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India

... Fonte: Braziltradenet Intercâmbio Brasil-Índia Fonte: MDIC/Secex Fonte: MDIC/Secex Informações práticas de viagemTransporteA maior parte do país é interligada por transporte aéreo, ferroviário e rodoviário. A Índia possui um amplo sistema de transporte, e várias operadoras privadas administram vôos programados para vários destinos. Existem também sistemas de vôos fretados, oferecidos por algumas empresas privadas. Escalas aéreas internacionais também são feitas a partir dos aeroportos de Nova Deli, Mumbai, Chennai, Thiruvananthapuram, Bangalore e Calcutta. Além disso, vários vôos fretados internacionais partem de Goa. A maior parte das companhias aéreas internacionais tem vôos para o país, e a Air India oferece conexões para vários destinos internacionais.Como negociar na ÍndiaOs indianos não apreciam a denominação inglesa de suas cidades, e muitas vezes, o corrigem de imediato. Dê preferência aos nomes indianos de Mumbai, Kolkata e Chennai.A língua inglesa é a mais importante nas relações comerciais. Entretanto uma parcela significativa da população fala apenas as demais línguas e dialetos. Normalmente os empresários mais jovens falam o inglês. Portanto nas negociações e correspondências este é o idioma preferencialmente utilizado. O período mais indicado para visitas a Índia é durante o inverno, meses de outubro a março, quando a temperatura está mais agradável. Os empresários indianos são hospitaleiros e fiéis às suas tradições. São receptivos, mas não deixam de demonstrar sua desconfiança. Sempre que possível se apresente através de uma referência. Um sinal de cordialidade e amizade são os tapinhas calorosos. Lembrem-se que as mulheres são relegadas ao segundo plano e mesmo em situações informais não as toque. Quando apresentado a uma mulher nunca estenda sua mão. Aguarde que ela lhe cumprimente, e na maioria das vezes o fará com um aceno de cabeça. Também não fite, mesmo que ela fique lhe olhando.Recomenda-se sobriedade no vestir e pontualidade nos horários das reuniões agendadas. O cartão de visita deve sempre ser entregue com a mão direita e com o logotipo e o nome voltado para quem o recebe. Sempre o entregue na mão e nunca o coloque sobre a mesa.À mesa utilize sempre que não houver talheres, a mão direita para pegar os alimentos e louças. Lembre-se que a vaca é um animal sagrado que não deve ser tocado ou afugentado. O sinal de sim com a cabeça é horizontal e não vertical; homens abraçados ou de mãos dadas é comum nos países orientais e asiáticos e representam amizade e fraternidade. Casais não andam de mãos dadas e o beijo, mesmo na face não é dado em público.O indiano é vaidoso e usa jóias em formas de anéis com pedras. As mulheres que são casadas possuem uma pintura vermelha na testa, perto do couro cabeludo. Hora padrãoA hora padrão indiana é de cinco e meia horas a frente da Hora Média de Greenwitch. Isto significa que Nova Delhi tem mais 9:30 h em relação ao horário de Brasília.Horários comerciaisO horário comercial é de 09:30hs às 17:30hs para o setor privado e as repartições públicas. O horário de almoço geralmente é entre 13:00hs e 14:00 hs. Algumas empresas funcionam aos sábados. Documentação para visto O Consulado faz o possível para emitir o visto em três dias úteis, exceto nos casos em que for necessária entrevista ou outras formalidades. O visto passa a ser válido a partir da emissão e não a partir da data de entrada na Índia. 3. É necessária a vacina de febre amarela para entrar na Índia. Esta deverá ser tomada pelo menos dez dias antes da viagem e é válida por dez anos. Formulário para visto devidamente preenchido 5. Uma foto 3 x 4 recente, passaporte e taxa Para o visto de negócios é necessário uma carta da empresa do Brasil e outra da empresa indiana convidando, ambas em papel timbrado constando: cargo, tipo de negócio, informações sobre negócios já realizados com a Índia e empresa a ser visitada na Índia. Os pedidos são aceitos entre 09:00 e 11:30 H. Residentes nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul devem solicitar o visto no Consulado Geral de São Paulo. Qualquer estadia além da permitida precisa ser regularizada e o visto prorrogado antes da saída do país podendo haver a cobrança de uma taxa adicional por parte das autoridades de imigração da Índia. Endereços ÚteisEmbaixada do Brasil em Nova Delhi8 Aurangzeb Road New Delhi 110 011Tel.: (11) 2301 7301/ 91-11-2 379 3686Fax: (11) 2 379 3684E-mail: brasindi@vsnl.comE-mail: secomdel@nda.vsnl.net.in Consulado Honorário do Brasil em Mumbai(Bombaim)406 Sharda ChambersNo. 33 Sir Vithaldas Thakersey MargNew Marine LinesMumbai 400 020Tel.: (022) 200 2236/2256/7511Fax: (022) 200 9456Telex: 11-83449/83853e-mail: akadakia@giasbm01.vsnl.net.in Embaixada da Índia em BrasíliaSHIS QL 08 Conjunto 08, Casa 01 - Lago Sul71.620-285 - Brasília-DFTel.: (61) 3248.4006Fax: (61) 3248.7849 / 248.5486E-mail: indemb@indianembassy.org.brTelex: 61 1245 EIND BRwww.indianembassy.org.br Consulado Geral da Índia em São PauloAvenida Paulista, 925- 7º andar01311-100 - São Paulo-SPTel: (11) 3171.0340 / 3171.0341Fax: (11) 3171.0342E-mail: bhojwani@indiaconsulate.org.br ou tradepromotion@sti.com.brwww.indiaconsulate.org.br Consulado Honorário da Índia no Rio de JaneiroAvenida Venezuela, 110- 5º andar - Bairro da Saúde20081-310 - Rio de Janeiro (RJ)Tel.: (21) 2203.3814Fax: (21) 2233-174712231-090-São José dos Campos (SP) - BrasilTel.: (12) 3941-3966Fax: (12) 3922-0888www.compsisnet.com.br  Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govEmbaixada da Índia em Brasília - www.indianembassy.org.brMinistério das Relações Exteriores (MRE) – Como exportar para a Índia - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brUnidade de Inteligência Comercial – Oportunidades de negócios - www.apexbrasil.com.br Última atualização: outubro/2007 Por Global21...

Italia

...portados e importados no intercâmbio comercial entre Brasil e Itália. Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX No mesmo período de 2006, pode-se observar quais foram os estados que mais exportaram e importaram no intercâmbio comercial entre Brasil e Itália. Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Balança Comercial Brasil - Itália / 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 261.467.957 180.758.927 80.709.030 442.226.884 FEV 292.576.410 161.396.240 131.180.170 453.972.650 MAR 393.248.487 207.732.956 185.515.531 600.981.443 ABR 249.819.115 212.084.618 37.734.497 461.903.733 MAI 279.432.349 202.370.763 77.061.586 481.803.112 JUN 307.906.846 218.684.428 89.222.418 526.591.274 JUL 318.840.599 219.149.516 99.691.083 537.990.115 AGO 415.103.534 266.608.321 148.495.213 681.711.855 SET 346.475.421 232.891.823 113.583.598 579.367.244 OUT 274.704.813 213.088.483 61.616.330 487.793.296 NOV 330.102.868 207.748.769 122.354.099 537.851.637 DEZ 366.701.019 247.162.832 119.538.187 613.863.851 Acumulado 3.836.379.418 2.569.677.676 1.266.701.742 6.406.057.094 MoedaA moeda italiana é o Euro. Os bancos funcionam das 8:30 às 13:30 e 15:00 às 16:00. Alguns banco não efetuam câmbio,  pela tarde têm horários limitados e não funcionam aos sábados, domingos e feriados. Como negociar com a Itália Os italianos são conhecidos por serem mais expressivos do que qualquer outro europeu; Aperte as mãos ao chegar  e ao partir, independente da duração do encontro breve ou freqüente; É  recomendável chamar o seu interlocutor pelo sobrenome e título; A mulher italiana tem se destacado muito no mundo dos negócios; Recomenda-se o uso do terno nos encontros de negócios; Na Itália, a relação pessoal é a base do mundo dos negócios. Para seu parceiro italiano, construir essa relação é muito importante, por isso esteja pronto para ser convidado para almoçar ou jantar; Um almoço de negócios pode durar até duas ou três horas, não comece a comer antes do anfitrião; Os italianos lutam pelas suas convicções. São firmes, mas não fechados, ou seja, mantêm a abertura necessária para permitir a compreensão do ponto de vista do outro; Milão é a capital dos negócios, das finanças e da cultura; Em Milão, Turim, Roma, a comunidade de negócios – principalmente os mais jovens – fala-se em geral bom inglês. Mas, nas outras partes do país e em setores mais tradicionais, não se fala inglês, sendo recomendável a contratação de intérprete; Ao planejar suas reuniões de negócios, não esqueça que agosto é mês de férias na Itália; Uma vez estabelecida a relação, os negócios importantes devem ser conduzidos de forma pessoal e não por telefone; Também é comum que todos os  participantes de uma reunião falem ao mesmo tempo. Seja flexível e aceite perder tempo, porque as reuniões em geral se estendem para além do previsto. E não esqueça que os italianos são pragmáticos e diretos ao falar, ainda que por vezes tenham dificuldade em abordar temas espinhosos; As empresas tradicionais mantêm hierarquias rígidas, mas a comunicação entre os distintos níveis é vital: os altos executivos costumam estar em contato permanente com os gerentes médios, os quais desempenham papel importante no processo decisório. Endereços ÚteisEmbaixada da Itália em BrasíliaS.E.S. - Avenida das Nações, Lote 30CEP: 70420.900 Brasília, D.F.Tel: (xx61) 3442-9900 Fax:  34431231/34438772 Home-page: www.ambbrasilia.esteri.itE-mail: ambasciata.brasilia@esteri.it Embaixada do Brasil na ItáliaPiazza Navona 14 00186Tel: (+3906) 683 981Fax: (+3906) 686 7858E-mail: info@ambrasile.itSite: www.ambasciatadelbrasile.it Consulado Geral da Itália em São PauloAvenida Paulista, 1963CEP: 01311-300Tel: (11) 3549-5643Home-page: www.conssanpaolo.esteri.itE-mail: urp.sanpaolo@esteri.it Consulado Geral da Itália em CuritibaMarechal Deodoro, 630 - 21°Andar Centro Comercial Itália CEP: 80010-912 Curitiba-PR Tel. (xx41) 3041750Fax: 3046451Home-page: www.conscuritiba.esteri.itE-mail: segreteria.curitiba@esteri.it Consulado Geral da Itália em Porto AlegreJosé Alencar, 313CEP: 90880-912 Porto Alegre RSTel: (xx51) 3230-8200Fax: 3230-8222Home-page: www.consportoalegre.esteri.itE-mail: urp.portoalegre@esteri.it Consulado Geral da Itália Rio de Janeiro Avenida Presidente Antonio Carlos, 40 - 7° Andar CEP: 20020-010 Rio de Janeiro-RJT...

Japao

...s principais produtos do intercâmbio comercial entre Brasil e Japão no período de 2007: Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Balança Comercial Brasil - Japão/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 327.506.016 356.172.738 -28.666.722 683.678.754 FEV 309.030.379 241.791.545 67.238.834 550.821.924 MAR 367.990.754 392.255.454 -24.264.700 760.246.208 ABR 317.775.910 359.141.930 -41.366.020 676.917.840 MAI 381.383.072 379.396.474 1.986.598 760.779.546 JUN 366.790.677 354.966.986 11.823.691 721.757.663 JUL 380.206.732 419.927.790 -39.721.058 800.134.522 AGO 429.302.133 456.278.310 -26.976.177 885.580.443 SET 341.188.493 370.968.016 -29.779.523 712.156.509 OUT 371.898.590 511.266.893 -.139.368.303 883.165.483 NOV 378.791.164 448.557.788 -69.766.624 827.348.952 DEZ 349.471.151 318.715.144 30.756.007 668.186.295 Acumulado 4.321.335.071 4.609.439.068 -.288.103.997 8.930.774.139 Fonte: Aliceweb Como negociar com o Japão A postura correta é importante no Japão, sobretudo ao sentar. Evite esparramar-se na cadeira. O equilíbrio é um princípio básico japonês, portanto, pratica-se uma postura sólida e firme ao sentar-se ou ao andar; A base da etiqueta japonesa é o respeito. Esse respeito é demostrado em tudo e a toda hora; Na sociedade japonesa, é extremamente importante, principalmente nos negócios, saber a posição que a pessoa que você estabelece contato ocupa a sua empresa; Evite dar tapinhas nas costas dos japoneses, ficar muito próximo, qualquer forma de beijo em público ou contato físico prolongado; Falar alto, aparecer demais, gesticular muito, agitar-se, são considerados vulgares; Dê um presente com as duas mãos, como ao  entregar seu cartão de visitas. Isso é visto como um gesto de humildade; Ao receber um presente, não se espera que o abra imediatamente. Para os japoneses abrir o presente seria concentrar demasiada atenção no objeto e não naquilo que é verdadeiramente importante, ou seja, a intenção; Os japoneses apreciam a discrição, ternos sóbrios, escuros ou de cores neutras; Manual da boa prática nas relações de negócios com o mercado japonês – material elaborado pelo Setor de Promoção Comercial – SECOM – da Embaixada do Brasil em TóquioA preparação da missão Organize com cuidado e antecedência todos os detalhes de sua viagem: horários dos encontros, reservas de hotel, passagens de trem (melhor meio de transporte no arquipélago) etc. Será, por vezes, difícil fazer acertos de última hora ao chegar no Japão. Ademais, isto poderá servir de demonstração de seriedade aos seus interlocutores locais que costumam ser bastante metódicos e detalhistas. Um ponto importante: o tipo de hotel onde o visitante está hospedado é, aos olhos japoneses, um reflexo da posição de sua empresa. Tenha presente o fato de a língua japonesa constituir, sem dúvida, um dos maiores obstáculos que o visitante terá de enfrentar durante suas negociações. Trata-se de um elemento-chave para qualquer missão prospectiva no Japão. Os japoneses acostumados a lidar com parceiros no exterior compreendem a linguagem escrita, mas é raro encontrar um empresário que consegue exprimir-se, em inglês, com facilidade. Por isso, é indispensável recorrer aos serviços de um intérprete em todas as negociações.Mesmo nos raros casos de negociações em inglês, deve-se levar em conta que: A fluência do inglês no Japão é rara, o que pode levar a imprecisões e mal-entendidos; Um japonês jamais admitirá publicamente que não compreendeu o sentido de uma frase ou palavra; Aqueles poucos que falam inglês não são necessariamente os melhores interlocutores (muitas vezes são os mais jovens e, portanto, não são aqueles que tomam as decisões); Se apenas um de seus interlocutores falar inglês, ele será o único a traduzir tudo aquilo que o visitante está  dizendo e ficará, por sua vez, sem meios de confirmar que a mensagem foi bem recebida pelos anfitriões. Algumas regras devem ser seguidas na hora de se comunicar mais eficazmente por intermédio de um intérprete: Mantê-lo informado a respeito da evolução da situação e informá-lo antes de cada reunião; Falar lentamente, evitando, sempre que possível, abreviações e jargões técnicos; Ter presente que o emprego de um intérprete costuma duplicar o tempo de conversação e, consequentemente, abrevia a reunião; Prestar atenção para não se alongar em demasia por ocasião de cada retomada da fala, de forma a garantir mais precisão no trabalho do intérprete. Esta prática é importante e certamente irá melhorar a qualidade da interpretação; Após uma reunião, prever a possibilidade de trocar impressões com o intérprete, que muitas vezes poderá confirmar alguma impressão que seus interlocutores tenham lhe passado. Logo no inicio do encontro, que deve ser marcado com a maior antecedência possível, procure apresentar-se a seus interlocutores japoneses descrevendo o propósito de sua visita. Não hesite em enviar, antecipadamente, documentos de apresentação de seus produtos (em inglês ou, ainda melhor, em japonês), permitindo com que possam selecionar as pessoas mais adequadas para estar presentes ao encontro. A entrevista Durante uma missão prospectiva, traga consigo grande número de cartões de visita. Praticamente, todas as pessoas com quem irá encontra-se vão apresentar seus respectivos cartões. Por isso, o visitante deverá sempre estar preparado para a troca de cartões, evitando ficar sem o cartão na hora de apresentar-se àquele cliente mais importante. Tais cartões devem ser impressos em inglês e, se possível, em japonês no verso. No caso do primeiro enc...

Mercosul

...a o importador. Intercâmbio Comercial Brasil - Mercosul US$ FOB Exportações 2004 2005 2006 Argentina 7.373.217.826 9.915.423.497 11.713.819.074 Paraguai 871.844.907 961.092.561 1.230.507.661 Uruguai 667.048.159 849.577.665 1.006.099.582 Fonte: Aliceweb   Fonte: Aliceweb Intercâmbio Comercial Brasil - Mercosul Importações 2004 2005 2006 Argentina 5.569.723.302 6.241.072.699 8.053.681.253 Paraguai 297.825.436 318.935.985 295.904.197 Uruguai 522.855.590 493.684.111 618.224.396 Fonte: Aliceweb   Fonte: Aliceweb   Relação Comercial Brasil x Mercosul - Em US$ FOB   2006  Var. % 2005 Var. % 2004 Exportações 13.950.426.317 18,97 11.726.093.723 31,57 8.912.110.892 Importações 8.967.809.846 27,14 7.053.692.795 10,38 6.390.404.328 Saldo 4.982.616.471 6,64 4.672.400.928 85,29 2.521.706.564 Corrente de Comércio 22.918.236.163 22,04 18.779.786.518 22,72 15.302.515.220 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - MERCOSUL/ 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 857.531.948 613.738.125 243.793.823 1.471.270.073 FEV 947.272.491 541.545.030 405.727.461 1.488.817.521 MAR 1.148.980.027 686.305.379 462.674.648 1.835.285.406 ABR 1.037.449.967 650.451.519 386.998.448 1.687.901.486 MAI 1.146.147.017 691.440.903 454.706.114 1.837.587.920 JUN 1.114.537.025 683.239.181 431.297.844 1.797.776.206 JUL 1.362.224.977 842.776.520 519.448.457 2.205.001.497 AGO 1.339.241.914 781.420.207 557.821.707 2.120.662.121 SET 1.261.367.269 804.685.034 456.682.235 2.066.052.303 OUT 1.266.480.549 934.208.938 332.271.611 2.200.689.487 NOV 1.269.519.928 834.778.025 434.741.903 2.104.297.953 DEZ 1.199.673.205 903.220.985 296.452.220 2.102.894.190 Acumulado 13.950.426.317 8.967.809.846 4.982.616.471 22.918.236.163 Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brPortal Oficial do Mercosul - www.mercosur.intPara maiores informações acesse a seção “Blocos Econômicos” em nosso site. Última atualização: maio/2007 Por Global21...

Mexico

...com cotação pública diária. O câmbio de moeda pode ser feito em casas de câmbio e bancos em todo o país. Não são necessários trâmites especiais para operações de pequeno porte. Em operações envolvendo montantes superiores a US$ 10.000,00 é necessária a identificação. Esse total deve ser declarado nas alfândegas caso seja levado em espécie pelo viajante. Comércio ExteriorO comércio exterior mexicano tem sofrido mudanças significativas desde o período de substituição de importações, modelo que prevaleceu até 1986. O ponto de partida ocorreu com a adesão do país ao NAFTA, propiciando estímulo substantivo ao comércio exterior do país. Durante a década de 1990, o México foi o país que registrou a maior taxa de crescimento das exportações, superior, inclusive, ao dos tigres asiáticos. Deixou de ser somente um país exportador de petróleo para transformar-se num dos principais participantes da economia globalizada. É o segundo maior parceiro comercial dos Estados Unidos, atrás apenas do Canadá. O país possui o maior comércio exterior no âmbito da ALADI. Composição do comércio exteriorA composição do comércio exterior mexicano tem evoluído de forma notável, passando de plataforma de produtos básicos para produtos de maior valor agregado e conteúdo tecnológico. Apesar do inegável sucesso exportador do México, as exportações mexicanas estão concentradas relativamente em poucas empresas, principalmente, de origem multinacional, como é o caso do setor automotivo (Ford, VW,GM, Chrysler, entre outras); informática (IBM, HP); farmacêuticos (Pfizer, BMS), comunicações (Motorola).Algumas empresas de capital mexicano destacam-se no comércio exterior: Petroleos Mexicanos, Jugos del Valle (sucos e refrescos), Grupo Modelo (bebidas), Grupo Bimbo (panificadora),Grupo Herdez (alimentos), Grupo Vitro (vidro e embalagem), Grupo México e Grupo Cemex (produtos industriais e para construção). As exportações brasileiras para o México em 2006, foram compostas basicamente por produtos manufaturados, sendo que, entre as maiores exportações realizadas pelo Brasil para o México os que mais se destacaram foram automóveis, acessórios para automóveis e tratores e motores. Fonte: MDIC/SECEX No gráfico abaixo, podemos verificar os principais produtos importados pelo Brasil do México no período de 2006. Fonte: MDIC/SECEX Dentre os estados que mais relacionaram-se com Portugal no período 2006 estão São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Amazonas e Paraná , como podemos observar nos gráficos abaixo. Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX Alguns dos  países que constam na pauta de exportação e importação do México são: Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet   Balança Comercial Brasil - México / 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 359.410.742 76.806.482 282.604.260 436.217.224 FEV 339.395.667 63.365.715 276.029.952 402.761.382 MAR 385.831.292 110.641.596 275.189.696 496.472.888 ABR 339.538.561 92.451.206 247.087.355 431.989.767 MAI 344.163.262 110.477.485 233.685.777 454.640.747 JUN 383.059.909 118.275.616 264.784.293 501.335.525 JUL 353.376.026 139.359.346 214.016.680 492.735.372 AGO 438.004.036 111.075.952 326.928.084 549.079.988 SET 395.628.372 129.803.768 265.824.604 525.432.140 OUT 416.102.220 121.075.704 295.026.516 537.177.924 NOV 354.109.314 118.299.922 235.809.392 472.409.236 DEZ 349.582.869 118.292.778 231.290.091 467.875.647 Acumulado 4.458.202.270 1.309.925.570 3.148.276.700 5.768.127.840 Sistema e estrutura tarifáriaO sistema tarifário do México obedece as regras da OMC. Da mesma forma que o Brasil, utiliza o Sistema Harmonizado para fins de ...

Polonia

...so no desenvolvimento do intercâmbio com o exterior, o nível atual das exportações, tanto em relação ao PIB, como a renda per capta, segue sendo a mais baixa na Polônia do que em outros países da Europa Central e Oriental. Abaixo, estão as relações comerciais entre Brasil e Polônia no período de 2005 a 2007. Comércio Exterior (US$ milhões) 2005 2006 2007 Exportações (FOB) 272.896.804 299.850.956 271.691.303 Importações (FOB) 134.118.938 212.050.353 267.837.990 Saldo 138.777.866 87.800.603 3.853.313 Intercâmbio Comercial 407.015.742 511.901.309 539.529.293 Fonte: MDIC/SECEX   Balança Comercial Brasil - Polônia/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 15.267.531 20.445.508 -5.177.977 35.713.039 FEV 21.379.440 14.978.552 6.400.888 36.357.992 MAR 16.990.807 29.969.891 -12.979.084 46.960.698 ABR 20.546.731 18.940.234 1.606.497 39.486.965 MAI 26.648.646 18.256.884 8.391.762 44.905.530 JUN 19.878.036 29.943.247 -10.065.211 49.821.283 JUL 27.017.255 20.529.288 6.487.967 47.546.543 AGO 31.224.312 24.264.281 6.960.031 55.488.593 SET 21.628.743 24.588.848 -2.960.105 46.217.591 OUT 29.081.767 22.302.079 6.779.688 51.383.846 NOV 19.870.691 24.122.016 -4.251.325 43.992.707 DEZ 22.157.344 19.497.162 2.660.182 41.654.506 Acumulado 271.691.303 267.837.990 3.853.313 539.529.293 Dentre os países que mais se relacionaram com a Polônia de Janeiro a Março de 2006 estão a Alemanha, Itália, França, Reino Unido e  Rússia. Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet Os principais produtos exportados e importados na relação comercial entre Brasil e Polônia em 2007 foram: Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX Como negociar com a Polônia Aperte as mãos ao ser apresentado, ao encontrar alguém pela primeira vez no dia e ao partir; É muito comum os homens beijarem as mãos das mulheres; Nos negócios, é necessário se vestir o mais discreto possível; Não tende esconder nada, pois o interlocutor logo irá perceber; Seja calmo e honesto. Os poloneses são conhecidos como pessoas muito “perspicazes”; Em geral o polonês é individualista e só se reúne em grupos quando necessário. São reservados, porém, bastante comunicativos; Os poloneses não são muito chegados ao toque, portanto abraços não são comuns; Marque os encontros e reuniões com antecedência e seja pontual; Nos contatos diretos, os poloneses são abertos e não manifestam reservas; Pode soar como falta de educação atender telefone celular durante os encontros. Endereços úteisEmbaixada da Polônia - Brasília SES - Av. das Nações, d 809, lote 33 CEP 70423-900 - BrasíliaCaixa Postal: 07-90263 CEP 70000Tel. (0xx61) 443-3438, 242-9273 e 242-8698Fax (0xx61) 242-8738E-mail: embaixada@polonia.org.br Site: www.polonia.org.brSetor Consular da Embaixada da Polônia em Brasília SES Av. das Nações, Qd. 809, Lote 33CEP 70423-900 - Brasília - DFTel. (0xx61) 243-3438E-mail: embaixada.consular@polonia.org.brConsulado Geral da Polônia em Curitiba Av. Agostinho Leão Jr, 234, Alto da GlóriaCEP 80030-110 - Curitiba - PRTel. (0xx41) 264-4662Fax (0xx41) 264-5597E-mail: curitiba@polonia.org.br Consulado Geral da Polônia em Rio de JaneiroPraia de Botafogo, 242 , 9o andar - BotafogoCEP 22250-40 - Rio de Janeiro - RJTel. (0xx21) 2551-8088/ 5047/ 8047Fax (0xx21) 2552-5093E-mail: riodejaneiro@polonia.org.br Consulado Geral da Polônia em São PauloMonte Alegre, 1791CEP 05014-002 - São Paulo - SPTel. (0xx11) 3672-3778, 3672-5778Fax (0xx11) 3871-1921E-mail: saopaulo@polonia.org.br Escritório Comercial da Polônia em São PauloZequinha de Abreu, 240CEP: 01250-050 - São Paulo - SPTel. (0xx11) 3673-2776/1420Fax (0xx11) 3673-0354E-mail: wehsp@poloniatrade.org.brSite: www.poloniatrade.org.br Consulado Honorário da Polônia em Belo HorizonteEspirito Santo 2727, s. 1207CEP 30160-032 - Belo Horizonte - MGTel. (0xx31) 3282-5569Fax (0xx31) 3281-6826E-mail: mgmconpl@cdlnet.com.br Consulado Honorário da Polônia em ErechimEuclides Cunha, 114CEP 89700-000 - Erechim - RSTel. (0xx54) 321-1074Fax (0xx54) 321-4649E-mail: rsj4380@pro.via-rs.com.br Consulado Honorário da Polônia em RecifeAv. Prof. José dos Anjos, 569CEP 52110-130 - Recife - PE Tel/Fax (0xx81) 3441-0026 Consulado Honorário da Polônia em VitóriaLauro Soares Machado, c/12, Mata da PraiaCEP 29025-110 - Vitória - ESTel. (0xx27) 225-4311Fax (0xx27) 337-7782Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govEmbaixada da República da Polônia – www.polonia.org.brThe World FactBook – www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de ViagensInstituto Español de Comercio Exterior – www.icex.eswww.poland.gov.plwww.business.gov.pl Última atualização: junho/2008 Por Global21...

Reino Unido

...rgamente difundido. A taxa de câmbio é livre, apenas observada pelo Bank of England. Embarques no BrasilAlguns dos documentos exigidos nos embarques para o Reino Unido são:- fatura comercial- conhecimento de embarque (Bill of Lading)- certificado de origem para o SGP (quando aplicável)- certificado sanitário ou fitosanitário (quando aplicável)- outros certificados (quando aplicáveis).O romaneio de embarque (Packing List) não é obrigatório, mas a sua apresentação facilita a liberação das mercadorias.A fatura comercial, o conhecimento de embarque, o certificado de origem (para os produtos importados sob o regime preferencial do Sistema Geral de Preferências) e os demais certificados devem ser providenciados pelo exportador brasileiro e remetidos seus originais, devidamente preenchidos, ao importador britânico. Regimes especiaisLocalidades no Reino Unido que gozam de status de zona franca com facilidades aduaneiras: - Aeroporto de Birmingham - Humberside - Liverpool - Aeroporto de Prestwick - Southampton - Porto de Tilbury - Porto de Sheerness Feiras e ExposiçõesA forma mais eficiente e mais utilizada de promoção de produtos no mercado britânico são as feiras e exposições especializadas, com alcance nacional e, muitas vezes, internacional (União Européia, países da África, Ásia e Caribe mais ligados ao Reino Unido). Esses eventos são realizados regularmente, em geral com periodicidade anual, principalmente em Londres e em Birmingham, cidade onde se localiza um grande e moderno centro de exposições, o National Exhibition Centre.O regime alfandegário aplicável às mercadorias exibidas em feiras e exposições no Reino Unido é o da Importação Temporária, com suspensão de direitos e taxas. As mercadorias deverão ser reexportadas no prazo de um mês após o término do evento, ou se destinadas à importação definitiva (em caso de venda durante a exposição), os direitos de importação e taxas deverão ser pagos no prazo de 45 dias após o encerramento da mostra. EconomiaUma das quatro principais economias européias, o Reino Unido é um centro líder de comércio exterior e de serviços financeiros, com Produto Interno Bruto (PIB) acima de um trilhão de dólares. Nas últimas duas décadas o governo têm diminuído fortemente sua participação em empresas mediante o processo de privatizações e contido o crescimento de programas de bem estar social. Sua agricultura é intensiva, altamente mecanizada e muito eficiente, mesmo para os padrões europeus. O Reino possui grandes reservas de carvão, gás natural e petróleo. O setor de serviços, particularmente os bancários, seguros e os empresariais, somam de longe a maior parcela do PIB, enquanto a participação industrial continua perdendo importância. ExportaçõesO Reino Unido é o maior exportador europeu de produtos manufaturados, petróleo, químicos, veículos automotores, aeronaves, metais, têxteis acabados e maquinário. A evolução das importações feitas pelo Brasil do Reino Unido, é apresentada no gráfico que segue: Fonte: MDIC/SECEX Os destinos das exportações, por sua vez, são mostrados no gráfico seguinte. Cinco países – EUA, Alemanha, França,  Irlanda e Países Baixos – aparecem na lista das exportadores do Reino Unido no período de janeiro a junho de 2006. Fonte: Braziltradenet O Reino Unido é um grande importador de produtos agrícolas, matérias primas, semi-manufaturados, vestuário e manufaturados acabados. A evolução das exportações do Brasil para o Reino Unido é apresentada a seguir: Fonte: MDIC/SECEX As origens das importações, por sua vez, são mostrados na tabela abaixo. Cinco países – Alemanha, EUA, França, Países Baixos, China fazem parte do grupo de países que o Reino Unido mais importou produtos no período de janeiro – junho de 2006. Fonte: Braziltradenet Intercâmbio comercial entre Brasil e o Reino UnidoO intercâmbio entre o Brasil e o Reino Unido, de 2004 a 2006, é apresentado nos quadros abaixo onde se observa um progressivo aumento das compras brasileiras naquele país, acompanhada de aumento nas vendas. Exportações Brasil - Reino Unido Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 2.121.865.291 5.347.754.672 2005 2.597.256.327 7.712.740.110 2006 2.829.454.034 8.852.355.521 Fonte: Aliceweb   Importações Brasil - Reino Unido Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 1.355.172.840 354.735.451 2005 1.375.569.998 252.595.130 2006 1.417.217.809 305.869.224 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Reino Unido/ 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 160.228.573 109.350.181 50.878.392 269.578.754 FEV 202.498.697 140.977.905 61.520.792 343.476.602 MAR 213.814.124 99.729.773 114.084.351 313.543.897 ABR 186.821.279 114.134.764 72.686.515 300.956.043 MAI 211.454.825 94.572.691 116.882.134 306.027.516 JUN 212.544.015 111.380.167 101.163.848 323.924.182 JUL 254.537.714 102.008.212 152.529.502 356.545.926 AGO 289.631.237 114.713.173 174.918.064 404.344.410 SET 271.522.919 144.421.608 127.101.311 415.944.527 OUT 280.658.557 120.380.988 160.277.569 401.039.545 NOV 227.413.666 149.907.987 77.505.679 377.321.653 DEZ 318.328.428 115.640.360 202.688.068 433.968.788 Acumulado 2.829.454.034 1.417.217.809 1.412.236.225 4.246.671.843 Negociando com o Reino Unido Correspondência, propostas, contratos e entendimentos, inclusive os contatos pessoais com empresários britânicos, deverão ser sempre em inglês; Pontualidade e a cortesia, são características fundamentais da ética comercial britânica; Os importadores dão grande valor à rapidez nas respostas a cartas ou consultas por telex, mesmo em caso de resposta negativa; É da maior relevância o rigoroso cumprimento dos prazos de entrega estipulados, ou o cuidado em manter o importador informado de circunstâncias que possam interferir no fluxo previsto de entregas das mercadorias; As viagens de negócio ao Reino Unido devem ser programadas com antecedência, evitando-se a segunda semana de dezembro, a época da Páscoa e o período de férias de verão na Europa (julho a fins de setembro); É comum, que as empresas a serem visitadas estejam situadas fora de Londres, devendo-se levar em conta esse fato na duração da viagem. Algumas regras para participar de reuniões de negócios com britânicos Por Florence Castiel da Rosa, Economista, pós-graduada em planejamento regional e urbano pela COPPE/UFRJ, especialista em Marketing Internacional. Há uma certa formalidade nas relações e nos contatos de negócios, porém, com freqüência, os britânicos iniciam uma reunião com uma conversa descontraída e, algumas vezes, até mesmo arriscam alguma piada, no sentido de deixar os interlocutores mais à vontade sem, entretanto, abandonar suas maneiras tradicionalmente polidas de um povo reconhecidamente bem educado. É de extrema importância respeitar a privacidade, a pontualidade (sem esquecer da mundialmente conhecida pontualidade britânica) e evitar falar em política mas, prevenindo-se, pois freqüentemente os britânicos perguntarão acerca da política do Brasil; neste caso, procure desviar do assunto e manter uma recomendável distância. De qualquer forma, sempre abstenha-se de falar em política e religião em qualquer negociação e em qualquer país no mundo.Apresente-se com um rápido e firme aperto de mão - esqueça o afável e brasileiríssimo tapinha nas costas!) - e, a seguir, forneça seu cartão de visitas, obviamente em inglês, com as informações mais detalhadas possíveis para facilitar ao seu interlocutor caso necessite contatá-lo. Há muitos casos em que, por exemplo, os telefones não estão discriminados com os devidos códigos de área, o que dificulta uma ligação telefônica e, convenhamos, é muito desagradável para um comprador ter que buscar este tipo de informação. Nos encontros negociais é fundamental apresentar concreta e objetivamente as argumentações de sua proposta, estando munido da maior quantidade possível de informações a respeito de seu produto e de sua empresa em inglês, pois os britânicos, historicamente sagazes e perspicazes nos negócios, valorizam informações precisas e atualizadas. Preços, em Libras Esterlinas e em Euros contam mais pontos do que em Dólares; port...

Russia

...nte quanto a pesqueira. Intercâmbio Comercial Brasil – RússiaAs relações Brasil-Rússia vêm evoluindo desde a segunda metade dos anos 90 para patamar qualitativamente mais elevado. No qüinqüênio 2000-2004, a corrente de comércio entre o Brasil e a  Rússia  (exportações +  importações) apresentou significativo crescimento médio, de 25,5% ao ano. A Rússia ocupou o 16º lugar entre os principais parceiros comerciais do Brasil em 2004, com uma participação de 1,5% no total do  comércio exterior brasileiro. Em valores, o intercâmbio entre os dois países passou de US$ 994 milhões, em 2000, para US$  4.3 bilhões, em 2006. As exportações brasileiras para a Rússia, com crescimento médio anual de 40,7%, passaram de US$ 423 milhões, em 2000, para US$ 3.4 bilhão, em 2006. Esse comportamento  expansivo  das  vendas  brasileiras para o país nos últimos 6 anos, posicionou a Rússia no 14º lugar entre os mercados de  destino das exportações brasileiras. A Rússia ocupou a 19ª posição entre os principais mercados  fornecedores do Brasil, absorvendo cerca de 1,3% das  compras totais do Brasil no exterior em 2004. O saldo da balança comercial foi favorável ao Brasil em  todo o período analisado, exceto em 2000, quando ocorreu déficit de US$ 148 milhões. No período de 2006 as exportações superaram as importações com saldo superior a 2.5 bilhões. Exportações Brasil - Rússia Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 1.658.048.407 4.077.835.648 2005 2.917.434.647 5.205.884.848 2006 3.443.427.733 5.405.951.554 Fonte: Aliceweb   Importações Brasil - Rússia Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 808.034.180 4.274.505.461 2005 722.131.034 3.357.521.283 2006 942.554.493 3.890.258.315 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Rússia/ 2005Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 211.777.076 73.553.145 138.223.931 285.330.221 FEV 188.905.259 67.208.240 121.697.019 256.113.499 MAR 269.290.827 57.249.354 212.041.473 326.540.181 ABR 176.255.593 60.680.071 115.575.522 236.935.664 MAI 253.019.062 25.296.037 227.723.025 278.315.099 JUN 356.168.074 38.237.564 317.930.510 394.405.638 JUL 324.705.981 101.147.391 223.558.590 425.853.372 AGO 278.736.610 147.048.797 131.687.813 425.785.407 SET 254.992.378 92.373.998 162.618.380 347.366.376 OUT 419.438.434 105.398.900 314.039.534 524.837.334 NOV 313.704.248 75.126.805 238.577.443 388.831.053 DEZ 396.434.191 99.234.191 297.200.000 495.668.382 Acumulado 3.443.427.733 942.554.493 2.500.873.240 4.385.982.226 Em  2006 os principais produtos exportados e importados no intercâmbio comercial Brasil -Rússia foram: Fonte: MDIC/Secex   Fonte: MDIC/Aliceweb Abaixo, os principais produtos exportados e importados pela Rússia no seu intercâmbio mundial: Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet Os países com os quais a Rússia mais se relacionou em 2006 foram: Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet Cooperação Científica e TecnológicaA cooperação entre o Brasil e a Rússia no campo da Ciência e Tecnologia é regida pelo Acordo Básico de Cooperação Científica, Técnica e Tecnológica, assinado em 22 de novembro de 1997, por ocasião da visita do então Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Ievgueni Primakov, ao Brasil. A Subcomissão Brasil-Rússia de Cooperação Científica e Tecnológica é integrada por representantes do MRE (DEU/DCTEC), Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério da Saúde, Ministério dos Transportes, EMBRAPA, CTA, CNPq, CAPES, além de outras instituições. Pela sistemática em vigor, são periodicamente implementados programas específicos de cooperação científica e tecnológica, ao abrigo do Acordo-Quadro vigente. Os projetos de programas são, por sua vez, apresentados pela DCTEC às instituições brasileiras competentes para comentários e sugestões adicionais de cooperação bilateral. A cooperação Brasil-Rússia em matéria científico-tecnológica tem enfrentado dificuldades decorrentes da necessidade de maior engajamento de recursos financeiros por parte de ambos os países em diversos projetos acordados, registrando-se progressos quase que unicamente, com relação ao programa celebrado em 1999, nos campos da saúde e optoeletrônica. Endereços úteisEmbaixada da Federação da Rússia no BrasilAvenida das Nações, SES Q. 801 Lote ABrasília – DFTel: (55 61) 3223-3094, 3223-4094 Fax: (55 61) 3226-7319 Embaixada do Brasil na Federação da RússiaUlitsa Bolshaia Nikitskaia, 54121069 – Moscou - RússiaTel:(+7-095)363-0366Fax:(+7-095)363-0367E-mail: brasrus@brasemb.ruSite: www.brasemb.ru Consulado Geral da Federação da Rússia no Rio de JaneiroProf. Azevedo Marques, 50, Leblon CEP: 22450-030 - Rio de Janeiro - RJTel: (21) 2274-0097 Fax: (21) 2294-4945 E-mail: consulado.russia@radnet.com Consulado Geral da Federação da Rússia em São PauloAvenida Lineu de Paula Machado, 1366 CEP 05601-001 Jardim Everest, São Paulo, Brazil Tel: (011) 3814-4100 Tel/fax: (011) 3814-1246 E-mail: consrus_sp@mail.ru Câmara de Comércio, Indústria e Turismo Brasil - Rússia Presidente Gilberto Ramos Av. Rio Branco, 45 - sala 2309, Centro CEP: 20090-003, Rio de Janeiro-RJ Tel. 55 (21) 2516-1442 Fax: 55 (21) 2516-1768, E-mail: camara@brasil-russia.org.br Comunidade Russa em São Paulo Associação cultural "Nadejda" Barão de Juparana, 170 - SP Tel/fax: (011)6914-6498 Associação Cultural Eslavo-Brasileira João Alvares Soares, 27 CEP: 04609-000, Campo Belo - SP Tel: (011) 533-49-56 Fax: (011) 535-25-01, 524-06-08 Câmara de Comercio e Industria Brasil - RússiaCornélio Pires, 06Cep: 04320-140 - São Paulo- S.P Tel/Fax: +55 11 5012-714 Consulado Honorário da Federação da RússiaPraça Carlos Chagas, 49, 8° andar, Santo AgostinhoCEP 30170-020 - Belo Horizonte Tel. (0xx31) 3292-5003, ramal 2988Fax (0xx31) 3291-9212E-mail: consulado.ru@seven.com.br Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) – Como exportar para a Rússia  www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brInstituto Español de Comercio Exterior – www.icex.es Última atualização: outubro/2007 Por Global21...

Uruguai

...a atividade industrial. Intercâmbio Brasil – UruguaiO Brasil e o Uruguai são economias que em muitos aspectos se complementam. O comércio bilateral reflete essa situação: o Brasil vende  ao  Uruguai  insumos  industriais,  maquinaria,  automóveis, equipamento de transporte e produtos tropicais e uma parte significativa das compras nesse país corresponde a produtos agro-industriais de clima temperado (arroz, carne bovina, laticínios, cevada, etc.). Desde 2004 a relação comercial entre o Brasil e Uruguai tem aumentado. Em 2005 o intercâmbio comercial entre Brasil e Uruguai foi de 853.137.754, passando para 1.012.597.766 em 2006 e em 2007 chegando a 1.288.439.665. Já as importações, feitas pelo Brasil, apesar da queda em 2005 voltou a crescer em 2006 e 2007. O Uruguai se encontra, segundo a CIA, em 104º lugar no ranking de exportadores mundiais e em 105º nas importações mundiais. Exportações Brasil - Uruguai Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2005 853.137.754 782.572.001 2006 1.012.597.766 1.025.253.309 2007 1.288.439.665 1.177.863.743 Fonte: Aliceweb   Importações Brasil - Uruguai Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2005 493.653.258 910.276.167 2006 618.224.941 1.090.238.177 2007 786.338.029 1.218.178.636 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Uruguai/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 100.235.606 56.187.036 44.048.570 156.422.642 FEV 68.866.287 38.222.626 30.643.661 107.088.913 MAR 106.794.334 62.096.572 44.697.762 168.890.906 ABR 112.393.436 55.733.941 56.659.495 168.127.377 MAI 106.295.611 68.942.428 37.353.183 175.238.039 JUN 92.139.771 66.296.740 25.843.031 158.436.511 JUL 135.281.202 72.083.938 63.197.264 207.365.140 AGO 121.732.163 73.447.848 48.284.315 195.180.011 SET 115.433.100 60.716.624 54.716.476 176.149.724 OUT 123.169.803 81.378.542 41.791.261 204.548.345 NOV 100.872.548 77.434.675 23.437.873 178.307.223 DEZ 105.225.804 73.797.059 31.428.745 179.022.863 Acumulado 1.288.439.665 786.338.029 502.101.636 2.074.777.694   Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet   Embalagem e rotulagemO Laboratório Tecnológico do Uruguai (LATU) é o órgão competente por lei para fornecer, no  prazo máximo de 12 dias, Certificado de Comercialização que habilita produtos alimentícios  e  bebidas  para  a  venda  no  território  uruguaio, após  prévia  verificação  das  condições  técnicas,  de  embalagem e de rotulagem, sendo, portanto, por excelência,  a fonte de informações sobre o assunto. O endereço é: Laboratorio Tecnológico Del Uruguay (Latu)Av. Itália n.º  620111500 - Montevidéu Fone: (+5982) 601-3724/ 601-3732Fax: (+5982) 600-2290E-mail: webmaster@latu.org.uySite: www.latu.org.uy Sistema tarifárioO  Uruguai,  juntamente  com  o  Brasil,  a  Argentina, o Paraguai e a Venezuela integram  o  Mercado  Comum  do  Sul  (Mercosul).  O Mercosul  é uma união aduaneira, na qual a quase totalidade dos produtos já é comercializada com tarifa zero entre os Estados Partes. Nessas condições, as normas gerais de acesso ao mercado uruguaio, tanto no que diz respeito aos aspectos tarifários quanto não-tarifários, são regulamentadas pelos acordos  e  decisões  emanadas  do  Mercosul.  A necessidade de se dispor de uma nomenclatura unificada para utilização pelos Estados Partes levou à criação da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), baseada no Sistema Harmonizado de Codificação e Designação de Mercadorias  (SH), que é uma nomenclatura de seis dígitos concebida para ser utilizada na elaboração das tarifas de direitos aduaneiros e de fretes, bem como nas estatísticas de importação e exportação. Cabe destacar que a NCM uruguaia incorpora dez dígitos (dois a mais do que a aplicada no Brasil), o que permite uma desagregação mais detalhada de produtos de interesse específico do país. Preço Mínimo de Exportação O Uruguai utiliza o sistema de  fixação de preço mínimo de exportação que, apesar do nome, é aplicado à importação de alguns itens. Assim, o Ministério da Economia e Finanças estabelece um preço médio referencial para a importação de determinadas mercadorias concorrentes com as da indústria uruguaia  e  incluídas  no  regime  de  adequação  à  TEC,  como, por exemplo, as confecções de algodão. O preço mínimo de exportação é calculado com base no valor  médio  dos  preços  de  exportação  dos  principais  países produtores dessas mercadorias, incluindo o preço uruguaio. O importador deverá, portanto, pagar a alíquota estipulada  pela TEC, porém calculada sobre o preço médio estabelecido pelo Governo. Deverá pagar, ainda, a diferença entre o valor declarado e o preço mínimo de exportação. Atualmente, os preços mínimos de exportação são aplicados a cerca de 90 produtos, sendo que a maior parte destes (72 no total) são do setor têxtil. Feiras e exposiçõesAs  feiras  uruguaias,  normalmente,  são  abertas ao público em geral. A legislação permite que, em tais eventos, possam ser livremente vendidos quaisquer produtos, desde que tenham sido importados em caráter definitivo. Para efetivar a compra de mercadoria admitida temporariamente (para amostragem no evento, por exemplo), o interessado deverá concluir a importação definitiva na Alfândega. Como negociar com o Uruguai No Uruguai, assim como nem todos os  países latinos, os cumprimentos são calorosos entre as pessoas; A proximidade física é comum, tanto em situações sociais quanto de negócios; Há pontualidade nos encontros de negócios; Os negociadores são normalmente impacientes, querendo resultados imediatos; Apesar de buscarem o resultado imediato, isso não significa que os negociadores serão agressivos, e sim, que serão persistente até determinado ponto; Dependendo das condições do ambiente, após alguns encontros, as pessoas passam a ser tratadas como se fossem muito conhecidas ou quase como amigas; As mulheres tem presença marcante  nas áreas comerciais e atividades econômicas em geral. VistosOs cidadãos brasileiros não precisam de visto para a entrada temporária no Uruguai, podendo entrar com identidade ou passaporte. Endereços úteisEmbaixada do Uruguai no BrasilSES 803 Av. das Nações lote 14CEP: 70450-900 Brasília - DF - BrasilTel: (0xx 61) 3322-1200Fax:(0xx61) 3322-6534E-mail: urubras@emburuguai.org.brhttp://www.emburuguai.org.br Embaixada o Brasil em MontevidéuBvar.Artigas 1328Tel.(+598 2) 7072119montevideu@brasemb.org.uyhttp://www.brasmont.org.uy Câmara de Comércio Uruguaio – BrasileiraTacuarembó, 1404 esc. 10111.200 - Montevidéu - UruguaiTelefax (598 2) 402 2742E-mail: camurbra@adinet.com.uyhttp://www.camarauruguaybrasil.com.uyConsulado Geral do Brasil em Montevidéu Convención, 1343 (6º andar)Montevideo - UruguayTel: (02) 901 2024 - 901 1460Fax: (02) 900 0348assistenciaconsular@conbras.org.uyhttp://www.consbras.org.uy Consulado Geral do Uruguai em Porto AlegreAv. Cristóvão Colombo, 2999Higienópolis - CEP: 90560-005Telefone - C-Geral (51) 3325.6200 / 3325.6194 / 3325. 6197Telefone - C-Distrito (51) 3325.6201 / 3325.6198Fax: (51) 3325.6192E-mail: conurugran@terra.com.br Consulado Geral do Uruguai no Rio de janeiroPraia de Botafogo, 242 – 6º andarCEP: 22250-040 – Rio de JaneiroTel: 2553-6030Fax: 2553-6036http://www.consulado-uruguay-rio.org.br Consulado Geral do Uruguai em Salvador Praça José de Anchieta 18, PelourihnoCEP 40025 Salvador BA Tele: (71) 322-7093 / 322-7094 Fax: (71) 322-7096 / 322-7093 conurubahia@e-net.com.brConsulado Geral do Uruguai em São Paulo Estados Unidos 1284 Jardins CEP 01427-001 São Paulo SP Telel: (11) 3085-6492 / 3085-8428 / 3085-9168 Fax: (11) 3088-7874 conurupa@osite.com.br Consulado no ChuíRua Venezuela, 309Chuí - RS - CEP: 96235-000Telefone/Fax: (53) 3265.1151E-mail: conschui@adinet.com.uy  Consulado Honorário em Rio Grande General Bacelar, 436 sala 109 Rio Grande - RS - CEP 96200-380Telefone/Fax: (53) 3233-1071  Consulado em Santana Do LivramentoAv. Tamandaré, 2101 - Salas 401/402CEP 97573-53 - Sant"Ana do Livramento - RS Telefone/Fax: (55) 3242-1416 Consulado Honorário em Santa MariaVenâncio Aires, 1761CEP: 97010-000 - Santa Maria - RS Telefone/Fax: (55) 3221.1180 Consulado em QuaraíRua Félix da Cunha, 1575CEP: 97560-000 - Quaraí - RS Telefone/Fax: (55) 3423-1802E-mail: conuruquar@mrree.gub.uyFontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govColeção co...

Venezuela

...ses que mantiveram maior intercâmbio comercial com a Venezuela foram: Fonte: Instituto Nacional de Estadística - Venezuela   Fonte: Instituto Nacional de Estadística - Venezuela Os principais produtos importados e exportados por setor pela Venezuela no seu intercâmbio mundial em 2006 foram: Valor das exportações efetuadas pela Venezuela, por setor em 2006 Setor 2006 (milhões) Total 14.279 Produtos minerais 9.369 Metais comuns 3.103 Produtos químicos 925 Material de transporte 390 Outros 145 Material elétrico 134 Bebidas e tabaco 81 Plástico e manufatura 76 Agrícola 55 Fonte: Instituto Nacional de Estadística – Venezuela   Valor das importações efetuadas pela Venezuela, por setor em 2006 Setor 2006 (milhões) Total 30.559 Material elétrico 10.017 Material de transporte 5.925 Outros 3.652 Produtos químicos 3.524 Metais comuns 1.907 Indústria alimentícia, bebidas e tabacos 1.564 Agrícola 1.441 Plástico e manufatura 1.359 Papel 818 Fonte: Instituto Nacional de Estadística – Venezuela Endereços úteisEmbaixada da República Bolivariana da Venezuela - Brasília SES - Av. das Nações, quadra 803, lote 13 CEP: 70451-900 - Brasília - DFTel. (0xx61) 322-1011/9324 / 2101-1011Fax (0xx61) 226-5633E-mail: emb@embvenezuela.org.brSite: www.embvenezuela.org.br Embaixada do Brasil na VenezuelaCalle Los Chaguaramos esquina com Av. Mohedano Edif. Centro Gerencial Mohedano, piso6 La Castellana, 1060 – Caracas3977 Carmelitas 1010Tel: (0xx 212) 261 5505/7553Fax: (0xx 212) 2619601 Consulado brasileiro na VenezuelaAvenida Las Américas, Edificio Amazonas, Mezzanino, Oficina 1. Puerto Ordaz, Estado Bolívar, 3Telefone: (0286) 962-4060 Fax: (0286) 961-9233 Email: cosbras@cantv.net Consolado Brasileiro  Honorário na Venezuela em MaracaiboEdificio Las Palmeras, piso 4, Oficina 4, Avenida (2) El Milagro, esquina Calle 91-A. Maracaibo, Estado Zulia, 1314 Telefone: (0261) 722-1145 / 2710; (0269) 746-2816; (0261) 0414-690561Fax: (0261) 722-2795 / 723-2984 Consolado Brasileiro  Honorário na Venezuela em La AsunciónUrbanización Arena Cernida, Calle Principal, Quinta Clavo y Canela, Isla de Margarita, Estado Nueva Esparta.Telefone: (0295) 263-5519Fax: (0416) 695-9100 Setor Consular da Embaixada - Brasília - DFSES Av. das Nações, Qd. 803, Lote 13 CEP: 70451-900 0 - Brasília - DFTel: (0xx61) 2101-1011Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela em BelémAv. Presidente Pernambuco, 270CEP 66015-200 - Belém - PATel: (0xx91) 3241-7574Fax: (0xx91) 3222-6396E-mail: convenbelem@bel.sol.com.brConsulado Geral da República Bolivariana da Venezuela em Boa VistaAv. Benjamin Constant, 968 - Centro CEP: 69301-020 - Boa Vista - RR Tel: (0xx95) 623-9285Fax: (0xx91) 623-6610 /12Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela em ManausRio Jurai, 839 – Conjunto Vieira AlvesCEP: 69053-020 - Manaus - AMTel: (0xx92) 3233-6006 / 4100Fax: (0xx92) 3233-6414E-mail:convenao@horizon.com.brConsulado Geral da República Bolivariana da Venezuela no Rio de JaneiroPraia de Botafogo, 242, 5o andarCEP:22250-000 - Rio de Janeiro - RJTel: (0xx21) 2554-5955 /6134Fax: (0xx21) 2553-8118E-mail: consuvenrj@rionet.com.brConsulado Geral da República Bolivariana da Venezuela em São PauloGeneral Fonseca Teles, 564 – Jardim Paulista CEP: 01429-011 - São Paulo - SPTel. (0xx11) 3887-2318/4583Fax (0xx11) 3887-2535E-mail:convensp@telnet.com.br Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govColeção como exportar – www.braziltradenet.gov.brEmbaixada da Venezuela - www.embvenezuela.org.brInstituto Español de Comercio Exterior – www.icex.esMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brInstituto Nacional de Estadística - www.ine.gov.ve Última atualização: novembro/2007 Por Global21...

Argentina

...4.7%. (estimativa 2005) Intercâmbio Comercial BilateralDesde  a assinatura do Tratado de Assunção, em 1991, o comércio entre o Brasil e a Argentina tem apresentado notável expansão, tanto no que diz respeito às exportações quanto às importações. Podemos conferir na tabela abaixo, a relação comercial Brasil-Argentina no período de 2007 a 2005. Relação Comercial Brasil x Argentina - Em US$ FOB   2007  Var. % 2006 Var. % 2005 Exportações 14.416.945.588 23,08 11.713.819.074 18,14 9.915.423.497 Importações 10.409.414.322 29,25 8.053.681.253 29,04 6.241.072.699 Saldo 4.007.531.266 9,49 3.660.137.821 -0,39 3.674.350.798 Corrente de Comércio 24.826.359.910 25,59 19.767.500.327 22,35 16.156.496.196 Fonte: MDIC/SECEX Balança Comercial Brasil - Argentina / 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 824.082.146 672.493.459 151.588.687 1.496.575.605 FEV 888.463.158 713.340.797 175.122.361 1.601.803.955 MAR 1.158.840.699 898.479.899 260.360.800 2.057.320.598 ABR 1.070.910.304 736.668.422 334.241.882 1.807.578.726 MAI 1.197.368.864 848.222.893 349.145.971 2.045.591.757 JUN 1.171.152.790 824.916.347 346.236.443 1.996.069.137 JUL 1.314.431.916 891.938.091 422.493.825 2.206.370.007 AGO 1.408.638.488 935.214.271 473.424.217 2.343.852.759 SET 1.313.439.484 864.123.677 449.315.807 2.177.563.161 OUT 1.472.526.936 895.068.026 577.458.910 2.367.594.962 NOV 1.344.193.909 1.090.298.182 253.895.727 2.434.492.091 DEZ 1.252.896.894 1.038.650.258 214.246.636 2.291.547.152 Acumulado 14.416.945.588 10.409.414.322 4.007.531.266 24.826.359.910 Fonte: Aliceweb Comércio ExteriorA expansão do comércio exterior é dinamizada pelo avanço dos produtos primários e manufaturas agropecuárias, em virtude da evolução favorável dos preços e da colocação dos excedentes da produção agrícola e crescentes embarques de mineral de cobre e concentrados, carnes, laticínios, gorduras e óleos vegetais, açúcar e resíduos da indústria alimentícia. As exportações de manufaturas industriais cresceram em menor medida, especialmente os envios para o MERCOSUL. Contudo, houve aumentos nas exportações de produtos petroquímicos, plásticos, automóveis e utilidades domésticas. As compras de bens intermédios também tiveram uma melhor evolução, em função da maior produção ocasionada pela substituição de importações. As importações de automóveis cresceram, especialmente as provenientes do Brasil, devido ao acordo com a Argentina, o que permitiu incrementar as exportações. No ranking mundial a Argentina ocupa a 47° posição nas exportações no ano de 2007. No período de 2007 podemos verificar nos gráficos abaixo, os principais produtos exportados e importados na relação Brasil x Argentina. Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX Abaixo, temos a relação dos maiores exportadores e importadores da Argentina, podendo-se observar que o Brasil encontra-se em primeiro lugar em ambas as pautas. Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Canais de distribuiçãoNa Argentina, os intermediários exercem considerável influência na cadeia de distribuição, já que grandes importadores e distribuidores estão concentrados em poucas regiões. Muitas empresas, inicialmente produtoras, tornaram-se importadoras (com suas próprias marcas), estimuladas pela dolarização da economia, que resultou em custos mais altos de produção, ou pela falta de tecnologia de ponta no país. Soma-se a isso uma polarização do mercado, com a existência de dois segmentos bem definidos, um sofisticado e outro popular, de preços baixos. Os principais canais de distribuição na Argentina para comercialização de bens importados estão nas seguintes modalidades: Venda direta Franchising Joint-ventures Vendas a supermercados Redes de venda Designação de agentesA designação de um representante deve ser precedida de contatos com outras empresas, de forma a avaliar as possibilidades de comercialização lucrativa e presença ativa no mercado. No âmbito de feiras, exposições e congressos, os empresários brasileiros poderão travar contato com representantes de empresas potencialmente capazes de canalizar os produtos que desejam exportar. Nos últimos anos, observa-se tendência no sentido de se direcionar a designação de representante para um fabricante ou comerciante especializado no setor. Outra forma de aproximação de agentes potenciais é por intermédio de entidades de classe, grupos e associações empresariais setoriais. Práticas comerciaisO cumprimento dos prazos de entrega constitui fator importante para o êxito dos negócios. Da mesma forma, deve-se  considerar a importância da rápida resposta à correspondência e o cumprimento estrito das n...

Canada

...portados e importados no intercâmbio comercial entre Brasil e Canadá em 2007 estão: Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX No período de 2006 os países que mais relacionaram-se com o Canadá foram: Fonte: Statistics Canada   Fonte: Statistics Canada O Canadá se encontra, segundo a CIA, em 11º lugar no ranking de exportadores mundiais e em 12º nas importações mundiais. Relacionamento BilateralO relacionamento bilateral entre Brasil e Canadá expandiu-se e diversificou-se significativamente durante os últimos anos, apesar de algumas disputas comerciais, demonstrando o interesse que o Canadá tem em contar com o Brasil como um dos principais parceiros na América do Sul. Relação Comercial Brasil x Canadá - Em US$ FOB   2006  Var. % 2005 Var. % 2004 Exportações 2.361.716.393 3,55 2.280.740.741 17,12 1.947.274.889 Importações 1.708.499.721 43,09 1.194.018.268 17,17 1.019.030.763 Saldo 653.216.672 -39,89 1.086.722.473 17,07 928.244.126 Corrente de Comércio 4.070.216.114 17,14 3.474.759.009 17,14 2.966.305.652 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Canadá/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 173.782.448 112.198.256 61.584.192 285.980.704 FEV 104.237.882 85.307.097 18.930.785 189.544.979 MAR 221.492.344 146.764.020 74.728.324 368.256.364 ABR 142.687.443 134.975.868 7.711.575 277.663.311 MAI 152.001.261 119.971.432 32.029.829 271.972.693 JUN 191.080.141 138.350.199 52.729.942 329.430.340 JUL 183.586.807 194.689.536 -11.102.729 378.276.343 AGO 234.217.529 187.439.772 46.777.757 421.657.301 SET 241.361.111 109.045.235 132.315.876 350.406.346 OUT 245.400.917 196.950.600 48.450.317 442.351.517 NOV 262.884.763 121.835.954 141.048.809 384.720.717 DEZ 208.983.747 160.971.752 48.011.995 369.955.499 Acumulado 2.361.716.393 1.708.499.721 653.216.672 4.070.216.114 Fonte: Aliceweb Como negociar com o Canadá Os hábitos culturais do cidadão de Toronto exigem que os horários sejam previamente determinados e seguidos à risca; Apesar da língua inglesa ser dominante em Toronto a cultura francesa é extremamente forte no resto da província de Ontário; Os canadenses de língua francesa são reservados e dão ênfase aos aspectos relacionados à etiqueta; Um aperto de mão firme é a maneira comum e preferida de cumprimento; Toronto é a principal e mais importante cidade canadense do ponto de vista econômico, revela um universo e oportunidades de bons negócios. Endereços úteisEmbaixada do Canadá no BrasilAv. das Nações Unidas, 12901-16º andar Centro Empresarial Nações Unidas Torre Norte, BrooklinCEP: 04578-000 São Paulo - SP - Brasil Tel.:(55-11) 5509-4343Fax.:(55-11) 5509-4262E-mail: imm@canada.org.br Embaixada da República Federativa do Brasil em Ottawa450 Wilbrod StreetOttawa, ON Canada K1N 6M8Tel. : (001+613) 237-1090 / 755-5160Fax : (001+613) 237-6144E-mail : mailbox@brasembottawa.org Site: www.brasembottawa.org Consulate of the Federative Republic of Brazil2000 Mansfield Street, Suite 1700Montreal, QC Canada H3A 3A5Tel.: (001+514) 499-0968Fax : (001+514) 499-3963E-mail : consbras@total.net Consulado Geral do Canadá no Rio de JaneiroAv. Atlântica, 1130 - 5 o andar CEP 22021-000 - Rio de Janeiro - RJ tel. (0xx21) 2543-3004 fax (0xx21) 2275-2195 E-mail: rio@dfait-maeci.gc.ca Consulado Geral do Canadá em São PauloCentro Empresarial Nações Unidas - Torre Norte Av. Nações Unidas, 12901 - 16. andar - Brooklin CEP 04578-000 - São Paulo - SP Brasiltel.: (0xx11) 5509-4321 fax: (0xx11) 5509-4260 E-mail: infocentre-spalo@dfait-maeci.gc.ca Câmara de Comércio Brasil-CanadáRua do Rocio 220 cj 121 - 12º andar - Vila OlimpiaCEP: 04552-000 São Paulo - SP Tel.: 55-11-3044-4535 / 3044-6166 E-mail : ccbc@ccbc.org.brSite: www.ccbc.org.br Brazil-Canada Chamber of Commerce438 University Avenue Suite 1618, Box 60 Toronto, Ontario M5G 2K8 (416) 364-3555E-mail: bccc@iecanada.com Trade Facilitation Office Canada Suite 300, 56 Sparks St. Ottawa, Ontario Canada K1P 5A9 Tel.: (613) 233-3925 Fax.: (613) 233-7860 Site: www.tfoc.ca Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govEmbaixada do Canadá – www.dfait-maeci.gc.caMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.br...

Chile

...Agricultura do Chile. O intercâmbio comercial entre Brasil e ChileDe um modo geral, o Brasil tem um bom conceito como parceiro comercial do Chile em várias áreas, já que os produtos brasileiros são conhecidos por sua boa qualidade e preço relativamente baixo, o que os torna bastante atrativos. Do ponto de vista comercial, o Brasil tem vantagem competitiva sobre os países de outros continentes, não somente pela proximidade geográfica, mas também pela cultura similar e vasta experiência acumulada no comércio com a América Latina, especialmente com o Chile. Em 2004, o Chile foi o nono país de destino das exportações brasileiras. A variação no volume de produtos vendidos pelo Brasil em 2004 cresceu 35,4% em relação a 2003. A pauta de exportações brasileira (2004) se concentrou principalmente em veículos automotores e tratores e combustíveis, óleos e ceras minerais. Em 2005, a pauta ficou concentrada nos mesmos produtos do ano anterior. O destaque ficou por conta da queda das exportações de carne e miudezas comestíveis, de 7,8% no ano de 2004, para 3,9% do total das exportações para o Chile, no ano de 2005, em decorrência do surto de aftosa ocorrido no Brasil. Também se destacaram caldeiras, máquinas e aparelhos e instrumentos mecânicos, material elétrico, plásticos e suas obras, ferro fundido, ferro e aço, veículos e material para vias férreas, papel, cartão e obras de pasta celulósica, obras de ferro fundido, ferro e aço. As importações brasileiras provenientes do Chile também têm apresentado taxas de crescimento: 70,3% de 2004 em relação a 2003 e 21,5% em 2005 quando comparado ao ano de 2004. A pauta de importações em 2005 se concentrou em cátodos de cobre (US$ 437,3 milhões) e sulfetos de minérios de cobre (US$ 363,5 milhões). Entre os dez principais produtos comprados do Chile também estavam metanol, peixes e crustáceos, moluscos, adubos ou fertilizantes, produtos químicos inorgânicos, química de madeira, ferro fundido, ferro e aço, papel e cartão e bebidas. Fonte: MDIC/SECEX Fonte: MDIC/SECEX Embalagem e rotulagemNão há regulamentação específica quanto ao tipo de embalagem dos produtos importados. Entretanto, os alimentos enlatados ou empacotados para a venda a varejo no mercado chileno devem possuir etiquetas redigidas em espanhol, com informações sobre o peso líquido (no sistema métrico), principais ingredientes (inclusive os aditivos), data de fabricação, prazo de validade e nome do produtor e do importador. Essas normas também são válidas para os produtos fabricados internamente. Marcas e patentesToda pessoa física ou jurídica pode solicitar ao Departamento de Propiedad Industrial (www.dpi.cl), órgão do Ministerio de Economía y Energía, o registro de marcas e patentes. A tramitação demora aproximadamente 60 dias e, não havendo oposição, é concedido um atestado de registro de marca válido por um prazo - prorrogável - de 10 anos. Regime cambialNão há restrições de ordem cambial para o importador chileno, que pode adquirir, em qualquer banco local, as divisas necessárias para efetuar o pagamento de suas operações de comércio exterior. Também existe o mercado informal, que não é ilegal, através do qual qualquer pessoa física ou jurídica pode adquirir divisas para qualquer efeito. Como tratar de negócios Ao contrário do restante dos países da América Latina as reuniões de negócios quase sempre começam no horário marcado e os chilenos são geralmente pontuais, exceto nos encontros de caráter social; A capacidade de se comunicar em espanhol é extremamente importante. É recomendável que o contato inicial com os potenciais parceiros comerciais seja na língua do comprador; Todos os encontros de negócios começam com um aperto de mão; sobrenomes, primeiro o do pai e em seguida o da mãe. Quando for falar com alguma pessoa, trate-a pelo sobrenome paterno. Leve uma boa quantidade de cartões pois é costume dos chilenos trocá-los após os cumprimentos iniciais. Ao ser apresentado sorria e mantenha contato visual, ritual na ocasião da troca de cartões. Após recebê-lo, leia-o atentamente e guarde-o em um porta-cartões, o que causará boa impressão; Os títulos são importantes e também devem ser incluídos no cartão de visita. Dirija-se a uma pessoa usando o título que ela possui. Um médico é chamado de “Doutor”. Os professores preferem o título de “Profesor”, engenheiros de “Ingeniero”, arquitetos de “Arquitecto”, advogados de “Abogado”. As pessoas que não têm título profissionais podem ser tratados de “Señor (Sr.)”, “Señora (Sra.)” ou “Señorita (Srta.)” seguidos de sobrenomes. O que vale no ambiente de negócios é a habilidade interpessoal. A capacidade para adaptar-se e manter cordial relacionamento com o grupo é considerada mais importante que a competência profissional e a experiência. Além disso, relacionamento e amizade tornam-se a chave para condução de negócios e efetiva capacidade de resolução de problemas; Na cultura de negócios chilena existe uma ordem definida de hierarquia. A palavra final é do mais alto graduado presente na reunião. Se não tiver certeza de quem seja a pessoa com autoridade, uma maneira de descobrir é observar a cadeia de comando observando a deferência com que são tratados os superiores durante o encontro; Não tenha pressa em adentrar ao tópico a ser discutido em uma reunião de negócios. Os chilenos começam com uma polida conversação (bate-papo) que pode, muitas vezes, versar sobre a família. Não parecerão intrometidos e se mostrarão interessados pelo interlocutor. Nos encontros iniciais, os negociadores chilenos parecem formais mas poderão se tornar mais calorosos em reuniões subseqüentes; Os valores conservadores prevalecem em atitudes políticas, econômicas e sociais. Honestidade e integridade são os mais importantes. Proporcionar atenção continuada para seu clientes, apesar da distância pode ser um gesto bem-vindo de comprometimento. Isto porque os negociadores chilenos desejam superar as barreiras geográficas a que estão submetidos; Os encontros de negócios, freqüentemente, são considerados como sendo entre duas pessoas em vez de entre duas empresas. Por conseqüência, ocorrerá uma interação pessoal; Evite tratar de negócios nos meses de janeiro e fevereiro pois a maioria dos executivos e seus staffs saem em férias, diminuindo muito as atividades comerciais. Não invada a privacidade ideológica, pois há “ferimentos políticos” em cicatrização. A aceitação de vinhos chilenos é recebida como deferência e o internacional uísque pode abrir a conversa. Bebidas regionais, como pisco, eventualmente entram em cena, mas a popular chicha é tradição exclusiva dos festejos da Independência (18 de setembro), as consideradas festas da pátria. Endereços Úteis Embaixada da República do ChileSES - Av. das Nações, quadra 803, lote 1170409-700 Brasília - DFTel.: (061) 2103-5151 / 2103-5114Fax: (061) 322-2966E-mail: embchile@embchile.org.br Consulados Gerais: Setor Consular da Embaixada - Brasília - DFSES Av. Das Nações, q. 803, Lote 11 CEP 70.407-900 - Brasília - DFTel.: (0xx61) 322-6807Fax: (0xx61) 322-2966E-mail: scbrasbr@nutecnet.com.br São Paulo - SP - Consulado-Geral da República do ChileAvenida Paulista 1009 - 10º andarTel.: (0xx11) 3284-2044 /2185 /2148fax : (0xx11) 3284-2097E-mail: cgspaub@attglobal.netSite: www.congechilesaopaulo.org.brJurisdição: SP/DF/GO/TO/PA/AP/AM/RO/MT/RO/AC Expediente: das 9:00 às 12:00 hs, de Segunda à Sexta-feiraRio de Janeiro - RJ - Consulado-Geral da República do ChilePraia do Flamengo 344 - 7º, Apto. 701CEP 22210-030 - Rio de Janeiro - RJTel.: (0xx21) 2552-5349fax: (0xx21) 2553-6371E-mail: cchilerj@antares.com.brExpediente: das 8:30 às 12:30 hs e 14:00 às 18:00 hs.Porto Alegre - RS - Consulado Geral da ...

China

...ificado e fechado para o intercâmbio internacional, para um sistema mais orientado para a economia de mercado.As mudanças iniciaram-se com o término da agricultura coletiva, com a expansão para uma gradual liberação de preços, descentralização fiscal, aumento da autonomia das empresas estatais, fundação de diversos bancos, desenvolvimento do mercado de ações, com o rápido crescimento do setor privado e a abertura para o comércio exterior e investimentos externos.A China vem implementando reformas de forma gradual, e em partes. O processo acima descrito continuou com mudanças chaves que incluíram a venda, com eqüidade, dos maiores bancos chineses para investidores estrangeiros e o refinamento do mercado externo e do mercado de ações. A reestruturação da economia e o resultado de ganhos substanciais fizeram com que o PIB aumentasse cerca de 10 vezes desde 1998. O desenvolvimento econômico tem sido bem mais rápido nas províncias costeiras do que nos do interior, e há grandes disparidades na renda per capita das regiões.O governo da China tem se esforçado para: sustentar um adequado crescimento de empregos para dezenas de milhões de trabalhadores  demitidos com a privatização de empresas estatais, imigrantes e de novos integrantes do mercado de trabalho; reduzir a corrupção e outros crimes econômicos, e conter os danos sofridos pelo meio ambiente e os conflitos sociais próprios das economias que sofrem  rápidas alterações. De 100 a 150 milhões de trabalhadores rurais excedentes estão entre as vilas e as cidades, muitos se mantendo em empregos de meio turno e trabalhos de baixa remuneração. Uma conseqüência demográfica da política “uma criança por família” é que a China é um dos países que mais envelhece no mundo. Outra ameaça de longo prazo ao crescimento é a deterioração do meio ambiente, notadamente a poluição do ar, erosão do solo e a significativa queda de água potável, especialmente no norte. A China continua a perder terra arável em decorrência da erosão e do desenvolvimento econômico. O país foi beneficiado por uma forte expansão do uso de computadores e de internet, mais de 100 milhões de consumidores até o final de 2005.  Investimentos estrangeiros permanecem como um forte elemento...

Cingapura

...es prestabelecidos da taxa de câmbio, dado  o grande peso do comércio exterior na economia. Transporte marítimo Cingapura possui excelente infra-estrutura portuária e  posição estratégica no cruzamento das principais linhas marítimas, o que lhe dá reputação de centro de alcance global. Seu porto é o principal centro de distribuição de mercadorias da Ásia. O porto de Cingapura opera o maior terminal de contêineres do mundo, com capacidade de processamento de 58 mil contêineres/dia (TEUS). As características modernas e sofisticadas do porto possibilitam manter sua posição do mais movimentado porto do mundo de acordo com sua tonelagem de embarque, tendo recebido mais de 140  mil embarcações em 2006. Possui facilidades específicas nos terminais a fim de acomodar todos os tipos de embarcações, inclusive supernavios-tanque, navios de contêineres e cargueiros. É famoso,  também, por suas rápidas facilidades de conexões e de desembaraço alfandegário anterior. O PSA,  principal operador do terminal de contêineres, continuará a desenvolver uma rede regional de logística, oferecendo em um só local serviços para companhias multinacionais  envolvidas em distribuição regional de produtos e serviços de alto valor. Organizações e acordos InternacionaisCingapura é membro ativo das Nações Unidas, da Comunidade Britânica e do Movimento dos Países Não-Alinhados. Além disso, faz parte do grupo regional ASEAN  (Association of South East Asian Nations ou Associação dos Países do Sudeste Asiático) e APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation ou Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico), além da Organização Mundial de Comércio (OMC). Principais setores de atividadeIndústria – A indústria manufatureira é o principal setor  da economia do país, destacando-se a produção de produtos  eletrônicos e seus componentes como, por exemplo, semicondutores. A indústria química e de produtos químicos também  tem apresentado um bom desempenho nos últimos anos. Os  produtos farmacêuticos têm-se beneficiado bastante da presença  de investimentos estrangeiros, particularmente de empresas européias. Já a indústria de refino de petróleo, apesar da sua importância, vem enfrentando o aumento da competição  regional, o que contribui para margens de lucro cada vez menores. Agricultura e Pesca – O setor jamais teve importância  para a economia cingapuriana: historicamente é responsável  por apenas 0,1% do PIB. A produção de algumas frutas e vegetais atende apenas ao consumo interno, assim como a indústria  pesqueira. Construção  – O  setor de construção registrou alta de 4,2% em 2006. A política do Governo de diminuir a dependência da indústria eletrônica pode alavancar novamente o desenvolvimento  do setor. Relações ComerciaisSegundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2006, o intercâmbio Brasil-Cingapura foi de US$ 2,13 bilhões,  mais de duas vezes o valor registrado em 2004. Com exportações de US$ 944 milhões e importações de US$ 1,19 bilhões, houve déficit de US$ 245 milhões para o Brasil. Embora esse tenha sido o maior saldo negativo já registrado em valores absolutos, não é possível  estabelecer-se tendência em relação ao resultado da balança bilateral, uma vez que déficits e superávits se alternaram com muita freqüência nos últimos dez anos. O certo é que o comércio  total está em plena expansão. O comércio bilateral Brasil-Cingapura evoluiu significativamente  no quinqüênio 2002 - 2006. As exportações brasileiras, que em 2006 alcançaram US$ 943,2 milhões, registraram crescimento de mais de 100% em relação a 2002 quando atingiram US$ 469,3 milhões, muito embora o ano de 2003 tenha  apresentado uma queda de 28% em relação ao ano anterior. Cabe ainda ressaltar que, em 2002, as exportações brasileiras já haviam registrado um forte crescimento de 119% em relação a 2001, quando as exportações montavam em US$ 213,4 milhões. Já as importações apresentaram evolução ainda mais  considerável, passando de US$ 311,9 milhões, em 2002, para  US$ 1188,1 milhões, em 2006, representando um aumento  de 281%. Balança Comercial Brasil - Cingapura / 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 80.286.028 122.742.747 -42.456.719 203.028.775 FEV 86.065.311 86.104.346 -39.035 172.169.657 MAR 76.723.256 126.660.200 -49.936.944 203.383.456 ABR 104.690.699 96.229.5...

E.U.A.

...tribuem o crescimento do intercâmbio ao setor de tecnologia da informação. Nos Estados Unidos, os bens duráveis tais como maquinário, equipamentos e bens utilizados pelo setor aeroespacial respondem pela maior parcela das exportações da indústria tradicional. Em 2005 o setor representou 20.4% do PIB total americano. QuotasO sistema de quotas constitui uma das principais modalidade de barreiras não-tarifárias. A alfândega americana administra a maioria das quotas atualmente em vigor.   As quotas de importação podem ser divididas em dois tipos: Quotas absolutas: estabelece o limite quantitativo para a entrada de mercadorias para um determinado período. Se a quota for preenchida o excedente poderá ser reexportado ou armazenado até o próximo período. Quotas tarifárias:  estabelece a quantidade de mercadoria que pode ser importada a uma tarifa reduzida, sendo que a quantidade que exceder esse limite físico estará sujeito a alíquota mais elevada. Taxas e gravames tarifários à importaçãoAlém do imposto de importação, as mercadorias importadas pelos EUA estão sujeitas às seguintes taxas e eventuais gravames tarifários: Direitos anti-dumping : a legislação norte-americana determina que, se qualquer mercadoria estrangeira estiver sendo vendida nos EUA por valor inferior ao de mercado, o Secretário de Comércio denunciará o fato à Comissão de Tarifas, para que esta determine se há evidente prejuízo para alguma indústria norte-americana já estabelecida ou a ser instalada. Direitos compensatórios : sobretaxas impostas pelo Governo americano na importação de mercadorias objeto de subsídios do governo do país de origem e cuja internação no país é considerada nociva à indústria local. Excise tax : certas mercadorias (gasolina, derivados de tabaco, bebidas, etc.) estão sujeitas ao “exice tax”, imposto cobrado pelo Governo federal, ao fabricante ou importador, em percentuais variados. Sales tax : a grande maioria das mercadorias está sujeita, ainda, ao “sales tax” (imposto sobre vendas), que é cobrado pelas administrações estaduais – exceto Alasca, Delaware, Montana, New Hampshire e Oregon. Esse imposto, que incide exclusivamente sobre as vendas ao consumidor final. Harbor maintenance fee (HMF) : taxa de manutenção dos portos. Merchandise processing fee (MPF) :  taxa de processamento de mercadorias cujo valor mínimo é de US$ 25.00 por carregamento. Amostras, catálogos e material publicitárioNão existe legislação específica para a importação de amostras, catálogos e material publicitário. Embora os mecanismos existentes para a admissão temporária de mercadorias possam ser utilizados, no caso de amostras nem sempre representam a solução mais econômica ou conveniente para o exportador. Composição do intercâmbio comercial bilateral Exportação Brasileira para os EUA Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 20.099.235.400 33.206.992.476 2005 22.539.731.875 31.145.551.002 2006 24.524.748.523 31.108.652.022 Fonte: Aliceweb   Importação Brasileira dos EUA Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 11.357.061.637 12.566.340.143 2005 12.666.508.171 12.277.128.749 2006 14.657.240.980 12.834.138.851 Fonte: Aliceweb A pauta de exportações brasileiras para os Estados Unidos é bastante diversificada, como observa-se nos gráficos abaixo: Fonte: MDIC/SECEX Abaixo, observa-se as principais importações do intercâmbio comercial entre Brasil e Estados Unidos no período de 2006. Fonte: MDIC/SECEX Intercâmbio Comercial MundialA seguir, pode-se conferir quais foram os países que mais se relacionaram com os Estados Unidos, no período referente a Janeiro de 2006 até Junho do mesmo ano. Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet   Balança Comercial Brasil - Estados Unidos/ 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 1.758.858.925 1.172.440.532 586.418.393 2.931.299.457 FEV 1.735.100.527 967.215.995 767.884.532 2.702.316.522 MAR 2.047.630.704 1.238.501.512 809.129.192 3.286.132.216 ABR 1.812.430.531 1.033.186.013 779.244.518 2.845.616.544 MAI 1.848.676.423 1.159.585.562 689.090.861 3.008.261.985 JUN 2.049.558.414 1.111.680.911 937.877.503 3.161.239.325 JUL 2.315.446.874 1.186.252.679 1.129.194.195 3.501.699.553 AGO 2.386.060.939 1.325.717.580 1.060.343.359 3.711.778.519 SET 2.430.341.147 1.482.381.027 947.960.120 3.912.722.174 OUT 2.188.786.153 1.429.180.531 759.605.622 3.617.966.684 NOV 1.999.339.656 1.278.564.924 720.774.732 3.277.904.580 DEZ 1.952.518.230 1.272.533.714 679.984.516 3.225.051.944 Acumulado 24.524.748.523 14.657.240.980 9.867.507.543 39.181.989.503 Participação de feirasA participação em feiras setoriais constitui excelente oportunidade não apenas para a promoção de vendas, mas também para a obtenção de inteligência comercial referente aos competidores americanos e estrangeiros, tais como tecnologia de fabricação, apresentação do produto, embalagem, nível de preço e estratégias de promoção. Viagens de negócios É essencial que o exportador se apresente bem preparado no mercado americano; O americanos gostam de clareza na comunicação e de chegar ao ponto imediatamente; O exportador deve trazer consigo material promocional de boa qualidade gráfica e escrito em bom inglês, lista de preços em dólar, informações detalhadas sobre a sua empresa – preferivelmente em forma de brochura, e boa quantidade de cartões de visita, impressos em inglês para serem entregues no momento das apresentações; Se o negociador não fala inglês ou tem alguma dificuldade em se comunicar no idioma, é recomendável a contratação de um  intérprete com experiência em comércio exterior; Deve-se evitar viagens em datas próximas aos principais feriados; A formalização do negócio é feita por um contrato de venda, o qual deve refletir a complexidade da transação e especificar claramente as responsabilidades de cada parte contratante; O est...

