as vendas podem registrar queda dentro de 18 meses. Ele ressalta que a alta nas exportações é sustentada pelo aumento de preços. As quantidades exportadas têm crescido em ritmo inferior ao do comércio mundial e, em alguns setores, estão em queda. José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, observa que o número de carros embarcados até outubro caiu 6,9% ante igual período de 2006. A receita subiu 0,3% em razão do aumento dos preços. Para 2008, Castro prevê forte desaceleração nas exportações, com expansão de apenas 5%. O a...

Importações têm expressiva alta de 66,3% na balança de dezembro

Na 3ª semana de dezembro, a balança comercial regi

RESOLUÇÃO No- 73, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007

...imo 1 e no máximo 6 torres de alceamento de folhas soltas de superfície máxima igual ou superior a 1.750cm2 8440.10.90 704 1 unidade de aplicação de grampos em conjunto de folhas alceadas com posterior aplicação de dobra, operando por meio de 1 a 4 cabeçotes de grampo, com velocidade igual ou superior a 2.500 jogos por hora 8441.10.90 7 11 1 guilhotina de corte frontal através de facas para aplicação de refil em revistas (SI-094) : Sistema Integrado de esmaltagem vertical para fios de cobre ou alumínio, com seção retangular maior ou igual a 2,5mm2 e menor ou igual a 60mm2 ou redondo com diâmetro maior ou igual a 2,0mm e menor ou igual a 5,2mm, constituído por: CÓDIGO EX DESCRIÇÃO 8417.10.20 704 2 fornos de recozimento acoplados aos fornos de esmaltagem, de fio laminado, ou trefilado, do tipo vertical, aquecido eletricamente, contendo polias e aspirador de vapor, acompanhado de reservatório de água desmineralizada 8419.89.99 784 2 fornos de esmaltagem, aquecidos por resistências elétricas e pela queima de solvente evaporado do esmalte, contendo dispositivo de aspiração e catalisador 8479.81.90 717 2 bobinadores para enrolar, em bobinas, o fio esmaltado, contendo controlador lógico programável (CLP) 8479.89.91 701 2 subsistemas para lavagem dos fios laminados ou trefilados, contendo tanque para água quente, bombas e filtros 8479.89.99 631 2 desbobinadores de fio nu, residente em bobinas e dispositivo de troca rápida 8479.89.99 632 2 acumuladores "pulmão" para armazenagem de fios, compostos de torre e polias 8479.89.99 633 2 aplicadores de esmalte sobre o fio nu, acompanhados de três caixas de alimentação com bombas 8479.89.99 634 2 subsistemas de resfriamento, por ventilação forçada, do fio esmaltado curado 8537.10.20 818 1 painel de comando, com controlador lógico programável (CLP) 8537.10.20 819 1 mesa de comando, contendo microcomputador e programa apropriado, destinada a monitoração do processo de esmaltagem Art. 16. Na Resolução CAMEX no 25, de 22 de agosto de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 25 de agosto de 2006: Onde se lê: 8462.99.20 Ex 006 - Máquinas para conformação do pescoço de lata de alumínio, com encerador (waxer), para diâmetros compreendidos entre 52 e 66mm, comprimento da lata compreendida entre 80 e 169mm, com capacidade de 2.400latas/min, e controlador lógico programável(CLP) Leia-se: 8462.99.20 Ex 006 - Máquinas para conformação do pescoço de lata de alumínio, com encerador (waxer), para diâmetros compreendidos entre 52 e 66mm, comprimento da lata compreendida entre 80 e 169mm, com capacidade máxima igual ou superior a 2.400latas/ min, e controlador lógico programável(CLP) Onde se lê: 8462.99.20 Ex 005 - Prensa horizontal para extrusão de latas de alumínio em duas peças (corpo e tampa), altura da lata compreendida entre 139,7 e 209,5mm, capacidade máxima de produção de 500latas/min, com controlador lógico programável (CLP) Leia-se: 8462.99.20 Ex 005 - Prensa horizontal para extrusão de latas de alumínio em duas peças (corpo e tampa), altura da lata compreendida entre 139,7 e 209,5mm, capacidade máxima de produção igual ou superior a 400latas/min, com controlador lógico programável (CLP) Art. 17. Na Resolução CAMEX no 28, de 20 de setembro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 22 de setembro de 2006: Onde se lê: 8424.89.90 Ex 040 - Máquinas aplicadoras de verniz na parte interna da lata, com capacidade máxima de produção de 400latas/min, acompanhadas de um aplicador por ponto de tinta não visível a olho nu Leia-se: 8424.89.90 Ex 040 - Máquinas aplicadoras de verniz na parte interna da lata, com capacidade máxima de produção igual ou superior a 350latas/min, acompanhadas de um aplicador por ponto de tinta não visível a olho nu e com ou sem unidade de alimentação de verniz Art. 18. Na Resolução CAMEX no 32, de 30 de outubro de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 31 de outubro de 2006: Onde se lê: 8428.90.90 Ex 048 - Carros-grelha para transportar camada de forração e pelotas cruas dentro de forno, construídos em 3 partes, o corpo principal fundido reversível e 2 laterais intercambiáveis fundidas flangeadas e conectadas ao corpo central por parafuso, com capacidade de 5.670kg para operar em temperatura máxima de 1.100°C nas barras de grelha, fabricados em aço fundido com teores de fósforo 0,03% e de enxofre inferiores a 0,01% Leia-se: 8428.90.90 Ex 048 - Carros-grelha para transportar camada de forração e pelotas cruas dentro de forno, construídos em 3 partes, o corpo principal fundido reversível e 2 laterais intercambiáveis fundidas flangeadas e conectadas ao corpo central por parafuso, com capacidade de 5.670kg para operar em temperatura máxima de 1.100°C nas barras de grelha, fabricados em aço ou ferro fundido com teores de fósforo entre 0,03 e 0,05%, e de enxofre inferiores a 0,01% Onde se lê: 8417.80.90 Ex 006 - Fornos a gás natural, para secagem e cura do verniz interno das latas metálicas com capacidade de produção de 6.000latas/min, com temperatura de trabalho de 204,4°C (400°F) Leia-se: 8417.80.90 Ex 006 - Fornos a gás natural, para secagem e cura do verniz interno das latas metálicas com capacidade de produção de 6.000latas/min, com temperatura de trabalho de até 260ºC (500°F) Art. 19. Na Resolução CAMEX no 01, de 22 de janeiro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 24 de janeiro de 2007: Onde se lê: 8465.99.00 Ex 019 - Máquinas automáticas com comando numérico computadorizado (CNC), para desbastar, prefilar adesivo, aquecer o laminador, realizar "o postforming" e refilar as sobras em uma só passagem pela máquina, em painéis de fibra ou partículas de madeira, com raio mínimo de "postforming" de 4mm, espessura compreendida entre 16 e 30mm, pré-revestidos em material sintético (laminados) Leia-se: 8465.99.00 Ex 019 - Máquinas automáticas com comando numérico computadorizado (CNC), para desbastar, perfilar, aplicar adesivo, aquecer o laminado, realizar "o postforming" e refilar as sobras em uma só passagem pela máquina, em painéis de fibra ou partículas de madeira, com raio mínimo de "postforming" de 4mm, espessura compreendida entre 16 e 30mm, pré-revestidos em material sintético (laminados) Onde se lê: 8479.89.12 Ex 002 - Bombas dosadoras, tipo seringa, para alimentação de pasta de catalisador, em processo piloto de produção de polímeros, com vazão compreendida entre 0,16 e 68,15ml/min Leia-se: 8479.89.12 Ex 002 - Bombas dosadoras, tipo seringa, de diafragma, para alimentação de pasta de catalisador, em processo piloto de produção de polímeros e similares, com vazão compreendida entre 0,14 e 68,15ml/injeção Art. 20. Na Resolução CAMEX no 22, de 27 de junho de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 28 de junho de 2007: Onde se lê: 8436.80.00 Ex 001 - Cabeçotes florestais para corte, desgalhe, descascamento e cortes sucessivos em comprimentos desejados de árvores plantadas ou de reflorestamento, com diâmetro máximo de 102cm Leia-se: 8436.99.00 Ex 001 - Cabeçotes florestais para corte, desgalhe, descascamento e cortes sucessivos em comprimentos desejados de árvores plantadas ou de reflorestamento, com diâmetro máximo de 102cm Art. 21. Na Resolução CAMEX no 36, de 06 de setembro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 14 de setembro de 2007: Onde se lê: 8472.90.30 Ex 004 - Dispositivos periféricos eletros-mecânicos, auxiliares, sem capacidade de operação autônoma, com função exclusiva de aceitar e validar a autenticidade e o valor de cédulas e retê-las em cassete fixo ou removível, com ou sem armazenamento intermediário (escrow), próprios para integração a máquinas de auto-serviço com utilização de papel-moeda, pesando até 22kg, com dimensões máximas de até 75cm de altura, 20cm de largura e 45cm de comprimento Leia-se: 8472.90.30 Ex 004 - Dispositivos periféricos eletros-mecânicos, auxiliares, sem capacidade de operação autônoma, com função exclusiva de aceitar e validar a autenticidade e o valor de cédulas e retê-las em cassete fixo ou removível, com ou sem armazenamento intermediário (escrow), próprios para integração a máquinas de auto-serviço com utilização de papel-moeda, pesando até 55kg, com dimensões máximas de até 112cm de altura, 20cm de largura e até 80cm de comprimento Art. 22. Na Resolução CAMEX no 41, de 03 de outubro de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 05 de outubro de 2007: Onde se lê: 8442.40.90 Ex 001 - Máquinas automáticas para embalagem a vácuo, para carnes vermelhas frescas ou processadas e queijos industrializados, dotadas de barras de selagem de 1.500mm de comprimento, distância entre as barras de 755mm, utilizando unidade controladora de solda individual, para embalagens de dimensões máximas de 745mm de comprimento e 225mm de altura, com sistema de vácuo com dupla válvula combinada, com remoção de aparas, sensor de presença e sistema de segurança por cortina de luz, com controlador lógico programável (CLP) Leia-se: 8422.40.90 Ex 001 - Máquinas automáticas para embalagem a vácuo, para carnes vermelhas frescas ou processadas e queijos industrializados, dotadas de barras de selagem de 1.500mm de comprimento, distância entre as barras de 755mm, utilizando unidade controladora de solda individual, para embalagens de dimensões máximas de 745mm de comprimento e 225mm de altura, com sistema de vácuo com dupla válvula combinada, com remoção de aparas, sensor de presença e sistema de segurança por cortina de luz, com controlador lógico programável (CLP) Onde se lê: 9030.10.90 Ex 004 - Monitores tipo portal de segurança para detecção de radiação gama e nêutrons, compostos de painéis sensores de radiação, unidade de controle, sensores de ocupação e painel anunciador Leia-se: 9030.10.90 Ex 004 - Monitores tipo portal de segurança para detecção de radiação, compostos de painéis sensores de radiação, unidade de controle, sensores de ocupação e painel anunciador Art. 23. A partir de 1o de janeiro de 2009, as reduções tarifárias de que tratam os artigos 1o e 2o da presente Resolução deverão ser adaptadas ao novo Regime Comum de Bens de Capital Não Produzidos, de que tratam as Decisões nos 34/03 e 40/05, do Conselho do Mercado Comum, do MERCOSUL, incorporadas ao ordenamento jurídico nacional pelos Decretos nos 5.078, de 11 de maio de 2004, e 5.901, de 20 de setembro de 2006, e outros procedimentos que vierem a ser estabelecidos pelo MERCOSUL. Art. 24. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE Presidente do Conselho...

Exportação industrial cresce 18% no RS

As vendas externas da indústria gaúcha em novembro

Exportação de calçado cai 1,4%, mas receita sobe 2,6%

As exportações brasileiras de calçados recuaram 1,

Exportações e importações de Itajaí já estão 11% acima do total de 2006

...escimento acima dos 15%, será alcançada. É um grande motivo de comemoração para a cidade e toda a comunidade portuária", ressalta Rebelo. Fonte: Assessoria de imprensa do Porto de Itajaí...

Exportações gaúchas registram crescimento de 18% em novembro

...gual período do ano passado e alcançaram US$ 11,9 bilhões, lideradas pelos setores de refino de petróleo (200%), metalurgia básica (65%), fumo (33%), têxteis (31%), máquinas e equipamentos (31%) e alimentos e bebidas (22%). Em relação aos destinos dos produtos gaúchos, os Estados Unidos lideram as compras (12%), seguidos por China (10%), Argentina (10%) e Rússia (5%). "Estes resultados confirmam as expectativas de um bom ano para as exportações da indústria do Estado e, além disso, refletem um sólido desempenho no campo em 2007", afirma Tigre. No ano, as importações do Rio Grande do Sul cresceram 25% em relação a 2006, atingindo US$ 9,2 bilhões. Os setores que mais importaram foram: material de transporte (74%),...

Porto Municipal de Itajaí-Exportações e importações já estão 11% acima do total de 2006

...escimento acima dos 15%, será alcançada. É um grande motivo de comemoração para a cidade e toda a comunidade portuária”, ressalta Rebelo. Fonte: Assessoria de Comunicação - ASCOM...

Superávit comercial em 2008 vai cair para US$ 25 bilhões

...rá menor e as vendas externas alcançarão US$ 175 bilhões. As previsões para o comércio exterior estão no documento Economia Brasileira Desempenho e Perspectivas, divulgado nesta terça-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A retração das exportações será resultado da valorização do real diante do dólar. A cotação média prevista para o dólar e...

AEB prevê alta de 6% das exportações em 2008

...er o menor desde 1980, quando alcançou 44,8%. "Os produtos básicos serão responsáveis pela expansão das exportações, ainda que pequena, graças preponderantemente à elevação das cotações médias do minério de ferro, complexo soja, petróleo e derivados, e aumento da produção de aviões". Segundo ele, a elaboração da previsão da AEB para a balança comercial em 2008 considerou que o crescimento do PIB dos Estados Unidos e o comércio mundial "sofrerão leve desaceleração, permanecendo o atual cenário favorável às cotações das commodities, exceto as metálicas utilizadas no segmento imobiliário". O vice-presidente da AEB listou também algumas "peculiaridades" sobre as exportações no ano que vem, destacando que, a exemplo do que ocorreu pela primeira vez com o minério de ferro em 2007, em 2008 deverá ser o petróleo em bruto que também deverá ultrapassar US$ 10 bilhões em exportações, com o minério de ferro podendo atingir US$ 12,25 bilhões e o petróleo, US$ 11,05 bilhões. Para Augusto de Castro, a atual taxa de câmbio "continuará sendo a mola propulsora para o crescimento projetado para as importações, mesmo em caso de eventual crescimento do PIB inferior ao previsto". Fonte: Agência Estado...

Empresas podem ficar isentas de contribuição em exportações

A incidência da CSLL (Contribuição Social sobre o

CIRCULAR Nº 3.372, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007

...pra e de venda da PTAX serão calculadas com base no resultado da taxa média (ponderada pelos volumes) das operações realizadas no mercado interbancário de câmbio, com liquidação em d+2, obtida após o expurgo de uma parcela dessas operações, cujo volume não é superior a 5% do volume negociado no dia. Parágrafo único. Para efeito do disposto nesta Circular, expurgo é o recurso utilizado para eliminar operações que tenham sido fechadas a taxas discrepantes daquelas praticadas no mercado. Art. 2º Para a...

