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India

...erior (MDIC) - www.mdic.gov.brUnidade de Inteligência Comercial – Oportunidades de negócios - www.apexbrasil.com.br Última atualização: outubro/2007 Por Global21...

Italia

... Em Milão, Turim, Roma, a comunidade de negócios – principalmente os mais jovens – fala-se em geral bom inglês. Mas, nas outras partes do país e em setores mais tradicionais, não se fala inglês, sendo recomendável a contratação de intérprete; Ao planejar suas reuniões de negócios, não esqueça que agosto é mês de férias na Itália; Uma vez estabelecida a relação, os negócios importantes devem ser conduzidos de forma pessoal e não por telefone; Também é comum que todos os  participantes de uma reunião falem ao mesmo tempo. Seja flexível e aceite perder tempo, porque as reuniões em geral se estendem para além do previsto. E não esqueça que os italianos são pragmáticos e diretos ao falar, ainda que por vezes tenham dificuldade em abordar temas espinhosos; As empresas tradicionais mantêm hierarquias rígidas, mas a comunicação entre os distintos níveis é vital: os altos executivos costumam estar em contato permanente com os gerentes médios, os quais desempenham papel importante no processo decisório. Endereços ÚteisEmbaixada da Itália em BrasíliaS.E.S. - Avenida das Nações, Lote 30CEP: 70420.900 Brasília, D.F.Tel: (xx61) 3442-9900 Fax:  34431231/34438772 Home-page: www.ambbrasilia.esteri.itE-mail: ambasciata.brasilia@esteri.it Embaixada do Brasil na ItáliaPiazza Navona 14 00186Tel: (+3906) 683 981Fax: (+3906) 686 7858E-mail: info@ambrasile.itSite: www.ambasciatadelbrasile.it Consulado Geral da Itália em São PauloAvenida Paulista, 1963CEP: 01311-300Tel: (11) 3549-5643Home-page: www.conssanpaolo.esteri.itE-mail: urp.sanpaolo@esteri.it Consulado Geral da Itália em CuritibaMarechal Deodoro, 630 - 21°Andar Centro Comercial Itália CEP: 80010-912 Curitiba-PR Tel. (xx41) 3041750Fax: 3046451Home-page: www.conscuritiba.esteri.itE-mail: segreteria.curitiba@esteri.it Consulado Geral da Itália em Porto AlegreJosé Alencar, 313CEP: 90880-912 Porto Alegre RSTel: (xx51) 3230-8200Fax: 3230-8222Home-page: www.consportoalegre.esteri.itE-mail: urp.portoalegre@esteri.it Consulado Geral da Itália Rio de Janeiro Avenida Presidente Antonio Carlos, 40 - 7° Andar CEP: 20020-010 Rio de Janeiro-RJTel: (xx21) 2282-1315Fax: 2262-6348 2220-3460Home-page: www.consriodejaneiro.esteri.itE-mail: segreteria.riodejaneiro@esteri.it Consulado Geral da Itália em Belo Horizonte Av. Afonso Pena 3130 – 12° andar CEP: 30130-009 Belo Horizonte - MGTel: (xx31) 3281-4211 e 3281-4224Fax: 3281-4408Home-page: www.consbelohorizonte.esteri.itE-mail: segreteria.belohorizonte@esteri.it Consulado Geral da Itália  em Recife Avenida Domingos Ferreira, 2222 - 2° Andar - sala 201- Edf. Robert Gran- Boa ViagemCEP 51010-030 Recife Tel: (xx81) 3466-4200Fax: 3466-4320Home-page: www.consrecife.esteri.itE-mail: consolato.recife@esteri.it Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de ViagensInstituto Español de Comercio Exterior – www.icex.es Última atualização: março/2008 Por Global21...

Japao

...bsp; o símbolo do Estado e da unidade do povo japonês, não estando investido de poderes de governo. Os poderes executivo, legislativo e judiciário são representados respectivamente pelo Gabinete, Dieta e Cortes de Justiça. Vigora no país o pluripartidarismo Aspectos econômicosJapão protagonizou uma das mais fenomenais transformações econômicas na segunda metade do século XX. Em cerca de trinta anos, o Japão saltou de um país derrotado militarmente, ocupado por uma potência estrangeira, exaurido economicamente e sem recursos naturais, para a segunda maior economia do mundo. Boa parte desse processo deveu- se à capacidade japonesa de desenvolver novas tecnologias, de poupar e de trabalhar com afinco em busca de sua recuperação econômica. Na esteira do fim da “bolha econômica” dos anos oitenta, o Japão amargou cerca de uma década de recessão econômica, deflação e pessimismo por parte dos consumidores. Hoje, apesar de todas as dificuldades passadas ao longo dos anos noventa, o Japão ainda é uma das maiores economias do mundo, um dos países de mais alta renda per capta e de mais alto índice de desenvolvimento humano. O país é um grande comerciante externo, o maior importador de alimentos, um dos maiores investidores externos e doadores de assistência ao desenvolvimento no mundo. Com uma extraordinária capacidade de consumo e concentrando algumas das maiores corporações econômicas do planeta, o Japão é o motor econômico da região asiática e comporta um dos mercados  financeiros mais importantes do mundo. A seguir, observa-se os gráficos com a direção das exportações e importações do Japão no período de Janeiro a Junho de 2006: Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet Relação Brasil – JapãoEm 2007, o fluxo do comércio bilateral Brasil-Japão totalizou, de acordo com dados da SECEX/MDIC, US$ 8,9 bilhões. As exportações brasileiras, de 2006 para 2007 cresceram  24,08%, chegando a US$ 4.32 bilhões, enquanto que as importações aumentaram 35,37%, atingindo US$ 4.60 bilhões.. Relação Comercial Brasil x Japão - Em US$ FOB   2007  Var. % 2006 Var. % 2005 Exportações 4.321.335.071 24,08 3.894.521.360 11,83 3.482.616.248 Importações 4.609.439.068 35,37 3.839.587.082 12,76 3.405.021.078 Saldo -288.103.997 -471,29 54.934.278 -29,20 77.595.170 Corrente de Comércio 8.930.774.139 29,66 7.734.108.442 12,29 6.887.637.326 Fonte: MDIC/SECEX Nos gráficos abaixo observa-se os principais produtos do intercâmbio comercial entre Brasil e Japão no período de 2007: Fonte: MDIC/SECEX   Fonte: MDIC/SECEX   Balança Comercial Brasil - Japão/ 2007Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 327.506.016 356.172.738 -28.666.722 683.678.754 FEV 309.030.379 241.791.545 67.238.834 550.821.924 MAR 367.990.754 392.255.454 -24.264.700 760.246.208 ABR 317.775.910 359.141.930 -41.366.020 676.917.840 MAI 381.383.072 379.396.474 1.986.598 760.779.546 JUN 366.790.677 354.966.986 11.823.691 721.757.663 JUL 380.206.732 419.927.790 -39.721.058 800.134.522 AGO 429.302.133 456.278.310 -26.976.177 885.580.443 SET 341.188.493 370.968.016 -29.779.523 712.15...

Mercosul

...o Argentina - Brasil. Na oportunidade, foram assinados Protocolos (perfazendo um total de 24) sobre diversos temas, tais como: bens de capital, trigo, produtos alimentícios industrializados, setor automotivo, cooperação nuclear, transporte marítimo, transporte terrestre, entre outros. Em julho de 1990, foi firmada a Ata de Buenos Aires, que fixou para janeiro de 1995 a data do início da vigência de um mercado comum entre os dois países. Em dezembro de 1990, os Protocolos acima referidos foram consolidados em um só instrumento denominado Acordo de Complementação Econômica-ACE 14, firmado entre Brasil e Argentina, que constituiu o referencial adotado posteriormente no Tratado de Assunção. Em 26 de março de 1991 foi firmado o Tratado de Assunção entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai para a constituição do Mercado Comum do Sul - MERCOSUL. População País Número Argentina 39,921,833 (est. Julho 2006) CIA Brasil 188,078,227 (est. Julho 2006) CIA Uruguai 3,431,932 (est. Julho 2006) CIA Paraguai 6,506,464 (est. Julho 2006) CIA Venezuela 25,730,435 (est. Julho 2006) CIA Total 263.668.89 milhões   Fonte: CIA   Área Total P...

Mexico

...to migratório das pequenas comunidades rurais para zonas urbanas. Os principais fluxos migratórios têm como destino os grandes centros urbanos do país, principalmente, a Cidade do México, Guadalajara e Monterrey. Mais recentemente, a indústria “maquiladora” tem gerado novos pólos como Tijuana e Ciudad Juárez, além do pólo turístico de Cancún. Grupos étnicos, idioma e religiãoOs principais grupos étnicos são: mestiço (indígena-espanhol) 60%, indígena 30%, caucasiano 9%, outros 1%. O idioma oficial é o espanhol, mas existe grande número de línguas indígenas, sendo 15 consideradas relevantes.Aproximadamente 89% da população são de religião católica, seguida por protestantes com 6%, e outras religiões com 5%. MoedaA moeda mexicana – o peso – é livremente conversível nas principais moedas internacionais, de acordo com cotação pública diária. O câmbio de moeda pode ser feito em casas de câmbio e bancos em todo o país. Não são necessários trâmites especiais para operações de pequeno porte. Em operações envolvendo montantes superiores a US$ 10.000,00 é necessária a identificação. Esse total deve ser declarado nas alfândegas caso seja levado em espécie pelo viajante. Comércio ExteriorO comércio exterior mexicano tem sofrido mudanças significativas desde o período de substituição de importações, modelo que prevaleceu até 1986. O ponto de partida ocorreu com a adesão do país ao NAFTA, propiciando estímulo substantivo ao comércio exterior do país. Durante a década de 1990, o México foi o país que registrou a maior taxa de crescimento das exportações, superior, inclusive, ao dos tigres asiáticos. Deixou de ser somente um país exportador de petróleo para transformar-se num dos principais participantes da economia globalizada. É o segundo maior parceiro comercial dos Estados Unidos, atrás apenas do Canadá. O país possui o maior comércio exterior no âmbito da ALADI. Composição do comércio exteriorA composição do comércio exterior mexicano tem evoluído de forma notável, passando de plataforma de produtos básicos para produtos de maior valor agregado e conteúdo tecnológico. Apesar do inegável sucesso exportador do México, as exportações mexicanas estão concentradas relativamente em poucas empresas, principalmente, de origem multinacional, como é o caso do setor automotivo (Ford, VW,GM, Chrysler, entre outras); informática (IBM, HP); farmacêuticos (Pfizer, BMS), comunicações (Motorola).Algumas empresas de capital mexicano destacam-se no comércio exterior: Petroleos Mexicanos, Jugos del Valle (sucos e refrescos), Grupo Modelo (bebidas), Grupo Bimbo (panificadora),Grupo Herdez (alimentos), Grupo Vitro (vidro e embalagem), Grupo México e Grupo Cemex (produtos industriais e para construção). As exportações brasileiras para o México em 2006, foram compostas basicamente por produtos manufaturados, sendo que, entre as maiores exportações realizadas pelo Brasil para o México os que mais se destacaram foram automóveis, acessórios para automóveis e tratores e...

Polonia

...esa conta com mais de 380 mil unidades. Em 2003, 98,2% eram empresas que pertenciam aos cidadãos poloneses,  1,3% de empresas estrangeiras e 0,5% empresas mistas com predomínio de capital privado.  O setor privado é responsável por cerca de ¾ da produção industrial e emprega  aproximadamente 80% de todos os trabalhadores da indústria. Segundo dados de 2004, a grande maioria das indústrias trabalham com transformação industrial (98,5%) e dentro deste campo o grupo mais numeroso são das empresas especializadas em produtos de metal. Outros grupos importantes  são os das empresas que fabricam roupas e peles,  fabricação de móveis, madeira  e artigos de madeira. A estrutura da economia polonesa tem mudado muito nos últimos 15 anos. A importância dos serviços tem aumentado, tendo diminuído os da indústria. Hoje a indústria gera cerca de ¼ do valor agregado do PIB. Estas mudanças ocorreram tanto pelo desenvolvimento dinâmico do setor de serviços como pela reestruturação fundamental do setor das ineficazes empresas estatais da Polônia nos anos 90. Ao mesmo tempo esse processo foi acompanhado  pelo desenvolvimento das indústrias modernas, em grande parte graças a entrada de investimentos estrangeiros. Depois de uma piora da conjuntura econômica no período de 1999-2002, desde 2003 a indústria polonesa é uma das mais dinâmicas entre os países da União Européia. No ano de 2004 o ritmo de crescimento da produção da indústria alcançou 11,7%, com a média da União Européia ao nível de 2,1%. Uma mudança muito importante nos últimos anos foi o rápido crescimento  das exportações de produtos industriais, aumentando também a participação de produtos de alta tecnologia. Atualmente os produtos industriais mais exportados são eletrodomésticos, produtos químicos e metalúrgicos.  Estrutura EconômicaAtualmente, a situação da economia polaca se caracteriza pela lentidão do seu crescimento, que se distancia muito  do ritmo de crescimento que tinha desde 1995, que registrava crescimento do PIB de 6.0%. A lentidão no crescimento da economia tem originado desemprego e um déficit público, que tem se transformado nas principais causas do desequilíbrio econômico do país, fazendo com que as prioridades das autoridades econômicas polonesas sejam a redução da inflação e a redução do déficit exterior. Setor primário Na Polônia a qualidade das terras agrícolas variam de média a baixa. A produtividade agrícola é quatro vezes mais baixa que os da união Européia. Isso se deve a qualidade do solo, clima e também ao uso de produtos agrícolas, como fertilizantes e produtos fitossanitários de qu...

Portugal

...nas quantidades ou de algumas unidades para fins de demonstração. No caso da introdução de novos produtos no mercado português, os canais de distribuição mais convenientes são supermercados (ou suas centrais de compras) e importadores-atacadistas, principalmente para produtos alimentícios e manufaturados leves. Para os manufaturados em geral, é conveniente observar algumas outras recomendações: a) prontas respostas a consultas; b) preços cotados preferencialmente CIF, em dólares norte-americanos; c) preços estáveis, na medida do possível; d) estimativa de prazo de transporte, com indicação de custos de frete aéreo alternativo; e) cumprimento dos prazos de entrega; f) observância de especificações de quantidade e qualidade constantes dos contratos; e g) assistência efetiva após a venda. Promoção de produtosÀs empresas brasileiras que pretendem comercializar seu produto em Portugal recomenda-se realizar estudo de mercado, para contemplar a promoção de produtos nas suas mais variadas vertentes. A consulta às empresas de índices de audiência dos veículos publicitários permitirá a adequação da estratégia de promoção da empresa ao mercado português. O recurso de feiras e exposições setoriais representa, igualmente, meio eficaz de promoção, no momento em que o produto apresente possibilidades de penetração no mercado. As condições para a cobertura de custos promocionais pelas empresas exportadora e importadora deverão ser, em geral, estabelecidas em contrato de representação ou de agenciamento e dependerão de diversos fatores, tais como: nível de comprometimento da representação; prazo estabelecido no contrato; e  cláusula de valores mínimos por períodos de tempo. Embalagem e RotulagemEm Portugal, os produtos importados, com marcas de empresas portuguesas, devem conter, em seus rótulos, o nome do país de origem do fabricante. Os produtos farmacêuticos, fumo, pastas alimentícias, fertilizantes, vinhos, licores e alimentos contendo conservantes e corantes artificiais estão sujeitos a normas específicas de rotulagem. Os artigos têxteis e de couro e de vestuário têm de apresentar etiqueta, indicando o país de origem. Os artigos têxteis e de vestuário, fabricados com fibras diversas, devem indicar, na etiqueta, o percentual de cada uma na composição do tecido. A Comissão Européia publica, periodicamente, documentos relativos à uniformização das disposições legislativas, regulamentares e administrativas dos Estados-membros relativas ao setor de embalagens de alimentos. São várias as normas técnicas exigidas aos produtos em comercialização no mercado português. Porém, a uniformização destas normas é uma das principais preocupações da Comissão Européia. O Instituto Português da Qualidade é o organismo de notificação, responsável pela gestão da informação relativa às normas e regras técnicas. Comércio ExteriorTratando-se de uma pequena economia aberta inserida no espaço da União Européia, o comércio exterior assume grande importância em Portugal, principalmente no que se refere a seu papel como motor do crescimento econômico. O peso do comércio exterior no PIB do país vem aumentando e passou de 55,2% em 1998 para 67,8% em 2002. A importância do comércio externo contribuiu para que Portugal tenha sido considerado como a sétima economia mais globalizada do planeta, num estudo apresentado no início de 2000, com base em critérios como a abertura da economia ao comércio internacional e a importância do turismo, entre outros. A balança comercial portuguesa tem sido tradicionalmente deficitária. O saldo negativo que se mantinha praticamente estável entre 2000 e 2003, em torno de US$14 bilhões, ampliou-se em 2004 para pouco mais de US$ 19 bilhões. A seguir, apresenta-se os dados das exportações e importações  de 2004, 2005 e 2006 referentes às relações comerciais entre Brasil e Portugal. Relação Comercial Brasil x Portugal - Em US$ FOB &nbs...