França

...asil-FrançaComposição do intercâmbio comercial bilateralA pauta de exportações brasileiras para a França é composta essencialmente por produtos básicos, dentre os quais destaca-se o item “bagaços e resíduos sólidos da extração do óleo de soja”, que representou, em 2006, 17% do total da pauta (US$ 452 milhões). No que se refere ao ano de 2006, os dados disponíveis demonstram que, “minérios de ferro não aglomerados e seus concentrados”, foi responsável por 11,5% das exportações do Brasil para a França.Em seguida destacam-se “óleos brutos de petróleo”, com participação no total das exportações, de 5,84% no ano de 2006. Já 5,83% das exportações do Brasil para a França no período de 2006, foram de “minérios de ferro aglomerados e seus concentrados”. Outros itens relevantes que compuseram a pauta de exportações brasileira em 2006 foram: café, móveis de madeira, frutos do mar, pneus e óelo de soja e, finalmente, pastas de madeira.A pauta de importações brasileiras provenientes da França é caracterizada pela predominância de bens manufaturados. Os principais itens importados, em 2006, foram “outras partes p/aviões ou helicópteros”, com participação de 5,4% no total da pauta. “Veículos automóveis, tratores, ciclos”, foram responsáveis por 7,7% das importações no período de 2006. Balança Comercial Brasil - França / 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 156.338.437 469.130.470 -312.792.033 625.468.907 FEV 168.681.675 427.102.840 -258.421.165 595.784.515 MAR 226.192.411 462.174.552 -235.982.141 688.366.963 ABR 193.134.078 394.834.158 -201.700.080 587.968.236 MAI 181.290.548 466.222.476 -284.931.928 647.513.024 JUN 180.184.041 484.719.286 -304.535.245 664.903.327 JUL 264.371.954 447.934.732 -183.562.778 712.306.686 AGO 301.811.949 524.086.078 -222.274.129 825.898.027 SET 219.909.668 486.929.512 -267.019.844 706.839.180 OUT 298.826.023 520.669.880 -221.843.857 819.495.903 NOV 275.271.289 515.954.232 -240.682.943 791.225.521 DEZ 203.364.585 475.992.658 -272.628.073 679.357.243 Acumulado 2.669.376.658 5.675.750.874 -3.006.374.216 8.345.127.532 Fonte: Aliceweb Endereços ÚteisÓrgãos Oficiais Brasileiros na FrançaEmbaixada do Brasil34, Cour Albert 1er75008 – Paris Tel.: (331) 4561-6300 (geral)Tel.: (331) 4225-5106 (Secom)Fax: (331) 4289-0345E-mail: 101356.571@compuserve.comwww.bresil.org Delegação do Brasil Junto à Unesco7, Rue de Chaillot75016 – ParisTel.: (331) 4568-1000Fax: (331) 4783-2840E-mail: dl.brasil@unesco.org Maison du Brasil (Casa do Brasil)Cité I.Universitaire7L, bd Jourdan75014 - ParisTel.: (01) 5810-2301E-mail: mbresil.biblio@dial.oleane.com Órgãos Oficiais Franceses no Brasil Embaixada da FrançaSES - Av. das Nações, Quadra 801, Lote 4 70404-900 – Brasília-DFTel.: (61) 312-9100 Fax: (61) 312-9108E-mail: france@ambafrance.org.brSite: www.ambafrance.org.brSeção Consular da Embaixada da França em BrasíliaSES - Av. das Nações, Quadra 801, Lote 4 70404-900 – Brasília - DFTel.: (61) 312-9100 Fax: (61) 312-9108 Consulado-Geral da França em RecifeAv. Conselheiro Aguiar, 2333, 6º andarEd. João Roma, Boa Viagem51020-020 – Recife - PETel.: (81) 465-3290Fax: (81) 326-2538 Consulado-Geral da França em São PauloAv. Paulista, 1842 – 14º andar01310-200 – São Paulo - SPTel.: (11) 287-9522Fax: (11) 283-1586 Consulado-Geral da França no Rio de JaneiroAv. Presidente Antonio Carlos, 58 – 6º andar20020-010 – Rio de Janeiro - RJTel.: (21) 210-1272Fax: (21) 240-8192 Câmara de Comércio França-Brasil Seção São PauloAlameda Itu, 852 - 19º Andar 01421-001 - São Paulo - SPTel.: (11) 3088-2290Fax: (11) 3061-1553 E-mail: associativasp@ccfb.com.br Seção Rio de JaneiroAv. Pres. Antônio Carlos, 58 - 10º Andar 20020-010 - Rio de Janeiro - RJ Tel.: (21) 2220-1015 Fax: (21) 2533-3925 E-mail: associativarj@ccfb.com.br Seção Minas GeraisRua Timbiras 1200, 3º Andar - Funcionário 30140-060 - Belo Horizonte - MG Tel.: (31) 3213-1576 Fax: (31) 3213-1577 Seção Rio Grande do SulRua Ramiro Barcelos, 1.172 / 217 90035-002 - Porto Alegre - RS Tel.: (51) 3222-6467 Fax: (51) 3222-6467 E-mail: ccfbrs@ccfb.com.br Seção ParanáAv. Cândido de Abreu, 776 - 11º Andar - Cj. 1.106/1.107 80530-000 - Curitiba - PR Tel.: (41) 254-2854 Fax: (41) 254-2854 E-mail: ccfbpr@ccfb.com.br Fontes ConsultadasMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brCentral Intelligence Agency - www.cia.govBanco Mundial – www.worldbank.orgCâmara de Comércio França Brasil - www.ccfb.com.brÚltima atualização: outubro/2007 Por Global21...

Cases de Sucesso

...s de crédito e contratação de câmbio da Lojas Renner na Importação e operações financeiras com o exterior, bem como gerar soluções para qualificar e adequar novos negócios com o mercado externo." Início das Operações: Novembro de 2001   Sander Irmãos & Cia. Ltda. O Caso: "Gerenciar, operacionalizar e orientar as questões relativas ao comércio exterior, dando suporte às áreas financeira e comercial, fazendo com que a empresa possa focar a sua atividade fim.." Início das Operações: Maio de 2004   Rolamentos Mar do Brasil O  Caso:  "Dar suporte e consultoria, bem como criar soluções e controles para as operações...

Links Úteis

... Central do Brasil - Taxas de Câmbio Banco Central do Brasil - RMCCI - Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais Banco Central do Br...

Processo de Gestão

...externos, logística, aduana e câmbio, a gestão proposta possui a volatilidade de poder incluir os fornecedores em excelência já existentes de seus clientes. A descrição dos serviços propostos dentro do processo de gestão pode ser demonstrada conforme quadro abaixo: EXPORTAÇÃO Desenvolvimento (Análise e viabilização de negócios, prospecção de mercados, formação de preço, sistematização dos processos e logística processual) Operacionalização (Embarque-Frete, seguro, cronog...

Relatório - Vinc. à Contatos de Câmbio

Apresentação

...istema propicia um fácil intercâmbio de informações entre a SIMPEX e seus clientes, pois todas as informações podem se agregar a fim de cumprir as exigências de acordo com as necessidades do importador ou exportador.  Os dados das operações são ingressados no sistema respeitando cada fase do processo e a partir deles são gerados todos os documentos e controles pertine...

Apresentação

O fechamento das operações de câmbio, muitas vezes, não tem a atenção devid...

Diferenciais

...o mercado nas contratações de câmbio, os quais relacionamos abaixo: Baixo Investimento do Cliente Simpex-Net (Sistema de Arquivamento Eletrônico das Operações de Câmbio) Profissionais especializados on-...

Carta-Circular Nº 3.542, de 12 de Março de 2012

...-Executiva de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros (Gence), no uso da atribuição que confere o art. 22, inciso I, alínea "a", do Regimento Interno do Banco Central do Brasil, anexo à Portaria nº 29.971, de 4 de março de 2005, e tendo em vista esclarecer o disposto no arts. 13 e ...

Novos Cuidados na Importação - IN SRF 1169/2011

...a, caso haja; · Contrato de câmbio, com a fatura utilizada para seu fechamento; · Entre outros, que sejam utilizados no processo aduaneiro. Resta concluir que, somente assim, com todo este cuidado, é que o importador poderá responder aos termos de intimações sem que possa, por descuido, gerar ao Fisco uma presunção de que suas operações de alguma forma sejam interpretadas como ilegais ou obscuras, contendo contornos, por vezes, criminais como sugere o objetivo final da IN RFB 1.169/2011.  Por Maxsoel Bastos de Freitas, Advogado Especialista em Direito Aduaneiro e Comércio Exterior pela UNIVALI / SC...

Importacoes vao continuar crescendo mesmo com medidas de estimulo a industria brasileira, preve economista (Agencia Brasil)

...dade em um patamar alto e com câmbio favorável, as importações vão continuar crescendo.   "A força do câmbio é muito grande e, em parte, muito favorável à indústria [brasileira], que vem importando aparelhos e máquinas a preços bastante atraentes, o que tem permitido uma modernização do setor industrial brasileiro", disse o economista, ao lembrar que a pesquisa e o desenvolvimento, no setor de máquinas e equipamentos, são concentrados em poucos países. "É importante completar a produção doméstica com produtos imp...

Medidas para substituir importacoes do setor eletroeletronico saem ainda este ano, diz Abinee

...e competitividade gerada pelo câmbio [apreciado]".   Fonte: Agência Brasil ...

Formulação de políticas públicas de apoio à competitividade e ao desenvolvimento industrial no Brasil

...ditam à trajetória da taxa de câmbio a principal responsabilidade por essas evoluções recentes. Neste grupo, há alguns particularmente preocupados com a "primarização" das exportações e com o processo de "desindustrialização" pelo qual a economia brasileira estaria passando. Na outra ponta estão os que minimizam os impactos da apreciação cambial sobre o desempenho exportador e as preocupações com a questão da "desindustrialização". Neste grupo, uns defendem que a queda observada a partir de 2007 nas quantidades exportadas de manufaturados está associada ao excessivo grau de proteção à indústria doméstica, que garante elevadas margens de retorno no mercado doméstico e não estimula investimentos em inovação. Outros ve...

Operações Iternacionais.

... e autor de livros na área de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms....

Exportação de manufaturado está estagnada há sete meses

...foi vendido no ano passado. O câmbio valorizado, que afeta a competitividade dos produtos brasileiros no exterior, e o crescimento ainda modesto da economia global ajudam a explicar o resultado. A forte demanda doméstica também contribui para um desempenho mais fraco das exportações, num quadro em que a rentabilidade das vendas externas é baixa e cai a ociosidade na indústria, dizem analistas como o economista-chefe da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), Fernando Ribeiro, e Júlio Callegari, do J.P. Morgan. Com isso, as empresas tendem a direcionar uma parcela maior da produção para o mercado interno. Segundo Ribeiro, as vendas de manufaturados costumam sofrer um baque quando a demanda interna cresce bastante e há um aumento simultâneo da capacidade instalada. "Isso ocorre desde os anos 80." O consultor do Instituto para Estudos do Desenvolvimento Industrial (Iedi), Júlio Gomes de Almeida, vê uma "nítida estagnação da exportação de manufaturados desde a entrada de 2010". O valor da média diária das vendas dos produtos, ressalta, pouco saiu do lugar desde dezembro de 2009, quando atingiu US$ 310 milhões, na série livre de influê...

Dólar fecha em baixa após três altas seguidas

O mercado de câmbio doméstico encerrou com o dólar em queda fre...

Receita implanta novo sistema de controle de -courier-

...quantidades sem fechamento de câmbio. Nas importações, o limite é de US$ 3 mil. Acima disso, são aplicadas as regras da importação tradicional. Para as pessoas físicas, as normas são diferentes e podem ser importadas mercadorias por meio de remessa expressa, mas a tributação é tão alta que o preço dobra. De acordo com a Receita, o Harpia é um sofisticado sistema de gestão de risco para controle de fraudes fiscais aduaneiras. O projeto nasceu em meados de 2005 apenas para o âmbito aduaneiro, mas acabou sendo ampliado também para as áreas de fiscalização e inteligência da Receita Federal. Especialistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), desenvolveram o Harpia e o Serpro passou a adaptá-lo, em 2008, ao ambiente da Receita. A previsão inicial era concluir os trabalhos em 2008, mas como o escopo do Harpia foi ampliado, mais tempo foi consumido. Os módulos mais importantes do Harpia são o de remessa expressa, o do Regime Tributário Unificado (RTU) em Foz do Iguaçu, o núcleo - chamado Harpia Tree - e a área do despacho aduaneiro geral, denominada Coopera. O projeto-piloto do módulo de remessa expressa do Harpia foi iniciado em setembro de 2008, no aeroporto de Viracopos, em Campinas. Colaboraram representantes do setor ...

SC: A queda das exportações

...oda a economia. No momento, o câmbio desfavorável posiciona-se como o principal fator para a queda das exportações. Nove dos 10 produtos mais exportados pelo Estado registraram desempenho negativo no período – apenas o fumo teve alta –, sendo mais acentuadas as quedas nas vendas de produtos com longa tradição no mercado e mais intensivos em mão de obra, como blocos para motores, geradores elétricos e móveis, por exemplo. O experiente diretor de Relações Industriais da Fiesc, empresário Henry Quaresma, acredita que o próximo ano marcará uma etapa de retomada sustentável das vendas externas depois que o câmbio recuperar o equilíbrio, o que depende de algumas correções de rumo na política eco...

Câmbio altera dados de exportações e importações, diz Barral

...cesso sofre em decorrência do câmbio. A expectativa, porém, é que a economia nacional se recupere em novembro e dezembro, com o aumento da comercialização de insumos. “Tem gente dentro do governo que acha que dá para resolver com medidas ortodoxas. Não tem como resolver com medidas ortodoxas uma situação é ...

Exportação de SC acumula queda de 27% em 2009

...portações, mas, sem dúvida, o câmbio desfavorável é uma variável importante", afirma. Dos dez produtos mais exportados pelo estado, nove registraram desempenho negativo de janeiro a outubro em relação ao mesmo período de 2008. O único produto que teve alta foi o fumo (5,3%). As quedas mais expressivas estão nos produtos blocos de cilindros e cabeçotes para motores (-56,3%), grãos de soja (-48,6%), cerâmica de revestimento (-38,4%), motores e geradores elétricos (-33,6%), carne suína (-29,4%), motocompressores herméticos (-25,3%), móveis de madeira (-23,1%) e carne de frango (-22,5%). Dos dez principais países para quem o estado mais exportou de janeiro a outubro, os Estados Unidos seguem na liderança como principal destino dos embarques, totalizando US$ 613,2 milhões, porém o número é 39% menor que o registrado no mesmo período em 2008. Neste mesmo período de comparação, os países que registraram quedas mais expressivas nos embarques foram Japão (-47,6%), Rússia (-40,5%), Al...

Receio com novas medidas e compras do BC puxam dólar para cima

...predominar sobre o mercado de câmbio nesta quarta-feira, em meio aos receios de que o governo anuncie no...

Dólar quebra série de baixas e sobe pela 1ª vez no mês

...ir Marcos Júnior, operador de câmbio da Finabank, tem opinião semelhante. "Esses balões de ensaio que o governo fica soltando não ajudam, porque tiram o vendedor do mercado." Fonte: Reuters...

Câmbio no debate

... padronização pelo sistema de câmbio flutuante, defendida pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. “De fato, o Brasil levantou a q uestão dos desequilíbrios cambiais. O tema foi incluído entre as políticas que serão discutidas ao longo de 2010”, garantiu. Para o G-20, é vital eliminar os desequilíbrios econômicos internacionais, como o consumo excessivo em países, como os Estados Unidos, e o crescimento baseado em export...

Dólar cai a R$ 1,702 nesta segunda e acumula perda de 27,05% no ano

...de anúncios concretos sobre o câmbio após a reunião do G20, neste fim de semana, deu mais combustível para a manutenção dessa tendência. "Os investidores devem aproveitar qualquer subida para abrir posições compradas em real, já que a tendência de baixa do dólar permanece no mundo após o comunicado do Fed na semana passada", escreveram analistas do banco francês BNP Paribas. A continuidade da queda do dólar, porém, aumenta a expectativa do mercado com possíveis medidas adicionais que o governo brasileiro estuda para frear a valorização do real. No mês passado, por exemplo, foi instituída a cobrança de uma alíquota de 2% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de capital estrangeiro para ações e renda fixa. (Com informações da Reuters)...

Brasil aprendeu com erros do passado

...mas diz que ideias do BC para câmbio podem levar à dolarização José Luís Oreiro: professor da UnB O professor da Universidade de Brasíl...

Setor de exportação enfrenta dificuldades que põem em risco a economia, diz João Tenório

...ntava dificuldades de preço e câmbio antes da crise, e mesmo a valorização do dólar após a quebra do [banco] Lehman Brothers ficou longe de ser suficiente para atenuar os problemas - afirmou. O senador destacou ainda a "tremenda redução" de crédito experimentada em todo o mundo após o colapso do sistema financeiro internacional, que se somou às dificuldades de mercado para os exportadores nacionais, acarretando um enorme constrangimento às cadeias produtivas de bens destinados à exportação com necessidade de grande volume de capital de giro. João Tenório enfatizou ainda a importância do agronegócio brasileiro na pauta de exportações e, nesse caso, a sazonalidade da p...

Governo prepara medidas para conter entrada de dólar

...Se isso ocorrer, o impacto no câmbio é virtualmente nulo. A outra discussão, principalmente sobre os depósito das garantias à Bolsa de Valores no exterior, é jurídica. O governo quer ter certeza de que poderá trazer o dinheiro para o Brasil sem nenhum empecilho. Apesar de não ter meta para a taxa de câmbio, o governo quer evitar que o preço do dólar caia para a faixa de R$ 1,30 a R$ 1,40. O ideal seria ficar no patamar atual, na casa de R$ 1,70. Ontem, fechou a R$ 1,728, acumulando queda de 26% no ano. Com informações Folha de S. Paulo...

Comércio Brasil-China pode adotar real e yuan

...por exemplo, tem estrutura de câmbio controlado). Mas também há muitas diferenças culturais e regulatórias que precisam ser melhor conhecidas pelos países, necessidade que já não acontece com os parceiros vizinhos do Mercosul. Um exemplo dessa dificuldade, contou a diretora, é de que havia uma percepção inicial de que a proposta de criação de um sistema de pagamento tratava-se de financiamento de comércio. A Rússia, ressaltou ela, teve experiências não muito boas com financiamento de comércio. “Estamos na fase de conhecer as normas, a legislação dos países”, disse a diretora, que preferiu não arriscar prazos para as negociações com os países do Bric. Com o Uruguai, a expectativa do BC é que o sistema deverá estar em funcionamento no segundo trimestre do ano que vem. Se formalizado o acordo com a China, os exportadores dos dois países poderão liquidar as suas operações em real ou em yuan (a moeda chinesa). De acordo com Maria Celina, uma das vantagens do uso de moedas locais nas operações bilaterais de compra e venda é a redução de custos da operação, já que não há o pagamento da comissão na conversão de uma terceira moeda – no caso, o dólar, que é a moeda comercial em todo o mundo. O sistema também provoca aumento de liquidez e de eficiência do mercado de câmbio nas moedas locais. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Exportações para os EUA crescem, mas câmbio faz Brasil perder mercado

...a acelerada. Uma das razões é câmbio", afirmou. Segundo Barral, a perda de mercado brasileiro nos Estados Unidos não foi proporcional à sofrida por outros países emergentes. A recuperação no mês de outubro foi puxada principalmente pela venda de combustíveis e máquinas e equipamentos. "Precisamos investir mais no mercado dos Estados Unidos e aproveitar a recuperação da economia norte-americana", completou. Já as exportações para a China caíram 19,6% em outubro em relação a setembro. Em relação a outubro do ano passado, houve um aumento de 9,9%. Para o secretário, os últimos três meses do ano deverão ter desempenho similar aos de outubro e setembro, com aumento contínuo das importações e exportações. Outubro A balança comercial do mês de outubro registrou saldo (difere...

Fluxo cambial ficou positivo em US$ 14,598 bilhões em outubro deste ano

...antamentos sobre Contratos de Câmbio – ACC – e dos pagamentos antecipados), o saldo positivo foi de US$ 1,492 bilhão no mês passado, contra US$ 1,610 bilhão registrado em igual período de 2008. De janeiro até outubro deste ano, o fluxo cambial é positivo em US$ 22,856 bilhões, contra US$ 12,549 bilhões positivos registrados no mesmo período de 2008. No acumulado do ano, o fluxo financeiro está positivo em US$ 13,255 bilhões, ante US$ 32,332 bilhões negativos registrados de janeiro até outubro do ano passado. Já o fluxo comercial ficou positivo em US$ 9,600 bilhões, contra US$ 44,880 bilhões registrados no acumulado de janeiro a outubro de 2008. O BC também informou que foram liquidadas compras de dólares no mercado à vista neste mês, em outubro, no valor de US$ 6,738 bilhões, o maior valor registrado em 2009. Neste ano, o BC voltou a comprar dólares no mercado à vista no dia 8 de maio. Em setembro, essas compras somaram US$ 3,481 bilhões. Fonte: Agência Brasil...

Importação atinge o maior patamar do ano e reduz saldo

...real valorizado, aproveitou o câmbio para elevar as importações de insumos para atender à demanda maior. O aumento das importações reduziu o impacto do crescimento das exportações para EUA e América Latina. Assim, o saldo de US$ 1,328 bilhão na balança comercial no mês passado só foi melhor que o resultado de janeiro, que registrou deficit de US$ 524 milhões em plena crise global. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, apesar de o superavit comercial acumulado até outubro superar o obtido no mesmo período de 2008, a corrente de comércio do Brasil com exterior ainda é 26,8% menor que a de 2008. “O resultado já era esper...

Ministro afirma que Argentina não vai tolerar barreiras comerciais do Brasil

...s abrange 6% do total do intercâmbio". A medida é considerada uma represália às licenças não-automáticas (que atrasam o processo de exportação) que a Argentina implementou como argumento para proteger o emprego, a indústria e a produção frente à crise mundial. O comércio bilateral somou 30,864 bilhões de dólares em 2008, com 4,347 bilhões de déficit para a Argentina. Entre janeiro e dezembro deste ano, as exportações brasileira caíram quase 40%, somando 8,28 bilhões de dólares, mas ainda com um saldo positivo de 373 milhões. As exportações argentinas nesse período caíram 20% e somaram 7,906 bilhões, segundo dados do ministério do Comércio e Indústria brasileiro. Fonte: Último Segundo...

Banco Central estuda medidas para flexibilizar o câmbio

...a "flexibilizar" o mercado de câmbio. Segundo ele, a estrutura legislativa que rege o mercado de câmbio brasileiro foi construída visando a restringir a saída de moeda e favorecer a entrada, em uma época que o ...

Câmbio é o principal entrave às exportações gaúchas, aponta levantamento da Fiergs

...a os entrevistados, a taxa de câmbio de equilíbrio fica entre R$ 1,90 e R$ 2,10. Em segundo lugar, os empresários apontaram como necessidade a desoneração tributária, seguida por redução de custos logísticos e linhas de financiamento. O resultado da pesquisa foi entregue para a Confederação Nacional da Indústria. Mesmo relatando dificuldades, 63% dos industriais têm intenção de aumentar o volume exportado nos próximos dois anos. Fonte: RÁDIO GAÚCHA...

Dólar sobe 1,4% e fecha cotado a R$ 1,756; no mês, acumula queda de 0,96%

... altos e baixos no mercado de câmbio. Investidores reagiram a um conjunto de dados econômicos vindos dos Estados Unidos, dos quais analistas destacaram a pesquisa sobre sentimento do consumidor, que marcou 70,6 pontos, número que foi considerado baixo por especialistas. "A confiança ainda me parece incrivelmente baixa", disse Jeff Kleintop, estrategist...

Exportador terá mais crédito, diz Mantega

...nesse contexto, afirmou que o câmbio tem papel fundamental. Disse que as medidas que chamou de "clássicas" já vêm sendo adotadas, como, por exemplo, a redução dos custos de logística, o combate aos gargalos financeiros e tributários e a eliminação de obstáculos burocráticos. Mantega reiterou que há espaço para desonerar ainda mais o investimento, de uma maneira geral e, mais especificamente, reduzir a carga do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de máquinas e equipamentos. Outra medida que também deve ser tomada no sentido da redução do custo das empresas é a desoneração da folha de pagamentos. O problema, neste momento, segundo o ministro, é a atual situação da arrecadação que apresenta forte queda em relação ao patamar de 2008. De acordo com o ministro da Fazenda, a arrecadação de tributos federais terá melhores resultados em novembro ou, na pior das hipóteses, em dezembro. Mas ele disse acreditar firmemente que esse quadro será totalmente normalizado em 2010, o que abre espaço para a adoção de novas medidas. "Se a receita não melhorar em novembro, melhora em dezembro. Em 2010, tudo se normaliza, o que permitirá voltar à desoneração dos investimentos", prometeu. De janeiro a setembro, a queda da arrecadação com tributos já chegou a R$ 35,78 bilhões se for comparada com o mesmo período no ano passado. A Receita Federal está concentrando suas fiscalizações nas empresas que mais realizaram compensações de tributos e tiveram as maiores quedas de pagamento de PIS/Cofins, Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contrib...

Miguel Jorge se diz disposto a negociar com argentinos sobre licenças não automáticas

...e há “promessas de que o intercâmbio será mais fluido”, mas, na prática, isso não se concretiza. Na manhã de hoje, Miguel Jorge disse que não havia recebido queixas oficiais do governo argentino em decorrência da decisão brasileira. Também afirmou desconhecer os resultados do encontro do embaixador do Brasil em Buenos Aires, Mauro Vieira, que conversou sobre a controvérsia com o ministro de Relações Exteriores da Argentina, Jorge Taiana. Fonte: Agência Brasil...

Dólar sobe a R$ 1,739 no dia, mas tem perda acumulada de 25,46% no ano

...isse Jorge Knauer, gerente de câmbio do banco Prosper, no Rio de Janeiro Ontem, o BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pediu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorização para captar US$ 1 bilhão em debêntures. A notícia se soma à série de emissões de dívida e ofertas de ações que têm atraído a maior parte dos dólares ao país nas últimas semanas. Em outubro, o superávit cambial já supera US$ 13 bilhões, de acordo com o Banco Central. Quanto mais oferta de ações e emissões de dívidas, mas investimento externo chega ao país e, consequentemente, mais dólares entram, fazendo com que a cotação da moeda caia. (Com informações de Reuters e Valor Online)...

Brasil e Uruguai preparam sistema de pagamentos em moeda local

...ez e eficiência do mercado de câmbio em real e em peso uruguaio. A existência do sistema bilateral de pagamentos será mais uma contribuição para o processo de integração econômica entre as duas nações e ajudará a consolidar os vínculos de cooperação entre os bancos centrais do Brasil e do Uruguai. A medida também consolida o fortalecimento do Mercado Comum do Sul (Mercosul), que agora falta integrar só o Paraguai no SML. A exemplo do que acontece no SML Brasil-Argentina, não existe legislação específica a respeito do SML Brail-Uruguai. Trata-se de uma concessão dos governos de uma outra maneira de realização das transações comerciais bilaterais, a ser usada voluntariamente, a critério do interesse dos importadores e exportadores dos dois países. Fonte: Ag. Brasil...

Dólar inverte sentido no fim do pregão e fecha em alta de 1,23%, a R$ 1,735

...e 25,63% no ano. O mercado de câmbio passou a subir no meio da tarde, quando as Bolsas de Valores, no Brasil e nos Estados Unidos, passaram a operar em queda. O setor bancário figurava entre os de pior desempenho nos EUA, depois de o analista Richard Bove afirmar que muitos bancos region...

Exportador mantém estratégia contra real forte

...as exportações realizadas e o câmbio efetivamente contratado. "É um represamento grande", disse o diretor da corretora NGO Câmbio, Sidnei Nehme. Esses recursos são uma garantia extra para o mercado de que o real vai seguir se valorizando, pois tem muito dinheiro ainda para entrar no País, e neutralizam os efeitos do IOF. Analistas do mercado e fontes do governo, no entanto, não acreditam em um efeito brusco para o câmbio, porque o dinheiro dos exportadores deve entrar no País aos poucos, e o Banco Central (BC) segue comprando dólares no mercado. Segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), as empresas algumas vezes optam por deixar seus recursos no exterior para pagar insumos importados, ou são multinacionais que precisam fazer ...

Menos otimismo entre exportadores

... pontos indicam pessimismo. O câmbio é apontado como o principal motivo para as expectativas adversas da indústria exportadora. O diretor-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, ressalta que, na comparação com meses anteriores, houve melhora na confiança do exportador em setembro, mas acredita que o desempenho este ano ainda está longe do apresentado em 2008. A previsão mais recente da AEB para 2009 é que o volume de exportações brasileiras atinja US$ 153 bilhões, saldo 22,3% inferior ao apurado em 2008, quando as vendas externas brasileiras bateram US$ 197 bilhões...

Para se defender, Brasil inicia retaliações contra a Argentina

...o financeiro para compensar o câmbio valorizado, reduzir o custo burocrático. FOLHA - O Banco Central foi ou não consultado sobre o IOF? MANTEGA - Não é que foi consultado, discutimos juntos, como discutimos todas as medidas anticrise. São discutidas, amadurecidas, existe perfeita unidade entre nós com essa medida. Inclusive conversamos juntos com o presidente, e eu não a tomaria se não houvesse concordância do núcleo duro da política econômica. FOLHA - Circulou a informação de que o BC foi só informado, não consultado? MANTEGA - Não é verdade. Pode ser que haja alguma discordância, alguém lá dentro que divulgou isso, mas isso contraria o presidente Meirelles. O que veio oficial foi uma nota do Meirelles confirmando que participou da discussão da medida e foi favorável a ela, inteiramente, do jeito que ela está, sem nenhuma ressalva. FOLHA - O presidente Lula havia segurado o envio do projeto que prevê a taxação da caderneta de poupança. Reservadamente, disse a assessores que era contra, a não ser que o sr. o convencesse da necessidade da medida. Agora, diz que vai enviar o projeto ao Congresso, mas talvez em outras bases. MANTEGA - Há, de fato, uma grande resistência da base aliada a um projeto que tenha alguma taxação, mesmo que seja plenamente justificada. Agora, tem de olhar que o governo está desonerando bastante, inclusive a pessoa física. FOLHA - Mas a resistência da base e até da ala política do governo à taxação é muito forte. MANTEGA - Veja, a resistência é forte, mas eu vou discutir com eles oportunamente, porque esse projeto é só para o ano que vem. Agora, é claro que precisamos estar sintonizados, a base tem de estar concordando, para ver como fazemos para aprovar alguma medida, que é de interesse da população porque queremos que os juros continuem caindo. Se não fizermos isso, não d...

Governo tenta fechar acordos sanitários para exportar mais

...m as exportações são: taxa de câmbio mais competitiva, maior acesso das pequenas e médias empresas ao crédito para exportação, diminuição real de tributos, inovação tecnológica e redução de custos de produção logística e infraestrutura. "O Brasil não investe nem 4% do seu PIB Produto Interno Bruto em infraestrutura, sendo que 33,1% da malha rodoviária e aeroportuária é deficiente. Outro meio de inovar as indústrias é com a redução total de tributos e impostos na aquisição de máquinas e equipamentos, que como consequência diminuiria os custos dos produtos e com isso iria gerar competitividade ao exportador brasileiro", disse Giannetti. "Devemos fazer inúmeras mudanças na tributação do Brasil, contudo, perdemos a oportunidade de fazermos isso na reforma tributária anterior, agora só no próximo governo, seja ele qual for. O governo tem ajudado com medidas como o drawback e a redução de outros impostos, mas ainda falta muito a ser feito. Com relação à infraestrutura as empresas privadas deveriam ajudar o governo com uma participação maior do que os atuais 42,5%", afirmou Barral. Segundo o diretor da Fiesp, outro grave problema do Brasil é a falta de parcerias e incentivos para a frota de navios, que transporta produtos nacionais a outros países, como exemplo ele citou alguns países do continente africano, que não possuem escalas brasileiras. "Nós estamos pressionando o governo para que outras parceiras sejam formadas, e com isso novos navios e itinerários sejam atingidos, desta maneira podemos realizar novas missões comerciais em busca de outros mercados com o compromisso de que iremos conseguir entregar os nossos produtos no tempo e prazo determinados". O secretário de Comércio Exterior do Mdic afirma que o Brasil precisa acabar com barreiras sanitárias para aumentar exportações. Por Diário do Comércio e Indústria...

Governo tenta fechar acordos sanitários para exportar mais

...m as exportações são: taxa de câmbio mais competitiva, maior acesso das pequenas e médias empresas ao crédito para exportação, diminuição real de tributos, inovação tecnológica e redução de custos de produção logística e infraestrutura. "O Brasil não investe nem 4% do seu PIB Produto Interno Bruto em infraestrutura, sendo que 33,1% da malha rodoviária e aeroportuária é deficiente. Outro meio de inovar as indústrias é com a redução total de tributos e impostos na aquisição de máquinas e equipamentos, que como consequência diminuiria os custos dos produtos e com isso iria gerar competitividade ao exportador brasileiro", disse Giannetti. "Devemos fazer inúmeras mudanças na tributação do Brasil, contudo, perdemos a oportunidade de fazermos isso na reforma tributária anterior, agora só no próximo governo, seja ele qual for. O governo tem ajudado com medidas como o drawback e a redução de outros impostos, mas ainda falta muito a ser feito. Com relação à infraestrutura as empresas privadas deveriam ajudar o governo com uma participação maior do que os atuais 42,5%", afirmou Barral. Segundo o diretor da Fiesp, outro grave problema do Brasil é a falta de parcerias e incentivos para a frota de navios, que transporta produtos nacionais a outros países, como exemplo ele citou alguns países do continente africano, que não possuem escalas brasileiras. "Nós estamos pressionando o governo para que outras parceiras sejam formadas, e com isso novos navios e itinerários sejam atingidos, desta maneira podemos realizar novas missões comerciais em busca de outros mercados com o compromisso de que iremos conseguir entregar os nossos produtos no tempo e prazo determinados". O secretário de Comércio Exterior do Mdic afirma que o Brasil precisa acabar com barreiras sanitárias para aumentar exportações. Fonte: Diário do Comércio e Indústria ...

Queda do dólar não resolve problema de exportadores, dizem especialistas

...Um dos setores afetados com o câmbio é a carne bovina. O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Giannetti da Fonseca, afirma que para diminuir as perdas os frigoríficos já estão fechando novos contratos com valores mais altos em dólar. Outras medidas também estão sendo estudadas. Uma das formas encontradas pelo governo para conter a queda do dólar foi a decisão tomada esta semana de cobrar 2% de imposto sobre os investimentos estrangeiros. Os especialistas elogiam a medida, mas acreditam que não vai ser suficiente. Parece haver um consenso entre os especialistas em comércio exterior: mais do que tratar dos efeitos, é preciso resolver a causa do problema dos exportadores brasileiros. Nesse sentido, o câmbio seria somente um sintoma e a causa real do problema seriam questões como: logística, infra-estrutura, mas, principalmente, a carga tributária. De acordo com o Departamento de Co...

CNI elogia taxação de capital estrangeiro

... efetivamente pequeno sobre o câmbio, tinha de fazer alguma coisa, dar um sinal ao mercado de que está disposto a evitar um agravamento do processo de valorização do real, que vem penalizando fortemente o setor exportador brasileiro”, avaliou Monteiro Neto. Ele lembrou que a moeda brasileira foi a que teve a maior valorização frente ao dólar em 2009: 26,7%. E isso preocupa a indústria porque as expor...

Dólar retoma trajetória de queda

... giro do mercado doméstico de câmbio em consequência da cobrança do Iomposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a entrada de dólares, que vinha sendo incrementado pelas oportunidades de ganho nas operações de curto prazo. (Com informações da Reuters e Agência Estado)...

QUESTÕES - IMPORTAÇÃO

... de vinculação do contrato de câmbio, pode ser efetivado regularmente ou com a utilização de cartão de crédito internacional nos termos do RMCCI, Título 1, Capítulo 10. Dessa forma, esclarecemos que não existe base legal para remeter o valor da mercadoria, uma vez que a importação foi feita de forma irregular. Supervisor : João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legis...

Antecipação de embarques evitou grandes prejuízos para indústrias de tabaco

...que não perdeu com a queda do câmbio. Segundo, Iro Schünke, presidente do Sindicato da Indústria do Fumo (SindiTabaco), isso ocorreu por que a maioria das empresas ant...

Dólar sobe em meio a cautela por possível tributação

...rangeiro manteve o mercado de câmbio de sobreaviso nesta segunda-feira, impedindo que o dólar seguisse a tendência global e fechasse em ...

Exportação deve cair 40%

...ividade que possa compensar o câmbio", ressaltou. A projeção da Anfavea é de queda de 40% no número de veículos exportados neste ano no comparativo com 2008. (Da redação) Sinal de alta - Preços. A Anfavea já deu sinais de que o preço dos carros vai subir, por causa do encarecimento do aço, do reajuste salarial dos metalúrgicos e da volta gradativa da cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Por O Tempo - MG...

Exportações acumulam queda de 48% nos 9 meses de 2009

...diantamento sobre Contrato de Câmbio), além de agilização nos ressarcimentos de créditos de exportação e autorização da compensação automática de créditos fiscais. Em contra-partida, o executivo destaca a importância do convênio firmado pelo CICB com a ApexBrasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, que vem reforçando a imagem e alavancando negócios do couro brasileiro no mercado mundial. MERCADOS - Até setembro, os principais destinos do couro brasileiro foram a China e Hong Kong, ambos com US$ 297,1 milhões (37,6% de participação). Por Diário de Cuiabá...

Exportador quer mais ações para segurar o câmbio

... não resolverão o problema do câmbio, mas podem amenizá-lo ao provocar uma redução da oferta de dólar no Brasil.” A opinião de 414 executivos de empresas exportadoras consultados em pesquisa da Abracex deste mês é que o governo deve e pode ajudar a segurar a queda da moeda americana ante o real. Entre as medidas possíveis, os executivos citaram o estabelecimento de prazo mínimo de permanência do capital externo no Brasil e o incentivo a investimentos fixos, como a instalação de fábricas no país. A maioria dos exportadores disseram que o ideal para o Brasil é o dólar cotado entre R$ 2,10 e R$ 2,20 e 94% deles afirmaram que a manutenção do câmbio no patamar de R$1,70 é prejudicial ao setor. Fonte: Folha de São Paulo...

Exportadores temem maior queda do dólar

...pado pela redução é a taxa de câmbio. Desde janeiro, o real já valorizou 25% em relação do dólar, muito acima do movimento verificado em outras moedas de países que exportam produtos que concorrem com o Estado. Entre as empresas calçadistas gaúchas, a queda no faturamento chegou a 33%, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados). Em 2009, as vendas para os compradores estrangeiros geraram US$ 581,8 milhões em divisas, ao passo que nos nove primeiros meses do ano passado esse resultado chegou a US$ 868,8 milhões. “A maior responsabilidade por essa redução é a taxa de câmbio, que nos faz perder competitividade e clientes”, aponta Ricardo Wirth, vice-presidente da Abicalçados. A mesma situação se manifesta no segmento moveleiro. De acordo com a Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), as empresas gaúchas que atuam...

Exportações de couros somaram US$ 791 milhões até setembro

...diantamento sobre Contrato de Câmbio), além de agilização nos ressarcimentos de créditos de exportação e autorização da compensação automática de créditos fiscais. Em contra-partida, o executivo destaca a importância do convênio firmado pelo CICB com a ApexBrasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, que vem reforçando a imagem e alavancando negócios do couro brasileiro no mercado mundial. Paraguai, Romênia e Líbano aumentam as compras de couro Até setembro, os principais destinos do couro brasileiro foram a China e Hong Kong, ambos com US$ 297,1 milhões (37,6% de participação); Itália, com US$ 174,5 milhões (22,1% de participação); Estados Unidos, US$ 66,33 milhões (8,4%), Vietnã, com US$ 29,15 milhões (3,7%), México, US$ 28,31 milhões (3,58%), Indonésia, US 19,72 milhões (2,5%) e Alemanha, com US$ 19,62 milhões (2,48%). No acumulado dos nove meses de 2009, o Paraguai aumentou suas compras (335%), somando US$ 2 milhões. A Romênia cresceu 200%, adquirindo US$ 1,42 milhão. Já o Líbano também continuou sendo um dos mercados de grande aumento (332%), importando US$ 167,44 mil, seguido da Guatemala que cresceu 523%, totalizando US$ 42,98 mil. Principais estados exportadores O balanço dos embarques de couros dos estados brasileiros de janeiro a setembro de 2009, ante ao acumulado do ano passado, revela que o Rio Grande do Sul segue na posição de maior exportador nacional (US$ 214,2 milhões, 27% de participação e redução de 47%), seguido por São Paulo (US$ 181,34 milhões, participação de 23% e queda de 62%), Ceará (US$ 83,8 milhões, 10,6% e recuo de 46%) e Paraná (US$ 64,51 milhões, 8,16%, e decréscimo de 18%). Os demais estados são Bahia (US$ 59 milhões), Mato Grosso (US$ 50 milhões), Goiás (US$ 39 milhões), Mato Gros...

Fiesp prevê alta de 12% na exportação

...pre a indagação: se a taxa de câmbio não estivesse tão agressiva, deveríamos estar vivendo uma recuperação melhor? Eu diria certamente sim, porém não sabemos o quanto." Por O Estado de São Paulo - SP...

Dólar cai a R$ 1,704, o menor valor desde 3 de setembro de 2008

...$ 5,383 bilhões no mercado de câmbio à vista desde o início de outubro, por meio dos leilões que realizou. Nos dois primeiros dias úteis do mês, 1º e 2, foram comprados apenas US$ 58 milhões. Na segunda semana, dos dias 5 a 9, foram adquiridos US$ 5,325 bilhões. Apenas na quinta-feira, dia 8, a autoridade monetária comprou US$ 4,64 bilhões, enxugando parte da entrada de dinheiro destinado à compra de ações na oferta do banco Santander. Com essas iniciativas, o total adquirido pelo órgão no mercado desde que retomou as compras, em maio deste ano, atingiu US$ 19,646 bilhões. Dessa forma, o BC mais do que recuperou o total vendido no mercado durante o período mais agudo da crise - entre outubro e fevereiro -, que somou US$ 14,533 bilhões. O valor das compras do BC nos sete primeiros dias úteis de outu...

Exportações da indústria gaúcha caem 28% no ano

...no faturamento é a da taxa de câmbio. Desde janeiro, o real já valorizou 25% em relação do dólar, muito acima do movimento verificado em outras moedas de países que exportam produtos que concorrem com o Rio Grande do Sul. Quando medida em reais, as exportações gaúchas apresentam queda de 12% até setembro, sobre igual período de 2008. Isso representa R$ 3,1 bilhões a menos em circulação na economia local, restringindo a capacidade do setor industrial de se recuperar da atual crise financeira internacional. — O câmbio hoje é uma das maiores preocupações do setor exportador brasileiro e precisa ser equacionado de forma direta ou com medidas compensatórias — afirmou Tigre. Os segmentos industriais do Rio Grande do Sul nos quais ocorreram as maiores quedas das exportações foram Material de Transporte (-73%), Metalurgia Básica (-56%) e Máquinas e Equipamentos (-28%). Juntos,...

Os perigos do câmbio

... econômica: o que fazer com o câmbio? Variando ao sabor das ondas de baixa e alta dos demais mercados, especialmente o de capitais, o real tem acumulado valorização na faixa de 25% em relação ao dólar desde o início do ano, situação que deve...

Dólar cai a R$ 1,727; o menor valor desde 5 de setembro de 2008

...tou a previsão para a taxa de câmbio no final de 2009. Segundo o boletim Focus divulgado pelo BC, o mercado projeta o dólar a R$ 1,76 no fim do ano, contra estimativa anterior de R$ 1,80. A previsão para 2010 permaneceu em R$ 1,80. (Com informações da Reuters)...

Exportação de SC cai 27,1%

...Quaresma, a desvalorização do câmbio e a redução nas demandas internacionais têm contribuído para a queda nas exportações. Dos 10 produtos mais exportados por Santa Catarina, o único a registrar alta no acumulado de janeiro a setembro foi o fumo (9,1%). Por Diário Catarinense - SC...

Governo brasileiro mira em Angola para ampliar presença na África

...ntura econômica do país, intercâmbio comercial com o mundo, infraestrutura logística e de distribuição e análise de oportunidades.Concluído em setembro, esse material está sendo enviado para três mil tradings brasileiras e 493 empresas que têm, ou podem ter, interesse em investir em Angola.Foram identificados 13 setores com possibilidades expressivas para exportações brasileiras.Entre eles estão calçados, veículos plásticos, instrumentos de precisão e carne bovina. Segundo Leal, o Brasil também tem um grande potencial de fornecer serviços. A Construtora Norberto Odebrecht, uma das empreiteiras brasileiras presentes em Angola, está construindo 35 supermercados no país e deve chegar a 65 lojas nos próximos anos.Fonte: O Globo...

Rentabilidade das exportações do Brasil é a menor da história

...os ganhos. "Se não fosse pelo câmbio, as exportações seriam até bastante positivas", disse a diretora de exportação da A. Grings, dona da marca Piccadilly, Micheline Grings Twigger. Segundo ela, a fabricante de calçados gaúcha percebe uma movimentação do mercado, mas o câmbio deixou seus produtos fora do preço ideal. "Para recuperar os mercados que perdemos, um preço competitivo era essencial." O indicador de rentabilidade da Funcex é calculado com base na taxa de câmbio, nos preços das exportações e em uma estimativa de custo das empresas. Em agosto, o índice estava 3,9% abaixo de julho e 11,6% abaixo de agosto de 2008. Segundo Fernando Ribeiro, econ...

Exportação catarinense tem nova queda

...1 milhões.A desvalorização do câmbio e a redução nas demandas internacionais têm contribuído para a queda nas exportações do estado, diz o diretor de relações industriais e institucionais da FIESC, Henry Quaresma. "Os Estados Unidos, importante parceiro comercial de Santa Catarina, registraram neste ano redução de 40% nas exportações, e isso tem grande impacto no valor total dos embarques", afirma.Dos 10 produtos mais exportados por Santa Catarina, nove apresentaram queda nos embarques de janeiro a setembro. Os maiores recuos foram verificados nos produtos bloc...

Exportações em recuperação alimentam otimismo global

...ina, que manteve inalterado o câmbio entre o yuan e o dólar. Um quadro mais completo sobre o comércio mundial deve surgir nos próximos dias. Os EUA divulgam hoje seus números do comércio internacional para agosto. A China divulga segunda-feira os dados do comércio em setembro. O Fundo Monetário Internacional calcula que o volume de comércio mundial vai cair 11,9% este ano e crescerá 2,5% no ano que vem. Uma pergunta importante em relação ao comércio mundial é se a demanda dos consumidores americanos e europeus vai impulsionar uma corrida tardia às compras quando começar a temporada de fim de ano, no mês que vem. Os pedidos para o fim do ano tradicionalmente começam no meio do ano. Mas este ano, os varejistas dos países ricos adiaram as decisões até o último minuto ou estão fazendo pedidos menores com mais frequência. Eles não querem uma repetição do ano passado, quando os estoques permaneceram cheios enquanto a demanda diminuía por causa da crise financeira. “Tem sido bem devagar”, diz Andy Lau, que chefia a Calan Worlwide Ltd., um pequeno exportador de Hong Kong de brinquedos e badulaques para os EUA e Europa. Ele diz que os pedidos estão chegando aos poucos mas ainda é muito menos que os níveis de alguns anos atrás. Os pedidos de fim de ano ainda não começaram a chegar e ele espera que os compradores finalmente comecem a aparecer nas feiras e convenções de outubro. Alguns acreditam que os varejistas dos países ricos subestimaram a demanda, o que cria as condições para uma corrida de última hora no comércio internacional para a temporada de compras de fim de ano. Russell Napier, estrategista global da CLSA Asia-Pacific Markets, acha que as previsões negativas sobre a economia não se concretizarão no curto prazo porque as empresas simplesmente estavam pessimistas demais sobre o reabastecimento dos estoques. “Existe uma possibilidade convincente de ocorrer escassez de brinquedos neste Natal”, diz. “As empresas cortaram demais os estoques”. Se for assim, os próximos meses podem assistir a uma expansão de última hora nos serviços de transporte aéreo de carga. Até agora, contudo, isso não aconteceu. Os carregamentos aéreos de Hong Kong para a América do Norte, por exemplo, subiram levemente de março a agosto, último mês cujos dados estão disponíveis. Mas ainda estão muito menores que um ano atrás. Foram transportadas 30 mil toneladas de carga para a América do Norte em agosto, ante 35 mil ano passado e 40,5 mil em 2007. Fonte: Valor Econômico...

Um fundo soberano para o câmbio

... agente oficial no mercado de câmbio, além do BC. Tudo seria feito de comum acordo com a autoridade monetária. Trata-se de uma medida de precaução: se houver decisão, o governo não perderá tempo na elaboração de um modelo. Essa ideia vem sendo alimentada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, desde o ano passado. Ele pretendia, no mesmo ato legal que fosse criar esse fundo, autorizar o Tesouro a comprar dólares no mercado doméstico. Hoje o Tesouro só pod...

Fluxo cambial é positivo pelo sexto mês seguido

... reforçou a atuação diária no câmbio para evitar queda acentuada do dólar. Analistas estimam que a compra de dólares pelo BC pode ter superado US$ 4 bilhões na terça-feira, dia 6. O BC não comenta o assunto. Os dados mostram que o ingresso de dólares continu...

Em setembro, sobe exportação de aço e celular

...Venezuela, onde o controle do câmbio encarece os produtos fabricados fora do país, a recuperação das exportações de petróleo e melhoria da situação econômica facilitou a entrada dos modelos mais caros. No México, o fim do momento mais grave da gripe suína também reanimou o mercado, e, na Colômbia, a desvalorização cambial também exigiu ajustes na oferta de produtos. O resultado da mudança de cenário para os exportadores de celulares do Brasil ficou evidente em setembro, ao se compararem as vendas do setor com os resultados de agosto: aumento superior a 1.800% para a Venezuela, quase 89% para o México, 76% ao Equador, 72% para os EUA, quase 40% para a Colômbia, e 8,8% para o nosso principal mercado, a Argentina. Outras empresas , além da Motorola, também aumentaram a produção no Brasil e, mais confortáveis para atender ao mercado brasileiro, começam a explorar a melhoria de situação de mercado na vizinhança, informa um executivo do setor. Com informações Valor Econômico...

Imposto é 22,9% da receita de exportação

...ços internacionais caíram e o câmbio se valorizou (por conta do ingresso de dólares). O cenário começou a melhorar no mercado internacional, mas a recuperação ainda é incipiente. “A crise tornou o acúmulo de impostos na cadeia produtiva ainda mais pernicioso. O mercado internacional está mais competitivo, com menos compradores e mais fornecedores”, reconhece o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral. Como o câmbio é flutuante, a única saída para o governo estimular as exportações seria reduzir impostos, mas a queda na arrecadação é um entrave. Para o diretor do Departamento de Economia da Fiesp, Paulo Francini, a discussão sobre o câmbio está “estéril” por causa da ausência de mecanismos para resolver o problema. O governo resiste a taxar o capital estrangeiro, o custo de comprar mais reservas é significativo e o câmbio funciona como âncora contra a inflação. “Se não pagássemos todos esses impostos, ganharíamos uma competitividade adicional.” O principal problema tributário dos exportadores são os créditos que não recebem dos governos. Mas a simples cobrança dos impostos, mesmo que depois devolvidos, é ruim porque significa retenção de capital de giro. Na crise, os custos dos empréstimos para capital de giro subiram. O acúmulo de créditos também provoca distorção na avaliação das empresas, porque os créditos são computados como tributos a recuperar e inflam as margens de lucro. A Constituição Federal determina que os produtos exportados devem ser desonerados de impostos indiretos...

União e Estados devem R$ 32 bi a exportadores

...or problema da exportação é o câmbio. O fabricante brasileiro não tem preço”, disse. Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel), José Luiz Diaz Fernandez, o maior problema do setor de móveis é o acúmulo do crédito de IPI. “Temos um valor grande que não é utilizado. Estamos propondo ao governo para compensar no pagamento de outros impostos como o INSS”, disse. Também neste caso o pleito é antigo e tem pouca receptividade. Sem conseguir aumentar a competitividade da exportação, os fabricantes de móveis estão pedindo ao governo incentivos para o mercado interno. Segundo Fernandez, o setor está negociando com a Fazenda a redução do IPI para zero por seis meses. Ele afirma que benefício semelhante concedido aos produtos da linha branca prejudicaram as vendas de móveis. “O consumidor compra a geladeira e deixa para trocar de armário depois”, disse. R.L. FRASES José Augusto de Castro Vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) “O Brasil é o único país cuja legislação desestimula as empresa a aumentar a parcela de sua produção destinada a exportação” Rogério Dreyer Diretor da Abicalçados “…Mas hoje o maior problema da exportação é o câmbio” Fonte: O Estado de São Paulo...

Exportações de máquinas caíram 46% em 2009

...mou. Godoy também atribuiu ao câmbio e à carga tributária o déficit comercial registrado pelo setor. Segundo ele, a valorização do real em relação ao dólar favorece a importação de máquinas. Além disso, os tributos que incidem sobre bens de capital facilitaram a compra dessas máquinas no exterior. "A combinação perversa (de câmbio e tributos) facilita a comparação e a importação de bens de capital sob encomenda, contra um histórico de superávits comerciais que o País não tinha há alguns anos", disse. Godoy participou hoje de um seminário da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, sobre o marco regulatório do pré-sal. Por Agência Estado - AE...

Pacote pretende estimular as exportações

...mou. Godoy também atribuiu ao câmbio e à carga tributária o déficit comercial registrado pelo setor. Segundo ele, a valorização do real em relação ao dólar favorece a importação de máquinas. Além disso, os tributos que incidem sobre bens de capital facilitaram a compra dessas máquinas no exterior. “A combinação perversa (de câmbio e tributos) facilita a comparação e a importação de bens de capital sob encomenda, contra um histórico de superávits comerciais que o País não tinha há alguns anos”, disse Godoy. Importações foram puxadas pelos segmentos de petróleo e de bens de capital O aumento das importações no mês de setembro é atribuído ao aumento das compras internacionais de petróleo e de bens de capital. Segundo ele, o Brasil importou em setembro US$ 1,160 bilhão em petróleo, o que significa um aumento de 78,5% em relação a agosto. Com isso, informou o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, o petróleo contribuiu para um aumento de 29% das importações no mês de setembro. Segundo ele, o resultado se deve a um problema na programação de embarque e registro da mercadoria e que, em outubro, não deve haver a mesma quantidade importada de petróleo. Já as importações de bens de capital cresceram 20,2% na comparação com agosto, puxadas, principalmente, por maquinaria industrial e equipamento móvel de transporte (aeronaves e veículos de carga). Para o secretário, o aumento das importações de máquinas e equipamentos sinaliza a retomada dos investimentos. As compras de matérias-primas e intermediários subiram 8,2% e de bens de consumo, 14,4% ante agosto. “O câmbio gera incentivo às importações. Isso ocorre principalmente em insumos industriais”, avaliou o secretário do Ministério de Comércio Exterior. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Despenca o saldo comercial no setor de máquinas pesadas

...associado ao favorecimento do câmbio para as importações e à tributação dos bens de capital, resultou em uma queda de 752,6% da balan...

Taxa de câmbio e projeto de desenvolvimento

A taxa de câmbio é um elemento-chave de um projeto de desenv...

A necessidade de um Eximbank

...bank. Apesar da lengalenga do câmbio apreciado, as exportações brasileiras de produtos manufaturados pularam de US$ 17,589 bilhões em 1990 para US$ 92,682 bilhões em 2008. Sua participação relativa no total das vendas externas caiu de 55,99% para 46,82%. Nada grave, afinal, o crescimento acelerado da economia mundial no período 2001-2007 provocou um boom nas commodities e o Brasil, por ter um agronegócio entre os mais competitivos do planeta, tirou vantagem disso - a participação dos produtos básicos no total das vendas externas do país saltou, no período mencionado, de 26,84% para 36,89%. O Brasil vem se tornando nos últimos tempos um importante exportador de serviços. Infelizmente, as estatísticas oficiais de comércio exterior ainda não informam dados precisos de exportação desse segmento. Eles são incluídos nos números referentes à venda de bens. Dados do Banco Central, no entanto, dão, grosso modo, alguma ideia da dimensão desse comércio - de janeiro a agosto, o país apurou receita total de serviços e rendas no montante de US$ 23,427 bilhões; o volume de despesas, por sua vez, somou US$ 55,085 bilhões, gerando déficit de US$ 31,658 bilhões. Com informações Coluna Cristiano Romero, Valor Econômico...

Dólar fecha no menor valor desde setembro de 2008

...anteve as atuações diárias no câmbio, comprando moeda americana em leilão no mercado à vista. De acordo com comunicado do Departamento de Operações de Reservas Internacionais (Depin), a operação teve início às 15h02 e terminou às 15h12. A taxa aceita fi...

Brasil busca minimizar baixa competitvidade com missões

.... No acumulado do ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Turquia foi de US$ 607,6 milhões, 22% menor do que o registrado no mesmo período de 2008 (US$ 779,2 milhões). Nesse período, o saldo comercial foi superavitário para o Brasil em US$ 135,8 milhões. Nesses primeiros oito meses do ano, as exportações do Brasil para a Turquia somaram US$ 371,7 milhões, diminuição de 34,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando havia sido de US$ 568,7 milhões. No período, as exportações foram compostas por 36% de produtos básicos e 63,9% de bens industrializados. Os principais produtos exportados foram: minérios de ferro; alumínio em bruto; fumo em folhas e café cru em grão. Já as importações brasileiras da Turquia foram de US$ 337,5 milhões, valor 61,1% superior ao registrado em 2008. De janeiro a agosto deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Uzbequistão foi de US$ 9 milhões, aumento de 36,8% em relação a 2008. Com saldo comercial superavitário para o Brasil em US$ 8,8 milhões, resultado das exportações em US$ 8,9 milhões, crescimento de 72,5% em relação ao mesmo período do ano anterior ( US$ 5,2 milhões). No período, as exportações foram compostas por 72,2% de produtos básicos e 27,8% de industrializados. Já as importações foram de US$ 100 mil, quantia 93% menor que a registrada no mesmo período de 2008, quando registrou-se US$ 1,4 milhão. Nos primeiros oito meses do ano o comércio entre Brasil e Cazaquistão foi de US$ 25 milhões, queda de 39,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Nesse período, o saldo comercial foi superavitário para o Brasil em US$ 6,6 milhões. As exportações no período somaram US$ 15,8 milhões, retração de 57,5% em relação a 2008 (US$ 37,2 milhões). No período, as exportações foram compostas por 82,9% de produtos básicos e 16,9% de industrializados. Os principais produtos exportados foram: carne suína, congelada, fresca ou refrigerada; carne de frango congelada, fresca ou refrigerada, incluindo miúdos; máquinas e equipamentos para terraplenagem e perfuração. Já as importações foram de US$ 9,2 milhões, quantia 127,6% maior que a registrada no mesmo período de 2008, US$ 4,1 milhões. Fonte: Diário do Comércio e Indústr...

CÂMBIO: Dólar fecha estável, vendido a R$ 1,793

SÃO PAULO, 29 de setembro de 2009 - O dólar comerc

Miguel Jorge diz que papel do governo é não atrapalhar

...ações brasileiras não está no câmbio, mas no impacto sofrido pelos mercados tradicionais, que reduziram suas compras por conta da crise econômica mundial. Ele afirmou que o governo busca incentivar novos mercados, mas descartou...

Exportação de manufaturados reage no 3º tri

... das exportações em função do câmbio. Assim, o embarque fica mais caro em dólar para tentar manter o preço na conversão para o real. Callegari explica que a elevação de preços veio primeiro nos produtos básicos e agora já começa a chegar nos manufaturados, em produtos mais simples, como o açúcar refinado e o suco de laranja, que sofrem mais rapidamente o impacto do aumento dos básicos. “Não se trata de um movimento trivial. É uma recuperação importante”, diz. Pelos dados da Funcex, os segmentos de confecção, calçados e material eletrônico apresentaram na ponta uma recuperação de preços. Vestuário e acessórios apresentaram média de preços de julho e agosto 8,95% maior que a do segundo trimestre, embora ainda 5,04% menor que a do primeiro trimestre. Na mesma comparação, preparação de couros e calçados tiveram elevação de preço médio de 5,03% em relação ao segundo trimestre e queda de 3,54% no acumulado de janeiro a março. Já os preços do material eletrônico e de comunicações aumentaram em 2,67% na comparação com o segundo trimestre e 3,44% na comparação com o primeiro. O preço médio dos produtos básicos aumentou por conta da forte demanda da China, que aproveitou os bons preços no início do ano para se estocar durante todo o primeiro semestre. “A elevação de preços na ponta veio mais forte nos metálicos, seguido pelos básicos de energia e depois, alimentos”, diz. Segundo Callegari, são mercadorias cujos preços afetam toda a cadeia e, por isso, há uma tendência ainda de alta, na margem, nos preços dos manufaturados, até o fim do segundo semestre. A perspectiva, diz, é que o preço dos básicos se acomode mais, já que houve muita antecipação de compras dessa classe de produtos no primeiro semestre e a demanda da China, por exemplo, deve cair até o fim de 2009. Lia Valls, coordenadora do Centro de Estudos do Setor Externo da Fundação Getulio Vargas também diz que a China contribuiu para a recuperação dos preços dos básicos na ponta. “Não é espetacular, mas é um início de recuperação”, pondera. Levando em conta índice de preços de commodities, que atualmente abarca 54% da pauta de exportações, diz, os preços desses produtos caíram 31% em agosto de 2009, na comparação com o mesmo período de 2008. É preciso levar em consideração, porém, diz, que no ano passado os preços dispararam. Em relação a 2007, há uma elevação de 5%. Os volumes exportados de commodities tiveram aumento em agosto: de 8% na comparação com o mesmo mês de 2008 e de 14% levando em conta agosto de 2007. Fonte: Valor Econômico...

CÂMBIO: Dólar sobe 0,89% e fecha vendido a R$ 1,805

SÃO PAULO, 24 de setembro de 2009 - O dólar comerc

QUESTÕES - CÂMBIO

.... O Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), do Banco Ce...

CÂMBIO: Dólar recua 0,50% e fecha vendido a R$ 1,789

SÃO PAULO, 23 de setembro de 2009 - O dólar come

Exportação será beneficiada

...o compensar essa diferença do câmbio com incentivos nas áreas financeira, de infraestrutura e tributária, o que daria mais competitividade à indústria. A ideia é prover igualdade nas relações de custo com empresários de outros países em desenvolvimento, que têm custo menor com encargos trabalhistas e moeda estável ante o dólar. O ministro também ressaltou que a valorização do câmbio no Brasil, “que prejudica um pouco o exportador”, ainda é menor do que a verificada no pré-cri...

Exportador deve cortar custo, diz Mantega

... ministro da Fazenda, taxa de câmbio apreciada é o preço que o Brasil paga pelo “sucesso” em meio à crise mundial Representantes da indústria respondem que seto...

No comércio exterior, Brasil sai pior da crise, diz professor

...rmos de troca, como a taxa de câmbio, favoreçam a importação de seus produtos. Para o economista da FGV é preciso conferir estabilidade ao real para dar maior segurança aos empresários. A alta volatilidade e valorização da moeda brasileira – que de 2003 a 2008 se apreciou 27,3% – dificulta a tomada de posições no comércio exterior, além de baratear os importados. Segundo Holland, porém, o governo ainda se preocupa demais com o nível da inflação. “Nos EUA, teremos inflação anual de 2% apenas em 2014. No Brasil, onde a dinâmica será semelhante, o Banco Central está preocupado com o aumento de preços. Temos de mudar o foco da política monetária.” Para Luiz Fernando de Paula, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e presidente da Associação Keynesiana Brasileira, os países exportadores de recursos naturais e com menor carga tributária, como México e Equador, foram os mais atingidos pela turbulência econômica. Roberto Lavagna, ex-ministro da Economia da Argentina (2002-2005), diz que a América Latina se saiu melhor que os países desenvolvidos – embora ainda seja preciso refletir sobre o comércio exterior. “A redução de dívidas e os superávits fiscai...

Exportadores cobram incentivos do governo

...custos de produção elevados e câmbio valorizado promovem a entrada de produtos estrangeiros no país e que a “inércia” do governo em promover a indústria brasileira aumenta o gargalo entre produtos nacionais e internacionais. – O Brasil precisa de uma política de exportação agressiva. Não estamos preparados para a competição internacional. Além disso, assistimos o nosso mercado, de grande potencial, ser invadido por produtos estrangeiros – destacou. Para Moreira o mercado não pode ser aberto sem uma política de defesa dos produtos nacionais. O executo diz que deve haver um equilíbrio. Por exemplo: se as tarifas aduaneiras são baixas, o governo d...

Indústria nacional busca apoio do governo na luta contra importados

..., uma vez que a combinação do câmbio livre com taxas de juros altas estimula a entrada de capital especulativo e derruba as vendas externas do país. O efeito da valorização cambial do real no mercado interno é mais evidente em grupos do varejo que apresentam parcelas de importados, componentes trazidos de fora ou que têm os preços mais fortemente influenciados pelo mercado internacional, explicam especialistas. A atividade de móveis e eletrodomésticos registrou o primeiro aumento positivo no volume de vendas internas em seis meses, 1,9% em julho, na comparação com junho. Mas a melhora veio com empurrão das importações de eletroeletrônicos, de 11,4% no mesmo período, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Em linha com a solicitação dos outros setores, o presidente da Abinee, Humberto Barbato, ressalta que, para ser competitivo, o Brasil precisa rever a política cambial para minimizar a importação indiscriminada de produtos acabados. – Os países asiáticos são os que mais exportam para o Brasil e é difícil competir com eles, pois as condições econômicas, de em...

Tudo errado! O Brasil não sabe como exportar!

...i que há outros fatores, como câmbio, custos internos, etc. Mas sei também que essa discrepância afeta mais duramente o Brasil porque, atentem para os números, de novo, estamos exportando mais produtos primários, que, vimos, geram pouca renda e emprego, enquanto importamos industriais. Ou seja, estamos criando mais riqueza lá fora do que aqui. É o que poderíamos chamar de “a maldição do crescimento desigual”. Acertamos desde o início, enquanto eles ainda só agora começam a acertar. E esse cenário não muda no médio prazo simplesmente porque eles levaram um tombo maior. E qual é a saída? Sei que o Ministério do Desenvolvimento vem lutando e conseguindo algum êxito para alterar essa situação, mas ele depende da Fazenda, do BC, da Receita, do Itamaraty, de um punhado de órgãos que, parece, não se entendem. Olhem, não sou presidente, não sou ministro, não tenho autoridade nenhuma nem moro em Brasília, onde, quando vou, a primeira coisa que faço é marcar a volta para o mesmo dia. Mas arrisco uma sugestão: por que não rever a política do BNDES e investir mais nos setores que precisam produzir e exportar, gerar divisas e emprego? Por que não parar de jogar dinheiro no caixa da Petrobrás, uma das maiores empresas do mundo, que pode, portanto, mobilizar recursos externos? Não é o que o seu presidente está vendo nessa sua viagem pelos principais centros financeiros mundiais? O BNDES tem feito um belo trabalho nesta crise, tem uma equipe técnica excelente e poderia desenvolver ou contratar estudos, como fez no pré-sal, para ver como enfrentar os desafios do comércio exterior. Não podemos contar com os parceiros comerciais. Acho que estão até chateados porque representamos um pouco mais de 1% do comércio mundial e queriam nos vender mais. E fica a pergunta aos senhores de Brasília: afinal, o que acontece com o comércio exterior do Brasil? Vai viver só de alface? Fonte: O Estado de São Paulo...

AEB defende política de comércio exterior mais agressiva para o Brasil

...fesa comercial não-tarifária, câmbio valorizado e custos crescentes são uma fórmula explosiva e perigosa. Com informações O Globo...

Exportadores estão insatisfeitos com câmbio, diz Coutinho

... perspectiva de apreciação do câmbio e com a lenta retomada da comercialização das vendas externas. Entretanto, ele lembrou que o volume de pedidos de financiamento na linha de pré-embarque, criada pelo BNDES após a crise para atender o setor de bens de...

Por um câmbio livre

...uma intervenção no mercado de câmbio. A manipulação da taxa de câmbio sempre representou uma alternativa tentadora, por seu efeito mais imediato. Lutar pela re...

Análise Conjuntural de Mercado

...o evidenciado pelo mercado de câmbio indica que o BC deve, mais uma vez, rever a forma de sua atuação interv...

FINANCIAMENTO ÀS EXPORTAÇÕES

...eiras autorizadas a operar em câmbio, sem gerar qualquer encargo para a União. Essas novas orientações permitem financiar exportações: 1. negociadas em quaisquer condições de venda praticadas no comércio internacional; 2. cujo prazo de pagamento seja definido como o intervalo de tempo entre o embarque e o vencimento da última prestação do principal; 3. que mediante prévia anuência do Decex o exportador possa tomar como início da contagem de prazo para o financiamento a data da entrega da mercadoria, a data da sua fatura comercial, ou mesmo do contrato comercial ou contrato de financiamento; 4. no caso de operação que contemple mercadoria que se encontre no exterior proveniente de remessa em consignação ou que lá se encontre ...

Dólar fecha em alta, mas acumula baixa de 0,8% na semana

...-feira instável, o mercado de câmbio local não sustentou o movimento de mais cedo e termin...

Fluxo de dólar para o Brasil fica positivo pelo 5º mês

...mpra de dólares no mercado de câmbio. No mês passado, as aquisições do BC somaram US$ 3,82 bilhões. Desse total, US$ 2,63 bilhões corresponderam a compras propriamente ditas feitas no período e, o restante, de empréstimos em dólares que a instituição havia liberado para alguns bancos nos meses mais fortes da crise e que agora estão sendo...

Crise econômica mundial muda perfil das exportações brasileiras

...r força. “Com a atual taxa de câmbio e com a retração do mercado internacional, os produtos manufaturados são os que mais sentem o impacto negativo da crise”, afirma Castro. Os preços das commodities, que registraram forte crescimento ainda antes da crise, também impulsionaram a mudança de perfil. “Ainda que não mudasse a quantidade exportada, só o fato de os preços dos básicos estar crescendo muito mais faria com que a pauta sofresse essa mudança”, diz Pessoa. Fonte: BBC...

Dólar fecha em baixa e atinge o menor nível em um mês

...e outras", disse o diretor de câmbio da Pioneer Corretora, João Medeiros. Os negócios também foram influenciados pela alta de 4,5% nos preços do petróleo em Nova York. A alta da commodity dava fôlego a empresas ligadas a recursos naturais, o que ajudava a manter os índices de ações norte-americanos e o brasileiro em alta. Refletindo o cenário de menor aversão a risco, o indicador global do dólar recuava 0,92%, no menor patamar em quase um ano. O ambiente favorável a aplicações em ativos de emergentes permitia o avanço de moedas como o rublo russo, a rúpia indiana e o peso mexicano. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgados nesta terça-feira, o superávit comercial brasileiro foi de US$ 480 milhões na...

ONU defende nova moeda internacional

...ais intervenham no mercado de câmbio (para que suas moedas se valorizem ou fiquem mais baratas), dependendo do comportamento da economia global. A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros. Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos. Críticas ao dólar As críticas ao dólar como divisa de reserva e a necessidade da criação de uma moeda global para substituí-lo não são novidades, com países como China e Rússia aparecendo na linha de frente dos ataques, mas a posição do organismo das Nações Unidas é a mais forte de uma instituição multilateral. Ao contrário, porém, da maioria dos críticos, o relatório da Unctad não defende a substituição do dólar pelo SDR (Direito Especial de Saque, na sigla em inglês, a moeda do FMI que é composta por quatro divisas: dólar, iene, libra e franco suíço). Para a Unctad, a valorização do SDR não é suficiente para ajudar os países emergentes em busca de liquidez. Isso porque os países em desenvolvimento, diz, estão sub-representados no Fundo, o que red...

Análise Conjuntural de Mercado

...o é consensual. No mercado de câmbio o comportamento do preço da moeda americana está dentro das nossas perspectivas, com os investidores estrangeiros tendo interrompido o movimento especulativo instalado ao surgir a percepção de que o ambiente não favorecia e que com a taxa cambial a R$ 1,82 já havia risco de perda, acabaram por reverter suas posições vendidas especulativas no mercado futuro de dólar, passando a efetivamente a realizar "hedge" de suas posições no país oriundas de dólares ingressados e convertidos a reais, o que determina que detenham, data de ontem, posição comprada total no mercado futuro de dólar de US$ 5,3 Bi, que não consideramos especulativa, mas normais e corretas para neutralizar o risco da variação cambial nos investimentos ingressados no país. Contribuiu substantivamente para isto, o fato do BC ter mantido a firme disposição de não ofertar "swaps cambiais reversos" no mercado futuro de dólar e manter a dinâmica dos leilões de compra no mercado de câmbio à vista. Em nosso último boletim divulgado, datado de 14 de agosto, tivemos oportunidade de salientar: "Como temos salientado, no nosso entendimento, a apreciação do real no mercado de câmbio é conseqüência de movimentos que ocorrem no mercado futuro de câmbio induzindo o preço da moeda americana à queda especulativamente com a formação de posições vendidas em cupom cambial e futuro de dólar por investidores estrangeiros e bancos, visando otimização do ganho da variação cambial, num cenário em que a autoridade monetária não tem instrumentos técnico-operacionais para coibir. Contudo, há dois cenários em que este tipo de especulação se desenvolve: - a partir de movimentos estabelecidos pelos especuladores, sem a presença do BC com instrumentos financeiros no mercado futuro de câmbio; e - a partir de movimentos estabelecidos pelos especuladores, com a presença do BC com instrumentos financeiros denominados "swaps cambiais reversos" no mercado futuro de câmbio. No cenário sem a presença do BC, os especuladores ficam expostos ao risco efetivo de conduzir o preço da moeda americana ao nível excessivamente baixo e acabar num contexto de mercado com escassa liquidez, pois a taxa cambial deprimida inibe a oferta no mercado futuro de câmbio, e assim torna-se difícil a realização dos lucros acumulados nas posições especulativas. Por isso, a apreciação do real é conduzida até parâmetros em que o especulador entenda que não ocorrerá o "córner" da iliquidez de suas posições vendidas por falta de oferta que possibilite revertê-las. No cenário com a presença do BC, os especuladores assumem a posição vendida de dólar no mercado futuro de câmbio ao participar da operação de colocação dos "swaps cambiais reversos" por parte da autoridade monetária. A estrutura destes instrumentos financeiros deixa o BC com direito à variação cambial positiva e com o ônus do juro a favor dos "players". Os "players" estão desencadeando movimento especulativo de apreciação do real, gerando, portanto, variação cambial negativa para a autoridade monetária, objetivando o duplo ganho do juro e da variação cambial. Com movimentos especulativos desenvolvidos a partir dos "swaps cambiais reversos", diferente do movimento espontâneo de especulação sem participação do BC, não há preocupação com a falta de liquidez e, portanto, a apreciação do real pode ser maximizada, como aconteceu na fase antecedente à crise, quando o preço da moeda americana chegou a R$ 1,50, pois a liquidez está...

Câmbio tem fluxo positivo de US$ 2,8 bi

O fluxo de dólares entre o Brasil e o exterior est

Reação global impulsiona as exportações

...os nacionais continua sendo o câmbio e a retração das compras de bens acabados pelos países consumidores", explicou Valls. A pesquisadora lembra que o câmbio valorizado e a recuperação brasileira levou ao crescimento das importações em agosto, mês com maior média diária de compras em 2009. "É preciso ter atenção com o cenário de importações, que está mudando e registrando aumento consistente", diz Castro. Por Folha de São Paulo - SP...

CÂMBIO: Dólar recua 1% em sessão marcada por volatilidade

...o nas bolsas, com reflexos no câmbio. No Brasil, sai hoje a decisão do Copom sobre a taxa Selic, que no momento é de 8,75%. O consenso é pela manutenção e há grande expectativa pela nota pós-reunião e pelo placar da decisão, já que uma interrupção de cortes neste ano ainda não é consensual. (Simone e Silva Bernardino - Agência IN) ...

A perspectiva para a exportação e competitividade

...iu com a crise. Mesmo que o câmbio não esteja favorável, o produtor brasileiro não deixará de exportar caso, de fato, a demanda externa tenha uma melhora. Vai preferir isso a nada, na esperança de que o câmbio um dia melhore. Muita gente vai dizer que isso prova que não é a valorização cambial o fator determinante dos nossos limites para exportar, mas essa conclusão não é correta. O câmbio é um dos determinantes das vendas ao exterior, ao lado da demanda externa. O câmbio é mais importante para o dinamismo das vendas ao exterior de produtos manufaturados a médio e longo prazo e é indutor de investimentos para exportação. Se as economias centrais superarem a recessão, haverá mais exportação de produtos brasileiros, mas também outros países irão querer exportar mais e ai a valorização excessiva da nossa moeda e o atraso brasileiro em outros fatores de competitividade farão a diferença, de forma que nesse processo o Brasil pode ficar para trás. Se o Brasil desejar voltar a ter a baixa participação que tinha no comércio mundial antes da crise (por volta de 1%) não poderá se contentar com apenas algum crescimento das exportações motivado pela saída da crise das principais economias mundiais. Ao contrário, terá que revisitar em profundidade a forma como estrutura a sua pol...

Importação cresce com preços baixos

...Vale, observa que o efeito do câmbio nos preços internos pode ser melhor notado em grupos do varejo que possuem parcela de importados, produtos com componentes importados ou que têm os preços balizados pelo mercado internacional (os chamados ‘tradables’). “Eletrodomésticos e eletroeletrônicos não sofreram só efeito do IPI reduzido, também houve impacto do câmbio. Vestuário ainda sofreu um efeito sazonal de liquidações de inverno, mas certamente o câmbio é um dos elementos favoráveis à menor inflação nesse semestre.” Entre os itens do IPCA que apresentaram desaceleração nos preços, acompanhando o câmbio, estão farinha de trigo (com deflação no ano de 7,36%, ante alta de 23,26% no mesmo intervalo do ano passado), óleo de soja (queda de 5,11% ante alta de 25,48%), refrigerador (queda de 7,41% ante retração de 1,74%), máquina de lavar roupa (queda de 6,41% ante alta de deflação de 0,38%). “A apreciação do real mais recente, ainda que não seja expressiva, acaba favorecendo a importação”, observa Francis Kinder, analista da Rosenberg & Associados. Ele considera, porém que os efeitos da depreciação do dólar sobre os preços praticados no mercado interno estão menos intensos do que no passado. “As indústrias trabalharam com estoques maiores e, da mesma forma que não repassaram a alta dos componentes importados no fim do ano passado, tendem a manter os preços agora porque a demanda está firme.” Marcela Prada considera que o reaquecimento da economia brasileira foi o principal fator responsável pela desaceleração lenta da inflação no mercado interno e pelo incremento das importações a partir de junho, sobretudo no caso de bens duráveis e não duráveis. “O preço inferior ao da produção nacional é um fator que estimula as compras, mas eles estão menores há meses e só recentemente as importações voltaram a crescer. A recuperação da economia é o fator que determinou a volta das importações”, avalia. De acordo com os indicadores de importação da Funcex, o volume de compras registrou recuperação nos últimos meses em comparação com os três meses anteriores. O grupo de bens duráveis cresceu por três meses consecutivos, com variações de 1,7% em maio, 21% em junho e 5,1% em julho. As compras externas de bens não duráveis cresceram 3,4% em maio, tiveram queda de 11,5% em junho e voltaram a subir 25,5% em julho. Registraram recuperação no volume de importados nos últimos três meses os setores produtos têxteis (25,3%), máquinas para escritório e de informática (29,7%), material eletrônico e de comunicações (13,5%), móveis e indústrias diversas (21,6%). Os preços desses itens registraram no período variações entre queda de 6% (têxteis) a alta de 6,8% (eletrônicos). As valorizações, porém, foram mais do que compensadas pela queda de 19,3% do dólar comercial em relação ao real registrada no período. Para o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, o efeito do câmbio como estimulador das importações fica mas evidente a partir de agosto. “O cenário começa a mudar por causa do câmbio e há tendência de aceleração das importações sobretudo de bens intermediários e bens de consumo porque o câmbio está tornando o item importado mais competitivo”, afirma. A AEB estima que a média diária de importações deva permanecer acima de US$ 500 milhões no segundo se...

Barreiras de países vizinhos afetam setor calçadista brasileiro

...o centralizar as operações de câmbio, o governo Hugo Chávez controla os pagamentos, ou seja, decide quem recebe o dinheiro devido pelos importadores. "Há várias indústrias nesta situação, que envolve uma quantia de vulto", contou Klein. E não são apenas os calçadistas que têm dinheiro a receber. No setor moveleiro, apenas uma empresa aguarda US$ 3,2 milhões. Já no setor de máquinas passam de US$ 10 milhões os valores retidos. Fato que levou o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Setores Coureiro-Calçadista e Moveleiro, deputado federal Renato Molling, a pedir apoio do presidente Lula para que a situação seja regularizada. O parlamentar, que também é membro da Comissão Parlamentar Conjunta do Mercosul, entregou o ofício com o pedido de apoio ao ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. Por Jornal NH OnLine...

Dois projetos para integrar o Mercosul

...a que tem um dos maiores intercâmbios comerciais da América do Sul. O projeto está incluído na Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sul-Americana (IIRSA), um programa conjunto dos governos de 12 países que visa promover a integração física entre eles, por meio da modernização da infraestrutura de transporte, energia e telecomunicações, c...

Exportações têm alta de 14%

...ue acaba de voltar de um intercâmbio universitário de 40 dias em Pequim. Para a especialista, Maringá ainda pode aumentar o volume de exportações para a China. “Até o momento, exportamos basicamente soja, mas há espaço para a venda de carne bovina, que era proibida até recentemente no país”, explica Lígia. Na importação, o que o maringaense mais compra da China são peças para equipamentos eletrônicos. Circuitos integrados chineses representam 21,56% de tudo o que o município importou de janeiro a julho de 2009, o equivalente a US$ 19,909 milhões. Com informações O Diario de Maringá...

Não é hora de mexer no câmbio, avalia Eris

...s que propõem intervenções no câmbio para deter a trajetória de valorização do real. Para ele, o momento não é adequado para esse tipo de mudança ...

Exportações do agronegócio podem se acelerar neste semestre, segundo Cepea

...ço em dólar multiplicado pelo câmbio efetivo do agronegócio) acima de 16%. Em situação oposta estiveram o açúcar (24,28%), farelo de soja (13,39%) e madeira e mobiliário (6,44%). A atratividade da exportação soja em grãos teve pequeno aumento de 1%, na comparação do primeiro semestre de 2009 com igual período de 2008. Em relação ao comportamento regional, Sudeste, Sul e Centro-Oeste sofreram retrações em preços, enquanto as regiões Norte e Nordeste registraram alta. Quanto ao volume, as regiões Sul e Sudeste também foram desfavorecidas, registrando diminuição dos principais produtos agropecuários que exportam. A região Norte também sofreu recuo nos volumes, enquanto Nordeste e Centro-Oeste registraram aumento. com informações do Cepea...

Brasil cobra da Venezuela redução de barreiras ao comércio externo

...mportador que poderá fechar o câmbio pela taxa oficial— cerca de quatro vezes menor que a do paralelo. Esses problemas foram cobrados do próprio Chávez, na noite desta quinta-feira (20), pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que liderava uma missão de 90 representantes de empresas brasileiras. Contraditoriamente, o fechamento gradual do mercado venezuelano aos exportadores do Brasil tornou-se visível no momento em que o governo Chávez sinalizava com a substituição de i...

CÂMBIO: Sinais contraditórios reforçam cautela

... a volatilidade do pregão. No câmbio, o dólar oscilou entre R$ 1,833 e R$ 1,852 até fechar em leve baixa de 0,16%, vendido a R$ 1,844. Nos EUA, enquanto as empresas continuam mantendo o ritmo elevado das demis...

CÂMBIO: Desconfiança com retomada traz volatilidade ao dólar

...tora Socopa, as oscilações do câmbio continuarão acompanhando a divulgação dos indicadores e a disposição dos investidores globais por risco. No entanto, os sólidos fundamentos do País indicam projeções de valorização do real no médio e longo prazo. "Com certeza devemos ver o dólar em patamares mais baixos do que o atual", acredita. Segundo Fujisaki, as perspectivas de que o pior da crise já ficou para trás e que o Brasil se recuperará mais rápido do que as demais economias, aliada à atrativa rentabilidade dos juros pagos em reais, continuam atraindo investimentos externos. Neste mês, o fluxo cambial está positivo em US$ 2,022 bilhões, até o dia 14. No ano, o superávit chega a US$ 5,957 bilhões. A entrada de dólares no País é um dos fatores que vem empurrando a cotação do dólar para baixo nos últimos me...

CÂMBIO: Dólar tem queda de 1,12% e fecha cotado a R$ 1,846

...s no mercado interbancário de câmbio em queda de 1,12%, cotado a R$ 1,844 na compra e R$ 1,846 na venda. Com base no interbancário, o mercado estima qu...

México resiste em ampliar acordo com País

...ratado prevê promoção de intercâmbio O Brasil e o México assinaram acordo para promover o intercâmbio comercial. A parceria foi firmada pelos presidentes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, e da ProMéxico, Bruno Ferrari, no Ministério das Relações Exteriores. O acordo, que não envolve aporte financeiro de nenhuma das partes, tem como objetivo também incrementar a troca de informações de inteligência comercial, melhorar as práticas de promoção das exportações e fomentar de forma adequada os investimentos no Brasil e no México. O tratado entre Apex-Brasil e ProMéxico está calcado em sete frentes de atuação: intercâmbio de informações; fortalecimento institucional; assistência e cooperação técnica; intercâmbio de funcionários para troca de conhecimentos e experiências; organização de eventos; plano anual de trabalho; e outros campos e áreas de mútuo acordo a serem definidos pelas duas instituições. As exportações brasileiras para o México totalizaram US$ 1,414 bilhão de janeiro a julho, representando 1,68% do total exportado pelo Brasil. Os principais produtos comercializados com os mexicanos foram automóveis com motor de explosão para até seis passageiros (US$ 193,472 milhões), veículos de carga com motor de explosão (US$ 48,5 milhões), acessórios para tratores e veículos automóveis (US$ 46,6 milhões), terminais portáteis de telefonia celular (US$ 38,4 milhões) e partes de motores e geradores (US$ 37,5 milhões). Saldo comercial até agosto é 22,8% superior a 2008 A corrente de comércio exterior - soma das exportações e importações realizadas pelo País - totaliza no ano, até a segunda semana de agosto, US$ 162,594 bilhões. Esse valor é 25,7% inferior aos US$ 218,885 bilhões da corrente de comércio registrada em igual período do ano passado e reflete o desaquecimento das transações internacionais em decorrência da crise financeira mundial. De acordo com os dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), no ano, o saldo comercial acumulado até o dia 16 de agosto é um superávit de US$ 18,528 bilhões, valor 22,8% superior aos US$ 15,083 bilhões de superávit obtido no mesmo período de 2008. As exportações somam US$ 90,561 bilhões no ano, com média diária de US$ 584,3 milhões, o que representa uma retração de 24,1% em relação ao desempenho médio verificado em igual período do ano passado (US$ 769,6 milhões). As importações totalizam, no ano, US$ 72,033 bilhões, com média diária de US$ 464,7 milhões, 30,7% inferior à média de US$ 670,4 milhões do mesmo período de 2008. Na segunda semana de agosto (10 a 16), a balança registrou superávit de US$ 680 milhões, resultado de exportações de US$ 3,192 bilhões menos importações de US$ 2,512 bilhões. No mês de agosto, o saldo acumulado é um superávit de US$ 1,615 bilhão. As exportações somam no mês US$ 6,4...