DECRETO No- 6.306, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2007

...ocorrência do fato gerador e calculado à alíquota correspondente à operação, conforme previsto no art. 7o, incidente sobre o valor desclassificado ou descaracterizado, sem prejuízo do disposto no art. 54. § 4o Quando houver falta de comprovação ou descumprimento de condição, ou desvirtuamento da finalidade dos recursos, total ou parcial, de operação tributada à alíquota zero, o IOF será devido a partir da ocorrência do fato e gerador calculado à alíquota correspondente à operação, conforme previsto no art. 7o, acrescido de juros e multa de mora, sem prejuízo do disposto no art. 54, conforme o caso. CAPÍTULO IV DA ISENÇÃO Art. 9o É isenta do IOF a operação de crédito: I - para fins habitacionais, inclusive a destinada à infra-estrutura e saneamento básico relativos a programas ou projetos que tenham a mesma finalidade (Decreto-Lei no 2.407, de 5 de janeiro de 1988); II - realizada mediante conhecimento de depósito e warrant, representativos de mercadorias depositadas para exportação, em entreposto aduaneiro (Decreto-Lei no 1.269, de 18 de abril de 1973, art. 1o, e Lei no 8.402, de 8 de janeiro de 1992, art. 1o, inciso XI); III - com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO) (Lei no 7.827, de 27 de setembro de 1989, art. 8o); IV - efetuada por meio de cédula e nota de crédito à exportação (Lei no 6.313, de 16 de dezembro de 1975, art. 2o, e Lei no 8.402, de 1992, art. 1o, inciso XII); V - em que o tomador de crédito seja a entidade binacional Itaipu (art. XII do Tratado promulgado pelo Decreto no 72.707, de 28 de agosto de 1973); VI - para a aquisição de automóvel de passageiros, de fabricação nacional, com até 127 HP de potência bruta (SAE), na forma do art. 72 da Lei no 8.383, de 30 de dezembro de 1991; VII - contratada pelos executores do Gasoduto Brasil-Bolívia, diretamente ou por intermédio de empresas especialmente por eles selecionadas para esse fim, obedecidas as condições previstas no Acordo entre os Governos da República Federativa do Brasil e da República da Bolívia (Acordo promulgado pelo Decreto no 2.142, de 5 de fevereiro de 1997, art. 1o); VIII - em que os tomadores sejam missões diplomáticas e repartições consulares de carreira (Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 26 de julho de 1967, art. 32, e Decreto no 95.711, de 10 de fevereiro de 1988, art. 1o); IX - contratada por funcionário estrangeiro de missão diplomática ou representação consular (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 8 de junho de 1965, art. 34). § 1o O disposto nos incisos VIII e IX não se aplica aos consulados e cônsules honorários (Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 58). § 2o O disposto no inciso IX não se aplica aos funcionários estrangeiros que tenham residência permanente no Brasil (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 37, e Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 71). § 3o Os membros das famílias dos funcionários mencionados no inciso IX, desde que com eles mantenham relação de dependência econômica e não tenham residência permanente no Brasil, gozarão do tratamento estabelecido neste artigo (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 37, e Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 71). § 4o O tratamento estabelecido neste artigo aplica-se, ainda, aos organismos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro e aos funcionários estrangeiros de tais organismos, nos termos dos acordos firmados (Lei no 5.172, de 1966, art. 98). CAPÍTULO V DA COBRANÇA E DO RECOLHIMENTO Art. 10. O IOF será cobrado: I - no primeiro dia útil do mês subseqüente ao de apuração, nas hipóteses em que a apuração da base de cálculo seja feita no último dia de cada mês; II - na data da prorrogação, renovação, consolidação, composição e negócios assemelhados; III - na data da operação de desconto; IV - na data do pagamento, no caso de operação de crédito não liquidada no vencimento; V - até o décimo dia subseqüente à data da caracterização do descumprimento ou da falta de comprovação do cumprimento de condições, total ou parcial, de operações isentas ou tributadas à alíquota zero ou da caracterização do desvirtuamento da finalidade dos recursos decorrentes das mesmas operações; VI - até o décimo dia subseqüente à data da desclassificação ou descaracterização, total ou parcial, de operação de crédito rural ou de adiantamento de contrato de câmbio, quando feita pela própria instituição financeira, ou do recebimento da comunicação da desclassificação ou descaracterização; VII - na data da entrega ou colocação dos recursos à disposição do interessado, nos demais casos. Parágrafo único. O IOF deve ser recolhido ao Tesouro Nacional até o terceiro dia útil subseqüente ao decêndio da cobrança ou do registro contábil do imposto (Lei no 11.196, de 21 de novembro de 2005, art. 70, inciso II, alínea "b"). TÍTULO III DA INCIDÊNCIA SOBRE OPERAÇÕES DE CÂMBIO CAPÍTULO I DO FATO GERADOR Art. 11. O fato gerador do IOF é a entrega de moeda nacional ou estrangeira, ou de documento que a represente, ou sua colocação à disposição do interessado, em montante equivalente à moeda estrangeira ou nacional entregue ou posta à disposição por este (Lei no 5.172, de 1966, art. 63, inciso II). Parágrafo único. Ocorre o fato gerador e torna-se devido o IOF no ato da liquidação da operação de câmbio. CAPÍTULO II DOS CONTRIBUINTES E DOS RESPONSÁVEIS Dos Contribuintes Art. 12. São contribuintes do IOF os compradores ou vendedores de moeda estrangeira nas operações referentes às transferências financeiras para o ou do exterior, respectivamente (Lei no 8.894, de 1994, art. 6o). Parágrafo único. As transferências financeiras compreendem os pagamentos e recebimentos em moeda estrangeira, independentemente da forma de entrega e da natureza das operações. Dos Responsáveis Art. 13. São responsáveis pela cobrança do IOF e pelo seu recolhimento ao Tesouro Nacional as instituições autorizadas a operar em câmbio (Lei no 8.894, de 1994, art. 6o, parágrafo único). CAPÍTULO III DA BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA Da Base de Cálculo Art. 14. A base de cálculo do IOF é o montante em moeda nacional, recebido, entregue ou posto à disposição, correspondente ao valor, em moeda estrangeira, da operação de câmbio (Lei no 5.172, de 1966, art. 64, inciso II). Da Alíquota Art. 15. A alíquota máxima do IOF é de vinte e cinco por cento (Lei no 8.894, de 1994, art. 5o). § 1o A alíquota do IOF fica reduzida para os percentuais abaixo enumerados: I - sobre o valor ingressado no País decorrente de ou destinado a empréstimos em moeda com os prazos médios mínimos de até noventa dias: cinco por cento; II - nas operações de câmbio destinadas ao cumprimento de obrigações de administradoras de cartão de crédito ou de bancos comerciais ou múltiplos na qualidade de emissores de cartão de crédito decorrentes de aquisição de bens e serviços do exterior efetuada por seus usuários, observado o disposto no inciso III: dois por cento; III - nas operações de câmbio destinadas ao cumprimento de obrigações de administradoras de cartão de crédito ou de bancos comerciais ou múltiplos na qualidade de emissores de cartão de crédito decorrentes de aquisição de bens e serviços do exterior quando forem usuários do cartão a União, Estados, Municípios, Distrito Federal, suas fundações e autarquias: zero; IV - nas demais operações de câmbio: zero. § 2o No caso de operações de empréstimo em moeda via lançamento de títulos, com cláusula de antecipação de vencimento, parcial ou total, pelo credor ou pelo devedor (put/call), a primeira data prevista de exercício definirá a incidência do imposto prevista no inciso I do § 1o. § 3o Quando a operação de empréstimo for contratada pelo prazo médio mínimo superior a noventa dias e for liquidada antecipadamente, total ou parcialmente, descumprindo o prazo médio mínimo exigido para aplicação do benefício da alíquota zero, o contribuinte ficará sujeito ao pagamento do imposto calculado à alíquota estabelecida no inciso I do § 1o, acrescido de juros moratórios e multa, sem prejuízo das penalidades previstas no art. 23 da Lei no 4.131, de 3 de setembro de 1962, e no art. 72 da Lei no 9.069, de 29 de junho de 1995. CAPÍTULO IV DA ISENÇÃO Da Isenção Art. 16. É isenta do IOF a operação de câmbio: I - realizada para pagamento de bens importados (Decreto- Lei no 2.434, de 19 de maio de 1988, art. 6o, e Lei no 8.402, de 1992, art. 1o, inciso XIII); II - em que o comprador ou o vendedor da moeda estrangeira seja a entidade binacional Itaipu (art. XII do Tratado promulgado pelo Decreto no 72.707, de 1973); III - contratada pelos executores do Gasoduto Brasil-Bolívia, diretamente ou por intermédio de empresas especialmente por eles selecionadas para esse fim, obedecidas as condições previstas no Acordo entre os Governos da República Federativa do Brasil e da República da Bolívia (Acordo promulgado pelo Decreto no 2.142, de 1997, art. 1o); IV - realizada para pagamento de bens importados destinados aos empreendimentos que se implantarem, modernizarem, ampliarem ou diversificarem no Nordeste e na Amazônia e que sejam considerados de interesse para o desenvolvimento destas regiões, segundo avaliações técnicas específicas das respectivas Agências ou Superintendências de Desenvolvimento, até 31 de dezembro de 2010 (Lei no 9.808, de 20 de julho de 1999, art. 4o, inciso II, Medida Provisória no 2.156-5, de 24 de agosto de 2001, Medida Provisória no 2.157-5, de 24 de agosto de 2001, Lei Complementar no 124, de 3 de janeiro de 2007, e Lei Complementar no 125, de 3 de janeiro de 2007); V - em que os compradores ou vendedores da moeda estrangeira sejam missões diplomáticas e repartições consulares de carreira (Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 32, e Decreto no 95.711, de 1988, art. 1o); VI - contratada por funcionário estrangeiro de missão diplomática ou representação consular (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 34). § 1o O disposto nos incisos V e VI não se aplica aos consulados e cônsules honorários (Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 58). § 2o O disposto no inciso VI não se aplica aos funcionários estrangeiros que tenham residência permanente no Brasil (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 37, e Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 71). § 3o Os membros das famílias dos funcionários mencionados no inciso VI, desde que com eles mantenham relação de dependência econômica e não tenham residência permanente no Brasil, gozarão do tratamento estabelecido neste artigo (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 37, e Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 71). § 4o O tratamento estabelecido neste artigo aplica-se, ainda, aos organismos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro e aos funcionários estrangeiros de tais organismos, nos termos dos acordos firmados (Lei no 5.172, de 1966, art. 98). CAPÍTULO V DA COBRANÇA E DO RECOLHIMENTO Art. 17. O IOF será cobrado na data da liquidação da operação de câmbio. Parágrafo único. O IOF deve ser recolhido ao Tesouro Nacional até o terceiro dia útil subseqüente ao decêndio da cobrança ou do registro contábil do imposto (Lei no 11.196, de 2005, art. 70, inciso II, alínea "b"). TÍTULO IV DA INCIDÊNCIA SOBRE OPERAÇÕES DE SEGURO CAPÍTULO I DO FATO GERADOR Art. 18. O fato gerador do IOF é o recebimento do prêmio (Lei no 5.143, de 1966, art. 1o, inciso II). § 1o A expressão "operações de seguro" compreende seguros de vida e congêneres, seguro de acidentes pessoais e do trabalho, seguros de bens, valores, coisas e outros não especificados (Decreto- Lei no 1.783, de 1980, art. 1o, incisos II e III). § 2o Ocorre o fato gerador e torna-se devido o IOF no ato do recebimento total ou parcial do prêmio. CAPÍTULO II DOS CONTRIBUINTES E DOS RESPONSÁVEIS Dos Contribuintes Art. 19. Contribuintes do IOF são as pessoas físicas ou jurídicas seguradas (Decreto-Lei no 1.783, de 1980, art. 2o). Dos Responsáveis Art. 20. São responsáveis pela cobrança do IOF e pelo seu recolhimento ao Tesouro Nacional as seguradoras ou as instituições financeiras a quem estas encarregarem da cobrança do prêmio (Decreto- Lei no 1.783, de 1980, art. 3o, inciso II, e Decreto-Lei no 2.471, de 1o de setembro de 1988, art. 7o). Parágrafo único. A seguradora é responsável pelos dados constantes da documentação remetida para cobrança. CAPÍTULO III DA BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA Da Base de Cálculo Art. 21. A base de cálculo do IOF é o valor dos prêmios pagos (Decreto-Lei no 1.783, de 1980, art. 1o, incisos II e III). Da Alíquota Art. 22. A alíquota do IOF é de vinte e cinco por cento (Lei no 9.718, de 27 de novembro de 1998, art. 15). § 1o A alíquota do IOF fica reduzida: I - a zero, nas seguintes operações: a) de resseguro; b) de seguro obrigatório, vinculado a financiamento de imóvel habitacional, realizado por agente do Sistema Financeiro de Habitação; c) de seguro de crédito à exportação e de transporte internacional de mercadorias; d) de seguro contratado no Brasil, referente à cobertura de riscos relativos ao lançamento e à operação dos satélites Brasilsat I e II; e) em que o valor dos prêmios seja destinado ao custeio dos planos de seguro de vida com cobertura por sobrevivência; f) de seguro aeronáutico e de seguro de responsabilidade civil pagos por transportador aéreo; g) de seguro de vida e congêneres, de acidentes pessoais e do trabalho, incluídos os seguros obrigatórios de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres e por embarcações, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não; II - nas operações de seguros privados de assistência à saúde: dois por cento; III - nas demais operações de seguro: sete por cento. § 2o O disposto na alínea "f" do inciso I do § 1o aplica-se somente a seguro contratado por companhia aérea que tenha por objeto principal o transporte remunerado de passageiros ou de cargas. CAPÍTULO IV DA ISENÇÃO Art. 23. É isenta do IOF a operação de seguro: I - em que o segurado seja a entidade binacional Itaipu (art. XII do Tratado promulgado pelo Decreto no 72.707, de 1973); II - contratada pelos executores do Gasoduto Brasil-Bolívia, diretamente ou por intermédio de empresas especialmente por eles selecionadas para esse fim, obedecidas as condições previstas no Acordo entre os Governos da República Federativa do Brasil e da República da Bolívia (Acordo promulgado pelo Decreto no 2.142, de 1997, art. 1o ); III - rural (Decreto-Lei no 73, de 21 de novembro de 1966, art. 19); IV - em que os segurados sejam missões diplomáticas e repartições consulares de carreira (Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 32, e Decreto no 95.711, de 1988, art. 1o); V - contratada por funcionário estrangeiro de missão diplomática ou representação consular (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 8 de junho de 1965, art. 34). § 1o O disposto nos incisos IV e V não se aplica aos consulados e cônsules honorários (Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 58). § 2o O disposto no inciso V não se aplica aos funcionários estrangeiros que tenham residência permanente no Brasil (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 37, e Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 71). § 3o Os membros das famílias dos funcionários mencionados no inciso V, desde que com eles mantenham relação de dependência econômica e não tenham residência permanente no Brasil, gozarão do tratamento estabelecido neste artigo (Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas promulgada pelo Decreto no 56.435, de 1965, art. 37, e Convenção de Viena sobre Relações Consulares promulgada pelo Decreto no 61.078, de 1967, art. 71). § 4o O tratamento estabelecido neste artigo aplica-se, ainda, aos organismos internacionais e regionais de caráter permanente de que o Brasil seja membro e aos funcionários estrangeiros de tais organismos, nos termos dos acordos firmados (Lei no 5.172, de 1966, art. 98). CAPÍTULO V DA COBRANÇA E DO RECOLHIMENTO Art. 24. O IOF será cobrado na data do recebimento total ou parcial do prêmio. Parágrafo único. O IOF deve ser recolhido ao Tesouro Nacional até o terceiro dia útil subseqüente ao decêndio da cobrança ou do registro contábil do imposto (Lei no ...

Vale do Itajaí: boas perspectivas para 2008

... da qualidade”, explica Fábio Alcântara, executivo da Sociesc. “Isso mostra que Santa Catarina continua no caminho do crescimento, ampliando perspectivas para profissionais capacitados”, arremata. Na opinião de 81% dos entrevistados, a reforma tributária é urgente para conferir competitividade às indústrias. Além disso, mais da metade (55%) afirma que a excessiva interferência do governo na economia é um entrave para os negócios. (Fernanda Arechavaleta) Fonte: Revista Amanhã...

As negociações comerciais do Brasil

...iu que a corrente de comércio alcançasse em 2007 os US$273 bilhões, com superávit de US$41 bilhões. No que parece haver consenso é quanto à urgência de estratégias de crescimento acelerado com inclusão social e redução de desigualdades. E o setor de maior peso no PIB brasileiro, que mais emprega trabalhadores e mais cresce no mundo, é o de serviços: 54% do PIB do Brasil, mais de 60% do emprego, US$2,8 trilhões de comércio internacional - o triplo da agricultura. Mesmo assim, pouca atenção tem sido dada ao comércio de serviços nas negociações em curso. Setor de serviços O capítulo de serviços da OMC, o Gats, é, para o Brasil, um acordo bom e flexível. As tratativas do Gats na rodada Doha oferecem várias oportunidades e alguns riscos, como, por exemplo, em serviços ambientais. O Brasil já é relativamente aberto em s...