Reino Unido

..., divide o País em 53 grandes unidades administrativas regionais, dentro das quais existem 369 pequenas unidades administrativas municipais. A chamada Grande Londres tem administração um pouco diferente, embora calcada nos mesmos princípios; é dividida em 32 circunscrições e a  “City” de Londres. Política / GovernoO sistema de governo do Reino Unido é definido como uma monarquia constitucional, onde a soberana, Rainha Elizabeth II, é a Chefe de Estado. Embora os ministros governantes ajam em nome da Coroa, quase todo o poder está a cargo do primeiro ministro como chefe do governo e do seu gabinete de ministros. O poder dentro do Reino Unido foi parcialmente devolvido a Escócia, País de Gales e a Irlanda do Norte. Diferentemente do País de Gales, da Escócia e da Irlanda do Norte, a Inglaterra não tem um ministro de governo ou um ministério exclusivamente responsável por sua administração central. Em vez disso, há vários ministérios do governo, cujas responsabilidades, em alguns casos, também cobrem aspectos de assuntos no País de Gales e na Escócia. Uma rede de dez Departamentos do Governo para as Regiões (Government Offices for the Regions – GOR) é responsável pela implementação de vários programas governamentais nas regiões inglesas. O sistema legal é baseado em precedentes legais e legislações do próprio Reino e de outras instituições européias supranacionais (não existe uma constituição escrita). ReligiãoAs principais religiões da população britânica são representadas pela Igreja Anglicana (religião oficial da Inglaterra) e Católica Romana, somando cerca de 40 milhões de pessoas. As outras representações religiosas se dividem entre os Muçulmanos, com 1,5 milhão de fiéis, os Presbiterianos, com 800.000, os Metodistas, 760.000, os Sik, 500.000, os Hindus, 500.000 e os Judeus, com 350.000. EducaçãoO Reino Unido tem um sistema educacional muito desenvolvido, onde a população maior de 15 anos possui um índice de 99% de alfabetização. A educação obrigatória começa aos 5 anos de idade na Inglaterra, País de Gales e Escócia e aos 4 anos na Irlanda do Norte; esse período obrigatório se encerra aos 16 anos de idade. Usualmente, aos 18 anos, os estudantes entram nas universidades e faculdades. O número de universidades e faculdades tem crescido nos países, totalizando cerca de 160 estabelecimentos de educação superior. Organizações e acordos internacionaisO Reino Unido é membro de 120 organizações internacionais, entre as quais incluem-se as Nações Unidas, o Commonwealth (uma associação de cinqüenta países independentes que surgiu do desmantelamento do Império Britânico a partir de 1945), a OTAN e os seguintes organismos e instituições econômicas ou financeiras internacionais:UE:União EuropéiaOCDE: Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento EconômicoOMC: Organização Mundial do ComércioFMI: Fundo Monetário InternacionalBIRD: Banco Internacional para a Reconstrução e o DesenvolvimentoCFI: Cooperação Financeira InternacionalAID: Associação Internacional de DesenvolvimentoFAO: Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a AgriculturaUNIDO: Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento IndustrialUNCTAD: Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento Composição setorialAgricultura: 1% Indústria: 25.6% Serviços: 73.4% (est.2006) CIA Força de trabalho / por ocupaçãoAgricultura: 1.4% Indústria: 18.2% Serviços: 80.4% (est.2006) CIA Sistema bancárioO Reino Unido possui um dos mais sofisticados e completos sistemas bancários do mundo, oferecendo ampla e completa gama de serviços, nos planos interno e externo. O Reino Unido reúne, na praça financeira londrina, o principal centro mundial de transações financeiras, ao concentrar o maior número de bancos em uma só cidade (mais de 550), e as maiores parcelas de mercados financeiros internacionais. A moeda britânica é a Libra Esterlina, internacionalmente expresso como GBP (Great Britain Pound). As notas de Libra vão de GBP 1 até GBP 100 cuja unidade se divide em 100 Pence (pennies); o uso de moedas é largamente difundido. A taxa de câmbio é livre, apenas observada pelo Bank of England. Embarques no BrasilAlguns dos documentos exigidos nos embarques para o Reino Unido são:- fatura comercial- conhecimento de embarque (Bill of Lading)- certificado de origem para o SGP ...

Russia

...am incessantemente novas oportunidades de negócios. Em Moscou e São Petersburgo, em especial algumas empresas conseguiram alcançar sólida posição no mercado e têm atuado com sucesso ao longo dos últimos 5-10 anos. Tais empresas, assim como as companhias atacadistas e de importação, são interessantes parceiros comerciais.  Comércio varejistaNas grandes cidades russas, a maioria das empresas locais adquire seus produtos junto às grandes companhias de importação atacadista. A consolidação de tais empresas em rede de distribuição é a principal meta de muitos exportadores que abastecem a Rússia. Para o estabelecimento de uma rede de distribuição, em geral, é necessário que o fabricante mantenha escritório de representação na Rússia, responsável por gerenciar a rede de distribuição. Regimes aduaneirosEm conformidade com a codificação aduaneira da Rússia existem vários regimes aduaneiros praticados por aquele país: liberação de mercadorias para livre circulação; re importação de mercadorias; trânsito de mercadorias; depósito alfandegado; loja franca; processamento de mercadorias no território aduaneiro; processamento de mercadorias sob controle aduaneiro; importação e exportação temporária; zona franca aduaneira; depósito franco; processamento de mercadorias fora do território aduaneiro; exportação de mercadorias; reexportação de mercadorias; destruição de mercadorias; rejeição em benefício do Estado; exportação de mercadorias para representação da Rússia no exterior; exportação de categorias específicas de mercadorias para as ex-repúblicas da URSS. Certificado de quarentenaO certificado de quarentena é essencial para confirmar que determinados produtos de origem animal ou vegetal estejam livres  de uma série de doenças. Quando importados, tais produtos são cuidadosamente inspecionados para a confirmação de ausência de infecções, após que o certificado de quarentena é emitido. No caso de exportação de bens de origem vegetal ou animal, o certificado apropriado é emitido pelos órgãos responsáveis pelo controle de qualidade. MoedaA unidade monetária da Rússia é o rublo (Rb). O rublo  é uma moeda livremente conversível, que continua circulando em muitas das antigas repúblicas soviéticas. Seu poder aquisitivo caiu de forma alarmante. O Estado enfrenta enorme déficit orçamentário herdado do período soviético. Atualmente, a  economia  russa opera em bases  muito sólidas. O fato de as mudanças positivas mostrarem sinais de consolidação pode ser atribuído às políticas e medidas adotadas de forma decisiva pelo Governo russo, no contexto de  preços oscilantes do petróleo. Intensos esforços têm sido despendidos para fortalecer e reformar o sistema bancário  Considera-se importante que o desenvolvimento do sistema Bancário acompanhe o processo de reformas econômicas  atualmente em curso, embora, sob certos aspectos e no que tange a certos parâmetros, avalia ritmo seja ainda mais intenso. FeirasÀ medida que a Rússia ingressa na economia de mercado e acelera sua integração à comunidade econômica internacional, cresce  consideravelmente a importância das feiras e exposições como ferramenta eficiente de promoção de vendas. Empresas e profissionais especializados na organização de eventos têm atuado nas diversas regiões do país. Nos últimos anos foram criados locais para  exposições e bases de dados de referências e informações sobre o setor. A Rússia está tornando-se centro amplamente reconhecido da indústria. de exposições. O número crescente de exposições realizadas  anualmente no país já ultrapassou 2.000. Os serviços prestados pelos organizadores dos eventos aos participantes variam em termos de volume e qualidade, o que demanda certa sistematização. A Câmara russa de Indústria e Comércio, que atua em prol dos produtores e exportadores, oferece ao setor produtivo  apoio organizacional e informacional para participação em  feiras e exposições. Setores com potencial importador O setor de bens de consumo e agroalimentício. A indústria local é pouco competitiva e se prevê que o crescimento com gastos continue com um bom ritmo nos próximos anos.   Há uma classe média emergente principalmente em Moscou e São Petesburgo com alta propensão ao consumo. Os principais setores são: vinhos, conservas vegetais, calçados, móveis, têxtil, cerâmicas; Equipamentos e maquinaria para a indústria alimentícia, têxtil  e de tratamento para a madeira; Setor Naval. Existe uma grande necessidade de renovação da frota mercante quanto a pesqueira. Intercâmbio Comercial Brasil – RússiaAs relações Brasil-Rússia vêm evoluindo desde a segunda metade dos anos 90 para patamar qualitativamente mais elevado. No qüinqüênio 2000-2004, a corrente de comércio entre o Brasil e a  Rússia  (exportações +  importações) apresentou significativo crescimento médio, de 25,5% ao ano. A Rússia ocupou o 16º lugar entre os principais parceiros comerciais do Brasil em 2004, com uma participação de 1,5% no total do  comércio exterior brasileiro. Em valores, o intercâmbio entre os dois países passou de US$ 994 milhões, em 2000, para US$  4.3 bilhões, em 2006. As exportações brasileiras para a Rússia, com crescimento médio anual de 40,7%, passaram de US$ 423 milhões, em 2000, para US$ 3.4 bilhão, em 2006. Esse comportamento  expansivo  das  vendas  brasileiras para o país nos últimos 6 anos, posicionou a Rússia no 14º lugar entre os mercados de  destino das exportações brasileiras. A Rússia ocupou a 19ª posição entre os principais mercados  fornecedores do Brasil, absorvendo cerca de 1,3% das  compras totais do Brasil no exterior em 2004. O saldo da balança comercial foi favorável ao Brasil em  todo o período analisado, exceto em 2000, quando ocorreu déficit de US$ 148 milhões. No período de 2006 as exportações superaram as importações com saldo superior a 2.5 bilhões. Exportações Brasil - Rússia Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 1.658.048.407 4.077.835.648 2005 2.917.434.647 5.205.884.848 2006 3.443.427.733 5.405.951.554 Fonte: Aliceweb   Importações Brasil - Rússia Período US$ FOB Peso Líquido (kg) 2004 808.034.180 4.274.505.461 2005 722.131.034 3.357.521.283 2006 942.554.493 3.890.258.315 Fonte: Aliceweb   Balança Comercial Brasil - Rússia/ 2005Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 211.777.076 73.553.145 138.223.931 285.330.221 FEV 188.905.259 67.208.240 121.697.019 256.113.499 MAR 269.290.827 57.249.354 212.041.473 326.540.181 ABR 176.255.593 60.680.071 115.575.522 236.935.664 MAI 253.019.062 25.296.037 227.723.025 278.315.099 JUN 356.168.074 38.237.564 317.930.510 394.405.638 JUL 324.705.981 101.147.391 223.558.590 425.853.372 AGO 278.736.610 147.048.797 131.687.813 425.785.407 SET 254.992.378 92.373.998 162.618.380 347.366.376 OUT 419.438.434 105.398.900 314.039.534 524.837.334 NOV 313.704.248 75.126.805 238.577.443 388.831.053 DEZ 396.434.191 99.234.191 297.200.000 495.668.382 Acumulado 3.443.427.733 942.554.493 2.500.873.240 4.385.982.226 Em  2006 os principais produtos exportados e importados no intercâmbio comercial Brasil -Rússia foram: Fonte: MDIC/Secex   Fonte: MDIC/Aliceweb Abaixo, os principais produtos exportados e importados pela Rússia no seu intercâmbio mundial: Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet Os países com os quais a Rússia mais se relacionou em 2006 foram: Fonte: Braziltradenet   Fonte: Braziltradenet Cooperação Científica e TecnológicaA cooperação entre o Brasil e a Rússia no campo da Ciência e Tecnologia é regida pelo Acordo Básico de Cooperação Científica, Técnica e Tecnológica, assinado em 22 de novembro de 1997, por ocasião da visita do então Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Ievgueni Primakov, ao Brasil. A Subcomissão Brasil-Rússia de Cooperação Científica e Tecnológica é integrada por representantes do MRE (DEU/DCTEC), Ministério de Ciência e Tecnologia, Ministério da Saúde, Ministério dos Transportes, EMBRAPA, CTA, CNPq, CAPES, além de outras instituições. Pela sistemática em vigor, são periodicamente implementados programas específicos de cooperação científica e tecnológica, ao abrigo do Acordo-Quadro vigente. Os projetos de programas são, por sua vez, apresentados pela DCTEC às instituições brasileiras competentes para comentários e sugestões adicionais de cooperação bilateral. A cooperação Brasil-Rússia em matéria científico-tecnológica tem enfrentado dificuldades decorrentes da necessidade de maior engajamento de recursos financeiros por parte de ambos os países em diversos projetos acordados, registrando-se progressos quase que unicamente, com relação ao programa celebrado em 1999, nos campos da saúde e optoeletrônica. Endereços úteisEmbaixada da Federação da Rússia no BrasilAvenida das Nações, SES Q. 801 Lote ABrasília – DFTel: (55 61) 3223-3094, 3223-4094 Fax: (55 61) 3226-7319 Embaixada do Brasil na Federação da RússiaUlitsa Bolshaia Nikitskaia, 54121069 – Moscou - RússiaTel:(+7-095)363-0366Fax:(+7-095)363-0367E-mail: brasrus@brasemb.ruSite: www.brasemb.ru Consulado Geral da Federação da Rússia no Rio de JaneiroProf. Azevedo Marques, 50, Leblon CEP: 22450-030 - Rio de Janeiro - RJTel: (21) 2274-0097 Fax: (21) 2294-4945 E-mail: consulado.russia@radnet.com Consulado Geral da Federação da Rússia em São PauloAvenida Lineu de Paula Machado, 1366 CEP 05601-001 Jardim Everest, São Paulo, Brazil Tel: (011) 3814-4100 Tel/fax: (011) 3814-1246 E-mail: consrus_sp@mail.ru Câmara d...