CÂMBIO: Dólar sobe e fecha vendido a R$ 1,867

...s no mercado interbancário de câmbio em alta de 0,70%, cotado a R$ 1,865 na compra e R$ 1,867 na venda. No mercado futuro, os contratos de câmbio para ...

Adquirir mais reservas não segura o câmbio

...le, sobre os rumos da taxa de câmbio. O tema é recorrente. O Ministério da Fazenda tem falado sistematicamente que é preciso comprar mais reservas cambiais como instr...

Análise conjuntural de Mercado

...a oferta. O mercado futuro de câmbio não tem alterado substantivamente posições de bancos e estrangeiros, provavelmente devido à baixa liquidez. Com o BC mantendo-se firme no posicionamento de não atuar no mercado futuro de câmbio, já que não existem razões e nem instrumentos eficazes por parte da autoridade para inibir a apreciação do real de cunho especulativo, e, mantendo a dinâmica de retirar do mercado à vista os excedentes sem avançar a ponto de tornar as posições dos bancos vendidas, a taxa cambial, cumpre a intervenção possível. Preocupante a notícia, veiculada pela Folha de São Paulo, de que o BC decidiu intensificar as compras de dólares com o objetivo de suavizar o processo de valorização do real em relação ao dólar. A atuação do BC no mercado à vista deve ter como fator limitante o excedente do fluxo cambial, sem, contudo, tornar as posições dos bancos em vendidas, caso contrário passa ser estimulante exatamente do contrário do objetivo teórico, ou seja, impulsiona a apreciação especulativa do real por parte dos bancos. Quando ficam vendidos, os bancos visam captar recursos em reais com a utilização de linhas externas de baixo custo para direcioná-los para as carteiras de crédito de alto rendimento, e tem como agregado ao custo da captação a variação cambial, que podem neutralizar fazendo "hedge" no mercado futuro de câmbio, porém se decidir otimizar o custo da captação através uma variação cambial a favor, não fazem o "hedge" de imediato e atuam apreciando o real para realizar o "hedge" num patamar mais baixo do que foi construída a posição vendida. O grande problema do país é que a sua equação macroeconômica é de falta de poupança interna, ocorre então o déficit em transações correntes e é necessário o financiamento externo que determina fluxo de recursos do exterior, que faz pressão baixista na formação do preço da moeda americana. Além disto, o nível de juro proporcionado pelo país é incompatível com o nível de risco que o país detém conceitualmente no mercado internacional e isto atrai capitais especulativos, e, no comércio exterior ocorre um saldo muito elevado para os volumes envolvidos. Para este cenário, o BC tem agido para evitar apreciação maior do real, com uma estratégia de acúmulo de reservas cambiais com elevado custo financeiro, já que sem poupança, compra dólares injetando reais no mercado e depois os esteriliza com a emissão de títulos com conseqüente aumento da dívida pública em reais, e assume um custo da diferença do custo de captação em reais e aplicações em dólares. Contudo, o país tem um mercado de derivativos muito sofisticado e que estimula movimentos especulativos no mercado futuro de câmbio, para os quais o BC não tem instrumento técnico operacional adequado para conter, onde os especuladores buscam otimizar ganhos nos investimentos no país, não só nas aplicações em si, mas também sobre a moeda com uma variação cambial favorável e deste movimento surge a pressão maior de apreciação do real, e este fato foge à percepção ou não é enfatizado pelos analistas. Simpex/TOV...

Dólar fecha a R$ 1,856 e tem primeira alta semanal desde 10 de julho

...queda de 10,45%. O mercado de câmbio refletiu a divulgação de dados negativos sobre a economia dos Estados Unidos. O índice Reuters/Universidade de Michigan que mede esse sentimento caiu para 63,2 na leitura preliminar deste mês, ante 66,0 em julho. Ainda, houve uma queda de 2,1% nos preços ao consumidor americano nos últimos 12 meses. No Brasil, um importante sinalizador de preços, o monit...

Setor têxtil tenta contornar queda de 23% na exportação

...ncipalmente, com a questão do câmbio da China desvalorizado, enquanto o real está cada vez mais valorizado. Esse fator é uma ameaça mortal para o emprego e a produção no País", argumenta. No acumulado do ano, até julho, o saldo da balança do setor apresenta déficit de US$ 873,7 milhões. O total obtido com esse resultado da balança é decorrente das exportações em US$ 960,2 milhões e importações de US$ 1,833 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações caíram 23,31%, enquanto as importações recuaram 17,9%. A corrente de comércio no mesmo período é de US$ 2,794 bilhão, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, ...

CÂMBIO: Dólar recua e fecha vendido a R$ 1,834

...s no mercado interbancário de câmbio em leve baixa de 0,05%, cotado a R$ 1,832 na compra e R$ 1,834 na venda. Ao longo do dia, a moeda estrangeira osci...

Exportador quer um dinheiro aí

...mpresários, bidu, reclamam do câmbio, mas eles mesmos dizem que por aí não tende a acontecer nada. Mas há economistas no governo que defendem mexidas nas normas do mercado de câmbio, de modo a reduzir o poder de fogo de quem aposta na valorização do real, e assim a favorece. A ideia seria "dar um sufoco" no mercado futuro e, ao mesmo tempo, "aumentar mais rapidamente as reservas cambiais", dizem tais economistas. Tal zum-zum já chegou ao mercado, mas não tem sido do feitio do governo Lula deixar que tais ideias prosperem. Os empresários, bidu, reclamam de impostos. O Ministério da Fazenda não quer fazer quase nada a respeito, neste ano. A redução de impostos sobre a folha de pagamento morreu? "Está viva e andando, mas não deve chegar neste ano", disse à Folha o ministro Guido Mantega, faz cerca de uma semana. O dinheiro do governo para bondades em 2009 acabou. Em 2010 será pouco, será "tarde" (dizem exportadores) e, enfim, será disputado com outras prioridades eleitorais, como o reajuste dos aposentados que Lula vai aprovar. Será pouco mesmo que o governo gaste parte do fundo soberano em 2010, como cogita. No cardápio de esparadrapos há medidas menores. Taxar investimentos financeiros de não residentes, por exemplo (mas, sozinha, essa andorinha do IOF não faz um verão cambial). Mas o BC é contra e, parece, por ora, ganhou Lula. Os exportadores...

Exportadores reclamam, mas para Mantega crise já acabou

...e pode fazer muita coisa pelo câmbio”, que tem prejudicado os exportadores. “Ou temos câmbio flutuante, ou não temos”, disse o ministro. Ele disse que, durante a reunião, voltou-se a discutir a redução do custo Brasil. “Se depois de uma crise como esta, voltamos a uma discussão pré-crise, então é muito positivo”, disse o ministro. Ele comentou que, durante a reunião, falou-se até na possibilidade de mudar o nome do grupo. A Agência Estado apurou que foi o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que sugeriu a mudança do nome do GAC, no início da reunião. Ele disse brincando que o grupo teria de mudar de nome porque não existe mais crise, segundo relato de uma fonte presente ao encontro. A informação foi confirmada pelo presidente da CNI, Armando Monteiro Neto. Diante da brincadeira de Mantega, Monteiro Neto sugeriu que o grupo tenha um nome associado ao aumento da competitividade da indústria brasileira. Miguel Jorge também demonstrou descontração. Ele contou que até brincou com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, dizendo que ele tinha tomado “boa noite Cinderela”. Jorge disse que Neto sempre era o que mais reclamava nas últimas reuniões e, agora, na reunião de hoje, iniciou sua fala com a frase “nunca antes na história desse país”. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Exportador vê poucas saídas para conter valorização do real

...tos percentuais e nem assim o câmbio cedeu. Os maiores prejudicados com o real valorizado são os exportadores de manufaturados. Os números do setor automobilístico mostram isso. Nos primeiros sete meses, o setor automotivo perdeu US$ 4 bilhões em rela...

Mercosul - conformismo com o fracasso?

...erior e, consequentemente, no câmbio, foram crescendo. O Mercosul foi absorvendo os impactos de políticas macroeconômicas divergentes. A união aduaneira ficou cada fez mais distante. Os posicionamentos nos fóruns de negociações comerciais, quase uma farsa. O Mercosul somente sobrevive em razão do forte sentido de união de vizinhos, que politicamente se aproximaram de fato. Opinar sobre a política econômica da Argentina é responsabilidade de seus cidadãos. Destruir a competitividade da agricultura argentina, a ponto que se projeta terem que importar carne bovina em 2010, é um equívoco de graves consequências. Cabe-nos somente nos solidarizarmos com o lado que confrontou o governo Kirchner nos inúmeros embates contra o imposto nas exportações agropecuárias. Atrelar a política de inserção comercial do Brasil à aprovação do governo argentino, pois o Mercosul assim obriga, é resignar-se ao fracasso. Imaginar que o Mercosul pode continuar realizando negociações comerciais em conjunto é um engano. Só nos cumpre agora negociar uma saída para a camisa de força que se tornou o Tratado de Assunção. O fracasso da Rodada Doha, no campo multilateral, não é responsabilidade do Mercosul, porém certamente o Brasil poderia ter tido uma postura mais agressiva, não estivesse ligado a um vizinho cujo setor industrial se esconde atrás de uma distorção cambial, reflexo da tributação nas exportações. Com isso, o setor agrícola perde alcance no mercado externo. Infelizmente, o governo Lula tem praticado uma política míope e inconsistente para o Mercosul. A contemporização com o rumo equivocado tomado pela Argentina nos últimos anos pode ter aparente sentido político, mas acarreta implicações econômicas que não podem ser ignoradas. Já faz muitos anos que o Brasil deveria ter alertado seu vizinho que o caráter antagônico de suas políticas macroeconômicas invia...

Para CNI, exportação é hoje o maior problema

...levando-se em conta a taxa de câmbio de R$ 1,838 verificada nesta tarde nas negociações interbancárias. Com informações Agencia Estado...

Apesar da reação, exportações devem ter queda de 32% este ano

...ndo o executivo, o impacto do câmbio, que hoje não é favorável às exportações, está forte no setor. A arroba do boi é cotada em dólar e encarece o custo da matéria-prima básica, tirando a competitividade das exportações. “A arroba do boi brasileiro está hoje mais cara do que a do australiano.” Apesar do câmbio desfavorável, Miessi aponta dois fatores que poderão impulsionar as exportações de carne neste semestre. O primeiro é o aumento no número de fazendas brasileiras autorizadas a exportar boi para a Europa, por causa de restrições sanitárias. O outro fator é a abertura do mercado chileno que, até quatro meses atrás, não comprava carne brasileira. PASSADO Mesmo com prognósticos mais favoráveis para o segundo semestre, os resultados do passado não são positivos. No primeiro semestre deste ano, as vendas externas de produtos industrializados totalizaram US$ 39,141 bilhões, com queda de 30% na comparação com o mesmo período de 2008 e de 38,4% em relação ao segundo semestre de 2008, aponta o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Tivemos uma queda cavalar”, afirma o diretor secretário da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas, Carlos Pastoriza. No seu setor, a retração foi de 30% nas exportações do primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2008. A estagnação dos investimentos no mundo e a valorização do real em relação ao dólar fizeram a exportação despencar. “Não vejo melhora para o segundo semestre. O mundo desenvolvido ainda está numa situação complicada.” Também as montadoras de veículos não enxergam uma reversão nas exportações para os próximos meses em razão da queda das compras feitas pela Argentina e pelo México, os principais importadores do carro brasileiro. Segundo a Anfavea, no início do ano, a expectativa era exportar 500 mil veículos e agora essa projeção foi revista para pouco mais de 400 mil unidades. Em 2008, foram exportados 735 mil veículos. Fonte: O Estado de São Paulo...

Dólar vira no final e cai a R$ 1,843; no ano, moeda acumula perda de 21%

...o Central atuou no mercado de câmbio e a taxa aceita para a operação ficou em R$ 1,8399. O dia teve a agenda fraca mais uma vez. No Brasil, os investidores observaram o balanço do Itaú Unibanco, cujo lucro caiu 8% no segundo trimestre co...

Exportador vê poucas saídas para conter valorização do real

...tos percentuais e nem assim o câmbio cedeu. Os maiores prejudicados com o real valorizado são os exportadores de manufaturados. Os números do setor automobilístico mostram isso. Nos primeiros sete meses, o setor automotivo perdeu US$ 4 bilhões em rela...

Dólar sobe a R$ 1,849, mas ainda tem perda de 20,75% no ano

...o Banco Central no mercado de câmbio continuam. Hoje a instituição fez novo leilão de compra e a taxa aceita ficou em R$ 1,851. A agenda do dia foi fraca e a atenção do investidor se voltou para divulgações internas. Em ju...

Argentina quer reduzir importações têxteis do Brasil em 30%

...o das licenças. Além disso, o câmbio não está favorável e houve diminuição do consumo", explica Fernando Pimentel, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit). Em rodada de negócios com a Abit na última semana, os argentinos exigiram redução de 30% das vendas de produtos brasileiros em relação ao ano passado para retirar as barreiras impostas. "As estimativas apontam que o mercado do setor têxtil argentino irá cair entre 18% e 20%, então eles querem a diminuição de 30% das importações brasileiras para preservar a produção local", justifica Pimentel, e afirma que os brasileiros discutirão uma contra-proposta para negociar. A indústria têxtil sofreu impacto violento no período de outubro a dezembro com a crise financeira que assolou a economia mundial. De acordo com Pimentel, a produção industrial do segmento caiu 10% no país, enquanto as importações de vestuário subiram quase 30% e o consumo caiu 6%. "A ind...

Dólar cai a R$ 1,825 e acumula perda de 21,77% no ano

...rancisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora BGC Liquidez. A taxa de desemprego norte-americana caiu para 9,4% em julho, ante os 9,5% de junho, para 247 mil vagas. Esta é a primeira redução no desemprego desde abril de 2008. "A preocupação de todos é o emprego. Justamente porque a economia norte-americana é muito dependente do consumo e o emprego é o fator principal que vai levar ao aumento ou à redução do consumo", explicou Carvalho. No Brasil, entre as notícias mais importantes, o recuo nos preço...

Mudanças no fluxo cambial

...tações. No caso dos fluxos de câmbio, temos uma queda de 28,6%, para as exportações, e de 29,8%, para as importações. A maior diferença está no caso das exportações. Os resultados dos dois últimos meses, no que se refere às exportações, têm de fato uma explicação: os exportadores, a partir de junho, acharam mais interessante não internar suas receitas, mas sim depositá-las no exterior - como, aliás, foi autorizado neste ano, utilizando esses recursos seja para pagar suas despesas lá fora (incluindo despesas com juros), seja para pedir financiamentos, que então puderam obter a um custo menor do que aqui dentro, com base nos depósitos. De fato, verificou-se nos últimos meses um certo desinteresse das empresas em obter, no Brasil, financiamentos para o comércio exterior. O Banco Central, que havia substituído os bancos comerciais na realização dessas operações, foi reembolsado quando o custo dos Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACCs) foi reduzido de 4% mais Libor para 1,2% mais Libor. Com informações Portal Estadão...

Exportações de SC para Mercosul caem 11,8%

...o das licenças. Além disso, o câmbio não está favoável e houve diminuição do consumo", explica Pimentel. A Abit já está negociando com a Argentina para retomar o espaço perdido no mercado têxtil - especialmente para a China. Em rodada de negócios da semana passada, Pimentel conta que os argentinos exigiram redução de 30% das vendas de produtos brasileiros em relação ao ano passado para retirar as barreiras impostas. Os brasileiros irão negociar, e já estão discutindo uma contra-proposta. O diretor de relações industriais e institucionais da FIESC, Henry Quaresma, além de destacar a queda causada pela retração da economia, também acredita que as barreiras do país vizinho contribuíram para o resultado negativo. Os dados mostram que quatro dos cinco produtos mais exportados ao país vizinho tiveram queda nos embarques. No primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período em 2008, dos cinco produtos mais exportados ao país, o único que teve crescimento foi o item motocompressor hermético. "As restrições impostas pela Argentina já são sentidas pelo setor exportador catarinense. Por isso, a indústria brasileira por meio da CNI está defendendo a abertura de painel na Organização Mundial do Comércio contra a Argentina", diz Quaresma. Ele considera a postura do governo brasil...

O comércio exterior se modifica

...ete primeiros meses do ano. O câmbio teve uma influência determinante na modificação do quadro do comércio exterior em julho, mas outros fatores também continuam exercendo forte pressão sobre a atividade. Isso aparece mais nitidamente quando se levam em conta os resultados acumulados no ano. Naturalmente as exportações sofreram os efeitos da crise mundial. Isso se verifica pela queda das exportações, de 48% para os EUA, de 35,5% para a América Latina e de 28,8% para a União Europeia. Neste sentido, a valorização do real ante o dólar só podia contribuir para uma queda maior das exportações. As exportações de produtos básicos, que respondem por 42,6% das vendas externas, refletem a queda dos preços desses produtos, essencialmente dependentes da demanda da China - que ainda não fixou o preço do minério de ferro -, o que explica a queda de 10,6% de janeiro a julho. Mas problema mais preocupante é a queda de 31,1% das expor...

Dólar cai 0,71% e fecha em R$ 1,811, menor valor desde 22 de setembro

...S$ 1,258 bilhão no mercado de câmbio à vista, na semana passada, por meio dos leilões que realizou. Desta forma, as compras acumuladas em julho somaram US$ 2,164 bilhões. Segundo o Banco Central, suas compras não têm como objetivo tentar estabelecer um piso para a taxa de câmbio, ou evitar a desvalorização do dólar em relação ao real. Oficialmente, as compras no mercado à vista têm como objetivo aproveitar a sobra de dólares no mercado para recompor as reservas internacionais, que fecharam julho em US$ 211,871 bilhões, ante US$ 208,425 bilhões do fim de junho. (Com informações de Valor Online)...

Retração da demanda internacional faz exportação de básicos cair 13,8% em julho

...aumento pode ser atribuído ao câmbio e se ele é preocupante, o secretário Barral disse que uma variação positiva nas importações de matérias-primas seria preocupante, já que essa categoria de produtos responde por 46,6% das importações totais do Brasil. Sobre o crescimento de 4% em relação a junho deste ano, o secretário disse que esse índice é pequeno, mas que a baixa cotação do dólar pode impactar os números daqui para a frente. Em relação ao julho do ano passado, quando a média diária das importações chegou a US$ 744,4 milhões, houve queda de 34,5% em virtude das aquisições de combustíveis e lubrificantes (-52,8%), matérias-primas e intermediários (-32,5%), bens de capital (-31,9%) e bens de consumo (-17,9%). Superávit e fluxo No mês, o superávit comercial (diferença entre os valores exportados e os importados) totalizou US$ 2,928 bilhões, com uma média diária de US$ 127,3 milhões. Em relação a junho deste ano, quando a média diária do saldo comercial foi de US$ 220,2 milhões, houve retração de 42,2%. Já sobre o desempenho médio diário do superávit em julho do ano passado (US$ 144,7 milhões) a queda foi de 12%. O fluxo comercial (soma das duas operações), na mesma comparação, chegou a US$ 25,358 bilhões no mês, com média diária de US$ 1,103 bilhão. Por esse critério, houve queda de 4,8% em relação a média diária registrada em junho deste ano (US$ 1,158 bilhão) e de 32,5% sobre a verificada em julho do ano passado (US$ 1,634 bilhão). Ano De janeiro a julho de 2009, as exportações acumulam US$ 84,095 bilhões (média diária de US$ 580 milhões). Em relação ao desempenho médio diário das vendas brasileiras a mercados estrangeiros no mesmo período do ano passado (US$ 760,9 milhões), houve um recuo de 23,8% atribuída a retração nos embarques de produtos das três categorias: manufaturados (-31,1%), semimanufaturados (-29,8%) e básicos (-10,6%). Ao comentar as exportações no ano, Welber Barral disse que os números, no acumulado, foram impactados pelo desempenho em janeiro que, segundo ele, foi “muito ruim”. Nas exportações brasileiras de manufaturados, cresceram as vendas de açúcar refinado (+26,5%) em relação aos sete primeiros meses de 2008. Entretanto, caíram os embarques de óleos combustíveis (-56,5%), veículos de carga (-52,8%), bombas e compressores (-42,2%), automóveis (-39,3%), autopeças (-39%), laminados planos (-38%), etanol (-36,2%), suco de laranja congelado (-36,1%), aparelhos celulares (-31,8%), calçados (-28,2%), aviões (-26,3%) e motores e geradores (-13,9%). Entre os produtos semimanufaturados, foi observada retração nos embarques de semimanufaturados de ferro e aço (-61,7%), ferro fundido (-56,8%), couros e peles (-51,5%), celulose (-21,9%) e alumínio em bruto (-21,4%). Nessa mesma comparação, houve crescimento das exportações de açúcar em bruto (+64,3%). Sobre as exportações de produtos básicos, diminuíram as vendas de petróleo em bruto (-41,4%), carne bovina (-28,3%), carne suína (-23,6%), carne de frango (-19,7%), ...

Exportador já perdeu US$ 48 bi

...rização excessiva do real. “O câmbio flutua no mundo inteiro, mas em outros países não vemos variações dessa magnitude nesse espaço de tempo.” Ele defendeu que o BC “assuma seu papel” de gestor da política cambial. “Assim como ele faz relatórios da inflação, deveria fazer relatórios sobre o câmbio”, disse. Fonte: O Estado de São Paulo...

Retração da demanda internacional faz exportação de básicos cair 13,8% em julho

...aumento pode ser atribuído ao câmbio e se ele é preocupante, o secretário Barral disse que uma variação positiva nas importações de matérias-primas seria preocupante, já que essa categoria de produtos responde por 46,6% das importações totais do Brasil. Sobre o crescimento de 4% em relação a junho deste ano, o secretário disse que esse índice é pequeno, mas que a baixa cotação do dólar pode impactar os números daqui para a frente. Em relação ao julho do ano passado, quando a média diária das importações chegou a US$ 744,4 milhões, houve queda de 34,5% em virtude das aquisições de combustíveis e lubrificantes (-52,8%), matérias-primas e intermediários (-32,5%), bens de capital (-31,9%) e bens de consumo (-17,9%). Superávit e fluxo No mês, o superávit comercial (diferença entre os valores exportados e os importados) totalizou US$ 2,928 bilhões, com uma média diária de US$ 127,3 milhões. Em relação a junho deste ano, quando a média diária do saldo comercial foi de US$ 220,2 milhões, houve retração de 42,2%. Já sobre o desempenho médio diário do superávit em julho do ano passado (US$ 144,7 milhões) a queda foi de 12%. O fluxo comercial (soma das duas operações), na mesma comparação, chegou a US$ 25,358 bilhões no mês, com média diária de US$ 1,103 bilhão. Por esse critério, houve queda de 4,8% em relação a média diária registrada em junho deste ano (US$ 1,158 bilhão) e de 32,5% sobre a verificada em julho do ano passado (US$ 1,634 bilhão). Ano De janeiro a julho de 2009, as exportações acumulam US$ 84,095 bilhões (média diária de US$ 580 milhões). Em relação ao desempenho médio diário das vendas brasileiras a mercados estrangeiros no mesmo período do ano passado (US$ 760,9 milhões), houve um recuo de 23,8% atribuída a retração nos embarques de produtos das três categorias: manufaturados (-31,1%), semimanufaturados (-29,8%) e básicos (-10,6%). Ao comentar as exportações no ano, Welber Barral disse que os números, no acumulado, foram impactados pelo desempenho em janeiro que, segundo ele, foi “muito ruim”. Nas exportações brasileiras de manufaturados, cresceram as vendas de açúcar refinado (+26,5%) em relação aos sete primeiros meses de 2008. Entretanto, caíram os embarques de óleos combustíveis (-56,5%), veículos de carga (-52,8%), bombas e compressores (-42,2%), automóveis (-39,3%), autopeças (-39%), laminados planos (-38%), etanol (-36,2%), suco de laranja congelado (-36,1%), aparelhos celulares (-31,8%), calçados (-28,2%), aviões (-26,3%) e motores e geradores (-13,9%). Entre os produtos semimanufaturados, foi observada retração nos embarques de semimanufaturados de ferro e aço (-61,7%), ferro fundido (-56,8%), couros e peles (-51,5%), celulose (-21,9%) e alumínio em bruto (-21,4%). Nessa mesma comparação, houve crescimento das exportações de açúcar em bruto (+64,3%). Sobre as exportações de produtos básicos, diminuíram as vendas de petróleo em bruto (-41,4%), carne bovina (-28,3%), carne suína (-23,6%), carne de frango (-19,7%), ...

Dólar cai 1,7% e fecha em R$ 1,834, menor valor em mais de dez meses

...rancisco Carvalho, gerente de câmbio da corretora Liquidez, avaliou que o dólar ainda tem mais espaço para cair. "Temos mais recursos vindo para os mercados emergentes, um apetite maior por risco. Parece que estamos partindo para uma recuperação e acho que o dólar pode buscar o patamar de R$ 1,80 até o fim do mês." O Banco Central manteve sua atuação diária no mercado de câmbio e fez leilão de compra de dólares a R$ 1,8314. A operação teve início às 14h51 e terminou às 15h01. (Com informações de Reuters e Valor Online)...

Exportação para mais países ajuda superávit

... Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACC), e à ampliação dos mercados no exterior para suavizar os impactos das variações cambiais. “A diversificação de mercados torna a administração das vendas mais complicada, mas nos permite trabalhar com uma cesta mais equilibrada de moedas”, disse o gerente-administrativo-financeiro, Marco Antônio Coutinho. De acordo com ele, 35% das exportações destinam-se à América Latina, outros 35% à Europa e os 30% restantes para Estados Unidos, América Central e África. Há cerca de dez anos os EUA absorviam 70% dos volumes. A Argentina também tinha participação relevante, mas perdeu importância nos últimos quatro anos devido às dificuldades de exportar para o país, explicou Coutinho. A diversificação também é considerada importante por outros setores. Com 30% do faturamento originado pelas exportações, considerando-se a receita bruta consolidada de R$ 374,5 milhões no ano passado, a Kepler Weber recorre às operações com derivativos e vem procurando aumentar o volume de insumos importados para enfrentar os efeitos das bruscas oscilações do câmbio. A fabricante de silos e equipamentos para armazenagem de grãos também pretende buscar novos mercados no exterior para dar mais estabilidade às vendas ao longo do ano. “Temos que proteger nossas margens”, diz o diretor-presidente da empresa, que tem sede em Porto Alegre e unidades industriais em Panambi (RS) e Campo Grande (MS), Anastácio Fernandes Filho. Já a diversificação de mercados externos tem como objetivo preencher os períodos de baixa sazonalidade de vendas na América Latina, região que absorve hoje até 80% das exportações da empresa, explicou o executivo. Por isso a busca é por novos clientes no hemisfério norte, sobretudo na Europa Oriental, onde o período de safra agrícola é contrário ao do hemisfério sul, disse. Durante o primeiro semestre, os países da África e do Oriente Médio estão entre os que ganharam participação nas exportações brasileiras. Para Octavio de Barros, o desempenho com os países africanos permite esperar para 2009 um superávit para a balança comercial entre o Brasil e o continente, resultado inédito desde 1995. Ele lembra que a queda no preço do petróleo contribuiu para reduzir os valores das importações originadas do bloco africano. Porém, mesmo excluindo o petróleo no comércio bilateral com o continente, calcula Barros, há um crescimento de US$ 900 milhões no superávit do primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. O Oriente Médio também apresenta situação semelhante. A participação do bloco nas exportações do Brasil cresceu de 3,75% para 4,77%, com superávit de US$ 2,05 bilhões no primeiro semestre, bem superior aos US$ 464,37 milhões de saldo do mesmo período de 2008. Salim Taufic Schahin, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, lembra que as exportações brasileiras aos 22 países árabes cresceram 4,1% no primeiro semestre, na comparação com janeiro a junho de 2008. No mesmo período as exportações brasileiras totais tiveram uma queda de 22%. Segundo Schahin, o que tem alavancado as vendas brasileiras aos árabes tem sido a ampliação da corrente de comércio com novos países. Também contribuiu o aumento da pauta de exportações. Cerca de 61% das vendas brasileiras aos países árabes ainda estão concentradas em produtos tradicionais como açúcar, carnes e minério de ferro. Ele destaca, porém, o maior comércio bilateral com Líbano e Egito e a venda de produtos novos como gado em pé, aeronaves e manufaturados, como calçados e roupas. Schain acredita que o ritmo de exportações para os países árabes deve continuar forte no segundo semestre. Rabih Nasser, professor do GV Law, explica que os contratos com novos parceiros comerciais têm sido assinados pelas empresas com base em pagamento antecipado ou carta de crédito irrevogável com bancos de primeira linha. “Isso neutraliza o risco de não receber, mais alto quando se trata de uma nova relação comercial”, diz. “Mas os importadores geralmente são grandes empresas que não têm tido dificuldade em conseguir as linhas de crédito junto aos bancos.” Segundo Nasser, com compradores tradicionais as condições de pagamento costumam ser mais flexíveis, com recebimentos a prazo, por exemplo. José Augusto Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), não acredita muito num movimento de diversificação de negócios em momentos de crise, em que a demanda por produtos no mercado internacional ainda está fraca. “A diversificação de mercados só é aplicada quando se fala em manufaturados”, diz. Para ele, o raciocínio não se aplica às commodities. “A compra de uma commodity agrícola, por exemplo, depende exclusivamente da vontade do importador. O exportador não tem contr...

Banco exportador será criado por MP na volta do recesso

...ividade nominal decorrente do câmbio desfavorável. Apesar de a iniciativa ser bem vista, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) ressalva que o Banco não deve surgir com o mesmo aparato burocrático que já existe hoje, por exemplo, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES). Atualmente, o exportador brasileiro precisa percorrer uma jornada para obter crédito: primeiro procurar o Banco do Brasil para conseguir financiamento do Programa de Financiamento às Exportações e em seguida, deve recorrer ao Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações, formado por vários ministérios e administrado pelo Tesouro Nacio...

Dólar cai a R$ 1,866 e completa 3ª semana seguida de queda; no mês, perda é de 4,94%

...o Gomes Santiago, operador de câmbio do Banco Alfa de Investimento. Hoje, por exemplo, o banco Santander encaminhou à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) um pedido de oferta pública de ações. Segundo a empresa, o objetivo é oferecer aos investidores 15% do capital social da instituição. (Com informações de Reuters e Valor Online)...

Estratégia Brasileira de Exportação 2008/2010

...cada da Exportação (DSE) e do Câmbio Simplificado para US$ 50 mil; Implantação do Siscomex Carga; Acompanhamento de medidas no âmbito da Estratégia Brasileira de Simplificação de Comércio Exterior. Exclusões de anuências na exportação: Agência Nacional de Petróleo (ANP) excluiu 20 códigos tarifários, que responderam por 50% do movimento exportador sob anuência da agência em 2007; o Departamento de Polícia Federal (DPF) retirou quatro destaques anteriormente sujeitos ao seu controle na exportação; exclusão da Comissão de Coordenação do Transporte Aéreo Civil (Cotac) da Agencia Nacional de Aviação Civil (Anac) da condição de anuente para as mercadorias do segmento aeronáutico. Além disso, foi decretado o fim da obrigatoriedade de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de todos os produtos para a saúde, fabricados no País e destinados exclusivamente à exportação; Publicação do novo Regulamento Aduaneiro (Decreto nº 6.759), que permitiu o aperfeiçoamento da legislação. Buscou-se adequar a disciplina aduaneira brasileira a marcos internacionais, como a Convenção de Kyoto revisada sobre Regimes e Procedimentos Aduaneiros, e regionais, tendo em vista o processo de harmonização da legislação aduaneira no âmbito do Mercosul; Operacionalização da ZPE: regulamentação e reconstituição do Conselho Nacional da ZPE, publicação do roteiro de apresentação de propostas de criação de ZPE; publicação dos requisitos a serem observados pelos proponentes na apresentação dos projetos industriais a serem instalados em ZPE; publicação da regulamentação do processo de alfandegamento de área de ZPE. Importante destacar que o acompanhamento da Estratégia Brasileira de Exportação é realizado pelo sistema de monitoramento da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), por meio do Comitê Executivo de Exportações. E que a sistematização dos dados elencados acima advém do esforço conjunto de todos os órgãos envolvidos para o avanço da PDP e o comprometimento do governo em manter a sociedade sempre informada. Fonte: Secex...

CÂMBIO: Dólar sobe pelo 2º dia e chega a R$ 1,90

SÃO PAULO, 29 de julho de 2009 - O dólar subiu pel

Fluxo cambial está positivo

...atos têm prazos para fechar o câmbio de 360 dias. Os recursos que ficam fora do país provenientes de exportações entram no Brasil por meio de operações do fluxo financeiro. Outro fator que explica a inversão nos dados é que algumas empresas filiais no Brasil estão fazendo pagamento antecipado de importações para as matrizes no exterior. De janeiro até a semana passada, o fluxo cambial está positivo em US$ 3,156 bilhões, com resultado financeiro negativo em US$ 6,986 bilhões e comercial positivo em US$ 10,142 bilhões. No mesmo período do ano passado, o fluxo cambial era positivo em US$ 12,448 bilhões. O BC também informou hoje (29) que neste mês, até o dia 24, foram liquidadas compras da moeda americana pela autoridade monetária no mercado à vista no valor total de US$ 906 milhões. Os dólares comprados vão para as reservas internacionais. Fonte: Ag. Brasil...

CÂMBIO: Dólar sobe e fecha cotado a R$ 1,881

...s no mercado interbancário de câmbio em alta de 0,27%, cotado a R$ 1,879 na compra e R$ 1,881 na venda. Ao longo do dia, a divisa oscilou entre a míni...

Comércio exterior ajudará PIB de 2009, avalia MDIC

...outras regiões. Entre os intercâmbios que registraram maior queda, destacam-se o comércio com a Europa Oriental (- 73,4%), com a África (- 57,6%) e com o Oriente Médio (- 56,1%). Já as exportações para os Estados Unidos – queda de 43,3% - e com os países integrantes do Mercosul – menos 40,3% -, de acordo com o diretor do MDIC, enfraqueceram devido à ferocidade da concorrência dos países emergentes, à prática de dumping e à diminuição do consumo da população mundial. O setor de serviços foi o menos afetado pela crise internacional, conforme as estatísticas do Ministério. Enquanto a média da diminuição do comércio exterior de bens no Brasil foi de aproximadamente 25%, o ramo dos serviços caiu apenas 9,14%. Os serviços relativos ao comércio até nadaram contra a corrente e obtiveram um crescimento de 22% de janeiro a julho deste ano em relação ao primeiro semestre de 2008. Com informações PortoGente...

Embarques de soja terão queda a partir de agosto, dizem analistas

...mestre porque as cotações e o câmbio estiveram favoráveis para exportações. Agora, além de já não haver no Brasil tanta soja disponível para exportar, as cotações e o câmbio não estão tão propícios como anteriormente -o dólar está sendo negociado abaixo de R$ 1,90, no menor nível desde setembro de 2008. Os poucos negócios fechados na semana passada confirmam a expectativa por menores embarques nos próximos meses. "A semana foi muito calma com as oscilações na Bolsa de Chicago e a queda na taxa de câmbio. Estamos com a liquidez muito baixa, especialmente devido ao câmbio", disse Lucílio Alves, analista do Cepea, da Universidade de São Paulo. Os dados oficiais sobre o volume de exportação de soja e derivados no mês de julho serão divulgados na próxima segunda-feira. Por Folha de São Paulo - SP...

Exportador deixa dólar lá fora

...rmos de impacto na cotação do câmbio. Fonte: O Estado de São Paulo...

Fluxo cambial está negativo em US$ 118 milhões neste mês

...atos têm prazos para fechar o câmbio de 360 dias e os produtos já entraram no país. Os recursos que ficam fora do país provenientes de exportações entram no Brasil por meio de operações do fluxo financeiro. Outro fator que explica a inversão nos dados é que algumas empresas filiais no Brasil estão fazendo pagamento antecipamento de importações para as matrizes no exterior. Fonte: Ag. Brasil...

CÂMBIO: Cenário externo contribui com nova queda do dólar

...Campos Neto, é provável que o câmbio brasileiro siga oscilando em torno de R$ 1,90 nos próximos dias. "Mas com a percepção cada vez melhor dos investidores estrangeiros para o Brasil, o risco é de um real ainda mais apreciado nos próximos meses", observa. Números do Banco Central (BC) mostraram que a entrada líquida de investimentos externos diretos somaram US$ 1,450 bilhão em junho e US$ 12,684 bilhões nos seis primeiros meses. No mês passado, as intervenções da autoridade monetária geraram aquisições no valor de US$ 6,6 bilhões, incluindo mercado à vista e outras operações. No primeiro semestre, as compras totalizaram US$ 8,6 bilhões, com projeção de US$ 11,3 bilhões para todo o ano de 2009. (Simone e Silva Bernardino - Agência IN) ...

Exportação de bens de capital tem forte demanda

... a retração a volatilidade do câmbio, afirmou. O BNDES-Exim prevê que no fechamento de 2009 os desembolsos do pré-embarque deverão totalizar US$ 5 bilhões, com alta de 2% sobre os US$ 4,9 bilhões de 2008. O maior crescimento deve ser na linha de pós-embarque, que financia a comercialização de bens e serviços no exterior. Nessa modalidade, o BNDES deve fechar o ano com desembolsos de US$ 2,4 bilhões, alta de 42% sobre 2008. No primeiro semestre, foram desembolsados na linha pós-embarque US$ 1,1 bilhão, com aumento de 66% sobre janeiro-junho de 2008. O resultado pós-embarque foi influenciado por operações estruturadas, contratadas em 2008 e cujos desembolsos começaram em 2009. Francisco Crema, diretor de repasses do Itaú BBA, compartilha da expectativa do BNDES de que haverá demanda no pré-embarque para os R$ 7,6 bilhões disponibilizados com juros de 4,5% ao ano. “Temos muitas consultas de empresas (interessadas em tomar os empréstimos) e a disponibilidade de recursos nessas condições não deve chegar a dezembro”, previu Crema. Segundo ele, que é coordenador da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as operações nas novas condições podem começar a ser protocoladas no BNDES-Exim a partir de 10 de agosto. O prazo é necessário para adequar sistemas operacionais. A nova condição de custo para financiar a exportação de máquinas e equipamentos faz parte das medidas lançadas, no fim de junho, pelo BNDES, dentro do esforço do governo para estimular investimentos. O pacote também reduziu para os mesmos 4,5% o custo para compra e produção de bens de capital em outras linhas do banco, incluindo Finem, Finame, Finame Agrícola e BNDES Automático. Este mês, depois de o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter...

Indústria perde terreno nas exportações

...ia sofre com a valorização do câmbio. Muitos dos seus custos, como mão de obra, são em real”, exemplifica o economista André Nunes, que retratou os principais efeitos da crise sobre as exportações em recente publicação. Nunes aponta por outro lado, fator positivo que ajudou a amenizar maior dano da desaceleração mundial por produtos industrializados. O Estado diversificou seus destinos, ampliando de 168 países, em 2000, para 192 em 2009. “A maior concorrência em mercados tradicionais levou os gaúchos a buscar novos compradores”, cita Nunes, reforçando o crescimento entre asiáticos e mesmo alguns europeus e latino-americanos. Rússia, que estava em 35º lugar em 2000, está agora em sexto. Bélgica que era 14º cliente há dez anos e 18º em 2005, subiu para quarto no primeiro semestre. O economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE) Adalberto Maia acredita em melhoria nos negócios industriais no segundo semestre. Maia observa que junho mostrou, pela primeira vez em oito meses, crescimento do volume exportado em 3,1% nos manufaturados. “Prova que a demanda pode estar retomando um ritmo melhor.” A soja em grão foi a vedete até agora em 2009 e escala posi...

Países do Mercosul querem comércio com moedas locais até 2010

...ui os custos de transação com câmbio – o que o torna uma opção interessante para pequenas e médias empresas. Mesmo com a economia prevista com a adoção da mudança, o sistema de pagamentos em moedas locais ainda não conquistou as empresas brasileiras e argentinas. De acordo com as estatísticas do Banco Central do Brasil, os pagamentos realizados por meio do sistema de moedas locais não chegam a 5% do fluxo comercial entre os dois países. “O dólar ainda é a moeda preferida e dificilmente esse cenário mudará por uma decisão política”, disse à BBC Brasil uma fonte do Ministério da Fazenda. “Exportadores querem receber em moeda americana, pois sabem que a moeda, ainda que esteja desvalorizada, é a que tem liquidez no mercado”, acrescentou. “Descrédito” A Cúpula do Mercosul acontece em meio a dúvidas sobre o futuro do bloco, sobretudo em função da falta de consenso entre os governantes. O chanceler do Paraguai, Héctor Lacgonata, disse que o Mercosul sofre de um “crescente descrédito”e que o “desencanto quanto ao bloco está generalizado”. O governo argentino tem sido o principal alvo de críticas em Assunção. Com o agravamento da crise internacional, o país adotou medidas protecionistas que afetaram inclusive seus parceiros comerciais no Mercosul. Com informações Portal Uai...

CÂMBIO: Em leve queda, dólar fecha cotado a R$ 1,906

...s no mercado interbancário de câmbio em leve queda de 0,05%, cotado a R$ 1,904 na compra e R$ 1,906 na venda. Ao longo do dia, a divisa oscilou entre ...

Mercosul aposta na ampliação da moeda local em transações

...mpregar moedas locais no intercâmbio comercial. O SML entre o Brasil e a Argentina está em operação desde outubro de 2008, mas até agora sua participação no comércio total é muito baixa, informou Ivan Ramalho, secretário-geral do Ministério do Planejamento. As operações por meio do SML representam somente 1,25% de toda negociação entre os países. Segundo o Banco Central brasileiro o comércio pelo sistema apresenta vantagem para o Brasil, quadro inverso do apresentado na balança comercial. Entre janeiro e junho deste ano foram exportados R$ 122.5 milhões contra compra de R$ 1.2 mi...

Dólar quebra sequência de seis quedas e sobe 0,21%

... setembro de 2008. "A taxa de câmbio ainda encontra resistência para se manter abaixo de R$ 1,90, com o Banco Central realizando leilões de compra de dólares para segurar a taxa nesse patamar", afirma o operador de câmbio da SLW Corretora Hélio Nardi. No cenário internacional, o chairman do FED alertou que o desemprego deve permanecer alto até 2011, o que pode enfraquecer a frágil confiança do consumidor, comprometendo potencialmente o que se espera ser uma recuperação bastante gradual. O discurso de Bernake a parlamentares americanos reduziu o otimismo dos i...

CÂMBIO: Cenário externo favorece nova queda do dólar

SÃO PAULO, 20 de julho de 2009 - O dólar recuou ne

Indústria de SC busca diversificação dos negócios com a Rússia

...l e a Rússia por meio de intercâmbio de pesquisadores. "Colocamos a CNI à disposição para atender às demandas que possam surgir. Mostramos o potencial que tem a entidade, que congrega 440 mil indústrias ligadas a mais de mil sindicatos", disse Corrêa. "Também ressaltamos que Santa Catarina possui status de livre de febre aftosa sem vacinação, o que é um diferencial sanitário que credencia o estado a ampliar as exportações de carne suína", acrescentou. No segundo encontro, realizado na Câmara de Comércio e Indústria da Federação da Rússia, a missão participou do Seminário de Divulgação de Projetos Prioritários do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Na reunião, que teve a participação de representantes de diversos ministérios dos dois países, o presidente da FIESC apresentou os números que mostram a força da indústria brasileira. A apresentação mostrou que o Brasil, que tem a quinta maior população do mundo, possui uma indústria diversificada e competitiva. O setor responde por 28% do Produto Interno bruto Brasileiro (PIB) e 70% das exportações...

CÂMBIO: Após sobe e desce, dólar fecha praticamente estável

São Paulo, 17 de julho de 2009 - Após sobe e desce

CÂMBIO: Cautela prevalece, mas dólar fecha em leve queda

...volatilidade aos mercados. No câmbio, o dólar comercial oscilou entre a mínima de R$ 1,925 e a máxima de R$ 1,941, até fechar o dia em baixa de 0,36%, vendido a R$ 1,93. A melhora das bolsas contribuiu com o movimento. Segundo analistas, apesar do noticiário favor...

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

... do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI ) aprovado pela Circular BCB nº 3.280/05 e alterações. Luiz Martins Garcia Economista com Especialização em Comércio Exterior/Exportação...

CÂMBIO: Dólar recua pelo terceiro dia e fica abaixo de R$ 1,95

SÃO PAULO, 15 de julho de 2009 - O dólar recuou pe

CÂMBIO: Dólar recua pelo segundo dia consecutivo

SÃO PAULO, 14 de julho de 2009 - O dólar recuou pe

CÂMBIO: Dólar cai mais de 1% e fecha cotado a R$ 1,98

SÃO PAULO, 13 de julho de 2009 - O dólar comercial

CÂMBIO: Dólar sobe 0,4% com volatilidade nas bolsas

SÃO PAULO, 10 de julho de 2009 - O dólar chegou ao

Crise internacional reduz número de empresas exportadoras

... rentabilidade provocada pelo câmbio. As pequenas abandonaram o mercado por causa do dólar baixo. Fonte: Agências...

CÂMBIO: Dólar recua e fecha vendido a R$ 1,993

SÃO PAULO, 9 de julho de 2009 - A divisa norte-ame

Cresce o número de pequeno importador

...s acompanharam o movimento do câmbio. Para Castro, a valorização do real ocorrida a partir de maio ainda não teve impacto nas compras internacionais, o que deve ocorrer somente a partir de agosto. “Não tem explicação. Não foi o câmbio. Até março, o câmbio desestimulava as importações”, afirmou. RECUO O levantamento do ministério mostra ainda que o número de empresas exportadoras diminuiu de 16.761, nos primeiros seis meses de 2008, para 16.041 no primeiro semestre deste ano. Para o governo, o fato é explicado pela retração no mercado mundial. “É uma variação normal. Desde 2005, vem caindo o número de empresas exportadoras”, avaliou Faria. O secretário adjunto do ministério, no entanto, avalia que os motivos das empresas para deixar o mercado este ano são diferentes do ano passado. Em 2008, a explicação foi valorização do real que diminuiu a rentabilidade das empresas exportadoras. Em 2009, a explicação é a retração da demanda no mercado mundial, provocada pela crise financeira. Além disso, este ano a queda no número de empresas vem acompanhada da redução das vendas, ao contrário dos anos anteriores, quando as exportações cresciam. Um estudo do ministério detalhando os dados de 2008, que será divulgado até o fim do mês, mostra que as micro e pequenas empresas perderam espaço na pauta exportadora enquanto as grandes aumentaram sua participação. Faria acredita que a concentração nas grandes empresas ocorreu por causa da elevação dos preços das commodities no ano passado, que compensou a perda de rentabilidade provocada pelo câmbio. As pequenas abandonaram o mercado por causa do dólar baixo. O Ministério da Indústria...

Exportações gaúchas recuam 23% no semestre

...osição comprada no mercado de câmbio, bancos inverteram a estratégia e passaram a ficar vendidos nesse segmento. Dados relativos ao mês de junho divulgados pelo BC mostram que no fim do mês passado o conjunto das instituições financeiras estava vendido em US$ 524,4 milhões. Em maio, os bancos estavam comprados em US$ 1,338 bilhão e, em junho de 2008, essa posição comprada somava US$ 7,336 bilhões. A última vez em que os bancos mantiveram posição vendida no mercado cambial foi em julho de 2007, quando o montante somava US$ 2,740 bilhões. Dados do BC revelaram também que as compras de dólar realizadas diariamente pela autoridade monetária no mercado cambial à vista aumentaram as reservas internacionais em US$ 3,247 bilhões em junho. Os números divulgados ontem mostram que essas intervenções ganharam fôlego nos últimos dias do mês. Segundo o BC, a compra realizada em 26 de junho somou exatamente US$ 1 bilhão. No dia anterior, a intervenção totalizou US$ 558 milhões. Dessa forma, o impacto das compras desses dois dias respondeu por 48% de todo o montante registrado no mês. Dados preliminares dos três primeiros dias de julho mostram que as intervenções geraram impacto adicional de US$ 133 milhões nas reservas no atual mês. Desde que as compras começaram em 8 de maio, essas intervenções somaram US$ 6,128 bilhões. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Análise Conjuntural de mercado

O mercado de câmbio brasileiro confirma o viés de apreciação do...

CÂMBIO: Dólar se firma em alta e volta aos R$ 2

SÃO PAULO, 8 de julho de 2009 - Em dia de poucos i

Fluxo cambial fica positivo em US$ 2,6 bi no 1º semestre

...C no mercado interbancário de câmbio aumentaram as reservas internacionais brasileiras em US$ 3,247 bilhões em junho. Dados divulgados hoje pelo BC mostram que essas intervenções ganharam fôlego nos últimos dias do mês passado. Segundo os dados do BC, a compra realizada em 26 de junho somou exatamente US$ 1 bilhão. No dia anterior, 25, a intervenção totalizou US$ 558 milhões. Dessa forma, o impacto das compras desses dois dias respondeu por 48% de todo o montante registrado no mês. Dados preliminares dos três primeiros dias de julho mostram que as intervenções geraram impacto adicional de US$ 133 milhões nas reservas no atual mês. Desde que as compras recomeçaram em 8 de maio, essas intervenções somaram US$ 6,128 bilhões. Com informações Agência Estado...

CÂMBIO: Dólar vira e fecha em alta de 1,53%

...amente, impôs pressão sobre o câmbio as compras do Banco Central (BC). Logo no começo do dia, a autoridade monetária entrou no mercado e adquiriu divisas a uma taxa média de R$ 1,9590. Em meio ao cenário internacional instável, os players avaliaram uma possível elevação do rating brasileiro pela agência de classificação de risco Moody"s. Para a corretora NGO, o fato da agência elevar o rating do País à investment grade não deverá gerar novos investimentos."Simplesmente será um fato que ganha destaque por ocorrer num ambiente de crise internacional relevante. Uma decisão oportunista visando resgatar um erro de avaliação cometido no tempo, quando não considerou corretamente as virtudes estruturais do País", destaca a corretora em relatório. De acordo com a NGO, deverá ocorrer uma retração no fluxo de investimentos externos direcionados...

Exportação de industrializados dá sinais de reação

...edida que o crédito voltou, o câmbio estabilizou, e os estoques globais acumulados acabaram. Mas o nível é inferior ao de antes da crise. Em relação ao primeiro semestre de 2008, o Brasil exportou quase um terço a menos de manufaturados de janeiro a junho. Em junho, o Brasil exportou 154% mais aviões que em maio, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Para automóveis, a...

Exportações se recuperam

...edida que o crédito voltou, o câmbio se estabilizou e os estoques globais acumulados acabaram. Mas o nível ainda é inferior ao de antes da crise. Em junho, o Brasil exportou 154% mais aviões que em maio, segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Para automóveis, a alta foi de 15%. Os embarques de celulares e de laminados de ferro e aço cresceram 24% e 82% respectivament...

Com feriado nos EUA, dólar fecha quase estável ante real

...cou João Medeiros, diretor de câmbio da Pioneer Corretora. As cotações do mercado de câmbio doméstico pouco oscilaram, variando entre queda de 0,26% e alta de 0,20%. Na BMF Bovespa, o volume de dólar negociado no segmento à vista girava em torno de US$ 1,1 bilhão, segundo dados preliminares. Com o feriado pela Independência dos Estados Unidos, comemorado em 4 de julho, os mercados americanos, que servem de referência global, ficaram fechados. Sem essa referência, as atenções se voltaram mais para os dados ...

Economia da América Latina encolherá até 2,5% neste ano, diz Banco Mundial

...um manejo flexível do tipo de câmbio. "Além disso, passam por uma boa base no que diz respeito à proteção social", estimou. Zoellick ponderou, no entanto, que o bom panorama não significa que estes países vão escapar incólumes da crise, mas "têm mais flexibilidade como para combatê-la". "Um dos desafios que vários países vão ter que enfrentar é a dificuldade para ter acesso ao financiamento internacional para apoiar alguns de seus programas", alertou. Zoellick lembrou ainda que a América Latina foi a região que mais recebeu recursos do Banco Mundial no ano fiscal concluído na última quarta-feira (1), com mais de US$ 17 bilhões de um total de US$ 59 bilhões investidos em todo o mundo. Pobreza e desemprego A crise global, segundo o Bird, vai atingir a região em cinco aspectos: a América Latina registrará a primeira recessão em sete anos, a pobreza e o desemprego aumentarão, o financiamento externo ficará menor e vai cair o valor das remessas enviadas pelos trabalhadores imigrantes, uma fonte de financiamento importante para alguns países. Para 2010, o Bird prevê um retorno lento do crescimento, que será de entre 1% e 2%, mas desigual entre os países da região. A pobreza vai aumentar 1,1%, já que a crise empurrará mais de oito milhões de latinoamericanos à pobreza. Em 2...

Dólar sobe 1,1% e fecha cotado a R$ 1,95

... realidade hoje o mercado (de câmbio) seguiu o movimento lá de fora. Os números de desemprego nos Estados Unidos vieram piores que o esperado e isso mexeu com o dólar aqui", avaliou Francisco Carvalho, gerente de câmbio da Corretora Liquidez. O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira o corte de 467 mil postos de trabalho em junho,...

Dólar fecha em queda com otimismo nos mercados, a R$ 1,93

...que os negócios no mercado de câmbio doméstico de encerraram, mesmo movimento seguido pelo principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo. Na zona do euro, os números da indústria também revelaram um arrefecimento na contração das economias do bloco pelo quarto mês consecutivo. A China também colaborou com o bom humor dos investidores, ao divulgar que o índice de atividade industrial manufatureira subiu em junho, na quarta alta consecutiva. Nassar, da Hencorp Commcor Corretora, citou ainda um movimento de ingresso de recursos no mercado de câmbio doméstico como fator de baixa para o dólar nesta sessão. A desvalorização do dólar no cenário internacional também colaborou para a baixa das cotações do dólar no câmbio local. "No mercado externo, praticamente todos as principais moedas apresentam valorização ante ao dólar, com o euro exibindo forte ganhos", afirmou João Medeiros, diretor de câmbio da Pioneer Corretora. Frente a uma cesta com as principais divisas mundiais, a divisa dos EUA per...

CÂMBIO: Dólar fecha em leve queda, vendido a R$ 1,962

SÃO PAULO, 30 de junho de 2009 - O dólar comercial

Governo prepara novo pacote para incentivar exportações

...se sentido. "Imposto retido e câmbio são alívios para o exportador", destaca Júlio Almeida, diretor executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). "A vida do exportador especialmente de manufaturados, diante da dificuldade do quadro externo poderia melhorar", acrescenta. Apesar a necessidade, Almeida não vê o Executivo seguindo este caminho. Se as apostas dos bastidores se concretizarem, o governo acertará dois setores afetados pela crise: a indústria e as exportações. Lembrando apenas que o tributos negociados, tanto pelo setor de bens de capital como pelos exportadores, têm um peso expressivo na arrecadação. Em maio, o PIS/Cofins, na receita administrada, representou cerca de 23% do total. Para o economista da Tendências Consultoria, Felipe Salto, os espaços fiscais para o governo atuar com não são muitos. No caso específico das ações voltadas aos bens de capital, Salto vê a vantagem de que a medida seria homogênea e estimularia os investimento no setor privado. O economista ressalta que a disposição da equipe econômica de apresentar novas medidas coincide com as chances de escalonar as alíquotas do IPI dos automóveis. Produção x exportação Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) mostra que a retração das exportações foi responsável por metade da queda na produção industrial nos seis meses seguintes ao agravamento da crise internacional. No caso da indústria de transformação, o efeito total foi ainda maior, com as vendas ao exterior respondendo por 55% da redução na produção. "Da queda da produção industrial, cerca de 30% é efeito direto do recuo de exportação, e outros 20% de efeit...

Análise conjuntual de mercado

O mercado de câmbio se preparou nos últimos dias para receber o...

Dólar fecha em alta de 1,24%, vendido a R$ 1,964

...posições no mercado futuro de câmbio, passando a ficar "vendidos" em dólares desde o dia 25. Nehme destacou que o dólar recuou na semana passada por conta da participação de investidores estrangeiros na oferta de ações da VisaNet, que levantou R$ 8,4 bilhões. Mas essa pressão para a queda da moeda americana, segundo ele, foi se reduzindo com os investidores buscando "corrigir" suas posições. Na roda de dólar à vista na BMF Bovespa, o volume de dólares negociado somava cerca de US$ 1,3 bilhão, segundo dados preliminares. Apesar do avanço verificado nesta sessão, crescem as apostas de investidores estrangeiros na queda da moeda americana. Um dos sinais para isso é a reversão das posições desses investidores no mercado futuro. De acordo com os dados mais recentes da...

SIMPLES DE EXPORTAR E IMPORTAR

... junto a mesa de operações de câmbio em SP e no RS (contate-nos e saiba como podemos maximizar os ganhos financeiros para sua empresa e ainda reduzir ou zerar suas tarifas bancárias cambiais); - Serviços de prospecção de mercado e informações mercadológicas de extrema utilidade para o desenvolvimento de novos negócios e acompan...

CÂMBIO: Dólar fecha em baixa após dia de intensa volatilidade

... junho de 2009 - O mercado de câmbio operou com volatilidade nesta sexta-feira, acompanhando a i...

Exportações de couros somaram US$ 399,57 milhões até maio

...diantamento sobre Contrato de Câmbio), agilização nos ressarcimentos de créditos de exportação e autorização da compensação automática de créditos fiscais”, reitera o presidente do CICB. Luiz Bittencourt explica que a indústria brasileira do couro vem adotando medidas para se adaptar a este tempo de incerteza da economia internacional, e que se tais medidas não forem implementadas corre-se o risco do sucateamento de parte significativa de um parque industrial. O executivo salienta o inestimável apoio estratégico da ApexBrasil – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos para a forte expressão econômica do segmento que movimentou US$ 1,8 bilhão, ano passado e contribuiu em 7% para o saldo da balança comercial brasileira. Índia, Paraguai e Líbano aumentam as importações de couro - Em maio, os principais destinos do couro brasileiro foram a China e Hong Kong, ambos com US$ 139,78 milhões (35% de participação); Itália, com US$ 97,62 milhões (24,43% de participação); Estados Unidos, US$ 30,67 milhões (7,68%), Vietnã, com US$ 17,25 milhões (4,32%), México, US$ 12,48 milhões (3,12%) e Alemanha, com US$ 11,7 milhões (2,93%). Neste quinto mês do ano, a Índia aumentou suas compras (12%), somando US$ 4,9 milhões, enquanto o Paraguai continua sendo um dos mercados que mais cresceu (320%), adquirindo US$ 755,37 mil, seguido do Líbano que importou US$ 167,44 mil (incremento de 343%), além da Guatemala (518%), com US$ 42,64 mil. Belarus (ex-República da antiga União Soviética, situada no centro-nordeste da Europa) também foi outro país que aumentou 21,1 vezes as compras do produto nacional, totalizando US$ 20,5 mil. O Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) é uma entidade federativa que representa, há 52 anos, cerca de 800 empresas de produção e processamento de couro. O complexo industrial emprega cerca de 50 mil pessoas, movimenta um PIB estimado em US$ 3,5 bilhões e recolheu impostos da ordem de US$ 1 bilhão em 2007. Principais estados exportadores - O balanço das vendas externas de couros dos estados brasileiros no quin...

Dólar cai quase 2% e fecha cotado a R$ 1,94

...momento em que os negócios no câmbio doméstico se encerraram. No Brasil, o principal indicador da bolsa de São Paulo seguia o bom humor de Wall Street e avançava mais de 3%. O recuo do dólar no mercado doméstico acompanhou a desvalorização da divisa. Frente a uma cesta com as principais moedas mundiais, o dólar caía 0,3% no final da tarde. Para Rodrigo Nassar, gerente da mesa financeira da Hencorp Commcor Corretora, a expectativa de que a oferta pública de ações da VisaNet traga mais recursos ao mercado brasileiro ajudou a derrubar as cotações do dólar nesta sessão. A oferta de ações (IPO, na sigla em inglês) que os acionistas da administradora de cartões de crédito VisaNet farão este mês pode movimentar até quase R$ 10 bilhões. Durante a tarde, o Banco Central anunciou que fará nesta sessão pesquisa de demanda objetivando avaliar as con...

Governo vai anunciar criação de banco de exportação

...ividade nominal decorrente do câmbio desfavorável. Avalia-se que o momento para bancar o projeto do Ex-Im Bank é oportuno, porque além de atacar o problema de falta de crédito para o setor exportados - um dos mais combalidos pela turbulência econômica - sem mexer na estrutura de arrecadação do governo, a proposta encontra apoio no Congresso Nacional. Além disso, nos bastidores da Fazenda, corre que o ministro Guido Mantega haveria avisado que a onda de desonerações havia acabado, que o caminho agora seria atuação em outras frentes. O aviso parece que será seguido. A idéia articulada pelo governo, parlamentares e exportadores é que a exemplo do que existe nos Estados Unidos e em países como Japão, Índia e China, o Brasil conte com uma estrutura administrativa, como o Ex-Im Bank. Ou...

Dólar vira no final da sessão e fecha em leve alta de 0,05%

...liou Jorge Knauer, gerente de câmbio do banco Prosper. O FED avaliou que a economia americana permanecerá fraca por algum tempo, apesar de ter notado um abrandamento da contração. De imediato, os investidores entenderam a leitura do banco central americano como negativa, o que pesou sobre Wall Street. O índice Dow Jones caía 0,4% no final da tarde, enquanto o Standard & Poor"s 500 e o Nasdaq reduziram os ganhos. O principal indicador da bolsa paulista monitorava o movimento desencontrado do mercado americano e caía perto de 0,5%. Ante uma cesta com as principais moedas mundiais, o dólar ampliava a alta para 0,9% no fim da tarde. Segundo Marcos Forgione, operador de câmbio da B&T Corretora de Câmbio, uma vez que as considerações do FED trouxeram incerteza aos m...

Dólar vira no final da sessão e fecha em leve alta de 0,05%

...liou Jorge Knauer, gerente de câmbio do banco Prosper. O FED avaliou que a economia americana permanecerá fraca por algum tempo, apesar de ter notado um abrandamento da contração. De imediato, os investidores entenderam a leitura do banco central americano como negativa, o que pesou sobre Wall Street. O índice Dow Jones caía 0,4% no final da tarde, enquanto o Standard & Poor"s 500 e o Nasdaq reduziram os ganhos. O principal indicador da bolsa paulista monitorava o movimento desencontrado do mercado americano e caía perto de 0,5%. Ante uma cesta com as principais moedas mundiais, o dólar ampliava a alta para 0,9% no fim da tarde. Segundo Marcos Forgione, operador de câmbio da B&T Corretora de Câmbio, uma vez que as considerações do FED trouxeram incerteza aos m...

Governo prepara novo pacote para incentivar exportações

...se sentido. "Imposto retido e câmbio são alívios para o exportador", destaca Júlio Almeida, diretor executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). "A vida do exportador especialmente de manufaturados, diante da dificuldade do quadro externo poderia melhorar", acrescenta. Apesar a necessidade, Almeida não vê o Executivo seguindo este caminho. Se as apostas dos bastidores se concretizarem, o governo acertará dois setores afetados pela crise: a indústria e as exportações. Lembrando apenas que o tributos negociados, tanto pelo setor de bens de capital como pelos exportadores, têm um peso expressivo na arrecadação. Em maio, o PIS/Cofins, na receita administrada, representou cerca de 23% do total. Para o economista da Tendências Consultoria, Felipe Salto, os espaços fiscais para o governo atuar com não são muitos. No caso específico das ações voltadas aos bens de capital, Salto vê a vantagem de que a medida seria homogênea e estimularia os investimento no setor privado. O economista ressalta que a disposição da equipe econômica de apresentar novas medidas coincide com as chances de escalonar as alíquotas do IPI dos automóveis. Produção x exportação Estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) mostra que a retração das exportações foi responsável por metade da queda na produção industrial nos seis meses seguintes ao agravamento da crise internacional. No caso da indústria de transformação, o efeito total foi ainda maior, com as vendas ao exterior respondendo por 55% da redução na produção. "Da queda da produção industrial, cerca de 30% é efeito direto do recuo de exportação, e outros 20% de efeit...

Importação de insumos cresce em maio

...nor medida, da valorização do câmbio. No mês passado, o volume de compras externas de bens intermediários (como produtos químicos, aço, e borracha) cresceu 1,8% em relação a abril, feito o ajuste sazonal. A alta, ainda que modesta, é a...

País já foi o 2º maior parceiro comercial

...japonês para estimular o intercâmbio comercial entre o Japão e demais países, lembra que em 2007, os investimentos diretos japoneses ao Brasil totalizaram apenas US$ 464,63 milhões, 1,4% dos aportes totais estrangeiros no país. No ano passado, o volume saltou para US$ 4,09 bilhões, quarto país com maior valor de investimento, alcançando fatia de 9,3% do total de aporte estrangeiro. Para Oiwa, 2009 não deve repetir o mesmo volume de investimentos, mas as consultas demonstram que as atenções nipônicas em relação ao Brasil estão em alta. “Interesse nesse nível só existiu nas décadas de 70 e 80.”(MW) Fonte: Valor Econômico...

Apesar da crise, câmbio e renda puxam importação

...reço do bacalhau depois que o câmbio estourou", conta Benelli. Segundo Sylvio Mandel, presidente da Associação Brasileira da Empresas do Varejo Têxtil (Abeim), que reúne redes como C&A, Riachuelo e Lojas Renner, a cotação atual do dólar favorece a importação. "Quando a coleção de inverno chegou, o dólar estava a R$ 2,4, agora baixou para R$ 1,95, o que é bom, mas ninguém vai comprar só para aproveitar preço, porque estamos com o pé no chão", disse. Segundo ele, as vendas de junho têm sido "excelentes" por causa do frio, com alta de 30% a 35% ante o mesmo mês de 2008. Fernando Ribeiro, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), explica que as importações de bens de consumo não-duráveis seguem o desempenho do varejo, porque dependem da renda, que foi preservada pelo aumento do salário mínimo e pela inflação controlada. Para Fernando Sampaio, economista da LCA Consultores, o dólar barato vai favorecer a importação de bens de consumo, porque reduz preços num momento que a demanda volta a crescer. O esforço exportador da China também vai incentivar as importações do Brasil, um dos poucos mercados do mundo que cresce em meio à crise. Por O Estado de São Paulo - SP...

CÂMBIO: Investidores se retraem e levam dólar a R$ 2,02

...essa que pressionou a taxa de câmbio no Brasil. De acordo com o Banco Mundial, o Produto Interno Bruto (PIB) global deve cair 2,9% neste ano, ante projeções de 1,7%. Para 2010, a previsão de crescimento passou de 2,3% para 2%. Tais números são piores do que os previstos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), atualmente em -1,3% e 2,4% para 2009 e 2010, respectivamente. "Neste contexto de fragilidade econômica e sob a perspectiva de lenta recuperação, o apetite ao risco volta a se reduzir, após o período positivo observado entre abril e maio", avalia o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto. O especialista com...

Enfim, temos uma moeda

... forte. Mesmo num ambiente de câmbio flutuante, sem a fixação arbitrária da cotação pelo governo, foi a moeda que mais se valorizou nos últimos cinco anos. De janeiro de 2005 a junho de 2009, ganhou 28,5% em relação ao dólar. Até julho de 2008, antes da bolha de Wall Street estourar, a valorização chegou a 60%. Parte desse fenômeno se deveu à conjuntura, que aliava um excesso de recursos passeando no mundo em busca de maior rentabilidade a uma taxa de juros bastante alta no Brasil. Com o enorme fluxo de capital para o país, o dólar perdeu valor. Também influiu nesse processo a melhora estrut...

CÂMBIO: Dólar acompanha bolsas e fecha em leve baixa

...e índices. Especificamente no câmbio, o Banco Central (BC) voltou a leiloar contratos de swap cambial. Vendeu hoje o equivalente a US$ 351,8 milhões em operação em que a instituição oferece aos investidores a variação do dólar e recebe em troca a taxa básica de juros. No mercado à vista, comprou divisas a uma taxa média de R$ 1,9583. (Simone e Silva Bernardino - IN) ...

Exportações de couros recuam 55% nos cinco primeiros meses de 2009

...diantamento sobre Contrato de Câmbio), agilização nos ressarcimentos de créditos de exportação e autorização da compensação automática de créditos fiscais, reitera o presidente do CICB. Luiz Bittencourt explica que a indústria brasileira do couro vem adotando medidas para se adaptar a este tempo de incerteza da economia internacional, e que se tais medidas não forem implementadas corre-se o risco do sucateamento de parte significativa de um parque industrial. O executivo salienta o inestimável apoio estratégico da ApexBrasil Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos para a forte expressão econômica do segmento que movimentou US$ 1,8 bilhão, ano passado e contribuiu em 7% para o saldo da balança comercial brasileira. As informações partem do CICB. Com informações Portal Último Segundo...

QUESTÕES - CÂMBIO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms...

Dólar fecha em leve baixa, a R$ 1,964

...Branca. Segundo a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares, a queda do preço das commodities e as incertezas quanto a recuperação da economia sustentavam a alta no mercado interno mais cedo. "A discussão sobre a perspectiva de aumento da inflação nos Estados Unidos versus o crescimento econômico levantaram dúvidas se o apetite por ativos de maior risco, verificados nas últimas semanas, teria sustentação." No mercado financeiro internacional, antes do anúncio do presidente norte-americano, as bolsas de valores da Europa terminaram em queda pela quarta sessão consecutiva, conduzidas por ações do setor b...

TENHA MAIS GANHOS FINANCEIROS COM SEUS CÂMBIOS

...s de tratar seus contratos de câmbio de forma que possa reduzir seus custos atuais, deixar de se envolver com tr...

Arroz: brasil exporta mais de 250 mil toneladas no trimestre

...preços bem mais acomodados, o câmbio valorizado e a maior oferta no mercado mundial são questões que estão dificultando as vendas externas. Dentro desta nova realidade, nesta semana, a cadeia produtiva de arroz do RS estará reunida para propor mecanismos para aumentar a competitividade nas exportações do cereal", assinala Tavares. As informações são do IRGA. Com informações Portal Último Segundo...

CÂMBIO: Otimismo cede lugar à cautela e dólar sobe

SÃO PAULO, 16 de junho de 2009 - Durou pouco o bom

Exportação em queda puxa recuo da indústria

... nesse cenário. "Se a taxa de câmbio estiver muito barata, a indústria pode optar por importar insumos, fazendo com que a recuperação da cadeia seja mais lenta." Com informações do Jornal Folha de S. Paulo...

Dólar sobe 1,4% e fecha o dia cotado a R$ 1,95

... economia. Para o analista de câmbio da Liquidez Corretora, Mário Paiva, a alta do dólar refletiu o movimento de realização de lucro no mercado acionário. "A alta de hoje foi pontual, mas a tendência de queda predomina." Os índices da Bolsa de Valores de Nova York cediam mais de 2% no momento em que os negócios no mercado de câmbio doméstico se encerraram. O mau humor lá fora contaminava a bolsa paulista, que recuava 3%. Na Europa, os mercados acionários terminaram em queda, depois de o Banco Central Europeu (BCE) informar que os bancos da zona do euro enfrentam potenciais novas baixas contábeis no valor de US$ 283 bilhões até o final de 2010. A valorização do dólar no mercado doméstico ocorreu em linha com uma alta global. Frente a uma cesta com as principais divisas mundiais, a moeda dos Estados Unidos subia 1,3% no final da tarde. O dólar ganhou terreno após a Rússia expressar confiança na divisa americana. Durante encontro dos ministro...

QUESTÕES - CÂMBIO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms...

CÂMBIO: Dólar sobe e fecha vendido a R$ 1,927

SÃO PAULO, 12 de junho de 2009 - O dólar comercial

Funcex: rentabilidade de exportador já caiu 12% este ano

...ombinação de preços em queda, câmbio sobrevalorizado e demanda mundial fraca, a rentabilidade d...

A importância do câmbio flutuante

... convivem bem com o regime de câmbio flutuante, vigente no país há mais de dez anos. Esse regime é, ao lado da responsabilidade fiscal e do sistema de metas para inflação, um dos pilares da política econômica que permitiu ao Brasil sair das crises de 1999 e 2002, acelera...

Câmbio afeta exportação brasileira de carne suína

Os embarques de carne suína do país somaram 51.760

CÂMBIO: Instabilidade marca negócios e dólar sobe

...AULO, 10 de junho de 2009 - O câmbio operou instável nesta quarta-feira, à espera da ...

Exportação de carne suína cai 12% em maio; no ano, alta é de 10%

...ECS, Pedro de Camargo Neto. O câmbio, segundo ele, é a principal preocupação do setor. Segundo a entidade, a gripe A (H1N1) não trouxe prejuízos ao setor. "A cotação da moeda norte-americana, abaixo de R$ 2, significa prejuízo certo, e infelizmente as autoridades monetárias parecem não demonstrar preocupação com relação a isso", dispara. "Embora os volumes que serão exportados em 2009 permaneçam, a baixa lucratividade do setor deve provocar reflexos na produção e exportação futuras." O preço médio da carne suína brasileira no mercado internacional, em maio, recuou quase 30% em relação a maio de 2008. De janeiro a maio deste ano, o Brasil exportou 240,55 mil toneladas, que corresponderam a cerca de US$ 480 milhões. No mesmo intervalo de 2008, o país exportou cerca de 219 mil toneladas, mas faturou US$ 560, 36 milhões. Os principais compradores da carne suína brasileira foram Rússia, Hong Kong, Angola, Argentina, Cingapura, Ucrânia, Albânia e Uruguai. Por...

Notícia do PIB contribui com queda do dólar

...iro trimestre trouxe ânimo ao câmbio doméstico, o que associado ao enfraquecimento global do dólar colocou o real de volta em rota de recuperação. Após oscilar entre as pontas de R$ 1,935 e R$ 1,...

CÂMBIO: Dólar sobe pelo 2º dia, mas se mantém abaixo de R$ 2

SÃO PAULO, 8 de junho de 2009 - O dólar subiu com

Crise afeta comércio entre Brasil-Europa

...mpacto que o patamar atual do câmbio pode exercer sobre as exportações brasileiras. O que sabemos é que, como os contratos são fechados com certa antecedência, o patamar atual ainda não afetou os índices da balança e, se afetar, só registraremos daqui 60 ou 90 dias. Porém, ressalto que o câmbio não tem o mesmo efeito sobre os diversos setores da economia. Segmentos intensivos em mão-de-obra como têxteis, calçados e móveis sofrem mais com a valorização do real que demais setores – explica Barral. Nesta linha, desenha-se o quadro em que, em vista da crise, reduz-se o volume das exportações, como um todo e em especial para a União Europeia. Os exportadores brasileiros recebem menos por conta da redução de volumes embarcados para o exterior, em função da queda de demanda. E, além disso, a receita das vendas em real é reduzida em quase 20%, tendo-se em conta que são efetuadas em dólar, que, em dezembro passado valia R$ 2,39 e na última semana tinha sua cotação na faixa de R$ 1,90. O vice-presidente da Associação de Comércio exterior do Brasil, Josá Augusto de Castro analisa este contexto explicando que a União Europeia compra do Brasil basicamente commodities, cujos preços, depois do aquecimento registrado em meados do ano passado, entraram em espiral descendente. – Com a baixa dos preços das commodities, que representam cerca de 80% das vendas para a Europa, aliada a uma retração de demanda, a queda nos volumes de exportação é...

Euro forte não desbanca dólar na América Latina

...e os investidores procuram em câmbio. Os Bancos Centrais, bem como os investidores privados, procuram reservas de fácil compra e venda, o que é fundamental, por exemplo, quando o agente regulador precisa fazer intervenção para evitar grandes apreciações ou depreciações da moeda local – como o BC do Brasil tem feito constantemente, desde o início da crise, através de leilões e swaps cambiais, que equilibrem real e dólar. Essa preferência se dá por conta da liquidez da moeda norte-americana no país, já que as transações comerciais internacionais e operações de mercado de capitais são feitas com base em contratos em dólar. Haja visto as perdas registradas por companhias como Sadia e Aracruz em derivativos cuja exposição era ao dólar. Além disso, o BC compõe as reservas conforme a composição da dívida. Alem de não afetar reservas, a variação da moeda europeia tambem deve ter pouco impacto nas transações comerciais. – Não acredito que esse movimento seja muito relevante para o comércio exterior com a zona euro. Primeiro, porque parte da apreciação já ocorrida do real estaria sendo compensada por uma desvalorização do dólar com relação ao euro. Além disso, o fator dominante para a determinação das trocas comerciais nesse momento é a contração da demanda externa, e não a rentabilidade relativa das exportações – resume Loes. Fonte: JB...

Exportação de industrializado cairá 40% no semestre, diz Fiesp

...exportação, pois, mesmo com o câmbio valorizado, a Fiesp espera que as importações só cresçam significativamente quando a indústria retomar a produção. Fonte: Folha de São Paulo ...

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Análise de fluxo cambial

...ue foi agregado ao mercado de câmbio no mês  de maio, não sancionam a presunção predominante que tenham sido a razão causal da forte apreciação do real. As exportações revelaram retração enquanto as importações aumentaram o volume, porém esta não nos parece uma tendência e sim uma ocorrência pontual, já que a queda do preço do dólar pode ter contingenciado o ingresso de recursos oriundos de exportações realizadas sem prévia contratação de câmbio. Ainda assim, o fluxo comercial sustentou-se positivo em US$ 1.551 MM após ter alcançado US$. 4.917 MM em abril. O fluxo financeiro pela primeira vez no ano tornou-se positivo em US$ 1.583 MM, ...

Instabilidade marca negócios e dólar sobe

O câmbio doméstico operou com instabilidade nesta se...

Normas do Mercosul entram em vigor no País

... Convênio de Cooperação, Intercâmbio de Informações, Consulta de Dados e Assistência Mútua entre as Administrações Aduaneiras do Mercosul; c) 13/07: Valoração Aduaneira de Mercadorias; d) 01/08: Especificação de Características Técnicas da Infraestrutura Informática para o Intercâmbio Eletrônico de Informações de Operações Aduaneiras através do Sistema de Intercâmbio de Informação de Registros Aduaneiros - INDIRA; e e) 53/08: Regime Aduaneiro de Bagagem no Mercosul. 2. Resolução nº 28/05: Transporte de Encomendas em Ônibus de Passageiros de Linha Regular Habilitados para Viagens Internacionais. 3. Diretrizes: a) 32/08: Norma de Controle Aduaneiro nas Administrações Aduaneiras do Mercosul; b) 33/08: Norma relativa à Gestão de Risco Aduaneiro; e c) 34/08: Instrutivo para Preenchimento de Cer...

BC calcula perdas globais de US$ 4,1 trilhões na crise

...le, no entanto, admitiu que o câmbio valorizado no Brasil o preocupa, mas afirmou que não adianta tomar medidas inadequadas que não resolvem o problema. “Não adianta usar a arma errada”, destacou. Ao ser questionado sobre o que poderia ser feito para conter essa valorização do real, o ministro afirmou que o governo ainda está pensando em soluções. Mas destacou que ainda é muito cedo para alguma medida. “Você pode não estar diante de um fluxo permanente. É quase um desafogo da economia internacional que ficou reprimida por causa da crise e que agora está voltando. Então, eu acho que houve uma euforia que pode ser passageira e que, de repente, os investidores deixaram aplicação segura e pouco rentável do dólar e estão pensando em outras alternativas.” O ministro disse considerar muito bom que venha capital estrangeiro para a bolsa brasileira porque as empresas nacionais podem voltar a levantar recursos baratos para sua capitalização. “Acho importante que venha investimento direto externo porque vai mobilizar a economia. É o primeiro passo favorável. Eu não me arriscaria a fazer uma projeção que vai ser um fluxo devastador, que vai entrar um monte de capital”, acrescentou. . Fonte: Jornal do Comercio (RS)...

Dólar cai 1,07% e fecha o dia cotado a R$ 1,943

...ue as operações no mercado de câmbio se encerraram, o dólar caía ante uma cesta com as principais divisas globais. Nesta tarde, o Banco Central realizou mais um leilão de compra de dólares no mercado à vista, sem efeito significativo sobre as cotações. Desde 8 de maio, o BC tem feito esse tipo de operação em todas as sessões regulares. "Pelos volumes que o Banco Central tem comprado, não acredito que diretamente ele esteja tentando conter o dólar, apesar de achar que indiretamente o BC se preocupa sim com a valorização excessiva do real", considerou Lima. Na véspera, a autoridade monetária divulgou que comprou US$ 2,748 bilhões entre 8 e 27 de maio por meio dos leilões no mercado à vista. Lima acredita que em junho o dólar deve manter a trajetória de queda, caso os prognósticos otimistas para o Brasil se sustentem. Ele ponderou, entretanto, que a crise ainda não chegou ao fim. Fonte: Reuters...

Egito é um dos mercados prioritários para o Brasil

... deste século, a flutuação do câmbio, a taxa básica de juros, a acumulação de reservas, a transformação do país de devedor em credor internacional e as medidas adotadas para amenizar os efeitos da crise, como a liberação de parte do compulsório dos bancos. No BNDES, os egípcios se reuniram com o chefe do Departamento Regional Sul, Paulo Mizushima, e a advogada Ana Paula Paschini. No encontro, Neveen destacou que um dos objetivos da delegação é ampliar o relacionamento de negócios entre os dois países por meio das agências e órgãos de fomento. O BNDES financia desde projetos de infraestrutura tocados por empresas de grande porte, até pequenos empreendimentos levados adiante por microempresas, passando por operações de comércio exterior e investimentos de companhias nacionais lá fora. Outros integrantes da delegação tiveram ainda uma reunião com empresas do ramo de equipamentos médicos e hospitalares. Fonte: Apex-Brasil...

Dólar faz exportador cortar desconto e rever tabela de preços

Relações externas: Câmbio próximo a R$ 1,95 afeta empresas, com exceç...

Dólar interrompe série de 8 baixas e vai a R$ 1,96

...o e esse mau humor reflete no câmbio também. É natural que o dólar suba um pouco", avaliou Mario Paiva, analista de câmbio da Corretora Liquidez. Paiva considerou, entretanto, a alta desta quarta-feira como "pontual", acreditando que a tendência de baixa do dólar deve persistir caso as perspectivas para o Brasil continuem positivas. Em Wall Street, os investidores aproveitaram para embolsar ganhos após a queda dos preços do petróleo abater as ações de empresas do setor de energia. Também contribuía para a baixa das bolsas números que mostraram nova contração no setor de serviços. Os indicadores acionários em Nova York cederam e levaram o principal índice da bolsa paulista a despencar mais de 3%. A alta do dólar nesta sessã...

Crise econômica adia outra crise no País, a da logística de transporte

... dólares/tonelada. O salto do câmbio compensou a ineficiência logística, que não passou de “maquiagem” da crise logística. “Agora que o câmbio e os preços internacionais caíram a realidade aparece”. A próxima safra (2009-2010) deverá apresentar redução ante a de 2008-2009 que teve cerca de 140 mil de grãos. Para ele, esse desempenho é reflexo da crise econômica, da queda do dólar e dos problemas logísticos. Alerta, no entanto, que o crescimento do agronegócio é importante para o Brasil e que o setor é responsável pela “disseminação de riqueza”. A perspectiva de exportação do agronegócio para os próximos dez anos era de 190 milhões/toneladas. Mas a crise econômica de 2008 vai adiar esse desempenho por mais três anos. Analisando a crise A crise mundial atinge, diferentemente, os vários setores do País, segundo Luiz Antonio Fayet. “A queda da produção de automóveis caiu, mas a da comida não. O Brasil é o segundo maior supridor do mercado internacional dos produtos do agronegócio, perdendo apenas para os Estados Unidos”. Ao lado da demanda, já que as populações crescem e os hábitos alimentares mudam – que além da quantidade, também vão se sofisticando – ele prevê que a recuperação do mercado internacional será seletiva. Em primeiro plano virá o setor de alimentos, em seguida o residencial e, por fim, os demais, como o setor automobilístico. “Neste quadro, os consumidores ampliam radicalmente a retração das suas intenções de consumo, passando ao atendimento das necessidades básicas, como é o caso da alimentação. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou, em março deste ano, que espera uma contração econômica mundial de 2,75%, em 2009.” Como outros especialistas, Fayet acredita que a crise deva durar entre três e 10 anos. Como exemplo, ele citou o Porto de Singapura (China) que está com inúmeros navios parados porque não tem carga. “Antes, o Panamax (capacidade de 60 mil toneladas) custava 60 mil dólares/dia, hoje custa 10 mil dólares/dia”. Ele avalia que os países fortemente dependentes dos fluxos do mercado internacional vão sofrer muito com a crise e irão acabar se envolvendo numa concorrência predatória, sem precedentes. E citou como exemplo Japão e China. A China, que “produz supérfluos”,hustava 60 mil dólares/dia.dia. tem investido muito e vem queimando suas calorias de reservas financeiras. Ela é forte, mas hoje depende de energ...

Dólar recua pelo sexto dia e vai a R$ 1,924

... que a média mundial mantém o câmbio doméstico em relevante valorização. "O refluxo da aversão ao risco deverá manter o dólar enfraquecido no curto prazo. Mas a moeda norte-americana deverá recuperar algum valor no decorrer do 2º semestre, sobretudo quando os mercados começarem a antever uma elevação no juro básico do Federal Reserve", observa a LCA. Neste cenário, a consultoria avalia que embora o dólar deva ceder para abaixo de R$ 1,90 nas próximas semanas, deve encontrar acomodação em torno de R$ 2 no médio prazo. Vale lembrar que a desvalorização do dólar é mundial. A expectativa de que a crise financeira e o quadro recessivo mundial estão em processo de superação tem provocado uma progressiva redução do apetite dos investidores por ativos considerados de risco zero. (Simone e Silva Bernardino - IN) ...