Empresas podem ficar isentas de contribuição em exportações

A incidência da CSLL (Contribuição Social sobre o

Crescem em 13,9% exportações para os países da América Latina

...ríodo de 2006, cujo superávit alcançou US$ 11,1 bilhões. A corrente de comércio no intercâmbio entre o Brasil e a América Latina somou US$ 37,3 bilhões, entre janeiro e agosto de 2007, superando em 18,0% o valor anotado em igual período do ano anterior (US$ 31,6 bilhões). As exportações brasileiras à América Latina cresceram para doze dos dezoito países integrantes do bloco, destacando-se, pela ordem de valor exportado: Argentina (US$ 9,0 bilhões, +19,1%), Venezuela (US$ 2,8 bilhões, +25,9%), Chile (US$ 2,8 bilhões, +9,7%), Colômbia (US$ 1,5 bilhão, +14,7%), Peru (US$ 1,1 bilhão, +21,6%), Paraguai (US$ 1,0 bilhão, +35,7%), Uruguai (US$ 844 milhões, +31,3%), Bolívia (US$ 558 milhões, +22,6%), Costa Rica (US$ 335 milhões, +18,2%), República Dominicana (US$ 313 milhões, +38,7%), Panamá (US$ 277 milhões, +56,8%) e El Salvador (US$ 140 milhões, +2,1%). Se mantido esse ritmo, o fluxo de comércio do Brasil com os países latinos poderá encerrar 2007 com cifra recorde em torno de US$ 56,0 bilhões, ultrapassando o recorde anteri...

Prêmio Análise-FIA de Comércio Exterior aponta perfil das empresas exportadoras no país

...berto Kassab, os ex-ministros Alcides Tápias, Maílson da Nóbrega e Delfim Neto, além da participação dos principais executivos de diversos setores econômicos, grandes nomes da economia nacional como Roberto Gianetti da Fonseca (diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e presidente da Funcex (Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior e o presidente da Apex-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos), Alessandro Teixeira, membros do governo e da academia, representados por dirigentes e professores da Fundação Instituto de Administração (FIA) - instituição parceira da Análise Editorial nesta premiação. As empresas premiadas este ano foram: Braskem, Companhia Nitr...

RESOLUÇÃO Nº 3.518, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2007(*)

O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da

Governo prorroga o prazo para ajuda aos "órfãos" do câmbio

O governo prorrogou para 30 de junho de 2008 o pra

Importações preocupam os calçadistas brasileiros

A indústria calçadista brasileira está em estado d

Presidente da Fiesc pede maior envolvimento governamental nos acordos comerciais

Alcantaro Corrêa diz que Brasil não acompanha dese...

QUESTÕES COMEX - IMPORTAÇÃO

...ão de Área de Livre Comércio (ALC); - internação da ZFM-PI (Produtos Industrializado); - internação da ZFM-PE (Produto Estrangeiro). Supervisor : João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

Brasil busca qualidade na pauta de exportação

9 de Dezembro de 2007 - A corrente de comércio - s

Comércio entre Brasil e Portugal tem aumento de 13% em 2007

O comércio entre Brasil e Portugal aumentou 13% en

Dezembro inicia com aumento recorde de 45,5% nas importações

Na 1ª semana de dezembro, a balança comercial regi

Alvo das expansões do aço será a exportação

.... Já as vendas internas devem alcançar a marca de 20,6 milhões de toneladas, com crescimento de 18%. A instituição aponta que o consumo aparente aumentará 19,7%, totalizando 22,1 milhões de toneladas. A construção civil e a indústria automotiva são os grandes responsáveis pelo crescimento do setor siderúrgico em 2007, representando, respectivamente, participações de 30% e 28%, afirmou Soares. Os dois setores vão continuar puxando o consumo do aço para cima, mas os principais atores serão as indústrias naval, petrolífera e o segmento doméstico. A produção de aço longo pode crescer 9,1% frente ao período de 2006. A estimativa é de 9,875 milhões de toneladas. Já a produção de aço plano pode alcançar a marca de 15,590 milhões de toneladas até o fim de 2007, obtendo crescimento de 8,2%. "Existe uma correlação entre o crescimento do PIB com o do aço. Este ano foi excepcional porque houve uma recuperação da indústria automotiva e um crescimento também da construção civil. Esses setores continuarão em crescimento no próximo ano, o que ajudará a gerar uma maior produção na indústria siderúrgica. Estamos preparados para atender todo o mercado", disse o executivo, acrescentando que mesmo com alguns dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que entram na prática em 2008, o setor terá condições de atender as expectativas dos diversos setores consumidores. Expectativas Para 2008, o IBS projeta um crescimento de 10% nas vendas internas de aço para 22,7 milhões de toneladas. A produção de aço bruto deverá atingir 37,6 milhões de toneladas, com um aumento de 10,8% frente a este ano. As previsões para o próximo ano incluem a expectativa de venda para a construção dos navios da Transpetro, subsidiária da Petrobras, que estão em licitação. O Instituto se defendeu também da ameaça da companhia de comprar aço do mercado externo por conta do preço mais baixo. O vice-presidente executivo do IBS, Marco Polo de Mello Lopes, afirmou que a Transpetro não apresentou às siderúrgicas nacionais as especificações para o aço que será usado na construção de navios petroleiros. Por conta disto, as fabricantes de aço ainda não fizeram as cotações específicas para o material necessário às embarcações. Mello Lopes acusou a Transpetro de fazer "um jogo de informação e contra-informação" a respeito da questão, que envolve o fornecimento do aço para a modernização da ...

LEI No- 11.604, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2007

Revoga a Medida Provisória nº 382, de 24 de julho

OMC reduz sua projeção de alta do comércio mundial

...de acha que dificilmente será alcançada sua projeção de alta de 6%, devido à desaceleração no quarto trimestre. "Se a produção cai, freqüentemente também a expansão do comércio cai mais", disse ...

PORTARIA Nº 549, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007

Dispõe acerca de rotinas operacionais para solicit

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 524, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2007

...da Lei no 10.865, de 2004, é calculada conforme IN SRF no 572, de 2005. A fórmula de cálculo do PIS/Pasep, incidente na importação de bens, leva em conta o II e o IPI pois estes impostos compõem a base de cálculo do ICMS, que integra a base de cálculo desta contribuição. Dispositivos Legais: Art. 3o, incisos I e II, e § 2o, inciso I, da Lei no 10.485, de 2002; Art. 7o, inciso I, art. 8o, § 9o, inciso I, e art. 45 da Lei no 10.865, de 2004; IN SRF no 572, de 2005. Assunto: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins IMPORTAÇÃO E REVENDA DE PRODUTOS RELACIONADOS NOS ANEXOS I E II DA LEI Nº 10.485, DE 2002. A incidência da Cofins - Importação sobre os produtos relacionados nos Anexos I e II da Lei no 10.485, de 2002, se deu a partir de 1o de agosto de 2004. A alíquota da Cofins incidente sobre as vendas dos produtos relacionados nos Anexos I e II da Lei no 10.485, de 2002, adquiridos no País, é 0% (zero por cento). A alíquota da Cofins incidentes sobre as vendas dos produtos relacionados nos Anexos I e II da Lei no 10.485, de 2002, revendidos pelo importador, para comerciante atacadista ou varejista...

Exportadores já sentem efeitos negativos da desvalorização do dólar

A desvalorização do dólar perante o Real, que ocor

Brasil e EUA respondem por 75% das exportações mundiais de carne de frango

...ões de toneladas) tende a ser alcançado (e, provavelmente, superado) ainda em 2007. Fonte: Global 21...

Hora de acerto com o México

... Livre Comércio das Américas (Alca) fracassou. O pacto com o Grupo Andino é modesto e pouco acrescentou às possibilidades comerciais do Brasil. O acordo entre Mercosul e Israel também chegou nessa quinta-feira a um impasse. Tudo poderá ficar mais complicado se a Venezuela do presidente Hugo Chávez for admitida no Mercosul. Fonte: O Estado de São Paulo...

Produtos industrializados lideram o crescimento das exportações

...adores (+26%). As importações alcançaram US$ 110,019 bilhões, cifra também recorde para o acumulado do ano, índice 30,2% maior que o registrado no mesmo período de 2006. Nessa comparação, observa-se crescimento de 33,5% de bens de consumo, 31,8% de bens de capital, 30,1% de matérias-primas e intermediários e 26% de combustíveis e lubrificantes. O saldo comercial registrado no ano soma US$ 36,400 bilhões, valor 12,1% menor que o apresentado de janeiro a novembro de 2006 (US$ 41,405 bilhões). Fonte: MDIC...

Receita disponibiliza simulador para tributação sobre importação

...no comércio exterior poderão calcular o valor dos tributos incidentes sobre a importação de uma determinada mercadoria, assim como o tratamento administrativo a que ela estaria sujeita, a partir da informação da sua classificação fiscal na Nomenclatura Comum do Mercosul -NCM, do valor aduaneiro...

Superávit comercial pode cair para US$ 20 bilhões em 2008

...ta” e poderia, até mesmo, ser alcançada antes, já no ano que vem. Na semana passada, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) revisou para baixo as projeções de crescimento da economia americana. Fonte: AE...

Para equilibrar o comércio regional, Brasil importa mais

...o próximo ano, quando deverão alcançar US$ 172 bilhões. Neste ano, quando as exportações deverão fechar em torno de US$ 158 bilhões, o total de embarques de produtos brasileiros cresceu 16%. Apesar do otimismo de Barral, a secretária-adjunta da Secretaria de Receita Federal, Clecy Maria Busato Lionço, manifestou preocupação com as novas restrições da legislação alfandegária americana. A partir de 2012, todo e qualquer produto embarcado para o mercado americano terá que passar por um aparato tecnológico que incluirá até scanners. Na prática, tais medidas vão representar o fim do controle por amostragem das exportações. Clecy advertiu que, por maior que seja o esforço para se adequar às normas, as exigências têm potencial para reduzir as importações de produtos brasileiros. De olho na necessidade de ampliar a participação brasileira no comércio mundial, o novo presidente da Agência de Promoção de exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Golombiewski Teixeira, revelou que a entidade, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, estabeleceu 15 países como prioritários para as exportações brasileiras, em cinco continentes. Além de Argentina e Estados Unidos, o executivo citou Dubai, Egito,...

PIB, receita e exportação vão aumentar neste ano

... 2006, e o da pecuária deverá alcançar R$ 79,9 bilhões, com incremento de 11,9%. As exportações do agronegócio, finalmente, devem crescer 15,4% em igual comparação, para US$ 57 bilhões - o superávit está estimado em R$ 48,4 bilhões, 13,3% maior. Fonte: Valor Econômico - SP...

Reporto será prorrogado

...ior da entidade era de que se alcançasse 4,7 milhões, mas mesmo assim o nível é alto. Em relação à intenção da Agência Nacional de Transportes Aquaviários ( Antaq) de permitir operação de containeres em terminais privativos, informa Salomão que a Abratec ” está estudando o assunto nos seus aspectos legais e econômicos, para defirnir medidas a serem adotadas”. A entidade não acha justo que empresas que ganharam licitações públicas - com a participação até de grupos estrangeiros - para operar containeres possam sofrer a concorrência de grupos que não tiveram de cumprir tais exigências. Brasil sem eclusas O secretário de Planejamento do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, afirma, com total clareza, que sua pasta não se preocupa com a construção de eclusas em barragens. - Cabe ao Ministério de Minas e Energia licitar hidrelétricas. Se haverá ou não passagem p...

Importação dispara e derruba o superávit da balança comercial

...07 (225 dias úteis até agora) alcançou US$ 35,994 bilhões (US$ 142,787 bilhões em exportação e US$ 106,843 bilhões em importação), uma queda de 12,05% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 40,872 bilhões). Analistas do mercado financeiro consultados semanalmente para o Boletim Focus, do Banco Central, apostam num superávit de US$ 40,80 bilhões em 2007. Fonte: Cidade Biz...

SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR PORTARIA Nº 36, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2007