Alemanha

...ão familiarizados com as oportunidades e condições de venda na Alemanha. Recomendações às Empresas BrasileirasA seleção do melhor canal de distribuição na Alemanha para o exportador brasileiro não é em geral um processo rápido e está sujeita a uma série de fatores, como por exemplo: os requisitos individuais do exportador, o tipo do produto, a capacidade  de  produção,  o  consumidor-alvo,  o  nível  de  conhecimento do mercado e da cultura comercial local, a estratégia de exportação e marketing a ser desenvolvida e as opções  para  o  produto  existentes  dentro  da  estrutura  de comercialização local, entre outros. Aos exportadores brasileiros que planejam vender sistematicamente seus produtos no mercado alemão e não querem constituir  firma no país,  recomenda-se  cooperação com intermediários de negócios, entre outros,  agentes comerciais, agentes comissionados, representantes exclusivos, etc. Para alcançar sucesso nas vendas e estabelecer relacionamento comercial duradouro, o exportador deve atender às expectativas do mercado alemão, particularmente em termos de qualidade do produto, apresentação, preço, serviço e confiabilidade no fornecimento. Viagem de negóciosPara viagem de negócio à Alemanha, não há exigência de  visto  quando  o  período  de  permanência  for  inferior  a  3 meses. O país  dispõe de  excelente infraestrutura de meios de  transporte,  de  modo  que  os  deslocamentos    podem  ser feitos por automóvel, trem e avião. O clima é bastante frio no inverno e mesmo no fim do outono e início da primavera.  Quanto  a  hotéis,  dificuldade  para  reserva  só  se apresenta quando da realização de feiras e grandes eventos. O mercado local oferece uma série de instrumentos para promoção de produtos, entre outros a viagem de negócios com contatos  diretos  junto  aos  parceiros  comerciais,  participação em missões comerciais, rodadas de negócios, participação em mostras especializadas, em campanhas de promoção de produtos em lojas de departamentos e supermercados, remessa direta de folhetos e catálogos de produtos, anúncio e/ou divulgação  de  produtos  ou  setores  estratégicos  em  publicações especializadas e em sites especializados na Internet, etc. Como negociar com a Alemanha Os alemães costumam ser formais e reservados nos primeiros encontros, mostrando frialdade. O trato na primeira pessoas demora bastante tempo; Marque encontros com bastante antecipação com o gerente de nível mais alto possível Seja pontual; Prepare uma agenda para a reunião. Os alemães prestam, muita atenção à organização e ao planejamento e não gostam de coisas dúbias. O tom das negociações é formal; As propostas de negociação e apresentações devem ser concretas e realistas, lógicas e apresentadas de forma clara, organizada e com autoridade; Evite surpresas e métodos agressivos de vendas. Não solte uma proposta surpreendente em uma reunião formal; Participe das feiras de negócios na Alemanha e entre em contato com as câmaras de comércio. Ambas são instituições de prestígio.  Endereços e informações úteisEmbaixada da Alemanha em Brasília SES - Avenida das Nações, Qd. 807, lote 2570415-900 Brasília - DFCaixa Postal 030 - 70359-970Tel: (061) 442-7000Fax: (061) 443-7508E-mail: info.brasilia@alemanha.org.brSite: www.brasilia.diplo.de/pt/Startseite.htmlAtendimento ao públicoAssuntos jurídicos e consulares:De segunda a sexta, das 8:30h às 11:30h.Para outros assuntos, solicita-se agendar por telefone. Consulado Geral da República Federal da AlemanhaPorto AlegreProfessor Annes Dias, 112/11° andar90020-090 Porto Alegre - RSTel.: (051) 3224 9255/224 9592Fax: (051) 3226 4909E-mail: info@porto-alegre.diplo.de RecifeAntonio Lumack do Monte, 128, 16° andarBoa Viagem 51020-350 Recife - PETel.: (081) 3463-5350Fax: (081) 3465-4084E-mail: info.recife@alemanha.org.br Rio de JaneiroPresidente Carlos de Campos, 41722231-080 - Rio de Janeiro - RJTel.: (021) 2554 0004Fax: (021) 2553 0184E-mail: gkrioalemao@terra.com.br São PauloAv. Brigadeiro Faria Lima, 2092; 12º AndarJardim Paulistano01451-905 São Paulo - SPTel.: (011) 3097-6644Fax: (011) 3815-7538E-mail: info@sao-paulo.diplo.de Portal da Alemanhawww.deutschland.de Embaixada do Brasil em Berlimwww.brasilianische-botschaft.deSetor de Promoção Comercial da Embaixada do Brasil em BerlimWallstrasse 57 10179 - BerlimTelefone: 49 7 26 28-116Fax: 49 30-728628199E-mail: secom@brasemberlim.de Instituições alemãs no BrasilAlém da Embaixada, dos Consulados Gerais e dos Cônsules Honorários, existem no Brasil muitas instituições alemãs ou instituições ligadas à Alemanha cujo objetivo é o fomento das relações políticas, econômicas, culturais e sociais entre o Brasil e a Alemanha.Confira no link:www.brasilia.diplo.de/pt/veraenderung_20sites/Deutsche__Institutionen__in__Gastland.htmlAs Câmaras de Indústria e Comércio, as Fundações Políticas, as escolas alemãs- brasileiras, as instituições culturais e as instituições de cooperação existentes no Brasil.Câmaras de Indústria e Comércio no Brasilwww.ahkbrasil.com Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha de São PauloMatriz BrasilVerbo Divino, 1488, 3° andar04719-904 São Paulo - SPTel: (011) 5187 5100fax: (011) 5181 7013E-mail: ahkbrasil@ahkbrasil.comFilial Belo HorizonteTimbiras, 1200, sala 704Minas Trade Center30140-060 Belo Horizonte - MGTel: (031) 3213 1564Telefax: (031) 3273 9368E-mail: ahkmg@uai.com.brEscritório BlumenauHermann Hering, 0189010-600 Blumenau - SCTel.: (+55 47 3336-4515)Fax: (+55 47 3336-4784)E-mail: ahkblumenau@ahkbrasil.comEscritório BrasíliaSHS, Quadra 06, conj. A, Bl. E, Sala 1301, Asa Sul70322-915 Brasília - DFTel: (061) 3039 8282, 3039 8383fax: (061) 3039 8070E-mail: consultoria@wernerwanderer.com.brFilial CuritibaEmiliano Perneta 297, Cj. 232/23480010-050 Curitiba - PRTel: (041) 323 5958Telefax: (041) 222 0322E-mail: ahkcuritiba@ahkbrasil.com.brEscritório GoiâniaAv. Anhangüera, 544074043-010 Goiânia - GOTel: (062) 3216 0443Telefax: (062) 3216 0445E-mail: ahkgoias@fieg.org.brEscritório NatalEsplanada Silva Jardim, 04, 2° Andar, Ribeira59012-090 Natal - RNTel: (084) 222 3595Telefax: (084) 222 3595E-mail: geppert@digi.com.brMatriz Regional Porto AlegreDr. Florência Ygartua, 7090430-010 Porto Alegre - RSTel: (051) 3222 5766Telefax: (051) 3222 5556E-mail: ahkpoa@ahkpoa.com.brMatriz Regional Rio de JaneiroAv. Graça Aranha, 01, 6° andar20030-002 Rio de Janeiro - RJTel: (021) 2224 2123Telefax: (021) 2252 7758E-mail: pklam@ahk.com.brBfAI - Centro de Informação para o Comércio Exterior da República Federal da AlemanhaAlexander Hirschle, Representante em São PauloVerbo Divino, 1488, 3° andarChácara Santo Antionio04719-904 São Paulo - SPTel.: (011)5183 4293Fax: (011)5182 3693Email: bfai@terra.com.brFontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de ViagensAcuff, Frank – Como negociar qualquer coisa Última atualização: junho/2008 Por Global21...

Argentina

...exposições são uma ótima oportunidade para conhecer o que se comercializa no mercado onde se pretende ingressar juntamente com a possibilidade de conhecer os concorrentes e o que eles oferecem. Além disso, representam um bom indicador do desempenho geral da economia e da expectativa  de  realizações  de  negócios  futuros,  já  que oferecem oportunidades para contatar empresas que possam, no futuro, ser representantes ou distribuidores.Para a participação direta em feiras recomenda-se: Verificar junto aos organizadores do evento a quantidade de expositores e os produtos expostos a fim de tomar conhecimento da qualidade da feira; Para participação com equipamento e/ou material que seja ingressado no regime de admissão temporária,  é necessário  confirmar  a  chegada  dos  produtos  em  tempo  e  forma com os respectivos despachantes de alfândega;Deverá  solicitar-se,  ao  organizador,  uma  certidão  que comprove a sua participação no evento. Esta documentação devidamente preenchida e carimbada será apresentada no momento de entrada na alfândega argentina. Despachante aduaneiroA  intervenção  de  despachante  aduaneiro  devidamente cadastrado é obrigatória para a realização dos trâmites do desembaraço alfandegário, não obstante será possível prescindirda intervenção do despachante aduaneiro quando o importador (ou exportador) for uma pessoa de existência visível e realize a operação junto à alfândega pessoalmente. Documentação e formalidadesNo embarque, o exportador brasileiro deve providenciar toda a documentação exigida, que normalmente é composta de: Fatura comercial Romaneio (Packing list) Conhecimento de embarque Certificado de origem Certificado de pré-embarque Outros certificados (quando aplicáveis) Promoção de vendasPara a divulgação e promoção de produtos, aconselha-se a utilização dos canais de televisão, rádios, jornais e revistas especializadas. A participação em feiras e exposições oferece boas oportunidades para pesquisar o mercado e a aceitação do produto, abrindo possibilidades de negócios para o exportador brasileiro. MarketingUm representante que atue de forma autônoma ou por meio de empresas especializadas, pode ser um primeiro passo para o aproveitamento dos meios publicitários, uma vez que este conhece o mercado e os clientes potenciais.O exportador que tenha sua conta de publicidade em uma agência internacional poderá solicitar seu apoio na Argentina. No entanto, se a agência do exportador for brasileira, poderá ter bom conhecimento do produto e da empresa, porém não dominar a fundo o mercado argentino. Amostras e material publicitárioAmostras com valor até US$ 100,00 e material promocional destinado a consumo ou distribuição gratuita (panfletos, catálogos, etc) até US$ 5.000,00 estão isentos do pagamento de tributos incidentes sobre a sua importação. Documentação  e  FormalidadesAtenção particular deverá ser dispensada pelo exportador brasileiro ao preparo e preenchimento da documentação de cada embarque. A documentação exigida é a normalmente utilizada em comércio exterior, salientando-se a importância do certificado de origem e de outros certificados sanitários ou de segurança e qualidade, conforme o produto. Períodos recomendados para viagensA melhor época para realização de viagens de negócios é entre os meses de abril e novembro. É fundamental que a viagem seja preparada com antecedência. Como negociar com a Argentina A pontualidade, dentro da tolerância do costume latino, é mais observada; Um aperto de mão é costume na Argentina; Quando conversam, os argentinos podem ficar mais próximos do que os americanos ou europeus; Em torno de um café concluem-se negócios sem nenhuma pressa; Não abuse  dos trajes sociais; use-os quando requisitado; O texto do material de divulgação deverá ser em espanhol. Observe as características especiais no léxico e na pronúncia do espanhol na Argentina; A aproximação será melhor se for explorado o espírito de fraternidade latino-americano. Não fique impregnado do espírito de rivalidade ou competição originado dos embates esportivos.  Uma vez estabelecido o relacionamento, sua empresa deverá evitar ao máximo a substituição do executivo encarregado do contato. Caso seja trocado, um novo processo de aproximação deverá ser realizado. Endereços Úteis Órgãos oficiais argentinos Câmara de Comércio Argentino BrasileñaCalle Montevideo 770 - Piso 12 1019Buenos Aires - ArgentinaTel: (+5411) 4811-4509/4812-9466Fax: (+5411) 4812-9466 Consulado General de la República ArgentinaAv. Paulista, 2313 – Sobre LojaTel: 3897-9522Site: www.consuladoargentinosp.org.br Câmara Argentina de ComércioAv. Leandro N. Alem 361003 - Buenos Aires - ArgentinaTel: (+5411) 4331-8051 al 5 – 5300-9000 Fax: (+5411) 5300-9058 Câmara de Comércio Argentino-Brasileira de São PauloRua do Rócio 423 conj 801-802 - Vila Olímpia04552-000 - São Paulo - SPTel: (+5511) 3842-6667Fax: (+5511) 38426487E-mail: camarbra@camarbra.com.brSite: www.camarbra.com.br Câmara de Comércio Argentino-Brasileira do Rio de JaneiroPraia de Botafogo 228, sl. 203 Sobreloja22359-900 - Rio de Janeiro - RJTel: (+5521) 2551-8799 Fax: (+5521) 2551-8799 Câmara de Comércio Argentino-BrasileiroAlberto Bins, 514 1º Subsolo Hotel Plaza São Rafael90030-140 - Porto Alegre - RSTel. e Fax:: (+5551) 3221-0555 Embaixada da Argentina no BrasilShis QL 02, conj. 01, casa 19CEP: 70442.900 – BrasíliaTel: (55 61) 3364-7600Fax: (55 61) 3364-7666Site: www.brasil.embajada-argentina.gov.ar Ministério das Relações Exteriores, Comércio Internacional e CultoEsmeralda 1212, piso 71007 - Buenos Aires - ArgentinaTel: (+5411) 4819-7849 Fax: (+5411) 4819-7866 Ministério de Economia, Obras e Serviços PúblicosSubsecretaria de Comercio ExteriorAv. Julio A. Roca 651, piso 21322 - Buenos Aires - ArgentinaTel: (+5411) 4349-3436/3432 Fax: (+5411) 4349-3421 Fontes Consultadas: Brazil Trade Net – www.braziltradenet.gov.brCentral Intelligence Agency - www.cia.govComo Exportar para a ArgentinaMinistério das Relações Exteriores - MRE - www.mre.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de Viagens Última atualização: junho/2008 Por Global21...

Canada

...co, revela um universo e oportunidades de bons negócios. Endereços úteisEmbaixada do Canadá no BrasilAv. das Nações Unidas, 12901-16º andar Centro Empresarial Nações Unidas Torre Norte, BrooklinCEP: 04578-000 São Paulo - SP - Brasil Tel.:(55-11) 5509-4343Fax.:(55-11) 5509-4262E-mail: imm@canada.org.br Embaixada da República Federativa do Brasil em Ottawa450 Wilbrod StreetOttawa, ON Canada K1N 6M8Tel. : (001+613) 237-1090 / 755-5160Fax : (001+613) 237-6144E-mail : mailbox@brasembottawa.org Site: www.brasembottawa.org Consulate of the Federative Republic of Brazil2000 Mansfield Street, Suite 1700Montreal, QC Canada H3A 3A5Tel.: (001+514) 499-0968Fax : (001+514) 499-3963E-mail : consbras@total.net Consulado Geral do Canadá no Rio de JaneiroAv. Atlântica, 1130 - 5 o andar CEP 22021-000 - Rio de Janeiro - RJ tel. (0xx21) 2543-3004 fax (0xx21) 2275-2195 E-mail: rio@dfait-maeci.gc.ca Consulado Geral do Canadá em São PauloCentro Empresarial Nações Unidas - Torre Norte Av. Nações Unidas, 12901 - 16. andar - Brooklin CEP 04578-000 - São Paulo - SP Brasiltel.: (0xx11) 5509-4321 fax: (0xx11) 5509-4260 E-mail: infocentre-spalo@dfait-maeci.gc.ca Câmara de Comércio Brasil-CanadáRua do Rocio 220 cj 121 - 12º andar - Vila OlimpiaCEP: 04552-000 São Paulo - SP Tel.: 55-11-3044-4535 / 3044-6166 E-mail : ccbc@ccbc.org.brSite: www.ccbc.org.br Brazil-Canada Chamber of Commerce438 University Avenue Suite 1618, Box 60 Toronto, Ontario M5G 2K8 (416) 364-3555E-mail: bccc@iecanada.com Trade Facilitation Office Canada Suite 300, 56 Sparks St. Ottawa, Ontario Canada K1P 5A9 Tel.: (613) 233-3925 Fax.: (613) 233-7860 Site: www.tfoc.ca Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govEmbaixada do Canadá – www.dfait-maeci.gc.caMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.brDoblinski, Suzana, Negócio Fechado – Guia Empresarial de ViagensCanada’s Business and Consumer Site – www.strategis.ic.gc.ca Última atualização: maio/2008 Por Global21...