Exportador ainda consegue trabalhar com dólar a r$ 2,00

...balhar com o patamar atual do câmbio, mas cobrou a redução da taxa de juros como forma de atenuar o problema. "O dólar com um diferencial menor seria muito importante mas, no ano passado, mesmo com o dólar a R$ 1,70, batemos recorde de exportação e balança comercial. Dificulta, mas muito mai...

Queda na venda de minério de ferro explica superávit menor, diz ministério

..., do comportamento da taxa de câmbio", disse ele. Quanto mais o dólar cai, mais baratos ficam os produtos vendidos pelos exportadores brasileiros. Com informações G1...

Dólar cai pela sétima sessão seguida e fecha a R$ 1,95

...liou Jorge Knauer, gerente de câmbio do Banco Prosper. Knauer se referiu às bolsas de valores dos Estados Unidos, que exibiam fortes altas após a divulgação de dados econômicos que estimulavam o otimismo em investidores, em meio à percepção de que o pior da crise global ficou para trás. O bom humor em Wall Street era seguido pelo principal índice da Bovespa, que no final da tarde avançava cerca de 2,2%. No ano, a valorização do índice chega a quase 40%. O gerente de câmbio lembrou que os investidores estrangeiros têm voltado ao Brasil por acreditarem que o País ainda oferece alta rentabilidade às suas aplicações. A euforia com a economia brasileira tem como reflexo o forte fluxo de entrada de dólares Bovespa. Até 27 de maio, o ingresso de recursos para a bolsa doméstica somava cerca de R$ 5,6 bilhões. A entrada de dólares tem ocorrido também pelo segmento comercial. Segundo n...

Exportador perde com o real, moeda com 2ª maior alta em 2009

...o Brasil (AEB). Com a taxa de câmbio abaixo da barreira psicológica de R$ 2 por dólar, os exportadores reclamam que a vida ficou muito mais difícil. “Não se pode mais planejar”, diz Alvaro Weis, presidente da Artefama, maior exportadora de móveis do País. “Os investimentos especulativos fluem para cá e, com isso, o câmbio vai derretendo”. Weis conta que a empresa vinha recuperando de forma gradativa o espaço perdido no mercado americano, aproveitando que o câmbio esteve favorável ao produto brasileiro no primeiro trimestre. “Agora, corremos sério risco de ter de devolver para os chineses o que havíamos reconquistado.” A saída encontrada pela Artefama, que até o ano passado exportava toda a sua produção, foi buscar também o mercado interno.”Nossa meta é colocar 20% da produção no mercado doméstico”, diz o empresário. Na avaliação de Fuad Mattar, dono da Paramount Têxteis, o real sobrevalorizado prejudica as exportações, mas são as oscilações bruscas do câmbio que complicam mais a vida das empresas. “Precisa ser adivinho para ser industrial”, queixa-se o empresário. “Exportamos com câmbio de R$ 2,27 por dólar e agora estamos entregando os produtos com o dólar valendo menos de R$ 2.” Para contornar o problema, a Cerâmicas Eliana passou a trabalhar com revisão trimestral do orçamento de câmbio. “Vamos tentar subir o preço em dólar, o que é possível em alguns mercados, ou mudar o mix de produtos, incluindo itens de maior valor agregado”, avalia o presidente da empresa, Edson Gaidzinski Júnior. “Caso o dólar caia abaixo de R$ 1,80, a saída será redirecionar os produtos para o mercado interno”. A Vitopel, fabricante de embalagens plásticas flexíveis, colocou o pé no freio e reduziu as exportações em 20%. “Vamos manter vendas só para os clientes tradicionais”, diz o presidente, José Ricardo Roriz Coelho. Fonte: O Estado de São Paulo...

Exportadores necessitam mais que um Eximbank

...tado a comentar a situação do câmbio, Coutinho não vacilou em defender a adoção de medidas para “esterilizar” a forte entrada de dólares no mercado brasileiro, que tem provocado uma revalorização do real em relação ao dólar a despeito das sucessivas operações de compras de moeda estrangeira do Banco Central. A criação do Eximbank, como explicou Coutinho, depende de mudanças na legislação que rege o funcionamento do BNDES, para permitir ao banco novas funções e capacidades, como a de prover garantias aos exportadores e, em casos especiais, financiar importações. Como indicam, porém, os comentários do presidente do BNDES sobre o dólar, as exportações brasileiras pedem medidas mais urgentes. Um Eximbank, mecanismo tradicional do comércio internacional, é uma medida bem-vinda. No governo anterior, Sérgio Amaral, ao falar em Eximbank, anunciava, na verdade, melhorias nos mecanismos oficiais de apoio, como a criação do que se conhece hoje como cartão BNDE...

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

...: - Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), título 1, capítulo 11, seção 1, item 10; - Resolução Camex nº 12, de 25/04/07; - Portaria Secex nº 36, de 22/11/07 - artigo 155, § 4º; - Notícia Siscomex Exportação 18, de 14/0...

China toma mercado do Brasil na Argentina

...riais Diante da queda no intercâmbio comercial e acusações mútuas de protecionismo, os governos de Brasil e Argentina promovem há dois meses conversas entre setores privados visando a acordos de autorrestrição de comércio. Um desses setores é o de calçados, no qual a fatia brasileira no mercado argentino caiu de 71% em 2005 para 45% neste ano. “Como sócios do Mercosul, observamos estupefatos as importações argentinas da Ásia alcançarem 2,6 milhões de pares em 2009, ante 2,2 milhões do Brasil”, afirmou Milton Cardoso, da Abicalçados, que oferece 10% de redução nas vendas brasileiras -os argentinos pedem 20%. O avanço chinês também é realidade no mercado brasileiro. Em abril de 2008, o país superou a Argentina como segundo parceiro comercial do Brasil. Em abril deste ano, ultrapassou os EUA e já é o principal parceiro comercial brasileiro -12,9% das exportações do Brasil são para a China. Fonte: Folha de São Paulo...

Dólar tem maior queda mensal desde 2003 e vai a R$ 1,975

...ia. João Medeiros, diretor de câmbio da Pioneer Corretora, acredita que em junho a tendência de apreciação do real deve continuar. Segundo ele, a entrada de dólares no país no próximo mês será ampliada pelo "pico da safra de exportação". Nesse contexto, acrescido de uma diminuição das importações, as entradas de dólares no mercado doméstico devem se acentuar. Refletindo essa perspectiva de ingresso de recursos no País, as posições compradas dos investidores estrangeiros caíram para os menores níveis desde o início de setembro. De acordo com os últimos dados da BM&F, as posições futuras compradas desse grupo de investidores estão em cerca de US$ 580 milhões. Em março, mês em que as apostas na alta do dólar atingiram o pico, essas posições chegaram a US$ 14,3 bilhões. Dados de maio deixam claro que a maior parte dos recursos externos chegou ao Brasil por meio de investimentos estrangeiros diretos e para a Bovespa . Até por isso, a eventual taxação das aplicações externas em renda fixa seria ineficiente para brecar a apreciação do real. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negaram a volta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nessas aplicações - o que, segundo os principais jor...

Dólar acumula queda de 7,9% no mês e vai a R$ 2,009

...eginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio. Ele explicou que, com a proximidade do final do mês, acentua-se a "briga" pela Ptax entre os investidores que estão comprados e vendidos em dólar no mercado de câmbio futuro. A Ptax é a taxa média ponderada do dólar, que serve de referência para a liquidação de contratos futuros e outros derivativos. Galhardo citou os contratos de swap cambial reverso, que expiram na próxima segunda-feira, com volume próximo de US$ 3,4 bilhões. Esses contratos funcionam como uma compra futura de dólares pelo Banco Central e neles o mercado ganha quando a variação do dólar é...

QUESTÕES - IMPORTAÇÃO

... da vinculação do contrato de câmbio com a DI foi eliminada pela regulamentação de câmbio implementada em agosto de 2006. João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

Análise conjuntural de mercado

...as intervenções no mercado de câmbio à vista retirando entre 70% e 89% deste volume de oferta líquido, não se pode considerar que, por si só, os de 20% a 30% tenha sido o fator determinante para a apreciação do preço do real do entorno de R$ 2,17 ao final de abril para R$ 2,02 no dia 22 de maio, algo como pouco mais de 7,0%, até porque os bancos aumentaram suas posições compradas. Assim, isto demonstra que faz senso quando afirmamos que existe fluxo, mas que nem tudo que provoca a apreciação do real é somente o fluxo, ...

Dólar fecha em R$ 2,01, menor valor em sete meses

...manda", avaliou o analista de câmbio da Corretora Liquidez Mario Paiva. De acordo com ele, os recursos estão entrando tanto pelo segmento comercial quanto pelo financeiro. Dados divulgados pelo Banco Central na véspera mostraram que o Brasil acumula em maio entrada líquida de recursos externos de US$ 3,086 bilhões. O ingresso leva em conta dados até o dia 22, mas, caso maio já estivesse fechado, seria o maior saldo mensal desde abril de 2008, quando o saldo positivo ficou em US$ 6,723 bilhões. Para o economista-chefe da Corretora...

Dólar pode piorar o que já está ruim

...prazo. Antes ainda existia um câmbio justo, agora há desvalorização do dólar. Conforme Kuhn, é um processo histórico no Brasil a queda do câmbio ser resultado do fluxo de capital especulativo por conta de juros altos. – Enquanto o capital especulativo não for tributado, como é em todo o resto do mundo, os dólares vão entrar no país e forçar a desvalorização. A combinação disso com juros entre os mais altos do mundo é mortal. O governo deveria tributar o capital estrangeiro e baixar os juros. Quando o Brasil não tinha reservas, dava para entender o motivo de não tributar. Mas agora não dá mais – lamenta. Com informações Diario Catarinense...

Governo vai lançar o Eximbank para financiar as exportações brasileiras

...antamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e Adiantamentos sobre Cambiais Entregues (ACE). Ambas são operadas hoje pelo Banco Central e pelo Banco do Brasil. Não é a primeira vez que se fala em criar um Eximbank brasileiro, a exemplo do que existe nos Estados Unidos desde 1934 e em países como Japão, Índia e China, que já têm estrutura administrativa dedicada exclusivamente a financiar o comércio exterior. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso a iniciativa foi anunciada algumas vezes sem, no entanto, sair do papel. “Os instrumentos de financiamento à exportação estão em vários ministérios e eles nem sempre falaram o mesmo idioma”, disse o vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, para explicar o fracasso das tentativas passadas. “Nunca houve uma decisão política firme de se criar o Eximbank e, além do mais, o comércio exterior brasileiro de dez anos atrás não era o que é hoje.” A articulação política em torno do projeto está avançada. O deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), presidente da comissão da Câmara que analisa os impactos da crise no comércio, informou que vai propor a criação do Eximbank brasileiro em seu relatório final. A medida já foi discutida com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. “Ele apoiou a ideia e disse que ela tem de ser feita por nós”, disse o deputado, que elabora um projeto de lei alterando a lei que criou o BNDES. “Durante a crise, ficou evidente a fragilidade dos instrumentos de apoio ao exportador”, disse Loures. José Augusto de Castro acha que a iniciativa é bem-vinda, dependendo de como for formatada. “Se for para fazer o mesmo q...

Alta do real afeta exportação de manufaturados, diz AEB

... reflexo dessa valorização do câmbio sobre as exportações. Segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), a grande prejudicada com essa alta do real é a exportação de manufaturados, que já vinham em queda por conta da ...

CÂMBIO: Sem conseguir se manter, dólar cede e vai a R$ 2,02

.... Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora, lembra que além do volume expressivo em opções, há vencimento de cerca de US$ 3,4 bilhões em contratos de swap cambial reverso no início de junho, em que os players vendedores são credores de juro e o Banco Central, comprador, credor da variação cambial positiva. Essa operação foi realizada com o preço do dólar ao redor de R$ 2,14, no dia 5 de maio e desde então, o dólar à vista já apura queda de 5,16%. "A variação cambial está negativa com ônus ao Banco Central (BC) e um ganho a...

China-Brasil, relação assimétrica

...ndo manufaturas, é preciso um câmbio favorável O FATO de que 97% das exportações chinesas para o Brasil são manufaturados, enquanto ...

Crise permite substituição de importações

...spaço dos nacionais graças ao câmbio forte e à incapacidade das indústrias locais de atender a demanda. “O ciclo vai se repetir quando a demanda voltar a crescer, porque uma mudança só se consolida com investimentos significativos”, disse Ribeiro. O setor de aço é um dos poucos que ainda possui estoques em excesso - cerca 3,6 meses de venda nas redes de distribuição, 1,2 mês acima do usual, conforme o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Carlos Loureiro, presidente da entidade, avalia que a situação só deve se regularizar no fim de agosto, porque as compras foram retomadas em ritmo lento. Na sua opinião, não há espaço para aço importado, já que a capacidade ociosa nas siderúrgicas é alta. “Só se for especulação, feito por um distribuidor não regular”, disse. As siderúrgicas estão preocupadas com a concorrência do importado, principalmente da China, que manteve a produção estatal mesmo com a crise. A produção de aço nacional caiu mais de 40% de janeiro a abril, enquanto as importações subiram 2,2% em volume - na contramão dos demais insumos. O aço importado representa uma fatia pequena da produção, mas ganhou espaço em alguns segmentos. Nos aços planos, por exemplo, o país adquiriu no exterior o equivalente a 16,5% do que produz entre janeiro e abril, acima dos 7,7% do primeiro quadrimestre de 2008. Segundo fontes do mercado, os importados pressionam as margens das siderúrgicas. Os preços do aço caíram, em média, entre 20% e 25% este ano. No setor eletroeletrônico, as importações recuaram 27% no primeiro trimestre em relação a igual período de 2008, conforme a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Em semicondutores e componentes, a queda chegou a 34% e 48%, respectivamente. Humberto Barbato, presidente da Abinee, atribui a queda das importações à menor demanda da indústria, por conta do enfraquecimento da economia local. “Os fabricantes de celulares e computadores não conseguem substituir os componentes importados, porque esses produtos não são fabricados no Brasil”, disse. Barbato avalia que só uma política industrial ativa é capaz de reduzir o déficit do setor, que ficou em US$ 3,5 bilhões entre janeiro e março. Ele contou que os estoques foram ajustados, após redução de produção e demissão de funcionários, e que as vendas subiram um pouco em abril, mas estão abaixo do satisfatório. Fonte: Valor Econômico...

Dólar cai 0,59% e fecha cotado a R$ 2,02

...eginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio. Desde 2 de março - quando alcançou R$ 2,443 para venda, cotação máxima do ano - a divisa americana acumula recuo de 17,1%. Galhardo considera que a boa imagem do Brasil no cenário internacional tem contribuído para que investidores se voltem para a bolsa de valores e para os rendimentos com os juros. Espelhando esse otimismo com a economia brasileira, as compras líquidas de ações por estrangeiros somaram R$ 4,2 bilhões até o dia 18, último dado disponível. No acumulado em 2009, o fluxo positivo chega a R$ 9,3 bilhões. O gerente de câmbio citou os juros brasileiros como outro atrativo para os estrangeiros. Apesar dos recentes cortes do Banco Central, a taxa básica ainda é de dois dígitos, 10...

Em dia volátil, dólar fecha em alta e vai a R$ 2,038

... Marcos Forgione, operador de câmbio da B&T Corretora de Câmbio. "Os investidores estão ressabiados", acrescentou. Os principais índices das bolsas de valores dos Estados Unidos caíram, na esteira de sinais de um maior enfraquecimento do mercado de trabalho nos Estados Unidos, puxando consigo a bolsa paulista. Resultados fracos de uma pesquisa feita pelo Federal Reserve (FED, o banco central americano)colaboravam para a baixa dos índices, alimentando temores de que a recuperação econômica dos EUA aconteça mais lentamente. Seg...

QUESTÕES - CÂMBIO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio...

Rentabilidade de exportações recua 8,8%

...ortações e de 3,3% na taxa de câmbio. Mas em abril o câmbio médio foi de R$ 2,30. Tudo indica que o resultado de maio será pior", diz o economista-chefe da Funcex (Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior), Fernando Ribeiro, que calcula o índice. Para o vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto Castro, o impacto será mais sentido nos manufaturados, principalmente nas indústrias de calçados, confecções e móveis, mais intensivas em mão de obra. "Muitas fecharam contratos imaginando que o dólar ficaria entre R$ 2,20 e R$ 2,30 e agora vão ter prejuízo. Quando forem fazer a próxima venda, vão trabalhar com uma cotação mais baixa, o que diminui a comp...

Dólar cai e renova mínima em sete meses

...ason, gerente de operações de câmbio da Corretora Concórdia. Piason também citou os dados do fluxo cambial divulgados pelo Banco Central, que teriam intensificado o movimento. De acordo com os dados do BC, o fluxo cambial no país está positivo em US$ 2,059 bilhões nos 10 primeiros dias úteis de maio. A cifra resulta de saldo positivo nas operações comerciais de US$ 658 milhões e também positivo nas transações financeiras de US$ 1,401 bilhão. Em abril, o fluxo cambial havia ficado positivo em US$ 1,43 bilhão. No ano, o País acumula entrada líquida de US$ 516 milhões. Piason ressaltou ainda a influência da redução das apostas na valorização do dólar no mercado futuro sobre as cotações no mercado à vista. De acordo com os últimos números disponíveis, as posições compradas desses investidores - que sinalizam apostas na valorização do dólar - reduziram-se para c...

BC consolida regras para exportadores

...Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACCs), que têm limite de 360 dias. A medida retira pressão sobre o caixa das empresas exportadoras. A decisão foi publicada ontem e permite também o recebimento de receitas de exportação em moeda brasileira ou em moeda estrangeira. O Banco Central manifestou-se apenas por meio de nota à imprensa sobre a medida, informando que tem...

Importação é necessidade

...a Abeim. Ele frisa que o intercâmbio comercial daquele país com o Brasil representa apenas cerca de 1% das trocas comerciais chinesas com o resto do mundo. “É muita ingenuidade acreditar que o Brasil está sendo a tábua de salvação para a crise chinesa”, reforça. Segundo a Abeim, os contratos de importações neste início de ano ocorreram em maio de 2008, com a economia aquecida, sem indicativos de crise mundial. “As compras do varej...

Lula fez balanço positivo de sua visita à Arábia Saudita

... comerciais, incluindo o intercâmbio de bens e serviços". Brasil e Arábia Saudita também assinaram acordos de cooperação em áreas de infraestrutura para o desenvolvimento de ferrovias, transportes, aviação, construção de estradas, telecomunicações, energia e tratamento e reciclagem de lixo. Foram incluídos ainda intercâmbios nas áreas de esportes, mídia, televisão, rádio, publicações e turismo. Blocos O Brasil vem aumentando sua presença econômica e estratégica no mundo árabe nos últimos anos, especialmente na região do Golfo, e conta com a Arábia Saudita como aliada. Lula falou do esforço brasileiro em destravar o acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Conselho de Cooperação do Golfo (GCC, na sigla em inglês). O GCC foi idealizado pela Arábia Saudita e é formado ainda por Emirados Árabes Unidos, Omã, Kuwait, Bahrein e Catar. "O Brasil tomou a iniciativa de liderar as negociações em nome do Mercosul para avançarmos neste tratado com o bloco árabe", disse. As negociações foram iniciadas em 2005, durante a 1ª Cúpula América do Sul Países Árabes (ASPA) e retomadas durante o segundo encontro da ASPA em Doha, no Catar, em março deste ano. Com informações O Globo...

Leilão do BC pressiona e dólar fecha em alta de 1,20%

...rriscados para o vermelho. No câmbio, o dólar voltou a custar R$ 2,10 e encerrou a sessão em alta de 1,20%, vendido a R$ 2,109, também influenciado pela saída de recursos. No primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro teve retração de 2,5%, a maior desde 1995. Os 16 países que uti...

Têxteis buscam opção à Argentina

...competição com asiáticos a um câmbio que nos últimos anos esteve desfavorável aos produtos brasileiros. Na época em que as empresas remodelaram suas exportações para o país, principalmente a partir de 2006, em detrimento de outros locais, elas comentavam a facilidade, por exemplo, em realizar aumento do preço em dólar entre os argentinos porque eles entenderiam melhor a instabilidade cambial brasileira e seus efeitos. A Karsten, que esteve entre as empresas que nos últimos anos priorizou a exportação à Argentina, está agora à procura de outros mercados e também analisa a África. O presidente da empresa, Luciano Eric Reis, disse que em razão da situação da Argentina, a empresa espera uma perda de 25% do volume exportado neste ano. Reis disse que pretende também realizar uma visita no fim de maio à Argentina. "Quero avaliar pessoalmente com os principais clientes qual é a efetividade da medida, como estão as necessidades, porque há muita especulação. Passados dois meses da ação do governo, podemos sentir qual é a possibilidade do mercado local de suplementar o Brasil (no futuro)." Em abril, segundo ele, ficou próximo de zero o volume exportado para a Argentina. "Como substituir a Argentina é uma pergunta que não temos resposta. O esforço é aumentar a presença em mercados marginais em relação ao tamanho, como Uruguai, Peru e Colômbia, e estamos fazendo duas tentativas na África Ocidental", disse. Na Buettner, o país ainda ficava atrás das vendas para Europa e Estados Unidos, mas seria peça importante agora, quando as vendas para o Hemisfério Norte mostram-se mais difíceis em razão da crise econômica, que, segundo as fabricantes, pegou em cheio o setor varejista que atuava com cama, mesa e banho. "Exportamos alguma coisa para Argentina em abril porque teve cliente que conseguiu licença. Mas tem uma porção de mercadorias já produzidas aguardando a licença ainda", disse João Marchewsky, presidente da Buettner. "Temos reduzido um pouco a produção, existe algum mercado para conquistar nos Emirados Árabes Unidos e outra parte irá para mercado interno". Segundo Marchewsky, em maio a empresa deve concluir 30% do que conseguiria exportar para a Argentina. O diretor comercial da Altenburg, Quilian Rausch, considera o imbróglio com a Argentina um retrocesso. "Quando foi criado o mercado comum ele tinha como objetivo facilitar, integrar e buscar proteções mútuas. O que se vê é que o bloco não trabalha desta maneira. Quando um país tem um problema, ele se isola no problema e tenta achar sua solução". A Argentina sempre foi o principal parceiro da Altenburg, e ele diz que existe prospecção de outros mercados, mas essas buscas são independentes do problema atual e tiveram início antes das restrições criadas. A perspectiva é que o efeito Argentina sobre o volume global produzido na Altenburg neste ano será 2% e no exportado, queda de 15%. A Argentina representa perto de 25% das exportações. Com Informações Valor Econômico...

Após duas altas, dólar volta a fechar em baixa, a R$ 2,084

...cerca de 1%. Já no mercado de câmbio doméstico, segundo os últimos dados da BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista somava US$ 1,6 bilhão. Em âmbito global, o dólar também se desvalorizava. Ante uma cesta com as principais moedas mundiais , a divisa americana perdia 0,4% no final da tarde. Fonte: Reuters News...

EXPORTAÇÕES - Perfil das exportações só melhora em 2010

...mporário. “Risco de choque no câmbio é a elevação dos preços das commodities, o que não é esperado.” Ele frisou que um dólar cotado a R$ 2 ou mais garante a competitividade dos produtos brasileiros. Nos primeiros quatro meses do ano, as exportações brasileiras de manufaturados despencaram 28,7% frente ao mesmo período de 2008, para US$ 19,6 bilhões . Os embarques de produtos básicos registraram valor recorde de US$ 17,2 bilhões, com alta de 8,7%. Com isso, a participação dos produtos básicos na pauta de exportações do Brasil cresceu para 39,6% no quadrimestre, frente a 30,4% no mesmo período de 2008. Já a participação de industrializados caiu para 58,2%, contra 66,8% Esse desempenho acompanhou um crescimento da participação das vendas para a Ásia, principalmente para a China, que superou pela primeira vez os Estados Unidos como principal parceiro comercial do Brasil. As exportações para a China saltaram 66,7% no...

Fluxo cambial em maio está positivo em US$ 1,162 bilhão

...antamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e dos pagamentos antecipados. O fluxo financeiro mede a entrada e saída de recursos por meio de compra e venda de ações, títulos, investimentos estrangeiros e remessas de lucros e dividendos para o exterior. Esse saldo, portanto, é mais sensível às oscilações do mercado financeiro, refletindo mais rapidamente mudanças nas percepções dos investidores internacionais e a melhora no mercado financeiro, como as altas na bolsa de valores registrada nos últimos dias. O fluxo cambial é maior que o registrado na primeira semana de maio do ...

Tesourarias ajudam a puxar alta do dólar

...gia dos bancos que operam com câmbio é o que sustenta a alta nas cotações do dólar. "Os detentores de posições compradas no mercado à vista e participantes na posição vendedora do swap cambial reverso - que vencem no início de junho - estão buscando primeiro desmontarem as suas posições, vendendo-as ao BC nos leilões a preço ajustado para garantir ganho e, então, posteriormente, já que há tempo até o final do mês para apreciarem o real a ponto de obter o ganho com as operações vencidas de swap", observa. No entanto, a enxurrada de dólares que entra no Brasil, em busca de oportunidades de ganho na Bovespa e também na renda fixa, onde os juros ainda são bastante atrativos diante das taxas próximas de zero nas economias desenvolvidas, mantém o viés de baixa para o câmbio, que deve continuar sendo pressionado para o nível de R$ 2. Hoje, pelo quarto dia consecutivo, o BC comprou dólares no mercado à vista com o intuito de recompor as reservas internacionais. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews) ...

Dólar acelera alta e é vendido a R$ 2,079

...o dólar, avalia a diretora de câmbio da AGK corretora, Miriam Tavares. A moeda norte-americana encerrou o pregão vendida a R$ 2,069, com valorização de 0,53%, enquanto que os principais índices ficaram no vermelho. Além da queda nas exportações chinesas - principal destino dos produtos brasileiros - o déficit comercial norte-americano e...

Dólar tem quarta queda seguida e vai a R$ 2,05

...o país", avaliou o gerente de câmbio de um banco nacional que preferiu não se identificar. Ele citou como exemplo a entrada de recusos de estrangeiros na bolsa paulista. Só nos primeiros seis dias de maio, foram R$ 2,9 bilhões. Ele acredita ainda que, caso a trajetória de queda do dólar permaneça, é provável que o Banco Central volte a realizar mais leilões de compra no mercado à vista, considerando que o BC procura manter o equilíbrio das taxas de câmbio para que exportadores não se sintam prejudicados. Em outro sinal da fraqueza da moeda americana no mercado doméstico, segundo os dados mais recentes da BM&F, a posição comprada de investidores estrangeiros - que, na prática, mostra uma aposta na alta do dólar - caiu para US$ 1,9 bilhão, menor nível desde 9 de setembro de 2008, mês em que a crise global se aprofundou. Em março deste ano, essa posição alcançou o pico de US$ 14,3 bilhões. Já nos Estados Unidos, as bolsas de valores recuavam no final da tarde, sob o peso da r...

Exportações brasileiras perdem espaço na América Latina

...ta quase a totalidade do intercâmbio do Brasil com a América Latina e Caribe, de US$ 3,88 bilhões, no mês. Se considerar só o comércio bilateral com o Mercosul, houve queda de 3,4 pontos percentuais na participação das vendas na balança comercial com esses países, saindo de 12,2%, entre janeiro e abril de 2008, para 8,8%, em igual etapa deste ano. O saldo comercial que, no primeiro quadrimestre de 2008, era superavitário em US$ 1,675 bilhão, recuou para US$ 289 milhões, em igual etapa de 2009. A forte redução do superávit comercial com o Mercosul decorreu da queda de 40,1% das exportações, que saltaram de US$ 6,415 bilhões para US$ 3,842 bilhões entre o primeiro quadrimestre de 2008 e o primeiro deste ano. Um ritmo mais acentuado do que o das importações, que caíram 25%, de US$ 4,74 bilhões para US$ 3,55 bilhões, no mesmo período. Fonte: JB...

Portaria MDIC N 98

...a liquidação dos contratos de câmbio relativos à parcela à vista; d) declaração emitida pelo importador atestando que os desembolsos realizados guardam compatibilidade com o cronograma físico da operação e que os recursos do PROEX não estão financiando gastos locais ou realizados em terceiros países, quando for o caso; e e) os títulos representativos da parcela financiada da exportação devidamente aceitos pelo importador ou o crédito documentário, conforme o caso, revestidos das garantias da operação (para as operações de financiamento ao exportador) ou a autorização de desembolso emitida pelo importador, conforme disposto do contrato de financiamento firmado entre o Governo brasileiro e o tomador do financiamento (para as operações de financiamento ao importador). TÍTULO II MODALIDADE DE EQUALIZAÇÃO DE TAXAS DE JUROS Art. 9º. As exportações de bens e serviços podem ser negociadas com a instituição financeira em qualquer prazo de pagamento e de carência de principal. Parágrafo Único. O prazo de pagamento da Equalização não poderá ser superior ao prazo de financiamento pactuado pelo exportador com a instituição financeira. Art. 10. O percentual máximo admitido para fins de Equalização é de oitenta e cinco por cento do valor da exportação na condição pactuada, limitado à parcela financiada. Art. 11. O prazo máximo de pagamento de Equalização na exportação de serviços é de 10 anos. Art. 12. Quando a comissão de agente for superior a quinze por cento, o percentual máximo admitido para fins de equalização será a diferença entre o valor da exportação e o da comissão de agente, limitado à parcela financiada. TÍTULO III MODALIDADE DE FINANCIAMENTO Art. 13. Na ocorrência de comissão de agente, o valor máximo financiável não pode superar a diferença entre o valor da exportação e o da comissão de agente. Art. 14. Nas operações que envolvam importador público como tomador do crédito, o prazo de pagamento de financiamento à exportação é o tempo compreendido entre a data da assinatura do contrato de financiamento e a data de vencimento da última parcela de principal e juros. Art. 15. Nas exportações de serviços, o prazo de Financiamento será analisado em função das características da operação. Art. 16. Na análise das operações contratadas diretamente com entidades estrangeiras de direito público ou privado será levado em conta dados estatísticos com vistas a evitar concentração indevida de financiamento à exportação de bens e serviços em um único tomador ou garantidor externo ou em um único exportador brasileiro. Parágrafo Único. Entende-se por indevida a concentração de financiamento em um único exportador quando em detrimento de outros e, quanto aos tomadores e garantidores externos, aquela que represente risco elevado aos retornos dos recursos aplicados, conforme estabelecido no Parágrafo único do artigo 13 da Resolução nº 50, de 16 de junho de 1993, do Senado Federal. TÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 17. Os pedidos que, em razão de aspectos de comercialização, não estejam em conformidade com as disposições desta Portaria, devem ser encaminhados pelo Banco do Brasil S/A a este Ministério, para exame. Art. 18. Fica a SECEX, incumbida de estabelecer as normas e condições nas exportações brasileiras de mercadorias com prazos de pagamentos superiores a 360 (trezentos e sessenta) dias ou 12 (doze) meses, financiadas com recursos próprios do exportador ou de terceiros, sem ônus para a União. Art. 19. Ficam revogadas as Portaria MICT nº 369, de 28 de novembro de 1994, MDIC nº 374, de 21 de dezembro de 1999, nº 375, de 21 de dezembro de 1999, nº 58, de 10 de abril de 2002, nº 232, de 04 de dezembro de 2007, nº 112, de 12 de maio de 2008, e nº 168, de 30 de julho de 2008. Art. 20. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE...

Dólar cai a R$ 2,07 e vai ao menor nível em 7 meses

...o das operações no mercado de câmbio. Fonte: Reuters News...

CÂMBIO: Realização de lucro freia queda do dólar

...e maio de 2009 - O mercado de câmbio chegou a cair mais de 1% nesta quinta-feira, ao piso de R...

Exportador vende dólares e amplia valorização do real

...to foi o mais forte do ano: o câmbio contratado para exportação, de US$ 13,8 bilhões, superou em US$ 1,5 bilhão o total embarcado, de US$ 12,33 bilhões. Os exportadores ingressaram no país com US$ 4,917 bilhões a mais do que os importadores enviaram para fora, compensando o saldo líquido negativo no segmento financeiro, de US$ 3,487 bilhões. Assim, o fluxo cambial em abril foi positivo em US$ 1,43 bilhão, o maior valor desde setembro, quando a crise externa atingiu em cheio o país. Isso não quer dizer que os exportadores estejam tomando mais linhas de crédito à exportação. Pelo contrário. Em abril, o total fechado de Adiantamento de Contrato de Câmbio, o fi...

Dólar cai 1,72% e fecha no menor nível em seis meses

...ercial", avaliou o diretor de câmbio de uma corretora nacional que preferiu não se identificar. Segundo ele, o ingresso de divisas observado nesta sessão, somado aos dados divulgados pelo Banco Central sobre o fluxo cambial de abril, reforçam a percepção positiva dos investidores com relação aos fundamentos da economia brasileira. Números divulgados pelo BC nesta quarta-feira mostraram que o Brasil teve em abril o maior fluxo de entrada de recursos externos desde setembro do ano passado, mês que marcou o agravamento da crise internacional com a quebra do banco ame...

Exportações para países árabes têm forte aumento

...menor flutuação no mercado de câmbio. Na avaliação do presidente da Câmara Árabe, as exportações do Brasil ao mundo árabe deverão continuar a crescer. Ele acredita ser possível um aumento de dois dígitos até o final de 2009. No caso das importações o cenário é diferente, uma vez que o preço do petróleo está muito abaixo do que estava no ano passado e a produção nacional da Petrobras voltou a ser maior do que o consumo do país. Salim destacou que durante o ano ainda vão ocorrer eventos que poderão dar mais impulso aos negócios com os árabes, como a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Arábia Saudita, na segunda quinzena de maio, e a vinda ao Brasil de uma missão da Câmara de Comércio e Indústria de Jeddah no final do mês. Produtos Em março houve principalmente crescimento das exportações de minério de ferro, açúcar, aviões, soja em grãos, óleo de soja, fumo, tratores, vergalhões, milho, gado vivo, farelo de soja e motores elétricos. Em relação aos destinos, destaque para a Arábia Saudita, que importou o equivalente a US$ 170 milhões do Brasil, um aumento de 26% em comparação com março de 2008; Egito, com US$ 147,5 milhões, um crescimento de 119%; e Emirados Árabes Unidos, com US$ 111 milhões, um acréscimo de 41%. Houve crescimento acima da média nas vendas para o Líbano (213%), Marrocos (150%), Mauritânia (144%), Síria (53%), Líbia (92%) e Iraque (57%). As importações brasileiras de produtos árabes, por sua vez, caíram de US$ 804 milhões em março de 2008 para US$ 233 milhões em março deste ano, e de US$ 2,17 bilhões no primeiro trimestre do passado para US$ 737 milhões no mesmo período de 2009, resultando em um saldo comercial favorável ao Brasil em US$ 574 milhões no mês e em US$ 1,1 bilhão no ano. Houve redução nas vendas de petróleo, combustíveis e fertilizantes. Fonte: www.anba.com.br...

Alemães querem ampliar negócios no RS

...gre, eles trataram sobre intercâmbio de tecnologia, know-how, formação de parcerias e estabelecimento de representações locais para as empresas alemãs. Nos últimos anos, ocorreram cerca de dez encontros entre empresários gaúchos com representantes do estado alemão. "Esta é uma das principais regiões produtivas da Alemanha, onde estão empresas como ...

Dólar sobe 0,84% e fecha o dia cotado a R$ 2,14

...eginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio. O BC vendeu todos os 67.600 contratos ofertados ao mercado, numa operação equivalente a R$ 3,412 bilhões. Nesse tipo de operação, o mercado ganha quando a variação do juro supera a do dólar. "Nos níveis de R$ 2,20, tanto o exportador quanto o importador estão no mercado. Abaixo disso, o exportador começa a achar ruim", acrescentou Galhardo. O gerente de câmbio acredita que a atuação do BC ocorreu basicamente para não deixar o exportador desguarnecido em um cenário ainda de crise. De acordo com o analista, o dólar em torno de R$ 2,10 não favorece a empresas que exportam. Galhardo afirmou ainda que, mantendo-se ...

Exportações para países árabes têm expresimo aumento

...menor flutuação no mercado de câmbio. Na avaliação do presidente da Câmara Árabe, as exportações do Brasil ao mundo árabe deverão continuar a crescer. Ele acredita ser possível um aumento de dois dígitos até o final de 2009. No caso das importações o cenário é diferente, uma vez que o preço do petróleo está muito abaixo do que estava no ano passado e a produção nacional da Petrobras voltou a ser maior do que o consumo do país. Salim destacou que durante o ano ainda vão ocorrer eventos que poderão dar mais impulso aos negócios com os árabes, como a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Arábia Saudita, na segunda quinzena de maio, e a vinda ao Brasil de uma missão da Câmara de Comércio e Indústria de Jeddah no final do mês. Produtos Em março houve principalmente crescimento das exportações de minério de ferro, açúcar, aviões, soja em grãos, óleo de soja, fumo, tratores, vergalhões, milho, gado vivo, farelo de soja e motores elétricos. Em relação aos destinos, destaque para a Arábia Saudita, que importou o equivalente a US$ 170 milhões do Brasil, um aumento de 26% em comparação com março de 2008; Egito, com US$ 147,5 milhões, um crescimento de 119%; e Emirados Árabes Unidos, com US$ 111 milhões, um acréscimo de 41%. Houve crescimento acima da média nas vendas para o Líbano (213%), Marrocos (150%), Mauritânia (144%), Síria (53%), Líbia (92%) e Iraque (57%). As importações brasileiras de produtos árabes, por sua vez, caíram de US$ 804 milhões em março de 2008 para US$ 233 milhões em março deste ano, e de US$ 2,17 bilhões no primeiro trimestre do passado para US$ 737 milhões no mesmo período de 2009, resultando em um saldo comercial favorável ao Brasil em US$ 574 milhões no mês e em US$ 1,1 bilhão no ano. Houve redução nas vendas de petróleo, combustíveis e fertilizantes. Fonte: www.anba.com.br...

Baque nas exportações é menor entre emergentes

... fatores: a desvalorização do câmbio, que melhorou a competitividade dos produtos, a base de comparação fraca, pois a quantidade exportada pelo Brasil caiu 2,5% em 2008, e a "primarização" de suas exportações, avaliam os especialistas. Para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, o país também é beneficiado por sua forte competitividade em commodities e pela diversificação de produtos e mercados, o que reduz o impacto da crise em relação a países como o Chile (exportação concentrada em cobre) ou México (mais de 90% das vendas vão para os EUA). "É o perfil da pauta. A demanda por commodities, principalmente agrícolas, é mais estável", disse Fernando Ribeiro, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex). A fatia dos produtos básicos nas exportações brasileiras subiu de 23% em 2000 para 38,5% nos 12 meses até março, o maior percentual desde o início do anos 80. A teoria econômica tradicional recomenda que os países agreguem valor às exportações para gerar mais postos de trabalho. "Quando a renda e o emprego se recuperam, países que vendem manufaturados saem mais rápido da crise", sustenta Maurício Moreira Mesquita, economista do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). A questão é que, enquanto as dificuldades perduram, os países reduzem as importações de praticamente tudo, menos de comida. Além disso, a crise atual está prejudicando mais duramente o mercado de manufaturados, como evidenciam as f...

Cooperativas se destacam frente às exportações brasileiras

...üência da elevação da taxa de câmbio, registrando aumento de 16,87%. Balança comercial Seguindo os dados apresentados pela economia brasileira, as importações das cooperativas registram valores menores que as exportações neste trimestre, em comparação ao mesmo período em 2008. No acumulado de janeiro a março de 2009, o saldo atingiu o montante de US$ 584 milhões, com queda de 7,9%. Em 2008, foram importados US$ 127,4 milhões, registrando um superávit da balança comercial de US$ 634,3 milhões, quando comparado a 2007. Produtos exportados O complexo soja, que engloba o grão, o óleo e o farelo, apresentou maior participação nas vendas diretas das cooperativas brasileiras, representando 29,49% das exportações totais. Na seqüência figuram o setor sucroalcooleiro (24,81%), que corresponde aos açúcares e ao álcool etílico, e as carnes (18,69%). O café, cereais (milho, trigo, arroz e cevada), algodão e leite e laticínios aparecem na seqüência, com representações de 13,49%, 4,05%, 3,56% e 1,82%, respectivamente. Líder nas vendas das cooperativas ao exterior, o complexo soja somou um total de US$ 197...

Dólar cai 2,34% e atinge mínima desde 5 de novembro

...ason, gerente de operações de câmbio da corretora Concórdia. O analista ressaltou o bom humor nas bolsas de valores dos Estados Unidos, que subiam cerca de 2% perto do fechamento, à medida que investidores apostavam que os resultados dos testes de estresse feitos pelo governo americano não exigirão que os bancos levantem tanto capital quanto inicialmente se pensava. Dados do setor imobiliário dos EUA também alimentavam esperanças de que a recessão pode estar diminuindo. Os números mostraram que as vendas pendentes de casas subiram inesperadamente em março. No Brasil, o principal índice da Bovespa atingia o maior nível desde setembro e saltava mais de 6%. Balança comercial Piason considerou que o cenário "mais desanuviado" favorece uma procura maior por outros ativos que não o dólar. Ele ponderou, no entanto, que ainda deve haver cautela. "O mercado pode realizar lucros ...

Exportador ganha opção para antecipar receitas

... executivo de Normatização de Câmbio e Capitais Estrangeiros do Banco Central (BC), Geraldo Magela Siqueira, explicou que, anteriormente, o desconto desses créditos estava condicionado à dispensa do direito de regresso contra o exportador brasileiro. Dessa maneira, os bancos não tinham garantia do recebimento dos valores no caso de inadimplência do importador, o que dificultava, encarecia ou até mesmo inviabilizava a realização do negócio. Siqueira informou que, atualmente, as exportações realizadas em moeda nacional ainda são inexpressivas, mas há uma forte tendência de crescime...

Dólar segue otimismo do mercado e fecha em queda, a R$ 2,171

...ue as operações no mercado de câmbio doméstico se encerraram. Na Bovespa, a alta era mais forte, perto de 3%. João Eduardo Santiago, operador de câmbio no Banco Alfa de Investimento, considerou a entrada recente de recursos estrangeiros na Bovespa como um fator que tem contribuído para a queda do dólar, ao melhorar a percepção sobre a liquidez do País. Segundo os últimos dados disponíveis, a entrada líquida de recursos de investidores estrangeiros na Bovespa nos primeiros 24 dias de abril chegou a R$ 3,76 bilhões. Com isso, o saldo líquido acumulado do ano atingiu R$ 5,1 bilhões. O operador de câmbio também citou a desvalorização do dólar ante uma cesta com as principais moedas. No fim da tarde, a moeda norte-americana tinha leve baixa de 0,6%. No mercado de câmbio brasileiro, de acordo com os últimos dados disponibilizados pela BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista estava perto de US$ 2 bilhões. Os investidores acompanham ainda nesta quarta-feira a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre o juro básico brasileiro. A expectativa da maioria dos analistas é de corte de 1 ponto percentual, para 10,25% ao ano. Fonte: Reuters News...

Exportações do agronégocio crescem 24% apesar da crise

...eços (em dólares e reais), do câmbio e do volume exportado. Enfocam-se também as exportações por grupos de produtos e por regiões brasileiras. É importante ter-se uma idéia da importância relativa de cada tipo de produto nas exportações brasileiras do agronegócio (ver Figura 1). No valor das exportações, predominam os grãos e derivados (22%): a soja em grão (14%) mais óleo (4%) e farelos (4%). As carnes, com 16%, vêm em segundo lugar; papel e celulose (8%) e açúcar (7%) aparecem a seguir. É claro que as variações de preços terão relevância de acordo com a importância dos grupos de produtos na pauta de exportações. Os anos 2000 Considera-se inicialmente o ocorrido nos anos 2000. Verifica-se, na Figura 2, que...

CÂMBIO: Dólar se descola de clima externo e cai mais de 1%

...AULO, 28 de abril de 2009 - O câmbio doméstico se descolou do clima instável dos mercados...

CÂMBIO: Dólar sobe mais de 1% e fecha vendido a R$ 2,221

SÃO PAULO, 27 de abril de 2009 - O dólar comercial

Exportador busca saídas para queda na demanda

...tre, apesar da recuperação do câmbio. Significa que 250 mil pares de sapatos deixaram de ser embarcados. "O mercado doméstico de calçados está muito melhor que o externo", diz o presidente da companhia e da Abicalçados, Milton Cardoso. Mas ele ressalta que há uma invasão de produtos chineses. As importações de calçados cresceram 45% em dólar no primeiro trimestre. Por isso, mesmo com a demanda interna favorável, os fabricantes não estão sossegados. "Nossos estoques estão altos e temos de reduzir margens para competir no mercado interno." O quadro se repete na siderurgia. "A grande aposta é no mercado doméstico", diz o vice-presidente executivo do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Marco Polo de Mello Lopes. Com os estímulos fiscais dados aos veículos, construção civil e aos eletrodomésticos, setores que juntos consomem mais da metade da produção, a perspectiva é de "otimismo moderado", porque a entrada de produtos chineses no País preocupa. A General Motors é outra fabricante que desviou para o mercado interno parte da produção antes destinada às exportações. "Isso ocorre principalmente com veículos antes destinados a mercados que adquiriam produtos iguais aos vendidos no País, como os modelos Corsa e Montana vendidos para o México", afirma o presidente da empresa, Jaime Ardila. De acordo com o executivo, a GM chegou a exportar 30% de sua produção em 2006, participação que este ano será reduzida a 15%. "Vamos produzir 100 mil veículos a menos por causa da queda das exportações." Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

CÂMBIO: Dólar recua e fecha semana vendido a R$ 2,19

SÃO PAULO, 24 de abril de 2009 - O dólar comercial

Brasil e China se reúnem para fortalecer comércio

...merciais e econômicos no intercâmbio entre o Brasil e a China. Na pauta, estão previstos vários temas, dentre eles, análise dos fluxos comerciais bilaterais; harmonização de estáticas; comércio de têxteis e investimentos do Banco na China no Brasil. No âmbito das Reuniões Bilaterais entre Brasil e China, foi criado, em 2007, um grupo para harmonização de estatísticas de comércio entre os países. A principal discrepância de números está no registro das exportações brasileiras,...

CÂMBIO: Dólar sobe e fecha sessão vendido a R$ 2,219

SÃO PAULO, 23 de abril de 2009 - O dólar comercial

CÂMBIO: Dólar recua quase 2% e fecha dia vendido a R$ 2,201

SÃO PAULO, 22 de abril de 2009 - O dólar comerci

Encomex 2009 traz novidades para o público de comércio exterior

...sobre o funcionamento do intercâmbio comercial e dos mecanismos de apoio à exportação, assim como sobre oportunidades de negócios e contatos. Os Encontros são promovidos desde 1997 pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Com 131 edições realizadas em todos os estados brasileiros, o Encomex já registrou a participação de mais de 70 mil participantes de 75 municípios brasileiros. Com a nova formatação, o evento oferecerá ampla estrutura com auditórios para a realização de palestras e oficinas. Uma das novidades é a instalação de monitores touch screen, nos quais os participantes poderão acessar as informações setorizadas e avisos eletrônicos no espaço “Caminhos da Exportação”, que é destinado a apresentações multimídia. O Espaço do Exportador será dedicado ao atendimento individual, convivência e contatos entre os participantes. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Moeda local pagou apenas 0,12% do comércio entre Brasil e Argentina

...Banco Central do Brasil. Pelo câmbio médio, isso significa US$ 13,9 milhões, uma fatia ínfima dos US$ 11,5 bilhões do comércio entre os dois maiores sócios do Mercosul no período. O governo brasileiro avalia que as empresas ainda não conhecem o sistema e que sua implantação coincidiu com um momento crise, que reduziu em quase 40% o comércio entre Brasil e Argentina no primeiro trimestre deste ano. "Um dos principais problemas que explica a baixa utilização é a falta de conhecimento do mecanismo", disse Lytha Spíndola, secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Na visão do setor privado, outra razão que emperra o pagamento ...

Sistema Moeda Local foi utilizado por 136 empresas

...s nas transações bancárias de câmbio", disse um técnico do BC argentino que participou de toda a montagem do sistema desde o começo, mas pediu para não ser identificado. Os bancos cobram entre 1% e 3% do valor da operação em tarifas bancárias sobre transações de câmbio. Com base no valor médio de cada operação, o uso Sistema de Pagamentos em Moeda Local pode ter representado até US$ 2.700 de economia em comparação com o sistema normal. Quanto menor a empresa, maior a redução da despesa, já que os pequenos costumam ser penalizados pelos bancos com as maiores tarifas. A adesão entre os bancos atingiu 21 instituições argentinas e 18 brasileiros. Lançado em outubro de 2008, o SML saiu do zero e consumiu mais de dois anos de planejamento e testes. "Hoje parece fácil, mas no início era apenas uma ideia e não tínhamos a menor noção de por onde começar", afirmou o técnico do BC argentino. Além da tecnologia que teve que ser adaptada, houve todo um trabalho para adequar as legislações e regulamentações, dos dois lados da fronteira. O lançamento, no entanto, foi em um mau momento do comércio bilateral, justamente quando começava a despencar por causa da crise financeira internacional. O volume de comércio entre Brasil e Argentina chegou a cair 50% em janeiro...

CÂMBIO: Dólar sobe por compras pontuais

...écnico da área. A liquidez no câmbio foi comprometida em razão do feriado de amanhã, dia de Tiradentes. A moeda assumiu tendência de alta desde a abertura e fechou com valorização de 2,33%, a R$ 2,244. Silvio Campos Neto, economista do Banco Schahin, comenta que o grau de aversão a risco nos mercados havia se reduzido de forma substancial ao longo das últimas semanas e isto propiciou a valorização intensa dos ativos brasileiros, como a...

Exportador terá que ter ‘imaginação’ em 2009, diz governo

...r competitividade em razão do câmbio. - Houve redução de vários preços de commodities, mas a maioria está muito superior a 2007. Para o exportador isso foi compensado largamente pela alta do dólar, comentou Barral. Fonte: JB On Line...

Brasil e Rússia vão realizar reunião bilateral de comércio

...quer definir uma meta de intercâmbio comercial com a Rússia de US$ 10 bilhões, até 2010. Em 2008, o c...

CÂMBIO: Cautela puxa alta do dólar

...o Miriam Tavares, diretora de câmbio da corretora AGK, os indicadores macroeconômicos vem mostrando que os maciços recursos injetados pelos governos nas principais economias estão conseguindo impedir uma derrocada maior da atividade e do emprego. O setor corporativo, ainda que de forma mista, também traz alguns sinais de que o pior já pode ter passado. "No entanto, uma boa dose de cautela e volatilidade ainda permanecerá relativamente elevada no curto prazo", alerta Miriam. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews) ...

Após duas altas, dólar volta a cair e fecha em R$ 2,177

...liou Mario Paiva, analista de câmbio da corretora Liquidez. Na prática, a exposição de investidores estrangeiros revela uma aposta na alta da divisa americana. De acordo com os dados mais recentes da BM&F, na quarta-feira, essas posições compradas estavam em US$ 5,6 bilhões, menos da metade do valor máximo de março, que chegou a US$ 14,3 bilhões. Paiva também acrescentou que o leilão realizado pelo Banco Central também ajudo...

Sauditas têm interesse no agronegócio catarinense

...randes possibilidades de intercâmbio e complementaridade com nosso estado”, afirmou Luiz Henrique após receber o diplomata. De acordo com o governador, o estado já exporta para o mercado saudita produtos do agronegócio como carne de frango. Vende também, segundo Luiz Henrique, motores e produtos cerâmicos, áreas nas quais as vendas podem ser ampliadas. Além disso, oportunidades para novos segmentos podem ser encontradas, como o de softwares de gerenciamento de empresas, setor que o estado vem desenvolvendo e encontrando destaque. “O estado de Santa Catarina é um importante exportador de produtos do agronegócio para o Oriente Médio”, lembrou Schahin. A Câmara Árabe gostaria de ver mais investimentos de países árabes – incluindo Arábia Saudita – no Brasil e também investimentos brasileiros no mercado saudita e árabe, segundo Schahin. “Vemos na Arábia Saudita um enorme parceiro”, diz o presidente da entidade. O Brasil faturou, com exportações para os sau...

Argentina analisa fazer comércio com América Latina em moeda local

...o do dólar como moeda de intercâmbio comercial com países da América Latina, a exemplo do esquema adotado com o Brasil, disse nesta s...

CÂMBIO: Dólar se descola de NY e fecha estável

...portamento favorável do nosso câmbio: retomada gradual da confiança no País; expectativa de dinheiro novo no mercado mundial após encontro do G-20 e o saldo positivo comércio exterior. No começo do mês, o grupo do G20 acordou de injetar mais de US$ 1 trilhão no mercado para fomentar a economia mundial, sendo que US$ 250 bilhões são para estimular o comércio exterior e US$ 750 para o crédito. "O mercado entendeu que o volume de divisas deve aumentar na economia mundial, o que somado a alguns indicadores positivos domésticos e nos EUA ajuda na retomada da confiança no Brasil", destaca Agostini. Tanto que em abril, o câmbio passou de R$ 2,30 para R$ 2,20. Já o índice Bovespa se valoriza cerca de 11% no mês e 21% no ano. Parte desta alta, segundo Agostini, é creditada a entrada de capital estrangeiro. "De uma forma lenta, os investidores estão voltando a aplicar no Brasil", observou. "O que noto é que o câmbio encontrou um novo patamar e deve seguir gravitando entre R$ 2,15 e R$ 2,20 até que novas informações consistentes o façam mudar novamente de patamar", concluiu o economista. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews) ...

Portaria MDIC Nº 89

...rizada a operar no mercado de câmbio possa verificar que o RP está efetivado, nos moldes determinados pelo inciso I do art. 3º do Decreto nº 6.761, de 2009, ficará disponível na tela inicial do SISPROM na Internet a opção de consulta a registro, permitida desde que sejam informados a identificação e o código de controle constante do RP. Art. 8º Deverão ser observadas as demais condições disciplinadas pelo Decreto nº 6.761, de 2009. Art. 9º Semestralmente será elaborado relatório consolidando as informações sobre as operações registradas no SISPROM, observadas as regras do sigilo de dados, que ficará disponível na página do MDIC na Internet. Art. 10. Os casos omissos, relativos à pesquisa de mercado ou promoção de produtos, serão analisados pelo DEPLA e submetidos à decisão do Secretário de Comércio Exterior e os casos omissos, relativos à pesquisa de mercado ou promoção de serviços, serão analisados pelo DECOS e submetidos à decisão do Secretário de Comércio e Serviços. Art. 11. A Secretaria de Comércio Exterior e a Secretaria de Comércio e Serviços, ambas deste Ministério, no âmbito de suas atribuições, poderão editar normas complementares necessárias à execução do disposto no Decreto nº 6.761, de 5 de fevereiro de 2009, e nesta Portaria. Art. 12. Fica revogada a Portaria SECEX n.º 12, de 22 de junho de 2007. Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE ...

CÂMBIO: Indicadores dos EUA espalham nervosismo e dólar sobe

SÃO PAULO, 14 de abril de 2009 - O alerta do presi

Dinheiro tipo exportação

...el de ser trocado em casas de câmbio, como ocorre com euro e dólar. - Ter uma moeda de curso internacional, ainda que nos países da região, já é muita coisa - diz Nakane. Denucci afirma que a maior circulação física de moedas entre os países não foi tratada explicitamente entre os governos, mas ele admite que poderá ser um efeito colateral: - Talvez esteja no espírito (das trocas internacionais) ter uma moeda confiável. Aí entra a Casa da Moeda, como um dos elementos de suporte do governo, com uma moeda segura, moderna e bem feita. Mas o mercado interno é nossa prioridade. A economia local é que deve absorver a maior parte desse dinheiro vivo. O apetite pelo papel-moeda vem da estabilidade e do crescimento econômico. “As projeções para 2018 consideram um volume máximo, tendo em conta a premissa de manutenção do comportamento da economia em condições de estabilidade”, afirma o BC. Mas o volume de moeda circulante no Brasil ainda é pequeno - era de 1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) em 1994 e passou a 3,7% em 2008 - enquanto nos EUA chega a 7% e na União Europeia, a 6,7%. Segundo a assessoria do BC, a queda da inflação, associada a um ambiente de queda de juros, pode ter contribuído para o maior uso da moeda corrente no país. O BC destaca ainda o maior acesso a serviços bancários no país e programas sociais pagos em espécie. O presidente da Casa da Moeda faz coro: a ampliação do Bolsa Família para mais de 1,2 milhão de pessoas fará com que um contingente expressivo da população passe a receber em espécie. - São pessoas que estão sendo incorporadas ao sistema monetário nacional - explica Denucci. Segundo Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do BC, pensou-se que o Brasil poderia chegar a ter volume de moedas e cédulas correspondente a 5% do PIB. A meta foi atropelada pela inflação, que corroia o valor, a insegurança e o sistema bancário sofisticado. Para ele, é possível chegar a esse patamar nos próximos anos: - Chegar a 5% é um percentual internacional. Instituição busca negócios na África Ao mesmo tempo que vai produzir dinheiro para os outros, a Casa da Moeda está empenhada em aumentar seu próprio caixa. Afastada desde os anos 80 do mercado internacional, a empresa está retornando às licitações, atrás de contratos e participação para produzir o dinheiro estrangeiro. Nos próximos meses, Argentina, Haiti, Costa Rica e Venezuela deverão abrir concorrências. São licitações para entrega em 2010, o que coincidirá com o novo parque industrial. - Temos uma margem e com ela podemos entrar no mercado internacional - afirma Denucci. A África - sobretudo os países de língua portuguesa - está na mira. Para Denucci, trata-se de uma oportunidade rara, por ser a porta de entrada do mercado continental, considerado bastante promissor: - Em Angola temos informações de que eles estão necessitando rever seu padrão monetário e já mandamos nossos batedores fazerem prospecção. Queremos ser uma empresa de grande porte...

Comércio Brasil-China pode prescindir do dólar

...em duas moedas com regimes de câmbio diferentes? BRASIL E CHINA O governo chinês adora dizer que não gosta de misturar comércio e investimentos com política, o que é uma mentira enorme. As decisões aqui são superpolitizadas. A China briga com a França e cancela compras de aviões da Airbus, briga com os EUA e cancela compras da Boeing. Acho que os empresários brasileiros devem aproveitar a boa relação entre os dois países. A China precisa do Brasil, quer o Brasil como amigo por ser uma economia grande e rica em recursos naturais. COMMODITIES Acho que a importação de commodities pela China vai voltar a crescer, mas com preços mais realistas, mais parecidos aos praticados até o ano de 2007. Os preços de ferro e cobre no ano passado eram uma anomalia, inflados, não realistas. A China continua em um frenesi construtivo. No interior faltam pontes, estradas asfaltadas, trens, metrôs, tudo está sendo construído agora. O país continuará a importar muito. Fonte: Folha de São Paulo...

Dólar cai a R$ 2,17 e renova mínima em 6 meses

...inal da tarde. "O mercado (de câmbio) aqui andou "meio de lado". O dólar está volátil, mas ainda acredito que a tendência é de queda", avaliou João Medeiros, diretor de câmbio da Pioneer Corretora. Ele acrescentou que as apostas de investidores estrangeiros na valorização da moeda brasileira têm ajudado a manter o dólar em queda. Na quinta-feira, pelo último dado disponível, essa exposição dos investidores estrangeiros (que, na prática, mostra uma aposta na alta do dólar) era de US$ 6,22 bilhões. Na máxima de março, o valor chegou a US$ 14,3 bilhões. A percepção de que a economia brasileira tem se mostrado mais sólida...

QUESTÕES - CÂMBIO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms...

CÂMBIO: Otimismo com bancos dos EUA puxa queda do dólar

SÃO PAULO, 9 de abril de 2009 - Às vésperas do fer

Fluxo cambial fica negativo em US$ 797 milhões em março

...e Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) na semana passada foi de US$ 165,1 milhões. O volume foi menor do que os US$ 174,4 milhões registrados na semana anterior. No mês de março, a média diária de ACCs foi de US$ 146,9 milhões. Com informaçÕes do Jornal O Estado de S. Paulo...

Dólar fecha a R$ 2,20, menor taxa desde janeiro; Bovespa ganha 0,63%

...otação anterior. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi negociado por R$ 2,330, em um decréscimo de 1,27%. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) valoriza 0,63% e alcança os 44.117 pontos. O giro financeiro é de R$ 4...

Dólar fecha praticamente estável, a R$ 2,21

... humor externo. "O mercado de câmbio (doméstico) já tem o equilíbrio dele. Quando aparecem momentos de incerteza, o dólar puxa (sobe) um pouco, mas esse movimento é pontual", avaliou Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio. Os investidores conseguiram se desvencilhar do nervosismo nas bolsas de valores norte-americanas, que caí...

Ásia tem oportunidades na área de alimentos e móveis, constata FIESC

...cer a região e iniciar o intercâmbio. Também já realizamos convite para que venham a Santa Catarina" relatou o presidente da FIESC, por telefone. O aeroporto e o porto impressionaram o grupo. Na área aeroportuária, por exemplo, Cingapura tem experiência na administração de terminais, elaboração de novos projetos e reestruturação de operações. Já o porto de Cingapura é o maior do mundo em movimentação de contêineres, com 29 milhões de unidades de 20 pés por ano. Para se ter uma idéia, toda a movimentação brasileira em 2007 foi de 6,5 milhões de contêineres. "O porto tem 56 berços, com quatro guindastes de grande porte em cada um deles. O grau de automatização é tamanho que a área operacional possui apenas 4 mil pessoas. Por ser uma região concentradora de carga da Ásia, as exportações realizadas pelo porto somam US$ 600 bilhões por ano, o que é três vezes o valor dos embarques do Brasil. Tudo isso, numa ilha um pouco maior do que a Ilha de Santa Catarina", relatou Corrêa. A missão, que retorna ao Brasil no dia 9 de abril, ainda tem compromissos na Tailândia e Vietnã. Além de Corrêa, participam do grupo o diretor de relações industriais e institucionais da FIESC, Henry Quaresma, o diretor da FIESC e presidente da Câmara de Te...

Cai volume de financiamento à exportação

...antamentos sobre Contratos de Câmbio) caiu no mês passado ante fevereiro, segundo relatório que o Banco Central divulgou na semana passada sobre o fluxo cambial, que continua negativo. Os Adiantamentos sobre...

Dólar sobe a R$ 2,21 após quatro baixas seguidas

...ue as operações no mercado de câmbio doméstico se encerraram. O movimento era seguido de perto pela Bovespa. No mês passado, a entrada líquida de capital externo na bolsa paulista somou R$ 1,44 bilhão, perfazendo o melhor resultado desde abril de 2008. Neste ano, com o segundo mês seguido em território positivo, o saldo das transações realizadas por investidores estrangeiros na Bovespa subiu para R$ 1,98 bilhão. Essa volta dos estrangeiros contribuiu para a queda do dólar nos últimos dias. Em quatro sessões, a moeda americana acumulou baixa de 5,4%. O ajuste nesta segunda-feira não interrompe a estratégia de investidores, que vêm desmontando as posições compradas em dólar (que, na prática, funcionam como uma aposta no avanço da divisa americana). Segundo os dados mais atualizados da BM&F, a posição comprada de investidores estrangeiros no mercado futuro de dólar caiu para US$ 6,07 bilhões na sexta-feira, no menor nível desde outubro do ano passado. "Como reflexo desse posicionamento, o dólar teve forte queda na semana passada", afirmou Nassar. Na máxima de março deste ano, a posição comprada desse grupo de investidores chegou a US$ 14,3 bilhões. De acordo com os últimos dados da BM&F, o volume de dólar negociado no mercado à vista girava em torno de US$ 2 bilhões. Fonte: Reuters News...

Dólar cai 1,9% e atinge menor nível desde janeiro, a R$ 2,236

...conomista da NGO Corretora de Câmbio. Para ele, alguns dados econômicos elevaram a percepção de que a economia brasileira tem se comportado melhor diante da crise financeira, o que possibilita a volta das entradas de dólar no País. Nehme citou os dados divulgados pelo Banco Central na véspera, que mostraram que o fluxo cambial está negativo em US$ 968 milhões até o dia 27 de março, uma recuperação já que até o dia 13 o déficit era de US$ 2,186 bilhões. Segundo os dados mais atualizados da BM&F, a posição comprada de investidores estrangeiros no mercado futuro de dólar caiu ...

Exportação cai 22% no primeiro bimestre em SC

...passado. — De um lado temos o câmbio favorável, mas de outro temos a queda na demanda, a sobreoferta mundial e a deflação e a restrição de alguns países — disse o presidente do Sindicato da Indústria Têxtil de Blumenau e região, Ulrich Kuhn, referindo-se à Argentina, o maior parceiro comercial do segmento têxtil catarinense, para onde foram 20% das exportações em 2008. Kuhn não acredita em uma mudança nesse primeiro trimestre. É o que pensa também o presidente do Sindicato das Indústrias, Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Criciúma (Sindimetal), Guido Búrigo. Com informações do Jornal Diário Catarinense...

Com otimismo no mercado, dólar fecha em queda de 1,64%

... Roberto Carreira, gerente de câmbio da Fair Corretora. Na Europa, os principais índices de ações fecharam em alta, impulsionadas pelos papéis do setor financeiro, como os do ING e Barclays. Já nos Estados Unidos, os índices exibiam valorização à medida que dados dos setores industrial e imobiliário alimentavam esperanças de que a economia americana pode estar a caminho de uma estabilização. Os índices em Wall Str...

BC: recuperação global dever ocorrer só em 2010

... o País abandonou o regime de câmbio fixo. "O arcabouço básico da política econômica, calcado no tripé metas para a inflação, ajuste fiscal e taxa de câmbio flutuante está consolidado e combina resiliência e flexibilidade", diz o BC. Com informações Jornal O Estado de S. Paulo...

BC: recuperação global dever ocorrer só em 2010

... o País abandonou o regime de câmbio fixo. "O arcabouço básico da política econômica, calcado no tripé metas para a inflação, ajuste fiscal e taxa de câmbio flutuante está consolidado e combina resiliência e flexibilidade", diz o BC. Com informações Jornal O Estado de S. Paulo...

Tensão com montadoras faz dólar fechar em alta de 1,75%

...u Miriam Tavares, diretora de câmbio da AGK Corretora. Mais cedo, as bolsas europeias fecharam em queda acentuada por preocupações com o setor bancário, com a Espanha lançando seu primeiro pacote de resgate a bancos. Nos Estados Unidos os mercados também cediam, à medida que investidores realizavam lucros e mostravam-se apreensivos com rumores de uma possível falência da General Motors e da Chrysler. Nesta segunda-feira, o governo norte-americano recusou um plano de reestruturação de ambas as montadoras e forçou a saída do preside...

Dólar fecha em alta, mas acumula queda de 3,3% no mês

...tações do dólar no mercado de câmbio doméstico. "Há uma guerra entre comprados e vendidos. Há muita liquidação de operações que podem levar o dólar para cima", avaliou Tarcísio Rodrigues, diretor de câmbio do Banco Paulista. As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em queda de cerca de 2%, em meio a movimento de realização de lucros. O Banco Central (BC) anunciou que realizará na próxima segunda-feira três leilões simultâneos de venda de dólares com compromisso de recompra. Na véspera, a autoridade monetária vendeu todos os 80 m...

Nova medida de apoio à exportação brasileira pode ser aprovada em abril

...(Adiantamentos de Contrato de Câmbio), que são recursos de mais curto prazo para as empresas exportadoras, visando dar maior liquidez ao mercado e permitir que o fluxo de financiamento da produção exportável não sofra interrupção nesse momento de crise. Fonte: Agência Brasil...

Após leilão do BC, dólar fecha em queda de 0,4%

...o das operações no mercado de câmbio doméstico, os índices em Wall Street avançavam cerca de 2%, movimento seguido pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Mario Battistel, gerente da Fair Corretora, considerou que a "pressão de importadores" foi responsável pelo enfraquecimento da baixa do dólar. O gerente explicou que, a um preço menor, a tendência é de ter mais procura por dólar. De acordo com os dados mais atualizados da BM&F, o volume de dólar negociado no segmento à vista girava em torno de US$ 2 bilhões, um pouco abaixo da média diária de março, de US$ 2,5 bilhões. Frente a uma cesta com as principais moedas mundiais, o dólar tinha valorização de 0,5%. Fonte: Redação Terra...

Latino-americanos impressionados com inovação nas máquinas brasileiras

... nos últimos anos em razão do câmbio. Mesmo assim, Garcia destaca que, ainda que os chineses ofereçam preços melhores, optamos pela compra de produto brasileiro em razão da qualidade. Entre os vendedores, o clima era de satisfação após a rodada de negócios. Alexandre Zambelli, diretor da Serotom, fábrica de máquinas localizada em Novo Hamburgo, afirmou que esta foi de longe a melhor edição do Projeto Comprador, porque vieram compradores muito interessados em efetivar negócios, sabendo bem o que queriam. Diante disto, estima que muitas vendas serão realizadas até o final da Fimec, bem como se abriram perspectivas para os próximos meses. Sublinha que os visitantes estão buscando principalmente novas tecnologias, porque operam com máquinas antigas, de baixa produtividade. A Serotom já exporta, mas Zambelli acredita que a participação no Projeto Comprador ajudará a alavancar a presença da empresas no mercado latino-americano, “até porque com a elevação do dólar os produtos brasileiros se tornaram mais competitivos no exterior”. Graziane Raquel Portolan, da Sazi, fabricante de máquinas localizada em Farroupilha, também ficou entusiasmada com as negociações. “Percebemos grande interesse dos compradores, gerando perspectivas de vários negócios a serem fechados durante a feira e depois dela”. Destaca que os visitantes se impressionam principalmente com a inovação e qualidade dos produtos brasileiros, com ênfase para a facilidade de operação e o design das máquinas”. Délcio Schmidt, presidente da Abrameq, explica que "trazer fabricantes de couros e calçados de outros países tem sido uma estratégia de grande resultado para o setor de máquinas. O conhecimento mais amplo sobre as empresas e seus produtos, o que se viabiliza com a vinda até o Brasil, estabelece vínculos de confiança fundamentais para a venda de bens de capital". Acrescenta que os visitantes tem uma oportunidade ímpar de descobrir a capacidade brasileira de desenvolver soluções criativas para as demandas dos fabricantes de couro e calçados". Entre as modalidades de promoção comercial apoiadas pela Apex-Brasil, os projetos compradores são os que apresentam os melhores resultados em termos de negócios efetivados. A avaliação é de Geraldo Eustáquio de Oliveira, gestor de projetos da agência do governo federa...

Queda no volume físico de importações em fevereiro é recorde

... em 1999 (após a flutuação do câmbio", diz a edição de março do Boletim de Comércio Exterior da Funcex, divulgada 4ª feira (25) à noite. No primeiro bimestre de 2009, a queda foi de 26,6% na comparação com igual período do ano passado. A maior redução foi em fevereiro, já que, em janeiro, a diminuição no quantum importado foi de 21,4%. A queda do valor das importações em fevereiro, para US$ 7,8 bilhões, de 34,6%, é atribuída pela Funcex basicamente à diminuição de 32,1% no quantum. Os preços de importação declinaram 3,7% na mesma comparação. No mê...

Dólar encerra sessão em alta, vendido a R$ 2,25

...ason, gerente de operações de câmbio da Corretora Concórdia, lembrou que o mercado de câmbio brasileiro é um "vaso comunicante com o mercado internacional", ressaltando o peso dos mercados acionários sobre as cotações do câmbio internamente. Depois de avançarem durante a manhã, as bolsas de valores dos Estados Unidos registraram perdas à tarde, com o mau desempenho de empresas de tecnologia pesando sobre os mercados. Preocupações sobre o plano do governo norte-americano para limpar ativos podres dos bancos também pressionavam. No momento do fechamen...

ONU propõe controle internacional de taxas de câmbio

...a que os ajustes nas taxas de câmbio dos países devem estar sujeitos a uma fiscalização multilateral, e que estas taxas não devem ser reguladas apenas pelo mercado. O documento, intitulado The Global Economic C...

Saldo de entrada e saída de dolares fica negativo em março

...adiantamentos de contratos de câmbio (ACC) somam US$ 1,864 bilhão. A médida diária de conscessões dessa modalidade de financiamento está em US$ 124 milhões, valor que corresponde a 26% das exportações contratadas. Em janeiro, esses números eram US$ 114 milhões e 23% e, em fevereiro, US$ 146 milhões e 25%. A queda nos financiamentos às exportações foi um dos primeiros efeitos da crise financeira internacional no Brasil. Fone: DCI...

Dólar inverte no fim do dia e fecha em leve queda, a R$ 2,24

...é Roberto Carrera, gerente de câmbio da Fair Corretora, as pressões de compradores, especialmente importadores, contribuíram para que o dólar exibisse valorização durante a maior parte do dia. Carrera avaliou, no entanto, que "no período da tarde esse comprador saiu" do mercado, o que favoreceu cotações mais estáveis. De acordo com os dados mais atualizados da BM&F, o volume de dólar negociado no mercado à vista girava em torno de US$ 2,7 bilhões, um pouco acima da média diária de março, de US$ 2,5 bilhões. Frente a uma cesta com as principais moedas globais, o dólar exibia valorização em torno de 0,9%. Fonte: Redação Terra...

Brasileiros e argentinos discutem restrições

...ro bimestre deste ano no intercâmbio comercial entre Brasil e Argentina. "A queda do comércio, tanto do lado brasileiro quanto do lado argentino, está vinculada á crise internacional e não especificamente a esses produtos incluídos como sensíveis pelos dois países. Ainda que eles tenham bastante importância no comércio entre Brasil e Argentina, certamente não representam a maior parte", disse Ramalho. Automóveis são o principal item da pauta de comércio bilateral. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Dólar segue bom humor dos mercados e fecha em queda

...%, a R$ 2,246. "O mercado (de câmbio) só acompanhou esse momento de euforia (das bolsas de valores)", analisou o diretor de câmbio de uma corretora nacional, que preferiu não se identificar. O Tesouro americano detalhou um plano de financiamento a investidores privados para ajudar a limpar dos bancos até US$ 1 trilhão em ativos ...

Exportação brasileira de manufaturados cai 34%

...le observa que, se fosse pelo câmbio que se desvalorizou 20,8% nos últimos seis meses, a exportação de manufaturados deveria subir: ?O tipo de crise que estamos vivendo, baseada na falta de crédito, tende a afetar investimentos e bens de consumo?. Com informações jornal O Estado de S. Paulo....

Dólar sobe no dia, mas acumula queda de 4,5% no mês

...eginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, explicou que, depois da queda recente, o dólar tornou-se mais atrativo principalmente para importadores. Segundo o analista, as pressões decorrentes de uma procura maior pela divisa terminaram por pressionar as cotações nesta sessão. Fonte: Reuters News...

Dólar sobe por ajuste e monitora volatilidade de bolsas

...o Sagiani Campos, operador de câmbio da corretora Flow, apontou que o movimento de ajuste para cima era esperado no mercado de câmbio, para compensar a queda do dólar dos últimos dias. Na segunda-feira, a moeda norte-americana reduziu a queda perto do fechamento mas não chegou a acompanhar por completo uma piora de humor das principais bolsas de valores. No âmbito global,...

Após dados dos EUA, dólar amplia queda ante real

...ada. Na véspera, o mercado de câmbio acompanhou o humor da Bolsa de Valores de São Paulo, com queda frente ao real pela manhã e valorização no final do dia. No início da noite, o Comitê de Polítca Monetária (Copom) anunciou o corte de 1,5 ponto percentual da taxa básica de juro do País, para 11,25% ao ano. Nesta quinta-feira, os mercados de ações da Ásia estagnaram, com o índice japonês em queda de 2%, enquanto investidores começaram a colocar dúvidas acerca da sustentação de uma reação global...

OMC insinua que BNDES adota protecionismo

...primeira semana de março pelo câmbio comercial, resultado de exportações de US$ 2,956 bilhões e importações de US$ 1,698 bilhão. Fonte: O Estado de São Paulo...

Queda acentuada do PIB surpreende setor exportador

...titivo, uma vez que a taxa de câmbio é favorável, mas não há mercado”. Em relação ao PIB, o vice-presidente da AEB estimou para 2009 um patamar de crescimento próximo de zero, “podendo ser meio ponto percentual a mais ou meio a menos. A base é 0%”, assinalou. Fonte: Agência Brasil...

Dólar aproveita "respiro" de bolsas e cai pelo 3º dia

...ason, gerente de operações de câmbio da corretora Concórdia. Na véspera, o Citigroup divulgou que teve desempenho positivo no primeiro bimestre do ano, amenizando um pouco as preocupações sobre o sistema financeiro global. Além disso, pesquisa realizada pela Reuters apontou que economistas esperam uma recuperação da economia dos Estados Unidos ainda este ano. O principal índice da Bovespa mostrava volatilidade, depois de já ter avançado 1% no melhor momento da manhã. Wall Street subia. Apesar das perspectivas um pouco mais otimistas, Piason ponderou que "a cautela ainda continua, não dá para falar em tendência de alta (das bolsas)". ...

Dólar segue otimismo nas bolsas e opera em queda

...cado", avaliou um operador de câmbio de um banco nacional, que preferiu não ser identificado, referindo-se à forte ligação do mercado de câmbio doméstico ao cenário externo. Enquanto o euro atingia o maior patamar em duas semanas contra o dólar, as bolsas de valores nos Estados Unidos e no Brasil subiam forte, impulsionadas por perspectivas positivas sobre o Citigroup. Um documento do banco divulgado nesta manhã mostrou que o Citi te...

Receita Federal simplifica exportações até US$ 50 mil

...a o fechamento do contrato de câmbio. Fonte: AE...

Em dia volátil, dólar tem leve alta por pessimismo global

... alta de 0,51%. "O mercado de câmbio brasileiro vem trabalhando basicamente com as notícias externas", avaliou Mario Paiva, analista de câmbio da Corretora Liquidez. "Se vem novidade boa lá de fora, do dólar cai; se a novidade é ruim, ele sobe." Paiva explicou que as mudanças de interpretação sobre dados econômicos explicam em parte a volatilidade dos mercados. O analista mencionou os dados de emprego nos Estados Unidos divulgados nesta sexta-feira, indic...

MDIC recebe inscrições para missão empresarial ao Chile

...io assinados pelo Chile. Intercâmbio Comercial No ano de 2008, as exportações brasileiras ao Chile foram de US$ 4,792 bilhões, número que supera em 12,4% as vendas internacionais de 2007 (US$ 4,264 bilhões). O país ocupa a 8º posição dentre os mercados de destino dos produtos brasileiros. Considerando o mesmo período, as importações de produtos chilenos registraram crescimento de 20,2% - de US$ 3,462 bilhões para US$ 4,162 bilhões. Dentre os mercados fornecedores ao Brasil, o Chile ocupa a 10º posição, duas abaixo do registrado no ano anterior. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Brasil e Sudão assinam acordo agrícola

Para ampliar o intercâmbio do Sudão com o Brasil na área agrícola, os ...

Entidades investem para incentivar Exportações de Pequenas empresas

...ara o setor e promover o intercâmbio tecnológico orientado para negócios. Segundo dados da Anprotec, cerca de 45% das 6.300 empresas vinculadas às Incubadoras e Parques Tecnológicos brasileiros, pertencem ao setor tecnológico, totalizando aproximadamente 2.800 micro e pequenas empresas. Destas, 600 já atingiram um mínimo de atuação mercadológica e 250 encontram-se próximas à etapa de graduação ou graduadas por suas incubadoras. Com informações DCI ...

Dólar dispara cerca de 3% com temor generalizado

.... Mario Battistel, gerente de câmbio da Fair Corretora, disse que as bolsas internacionais vão continuar pesando sobre o mercado de câmbio doméstico ao longo do dia, mencionando a apreensão dos investidores diante das notícias pessimistas sobre a AIG. Após o governo americano ter anunciado a terceira intervenção na seguradora desde o fim do ano passado, a AIG divulgou nesta segunda-feira prejuízo de US$ 61,7 bilhões no quarto trimestre, o maior da história corporativa. Nesta manhã, houve u...

Dólar segue bom humor externo e cai frente o real

... Roberto Carreira, gerente de câmbio da Fair Corretora. Na semana passada, o dólar acumulou valorização de mais de 5%. Carreira acrescentou que o humor um pouco melhor dos mercados de modo geral nesta manhã deixava espaço para o dólar estender seu movimento global no mercado doméstico. Frente a uma cesta com as principais divisas globais , o dólar recuava 0,49%. Ainda nesta quinta-feira, o Banco Central realiza três leilões simultâneos de venda de dólares com compromisso de recompra. As propostas serão acolhidas entre 11h30 e 12h. A autoridade monetária também divulga dados atu...

Em sessão esvaziada por feriado, dólar opera quase estável

...orno de 0,2%. Um diretor de câmbio de uma corretora em São Paulo que preferiu não ser identificado apontou que muitos participantes do mercado emendaram o feriado de Carnaval nesta quarta-feira - em que o pregão da BM&F iniciou as operações somente às 13h - e devem retomar as operações somente na quinta-feira. Por volta das 14h30, segundo os dados da bolsa, o volume negociado não chegava a US$ 200 milhões. Com poucos negó...

Governo amplia alcance de linha de crédito à exportação

... escassa. A desvalorização do câmbio também torna este orçamento em reais relativamente menor, já que as exportações são pagas em dólares. Com informações do Jornal Folha de S. Paulo...

Reunião de comércio Brasil-Rússia é realizada em Moscou

...do setor de agronegócio. Intercâmbio Em 2008, as exportações brasileiras para a Rússia somaram US$ 4,7 bilhões, o que representou aumento de 24,4% sobre 2007, quando as vendas externas para o país totalizaram US$ 3,7 bilhões. As exportações brasileiras para a Rússia representaram 2,4% das vendas totais no último ano. No mesmo comparativo, as importações brasileiras provenientes da Rússia totalizaram US$ 3,3 bilhões, representando aumento de 94,9% em relação ao ano anterior, quando as aquisições brasileiras de produtos russos somaram US$ 1,7 bilhão. As transações comerciais com a Rússia, em 2008, apresentaram superávit de US$ 1,3 bilhão, favorável ao Brasil, e corrente de comércio de US$ 8 bilhões, 46,5% acima da registrada em 2007. No acumulado de 2008, o país se posicionou na 10ª colocação dentre os países compradores de produtos brasileiros, duas posições acima da registrada no mesmo período do ano anterior. Entre os países fornecedores de produtos ao Brasil, a Rússia ocupou a 13ª posição, cinco acima da ocupada em 2007. Cruzamento de pauta Levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC mostra que os produtos brasileiros com mais potencial de exportação para a Rússia são: carne bovina, carne suína, carne de frango, queijos não fundidos, bananas, laranjas, maças, óleo de soja, cacau, chocolates, fumo em folha, medicamentos e misturas de substâncias odoríferas. Entre os itens russos mais propensos à importação brasileira estão: óleos combustíveis, níquel em formas brutas, carvão, adubos e fertilizantes, celulose, siderúrgicos, papel, peixes congelados, borracha sintética, amoníaco, válvulas e torneiras, obras de titânio, polímeros e hidrocarbonetos cíclicos. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Projeto quer impulsionar exportações de tecnologia

...ara o setor e promover o intercâmbio tecnológico orientado para negócios. Segundo dados da Anprotec, do universo de aproximadamente 6.300 empresas vinculadas às Incubadoras e Parques Tecnológicos brasileiros, cerca de 45% são de base tecnológica, representando aproximadamente 2.800 micro e pequenas empresas de TICs. Destas, 600 já atingiram um mínimo de atuação mercadológica e 250 encontram-se próximas à etapa de graduação ou acabaram de ser graduadas por suas incubadoras. O projeto Apex-Brasil/Anprotec deve focar neste grupo que já se encontra próxima à graduação. Com informações da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios...

desafio de conter o protecionismo

...acilitando as compensações de câmbio nas trocas comerciais com o Brasil. Esses sistema, na avaliação dos técnicos, reduziria o risco de crédito nessas operações, mas não se sabe ainda como botar em marcha o mecanismo. Já há algum tempo o governo criou também programas para estimular a integração das cadeias produtivas, com a negociação entre empresas para compra de partes e peças em países sul-americanos. Uruguai e Paraguai foram os primeiros países-alvo desse Programa de Substituição Competitiva de Importações, de resultados medíocres até agora. Imagina-se criar no Uruguai uma produção de peças e partes para a frota pesqueira brasileira e incentivar fornecedores paraguaios para a indústria avícola no Brasil, mas isso é, ainda um sonho diplomático. Falta qualidade e variedade de produtos na vizinhança para chegar ao mercado brasileiro. A busca de saídas criativas esbarra nas dificuldades práticas e até ideológicas dentro do país. As empresas ensaiam, por exemplo, a instalação, no Chile, de subsidiárias para montar lá produtos acabados com componentes exportados do Brasil, e aproveitar os mais de 50 acordos chilenos de livre comércio com mercados como Estados Unidos, Europa e países asiáticos. Mal começaram a falar do tema, as empresas receberam oposição severa da Central Única dos Trabalhadores (CUT) , que acusou a iniciativa de ser uma “exportação de empregos” brasileiros. A CUT não levou em consideração que o estoque de investimentos chilenos no Brasil é quase duas vezes e meia maior que o de investimentos brasileiros no país andino. Se fizesse sentido esse raciocínio de exportação de empregos, quem deveria estar reclamando seriam os chilenos. E não estão, porque sabem dos benefícios dos investimentos de suas empresas no exterior, que voltam sob a forma de dividendos, royalties e encomendas. Fonte: Valor Econômico...