..., da mercadoria estrangeira, calculado o custo com base no preço CIF, acrescido dos tributos que incidem sobre a importação e outros encargos de efeito equivalente; e III - prazo de entrega normal ou corrente para o mesmo tipo de mercadoria. Art. 29. As importações sujeitas a exame de similaridade serão objeto de licenciamento não automático, previamente ao embarque dos bens no exterior. Art. 30. Deverá constar do registro de licenciamento, o instrumento legal no qual o importador pretende que a operação seja enquadrada para fins de benefício fiscal. Art. 31. Simultaneamente ao registro do licenciamento, a interessada deverá encaminhar, ao Decex, diretamente ou através de qualquer dependência do Banco do Brasil S.A. autorizada a conduzir operações de comércio exterior, catálogo(s) do produto a importar ou especificações técnicas informadas pelo fabricante. Art. 32. Caso seja indicada a existência de similar nacional, a interessada será informada do indeferimento, diretamente via Sistema, com o esclarecimento de que o assunto poderá ser reexaminado, desde que apresentadas ao Decex: I - justificativas comprovando serem as especificações técnicas do produto nacional inadequadas à finalidade pretendida; e/ou II - propostas dos eventuais fabricantes nacionais que indiquem não ter o produto nacional preço competitivo, ou que o prazo de entrega não é compatível com o do fornecimento externo. Art. 33. Nos casos de isenção ou redução de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), vinculado à obrigatoriedade de inexistência de similar nacional, deverá ser mencionado pelo importador no registro de licenciamento o Convênio ICMS pertinente. Parágrafo Único. Para efeito do que dispõe o artigo 199 do Decreto n.º 4543, de 26 de dezembro de 2002, a anotação da inexistência de similar nacional deverá ser realizada somente no licenciamento de importação. Art. 34. Estão sujeitas ao prévio exame de similaridade as importações de máquinas, equipamentos e bens relacionados no Decreto nº 5.281,de 23 de novembro de 2004, ao amparo da Lei nº 11.033, de 21 de dezembro de 2004, que institui o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação de estrutura Portuária ( REPORTO). Parágrafo Único: No exame e no preenchimento do licenciamento não automático, deverão ser observados os seguintes procedimentos: I - o exame da Licença de Importação (LI) não automática está centralizado no DECEX; II - a Ficha de Negociação, no registro da Licença de Importação (LI) não automática, deverá ser preenchida , nos campos abaixo, da seguinte forma: a) Regime de Tributação/ Código 5; b) Regime de Tributação/ Fundamento Legal: 79. CAPÍTULO VI IMPORTAÇÕES DE MATERIAL USADO Art. 35. A importação de mercadorias usadas está sujeita a licenciamento não automático, previamente ao embarque dos bens no exterior. § 1º Poderá ser solicitado o licenciamento não automático posteriormente ao embarque nos casos de nacionalização de unidades de carga, código NCM 8609.00.00, seus equipamentos e acessórios, usados, desde que se trate de contêineres rígidos, padrão ISO/ABNT, utilizados em tráfego internacional mediante a fixação com dispositivos que permitem transferência de um modal de transporte para outro, de comprimento nominal de 20, 40 ou 45 pés, e seus equipamentos e acessórios. § 2º Excetua-se do disposto no caput a admissão temporária ou reimportação, de recipientes, embalagens, envoltórios, carretéis, separadores, racks, clip locks, termógrafos e outros bens retornáveis com finalidade semelhante destes, destinados ao transporte, acondicionamento, preservação, manuseio ou registro de variações de temperatura de mercadoria importada, exportada, a importar ou a exportar, quando reutilizáveis e não destinados a comercialização. Art. 36. Simultaneamente ao registro do licenciamento, a interessada deverá encaminhar ao Decex, diretamente ou através de qualquer dependência do Banco do Brasil S.A. autorizada a conduzir operações de comércio exterior, a documentação exigível, na forma da Portaria Decex no 8, de 13 de maio de 1991, com a alteração promovida pela Portaria MDIC nº 235, de 07 de dezembro de 2006, nos seguintes casos: I - máquinas, equipamentos, aparelhos, instrumentos, ferramentas e moldes; II - partes, peças e acessórios recondicionados, quando cabível; III - unidades fabris/linhas de produção usadas; IV - de bens destinados à reconstrução/recondicionamento no País; V - contêineres para utilização como unidade de carga, exceto os contêineres rígidos, padrão ISO/ABNT, utilizados em tráfego internacional mediante a fixação com dispositivos que permitem transferência de um modal de transporte para outro, de comprimento nominal de 20, 40 ou 45 pés, e seus equipamento e acessórios. Art. 37. O exame de produção nacional bem como a publicação de Circular Secex no Diário Oficial da União, quando couber, dar-se-ão somente após a apresentação do laudo de vistoria e avaliação, elaborado de acordo com o que determina o art. 23 da citada Portaria. Parágrafo único. As importações de bens usados sob o regime de admissão temporária estão dispensadas do exame de produção nacional e da apresentação do laudo de vistoria e avaliação, conforme previsto no artigo 25 da Portaria MDIC nº 235, de 07 de dezembro de 2006, devendo a análise sob aspectos de inexistência de produção nacional, vida útil e preço ser realizada somente na hipótese de nacionalização. Art. 38. A não apresentação do laudo de vistoria e avaliação no prazo de 30 (trinta) dias contados a partir da data do registro do Licenciamento de Importação será interpretada como desinteresse da empresa requerente e determinará o indeferimento da importação. Art. 39. As doações de bens de consumo usados somente serão licenciadas, quando atendido o disposto no § 1.o do artigo 27 da Portaria Decex no 8, de 13 de maio de 1991, com as alterações promovidas pela Portaria MDIC nº 235/2006; Art. 40. Nas importações de artigos de vestuário usados, realizadas pelas entidades a que se refere o art. 27 da Portaria DECEX n.º 8/1991, com as alterações promovidas pela Portaria MDIC nº 235/2006, o licenciamento será instruído com os seguintes documentos: I - cópias autenticadas do Registro e do Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEAS) do importador, emitidos pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; II - carta de doação chancelada pela representação diplomática brasileira do país de origem; III - cópia autenticada dos atos constitutivos, inclusive alterações, da entidade importadora; IV - autorização, reconhecida em cartório, do importador para seu despachante ou representante legal promover a obtenção da licença de importação; V - declaração da entidade indicando a atividade beneficente a que se dedica e o número de pessoas atendidas; VI - declaração por parte da entidade de que as despesas de frete e seguro não são pagas pelo importador e de que os produtos importados serão destinados exclusivamente à distribuição para uso dos beneficiários cadastrados pela entidade, sendo proibida sua comercialização, inclusive em bazares beneficentes. § 1º A declaração de que trata o item VI deverá constar, também, no campo de informações complementares da Licença de Importação (LI) no Siscomex. § 2º O deferimento da Licença de Importação (LI) é condicionado à apresentação dos documentos relacionados e à observância dos requisitos legais pertinentes. § 3º O Departamento de Operações de Comércio Exterior poderá autorizar casos excepcionais, devidamente justificados, no que se refere à ausência da documentação constante em "I" do caput deste artigo, quando a entidade importadora apresentar certidão de pedido de renovação do Certificado CEAS, ou manifestação favorável do Conselho Nacional de Assistência Social, quanto à regularidade do registro da importadora e da importação em exame. Art. 41. Não será deferida licença de importação de pneumáticos recauchutados e usados, seja como bem de consumo, seja como matéria-prima, classificados na posição 4012 da NCM, à exceção dos pneumáticos remoldados, classificados nas NCM 4012.11.00, 4012.12.00, 4012.13.00 e 4012.19.00, originários e procedentes dos Estados Partes do Mercosul ao amparo do Acordo de Complementação Econômica no 18. Parágrafo único. As importações originárias e procedentes do Mercosul deverão obedecer ao disposto nas normas constantes do regulamento técnico aprovado pelo Instituto de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) para o produto, nas disposições constantes do inciso V do Anexo B, assim como nas relativas ao Regime de Origem do Mercosul e nas estabelecidas por autoridades de meio ambiente. CAPÍTULO VII IMPORTAÇÃO SUJEITA À OBTENÇÃO DE COTA TARIFÁRIA Art. 42. As importações amparadas em Acordos no âmbito da Aladi sujeitas a cotas tarifárias serão objeto de licenciamento não automático previamente ao embarque da mercadoria no exterior. Parágrafo único. Simultaneamente ao registro do licenciamento, o importador deverá apresentar, a qualquer dependência do Banco do Brasil S.A. autorizada a conduzir operações de comércio exterior, cópia do Certificado de Origem ou termo de responsabilidade e informações que possibilitem sua vinculação ao respectivo licenciamento. Art. 43. Nas importações de produtos com reduções tarifárias temporárias ao amparo das Resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com base em Resolução do Grupo Mercado Comum (GMC) ou Decisão do Conselho do Mercado Comum (CMC), do Mercosul, deverão ser observados os seguintes procedimentos: I - o exame da Licença de Importação (LI) não Automática está centralizado no Decex; II - a Ficha de Negociação, no registro da Licença de Importação (LI) não Automática, deverá ser preenchida, nos campos abaixo, da seguinte forma: a) Regime de Tributação / Código: 4; b) Regime de Tributação / Fundamento Legal: 30. III - os produtos, respectivas cotas e demais procedimentos estão indicados no Anexo " A" desta Portaria. Art. 44. Ficará a cargo do DECEX o estabelecimento de critérios para a distribuição das cotas a serem alocadas entre os importadores, segundo as disposições constantes do artigo 3 do Acordo Sobre Procedimentos para o Licenciamento de Importações da Organização Mundial de Comércio. CAPÍTULO VIII IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS SUJEITOS A PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Art. 45. Estão relacionadas no Anexo "B" desta Portaria os produtos sujeitos a condições ou procedimentos especiais no licenciamento automático ou não automático. Parágrafo único. Em se tratando de mercadorias sujeitas a cotas, ficará a cargo do DECEX o estabelecimento de critérios para a distribuição das aludidas cotas a serem alocadas entre os importadores, segundo as disposições constantes do artigo 3 do Acordo Sobre Procedimentos para o Licenciamento de Importações da Organização Mundial de Comércio. CAPÍTULO IX DESCONTOS NA IMPORTAÇÃO Art. 46. A manifestação do Departamento de Operações de Comércio Exterior relacionada com descontos em operações de importação fica limitada aos casos envolvendo mercadorias ou situações sujeitas a licenciamento na importação, sob anuência do DECEX, no momento do pedido da interessada. Parágrafo único. Os interessados deverão encaminhar os pedidos instruídos com: I - solicitação formal do Banco Central do Brasil no sentido de que o Decex se manifeste sob o aspecto comercial da operação; II - detalhamento das razões que motivaram o pleito, com a indicação do número da Declaração de Importação (DI) pertinente; III - cópia da Declaração de Importação (DI) e da Licença de Importação (LI); IV - cópia da fatura comercial, do conhecimento de embarque, da correspondência trocada com o exportador no exterior, do laudo técnico, se houver; e V - outros documentos necessários à análise da solicitação. CAPÍTULO X DO MERCADO COMUM DO SUL (MERCOSUL) Art. 47. Os importadores de mercadorias originárias do Mercado Comum do Sul (Mercosul) deverão apresentar, sempre que solicitado pelo Departamento de Negociações Internacionais (Deint), da Secretaria de Comércio Exterior, cópias dos respectivos Certificados de Origem, no prazo de cinco dias úteis, contado do recebimento da solicitação. Art. 48. A recusa de apresentação do Certificado de Origem poderá ocasionar a suspensão do registro do importador no Siscomex. TÍTULO II DRAWBACK CAPÍTULO I ASPECTOS GERAIS DO REGIME DE DRAWBACK Seção I Disposições Preliminares Art. 49. O Regime Aduaneiro Especial de Drawback pode ser aplicado nas seguintes modalidades, no âmbito da Secretaria de Comércio Exterior -SECEX: I - suspensão do pagamento dos tributos exigíveis na importação de mercadoria a ser exportada após beneficiamento ou destinada à fabricação, complementação ou acondicionamento de outra a ser exportada; II - isenção dos tributos exigíveis na importação de mercadoria, em quantidade e qualidade equivalente à utilizada no beneficiamento, fabricação, complementação ou acondicionamento de produto exportado. a) esta modalidade também poderá ser concedida, desde que devidamente justificada, para importação de mercadoria equivalente, adequada à realidade tecnológica, com a mesma finalidade da originalmente importada, observados os respectivos coeficientes técnicos de utilização, ficando o valor total da importação limitado ao valor da mercadoria substituída. Art. 50. Compete ao Departamento de Operações de Comércio Exterior - DECEX a concessão do Regime de Drawback, compreendidos os procedimentos que tenham por finalidade sua formalização, bem como o acompanhamento e a verificação do adimplemento do compromisso de exportar. Seção II do Regime Art. 51. Poderão ser concedidas as seguintes operações especiais: I - drawback genérico: concedido exclusivamente na modalidade suspensão. Caracteriza-se pela discriminação genérica da mercadoria a importar e o seu respectivo valor; II - drawback sem cobertura cambial: concedido exclusivamente na modalidade suspensão. Caracteriza-se pela não cobertura cambial, parcial ou total, da importação; III - drawback intermediário: concedido na modalidade suspensão e isenção. Caracteriza-se pela importação de mercadoria, por empresas denominadas fabricantes-intermediários, destinada a processo de industrialização de produto intermediário a ser fornecido a empresas industriais-exportadoras, para emprego na industrialização de produto final destinado à exportação; IV - drawback para embarcação: concedido na modalidade suspensão e isenção. Caracteriza-se pela importação de mercadoria utilizada em processo de industrialização de embarcação, destinada ao mercado interno, conforme o disposto no § 2.º do art. 1.º da Lei n.º 8.402, de 8 de janeiro de 1992, nas condições previstas no Anexo "C" desta Portaria; e, V - drawback para fornecimento no mercado interno - concedido na modalidade suspensão. Caracteriza-se pela importação de matérias-primas, produtos intermediários e componentes destinados à fabricação, no País, de máquinas e equipamentos a serem fornecidos, no mercado interno, em decorrência de licitação internacional, contra pagamento em moeda conversível proveniente de financiamento concedido por instituição financeira internacional, da qual o Brasil participe, ou por entidade governamental estrangeira, ou ainda, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, com recursos captados no exterior, de acordo com as disposições constantes do art. 5º da Lei n.º 8.032, de 12 de abril de 1990, com a redação dada pelo art. 5º da Lei n.º 10.184, de 12 de fevereiro de 2001, nas condições previstas no Anexo "D" desta Portaria. Art. 52. O Regime de Drawback poderá ser concedido a operação que se caracterize como: I - transformação - a que, exercida sobre matéria-prima ou produto intermediário, importe na obtenção de espécie nova; II - beneficiamento - a que importe em modificar, aperfeiçoar ou, de qualquer forma, alterar o funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do produto; III - montagem - a que consista na reunião de produto, peças ou partes e de que resulte um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma classificação fiscal; IV - renovação ou Recondicionamento - a que, exercida sobre produto usado ou parte remanescente de produto deteriorado ou inutilizado, renove ou restaure o produto...

Saldo comercial começa a minguar

...Se no ano passado o superávit alcançou US$ 46,5 bilhões, em 2007 deverá encolher para cerca de US$ 40 bilhões e, no ano que vem, deve minguar para algo em torno de US$ 30 bilhões. Na avaliação do Instituto de Estudos para o Desenvol...

Brasil exporta só metade do objetivo oficial

O volume de exportações de software e serviços rel

Exportações de quatro setores caíram em novembro

...e as compras externas de bens alcançassem US$ 8,851 bilhões nas quatro primeiras semanas de novembro - cifra 36,3% maior que a de igual mês de 2006. Desses 23 setores, apenas o leite e derivados e o algodão apresentaram quedas das importações, respectivamente de 17,7% e de 4,3%. Principais produtos de importação do Brasil, os combustíveis e lubrificantes tiveram aumento de 28,7%. Em seguida, os equipamentos mecânicos apresentaram crescimento de 49,9%, e os equipamentos elétricos e eletrônicos, de 31,3%. Superávit - A redução do saldo comercial brasileiro, em relação a igual mês de 2006, vem sendo percebida desde junho. Mesmo assim, o saldo acumulado de janeiro a 23 de novembro passado continua positivo em US$ 35,944 bilhões. A cifra é, de fato, 12,1% mais modesta que a de igual período de 2006, quando alcançou US$ 40,872 bilhões. De acordo com José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), a valorização do real em relação ao dólar tornou-se a principal causa da corrosão do superávit comercial brasileiro. Na avaliação de José Augusto de Castro, essa corrosão não é ainda maior porque os preços das matérias-pri...

Mercosul pode assinar acordo de livre comércio com Israel

...acredite que, se o acordo for alcançado, terá um efeito mais simbólico que prático. A balança comercial entre Brasil e Israel está em pouco mais de US$ 700 milhões, com forte superávit para os israelenses. O país tem importações da ordem de US$ 50 bilhões, porém, principalmente alimentos, pedras preciosas, petróleo, celulares, motores de automóveis e outros manufaturados. O Brasil exporta a Israel em torno de US$ 300 milhões anuais, principalmente carne congelada, tubos de cobre e produtos agrícolas, e compra cerca de US$ 400 milhões, principalmente insumos para agricultura. As autoridades israelenses argumentam, com os acordos de cooperação econômica que firmaram com o Egito e um mais amplo com a Jordânia, que o tratado de livre comércio com o Mercosul não tem potencial de envenenar a relação entre o bloco e os países árabes. O acordo é negociado desde 2005, quando os países do bloco e Israel firmaram um acordo-quadro sobre comércio. Até hoje, porém, esse acordo-quadro não foi votado no Congresso brasileiro. A perspectiva de concluir o acordo de livre comércio entre Mercosul e Israel ocorre na mesma semana em que o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, participa, como representante do Brasil, das negociações de paz entre israelenses e palestinos convocadas pelo governo dos EUA para a cidade de Annapolis - nas quais os brasileiros serão os únicos participantes da América Latina. Em uma demonstração de que os laços comerciais têm independência em relação à agenda política, Amorim deve reafirmar, em Annapolis, o apoio à devolução de territórios tomados por Israel aos palestinos, e oferecerá ajuda técnica e humanitária, como a prestada ao Haiti e Guiné Bissau por Brasil, Índia e África do Sul. Fonte: G1, O Globo...

Brasil vai ampliar importações da América Latina

...o próximo ano, quando deverão alcançar US$ 172 bilhões. Neste ano, quando as exportações deverão fechar em torno de US$ 158 bilhões, o total de embarques de produtos brasileiros crescerão 16%. Apesar do otimismo de Barral, a secretária-adjunta da Secretaria de Receita Federal, Clecy Maria Busato Lionço, manifestou preocupação com as novas restrições da legislação alfandegária norte-americana. A partir de 2012, todo e qualquer produto embarcado para o mercado americano terá que passar por um aparato tecnológico que incluirá até scanners. Na prática, tais medidas vão representar o fim do controle por amostragem das exportações. Clecy advertiu que, por maior que seja o esforço para se adequar às normas, as exigências têm potencial para reduzir as importações de produtos brasileiros. Países prioritários De olho na necessidade de ampliar a participação brasileira no comércio mundial, o novo presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Golombiewski Teixeira, revelou que a entidade, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, estabeleceu 15 países como prioritários para as exportações brasileiras, em cinco continentes. Além de Argentina e Estados Unidos, o executivo citou Dubai, Egito, Alemanha, Rússia, Colômbia, Peru e Venezuela como exemplos. Fonte: Gazeta Mercantil...

Custo de importação de alimentos sobe 21%

...mportações deve aumentar 21%, alcançando US$ 745 bilhões. A fatura dos países em desenvolvimento como um todo deve subir 25%. Os dados foram apresentados ontem pela Organização para Alimentação...

Importação de alimento deve bater recorde, afirma FAO

...e corrigir "a médio prazo". "Calculo que as forças de mercado farão esse ajuste a médio prazo, com um aumento da produção que atenda à demanda crescente", disse Lamy, repetindo seu mantra habitual, de que a conclusão da estagnada Rodada Doha será um passo positivo para a economia mundial. Entre outros motivos, porque ajudará a estabilizar os preços das matérias-primas. Fonte: Aduanerias...

Comércio com América Latina crescerá nos próximos anos

A participação dos países da América Latina no com

Custo de importação de alimentos sobe 21%

...mportações deve aumentar 21%, alcançando US$ 745 bilhões. A fatura dos países em desenvolvimento como um todo deve subir 25%. Os dados foram apresentados ontem pela Organização para Alimentação...