China

...erá abrir as portas para oportunidades comerciais. Uma vez iniciado, o “guanxi” deve ser mantido. Os indivíduos (ou organizações) com “guanxi” podem relacionar-se com uma ou mais pessoas em comum, todas elas formando uma rede interpessoal mais ou menos extensa, de importância vital para o negócio, e regendo-se por algumas normas chinesas como, por exemplo, a reciprocidade e a confiança. Os PresentesOs chineses, como todos os povos asiáticos, atribuem enorme importância à troca de presentes. Em negócios, os presentes são utilizados como uma espécie de “lubrificante social”, para facilitar a relação. Nem todos os presentes são uma boa escolha. Devem ser evitados presentes como relógios de mesa ou de parede, nem mesmo se esses forem o produto que sua empresa fabrica. Em chinês, “oferecer um relógio” significa “assistir um parente moribundo”. Também deve ser evitado o oferecimento de chapéus e bonés de cor verde, pois significa marido traído. Embora a embalagem não seja muito importante, há contudo, algumas cores como o branco (sinal de luto) que não devem ser utilizadas nas embalagens. A melhor embalagem é vermelha (cor positiva, assinala a alegria, na China) ou dourada, ou uma combinação de ambas as cores. Os presentes, via de regra, não são abertos na presença de quem os oferece. Esta atitude permite que nenhuma das partes perca a “face”, caso o presente não corresponda às expectativas ou serem indevidas. Contudo, se, por alguma razão excepcional, você for incitado a abrir o presente, deve fazê-lo. Deve-se utilizar as duas mãos para dar ou receber presentes, a mesma regra se aplica para dar ou receber drinques. Antes de aceitar o presente, os Chineses tendem a recusá-lo, pelo menos uma vez e, em regra, três vezes. Esta é, porém uma norma de etiqueta, e a oferta só deverá ser retirada se você de fato sentir uma relutância genuína na sua aceitação. O valor da oferta deve estar de acordo com o valor da relação: se demasiado pequeno, poderá ofender quem recebe e, se em excesso, poderá parecer suborno. O BanqueteQuando em viagem de negócios à China, os empresários estrangeiros são geralmente convidados para um ou mais banquetes. Os Chineses são anfitriões excelentes e generosos, por isso é fácil a um Ocidental interpretar a exclusividade do convite como um sinal de que o negócio está no bom caminho. Não é necessariamente assim. Os banquetes são uma forma muito comum de se cumprir obrigações sociais e não exprimem qualquer intenção da parte chinesa quanto ao futuro negócio. Não é considerado indelicado deixar comida nos pratos, embora se deva provar de tudo. Não pare de comer de repente, no meio de uma refeição: o seu anfitrião poderá pensar que, de alguma forma, o ofendeu. Durante a refeição, é dever de quem convida zelar para que os copos estejam sempre cheios. Se não pretender beber mais, não os toque. Comer ruidosamente (a sopa e o macarrão em especial) é um sinal de que a comida é saborosa. A excelência da comida é um tópico favorito de conversação durante a refeição e não é natural que se discutam negócios durante a mesma. Muitas refeições são acompanhadas de bebidas alcoólicas (em geral, Maotai, aguardente de cereais semelhante à vodka) e os brindes são freqüentes. Findo o jantar, ao contrário do que se passa no Ocidente, todos os convidados abandonam de imediato o local. Por isso, se tiver algo de importância a dizer, deve fazê-lo antes. Logo que a oportunidade surgir, você deverá retribuir o convite. Notas FinaisQuando seu interlocutor chinês acena repetidamente com a cabeça, não quer dizer que está de acordo, mas apenas que o ouve. Nas negociações, os Chineses buscam uma relação duradoura, e esta é pessoal.O “guanxi” é um requisito prévio para se fazer negócios na China. Se você for apresentado pela pessoa certa receberá uma recepção calorosa; se bater sozinho a uma porta, cria-se imediatamente uma distância que será posteriormente difícil de superar. Os Chineses são negociadores exímios, para quem o pensamento estratégico é uma disciplina formal: é fácil a um Ocidental deixar-se enredar pelas táticas de negociação que os Chineses utilizam com destreza.Enquanto para os Ocidentais o negócio é uma questão de intuição, na China até mesmo crianças estão familiarizadas com “Os 36 Estratagemas” ou “A Arte da Guerra”, formulados por Sun Tzu, estrategista militar que viveu no século IV AC (época dos “Reinos Combatentes”) e aplicam-nos no seu dia-a-dia. O segredo em ser bem sucedido na China está naquilo que os Chineses chamam a arte de “mascar sementes de girassol”, isto é, ter paciência para compreender e aceitar as diferenças. Os ganhos esperados poderão exceder em muito o tempo investido. Resumo do texto original com base em informações da Embaixada do Brasil em Pequim. http://www.brazil.org.cn/commercial_files/commercial_doc/Brasil-ChinaTrade.ppt Para maiores informações ler COMO EXPORTAR PARA A CHINAwww.braziltradenet.gov.br/ARQUIVOS/Publicacoes/ComoExportar/CEXChina.pdf Endereços e informações importantesEmbaixada do Brasil em Pequim 27, Guanghua Lu – Jianguomenwai - Beijing - ChinaTel: 86 - 10 - 6532-2881Fax: 86 - 10 - 6532-2751secom@brazil.org.cnwww.brazil.org.cnEmbaixador Luiz Augusto de Castro NevesChefe do SECOM: Secretário Luciano Pereira de Souza Consulado-Geral do Brasil em Xangai10-B / Qihua Tower, 1375, Huai Hai Zhong Lu, 200031, ShanghaiTel: (86 21) 6437-0117Fax: (8621) 6437-0160e-mail: braxan@shiou.cn.netContato: Chefe do Secom, Paulo Guapindaia Joppert Consulado do Brasil em Hong KongRooms 2014-21/ Sun Hung Kai Centre30, Harbour RoadWanchai, Hong KongTel: (852) 2525-7002Fax: (852) 2877-2813E-mail: consular@netvigator.com Consulado Geral da República Popular da ChinaR. Muniz Barreto, 715 - BotafogoCEP 22251-090 - Rio de Janeiro - RJTel: (0xx21) 2551-4578 Fax: (0xx21) 2551-5736Consulado Geral da República Popular da ChinaR. Estados Unidos, 1071, Jardim AméricaCEP 01427-001 - São Paulo - SPTel: (0xx11) 3082-9877Tel: (0xx11) 3082-9084 fax (0xx11) 3062-4396 Consulado-Geral do Brasil em Xangai10-B / Qihua Tower, 1375, Huai Hai Zhong Lu, 200031, ShanghaiTel: 86 - 21 - 6437-0117Fax: 86 - 21 - 6437-0160e-mail: braxan@shiou.cn.net  ou braxan@public.sta.net.cnContato: Chefe do Secom, Paulo Guapindaia Jopperte-mail: pjoppert@mre.gov.brE-mail: info@sialchina.cnSite: www.sialchina.comContato: Mr. Xu HOU   Embaixada da ChinaSES, Av. das Nações, Q. 813 - Lote 51CEP 70443-900 - Brasília - DFtel. (0xx61) 346-4436 /1880fax: (0xx61) 346-3299 chinaemb_br@mfa.gov.cnwww.embchina.org.brSetor Comercial da Embaixada em PequimTel: (8610) 6532-2881Fax: (8610) 6532-2751E-mail: secom@brazil.org.cnSetor Comercial do Consulado do Brasil em Hong KongTel: (852) 2525-7003Fax: (852) 2877-2813E-mail: secomhkg@brazilianconsulate.org.hkwww.brazilianconsulate.org.hkSetor Comercial do Consulado do Brasil em XangaiTel: (8621) 6437-0110Fax: (8621) 6437-0160E-mail: secom.xangai@shiuol.cn Fontes ConsultadasCentral Intelligence Agency - www.cia.govEmbaixada da China - http://www.brazil.org.cnMinistério das Relações Exteriores (MRE) - www.braziltradenet.gov.brMinistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) - www.mdic.gov.br Última atualização: outubro/2007 Por Global21...

Cingapura

...tivo das Nações Unidas, da Comunidade Britânica e do Movimento dos Países Não-Alinhados. Além disso, faz parte do grupo regional ASEAN  (Association of South East Asian Nations ou Associação dos Países do Sudeste Asiático) e APEC (Asia-Pacific Economic Cooperation ou Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico), além da Organização Mundial de Comércio (OMC). Principais setores de atividadeIndústria – A indústria manufatureira é o principal setor  da economia do país, destacando-se a produção de produtos  eletrônicos e seus componentes como, por exemplo, semicondutores. A indústria química e de produtos químicos também  tem apresentado um bom desempenho nos últimos anos. Os  produtos farmacêuticos têm-se beneficiado bastante da presença  de investimentos estrangeiros, particularmente de empresas européias. Já a indústria de refino de petróleo, apesar da sua importância, vem enfrentando o aumento da competição  regional, o que contribui para margens de lucro cada vez menores. Agricultura e Pesca – O setor jamais teve importância  para a economia cingapuriana: historicamente é responsável  por apenas 0,1% do PIB. A produção de algumas frutas e vegetais atende apenas ao consumo interno, assim como a indústria  pesqueira. Construção  – O  setor de construção registrou alta de 4,2% em 2006. A política do Governo de diminuir a dependência da indústria eletrônica pode alavancar novamente o desenvolvimento  do setor. Relações ComerciaisSegundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2006, o intercâmbio Brasil-Cingapura foi de US$ 2,13 bilhões,  mais de duas vezes o valor registrado em 2004. Com exportações de US$ 944 milhões e importações de US$ 1,19 bilhões, houve déficit de US$ 245 milhões para o Brasil. Embora esse tenha sido o maior saldo negativo já registrado em valores absolutos, não é possível  estabelecer-se tendência em relação ao resultado da balança bilateral, uma vez que déficits e superávits se alternaram com muita freqüência nos últimos dez anos. O certo é que o comércio  total está em plena expansão. O comércio bilateral Brasil-Cingapura evoluiu significativamente  no quinqüênio 2002 - 2006. As exportações brasileiras, que em 2006 alcançaram US$ 943,2 milhões, registraram crescimento de mais de 100% em relação a 2002 quando atingiram US$ 469,3 milhões, muito embora o ano de 2003 tenha  apresentado uma queda de 28% em relação ao ano anterior. Cabe ainda ressaltar que, em 2002, as exportações brasileiras já haviam registrado um forte crescimento de 119% em relação a 2001, quando as exportações montavam em US$ 213,4 milhões. Já as importações apresentaram evolução ainda mais  considerável, passando de US$ 311,9 milhões, em 2002, para  US$ 1188,1 milhões, em 2006, representando um aumento  de 281%. Balança Comercial Brasil - Cingapura / 2006Valores em US$ FOB Mês Exportação Importação Saldo Corrente de Comércio JAN 80.286.028 122.742.747 -42.456.719 203.028.775 FEV 86.065.311 86.104.346 -39.035 172.169.657 MAR 76.723.256 126.660.200 -49.936.944 203.383.456 ABR 104.690.699 96.229.575 8.461.124 200.920.274 MAI 60.026.421 74.122.162 -14.095.741 134.148.583 JUN 105.133.999 71.228.390 33.905.609 176.362.389 JUL 85.648.261 110.450.251 -24.801.990 196.098.512 AGO 77.280.420 119.347.510 -42.067.090 196.627.930 SET 86.384.381 99.006.262 -12.621.881 185.390.643 OUT 35.791.911 119.352.141 -83.560.230 155.144.052 NOV 53.635.749 98.027.805 -44.392.056 151.663.554 DEZ 93.105.691 64.863.128 28.242.563 157.968.819 Acumulado 944.772.127 1.188.134.517 -243.362.390 2.132.906.644 Fonte: MDIC/SECEX Cingapura é extremamente  dependente  do comércio exterior. Em 2006, exportações mais importações foram equivalentes a cerca de 382% do PIB. Estes totais, entretanto, contemplam um grande volume de re-exportações, que corresponde a aproximadamente 45% do total das exportações, e que são dinamizadas por sua localização geográfica e modernas instalações portuárias. Em 2006, o total de exportações cingapurenses alcançou  US$274,8 bilhões e as importações cerca de US$ 230 bilhões. Produtos proveninetes da Malásia, EUA e China lideraram as importações para Cingapura. Fonte: Braziltradenet No mesmo período, figuraram Malásia, Hong Kong e EUA como os principais países de destino  das vendas cingapurenses. Fonte: Braziltradenet O comércio entre o Brasil e Cingapura intensificou-se de forma significativa nos últimos anos, evoluindo de US$ 523 milhões, em 2001, para US$ 2.131 milhões, em 2006, apesar da queda verificada no ano de 2003. A pauta das exportações brasileiras para Cingapura apresenta-se bastante concentrada. Em 2006, os três principais grupos de produtos  exportados  foram óleo combustível, carnes e miudezas de frango e outros cortes de suíno. Com relação à importação, a pauta é ainda mais concentrada, com produtos eletro-eletrônicos respondendo por cerca de 90% do  total das importações. Bem situado na região, com um mercado extremamente comprador, Cingapura  pode apresentar-se como mercado  atraente  para o exportador brasileiro, cabendo destacar o potencial representado pelo país, sobretudo como porto de reembarque para os mercados da Ásia-Pacífico. ExportaçãoAs exportações  brasileiras para Cingapura, em 2006, cresceram 11% em relação a 2005, passando a representar 0,69% do  total (0,71% em 2005), enquanto as importações  brasileiras de Cingapura cresceram 11%, chegando a 1,30% do total (1,11% em 2005). Esse foi o maior valor histórico já atingido pelo comércio bilateral, o que coloca Cingapura como  o primeiro parceiro com...

E.U.A.

...iais constitui excelente oportunidade não apenas para a promoção de vendas, mas também para a obtenção de inteligência comercial referente aos competidores americanos e estrangeiros, tais como tecnologia de fabricação, apresentação do produto, embalagem, nível de preço e estratégias de promoção. Viagens de negócios É essencial que o exportador se apresente bem preparado no mercado americano; O americanos gostam de clareza na comunicação e de chegar ao ponto imediatamente; O exportador deve trazer consigo material promocional de boa qualidade gráfica e escrito em bom inglês, lista de preços em dólar, informações detalhadas sobre a sua empresa – preferivelmente em forma de brochura, e boa quantidade de cartões de visita, impressos em inglês para serem entregues no momento das apresentações; Se o negociador não fala inglês ou tem alguma dificuldade em se comunicar no idioma, é recomendável a contratação de um  intérprete com experiência em comércio exterior; Deve-se evitar viagens em datas próximas aos principais feriados; A formalização do negócio é feita por um contrato de venda, o qual deve refletir a complexidade da transação e especificar claramente as responsabilidades de cada parte contratante; O estilo de negociação é informal e direto. O agendamento de encontros é essencial e a pontualidade é levada muito a sério; A abordagem para a resolução de problemas é impessoal. Os americanos acreditam que regras e procedimentos devem ser aplicados a todos igualmente; As reuniões têm sempre uma pauta, que é seguida item por item. Os americanos são muito rigorosos com a agenda, portanto a reunião deve ser muito objetiva e estar bem preparada;. Leis e regulamentos da Alfândega dos Estados UnidosAs mercadorias comerciais de origem estrangeira devem se submeter a uma “entrada” formal nos Estados Unidos, cumprindo as numerosas leis e regulamentos do Serviço de Alfândega Americano (US Customs Service). A Alfândega define “entrada” não apenas como o processo de chegada de mercadorias em um porto, mas também como o processo de apresentar a documentação necessária ao desembaraço das mesmas. O processo de entrada é idêntico em todos os Estados Unidos. Mercadorias podem entrar no país para consumo, para depósito em armazém alfandegado e posterior reexportação ou podem ser transportadas in-bond (alfandegadas) para outro porto de entrada, onde serão recebidas sob as mesmas condições do porto de chegada. Os documentos que normalmente devem ser submetidos à Alfândega são os documentos de embarque (Bill of lading, se marítimo, ou o airway Bill, se aéreo), a fatura comercial (ou pró-forma), o manifesto de carga e a lista das mercadorias (romaneio). Além desses, poderão ser exigidos, conforme o produto, o certificado de origem, o certificado fitossanitário, o certificado de inspeção etc. Geralmente, antes da chegada das mercadorias, os documentos de entrada são submetidos eletronicamente à Alfândega para se obter um pré-desembaraçamento. No caso de frutas e produtos agrícolas ou outras mercadorias perecíveis, tal procedimento é indispensável. Mercadorias no valor de até US$ 2.000,00, com exceção de têxteis, alguns tipos de calçados e bens sujeitos a quotas ou restrições, podem se submeter a uma entrada informal. A diferença entre entrada formal e informal refere-se à exigência de uma caução ou fiança para entradas formais. Tal caução, pagável à Alfândega em dinheiro ou notas do tesouro americano, deve ser prestada antecipadamente por companhia especializada e licenciada pelo Departamento do Tesouro americano (US Treasury Department), como garantia do pagamento dos impostos, das taxas aduaneiras e do cumprimento das demais exigências alfandegárias pelo importador. A existência da caução permite ao importador liberar as mercadorias antes dos procedimentos alfandegários. Despachantes aduaneiros credenciados pela Alfândega podem prestar a referida caução em favor dos seus clientes. Certas classes de produtos estão sujeitas a vários tipos de restrições para importação. Os motivos são vários, desde a proteção dos produtores locais até a salvaguarda da saúde e do bem-estar dos consumidores, passando pela preservação das plantações domésticas e da vida animal. As restrições incluem a proibição de importação, proibição de entrada em certos portos, restrições de armazenamento ou uso, quarentena, empacotamento ou necessidade de rótulos especiais e fabricação sob determinadas condições. Se aplicável a restrição, ela se estende a todas as importações, independentemente de quantidade e valor da mercadoria. Embora seja impraticável listar todos os produtos, as principais classes de produtos sujeitas a restrições para importação são as seguintes: Animais e produtos de origem animal Armas de fogo e munições Bebidas alcoólicas Brinquedos e artigos para crianças Carnes e produtos de carne Frutas e nozes Leite e derivados (laticínios, queijos, etc.) Materiais inflamáveis, tóxicos ou perigosos Medicamentos em geral Obras artísticas e bens culturais Petróleo e seus derivados Plantas, hortaliças e produtos de origem vegetal Utensílios domésticos Tais classes de produtos devem se submeter às regulamentações das diferentes agências governamentais, sendo as principais: Food and Drug Administration (FDA) Bureau of Alcohol, Tobacco and Firearms Animal and Plant Health Inspection Service (APHIS) US Fish and Wildlife Service US Consumer Product Safety Commission Federal Trade Commission (FTC) Office of Codes and Standards, Department of Energy Environmental Protection Agency (EPA) A Alfândega é a agência responsável pela avaliação e o recolhimento de impostos das mercadorias estrangeiras, bem como pelo combate ao contrabando e à fraude. O chefe da agência fica em Washington D.C., e tem o título de Comissário (Commissioner), e em cada porto de entrada existe um Diretor do Porto.As mercadorias que entram nos Estados Unidos estão sujeitas à inspeção física por um agente do Serviço de Alfândega. O agente examina a fatura comercial para aferir a qualidade, quantidade e o valor das mercadorias; para conferir a correção do nome do país de origem e da classificação das mercadorias conforme a Nomenclatura Tarifária Harmonizada dos Estados Unidos (Harmonized Tariff Schedules of the United States – HTSUS); e para verificar se o importador pagou ou irá pagar o valor correto de impostos. A HTSUS é uma publicação da US International Trade Commission (USITC), em que se encontra a classificação das mercadorias importadas, as alíquotas de importação e os benefícios e restrições que afetam cada produto. Se o importador ou o consignatário discordar da classificação, valor ou qualquer outro aspecto do processo de liberação das mercadorias, ele pode impugnar a decisão da Alfândega, até 90 dias depois do encerramento do processo, por meio de um protesto. Se o protesto for negado pela Alfândega, o importador pode ajuizar uma ação, através de um advogado, na Corte Americana para Negócios Internacionais (United States Court of International Trade). Com o intuito de evitar tais conflitos, o importador pode submeter previamente à Alfândega um Requerimento para Decisão (Ruling Requesrt), que, todavia, o precluirá de futura discussão. Além das tarifas de importação, os produtos importados pelos EUA sofrem a incidência de outras taxas, como a de manutenção portuária (Harbour Maintenance Fee – HMF) e a de processamento de mercadoria (Merchandise Processing Fee – MPF). Essas taxas recaem sobre todos os produtos importados do Brasil. Atualmente, a alíquota da MPF é de 0,21%, com um valor máximo de US$ 485 e mínimo de US$ 25, ao passo que a HMF, aplicada em todos os portos dos EUA sobre importações, exportações e cargas domésticas, é de 0,125%.A não-observância dos procedimentos estipulados ou o descumprimento das exigências da Alfândega podem resultar desde a apreensão das mercadorias importadas e/ou a imposição de multas ao importador até o valor das mercadorias. Fonte: Como Exportar para os Estados Unidos - AMCHAM Endereços úteisEmbaixada dos EUA em BrasíliaSES - Av. das Nações, Quadra 801, Lote 03CEP: 70403-900 - Brasília, DFTel: (61) 3312-7000Fax: (61) 3225-9136 Embaixada do Brasil em Washington, DC3006 Massachusetts Avenue, NW Washington, DC 20008-3634 Tel: : (202) 238-2700 Fax: (202) 238-2827 Site: www.brasilemb.org  Embaixada do Brasil – Setor Consular3009 Whitehaven Street, N.W. Washington , D.C. 20008-3634 Tel: (202) 238-2828 Fax: (202) 238-2818 E-mail: consular@brasilemb.org Consulado Geral dos Estados Unidos em São PauloHenri Dunant, 500,Chácara Santo Antônio,CEP: 04709-110 - São Paulo- SP Tel: (11) 5186-7000Fax: (11) 5186-7199 Consulado Geral dos Estados Unidos  em RecifeGonçalves Maia, 163Boa Vista - Recife, PECEP: 50070-060 Tel: (81) 3421-2441Fax: (81) 3231-1906 Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de JaneiroAv. Presidente Wilson, 147Castelo - Rio de Janeiro, RJCEP: 20030-020 Tel: (21) 3823-2000Fax: (21) 3823-2003 Departamento de Comércio Exterior – São PauloEstados Unidos, 1812CEP: 01427-002 - São Paulo, SPTel: (XX-11) 3085-2811Fax: (XX-11) 3085-2744 Departamento de Comércio Exterior – Belo HorizonteTimbiras, 1200, 7º andarCEP: 30140-060 - Belo Horizonte, MGTel: (XX-31) 3213-1571Fax: (XX-31) 3213-1575 Agência Consular – BelémEdifício Síntese, 21 Avenida Conselheiro Furtado, 286566060-600 - Belém, PATel: (XX-91) 3259-4566Fax: (XX-91) 3259-2626Agência Consular – FortalezaInstituto Brasil-Estados Unidos - IBEURua Nogueira Acioly, 891 - Aldeota60110-141 - Fortaleza, CETel: (XX-85) 252-1539Fax: (XX-85) 252-1539Agência Consular – ManausEdifício Atrium Sala 306Rua Franco de Sá, 31069079-210 Manaus, AMTel/Fax 55-92-611-3333Agência Consular – Porto AlegreAgência Consular Americanaa/c Instituto Cultural Brasileiro Norte AmericanoRua Riachuelo, 1257, Centro90010-010 - Porto Alegre, RSTel: (XX-51) 225-225/226-3344Fax: (XX-51) 226-3344Agência Consular – SalvadorPernambuco, 51 - Pituba41830-390 - Salvador, BATel: (XX-71) 345-1545Fax: (XX-71) 345-1550E-mail: amcon@svn.com.brCâmara Americana de Comércio de São PauloRua da Paz 1431 CEP 04713-001 - São Paulo SP  Tel:  (XX 11) 3011-6000Fax: (XX 11) 3011-6000 Câmara de Comércio Americana de BrasíliaSCN Qd 1 BI “C”Ed. Brasília TradeCenter Salas 1102 á 1105Cep: 70711-902Brasília - DFTel.: (61) 2103-8650Fax: (61) 2103-8658 Email: amcham.brasilia@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de Belo HorizonteRua Da Paisagem 220Cep: 34000-000Cidade Nova Lima - MGTel.: (31) 2126-9750Fax: (31) 2126-9767Email: amchambh@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de CampinasAv. José de Souza Campos, 900 Sala 82Condomínio Trade TowerCep: 13092-110 Tel./Fax: (19) 2104-1250Email: campinas@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de  CuritibaRua Eurípedes Garcez do Nascimento, 1004CEP 80540-280 Curitiba - PRTel.: (41) 2104-9350Fax: (41) 2104-9368Email: amchamctba@amcham.com.br Câmara de Comércio Americana de  GoiâniaAv. T-63 Monte Líbano Center Sala 220Cep: 74230-100Set...