Real não foi maior causa do aumento de importações

... global. É fato que a taxa de câmbio sofreu forte apreciação entre 2003 e agosto de 2008, um mês antes da agudização da crise financeira internacional. Não é trivial concluir, entretanto, que o real valorizado tenha sido a principal razão do forte crescimento das importações no período analisado. Quando se observam os principais itens da pauta de importação brasileira, constata-se que o que mais puxou as compras do exterior foram os bens de capital (máquinas e equipamentos). Graças à forte demanda existente na economia até setembro de 2008, as empresas aproveitaram a taxa de câmbio apreciada para acelerar a compra de máquinas e equipamentos, uma forma engenhosa de se contornar os elevados custos do dinheiro no país. Fazendo isso, aumentaram a capacidade de produção e também a sua competitividade. Assim, é legítimo se imaginar que, se não houvesse demanda interna, o efeito do câmbio apreciado sobre as importações teria sido bem menor. A forte demanda está refletida nos dados de investimento. Desde 2006, a taxa de investimento da economia, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo, vinha crescendo a uma velocidade 2,5 vezes superior à de expansão do Produto Interno Bruto (PIB). Isto explica porque, entre 2003 e 2008, os bens de capital importados aumentaram sua fatia no consumo aparente de 27% para 39,9%. A desvalorização da taxa de câmbio no pós-crise deve interromper o crescimento acelerado das importações e a sua participação no consumo doméstico, já que a demanda interna também se retrairá. O crescimento das importações, especialmente de máquinas e equipamentos, foi e continuará sendo, porém, uma base importante para aumentar a produtividade da economia, facilitar o combate à inflação e, assim, sustentar a expansão do PIB por períodos mais longos de tempo. Evidentemente, cabe ao governo ficar atento a surtos de importação estimulados por práticas desleais de comércio, como o dumping e os subsídios ilegais. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

Importados levam 23,7% do Mercado

A participação dos produtos importados no consumo

Dólar interrompe seqüência de 5 baixas e fecha em alta

...as. O gerente de operações de câmbio da Corretora Concórdia, Luis Piason, apontou que a "correção técnica" do dólar em relação às baixas dos últimos dias foi estimulada pela forte queda das bolsas de valores. O principal índice de ações da Bovespa, o Ibovespa, recuava seguindo os mercados de Wall Street que derretiam em torno de 4%, refletindo as incertezas dos investidores sobre a eficácia das atuações do governo americano para combater a crise econômica. Nesta terça-feira, o Departamento do Tesouro dos EUA divulgou um pacote reformulado ...

CIRCULAR No- 3.436, 6 DE FEVEREIRO DE 2009

...a o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). A Diretoria C...

Dólar cai pela 5ª vez seguida e fecha a R$ 2,238

...co e refletindo no mercado de câmbio", disse Tarcísio Rodrigues, diretor de câmbio do Banco Paulista. O Senado americano pode votar na terça-feira o pacote de estímulo econômico de cerca de US$ 800 bilhões, já aprovado pela Câmara dos Representantes (deputados), e o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, deve anunciar um plano de resgate específico ao setor financeiro. Para Rodrigues, a queda do dólar ante o real nesta sessão também se...

Apesar dos esforços, desafios para exportadores de frango vêm aumentando

...ABEF demonstra que enquanto o câmbio sofreu valorização de 22% (os valores foram arredondados), o preço médio sofreu redução de 14%, fazendo com que o preço em real subisse 5%. Mas como o volume embarcado recuou 4,5%, os eventuais ganhos do mês (janeiro/09 em relação à média 2007/2008) praticamente zeraram. Frente à atual crise, não seria de todo ruim se os custos não tivessem aumentado mais de 10%. E devem continuar aumentando frente às novas exigências que surgem. Ainda assim, o setor mantém como meta repetir o volume embarcado em 2008. Com informações do Portal Newscomex...

Dólar cai pela 4ª vez seguida e fecha a R$ 2,25

... Marcos Forgione, operador de câmbio da B&T corretora, reconheceu a influência do otimismo externo no mercado de câmbio doméstico nesta sessão, mas ponderou que é difícil definir uma tendência para o dólar. "É difícil exprimir nesse momento qualquer alívio. Notícias ruins ainda virão", avaliou. Mesmo após a divulgação de dados que mostraram que a economia dos Estados Unidos teve o maior corte de ...

Brasil e Índia realizam primeira reunião de comércio bilateral

... tentativa de aumentar o intercâmbio comercial. Em 2008, as transações comerciais entre os dois países foram deficitárias em US$ 2,461 bilhões para o Brasil, valor que superou o saldo negativo de 2007 - US$ 1,211 bilhão. A delegação brasileira é coordenada pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comé...

Importações prejudicaram setor em 2008, aponta Abit

...ações de fios. ‘A situação de câmbio favorável para importações e as consequências do custo-Brasil, que prejudicaram as exportações, foram fatores determinantes para essa queda’, avaliou. Pimentel explica que os produtos comercializados pelo setor representado pela Abit possuem características que, relacionadas à pesquisa divulgada pelo IBGE, podem ser considerados bens de consumo semi-duráveis (vestuário, por exemplo), destinado ao consumidor final; ou bens intermediários (têxtil), que fornece insumos como fios ou tecido para outras indústrias agregarem valor antes de chegar ao consumidor final. E foi justamente a área têxtil - com aspectos de bens intermediários - que teve queda mais acentuada em consequência das importações. ‘Até a fase aguda da crise, as importações físicas desses produtos vinham crescendo 20% ao ano. Era simplesmente o dobro das vendas de varejo, que cresceram apenas 10%’, afirmou. Pimentel acrescentou que, no mesmo período, a produção das confecções crescia 5%, e a produção da indústria têxtil 1,5%. As informações são da Agência Brasil. (Redação - InvestNews) ...

Dólar fecha em baixa após três altas seguidas

...eginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora de Câmbio, referindo-se à forte influência, especialmente das bolsas de valores globais, nos últimos dias. Perto do fechamento do mercado de câmbio, o principal índice da Bolsa de Valores de São paulo (Bovespa) avançava 2%, enquanto os mercados de Wall Street exibiam leve alta, em uma sessão volátil. Nesta sessão, os mercados americanos dividiam-se entre as preocupações com a aprovação do ...

Dólar sobe 0,6% e registra 3ª alta consecutiva

...tícias", afirmou o gerente de câmbio de um banco estrangeiro, que preferiu não ser identificado. Depois da divulgação da primeira melhora do setor manufatureiro dos Estados Unidos desde junho, os mercados acionários globais reduziram as perdas e operavam voláteis perto do fechamento do mercado de câmbio. O principal índice acionário da Bovespa recuava 0,23%, às 16h50, após ter chegado a se desvalorizar 2% ao longo do pregão. Em...

Dólar segue expectativa do mercado e opera em alta

.... Mario Battistel, gerente de câmbio da corretora Fair, mencionou a volatilidade dos últimos dias no mercado de câmbio, refletindo a disputa dos investidores pela definição de uma Ptax mais favorável a seus interesses. A taxa é referência para a liquidação de contratos futuros e outros derivativos. Segundo os dados mais recentes atualizados pela BM&F, os investidores...

RESOLUÇÃO No- 3.675, DE 29 DE JANEIRO DE 2009

...entos pactuada em contrato de câmbio de exportação. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei n° 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetári...

Dólar inverte tendência e fecha em alta de 0,79%

...ason, gerente de operações de câmbio da corretora Concórdia, referindo-se ao leilão de venda de dólares com compromisso de recompra realizado pelo BC. A autoridade monetária vendeu US$ 675 milhões nessa operação e realizou ainda um leilão de venda de dólares no mercado à vista durante a tarde. Nos Estados Unidos, os mercados acionários recuavam 2% e o dólar subia quase 1% frente a uma cesta com as principais moedas globais , diante de novos dados econômicos pessimistas. As vendas de novas moradias nos EUA atingiram o menor patam...

Exportadores terão prazo maior para embarcar mercadorias

...o fechamento dos contratos de câmbio com os bancos. O objetivo, segundo o Banco Central (BC), é atender às empresas que passaram a sofrer pedidos de adiamento ou cancelamento de negócios por parte de importadores após ...

Mau sinal na exportação

...it de US$ 645 milhões no intercâmbio de mercadorias, com importações de US$ 8,19 bilhões e exportações de US$ 7,54 bilhões. Se janeiro terminar com a conta no vermelho, será o primei...

Brasil e Argentina realizam primeira reunião de comércio bilateral do ano

...legações irão discutir o intercâmbio comercial, monitoramento do comércio bilateral, serviços e investimentos, harmonização de estatísticas de comércio exterior, defesa comercial, temas de agricultura, Reach (Legislação Européia sobre substâncias químicas), Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (TEC) e setor automotivo, dentre outros. Intercâmbio Em 2008, as exportações brasileiras para a Argentina totalizaram US$ 17,6 bilhões, registrando crescimento de 22,1% sobre 2007, quando alcançou U...

Líbia, um país aberto aos negócios

...m a ser esporádicas. “Agora o câmbio está mais favorável e vou começar a explorar também matérias-primas para sucos, que na Líbia é um segmento que tem crescimento forte e contínuo”, declarou. “Espero participar de novo da feira de Trípoli este ano, pois eles gostam do contato pessoal e temos que manter uma regularidade”, concluiu. Fomento Nesta segunda, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que lidera a missão empresarial ao Norte da África, teve encontros com o vice-primeiro-ministro líbio, Mubarak Al-Shamikh, com o ministro da Indústria e Mineração, Ali Yousef Zikri, com o presidente da estatal do petróleo National Oil Company (NOC), Shokri Ghanem, além de reuniões nos ministérios dos Transportes e Telecomunicações e Relações Exteriores. O presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Salim Schahin, que acompanhou as visitas, disse que as autoridades líbias em geral demonstraram grande interesse em fomentar os negócios com o Brasil. “A Líbia quer atrair negócios e os ministros dizem que as empresas brasileiras terão preferência”, afirmou. O interesse, segundo ele, vale para todos os setores, especialmente construção, infraestrutura e até energia, mesmo sendo o país um grande produtor de petróleo. A Líbia quer ampliar a utilização do gás em sua matriz energética. Schahin acrescentou que, durante as conversas, foi mencionada inclusive a possibilidade de criação de uma zona franca na Líbia para companhias do Brasil, para que o país possa ser utilizado como plataforma de exportação. Nos encontros foi discutida também a facilitação da concessão de vistos para empresários brasileiros e o vice-primeiro-ministro pretende organizar em breve uma missão comercial ao país. A delegação liderada pelo ministro encerrou a visita à Líbia nesta segunda à tarde e seguiu para Argel, capital da Argélia, segunda etapa da viagem. Com informações da Agência de Notícias Brasil - Árabe...

Selic menor deve baratear ACCs

... Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACCs). E advertiu que os dados do comércio exterior podem ser até piores do que o restante da economia do país no primeiro trimestre deste ano. Segundo o secretário, os meses de janeiro, fevereiro e março serão "muito ruins" para o setor. As informações são do Monitor Mercantil. Com informações do Monitor Mercantil...

Embarque de commodities cairá mais que normal no 1º tri

...i mais do que compensada pelo câmbio", acrescentou. SEM PREVISÕES Barral manteve a posição do governo e ressaltou ainda não ser possível traçar uma meta de exportações para o Brasil em 2009, e que o governo apenas terá uma perspectiva mais clara disso a partir de abril. "De outubro de 2008 a março de 2009 teremos os piores momentos da crise", afirmou ele durante palestra na Amcham. Barral disse que, por ora, o governo trabalha com cinco cenários para as exportações neste ano, sendo que o melhor considera 202 bilhões de dólares, a meta que havia sido prevista para 2008 e ficou perto de ser atingida. O pior cenário considera exportação anual de 158 bilhões de dólares. "O cenário mais otimista é mantendo os preços médios de 2008. E para o melhor cenário se consagrar dependemos da manutenção da demanda e da não ascensão do protecionismo", afirmou ele, observando que a melhor hipótese para as exportações prevê um câmbio competitivo e melhorias na logística e no crédito. "Uma das razões de não estarmos otimistas é a previsão de queda nas economias dos países desenvolvidos." Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

Exportações em queda

...iantamentos sobre contrato de câmbio (ACCs) dão uma ideia do montante de crédito utilizado no financiamento das exportações. Modalidade de crédito financiada com recursos externos, as operações com os ACCs no Brasil, tanto em termos de volume contratado quanto em relação aos juros praticados, são um bom termômetro para medir a intensidade da crise sobre a disponibilidade de capital. Como era de esperar, desde setembro do ano passado, mês do estopim da crise no mercado de crédito, as operações com ACCs vêm caindo. O Banco Central registrou US$ 5,3 bilhões de recursos em setembro, caindo para US$ 3,1 bilhões em dezembro. Embora setembro tenha sido um mês atípico em relação à média de 2008, os três últimos meses do ano ficaram abaixo da média, o que nos leva a concluir que os números já refletem as afirmações do setor financeiro e dos exportadores. Além de uma redução nos montantes contratados, observa-se também uma elevação nas taxas de juros das operações. Do lado das exportações, a tendência observada é exatamente a mesma. Em 2008, o recorde de exportações ocorreu no mês de julho, com US$ 20,5 bilhões. De setembro em diante, no entanto, a trajetória foi de queda, saindo de US$ 20 bilhões...

Exportações da indústria aumentam 28% em reais

... e é possível que nem mesmo o câmbio favorável seja capaz de garantir o crescimento das receitas em reais", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, nesta quinta-feira (15), ao divulgar a balança comercial gaúcha. Segundo o industrial, um forte indicador da redução das vendas externas nos próximos meses são as concessões de Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC´s), que continuam em nível abaixo de setembro. "Esse resultado mostra que as dificuldades para as exportações deverão continuar", disse Tigre. Quando analisado em dólares, o resultado do setor industrial é menos animador. Nos últimos três meses do ano, os embarques da indústria cresc...

Bancos estrangeiros voltam a oferecer linhas para exportação

...(Adiantamentos de Contrato de Câmbio), oferecendo crédito à exportação de vencimento em até seis meses. O prêmio de risco do Citi ontem no mercado de derivativos de crédito pelo prazo de cinco anos sobre a Libor foi a 2,44 pontos percentuais. O do Morgan Stanley estava a 3,675 pontos. Enquanto isso, no Brasil, uma empresa de primeira linha que queira obter no mercado linhas à exportação de seis meses a um ano tem de pagar prêmios de 4% sobre a Libor ao ano, na comparação com 1,5% a 2% de antes da quebra da Lehm...

Exportações da indústria aumentam 28% em reais

... e é possível que nem mesmo o câmbio favorável seja capaz de garantir o crescimento das receitas em reais”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Paulo Tigre, nesta quinta-feira (15), ao divulgar a balança comercial gaúcha. Segundo o industrial, um forte indicador da redução das vendas externas nos próximos meses são as concessões de Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC´s), que continuam em nível abaixo de setembro. “Esse resultado mostra que as dificuldades para as exportações deverão continuar”, disse Tigre. Quando analisado em dólares, o resultado do setor industrial é menos animador. Nos últimos três meses do ano, os embarques da indústria cresc...

País precisa resolver entraves internos para exportar mais

... manufaturado com a subida do câmbio, mas salienta que com a redução da demanda, ficará ainda mais importante o trabalho de promoção dos produtos. Em se tratando do Mercosul, Ricupero não acredita que a crise possa tornar o bloco mais forte. O argumento tem como base o fato das divergências internas serem sempre latentes. "Os próprios argentinos já adotaram medidas protecionistas aqui. Não vejo nenhuma tendência nítida no Mercosul de fortalecimento. Vemos o esforço do Brasil para evitar a bitributação, que mesmo com várias reuniões, não se resolve", detalha. Já em relação à Rodada de Doha, na opinião do embaixador, dificilmente sairá um acordo nesse ano. "O esforço vai continuar dependendo das flexibilidades dos países. Como o novo governo dos EUA vai encarar isso tudo. Pode ser que haja algum tipo de avanço, mas fatos não existem. Na Índia as eleições serão em maio e foram os dois países que paralisaram as negociações no ano passado. Além disso, não vi nenhuma declaração do governo americano sobre o comércio exterior, apenas pacotes de ajuda à economia", conclui. Os países do G-20 tentaram em dezembro aprovar a Rodada de Doha, aproveitando os pontos de convergência, deixando os itens polêmicos para discussões pontuais em 2009. Porém, até mesmo essa tentativa fracassou. Com informações do Portal PortoGente...

Avicultor busca novos clientes no exterior

...unção da imprevisibilidade do câmbio e do comportamento dos preços, que iniciaram uma trajetória de queda no último trimestre. "Até setembro vínhamos crescendo bem, mas outubro, novembro e dezembro foram meses muito complicados. Vários importadores tentaram renegociação de preços, principalmente países produtores de petróleo, devido à desvalorização da commodity", explica o presidente da Abef e ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra. Ele diz que, embora os resultados de 2008 representem recordes, o primeiro semestre do ano não se mostrou lucrativo...

Déficit do Brasil com a China aumenta 80%

...r bastante elevado, a taxa de câmbio brasileira estava convidativa para importações. Nossas compras da China explodiram", explica José Augusto de Castro, diretor da AEB (Associação Brasileira de Comércio Exterior). O Brasil vendeu à China US$ 16,4 bilhões no an...

Câmbio reabre chance de exportação no setor de calçados

...r cinco anos de luta contra o câmbio e vendas instáveis no exterior, o setor calçadista bra...

Couromoda "testa" resistência do setor calçadista à crise financeira

...s problemas que tivemos com o câmbio fizeram com que saísse do mercado quem só exportava. Isso deu uma mexida na matriz e deixou o setor mais saudável”, diz ele, que afirma que hoje o foco das vendas é o mercado brasileiro: exportações são cerca de 18% da produção. Com informações do Portal G1...

Exportações: novo perfil

...mbém importar menos, já que o câmbio caminha para um patamar menos favorável. Como respondem por 25% da economia mundial, os EUA, obviamente, ditam o ritmo da economia do planeta. Portanto, de nada adianta exibir como troféu de caça o fato de o Brasil ser hoje menos dependente do mercado norte-americano, lembrando que os EUA eram responsáveis por 25% das nossas exportações, mas hoje representam apenas 15%. Isso, em termos práticos, não significa que o País seja menos dependente, mas que perdeu – e muito – mercado. Se para alguma coisa serve essa constatação, talvez seja satisfazer aqueles que ainda raciocinam como no tempo da Guerra-Fria. Como quando os EUA perdem todos perdem, o Brasil terá muitas dificuldades para compensar essa perda com vendas para outros mercados, pois os demais também sofrem com a retração do mercado norte-americano. É o caso da China, que é bastante dependente do mercado norte-americano e compra matéria-prima brasileira em quantidades consideráveis para produzir seus manufaturados. Como as commodities devem sofrer um recuo, para compensar, o Brasil terá de investir em novos mercados, especialmente para seus produtos manufaturados, que devem ser favorecidos pelo aumento do dólar. Com isso, é de prever que as exportações brasileiras, a partir de agora, comecem a ganhar um novo perfil. Para tanto, o País precisa montar logo uma estratégia que permita aumentar sua competitividade em todos os setores. Para escapar de uma situação incômoda no ranking dos exportadores– já que está atrás de países relativamente pequenos, como Áustria, Suécia, Suíça e até Emirados Árabes Unidos, que mantêm maior participação no comércio mundial --, o Brasil precisa aprofundar as suas reformas estruturais, como a previdenciária, a fiscal e a trabalhista, além de melhorar a produtividade de suas fábricas e tornar seus produtos mais competitivos, o que só será possível com investimentos maciços em obras de infra-estrutura rodoviária, aquaviária, aérea e portuária. * Diretor-presidente da Fiorde Logística Internacional Com informações do Jornal Agora - RS...

BC: crédito ao exportador via ACC cai 20% em dezembro

...a Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) somou US$ 146,51 milhões em dezembro, valor 20,45% menor que o registrado em novembro (US$ 184,16 milhões). A média diária é a pior registrada desde o agravamento da crise, em setembro. Na comparação com aquele mês - que teve média diár...

Indústria pode lucrar com substituição de importações

...rtações com o novo patamar do câmbio, acima de R$ 2. Isso significaria um ganho de até US$ 34 bilhões por ano para a indústria brasileira, conforme cálculos feitos com base nos últimos números da balança comercial Entre os produtos que mais deverão ser beneficiados estão insumos como papel, aço, tecidos, máquinas e equipa...

Exportação vai cair 16%, prevê Funcex

...njugação de desvalorização do câmbio com redução do crescimento doméstico, justamente o que se prevê para a economia brasileira em 2009″. Segundo Ribeiro, “nessas circunstâncias, o quantum (volume) exportado pelo País costuma crescer a um ritmo bem maior do que o quantum do comércio mundial”. Como o FMI prevê um aumento de 2% no volume do comércio mundial no ano que vem, a Funcex estima que o volume das exportações brasileiras pode ter uma variação de cerca de 5%, “ancorada no aumento das quantidades exportadas de produtos do agronegócio e em um maior esforço exportador do setor de manufaturados, estimulado pelo câmbio mais favorável e pela desaceleração da demanda doméstica”. Para Augusto de Castro, porém, as perspectivas para os manufaturados não são boas. “A taxa de câmbio favorece as exportações de manufaturados, o problema é que não há demanda”, avalia o vice-presidente da AEB. Em relação às importações, Ribeiro e Augusto de Castro concordam que a perspectiva é de forte desaceleração no volume importado em comparação com 2008. Segundo Ribeiro, a perda de ritmo ocorrerá “acompanhando o menor crescimento da produção industrial, que afeta diretamente as compras de matérias-primas e bens intermediários, e da demanda interna, que impacta frontalmente as compras de bens de consumo e de capital”. Para a Funcex, o aumento do volume importado em 2009 será de 6% ante 2008. Para este ano, a estimativa é de crescimento de 19,5%. Augusto de Castro concorda que haverá queda no total importado, em valor e em volume. “Não consigo ver em nenhuma hipótese as importações crescerem.” Ele argumenta que vão interferir nessa queda a elevada taxa de câmbio conjugada com a redução de demanda interna por causa do aumento do desemprego. Na próxima sexta-feira, o Ministério do Desenvolvimento vai divulgar os resultados finais da balança comercial em 2008. A Funcex e a AEB estimam um saldo comercial em torno de US$ 24 bilhões, com recuo de 42% ante o ano passado. NÚMEROS 16% de queda é a previsão da Funcex para as exportações em 2009 10% de queda é a previsão da Funcex para as importações em 2009 US$ 10 bilhões é a previsão para ...

Espumantes exportam até 237% mais em 2008

...a mudança do comportamento do câmbio, a partir de outubro tivemos uma redução importante da participação de importados, principalmente na categoria espumantes", explicou Allen Guerra. Diante disso, o período de festas de fim de ano deixou de representar a grande alta das vendas do setor. "Hoje, o crescimento do consumo no final de ano, devido às festas natalinas, existe mas é menos acentuado. Há um movimento de estabilização", explicou Allen Guerra. A categoria de espumantes deve ter um crescimento de 20% em relação ao ano passado no que diz respeito à produção total da Vinícola Aurora. Atualmente, a fabricante vende R$ 36 milhões por ano e detém 12% do market share. Para 2009 a Aurora planeja um crescimento de 7%. Em 2008 o crescimento alcançado foi de 6%, registrando um faturamento de R$ 158 milhões ante os R$ 145 milhões faturados em 2007. "Também planejamos importantes lançamentos para o ano que vem", revelou Allen Guerra. Produção maior - O mercado de espumante nacional saltou de 4,25 milhões de litros em 2002 para 8,55 milhões de litros em 2007. De janeiro a novembro de 2008, foram vendidos 8,035 milhões de litros. O volume do ano deve encostar em 10 milhões de litros, calcula o diretor executivo do Instituto Brasileiro de Vinhos (Ibravin), Carlos Paviani, prevendo novo crescimento de 10% em 2009. A flexibilidade de consumo com qualquer clima e a imagem associada à celebração ajudam a explicar parte do apelo do espumante, avaliam as indústrias. O lançamento de garrafas com formato menor, presença em bares e a abertura de casas especializadas também expandiram o consumo para além das tradicionais festas de final de ano. "O produto tem leveza e frescor, combina com o estilo do brasileiro", relaciona o diretor de vendas da Miolo Wine Group, Márcio Bonilha, que vai fechar 2008 com aumento de 20% na comercialização e prevê repetir o número em 2009. No ano passado, 72% das vendas no Brasil foram de produtos nacionais, ...

Exportador tem a pior expectativa em 10 anos

... ganho das exportadoras com o câmbio.? Para o economista-chefe da Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), Fernando Ribeiro, as empresas que vendem prioritariamente ao mercado internacional podem ser divididas em dois grupos: as exportadoras de commodities e as que vendem outros tipos de produto. No caso do primeiro grupo, o especialista comentou que, além dos efeitos de retração na demanda por causa da crise, de maneira geral as empresas que exportam esse tipo de produto terão de lidar com quedas nos preços em 2009, em comparação com os dois últimos anos imediatamente anteriores. ?Vai ser um momento muito difícil para se fazer vendas lá fora?, afirmou. Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

Caixa começa a socorrer exportador e importador

...ealizar todas as operações de câmbio. Até agora, a atuação da Caixa nesse mercado era limitada. Ela não podia, por exemplo, conceder as linhas tradicionais de financiamento ao comércio exterior, conhecidas como ACC e ACE. "Agora, a Caixa tem autorização para operar com câmbio livremente", disse Geraldo Magela, gerente de normatizaç...

Importação de máquinas pode cair 30% em 2009

...o, Lee destacou a variação do câmbio e as dificuldades para obtenção de crédito. ´Precisamos de estabilidade no câmbio para poder trabalhar, não importa se será a R$ 2,20 ou R$ 2,40. Ninguém compra se não souber quanto terá que pagar´, disse, defendendo maior intervenção do governo sobre o câmbio. Com informações do Jornal do Brasil - RJ...

BC: crédito ao exportador via ACC volta a cair

...e Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) somou US$ 143,12 milhões entre os dias 8 e 12 de dezembro. O valor é 35,6% menor que a média da primeira semana do mês, entre 1º e 5, quando a média diária somou US$ 222,43 milhões. Com essa p...

Crise derruba as exportações em Joinville

...eve impacto — afirma. Mesmo o câmbio que poderia ser um aliado nas vendas de Joinville para o exterior acabou se transformando em algoz. — Os empresários lá fora querem renegociar os contratos. O dólar mais alto tem o efeito positivo da continuidade nos negócios, mas prejudica o reembolso do exportador — analisa Bustamante. Apesar do dólar mais caro, as importações joinvilenses não sofreram o mesmo impacto. Foram US$ 56,9 milhões em produtos comprados do exterior, 20,97% a mais do que em novembro do ano passado. Nas exportações, o resultado ruim tende a se agravar em dezembro. Com informações do Jornal Diário Catarinense...

Diretor da FIESP diz que pacote não atende setor exportador

... Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) ainda estão muito restritas e caras. "Nós defendemos maior agilidade para as ACCs e para a devolução de empréstimos e impostos acumulados, com atenção especial ao setor do agronegócio." Ele defende a utilização de parte do compulsório visando financiar a dilatação de prazo para o pagamento de impostos. “Seria salutar que o prazo para recolhimento do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço] aumentasse em 60 dias, além dos atuais 45 dias”, sugere. Com informações do Jornal Diário da Indústria Comércio e Serviços - SP...

Copom: Decisão cria expectativa de viés de baixa para Selic em janeiro

...ugar, a trajetória da taxa de câmbio e forte depreciação do real ocorrida nos últimos dois meses trazem temores de repasses para os índices de inflação. Adicionalmente, as informações disponíveis sobre a atividade econômica do país pós-crise ainda não são numerosas e, por fim, as expectativas de inflação para 2009 seguem acima do desejável. Desta forma, é provável que os membros do Copom tenham preferido aguardar novos dados que forneçam uma visão mais conclusiva sobre as perspectivas da economia brasileira e da inflação em 2009, para tomar uma decisão mais fundamentada. Seguimos acreditando que o cenário para a inflação no próximo ano é mais benigno, e que o enfraquecimento da atividade irá merecer uma atenção mais especial por parte dos formuladores da política econômica daqui em diante. Por este motivo, esperamos que a política monetária seja flexibilizada já no início de 2009, processo que deve ser mantido ao longo de boa parte do ano. De todo modo, a ata desta reunião de hoje, a ser divulgada na próxima quinta-feira (18/12), será muito importante para avaliarmos a trajetória mais provável para a taxa de juros em 2009. * Silvio Campos Neto é economista-chefe do Banco Schahin...

Recursos para financiar exportações chegam a US$ 1,1 bi na primeira semana do mês

...antamentos sobre contratos de câmbio (ACC), usados para financiar as exportações, cheg...

ECONOMIA - Pequenas empresas ganham mercado externo

...arial. Elas exportam quando o câmbio está favorável ou quando seu produto consegue um bom preço lá fora”, diz Emanuel Falcão, analista do Sebrae que coordenou o estudo. O resultado dessa ausência de estratégia é uma forte descontinuidade nas vendas externas. Segundo a pesquisa, quase a metade das MPEs que exportaram em 2007 não o fazem todos os anos. “Geralmente, o valor exportado por empresas estreantes ou que voltam ao mercado é muito baixo”, diz Falcão. Em 2007, o valor médio das MPEs que têm mercado cativo em outros países desde 1998 foi de US$ 70 milhões. Entre as que exportam de forma descontínua, a média foi de US$ 32 milhões, exemplifica o analista. Segundo Falcão, uma das dificuldades de se chegar ao mercado internacional - ou se manter nele - é a falta de conhecimento das regras e polít...

Exportações brasileiras terão saldo positivo em 2008

... adiantamento de contratos de câmbio concedido pelos bancos aos setores de exportação. O secretário acredita que o setor agrícola será menos afetado que os produtos de bens duráveis. “Os fatores fundamentais que levaram à alta dos preços dos alimentos, este ano, permanecem. A crise afetou os preços, mas, em longo prazo, eles devem recuperar níveis remuneradores”, ressaltou. Uma das preocupações do secretário é com os preços dos insumos e defensivos agrícolas em 2009. A SRI pretende propor medidas para reduzir o custo da importação e facilitar o negócio direto entre fornecedores internacionais e compradores brasileiros. A exploração de novas jazidas no Brasil, também será alternativa para reduzir o preço dos insumos. Com informações da assessoria de imprensa Mapa...

Alta do dólar faz exportação da indústria automotiva recuar

...ando há muita volatilidade no câmbio ocorre uma cautela nos mercados", afirma Jackson Shneider, presidente da Anfavea. No mesmo sentido, as exportações recuaram 7,8% na comparação com novembro do ano passado. Já nos onze primeiros meses, as exportações atingiram US$ 13 bilhões. "O mercado de exportações existe uma realidade clara de queda, como por exemplo, na Europa, Argentina, México, Alemanha, Itál...

Embarques de café solúvel despencam

...antamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC). "O crédito existe, mas está muito caro em relação ao que era oferecido no início do ano". Segundo disse, uma das opções para melhorar a condição do setor seria agilizar a liberação dos créditos fiscais acumulados junto à Secretaria da Receita Federal. A estimativa do setor é que R$ 400 milhões estão em posse do governo, enquanto parte disso já deveria ter restituída nos termos da lei. "Isso aumentaria a liquidez do setor e reduziria a dependência de crédito, que está cada vez mais caro". No que diz respeito à crise mundial, Braga explica que não vê mudanças significativas no consumo mundial de café verde. "O valor unitário é muito baixo e o produto já está incorporado à dieta diária". Ele ainda explica que a redução no custo com os preços da matéria-prima favorecem o setor. "A não ser que haja algum problema na próxima safra brasileira. Mas ainda é muito cedo para falar disso". Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Banco Central vende US$ 1,9 bilhão em leilão destinado a financiar exportações

...antamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) e os Adiantamentos sobre Cambiais Entregues (ACE). Nas operações, são trocados dólares por reais. Se os bancos não emprestarem todo o valor, os dólares serão devolvidos às reservas internacionais. Depois desse prazo, as operações de ACC e ACE poderão ser usadas pelos bancos como garantia de empréstimo do BC, com vencimento em 11 de dezembro de 2009. Com informações da Agência Brasil...

BC dá sinais de que vai manter os juros inalterados em 13,75%

...o", completou. Como a taxa de câmbio teve uma desvalorização de cerca de 50% de agosto para cá, ainda que o repasse dessa desvalorização para a inflação ("pass trought") seja pequeno, algo em torno de 8%, ela representará uma herança pesada para a inflação de 2009. Não há grandes ilusões, no governo, de que o mercado devolverá uma boa parte desse ganho cambial e o câmbio se estabilizará num patamar mais baixo. "Parece prematuro dizer que nós sabemos tudo sobre o repasse cambial. Não se sabe ainda qual vai ser a intensidade desse repasse. Ele é mais rápido do que o efeito da demanda sobre a atividade e a inflação, mas não é instantâneo. Não dá para supor, com os dados que temos até agora, que o repasse cambial é um assunto já resolvido, de magnitude já conhecida", explicou a fonte. O Banco Central mantém o objetivo de trazer a inflação para o centro da meta (4,5%) em 2009, anunciado por Meirelles em julho. As expectativas do mercado, conforme o último boletim Focus, revelam uma previsão de inflação de 5,25% para o ano que vem. "Temos uma inflação para 2008 que ainda está rodando bastante próxima do topo. Se ficar acima, o BC vai ter que publicar uma carta aberta dizendo como vai trazer a inflação de volta para o centro da meta", lembrou uma outra fonte oficial. Soma-se a isso o fato de que o governo, tanto no ministério da Fazenda qu...

Exportação agrícola sente os efeitos da crise mundial

...embro com a desvalorização do câmbio. Já as receitas com as exportações de açúcar bruto aumentaram 5% no período, mas as do produto refinado caíram 12%. As estimativas de déficit no mercado mundial têm dado suporte maior para os preços. Com informações do Jornal Folha de S. Paulo...

Comércio entre China e lusófonos cresce 92,4% até setembro

... bilhões (R$ 147,6 bilhões no câmbio atual) em relação ao mesmo período de 2007, indicam dados oficiais divulgados na última sexta-feira. As estatísticas indicam que nos primeiros nove meses de 2...

RESOLUÇÃO Nº 3.641, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2008

...e contratações simultâneas de câmbio, nas situações que especifica. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembr...

Saldo da balança comercial da indústria gráfica, no período de janeiro a outubro, apresenta déficit de US$ 84 milhões

...bigraf, fez com que a taxa de câmbio se tornasse muito volátil, chegando a R$ 2,50/US$. Isso dificultou o processo de fixação de preços nas operações de comércio internacional de produtos industriais, inserindo-se os gráficos neste contexto. Porém, a crise não se fez sentir sobre o comércio de produtos gráficos, que segue tendências já observadas em meses anteriores, afirma a entidade. Entre os US$ 309 milhões de importações de produtos gráficos, acumuladas de janeiro a outubro de 2008, destacaram-se os produtos editoriais (impressão no exterior de revistas e livros brasileiros), que representaram 37% (US$ 114 milhões) das importações gráficas totais, ou crescimento de 10,3% em relação ao mesmo período do ano anterior (16,7% em 12 meses). Outro...

Taxas de juros ficam mais baixas a partir desta quinta-feira

...as praticadas em operações de câmbio por pessoas jurídicas também sofreram redução. Com informações do Panorama Brasil ...

Alívio na exportação

...m Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) não passou de US$ 135 milhões contra US$ 239 milhões de média diária em setembro, até o dia 20 de novembro a média diária já está em US$ 160 milhões. De acordo com Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômic...

CIRCULAR Nº 79, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008

...elétrico, com sistema de intercâmbio rápido dos mandris - Marca: Comas, Modelo: MC 06 8479.81.90 Combinação de máquinas para produção de bobinas elétricas, com fio de diâmetro superior a 0,14mm e velocidade de bobinagem superior a 12.000 RPM, composta por: carregador automático para carretéis de diâmetro de 6,85mm e comprimento de 11,7mm; bobinadeira com comando numérico computadorizado (CNC); sistema de soldagem automático de terminais para soldagem por fusão a corrente elétrica e controle dimensional; medidor de resistência ôhmica; módulo de acabamento de bobinas; descarregador automático de rejeitos; dispositivo automático tipo "picksace"; esteiras transportadoras com "pallets" e controlador lógico programável (CLP) - Marca: Prosys, Modelo: TL 11 S 8517.62.54 Distribuidor de conexão de rede, utilizado no sistema de correio de voz - Marca: IBM, Modelo: 8228 8517.62.59 Unidade de processamento digital, utilizada em sistema de correio de voz - Marca: Siemens, Modelo: PHONEMAIL SE - DSP BOARD 8543.20.00 Módulo eletrônico, usado em uma bancada de testes, com 96 canais de saída TTL divididos em 12 grupos de 08 BITS cada - Marca: Racal Instruments, Modelo: 1260-14...

Exportações: novo perfil

...mbém importar menos, já que o câmbio caminha para um patamar menos favorável. Como respondem por 25% da economia mundial, os EUA, obviamente, ditam o ritmo da economia do planeta. Portanto, de nada adianta exibir como troféu de caça o fato de o Brasil ser hoje menos dependente do mercado norte-americano, lembrando que os EUA eram responsáveis por 25% das nossas exportações, mas hoje representam apenas 15%. Isso, em termos práticos, não significa que o País seja menos dependente, mas que perdeu - e muito - mercado. Se para alguma coisa serve essa constatação, talvez seja satisfazer aqueles que ainda raciocinam como no tempo da Guerra-Fria. Como quando os EUA perdem todos perdem, o Brasil terá muitas dificuldades para compensar essa perda com vendas para outros mercados, pois os demais também sofrem com a retração do mercado norte-americano. É o caso da China, que é bastante dependente do mercado norte-americano e compra matéria-prima brasileira em quantidades consideráveis para produzir seus manufaturados. Como as commodities devem sofrer um recuo, para compensar, o Brasil terá de investir em novos mercados, especialmente para seus produtos manufaturados, que devem ser favorecidos pelo aumento do dólar. Com isso, é de prever que as exportações brasileiras, a partir de agora, comecem a ganhar um novo perfil. Para tanto, o País precisa montar logo uma estratégia que permita aumentar sua competitividade em todos os setores. Para escapar de uma situação incômoda no ranking dos exportadores- já que está atrás de países relativamente pequenos, como Áustria, Suécia, Suíça e até Emirados Árabes Unidos, que mantêm maior participação no comércio mundial --, o Brasil precisa aprofundar as suas reformas estruturais, como a previdenciária, a fiscal e a trabalhista, além de melhorar a produtividade de suas fábricas e tornar seus produtos mais competitivos, o que só será possível com investimentos maciços em obras de infra-estrutura rodoviária, aquaviária, aérea e portuária.  Fonte: NetMarinha-SC ...

Crédito à exportação cresce 30% no BNDES

...antamentos sobre Contratos de Câmbio). Na ocasião, o governo, por meio do Ministério da Fazenda, destinou R$ 5 bilhões para as linhas de pré-embarque do BNDES. O dinheiro permitiu ao banco atender a demanda de empresas, sobretudo das que produzem bens de alto valor agregado, que encontravam dificuldade para obter capital de giro. "O BNDES entrou cumprindo seu papel anticíclico", diz Luiz Antonio Araujo Dantas, superintendente do BNDES-Exim, área de comércio exterior do banco. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

Dólar agora tem alta de 58% desde piso

A puxada do câmbio na semana passada - de 8,28%, para R$ 2,458...

Representantes do Mercosul e Ásia se reúnem no Brasil

... brasileiras. O total do intercâmbio foi de US$ 9,2 bilhões, com exportações brasileiras de US$ 4,35 bilhões e importações de US$ 4,83 bilhões. O intercâmbio do Mercosul com a Asean, no mesmo ano totalizou US$ 11,75 bilhões. Com informações do Jornal Diário de Comércio e Indústria (DCI) - SP...

Crise já afeta 54% das indústrias de SC

...ndo afetadas pela variação do câmbio. Praticamente uma em cada quatro empresas (24%) respondeu que já sente a restrição ao crédito no mercado interno, enquanto 16% informaram sentir dificuldades para obter recursos no mercado externo. Entre os problemas apontados estão a escassez de linhas de financiamento, alta nos custos, redução de limites, demora na liberação de recursos para importação ou problemas nas operações ligadas à exportação e capital de giro. "Como as expectativas dos empresários ficaram muito piores, temos um indicativo de que a desaceleração da economia em 2009 poderá ser mais forte do que o esper...

Câmbio é alento para os exportadores

...ta gente, mas a nova faixa do câmbio é motivo de comemoração para várias empresas que encolheram no exterior nos últimos anos em função da...

Mercado prevê superávit menor

...as quanto ao comportamento do câmbio. A mais recente estimativa das cerca de 100 instituições consultadas para a consolidação do boletim Focus indica aposta de dólar a R$ 2,10 no final do ano, frente a estimativa de R$ 2,05 uma semana antes e de R$ 1,90 há quatro semanas. Para o final de 2009, a aposta permanece no mesmo patamar deste ano, ou seja, R$ 2,10. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Brasil vai crescer mais de 3,5% em 2009, diz ministro

...e volatilidade (oscilação) do câmbio e a facilitar a aquisição de pequenos e médios bancos com alta exposição a crédito. Com informações do Jornal do Brasil - RJ...

Crise faz OCB cortar meta de exportação

...e Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC). Ele não falou em valores para linha, mas explicou que os prazos dos financiamentos oferecidos pelos bancos para pagamento dos financiamentos diminuíram de forma expressiva: de 360 dias no período que antecedeu a crise financeira internacional para 90 dias. Matos disse, ainda, que houve um aumento significativo das taxas de juros, que passaram de um intervalo de 9% a 12% ao ano para até 22%. Além dessas medidas, a OCB pede ao governo a liberação de crédito tributário que está retido, entre eles, PIS e Cofins. Com informações do Jornal Tribuna do Norte - RN...

Stephanes anuncia mais crédito para agricultura

...o Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC). Segundo o ministro, os recursos estão disponíveis e é necessário saber por que não estão sendo acessados por essas instituições. Esses ACC´s são usados, principalmente, pelo setor exportador de soja e algodão. Além disso, será instituída uma outra linha de crédito para os bancos credores do setor rural financiarem as dívidas de investimento. A medida atinge os produtores do Centro-Oeste do País, com o financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MAPA ...

Pressão do câmbio fica menor e preços cedem

As pressões do câmbio diminuíram e a influência da alta do dólar ...

Abef pede drawback para a carne de frango

...Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACCs), já que o volume em movimentação hoje é insuficiente e está dificultando o fechamento de negócios. Também é necessária, para garantir a competitividade. Por Jornal do Comércio / RS...

Exportações das cooperativas crescem 27,5%

...ões significativas na taxa de câmbio, para patamares superiores a 2,10 R$.US$-1. O estudo mostra ainda que as variações observadas nas exportações brasileiras foram superiores no primeiro período analisado (janeiro a setembro de 2005) e no último intervalo (janeiro a setembro de 2008). Contudo, nos meses de janeiro a setembro de 2006 e de 2007, as taxas de crescimento das exportações diretas das cooperativas ultrapassaram as taxas médias da economia brasileira. Produtos em destaque Entre os produtos exportados pelas cooperativas brasileiras, foi destaque no acumulado de janeiro a setembro do ano, ocupando o primeiro lugar no ranking, o complexo soja, totalizando US$ 1,1 bilhão e respondendo por 36,12% do total exportado. Foi registrado crescimento de 64,31% em relação ao mesmo período de 2007, quando os embarques somaram US$ 670,59 milhões. Este incremento é explicado pelo aumento das exportações do farelo de soja (79,37%), da soja em grão (54,05%) e do óleo de soja (84,21%). Quanto ao volume exportado, os valores passaram de 2,39 milhões de toneladas para 2,55 milhões de toneladas. Em segundo lugar aparece o complexo sucroalcooleiro, com 27,21% das exportações. Os produtos que compõem este grupo somaram US$ 830,01 milhões, com volume de 2,07 milhões de toneladas. No ano passado, foram US$ 931,02 milhões e 3,11 milhões de toneladas. Esta redução pode ser explicada pelas quedas nas vendas de açúcar, que apresentaram uma diminuição de 47,18% entre os dois períodos analisados. Esse se...

Em sessão esvaziada, dólar sobe 1,55%

... Roberto Carreira, gerente de câmbio da Fair Corretora, acredita que o mercado à vista está bastante "enxuto", o que pressiona a cotação e esvazia o mercado. - E hoje tem saída de bolsa - acrescentou Carreira. Durante o pregão, a Bovespa chegou a perder mais de 3 por cento. Durante o fechamento do mercado cambial, a bolsa reduzia suas perdas e recuava 1,7 por cento. Com informações do Jornal do Brasil - RJ ...

Mineração aguarda melhora externa e atrasa investimentos

...isamos saber qual será o novo câmbio, que irá afetar os custos de investimentos", afirmou ao DCI, o professor da Universidade de Uberaba etambém especialista em mineração, Germano Mendes de Paula. De acordo com o professor, ao contrário de outras crises sofridas pelo setor, a atual não permite a compensação em vendas no mercado externo. "Eu nunca vi algo similar", disse Mendes de Paula, que acompanha o setor há 19 anos. Em relação aos preços, o professor é pragmático: nenhuma mineradora deverá mexer nos preços antes da crise se estabilizar. "Se a situação piorar, quem fechar rapidamente os preços sairá perdendo", afirmou. Com informações do Diário de ...

Dólar deve chegar a R$ 2,05 no fim do ano

...iva a projeção para a taxa de câmbio, prevendo que o dólar vai fechar o ano que vem cotado a R$ 2,01, de acordo com a pesquisa Focus divulgada ontem pelo Banco Centra...

Embarque de suíno rende 51,72% a mais em outubro

...ue incertezas relacionadas ao câmbio inibiram contratações e embarques, mas informou que no caso da Rússia, onde os importadores tiveram problemas de falta de crédito e tentaram renegociar contratos, as vendas aumentaram. Foram enviadas ao mercado russo quase 19 mil toneladas em outubro, que renderam US$ 64,7 milhões - altas de 18,2% e 61,3% sobre o mesmo mês de 2007, respectivamente -, e com isso melhorou o balanço do ano das vendas para o país, que responde por 43% das exportações. Até outubro, foram 203.685 toneladas com receita de US$ 676,4 milhões. O volume acumulado ain...

Importação começa a dar sinais de desaceleração

...a bastante utilizado quando o câmbio oscila muito. O dólar iniciou o mês de outubro valendo R$ 1,92, atingiu seu ápice no dia 22 (R$ 2,38), voltou a cair para R$ 2,10 no encerramento do mês e ontem estava cotado a R$ 2,18. "Como os tributos são pagos pela taxa do dia, muita gente prefere adiar o desembaraço", afirma José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Portos secos Os portos secos, depósitos alfandegados localizados fora dos portos ou aeroportos, notaram um aumento de até 50% no período de armazenagem de mercadorias estrangeiras, segundo João Russo, diretor executivo da Associação Brasileira dos Portos Secos (Abepra). "Os clientes fazem contas para ver se vale à pena pagar um período adicional ou nacionalizar a mercadoria", diz Russo. Segundo ele, metade dos produtos importados dese...

Comércio em moedas locais entre Brasil e Argentina completa um mês

...e se realizar as operações de câmbio real-dólar e dólar-peso argentino, nas importações, e peso argentino-dólar e dólar-real nas exportações. A Taxa SML será favorável aos agentes financeiros, pois é formada pelas taxas interbancárias real/dólar (PTAX) e peso/dólar (Taxa de Referência). Também poderão ser simplificados os procedimentos dos importadores e exportadores em relação a sua necessidade de operacionalização com o dólar americano. “Desta maneira, há uma redução de custos das transações financeiras e administrativas”, explicou Roberto Giannetti. Mercosul Para o chefe do Departamento de Divida Externa e Relações Internacionais do Banco Central do Brasil, Ronaldo Cavalcante, a implantação do Sistema de Pagamento em Moedas Locais (SML) é o primeiro passo para uma integração econômica mais sólida entre os países do Mercosul e com os outros vizinhos de Brasil e Argentina. Outra vantagem, na avaliação dos dois Bancos Centrais e da Fiesp, é de que o SML elimina a burocracia do exportador que antes era obrigado a realizar três contratos de câmbio e ainda ficava exposto à volatilidade cambial. Fonte: Agência Indusnet Fiesp...

Encomendas adiam efeitos da crise para têxteis e calçadistas

...as indústrias melhorou, mas o câmbio ainda favoreceu as importações”, disse Pimentel. A produção de outubro, diz ele, deve apresentar estabilidade em relação a setembro. No mercado interno, segundo Pimentel, algumas redes de varejo já começaram a postergar os pedidos feitos às indústrias. O presidente do Sindicato da Indústria Têxtil do Vale do Itajaí (Sintex), Ulrich Kuhn, disse que  as vendas da indústria em outubro ficaram estáveis em relação a setembro. “O mês de outubro ainda foi um período normal para a maior parte das empresas. Não houve ainda uma queda de atividade”, disse. Kuhn afirma que neste início de novembro já existe uma discussão maior sobre os pedidos do varejo, com algumas postergações, mas ainda não é um movimento muito forte. “O grande termômetro vai ser o fim do mês, quando verificaremos como estará o humor do consumidor diante da crise para as compras de fim de ano”. A presidente da Dudalina, Sonia Hess de Souza, considerou que a empresa teve em outubro um bom desempenho. As vendas subiram 15% em relação a setembro e 10% em relação a outubro de 2007, dentro da meta planejada pela companhia cujo carro-chefe são camisas masculinas. “Esse faturamento de outubro ainda reflete vendas acertadas entre junho e agosto”, explicou. Segundo ela, existe atualmente receio “em alguns setores do comércio”, que estão revisando as encomendas à indústria. “Mas estamos tentando fazer com que isso não contamine os demais setores”, afirmou, acrescentando que a empresa tem negociado prazos maiores com seus clientes para um melhor “ajuste da entrega em relação às necessidades das lojas”. O presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca (Sindifranca), José Carlos Brigagão do Couto, afirma que as indústrias calçadistas da região não devem registrar queda na produção entre outubro e dezembro. A produção agora é de encomendas contratadas em meses anteri...

Intervenções no câmbio somam US$ 40 bilhões

...já fez atuações no mercado de câmbio no valor de US$ 39,95 bilhões entre os dias 19 de setembro e 5 d...

Fluxo cambial é o pior em nove anos

...Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACC) e US$ 2,656 bilhões de operações de pagamento antecipado. Em setembro, as exportações somaram US$ 19,241 bilhões, sendo US$ 5,254 bilhões de ACCs e US$ 3,992 bilhões de pagamentos antecipados. As importações somaram em outubro US$ 12,848 bilhões ante US$ 12,251 bilhões em setembro. No fluxo financeiro, as entradas somaram US$ 29,046 bil 560 hões e as saídas, US$ 35,295 bilhões. Em setembro, as entradas foram de US$ 30,113 bilhões e as saídas, de US$ 34,299 bilhões. No mês passado, a saída de dólares do Brasil foi acelerada pelo comportamento mais conservador dos investidores estrangeiros, que se desfizeram de investimentos no País e retornaram os recursos aos seus países de origem. O quadro desfavorável também reforçou o envio de remessas de lucros e dividendos por...

Importadores já sentem peso da crise na redução dos lucros

O câmbio volátil motivado pela crise internacional t...

CIRCULAR 3.418

Dispoe sobre as operacoes de emprestimo em moeda e

Comércio exterior ganha nova linha

...iantamento sobre Contratos de Câmbio (ACC) e de Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE). Ontem, o BC divulgou os detalhes operacionais da linha, que foi criada pela Medida Provisória 442. Os empréstimos terão prazo de seis meses e os juros cobrados se...

COMUNICADO 17.637

Divulga a realizacao de leilao de taxas para conce

RESOLUCAO 3.633

Altera a Resolucao nº 3.622, de 9 de outubro de 20

Com crise, saldo comercial do país recua

...s efeitos da instabilidade do câmbio e da crise financeiras se refletiram no comé...

Crise já reduz força das exportações e importações

...to é devido à volatilidade no câmbio. No lado das exportações de "commodities", o secretário afirma que, com exceção do alumínio, não houve queda significativa das cotações. O que chama a atenção dele, na balança comercial de outubro, é a redução das quantidades embarcadas. Comparando o desempenho de outubro com o de setembro deste ano, o governo destaca as seguintes quedas de quantidades embarcadas: etanol (19,1%), alumínio em bruto (11,7%), semimanufaturados de ferro e aço (16,9%), celulares (18,7%), automóveis (11,6%), caminhões (7,4%), carne bovina (13,9%), minério de ferro (8,5%), soja em grão (43%) e aviões (54,2%). Com informações de Valor ...

Exportação aos Estados Unidos é a única a cair

...as com 2007. Mas, mesmo com o câmbio favorável ao Brasil, as vendas para o país vizinho retraíram 5,7% em relação a setembro. Embora as vendas para a China tenham registrado alta de 30% no mês passado em relação a outubro de 2007, a redução de exportações de minério de ferro podem tornar este desempenho pior no fim do ano. Barral estima que, com o corte de produção da Vale, haverá queda de 8% na exportação de minério. Barral estima que o preço em alta poderá compensar a redução em quantidade das exportações. Com informações de Folha de S. Paulo...

Câmbio também eleva custos da indústria

A alta do dólar não trouxe só expectativa de melho

PORTARIA N° 23, DE 31 DE OUTUBRO DE 2008

...ancos autorizados a operar em câmbio e as sociedades corretoras que atuam na intermediação de operações cambiais, ligados ao Sistema de Informações Banco Central (Sisbacen), encontram-se automaticamente credenciados a efetuar RE e RC por conta e ordem dos exportadores, desde que sejam eles expressamente autorizados. ......................................................................" (NR) "Art. 155................................................

Brasil quer moeda comum

...uma forma de alavancar o intercâmbio e fazer frente à valorização do dólar derivada da crise financeira global. "O Brasil já o fez com a Argentina e a idéia é fazer agora com o Chil...

Dólar recua para R$ 2,105, mas avanço no mês ainda é de 10,56%

...e "swap" rendem a variação do câmbio para as instituições financeiras que os compram. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que já foram usados US$ 32,8 bilhões para intervir no mercado de câmbio. Ele justificou que, desse valor, apenas US$ 4,5 bilhões vieram das reservas internacionais, que hoje são de US$ 203 bilhões. O restante, segundo ele, teve origem em operações que não envolvem diretamente as reservas, como leilões de "swap" e de linhas para o comércio exterior. Meirelles justificou que a ...

Crédito ao comércio exterior se recupera; cresce déficit no câmbio

...e Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC) tiveram um volume médio de US$ 229,6 milhões na semana entre 20 e 24 de outubro, ante US$ 150,4 milhões do período imediatamente anterior. Ocorreu uma melhora expressiva em relação aos US$ 106,2 milhões observados entre os dias 6 e 10 de outubro, a pior semana da crise. Mas ainda n...

Governo pode isentar produtos primários

... Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC) para os produtores de algodão. “O desejo do governo é que os agricultores continuem na atividade”, frisou. O ministro disse, ainda, que o governo está atento à realidade dos agricultores. Afirmou que deve se reunir nos próximos dias com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para tratar de medida de apoio ao setor. Stephanes ressaltou que a agricultura brasileira cresceu nos últimos anos e que novas projeções indicam que o mesmo ocorrerá nos próximos anos. Ele garantiu que o cenario é de otimismo para o agronegócio brasileiro, numa avaliação que considera os estoques mundiais de grãos e os níveis de produção e consumo. “O cenário não é tão pessimista como imaginam”. Câmara da soja quer assegurar rentabilidade ao produtor As prioridades para o setor de soja brasileiro, como sustentabilidade da cadeia produtiva, garantia de recursos para financiar a lavoura e adoção de mecanismos que assegurem rentabilidade ao produtor, têm, desde ontem, um novo fórum para discussão. A Câmara Setorial da Soja irá integrar representantes de toda a cadeia produtiva da oleaginosa para debater as principais demandas do setor e buscar solucioná-las. O tema da primeira reunião da câmara será justamente o que concerne à urgência da solicitação, junto ao governo federal, de mecanismos que assegurem ao produtor preços compatíveis aos custos de produção. “Hoje há um preço mínimo para a soja, mas não cobre estes custos”, afirma o presidente da Câmara, Rui Prado. Os produtores acreditam que nesse momento de crise, seria fundamental adotar um preço pelo menos compatível com os custos. Além de incorporar uma série de gargalos do setor, a instalação da câmara se dá em um momento estratégico, já que a cultura da soja pode ser uma das maiores prejudicadas pela crise fi 558 nanceira mundial. Para Prado, que também preside a Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso (Famato) e a Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), a restrição de recursos para financiamento da lavoura e a dificuldade de acesso dos produtores rurais ao crédito oficial acarretados pela crise podem ter reflexos importantes na próxima safra. “Esse quadro preocupa, porque a produção é muito alavancada pelo crédito”, afirma Rui Prado. O presidente da Farsul e da Comissão de Crédito Rural da CNA, Carlos Sperotto, diz que a comissão terá um importante papel na busca por soluções em termos de melhorias no escoamento da produção. “Melhor estrutura de transporte, que acaba tirando a competitividade do setor.” Serão levados à pauta temas como armazenagem, combate à ferrugem asiática, para que os problemas sejam sanados e assim seja agregado valor à commoditie. Prado ressalta a importância da câmara em um cenário em que o complexo é o principal item da pauta de exportações, responsável por US$ 15,3 bilhões em divisas de janeiro a setembro deste ano. Fonte: Jornal do Comércio...

Mais empréstimos para exportação

...Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACC). Esse instrumento é usado para financiar as exportações. O valor é bastante superior à média do período anterior de outubro, entre os dias 1º e 17, quando a concessão média ficou em US$ 129,38 milhões. Com essa recuperação, a oferta de crédito ao exportador retorna a um nível próximo da média diária de setembro - mês em que a crise financeira piorou drasticamente e o financiamento somou média diária de US$ 238,84 milhões. O valor da semana passada é superior até mesmo ao registrado em ago 560 sto - antes da piora do cenário global -, quando a média estava em US$ 205,82 milhões. VERMELHO Apesar da r...

O comércio exterior e a crise mundial

... comércio exterior. A taxa de câmbio real - tendo como deflator o Índice de Preços por Atacado (IPA) - começou a se desvalorizar a partir de julho, mas foi a partir de agosto que se acentuou o efeito da crise internacional. Segundo os últimos dados disponíveis, em agosto o índice de preços das exportações chegou ao seu ponto culminante (efeito de encomendas anteriores), enquanto o índice de quantum se reduzia. Para as importações, nota-se uma interrupção da alta do índice de preços, mas um aumento do quantum importado. Os dados do comércio exterior de outubro mostram, em valor, uma forte queda das exportações na quarta semana e em 18 dias úteis do mês: US$ 831,3 milhões, ante US$ 910,2 milhões em setembro - mês em que houve exportação excepcional d...

Têxteis e moveleiras revêem investimentos

...pesar do paradoxo aparente do câmbio favorável. As pequenas e médias empresas também terão dificuldades em obter financiamento às suas exportações, tais como os adiantamentos de contratos de câmbio, bastante utilizados no setor. As alternativas oferecidas não satisfazem. "Recentemente o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] abriu uma linha de crédito com juros de 15% ao ano mais spread bancário; é brincar com a seriedade alheia", comenta. Valor Econômico - SP ...

O comércio exterior e a crise mundial

... comércio exterior. A taxa de câmbio real - tendo como deflator o Índice de Preços por Atacado (IPA) - começou a se desvalorizar a partir de julho, mas foi a partir de agosto que se acentuou o efeito da crise internacional. Segundo os últimos dados disponíveis, em agosto o índice de preços das exportações chegou ao seu ponto culminante (efeito de encomendas anteriores), enquanto o índice de quantum se reduzia. Para as importações, nota-se uma interrupção da alta do índice de preços, mas um aumento do quantum importado. Os dados do comércio exterior de outubro mostram, em valor, uma forte queda das exportações na quarta semana e em 18 dias úteis do mês: US$ 831,3 milhões, ante US$ 910,2 milhões em setembro - mês em que houve exportação excepcional d...

Agronegócio pode sair fortalecido da crise

...Ele acrescentou que a taxa de câmbio, atualmente em cerca de R$ 2,20, vai tornar a exportação brasileira mais competitiva, mesmo se houver uma queda nos preços das commodities agrícolas, por conta do desaquecimento da economia mundial. De acordo com ele, estão mantidas as perspectivas da exportação br...

Crise ameaça atratividade das exportações do campo

...íodo analisado pelo estudo, o câmbio do agronegócio subiu 14,4%. Os preços em dólar dos produtos analisados, por sua vez, avançaram 29,85%. Com a queda dos volumes, as cotações internacionais asseguraram a receita maior dos exportadores, diz a pesquisadora. O cenário tende a não se repetir no quarto trimestre, já que, na segunda metade do ano, os preços das commodities agrícolas entraram em rota descendente. Óleo de soja, soja em grão e farelo de soja, com altas de preços (em reais) de 52,35%, 39,13% e 37,53%, respectivamente, foram os principais destaques entre janeiro e agosto. Isso ajuda a explicar por que a região Centro-Oeste, que concentra alguns dos principais Estados produtores da oleaginosa do país, avançou tanto no índice de volume (IVE) quanto no de preços (IPE) elaborados pelo Cepea....

Empresas podem perder até US$ 20 bi

...deu dinheiro com operações de câmbio. Mas ele confirmou que o governo terá de fornecer crédito para as empresas como um todo, uma vez que há escassez para alguns segmentos da cadeia econômica. Guido Mantega participou nesta segunda-feira de uma reunião, no escritório da Presidência na capital paulista, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles. Eles fizeram uma avaliação do quadro internacional e, nas palavras do ministro, constataram que "não há uma melhora substancial" no quadro. Panorama - O ministro disse que a situação envolve perdas de ativos em di...

Alta do dólar agrava crise para emergentes e desenvolvidos

...s no mercado internacional de câmbio estão sendo provocadas por fatores de curto prazo, como o te...

BC age no câmbio para atingir o crédito

...ados. A variação dramática do câmbio tem obrigado os bancos a depositarem cada vez mais dinheiro como garantia na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), tirando ainda mais recursos do sistema e impedindo as instituições financeiras de fazerem operações de crédito. Agora a preocupação é que os bancos tenham prejuízos p...

Crise afeta o investimento, mas preserva a produção

...to e elevada instabilidade no câmbio. No entanto, outros problemas, como dificuldades para pagar fornecedores, aparecem apenas em relatos isolados. Várias companhias dizem que ainda não enfrentaram diminuição nas vendas ou nas encomendas, mostrando que a turbulência atingiu menos a economia real. O ...

Crise se agrava e governo age

...senção de IOF em operações de câmbio para ingresso de recursos de investidor estrangeiro nos mercados financeiro e de capitais e também nas operações de câmbio para ingresso e saída de recursos do país referentes a empréstimos e financiamentos realizados a partir de 23 de outubro. A escassez de linhas externas se agravou e o saldo do fluxo cambial até o dia 17 era negativo em US$ 3,751 bilhões. Houve saída líquida de US$ 5 bilhões pelo câmbio financeiro, um déficit que geralmente é coberto pelo saldo comercial. O problema agora é que não só as linhas para a exportação foram significativamente reduzidas - em 55%, até o dia 10, se consideradas as médias diárias do mesmo período de setembro -, como os exportadores não estão comparecendo com vigor com os dólares decorrentes do câmbio não financiado. Até o dia 17, eles somaram US$ 4,7 bilhões, ante US$ 9,9 bilhões em setembro e US$ 5,5 bilhões no mesmo período de outubro do ano passado. A soma desses dois movimentos mostrou que o câmbio comercial de exportação atingiu no período US$ 7,5 bilhões, ante US$ 19,2 bilhões em setembro e US$ ...

Dólar valorizado não alivia exportações

...ndo-se às fortes variações no câmbio ocorridas recentemente. O ministro acrescentou que a instabilidade do câmbio prejudica todos os que atuam na área de comércio exterior pela dificuldade de se formar preços. Ele disse ainda que, no caso das commodities agrícolas, a valorização do dólar é em parte anulada pela queda dos preços desses produtos no mercado...

Exportador se retrai e fluxo cambial tem déficit de US$ 3,75 bi no mês

... combinação de saída maior no câmbio financeiro com um déficit de US$ 719 milhões no câmbio comercial ao longo da semana passada. Em setembro, houve entrada de líquida de US$ 2,803 bilhões no país. No mês de outubro de 2007 até o dia 17, o fluxo era positivo em US$ 2,872 bilhões. O câmbio comercial, no qua...

Médias de importação e exportação recuam

...utubro, e na semana passada o câmbio médio foi de R$ 2,1355. Especialmente nas importações, o resultado de outubro traduz uma atitude de cautela dos importadores, que adiam o desembaraço de mercadorias à espera de um câmbio mais favorável. Para analistas de comércio exterior, o efeito da valorização cambial sobre a balança comercial será sentido, de fato, em 2009. Valor Econômico - SP...

Para setor têxtil, crise pode ser boa

...iais para produtos têxteis, o câmbio mais favorável deverá incentivar as exportações das indústrias brasileiras. Para ele, ainda é momento de sentir o mercado e ter uma solução para a retração do crédito em linhas de exportação (ACC e ACE), mas já avalia que o crescimento das exportações do setor poderá superar a previsão de 8% esperada para o ano, dada a desvalorização do real ante o dólar das últimas semanas. Segundo Cervone Netto, as oportunidades para o Brasil no mercado externo também são mais fortes neste momento dia...

Rússia pára de comprar carne bovina do Brasil

...maior oferta. Outra razão é o câmbio: como o real perdeu valor ante o dólar, os importadores pressionam, pois na prática, os exportadores do Brasil estão recebendo mais reais por tonelada vendida em dólar. Valor Econômico - SP ...

CIRCULAR Nº 3.415, DE 16 DE OUTUBRO DE 2008

...izadas a operar no mercado de câmbio. § 2º No ato de realização do leilão, pode o Banco Central determinar que os recursos sejam direcionados, no todo ou em parte, para operações de comércio exterior. Art. 2º Será objeto do leilão o acréscimo à taxa Libor utilizado no cálculo dos encargos previstos no inciso III do § 2º do art. 1º da Resolução nº 3.622, de 2008. Parágrafo único. Recebidas as propostas, o Banco Central definirá o limite mínimo do acréscimo e o volume de recursos a ser emprestado. Art. 3º As condições operacionais do leilão serão estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que determinará: I - as garantias elegíveis, dentre os seguintes ativos: a) títulos soberanos denominados em dólares dos Estados Unidos, ...

Dólar deve chegar ao fim do ano em R$ 1,90, estimam analistas

...eira internacional, a taxa de câmbio tem ficado em níveis superiores a R$ 2. Sobre o crescimento da economia, os analistas reduziram a projeção para este ano de 5,23% para 5,22%. Para 2009, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 3,50% para 3,35%. A crise financeira internacional tem levado especialistas a reduzirem a expectativa de crescimento da economia, principalmente no próximo ano. Para o crescimento da produção industrial neste ano, os analistas diminuíram a expectativa de 5,5...

BC leiloa dólar das reservas para financiar exportador

... (Adiantamento de Contrato de Câmbio), mecanismos usados para financiar o comércio exterior. O limite de recursos, os prazos de pagamento e as garantias serão definidas antes de cada leilão. Na segunda, serão oferecidos US$ 2 bilhões aos bancos. A remuneração do crédito será com base na Libor (juro interbancário internacional) e um "spread" (custo adicional) que será definido no leilão. Apesar de o BC ter tomado a medida para gerar liquidez em dólar, Meirelles relatou que a falta de dinheiro em circulação no setor já está menos grave. "Já está voltando ao normal, especialmente nos bancos oficiais", disse Meirelles. Segundo ele, o Banco do Brasil informou que até o final deste mês o fluxo já estará normalizado. Sobre a normalização de outras linhas de financiamento, Meirelles disse que a liberação dos recursos dos empréstimos compulsórios já causa algum efeito. "Temos notado uma diminuição sensível na pressão sobre os bancos menores." Com a crise financeira, o acesso de bancos e empresas brasileiras a linhas de crédito internacionais sofreu uma forte redução. O problema foi mais grave entre os exportadores, que usam créditos que têm a receber em dólar para obter financiamentos para produzir. Além disso, muitas empresas que passaram a ter dificuldade em captar no exterior passaram a buscar financiamentos no mercado doméstico, e a maior procura por reais também deixou os bancos com dificuldades em atender toda a demanda pela moeda nacional. Para os exportadores, a expectativa é que a medida do BC reso...

Indústria teme nova avalanche chinesa

... adiantamentos de contrato de câmbio (ACCs) estão subiram mais que o dobro e os prazos foram reduzidos", afirma. "Para 2009, isso pode afetar o setor." A Klin, segundo ele, já tinha contratos firmados antes da crise e por isso não será afetada de imediato. Mas no médio prazo, isso pode gerar problemas. Além desse fator, há a questão dos fornecedores. "Com o dólar em baixa, como estava, a companhia, assim como muitas do setor, passou a importar insumos, como solados e tecidos. Foi a maneira encontrada para vender mais barato e competir com os chineses. Hoje, está tudo mais caro", diz Mestriner. A saída será procurar novos fornecedores, mais baratos, internamente. "Mas isso depende de haver uma situação estável. Do jeito que está, melhor não fazer nada." Por Valor Econômico - SP...

Portos necessitam de US$ 3,5 bilhões

...rtação, esperem para ver se o câmbio se estabiliza", diz Thomas. O cenário atual não impede a Hamburg Süd de continuar seus projetos. A empresa está investindo US$ 300 milhões em um terminal de contêineres que terá uma área de 600 mil metros quadrados, com três berços. O empreendimento ficará situado em Itapuã, na entrada da baía de São Francisco do Sul (SC). Em plena operação, a capacidade de movimentação do complexo será de 600 mil contêineres por ano. A estrutura começou a ser construída no ano passado e deve ficar pronta até o começo de 2010. Além disso, a Hamburg Süd pretende encomendar quatro navios, de estaleiros brasileiros, destinados à cabotagem. As embarcações, que terão capacidade para transportar 3,2 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) cada uma, deverão operar até 2012. Fundada em 1871, a Hamburg Süd é um dos maiores grupos operando no transporte marítimo e está presente nas Américas, Europa, África, Ásia e Oceania, seja diretamente ou através de empresas coligadas. A Hamburg Süd, adquirida pelo Grupo Oetker no fim da década de 40, também é um dos maiores especialistas no transporte de cargas congeladas e refrigeradas com tecnologias inovadoras. Em 2007, a empresa movimentou 2,14 milhões de TEUs. O maior fluxo de mercadorias concentra-se nos trechos Brasil e Argentina para a Europa. Nesta rota, os produtos mais transportados são café, tabaco, autopeças, carne, frango e frutas. Na rota inversa aparecem os produtos químicos. Por Jornal do Comércio / RS...

Agronegócio: Governo deve agir para beneficiar exportadores

... antecipação dos contratos de câmbio, para que eles venham a ter financiamento para a exportação. Outra é especifica, no caso das exportações de frango, que é a isenção fiscal das rações utilizadas na produção desses animais, para evitar que, ao final, estejamos exportando o frango e também impostos. Então, essa é uma questão que precisa ser analisada. Tudo indica que o governo va...

Banco do Brasil promete normalizar linhas para exportação em novembro

...Adiantamentos de Contratos de Câmbio (ACC) e Adiantamentos sobre Cambiais Entregues (ACE) - deverão ser normalizadas em novembro. Segundo o diretor de Comércio Exterior do banco, Nilo Panazzolo, as medidas anunciadas pel...

Dólar a R$ 2 é "bom patamar" para exportadores brasileiros, avalia Miguel Jorge

...undo ele, a atual situação do câmbio, em que o valor do dólar varia a cada instante, não é benéfica para os exportadores. “Você tem um comportamento da moeda muito errático. [O dólar] vai para R$ 2,40, para R$ 2,10, para R$ 2,20. Ninguém faz negócio numa situação como essa. Todo mundo pára e espera para ver o que vai acontecer”, afirmou. Segundo o ministro, o governo brasileiro está atento para o caso de os exportadores precisarem de ajuda para enfrentar a crise. Miguel Jorge ressaltou que as empresas não ficarão desamparad...

Agronegócio vê ação do BC como ajuda a exportação

...(Adiantamentos de Contrato de Câmbio), que financiam metade das exportações do país, seria uma forma de compensar um problema que já chegou ao campo. Ontem, o Banco Central fez mais ajustes nas regras dos compulsórios, elevando a pouco mais de R$ 100 bilhões os recursos que podem ser injetados na economia. Representantes do setor exportador e do segmento de insumos concordam que as medidas podem surtir efeito. "Tudo o que turbinar o crédito agora temos que ser a favor, sobretudo com enfoque da safra de verão. Tudo o que der confiança, pois estávamos já vivendo um primeiro momento de crise de crédito", disse Eduardo Daher, diretor-executivo da Anda (Associação Nacional para Difusão de Adubos). Já Sérgio Mendes, diretor-geral da Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais), espera que uma parte do crédito gerado pelas medidas do BC possa atender à agricultura de exportação, num momento em que as tradings multinacionais, que financiam a agricultura de l...

Brasil, Índia e África do Sul acertam US$ 15 bi em comércio

...2010 seu volume anual de intercâmbios comerciais trilaterais, declarou nesta segunda-feira o chanceler indiano na véspera da visita do presidente Luiz Iná...

Faltou tempo para se adaptar

A taxa de câmbio não tem ajudado a indústria de máquinas no ...

Comércio entre Brasil e Portugal cresce 25% até agosto

...,67 bilhão (R$ 3,6 bilhões no câmbio atual), nos oito primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, com destaque para as...

Exportação de algodão ganha força

...ingido em julho, mas o "santo câmbio" veio para socorrer esse produtor" diz Eduardo Godoi, analista da Agência Rural. "A alta do dólar manteve o preço em um bom patamar em reais". Por Valor Econômico - SP ...

Pesca marinha perde US$ 50 bilhões por ano no mundo

...a mais de R$ 100 bilhões pelo câmbio atual. De acordo com o documento intitulado "Os Bilhões Naufragados: Uma Justificativa Econômica para a Reforma da Pesca", o motivo das perdas são a pesca excessiva, má gestão e outras ineficiências. O relatório sugere propostas para...

Câmbio ainda não traz vantagens a calçadistas

A crise internacional está sendo acompanhada com a

Contrato de ACC para exportador alcança recorde em setembro

...(Adiantamento de Contratos de Câmbio), usadas pelos exportadores para antecipar suas receitas em dólar. Só em setembro, foram US$ 5,25 bilhões em ACC, correspondente a 27% do volume de câmbio fechado pelo exportador no mesmo mês, de US$ 19,24 bilhões. A participação do ACC, inclusive, vem crescendo nos últimos meses, tendo sido de 25%...

Crise ainda não afetou exportação agrícola

...a das cotações. No entanto, o câmbio deve pressionar os preços dos insumos importados, especialmente fertilizantes. Há, porém, uma oferta grande desses produtos no mercado nacional. Na seara do crédito, Cota disse que as decisões de plantio da safra atual já foram tomadas. Ou seja, os agricultores já compraram o necessário para produzir. Apesar disso, na semana passada o governo federal antecipou a liberação de R$ 5 bilhões em crédito ao setor agropecuário. Problemas maiores em termos de disponibilidade de recursos deverão ocorrer no financiamento da comercialização da colheita e da próxima safra. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

Câmbio deve compensar retração nas exportações de calçados

...ast, Sérgio Baccaro, que vê o câmbio se estabilizando acima de R$ 1,80 e uma ótima oportunidade para fazer hedge. Baccaro entende que a União Européia está tomando as medidas necessárias para evitar uma crise semelhante à verificada nos EUA, o que diminuiria o impacto da turbulência financeira no mercado europeu. A Weast Coast produz cerca de 2,4 milhões de pares de calçados por ano, sendo que 30% do volume é exportado. O principal destino é a Europa, que absorve quase metade do que é embarcado. Baccaro disse que a empresa não é afetada pelo contingenciame...

Confiança mútua

...ém de evitar as oscilações do câmbio, a nova sistemática deve permitir uma redução de entraves nas transações comerciais entre os dois países e o acesso de exportadores de menor porte. Apesar dos avanços comerciais, o retrospecto da evolução do Mercosul recomenda cautela em relação a essa e outras questões. A simples demonstração de confiança mútua entre os dois países, porém, já é um avanço suficiente para que seus governantes se empenhem em preservar essa iniciativa. Por Zero Hora / RS - Editorial...

Drawback verde-amarelo

... para compensar a perda com o câmbio. Por isso, não é de hoje que boa parte das indústrias brasileiras que destinavam 100% do que produziam para a exportação passou a lançar produtos no mercado ...

Só exportador vende, e dólar volta a R$ 2

...s e antecipar o fechamento de câmbio como gostariam. Com isso, as empresas ajudam menos do que poderiam a irrigar o mercado de dólares. A moeda fica mais escasso e acaba pressionada em meio à fort...

Brasil e Argentina excluem dólar

...erão definidas com base em um câmbio específico que será calculado e divulgado diariamente, com base nas cotações real/dólar (Ptax) e peso/dólar. Os BCs não vão cobrar taxa das entidades financeiras para realizar o serviço de clearing. A expectativa é de que essa redução de custo seja repassada aos operadores, assim como a do uso do câmbio de referência, que será mais baixo que o câmbio do mercado. A liquidação financeira das operações será realizada em três dias úteis. A eliminação do dólar no comércio bilateral foi proposta em julho de 2006, durante a cúpula dos presidentes do Mercosul, pela então ministra de Economia, Felisa Micelli. A proposta foi aceita pelo ministro Guido Mantega como parte do projeto político de integração do Mercosul. Os técnicos da área econômica de ambos os governos vêm trabalhando para superar as barreiras burocráticas, técnicas e jurídicas para a implantação de um sistema de pagamentos único. Segundo Mantega, o SML vai reduzir os gastos financeiro...

Ferramentas personalizadas para o Comércio Exterior

...istema propicia um fácil intercâmbio de informações entre a SIMPEX e seus clientes, pois todas as informações podem se agregar a fim de cumprir as exigências de acordo com as necessidades do importador ou exportador.  Os dados das operações são ingressados no sistema respeitando cada fase do processo e a partir deles são gerados todos os documentos e controles pertinentes.  A seguir estão expostos, para uma melhor visualização da estrutura de controle existente, alguns documentos e relatórios previamente formatados e gerados a partir de um banco de dados de informações ingressadas no sistema por um corpo de profissionais treinados e qualificados.Exemplo de Documentos- Fatura Comercial- Lista de Empaque- Certificado de Origem (Mercosul)- Certificado de Origem (Form A)- Registro de ExportaçãoExemplo de Relatórios- V...

Pacote para exportador é urgente, diz Miguel Jorge

... Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC). "Teremos de trabalhar com coisas não óbvias numa crise como essa, que é nova, diferente", disse Jorge. Segundo Bernardo, os recursos ao setor exportador serão adicionais aos que o BC já está oferecendo nos leilões de dólares com compromisso de recompra. "Vamos tentar, tanto quanto possível, garantir recursos ao setor." Ele considerou "perigosa" a proposta de formar a linha de crédito a exportadores com recursos das reservas cambiais. Para o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, que também participa dos estudos, qualquer solução depende do Banco Central. O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, que já foi diretor de Assuntos Internacionais do BC, defende, por exemplo, leilões de dólares como os que o BC já vem fazendo, mas direcionado especificamente aos exportadores. Outra opção é depositar os dólares das reservas no Banco do Brasil no exterior. Com maior suporte financeiro, o banco abre mais linhas aos exportadores. Por O Estado de São Paulo...

QUESTÕES - CÂMBIO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms...

Dólar pode ajudar exportador de algodão a fechar no azul

O câmbio que tanto vinha desestimulando os produtore...

Governo estuda aumentar crédito para exportadores, diz Miguel Jorge

... (Adiantamento de Contrato de Câmbio), mecanismo que permite às empresas oferecer os dólares que receberão por suas exportações como garantia de empréstimos. Criatividade O ministro disse também que é possível aumentar os recursos para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que possui a linha chamada Exim. "Podemos avaliar a necessidade de mais ACC, de ter também mais tempo, dinheiro no Proex", disse o ministro. Para o ministro, isso é o "óbvio", mas é preciso se pensar em trabalhar com mecanismos que não sejam óbvios, já que o mundo está enfrentando uma crise "absolutamente nova" em relação às anteriores. Questionado sobre o que seriam essas medidas, respondeu: "Temos que pensar agora. Se fossem tão fáceis, não seriam tão criativas." Contatos diários Miguel Jorge afirmou que a crise ainda não está forte p...

Negócios entre Brasil e Itália se aceleram

...artamento de Promoção de Intercâmbios da Embaixada da Itália, missão italiana de 30 empresas, institutições financeiras e científicas chega ao país in...

Comércio com Argentina terá sistema de pagamento em moedas locais

...inanceiras que não operam com câmbio. Isso fará com que micro e pequenas empresas também ganhem em termos de maior capilaridade do atendimento e a conseqüente aumento da competitividade entre os agentes financeiros. O evento faz parte da programação paralela do VII Seminário Banco Central de Micro Finanças, cuja abertura oficial se dará às 19 horas desta segunda-feira (29), com as presenças do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e do governador de Minas Gerais, Aécio Neves. O evento prossegue até quarta-feira (1º de outubro). Segundo a diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central, Maria Celina Berardinelli Arraes, a exportação em moedas locais dará maior segurança às empresas em um momento de grande volatilidade nosmercados financeiros globais. Já a representante do Banco Central da Argentina, Maria Cristina Facin, ressaltou que a construção do SML mostra que a integração econômica e financeira, processo que começou no início da década de 80, é irreversível. Brasileiros e argentinos, explicou, há anos investem nesse processo de conhecimento mútuo que já está lhes permitindo a identificação correta de semelhanças e diferenças, fundamental no aprofundamento de suas relações comerciais e culturais. “Com a inauguração desse mecanismo, nós do governo estamos apenas abrindo o caminho. Cabe ao setor privado melhorá-lo, dotá-lo de cafeterias e restaurantes”, afirmou, fazendo uma analogia com a malha viária. O Brasil é responsável por 25% do relacionamento comercial da Argentina com os países de todo o mundo. A corrente comercial entre Brasil e Argentina nos primeiros sete meses de 2008 foi de US$ 17,6 bilhões, com superávit de US$ 3 bilhões para o Brasil. Em 2007, nesse mesmo período, o fluxo foi de US$ 13,2 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 2 bil...

Vantagens do Drawback

...ampliação, aproximação e intercâmbio com outros países, objetivando a elevação da balança comercial brasileira. Um dos assuntos debatido, com freqüência, em encontros com órgãos gesto...

Exportadores não conseguem renovar ACCs

...de Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC) feitas nos últimos 180 dias e agora vencendo. Alegando falta de liquidez, provocada pela crise financeira internacional, os bancos e...

Governo prevê desaceleração das exportações globais em 2009

.... Segundo Barral, o ajuste no câmbio leva "de 90 dias a 120 dias" para afetar as exportações e espera que o dólar mais caro ajude a competitividade da indústria brasileira no ano que vem. Commodities - Ao traçar a nova meta de exportações, a equipe do Ministério do Desenvolvimento partiu da premissa de que as commodities vão continuar em alta neste ano. Barral refutou a tese de que os preços vêm caindo e disse que, na verdade, as cotações estacionaram em patamares superiores aos do ano passado. Analisando os preços de exportação de 25 produtos, é possível verificar que todos apresentaram aumento, exceto o suco de laranja congelado. Para Mateus Zanela, da CNA (Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária), "os preços das commodities agrícolas vão continuar elevados" no ano que vem. Em relação à meta de exportações para 2009, Barral disse que é cedo para previsões. Por Folha de São Paulo...

Estudo do BID sugere reduzir custo do transporte no Brasil

...áveis os demais fatores, como câmbio e crescimento da economia. O Brasil é o segundo país da região que mais lucraria com uma melhor infra-estrutura, só atrás da Argentina. Na média, uma redução de 10% no custo de transporte permitiria que as exportações de nove países latino-americanos para os EUA aumentassem 39%, enquanto corte idêntico nas tarifas representaria menos de 2% de alta. O grupo inclui Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai e Uruguai. O raciocínio não vale só para os Estados Unidos, cujas tarifas de importação estão entre as mais baixas do planeta. Mesmo para os vizinhos da América Latina, o impacto do custo da infra-estrutura...

Governo divulga projeções distintas para balança comercial

... demanda por produtos no intercâmbio mundial. Segundo Castro, ainda não é possível saber em que proporções as quantidades exportadas serão reduzidas. "O cenário ainda está muito volátil", afirma. Fonte: Gazeta Mercantil-SP ...

Valorização do dólar ainda não tem impactos sobre setor produtivo

...er exportando, a espera de um câmbio mais favorável. Para o economista Pedro Vartanian, professor da Trevisan Escolas de Negócios, a valorização do dólar ainda não tem impactos tanto na compra de insumos, como na atuação das empresas brasileiras no mercado externo. Isso porque os contratos fixados na exportação e importação normalmente são de longo prazo e protegidos por hedge, um instrumento que permite proteger aplicações e investimentos de grandes oscilações de mercado. E Vartanian ainda acredita que o pacote de medidas lançado pelo governo americano – que pretende injetar cerca de US$ 700 bilhões na economia dos Estados Unidos – possa devolver a tranquilidade ao mercado financeiro e com isso, a cotação da moeda americana deve cair para a faixa dos R$ 1,70. “Acredito que a alta do dólar tem impacto positivo sobre a exportação, mas os sinais é de que essa elevação é transitória e que a cotação volte aos valores pré-crise. Tudo depende de como a economia dos Estados Unidos vai s...

Governo confirma aumento da meta de exportações para US$ 202 bilhões

...isões de importações, taxa de câmbio e crescimento econômico do mercado. Por Agência Brasil...