RESOLUÇÃO No57, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2007

...eendida entre 12,25 e 13,90m, alcance horizontal máximo de trabalho entre 5,42 e 6,76m e capacidade de carga sobre a plataforma de trabalho compreendida entre 120 e 200kg 8427.90.00 Ex 002 - Plataformas de elevação para trabalhos aéreos, autopropulsadas, sobre esteiras de borracha, dotadas de braço telescópico com rotação de 360º, com altura máxima de trabalho compreendida entre 17,10 e 18,89m, alcance horizontal máximo de trabalho compreendido entre 4,5 e 6,40m e capacidade de carga sobre a plataforma do trabalho compreendida entre 120 e 200kg 8428.90.90 Ex 055 - Combinações de máquinas para descarga, movimentação e manuseio de aditivos químicos para alimentação do sistema de dosagem de extrusora de polipropileno, com sistema de troca automática de containeres, dotados de válvulas de descarga cônicas com acionamento pneumático para carregamento das estações de dosagem, em processo semi­automático, compostas por: 5 estações de descargas, 1 estação de carregamento do IBC, 2 estações de descarregamento de sacos (uma para containeres e outra para misturador); estação para descarga de "big bags" de aditivos para containeres, estação de esvaziamento e limpeza de containeres, 2 conjuntos para elevação e conexão dos containeres nas estações de enchimento, 20 containeres, quadro de controlador lógico programável (CLP) 8428.90.90 Ex 056 - Equipamentos autopropulsados, sobre rodas, acionados por conjunto diesel­elétrico, para transporte e manipulação de lingotes quentes de aço e ligas especiais de até 9 toneladas e temperatura de até 1.270 graus Celsius no processo de forjamento, dotados de conjunto hidráulico para executar movimentos de fixação, laterais, verticais e an­gulares com momento de carga de até 45tm 8428.90.90 Ex 057 - Equipamentos autopropulsados, sobre rodas, acionados por conjunto diesel­elétrico, para transporte e manipulação de lingotes quentes de aço e ligas especiais de até 14 toneladas e temperatura de até 1.270 graus Celsius no processo de forjamento, dotados de conjunto hidráulico para executar movimentos de fixação, laterais, verticais e an­gulares com momento de carga de até 70tm 8428.90.90 Ex 058 -Equipamentos autopropulsados, sobre trilhos, acionados por conjunto eletro­hidráulico, auxiliados por acumuladores de pressão a gás nitrogênio, para manipulação de lingotes quentes de aço e ligas especiais de até 40 toneladas, até 1.600mm de diâmetro e temperatura de até 1.270 graus Celsius no processo de forjamento para produção de barras e peças especiais, dotados de conjunto hidráulico para executar movimentos de fixação, giro, laterais, verticais e angulares com momento de carga de até 80tm e velocidade de giro de até 30rpm, com controlador lógico programável (CLP) 8428.90.90 Ex 059 - Manipuladores para de transferência de embalagens de vidro quentes, com 2 ou mais eixos operados por servomotores controlados individualmente por painéis eletrô­nicos, com capacidade superior ou igual a 12 ciclos por minuto 8428.90.90 Ex 060 - Máquinas de transporte, contagem, empilhamento com compensação e pren­sagem de produtos impressos, a serem utilizadas na saída de máquinas de encadernação e/ou embalagem 8430.10.00 Ex 003 - Martelos vibratórios hidráulicos para empurrar e extrair estacas-pranchas, tubos e estacas de concreto, em construção civil, com momento excêntrico de 46kgm, força centrifuga máxima de 1.250kN, freqüência máxima de 1.570rpm, amplitude de até 18mm, dotados de mordente hidráulico e unidade hidráulica de potência de 470HP 8430.49.90 Ex 001 - Perfuratrizes direcionais hidráulicas horizontais, com capacidade de arraste 500t, dotadas de cabeçote mestre e cabine de controle 8430.61.00 Ex 001 -Compactadores de placa vibratória reversível, com acionamento por motor a diesel com potência de 10,0HP, capacidade de compactação de até 70cm de profundidade, com rendimento de até 1.400m2/h, com base medindo 70 x 85cm, com 50kN de força centrífuga, velocidade de avanço 22m/ming. 8430.61.00 Ex 002 -Compactadores de placa vibratória reversível, com acionamento por motor a diesel com potência de 9,0HP, capacidade de compactação de até 40cm de profundidade, com rendimento de até 900m2/h, com base medindo 50 x 75cm, com 32kN de força centrífuga, velocidade de avanço 22m/min 8433.59.90 Ex 004 -Colheitadeiras, autopropulsadas, para milho em forma de espigas, com pla­taforma equipada com rolos com navalhas afiadas, transmissão hidrostática, tração 4x4 (quatro por quatro), sistema de limpeza de espigas com ventilação forçada, elevador de descarga com esteira condutora de espigas e cabine com ar condicionado 8437.80.10 Ex 001 - Moinhos de cilindros para micro-moagem em farinha ultrafina, com gra­nulometria inferior a 50µm, a partir de grão ou farelo de soja, com capacidade máxima de 800kg/h 8438.50.00 Ex 073 - Combinações de máquinas para corte de frangos eviscerados de 800 até 2.400g, com capacidade de 6.500aves/hora, compostas por: transportador aéreo; conjunto de ganchos de porcionamento; lavadora de ganchos; conjunto de portais; estação de pendura; dispositivo de posicionamento de ganchos; módulo esticador de asas; guia do esticador de asas; módulo cortador de pontas de asas; módulo cortador de juntas de asas; módulo cortador de asas; módulo cortador de peito; módulo corta metades dianteiras/traseiras; módulo cortador de sambiquira; módulo cortador de pernas anatômicas; módulo cortador e divisor com lâmina única para separação das metades do dorso; sistema de descarga e painel de comando 8438.50.00 Ex 074 - Máquinas automáticas para amarrar lingüiças, com servomotor, programador eletrônico para contar peças permitindo quantidade de laço desejada, com comprimento de gomo infinito, capacidade máxima de produção de 180gomos/min 8438.50.00 Ex 075 - Máquinas extratoras automáticas de papo e traquéia de aves, com 28 conjuntos dotados de dispositivos de remoção com auxílio de vácuo, ajuste de altura para o came por meio de bomba manual hidráulica, com capacidade igual ou superior a 10.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 076 - Máquinas grampeadoras automáticas, para fechamento de embutidos, com duplo grampeamento, sistema de separação e limpeza de tripas, diâmetros dos embutidos com­preendidos entre 20 e 140mm, com dispositivo automático de aplicação de laços para sustentação do produto, alimentador de etiquetas, pressão pré-determinada, equipadas com sistema de servo-acionamento por controle integrado via programa SPS 8438.80.90 Ex 020 - Máquinas automáticas para deaeração, porcionamento, enchimento e torcio­namento de massas alimentícias secas, pastosas e semifluidas em embalagens plásticas, de fibras e naturais, com capacidade de alimentação igual ou superior a 3.600kg/h e pressão máxima de 60bar, com dispositivo torcedor integrado, controle de "peso-padrão" com variação máxima de 1,5%, com painel de controle com memória para até 100 receitas, com pré-disposição para detector de metal, grampeadeiras automáticas, balanças eletrônicas, com ou sem sistema de gancheira automática 8439.10.90 Ex 020 - Depuradores não pressurizados, para depurar e recuperar fibra de celulose e filtrado, com capacidade igual ou superior a 30 toneladas seca ao ar/dia 8439.99.90 Ex 023 - Camisas de poliamida lisa, com comprimento máximo de 2.440mm, diâmetro externo máximo de 460mm, diâmetro interno máximo de 360mm, utilizadas para revestir rolo de abaulamento variável, hidráulico, utilizado no processo de acabamento do pa-pel 8441.30.90 Ex 006 - Combinações de máquinas para fabricação de caixas de papelão ondulado, com velocidade máxima de 15.000 caixas por hora, com largura de trabalho de 2.600 x 1.200mm, e largura mínima das chapas compreendida entre 845 x 300mm e largura máxima das chapas de 2.700 x 1.210mm, compostas de: 1 alimentador de chapas de papelão ondulado com vácuo auxiliar; 2 unidades de impressão flexográfica de impressão por baixo e transporte a vácuo entre os módulos sem sistema de secagem de tintas; 1 unidade de "slotter" com três pares motorizados de eixo para cortar e vincar automatizada com registro elétrico lateral e circunferencial e pré-programação dos pedidos; 1 unidade de corte e vinco rotativo com sistema de deslocação lateral; 1 unidade de dobra com aplicador de cola, braços de dobra reforçados com velocidades reguláveis individual-mente; 1 unidade para esquadrejar, contar e ejetar pacotes com acionamento indepen­dente 8441.80.00 Ex 038 - Bobinadoras contínuas de papel, com velocidade de operação compreendida entre 300 e 1.000m/min, largura do papel compreendida entre 2.030 e 2.400mm, peso da bobina de 5.000kg e diâmetro da bobina compreendido entre 1.000 e 1.500mm, dotadas de dispositivo de emenda e corte da folha do papel, dispositivo de condução da folha de papel e painel de comando/controle 8441.80.00 Ex 039 - Desbobinadoras contínuas de papel em dois sentidos (passagem da folha no sentido inferior ou superior) com velocidade de operação compreendida entre 300 e 1.000m/min, largura do papel compreendida entre 2.030 e 2.400mm, peso da bobina de 5.000kg e diâmetro da bobina compreendido entre 1.000 e 1.500mm, dotadas de dis­positivo de emenda e corte da folha do papel, dispositivo de condução da folha de papel e painel de comando/controle 8428.90.90 Ex 057 - Equipamentos autopropulsados, sobre rodas, acionados por conjunto diesel­elétrico, para transporte e manipulação de lingotes quentes de aço e ligas especiais de até 14 toneladas e temperatura de até 1.270 graus Celsius no processo de forjamento, dotados de conjunto hidráulico para executar movimentos de fixação, laterais, verticais e an­gulares com momento de carga de até 70tm 8428.90.90 Ex 058 -Equipamentos autopropulsados, sobre trilhos, acionados por conjunto eletro­hidráulico, auxiliados por acumuladores de pressão a gás nitrogênio, para manipulação de lingotes quentes de aço e ligas especiais de até 40 toneladas, até 1.600mm de diâmetro e temperatura de até 1.270 graus Celsius no processo de forjamento para produção de barras e peças especiais, dotados de conjunto hidráulico para executar movimentos de fixação, giro, laterais, verticais e angulares com momento de carga de até 80tm e velocidade de giro de até 30rpm, com controlador lógico programável (CLP) 8428.90.90 Ex 059 - Manipuladores para de transferência de embalagens de vidro quentes, com 2 ou mais eixos operados por servomotores controlados individualmente por painéis eletrô­nicos, com capacidade superior ou igual a 12 ciclos por minuto 8428.90.90 Ex 060 - Máquinas de transporte, contagem, empilhamento com compensação e pren­sagem de produtos impressos, a serem utilizadas na saída de máquinas de encadernação e/ou embalagem 8430.10.00 Ex 003 - Martelos vibratórios hidráulicos para empurrar e extrair estacas-pranchas, tubos e estacas de concreto, em construção civil, com momento excêntrico de 46kgm, força centrifuga máxima de 1.250kN, freqüência máxima de 1.570rpm, amplitude de até 18mm, dotados de mordente hidráulico e unidade hidráulica de potência de 470HP 8430.49.90 Ex 001 - Perfuratrizes direcionais hidráulicas horizontais, com capacidade de arraste 500t, dotadas de cabeçote mestre e cabine de controle 8430.61.00 Ex 001 -Compactadores de placa vibratória reversível, com acionamento por motor a diesel com potência de 10,0HP, capacidade de compactação de até 70cm de profundidade, com rendimento de até 1.400m2/h, com base medindo 70 x 85cm, com 50kN de força centrífuga, velocidade de avanço 22m/ming. 8430.61.00 Ex 002 -Compactadores de placa vibratória reversível, com acionamento por motor a diesel com potência de 9,0HP, capacidade de compactação de até 40cm de profundidade, com rendimento de até 900m2/h, com base medindo 50 x 75cm, com 32kN de força centrífuga, velocidade de avanço 22m/min 8433.59.90 Ex 004 -Colheitadeiras, autopropulsadas, para milho em forma de espigas, com pla­taforma equipada com rolos com navalhas afiadas, transmissão hidrostática, tração 4x4 (quatro por quatro), sistema de limpeza de espigas com ventilação forçada, elevador de descarga com esteira condutora de espigas e cabine com ar condicionado 8437.80.10 Ex 001 - Moinhos de cilindros para micro-moagem em farinha ultrafina, com gra­nulometria inferior a 50µm, a partir de grão ou farelo de soja, com capacidade máxima de 800kg/h 8438.50.00 Ex 073 - Combinações de máquinas para corte de frangos eviscerados de 800 até 2.400g, com capacidade de 6.500aves/hora, compostas por: transportador aéreo; conjunto de ganchos de porcionamento; lavadora de ganchos; conjunto de portais; estação de pendura; dispositivo de posicionamento de ganchos; módulo esticador de asas; guia do esticador de asas; módulo cortador de pontas de asas; módulo cortador de juntas de asas; módulo cortador de asas; módulo cortador de peito; módulo corta metades dianteiras/traseiras; módulo cortador de sambiquira; módulo cortador de pernas anatômicas; módulo cortador e divisor com lâmina única para separação das metades do dorso; sistema de descarga e painel de comando 8438.50.00 Ex 074 - Máquinas automáticas para amarrar lingüiças, com servomotor, programador eletrônico para contar peças permitindo quantidade de laço desejada, com comprimento de gomo infinito, capacidade máxima de produção de 180gomos/min 8438.50.00 Ex 075 - Máquinas extratoras automáticas de papo e traquéia de aves, com 28 conjuntos dotados de dispositivos de remoção com auxílio de vácuo, ajuste de altura para o came por meio de bomba manual hidráulica, com capacidade igual ou superior a 10.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 076 - Máquinas grampeadoras automáticas, para fechamento de embutidos, com duplo grampeamento, sistema de separação e limpeza de tripas, diâmetros dos embutidos com­preendidos entre 20 e 140mm, com dispositivo automático de aplicação de laços para sustentação do produto, alimentador de etiquetas, pressão pré-determinada, equipadas com sistema de servo-acionamento por controle integrado via programa SP...

Venda interna compensa as perdas no exterior

O consumidor brasileiro é o plano B do setor calça

Exportação industrial cresce 38% em outubro

As vendas externas da indústria gaúcha tiveram a m

Exportação sobe 24,18% no ano

...ado na soja (alta de 558,41%, alcançando US$ 297,8 milhões este ano), em sua maioria trazida de outros estados e embarcada nos portos catarinenses. Nas importações, os catodos de cobre (US$ 470,89 milhões), fios de fibra de poliéster (US$ 165,59 milhões) e polímeros de etileno (US$ 105,26 milhões) se mantêm desde o início do ano como os principais produtos da pauta. O comércio de SC com a Alemanha cresceu acima da média das exportações e importações do Estado nos 10 primeiros meses deste ano. Fonte: Diário Catarinense - SC...

Brasil tem mercado de R$ 14 bilhões para exportações lusas

Importações brasileiras têm crescido cerca de 25%

Comércio exterior de Santa Catarina cresce acima da média nacional

...ado na soja (alta de 558,41%, alcançando US$ 297,8 milhões este ano), em sua maioria trazida de outros estados e embarcada nos portos catarinenses. Nas importações, os catodos de cobre (US$ 470,89 milhões), fios de fibra de poliéster (US$ 165,59 milhões), polímeros de etileno (US$ 105,26 milhões), polietilenos (US$ 95,36 milhões) e garrafas e artigos plásticos (US$ 79,24 milhões) se mantém desde o início do ano como os principais produtos da pauta catarinense. Alemanha – O comércio de Santa Catarina com a Alemanha cresceu acima da média das exportações e importações do Estado nos 10 primeiros meses deste ano. Às vésperas do Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2007, que será realizado entre os dias 18 e 20 em Blumenau, os embarques catarinenses para a maior economia da Europa chegaram a US$ 300,42 milhões entre janeiro e outubro, 31,2% a mais que no mesmo período de 2006. Na mesma comparação de períodos, o aumento total das vendas externas de SC ficou em 24,18%. Já as compras de produtos alemães por empresas catarinenses somaram US$ 231,36 milhões este ano, in...

Comércio exterior: perspectivas

... Livre Comércio das Américas (Alca), que levaram o País a uma conduta vista como isolacionista, o que pode ser comprovado apenas com um dado: entre 1995 e 2006 foram fechados no mundo 176 acordos comerciais e o Brasil não participa de nenhum, continuando atolado no Mercosul em crise. Para piorar, além de investir muito lentamente na recuperação da infra-estrutura, o governo insiste em protelar a decisão de fazer uma reforma tributária que venha a desonerar os produtos manufaturados, que geram mais empregos e são mais estáveis, ao contrário das commodities. Fonte: Milton Lourenço...

Exportações do agronegócio têm aumento de 24,6% em outubro

... exportações do complexo sucroalcooleiro diminuíram 40%, em relação a outubro de 2006. Os preços do açúcar foram 24% inferiores e o volume exportado, 14,8% menor, o que resultou numa redução de 35,3% no valor exportado. As receitas de exportações de álcool diminuíram 53,1%, devido à redução de 39,6% na quantidade embarcada e preços 22,4% inferiores. Entre os produtos do agronegócio importados no mês de outubro, destacaram-se o arroz - cujas importações aumentaram 90,8% -, e o milho, que registrou 58,1% de incremento nas importações. Janeiro a outubro de 2006 – No acumulado do ano, as exportações do agronegócio somaram US$ 48,842 billhões, aumento de 19,4% em relação ao mesmo período de 2006. Carnes (31,1%), soja (22,7%) e sucos de fruta (59,2%) foram os produtos que mais contribuíram para o resultado positivo. O trigo foi o produto que mais contribuiu para o crescimento de 31,1% nas importações de janeiro a outubro deste ano. O Brasil importou US$ 1,216 bilhão do grão, um aumento de 52,7% do valor registrado em 2006. A quantidade importada foi 9,9% maior e os preços, 39% mais elevados. Entre novembro de 2006 a outubro de 2007, o valor embarcado cresceu 18,8% em relação ao período de novembro de 2005 a outubro de 2006, totalizando US$ 57,370 bilhões. As importações foram 31,7% superiores aos doze meses anteriores com gastos de US$ 8,369 bilhões. Como resultado, o superávit comercial acumulado nos últimos 12 meses foi de US$ 49,002 bilhões (Laís Garcia). Fonte: MAPA...