Demonstração

...ração à qualquer uma das unidades da SIMPEX (com validade de 3 dias) clicando aqui e fique cara-a-cara com esta ferramenta que auxilia na integração com transparência e agilidade das operações internacionais de sua empre...

Projeto de Viabilidade de Exportação/Importação

...ficação da concorrência, oportunidades e ameaças, barreiras existentes, documentação necessária, preços praticados e potenciais importadores/exportadores. Abaixo apresentamos alguns dos projetos desenvolvidos: Projeto de Viabilidade para Exportação de Rolamentos para o Perú Projeto de Viabilidade para Exportação de Cocos para o Uruguai Consulte-nos e entenda como podemos ajudar-lhe em seu negócio...

Mercado colombiano é alternativa para exportações brasileiras na América do Sul (Portal APEX)

...gião. Para apresentar as oportunidades de negócios no país, foi realizado hoje (29/3) o Seminário Mercado Foco Colômbia, uma iniciativa da Apex-Brasil, com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), na sede da entidade em Porto Alegre...

ALFANDEGA DO PORTO DE SANTOS AUMENTA RIGOR NA FISCALIZACAO DE IMPORTADOS

...ma ação coordenada com outras unidades da Receita, onde também será aplicada. "A forma de selecionar um despacho de importação (DI) para conferência física deve mudar um pouco. Semanalmente, vamos mandar relatórios para Brasília, para que sejam criados novos parâmetros de seleção das declarações de importação para o canal vermelho, ou seja, para conferência física", explicou ontem, em entrevista coletiva, na sede da Alfândega, no Centro de Santos. Cada carga internalizada, ao ser declarada, recebe uma destinação no sistema de fiscalização de comércio exterior (Siscomex) da Receita, de acordo com as informações prestadas pelo importador. Pode cair nos canais verde (quando está liberada), amarelo (em que os documentos são analisados), vermelho (no qual a carga passa por inspeções física e documental) ou cinza (quando há suspeita de fraude de valor). A partir da Maré Vermelha, a Alfândega concentrará energia em mandar mais cargas para o canal vermelho. Hoje, 3% das mercadorias caem neste canal - algumas vezes aleatoriamente -, mas o volume vai crescer, garantiu o inspetor-chefe. O objetivo é efetuar mais apreensões, com uma fiscalização mais certeira, porque se baseará no perfil das fraudes estudado local e nacionalmente. "A tendência é que essa porcentagem cresça cada vez mais e mais, mas de forma específica na fraude", disse Gomes. Segundo o inspetor da Alfândega de Santos, este perfil das fraudes ajudará em sua identificação. "Nós vamos mudar a parametrização sempre de uma forma mais fina, ou seja, atuando no ilícito de forma mais intensa". Esse ajuste fino se concentrará nas identificações de determinadas cargas e países de origem, por exemplo...

OPERACAO MARE VERMELHA DA RECEITA FEDERAL

... atuação uniforme em todas as unidades da Receita Federal nos portos, aeroportos e demais locais alfandegados do país. Temos recebido informações da fiscalização de alguns portos, aeroportos e pontos de fronteiras rodoviárias sobre um futuro aumento significativo dos despachos aduaneiros selecionados para conferência física. Isso conseqüentemente causará atrasos e impactos logísticos....

Carta-Circular Nº 3.542, de 12 de Março de 2012

...as de valores arredondados na unidade de milhar ou que estejam um pouco abaixo do limite para notificação de operações;   c) movimentação de recursos de alto valor, de forma contumaz, em benefício de terceiros;   d) manutenção de numerosas contas destinadas ao acolhimento de depósitos em nome de um mesmo cliente, cujos valores, somados, resultem em quantia significativa;   e) movimentação de quantia significativa por meio de conta até então pouco movimentada ou de conta que acolha depósito inusitado;   f) ausência repentina de movimentação financeira em conta que anteriormente apresentava grande movimentação;   g) utilização de cofres de aluguel de forma atípica em relação ao perfil do cliente;   h) dispensa da faculdade de utilização de prerrogativas como recebimento de crédito, de juros remuneratórios para grandes saldos ou, ainda, de outros serviços bancários especiais que, em circunstâncias normais, sejam valiosas para qualquer cliente;   i) mudança repentina e injustificada na forma de movimentação de recursos ou nos tipos de transação utilizados;   j) solicitação de não observância ou atuação no sentido de induzir funcionários da instituição a não seguirem os procedimentos regulamentares ou formais para a realização de uma operação;   k) recebimento de recursos com imediata compra de instrumentos para a realização de pagamentos ou de transferências a terceiros, sem justificativa;   l) realização de operações que, por sua habitualidade, valor e forma, configurem artifício para burla da identificação da origem, do destino, dos responsáveis ou dos beneficiários finais;   m) existência de contas que apresentem créditos e débitos com a utilização de instrumentos de transferência de recursos não característicos para a ocupação ou o ramo de atividade desenvolvida pelo cliente;   n) recebimento de depósitos provenientes de diversas origens, sem fundamentação econômico-financeira, especialmente provenientes de regiões distantes do local de atuação da pessoa jurídica ou distantes do domicílio da pessoa natural;   o) pagamentos habituais a fornecedores ou beneficiários que não apresentem ligação com a atividade ou ramo de negócio da pessoa jurídica;   p) pagamentos ou transferências por pessoa jurídica para fornecedor distante de seu local de atuação, sem fundamentação econômico-financeira;   q) realização de depósitos de cheques endossados totalizando valores significativos;   r) existência de conta de depósitos à vista de organizações sem fins lucrativos cujos saldos ou movimentações financeiras não apresentem fundamentação econômica ou legal ou nas quais pareça não haver vinculação entre a atividade declarada da organização e as outras partes envolvidas nas transações;   s) movimentação habitual de recursos financeiros de ou para pessoas politicamente expostas ou pessoas de relacionamento próximo, não justificada por eventos econômicos;   t) existência de contas em nome de menores ou incapazes, cujos representantes realizem grande número de operações atípicas; e   u) transações significativas e incomuns por meio de contas de depósitos de investidores não residentes constituídos sob a forma de trust;   V - situações relacionadas com operações de investimento interno:   a) operações ou conjunto de operações de compra ou de venda de títulos e valores mobiliários a preços incompatíveis com os praticados no mercado ou quando realizadas por pessoa cuja atividade declarada e perfil não se coadunem ao tipo de negociação realizada;   b) realização de operações atípicas que resultem em elevados ganhos para os agentes intermediários, em desproporção com a natureza dos serviços efetivamente prestados;   c) investimentos significativos em produtos de baixa rentabilidade e liquidez;   d) investimentos significativos não proporcionais à capacidade econômico-financeira do cliente, ou cuja origem não seja claramente conhecida; e   e) resgates de investimentos no curtíssimo prazo, independentemente do resultado auferido;   VI - situações relacionadas com cartões de pagamento:   a) utilização, carga ou recarga de cartão em valor não compatível com a capacidade econômico-financeira, atividade ou perfil do usuário;   b) realização de múltiplos saques com cartão em terminais eletrônicos em localidades diversas e distantes do local de contratação ou recarga;   c) utilização do cartão de forma incompatível com o perfil do cliente, incluindo operações atípicas em outros países;   d) utilização de diversas fontes de recursos para carga e recarga de cartões; e   e) realização de operações de carga e recarga de cartões, seguidas imediatamente por saques em caixas eletrônicos.   VII - situações relacionadas com operações de crédito no País:   a) realização de operações de crédito no País liquidadas com recursos aparentemente incompatíveis com a situação econômico-financeira do cliente;   b) solicitação de concessão de crédito no País incompatível com a atividade econômica ou com a capacidade financeira do cliente;   c) realização de operação de crédito no País seguida de remessa de recursos ao exterior, sem fundamento econômico ou legal, e sem relacionamento com a operação de crédito;   d) realização de operações de crédito no País, simultâneas ou consecutivas, liquidadas antecipadamente ou em prazo muito curto;   e) liquidação de operações de crédito no País por terceiros, sem justificativa aparente;   f) concessão de garantias de operações de crédito no País por terceiros não relacionados ao tomador;   g) realização de operação de crédito no País com oferecimento de garantia no exterior por cliente sem tradição de realização de operações no exterior; e   h) aquisição de bens ou serviços incompatíveis com o objeto da pessoa jurídica, especialmente quando os recursos forem originados de crédito no País;   VIII - situações relacionadas com a movimentação de recursos oriundos de contratos com o setor público:   a) movimentações atípicas de recursos por agentes públicos, conforme definidos no art. 2º da Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992;   b) movimentações atípicas de recursos por pessoa natural ou jurídica relacionados a patrocínio, propaganda, marketing, consultorias, assessorias e capacitação;   c) movimentações atípicas de recursos por organizações sem fins lucrativos; e   d) movimentações atípica...

Novos Cuidados na Importação - IN SRF 1169/2011

...erações do sujeito passivo na unidade de despacho; III - opção questionável por determinada unidade de despacho, em detrimento de outras que, teoricamente, apresentariam maiores vantagens ao interveniente, tendo em vista a localização do seu domicílio fiscal, o trajeto e o meio de transporte utilizados ou a logística da operação; IV - existência de endosso no conhecimento de carga, ressalvada a hipótese de endosso bancário; V - conhecimento de carga consignado ao portador; VI - ausência de fatura comercial ou sua apresentação sem a devida assinatura, identificação do signatário e endereço completo do vendedor; VII - aquisição de mercadoria de fornecedor não fabricante: a) sediado em país considerado paraíso fiscal ou zona franca internacional; b) cujo endereço exclusivo seja do tipo caixa postal; ou c) que apresente qualquer evidência de tratar-se de empresa de fachada.” Como visto, as hipóteses de aplicação dos procedimentos de fiscalização desenhados pela IN RFB 1.169/2011 mostram-se das mais simples às mais complexas. Outro fato preocupante é que de acordo com o artigo 5º da IN a mercadoria submetida ao procedimento especial de controle ficará retida até a conclusão do correspondente procedimento de fiscalização. Diz, ainda que a retenção da mercadoria antes de iniciado o despacho aduaneiro não prejudica a caracterização de abandono, quando for o caso, nem impede o registro da correspondente declaração por iniciativa do interessado. Neste caso, o despacho aduaneiro deverá ser imediatamente interrompido, prosseguindo-se com o procedimento especial. Por óbvio esta retenção gera e, ainda gerará, custos de armazenagem que deverão ser suportados pelos próprios importadores. Para piorar a situação do importador, neste procedimento especial a RFB poderá ficar com a carga retida por até 90 (noventa) dias, prorrogáveis por igual período. Mas, então, quais as providências a serem tomadas para evitar maiores transtornos ao setor? Primeiramente, a própria Receita Federal deverá aplicar efetivamente os dispositivos infra-legais constante na IN RFB 1.169/2011 em casos que efetivamente se mostrem necessários. Dito isso, o que se vê na prática aduaneira é uma aplicação indiscriminada que acaba gerando, como dito, instabilidade operacional no mercado importador, colocando o setor em constante situação de insegurança, se não verdadeiro pânico. Por segundo, a grande dica fica: O importador para evitar incômodos no curso de uma fiscalização com base na IN SRF 1.169/2011 deve manter em arquivo em TODAS as suas operações, os seguintes documentos: · Instrumentos de negociação pré- embarque: (Fax, E-mails, Conversas no MSN, Skype, Etc...); · Havendo desconto no preço, justificativa do desconto; · Oferta de preço e condições da carga; · Lista de Preço das mercadorias importadas, atualizada, emitida pelo exportador, vigente a época da importação; · Contrato de compra e venda, ou fornecimento de mercadorias caso seja confeccionado; · Fatura Pro forma, com aceite; · Fatura Comercial assinada com identificação na Assinatura; · Negociação do Frete e BL assinado; · Contrato de Locação do Imóvel em caso de sede ou depósito da empresa alugado; · Demonstrativo de custo e margem de lucro obtida nas vendas das mercadorias objeto da importação; · Purchase Order que deu origem a pro forma, caso haja; · Contrato de câmbio, com a fatura utilizada para seu fechamento; · Entre outros, que sejam utilizados no processo aduaneiro. Resta concluir que, somente assim, com todo este cuidado, é que o importador poderá responder aos termos de intimações sem que possa, por descuido, gerar ao Fisco uma presunção de que suas operações de alguma forma sejam interpretadas como ilegais ou obscuras, contendo contornos, por vezes, criminais como sugere o objetivo final da IN RFB 1.169/2011.  Por Maxsoel Bastos de Freitas, Advogado Especialista em Direito Aduaneiro e Comércio Exterior pela UNIVA...