Crise deve derrubar saldo da balança brasileira em 2009

...penas perde. Mas se a taxa de câmbio continuar subindo, pode abrir uma perspectiva para alguns produtos manufaturados nesses grandes mercados. O problema é que estaremos num mundo em retração", lamenta Castro, que ainda prevê: "mesmo quando a crise acabar, a retomada da economia mundial vai ser lenta". O pessimismo do especialista casa com o cenário avassalador que marcou a economia americana nessa semana. O pedido de concordata feito na segunda-feira pelo Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimentos americano, provocou quedas generalizadas nos principais bolsas de valores de todo o mundo. No mesmo dia, o Bank of America anunciou ter acertado a fusão com o grupo de investimentos Merrill Lynch, em um negócio de cerca de US$ 50 bilhões que reforçou o tom pessimista a respeito da crise nos Estados Unidos. O Lehman Brothers e o Merrill Lynch, duas instituições-símbolo de Wall Street, vinham sofrendo prejuízos bilionários desde o ano passado com o aumento da inadimplência . Como as exportações brasileiras, em sua maior fatia, são formadas por commodities, não é difícil imaginar o que pode ocorrer caso haja queda nas cotações mundiais. Até agost...

Exportação industrial sobe 19% até agosto

... um impacto direto da taxa de câmbio valorizada, há fatores importantes que estão reduzindo a nossa competitividade internacional, como os elevados tributos e a precária infra-estrutura. A resolução desses gargalos pode contribuir para que a indústria reverta esse cenário, gerando benefícios para toda a sociedade", afirmou Tigre. China é destino de 20% dos negócios Em relação aos destinos, conforme informações da Fiergs, a China destaca-se com 20% de participação na pauta, chegando a US$ 1,2 bilhão na soma de janeiro a agosto. No mesmo período do ano passado, o país asiático ocupava a terceira posição do ranking. A performance se deve, além das vendas de alimentos e bebidas, ao aumento de 95% no envio de celulose e 53% de borracha. Os Estados Unidos continuam em segundo lugar, apesar da queda de 8% nas exportações, em comparação com os primeiros oito meses de 2007. Os americanos compraram US$ 1,1 bilhão. Já o crescimento de 29% nos embarques para a Argentina, que ocupa a terceira posição, é decorrência, principalmente, das vendas de ceifadeiras e debulhadoras, que aumentaram em 109%, e de tratores, em 73%. As importações de produtos industriais também crescem de forma significativa, 61% no acumulado do ano, somando US$ 9,6 bilhões, ou seja, 97% de tudo que o Rio Grande do Sul comprou. Segundo o presidente da Fiergs, com o mercado interno aquecido, parte da produção destinada ao exterior está sendo redirecionada para atender à demanda brasileira. "O dólar desvalorizado continua a ser um fator determinante para fomentar as importações. No caso do Rio Grande do Sul, concentram-se em matérias-primas e produtos intermediários para atender a uma demanda da indústria local", explicou Tigre. Apesar da expressiva elevação das compras externas, a balança comercial do Estado continua positiva, com US$ 1,9 bilhão. Quando apenas o mês de agosto é anal...

Importação vai continuar forte, prevê governo

...8, será zero", diz Castro. "O câmbio em nada afeta os preços das commodities, os quais são definidos pelo mercado internacional. E, para os fabricantes de manufaturados, que respondem por cerca de 35% das exportações e levam seis meses entre vender e embarcar, o ano acabou." De janeiro à primeira semana de setembro, as exportações avançaram 22%, para US$ 135,4 bilhões. Na opinião do representante da AEB, o cenário só mudaria se o dólar ultrapassasse os R$ 2. "O ideal seria um dólar a R$ 2,20 para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros." Barral afirma esperar, como o ministro Guido Mantega, que a moeda americana suba mais. "Talvez, dependendo de uma combinação de fatores -uma eventual recuperação da economia dos EUA, uma queda dos preços das commodities, uma redução da taxa de juros brasileira- as cotações se estabilizem no patamar de R$ 1,80." Por Folha de São Paulo...

Mercado respira e dólar cai após 9 altas, a R$ 1,781

...rtamento do mercado global de câmbio e acomodando-se após o que alguns analistas classificaram de movimento especulativo no Brasil. Já a Bolsa de Valores de São Paulo registrava alta pelo segundo dia consecutivo, puxada pelas ações da Petrobras. Às 16h47, o principal índice subia 2,21%, aos 52.403 pontos....

RESOLUÇÃO Nº 3.608, DE 11 DE SETEMBRO DE 2008

...ento da importação, a taxa de câmbio real/peso argentino utilizada será livremente pactuada entre o importador e a instituição autorizada nacional. § 2° A instituição autorizada nacional interveniente na operação entregará ao Banco Central do Brasil os valores em reais equivalentes à quantidade de pesos argentinos apurada segundo a taxa SML, divulgada diariamente pelo Banco Central do Brasil. § 3º A não observância do contido no § 2º implica rejeição das ordens enviadas. Art. 6º As operações conduzidas no âmbito do SML, relativas ao pagamento de importações ou ao recebimento de exportações, são de responsabilidade do importador ou do exportador e da instituição autorizada nacional, cumprindo-lhes observar a legalidade da transação, sua fundamentação econômica e as responsabilidades definidas na respectiva documentação. Art. 7º Para o pagamento de importação ou o recebimento de exportação cujo valor em reais seja superior ao equivalente a US$3.000,00 (três mil dólares dos Estados Unidos), fazem-se necessárias a comprovação documental e a identificação do cliente. Parágrafo único. Sem prejuízo do dever de identificação dos clientes, nas operações cujo valor, em reais, não ultrapasse o equivalente a US$3.000,00 (três mil dólares dos Estados Unidos) é dispensada a apresentação da documentação da transação comercial subjacente. Art. 8º O valor em moeda nacional referente ao pagamento da importação deve ser levado a débito de conta de depósito titulada pelo importador ou pago com cheque de sua emissão, nominativo a instituição autorizada nacional, cruzado e não endossável. Art. 9º O valor em moeda nacional referente ao recebimento da exportação deve ser levado a crédito de conta de depósito titulada pelo exportador ou entregue por meio de cheque emitido por instituição autorizada nacional, nominativo ao exportador, cruzado e não endossável. Art. 10. Excetuam-se do disposto nos artigos 8º e 9º desta Resolução o pagamento ou o recebimento em valor que não ultrapasse R$10.000,00 (dez mil reais), o qual pode ser realizado em espécie. Art. 11. A liquidação financeira em reais no âmbito do SML observará as regras aplicáveis ao Sistema de Pagamentos Brasileiro, em particular ao STR. Art. 12. É de responsabilidade exclusiva da instituição autorizada nacional interveniente na operação processada por meio do SML a correta tramitação e execução das transações com seus clientes e com o Banco Central do Brasil. Art. 13. O Banco Central do Brasil fará a consolidação diária dos valores relativa aos pagamentos e recebimentos processados por meio do SML com o Banco Central da República Argentina, pelo seu equivalente em dólares dos Estados Unidos, apurando o valor líquido a ser transferido pelo banco central devedor. Art. 14. Fica o Banco Central do Brasil autorizado a baixar as normas necessárias ao cumprimento desta Resolução. Art. 15. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir de 3 de outubro de 2008. HENRIQUE DE CAMPOS MEIRELLES Presidente do Banco...

Dólar forte é positivo para país, diz Mantega

...nos preços das commodities. O câmbio mais depreciado desestimula o crescimento das importações, cujo aumento ajuda a frear as pressões sobre os preços. Na avaliação de Mantega, isso pode ser contrabalançado pela simultânea forte queda das cotações internacionais das commodities. Ele citou o petróleo e um de seus derivados, o óleo diesel, como os maiores responsáveis pelo aumento dos custos das importações. Para Mantega, a inflação está sob controle depois de forte expansão mundial e, agora, há uma retração de intensidade equivalente...

Mercosul e sonhos de poder

...sas pequenas e médias no intercâmbio bilateral. Tudo isso será muito bom. Mas não será - ao contrário do proclamado pelo presidente Lula - o primeiro passo para a integração monetária regional. Para chegar à moeda única, Argentina e Brasil teriam de percorrer um longo e difícil caminho de convergência em suas políticas fiscais, cambiais e comerciais. Hoje, a convergência não basta sequer para sustentar um intercâmbio bilateral sem barreiras, sem desconfianças mútuas e sem surtos de protecionismo. Do lado argentino, as dificuldades da integração regional são habitualmente. lançadas na conta das "assimetrias" econômicas. O conceito de assimetria tem sido usado com amplitude suficiente para sustentar tanto os argumentos mais sérios quanto as alegações mais frágeis a favor do protecionismo. Do lado brasileiro, o governo tem-se mostrado pouco disposto a discutir de forma conseqüente os entraves à liberalização comercial. Prefere contemporizar e mostrar-se cooperativo, tanto por motivo ideológico, a integração Sul-Sul, como pela ambição de afirmar uma liderança regional inexistente. Por O Estado de São Paulo...

"Câmbio é problema resolvido"

...ido Mantega, considera que o "câmbio é mais um problema resolvido". A avaliação foi feita  durante c...

Logística e câmbio são os maiores problemas do agronegócio brasileiro

...ística e a queda acentuada do câmbio, que em 2005 estava na casa dos R$ 3,30 e hoje está em R$ 1,70. Ainda segundo Benedito da Silva, um estudo da Fiesp revelou que, nos últimos 50 anos, ao comparar os preços do petróleo, commodities metálicas e commodities agrícolas, o grupo dos alimentos foi o único a apresentar desvalorização. De acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o mês de agosto apresentou a maior desvalorização dos alimentos desde 2006, fechando em -0,49%. Por Diário de Santa Maria - Santa Maria,RS/Angelo Muller...

Analistas estão céticos quanto à nova política de exportação

...onomia está inconsistente e o câmbio está muito baixo. Como a remuneração do exportador é o câmbio, enquanto tiver os juros altos e a moeda valorizada fica complicado", acrescenta. O objetivo do governo é atingir uma participação de 1,25% nas exportações mundiais, o que equivale a exportar US$ 208,8 bilhões em 2010. Isso vai requerer um crescimento médio anual das exportações brasileiras de 9,1%, entre 2007 e 2010. Para Silber, esse volume não é algo difícil de atingir. "Eu acho essas metas folclóricas. Eu não entendo que o governo tenha que ter meta, se é o setor privado que exporta. Ele pode ter uma estimativa e só. Eu diria que a quantidade da exportação estagnou, ela está sustentada apenas em preço das commodities. Já para as promessas em infra-estrutura, eu sou totalmente cético", conclui o economista. Seguindo a mesma linha de raciocínio, o professor da Aduaneiras e consultor em comércio exterior Samir Keedi, é também cético sobre a eficácia das medidas. "Realmente são muitas ações. Se vão funcionar e serão feitas eu não sei. O governo muitas vezes fala de mais e age de menos", ironiza. O especialista, porém, afirma que atacar os problemas de burocracia no comércio exterior é uma iniciativa relevante. "Sem dúvida combater a burocracia é fundamental. Exportar e importar no Brasil é muito difícil e custa caro. O valor do investimento não é grande, mas também não pode ser desprezado. No entanto, acho que o governo não vai investir isso", lamenta. Já quanto à meta do governo de exportar US$ 210 bilhões em...

Valorização do real deve aumentar ainda mais escalada de importações, diz CNI

...pesquisa sobre os impactos do câmbio nas exportações brasileiras, a CNI (Confederação Nacio...

Fruta: exportação cheia de ""caroços""

...igas mazelas - como a taxa de câmbio valorizada, o aumento dos custos de mão-de-obra e insumos e, em especial, a deficiência dos métodos internos de proteção da produção nacional contra pragas e doenças. Neste ano, a Secretaria de Defesa Agropecuária agiu rápido na imposição de barreiras ao ingresso de frutas chilenas contaminadas por microácaros e de produtos infestados com a mosca da carambola - é uma doença conhecida como "aftosa das frutas", vinda das Guianas. Assim como acontece com a legislação brasileira sobre propriedade intelectual, as leis de defesa fitossanitária são consideradas suficientemente rígidas. O problema está na aplicação das medidas de fiscalização, o que eleva os riscos ao produtor. Na melhor das hipóteses, o produtor vê seus embarques serem vetados por causa de alguma contaminação. Na pior, o produtor se vê obrigado a acabar com a produção. NÚMEROS 28 anos foi o prazo de duração das negociações para a venda de manga brasileira ao Japão 7,5 % é a tarifa paga pelo importador europeu de frutas brasileiras US$ 643 milhões foi o total das exportações de frutas brasileiras em 2007 Por O Estado de São Paulo...

Câmbio fez indústria cortar custo e preço, diz estudo

A valorização do real em relação ao dólar está obr

Circular 3.401

...--- REGULAMENTO DO MERCADO DE CÂMBIO E CAPITAIS INTERNACIONAIS TÍTULO: 1 - Mercado de Câmbio CAPÍTULO: 12 - Importação SEÇÃO: 1 - Disposições Gerais ------------------------------------------------------------------------------------ 1. Este capítulo dispõe sobre: a) o pagamento de importações brasileiras a...

Dólar baixo compromete competitividade brasileira

...gem Industrial Especial sobre câmbio, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a desvalorização do dólar frente ao real ameaça a estratégia de exportação das empresas brasileiras, principalmente das pequenas e médias. "Com isso, há ...

Os cinco mais

...É o que mostra o estudo "Intercâmbio Comercial do Agronegócio - Principais Mercados de Destino", da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). De acordo com o documento, juntos, em 2007, esses países árabes compraram do Brasil US...

Real forte faz empresa que concorre com produto importado perder mercado, diz CNI

...sa da CNI sobre os efeitos do câmbio nas empresas brasileiras contou com a participação de 1.564 empresas industriais: 885 pequenas, 458 médias e e 221 grandes empresas. Segundo a confederação, o período de coleta de informações foi de 26 de julho a 6 de agosto de 2008. Por Agência Brasil...

BC altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais

...a o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais. As mudanças visam reduzir os custos de transação, simplificar e desburocratizar as regras do ...

CIRCULAR Nº 3.401 DE 15/08/2008

... do Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), divulgado pela Circular n° 3.280, de 2005, passam a vigorar com a redação das folhas anexas a esta Circular: I - índice; A - Título 1 II - capítulo 1; III - capítulo 3: a) seção 1; b) seção 2, subseção 1; c) seção 5; d) seção 7; IV - capítulo 5, seção 1; V - capítulo 6; VI - capítulo 8: a) seção 2, subseções 5 e 24; VII - capítulo 9: a) seção 1; b) seção 2; VIII - capítulo 10, seção 2, subseção 1; IX - capítulo 11: a) seção 1; b) seção 2; c) seção 4; d) ...

Indústria produz mais e breca alta das importações

...to", disse, ressaltando que o câmbio valorizado ajudou. Ele acredita que o "descolamento" chegou ao fim e as importações voltaram a aumentar de três a quatro vezes mais que a produção nacional - o que é o padrão brasileiro na última década. Os economistas do departamento econômico do Bradesco ressaltaram que o ritmo de crescimento das importações voltou a se estabilizar nos últimos meses, após um pequeno "susto" no início deste ano, quando chegou a subir quase 24% em fevereiro por fatores pontuais, como importação de óleo diesel para as usinas termelétricas e antecipação de compra de fertilizantes pelos agricultores. Em junho e julho, a quantidade total importada pelo país cresceu 22,8%. Para o Bradesco, é um sinal de que a atividade econômica segue forte, mas parou de acelerar. Lia Valls, coordenadora de projetos do Centro de Estudos do Setor Externo da Fundação Getúlio Vargas (Cesex-Ibre/FGV), também considera a acomodação das importações um dos sinais de que a economia brasileira vai crescer a ritmo menos intenso daqui para frente. "O cenário internacional é incerto, os empresários estão mais cautelosos em investir, em fazer abertura de capital na bolsa e também em importar", afirma. De acordo com a economista, o real forte e a expressiva alta nos preços das commodities no segundo trimestre do ano contribuíram para tornar os importados menos atrativos enquanto substitutos da produção doméstica. "O câmbio continua valorizado, mas as expectativas futuras de que haverá alguma depreciação do real frente ao dólar desestimulam uma aceleração da taxa de crescimento das importações", concordou Kupfer. O professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP) Rogério Mori, considera que a economia brasileira está se estabilizando em um ritmo de expansão ainda relativamente forte, traduzido pelas expectativas para o ano de crescimento na produção industrial e no varej...

Câmbio e burocracia dificultam exportações

Taxa de câmbio, custos portuários e burocracia estão no to...

Câmbio contratado até dia 15 tem primeiro superávit em três meses

O mercado de câmbio contratado registra o primeiro superávit em...

Saldo comercial está mais sensível ao dólar

...danças mais suaves na taxa de câmbio tendem a produzir impactos mais significativos sobre o resultado da balança comercial. Nesse cenário, uma eventual ...

Custo do transporte é o maior gargalo, dizem exportadores

...quisa da CNI aponta a taxa de câmbio como o principal entrave às exportações, seguida pelos custos portuários e aeroportuários e a burocracia alfandegária. Uma pesquisa com grandes empresas exportadoras mostrou que o elevado custo do transporte, motivado por problemas na infra-estrutura brasileira, é o maior empecilho para as exportações. DCI ...

Infra-estrutura é o maior entrave para exportações

... CNI mostrou o peso que tem o câmbio defasado, preocupação maior de 82% desse universo exportador analisado. Porém, excluído esse item macroeconômico, os entraves para as exportações por essa pesquisa são: custos portuários, apontado por 41,5% dos entrevistados; burocracia, 38,7% das respostas; e custo do frete, 34,7% das preocupações. Os custos tributários atormentam, prioritariamente, 28,8% dos exportadores. É só a confirmação, em outra perspectiva, da mesma realidade que vitima o exportador brasileiro. O governo federal trabalha com a expectativa de 18% de avanço nas exportaçõers brasileiras deste ano, em valor, ante o alcançado em 2007. Por mais que esse esforço seja significativo, é preciso lembrar que a participação do comércio exterior brasileiro no mercado mundial é de apenas 1,2% do total, o que representa a 23 posição no ranking mundial de exportadores. Em uma economia que tem o décimo PIB do mundo há algo de frágil com nossas exportações. E as duas pesquisas, a da FGV e a da CNI, apontaram exatamente o que é. Por Gazeta Mercantil...

Tarifas antidumping quadruplicam no Brasil em um ano

.... “Com a atual valorização do câmbio, as empresas estão desesperadas, olhando todos os meios para tentar frear as importações”, disse Mario Marconini, diretor de negociações internacionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, afirmou em entrevista neste mês que os empresários brasileiros estão ficando mais informados sobre as regulamentações do comércio internacional. Sob as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), um país pode aplicar as tarifas antidumping quando provar que os bens importados são vendidos abaixo dos preços de mercado e causam danos à indústria doméstica. O governo impôs taxas de importações para prendedores de cabelo, brocas de furadeiras e uma taxa de US$ 3,56 em cada cadeado importado da Chi...

Para exportadores, poder público é o maior entrave

... semelhantes, acrescentando o câmbio, que aparece como o maior problema para 82,2% dos entrevistados, seguido por custos portuários e aeroportuários e a burocracia alfandegária (40%). Por Folha de S.Paulo/CRISTIANE BARBIERI...

RS e Holanda acertam cooperação para desenvolvimento de portos gaúchos

...á na Holanda em busca de intercâmbios para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, cumpre, nesta segunda-feira (18), os primeiros compromissos da age...

Agropecuária exportará US$ 74 bilhões

...o da Agricultura sobre o intercâmbio comercial do agronegócio com dados sobre os principais mercados de destino. A China se consolida como o principal comprador de produtos agrícolas do Brasil. Em uma análise das vendas de todos os setores para a China, o secretário lembrou que o déficit global do Brasil com o país asiático foi de US$ 1,8 bilhão no acumulado dos sete primeiros meses do ano. "O déficit seria maior se os preços das commodities não estivessem tão altos", afirmou. Ao divulgar o estudo, Porto disse que não acredita em uma queda acentuada nos preços dos alimentos, como aconteceu em momentos anteriores, quando o aumento dos preços representava incremento de produção e, como conseqüência, uma onda de recuo nos valores. "Nas outras vezes, não houve o aumento dos preços dos insumos agrícolas como se verifica agora", afirmou. O crescimento das exportações do agronegócio nos últimos anos está concentrado nos quatro principais produtos da balança comercial do setor. Segundo o estudo do Ministério da Agricultura, entre 2000 e 2006 os se...

O secretário Welber Barral contesta, mas a verdade é que depois de uma longa seqüência de anos de crescimento das exportações, em 2008 o Brasil começou a experimentar um movimento de queda na quantidade exportada.

...promovido pelo Grupo Fcem. ´O câmbio tem prejudicado muito o nosso setor´, disse ele, acrescentando que, enquanto a China importa do Brasil o fio de algodão a US$ 1, o quilo, o País compra dos chineses roupas prontas a US$ 15, o quilo. ´Daí vem o nosso déficit´. A Abit já apontava a previsão de déficit crescente para 2008, mesmo com o quadro de estabilidade da economia brasileira. Variáveis macroeconômicas desfavoráveis e, principalmente, a falta de isonomia na competição com seus principais concorrentes internacionais afetam fortemente o setor, que emprega mais de 1,6 milhão de pessoas. Destes, cerca de 70% são mulheres, sendo 40% chefes de família. Combate Para tentar reverter a situação, a Abit fechou convênio com a Receita Federal, com o objetivo de coibir as importações ilegais. ´Já fizemos perto de duas mil análises para os fiscais da Receita, juntamente com o pessoal da ABTT (Associação Brasileira de Técnicos Têxteis). ...

Exportação agrícola subirá 27% no ano, prevê governo

...o da Agricultura sobre o intercâmbio comercial do agronegócio, com dados sobre os principais mercados de destino. A edição divulgada hoje é a terceira. A China é o principal comprador de produtos agrícolas do Brasil. Numa análise das vendas de todos os setores para a China, o secretário lembrou que o déficit global do Brasil com o país foi de US$ 1,8 bilhão no acumulado dos sete primeiros meses do ano. "O déficit seria maior se os preços das commodities (matérias-primas) não estivessem tão altos", afirmou. Ao divulgar o estudo, Porto disse que não acredita numa queda acentuada nos preços dos alimentos, como aconteceu em momentos anteriores, quando o aumento dos preços representava incremento de produção e, como conseqüência, uma onde de recuo de preços. "Nas outras vezes, não houve o aumento dos preços dos insumos agrícolas como se verifica agora", afirmou. Por Agência Estado ...

Países em desenvolvimento são destino de 48% das exportações do agronegócio brasileiro

...os fazem parte do estudo Intercâmbio Comercial do Agronegócio – Principais Mercados de Destino, lançado hoje pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O total das exportações do país no setor saltaram, de 2001 a 2007, de US$ 23,9 bilhões para US$ 58,4 bilhões. Segundo o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Porto, cerca de 70% desse desempenho deve-se ao crescimento da produção, enquanto o restante foi gerado pelo aumento dos preços das commodities agrícolas. Para ele, o Brasil tem grande potencial de crescimento no setor porque ainda tem poucas relações comerciais com grandes países consumidores, como Índia e Indonésia, que juntos, têm população de quase 1,5 bilhão de habitantes. Um dos desta...

Importações gaúchas crescem 60% até julho

...nto da renda das famílias e o câmbio valorizado também estimularam as compras de bens de consumo." Já as exportações gaúchas tiveram elevação de 25%, chegando a 10,7 bilhões de dólares. O setor industrial foi responsável por 83% dessas vendas. A maioria das compras nesse setor foi de produtos químicos, em especial uréia e naftas para petroquímica, com crescimento de 98%, e atingindo, no acumulado do ano, 1,5 bilhão de dólares. Os segmentos de extrati...

Preço do milho cai, Brasil exporta menos e fará estoques

...e de exportação, em meio a um câmbio pouco favorável para vendas externas, é bastante provável que os estoques brasileiros se elevem nos próximos meses, acumulando aquele cereal que poderia ser exportado, acrescentaram as fontes, destacando que isso tem pressionado os preços. A colheita da primeira safra 2007/08 já foi encerrada, e a da segunda, conhecida como safrinha, está sendo finalizada, o que resultará em uma produção total do país de 58,4 mil...

As exportações diretas das cooperativas brasileiras registraram um crescimento de 28,4% no primeiro semestre de 2008, na comparação com o mesmo período de 2007.

...ráveis relacionadas à taxa de câmbio e a alíquotas de importação reduzidas de alguns produtos siderúrgicos. O instituto revisou para baixo estimativas de produção de aço bruto, de 37,637 milhões de toneladas para 36,275 milhões de toneladas. Apesar da mudança, o novo número ainda representa aumento de 7,4% em relação a 2007. Por Folha de S.Paulo/JANAINA LAGE/DA SUCURSAL DO RIO...

DEMISSÕES - Câmbio força demissões na indústria

...aja a manutenção das taxas de câmbio, o desemprego virá em 2009. - Nosso volume físico exportado tem caído, em média, 17%. Com tal encolhimento, produzimos menos e temos menor necessidade de mão-de-obra - explica Antonio Rubens Camilott, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processsada (Abimci). O contingente empregado pelo setor é de dois milhões de trabalhadores. O executivo calcula que, se confirmadas as previsões de valorização do dólar, a escalada de demissões pode ser estancada ainda ne...

As lições de Doha

...dependentemente da questão do câmbio desfavorável para exportações. "Dobramos os embarques de soja, quadruplicamos os de milho e quintuplicamos os de carne", comemora o secretário do Desenvolvimento e Assuntos Internacionais, Márcio Biolchi. "Mostramos capacidade competitiva e ganho de mercado." A tendência é de que, enquanto não haja uma solução para o impasse em nível de Organização Mundial do Comércio (OMC), o Rio Grande do Sul siga a tendência nacional e opte por acordos bilaterais. "Em especial com o Mercosul", diz o secretário. Uma das metas, revela, é estimular a industrialização dos produtos primários, para que eles tenham maior valor agregado na hora de fechar negócio com outros países. "Para isso, precisamos de uma política nacional", argumenta Biolchi. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reforça a importância do Mercosul para os negócios brasileiros. Segundo ele, o bloco representa cerca de 13% do comércio exterior do País. Se forem considerados também os países associados ao Mercosul, esse comércio chega a 20% do total. Amorim considera a redução dos subsídios agrícolas a questão mais urgente nas negociações, de forma a garantir maior competitividade aos produtos brasileiros. "No caso do Mercosul, três produtos são diretamente afetados por esse cenário: soja, trigo e arroz", destaca o ministro. Por Jornal do Comércio / RS...

Brasília- A balança comercial do mês de julho registrou US$ 7,9 bilhões em exportações agrícolas. Valor 50% superior ao de julho do ano passado.

...nda interna, aliada à taxa de câmbio e reduções de alíquotas de importação, impulsionou as importações de aço, que cresceram 59%, somando 1 milhão de toneladas. Já as exportações da indústria siderúrgica arrefeceram no primeiro semestre. As vendas para o exterior de produtos acabados caíram 32,6%, ficando em 2,1 milhões de toneladas. As exportações de semi-acabados, por outro lado, cresceram 16,2%, atingindo 3 milhões de toneladas. Por Folha OnLine...

Custo do frete aumenta até 150% no ano

...ida mais difícil por causa do câmbio e da infra-estrutura precária, os exportadores brasi...

EM QUEDA - Fluxo cambial pode desvalorizar o real

...antamentos sobre Contratos de Câmbio (ACC) foram menores com a alta da taxa de juros. O saldo negativo das operações financeiras foi sensivelmente próximo ao de junho: US$ 5,130 bilhões, ante US$ 5,578 bilhões - resultados que refletem, basicamente, as saídas de capital estrangeiro da Bolsa de Valores, particularmente elevadas, somando R$ 15 bilhões nos dois últimos meses. O déficit das transações financeiras não aumentou em julho, em grande parte porque a posição comprada dos bancos passou de US$ 7,336 bilhões, no final de junho, p...

Exportação do campo é recorde

...orestais (US$ 5,6 bilhões). O câmbio e o crescimento da demanda mundial puxada pela China são alguns dos fatores apontados pelos analistas para o crescimento da soja. No acumulado, o volume do complexo soja cresceu 7,7%, atingindo 26,3 milhões de toneladas. Para Fábio Trigueirinho, secretário geral da Associação Brasileira da Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), mesmo com a desaceleração da economia americana, a demanda chinesa por alimentos não deverá diminuir. "Acredito que a crise está mais concentrada nos Estados Unidos", disse. Os preços em alta e o câmbio desvalorizado continuaram impulsionando o resultado com a receita das carnes. O volume embarcado no acumulado do ano foi de 3,5 milhões de toneladas, incremento de 5,6% ...

Parcerias podem movimentar US$ 2,5 bi entre Brasil e China

...roveitada pelo Brasil. "Com o câmbio favorável, o Brasil tem de importar. Não se pode jogar a culpa disso sobre a China", afirma Tang. O hábito de se discutir o déficit da balança comercial , sem considerar o perfil das trocas comerciais, tende a ser alterado no País, segundo Rodrigo Tavares Maciel, secretário executivo do Conselho Empresarial Brasil China (CEBC). Nos encontros mantidos com os ministros do Comércio, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e Celso Amorim, das Relações Exteriores, os integrantes do conselho debateram esta questão e acreditam que, dentro do governo, já existe uma nova visão dos negócios entre os países. "A China é importador estratégico", diz Maciel. E existe disposição dos ministros em aumentar as missões oficiais ao país. Em 2007 a China importou produtos no valor total de US$ 955,8 bilhões de fornecedores internacionais, informa Maciel. A compra de insumos no exterior faz parte da estratégia chinesa para o país se manter competitivo. De acordo com o secretário executivo do CEBC, as trocas comerciais com países da União Européia mostram que 47,9% das exportações chinesas correspondem a máquinas e equipamentos e 59,4% do que a China importa dos europeus são bens de capital. "A China é um fornecedor estratégico e máquinas de qualidade", afirma Maciel. Este recurso é utilizado por várias empresas brasileiras que compram componentes eletrônicos chineses para fabricar produtos acabados no Brasil e garantir a capacidade de competir no mercado norte-americano. O Brasil, na opinião de Tang, precisa eliminar os entraves para seu crescimento. Com a carga de tributos, legislação trabalhista ultrapassada, juros altos e excessiva burocracia não é fácil ser competitivo, assinala. As questões relativas a direitos trabalhistas, baixo custo de mão-de-obra e falta de controle ambiental não são suficientes para explicar o crescimento chinês, segundo Tang. O país tirou 400 milhões de pessoas da pobreza e tem de cuidar da inclusão social de mais 800 milhões de cidadãos. Precisa garantir o fornecimento de energia elétrica e enfrenta a falta de terras agriculturáveis e de recursos naturais. A China conta com US$ 1,7 trilhão de reservas. Com a adição de US$ 200 bilhões de reservas de Hong Kong e Macau, os chineses acumulam o total de US$ 1,9 trilhão para re...

Brasil é 6º maior fabricante de carros do mundo

...em crescimento – disse. Com o câmbio defasado, as exportações caíram no mês passado. Em julho, os embarques de veículos e máquinas agrícolas somaram US$ 1,23 bilhão, queda de 3,8% sobre junho e de 2,9% ante julho de 2007. Nos primeiros sete meses do ano, porém, as vendas externas somaram US$ 8,12 bilhões, uma expansão de 9,5% em relação a igual período de 2007. Para os próximos meses, a previsão da Anfavea é de contínua queda em volume, especialmente pela redução de embarques para Venezuela, México e EUA. São Paulo Projeção cadenciada Segundo o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, a expectativa é de que as montadoras produzam 15% a mais neste ano, atingindo um total de 3,4 milhões de unidades. Amparadas no bom momento da economia brasileira, também foram mantidas as estimativas para as vendas internas de veículos em 3,06 milhões de unidades, alta de 24,2%. Conforme Schneider, a previsão é de que o setor registre um crescimento mais cadenciado neste segundo semestre, o que, na opinião dele, é bom para as montadoras e para a cadeia de fornecedores. – Crescer 30% exige muito de uma cadeia que tem um produção tão complexa – avaliou o executivo. Por Zero Hora / RS...

Lula prega união com a Argentina

...anto mais se aprofunda o intercâmbio, parece que aumenta essa brecha." Por O Estado de São Paulo...

Argentina e Brasil juntos pelo Mercosul

...al argentina, este ano o intercâmbio comercial entre os países atingirá cerca de US$ 30 bilhões. Por Jornal do Commercio - PE...

Destravar o comércio exterior

...s vendas do País, algo como o câmbio flutuante ou a eliminação da guia de exportação, ambos dos anos 90. Sempre que as exportações enfraquecem, o ministro da área vem a público falar do mesmo, o discurso não muda há anos. Os números do primeiro semestre mostram que as contas externas despencaram de um saldo positivo de US$ 2,4 bilhões em 2007 para um déficit de US$ 17,4 bilhões em 2008. Além da remessa de lucros e dividendos de empresas estrangeiras para o exterior, que dobrou em relação ao ano passado, contribuiu para esse mau resultado o saldo come...

Empresários discutem como exportar mais

...orização crescente da taxa de câmbio entre o real e o dólar. “Pior que o câmbio é não conseguir vislumbrar uma solução para o câmbio”, disse, à saída, a presidente da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), Elizabeth de Carvalhaes. Os investimentos do setor de celulose e papel anunciados para o período entre 2008 e 2012 devem somar US$ 16,6 bilhões e duplicar a produção nacional, lembrou ela. “Todos queremos exportar, temos de montar uma agenda de trabalho com o governo para permitir esse objetivo.” Embora os e...

"Com esse câmbio, não há acordo que nos salve"

...da Faap acrescenta: "Com esse câmbio, não há acordo que nos salve". Leia trechos da entrevista. Momento crítico - Da minha experiência, da Rodada Uruguai e de outras ocasiões críticas, momentos em que se rompe o impasse são parecidos com o que vivemos agora. É necessário haver uma grande crise para catalisar uma solução. Na do Uruguai, houve um fracasso na reunião de Bruxelas, em 1990, e a rodada ficou dois anos parada. Em meio a uma crise enorme, em 1993, a coisa deslanchou e acabou em um nível de ambição até alto. Há, hoje, uma leitura superficial negativa, por da conta da Lei Agrícola dos EUA, da não-renovação do "fast-track" [autorização que o Congresso dá ao presidente para negociar] e do fim do mandato de Bush. Mas não deixaria de ser uma manobra inteligente terminar o mandato com um êxito importante e jogar a batata quente para os sucessores. Havendo uma conclusão e um alívio mundial, será difícil ...

BB terá mais recursos da CAF para financiar importador

... que a valorização da taxa de câmbio e o aperto de liquidez nos mercados financeiros internacionais aumentaram a demanda das empresas por financiamentos com recursos da CAF. "Essa é uma linha estável, que garante que os financiamentos à importação estarão disponíveis nos próximos anos, mesmo que o quadro internacional fique menos favorável", afirmou Kohler Marcondes. O atual convênio foi assinado em 2003, com u...

Paraná bate recorde em exportações de frango

...enizou o prejuízo aparente do câmbio?, apontou. Participação O Paraná exporta praticamente um terço de sua produção avícola e representa 25,49% do volume das exportações brasileiras de frango de corte, atrás apenas de Santa Catarina. No primeiro semestre do ano, o país exportou 1,6 bilhão de quilos de frango, alta de 5,24% comparado ao mesmo período do ano passado, quando o País tinha exportado 1,5 bilhão de quilos. Em faturamento, as indústrias paranaenses representam 23,98% do arrecadado pelo setor avícola nacional. Para este ano, a estimativa do Sindiavipar é de crescimento de cerca de 12% no volume das vendas com o mercado externo. Para isso, o setor espera ampliar as comercializações no segundo semestre, época em que tradicionalmente o Paraná exporta mais devido principalmente a fatores climáticos no hemisfério norte. Cenário favorável Ao contrário do ano passado, quando o setor temia a possível falta de oferta de milho no mercado interno - o que interferiria no preço do insumo -, este ano o cenário é mais tranqüilo, observou Martins. É que agora os preços estão melhores no mercado interno, o que não deve estimular as exportações principalment...

Redução de tributo para exportadores continua no papel

...medida ajudaria a compensar o câmbio. Ele conta que que a previsão anterior do governo para o sistema funcionar já expirou. Durante reunião com exportadores em 9 de junho, o secretário de comércio exterior, Welber Barral, teria dito que o problema estaria resolvido em 45 dias. "Estamos vivendo um buraco negro", disse Carlos Pastoriza, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O empresário alertou que a indefinição pode levar os exportadores de bens de alto valor agregado, como máquinas, a postergar embarques à espera do benefício. De acordo com fontes do setor privado, a operacionalização do drawback verde-amarelo não é simples. Por conta do volume de insumos nacionais adquiridos pelas empresas, a demanda pela nova modalidade deve ser alta, o que exigiria do Decex recursos e funcionários adicionais. Por isso, existia um impasse no governo se o sistema seria monitorado pelo Mdic ou pela Receita Federal. Lytha Spíndola, da Camex, reconheceu a falta de funcionários e disse que a carga de trabalho vai aumentar. Mas ressaltou que o governo está empenhado em informatizar ao máximo o sistema. Ela lembrou que o Mdic acaba de lançar um edital para contratar mais analistas de comércio exterior, o que pode levar tempo. Além de resolver a pendência com o governo federal, os empresários querem ampliar o drawback verde-amarelo para a esfera estadual, com a suspensão da cobrança de ICMS. Martins, do Ciesp, informou que os empresários vão entregar no início de agosto uma reivindicação ao governo de São Paulo para adotar a medida nas operações no Estado. A expectativa é que o governador José Serra encampe a idéia e leve a discussão para Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), o que poderia ampliar o benefício para outros Estados. De acordo com Domingos Mosca, diretor da área internacional da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), pode ser uma solução para a batalha dos exportadores para recuperar os créditos de ICMS acumulados com o governo. "Seria muito importante chegar a um entendimento com o governo estadual, porque a cadeia têxtil é enorme", disse, acrescentando que a maior parte da matéria-prima do setor é nacional. Por Valor Econômico...

Importação

...S$ 26 bilhões em operações de câmbio às importações. A previsão é chegar em US$ 30 bilhões este ano. "A nossa meta é crescer na mesma proporção que crescem as importações, para manter a fatia de mercado". As importações brasileiras no primeiro semestre de 2008 somaram US$ 79,2 bilhões - crescimento de 51,8% em relação mesmo período do ano passado. A demanda por financiamento às importações tem sido tão grande que despertou o interesse das demais instituições financeiras para operar no mercado. No mês passado, a Caixa Econômica Federal anunciou que se prepara para atuar no mercado de câmbio e crédito para o comércio exterior. A Caixa conseguiu autorização do Banco Central para operar com câmbio em 2006, mas ainda não oferece nenhum serviço especifico nessa área. Este ano, o banco anunciou que concluiu mudanças internas para, até 2009, comprar e vender moeda estrangeira aos clientes. O principal foco é oferecer linhas de financiamento e contratos de câmbio para empresários que trabalham com exportação e importação, principalmente pequenas e microempresas. O primeiro passo, já em funcionamento, foi um projeto-piloto de venda de dólares para os funcionários. Até o ano que vem, todos os clientes da instituição poderão comprar moeda estrangeira nas agências antes de viajar para o exterior, no processo chamado "câmbio manual". A meta da instituição financeira é transformar as casas lotéricas, hoje seus correspondentes bancários, em correspondentes cambiais, instituições que poderão fazer operações de envio e recebimento de remessas de dólares do exterior. Por enquanto, a Caixa também recebeu do BC a autorização para financiar importações com valor máximo de R$ 20 mil. De acordo com a instituição, esse foi o volume pedido. "Nas importações, queremos começar mesmo de forma mais cautelosa", explicou o superintendente de negócios internacionais da Caixa, Flávio Petró. Para realizar os financiamentos, a Caixa espera levantar os recursos necessários no mercado internacional. Diário do Comércio e Indústria ...

Paraná ameaça a liderança da exportação catarinense de frango

... na produção total. O peso do câmbio No país, o crescimento no volume de exportações foi de 19%, segundo a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef), atingindo a 1,8 bilhão de quilos, entre janeiro e junho, com fatura-mento de US$ 3,3 bilhões. O setor enfrenta dificuldades com a desvalorização do dólar e o aumento dos preços dos insumos, especiallmente o milho, o produto mais usado na ração das aves. O preço do frango brasileiro no mercado internacional subiu cerca de 10% em dólar, entre janeiro e maio e mesmo assim novos mercados estão sendo abertos: o Chile passou a comprar frango brasileiro e países grandes consumidores como a China continental e a Índia podem fazer o mesmo em breve. "A única coisa que pode impedir esse avanço é a falta de mão-de-obra especializada em cortes para exportação, mas esse ainda não é considerado um problema grave o suficiente para retardar o crescimento uma vez que as empresas estão conseguindo trabalhadores mesmo tendo de trazê-los de longas distâncias", disse Domingos Martins. Luminosidade controlada O Paraná, por sinal, está investindo em novas tecnologias que estão modificando o sistema de produção de aves a partir de melhorias nos sistemas de iluminação e de temperatura dos aviários, de acordo com novas tendências do mercado para a sanidade animal, com redução da mortalidade e economia. O novo sistema, conhecido por "dark house", estabelece controle rigoroso na limitação da luminosidade e temperatura, permitindo ao produtor deixar as aves no escuro por 12 horas do dia e outras 12 sob luz artificial, por meio de lâmpadas que acendem e despertam os pintainhos para o consumo da ração e água. Duas ou tr...

Redução de tributo para exportadores continua no papel

...medida ajudaria a compensar o câmbio. Ele conta que que a previsão anterior do governo para o sistema funcionar já expirou. Durante reunião com exportadores em 9 de junho, o secretário de comércio exterior, Welber Barral, teria dito que o problema estaria resolvido em 45 dias. "Estamos vivendo um buraco negro", disse Carlos Pastoriza, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O empresário alertou que a indefinição pode levar os exportadores de bens de alto valor agregado, como máquinas, a postergar embarques à espera do benefício. De acordo com fontes do setor privado, a operacionalização do drawback verde-amarelo não é simples. Por conta do volume de insumos nacionais adquiridos pelas empresas, a demanda pela nova modalidade deve ser alta, o que exigiria do Decex recursos e funcionários adicionais. Por isso, existia um impasse no governo se o sistema seria monitorado pelo Mdic ou pela Receita Federal. Lytha Spíndola, da Camex, reconheceu a falta de funcionários e disse que a carga de trabalho vai aumentar. Mas ressaltou que o governo está empenhado em informatizar ao máximo o sistema. Ela lembrou que o Mdic acaba de lançar um edital para contratar mais analistas de comércio exterior, o que pode levar tempo. Além de resolver a pendência com o governo federal, os empresários querem ampliar o drawback verde-amarelo para a esfera estadual, com a suspensão da cobrança de ICMS. Martins, do Ciesp, informou que os empresários vão entregar no início de agosto uma reivindicação ao governo de São Paulo para adotar a medida nas operações no Estado. A expectativa é que o governador José Serra encampe a idéia e leve a discussão para Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), o que poderia ampliar o benefício para outros Estados. De acordo com Domingos Mosca, diretor da área internacional da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), pode ser uma solução para a batalha dos exportadores para recuperar os créditos de ICMS acumulados com o governo. "Seria muito importante chegar a um entendimento com o governo estadual, porque a cadeia têxtil é enorme", disse, acrescentando que a maior parte da matéria-prima do setor é nacional. Por Valor Econômico...

Paraná ameaça a liderança da exportação catarinense de frango

... na produção total. O peso do câmbio No país, o crescimento no volume de exportações foi de 19%, segundo a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef), atingindo a 1,8 bilhão de quilos, entre janeiro e junho, com fatura-mento de US$ 3,3 bilhões. O setor enfrenta dificuldades com a desvalorização do dólar e o aumento dos preços dos insumos, especiallmente o milho, o produto mais usado na ração das aves. O preço do frango brasileiro no mercado internacional subiu cerca de 10% em dólar, entre janeiro e maio e mesmo assim novos mercados estão sendo abertos: o Chile passou a comprar frango brasileiro e países grandes consumidores como a China continental e a Índia podem fazer o mesmo em breve. "A única coisa que pode impedir esse avanço é a falta de mão-de-obra especializada em cortes para exportação, mas esse ainda não é considerado um problema grave o suficiente para retardar o crescimento uma vez que as empresas estão conseguindo trabalhadores mesmo tendo de trazê-los de longas distâncias", disse Domingos Martins. Luminosidade controlada O Paraná, por sinal, está investindo em novas tecnologias que estão modificando o sistema de produção de aves a partir de melhorias nos sistemas de iluminação e de temperatura dos aviários, de acordo com novas tendências do mercado para a sanidade animal, com redução da mortalidade e economia. O novo sistema, conhecido por "dark house", estabelece controle rigoroso na limitação da luminosidade e temperatura, permitindo ao produtor deixar as aves no escuro por 12 horas do dia e outras 12 sob luz artificial, por meio de lâmpadas que acendem e despertam os pintainhos para o consumo da ração e água. Duas ou tr...

A importância da logística no desempenho de nosso comércio exterior

...tações e movidas pela taxa de câmbio, principalmente, as importações crescem acima de 40% sobre 2007. Em síntese: o foco tem que ser na chegada e saída nos portos, por onde passam cerca de 90% dos bens comercializados. Neste campo do conhecimento (logística) o Brasil pode deslanchar sua economia, sabendo-se que a soja, do produtor ao porto, pode custar hoje mais de US$ 100,00/ton contra algo em torno de U$ 20.00/tol do mesmo produto americano descendo o Mississipi até N. Orleans. É preciso agir neste custo. No porto, como Paranaguá, a movimentação de um navio de 60000 ton/carga, pode levar até mais de 30 dias (parado), com custos elevados que encarecem o produto. E pode ter que sair com apenas 40.000 ton por falta de dragagem. Nesta linha, mais a simplificação dos trâmites no porto, é possível, em médio prazo, reduzir custos e acelerar o desenvolvimento econômico, com base no trinômio preço + Qualidade + Prazo adequados. Daí a importância de ações como a MP 428/08 e a 429/08, esta, talvez capacitando o surgimento robusto de uma marinha mercante brasileira. A nossa grande empresa Brasil S.A. com seus mais de 180 milhões de acionistas, tem que contar com a participação pró-ativa da iniciativa privada, fortalecendo o mercado de livre comércio e sugerindo, informando e apresentando soluções em fa...

Exportação de calçados atinge US$ 951,1 milhões no semestre

... consideradas as variações do câmbio no período. Importações sobem Na contramão dos embarques, as importações tiveram um aumento de 56% em volume. Foram trazidos ao País, no primeiro semestre, 20,5 milhões de pares, comparados aos 13,1 milhões registrados no ano passado. Em valores, a variação foi de 53%, passando de US$ 96,3 milhões para US$ 147,9 milhões. Com isso, o saldo comercial do setor foi de US$ 803,2 milhões, 4,6% a menos que os US$ 840,6 milhões conseguidos no semestre do ano passado. Entre os estados brasileiros, Rio Grande do Sul continua sendo o maior, com um faturamento de US$ 577,5 milhões. Este número, no entanto, está 3,6% menor que no ano passado. O maior volume exportado saiu do Ceará, que conseguiu expandir o volume do primeiro semestre em 13,9%, com 27,8 milhões de pares e US$ 145,9 milhões. Por Gazeta Mercantil...

Fluxo cambial do país está negativo em US$ 822 mi neste mês

...hões. No caso do movimento de câmbio comercial até 11 de julho, houve saldo positivo de US$ 2,614 bilhões, com exportações de US$ 7,143 bilhões e importações de US$ 4,529 bilhões. No acumulado do ano, o país exportou US$ 103,422 bilhões e importou US$ 71,257 bilhões, com saldo positivo de US$ 32,164 bilhões. As operações financeiras registraram entrada de US$ 230,316 bilhões e saída de US$ 248,374 bilhões, o que levou a um saldo negativo de US$ 18,058 bilhões. Por Folha OnLine...

CÂMBIO - O efeito do câmbio no comércio

... o problema da valorização do câmbio chegou a ser prioridade número um do Palácio do Planalto. Mas, desde então, a inflação ganhou fôlego e passou a monopolizar corações e mentes. O Fundo Soberano do Brasil (FSB) foi pensado, inicialmente, como um instrumento que ajudaria a conter a queda do dólar. Com o recrudescimento da inflação, no entanto, esse seu papel foi arquivado momentaneamente, pois o governo concluiu que não será possível conter a escalada interna dos preços e ao mesmo tempo desvalorizar o real. Para efeito da popularidade do presidente Lula e do próprio governo, combater a inflação é mais importante. Por isso, o dinheiro que seria usado pelo FSB para adquirir dólares no mercado interno e melhorar a cotação do real foi utilizado para aumentar o superávit primário de 3,8% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, dessa forma, ajudar o Banco Centr 56b al no combate à inflação. Fonte: O Estado de São Paulo ...

Exportação de couros cai 4% até junho

...do de 2007. O CICB credita ao câmbio adverso os recuos observados até agora. Por Valor Econômico - SP...

O efeito do câmbio no comércio

... o problema da valorização do câmbio chegou a ser prioridade número um do Palácio do Planalto. Mas, desde então, a inflação ganhou fôlego e passou a monopolizar corações e mentes. O Fundo Soberano do Brasil (FSB) foi pensado, inicialmente, como um instrumento que ajudaria a conter a queda do dólar. Com o recrudescimento da inflação, no entanto, esse seu papel foi arquivado momentaneamente, pois o governo concluiu que não será possível conter a escalada interna dos preços e ao mesmo tempo desvalorizar o real. Para efeito da popularidade do presidente Lula e do próprio governo, combater a inflação é mais importante. Por isso, o dinheiro que seria usado pelo FSB para adquirir dólares no mercado interno e melhorar a cotação do real foi utilizado para aumentar o superávit primário de 3,8% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, dessa forma, ajudar o Banco Central no combate à inflação. Por O Estado de São Paulo...

Superávit com a Argentina aumenta 92,5%

... a consultoria Abeceb, o intercâmbio comercial com o mercado argentino foi favorável ao Brasil em 666 milhões de dólares. Em comparação a maio, o crescimento foi de 16%. O Brasil acumula 61 meses de balança comerci...

Agronegócio garante saldo comercial

...anufaturados, provocados pelo câmbio valorizado e pela falta de uma política industrial, podem aparecer na forma de déficits comerciais crônicos, quando a economia global desacelerar e a bolha de especulação dos preços de commodities estourar, cenário que ainda não está previsto para este ano, dizem analistas. "Se não fosse o desempenho do agronegócio, a situação externa estaria mais complicada hoje", diz o diretor da RC Consultores e responsável pelas projeções, Fabio Silveira. Ele observa que a contribuição do agronegócio para o superávit da balança deve aumentar significativamente este ano, a ponto de ser suficiente para cobrir com folga o déficit comercial recorde projetado para os bens de capital, de R$ 27,6 bilhões, e o saldo negativo de petróleo e derivados (R$ 11,4 bilhões). "Só preço das commodities tem contribuído positivamente para a desempenho da balança comercial, e isso é perigosíssimo porque não temos alternativas se a conjuntura mundial mudar", afirma o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. "É exatamente aí que mora o perigo. Se houver um furo na bolha de especulação das commodities, o saldo comercial poderá se reduzir bastante", observa Silveira. Castro sus...

Vendas de máquinas sobem 52% no semestre

...nas. Em valores, em função do câmbio, o avanço foi mais modesto. As vendas ao exterior totalizaram US$ 6,873 bilhões, o que representou crescimento de 11,8%. Colheitadeiras, com 68,8% de avanço, foram mais uma vez o segmento de alta mais expressiva. As exportações de retroescavadeiras e cultivadores motorizados, em contrapartida, recuaram no primeiro semestre. O segmento de máquinas agrícolas comemorou na semana passada o anúncio de que o governo federal vai subsidiar a venda de até 60 mil tratores para pequenos produtores rurais. A comercialização desse volume de máquinas representará aproximadamente R$ 4 bilhões. O programa será acessível a 1 milhão de produtores. A Agrale é uma das fabricantes que pretende crescer com o programa. Embora seja apenas a quinta no ranking global das fabricantes de tratores, a empresa é tida como uma das principais no ramo dos tratores de pequeno porte - os dados apresentados na sexta-feira pela Anfavea não fazem distinção por tipo de trator. A Agrale produziu 766 tratores entre janeiro e junho, um crescimento de 7,9%. Por Valor Econômico...

Fim da bitributação nas importações é meta na presidência do Mercosul, diz Lula

...s tributários a um maior intercâmbio na área de serviços — afirmou Lula. Participação O presidente também prometeu aumentar a participação da sociedade civil nas decisões do Mercosul. Sem dar detalhes, disse que assinará um decreto instituindo pelo lado brasileiro o Programa Mercosul Social e Participativo. — A participação crescente do cidadão nas discussões dos rumos do bloco sinaliza o amadurecimento político de nossas instituições comuns — defendeu. Outras propostas brasileiras para o período que permanece na presidência do bloco são o estímulo ao Banco de Preços de Medicamentos e o fortalecimento do foro de difusão de conhecimentos em agricultura familiar. O presidente Lula defendeu ainda a adoção pelos países do bloco de um sistema de pagamentos em moedas locais para resguardar a soberania financeira da região. Ainda nesse segundo semestre esse tipo de sistema será posto em prática entre a Argentina e o Brasil. O presidente sugeriu a criação de um pólo regional d...

MEDIDA PROVISÓRIA - Exportação sem contrato de câmbio

...tarão livres dos contratos de câmbio para transformar em reais os dólares recebidos com a venda de produtos ao exterior. As regras para remessas de lucros das multinacionais e pagamentos do Brasil para o exterior não foram alteradas. As mudanças previstas na MP ainda precisam ser aprovadas pelo Conselho Monetário Na...

Mercosul anunciará acordo com a Índia e países africanos

...10. A meta é alcançar um intercâmbio comercial de US$ 15 bilhões. A falta de tratados de livre comércio entre o bloco regional e outros países ou blocos é uma das queixas dos sócios menores. O primeiro acordo comercial deste tipo foi fechado com Israel, na última cúpula do Mercosul, em dezembro de 2007. Neste semestre começará o diálogo com a Turquia e a Jordânia. Por Agência Brasil...

Moeda única no Mercosul: agora vai?

...bos os países”. Ele diz que o câmbio de pesos e reais resultará em uma maior agilidade no comércio bilateral. “Facilita, porque elimina a necessidade de ter dólares em estoque”, explica ele. Sobre a criação de uma moeda única no Mercosul, Arraes diz que ela só virá no “longuíssimo prazo” – mas que, cedo ou tarde, terá de acontecer. “Vai ser uma necessidade de sobrevivência da América”, afirma. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já manifestou, mais de uma vez, o desejo de promover uma integração econômica mais efetiva entre os países do bloco, sugerindo a unificação dos Bancos Centrais e das moedas. Para Arraes, da UnB, o desejo de Lula só se tornará realidade se houver uma evolução nas relações diplomáticos entre os países do bloco. “Comercialmente, vamos bem, mas o problema é político. Exemplo disso são as divergências ...

China à espera do Brasil

...arte dos efeitos negativos do câmbio desfavorável às exportações. Além disso, se hoje costuma-se olhar a China com certa prevenção, não se pode esquecer que o imenso mercado chinês está aberto ao produto brasileiro. É certo que as exportações chinesas para o Brasil crescem em ritmo muito superior às importações, mas é preciso ressaltar que, em meio à retração da economia anunciada em função do desastre imobiliário nos Estados Unidos, essa é uma das poucas nações que resistem e continuam a crescer. E, portanto, a consumir em razão da melhoria do padrão de vida de grandes camadas de sua população. Tratando-se da China, sabe-se que esses números são sempre superlativos. Há, portanto, um mercado imenso a explorar. O que falta é o Brasil, por meio de seus organismos oficiais e suas lideranças empresarias, tornar-se mais agressivo comercialmente. Além disso, o governo precisa cobrar mais do governo chinês as promessas de investimento. Só que, para isso, é necessário apresentar projetos atraentes aos empresários chineses porque ninguém vem aqui para fazer benemerência. Se as empresas chinesas estão investindo bilhões de dólares em outros países, algo deve estar errado para que haja uma prevenção em relação ao Brasil. _____________________________ Por Milton Lourenço (*)...

Brasil quer reforçar relações comerciais com países da África

...os argelinos. Em 2007, o intercâmbio entre Brasil e Argélia gerou o terceiro maior déficit comercial do país, atrás de Nigéria e China. O déficit deve-se à pauta comercial bilateral. Enquanto compra petróleo e gás natural, o Brasil embarca ao país africano produtos de confeitaria, carnes, laticínios, ovos de aves e mel. Amorim e as autoridades argelinas conversaram sobre uma eventual parceria entre a Petrobras e a empresa estatal Sonatrach para o fornecimento de Gás Natural Liquefeito (GNL) e exploração de petróleo. O Brasil tenta aumentar a importação de GNL a fim de reduzir a dependência do país do gás natural boliviano. Constou também da pauta dos encontros a participação de empresas brasileiras em obras de infra-estrutura. Operam na Argélia, por exemplo, as empresas brasileiras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Randon. Em Marrocos, está programada a assinatura de acordos nos setores de meio ambiente, saúde, inspeção animal e cooperação agrícola. Na Tunísia, Amorim deve firmar cooperação na área de gestão florestal. Já em Cabo Verde, o ministro participa da cerimônia de inauguração do Centro de Estudos Brasileiros e do Centro de Formação Profissional de Praia, fruto de parceria entre a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Por Gazeta Mercantil...

Preços dos grãos serão ainda mais altos até 2017

...s", acrescenta. Em relação ao câmbio, Guedes ressalta que o dólar deve continuar perdendo força nos principais países com a crise econômica que se instalou nos Estados Unidos. Conforme ele, a situação só deve melhorar em três anos. "A moeda de parâmetro daqui para frente será o euro", avisa. Por Jornal do Commercio/RS/Giuliano Mendes, de Gramado...

Produção de aço do País deve ser recorde este ano

...bora a influência negativa do câmbio já tenha custado recuo de 25,6% nas vendas externas de produtos acabados (laminados) no ano até maio, essa tendência não deve se manter até o fim de 2008. Lopes avalia que o excedente de produção de produtos semi-acabados (mais voltados para o exterior) de siderúrgicas, como a Gerdau/Açominas e Arcelor Mittal Tubarão, poderá promover uma reação das exportações em 2008, com estimativa de alta de até 16%. "O crescimento é bem-vindo e o País, aparentemente, dá sinais de crescimento sustentável. Neste sentido, o mercado interno é prioridade para a siderurgia. Não vai haver falta de aço desde que haja previsibilidade", afirma Lopes. Ele lembra que a demanda do mercado interno responde por 60% da capacidade instala...

Contra China, Brasil quer vender

...mes, mas foi prejudicada pelo câmbio valorizado e não conseguiu competir como os chineses por preço. “Somos uma empresa de alto valor agregado e temos que vender design”, diz. De acordo com o executivo, a qualidade do estofado chinês atualmente é boa, porque fabricantes italianos se instalaram no país. Olivares afirmou que o Brasil tem que aproveitar a vantagem logística. Por sua proximidade com a Argentina, o país pode oferecer produtos diferenciados por cor e modelo em pequenas quantidades - uma condição fundamental para os mercados de alto padrão. João Brito, gerente de exportação da cerâmica Batistella, concordou que é preciso apostar na rapidez da entrega e na qualidade do produto. Segundo ele, os produtos chineses chegam a América Latina cerca de 30% mais baratos que os brasileiros. “A saída é investir na marca”, disse o executivo, que já exporta para a Argentina e participou ontem de evento organizado pela Apex para explicar o “Brasil Casa Design” aos empresários. No mercado brasileiro, a Batistella possui uma linha de produtos que atende todas as camadas sociais. No entanto, vai levar apenas os itens destinados ao público mais sofisticado para o evento na Argentina. “Por incrível que pareça, temos bom desempenho nesse país nas vendas de porcel 564 anato e retificado, que são produtos mais caros”, disse Brito. Ele comentou que a Argentina se tornou um mercado “atrativo”, depois que se recuperou da crise. Luiz Antônio Barbosa, diretor da Imab, fabricante de fechaduras para as classes A e B, classifica sua presença no mercado latino-americano como “tímida”. Ele diz que a empresa exportou volumes significativos para os Estados Unidos e o Canadá na década de 80, mas eram partes e peças sem marca e sob encomenda. Agora está focada na alta renda e na marca própria. Ele admite que o mercado argentino já está ocupado por fabricantes locais e concorrentes americanos, europeus e chineses, mas acredita que é possível conquistar um nicho. “De certa forma, dá para competir com os chineses, aproveitando as vantagens de frete, distribuição e assistência técnica”, disse.  Fonte: Valor Econômico...

Economia cresce no maior ritmo dos últimos 12 anos

...stentável. "Aumento de juros, câmbio sobrevalorizado, novos impostos e gastos públicos crescentes vão na contramão do crescimento", disse. "Não podemos acreditar que com tudo isso estejamos no caminho de crescimento sustentável. Correções precisam ser feitas". A despeito dessas preocupações, a economista Cassiana Fernandez, da Mauá Consultoria, é otimista quanto aos resultados e diz que o aumento contínuo da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aliado à reação do setor de construção civil (leia mais na página C-8) traz um novo fôlego ao crescimento. "A taxa de investimento de 18,3% para a realidade brasileira é muito boa, principalmente se já crescemos com taxas de 16,5%, 17%". PIB de serviços está subestimado, diz Ipea O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, disse que o PIB do setor de serviços está subestimado. As riquezas poderiam ser maiores se fossem incorporadas, à metodologia, as áreas que ele chamou de "imaterias". Tais como a tecnologia da informação, as áreas de biotecnologia, às vinculadas à ciência e às aplicações financeiras. "Todas essas novas áreas produzem riquezas e que não estão sendo contabilizadas". Entretanto, ele disse que o problema não é nacional e a contabilidade brasileira está adequada à metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo ele, ainda não existe fórmula para medir as riquezas imateriais, apesar do avanço mundial. "Toda a parte de contabilidade de hoje é algo que começou no pós-guerra, em 1930, por exemplo". "Isso não é um problema do IBGE, isso é um problema de medida (internacional)", disse. Para ele, considerado a deficiência na contabilidade do PIB de serviços, o PIB global certamente é "maior do que a atual capacidade de identificar as medidas". "Estamos assentados cada vez mais em um PIB mais leve, em um PIB assentado no trabalho imaterial e isso gera riqueza." "O PIB mundial é estimado em US$ 48 trilhões. Mas se considerar para além do PIB a quantidade de recursos que circulam nos mercados financeiros se tem uma estimativa de US$ 190 trilhões", complementou Pochmann. "A impressão que eu tenho é que existe uma produtividade imaterial muito grande que não está sendo medida. Mas ela está expressa nas aplicações financeiras", declara. Para Pochmann, a grande dificuldade é medição das novas riquezas. "Vivemos cada vez mais em uma passagem de uma economia urbana industrial para uma economia pós industrial, que é a do conhecimento. E as medidas ainda não estão muito bem definidas. Segundo ele, o IBGE e diversas instituições internacionais têm condições de mensurar apenas a produção física, através de números de trabalhadores e horas trabalhadas. "Mas, e a produtividade que não é física? Como se mede isso?", diz. Pochmann, entretanto, existir interesses mundiais de avançar nas metodologias do PIB. Arrefecimento do PIB Pochmann acredita que o crescimento do PIB no primeiro trimestre dificilmente permanecerá no decorrer de 2008. "Não seria surpresa se tivermos um ritmo de expansão menor do que o apurado no primeiro trimestre", disse. Para ele, o cenário econômico mudou. Ou seja, é diferente daquele observado no mínimo há seis meses. Para ele, os dados do IBGE são como um espelho retrovisor, que mostram somente o que aconteceu antes. "O crescimento do PIB está muito associado ao ritmo de crescimento que a economia vinha apresentando no fim de 2007. E não sei se (os dados) são suficientes para permanecer em todo o ano, porque estamos diante de um cenário diferente", disse. Pochmann diz o cenário atual é mais evidente de que a economia mundial não crescerá tanto quanto se imaginava e o contexto da política monetária e cambial não é favorável à economia crescer no mesmo ritmo. "Antes, tínhamos uma situação em que não sabíamos muito bem a dimensão da economia internacional e o comportamento do juro e do câmbio era diferente do que vemos hoje." Para ele, os sinais da queda do câmbio são claros nas contas externas e o processo de elevação de juros deverá impactar na decisão dos empresários de investir e na elevação do juro para o crédito. Por Gazeta Mercantil...

Déficit comercial do Brasil com EUA sobe para US$ 146 milhões

...odo do ano passado. Já o intercâmbio comercial dos países da América Latina e Caribe com os EUA registraram superávit de 20,7% em abril, até alcançar US$ 8,893 bilhões, segundo o Departamento de Comércio. O superávit acumulado nos quatro primeiros meses deste ano já soma US$ 31,651 bilhões, frente aos US$ 30,916 bilhões na mesma época de 2007. Em março, a região contabilizou 12,5% do déficit total no comércio de ben...

Governo pode zerar alíquotas de importação contra inflação

...ual patamar de valorização do câmbio não tira a competitividade e, ao contrário do que os analistas sustentam, não vem provocando uma "desindustrialização" do país, afirmou Miguel Jorge. O ministro também criticou a falta de investimento em infra-estrutura: – É uma irresponsabilidade o que aconteceu neste país, em termos de infra-estrutura local, nem estou falando dos portos e das rodovias. O automóvel está mostrando para onde vão os impostos cobrados dos veículos que deveriam ir para a infra-estrutura. Por Jornal do Brasil...

Preços turbinam vendas

...ausa da combinação da taxa de câmbio desfavorável com o aquecimento da demanda interna. A novidade é que a quantidade de produtos básicos exportados no período também recuou, em parte pela greve dos fiscais da Receita. Por O Estado de S.Paulo/Marcelo Rehder...

AEB: exportar será cada vez mais antieconômico

... independentemente da taxa de câmbio. "Em 2008 não teremos mudanças nos planos dos exportadores. O problema é que os empresários já estão começando a repensar suas exportações para o ano que vem", afirmou. Castro ressalta ainda o desinteresse cada vez maior no investimento em plantas industriais voltadas à exportação. "A taxa de câmbio está afastando o investimento industrial produtivo", explica. Por Agência Estado...

Sintéticos brasileiros conquistam estrangeiros

...terial sintético. - Devido ao câmbio, é mais barato fabricar em couro na Argentina do que comprar do Brasil. Mas, na comparação com o calçado sintético que produzimos, o brasileiro é melhor acabado - afirma. Outra vantagem, para a indústria, é a alta produtividade proporcionada pela matéria-prima alternativa. O couro exige mais funcionários e tempo para ser transformado em calçado: o corte das peças é demorado, e a escolha exige atenção para evitar defeitos. Por Zero Hora / RS...

Crescimento depende mais de condições internas

...dos de investimentos, taxa de câmbio, transações correntes e taxa de juros, no período de 1990 a 2008. Segundo o estudo, o IED parece ser reativo ao crescimento econômico, que por sua vez depende fortemente do investimento interno. O IED é puxado pelo PIB e não o contrário. Assim, o crescimento do PIB é que atrai o IED em primeira instância. Isso porque o PIB depende do investimento interno e o IED reage a isso posteriormente, se tornando uma variável vinculada ao desempenho da economia. Fonte: Jornal do Brasil ...

Indústrias trocam produção nacional pela importada

...nha em razão desse cenário. O câmbio explica em grande parte o descompasso entre produção e demanda neste início de ano. "O comércio mais forte que a indústria pode indicar que o País está importando mais para cobrir a demanda doméstica", diz o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) , Welber Barral, a questão cambial afeta empresas que dependem de insumos e mão-de-obra locais, como as têxteis e de calçados. Fonte: Gazeta Mercantil ...

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS - Setor de máquinas perde mercado externo

...is sofisticados, em função do câmbio, prazos e juros mais favoráveis. Este quadro foi traçado na terçafeira pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luis Aubert Neto, em entrevista na sede da FIERGS. A situação desfavorável fez com que as importações de bens de capital aumentassem, no primeiro trimestre de 2008, 44,6%, em relação ao mesmo período de 2007, enquanto as exportações subiram apenas 5,1%. Aubert Neto e o exgovernador Germano Rigotto, diretor de Ação Política da Abimaq, também se...

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS - Setor de máquinas perde mercado externo

...is sofisticados, em função do câmbio, prazos e juros mais favoráveis. Este quadro foi traçado na terçafeira pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luis Aubert Neto, em entrevista na sede da FIERGS. A situação desfavorável fez com que as importações de bens de capital aumentassem, no primeiro trimestre de 2008, 44,6%, em relação ao mesmo período de 2007, enquanto as exportações subiram apenas 5,1%. Aubert Neto e o exgovernador Germano Rigotto, diretor de Ação Política da Abimaq, também se...

Valor exportado de manufaturados cresce apenas 0,9% nos últimos 12 meses

...gregado e pouca influência do câmbio. A quantidade exportada de outros equipamentos de transporte (classificação onde estão os aviões) aumentou 49,6% em 12 meses. Em veículos automotores, a quantidade exportada caiu 0,2%. O cenário para importações é completamente diferente. O volume de produtos adquiridos no exterior cresceu 21% nos 12 meses acumulados até abril. A alta é expressiva em todas as categorias, especialmente bens de capital (34,3%), intermediários (19,7%) e bens de consumo duráveis (56,3%). Ribeiro alerta que os preços dos produtos importados pelo país estão acelerando. Nos 12 meses até abril, a alta chegou a 13,8%, ritmo mais forte que os 8,2% registrados em 2007. De janeiro a abril desse ano, os preços das importações subiram 21,3%. Ele avalia que, por enquanto, os preços de exportação e importação do Brasil estão equilibrados, mas esse quadro pode mudar nos próximos meses. Se isso ocorrer, poderá ser mais um fator de deterioração da balança comercial brasileira. Fonte: Valor Econômico...

Valor exportado de manufaturados cresce apenas 0,9% nos últimos 12 meses

...gregado e pouca influência do câmbio. A quantidade exportada de outros equipamentos de transporte (classificação onde estão os aviões) aumentou 49,6% em 12 meses. Em veículos automotores, a quantidade exportada caiu 0,2%. O cenário para importações é completamente diferente. O volume de produtos adquiridos no exterior cresceu 21% nos 12 meses acumulados até abril. A alta é expressiva em todas as categorias, especialmente bens de capital (34,3%), intermediários (19,7%) e bens de consumo duráveis (56,3%). Ribeiro alerta que os preços dos produtos importados pelo país estão acele 56b rando. Nos 12 meses até abril, a alta chegou a 13,8%, ritmo mais forte que os 8,2% registrados em 2007. De janeiro a abril desse ano, os preços das importações subiram 21,3%. Ele avalia que, por enquanto, os preços de exportação e importação do Brasil estão equilibrados, mas esse quadro pode mudar nos próximos meses. Se isso ocorrer, poderá ser mais um fator de deterioração da balança comercial brasileira. Fonte: Valor Econômico...

Juro alto e impostos impedem expansão

...ária elevada, juros em alta e câmbio “derretendo” tende a inviabilizar as metas definidas pelo governo. “Nossas projeções mostram que a taxa de investimentos não deverá passar de 19%”, diz. Pelo estudo da Fiesp, a destinação de R$ 210,4 bilhões do orçamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamentos à indústria e serviços, como prevê a nova política industrial, fará a participação do banco nos investimentos totais da economia crescer de 3,9%, registrados no período de 2003 a 2007, para 8,8%, até o fim do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o que representa um salto de 126%. Para atingir 21% do PIB, segundo a entidade, os ...

Mercosul: BCs recomendam “prudência” contra a inflação

...árias e evolução das taxas de câmbio. Fonte: Terra...

A política industrial, a infra-estrutura e o “cofrinho”

...o dólar baixo. Acontece que o câmbio é apenas uma das dificuldades que as empresas brasileiras enfrentam para venderem seus produtos no exterior. Além disso, esse tipo de situação, desde que foi adotado o sistema de câmbio flutuante, passou a fazer parte do jogo para aqueles que desejam atuar no comércio exterior. As empresas têm que se adaptar a isso sem necessitar de vantagens artificiais criadas pelo Governo. É preciso considerar também que a desoneração seletiva (apenas para a exportação) causa desequilíbrio na economia. Quando apenas alguns setores têm um alívio nos tributos, há um ataque à justa concorrência e alguém acaba pagando a conta da "bondade" pontual. O Brasil precisa, sim, diminuir impostos, mas a medida deve alcançar a toda a sociedade para ter efeitos concretos. O Real forte é apenas um dos obstáculos enfrentados pelas empresas brasileiras no exterior. A competitividade nacional é corroída pelo chamado "custo Brasil". Esse ralo de dinheiro é formado pela burocracia, leis trabalhistas ultrapassadas, i...

Mudança deixa indústria na linha de fogo

... Só que, em função da taxa de câmbio, podemos ficar sem o controle também sobre estes 35%, pois estamos perdendo competitividade. O estudo da economista Isabela Nogueira é verdadeiro, pois no ano 2000 nossas exportações de manufaturados eram 59% da pauta, e caíram até chegarem a 52,2% em 2007. Em contrapartida, os produtos básicos, que representavam 22,8% em 2000, em 2007 atingiram 32,1%, quase 10 pontos percentuais a mais – explica. Além disso, segundo o vice-presidente da ACEB, o câmbio que prejudica o comércio de manufaturados, balizando a competitividade, é fator secundário diante dos atuais patamares das cotações das commodities. Qualquer que seja a taxa de câmbio, o Brasil exportará commodities. Reforma necessária Nesse quadro, de acordo com Castro, aumenta a necessidade de uma reforma tributária. "O sistema tributário brasileiro onera especialmente a exportação de manufaturas. Embora a exportação final seja isenta de tributos, o manufaturado indiretamente é tributado...

Entrave à produção

...alar nos problemas na área do câmbio, que afligem de forma mais intensa os empresários com vocação exportadora. O Rio Grande do Sul, com parque industrial de tradição em áreas como a agroindústria e a metalmecânica, além de vocações recentes que começam a diversificar seu perfil econômico, não pode perder a oportunidade de aproveitar ao máximo essa rara fase na qual se conjugam estabilidade e expansão da atividade fabril. Precisa, portanto, cobrar de seus líderes políticos que ajam rápido para desobstruir os caminhos do crescimento, começando por um alívio da carga tributária. Por Zero Hora / RS - Editorial...

Cooperativas exportam mais carne

...imos repassar tudo. Apesar do câmbio desfavorável, os preços no mercado externo estão melhores e está nos ajudando a equilibrar as contas", diz Chapla. Sem informar o preço de venda do frango no mercado interno, o presidente da cooperativa afirma que eles precisariam diminuir o custo de produção do frango em R$ 0,10 - para R$ 1,40 - para voltar a ter lucro na atividade. "Na exportação, dependendo do produto, conseguimos preços até 50% maiores que no mercado interno, como é o caso da coxa e da sobrecoxa sem osso para o Japão", exemplifica o executivo. A Copagril abate por dia 105 mil frangos, dos quais 70% são exportados e 30%, ficam no mercado interno. A cooperativa deu início a um investimento de R$ 12 milhões para ampliar o abate até o final deste ano para 140 mil frangos por dia e, até o ano que vem para 150 mil animais. Por Gazeta Mercantil...

Câmbio favorável eleva importação de máquinas

...ansportes e a agricultura. “O câmbio pesa muito. Como está muito convidativo, mesmo empresas com capacidade certa ociosa, se têm adiante de si perspectivas de aumentar as vendas, vão importar para substituir equipamentos e se modernizar”, afirma o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. De acordo com Castro, quem mais está aproveitando o dólar baixo para ter acesso a mais tecnologia e ganhar eficiência são principalmente as empresas que vendem mais no mercado interno. Isso porque só têm os benefícios do dólar baixo: importam máquinas por menos reais, e não têm prejuízos com a exportação. A Lupo, um dos maiores fabricantes nacionais de meias, cuecas e lingeries, é um bom exemplo. No ano passado, a empresa investiu 4 milhões (cerca de R$ 11 milhões) na importação de máqu...

Abit propõe aumentar Imposto de Importação

...mão de obra muito barata e um câmbio bem mais favorável. Com isso, espera-se um maior equilíbrio com os exportadores para o Brasil — liderados por China, Índia e Paquistão. ´Eles estão exportando demais para Brasil. Para se ter uma idéia, só este ano houve um aumento de 600% de importação de fio, isso com relação ao ano passado e nós todos sabemos que as condições deles são, do ponto de vista de juros, bem melhores que os nossos e de encargos...

Medidas do governo miram os pequenos exportadores

... participar de eventos fora." Câmbio As medidas do governo vêm em um momento em que empreendedores sofrem para exportar, devido à desvalorização do dólar. Na Glasart, que fabrica acessórios de decoração, a mudança do câmbio nos últimos anos dificultou a venda para Portugal e Espanha. "A matéria-prima ficou cara. Tivemos dificuldades e passamos a importar material da China", conta o gerente-geral, Rodrigo Duncan, 44. "Vamos apostar na exportação para o Mercosul, onde o dólar não influencia tanto", comenta. A Eloplus, que pertence ao Grupo Seacam, fabricante de software, começará a exportar neste ano. "A desvalorização nos fez remanejar o plano de negócios e readequar a produção", diz Alexandre Magdalon, 45, diretor comercial. Para Teixeira, da Apex, a situação cambial "veio para ficar". "A política tenta minimizar perdas. Mas é preciso agregar valor aos produtos, melhorar a capacitação e a informação comercial", afirma. Por Folha de São Paulo...

Para Mantega, as empresas precisam exportar mais

...ue sua grande preocupação é o câmbio. Um dos seus principais objetivos é o de incentivar à exportação. Veja trechos da entrevista: FUNDO SOBERANO "O fundo soberano talvez ...

CRESCIMENTO - Exportações industriais do RS crescem 22%

O câmbio, no entanto, continua trazendo prejuízos. A...

Quem tem medo do déficit externo?

...ias saltam aos olhos: taxa de câmbio desvalorizada e elevada poupança doméstica. Do receituário de lá vem ainda política industrial ativa: baixa carga tributária, sistema previdenciário mínimo, excelente qualidade da educação e taxas de poupança e de investimento bastante elevadas. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Câmbio derruba volume exportado

...ades exportadas. O motivo é o câmbio fraco”, disse Castro. Houve também queda de 2% no total de empresas exportadoras, de 13.785 para 13.469, na comparação os primeiros trimestres de 2007 e 2008. Para a AEB, as medidas da Política de Desenvolvimento Produtivo, anunciadas segunda-feira, “são boas, mas não suficientes para ter um impacto nas exportações”. Com base no cenário atual, a avaliação é de que o governo não deve chegar à meta de exportações US$ 208,8 bilhões em 2010, o que daria ao País uma fatia de 1,25% do comércio internacional. A outra meta é justamente ampliar em 10% a quantidade de exportadoras de pequeno porte, o que também é considerado difícil. O que vem sustentando o crescimento das exportações em valores é o aumento dos preços, de 19,5%, em média. Na visão do consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Julio Sergio de Almeida, o quadro negativo das quantidades exportadas de manufaturados “veio para ficar”, mas pode haver ainda alguma recuperação nas exportações de básicos e seminafaturados. “De qualquer maneira, o resultado do trimestre é um sinal complicado”, afirmou. Fonte: O Estado de São Paulo...

Grau de investimento preocupa exportadores

... nacionais sofrem muito com o câmbio. O grande motor do crescimento de produtos têxteis tem sido o mercado interno”, diz Fernando Pimentel, diretor superintendente da Abit, que representa o setor têxtil. O caminho de encolher as exportações também foi adotado pela BSH Continental, fabricante de eletrodomésticos dona das marcas Bosch e Continental. Há cinco anos, as vendas externas representavam 40% do faturamento. Hoje, respondem por 15% e as vendas são direcionadas para a América Latina. “O acesso ao crédito e o crescimento da renda tornaram o mercado interno muito mais robusto. Por outro lado, a desvalorização do dólar tem permitido a importação de produtos premium a custos mais atraentes”, afirma Edson Grottoli, presidente da BSH para o Mercosul. O acesso a matérias-primas a um custo menor também anima a francesa L?Occitane, grife de cosméticos de luxo. Este mês a empresa enviou para o exterior a primeira linha de produtos fabricados no País. Segundo a presidente da empresa, Silvia Gambin, o real valorizado não preocupa. “Como importamos muitos insumos, conseguimos balancear, uma vez que o volume de importação de componentes é maior do que as exportações”, diz. A insegurança em relação ao real também está presente entre empresas médias e pequenas. A Elegance, fabricante de lingerie, está prestes a engavetar um convite para exibir a sua marca em setembro, numa feira de Paris. “O ...

Produto importado tem maior valor

... Calejadas com os problema do câmbio, empresas têm dúvidas quanto ao cumprimento das metas de exportação da nova política industrial. “O objetivo de aumentar as exportações é ambicioso, mas a indústria da transformação não será responsável pelo crescimento. Com o apoio das commodities pode ser”, diz o presidente da Bravox, Geraldo Borba de Araújo. Com faturamento de R$ 60 milhões e 500 empregados, a Bravox sofreu os efeitos do dólar fraco. Há quatro anos, as vendas externas respondiam por 35% do movimento, fatia que encolheu para 10%. A empresa perdeu mercado no exterior e buscou novos nichos no mercado interno. Em paralelo, passou a importar mais insumos, barateados pelo mesmo câmbio que prejudica as vendas externas, para compensar a perda de rentabilidade no exterior. O aumento do valor agregado das exportações brasileiras tem sido uma das preocupações de especialistas em comércio exterior. Um dos objetivos estratégicos da Política de Desenvolvimento ...

Exportação em queda deixa setor de bens de capital cético com política industrial

...mentos), Luiz Aubert Neto. "O câmbio nesse patamar tira possibilidades de exportações. Não há política industrial que resolva". No primeiro trimestre deste ano, o setor exportou US$ 2,6 bilhões, um incremento de 5,1% sobre o mesmo período do ano passado. Em 2007, as exportações aumentaram 28,8% na mesma comparação, segundo dados divulgados ontem pela Abimaq. De outro lado, as importações atingiram US$ 4,6 bilhões nos três primeiros meses, um aumento de 44,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2007, o in...

REPERCUSSÕES DO PDP - Empresários querem ação no câmbio

...ejuízos causados pela taxa de câmbio atual. Para o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, os resultados são contraditórios em relação à política monetária. “O governo fala em aumentar exportação, mas não trata do câmbio valorizado. Fala em aumentar investimento, mas tem medo do...

Agronegócio, mais uma "marca Brasil"?

...Agropecuária) já realiza intercâmbios técnicos desde março, quando inaugurou um escritório no país. E recentemente outro escritório comercial foi aberto em Gana, sinalizando que o avanço do agronegócio com a "Marca Brasil" será um processo planejado, bem de acordo com uma demanda que a iniciativa privada já está comprovando na prática (e lucrando com ela, trazendo divisas para o país). Hoje, detemos a tecnologia que interessa a muitos países. Do interior de São Paulo, empresas de gestão na área agrícola estão exportando serviços para a Europa, Estados Unidos e países da América do Sul, como a Venezuela, que tem problemas para garantir o abastecimento interno de alguns produtos específicos. A transferência de tecnologia, portanto, será tanto de soluções de logística, nas quais o Brasil detém reconhecido know-how, quanto na adaptação e manejo de cultivares. A Venezuela é, enfim, um caso emblemático, pois há recursos e a disposição de investir. O portfólio das empresas brasileiras de tecnologia aplicada ao agronegócio é extenso. Entre outros fatores, es...

Calçados e têxteis querem desoneração e Anfavea festeja

... competitividade por conta do câmbio valorizado. "Sabemos que a desoneração da folha de pagamentos é um tema que será discutido na reforma tributária e vamos trabalhar para isso no Congresso. A questão é que temos uma demanda urgente, de curto prazo", avaliou o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Fernando Pimentel. Ele diz que é preciso estudar o assunto com cuidado, já que foi possível encontrar uma solução imediata para software. Por Valor Econômico - SP...

Crise levou ao reforço de medidas para exportador, diz Barral

...ra realização de operações de câmbio e remessas de dinheiro. O Banco Central constatou que muitas dessas medidas poderiam levar a operações de arbitragem, com especulação financeira desvinculada de operações reais de comércio. A lista de medidas sugeridas pelos empresários e adotadas pelo governo deve eliminar distorções no comércio exterior também desestimulando importações desnecessárias, avalia Barral. A decisão de estender, à navegação de cabotagem, a isenção de impostos que já eram dispensados para o combustível no transporte naval de longo curso acabará com o desequilíbrio que tornava mais barato aos produtores do Sudeste trazer certos produtos do Chile que do Nordeste brasileiro, exemplifica. Barral assegura que a coordenação das medidas de política industrial, cobrada pelos empresários, será obtida, no caso das exportações, com a anunciada Estratégia Brasileira de Exportações, pela qual o ministério realizará um levantamento de todas as ações nesse setor e de seus responsáveis, com metas e atribuição das responsabilidades pelas medidas. Esse levantamento será divulgado em junho e não servirá apenas para informar o setor privado. "É para informar, e para permitir que cobrem os resultados", diz. Por Valor Econômico - SP...

Empresários temem juros e câmbio

...princípios do programa. E com câmbio sobrevalorizado é muito difícil aumentar as exportações", afirmou Skaf. "Mesmo com condições melhores, o dólar é questão primordial", reconheceu Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). "As medidas para nós são boas, representam um primeiro passo", avaliou Aubert Neto. Ele reconheceu que, apesar do pacote anunciado ontem, as empresas de bens de capital continuarão a enfrentar dificuldade para competir com os fabricantes chineses por força do câmbio. Ele elogiou a ampliação do prazo da Finame e a depreciação acelerada dos investimentos, que beneficia sobretudo grandes empresas. "Se as medidas forem implementadas de forma rápida, será possível levar a taxa de investimento a 21% do PIB. Mas o grande problema é o hiato entre a fala e a ação", disse Aubert. José Carlos Grubisich, presidente da Braskem, considerou a política abrangente, mas também manifestou cautela ao avaliar que o conjunto de ações e iniciativas irá requerer coordenação entre os diferentes órgãos de governo. "A política dá um sinal de para onde o...