Exportações brasileiras superam US$ 6 bilhões em outubro

... exportações do complexo sucroalcooleiro diminuíram 40%, em relação a outubro de 2006. Os preços do açúcar foram 24% inferiores e o volume exportado, 14,8% menor, o que resultou numa redução de 35,3% no valor exportado. As receitas de exportações de álcool diminuíram 53,1%, devido à redução de 39,6% na quantidade embarcada e preços 22,4% inferiores. Entre os produtos do agronegócio importados no mês de outubro, destacaram-se o arroz - cujas importações aumentaram 90,8% -, e o milho, que registrou 58,1% de incremento nas importações. Fonte: Assessoria de imprensa do Mapa...

Comércio Brasil-Portugal registra expansão de 15,2% até outubro

... com o mesmo período de 2006, alcançando US$ 1,75 bilhão, informou nesta quinta-feira à Agência Lusa fonte do governo brasileiro. Segundo os dados do Ministério do Desenvolvime...

Mudanças do Reach para exportadores

As mudanças e desafios impostos às empresas a part

COURO E CALÇADOS - Dólar afeta crescimento de exportações e ICMS favorece importações de componentes

...ainda maior das empresas para alcançar resultados”, diz a superintendente da Assintecal (Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos), Ilse Biason Guimarães. Nas exportações, o ritmo de crescimento vem diminuindo nos últimos meses. De janeiro a setembro, foram 3,32% de incremento, percentual abaixo do desejado, mas ainda assim valorizado. “Conseguir crescer com o dólar em constante queda é uma vitória, porque mostra o esforço das empresas em seguir atuando no mercado externo, apesar de todas as barreiras e dificuldades”, ressalta Ilse. “Os números nos mostram o que já é realidade nos demais segmentos da cadeia coureiro-calçadista: está cada vez mais difícil se manter neste mercado, o que valoriza ainda mais o trabalho de quem busca diferenciais para seguir exportando.” O maior percentual positivo está no segmento de Palmilhas e Termoconformados, com 37,15% de aumento sobre...

Exportações somam US$ 914 milhões em apenas um dia

Na primeira semana do mês de novembro, com apenas

Exportações de novembro têm aumento expressivo de 53,7%

Na 1ª semana de novembro, com apenas um dia útil,

Novo recorde com Argentina

...ivo da Argentina com o Brasil alcançou US$ 575 milhões. São 53 meses consecutivos de déficit comercial e ...

Mercosul está no fim da lista

O discurso oficial da União Européia é que a Améri

Exportações catarinenses para o Mercosul crescem 31% até setembro

...otais de SC cresceram 42,62%, alcançando US$ 3,49 bilhões no mesmo período.Os produtos que o Estado mais comprou dos vizinhos do bloco regional foram polímeros de etileno (US$ 70,38 milhões), garrafas e artigos plásticos (US$ 68,58 milhões), trigo (US$ 67,78 milhões) e polietileno (US$ 66,45 milhões). Fonte: FIESC...

Publicada lei para compensar setores industriais exportadores

Foi sancionada e publicada no Diário Oficial da Un

Exportações de couro cresceram 21% até setembro

As exportações brasileiras de couro somaram US$ 1,

Queda nos embarques de básicos reduz ritmo das exportações

Na 3ª semana de outubro, a balança comercial apres

Carnes e soja garantem alta das exportações do agronegócio

...umentaram 45,3% até setembro, alcançando US$ 3,28 bilhões no período. Segundo o assessor técnico da Comissão Nacional de Comércio Exterior da CNA, Antônio Donizeti Beraldo, “as exportações de carne de frango deverão superar as exportações de carne bovina em 2007”. Na sua avaliação, o aumento de 19,8% do volume exportado de carne de frango e de 21,3% dos preços do produto explicam estes resultados. Mas as exportações de carne bovina e de carne suína também cresceram em ritmo muito semelhante, aumentando 17,7% e 16,6%, respectivamente. Outro aumento significativo das exportações agropecuárias brasileiras ocorreu com o milho. De janeiro a setembro, as exportações do produto já aumentaram 252,3%, alcançando um resultado inédito de US$ 1,14 bilhão no período. “O aumento do consumo interno de milho nos Estados Unidos para a produção de etanol e a conseqüente redução das suas exportações abriram espaço para o milho brasileiro no mercado internacional”, explica Donizeti. É a primeira vez que as exportações de milho superam o valor de US$ 1 bilhão. “O milho passou a se...

Exportação de calçados de janeiro a setembro cai 2,3%

As exportações de calçados caíram 2,3% nos nove pr

Maior marca também para exportações

...ntabilidade das exportações, calculado com base em uma cesta de moedas captadas pelo Cepea, caiu de 11%, em março, para 3% em julho na comparação com janeiro de 2006. Mesmo assim, a CNA aposta que as exportações do complexo soja saltarão 29% em 2007, para US$ 12 bilhões. "Pela primeira vez, o Brasil vai exportar mais soja em grão que os Estados Unidos", diz o especialista em comércio exterior Antonio Donize...

Calçados: aumentam importações e redução nas exportações

O acumulado das exportações de calçados de 2007, d

Exportações bovinas já ultrapassam US$ 3 bilhões

... maiores no mesmo intervalo e alcançaram 469,4 mil toneladas (equivalente-carcaça). Só em setembro, a Rússia comprou 59 mil toneladas, alta de 31%. A receita cresceu quase 20% para US$ 95 milhões. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Exportações aumentam 16,8% e importações têm alta de 28,4%

Na 2ª semana de outubro, com quatro dias úteis, a

Comércio com Argentina poderá ser realizado em real e peso

O fim do uso do dólar no comércio entre Argentina

Embarques de carne de frango têm aumento de 22,5 % neste ano

...e 2007 são 19% maiores que os alcançados nos 12 meses imediatamente anteriores. Não é muito difícil, porém, os resultados do ano chegarem aos 3,2 milhões de toneladas, bastando, para tanto, que os embarques do trimestre final de 2007 alcancem 275,2 mil toneladas mensais. Isto, note-se, é menos que o exportado no trimestre julho-setembro – quase 277 mil toneladas mensais. Fonte: Avisite...

Movimento de cargas no porto aumenta 30%

...r (usado no cimento), uréia, calcário, derivados de petróleo e produtos siderúrgicos, incluindo movimentação dentro e fora do cais. Até o final do ano, a Superintendência de Portos e Hidrovias (SPH), projeta movimentar superior a 4 milhões de toneladas. Segundo o balanço apresentado ontem pela SPH, do volume transportado através do porto, destacaram-se as operações de descarga de fertilizantes. Elas...

China quer ser a cliente preferencial dos calçadistas brasileiros

Pequim, 9 de outubro (Xinhua) – A China confirmou

Exportações do agronegócio têm aumento de 14,6% em setembro

...or exportado do complexo sucroalcooleiro diminuiu 13,0% em relação ao mesmo período do ano passado. Os preços do açúcar foram 27,9% inferiores, enquanto o volume exportado aumentou 26,5%, o que resultou numa redução de 8,8% no valor exportado. As receitas de exportações de álcool diminuíram 25,4%, produto da redução de 6,6% na quantidade embarcada, com preços 20,2% menores. De janeiro a setembro deste ano, as exportações do agronegócio somaram US$ 42,8 bilhões, cifra 18,7% maior em comparação com o mesmo período de 2006, US$ 36 bilhões. No acumulado do ano, as importações cresceram 30,8% em relação a igual período do ano anterior, totalizando US$ 6,1 bilhões. O superávit no período ficou em US$ 36,6 bilhões. O superávit comercial acumulado nos últimos 12 meses foi de US$ 48 bilhões. Entre outubro de 2006 e setembro 2007, as exportações brasileiras do agronegócio totalizaram US$ 56 bilhões. Esse valor é 19% superior ao exportado de outubro de 2005 a setembro de 2006, US$ 47 bilhões. No mesmo perío...

Brasil vence de novo na disputa do frango

... a imposição de tarifas, foi palco de uma verdadeira batalha técnica sobre adição de sal no frango. Nesse confronto envolvendo milhões de dólares, o Brasil primeiro afrontou a União Européia (UE), depois os Estados Unidos e o Japão. Tudo começou com o inconformismo da UE com uma decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) ...

Empresas vão exportar menos para reduzir perdas

...r a R$ 1,80. No fim de 2006, calculou a venda para um cliente na Rússia com o dólar acima de R$ 2,0. Ele reclama que, apesar de importado, o gás que utiliza para manter acesos os fornos da empresa (e que vem da Bolívia) subiu de preço. Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, o dólar a R$ 1,80 surpreendeu muitos setores. "Nem o mais pessimista dos analista de comércio exterior previa isso", diz. Ele afirma que esse nível de câmbio afeta a expectativa das empresas, que se voltam para o mercado interno. De acordo com Domingos Rigoni, presidente da Movelar, fabricante de móveis, a empresa promoveu dois reajustes de preços em fevereiro e em junho, mas eles não foram suficientes para compensar o câmbio. Ele planejava aumentar em 30% as exportações e agora já estima uma queda de 20% em relação a 2006. A Montana, fabricante de máquinas, tratores e implementos agrícolas com sede em São José dos Pinhais (PR), pretendia que as exportações representassem 35% do faturamento de 2007, mas está reduzindo essa meta. A gerente de negócios internacionais, Edla Pavan, conta que renegociou as vendas que não foram entregues. Por dois motivos: queda do dólar e aquecimento do mercado interno. Segundo ela, 7% dos contratos tinham hedge com bancos e para o restante a intenção é conseguir reajuste de 8% ou adiar o embarque para os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, quando a demanda interna cai. Até agora a estratégia deu certo com um cliente da Venezuela, que comprou US$ 600 mil e aceitou o reajuste. Para o semestre, a Montana esperava trabalhando com dólar a R$ 1,90 e os produtos foram reajustados de 15% a 25%. "Minha maior justificativa é a desvalorização, mas não é todo cliente que aceita mais aumentos", diz Edla. Em 2005 e 2006, a empresa teve queda de 50% nas vendas domésticas devido à crise na agricultura. Por isso, buscou mercado em outros países. A empresa, por questões estratégicas, quer manter os clientes conquistados. Mas a gerente informa que cada contrato está sendo analisado e em alguns casos vale a pena perder vendas, principalmente se a quebra do contrato não envolve multas. Outra estratégia é a busca de mais fornecedores externos - eles representam 12% dos componentes usados e a meta é chegar a 17%. O dólar cada vez mais baixo também preocupa empresários do setor joalheiro que estão vendo suas margens de rentabilidade serem engolidas. A jóia tem seu preço atrelado às cotações internacionais, em dólar, das principais matérias primas: ouro e pedras preciosas. "A mercadoria que você compra hoje tem um preço menor quando você consegue vendê-la para o consumidor final", diz Raimundo Vianna, presidente da Ajomig, a associação de fabricantes de jóias de Minas Gerais. O câmbio, diz ele, ainda não prejudicou os negócios externos das dez indústrias mineiras q...