Comercio Exterior - Regime Especial de Reintegracao de Valores Tributarios para as Empresas Exportadoras (REINTEGRA), Fundo de Financiamento a Exportacao (FFEX), INMETRO e beneficios fiscais - IPI - TIPI - Alteracoes

...s ("freezers") e) 8418.69.32 (Unidades fornecedoras de bebidas carbonatadas); f) 8425.49.90 (Outros, guinchos e cabrestantes; g) 8448.42.00 (pentes, liços e quadros de liços); h) 8466.10.00 (Porta-ferramentas e fieiras de abertura automática); i) 8480.20.00 (Placas de fundo para moldes); j) 8481.10.00 (Válvulas redutoras de pressão) k) 8483.10.1 (Virabrequins) l) 8483.60 (Embreagens e dispositivos de acoplamento, incluídas as juntas de articulação); m) 8905.20.00 (plataformas de perfuração ou de exploração, flutuantes ou submersíveis); n) 9012.10 (microscópios, exceto ópticos; difratógrafos); o) 9022.2 (aparelhos que utilizem radiações alfa, beta ou gama, mesmo para usos médicos, cirúrgicos, odontológicos ou veterinários, incluídos os aparelhos de radiofotografia ou de radioterapia); p) 9022.30.00 (tubos de raio X); q) 9032.81.00 (instrumentos e aparelhos para regulação ou controle, automáticos - hidráulicos ou pneumáticos).   PIS/PASEP e COFINS - Fornecedores de locomotivas, locotratores, tênderes e vagões - Ressarcimento de créditos - Procedimento especial - Alteração   A Portaria MF nº 371/2011 alterou a Portaria MF nº 7/2011, que institui procedimento especial de ressarcimento de créditos de PIS/Pasep e COFINS acumulados em regime não cumulativo em decorrência do benefício de suspensão destas contribuições na aquisição ou importação de bens utilizados na execução de serviços de transporte de mercadorias em ferrovias, classificados nas posições 86.01, 86.02 e 86.06 da Nomenclatura Comum do Mercosul, e aos trilhos e demais elementos de vias férreas, classificados na posição 73.02 da Nomenclatura Comum do Mercosul, relacionados pelo Poder Executivo, por pessoas jurídicas beneficiárias do Reporto, a fim de permitir pedidos de ressarcimento relativos aos créditos apurados a partir de 1º de janeiro de 2009. Anteriormente o ressarcimento alcançava apenas os créditos gerados a partir de 1º de janeiro de 2011....

Preparatória do Encomex Mercosul 2010 será realizada nesta terça-feira em Porto Alegre

...eressadas em identificar oportunidades de negócios e estabelecer parcerias com empresas européias nos setores de alimentos e bebidas, autopeças, madeira e móveis, e têxtil. Outra programação para os empresários será o Encontro com as Tradings, um projeto desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para promover a aproximação entre empresas não-exportadoras e as tradings, também conhecidas como comerciais exportadoras, que atuam como intermediárias comercializando, no mercado internacional, mercadorias não produzidas por elas. O evento irá abrigar também estandes institucionais para atender aos visitantes e de exposição de produtos e serviços de empresas com potencial exportador. O Encomex Mercosul 2010 é uma iniciativa brasileira promovida em conjunto pelo MDIC, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). O evento conta com patrocínio do...

Rio Grande:Recorde eleva projeção anual para 30 milhões de toneladas.

...,2%, chegando a 315.290 Teus (unidade equivalente a contêiner de 20 pés), ante 293.954 Teus no primeiro semestre de 2009. Por Assessoria (04/08/10)...

INTERNACIONALIZAÇÃO DE EMPRESAS BRASILEIRAS

... permitam transformar as oportunidades em benefícios efetivos para o país, para as empresas e para a população em geral, o que deve começar por ampla divulgação de informações sobre a realidade que se consolida. Construída com base em informações de diversos órgãos do Governo Federal, a nova área tem a pretensão de reunir dados relacionados à internacionalização das empresas brasileiras, apresentar as políticas publicas e mecanismos de apoio ao processo, indicar guias e manuais sobre como investir nos mais diversos países do globo, informar sobre dados de investimentos diretos externos e consolidar a produção cientifica e acadêmica sobre o tema, bem como destacar outros aspectos relevantes à internacionalização. Ao longo dos próximos meses, a área "Internacionalização de Empresas Brasileiras" ficará no ar em cará...

Polo Naval traz desenvolvimento para a região Sul

...á aproveitamento de toda a comunidade se as demandas por ele originadas não forem tratadas pela elite (cultural e de lideranças) da cidade. Em função disso, entende que deve haver em Rio Grande o estabelecimento de um pacto para que o desenvolvimento aconteça de forma adequada, contemplando toda a comunidade. Em relação à segurança...

Última audiência sobre instalação do Estaleiro OSX em Biguaçu é a mais tumultuada

...s, porque é justamente a oportunidade para a comunidade participar.Quando iniciou-se o debate, às 21h, 99 perguntas estavam inscritas. A primeira indagou por que as autoridades estão passivas e por que a OSX faz pressão junto a setores econômicos e políticos. Monteiro disse que a empresa não trabalha com pressão.— Trabalhamos com tecnologia, investimentos sociais e ambientais e respeito às normas. Queremos conversar e se no fim do processo a população não nos quiser, não vamos ficar. Não queremos ser vizinhos de quem não nos quer — afirmou.Por Diário Catarinense...

Empresas aproveitam "janela" para fazer captação no exterior.

...stidores europeus. É uma oportunidade pontual. A visão que temos é de que os europeus ainda estão muito retraídos. A maior parte dos investidores de nossa oferta veio dos EUA, o que não é normal", explica Cristiano Gomes, diretor financeiro do Banco Mercantil do Brasil.      Para Fausto Gouveia, economista da Legan Asset Management, o Brasil, em relação ao resto do mundo, melhorou muito. "As empresas estão aproveitando o grau de investi...

Transporte rodoviário e o container no mercado interno

... importância dessa fantástica unidade de carga, criada em 1956 por Malcom McLean. Hoje o mundo movimenta mais de 500 milhões de TEUs (Twenty Feet or Equivalent Unit) – unidades de 20 pés ou equivalente, sendo que cada pé mede 30,48 cm.Assim, está clara a importância dessa unidade e de sua transformação na vedete do transporte e da logística. E a conteinerização é, sem dúvida, a mais ...

Brasil barra autopeças argentinas

...roblemas de abastecimento nas unidades do Brasil", se não for resolvido. Os fabricantes brasileiros de autopeças aplaudiram a medida. "Dessa maneira, o governo argentino vai entender bem o recado", disse o presidente da Sindicato da Indústria Brasileira de Autopeças (Sindipeças), Paulo Butori. Ele argumenta que as indústrias locais têm condições de suprir o que não vier da Argentina. No mercado argentino, onde as barreiras às autopeças brasileiras já duram quase dois meses, as empresas relatam desabastecimento para a reposição. Os importadores aumentaram as compras do Brasil antes da exigência de licenças, mas os estoques estão perto do fim. Ainda não houve interrupção na produção de veículos no país vizinho. Se importarem diretamente, as montadoras terão o produto liberado, mas a opção cria problemas nas fábricas dessas empresas, que não trabalham com estoques. Com informações Jornal O Estado de S. Paulo ...

Exportação: novas regras para procedimentos na fiscalização de produtos de origem animal

...ia Agropecuária (SVA) e pelas Unidades de Vigilância Agropecuária (Uvagro) em portos, aeroportos, postos de fronteira e aduanas especiais foram atualizados pela...

MDIC divulga balança comercial de estados e municípios em outubro

... mesmo período 2008. Entre as unidades da federação, São Paulo foi o estado que mais exportou este ano - US$ 34,174 bilhões. Já Minas Gerais ficou em segundo no ranking de exportadores - US$ 15,957 bilhões, seguido por Rio Grande do Sul - US$ 12,448 bilhões; Rio de Janei...

Porto luta para recuperar recursos para dragagem e recuperação dos molhes

...capacidade para 7,5 mil Teus (unidade que equivale a um contêiner de 20 pés) e, caso ela não ocorra, corremos o risco de ficar fora do mercado", informa Ayres. O superintendente de Itajaí tenciona receber apoio dos deputados catarinenses, independente de partidos, para sensibilizar o Comitê Gestor do PAC e a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, visando à criação de rubrica orçamentária para suplementação dos recursos destinados a obras de infraestrutura aquaviária no complexo. "Somos ainda o principal exportador de produtos congelados do Brasil e o segundo maior na movimentação de contêineres, com uma movimentação de 680 mil Teus no ano passado, e empregamos direta e indiretamente aproximadamente 20 mil pessoas, o que faz da atividade portuária o principal motor do desenvolvimento da cidade de Itajaí e região", ressaltou Ayres, acrescentando que as mercadorias movimentadas pelos terminais do Complexo possuem o maior valor agregado do Brasil, de US$ 2,14 por quilo, o que justifica a necessidade dos investimentos solicitados à União. Por: Guia Marítimo...

Brasil pode aumentar exportações para Coreia do Sul

...o o secretário, esta é a oportunidade para que as autoridades sul-coreanas verifiquem a eficiência do serviço veterinário brasileiro e autorize, inicialmente, a entrada de carnes suína in natura e bovina termoprocessada àquele país. “Neste ano e também em 2008, recebemos grande número de missões internacionais e todas comprovaram a sanidade e a qualidade dos produtos agropecuários brasileiros”, enfatizou Kroetz. O chefe da delegação da Coreia do Sul, Chang-Hee Kweon, disse que o frango brasileiro já é a carne mais consumid...

Importadores pressionam por abertura do mercado de café

...ontrado, com frequência, oportunidade para ampliar as vendas, no entanto, esbarra no pedido dos importadores que exigem café misturado com o de outras origens. "Temos informações de demanda junto às empresas para multiplicar por cinco o volume atual se conseguirmos atender essas condições", afirmou. Ele cita como exemplo os produtores de São Sebastião do Paraíso, que iniciaram as exportações de torrado e moído e podem esbarrar nesse entrave. "São negócios plenamente possíveis, mas que não vão esperar a vida toda. Os pedidos vão se dirigir para outros países", alertou o diretor da Abic. Segundo Herszkowicz, a compra de 200 mil sacas por ano seria suficiente para aumentar a receita brasileira com exportações de torrado e moído de US$ 38 milhões para mais de US$ 150 milhões por ano. "Esse café geraria um volume significativo de novos de negócios que iria não só ampliar a importação, mas usar uma quantidade adicional de café brasileiro", avaliou. Apesar da indústria destacar uma demanda crescente por variedades específicas a realidade do mercado hoje aponta uma queda expressiva dos embarques brasileiros. A receita cambial com exportação de café torrado e moído caiu 22,28% nos primeiros nove meses, ante igual período de 2008, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). A indústria de café faturou de janeiro a setembro de 2009 US$ 24,9 milhões, em comparação com US$ 32 milhões em 2008. O volume embarcado no período foi de 4.526 toneladas, com redução de 23,46% em relação às 5.913 toneladas do ano anterior. Os exportadores de café também são favoráveis ao drawback (importação de produto para seguinte revenda ao exterior). Contudo Guilherme Braga, presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), ressalta que a medida não será suficiente para resolver a redução nas vendas do produto. "O drawback é um instrumento de mercado que apoiamos, mas se isso for colocado como uma ação que resultará na expansão da indústria será um equívoco. Existem outras questões a serem resolvidas. A exportação é quase um cosmético nessa questão", disse Braga. A cafeicultura brasileira está sendo pressionada para iniciar uma abertura de mercado. ...

Saída às exportações: desoneração de tributos

...xportadores estão pedindo a imunidade tributária. Ele lembrou que, segundo a Constituição, imposto sobre produtos industrializados não deverá incidir sobre os manufaturados destinados à exportação, e que essa desoneração tributária não é considerada subsídio pela Organização Mundial do Comércio (OMC). De acordo ainda com Giannetti, em uma pesquisa realizada pela Fiesp com 300 empresários envolvidos com o setor de exportação, 80% deles declararam que consideram muito grave a acumulação de créditos relativos à exportação na esfera federal. Ainda no primeiro painel, Heleno Torres, professor de Direito Tributário da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que, nas discussões com parlamentares sobre desoneração das exportações, há uma distancia enorme entre a atual realidade da retenção de créditos e o que o Congresso Nacional preconiza sobre o assunto. Heleno Torres acrescentou que os atuais US$ 200 bilhões exportados pelo Brasil poderiam dobrar de valor, caso o modelo não se mostrasse um inibidor das vendas externas. Fonte: Diário do Comércio ...

Brasil e Canadá repassam agenda bilateral do agronegócio

...ís. CCA - O comitê é uma oportunidade para o Brasil repassar a agenda bilateral do agronegócio, tratando de áreas específicas, como acesso a mercados, pesquisa agrícola, cooperação técnica e elaboração de normas. O CCA é também um fórum para que os dois países atendam temas comerciais emergentes, principalmente os sanitários e fitossanitários. Além do Canadá, Estados Unidos, Chile, China, Coreia do Sul e Indonésia são países com os quais o País mantém esse comitê. Fonte: MAPA...

Confiança do empresariado é a maior desde janeiro de 2005, revela CNI

...quisa, o gerente executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI, Renato da Fonseca, considera que os resultados indicam que os empresários estão percebendo o fim da crise e apostam em uma recuperação sustentada no futuro. De acordo com o documento, o Icei subiu principalmente devido ao componente que avalia as condições atuais da economia brasileira e da empresa em relação aos seis meses anteriores. O indicador passou de 47,2 pontos, em julho, para 60,5 pontos, em outubro, ultrapassando a barreira dos 50 pontos pela primeira vez no ano. Pelos critérios da CNI, valores abaixo de 50 indicam falta de confiança e, acima disso, otimismo. O Icei mostra ainda que, para os próximos seis meses, a expectativa dos empresários também aumentou, passando de 63,6 pontos, em julho, para 68,7 pontos, em outubro. Em comparação com os dados do mesmo período do ano passado, o índice teve crescimento maior entre as grandes empresas, uma alta de 8,7 pontos ante o resultado de julho, chegando a 68,1 pontos. Entre as médias empresas, o indicador ficou em 65,9 pontos, 7,4 pontos a mais do que em julho. Entre as pequenas, o Icei foi de 63,1 pontos, 6,9 pontos acima do patamar de julho. Fonte: Ag. Brasil...

Coreia do Sul libera importação de carne do Brasil

...venha ao Brasil e habilite as unidades. Outra alternativa é que o próprio Ministério da Agricultura brasileiro se responsabilize por certificar as agroindústrias. Por Agência Estado - AE...

Países do Leste Europeu recebem missão comercial brasileira

...rodutivos e buscar novas oportunidades de investimentos e negócios para as empresas brasileiras. Na Polônia, serão visitadas as cidades de Poznan e Varsóvia, onde serão realizados o Seminário Brasil-Polônia de Comércio e Investimentos e reuniões entre Ivan Ramalho e os subsecretários do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polônia, Pawel Wojciechowski, e do Ministério da Economia, Marcin Korolec. Em Praga (Hungria), estão previstas reuniões governamentais e seminário de ne...

Para se defender, Brasil inicia retaliações contra a Argentina

...amadurecidas, existe perfeita unidade entre nós com essa medida. Inclusive conversamos juntos com o presidente, e eu não a tomaria se não houvesse concordância do núcleo duro da política econômica. FOLHA - Circulou a informação de que o BC foi só informado, não consultado? MANTEGA - Não é verdade. Pode ser que haja alguma discordância, alguém lá dentro que divulgou isso, mas isso contraria o presidente Meirelles. O que veio oficial foi uma nota do Meirelles confirmando que participou da discussão da medida e foi favorável a ela, inteiramente, do jeito que ela está, sem nenhuma ressalva. FOLHA - O presidente Lula havia segurado o envio do projeto que prevê a taxação da caderneta de poupança. Reservadamente, disse a assessores que era contra, a não ser que o sr. o convencesse da necessidade da medida. Agora, diz que vai enviar o projeto ao Congresso, mas talvez em outras bases. MANTEGA - Há, de fato, uma grande resistência da base aliada a um projeto que tenha alguma taxação, mesmo que seja plenamente justificada. Agora, tem de olhar que o governo está desonerando bastante, inclusive a pessoa física. FOLHA - Mas a resistência da base e até da ala política do governo à taxação é muito forte. MANTEGA - Veja, a resistência é forte, mas eu vou discutir com eles oportunamente, porque esse projeto é só para o ano que vem. Agora, é claro que precisamos estar sintonizados, a base tem de estar concordando, para ver como fazemos para aprovar alguma medida, que é de interesse da população porque queremos que os juros continuem caindo. Se não fizermos isso, não dá para ter uma economia que vai reduzindo todos os juros e ter um juro fixo, uma rentabilidade rígida na economia. FOLHA - No próprio governo há quem defenda uma solução definitiva, pondo fim à rentabilidade fixa da poupança? MANTEGA - Não vou me antecipar, vou discutir com eles, afinal Executivo e Legislativo têm uma parceria, tenho de ouvir a base, discutir com ela. Eles vão tentar me convencer ou vou tentar convencê-los, e a gente costuma chegar a um acordo, porque no final das contas prevalece o...