Exportadores catarinenses estão otimistas

...só têm sido prejudicadas pelo câmbio e a carga tributária - afirma o primeiro vice-presidente da Fiesc, Glauco Côrte. Fonte: Diário Catarinense ...

Política de Desenvolvimento Produtivo poderá beneficiar indústrias gaúchas

...ntinua sendo a valorização do câmbio como revela o indicador do segmento exportador", diz o presidente. Todas as variáveis do IDI-RS foram positivas para o período: vendas (11,3%), compras (16,8%), remuneração paga aos trabalhadores (15%), horas trabalhadas na produção (6,7%) e pessoal ocupado (4,3%). Em termos setoriais, as maiores contribuições para a performance do segmento industrial gaúcho vieram de Máquinas e Equipamentos (30,6%), Veículos Automotores (18,4%) e Alimentos e Bebidas (10,4%). Outro aspecto importante é que o crescimento está disseminado entre as indústrias gaúchas, como revela o Índice de Difusão, onde 60,2% delas apresentam aumento das vendas. Já a utilização da Capacidade Instalada, que alcançou o mais alto nível (85,8%) da série histórica para o período, iniciada em 1991, teve aumento de 2,5% e sugere a necessidade de novos investimentos para a manutenção do atual dinamismo no médio e longo prazos. Por NetMarinha - Sheila Meyer - Porto Alegre...

Compra de bens não-seriados dispara

...pode levar à identificação do câmbio valorizado como o vilão dessa crise. Afinal, nos últimos três anos, o real valorizou-se 37% em relação ao dólar. Mas a Abdib informa que outros fatores característicos do setor diferenciam essas indústrias dos produtores de manufaturados que também vêm sendo prejudicados pelo real valorizado. Com o câmbio atual, o que ocorre é a perda de competitividade das exportações e o enfraquecimento dessas empresas na competição do mercado interno. O presidente da entidade, Paulo Godoy, explica que há uma brutal diferença de escala na capacidade instalada entre as empresas brasileiras e suas concorrentes, principalmente grupos instalados na China e na Alemanha. "O maior problema foi a descontinuidade dos investimentos em infra-estrutura. Sem esse estímulo, o parque industrial brasileiro foi afetado e a mão-de-obra teve sua qualidade reduzida", afirma. O quadro atual é preocupante, na avaliação da Abdib, apesar de o governo ter lançado, em janeiro de 2007, o Programa de Aceleração do Crescim...

Desmontados recuperam exportações

...ções caíram 6,6%, em razão do câmbio desfavorável. A inversão dessa curva era relativamente inesperada pela indústria. Em suas projeções para 2008, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ainda segue apostando na redução do número de unidades exportadas. Ainda, pois há grandes chances de a entidade anunciar em junho uma revisão de suas expectativas, e as exportações devem fazer parte desse novo cenário. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Indústria gaúcha se beneficia com pacote

...ia exportadores afetados pelo câmbio, a taxa anual varia de 7% a 8,5%, abaixo do mercado interno mas acima do que empresas brasileiras bem avaliadas no Exterior obtêm lá fora. Menos tributos sobre o emprego O que significa:pelo menos para o setor de software, estaria assegurada a desoneração da folha de pagamento. Com menor custo de mão-de-obra, as empresas ganhariam mais competitividade, para oferecer preços menores no mercado interno e concorrer no externo. A expectativa, porém, é de que o benefício seja estendido a outros setores, o que permitiria a manutenção e até a criação de mais postos de trabalho. Menos impostos para serviços O que significa: uma das maiores novidades do pacote, originalmente desenhado para a indústria, é a inclusão de incentivos para segmentos de prestação de serviços. Isenção de Imposto de Renda para gastos em promoção, no Exterior, de atividades de armazenagem e movimentação de cargas e eliminação de PIS/Cofins para receitas com exportação de serviços em geral devem aumentar contratos para empresas brasileiras fora do país. No PIS/Cofins, redução do prazo para apropriação de créditos O que significa: para alguns setores, o prazo efetivo de devolução para as empresas já é inferior a 24 meses, período máximo. Por isso, a medida que realmente faria diferença, especialmente para os segmentos mais sensíveis à queda do dólar, seria a isenção desse tributo. Isenção de IOF na compra de bens de capital O que significa: com menos tributação, o custo de máquinas e equipamentos usados na indústria cai, facilitando a expansão da atividade produtiva e a modernização das linhas de produção, ambas com efeito sobre o preço final dos produto. O que prevê o PlAno Os grandes números previstos: R$ 297,8 bilhões de recursos seriam injetados na economia como resultado entre 2008 e 2010 R$ 210,4 bilhões seriam financiados pelo BNDES até 2010 R$ 41,2 bilhões seriam destinados à ciência e tecnologia 20 diferentes medidas 24 setores beneficiados 6 áreas estratégicas: v complexo da saúde, complexo da energia, tecnologias da informação e comunicação, indústria de defesa, nanotecnologia e biotecnologia 12 áreas de aumento de produtividade: complexo automotivo, bens de capital fabricados em série, bens de capital por encomenda, têxtil e confecções, madeiras e móveis, higiene e perfumaria, indústria naval e de cabotagem, couro e calçados, agroindústria, plástico, construção civil e complexo de serviços 6 áreas de consolidação de liderança mundial: aeronáutica, mineração, siderurgia, papel e celulose, petroquímica e carnes R$ 8 bilhões por ano em renúncia fiscal, chegando a R$ 24 bilhões até 2010 Metas até 2010 Os resultados serão acompanhados por indicadores: 20,9% do PIB em investimento produtivo 0,65% do PIB aplicado em pesquisa e desenvolvimento 1,25% das exportações mundial com origem no Brasil 1 mil novas pequenas e microempresas com produtos exportados Por Zero Hora/RS...

PORTARIA No- 7, DE 8 DE MAIO DE 2008

...foram celebrados contratos de câmbio de exportação. § 3º Nas situações abaixo indicadas, o exportador deverá solicitar a alteração do Registro de Exportação (RE), mediante proposta de alteração de RE averbado no Siscomex, apresentando documentos comprobatórios, caso solicitado: I - no retorno total ou parcial, ao País, da mercadoria embarcada, mediante a alteração dos valores e quantidades e a vinculação no campo 25 do RE dos dados relativos ao desembaraço aduaneiro de importação (informar número da Declaração de Importação - DI); II - na venda da mercadoria por valor superior ou inferior ao originalmente consignado no RE, mediante a alteração destes valores; III - na inviabilidade de retorno, ao País, de parte ou da totalidade da mercadoria, mediante a alteração dos valores e quantidades que efetivamente permaneceram no exterior. § 4º Em todos os casos o código de enquadramento do RE deverá ser alterado para 80.000, no caso da mercadoria ser vendida no todo ou em parte, ou para 99199, no caso de inviabilidade total de retorno. § 5º No caso de não cumprimento das providências previstas nos § 3º e 4º o Decex poderá bloquear a edição de novos RE relativos à exportação em consignação."(NR) Art. 14 Fica incluído o artigo 217-A na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, acrescido de parágrafo único, com a redação que se segue: "Art. 217-A. Os atos concessórios, na modalidade suspensão, em análise ou deferidos até o dia 11 de maio de 2008, serão transferidos automaticamente para o novo módulo Drawback, em ambiente WEB. Parágrafo único. Em se tratando de nota fiscal transferida pelo sistema para o novo módulo de drawback, a empresa deverá: a) acessar a opção "cadastrar nota fiscal para outras empresas" e associar o registro de exportação à aludida NF, no caso de venda para empresa de fins comerciais; ou b) acessar a opção "cadastrar nota fiscal para fabricante exportador" e associar o registro de exportação à aludida NF, no caso de drawback intermediário. Art. 15. Fica incluído o artigo 217-B na Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue: "Art. 217-B. Serão acatados para análise, excepcionalmente, pedidos de retificação formulados no sistema entre os dias 12 e 30 de maio de 2008 relativos a atos concessórios vencidos entre os dias 6 a 11 de maio de 2008." Art. 16. Fica revogado o item 1 do Inciso IV (Têxteis e Vestuário) do Anexo B da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007. Art. 17. Fica alterado o texto do item "b" do inciso 1 dos subitens NCM/TEC 0201.30.00 e 0202.30.00 do capítulo 2 do Anexo N da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue abaixo: "b) Encaminhar ofício, preferencialmente por SEDEX, ao Departamento de Operações de Comércio Exterior - DECEX, manifestando interesse em participar da distribuição, ou apresentar requerimento no Protocolo da Secretaria de Comércio Exterior, com a mesma finalidade."(NR) Art. 18. Fica incluído o item "d" no inciso 1 do subitem NCM/TEC 0901.11.10 do Capítulo 9 do Anexo N da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, como segue: "d) Ficam automaticamente prorrogados, até o mês subseqüente, os registros de venda e registros de exportação, cujos embarques estavam previstos para o mês corrente, inclusive aqueles com status de solicitação de despacho." Art. 19. Ficam alterados os produtos constantes do Anexo "R" da Portaria SECEX nº 36, de 22 de novembro de 2007, conforme segue: NCM/SH Mercadoria Percentual Máximo 1701 AÇÚCARES DE CANA OU DE BETERRABA E SACAROSE QUIMICAMENTE PURA, NO ESTADO SÓLIDO 8% 2401 FUMO (TABACO) NÃO MANUFATURADO, DESPERDÍCIOS DE FUMO (TABACO) EXCETO O SUBITEM 2401.10.10 25% 2401.10.10 TABACO NÃO MANUFATURADO, DESPERDÍ- CIOS DE TABACO, EM FOLHAS, SEM SECAR, NEM FERMENTAR 31% 4404.10.00 EXCLUSIVAMENTE CAVACOS DE MADEIRAS CONÍFERAS 10% Art. 20. Esta Portaria entra em vigor no dia 12 de maio de 2008. WELBER BARRAL...

CÂMBIO - Ameaça de pacote faz dólar subir

...erá, ao apreciar ainda mais o câmbio, derrubar o superávit da balança comercial e ampliar o déficit em transações correntes. Essa interpretação é vista com ressalvas pelos analistas do mercado. Pela lógica do modelo novo-clássico de política econômica atualmente em vigor no Brasil, o juro básico terá de permanecer elevado não só para combater a inflação mas também para debelar o déficit em transações correntes. O carimbo de economia segura ao investimento externo, conferido pela S&P na semana passada, pode agravar os dois problemas. Pode desinibir, por excesso de confiança, o repasse aos preços dos custos majorados pelas importações e petróleo mais caros. E, pela ótica da análise mais ortodoxa, o déficit nas contas correntes cresce velozmente devido ao aumento acelerado da absorção relativamente ao produto. “Com o comportamento benigno dos fluxos de capitais, que se acentua com a promoção ao grau de investimento, o câmbio real tende a se valorizar, sendo fundamental reduzir a absorção para manter a sustentabilidade das contas correntes”, diz relatório da consultoria do ex-presidente do BC Affonso Celso Pastore. Há duas maneiras de se fazer isso: ou pela política fiscal ou pela monetária. A forma de fazê-lo através da política fiscal não é elevando os superávits primários, os quais servem apenas para garantir a solvência da dívida pública, mas sim cortando gastos de consumo do governo, que é, na opinião de P...

Varejo ficará sem produtos populares importados da China

...ercado", comenta Dedivitis. O câmbio favorável tornou possível melhorar a qualidade dos itens importados. Neste período do ano, as vendas sazonais do Dia das Mães serão prejudicadas. Vários associados entraram com mandatos de segurança para liberar suas mercadorias e "isso acaba trazendo problemas para o importador que teme a retaliação da Receita", afirma Dedivitis. Os portos abarrotados também representam uma dificuldade para a internalização dos produtos. "Um contêiner de um importador foi parar na África", diz o presidente da Abipp. Sem espaço para descarregar os contêineres no porto de Santos (SP) um dos navios seguiu a rota com a carga de uma das empresas associadas até o continente africano. As taxas dos armadores são custos adicionais que as companhias têm de absorver com a paralisação. Os valores variam de acordo com os contratos das empresas mas chegam a US$ 45 por dia. "Cada vez fica mais difícil importar", assinala Dedivitis. Os importadores da Abipp colocam seus produtos nas prateleiras de cerca de 60 mil pequenos comerciantes, distribuidores e lojas de bairro do País. ...

A taxa de câmbio e a inflação de alimentos

A taxa de câmbio é o principal mecanismo de transmissão da p...

Venezuela responde por 30% do saldo comercial do Brasil

...uma série de mudanças no intercâmbio do Brasil com as demais nações do mundo: os Estados Unidos perdem espaço como fonte de superávit, a América Latina ganha participação no resultado positivo, com destaque para a Venezuela, e a China se transforma em um dos maiores déficits do país. De acordo com economistas ouvidos pelo Valor, a valorização do real e o crescimento do Produto Interno Bruto ...

Exportador pede redução de juro

...xterior, pois tende a jogar o câmbio para baixo e, com isso, reduzir a rentabilidade das exportações de produtos básicos e a competitividade dos manufaturados - resume o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro. Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, o grau de investimento é razão para o Banco Central rever o recém iniciado processo de elevação da taxa básica de juro e estimular o governo a examinar medidas para compensar o repentino atrativo que o país passou a representar. Por Zero Hora/RS...

O temor dos exportadores

...e do patamar em que a taxa de câmbio se encontrava no momento do anúncio. No caso do Brasil, desde o final de 2004, a apreciação do real já é de 38%. Ao mesmo tempo, a taxa básica de juros havia sido revista para cima às vésperas do anúncio da agência de risco. E nada garante que o Banco Central vai arriscar reduções enquanto persistirem as instabilidades no cenário externo. Por mais que o governo insista em aspectos como o de que o real não vem se desvalorizando diante do euro, moeda com a qual é paga parcela importante das vendas externas brasileiras, a pressão por mudanças deverá ser crescente. Sob o ponto de vista da balança comercial, a preocupação também faz sentido. As estimativas oficiais são de um saldo de US$ 25 bilhões para este ano e de US$ 17,5 bilhões no próximo. Se o incremento no ingresso de divisas externas se confirmar, porém, é provável que já em 2008 os números se mostrem inferiores às previsões iniciais. Mesmo as previsões reforçam as margens para temores quando comparadas com o saldo de US$ 46 bilhões registrado ainda em 2006 e de US$ 40 bilhões no ano passado. Em boa parte, a estabilidade que levou o Brasil a conseguir equacionar sua dívida pública e a ser reconhecido agora como país seguro para investimentos se deve ao desempenho das exportações. A economia brasileira precisa assegurar a continuidade dessas conquis...

Setor teme concorrência maior dos importados

...da Anfavea, diz que a taxa de câmbio flutuante é um dos fundamentos da política macroeconômica bem-sucedida no Brasil. "Mas tem de haver uma análise cuidadosa para poder compensar a apreciação do real com medidas e investimentos que possam reduzir ineficiências da economia." A área de máquinas estampa o efeito corrosivo da desvalorização do real. Segundo José Velloso, vice-presidente da Abimaq, as indústrias do setor historicamente sempre exportaram 40% do que produziram. Em 2007, esse número caiu a 33%. Nos primeiros meses deste ano, a 30%, diz. Por Folha de São Paulo...

Sistema deve beneficiar pequeno e médio exportador

...ram um spread sobre a taxa de câmbio de referência do Banco Central de até 0,29%. Na medida em que aumentam os valores exportados, o spread vai baixando até perto de zero, que era o que pagavam os exportadores de mais de US$ 2 milhões. Os spreads mudam de acordo com a conjuntura, mas o exemplo não está longe da realidade atual. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Brasileiros vão a Bush discutir taxas

... destinadas a agilizar o intercâmbio bilateral Ontem, retomaram-se as discussões sobre um acordo sobre a bitributação, paralisadas há quatro décadas, por diferenças nas legislação de ambos os países em relação ao sigilo bancário. Comércio exterior O encontro de outubro, que também reunirá o secretário de Comércio americano, Carlos Gutierrez, e o ministro brasileiro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, buscará focar os esforços bilaterais até outubro em três temas. Além da bitributação, estão na pauta sugerida pelos empresários o avanço da Rodada de Doha na Organização Mundial do Comércio (OMC) e a agilização do processo de concessão de vistos para empresários brasileiros que querem fazer negócios nos Estados Unidos. Em contrapartida, o Brasil se comprometeria a aumentar o prazo de duração do visto para negócios de cinco para 10 anos, conforme projeto de lei prestes a ser enviado ao Congresso. Outro assunto abordado foi a possibilidade de um tratado bilateral de investimentos, cuja a dificuldade Dilma Rousseff admitiu na entrevista coletiva após o encontro. – Há assimetrias no setor de serviços – disse a ministra a jo...

Déficit externo reacende debate sobre câmbio

...no do governo sobre a taxa de câmbio e a vulnerabilidade externa do País. No governo, esse tema passou a figurar, obrigatoriamente, na agenda econômica, embora, mais uma vez, Banco Central e Ministério da Fazenda tenham posições distintas para avaliar o impacto da desvalorização do dólar nas contas q...

Índice de confiança de industriais catarinenses é o maior desde 2005

...cirrada de mercado, a taxa de câmbio e o alto custo das matérias-primas. As perspectivas para os próximos seis meses são de aumento da demanda e estabilidade no emprego, refletindo o alto índice da pesquisa em relação às expectativas do empresariado. _________________________ Maycon Stähelin Assessoria de Imprensa do Sistema FIESC...

País tem déficit recorde de US$ 10,7 bilhões no trimestre

...lucratividade das empresas, o câmbio favorável e também o fato de determinados setores terem de cobrir posições no exterior devido à crise externa. Os setores de serviços financeiros, de veículos e metalúrgico foram os que fizeram as maiores remessas no primeiro trimestre do ano, com respectivamente 33,5%, 17,7% e 12,1% do total. "São exatamente aqueles setores que, de fato, têm dificuldades no exterior e estão promovendo remessas para eventualmente cobrir algumas dificuldades externas", afirmou Lopes. Ele ponderou que esses setores também estão entre os que têm feito as maiores parcelas de investimento direto no país. "Então não é possível falar em impacto direto da crise", afirmou Lopes. Para o economista sênior da Austin Rating, Nelson Carneiro, o Brasil está bem posicionado devido ao nível de reservas internacionais, de 194,786 bilhões até o ano passado. "O cenário é diferente de outros anos, quando tínhamos déficit sem reservas", comenta. "O importante é que o País tenha acesso aos dólares necessários para financiar o suas necessidades. Hoje, não há problemas nesse sentido", completa Adriana Dupita. O déficit de US$ 10,757 bilhões no primeiro trimestre de 2008 representa 3,2% do PIB, segundo Julio Gomes de Almeida, diretor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI). Se este resultado se repetir no resto do ano, o País o desempenho negativo será semelhante ao do período de 1995 a 2002, que corresponde à fase de maior vulnerabilidade externa quando o País registrou um déficit médio equivalente 3,3% do PIB. "O governo está fazendo a estratégia da cigarra e não da formiga na área de comércio exterior", afirma Almeida. Segundo ele, há atenuantes suficientes para melhorar o quadro. "Teremos déficit mas conseguiremos honrá-lo com folga", diz. Esse processo de deterioração das contas externas pode ser revertido com a exploração das grandes reservas de petróleo descobertas recentemente. Esta capacidade de financiar o déficit pode se manter até 2009, mas as reservas cambiais não são infinitas e há o risco de retorno de um quadro de vulnerabilidade. "Os preços internacionais que durante muito tempo só beneficiavam o Brasil agora estão se voltando contra nós", comenta. As empresas, com o real valorizado, adotaram como estratégia aumentar as compras de insumos no exterior para compensar as perdas com as exportações. Os preços das commodities disparar...

QUESTÕES - CAMBIO

... banco autorizado a operar em câmbio), a integralidade de suas receitas de exportação. Logo, não há que se falar em câmbio. Observar, entretanto, que para as operações realizadas até 28/02/2007 continua a exigência de ingresso de, pelos menos, 70% da receita da exportação, o que deve ocorrer o mais tardar até o último dia útil do 12º mês subseqüente ao do embar...

Importação de algodão derruba preço no País

... primeiro trimestre do ano. O câmbio estimulou compras das plumas no exterior e provocou uma queda no preço doméstico do produto. Em março, a média foi de R$ 1,43 a libra-peso. Agora sai a R$ 1,36 - o mesmo...

Marselha quer ser porta brasileira na Europa

...euros em faturamento. Os intercâmbios com o Brasil representaram 5% desse montante. Para o Porto de Marselha-Fos, os empresários brasileiros exportam principalmente petróleo e minério de ferro e importam produtos químicos, artigos manufaturados de luxo e vinho. Por Diário do Comércio...

EXPORTAÇÕES - Resistência a produtos dos EUA ajuda exportadores brasileiros

...- o aumento é de 86%. ”O intercâmbio comercial vem crescendo muito nos últimos cinco anos, com tendência contínua, e 2008 sinaliza a continuidade dessa tendência”, diz José Marcondes Neto, presidente da Câmara Venezuelana - Brasileira de Comércio. Seg...

Para exportar mais

...rno. Estimuladas pela taxa de câmbio favorável e pela demanda interna aquecida, as importações brasileiras cresceram 32% no ano passado, de acordo com o relatório da OMC. Entre as 30 maiores economias do mundo, só na Rússia as importações cresceram mais do que no Brasil (50%). Para compensar a valorização do real, que pode ser duradoura, o Brasil precisa garantir maior competitividade aos produtores brasileiros, melhorando a infra-estrutura e oferecendo condições para aumentar a produtividade, sobretudo do setor industrial. Precisa também oferecer um ambiente mais favorável aos investimentos, com regras mais estáveis e menos impostos. Fonte: O Estado de São Paulo(21.04)...

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

...mento de pessoal ou para intercâmbio cultural. Luiz Martins Garcia ...

Resistência a produtos dos EUA ajuda exportadores brasileiros

... -o aumento é de 86%. "O intercâmbio comercial vem crescendo muito nos últimos cinco anos, com tendência contínua, e 2008 sinaliza a continuidade dessa tendência", diz José Marcondes Neto, presidente da Câmara Venezuelana-Brasileira de Comércio. Segu...

Onde guardar?

... bastassem os problemas com o câmbio, com a infra-estrutura e com a greve de fiscai...

Exportação de frango cresce 59%

...uase R$ 3,8 bilhões devido ao câmbio. O principal mercado para o frango brasileiro no período foi o Oriente Médio, com compras US$ 476 milhões. Depois veio a UE, com US$ 374 milhões e Ásia, com US$ 373 milhões. O novo presidente da Abef, Francisco Turra, disse que uma prioridade é a "abertura efetiva" da China. Na quarta-feira, haverá reunião com o embaixador chinês. Por Valor Econômico - SP...

Greve dos auditores e comércio externo

... produção interna. No lado do câmbio a situação é um pouco diferente, como mostram os dados sobre o fluxo de divisas nos 11 primeiros dias de abril.Temos um resultado positivo de US$ 5,435 bilhões, ante US$ 4,362 bilhões em igual período de 2007. Foi, mais uma vez, o fluxo comercial que deu a maior contribuição, com US$ 3,721 bilhões resultantes da exportação de US$ 7,709 bilhões e da importação de US$ 3,989 bilhões. Em igual período de 2007, o saldo comercial foi menor: US$ 3,332 bilhões. Esses dados mostram que os exportadores internam suas receitas para se aproveitar da alta taxa interna de remuneração, enquanto as importações, que são financiadas no exterior, não representam uma saída imediata de divisas, que poderia contribuir para a desejada desvalorização do real. Por O Estado de São Paulo...

Exportação de frango cresce 59%

...uase R$ 3,8 bilhões devido ao câmbio. O principal mercado para o frango brasileiro no período foi o Oriente Médio, com compras US$ 476 milhões. Depois veio a UE, com US$ 374 milhões e Ásia, com US$ 373 milhões. O novo presidente da Abef, Francisco Turra, disse que uma prioridade é a "abertura efetiva" da China. Na quarta-feira, haverá reunião com o embaixador chinês. Fonte: Valor Econômico - SP ...

OMC: Rússia e Brasil lideram aumento de importações

GENEBRA, SUÍÇA - Diante de um câmbio valorizado e de um aumento no consumo domés...

Brasil e Argentina criam moeda comum este ano

...r ir a um banco que opere com câmbio", explicou a diretora de Assuntos Internacionais, Maria Celina Berardinelli Arraes, a um grupo de 200 bancos e empresas numa palestra em Miami, na semana passada. Por Correio do Povo / RS...

Complexo soja do Brasil avança no mercado chinês

...xp), empresa que realiza intercâmbio comercial entre Argentina e China. Apesar da aceleração nas vendas em março , Fábio Trigueirinho, secretário-geral da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), acredita que a Argentina irá recolocar seu produto no mercado. "Por um mês as exportações brasileiras foram influenciadas pela greve argentina, mas num segundo momento as vendas dela voltam ao normal e ao longo do ano essa diferença será diluída", diz. Ele prevê ainda que no segundo semestre a situação pode se inverter com a Argentina exportando mais e o Brasil reduzindo suas vendas. "Mas o volume no final do ano não vai mudar nem para um lado nem para o outro", diz. O grande incremento no volume financeiro vai se dar pelo aumento nas exportações de óleo de soja. "Com a quebra da produção interna por conta de problemas climáticos a China terá que comprar mais óleo esse ano", diz. Na última semana o Centro de Logística de Exportação (Celex) realizou uma Rodada de Negócios entre empresários brasileiros e a trading chinesa Multibay Interprise. O objetivo dos chineses era importar soja em grão e óleo, entre outros itens, e exportar produtos têxteis para o Brasil. "Era para ser só um dia e durou três, o evento superou nossas expectativas e deve movimentar num primeiro momento US$ 500 mil em negócios", revela Sérgio Giorno, diretor comercial do Celex . O Brasil amplia significativamente seu mercado do complexo soja na China. Até março, as vendas do óleo de soja para o país aumentaram 293,8%, receita de US$ 126,6 milhões. Por Diário do Comércio e Indústria...

Dogmatização do câmbio e exportações

...zo ao País: a dogmatização do câmbio, as greves dos auditores fiscais da Receita Federal do Brasil ou a ...

Receita tira Selic de devolução de tributo para exportador

...argens reduzidas em função do câmbio. Para ele, as decisões provocam, na prática, uma devolução apenas parcial do PIS e Cofins pagos. “Isso significa que a desoneração será prejudicada e haverá exportação de tributos.” O advogado Daniel Lacasa Maya, do Machado Associados, acredita que o novo entendimento do Conselho fará com que as empresas levem o assunto ao Judiciário, onde há, por enquanto, decisões favoráveis dos tribunais superiores. No caso do Superior Tribunal de Justiça (STJ), diz ele, há entendimento pacífico favorável às empresas especificamente em relação ao crédito presumido de IPI. A ida ao Judiciário, porém, tornará o percurso pela atualização da Selic mais longo, pois antes a correção era garantida já na esfera administrativa. “É possível que esse entendimento se estenda a outros tipos de ressarcimento, como a dos saldos credores de PIS e Cofins, por exemplo”, diz Maya. Essas duas contribuições, hoje calculadas de forma não-cumulativa, muitas vezes geram saldos credores nos casos em que as empresas possuem altos créditos de PIS e Cofins pagos na compra de insumos e serviços. Os saldos credores são comuns entre os exportadores, já que as vendas ao exterior não pagam as duas contribuições. Assim as empresas não tem débitos suficientes para abater os créditos de PIS/Cofins. “Como esse ressarcimento de saldo credor de PIS e Cofins também não é resultado de pagamento indevido, é provável que o Conselho derrube a atualização pela Selic”, concorda o advogado Maurício Barros, do escritório Braga & Marafon. Ele lembra, porém, que os conselheiros ainda estão muito divididos sobre o assunto. “Alguns julgamentos ficaram em sete contra sete. O resultado só foi definido contra o contribuinte porque em caso de empate o voto do presidente da Câmara vale por dois. E o presidente é sempre um representante da Fazenda”, diz. “Ainda é possível uma nova mudança.” Antes da revisão do assunto, a Câmara Superior garantia a atualização pela Selic porque entendia que o ressarcimento do crédito presumido de IPI era uma espécie de restituição de tributos. Além disso, aplicava-se a isonomia, já que os créditos a favor da União são corrigidos pela Selic. Com informações do Valor Econômico - SP Fonte: Net Marinha...

Setor lácteo trabalha para ampliar exportações em 25%

...patamar de preços - apesar do câmbio atual - e nas movimentações do cenário internacional, o setor já se articula, no Brasil, para ampliar sua atuação externa. A expectativa é de que os embarques subam 25% em 2008, sobre os resultados obtidos no ano passado, para 1 milhão de toneladas (ou 1 bilhão de litros e considerando todos os tipos de produtos), estima a Leite Brasil (entidade do setor). Na semana passada, representantes do setor mostraram interesse em desenvolver um projeto junto à Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex Brasil), do governo, durante...

Importações têm forte alta e saldo comercial cai 66,9% no 1º trimestre

...da economia brasileira e pelo câmbio valorizado. Barral admitiu que isso preocupa o governo e, segundo ele, vêm sendo adotadas medidas como, por exemplo, a retirada do IOF sobre exportações e o fim da cobertura cambial nas vendas externas. "O dólar parou de cair. O que teria ocorrido sem essas medidas?", disse. Na argumentação do secretário, as exportações para os EUA, considerando as médias diárias no primeiro trimestre, aumentaram 4,8% Em março, houve queda de 0,5% dos embarques para o mercado americano. Para a Argentina, importante destino dos produtos brasileiros, o crescimento das vendas foi de 40,4% nos três primeiros meses do ano. O principal sócio do Brasil no Mercosul aumentou as compras de veículos, autopeças, máquinas agrícolas, motores para veículos, eletroeletrônicos, refrigeradores e resinas plásticas. As exportações para a China, no primeiro trimestre, cresceram 10,8%. Analisando as importações de janeiro a março, Barral comentou que o aumento do consumo interno e a renovação do parque industrial impulsionaram os aumentos das compras de bens de capital (69,7%) e de bens de consumo (32,4%). Também houve expressivo crescimento de importações, no primeiro trimestre, de acessórios para maquinário industrial (349%), automóveis (76,6%), combustíveis e lubrificantes (70,2%) e bens de consumo duráveis (54,1%). Na análise da origem das importações no primeiro trimestre, as médias diárias da China tiveram salto de 72,9%. Também foram relevantes o crescimento de compras de produtos da Argentina (46,6%), União Européia (39,4%), EUA (32,2%), Europa Oriental (109,3%) e Oriente Médi...

Exportação diversificada favorece país’

... ver se melhora a situação do câmbio e para ver se incentiva ainda mais as nossas exportações. Mas,de qualquer forma, nós estamos cautelosos - disse. Fonte: Jornal do Brasil...

Brasil tem a maior alta nas exportações à UE

...a "excessiva volatilidade" do câmbio. Por Folha de São Paulo...

Exportações de couro renderam 3% mais

...erno além de uma adequação do câmbio. Opinião compartilhada por Fábio Fonseca, gerente da Lanxess e coordenador da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). Para ele é possível fortalecer o mercado interno agregando valor ao produto. "Com isso ganhamos na receita", prevê. Por Gazeta Mercantil...

Governo apóia exportação e enfrenta o dólar baixo

...governo é a preocupação com o câmbio. Apesar da percepção de que a expansão da economia está sustentada pelo mercado interno, a equipe econômica não quer se acomodar à essa situação e quer estimular exportações. É fato que entre os especialistas em questões cambiais as medidas anunciadas para o câmbio não terão o poder de acelerar as exportações, mas podem, perfeitamente, colaborar para que o dólar não "derreta" ainda mais. Não foi oferecida ao exportador nenhuma vantagem especial para estimular a internalização do dólar, embora, do ponto de vista institucional existam boas vantagens com o fim da cobertura cambial, aquela regra que impunha ao exportador devolver os dólares para o País, uma regra imposta quando o Brasil precisava atrair dólares a qualquer custo, para equilibrar a balança. O drama cambial atinge muito o exportador pelo quadro de desvantagens que ele já enfrenta. Os fortes gargalos na infra-estrutura de transportes, ao lado de um conjunto de armadilhas fiscais derrubam muito a vontade de exportar. Por enquanto, os preços das commodities brasileiras esconderam bem tais prejuízos e entraves para manter o bom desempenho da balança comercial. Porém, essa era de vacas gordas não será eterna e o governo tem toda razão de pensar no futuro e não condenar o País a ser o grande quintal de produtos primários do mundo. Exportar valor agregado foi o caminho de toda economia moderna que alcançou desenvolvimento durável e sustentado. Com o Brasil não será diferente. Como o governo, finalmente, começou a perceber. Por Gazeta Mercantil...

Argentina lidera o destino das exportações gaúchas

...inerentes à concorrência e ao câmbio. Este resultado mostra o forte empreendedorismo do gaúcho, que está procurando e conquistando novos mercados, agregando valor aos produtos e investindo em inovação e tecnologia”, afirmou o industrial, destacando que há uma maior diversificação de países compradores e uma menor dependência do mercado americano. Os principais produtos gaúchos embarcados para o país vizinho foram químicos, plásticos, veículos automotores e máquinas e equipamentos. Já a queda nas compras americanas ocorreu, principalmente, no setor de calçados. Outros destinos que aumentaram as compras foram Índia (1.392%), Paraguai (109%), Holanda (69%) e China (63%...

China à espera do Brasil

...arte dos efeitos negativos do câmbio desfavorável às exportações. Além disso, se hoje costuma-se olhar a China com certa prevenção, não se pode esquecer que o imenso mercado chinês está aberto ao produto brasileiro. É certo que as exportações chinesas para o Brasil crescem em ritmo muito superior às importações, mas é preciso ressaltar que, em meio à retração da economia anunciada em função do desastre imobiliário nos Estados Unidos, essa é uma das poucas nações que resistem e continuam a crescer. E, portanto, a consumir em razão da melhoria do padrão de vida de grandes camadas de sua população. Tratando-se da China, sabe-se que esses números são sempre superlativos. Há, portanto, um mercado imenso a explorar. O que falta é o Brasil, por meio de seus organismos oficiais e suas lideranças empresarias, tornar-se mais agressivo comercialmente. Além disso, o governo precisa cobrar mais do governo chinês as promessas de investimento. Só que, para isso, é necessário apresentar projetos atraentes aos empresários chineses porque ninguém vem aqui para fazer benemerência. Se as empresas chinesas estão investindo bilhões de dólares em outros países, algo deve estar errado para que haja uma prevenção em relação ao Brasil. _____________________________ Milton Lourenço é diretor-presidente da Fiorde Logística Internacional, de São Paulo-SP. Por Milton Lourenço (*)...

Vendas da indústria de SC começam 2008 em alta

...dor, já afetado pela piora do câmbio”, diz Corrêa. Nesta quarta-feira a FIESC encaminhou solicitação ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, para que seja eliminada a dupla tributação do IOF, que é verificada nas operações de adiantamento de contrato de câmbio e novamente no ato de fechamento de câmbio de operação. Como a comparação dos indicadores de desempenho é para o período de apenas um mês, são grandes as variações registradas em cada setor. As indústrias que mais ampliaram as vendas no mês foram dos segmentos de produtos metálicos (alta de 31,57%), máquinas e equipamentos (26,97%) e alimentos e bebidas (23,78%). Da mesma maneira, tiveram forte queda os fabricantes de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (redução de 42,56%), produtos de madeira (-24,59%) e móveis (-16,85%). Nesses dois últimos setores, a baixa cotação do dólar continua reduzindo as exportações das empresas e afetando os resultados, a exe...

Analistas aumentam projeção para crescimento da produção industrial em 2008

...ram a projeção para a taxa de câmbio neste mês de R$ 1,70 para R$ 1,69. Para o final este ano, a redução foi de R$ 1,79 para R$ 1,78, com estimativas em queda há duas semanas. O saldo em conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior, deve fechar o ano negativo (com déficit) de US$ 8,10 bilhões, sendo que a projeção da semana anterior era de US$ 8 bilhões. Para o próximo ano, a estimativa para o déficit foi ajustada de US$ 12 bilhões para US$ 12,8 bilhões. Os analistas de mercado continuam a prever que a taxa básica de juros (Selic) ficará inalterada ao longo de 2008. A Selic está em 11,25% ao ano. Para 2009, a expectativa se mantém em 10,50% ao fim do período. Por Agência Brasil...

Otimismo na exportação esquece pressão cambial

...BC) repete que só intervém no câmbio para expandir reservas e para impedir turbulências nas cotações. Ora, quando as reservas cambiais rondam os US$ 200 bilhões é obrigatório reconhecer alguns fatos novos. O primeiro deles está no prejuízo revelado pelo BC de US$ 47,5 bilhões no ano passado, 254% maior que o de 2006. Motivo: custo das reservas cambiais. A diferença entre o que o BC recebe por cada dólar nas aplicações do mercado internacional e o custo da dívida interna é de cerca de 8% ao ano. Não são poucos os que já consideram mais do que suficiente o atual limite das reservas. Quando o BC parar de comprar dólares no mercado interno e eles não pararem de chegar porque a economia brasileira tem bons fundamentos em um mundo instável, qual será o limite para a valorização do real? Nesse quadro, como conter as importações e manter as exportações, que agora já estão previstas para alcançar os US$ 180 bilhões? A rigor, o otimismo com a corrente de comércio parece ter esquecido a lógica essencial do dólar flutuante: a de que ele flutua, obediente apenas à lei da oferta e da procura. Por Gazeta Mercantil ...

O setor calçadista no Rio Grande do Sul

...te e pode ser fiel, apesar do câmbio. O produtor deve observar a importância do seu papel no processo produtivo e no desenvolvimento de estratégias efetivas e duradouras de inserção externa. Como a competição por preço não é segura, é preciso atuar com produtos diferenciados. O Rio Grande do Sul, por sua posição de liderança no setor calçadista, deve capitanear este movimento, como já tem feito, e elevar a oferta exportável para o nível de design e marcas globais. *Jornalista, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Por Zero Hora/RS - Miguel Jorge*...

Importados e remessas elevam o déficit

...e haver uma desvalorização do câmbio, o que levaria a mais inflação. Mas isso pode ser controlado com mudanças na taxa de juros", diz. Por Folha de São Paulo...

Importações e remessas de lucros contribuíram para déficit, diz Altamir Lopes

...de das empresas, condições de câmbio apreciado que favorecem as remessas e necessidade de cobertura de posições, por conta da volatilidade externa”, explicou, acrescentando que “em uma economia que tem resultado positivo é de se esperar que esses lucros sejam remetidos [ao exterior]”. Por Agência Brasil...

País exporta US$ 1 bi em móveis

...lor mais elevado, mesmo com o câmbio desfavorável, continuam a investir no mercado internacional para a expansão de suas marcas. Em 2007, as exportações de móveis alcançaram US$ 1 bilhão, alvo perseguido há dois anos. Em 2005, a indústria quase alcançou a meta, quando as vendas somaram US$ 990 milhões. Mas, no ano seguinte, com a desvalorização da moeda americana frente ao real, as exportações despencaram para US$ 945 milhões. Fonte: O Estado de S.Paulo ...

Brasil terá de dividir trigo com Venezuela

...ado interno devido à queda do câmbio baixo. "Com o dólar cotado na casa de R$ 1,70, o trigo saído da Argentina a US$ 400 dólares a tonelada chegaria aqui custando R$ 816 tonelada. Se fosse a moeda americana valesse R$ 2,50, esse mesmo total chegaria aqui em R$ 1.050 a tonelada, arremata. Entretanto, Flávio Turra, gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), diz que os produtores sempre se manifestaram contrários à eliminação da taxa porque isso elimina a proteção aos produtores, que já é pouca no país. "Em países com EUA, União Européia e Canadá os subsídios à agricultura são altos. Cerca de 17%, 34% e 22% respectivamente. Enquanto o Brasil destina apenas 3% da receita bruta da agricultura para o produtor.", lamenta. Por Gazeta Mercantil...

Investimento acelera importações

... dos últimos oito anos. Com o câmbio na casa de R$ 1,70, empresas de diferentes setores desembolsam menos reais para ter acesso a inovações tecnológicas que garantem saltos de produtividade e eficiência. Com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Iedi calculou a evolução das compras externas, comparando a média das importações por dia útil de cada mês. Em janeiro deste ano, as importações dos chamados bens de investimento deram um salto de 56,9%, em relação a janeiro de 2007, contribuindo com 26,2% para o aumento das importações totais do País. Ao longo de 2007, os números eram mais modestos. As importações haviam crescido 32,7%, em comparação com 2006, e a contribuição do setor para o aumento das import...

Fluxo cambial volta a ficar positivo

O movimento de câmbio até o dia 15 deste mês ficou positivo em US...

Importações abastecem 30% da alta da demanda

...ão acelerada, favorecida pelo câmbio valorizado, tem sido decisiva para evitar pressões inflacionárias relevantes, mesmo num cenário de aquecimento da atividade econômica. O departamento de economia do Credit Suisse prevê que as importações devem responder este ano por 13% da oferta total de bens e serviços, aumentando em relação aos 11,9% estimados para 2007. Embora o percentua...

Balança de SC registra déficit após 19 anos

...iro de 2007), estimulada pelo câmbio e também pelos incentivos fiscais oferecidos pelo estado, explica o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa. - É importante avaliar que boa parte dessas importações não fica no Estado, já que muitas empresas aproveitam os incentivos fiscais do governo catarinense para trazer por Santa Catarina produtos que serão depois distribuídos por todo o país - disse. Contudo, Corrêa lembra que o crescimento das importações brasileiras nos últimos dois anos tem chamado a atenção. Em 2007, o aumento das compras internacionais do Brasil foi de 32,04% sobre o ano anterior. Em janeiro, o incremento nacional chegou a 45,64% em relação ao mesm...

Exportação industrial cresce 30% em 2008

...ontinuidade da valorização do câmbio e do crescimento da economia interna”. Em relação aos principais destinos das exportações do Rio Grande do Sul, a Argentina lidera as compras com 13% de participação, seguida por Estados Unidos (11,4%), Paraguai (4,9%), China (4,7%) e Holanda (4,5%). Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Atividade industrial gaúcha cresce 6,2% depois de dois anos negativos

... trajetória de valorização do câmbio ao longo do ano passado foi um fator limitador”, disse o presidente da FIERGS, destacando que o setor Calçadista, o mais intensivo em mão-de-obra e com foco nas exportações, tem sido o mais prejudicado e fechou 2007 com desempenho negativo em 0,1%. Apesar do bom desempenho da produção, as variáveis associadas ao mercado de trabalho não apresentaram o mesmo ritmo, como reflexo das dificuldades enfrentadas pelos setores com maior contingente de trabalhadores. O nível de ocupação, que subiu apenas 1,8%, restringiu a expansão das horas trabalhadas na produção (3,2%) e da remuneração dos trabalhadores (4,7%). O menor nível de emprego foi registrado no setor de Fumo (-6,4%), seguido por Coureiro-Calçadista (-5,4%), Móveis (-2,8%) e Material Eletrônico e de Comunicação (-4%). De acordo com o presidente da FIERGS, o desempenho industrial terá que crescer cerca de 10% em 2008 para atingir o mesmo nível de atividade de 2004. “O desafio é grande, mas os cenários nacional e internacional, mesmo diante das recentes mudanças de perspectivas, deverão garantir um ambiente propício para essa recuperação”, salientou Paulo Tigre. Por Agência CNI...

Comércio exterior e recessão mundial

...nômico, já se reflete no intercâmbio comercial do Brasil. Já se destacou que, em relação a janeiro do ano passado, as importações cresceram 45,6% e as exportações, apenas 20,9%. Mas, em relação a dezembro último, houve uma queda de 15...

Exportação chega a R$ 4 bilhões

...se mais valorizada. Mas nem o câmbio desfavorável e nem os outros obstáculos que se colocaram no caminho das exportações no ano passado - como problemas de logística, a pesada tributação e a burocracia dos portos nacionais - foram capazes de tirar o brilho da safra destinada ao mercado internacional. E não é só nas cifras que as exportações devem se superar. O volume de fumo negociado para fora do Brasil também deve bater um recorde até então jamais atingido: 640 mil tonela...

Saldo na balança comercial despenca

... exterior ao dólar fraco. - O câmbio sobrevalorizado está fazendo com que os veículos importados se tornem bem mais competitivos que os nacionais, eliminando vagas de trabalho nas montadoras brasileiras - afirmou. Segundo ele, o câmbio favorável leva importadores a intensificar as operações de drawback - quando a empresa importa a matéria-prima com imposto mais baixo para fabricar um produto que necessariamente será exportado. No mês passado, os altos preços de commodities também ajudaram a segurar" o superávit comercial, impedindo que o saldo fosse ainda menor. O farelo de soja, por exemplo, foi vendido em janeiro por um preço 50,8% maior do que no mesmo mês em 2007, o que representou um aumento de 26,2% no valor das exportações do produto, mesmo com uma redução de 16,3% no volume exportado. No caso do óleo de soja, o aumento de 53% no preço não impediu um crescimento de 303,9% na quantidade vendida pelo país. Por outro lado, mesmo com queda de 15,2% no preço dos calçados, houve um pequeno aumento de 3,4% no valor obtido com as exportações, ajudado pelo crescimento de 20,7% na quantidade vendida. Os montantes exportados e importados são os maiores para meses de janeiro. Contribuiu para o resultado do mês o desempenho da última semana de janeiro, que teve exportações de US$ 2,419 bilhões e importações US$ 2,223 bilhões, o que resultou em um superávit comercial de US$ 191 milhões. Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o superávit comercial é de US$ 38,456 bilhões, um queda de 16,6%. Por Jornal do Brasil...

Importações crescem quatro vezes mais que as exportações

...ção aguentou a valorização do câmbio. A variação dos preços compensou um pouco a rentabilidade que o câmbio tirou”, diz Júlio Sérgio Gomes de Almeida, consultor do Instituto de Estudos do Desenvolvimento Industrial (Iedi) e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Nos últimos dois anos, o real se valorizou 32% em relação ao dólar. “O quadro é grave. Com a desaceleração global e crise nos EUA, o espaço para reajuste de preços de manufaturados vai diminuir”. Júlio Callegari, economista do J.P. Morgan, concorda que “o câmbio tornou mais difícil a vida do exportador de manufaturados, que compete com a China”. Ele ressalta, porém, que “as empresas não podem ser dar ao luxo de exportar quando mal dão conta de atender ao mercado interno”. Segundo o economista, exemplos emblemáticos desse fenômeno são os setores automotivo e de celulares. Até novembro do ano passado, as vendas do varejo brasileiro cresceram 9,7%, conforme o IBGE, e o nível de utilizada da capacidade instalada da indústria chegou ao recorde de 82,9%, segundo a CNI. As estatísticas da Funcex demonstram que a dependência da balança comercial brasileira em relação às commodities cresceu. A quantidade exportada de produtos básicos subiu quase 12% em 2007, o dobro do ano anterior. Ao mesmo tempo, os preços avançaram 14,5% no ano passado, contra 9,4% em 2006. Com rentabilidade garantida pelas cotações, os agricultores plantaram mais e as mineradoras investiram. Além disso, boa parte da produção de commodities é obrigatoriamente direcionada à exportação, porque não é absorvida pelo mercado interno. Essas mudanças na pauta de exportação brasileira deixam o país mais suscetível à variação do preço das commodities, ainda mais em temporada de crise nos Estados Unidos e temor de contaminação global. O que os economistas não sabem ainda é se isso é bom ou ruim. Callegari diz que o consumo de commodities nos Estados Unidos é o maior do mundo, mas está estagnado. O aumento da demanda chinesa, portanto, é a principal fonte de alta do preço das commodities recentemente. Na China, a demanda por básicos pode ser duradoura, já que a construção da infra-estrutura do país demandará mais commodities metálicas, e a ida da população para as cidades, que aumenta a demanda por proteínas, está começando. Nas importações, o aumento da quantidade foi superior à elevação de preços. O volume de bens de capital adquiridos no exterior avançou 32% em 2007 e os preços subiram apenas 2,9%. Os economistas comemoraram esse dado, porque reforça a pujança do investimento no país. O percentual é superior, inclusive, à alta de 24% de 2006. A quantidade importada de bens de intermediários cresceu 19,6%, em ...

Indústria de Santa Catarina inicia o ano confiante

...a seqüência aparece a taxa de câmbio, apontada principalmente pelas grandes indústrias. A competição acirrada de mercado aparece em terceiro lugar, sentida com mais intensidade pelas pequenas empresas. As taxas de juros elevadas, o alto custo das matérias-primas e a falta de capital de giro foram outros problemas citados pelos industriais catarinenses que participaram do levantamento Por Agência CNI...

CNI divulga a pesquisa Sondagem Industrial

...izado frente ao dólar. “Com o câmbio desfavorável, a competitividade diminui. Tem empresa parando de exportar”, afirmou. O indicador de expectativa de exportação nos próximos seis meses melhorou dentro da margem de erro entre outubro e janeiro, tendo passado de 48,3 pontos para 48,5 pontos. Porém, continua o pessimismo. A expectativa vem caindo fortemente desde janeiro do ano passado entre as empresas de médio porte. Há um ano, o indicador foi de 51,5 pontos, passou a 47 pontos em outubro de 2007 e caiu para 45,6 pontos na Sondagem Industrial divulgada hoje. Atividade industrial A indústria terminou 2007 a todo o vapor. O indicador de produção subiu de 58,2 pontos no terceiro trimestre para 59 pontos no quarto trimestre. Houve crescimento tanto entre as pequenas, de 55,7 pontos para 58,4 pontos, quanto entre as médias empresas, de 56,8 para 58,5 pontos. Entre as grandes, houve queda dentro da margem de erro, de 61,2 pontos no terceiro trimestre para 59,7 pontos nos últimos três meses de 2007. O crescimento da produção nos últimos meses de 2007 atingiu, de acordo com a pesquisa, 25 dos 27 setores pesquisados. Apenas os setores de madeira e de álcool registraram quedas. O emprego industrial aumentou de 53,8 pontos no terceiro trimestre para 54,9 pontos no último trimestre de 2007. Houve aumento do emprego nos três portes de empresas, com destaque para as grandes, entre as quais o indicador variou de 54,9 pontos para 55,6 pontos. A utilização da capacidade instalada também teve aumento no último trimestre de 2007, tendo atingido 80%, de acordo com a Sondagem Industrial. No período anterior, havia sido de 77%. A Sondagem Industrial foi elaborada a partir das respostas recebidas de 745 empresas de pequeno porte, 423 médias e 226 grandes indústrias. Por Agência CNI...

CNI defende a extinção do IOF sobre exportações

...ota do IOF sobre operações de câmbio vinculadas a exportações de bens e serviços. A CNI sustenta que os setores exportadores e importadores têm de ter isonomia nas operações de câmbio. Nas importações de bens, o IOF não incide. Leia a íntegra da nota: RESUMO DA LEGISLAÇÃO - O Decreto 6.339/08 elevou as alíquotas do IOF sobre diversas operações de crédito, câmbio e seguros. Pela legislação anter...

Exportação de álcool se aquece, mas preço interno segue baixo

...tros). "Dependendo da taxa de câmbio, esse valor pode, pelo menos, empatar. Mas representa hedge para proteger o custo de produção", avalia Rodrigues, que acrescenta que o valor do galão de etanol nos Estados Unidos já retornou aos níveis de US$ 2, sinalizando normalização da situação atípica de abastecimento no meio-oeste. Já no mercado europeu, o reaquecimento da demanda pelo álcool brasileiro está mais relacionada diretamente ao preço no Brasil, segundo o diretor da Bioagência. Isso porque o anidro no patamar de R$ 900/m - posto nos portos brasileiros - não oferecia níveis compatíveis com o mercado da Europa. "O combustível chegaria lá por US$ 540. Quando baixou para R$ 800, o valor para o mercado europeu passou para os US$ 470, valor que possibilita a importação pelo bloco. Mercado interno O movimento de queda nos preços do álcool anidro no período considerado como entressafra, começou a partir de 14 de dezembro e, desde então, acumula recuo de 8,2%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP). De R$ 0,85 o litro nas usinas do Centro-Sul (sem impostos), esse valor recuou no período para R$ 0,78 até o dia 18 de janeiro. O álcool hidratado, que é usado diretamente no tanque dos automóveis, também começou a recuar na semana entre 14 e 18 de janeiro, saindo dos patamares de R$ 0,75 o litro (sem impostos) para R$ 0,69 entre 14 e 18 de janeiro, um recuo semelhante em percentual ao do anidro, de 8%. Exportações - Apesar de inesperada, a venda externa de álcool brasileiro prevista para janeiro é menor que a do mesmo mês de 2007 e também de 2006. De acordo com a consultoria Datagro, foram 337,8 milhões de litros no primeiro mês de 2007 (272,3 milhões do Centro-Sul) e 159,7 milhões de litros em janeiro de 2006, (69,8 milhões de litros do Centro-Sul). Dos 77,2 milhões de litros previstos para janeiro, 79% são de navios nomeados nos portos das regiões Sudeste e Sul. Por Gazeta Mercantil...

Exportação de frutas supera US$ 3 bi

...teceu mesmo sob um cenário de câmbio pouco atrativo para as vendas ao exterior. Com o avanço de 45%, os embarques totais chegaram a US$ 3,3 bilhões. As frutas frescas responderam por US$ 642 milhões, 34% a mais que no ano anterior. Nas frutas processadas, as ve...

Exportações de frango desafiam crise global

...ividade se manteve, apesar do câmbio [adverso às exportações]", afirmou Christian Lohbauer, presidente executivo - ainda interino, apesar de estar no cargo há mais de seis meses - da Abef. No total, o Brasil embarcou 3,287 milhões de toneladas no ano passado, e obteve com essas vendas receita de US$ 4,976 bilhões. Em volume, os crescimentos foram de 20,9% em relação a 2006 e de 15,5% sobre 2005. Em valor, os saltos foram ainda mais expressivos: 54,9% e 41,8%, respectivamente, em linha com o preço médio recorde de vendas verificado em 2007. Para 2008, a Abef espera altas superiores a 8% (ver gráficos). Entre os diversos quadros estatísticos sobre o ano passado apresentados por Lohbauer ontem em São Paulo, destaca-se, ainda, o aumento da importância da União Européia para os exportadores brasileiros. Tradicionalmente entre 12% e 13%, a fatia da UE no volume exportado subiu para 17%, e no valor arrecadado chegou a 26%. Apesar do avanço, o Oriente Médio ainda foi o principal destino das vendas do país, e também mereceram destaque a Ásia - puxada por Japão e Hong Kong (porta de entrada informal para a China continental) -, a Rússia, a Áf...

Real resiste ao vaivém do mercado

... dólar disparava, desta vez o câmbio se mantém praticamente estável. Enquanto as ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo...

Governo pode estender cobrança de IOF às operações de câmbio das importações

...nceiras (IOF) às operações de câmbio das importações de mercadorias, tal como fez no início do ano, quando taxou com IOF de 0,38% as operações de câmb...

EXPORTAÇÕES - Brasil quer 1,25% do comércio mundial

...rasileiras, fazendo frente ao câmbio valorizado, ao expressivo aumento das importações e à concorrência internacional nem sempre leal, levando em consideração, ainda, efeitos globais do desaquecimento da economia americana. Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, para atingir esse objetivo, há várias linhas de atuação: diversificação de mercados; ampliação da presença de pequenas e médias empresas no universo de exportador...

Governo taxa exportação e isenta importação

...IOF) de 0,38% as operações de câmbio das exportações, mas manteve a isenção no caso das importações. A diferença de tratamento nas transações de comércio exterior está provocando reações dos exportador...

Exportações do Rio Grande do Sul cresceram em 2007

... adaptação à nova condição do câmbio que tornou a produção mais eficiente. Para o presidente da Fiergs, 2007 serviu para o setor industrial expor...

Exportação de SC cresce 23% em 2007

..., em função principalmente do câmbio em baixa. É o caso dos setores de móveis (redução de 1,5%) e cerâmico (queda de 11,42% nas vendas externas). Entre os principais destinos das exportações, os Estados Unidos, apesar da queda de 8,15% em relação a 2006, se mantém como maior comprador de SC, com US$ 1,28 bilhão. Na seqüência ficaram a Argentina (alta de 31,84%), a Holanda (mais 66,28%), a Alemanha(29,20%) e o Japão (43,70%). As importações passaram de US$ 3,47 bilhões para US$ 5 bilhões, alta de 44,20%, contra um aumento de 32,04% das importações brasileiras.Em 2007 a China se firmou como o principal fornecedo, graças ao crescimento de 101,59%. A Argentina, com alta de 16,25% nas importações, caiu para o segundo lugar. Por Diário Catarinense - SC...

Frango puxa alta de 23,4% das exportações catarinenses em 2007

..., em função principalmente do câmbio em baixa. É o caso dos setores de móveis (redução de 1,5%) e cerâmico (queda de 11,42% nas vendas externas). Entre os principais destinos das exportações, os Estados Unidos, apesar da queda de 8,15% em relação a 2006, se mantém como maior comprador de SC, com US$ 1,28 bilhão. Na seqüência ficaram a Argentina (alta de 31,84%), a Holanda (mais 66,28%), a Alemanha (29,20%) e o Japão (43,70%). Nas importações, o crescimento catarinense também ficou acima da média nacional em 2007. As compras das empresas do Estado passaram de US$ 3,47 bilhões para US$ 5 bilhões, alta de 44,20%, contra um aumento de 32,04% das importações brasileiras. Os produtos mais importados em 2007 foram insumos para a indústria, como os catodos de cobre (US$ 551,73 milhões), fios de fibras de poliéster e artificiais (US$ 220,72 milhões), polímeros de etileno (US$ 139 milhões), polietilenos (US$ 116,39 milhões) e garrafas e artigos plásticos (US$ 99,28 milhões). No e...

Alimentos no topo do ranking

...go, ele diz que se melhorar o câmbio, o desempenho será ainda mais expressivo em 2008. Menos confiante no mercado externo, está o setor pesqueiro. O presidente do Sindicato da Indústria da Pesca de Itajaí, Dario Luiz Vitali, diz que o setor está voltando a atenção para os clientes nacionais. - Estamos fazendo o caminho inverso. Devido a pressão do câmbio e concorrência internacional, estamos focando no mercado interno - explica Vitali. Por Diário Catarinense - SC...

Exportação de SC supera a brasileira

...mo diante das adversidades do câmbio e da ameaça de recessão na economia americana.A expansão para outros mercados, além dos EUA, é um dos fatores que contribui para o crescimento. O vice-presidente da Federação das Indústrias (Fiesc), Glauco José Côrte, lembra também que diante dos reflexos negativos do câmbio na exportação as empresas catarinenses vêm investindo em medidas como redução de custos, importação de mais insumos e renegociação dos preços ...

EXPORTAÇÃO - Exportação brasileira de commodities tem maior nível desde 86

...da no ano seguinte. Demanda e câmbio De acordo com o economista Chau Kuo Hue, da consultoria LCA, o aumento das exportações de produtos básicos deve-se a uma combinação de preços internacionais favoráveis, com o aumento da demanda internacional, e à capacidade brasileira de aumentar sua produção agrícola e de minério de ferro e petróleo. Além disso, segundo o economista, o crescimento do consumo e o real valorizado em relação ao dólar tornaram mais atrativo para as indústrias privilegiar o mercado interno em vez de se esforçar para exportar. “Para o lado dos básicos, a situação é positiva, porque o Brasil é muito competitivo, e este mercado deve continuar crescendo”, diz Chau. “Mas, por outro lado, o ideal seria manter o ritmo de crescimento também nos manufaturados.” A economista Leila Harfuch, pesquisadora sênior do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), entidade mantida pelo setor de agronegócio dedicada a pesquisas e estudos sobre comércio e negociações internacionais, considera positivo o crescimento da exportação de produtos básicos. “É positivo porque o Brasil é um dos poucos países que têm a possibilidade de aumentar a oferta de alimento, em demanda no mundo”, afirmou. “Mas é claro que se houvesse um esforço maior para exportar produtos de maior valor agregado seria melhor.” O economista-chefe da Funcex, Fernando Ribeiro, diz que o problema é que se o mercado doméstico continuar crescendo e as indústrias conseguiram canalizar para ele toda a produção, corre-se o risco de perder exportações em setores como auto...

Importações Uruguaias

...ustíveis, a ampliação do intercâmbio bilateral, a intensificação das negociações comerciais, a reforma do Conselho de Segurança e o fortalecimento da ONU. Fonte: Gazeta Mercantil...

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 413, DE 3 DE JANEIRO DE 2008.

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem os arts. 84, inciso IV, e 153, § 1º, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 5.143, de 20 de outubro de 1966, no Decreto-Lei nº 1.783, de 18 de abril de 1980, e na Lei nº 8.894, de 21 de junho de 1994, DECRETA: Art. 1º O Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações: "Art. 7º ...........................………………………......... I -........................................................................... a) .......................................................................... ............................................................................ .. 2. mutuário pessoa física: 0,0082%; b) ............................................................................ ............................................................................ .... 2. mutuário pessoa física: 0,0082% ao dia; II - ........................................................................... ............................................................................ .... b) mutuário pessoa física: 0,0082% ao dia; III - .......................................................................... ............................................................................ .... b) mutuário pessoa física: 0,0082%; IV - ........................................................................... ............................................................................ ..... b) mutuário pessoa física: 0,0082% ao dia; V - ............................................................................ . a) ............................................................................ ... ............................................................................ ....... 2. mutuário pessoa física: 0,0082%; b) ............................................................................ ..... ............................................................................ ......... 2. mutuário pessoa física: 0,0082% ao dia; ............................................................................ ......... VII - nas operações de financiamento para aquisição de imóveis não residenciais, em que o mutuário seja pessoa física: 0,0082% ao dia. ............................................................................ .......... § 15. Sem prejuízo do disposto no caput, o IOF incide sobre as operações de crédito à alíquota adicional de trinta e oito centésimos por cento, independentemente do prazo da operação, seja o mutuário pessoa física ou pessoa jurídica. § 16. Nas hipóteses de que tratam a alínea "a" do inciso I, o inciso III, e a alínea "a" do inciso V, o IOF incidirá sobre o somatório mensal dos acréscimos diários dos saldos devedores, à alíquota adicional de que trata o § 15." (NR) "Art. 8º ......................................................................... ............................................................................ .......... § 5o Fica instituída, independentemente do prazo da operação, alíquota adicional de trinta e oito centésimos por cento do IOF incidente sobre o valor das operações de crédito de que tratam os incisos I, II, III, IV, V, VI, IX, X, XI, XII, XIV, XVI, XVII, XVIII, XIX e XXI." (NR) "Art. 15. ....................................................................... § 1º ............................................................................ . I - sobre o valor ingressado no País decorrente de ou destinado a empréstimos em moeda com os prazos médios mínimos de até noventa dias: cinco inteiros e trinta e oito centésimos por cento; ............................................................................ .......... IV - nas operações de câmbio vinculadas à importação de serviços: trinta e oito centésimos por cento; V - nas operações de câmbio vinculadas à exportação de bens e serviços: trinta e oito centésimos por cento; VI - nas operações de câmbio, realizadas por investidor estrangeiro, para aplicações nos mercados financeiros e de capitais na forma regulamentada pelo Conselho Monetário Nacional: zero; VII - nas demais operações de câmbio: trinta e oito centésimos por cento; ............................................................................ ........" (NR) "Art. 22. ......................................................................... § 1º ............................................................................ .... ............................................................................ ............. II - nas operações de seguro de vida e congêneres, de acidentes pessoais e do trabalho, incluídos os seguros obrigatórios de danos pessoais causados por veículos automotores de vias terrestres e por embarcações, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não e excluídas aquelas de que trata a alínea "f" do inciso I: trinta e oito centésimos por cento; III - nas operações de seguros privados de assistência à saúde: dois inteiros e trinta e oito centésimos por cento; IV - nas demais operações de seguro: sete inteiros e trinta e oito centésimos por cento. ............................................................................ ............" (NR) Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos em relação às operações contratadas a partir dessa data. Art. 3º Fica revogada a alínea "g" do inciso I do § 1º do art. 22 do Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007. Brasília, 3 de janeiro de 2008; 187º da Independência e 120º da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Guido Mantega Este texto não substitui o publicado no DOU de 3.1.2008 - Edição extra...

ARTIGOS COMEX - Valoração Aduaneira

...sularizados; (iv) contrato de câmbio, autenticado. Poderão corroborar a valoração pelo método primeiro: (v) contrato de compra e venda internacional; (vi) correspondências trocadas entre importador e exportador; (vii) listas de preço do exportador, com divulgação pública; documentos, todavia, que não são obrigatórios. Se o importador não conseguir comprovar a legitimidade do método primeiro (valor real da transação), e apenas nessa hipótese exclusiva, aplica-se, seqüencialmente, os outros cinco métodos substitutivos, que nada mais são do que critérios de presunção e/ou de arbitramento. Toma-se, então, como referência para a valoração, na seguinte ordem obrigatoriamente seqüencial (3): o valor de outras transações com mercadorias idênticas, realizadas entre comerciantes dos mesmos países e na mesma época (método segundo); o valor de outras transações com mercadorias similares, realizadas entre comerciantes dos mesmos países e na mesma época (método terceiro); o valor de revenda no mercado interno do país importador, de mercadorias idênticas ou similares (método quarto); o custo aproximado de produção da mercadoria, somado às despesas comerciais e suposto lucro (método quinto); e, finalmente, o arbitramento puro, sem qualquer critério específico (método sexto). É importante insistir em que a progressão de um método para o outro só será legítima se impossível a aplicação do antecedente. Trata-se de condição de procedibilidade inafastável, ainda que o valor real da transação, devidamente comprovado pelo importador, seja inferior ao valor da média de outras operações de importação com mercadorias idênticas ou similares, realizadas entre os mesmos países, ou no mercado interno, no mesmo período. A única exceção quanto à ordem seqüencial está na utilização dos métodos quinto e sexto, que podem ser adotados alternativamente, desde que, é lógico, impossível a adoção seqüencial de cada um dos antecedentes. Contudo, algumas vezes, a Autoridade Aduaneira simplesmente ignora os documentos apresentados pelo importador, ainda que consularizados e autenticados, ignora a existência de outras operações – de importação ou no mercado interno – com mercadorias idênticas e/ou similares e aplica diretamente o método de custo de produção ou, o que é pior, promove arbitramento sem qualquer critério ou referência. Logo, os outros dois procedimentos de valoração contenciosa referidos no início, adotados pela Receita Federal do Brasil como se fossem procedimentos autônomos, correspondem, na verdade, à adoção direta, e, portanto, supostamente ilegítima e ilegal, do método quinto e do método sexto vistos acima. Infere-se do exposto que, diferente da postura que se verifica na prática, a legislação aduaneira não estabelece e não autoriza três procedimentos de valoração aduaneira autônomos, mas apenas um, o procedimento dos métodos substitutivos disciplinado pelo Acordo de Valoração Aduaneira, cuja observação representa direito líquido e certo dos contribuintes. (1) André Parmo Folloni escreveu sobre o processo de valoração aduaneira que "Em razão da gravidade das penas, há, nesse procedimento especial de fiscalização, verdadeiro processo, com a participação do importador em contraditório e com ampla defesa garantida." (In Tributação sobre o Comércio Exterior. São Paulo: Dialética, 2005, p. 88) (2) Art. 46 do Decreto-Lei nº 37/66 (com a redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.472/88); art. 493 do Decreto nº 4.543/02 (Regulamento Aduaneiro); art. 18 da IN SRF nº 680/06. (3) Art. 25 da IN SRF nº 327/03 - "Na aplicação dos métodos substitutivos de valoração deverão ser observadas: I - a ordem seqüencial estabelecida no Acordo de Valoração Aduaneira, observando-se as cautelas necessárias para preservação do sigilo fiscal (...)". Alexandre Medeiros Régnier Advogado nas áreas de Direito Tributário e Aduaneiro....

DECRETO Nº 6.345, DE 4 DE JANEIRO DE 2008

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe co...

A balança da indústria

...tível às variações da taxa de câmbio. Com o dólar barato, ficou mais difícil para a indústria brasileira competir no exterior, mas suas vendas externas continuam a crescer, o que é bom para o setor. Quando se examinam outros dados da balança comercial da indústria de transformação, porém, se vê com nitidez uma mudança de...

Fluxo cambial é recorde histórico

O fluxo de câmbio do País fechou 2007 com ingresso líquido de...

Governo projeta que exportações chegarão a US$ 172 bi em 2008

...etitividade brasileira que do câmbio. No ano passado, o superávit foi de US% 40 bilhões – 13,8% inferior ao saldo do ano anterior. “Todas as previsões que foram feitas considerando um efeito negativo do dólar mostraram-se exageradas. Esperava-se um déficit de US$ 2 bilhões e que as exportações ficassem em US$ 130 bilhões. O que se demonstrou ao longo do ano foi que a competitividade é muito mais importante que o câmbio”, afirmou. Ele destacou ainda que a nova política industrial tem como foco justamente o aumento de competitividade do setor no país: "Pior do que o câmbio é a situação de gargalos logísticos e de gargalos de competitividade.” Fonte: Agência Brasil...

Brasil quer aumentar comercio com os países sul-americanos

... ele citou a evolução do intercâmbio comercial com a Argentina – as importações cresceram 28,8%, enquanto as vendas brasileiras para o país vizinho aumentaram 22,3% de janeiro a dezembro de 2007. Ainda assim, de janeiro a novembro o superávit brasileiro foi de US$ 3,79 bilhões. Com a China, o Brasil pretende trabalhar no sentido inverso: investir em ações de incremento das exportações. A China é o segundo maior fornecedor brasileiro e o terceiro principal destino de produtos produzidos no Brasil. As vendas para esse país aumentaram 27,4% em 2007, mas as importações cresceram quase o dobro: 57,3%. A maior parte destas importações, segundo Barral,...

Ano bate recorde de novas importadoras

...eda nacional. “Como a taxa de câmbio está barata e, principalmente, porque a expectativa é que permaneça assim, a tendência é ampliar o número de importadores. Se houvesse risco de mudança, não teríamos tantas empresas decidindo comprar fora do país”. Esse movimento repercutiu nos cofres do governo. A receita com a cobrança do Imposto de Importação cresceu 18% de janeiro a novembro, totalizando R$ 11,4 bilhões. Fonte: Folha de São Paulo...

Exportador tem menor ganho desde 1985

...eita em reais cai em razão do câmbio; embarque de industrializados já é afetado. Estudo da Fiesp indica que um terço dos exportado...

RESOLUÇÃO Nº 3.525, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007

...rizado a operar no mercado de câmbio, de contas em moeda estrangeira tituladas por sociedade seguradora, inclusive seguradora de crédito à exportação, ressegurador local, ressegurador admitido ou corretora de resseguro, observada a regulamentação editada pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Parágrafo único. É vedado o financiamento ou a manutenção de saldos devedores nas contas de que trata este artigo. Art. 2º A movimentação de conta em moeda estrangeira titulada por sociedade seguradora, ressegurad...

Prioridade do Mercosul em 2008 será acordo com a UE

...Israel, especialmente no intercâmbio tecnológico", disse Didonet. Ele tem esperanças de que não ocorra o mesmo com o acordo de preferências especiais assinado entre o Mercosul e a Índia, que foi assinado em 2004 e até hoje aguarda para ser aprovado pelo Congresso brasileiro. "O Itamaraty tem se empenhado para ajudar destravar esse acordo com a Índia e com certeza fará o mesmo com o de Israel", acrescentou. "A assinatura do acordo com Israel foi importante para estimular o empresariado", afirmou o embaixador Rubens Barbosa, diretor do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp. Barbosa lembrou que o comércio bilateral entre Mercosul e Israel somou a US$ 1 bilhão no ano até outubro, devendo até o final do ano, seguramente superar os US$ 1,1 bilhão registrados em 2006. "Existe um potencial de crescimento na integração com o Brasil e Israel e a entidade já aceitou um convite de liderar uma missão de empresas brasileiras para Israel", disse. O vice-premier de Israel informou que os principais produtos para a integração comercial com o bloco estão na área de meio ambiente, aparelhos médicos, energia alternativa, tecnologia e técnicas de preservação da água. Yishai destacou também o etanol na pauta de cooperação com o Brasil. Fonte: Gazeta Mercantil...

AEB prevê alta de 6% das exportações em 2008

...to de Castro, a atual taxa de câmbio "continuará sendo a mola propulsora para o crescimento projetado para as importações, mesmo em caso de eventual crescimento do PIB inferior ao previsto". Fonte: Agência Estado...

Por que a queda do dólar não está conseguindo reequilibrar o mundo?

...os - resultado de uma taxa de câmbio não competitiva. O temor era que os desequilíbrios cada vez mais profundos no comércio global terminassem em lágrimas. Quase todos diziam que o valor do dólar precisava cair. Desde fevereiro de 2002 o dólar de fato caiu,...

Por que a queda do dólar não está conseguindo reequilibrar o mundo?

...os - resultado de uma taxa de câmbio não competitiva. O temor era que os desequilíbrios cada vez mais profundos no comércio global terminassem em lágrimas. Quase todos diziam que o valor do dólar precisava cair. Desde fevereiro de 2002 o dólar de fato caiu,...

CIRCULAR Nº 3.372, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2007

...s no mercado interbancário de câmbio, com liquidação em d+2, obtida após o expurgo de uma parcela dessas operações, cujo volume não é superior a 5% do volume negociado no dia. Parágrafo único. Para efeito do disposto nesta Circular, expurgo é o recurso utilizado para eliminar operações que tenham sido fechadas a taxas discrepantes daquelas praticadas no mercado. Art. 2º Para a definição de qual volume será expurgado, e das taxas-limite mínima e máxima para o expurgo, será feito teste de simetria utilizando-se o coeficiente de assimetria de Pearson. Art. 3º Não serão consideradas para o cálculo da PTAX as operações que ten...

DECRETO No- 6.306, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2007

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF será cobrado de conformidade com o disposto neste Decreto. TÍTULO I DA INCIDÊNCIA Art. 2o O IOF incide sobre: I - operações de crédito realizadas: a) por instituições financeiras (Lei no 5.143, de 20 de outubro de 1966, art. 1o); b) por empresas que exercem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria creditíc...

As negociações comerciais do Brasil

...nal, ou maior geração de intercâmbio econômico: a depender da régua, resultará a medida. É prematuro afirmar que o Brasil tornou-se ator global mais relevante graças à performance na OMC. Por outro lado, a ausência de acordos comerciais não impediu que a corrente de comércio alcançasse em 2007 os US$273 bilhões, com superávit de US$41 bilhões. No que parece haver consenso é quanto à urgência de estratégias de crescimento acelerado com inclusão social e redução de desigualdades. E o setor de maior peso no PIB brasileiro, que mais emprega trabalhadores e mais cresce no mundo...

Crescem em 13,9% exportações para os países da América Latina

... corrente de comércio no intercâmbio entre o Brasil e a América Latina somou US$ 37,3 bilhões, entre janeiro e agosto de 2007, superando em 18,0% o valor anotado em igual período do ano anterior (US$ 31,6 bilhões). As exportações brasileiras à América Latina cresceram para doze dos dezoito países integrantes do bloco, destacando-se, pela ordem de valor exportado: Argentina (US$ 9,0 bilhões, +19,1%), Venezuela (US$ 2,8 bilhões, +25,9%), Chile (US$ 2,8 bilhões, +9,7%), Colômbia (US$ 1,5 bilhão, +14,7%), Peru (US$ 1,1 bilhão, +21,6%), Paraguai (US$ 1,0 bilhão, +35,7%), Uruguai (US$ 844 milhões, +31,3%), Bolívia (US$ 558 milhões, +22,6%), Costa Rica (US$ 335 milhões, +18,2%), República Dominicana (US$ 313 milhões, +38,7%), Panamá (US$ 277 milhões, +56,8%) e El Salvador (US$ 140 milhões, +2,1%). Se mantido esse ritmo, o fluxo de comércio do Brasil com os países latinos poderá encerrar 2007 com cifra recorde em torno de US$ 56,0 bilhões, ultrapassando o recorde anterior registrado em 2006 (US$ 49,8 bilhões). Fonte: MDIC...

QUESTÕES DE COMEX - CARTA DE CRÉDITO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio...

RESOLUÇÃO Nº 3.518, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2007(*)

... crédito rural, ao mercado de câmbio, ao repasse de recursos, ao sistema financeiro da habitação, ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ao Fundo PIS/PASEP, ao penhor civil previsto no Decreto nº 6.132, de 22 de junho de 2007, às contas especiais de que trata a Resolução nº 3.211, de 30 de junho de 2004, às contas de registro e controle disciplinadas pela Resolução nº 3.402, de 6 de setembro de 2006, alterada pela Resolução nº 3.424, de 21 de dezembro de 2006, bem como às operações de microcrédito de que trata a Resolução nº 3.422, de 30 de novembro de 2006, entre outros, devendo ser observadas as disposições específicas contidas nas respectivas legislação e regulamentação. Art. 5º Admite-se a cobrança de remuneração pela prestação de serviços diferenciados a pessoas físicas, desde que explicitadas ao cliente ou usuário as condições de utilização e de pagamento, assim considerados aqueles relativos a: I - abono de assinatura; II - aditamento de contratos; III - administração de fundos de investimento; IV - aluguel de cofre; V - avaliação, reavaliação e substituição de bens recebidos em garantia; VI - cartão de crédito; VII - certificado digital; VIII - coleta e entrega em domicílio ou outro local; IX - cópia ou segunda via de comprovantes e documentos; X - corretagem; XI - custódia; XII - extrato diferenciado mensal contendo informações adicionais àquelas relativas a contas-correntes de depósitos à vista e a contas de depósitos de poupança; XIII - fornecimento de atestados, certificados e declarações; XIV - leilões agrícolas; XV - aviso automático de movimentação de conta. Art. 6º É obrigatória a oferta a pessoas físicas de pacote padronizado de serviços prioritários, cujos itens componentes e quantidade de eventos serão determinados pelo Banco Central do Brasil. § 1º O valor cobrado pelo pacote padronizado de serviços mencionado no caput não pode exceder o somatório do valor das tarifas individuais que o compõem, considerada a tarifa correspondente ao canal de entrega de menor valor. § 2º Para efeito do cálculo de que trata o § 1º: I - deve ser computado o valor proporcional mensal da tarifa relativa a serviço cuja cobrança não seja mensal; II - devem ser desconsiderados os valores das tarifas cuja cobrança seja realizada uma única vez. § 3º É facultado o oferecimento de pacote de serviços distintos contendo outros serviços, inclusive serviços essenciais, prioritários, especiais e diferenciados, observada a padronização dos serviços prioritários, bem como a exigência prevista no § 1º. Art. 7º Observadas as vedações estabelecidas no art. 2º, é prerrogativa do cliente: I - a utilização e o pagamento por serviços individualizados; e/ou II - a utilização e o pagamento, de forma não individualizada, de serviços incluídos em pacote. Art. 8º As tarifas debitadas em conta corrente de depósitos à vista ou em conta de depósitos de poupança devem ser identificadas no extrato de forma clara, com utilização, no caso dos serviços prioritários, da padronização de que trata o art. 3º. § 1º O valor do lançamento a débito referente à cobrança de tarifa em conta de depósitos de poupança somente poderá ocorrer após o lançamento dos rendimentos de cada período. § 2º O valor do lançamento a débito referente à cobrança de tarifa em conta corrente de depósitos à vista ou em conta de depósitos de poupança não pode ser superior ao saldo disponível. Art. 9º É obrigatória a divulgação, em local e formato visível ao público no recinto das suas dependências e nas dependências dos correspondentes no País, bem como nos respectivos sítios eletrônicos, das seguintes informações relativas à prestação de serviços a pessoas físicas e pessoas jurídicas e respectivas tarifas: I - tabela contendo os serviços cuja cobrança de tarifas é vedada, nos termos do art. 2º; II - tabela, na forma do art. 3º, incluindo lista de serviços, canais de entrega, sigla no extrato, fato gerador da cobrança e valor da tarifa; III - tabela contendo informações a respeito do pacote padronizado, na forma do art. 6º; IV - demais tabelas de serviços prestados pela instituição; V - esclarecimento de que os valores das tarifas foram estabelecidos pela própria instituição. Parágrafo único. O início da divulgação das tarifas na forma prevista nesta resolução deve ocorrer até 31 de março de 2008. Art. 10. A majoração do valor de tarifa existe...

Governo prorroga o prazo para ajuda aos "órfãos" do câmbio

...verno aos setores "órfãos" do câmbio foi anunciado no dia 12 de junho, mas a regulamentação só foi concluída há cerca de 20 dias. O programa criou uma linha de crédito especial, com subvenção econômica pelo Tesouro Nacional, para financiamentos e empréstimos a empresas dos setores de pedras ornamentais, beneficiamento de madeira, beneficiamento de couro, calçados e artefatos de couro, têxtil, confecção e móveis e madeira Podem requisitar o financiamento as empresas com receita operacional bruta de ...

Presidente da Fiesc pede maior envolvimento governamental nos acordos comerciais

...am queda nas vendas devido ao câmbio e à concorrência com produtos importados no mercado interno. Conseqüentemente, empresas tiveram que reduzir a jornada de trabalho e seus empregados, os investimentos e o quadro de pessoal. Os segmentos de madeira e mobiliário fecharam 1,2 mil postos de trabalho. Para enfrentar o baixo valor do câmbio, as indústrias catarinenses, responsáveis por 71% das exportações do estado, focaram suas atividades no mercado interno, buscaram novos clientes e aumentaram a importação de matéria-prima e insumos. Com isso, as importações cresceram 42,9% em relação ao ano passado e ficaram na ordem de US$ 4 bilhões. China, Argentina, Chile e Estados Unidos são os países que mais venderam para Santa Catarina esse ano.  Fonte: Luciana Ribeiro - Florianópolis...

Brasil e Portugal estreitam relações comerciais

... na tarefa de melhorar o intercâmbio. O governador Sérgio Cabral participou da abertura do IV Encontro Empresarial Brasil-Portugal, em um hotel de Copacabana, Zona Sul do Rio, na manhã desta sexta-feira, que contou ainda com a presença do embaixador português no Brasil, Francisco Seixa...

Alvo das expansões do aço será a exportação

...exterior é menor em função do câmbio baixo e dos nossos custos, como energia, que são maiores. Isso custa e tem de custar mais. É assim em qualquer lugar do mundo", acrescentou. Demanda recorde A produção, as vendas internas e o consumo aparente do aço da siderurgia nacional devem fechar o ano com números recordes. O IBS anunciou que estima uma produção de 33,9 milhões de toneladas, incremento de 9.9% em relação a 2006. Já as vendas internas devem alcançar a marca de 20,6 milhões de toneladas, com crescimento de 18%. A instituição aponta que o consumo aparente aumentará 19,7%, totalizando 22,1 milhões de toneladas. A construção civil e a indústria automotiva são os grandes responsáveis pelo crescimento do setor siderúrgico em 2007, representando, respectivamente, participações de 30% e 28%, afirmou Soares. Os dois setores vão continuar puxando o consumo do aço para cima, mas os principais atores serão as indústrias naval, petrolífera e o segmento doméstico. A produção de aço longo pode crescer 9,1% frente ao período de 2006. A estimativa é de 9,875 milhões de toneladas. Já a produção de aço plano pode alcançar a marca de 15,590 milhões de toneladas até o fim de 2007, obtendo crescimento de 8,2%. "Existe uma correlação entre o crescimento do PIB com o do aço. Este ano foi excepcional porque houve uma recuperação da indústria automotiva e um crescimento também da construção civil. Esses setores continuarão em crescimento no próximo ano, o que ajudará a gerar uma maior produção na indústria siderúrgica. Estamos preparados para atender todo o mercado", disse o executivo, acrescentando que mesmo com alguns dos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que entram na prática em 2008, o setor terá condições de atender as expectativas dos diversos setores consumidores. Expectativas Para 2008, o IBS projeta um crescimento de 10% nas vendas internas de aço para 22,7 milhões de toneladas. A produção de aço bruto deverá atingir 3...

QUESTÕES DE COMEX – CARTA DE CRÉDITO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms, autor de CONDIÇÕES INTERNACIONAIS DE COMPRA E VENDA – INCOTERMS 2000...

QUESTÕES DE COMEX – CARTA DE CRÉDITO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms, autor de CONDIÇÕES INTERNACIONAIS DE COMPRA E VENDA – INCOTERMS 2000...

QUESTÕES DE COMEX – CARTA DE CRÉDITO

...ardi Professor e Consultor de Câmbio, Carta de Crédito e Incoterms, autor de CONDIÇÕES INTERNACIONAIS DE COMPRA E VENDA – INCOTERMS 2000...

Câmbio afeta ritmo de exportações

Estudos da OMC mostram que o Brasil não acompanha

Exportação de aço deverá crescer 18% em 2008, diz IBS

... boom do consumo interno e do câmbio desfavorável às exportações, as empresas reduziram as vendas de aço para o exterior em 16% neste ano A expectativa é elevar as exportações de 10,5 milhões de toneladas neste ano para 12,4 milhões em 2008. Para tanto, a produção deverá crescer 10,8%, para 37,6 milhões de toneladas. No Brasil, o consumo de aço somou 22,2 milhões de toneladas, equivalente a 117 quilos por habitante. "No início da década, esse consumo era de 126 quilos por brasileiro", comparou o executivo. Em comparação com países ricos, frisou Soares, o consumo de aço no Brasil é bem menor: nas nações industrializadas, o consumo é de entre 400 quilos a 600 quilos. Na China, a média é de 270 quilos. O país mais populoso do mundo responde hoje por um terço da demanda de aço, mas também é um grande produtor. Os novos projetos de siderurgia, em andamento ou já anunciados, dobrarão a capacidade de produção de aço no País. Investimentos já definidos aumentarão a capacidade instalada dos atuais 37 milhões de toneladas anuais para 52 milhões de toneladas nos próximos cinco anos. Incluem-se neste grupo projetos da Gerdau; Arcelor Mittal em Tubarão, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Usinas projetadas para funcionar a partir de 2012, como a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), acrescentarão mais 6,8 milhões de toneladas/ano. Projetos que ainda não saíram do papel, como da MMX, Baosteel e Usiminas, prometem outros 19 milhões de toneladas, num total de 78 milhões com data indefinida para começar. Fonte: Gazeta Mercantil - Sabrina Lorenzi...