Exportações de calçados seguem em alta

Identificação padrão GS1 facilita operações logíst

RESOLUÇÃO No41, DE 3 DE OUTUBRO DE 2007

...içamento de carga de 120t,com alcance máximo de 50m 8428.90.90 Ex 051 - Equipamentos autopropulsados sobre rodas, com acionamento elétrico, pró­prios para o manuseio de lingotes e barras quentes em forjaria de matriz aberta,dotados de pinça com movimento de abrir/fechar, abaixar/levantar e giro para es­querda/direita, com capacidade para lingotes de até 18 toneladas métricas 8428.90.90 Ex 052 - Equipamentos para elevação e sustentação de pneus de engenharia civil comdiâmetro compreendido entre 24 e 25 polegadas e peso máximo de 1,5 toneladas,próprios para uso em reparo de pneus de engenharia 8428.90.90 Ex 053 - Equipamentos para elevação e sustentação de pneus de engenharia civil comdiâmetro compreendido entre 25 e 51 polegadas e peso máximo de 3 toneladas,próprios para uso em reparo de pneus de engenharia 8428.90.90 Ex 054 - Transportadores de saída, manuais, para painéis termoisolantes do tipo"sanduíche" 8429.51.19 Ex 001 - Mini-carregadeiras de esteiras com caçamba, capacidade de carga máxima520kg ou 0,26m3, com motor à gasolina potência bruta máxima de 13HP, ou motor àdiesel potência bruta máxima de 10HP 8430.41.10 Ex 003 - Equipamentos para perfuração de rochas na vertical e horizontal, auto­propelidos, sobre rodas, para furos de diâmetro compreendido entre 22 e 45mm, comhaste telescópica de 7,5 metros com uma unidade de perfuração montada na ponta,dotada de duas colunas de perfuração independentes, com dois martelos hidráulicos,pista corrediça para perfuração paralela e painel para operação por controle remoto,com capacidade de levantamento de 3.000kg 8430.41.20 Ex 007 -Perfuratrizes de solo, autopropulsadas sobre rodas, com 6 eixos, do tiporotativas, com circulação de lama durante a perfuração, dotadas de mastro com alturaigual ou superior a 18 metros, com motor diesel de potência igual ou superior a 350HP,subestrutura retangular dobrável acoplada à plataforma da instalação, para de per­furação de poço de petróleo e gás, para profundidades compreendidas entre 1.000 e4.000metros 8430.41.90 Ex 013 - Perfuratrizes rotativas, autopropulsadas sobre rodas, dotadas de cabeça ro­tativa com impacto de fundo (DTH) de rotação máxima igual ou superior a 110rpm etorque máximo de 10.848Nm, com força de retração (pullback) igual ou superior a49.000kg, compressor de ar de 350psi, com sistema de manuseio de revestimento comcapacidade de içamento igual ou inferior a 3.500kg 8430.41.90 Ex 014 - Perfuratrizes rotativas, autopropulsadas sobre rodas, dotadas de cabeça ro­tativa com impacto de fundo (DTH), para furos com profundidade máxima igual a 60metros com diâmetros compreendidos entre 130 e 254mm, com guincho auxiliar eunidade compressora de pressão igual a 350psi 8430.50.00 Ex 002 - Equipamentos autopropelidos, articulados e rebaixados, equipados com lâ­mina "bulldozer" e braço telescópico com garra para deslocamento de rochas soltas noteto de minas subterrâneas 8431.31.90 Ex 013 -Cabines teleféricas para transporte de passageiros, com dimensões externasde 6.230mm de comprimento, 3.720mm de largura, 2.930mm de altura 8432.80.00 Ex 001 - Trituradores de resíduos florestais (trituradores de biomassa), móveis, au­tropropelidos sobre esteiras, dotados de alimentação automática, transportador de des­carga e peneira classificadora, para transformar galhadas e copas de árvores, embiomassa picada para queima em caldeiras, com capacidade máxima de produção de200t/h 8438.20.19 Ex 008 - Extrusoras para estiramento (alongamento) contínuo para massa de goma demascar sem açúcar, com roletes especiais de alimentação de entrada e parafuso deextrusão especial com 120mm de diâmetro, controlador de ajuste de velocidade atravésde conversor de freqüência, dotadas de controlador lógico programável (CLP) comcapacidade para até 550kg/hora 8438.50.00 Ex 063 - Máquinas abridoras automáticas de abdômen de aves, com 16 conjuntosdotados de lâminas retas, ajuste remoto mecânico de altura dos conjuntos por meio dedois volantes, com capacidade igual ou superior a 10.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 064 - Máquinas de inspeção final interna a vácuo, com 20 conjuntos dotados dedispositivos de inspeção com dois tubos de sucção, ajuste de altura para o "came"através de bombas manuais hidráulicas, com capacidade igual ou superior a 10.000aves por hora 8438.50.00 Ex 065 - Máquinas extratoras automáticas de papo e traquéia de aves, com 24conjuntos dotados de dispositivos de remoção com auxílio de vácuo, ajuste de alturapara o "came" por meio de bombas manuais hidráulicas, com capacidade igual ousuperior a 8.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 066 - Máquinas evisceradoras automáticas de aves, com 28 conjuntos dotados decolheres de evisceração, ajuste de altura independente para os "cames" superior einferior de duas bombas manuais hidráulicas, com capacidade igual a 12.000 aves porhora 8438.50.00 Ex 067 - Máquinas extratoras automáticas de cloacas de aves, com 20 conjuntosdotados de lâminas circulares e tubos de vácuo, ajuste remoto mecânico de altura dosconjuntos por meio de dois volantes, com capacidade igual ou superior a 12.000 avespor hora 8438.50.00 Ex 068 - Transferidores automáticos entre linhas com aves penduradas por meio deganchos, dotados de dispositivos para separação de patas, com capacidade máxima de12.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 069 - Máquinas para lavagem interna e externa de aves, automáticas, com 20conjuntos dotados de dispositivos de limpeza com água, ajuste de altura para o "came"por meio de bombas manuais hidráulicas, com capacidade igual 12.000 aves porhora 8438.50.00 Ex 070 - Máquinas de inspeção final interna à vácuo, quebradoras automáticas depescoços de aves, com 24 conjuntos dotados de dispositivos de inspeção com doistubos de sucção e quebras e remoções de pescoços com ou sem pele, ajuste para o"came" por meio de bombas manuais hidráulicas, com capacidade igual ou superior a10.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 071 - Máquinas quebradoras automáticas de pescoço de aves, com 24 conjuntosdotados de dispositivos de quebra e remoção de pescoços com ou sem pele, ajuste dealtura para o "came" por meio de bombas manuais hidráulicas, com capacidade igualou superior a 10.000 aves por hora 8438.50.00 Ex 072 - Combinações de Máquinas para corte de frangos eviscerados (carcaças) de800 até 2.400g, com capacidade de 6.500carcaças/hora, compostas por: 1 conjunto deganchos de porcionamento; 1 lavadora de ganchos; 1 estação de pendura; 1 dispositivode posicionamento de ganchos; 1 guia do esticador de asas; 1 módulo corta metadesdianteira/traseira; 1 módulo removedor de gordura; 1 módulo cortador de pernas 8438.90.00 Ex 001 - Rolos para serem utilizados em máquina para porcionar ou formar massa oumúsculos inteiros de carne vermelha, carne branca, peixes ou massa de batata, comdiâmetro de 300mm, espessura do produto compreendida entre 3 e 40mm, com pos­sibilidade para formar de 12 a 5 raios de produtos, de 50 a 150mm de comprimentocom 2 ou 3 dimensionais 8441.80.00 Ex 037 -Máquinas automáticas para fabricação de filtros de papel para café, com 4desbobinadores de papel filtro, 02 unidades dobradoras de papel para 02 linhas in­dependentes de produção de filtros, 02 unidades de corte do papel já dobrado, 02unidades de costura do papel já dobrado e cortado para fechamento do filtro, 01unidade acumuladora de filtros acabados para empacotamento, painel de energia e controle, com velocidade de operação de até 4.000peças/minuto 8442.40.90 Ex 001 -Máquinas automáticas para embalagem a vácuo, para carnes vermelhasfrescas, processados cárneos e queijos industrializados, para unidades industriais degrande porte com sistema avançado de controle de vácuo, dupla válvula de vácuocombinada com a bomba aceleradora de reforço com inversão de freqüência paraotimização do processo, com capacidade máxima de 3,3ciclos/min, com comprimentomáximo de 745mm e altura máxima de 225mm 8443.17.10 Ex 001 - Máquinas para impressão rotativa automática de rotogravura para fabricaçãode papéis decorativos, fita de borda, papéis "finish foll" e papéis para piso laminado,constituída por desbobinador e rebobinador com sistema "non stop", 4 estações deimpressão, sistema de secagem com insulflamento de ar quente aquecido a gás, sistemade exaustão das câmaras de secagem, exaustores centrífugos, trocador de calor, sistemade vídeo para controle de impressão e imagem sobre o substrato, com largura deimpressão mínima de 1.230mm e máxima de 2.230mm, velocidade mecânica máximade 280m/min, aceita cilindros de impressão com circunferência entre 700 e 1.400mm,e imprime papéis com gramatura entre 30 e 220g/m2, microprocessada 8443.19.90 Ex 027 -Máquinas para impressão, por processo a seco, de imagens médicas ori­ginadas de equipamentos para diagnóstico médico 8443.39.90 Ex 001 - Máquinas para transferência de imagens por contato, através de filme(máscara) e aplicação de radiação UV, para placa de circuito impresso, sensibilizada aradiação UV, com centragem automática e controle eletrônico 8446.21.00 Ex 002 - Teares circulares para fabricação de tecido de fio de polipropileno, operandocom 8 lançadeiras, conjunto de gaiolas para alimentação dos fios de urdume com 2.400ou mais posições, velocidade máxima igual ou superior a 660iserções/min, para pro­dução de tecido com largura igual ou superior a 1.500mm 8447.90.90 Ex 001 -Máquinas automáticas para inserir tufos de fios em manta, utilizadas naprodução de carpetes, através de inversores de freqüência variável até 1.000rpm, composicionamento das agulhas e ganchos modulares pré-determinados, com 120 rolos decontrole de altura dos tufos, painel de controle, controle de alimentação dos fios etecido primário, sistema hidráulico para posicionamento da cama, sistema de le­vantamento da manta e dois motores 15HP com discos de freio de ar 8451.10.00 Ex 003 - Máquinas de lavar a seco, com capacidade máxima de 25kg, com destiladorque está integrado na máquina, com 3 reservatórios de solvente, cestos de 500 litros,bandeja de contensão, com controlador lógico programável (CLP) 8451.80.00 Ex 031 - Máquinas automáticas de acionamento eletrônico, utilizadas para amassar emarcar peças de vestuário pelo processo de polimerização (cura) a alta temperatura,visando acabamento de efeito tridimensional com a finalidade de obter aparência depeça usada, capacidade de produção de até 6 peças por minuto, operando com tem­peratura máxima de 180ºC, com 13 manequins, compostas de cabine de aquecimento,com os comandos para inflar, desinflar, amassar, introduzir e retirar os manequins nacabine de aquecimento, comandados por controlador lógico programável (CLP) 8454.30.10 Ex 013 - Combinações de máquinas para fabricação de peças fundidas em latão,compostas por: máquina de fundição so...

Receita Federal publica norma com mudanças no PIS/Cofins

...a Seguridade Social (Cofins) calculados em relação às aquisições de bens e serviços de pessoa jurídica optante pelo Simples Nacional. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 224 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 95, de 30 de abril de 2007, e tendo em vista o disposto no art. 23 da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e o que consta do processo nº 10168.003407/2007-14, declara: Artigo único. As pessoas jurídicas sujeitas ao regime de apuração não-cumulativa da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), observadas as vedações previstas e demais disposições da legislação aplicável, podem descontar créditos calculados em relação às aquisições de bens e serviços de pessoa jurídica optante pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microe...

Importações devem totalizar US$ 115 bilhões em 2007

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do

Uso de "laranjas" em importação cresce 500% no ano, diz Receita

Em ano de recorde nas importações, a Receita Feder

Governo quer adotar metas para exportação

Depois de bater recordes sucessivos de exportações

Menos de 60 empresas usaram, no ano passado, a possibilidade de deixar no exterior 30% dos dólares obtidos na exportação - um dinheiro que seria usado para pagar suas obrigações em moeda estrangeira.

...ceita Federal, Clecy Lionço, calcula que cresce, a cada dia, o número de mercadorias que entram no país de maneira irregular. "A tendência, a médio e longo prazo, é reduzir o número. Por enquanto estamos vendo um número crescente, infelizmente. Estamos melhorando o nosso processo de trabalho e com isso conseguimos identificar novas formas de atuação", afirmou Clecy, ao divulgar o relatório sobre a fiscalização. Entre as mudanças na estratégia de atuação, a secretária citou mecanismos que tragam "mais riscos" para os importadores, como melhorias no sistema de informações, por meio da informática. "Temos que fazer a gestão de risco, cruzando essas informações, para sabermos o perfil dos operadores, o perfil das operações, as origens [países] de maior proble...

Elevação da TEC

Entrou em vigor o aumento das alíquotas de importa

Superávit da balança de setembro registra redução de 22,3%

A balança comercial de setembro fechou cm superávi

Tendência é de exportar carne cozida para a Europa

...s exigências são crescentes e alcançam, inclusive, o bem-estar animal. Dentro do conceito de rastreabilidade, os exportadores precisam incorporar os cuidados com o manejo em todo o processo de produção, da granja ao supermercado. Para o coordenador do Congresso, Heitor Muller, o alerta da EPEGA sobre a exportação de carne cozida tem muito mais a ver com os hábitos da sociedade moderna que quer alimentos pré-prontos dentro do conceito já adotado por alguns países, como o Japão, do "farm to fork", de cortes menores de frangos congelados prontos para o consumo. DESAFIOS DA OIE - Entre os desafios a vencer para desenvolver ainda mais as exportações de carnes de frango na América Latina estão aspectos da legislação de cada país. O representante regional para a América na Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o argentino Luis Barcos, acredita que cada vez mais a OIE objetiva transparência na notificação oficial do status sanitário dos plantéis locais. "Ocorre, porém, que a Organização não encontra uma notificação adequada, o que acaba provocando a falta de registro de doenças", relatou o executivo em sua participação no XX Congresso Latinoamericano de Avicultura. Conforme Barcos, dos representantes de cada uma das 170 nações que integram a entidade, 29 estão na América Latina, onde a participação tem sido discreta. Em 2005, por exemplo, oito países latinos encaminharam comentários sobre sanidade ou procedimentos de padrões internacionais, número que baixou para somente cinco, em 2006. Os dados não são bons e denu...

Importações são essenciais para desenvolvimento, diz Delfim

... Livre Comércio das Américas (Alca)", afirmou. De acordo com o economista, entre 1995 e 2006 foram fechados no mundo 176 acordos comerciais, mas o Brasil não fechou praticamente nenhum. O ex-ministro criticou também a falta de projetos de longo prazo para lidar com o futuro do Brasil. "Faz 25 anos que deixamos de pensar o País", disse Delfim, reiterando os prejuízos da política cambial neste período. Ele lembrou que em 2030 o Brasil terá 240 milhões de habitantes. "Como cresceremos 7% ou 8% ao ano capazes de sustentar um País decente se não dermos ênfase às exportações de industrializados para financiar as importações?", questionou o presidente do Conselho de Economia da Fiesp. Ao comentar a recente turbulência nos mercados financeiros, Delfim admitiu que a atual situação do País, com reservas acima de US$ 160 bilhões, é muito melhor do que já foi no passado. Mas ressaltou que o Brasil precisa caminhar para o equilíbrio. Delfim é um dos principais defensores da adoção de um plano para superávit nominal zero. Ainda sobre a turbulência, Delfim destacou que nenhum político e nenhum economista é capaz de afirmar que ela se tornará uma crise mundial. "Mesmo assim, eu não temo nada de ruim agora. Até porque o Brasil está bem", reiterou. Fonte: Agência Estado...

RESOLUÇÃO No- 40, DE 27 DE SETEMBRO DE 2007

... não desnaturado, com um teor alcoólico em volume igual ou superior a 80% vol 2207.20.10 Álcool etílico 3824.60.00 -Sorbitol, exceto o da subposição 2905.44 6402.19.00 --Outros 6402.99.90 --Outros 6403.19.00 --Outros 6403.99.90 --Outros 6404.11.00 --Calçados para esporte; calçados para tênis, basquetebol, ginástica, treino e semelhantes 6404.19.00 --Outros 7208.10.00 -Em rolos, simplesmente laminados a quente, apresentando motivos em relevo 7208.26.10 Com um limite mínimo de elasticidade de 355MPa 7208.27.10 Com um limite mínimo de elasticidade de 275MPa 7208.38.10 Com um limite mínimo de elasticidade de 355MPa 7209.15.00 --De espessura igual ou superior a 3mm b) ficam incluídos os seguintes códigos, cujas alíquotas do Anexo I da citada Resolução passam a ser assinaladas com o sinal gráfico "#": NCM Descrição Alíquota (%) 1513.29.10 De amêndoa de palma 2 3105.20.00 -Adubos (fertilizantes) minerais ou químicos, contendo os três elementos fertilizantes: nitrogênio, fósforo e potássio 0 3105.51.00 --Contendo nitratos e fosfatos 0 4105.10.21 Ao cromo ("wet-blue") 0 4106.21.21 Ao cromo ("wet-blue") 0 8 4 0 9 . 9 9 . 11 Bielas 16 Ex 001 - Para motores diese...

Meta de nova política industrial é exportar US$ 210 bi em 2010

...a. O objetivo do governo será alcançar exportações equivalentes a algo entre 1,25% e 1,5% do mercado mundial e um nível de investimento igual a 21% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2010. A modesta fatia do mercado internacional que o governo fixou como meta significará um crescimento de, pelo menos, 11% a 12% nas vendas externas nos próximos anos, até chegar a exportações superiores a US$ 210 bilhões em 2010. O aumento da taxa de investime...

Produção industrial

...irjan de Produção Exportada, calculado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Apesar do progresso, a entidade avalia que a indústria do país tem potencial para exportar até 40% da sua produção, estando limitada especialmente pela má qualidade da infra-estrutura do país. Seg...

Setores têxtil e calçadistas vão receber benefícios tributários

O Plenário aprovou nesta terça-feira o Projeto de

Indústria exporta 25% da produção, mostra Firjan

...irjan de Produção Exportada, calculado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Apesar do progresso, a entidade avalia que a indústria do país tem potencial para exportar até 40% da sua produção, estando limitada especialmente pela má qualidade da infra-estr...

Exportação de aves de olho no câmbio

... causa do câmbio. O segmento calcula que, mesmo com desempenho recorde, perderá receita neste ano, caso o dólar permaneça em R$ 1,90 até dezembro. Ainda assim, a projeção é de recuperação de produção e vendas em 2007. O setor estima exportar U$ 5 bilhões ...

Empresas catarinenses investem em qualidade para diferenciar no mercado externo

...humanos, que ele considera o calcanhar de aquiles do setor. "Existe uma visão distorcida de que em Santa Catarina existe mão-de-obra abundante, o que não é verdade. Mas as empresas estão preocupadas em resolver esse problema", comentou. SELO DE QUALIDADE - Desde o início deste ano, a mantém em funcionamento um projeto cooperado para auxiliar as associadas no processo de conquista do selo MPS.BR (Melhoria de processo de Software Brasileiro). Apoiado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), o projeto oferece um subsídio de até 50% no valor do certificado. Em janeiro, um grupo de cinco empresas deu início ao projeto e o objetivo da Acate é organizar um novo grupo de empresas interessadas na certificação. O grupo é organizado pela Acate por meio do Softpolis. Com a formação do grupo, as empresas terão treinamentos compartilhados e irão dividir a contratação de outros serviços, o que reduz os custos com a implantação. "Poderão participar do grupo empresas associadas a Acate que desenvolvem software, de qualquer modalidade - embarcado, outsourcing, semi-customizado, de prateleira, etc", destacou Cardoso. Ele afirmou que além de um investimento em qualidade, o selo permite um ganho de imagem, especialmente para os empreendedores que buscam o mercado externo. Cardoso explicou que o MPS.BR é um modelo de qualidade, não se trata de um certificado, e tem implementação de uma série de processos e normas para alcançar estágios de qualidade. Existe níveis básicos (G) até o avançado (A) para se alcançar uma excelência na qualidade e no desenvolvimento de software. Entre os requisitos avaliados estão o gerencimento de projetos, investimento em melhoria contínua, indicadores de desempenho. Ele explica que uma empresa faz a implementação do selo, que tem auditoria externa para conferir se a empresa candidata está em conformidade com o modelo. "Um dos pilares da Softex é a exportação e esse selo vem de encontro a esse objetivo. Alías, apesar de ser um selo brasileiro, já existe um processo de internacionalização e alguns países da América Latina já estão implementando o MPS.BR", comentou Cardoso. Ele cita o exemplo da certificação norte-americana CMMI, que também tem validade internacional e no qual o selo brasileiro se baseou. "Mas no modelo dos Estados Unidos os degraus de maturidade são muito grandes e uma empresa de médio porte tem muita dificuldade de se encaixar em níveis básicos. O nosso selo tem mais níveis...

Exportações de couro crescem têm crescimento de 24% em 2007

As exportações brasileiras de couro cresceram 24%

Venda externa de carne de frango já supera US$ 3 bi

... embarques de carne de frango alcançaram 304.735 de toneladas, alta de 7,3% sobre julho e de 1,36% sobre igual período de 2006. Com o recorde de agosto, as vendas no ano são 23,4% superiores ao mesmo período de 2006, com 2,132 milhões de toneladas. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Exportações do Rio Grande do Sul sentem prejuízos por causa da greve dos fiscais agropecuários

Setor de alimentos deveria ter comercializado 30%

Fiscais agropecuários mantêm greve e prejudicam exportações

...om os reajustes Pedro Borges calcula que o acréscimo seria de R$ 1.500, incluídas as gratificações. No Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a assessoria do ministro Paulo Bernardo informou que ninguém vai se pronunciar sobre a questão pois "é uma estratégia do governo não falar durante as negociações e até uma solução. Ainda de acordo com a assessoria não há encontros previstos para tratar do assunto. Fonte: Export News...