Governo tenta fechar acordos sanitários para exportar mais

...sil, contudo, perdemos a oportunidade de fazermos isso na reforma tributária anterior, agora só no próximo governo, seja ele qual for. O governo tem ajudado com medidas como o drawback e a redução de outros impostos, mas ainda falta muito a ser feito. Com relação à infraestrutura as empresas privadas deveriam ajudar o governo com uma participação maior do que os atuais 42,5%", afirmou Barral. Segundo o diretor da Fiesp, outro grave problema do Brasil é a falta de parcerias e incentivos para a frota de navios, que transporta produtos nacionais a outros países, como exemplo ele citou alguns países do continente africano, que não possuem escalas brasileiras. "Nós estamos pressionando o governo para que outras parceiras sejam formadas, e com isso novos navios e itinerários sejam atingidos, desta maneira podemos realizar novas missões comerciais em busca de outros mercados com o compromisso de que iremos conseguir entregar os nossos produtos no tempo e prazo determinados". O secretário de Comércio Exterior do Mdic afirma que o Brasil precisa acabar com barreiras sanitárias para aumentar exportações. Por Diário do Comércio e Indústria...

Holanda busca parceria com SC

...anópolis para apresentar oportunidades de investimentos entre os dois países. Especialistas da Agência Comercial Holandesa palestraram para empresários na sede da Fiesc, defendendo novas parcerias. É uma preparação para missões de empresários programadas para visitar o Brasil nos próximos dois anos. Em SC, os setores metalmecâ...

Agronegócio vai buscar capital saudita

...er um seminário sobre as oportunidades de investimento no setor, em Riad, capital da Arábia Saudita, no dia 02 de novembro. O evento, que é organizado pelo departamento de Promoção Internacional do A...

Brasil pode ser líder da integração regional, diz analista

...lidade. “Os líderes proclamam unidade regional nos encontros, mas a verdade é que para alguns países é mais fácil exportar francos para a China do que para um país vizinho”, afirmou. Frisando que são o Chile e o Brasil, e não “as nações da ALBA (Alternativa Bolivariana para os Povos da Nossa América) que mais têm conseguido reduzir a pobreza”, Oppenheimer considera que o grande êxito do presidente Lula foi continuar as políticas econômicas do seu antecessor. “Acredito que o Brasil arrastará o resto da América Latina, como a China fez com a Ásia. Ainda que tenha uma política externa lamentável, de apoio a tudo...

Governo tenta fechar acordos sanitários para exportar mais

...sil, contudo, perdemos a oportunidade de fazermos isso na reforma tributária anterior, agora só no próximo governo, seja ele qual for. O governo tem ajudado com medidas como o drawback e a redução de outros impostos, mas ainda falta muito a ser feito. Com relação à infraestrutura as empresas privadas deveriam ajudar o governo com uma participação maior do que os atuais 42,5%", afirmou Barral. Segundo o diretor da Fiesp, outro grave problema do Brasil é a falta de parcerias e incentivos para a frota de navios, que transporta produtos nacionais a outros países, como exemplo ele citou alguns países do continente africano, que não possuem escalas brasileiras. "Nós estamos pressionando o governo para que outras parceiras sejam formadas, e com isso novos navios e itinerários sejam atingidos, desta maneira podemos realizar novas missões comerciais em busca de outros mercados com o compromisso de que iremos conseguir entregar os nossos produtos no tempo e prazo determinados". O secretário de Comércio Exterior do Mdic afirma que o Brasil precisa acabar com barreiras sanitárias para aumentar exportações. Fonte: Diário do Comércio e Indústria ...

A auto-flagelação brasileira no Comércio Exterior não pode mais continuar.

...barcou, não tendo mais a oportunidade de se livrar da multa, muito menos de tempo para cancelar a operação. A saída então, é aplicar o famoso “jeito brasileiro”. Quando o cliente solicita informação e/ou solicita a emissão de LI, terá que ser tomada seguinte providência: 1. Entrar no tratamento administrativo do Siscomex , editar a NCM em questão , que o mesmo informará a exigência ou não de LI. 2. Printar (prt sc) a tela ali mencionada e salvar em seu computador. 3. Quando acontecer este tipo de impasse no intervalo entre o procedimento 2 e o efetivo embarque , será necessário emitir LI e então enviar junto com a solicitação, a tela printada, para que seja emitida a LI sem restrição de embarque. Infelizmente, atualmente é a única solução. Também devemos ser portadores das sugestões, pois nunca podemos somente criticar sem apresentar propostas de melhorias. Logo, aguardamos sugestões para serem enviadas aos órgãos pertinentes, através de entidade de classe, atitude correta,da qual somos totalmente favoráveis. Paulo Renato Mousquer Comexleis...

Dólar retoma trajetória de queda

...sendo incrementado pelas oportunidades de ganho nas operações de curto prazo. (Com informações da Reuters e Agência Estado)...

MDIC realiza missão ao Sul da África em novembro

...africanos. As principais oportunidades de negócios para as empresas brasileiras nesses países estão na possibilidade de parcerias e investimentos nos setores de alimentos e bebidas; agronegócios; casa e construção; energia; máquinas e equipamentos; moda; defesa; infra-estrutura; e materiais elétricos e eletroeletrônicos. A missão iniciará suas atividades em Luanda (Angola), no dia 9, em seguida visitará Maputo (Moçambique), nos dias 10 e 11, e, por último, Johanesburgo (África do Sul), dia 12. Comitivas A missão empresarial ao Sul da África será a quinta comitiva liderada pelo ministro Miguel Jorge, este ano. No primeiro semestre foram realizadas duas missões no continente africano para o Norte da África (Marrocos, Líbia, Argélia e Tunísia), África Subsaar...

Os perigos do câmbio

...aliás, que surge, nessas oportunidades, a praga do protecionismo, que distorce o comércio internacional. No Brasil não é diferente e a situação provocada pela apreciação do real irriga a imaginação de certos economistas que não se cansam de tirar da sacola da saudade medidas de um passado que nos levou ao fracasso e à estagnação por duas décadas. Casuísmos como a limitação da entrada de capitais ou a taxação da remessa de lucros. Ou ainda a superada prática do câmbio centralizado e da fixação do valor da moeda conforme a conveniência da autoridade monetária. Na verdade, trata-se da equivocada mania de proteger meia dúzia de felizes exportadores em prejuízo da maioria dos consumidores, que pagariam mais caro por mercadorias piores – filme antigo e ruim. A alternativa é manter a transparência do câmbio flutuante e trabalhar a redução do custo Brasil, especialmente quanto à carga tributária, que roupa o fôlego competitivo de qualquer empresa. Por sorte, esse parece ser o rumo escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já teria mandado um recado aos mágicos de plantão: nada de artificialismo no câmbio. Que encontrem algo mais inteligente. Ainda bem. Fonte: O Estado de Minas...

Governo brasileiro mira em Angola para ampliar presença na África

...os.- Existe uma série de oportunidades naquele país. Eles precisam de infraestrutura, educação, conhecimento e treinamento.Com o fim da guerra civil (o acordo de paz que pôs fim a 27 anos de conflito foi assinado em 2002), o país está se reconstruindo. Eles querem ser no futuro o que o Brasil é hoje. E temos como fornecer tudo isso - afirma Juarez Leal, coordenador da Unidade de Projetos da Apex-Brasil.Relatório identifica 13 setores para exportações Para tanto, a equipe da Inteligência Comercial da Apex produziu um alentado estudo sobre Angola, com um panorama político e da conjuntura econômica do país, intercâmbio comercial com o mundo, infraestrutura logística e de distribuição e análise de oportunidades.Concluído em setembro, esse material está sendo enviado para três mil tradings brasileiras e 493 empresas que têm, ou podem ter, interesse em investir em Angola.Foram identificados 13 setores com possibilidades expressivas para exportações brasileiras.Entre eles estão calçados, veículos plásticos, instrumentos de precisão e carne bovina. Segundo Leal, o Brasil também tem um grande potencial de fornecer serviços. A Construtora Norberto Odebrecht, uma das empreiteiras brasileiras presentes em Angola, está construindo 35 supermercados no país e deve chegar a 65 lojas nos próximos anos.Fonte: O Globo...

Sem o norte, não há Mercosul pleno

...a busca da formação de uma comunidade latino-americana de nações. Vários movimentos efetivamente foram realizados na América do Sul para tornar a integração uma realidade: criação do Mercosul, da Comunidade Andina de Nações e, recentemente, da Unasul. Agora as palpitantes discussões em torno do assunto ganharam um novo fôlego. A Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal prepara-se para votar parecer ao projeto que aprova o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul. A inclusão de novos membros, é bom ressaltar, já estava prevista no Tratado de As...

Sebrae oferece cursos on-line gratuitos sobre mercado externo

...desafios, às vantagens e oportunidades desse processo de internacionalização. Queremos aumentar o número de empresas que exportam, o volume e, claro, a qualidade das exportações das MPE do Brasil”, diz a coordenadora do programa.Confira os cursos:Planejamento para Exportar – 20hProcedimentos para Exportação – 20hDocumentos Utilizados no Processo de Exportação – 20hCondições de Venda para o Mercado Externo – 15hA Negociação Internacional – 15hPagamentos Internacionais – 15hFinanciamento à Exportação – 15hMarketing Internacional – 30hLogística Internacional – 20hCursos específicos (setoriais):Informações Básicas para Exportação – Setor de Confecções – 20hInformações Básicas para Exportação – Setor de Flores e Plantas ornamentais – 20hInformações Básicas para Exportação – Setor de Móveis – 20hInformações Básicas para Exportação – Setor de Software e Serviços de TI – 40h Fonte: Agência Sebrae...

Cúpula UE-Mercosul deverá avançar pouco em comércio

...e elas podem ser uma boa oportunidade para os empresários do bloco sul-americano e do europeu. Emperradas há cinco anos, elas pararam principalmente por conta dos subsídios da UE à agricultura e da resistência da Argentina em abrir o mercado automotivo. No momento das discussões bilaterais entre Brasil e Suécia, o governo sueco não vai perder a oportunidade de discutir . A sueca Saab participa da licitação para a compra de 36 aviões, oferecendo como um dos grandes atrativos para o Brasil a participação conjunta no desenvolvimento tecnológico do projeto do Gripen NG. A ministra do Comércio da Suécia, Ewa Björling, disse ontem que o governo sueco dá apoio firme à proposta da Saab, acreditando que o assunto será discutido na reunião de hoje. É uma chance para os suecos tentarem recuperar o terreno perdido para a francesa Dassault – em setembro, Lula manifestou publicamente a sua preferência pelos caças franceses. Também participa da licitação a americana Boeing, mas a avaliação dominante é que a empresa está fora do páreo. (SL) Fonte: Valor Econômico...

Presidente da CNI pede o fim do protecionismo da comunidade européia

...or alguns dos 27 países da comunidade europeia, e defendeu a criação de um conselho comum, integrado por representantes das duas forças econômicas da iniciativa privada e dos governos, para adotar medidas de curto prazo que acabem com estas distorções sobre os produtos brasileiros. O presidente da CNI não escondeu o otimismo do setor produtivo nacional com dois acontecimentos que já estão tendo impacto forte na economia brasileira: a Copa do Mundo de 2014 e a recente escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016. “Esses fatos transcendem os potenciais benefícios econômicos. Representam um reforço da auto-estima e da capacidade de realização do potencial do País. O Brasil não perderá essa oportunidade”, conclamou o brasileiro. Monteiro Neto fez uma análise do desempenho das economias. Ele lembrou que a corrente de comércio entre Brasil e União Europeia caiu 27% nos primeiros 8 meses de 2009, em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto que, com a China, a queda foi de apenas 3,7%. A União Europeia perdeu participação nas nossas exportações (de 24% em 2008, para 23% em 2009), mas ganhou participação nas nossas importações (de 21% em 2008, para 23% em 2009). “Aí temos um claro desafio a enfrentar. A recuperação da economia brasileira deverá estimular o aumento das importações nos próximos meses e esperamos que esse movimento seja acompanhado por uma recuperação de nossas exportações”, disse o empresário brasileiro. Na área das mudanças climáticas e matriz energética, o presidente da CNI afirmou esperar que durante a 15ª Conferência das Partes (COP 15), a ser realizada em dezembro de 2009, em Copenhague, os países desenvolvidos se comprometam com metas de reduções de emissões mais ambiciosas. “A participação do Brasil no esforço global de combate ao aquecimento global ...

Secretário diz que governo investiu em todos os segmentos para dinamizar comércio exterior

...e o Recomex é uma grande oportunidade para os governos da região planejarem ações futuras, definirem conceitos e trocarem experiências. “A manutenção da qualidade da produção estatística é fundamental para a troca de informações seguras entre os países”. Na avaliação do representante do Ministério das Relações Exteriores, Paulo França, a reunião incentiva as ações de harmonização estatística entre os países da América Latina. Ele lembrou que, em recente visita do presidente mexicano, Felipe Calderón, ao Brasil, em agosto último, foi constatada uma diferença de US$ 1 bilhão nas estatísticas do fluxo comercial entre Brasil e México. França destacou que as estatísticas são importante insumo para as negociações comerciais e devem sempre estar atualizadas e harmonizadas. O ministério, segundo o coordenador-geral de Produção Estatística do Ministério do Desenvolvimento, Paulo Roberto Pavão, criará um grupo específico para equalizar os números de compras e vendas entre os dois países. Fonte: Jornal de Brasília...

Crescimento do comércio exterior demanda investimento em estatística

..., o Recomex é uma grande oportunidade para que os governos da região possam planejar ações futuras, definir conceitos e trocar experiências. “A manutenção da qualidade da produção estatística da região é fundamental para a troca de informações seguras entre os países”, disse. Na avaliação do representante do Ministério das Relações Exteriores, Paulo França, a reunião incentiva as ações de harmonização estatísticas entre os países da América Latina. França, inclusive, citou um fato ocorrido entre Brasil e México, quando da visita do presidente mexicano, Felipe Calderón, ao Brasil em agosto deste ano, quando foi constatada que havia uma diferença de US$ 1 bilhão nas estatísticas do fluxo comercial entre os dois países. O coordenador-geral de produção estatística do MDIC, Paulo Roberto Pavão, em sua fala, anunciou que será criado um grupo de harmonização estatística com o México e que outr...

Portos esquecem crise e já falam em crescimento

...ina apontam embarque de 8.818 unidades em agosto, contra 5.519 unidades no mês anterior. O volume de 2009 é 27,5% maior que o registrado em agosto do ano passado. (Fonte: Valor Econômico/José Rodrigues*, Murillo Camaroto, Francisco Góes, Sergio Bueno e Marli Lima, de Santos, Recife, Rio, Porto Alegre e Curitiba) Por Valor Econômico - SP...

Relações bilaterais Brasil-Japão

...to financeiro e cria uma oportunidade de despertar no Japão um novo interesse pelo mercado nacional. Resultado da pesquisa realizada com as 600 principais empresas japonesas do setor produtivo pelo Banco do Japão para a Cooperação Internacional mostrou que o Brasil ocupa a sexta posição, ultrapassando os Estados Unidos...

Taxa de câmbio e projeto de desenvolvimento

...o porque descobrem novas oportunidades e têm conhecimento para aproveitá-las. Países atrasados, quando descobrem novas oportunidades, são obrigados a “arrendá-las” aos desenvolvidos, aumentando ainda mais a distância que os separa em termos de desenvolvimento e qualidade de vida. A industrialização sofisticada competitiva no mercado internacional e abastecedora do mercado interno cria um ambiente para uma oferta mais igualitária de oportunidades e para uma distribuição menos injusta da renda e da riqueza. A industrialização deve ser formalizada, isto é, deve ser contabilizada do ponto de vista ambiental, social e econômico pelo Estado, gerando mais arrecadação de impostos visando à universalização de oportunidades, mais garantias e direitos trabalhistas, salários maiores compatíveis com a produtividade mais elevada e relações sócio-ambientais sustentáveis. Mas como deve ser feita a administração de uma taxa de câmbio competitiva, industrializante? Um regime cambial deve ser estabelecido, isto é, regras, políticas, metas, objetivos e instrumentos devem ser organizados para esse fim. Mas, em primeiro lugar, as taxas que remuneram ativos financeiros domésticos devem ser suficientemente baixas para que a avalanche de recursos financeiros internacionais não invada a economia brasileira, promovendo uma pressão cambial valorizativa. Além disso, o Banco Central deve formar reservas para enxugar o mercado de divisas e para que tenha moeda estrangeira em volume suficiente, para evitar desvalorizações abruptas em momentos de elevação do risco. Demandas internas por moeda estrangeira devem ser criadas: uma sugestão são estímulos fiscais à compra de máquinas e equipamentos importados. Políticas de regulação do movimento financeiro internacional devem ser estabelecidas para residentes e não-residentes. Assim como devem ser criados impostos sobre a exportação de itens básicos. Esse é um dos caminhos factíveis rumo à superação de barreiras conjunturais e estruturais que valorizam a taxa de câmbio e condenam a economia ao crescimento moderado e ao atraso. Um regime cambial administrado, estável e competitivo, ao lado de um orçamento equilibrado, com pleno emprego e de juros muito baixos, formam o tripé de um genuíno modelo keynesiano-desenvolvimentista. João Sicsú é diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do IPEA e professor do Instituto de Economia da UFRJ. Autor do livro Emprego, Juros e Câmbio (Campus-Elsevier). Fonte: Valor Econômico...