Itália quer expandir relação comercial com o Brasi

...u interesse em ampliar o intercâmbio comercial entre os dois países. A comitiva italiana visitou ontem, em Lages (SC), propriedades criadoras que poderão exportar terneros para a Itália. Na ocasião, foi inaugurado o programa de identificação bovina que permite rastrear o gado por meio de brincos colocados nos animais. O estado de Santa Catarina é considerado livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Há dez anos o estado não registra nenhum caso da doença. Além de demonstrar interesse pela carne brasileira, Di Castro afirmou que seu país quer ajudar o Brasil a abrir o mercado da União Européia para os produtos agrícolas brasileiros. Para isso, o ministro italiano solicitou a Stephanes um posicionamento favorável ao estreitamento da parceria com a I...

Exportadores já sentem efeitos negativos da desvalorização do dólar

...etores da economia a queda do câmbio tem agido de forma perversa e, a longo prazo, pode afetar negativamente a vida da população, com o fechamento de postos de trabalho e a desindustrialização do País. Dados da Delegacia da Receita Federal de Londrina mostram que nos primeiros onze meses deste ano as importações cresceram pouco mais de 40% no município, com relação a 2006. Até o dia 18 de novembro, as ...

Hora de acerto com o México

...do, a liberação total do intercâmbio ocorrerá em dez anos. O acordo partirá dos compromissos parciais já em vigor, com uma preferência mínima de 30% no primeiro ano. Para um segundo grupo de produtos a desgravação poderá ocorrer em períodos de três a sete anos. O prazo de dez anos, com dois de carência, valerá para uma relação de produtos “sensíveis”. Esse conjunto incluirá no máximo 5% dos itens tarifários e não poderá ultrapassar 5% do valor do comércio. Além disso, o acordo terá capítulos sobre liberalização do comércio de serviços e proteção de investimentos. “Brasil e México mantêm um nível modesto de comércio, não condizente com o porte de suas economias”, segundo nota da Confederação Nacional da Indústria (CNI), coordenadora da CEB. Empresários brasileiros, assinala a nota, acompanharam o presidente Lula em sua visita ao México, em agosto, e ...

Reporto será prorrogado

...s resolveram estabelecer intercâmbio permanente de informações, para desenvolvimento do uso múltiplo das águas. Durante a reunião entre os representantes das duas agências, a Antaq propôs quatro termos de cooperação entre as autarquias: financiamento para a construção de novas eclusas onde já existem hidrelétricas; inventário das novas hidrelétricas sem eclusas; restrições no regime de operações dos reservatórios das hidrelétricas com vista à manutenção da navegabilidade das vias; e estudo em conjunto ANTAQ e ANA na concessão de outorgas, visando ao uso múltiplo das águas. O superintendente de Navegação Interior da Antaq, Alex Oliva, afirmou: - As eclusas são fundamentais para a navegabilidade. Além disso, quando uma eclusa é construída juntamente com a hidrelétrica, o preço da obra sobe apenas 5%. Agora, se a eclusa for construída depois da hidrelétrica, esse valor sobe para 30%. O Brasil não pode jogar esse dinheiro todo fora”, disse Alex Oliva. Além de custar mais caro, quando se deixa a eclusa para depois, dificilmente a obra vai à frente, como ocorre com Tucuruí, no Pará. Esvaziamento do Enaex Um tradicional evento de exportação e importação - o Enaex, Encontro Nacional de Comércio Exterior - foi esvaziado em sua 27a. edição, realizada nos últimos dias 22 e 23, no Hotel Glória, no Rio. Há dois anos, lá esteve o presidente Lula e, no ano passado, o então ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan. Este ano, estranhamente, o ministro Miguel Jorge permaneceu em despachos internos, em seu gabinete. Sem dúvida, o discurso de abertura do presidente da entidade promotora, a Associação de Comércio Exterior do Brasil ( AEB) foi crítico, mas nem tão duro assim. Benedito Moreira pediu a mudança da política de exportação, para se ajustar a um esperado período de crise internacional. Moreira foi o poderoso diretor da Carteira de Comércio Exterior do Banco do Brasil ( Cacex) - mais importante do que vários ministérios - durante longos anos, no regime militar, mas jamais isso prejudicou seu relacionamento com os governos democráticos. Entre outras coisas, disse Moreira: ” O projeto de expansão da industrialização brasileira, sobretudo na direção de produtos de maior conteúdo tecnológico, que dominam as exportações mundiais, se inviabiliza na burocracia, na carga tributária e nas dificuldades de exportação. O país acumula déficit estrutural nas contas de serviços comerciais e rendas, cujo valor, neste ano, se aproxima da cifra de US$ 40 bilhões”. Sequer o secretário de Portos, Pedro Brito, compareceu. Mandou seu auxiliar Carlos Alberto de La Selva, subsecretário. Fonte: Rio Maritimo...

SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR PORTARIA Nº 36, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2007

...ancos autorizados a operar em câmbio e as sociedades corretoras que atuam na intermediação de operações cambiais serão credenciados a elaborar e transmitir para o Sistema operações sujeitas a licenciamento, por conta de importadores, desde que sejam, por eles, expressamente autorizados. Art. 5º Os órgãos da administração direta e indireta que atuam como anuentes no comércio exterior serão credenciados a acessar o Siscomex para manifestar-se acerca das operações relativas a produtos de sua área de competência, quando previsto em legislação específica. CAPÍTULO III DO LICENCIAMENTO DAS IMPORTAÇÕES Seção I Do Sistema Administrativo Art. 6º O sistema administrativo das importações brasileiras compreende as seguintes modalidades: I - importações dispensadas de Licenciamento; II - importações sujeitas a Licenciamento Automático; e III - importações sujeitas a Licenciamento Não Automático. Art. 7º Como regra geral, as importações brasileiras estão dispensadas de licenciamento, devendo os importadores tão-somente providenciar o registro da Declaração de Importação (DI) no Siscomex, com o objetivo de dar início aos procedimentos de Despacho Aduaneiro junto à unidade local da Receita Federal do Brasil (RFB). Parágrafo único. Estão relacionadas a seguir as importações dispensadas de licenciamento: I - sob os regimes de entrepostos aduaneiro e industrial, inclusive sob controle aduaneiro informatizado; II - sob o regime de admissão temporária, inclusive de bens amparados pelo Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados às At...

Exportador volta ao mercado interno

...há perspectivas de mudança no câmbio. A não ser que o desempenho da economia mundial mude ou o governo brasileiro adote medidas para tentar conter a trajetória de queda da moeda americana. No planejamento estratégico para 2008, muitas empresas trabalham com a cotação atual, na faixa de...

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 153,

...3 e Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), divulgado pela Circular Bacen nº 3.280, de 9 de março de 2005. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: RECEITAS DECORRENTES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA RESIDENTE OU DOMICILIADA NO EXTERIOR. NÃO-INCIDÊNCIA DA COFINS. POSSIBILIDADE DE MERA INTERMEDIAÇÃO ENTRE A PRESTADORA DOS SERVIÇOS E A PESSOA RESIDENTE OU DOMICILIADA NO EXTERIOR. VÍNCULO NEGOCIAL NÃO AFETADO PELA MERA INTERMEDIAÇÃO DE TERCEIRA PESSOA. EFETIVIDADE DE INGRESSO DE DIVISAS. A existência de terceira pessoa na relação negocial entre pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior e prestadora de serviços nacional, não afeta a relação jurídica exigível no art. no art. 6º, inciso II, da Lei nº 10.833, de 2003, para fins de reconhecimento da não-incidência da Cofins, respectivamente, desde que a terceira pessoa aja na condição de mero mandatário, ou seja, não aja em nome próprio, mas em nome e por conta do mandante pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior. Os mecanismos disponibilizados ao transportador estrangeiro para pagamento de despesas incorridas no País, segundo normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, são (a) regular ingresso de moeda estrangeira; (b) débito em conta em moeda nacional titulada pelo transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, mantida na forma da regulamentação em vigor; ou (c) utilização dos recursos objeto de registros escriturais de que trata a Seção 9 do Capítulo 14 do Título 1 do RMCCI. Apenas os mecanismos disponibilizados ao transportador estrangeiro para pagamento de despesas incorridas no País, segundo normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, representam efetivo ingresso de divisas no País e autorizam a aplicação das aludidas normas exonerativas. Mesmo que sejam utilizadas quaisquer das formas de pagamento válidas para fins de fruição da não-incidência em questão, persistirá, sempre, a necessidade de comprovação do nexo causal entre o pagamento recebido por uma pessoa jurídica domiciliada no País e a efetiva prestação dos serviços a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior. Não se considera beneficiada pela não-incidência das contribuições, a prestação de serviços a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior cujo pagamento se der mediante qualquer outra forma de pagamento que não se enquadre entre as hipóteses listadas em normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.833, de 2003, art. 6º, II, com a redação dada pelo art. 21 da Lei...

SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 157, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007

...3 e Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI), divulgado pela Circular Bacen nº 3.280, de 9 de março de 2005. ASSUNTO: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - Cofins EMENTA: RECEITAS DECORRENTES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS A PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA RESIDENTE OU DOMICILIADA NO EXTERIOR. NÃO-INCIDÊNCIA DA COFINS. POSSIBILIDADE DE MERA INTERMEDIAÇÃO ENTRE A PRESTADORA DOS SERVIÇOS E A PESSOA RESIDENTE OU DOMICILIADA NO EXTERIOR. VÍNCULO NEGOCIAL NÃO AFETADO PELA MERA INTERMEDIAÇÃO DE TERCEIRA PESSOA. EFETIVIDADE DE INGRESSO DE DIVISAS. A existência de terceira pessoa na relação negocial entre pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior e prestadora de serviços nacional, não afeta a relação jurídica exigível no art. no art. 6º, inciso II, da Lei nº 10.833, de 2003, para fins de reconhecimento da não-incidência da Cofins, respectivamente, desde que a terceira pessoa aja na condição de mero mandatário, ou seja, não aja em nome próprio, mas em nome e por conta do mandante pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior. Os mecanismos disponibilizados ao transportador estrangeiro para pagamento de despesas incorridas no País, segundo normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, são (a) regular ingresso de moeda estrangeira; (b) débito em conta em moeda nacional titulada pelo transportador residente, domiciliado ou com sede no exterior, mantida na forma da regulamentação em vigor; ou (c) utilização dos recursos objeto de registros escriturais de que trata a Seção 9 do Capítulo 14 do Título 1 do RMCCI. Apenas os mecanismos disponibilizados ao transportador estrangeiro para pagamento de despesas incorridas no País, segundo normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, representam efetivo ingresso de divisas no País e autorizam a aplicação das aludidas normas exonerativas. Mesmo que sejam utilizadas quaisquer das formas de pagamento válidas para fins de fruição da não-incidência em questão, persistirá, sempre, a necessidade de comprovação do nexo causal entre o pagamento recebido por uma pessoa jurídica domiciliada no País e a efetiva prestação dos serviços a pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no exterior. Não se considera beneficiada pela não-incidência das contribuições, a prestação de serviços a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior cujo pagamento se der mediante qualquer outra forma de pagamento que não se enquadre entre as hipóteses listadas em normas estabelecidas pelo Banco Central do Brasil. DISPOSITIVOS LEGAIS: Lei nº 10.833, de 2003, art. 6º, II, com a redação dada pelo art. 21 da Lei ...

Exportações de quatro setores caíram em novembro

...terno. Para Castro, a taxa de câmbio mais favorável às importações traz como principal problema a tendência de substituição da produção nacional de insumos e de bens intermediários pelo concorrente estrangeiro. Fonte: Agência Estado...

Exportador volta ao mercado interno

...há perspectivas de mudança no câmbio. A não ser que o desempenho da economia mundial mude ou o governo brasileiro adote medidas para tentar conter a trajetória de queda da moeda americana. No planejamento estratégico para 2008, muitas empresas trabalham com a cotação atual, na faixa de R$ 1,70 a R$ 1,80, como teto para a taxa de câmbio. “Infelizmente, não vemos nenhuma perspectiva de melhora no câmbio”, diz Álvaro Weiss, presidente da Artefama, maior exportadora de móveis do País. Sua empresa trabalha com dólar de equilíbrio entre R$ 1,65 ...

Mantega reafirma que país não precisa alterar política cambial

...dade de alterar a política de câmbio neste momento, mesmo com a crise no mercado financeiro internacional, segundo ...

Pesquisa do Banco Central reduz previsão do superávit da balança

...m a estimativa para a taxa de câmbio, de R$ 1,78 para R$ 1,75 neste ano, e de R$ 1,87 para R$ 1,85 ao final de 2008. Fonte: Agência Brasil...

COMUNICADO BANCO CENTRAL DO BRASIL - BACEN nº 16.225 de 31.10.2007

...de vinculação de contratos de câmbio a despachos aduaneiros e outras providências. O Chefe do Departamento de Monitoramento do Sistema Fi...

Fluxo cambial em outubro tem saldo positivo de US$ 6,722 bilhões

... divulgou também a posição de câmbio dos bancos no final de outubro. As instituições financeiras mantinham US$ 2,969 bilhões de dólares em posição comprada em dólar, ante US$ 1,772 bilhão de dólares em posição comprada no final de setembro. Fonte: AE...

Brasil exporta menos que China, Índia e Rússia

...eiro. Moreira argumenta que o câmbio baixo (de R$ 1,74 na quinta-feira) chega a dar """"aflição muito grande"""". """"Se os preços externos (de produtos e commodities) baixarem um pouco, vai ter uma quebra"""", afirma. Ele explica que o superávit comercial de fato é elevado, na casa dos US$ 40 bilhões. Mas, para o presidente da AEB, """"está todo mundo com a visão bloqueada pelo saldo"""". A questão também preocupa executivos que conhecem de perto o comércio exterior. O presidente da Mogno Consultoria e do conselho de administração da Embraer, Maurício Botelho, resume a questão: """"Esse câmbio está duro de agüentar"""". Botelho, que participou da reunião na semana passada, acrescenta que, além do câmbio, o País enfrenta dificuldade na competitividade interna e ainda deverá encontrar problemas no longo prazo, em dez anos, já que outros países têm investido, alguma das vezes a fundo perdido, em tecnologia. O documento base da AEB está praticamente pronto. Algumas das medidas defendidas pela entidade são privatização da gestão portuária no País, consolidação e simplificação da legislação ligada ao comércio exterior, desburocratização de procedimentos, desoneração tributária das vendas para fora e melhorias na logística. O presidente da AEB também alerta que é um risco o País partir para uma nova rodada de abertura comercial, que tenderá a ampliar as importações, sem fortalecer as exportações das empresas nacionais. Fonte: Estadão - Nilson Brandão Junior...

Dólar fecha outubro a R$ 1,73 com nível igual a março de 2000

A taxa de câmbio recuou para o seu menor nível desde o dia 2...

Exportadores pedem medidas contra câmbio

...ugusto de Castro, disse que o câmbio continua sendo um grave problema para os exportadores e a expectativa é de redução no saldo da balança em 2008, mas o que se vê à frente, no que diz respeito ao dólar, parece ainda pior do que na atualidade. "Se a Selic se mantiverem neste patamar, sem novas quedas, a taxa de juros nos Estados Unidos cair e o Brasil atingir o investment grade, só vai piorar", a...

MOEDA - Exportações dão sustentação à queda do dólar, dizem economistas

...ioração. No início de 1999, o câmbio havia explodido, chegando a R$ 2,16. "Teve um sustinho aí no meio do caminho. Em 2000, ainda era um período pós-crise", diz Alessandra. Balança comercial Já em 2007, o fator determinante para explicar a queda na taxa de câmbio é o fluxo comercial, segundo Alessandra. De janeiro a setembro de 2000, as exportações brasileiras somaram US$ 41,399 bilhões e as importações, US$ 40,682 bilhões. De lá para cá, as importações dobraram - passando a US$ 85,652 bilhões nos nove primeiros meses de 2007. As exportações, no entanto, registraram alta sensivelmente maior, passando a US$ 116,599 bilhões, influenciadas especialmente pela alta nos preços das commodities. Essa diferença fez com que o saldo da balança comercial passasse de US$ 717 milhões entre janeiro e setembro de 2000 para US$ 30,94 bilhões no mesmo período deste ano. "Isso tem feito com que sobre dólar aqui e resulta em apreciação do real", explica a especialista. Ela considera que, por conta dessa diferença, o f...

Dólar fraco ameaça capacidade de exportação das empresas brasileiras

..., perdem espaço com a taxa de câmbio", disse o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Ele destacou que a manutenção da competitividade dos produtos brasileiros com o dólar fraco é difícil por conta de problemas logísticos, como infra-estrutura de transportes cara e insuficiente, e carga tributária elevada. Para ele, essa é uma tendência que dificilmente será revertida. "Primeiro porque o dólar está desvalorizando no mundo inteiro. No Brasil, a desvalorização é maior porque a economia está indo...

Balança comercial brasileira pode chegar a US$ 277 bilhões em 2007

...dos 7% ao ano, e por causa do câmbio valorizado, que favorece as importações. A entidade previa, no fim de 2006, que as exportações brasileiras seriam de US$ 147 bilhões em 2007. No mês passado, já projetava vendas externas de US$ 157 bilhões e ontem divulgou a nova previsão de US$ 158,5 bilhões para este ano. A última revisão para cima foi motivada pelos resultados mais fortes das exportações nas primeiras semanas de outubro e pelo fato de a crise imobiliária americana ter afetado menos a economia global do que o esperado. Ribeiro estima que as vendas externas brasileiras deverão crescer ao redor de 15% este ano. O economista acrescenta que os volumes exportados este ano deverão crescer entre 5% e 6%, praticamente o mesmo do que havia sido estimado na virada do ano. A diferença é que as projeç...

Balança comercial do País pode chegar a US$ 277 bi

...dos 7% ao ano, e por causa do câmbio valorizado, que favorece as importações. Fonte: O Estado de São Paulo - SP...

Publicada lei para compensar setores industriais exportadores

...ema. Ele cita que o efeito do câmbio gerou queda de nove milhões no volume de pares exportados pelas empresas gaúchas, de janeiro a setembro. A lei deve compensar tanto as empresas que investem no mercado externo como interno. “No que se refere aos investimentos em parque fabril, quem abastece o mercado interno deverá ser beneficiado, uma vez que a produção pode aumentar nesta época do ano”, apontou. A lei permite o desconto imediato de PIS e da Cofins incidentes na aquisição e importaç...

Conta Financeira responde por 96,6% da entrada de dólares em 2007

..., desde agosto de 2003 com um câmbio a R$ 3, está 20% acima da média mundial, de 17,2% Estudo apresentado nesta quarta-feira pelo Departa...

Maior marca também para exportações

Mesmo com câmbio desfavorável e uma queda de 38% no ritmo da...

Fluxo cambial tem entrada líquida de US$ 1,295 bi nos nove primeiros dias úteis de outubro

... O movimento é concentrado no câmbio comercial, no qual se registram as exportações nacionais. No segmento financeiro, houve saída líquida de divisas. De acordo com os dados do...

Fiesp propõe mudanças para política de câmbio brasileira

...rte pressão vendedora sobre o câmbio à vista. Paralelamente, o aumento dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) cambial do BNDES e uma pequena parcela do estoque do compulsório para financiar os exportadores também seriam medidas que impactariam os ACCs. Outra medida proposta pela Fiesp refere-se à alterações no financiamento à importação, o que impulsionaria o fechamento de câmbio à vista sobre as importações de bens de consumo e de bens de consumo duráveis. A entidade propõe um prazo máximo para liquidação cambial de exportações, com limites de 30 dias para bens de consumo, 60 dias para bens intermediários, 180 dias para os bens de consumo duráveis e até cinco anos para bens de capital e de tecnologia. Dívida Outra medida proposta pela Fiesp é o pré-pagamento da dívida pública externa. Dessa forma, o Tesouro Nacional atua no mercado de câmbio à vista, adquirindo moeda estrangeira para pagamento antecipado dos títulos brasileiros no mercado financeiro internacional. Bancos A última proposta defendida pela Fiesp é a alteração dos limites de posição vendida (como devedores) dos bancos no mercado de câmbio. Isso reduziria a pressão especulativa vendedora das instituições financeiras no mercado futuro de câmbio no Brasil. A medida seria aplicada por meio da obrigatoriedade de um depósito junto ao Banco Central, equivalente a 100% sobre o valor das posições vendidas das instituições financeiras no mercado futuro de câmbio. Fonte: Folhapres + AE...

Mercado prevê cotação do dólar a R$ 1,90 em julho de 2008

...inanceiro prevê que a taxa de câmbio só voltará a R$ 1,90 por dólar em julho de 2008, de ac...

Empresas vão exportar menos para reduzir perdas

...terno, apesar da oscilação do câmbio. A West Coast tem 350 empregados e como a produção que será transferida para o exterior já é terceirizada no Rio Grande do Sul, não haverá demissões. Após uma série de negociações, a Cerâmica Vila Rica, de Andradas (SP), que exporta pratos, xícaras e travessas, conseguiu reajustar em 5% seus produtos. "Com a recente valorização do real, já perdemos esse percentual", diz Danilo Marcon, diretor-comercial da empresa. Ele afirma que pretende reduzir em pelo menos 20% as vendas da empresa para o exterior em 2008. "Não estou renovando contratos. Prefiro transferir essa produção para o mercado interno", diz. Marcon foi surpreendido pelo dólar a R$ 1,80. No fim de 2006, calculou a venda para um cliente na Rússia com o dólar acima de R$ 2,0. Ele reclama que, apesar de importado, o gás que utiliza para manter acesos os fornos da empresa (e que vem da Bolívia) subiu de preço. Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro, o dólar a R$ 1,80 surpreendeu muitos setores. "Nem o mais pessimista dos analista de comércio exterior previa isso", diz. Ele afirma que esse nível de câmbio afeta a expectativa das empresas, que se voltam para o mercado interno. De acordo com Domingos Rigoni, presidente da Movelar, fabricante de móveis, a empresa promoveu dois reajustes de preços em fevereiro e em junho, mas eles não foram suficientes para compensar o câmbio. Ele planejava aumentar em 30% as exportações e agora já estima uma queda de 20% em relação a 2006. A Montana, fabricante de máquinas, tratores e implementos agrícolas com sede em São José dos Pinhais (PR), pretendia que as exportações representassem 35% do faturamento de 2007, mas está reduzindo essa meta. A gerente de negócios internacionais, Edla Pavan, conta que renegociou as vendas que não foram entregues. Por dois motivos: queda do dólar e aquecimento do mercado interno. Segundo ela, 7% dos contratos tinham hedge com bancos e para o restante a intenção é conseguir reajuste de 8% ou adiar o embarque para os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, quando a demanda interna cai. Até agora a estratégia deu certo com um ...

Previsões e realismo nas exportações

...se aproveitaram para fechar o câmbio em setembro, quando ocorreu uma desvalorização do real por curto período - o que explica o grande aumento no valor das exportações de produtos manufaturados. Isso aconselha cautela nas previsões sobre a evolução dos saldos da balança comercial nos próximos meses. De fato, cada vez mais os exportadores estarão encontrando meios de driblar as dificuldades criadas pela taxa cambial, seja aumentando a sua produtividade, seja desenvolvendo novos produtos, seja conseguindo entrar em novos mercados. Neste sentido, é interessante notar que, em setembro, houve um aumento superior a 100% das exportações, em relação ao mês anterior, para 11 países. São exportações ainda de valor reduzido, notando-se, porém, que, para os Emirados Árabes Unidos, elas somaram, em setembro, US$ 175,7 milhões, com aumento de 43,2%, e para a Indonésia, US$ 110,3 milhões, com crescimento de 51,1%. Pode-se esperar que, com mais inves...

Superávit pode ficar próximo a US$ 30 bilhões em 2008

...a tendência de valorização do câmbio e o ritmo expressivo de crescimento da economia, crescem...

Iedi defende devolução de ICMS retido de exportadores

...mento de forte valorização do câmbio. Em estudo divulgado ontem, o Iedi propõe que a União transfira "os recursos diretamente para os exportadores, cabendo aos Estados validar os créditos". O governo não divulga o estoque total de ICMS retido, mas as estimativas apontam para algo na casa de R$ 13 bilh...

Importação bate recorde e fluxo cambial fica negativo no mês

...a terceiro recorde seguido no câmbio para a importação. O câmbio para exportação, por sua vez, somou US$ 12,521 bilhões, menor desde fevereiro deste ano. Apesar do resultado negativo em setembro, o fluxo cambial acumulado no ano está positivo em US$ 70,054 bilhões, bastante acima dos US$ 37,270 bilhões registrados em todo o ano de 2006. Além disso, o número final do mês mostrou que houve uma forte re...

Saldo com Argentina soma US$ 2,9 bi

...ores que não são vinculado ao câmbio, como a força da demanda de ambos mercados e a escala produtiva dos setores econômicos. De acordo com a abeceb.com, o crescimento acelerado da demanda interna argentina explica o dinamismo adicional das vendas brasileiras para o país vizinho.As exportações para a Argentina cresceram 19,6% entre janeiro e setembro de 2007 frente ao mesmo período do ano anterior atingindo US$ 10,326 bilhões. O país vizinho consolida-se como o principal destino dos veículos familiares, de carga e suas partes, aparelhos transmissores e receptores, tratores, óleos combustíveis, laminados de ferro e telefonia celular produzidos no Brasil.Ainda segundo o levantamento da consultoria com base em dados oficiais do Brasil, a Argentina continua ocupando o terceiro lugar entre os países de origem das compras externas brasileiras, acumulando de janeiro a setembro deste ano US$ 7,383 bilhões, atrás dos Estados Unidos (US$ 13,586 bilhões) e da China (US$ 8,197 bilhões). Fonte: Gazeta Mercantil...

Superávit pode ficar próximo a US$ 30 bilhões em 2008

...a tendência de valorização do câmbio e o ritmo expressivo de crescimento da economia, crescem...

Expansão de importações vai reduzir o superávit comercial

A valorização do câmbio - na sexta-feira, o dólar fechou a R$ 1,834...

Exportação, competitividade e câmbio

...prejuízo causado pela taxa de câmbio desfavorável. É o caso de produtos agrícolas e minérios.Os produtos industrializados, em geral, sofrem o impacto da perda de competitividade e seus preços não podem ser reajustados para compensar a ação negativa da taxa de câmbio. Resta à empresa exportadora assumir o prejuízo, acreditando em uma recuperação mais no futuro e mantendo assim seus clientes no exterior para continuar com sua escala de produção e absorção de custos fixos. O exportador pode e deve ainda negociar redução de custos com seus fornecedores de matérias-primas, insumos de produção e serviços em geral, com base no volume adquirido e que se destinam à exportação, dividindo assim o prejuízo decorrente da taxa cambial com seus fornecedores. Como exemplo, se o exportador consome 100 toneladas de determinada matéria-prima ou insumo e exporta produto final que incorpora o equivalente a 10 toneladas dessa matéria- prima ou insumo, deve negociar com o fornecedor um preço especial para o volume destinado à fabricação de produto a ser exportado. O mesmo critério vale para serviços em geral, embalagem, transporte rodoviário e frete marítimo ou aéreo. Algumas grandes empresas já estão produzindo seus produtos no exterior, principalmente na China, uma vez que o produto final importado tem menor custo que o produzido em nosso país. O exportador deve ainda aproveitar a taxa cambial favorável à importação para adquirir máquinas, equipamentos e tecnologia do exterior, ganhando eficiência, maior produtividade e avanços tecnológicos que certamente irão reduzir substancialmente seus custos atuais. É hora de usar toda criatividade e inovação para enfrentar a queda de receitas e se manter competitivo no mercado internacional. Fonte: Gazeta Mercantil...

Câmbio faz exportação perder força na balança

A valorização do câmbio - na sexta-feira, o dólar fechou a R$ 1,834...

Brasil volta a depender mais do saldo das commodities

...s defasados da valorização do câmbio reduziram os superávits de setores estratégicos no primeiro semestre deste ano. Até agora, esses seis segmentos - veículos automotores, peças, têxteis, material elétrico, minerais não-metálicos e outros produtos alimentares - vinham aumentando os superávits, apesar do real forte. Segundo levantamento da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), obtido pelo Va...

Indústria exporta 25% da produção, mostra Firjan

...dustrialização provocada pelo câmbio valorizado). Eu desafio alguém a mostrar dados que demonstrem isso", afirmou o economista da Firjan. Para ele "as pessoas são tão apaixonadas por suas próprias idéias que esquecem os fatos". Para Carvalho, o grande freio às exportações brasileiras está na infra-estrutura sucateada e na falta de investimentos públicos, combinado com o elevado gasto estatal na conta de custeio, na pouca abertura e no atraso de reformas estruturais como a fiscal e a trabalhista. Fonte: Valor Econômico...

Exportação de aves de olho no câmbio

... estão em alerta por causa do câmbio. O segmento calcula que, mesmo com desempenho recorde, perderá receita neste ano, caso o dólar permaneça em R$ 1,90 até dezembro. Ainda assim, a projeção é de recuperação de produção e vendas em 200...

Brasil e Reino Unido definem bases para ampliar intercâmbio

...ivas para a ampliação do intercâmbio econômico-comercial.Os ministros aprovaram uma declaração conjunta com recomendações para as próximas ações do grupo. As orientações estão focadas no aumento da cooperação em setores considerados chaves, incentivo para ciência e inovação; desenvolvimento de ambiente de negócios e compartilhamento de conhecimentos e boas práticas. A declaração incentiva a cooperação nos setores de serviços advocatícios, serviços financeiros, saúde, energia, setor aeroespacial e de aviação.Em relação à inovação, a declaração recomenda a parceria nos setores de biotecnologia e biocombustível e o compartilhamento de boas práticas em relação a uma política de inovação, com foco na gestão de parques tecnológicos e no treinamento de profissionai...

Brasil amplia mix de produtos nas exportações

...cial brasileira, mesmo com um câmbio menos favorável. A conclusão é do estudo "A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais" do economista Fernando Puga, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo Puga, mesmo nas exportações de matérias-primas "há muita tecnologia" desenvolvida no país, observou o economista. Ele lembrou que a Petrobras está ampliando de forma expressiva as exportações de petróle...

Indústria aponta que cotação do dólar deveria estar a R$ 2,34

A apreciação da taxa de câmbio voltou a ser pauta da reunião do Conselho S...

Exportador antecipa venda de US$ 27 bi

...m agosto, elevando o total de câmbio antecipado pelo exportador neste ano a US$ 27 bilhões, segundo o Banco Central. No ano passado todo foram antecipados US$ 11 ...

Mercado reduz projeção do superávit da balança comercial

...ca de juros (Selic) em 11%. O câmbio está estimado em R$ 1,95 no final de 2008, quando a taxa de juros presumida é de 10%. Fonte: Agência Brasil...

Cresce número de grandes importadoras

...ento das compras externas é o câmbio valorizado. Nos sete primeiros meses de 2005, o valor médio do Ptax 0800 – dólar oficial utilizado pelas empresas de comércio exterior – foi de R$ 2,54, cotação que caiu para R$ 2,02, no mesmo período deste ano. “Esse crescimento generalizado acontece por causa do dólar desvalorizado. Percebendo essa tendência, as empresas começaram a adquirir capital com material importado, mais barato”, ressalta. O número de empresas importadoras, no mesmo intervalo de comparação, entre a faixa de US$ 100 milhões e US$ 60 milhões passou de 30 para 52, de US$ 60 milhões a US$ 40 milhões, de 47 para 81, de US$ 40 milhões a US$ 20 milhões, de 142 para 195, e de US$ 20 milhões a US$ 10 milhões, de 255 para 354. China - O presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, vai à China apresentar aos executivos chineses dados sobre a infra-estrutura do País e informações sobre setores estratégicos da economia brasileira, como biocombustíveis, indústria aeroespacial, mineração, agronegócio e biotecnologia, além de falar sobre os melhores setores para fundos de investimentos em participações no Brasil. Fonte: Jornal do Commercio - PE...

Suécia é o país nórdico com que o Brasil tem mais comércio

...essa região da Europa. O intercâmbio comercial dos dois países cresceu 90% desde 2002 e alcançou US$ 1,44 bilhão em 2006, com saldo negativo para o Brasil de US$ 453 milhões. Café não-torrado em grão, sulfetos de minérios de cobre, álcool etílico e carne bovina desossada foram os principais produtos exportados pelo...

Certificado de Origem pode oferecer vantagem competitiva ao exportador

...ilaterais) e facilitar o intercâmbio de mercadorias são alguns motivos que justificam a existência do Certificado de Origem. "Este documento beneficia o importador, que pode obter benefícios no ato da liberação das mercadorias na alfândega de seu país, além de isenção ou redução de impostos segundo sua origem", explicou Soler. "No entanto, muitas empresas brasileiras desconhecem a existência desse certificado, que poderia lhe dar vantagens competitivas em muitas ocasiões". Soler também convidou os exportadores a ficarem atentos aos cursos mensais sobre certificados de origem ministrados gratuitamente na Fiesp. Soler dividiu a palestra com Rober...

Preço ainda sustenta exportação em 2007

...a externa e dependem menos do câmbio do que os exportadores de manufaturados. No setor de siderurgia, as cotações das exportações cresceram 27,5% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Fonte: Valor Econômico - SP...

Comércio entre Brasil e Austrália cresce 5% no semestre

... dólar, e é essa oscilação do câmbio que explica o aumento de 9% déficit brasileiro no saldo comercial, que passou de R$ 132 milhões para US$ 144 milhões. Isso porque a pauta dos dois países se é concentrada em até 80% em commoditties como petróleo, minério de ferro e carvão mineral. As importações brasileiras aumentaram 6%, passando de US$ 394,36 milhões para US$ 418,35 milhões, dado superior ao crescimento das exportações (5%), que saíram de US$ 262,29 milhões para US$ 274,3 milhões . "O comércio internacional cresceu entre 7% e 8%, mais do que as trocas entre os dois países. Eu não defendo a exportação de produtos brasileiros para a Austrália, que ...

Móveis do Oeste de SC ao Reino Unido

...ign. Entre as metas está intercâmbio com instituição de design da Itália. Fonte: Diário Catarinense ...

Câmbio afeta o agronegócio

.... Porém, ao mesmo tempo que o câmbio afeta principalmente os negócios de exportação do setor agropecuário, é fundamental manter o nível de competitividade, trabalhar com alta produtividade e otimização dos custos para que as oscilações cambiais não provoquem perdas tão significativas ao agronegócio, afirmou a professora de Finanças da Fundação Dom Cabral (FDC), Virgínia Izabel Oliveira. Estoques - "O governo trabalha com estoques reguladores de grãos para manter oferta e demanda, para que os preços permaneçam em patamares aceitáveis", disse Izabel Oliveira. Segundo ela, a variável cambial é importante, mas o setor não pode ancorar os negócios apenas no dólar, senão o segmento fica muito vulnerável. No início do mês de março, o dólar estava cotado em R$ 2,12, fechou abril em R$ 2,03 e no mês seguinte seguiu em torno de R$ 1,94. No final de junho, a moeda norte-ameriacana alcançou R$ 1,84 e em julho fechou em R$ 1,87. Neste mês, o dólar seguiu ritmo de alta, fechando ontem em R$ .... . De acordo com a professora da FDC, a partir de 9 de agosto o dólar iniciou movimento de alta, devido a queda da bolsa de valores que reagiu às questões imobiliárias dos Estados Unidos. v Hoje, a desvalorização da moeda no...

Exportador gera menos empregos

...eríodo, que é de 11,6%. Fator câmbio complica ainda mais as empresas Entre as empresas que exportam mais de 50% do faturamento, 18% delas prevêem ampliar em julho o quadro de funcionários no próximo trimestre, um crescimento de 63,3% na comparação com as expectativas do mesmo período de 2006. O resultado, porém, está abaixo da média histórica para os meses de julho dos últimos cinco anos, que é de 25,6%. - O fator câmbio vem afetando diretamente as empresas que exportam mais de 50% do seu faturamento - explica Campelo. Ele compara os resultados deste ano com os de 2002, o mais alto dos últimos cinco anos, quando 40% dos empresários pretendiam contratar, e com o de 2004, momento em que esse índice chegou a 34%. - Ao contrário de 2002 e 2004, quando as exportações puxaram o nível de demanda global das empresas, neste ano é o mercado interno o indutor dos empregos. E isso está influenciando na expectativa de contratação dos empresários - salienta. A sondagem aponta ainda, em relação às empresas que vendem ao exterior mais de 50% de seu faturamento, que 6% dos empresários devem demitir no próximo trimestre, r...

Exportação só será afetada em 2008

...mbial. Por isso, o impacto do câmbio sobre a balança comercial neste ano deve ser residual, afirmou o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augus...

Agora estratégica, exportação das cooperativas cresce 34% até junho

...ia." Embora prejudicadas pelo câmbio desfavorável, a maioria das organizações alterou seu perfil de vendas ao exterior com a estabilidade da economia e a contenção da inflação, segundo a avaliação do executivo. A participação do segmento nas exportações totais do agronegócio devem saltar de 5,7% para 10% até 2010 - em 2005, essa fatia era de 5,1%, lembra Freitas. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Comércio entre Brasil e Argentina deve bater novo recorde

...uase 70% correspondem ao intercâmbio entre Brasil e Argentina. Estes números "dão cada vez mais força à inserção internacional" do Mercosul, disse o diplomata, acrescentando que o déficit comercial argentino em relação ao Brasil está se reduzindo, com o crescimento de 30% das exportações argentinas nos primeiros quatro meses do ano. "A tendência é de um comércio cada vez mais equilibrado e o pleno sucesso da integração facilita o acesso ao mercado brasileiro", afirmou. O chanceler argentino, Jorge Taiana, destacou que o comércio bilateral passou de US$ 7,4 bilhões no final de 2002 para US$ 20 bilhões em 2006. "Temos a convicção de que juntos somos mais fortes, mais competitivos e mais efic...

Exportações gaúchas crescem 26% no ano

..."Mesmo com obstáculos, como o câmbio desfavorável e a greve dos ficais da Receita Federal no mês de julho, a performance da indústria do Estado está acima da média nacional", destaca Tigre. No mês passado, as exportações gaúchas cresceram 22%. Setorialmente, alimentos e bebidas (principalmente carnes e óleo de soja) tiveram crescimento de 33% de janeiro e julho. O segmento é o principal exportador da pauta do Estado, com 21% do total. Produtos químicos aumentaram 36% e sua participação passou de 11,5% em 2006 para 12,4% este ano. Calçados, que ainda é o segundo segmento exportador, teve crescimento de 1,7%, mas diminuiu sua participação de 17% no ano passado para 13,5% este ano. Fumo e máquinas e equipamentos agrícolas aumentar...

Medidas antidumping contêm importação, apesar do dólar barato

...balhistas e deixarem de ter o câmbio controlado, o custo vai aumentar e a competitividade vai cair. Se a indústria brasileira for destruída enquanto isso não ocorre, será difícil retomar." Praticar dumping significa exportar para outro país abaixo do preço do mercado interno. Depois de uma investigação solicitada pelo setor privado, o governo determina uma sobretaxa, que pode ser no máximo a diferença entre os preços de exportação e interno. No caso da China, o Brasil desconsidera os preços praticados internamente e adota como referência outros mercados, pois argumenta que o governo chinês interfere na formação interna de preços. O presidente Lula prometeu à China reconhecer o país como economia de mercado, o que dificultaria as investigações de dumping, mas a promessa ficou no papel. Em alguns produtos, basta retirar o antidumping para que as importações aumentem. É o caso dos pneus de bicicleta. Com a aplicação do direito antidumping, as importações vindas da China, Índia e Tailândia caíram, respectivamente, 94%, 73% e 66% entre 1997 e 1998, para US$ 118 mil, US$ 82 mil e US$ 601 mil. A medida foi suspensa para China e Índia em 2004. No ano seguinte, as importações de pneus de bicicletas chineses saltaram para US$ 2,1 milhões. Existem hoje em vigor no Brasil 56 direitos antidumping. Apesar da eficiência desse instrumento de defesa comercial, o antidumping não atinge o resultado esperado em em algumas situações. Em dezembro de 2001, o Brasil aplicou sobretaxa de US$ 0,48 por quilo de alho vindo da China. As importações, que somaram US$ 8,6 milhões em 2000, caíram levemente para US$ 7,9 milhões em 2001, mas voltaram a subir com vigor, atingindo US$ 16,6 milhões em 2003. Em 2006, foram importados US$ 31,9 milhões em alho da China. Boa parte do produto entrou no país sem pagar direito antidumping, após concessão de liminares autorizando a importação. O Brasil também impôs sobretaxa de 60% para importação de cadeados em 2001. Mesmo assim, as importações saltaram de US$ 493 milhões em 2000 para US$ 1,8 bilhão em 2006. Nesse caso, nem todos os modelos de cadeados estão sujeitos ao antidumping, o que dá margem para que o produto chegue no Brasil com a classificação incorreta e pague menos imposto. Fonte: Valor Econômico - Raquel Landim...

Desempenho da indústria gaúcha cresce 4,6% no primeiro semestre

...e as restrições impostas pelo câmbio. "Ainda não conseguimos recuperar as perdas de 24 meses consecutivos de queda entre 2005 e 2006", salientou. Das indústrias pesquisadas, 68,3% aumentaram suas vendas no primeiro semestre, sendo o melhor resultado desde janeiro de 2003. Todos os setores estão crescendo, com exceção de edição/impressão (-4%) e material eletrônico (-8,5%). Os melhores desempenhos no semestre são máquinas e equipamentos (15,3%), veículos automotores (10,9%) e produtos químicos (5,2%). Com relação ao mercado de trabalho, Paulo Tigre explicou que não se recupera com tanta rapidez quanto as variáveis mais ligadas a produção: compras e vendas. "Os setores com mão-de-obra mais intensiva, como couros e calçados e móveis, ainda estão negativos em pessoal ocupado, sendo respec...

Exportações de móveis crescem 4,29% no primeiro semestre

...nais desde 1998. "Mesmo com o câmbio desfavorável e a grande elevação dos preços de insumos e matérias-primas, nossas empresas têm conseguido manter os resultados das exportações, mas à custa da diminuição da margem de lucro. É necessária a ação do governo no sentido de reverter essa valorização do real, fruto principalmente da política de juros altos praticadas pelo Brasil", avalia Fernandez. Fonte: Jornal do Commercio - AM ...

Governo hesita em aplicar medidas para atenuar efeito do câmbio

...nada há a fazer em relação ao câmbio. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria comentado, em reunião do Conselho Político na semana passada, que o dólar continuará em queda enquanto não for debelada a crise nos EUA. Fonte: Jornal do Comércio - RS ...

CNI propõe corte de tarifas do Brasil e México

...ara a diversificação dos intercâmbios entre empresas dos países. Em defesa da integração da América Latina, o presidente deu uma estocada em seu mais celebrado parceiro na área de biocombustíveis, os Estados Unidos. ‘Não precisamos de muros. Precisamos de rodovias, gasodutos, linhas de transmissão. A verdadeira integração faz com que não apenas as mercadorias e os serviços circulem livremente, mas também as pessoas e as idéias’, afirmou. Dados da CNI mostram que a corrente de comércio Brasil-México já havia passado de US$ 2,9 bilhões para US$ 5,7 bilhões entre 2002 e 2006. O superávit brasileiro saltou, no período, de US$ 1,8 bilhão para US$ 3,1 bilhões. Mas o impacto do ACE 53 foi mínimo. Maior expressão teve o ACE 55, que reduziu as tarifas de importação no comércio bilateral automotivo e gerou o compromisso de total liberalização do setor até 2020. Dos embarques para o México em 2006, 54% foram de automóveis. Para o Itamaraty, a ampliação do ACE 53 envolverá negociação mais complicada que a de um acordo de livre comércio. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, advertiu que a negociação setorial tende a levantar mais sensibilidades e nem sempre é suscetível a argumentos de ordem política. Para ele, o Mercosul não teria existido se os governos não tivessem dado o salto para a negociação do livre comércio. ‘Com o México, acontece algo similar. Do ponto de vista político e econômico, para o Brasil e o Mercosul, interessaria sim ter um acordo de livre comércio com o México. Mas há sensibilidades demais. VISITA O presidente Lula chegou à Cidade do México às 20h20 de ontem, no horário de Brasília. O país é o primeiro no roteiro pela América Central e Caribe, que vai até o dia 10 e inclui a primeira visita...

Empresários brasileiros e mexicanos vão propor ampliação de acordos comerciais bilaterais

...resariais e incentivar o intercâmbio de informações e de avaliações sobre o desempenho da economia dos dois países. Os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, e do Conselho Empr...

Receita de exportação de pequenas cresce 41,2%

...ortadores. "[Devido à taxa de câmbio], as empresas perdem competitividade", diz Milton Bogus, diretor do Dempi (Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Antes de cruzar fronteiras, porém, o empresário precisa estar atento a alguns pontos. A seguir, confira sete idéias de especialistas para que essa remessa traga lucro -e não prejuízo- na bagagem. Pacote para exportar 1 - Ficha limpa Ser competitivo no mercado externo começa com uma faxina dentro da empresa para organizar as finanças, diagnosticar "ralos" por onde a empresa perde dinheiro e estar em dia com os impostos. "Fora do país, é comum que os prazos de financiamento da compra sejam mais longos", diz Alfredo Reis, professor de finanças corporativas do Ibmec São Paulo. Assim, entre compra de matéria-prima, produção, transporte e desembaraço aduaneiro, vão-se meses -e, nesse meio-tempo, a firma ainda não recebeu pela venda. "O empresário precisa de capital de giro para tudo isso. Ele pode fazer a antecipação da exportação em um banco. Entretanto, para isso, é preciso ter ficha limpa", avisa Reis. 2 - Novo mercado Primeiro lugar entre os destinos das exportações de micro e pequenas empresas, a América Latina oferece boas oportunidades para quem quer buscar novos mercados. "Há financiamentos para exportar na região e facilidades de acesso e transporte", diz Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investiment...

Setores afetados pelo câmbio já reagem

...portadoras ao novo patamar do câmbio e do crescimento do mercado interno de consumo, que passou a absorver parte dos bens antes exportados. Segundo economistas ouvidos pela Folha, a recuperação dos semiduráveis, aliada ao forte crescimento de outros setores, indica que não há um processo de desindustrialização em curso no país. A tese foi levantada por um grupo de economistas tidos como desenvolvimentistas (pensamento liderado na academia por UFRJ e Unicamp) por causa da perda de competitividade provocada pela valorização do real. Para Sérgio Vale, economista da MB Associados, a tese de "desindustrialização de setores muito intensivos em mão-de-obra como cal...

Seminário mostra na FIESC oportunidades de negócio com a China

...o da China para promover intercâmbios comerciais. No seminário também será feito o lançamento da Missão Brasileira à China 2007. Empresários de 13 estados do Brasil participarão através de videoconferência. A missão empresarial ira à Canton Fair, que ocorre entre os dias 15 e 20 de outubro. É a maior feira multisetorial da China, realizada anualmente em Guangzhou, principal cidade industrial do Sul da China. A última edição do evento teve mais de 14 mil expositores. A comitiva brasileira também fará visitas técnicas ao porto de Guangzhou, terceiro maior porto do país e ao terminal de cargas Nansha. Eles embarcam no dia 11 de outubro e retornam no dia 21. A missão empresarial é um projeto da CNI, denominado “Ação Integrada”, que reunirá empresários de diversos estados brasileiros interessa...

Dólar barato e mercado interno estimulam processo

... da prolongada valorização do câmbio sobre a economia brasileira, ainda bastante fechada para padrões internacionais. Visto como saudável por economis...

Vendas externas caem 1,3% e importações sobem 28,7% em julho

...xternas vão bem e o efeito do câmbio e do aumento da demanda interna não são suficientes para atingir os bons resultados da balança comercial. No ano, as exportações somam US$ 87,3 bilhões, 16,9% a mais do que de janeiro a julho de 2006. As importações no ano alcançam US$ 63,3 bilhões, aumento de 27,9%. O saldo comercial no ano está em US$ 23,9 bilhões, uma queda de 4,8% com relação ao saldo no mesmo período do ano passado. De acordo com o secretário de Comércio Exterior, Armando Meziat, o saldo comercial abaixo do registrado no ano passado já era esperado. - Nossa meta sempre foi realista, desde o início do ano estamos falando que o saldo cairia - disse Meziat. - Estamos comparando o primeiro semestre e as bases comparativas do ano passado, muito altas, e não devemos ter o mesmo ritmo no segundo semestre. Caso a nossa meta de US$ 155 bilhões se confirme, o crescimento será de 12,5% contra 17,5% registrado no ano passado. No acumulado de 12 meses, as três ca...

Indústria catarinense está mais confiante

...rias catarinenses, seguida do câmbio. Fonte: FIESC...

Câmbio verde

...posta inovadora, a adoção do "câmbio verde", pode ser a solução para a crise de renda q...

Dólar: com alta de 3,32%, moeda volta ao nível do fim de junho

...sessão de ontem do mercado de câmbio, o volume cresceu 76% em relação à véspera, para US$ 5,256 bilhões. De acordo com operadores, o Banco Central (BC) comprou cerca de US$ 30 milhões em leilão. Depois dessa operação, as cotações à vista renovaram as máximas, influenciadas pelas bolsas. O mercado de dólar futuro acompanhou a correção, e os sete vencimentos negociados na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) projetaram fortes altas. O giro aumentou 52,75%, para US$ 33,91 bilhões. Os contratos para agosto fecharam em R$ 1,933 na BM&F, com alta de 3,41%. Para setembro, a projeção é de cotação de R$ 1,935, com ganho de 3,09%. Exterior No mercado internacional de moedas, o dólar cai...

Indústria catarinense está mais confiante

...s catarinenses, seguindo-se o câmbio. As pequenas indústrias, após a carga tributária, informaram como principais fatores prejudiciais aos negócios no segundo trimestre de 2007 os juros elevados e a falta de demanda. As médias citaram a grande competição de mercado, a taxa de câmbio e a fraca demanda. As grandes indústrias, após os impostos, citaram a taxa de câmbio, os juros, o custo das matérias-primas e a concorrência de mercado. Fonte: FIESC...

Cresce lobby para forçar alta do dólar

... cada vez mais fortes sobre o câmbio. "Perguntamos ao ministro qual é o limite", disse ele. Monteiro e Giannetti defenderam o fim da isenção do Imposto de Renda (IR) para as aplicações em títulos públicos feitas pelos investidores estrangeiros. O presidente da CNI reconheceu que o empresariado apoiou a medida quando ela foi adotada, em fevereiro de 2006, porque via nela uma forma de obter mais recursos para o crédito no mercado interno. "Mas agora o quadro é diferente", disse. "Essa isenção é um absurdo", reforçou Giannetti. Para o diretor da Fiesp, o governo precisa agir rápido sobre o câmbio. "O custo de reversão do problema vai ficando mais elevado", afirmou. Na avaliação de Giannetti, os dados positivos da economia, impulsionados pela "liquidez internacional fabulosa", mascaram os problemas enfrentados pelo empresariado brasileiro. "Vivemos de novo uma fase de ilusão, de auto-engano." Fluxo anormal Giannetti classificou de "anormal" o fluxo de capital externo para o País, que está provocando a valorização excessiva do câmbio. "Os bancos estão em posição ostensivamente vendida e nós vamos pagar o pato", afirmou o executivo. Monteiro concordou, dizendo que a atual desvalorização do dólar ante o real tem um componente forte de arbitragem. Ou seja, a pressão te...

Exportações devem chegar a US$ 158 bi neste ano, diz Funcex

Apesar da sobrevalorização do câmbio e da reclamação dos empresários, as exporta...

Dólar já ronda o R$ 1,80

...oeda a R$ 1,845. Nas casas de câmbio de São Paulo, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,94 (venda), em queda de 1,02%. A desvalorização do dólar frente ao real voltou a ser influenciada pelo movimento positivo nas Bolsas internacionais, assim como na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com isso, o fluxo de entrada da moeda no país aumenta e derruba a cotação do dólar. Segundo Sidnei Moura Nehme, diretor-execut...

MP vai repor isenção de tributos a empresas

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro e sobre Operações relativas a Valores Mobiliários, além das contribuições PIS, Cofins e CSLL (Contribuição sobre Lucro Líquido). A Medida Provisória que será redigida depois de reaberta a discussão com os congressistas, na volta do recesso parlamentar, vai garantir cinco anos de isenção do IR apenas para as empresas da Sudam e da Sudene. Para os demais impostos, a Medida Provisória vai mudar o conceito de isenção para o de suspensão dos tributos. "Isenção é incompatível com o sistema cambial e tributário brasileiro", disse Carlos Alberto Barreto, secretário-adjunto da Receita Federal. O projeto requeria ainda os mesmos benefícios para a produção que não seria exportada, que a lei fixava em 20%. Segundo ele, isso geraria distorções entre as empresas que produzem para o mercado interno e aquelas instaladas nas ZPEs. Portanto, a MP vai autorizar as empresas das ZPEs a destinar 20% da produção para o mercado interno, mas, nesse caso, as isenções ou suspensões tributárias poderão ser canceladas. As empresas que venderem para o mercado doméstico estarão sujeitas ao regime tributário vigente para as d...

Alta nas alíquotas de importação divide o setor têxtil

...a significativa apreciação do câmbio erodiu as tarifas de importação. "Defenderemos a nossa proposta em praça pública. Está em risco o sétimo maior parque produtivo do mundo", diz. O empresário diz que a Abit tem uma visão integral da cadeia produtiva, mas que o eixo central é a confecção. "Temos conselheiros de todos os elos da cadeia", reforça. A Abit solicitou ao governo brasileiro a elevação da tarifa de confecção para 35% e de tecidos para 30%. A medida, já aprovada pela Argentina, ainda está em estudo pelos sócios menores do Mercosul. O Paraguai concorda com a elevação da taxa para confecção, mas é contra para tecidos, porque é importador de matéria-prima. O Uruguai resiste em aprovar a medida mesmo para confecções, porque concedeu recentemente apoio ao setor. Segundo Pimentel, a elevação da tarifa para tecidos é necessária para manter a escalada tarifária existente no setor. Por isso, defende que o governo brasileiro adote um "waiver", uma espécie de licença para elevar as tarifas de tecidos e confecções sem a aprovação do Mercosul. Atualmente, as tarifas de importação brasileiras estão em 20% para confecções, 18% para te...

LEI Nº 11.508, DE 20 DE JULHO DE 2007

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro e sobre Operações relativas a Valores Mobiliários; III - sobre o valor das matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagem, adquiridos no mercado interno, que integrarem o produto internado, encargo cujo percentual será somatório das alíquotas em vigor no momento da internação, para: a) a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins); b) a Contribuição para os Programas de Integração Social - PIS e de Formação do Patrimônio do Servidor Público - Pasep; e c) o crédito presumido de que trata a Lei no 9.363, de 13 de dezembro de 1996, e alterações posteriores, quando couber. § 3º Os valores relativos aos produtos internados, que tenham sido fabricados por empresas localizadas em ZPE, não serão computados para os efeitos da limitação de que trata o caput deste artigo, quando as compras correspondentes forem efetuadas pela União, Estado, Distrito Federal, Municípios e suas respectivas autarquias, e tiverem sido realizadas em virtude de concorrência internacional. § 4º A energia elétrica produzida por empresa em ZPE, excedente ao seu consumo, poderá ser vendida no mercado interno, observado o mesmo tratamento tributário dado à energia elétrica produzida e distribuída no País, sujeitando-se ao mesmo percentual de internação presente nesta Lei. § 5º Será permitida, sob condições previstas em regulamento, a aplicação dos seguintes regimes aduaneiros especiais à mercadoria saída de ZPE: I - trânsito aduaneiro; II - admissão temporária; e III - o previsto no inciso II do art. 78 do Decreto-Lei no 37, de 18 de novembro de 1966. Art. 19. (VETADO) Art. 20. O Poder Executivo estabelecerá em regulamento as normas para a fiscalização, o despacho e o controle aduaneiro de mercadorias em ZPE e a forma como a autoridade aduaneira exercerá o controle e a verificação do embarque e, quando for o caso, da destinação de mercadoria exportada por empresa instalada em ZPE. Art. 21. Para efeitos fiscais, cambiais e administrativos, aplicar- se-á aos serviços o seguinte tratamento: I - (VETADO) II - os prestados em ZPE, por residente ou domiciliado no exterior, para empresas ali instaladas, serão considerados como prestados no exterior; III - (VETADO) IV - (VETADO) § 1º ( VETADO) § 2º ( VETADO) Art. 22. Sem prejuízo das sanções de natureza fiscal, cambial, administrativa e penal constantes da legislação em vigor, o descumprimento das disposições previstas nesta Lei sujeitará a empresa instalada em ZPE às seguintes penalidades, tendo em vista a gravidade da infração e observado o disposto em regulamento: I - advertência; II - multa equivalente ao valor de R$ 1.000,00 (mil reais) a R$ 10.000,00 (dez mil reais); III - perdimento de bens; IV - interdição do estabelecimento industrial; e V - cassação da autorização para funcionar em ZPE. Art. 23. Considerar-se-á dano ao Erário, para efeito de aplicação da pena de perdimento, na forma da legislação específica: I - a introdução no mercado interno de mercadoria procedente de ZPE, que tenha sido importada, adquirida no mercado interno ou produzida em ZPE, fora dos casos autorizados nesta Lei; II - a introdução em ZPE de mercadoria estrangeira não permitida; e III - a introdução em ZPE de mercadoria nacional não submetida aos procedimentos regulares de exportação de que trata o art. 19, ou sem observância das disposições contidas no inciso II do art. 13. Parágrafo único. A pena de perdimento de bens será aplicada pelo órgão fazendário competente. Art. 24. O descumprimento total ou parcial do compromisso de exportação ou de retorno da mercadoria à ZPE assumido pela beneficiária dos regimes aduaneiros especiais de que tratam os incisos II e III do § 5º do art. 18, sujeitará a infratora às seguintes penalidades, aplicáveis isolada ou cumulativamente: I - multa de 100% (cem por cento) do valor da mercadoria procedente da ZPE; e II - proibição de usufruir os referidos regimes. Art. 25. O ato de criação de ZPE já autorizada até 13 de outubro de 1994 caducará se no prazo de 12 (doze) meses, contado da publicação desta Lei, a administradora da ZPE não tiver iniciado, efetivamente, as obras de implantação. Art. 26. (VETADO) Art. 27. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 28. Revogam-se o Decreto-Lei no 2.452, de 29 de julho de 1988, as Leis nos 8.396, de 2 de janeiro de 1992, e 8.924, de 29 de julho de 1994, o inciso II do § 2º do art. 14 da Medida Provisória no 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, e o inciso XVI do caput do art. 88 da Lei no 9.430, de 27 de dezembro de 1996. UIZ INÁCIO LULA DA SILVA Tarso Genro Celso Luiz Nunes Amorim Guido Mantega Miguel Jorge Paulo Bernardo Silva José Antonio Dias Toffoli...

BB amplia crédito à exportação

... adiantamento de contratos de câmbio (ACC) e de adiantamento sobre cambiais entregues (ACE) somaram US$ 7,4 bilhões, de janeiro a junho, com incremento de 30% sobre os US$ 5,7 bilhões do intervalo anterior. Já com operações de pré-pagamento de exportação, o BB desembolsou US$ 753,9 milhões, alta de 36,6% em relação aos R$ 590,2 milhões do primeiro semestre do an...

Câmbio positivo em julho

...ssado (US$ 25,072 bilhões). O câmbio comercial, no qual são registrados dados do comércio exterior brasileiro, puxou o resultado do saldo tanto nos primeiros dias de julho como no acumulado do ano. O fluxo comercial nos primeiros dez dias úteis do mês foi de US$ 1,69 bilhão, com exportações de US$ 5,733 bilhões e importações de US$ 4,043 bilhões. De janeiro a julho, o fluxo positivo nas transações comerciais soma US$ 47,6...

Lula pede a empresários paciência com dólar

...om o presidente na questão do câmbio, Mantega reafirmou que não haverá artificialismos. - O governo não vai lutar contra a corrente, não vai fazer nenhuma besteira. É cabeça fria, porque, de resto, a economia brasileira está indo muito bem. Segundo ele, parte dos dólares que entram no Brasil vai para investimentos na produção e para aplicação na bolsa, mas não se trata de especulação. Isso acaba valorizando o câmbio, mas, segundo Mantega, não causa nervosismo que possa levar o governo a adotar medidas como o controle de capitais. Mantega diz que dólar não derrubou setor industrial O mercado vem especulando que o governo poderia adotar medidas como o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para desestimular a entrada de capital especulativo. Mantega, porém, descartou a idéia. O ministro disse que o Brasil não está sob o risco da doença holandesa, fenômeno pelo qual uma situação cambial fortalece a comercialização de commodities, mas enfraquece a indústria de um país. Ele afirmou que a indústria de transformação cresceu 2,8% em 2006 e agora cresce a um ritmo de 5%, contrariando a previsão de que a queda do dólar derrubaria o setor. Fonte: O Globo...

Brasil exporta acima da média internacional em 2006

...o com o vento desfavorável do câmbio, o Brasil exportou acima da média internacional...

Zonas de Exportação sob risco

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro e sobre operações relativas a valores mobiliários. O texto original determina ainda que, se criadas em outros Estados, as ZPEs devem ter isenção do Imposto de Renda por cinco anos. A fim de estimular as regiões mais pobres, governo e oposição decidiram que o presidente vetará esse artigo. - É evidente que aquilo que foi conversado é para valer. Se o presidente vetar, não poderemos ter confiança no governo para mais nada - alertou um líder de partido da oposição. Os diferentes partidos de oposição, no entanto, não têm opinião fechada sobre o assunto. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse que o governo tem de evitar transformar o país em alvo de contenciosos na organização internacional. - Temos de adequar as ZPEs à OMC, pois o Brasil não pode prescindir da OMC. O Brasil tem de se colocar por cima na OMC. O presidente da Associação Brasileira de Zonas de Processamento de Exportação (Abrazpe), Helson Braga, contesta a interpretação do Itamaraty. Para Braga, o Brasil não infringiria regra da OMC porque a desoneração de Imposto de Renda é temporária. Senadores à espera do aval de Lula A aprovação do projeto de lei que regulamenta as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) no Congresso deu a largada para uma corrida entre os senadores. Todos os parlamentares demonstram interesse em criar ZPEs em seus Estados a fim de incentivar as indústrias exportadoras. Como a palavra final de onde as zonas serão instaladas é do Executivo, muitos já apresentaram projetos de lei colocando seus Estados à disposição para que o presidente Lula crie as ZPEs em seus berços eleitorais. Para que o Executivo instale as ZPEs, os Estados precisam fornecer autorização. A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado aprovou na quinta-feira a criação de ZPEs em Marabá (PA), Santarém (PA) e Vilhena (RO). Líder do governo no Congresso, a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) propôs criar ZPEs em quatro cidades do Maranhão: Imperatriz, Barreirinhas, Rosário e Bacabeiras. Desde 1988, o Executivo já aprovou a criação de 17 ZPEs. Quatro delas já têm até infraestrutura. Só esperam a autorização da Receita Federal para iniciar as atividades. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Zonas de Processamento de Exportação ...

Governador de Santa Catarina faz balanço da missão à Europa e anuncia investimentos

...cia de tecnologia limpa, intercâmbio de conhecimento e por inversões em turismo de alta qualidade.O governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, em entrevista coletiva à imprensa na manhã desta segunda-feira (16/07)...

Brasil tem primeiro déficit comercial com a China em 7 anos

...nte à forte desvalorização do câmbio. Fonte: Estado de S. Paulo...

Entrada de dólares atinge recorde de US$ 16,6 bi em junho

...ultado mensal para o fluxo de câmbio da série histórica do BC, iniciada em janeiro de 1982. O recorde anterior havia sido registrado em abril, quando o fluxo acumulou US$ 10,728 bilhões. A cifra de junho resulta de saldo positivo nas operações comerciai...

Compartilhamento de grandes navios pode reduzir custo

...cham-Campinas. Segundo ele, o câmbio valorizado é favorável para os armadores, uma vez que estimula as exportações e reduz o impacto sobre os custos logísticos da volta de containers vazios. Hoje, de acordo com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), as exportações são responsáveis por mais de 82% da movimentação portuária brasileira. Por AMCHAM...

Exportações da indústria gaúcha crescem 22%

...poderia ser ainda melhor se o câmbio não estivesse no nível em que está. "Enquanto o Custo Brasil não for reduzido, o câmbio continuará sendo uma variável determinante para o desempenho das exportações", afirma Tigre. O período de janeiro a junho deste ano comparado ao mesmo período de 2005, por exemplo, apresenta queda nas exportações de 8% e quando a base é de 2004 a redução fica ainda maior: 12% (valores em reais descontada a inflação), o que representa perdas de R$ 1,6 bilhão. Setorialmente, os melhores desempenhos são de alimentos e bebidas (principalmente óleo de soja, que vai para a China, ca...

Mercosul em crise

...imentos sobre cotas para intercâmbio de mercadorias entre seus integrantes. Brasil e Argentina, os mais industrializados do bloco, têm enfrentado as desavenças principais. Mas, com diplomacia, tem-se chegado normalmente a acordos. Não havia uma cultura relativa a esse tipo de relacionamento,...

Vitinicultores de Santa Catarina fecham acordo de pesquisa com italianos

...informações provindas de intercâmbios com produtores franceses, italianos e portugueses. A primeira safra de uvas de vinho fino veio em 2001 e correspondeu a 5% da produção total. Na colheita desse ano, entre fevereiro e abril, o percentual chegou a 80%, ou seja, 80 toneladas de uvas, das quais 50% foram da variedade cabernet sauvigon e 30% do tipo merlot. Com esta quantidade colhida, a Panceri vai fabricar 80 mil garrafas de vinho fino em 2007, 33% a mais que no ano passado, quando faturou R$ 1 milhão e cresceu 38% - R$ 800 mil vieram com o vinho fino. Considerando o período acumulado de 2000-2007, o faturamento da vínicola deve aumentar 300%. A produção de garrafas poderia ter crescido mais nesse ano se não tivesse sido prejudicada pelo tempo insuficiente de exposição das uvas a temperaturas entre 10º a 20º. A uva precisa de 300 a 400 horas de frio por ano, mas na vinícola de Tangará só se obteve metade desse tempo em 2006. Os três meses anteriores à colheita são fundamentais para safra. Nesse período, é preciso ter pouca chuva, bastante sol e ventilação, além do frio à noite. Como o projeto de transição teve diversos plantios em etapas diferentes, somente 50% dos vinhedos da Panceri, que ocupam uma área de 25 hectares, produziram uva nessa safra. A vinícola chegará à plena produção em 2009, quando pretende colher 200 toneladas com a mesma área atual. Para escoar os produtos, a empresa aposta no mercado interno, principalmente em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis. Para o mercado externo, a vinícola espera enviar 2 mil garrafas de vinho fino em 2007, o que corresponde a 2,5% da produção. O ingresso no comércio internacional foi possível com a entrada, no ano passado, no Programa Wines from Brazil, uma parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho e a Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). O projeto fornece apoio, infra-estrutura, contatos e participação em feiras para os produtores. Foi assim que a única vitinicultora de Santa Catarina inscrita no programa conseguiu acertar sua primeira venda externa ao conhecer importadores tchecos durante uma rodada de negócios em Bento Gonçalves (RS). Nessa semana, a Panceri e mais três vinícolas brasileiras devem enviar remessas para a região de Nova York, nos Estados Unidos. Os novos mercados em vista são a Inglaterra e Finlândia, países para onde a empresa já enviou amostras. Os catarinenses planejam participar de duas feiras no fim de agosto, uma em Nova York e outra em Miami. Por Rodrigo Schmitt - Florianópolis ...

Investimento estrangeiro é recorde

...hões de dólares no mercado de câmbio, o maior valor já registrado em um único mês. No acumulado do ano, o valor chega a 47,5 bilhões, o que supera o total de intervenções feitas durante todo o ano passado, de 34,336 bilhões. A máxima anterior havia sido registrada em abril deste ano, no montante de 11 bilhões. Com as operações de junho, que incluem os recursos de captações externas, as reservas cambiais brasileiras somavam quase 50 bilhões de dólares. Os dados referentes ao mês passado serão divulgados apenas no final de julho. Por Correio do Povo/RS...

Rio Grande do Sul quer certificação geográfica para couro

... e supere as dificuldades com câmbio, carga tributária, logística e crédito. Na sexta-feira (06/07), a AICSUl e o Sebrae se reuniram para elaborar a estratégia de todo o setor do couro para os próximos três anos, incluindo a participação em feiras e a prospecção de novos mercados. Segundo o diretor Griedeler, a nova aposta é a Índia, que vem sendo analisada há um ano, enquanto a Nigéria interessa a médio prazo. Os principais importadores do couro bovino brasileiro em 2006 foram a Itália, com US$ 505 milhões, China, com US$ 381 milhões, e Hong Kong, com US$ 285 milhões. Somando a participação dos dois últimos países às compras de Coréia do Sul, Vietnã, Indonésia e Taiwan, a participação dos asiáticos chegou a 43%. Com incremento de 34%, as exportações de couro e pele bovinos do Brasil atingiram US$ 1,87 bilhão em 2006, estatística que representou 1,61% das vendas totais do país. A receita externa do Rio Grande do Sul com couro subiu 20%, chegando a US$ 507 milhões, e correspondeu a 4,3% dos US$ 11,8 bilhões obtidos pelas exportações gaúchas. O estado, que já foi o líder nacional no exterior, ficou com uma participação de 27%, atrás apenas de São Paulo, que exportou US$ 622 milhões - crescimento de 39% e fatia de 33%. O faturamento geral do setor de couros e peles bovinos no ano passado foi de US$ 5 bilhões e a expectativa de crescimento para 2007 está entre 15 a 20%. A previsão do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) é que as exportações com couro e peles bovinos alcancem US$ 2,2 bilhões no ano que vem e US$ 2,4 bilhões em 2008. Dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam crescimento de 29,9% nas vendas brasileiras no primeiro semestre de 2007 na comparação com o mesmo período no ano passado. O faturamento aumentou 28%, passando de US$ 860 milhões para US$ 1,1 bilhão. Por Rodrigo Schmitt - Florianópolis...

UE sugere corte de 5 pontos em tarifa industrial

... a Comissão Européia. Os intercâmbios com a Europa estão em alta constante desde 2003, ano em que alcançaram o valor de 31,2 bilhões de euros (cerca de US$ 42,5 bilhões) em bens e serviços. Entre 2003 e 2006, esses volumes cresceram 40,7%. Em 2005, o Brasil era o 11º sócio econômico da UE, segundo um relatório da agência de estatísticas européia Eurostat publicado em setembro de 2006. Por Valor Econômico...

Comércio entre Brasil e UE chegou a quase US$ 60 bilhões em 2006

... a Comissão Européia. Os intercâmbios com a Europa estão em alta constante desde 2003, ano em que alcançaram o valor de 31,2 bilhões de euros (cerca de US$ 42,5 bilhões) em bens e serviços. Entre 2003 e 2006, esses volumes cresceram 40,7%. Em 2005, o Brasil era o 11º sócio econômico da UE, segundo um relatório da agênc...

Menos da metade dos exportadores de SC espera aumento dos embarques

...es do Estado, a atual taxa de câmbio tem desestimulado a produção para a exportação e forçado um redirecionamento de volumes significativos da produção para atender a demanda doméstica, como decorrência da perda de competitividade em mercados externos. Por outro lado, a maior parte das empresas pesquisadas (84%) indica pretender realizar ações em 2007 que visem a melhor estruturação de...

Problema em SC é o câmbio

...m 35% este ano. Isto porque o câmbio não está mais permitindo rentabilidade. As empresas estão buscando alternativas para esta fase, como o lançamento de novos produtos e mais atenção ao mercado interno, mas são soluções que não resolvem totalmente o problema, observa Quaresma. Fonte: Diário Catarinense...

SC reclama, mas exportação aumenta 21,1%

...r diante da desvalorização do câmbio Fonte: Fiesc Por Diário Catarinense...

“Não basta levar produtos para o exterior, é preciso que a marca seja conhecida”

... as exportações? Teixeira - O câmbio é um constrangedor, mas não um impeditivo para a continuidade das exportações. Quero dizer que a valorização da moeda nacional frente à norte-americana traz efeitos ao desempenho das exportações como um todo, à medida que tornam mais caros os produtos brasileiros no exterior. No entanto, o impacto desse fenômeno mostra-se diferenciado em relação aos distintos segmentos da atividade econômica, afetando, por exemplo, de forma mais intensa aqueles segmentos em cujas cadeias produtivas possuem menor presença de insumos ou matérias-primas importadas. Não alheio a estas dificuldades enfrentadas pelo setor exportador, o Governo vem buscando alternativas que objetivem atenuar tais efeitos. Prova disto é que o Governo Federal trabalha e deve lançar, em breve, mais Medidas para diminuir o impacto desta valorização do Real. NetMarinha - O que o senhor acredita que deva ser feito para a obtenção de avanços no setor logístico-portuário nacional? Teixeira - O Governo Federal já deu importante passo nessa direção com o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O Programa destinará até o final de 2010, R$ 58,3 bilhões para infra-estrutura logística. Além disso, os marcos regulatórios serão fortalecidos, as linhas de financiamento e as oportunidades de investimentos serão adequadas, sem esquecer do fortalecimento das Parcerias Público/Privadas (PPP). NetMarinha - Existe uma meta de exportações promovidas pela Apex-Brasil? Teixeira - Seguimos a meta estabelecida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) de exportar, neste ano, US$ 152 bilhões, valor 11% maior que o alcançado em 2006. NetMarinha - É possível dizer, após a criação da Apex-Brasil, que o empresariado brasileiro adquiriu uma cultura exportadora? Teixeira - O crescimento das exportações verificado nos últimos anos não é mérito de apenas um Órgão Federal ou do esforço de uma única pessoa. Além da Apex-Brasil, a política de comércio exterior adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e bem conduzida pelo ex-ministro Luiz Fernando Furlan, foram fundamentais neste processo. E esse esforço é que me dá tranqüilidade para dizer que hoje, no Brasil, aconteceu uma mudança na maneira de o empresário brasileiro encarar o comércio exterior. As empresas brasileiras estão empenhadas em conquistar o mercado internacional, independentemente da temperatura do mercado interno e das variações cambiais. O que temos atualmente é a vontade de mostrar ao mercado internacional que o Brasil não é somente samba, café e Pelé. Nosso esforço é, e será, de procurar utilizar essa visão favorável, que os brasileiros têm no exterior, traduzindo isto em resultados econômicos e comerciais. Por NetMarinha - Andréia Araújo - Brasília...

As ZPEs, ainda polêmicas

...o sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, os impostos incidentes sobre operações com valores mobiliários e o Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante. Se as ZPEs estiverem em determinadas áreas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, terão isenção total do Imposto de Renda por dez anos; nas demais áreas, a isenção será por cinco anos. O item que mais resistências provocou, especialmente dos representantes dos Estados industrializados, como São Paulo, foi introduzido durante a tramitação do projeto na Câmara e mantido pelo Senado. Ele permite que até 20% do valor da produção da ZPE seja vendido para o mercado interno. Os que se opõem a esse item dizem que ele resultará em concorrência desleal, pois as empresas fora da ZPE estão sujeitas a uma tributação muito maior. Este é um dos itens que, segundo o acordo firmado no Senado, o presidente da República vetará. Mas os que se opõem ao veto, como o presidente da Associação Brasileira das ZPEs, Helson Braga, argumentam que a MP do Bem (já transformada em lei) dá incentivos fiscais a empresas exportadoras e permite que elas vendam 20% de sua produção no mercado interno. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), adianta que o presidente Lula aceita a idéia e por isso se limitará a regulamentar o dispositivo, listando os produtos das ZPEs que poderão ser vendidos no mercado interno e fixando o limite para a venda. Por O Estado de São Paulo...

Vinícolas brasileiras dobram exportações

Mesmo com o câmbio desfavorável, as vinícolas brasileiras dobr...

Federações de indústrias defendem mudança na política monetária

...r divisas da venda do gás e o câmbio foi valorizado. Com a moeda forte, a indústria holandesa não pôde competir com os similares de outras nações e quebrou. Para Rebelo, o caso do Brasil é diferente, pois não é um único produto que valoriza o câmbio. "O país teve um bom desempenho de exportações, com alguns produtos primários como minério de ferro e petróleo tendo bons preços. Mas não são esses produtos que explicam o excesso de valorização cambial. Vem de um erro de política monetária, perdendo setores da indústria", comentou. O real subiu quase 7% diante do dólar desde janeiro, após se valorizar quase 9% em 2006. Os setores mais afetados são o têxtil, o calçadista, o moveleiro e madeireiro. "Toda uma gama de produtos deixam de ser produzidos aqui, é difícil de mapear, aumentando a participação de insumos importados no produto final. O tecido industrial que foi construído nos últimos 60 anos está criando uma porosidade. Cada nó da trama está virando um furo. Logo, os furos se tornam buracos. É uma desindustrialização, mas não é a doença holandesa", disse Rebelo. QUEDA MAIS ACENTUADA - O consultor de relações internacionais do Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Alexandre Brito, projeta que o dólar vá se estabilizar entre R$ 1,83 e 1,85 até o final do mês. Ele acredita que a taxa de câmbio de equilíbrio seria a do início do Plano Real, em torno de R$ 2,...

Órfãos do câmbio podem ter compensação tributária

... setores produtivos órfãos do câmbio com medidas que, na prática, funcionarão como compensação tributária. A idéia é apressar a devolução dos créditos de PIS/Cofins e do Imposto sobre Produtos Industriali...

Crédito à exportação de curto prazo dobra

... Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACCs), pré-embarque da mercadoria, e de Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACEs), pós-embarque - crédito de prazo de vencimento de até um ano - ajuda a inundar o mercado de dólares. No ano, apesar de compras pelo Banco Central ...

Exportador antecipa câmbio e inunda mercado de dólares

... Adiantamentos de Contrato de Câmbio (ACCs), pré-embarque da mercadoria, e de Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACEs), pós-embarque, foi explosivo, mais que dobrando nos bancos líderes em abril. Os grandes exp...

Fórum reúne maiores exportadores da região sul

...s as informações sobre o intercâmbio externo de serviços, que ficarão disponíveis na Internet, possibilitando que o usuário faça consultas periodicamente de qualquer computador com acesso à rede. Em 2006, a exportação de serviços rendeu ao país US$ 18 bilhões em divisas, contra uma importação de US$ 26,7 bilhões. "Esse déficit se deve a falta de cultura das empresas de serviços em vender lá fora", disse Lupatini. Os setores que mais exportam os da construção civil, engenharia e arquitetura, mas o secretário nacional do comércio e serviços aponta a internacionalização do varejo e a venda de softwares como tendências. "O Brasil pode se tornar uma referência nesse segmento. "Temos que fazer com que a indústria também exporte serviços. O setor de consertos e recondicionamentos de turbinas de avião rende ao país cerca de US$ 1 bilhão. Vender serviços facilita a venda de equipamentos, máquinas e toda uma gama de produtos". O sub-chefe da divisão de promoção comercial do Ministério das Relações Exteriores, Ricardo Leal, falou que o Brasil está apto para atrair investimentos em MDL, através dos mecanismos de crédito de carbono. Destacou o trabalho do Ministério para atrair centros de pesquisas e desenvolvimento para o país e comentou sobre os encontros entre empresários estrangeiros e escritórios de advocacia, "que são grandes facilitadores de investimentos". Também acredita que o Brasil deva promover as importações de países da América Latina e que a região é prioridade da política externa brasileira. "Por que importar da China se podemos comprar da Venezuela ou da Bolívia? Temos registrados crescimentos impressionantes do comércio com países sulamericanos". O gerente de comércio exterior do Bndes, Guilherme Pfesterer falou sobre linhas de crédito para exportação. Disse que a instituição oferece dois tipos de financiamentos: linhas de crédito a longo prazo e seguro de crédito de exportação. As linhas pré-embarque são destinadas para empresas de qualquer porte e funcionam como capital de giro. "O empresário paga somente depois da exportação". Também explicou que o banco não financia a exportação de commodities e somente em 2006 foram R$ 6,4 bilhões de reais em crédito. DOCUMENTO - O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Alcântaro Corrêa, entregou a Lupatini uma lista solicitações emergenciais para aumentar competitividade das indústrias catarinenses. Para a Federação das Indústrias (FIESC), a execução das obras de infra-estrutura de transportes estratégicas para a Região Sul previstas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) é um dos principais desafios para garantir a competitividade das indústrias da região no longo prazo. Aliado a isso, a harmonização tributária na Região Sul para assegurar igualdade de condições perante os demais estados exportadores do ...

Visita a China rende bons frutos

... principal de promover o intercâmbio na área comercial entre os dois países. De acordo com Ricardo Cortez, o primeiro contato com as lideranças chinesas foi bastante produtivo e deve gerar negócios no curto prazo para o Ceará. ´Esta foi a primeira missão institucional do País, no setor, a ir a China em busca de negócios. ´, reforça. A visita ao mercado chinês contou com a participação de 24 empresários e executivos de construtoras cearenses. A delegação foi a cidade de Xangai. A comitiva foi recebida pelo cônsul brasileiro no país asiático, João Mendonça, e pelo gerente do Banco do Brasil em Xangai, Sérgio Cabral. ´Eles se colocaram à disposição como agentes facilitadores da operação entre Coopercon e os in...

Tarifa de importação de têxteis sobe para 35%

...es de países asiáticos onde o câmbio não é flutuante e onde não há relações de trabalho regulamentadas. A um repórter que perguntou se ele estava se referindo à China, o ministro limitou-se a responder: "Você é quem está dizendo." Segundo Mantega, a Camex preferiu adotar o aumento da tarifa para esses setores, em vez de medidas de defesa comercial, porque se trata de uma alternativa mais rápida. Ele explicou que a adoção de medida antidumping demoraria cerca de um ano para ser aplicada, o que poderia ser fatal para as indústrias desses setores. O secretário executivo da Camex, Mário Mugnaini, confirmou que Câmara decidiu aumentar a tarifa. Ele informou, no entanto, que a medida somente será aplicada depois da reunião de cúpula do Mercosul, em junh...

Dólar perto de R$ 2 deixa exportador de SC em alerta

...o as vendas externas com esse câmbio. Fonte: Diário Catarinense - SC ...

Meirelles admite que há preocupações sobre queda do dólar

...l do Banco Central comentar o câmbio, porque ele é flutuante, mas existem preocupações nessa área", disse em palestra na posse do novo presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fabio Barbosa (presidente do ABN no Brasil). Questionado por jornalistas logo apó...

Exportação de embalagem de vidro dobra em 2006

...ário que vive o dia-a-dia". O câmbio valorizado frente ao dólar não é desfavorável a exportação, pois apenas uma parte dos custos é atrelada ao dólar. "Ainda sim conseguimos manter a competitividade". Belmonte comentou que a qualidade do produto em relação a similares estrangeiros é a mesma e que foram feitos investimentos em qualificação dos produtos. "O setor de vidro é um setor internacionalizado, onde os ganhos de escala globais são muito importantes". NO momento, o setor enfrenta um processo de fusões entre pequenas No mercado de mebalagens uma grande quantidade de fusões, encabeçado por pela Owens-Illinois e a Saint-Gobain. "O que está disponível lá fora chega ao país simultaneamente. Às vezes o lançamento é feito em terra brasileira primeiro", concluiu. O setor faturou em 2006 $3,981 bilhões, o que representa um aumento de 4,4% em relação ao registrado no ano anterior. A capacidade instalada total dos quatro segmentos que compõem o setor - embalagens, vidros técnicos, vidros planos e utilidades domésticas - permaneceu praticamente inalterada no período, em 3.090 toneladas/ano. O número de empregos também não sofreu variação significativa, somando 12,1 empregados, a maioria de nível técnico e superior. Durante o ano, as empresas vidreiras efetuaram investimentos de US$ 109 milhões. Foto: Lucien Belmonte (Crédito: Divulgação) Wendel Martins - Florianópolis ...

COMÉRCIO BILATERAL - Desdolarização reduzirá custo do pequeno exportador

...u seus clientes têm que fazer câmbio para pagá-lo, despendem 1% a 1,5% sobre o valor da transação, só em tarifa bancária cobrada na operação. A isso se somam as cotações de câmbio que, para pequenas e médias empresas, são sempre as piores oferecidas pelas instituições financeiras. Isso sem ...

Instrução Normativa regula operações de câmbio e recursos no exterior

...que dispõe sobre operações de câmbio e a manutenção de recursos no exterior, em moeda estrangeira, relativos a exportações de mercadorias e serviços, e institui a Declaração sobre a Utilização dos Recu...

Empresas catarinenses interessadas no canal Linha azul

...fiscais de entradas, guias de câmbio e até recibos da importação e exportação de amostras". A Receita Federal também solicitou papéis da parte contábil, de recursos humanos, da situação financeira e das operações logísticas. Para Evandro Müller de Castro, diretor financeiro da empresa, a expectativa é começar a operar com o regime especial a partir de 2008. A auditoria da empresa deva durar seis meses e o processo na Receita em torno de oito meses. "A implantação é longa e complexa, mas acreditamos que vale a pena, principalmente em virtude da redução dos custos e prazos na logística de comércio exterior", reforça. Para ele, a linha azul melhora do desempenho dos produtos da empresa no exterior porque otimiza a logística de transporte e estoques. "Existe um estímulo da Receita para desafogar o sistema de aduana. As empresas têm que analisar o custo-benefício, às vezes é muito caro obedecer todas as exigências e controles que o órgão exige". Castro acredita que o processo melhora a burocracia interna da empresa, que faturou R$ 100 milhões em 2006 e tem 850 funcionários. Por Netmarinha - Wendel Martins...
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