UE quer retomar negociações para acordo com o Mercosul

...sta terça-feira a intenção de alcançar um acordo entre o bloco europeu e o Mercosul. Os dirigentes falaram também sobre a possibilidade de realizar ainda este ano uma declaração conjunta...

Exportações catarinenses cresceram 22,09% no ano

...exportações de Santa Catarina alcançaram US$ 4,76 bilhões de janeiro a agosto deste...

Mercosul quer negociar mais flexibilidade

O Brasil e a Argentina querem negociar uma flexibi

Santa Catarina diversifica mercados no exterior

...sceram 242,82% em cinco anos, alcançando US$ 995,5 milhões de janeiro a agosto de 2007. No continente, os países com maior crescimento nesses cinco anos foram a Argentina (505%, chegando a US$ 320 milhões em 2007), México (253,68% e US$ 135,8 milhões) e Venezuela (659,26% e US$ 91,7 milhões). Fora da América Latina as nações emergentes com maior avanço nas vendas de SC foram a África do Sul, que cresceu 515,14% nos cinco anos e chegou a US$ 124,8 milhões este ano, e a China, com US$ 98,1 milhões e incremento de 706,91%. Frango lidera – No acumulado deste ano, as carnes e miudezas de frango in-natura continuam sendo os produtos mais exportados. Com crescimento de 41,83%, o produto alcançou vendas de US$ 740 milhões e puxou o crescimento de 22,09% do Estado. Na seqüência ficaram o fumo (US$ 360,2 milhões), motocompressores herméticos (US$ 262,8 milhões) e motores e geradores elétricos. As importações catarinenses mantiveram a trajetória de alta dos últimos anos. As compras internacionais do Estado já somam US$ 3,07 bilhões no acumulado deste ano, valor 45,66% maior que no mesmo período de 2006. Insumos industriais como catodos de cobre (com US$ 384,6 milhões entre janeiro e agosto de 2007), fios de fibras (US$ 118,1 milhões), polímeros de etileno (US$ 78,2 milhões), polietilenos (US$ 73,7 milhões) e trigo (US$ 67,8 milhões) foram os produtos mais importados. Os maiores fornecedores do Estado neste ano foram a China (US$ 520,6 milhões), a Argentina (US$ 448 milhões), o Chile (US$ 365,3 milhões), os Estados Unidos (US$ 255,...

Governo acha que exportações estão em processo de evolução

...3 e que o País nunca chegou a alcançar o índice de 1,5% das exportações mundiais. China Além da alta dos preços das commodities, as exportações à China também devem ser levadas em conta ao se justificar o aumento das importações. Cerca de 65% das vendas ao país asiático são de produtos básicos, principalmente minério de ferro e soja. O aumento das importações brasileiras apresentou um aquecimento de 57%, majoritariamente de produtos industriais vindos da China. No intuito de conter a invasão dos produtos chineses no mercado nacional, o Ministério fechou com a China um acordo de restrição voluntária para o setor de têxteis e confecção, calçados e brinquedos, salvaguardando a produção doméstica. Para o setor de brinquedo, o acordo não permite que a entrada desses produtos ultrapasse a margem de 40% do valor total da produção nacional. Já o acordo no setor de têxteis e confecção abrange 72 posições tarifárias, cobrindo 60% das importações brasileiras. “O fato de o Brasil ter reconhecido a China como economia de mercado não é determinante para justificar o surto de importações de produtos chineses, uma vez que esse processo de reconhecimento ainda não foi regulamentado”, ressaltou Ivan Ramalho. Diante da afirmação do secretário, o presidente do Coscex, o embaixador Rubens Barbosa, replicou: “Se o acordo ainda não está em vigência, por que não se aplica uma salvaguarda contra a China para proteger a indústria nacional?”. O embaixador Sérgio Amaral, coordenador dos Conselhos Superiores da Fiesp, elogiou as medidas de defesa comercial do ministério, mas ressaltou que essas ações às vezes não engatam, pelo fato de o ministério trabalhar sob “alguns condicionantes políticos”. “Tanto o go...

Comércio exterior brasileiro tem saldo de US$ 1,2 bilhão em quatro dias

... As vendas externas do Brasil alcançaram US$ 3,482 bilhões e as compras, US$ 2,278 bilhões. A média por dia útil nas exportações ficou em US$ 870,5 milhões e nas importações, em US$ 569,5 milhões. No a...

Exportações registram alta de 38,4% na primeira semana de setembro

As exportações cresceram 38,4% na primeira semana

Ivan Ramalho diz que as exportações brasileiras estão em processo de evolução

...3 e que o País nunca chegou a alcançar o índice de 1,5% das exportações mundiais. CHINA - Além da alta dos preços das commodities, as exportações à China também devem ser levadas em conta ao se justificar o aumento das importações. Cerca de 65% das vendas ao país asiático são de produtos básicos, principalmente minério de ferro e soja. O aumento das importações brasileiras apresentou um aquecimento de 57%, majoritariamente de produtos industriais vindos da China. No intuito de conter a invasão dos produtos chineses no mercado nacional, o Ministério fechou com a China um acordo de restrição voluntária para o setor de têxteis e confecção, calçados e brinquedos, salvaguardando a produção doméstica. Para o setor de brinquedo, o acordo não permite que a entrada desses produtos ultrapasse a margem de 40% do valor total da produção nacional. Já o acordo no setor de têxteis e confecção abrange 72 posições tarifárias, cobrindo 60% das importações brasileiras. "O fato de o Brasil ter reconhecido a China como economia de mercado não é determinante para justificar o surto de importações de produtos chineses, uma vez que esse processo de reconhecimento ainda não foi regulamentado", ressaltou Ivan Ramalho. Diante da afirmação do secretário, o presidente do Coscex, o embaixador Rubens Barbosa, replicou: "Se o acordo ainda não está em vigência, por que não se aplica uma salvaguarda contra a China para proteger a indústria nacional?". O embaixador Sérgio Amaral, coordenador dos Conselhos Superiores da Fiesp, elogiou as medidas de defesa comercial do ministério, mas ressaltou que essas ações às vezes não engatam, pelo fato de o ministério trabalhar sob "alguns condicionantes políticos". "Tanto o governo quanto o setor privado não utiliza todas as ferramentas disponíveis na área de defesa comercial. Estamos apenas começando", concluiu. Fonte: com informações da acessoria de imprensa Fiesp...

Balança de setembro começa com superávit de US$ 1,204 bilhão

... As vendas externas do Brasil alcançaram US$ 3,482 bilhões e as compras, US$ 2,278 bilhões. A média por dia útil nas exportações ficou em US$ 870,5 milhões e nas importações, em US$ 569,5 milhões. No a...

Exportações têm alta de 38,4% e importações aumentam 40,5%

A Balança Comercial Brasileira registrou na primei

Suécia é o país nórdico com que o Brasil tem mais comércio

...íses cresceu 90% desde 2002 e alcançou US$ 1,44 bilhão em 2006, com saldo negativo para o Brasil de US$ 453 milhões. Café não-torrado em grão, sulfetos de minérios de cobre, álcool etílico e carne bovina desossada foram os principais produtos exportados pelo Brasil. As autopeças dominaram a pauta de importações brasileiras da Suécia. Entre 2000 e 2005, a Suécia investiu U...

Ato Declaratório Executivo No- 38, 6 de setembro de 2007

... ANEXO ÚNICO CNPJMARCA COMERCIALC A PA C I D A D E (mililitros)CÓDIGO TIPIENQUADRAMENTO (letra) 00.593.154/0001-34 SANGRIA JOPIALDO (SANGRIA) De 671 a 1000 2206.00.90 D 00.593.154/0001-34SANGRIA JOPIALDO (SANGRIA) Acima de 10002206.00.90 D 00.922.371/0001-20 CALZA De 671 a 1000 2204.10.10 L 00.922.371/0001-20 CALZA De 671 a 1000 2204.10.90 L 00.922.371/0001-20 QUINTA ADEGA (COMUM) De 671 a 1000 2204.21.00 E 00.922.371/0001-20 QUINTA ADEGA (COMUM) Acima de 1000 2204.21.00 C 00.922.371/0001-20 CALZA (FINO) De 671 a 1000 2204.21.00 J 00.922.371/0001-20 OURO NEGRO (FINO) De 671 a 1000 2204.21.00 J 00.922.371/0001-20 QUINTA ADEGA (FINO) De 671 a 1000 2204.21.00 J 01.731.172/0001-06 BUTIA CAPRICHO De 671 a 1000 2208.70.00 L 01.731.172/0001-06 GRASSIBERG (APERITIVOS E AMARGOS)De 671 a 1000 2208.90.00 K 02.295.098/0001-87 GRAN PAR BLUE De 671 a 1000 2208.30.20 X 02.792.387/0001-91LEVITTA DAHORA (VIDRO RETORNAVEL) De 671 a 1000 2208.40.00 F 03.373.049/0001-88 SABOR DE SALINAS (VIDRO NAO-RETORNAVEL) Até 180 2208.40.00 F 03.373.049/0001-88 SABOR DE SALINAS (VIDRO NAO-RETORNAVEL) De 181 a 375 2208.40.00 H 03.373.049/0001-88 SABOR DE SALINAS (VIDRO NAO-RETORNAVEL) De 376 a 670 2208.40.00 M 03.373.049/0001-88 SABOR DE SALINAS (VIDRO NAO-RETORNAVEL) De 671 a 1000 2208.40.00 N 03.754.294/0001-35 GUARACY (VIDRO RETORNAVEL) De 181 a 375 2208.40.00 C 03.754.294/0001-35 GUARACY (VIDRO RETORNAVEL) De 671 a 1000 2208.40.00 G 04.349.555/0001-02 CACHAÇA CASQUEIRO - 600ML (VIDRO NAO-RETORNAVEL) De 376 a 670 2208.40.00 D 04.349.555/0001-02 CASQUEIRO - BATIDA DE ABACAXI 900ML (BATIDAS À BASE DE AGUARDENTE DE CANA) De 671 a 1000 2208.90.00 J 04.349.555/0001-02 CASQUEIRO - BATIDA DE AMEIXA 900ML (BATIDAS À BASE DE AGUARDENTE DE CANA) De 671 a 1000 2208.90.00 J 04.349.555/0001-02 CASQUEIRO - BATIDA DE COCO 900ML (BATIDAS À BASE DE AGUARDENTE DE CANA) De 671 a 1000 2208.90.00 J 04.349.555/0001-02 CASQUEIRO - BATIDA DE MEL 900ML (BATIDAS À BASE DE AGUARDENTE DE CANA) De 671 a 1000 2208.90.00 J 04.349.555/0001-02 CASQUEIRO...

RESOLUÇÃO No36, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007.

...fração de 1.800milhas/mm, com alcance compreendido entre 190 à 870Nm e detector de estado sólido, gerenciado por computador não incluso 9027.30.20 Ex 006 -Espectrofotômetros de absorção atômica, com torre para 4 lâmpadas com alinhamento automático e reconhecimento automático de lâmpadas, suporte para lâm¬pada EDL, com sistema ótico de duplo-feixe, com detector de estado sólido, com queimador para óxido-nitroso/acetileno de fenda única, acompanhados de conjunto de filtro para acetileno, gerenciados por computador não incluso 9027.50.90 Ex 031 - Sistemas para detecção e quantificação, em tempo real, de amostras de ácidos desoxiribonucléicos (DNA) com ciclagem térmica, conjunto óptico para detecção de até 3 ou 5 fluorescências para cada amostra simultaneamente, computador e software específico para análise automatizada dos dados 9027.80.20 Ex 001 - Espectrômetros de massa, triplo-quadrupolo "tandem" de bancada, com faixa de massa variando de 5 a 3.000 unidades de massa por carga, interface por cortina de gás, quadrupolo de focalização Q0 e célula de colisão quadrupolar Q2 9027.80.20 Ex 005 - Espectrômetros de massa, triplo-quadrupolo "tandem" de bancada, com faixa de massa variando de 5 a 1.250 unidades de massa por carga, interface por cortina de gás, quadrupolo de focalização Q0 e célula de colisão quadrupolar Q2 9027.80.99 Ex 005 - Aparelhos automáticos de contagem de células sanguíneas, para análise de até 45 parâmetros, com sistema seqüencial hidrodinâmico duplo (DHSS) para medição do volume da célula e análise de conteúdo em fluxo único 9030.39.90 Ex 009 -Aparelhos para teste de características magnéticas em chapas de aços elé¬tricos, com dispositivo para introdução das lâminas de aço 9030.39.90 Ex 010 - Aparelhos para teste de perda elétrica em chapas de aços elétricos, com dispositivo para contato com as chapas de aço 9031.80.99 Ex 016 -Máquinas de medição dimensional sem toque, computadorizadas, com sis¬tema de visão artificial, por câmeras digitais de estado sólido CCD de alta reso¬lução 9031.80.99 Ex 204 - Equipamentos para carga e recuperação de gás Hélio, para testes em linha de fabricação de refrigeradores e "freezers" domésticos 9031.80.99 Ex 205 - Equipamentos para detecção de rachaduras em componentes e unidades industriais de processos, contendo sensor piezoelétrico e operando pela recepção de emissões acústicas originadas de falhas não superficiais, mesmo acompanhado de guia sonora 9031.80.99 Ex 206 -Equipamentos para diagnóstico preditivo on-line de condições em com¬ponentes, equipamentos e plantas das indústrias de processo, baseado na recepção de emissões acústicas originadas de falhas não superficiais e na correlação destas com dados de processo e parâmetros de operação, podendo ser operados remotamente via Internet, compostos de unidade de mensuração, unidade de controle e de unidades de detecção de rachaduras (contendo sensores piezoelétricos), mesmo acompanhados de sonoras 9031.80.99 Ex 207 - Equipamentos para medição de nível de material calcinado dentro de forno de redução, através de pulsos de microondas extremamente curtos e de baixa potência, tipo radar, com faixa de medição igual ou inferior a 70m e pressão do processo inferior a 40bar 9031.80.99 Ex 208 - Equipamentos para realização de ensaios não destrutivos através do método de ultra-som, com medição automática e de forma contínua com varredura ao longo de todo o comprimento dos tubos, da espessura da parede, em tubos de aço sem costura com diâmetro igual ou superior a 40mm 9031.80.99 Ex 209 - Máquinas automáticas de medição por contato das dimensões e da forma de virabrequins, eixos de comando de válvula e outras peças cilíndricas, utilizando o método do interferômetro a laser, computadorizadas, com capacidade para receber peças de comprimentos de 508 a 2.667mm, diâmetro máximo da peça permitida igual a 300mm, com precisão radial de 0,25µm, precisão angular de 1 arc segundo e com produção de 12 peças por hora 9031.80.99 Ex 210 -Máquinas de simulação de condições ambientais através de vibração, em laboratório, para testes em mangueiras para indústria automotiva, tipo "Turn-Key", com amplificador de 12.000VA, com vibrador de 1.400lbf, com força máxima de 6.300N, velocidade máxima de 1,7m/s (SI-523) : Sistema integrado para produção de perfis de alumínio, constituído por: CÓDIGO EX DESCRIÇÃO 8428.33.00 758 1 combinação de máquinas para manuseio e corte de perfis de alumínio de comprimento útil de 50 metros, composta por: sistema de resfriamento, tra-cionamento mecânico, mesa de saída e transferência, estiradeira a frio de 25 toneladas com mesa de transferência, mesa de corte e serra de perfis e carros para carga de perfis para envelhecimento 8462.39.90 725 1 tesoura para corte a quente de tarugos de alumínio de diâmetro de 7 po¬legadas, comprimento compreendido entre 200 e 960mm 8462.99.20 701 1 prensa hidráulica horizontal para extrusão de perfis de alumínio, com ca¬pacidade de força de 1.800 toneladas e pressão hidráulica de 257,5kg/cm2 8537.10.20 859 1 sistema de controle e supervisão com controlador lógico programável (CLP) (SI-524) : Sistema integrado para produção de perfis de alumínio, constituído por: CÓDIGO EX DESCRIÇÃO 8428.33.00 759 1 combinação de máquinas para manuseio e corte de perfis de alumínio de diâmetro de 127mm e comprimento máximo de 7.000mm, composta por: sistema de resfriamento, tracionamento mecânico, mesa de saída e transfe¬rência, esti