APEX vê oportunidades em emergentes

... um minucioso estudo, as oportunidades emergentes e recomendou as estratégias de ocupação dos principais mercados a 120 empresários que devem participar da maior feira mundial do setor na Alemanha (Anuga), em meados de outubro. A tática para driblar barreiras e roubar mercados de concorrentes prevê a antecipação das negociações com os importadores, a criação de uma ampla rede de logística de distribuição e a diversificação do leque de produtos. O estudo da Apex i...

Brasil busca minimizar baixa competitvidade com missões

... objetivo de identificar oportunidades de negócios e diversificar as exportações bras...

Logística precária emperra comércio

...o Conselho Empresarial das Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Fiec e da Prefeitura de Fortaleza. Com informações O Povo...

Câmara mantém benefício a exportadoras

... (PMDB-SP), foi a última oportunidade de os parlamentares colocarem as chamadas " emendas contrabandos " . " O Senado deu uma caprichada " , ironizou o relator do texto na Câmara, Sandro Mabel (PR-GO). A MP 462 trata do repasse de R$ 1 bilhão para o Fundo de Participação dos Municípios. Apesar da ironia, Mabel manteve a maioria das emendas dos senadores: das 23, vetou duas. Uma delas, que trata de depósitos judiciais feitos na Caixa Econômica Federal, retornou ao texto da MP e foi aprovado. Essa emenda tem teor semelhante ao da MP 468, em tramitação no Congresso, e poderá ser vetada pelo presidente da República. O único veto foi em relação à importação do lixo. A emenda aprovada no Senado obrigava o importador de lixo, transportador portuário ou depositário a devolver a mercadoria ou destrui-la. Mabel justificou o veto para impedir o importador de destruir o lixo no Brasil. Até o fechamento desta edição, os deputados não haviam acabado de votar os destaques à MP. A maioria das emendas feitas pelos senadores apresentava pontos polêmicos, mas foram aprovadas em poucas horas pelos deputados ontem. A redução significativa da Floresta Nacional de Roraima é um exemplo: a floresta será reduzida dos atuais 2,674 milhões de hectares para 167,268 mil hectares. Outro ponto que gerou divergência é altera a competência da estatal Valec - Engenharia ...

Etanol nas mãos do mundo

... novos agentes abra mais oportunidades e aumente o poder de barganha das usinas nesse mercado. – O agente de comercialização vai fazer esse link entre os dois polos e deverá dar impulso à internacionalização da ‘commodity’ e fortalecer os negócios na Bovespa – avalia Duailibe, que ressalta a expectativa de haver maior estabilidade em termos de safra e entressafra. Para Renato Stetner, sócio do escritório Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados, a criação do agente de comercialização é um salto na perspectiva do etanol brasileiro: – O que a ANP está propondo é a criação de um agente autônomo que pode operar no âmbito da bolsa de mercadorias de forma muito positiva. Isso é feito para que quanto mais gente puder operar, mais liquidez haverá no mercado, ajudando neste processo de o etanol se transformar em ‘commodity’ internacional. Apesar de não ter o controle total do processo, a ANP está fazendo muito bem a parte dela – salientou Stetner. A questão ambiental também tem um forte apelo internacional e um importante quesito para a transformação do produto em ‘commodity’, já que possui utilização completa da sua estrutura, como ressaltou o diretor-geral da ANP. – Depois de mais de 30 anos de investimento nesta tecnologia, já está na hora de o etanol se consolidar internacionalmente, pois ele vem para ser ‘"aquela" opção que o mercado aguarda, por ter eficiência e ser uma produto verde, que capta 100% do CO2, produzir em termos de energia elétrica 3% da matriz energética e até o bagaço se transformar em biodiesel. O etanol tem uma aplicação e um uso extraordinário – salientou Duailibe. Já para o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, o zoneamento agroecológico da canade-açúcar (página 2), lançado pelo governo federal,...

Miguel Joge: Aumento de exportações depende de recuperação do mercado

...pinião, "novas e imensas oportunidades" serão abertas no próximo ano, quando o ambiente para investimentos - especialmente em áreas como a da exploração do petróleo da camada pré-sal e a das energias renováveis - estará ainda melhor do que no período que antecedeu a crise econômica mundial. Fonte: Agência Senado...

Delegação brasileira vai ao México discutir área de livre comércio

...ipe Calderón, ao Brasil. Oportunidade em que tanto ele quanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defenderam a necessidade de aproximar as duas economias, conforme afirmou Barral.O assunto foi discutido na reunião que a Camex realizou na tarde desta terça-feira, no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que contou com participação dos ministros do MDIC, Miguel Jorge; do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo; e da Agricultura e Abastecimento, Reinhold Stephanes. Fonte: Agência Brasil...

Exportadores cobram incentivos do governo

...s acirrada. E essa é uma oportunidade e um desafio para o Brasil. É a chance de ampliarmos as nossas exportações, através de produtos de maior valor agregado – disse Coutinho. A Associação Brasileira da Indústria, Elétrica e Eletrônica (Abinee), por exemplo, que ampliar as exportações do setor da atual participação do Produto Interno Brito (PIB) de 4,3% para 7% em 2020. O objetivo é zerar o déficit de US$ 22 bilhões que o segmento registrou no ano passado na balança comercial, segundo o presidente da associação, Humberto Barbato. – O Brasil tem que se consolidar como um agente exportador de produtos de maior valor agregado. Não podemos ser dependentes das commodities. Há um enorme mercado no mundo a ser explorado – salientou Barbato. Redução de custos e educação Mas para essa mudança na pauta de exportação brasileira ser viabilizada, é preciso reduzir os custos de produção, sobretudo da indústria, e investir em educação. O presidente do Conselho de Administração do grupo Odebrecht, Emílio Odebrecht, destaca a importância da criação de um fundo voltado para educação e tecnologia com os recursos do pré-sal. Para o executivo, também não adianta exigir redução de custos de produção, através das reformas tributária e trabalhista , sem que a política de exportação não seja favorável as mercadoria brasileiras. – Para não ficarmos subordinados ao conhecimento dos outros países e por isso permanecemos importadores, o governo deve reverter essa riqueza nacional para a educação e desenvolvimento de novas tecnologias. E mais. Se não acontecer uma reforma política para mudar a visão de comércio exterior, não adianta reduzir tributos e jornada de trabalho – afirmou. Para o ex-ministro da Fazenda, Marcílio Marques Moreira, o plano pós-crise do Brasil tem quatro pontos fundamentais: investimentos em tecnologia e educação, desenvolvimento sustentável, reformas política, fiscal e trabalhista e a criação da marca Brasil. – O Brasil provou mais uma vez que é um bom administrador de crise, mas para se tornar um player global, a política de exportação tem que mudar – disse. Apesar da internacionalização das empresas brasileiras, um dos principais...

Governo decide cortar imposto de mais de 100 itens importados

...ionará a implantação de novas unidades de produção de fármacos e de separação de gases, avalia o governo. Além disso, o tributo menor, que entrou em vigor ontem, com a publicação no "Diário Oficial das União", aumentará a capacidade de produção de aços inoxidáveis de baixo carbono e de cédulas e moedas, segundo avaliação do governo. A redução do Imposto de Importação pelo chamado regime de ex-tarifário é um mecanismo adotado pela Camex para estimular o investimento no país com a redução do tributo sobre bens de capital, informática e telecomunicação não produzidos no Brasil. Entre os produtos de informática e telecomunicações, foram beneficiadas as mesas gráficas profissionais para desenho e as telas gráficas interativas. Já entre os bens de capitais, a redução do imp...

Brasil e EUA estão otimistas quanto à conclusão da Rodada Doha

...ealidade é que tivemos a oportunidade de perceber com a crise o quanto as nossas economias são entrelaçadas. O desenvolvimento da rodada não é uma questão de ajudar os países em desenvolvimento, mas todas as economias vão se beneficiar com isso”, afirmou. Amorim e Kirk também falaram do contencioso do algodão, que levou o Brasil a denunciar os Estados Unidos na Organização Mundial do Comércio pela prática de subsídio acima dos limites estabelecidos pela OMC, prejudicando as exportações brasileiras. Como compensação pelos prejuízos, a OMC autorizou o governo brasileiro a retaliar os Estados Unidos em cerca de US$ 300 milhões. O representante norte-americano disse que os Estados Unidos têm “interesse de resolver a questão de forma negociada” e que o país respeita o sistema de regras comerciais impostas pelos organismos internacionais como a OMC. Fonte: Ag. Brasil...

Fiep defende queda de barreiras não-tarifárias para fortalecer o Mercosul

...ino-americanas debatendo oportunidades de negócios internacionais entre os países do bloco. O painel discutiu a importância do comércio intrabloco para a retomada do crescimento. "O principal desafio é derrubar barreiras não-tarifárias, que são chamadas de invisíveis, mas que são na...

Análise Conjuntural de Mercado

...tivos sempre que ocorram oportunidades, e, no Brasil existem inúmeras. Alterar o modelo do câmbio prevalecente seria agora um grande retrocesso, com inúmeras repercussões no mercado financeiro, por isso "aceita-se" que haja intervenção do BC no mercado mesmo sendo denominado flutuante, pois os interesses maiores do paÍs não podem ficar livremente à mercê do mercado. Contudo, é notória a falta de alternativas técnicas efetivas para conter movimentos de apreciação do real, em especial quando promovidas pelo mercado futuro de dólar, pois se intervir com os instrumentos conhecidos acelera os movimentos, e, quando atua comprando divisas no mercado à vista, elevando as reservas cambiais a despeito do seu elevado custo de carregamento, justifica que não objetiva interferir na formação do preço, mas tão somente elevar as reservas cambiais. O BC, em tempo, deixou de atuar no ambiente do mercado futuro de dólar, e isto inibiu muito a possibilidade de instalar-se movimentos especulativos sustentáveis, pois como temos ressaltado, há limites de riscos maiores para os especuladores quando buscam especular sem a garantia de que haverá liquidez para reversão de suas posições. Temos repetidas vezes manifestado o nosso entendimento como correta a ação do BC no mercado de câmbio, mantendo-se ausente do futuro e atuando no mercado à vista com leilões de compra, porém temos sido críticos quando acaba por provocar aumento das posições vendidas dos bancos, já que este fato derruba o argumento de que não busca interferir na taxa cambial, tão somente visa elevar as reservas cambiais do país. Ao exceder-se nas compras conduzindo as posições dos bancos à condição de vendidas, e este fato não faz senso, pois acaba por conduzir às reservas cambiais brasileiras dólares oriundos de linhas de crédito externas que naturalmente são utilizadas pelos bancos nestas circunstâncias. Ao promover o estabelecimento de posições vendidas pelos bancos, por comprar além do excedente, o BC acaba por fomentar movimentos operacionais por parte dos bancos que acabam por afetar o curso natural do mercado à vista e, que ocorre no momento. Os bancos promoveram desde o início deste mês liquidez no mercado futuro de dólar revertendo posições vendidas, possibilitando a reversão de posições compradas, "hedge", pelos investidores estrangeiros que retiraram seus investimentos da BOVESPA e do país, e em função disto atuaram apreciando o real, que na 1ª semana representou 2,65%, mesmo com o fluxo cambial no mercado à vista permanecendo negativo em US$ 1,1 Bi, provocando um paradoxo. O mercado futuro de dólar tem revelado sustentação ao preço da moeda americana, sem a presença do BC, quando atinge R$ 1,82, sinalizando que haveria risco de falta de liquidez além deste preço em queda. Por outro lado, como o fluxo cambial no mercado à vista foi negativo na 1ª semana e o BC mesmo assim deu continuidade as suas compras do mercado via leilões, fecharam a semana com posições "vendidas" aumentadas para US$ 2,5 Bi. A existência desta posição vendida pelos bancos, em parte constituídas pelas compras do BC, faz com que atuem procurando conter a recuperação do preço da moeda americana, pois certamente a pretendem cobri-la a preços baixos, e isto imp...

Exportação do agronegócio cresce em receita e volume

...ém a possibilidade de criar a unidade em Rio Paranaíba. Nos dois casos, a Embrapa contaria também com a proximidade de um campus da UFV. Recursos do Banco do Brasil para a safra 2009/2010 crescem 143% O Banco do Brasil aplicou, em operações de crédito rural, mais de R$ 6,4 bilhões na safra 2009/2010, desde o início de julho até o final de agosto. O valor é 143% superior aos recursos liberados no mesmo período da safra anterior. Segundo comunicado divulgado anteontem pela empresa, desde o início do atual Plano Safra foram investidos R$ 1,2 bilhão na agricultura familiar e R$ 5,2 bilhões na agricultura empresarial, crescimento de 164% e 137%, respectivamente, em relação ao mesmo período da safra 2008/2009. A maior parte desses recursos, R$ 4,2 bilhões, foi destinado a operações de custeio. Segundo o BB, o aumento do volume de recursos liberados decorre de alguns fatores, entre eles a disponibilidade de contratação, desde o 1º dia da safra, de todas as linhas de crédito rural e do Pronaf - na rede de agências do Banco do Brasil; aumento do teto de recursos controlados nas operações de custeio e EGF e do limite das operações de investimento com recursos obrigatórios de R$ 130.000,00 para R$ 200.000,00 por beneficiário/ano safra; revisão da classificação de risco de operações de crédito, que possibilitou a revisão do risco de crédito de 93 mil produtores. Para as cooperativas de agronegócio, o Banco do Brasil destinou R$ 377,5 milhões na safra 2009/2010. Desse valor, R$ 107,2 milhões foram aplicados em operações rurais na sistemática de repasse, e R$ 270,3 milhões em operações de custeio, comercialização e investimento agropecuário. No crédito destinado às indústrias, agroindústrias, empresas exportadoras de produtos agropecuários, revendas e demais empresas do agronegócio foram aplicados R$ 257 milhões. Com informações Jornal de Uberaba...

Cenário mundial favorece exportação de soluções brasileiras em tecnologia da informação

...êm ao Brasil em busca de oportunidades de negócios e parcerias com empresas nacionais. “A gente entende que o Brasil pode agregar soluções às de outros países. Não só fornecer, mas compor soluções”. Blois avaliou que, no entanto, o Brasil não está bem suprido em termos de linhas de financiamento. Como o setor é formado em grande parte por micro e pequenas empresas, ele afirmou que seriam necessários juros menores e melhores garantias para facilitar o acesso das empresas ao financiamento hoje existente. “As empresas de TI não têm garantias físicas. Você não tem matéria-prima. Tem serviço, que é uma coisa completamente intangível.” Por isso, a reivindicação é para que haja melhor compreensão por parte dos agentes do sistema financeiro em relação ao setor de serviços de forma geral. Ele ressaltou que o setor de informática e TI tem contado com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex-Brasil), por meio do programa Softex, que dá suporte a ações na área da internacionalização. “Mas são recursos parcos. A gente precisaria de muito mais para fazer outras coisas”, disse. Segundo Blois, os resultados do programa são muito bons, apesar da carência de recursos. As oportunidades de exportação para as empresas nacionais de TI e linhas de financiamento serão debatidos no 2º E...

Exportações de couro acabado reagem em julho

... 890,5 mil peças para 932 mil unidades, enquanto a receita apurada cresceu de US$ 55 milhões para US$ 57,33 milhões. As exportações gerais de couro, no acumulado do ano, registraram US$ 588,62 milhões, queda de 52%, em relação ao mesmo período de 2008, segundo dados elaborados pelo Centro das Indústrias de Curtumes...

Exportação de máquinas agrícolas continua a cair

...o a julho e totalizaram 5.049 unidades. Na comparação com agosto de 2008, ainda há uma queda de 0,8%. Nos oito primeiros meses de 2009, as vendas somaram 32.914 unidades, 7,4% a menos do que em igual intervalo do ano passado. Já a produção cresceu 2,1% ante julho, para 5.705 unidades, mas o número ainda foi 28,4% inferior ao de agosto de 2008. De janeiro a agosto, a produção atingiu 39.710 unidad...

Análise Conjuntural de Mercado

...de 14 de agosto, tivemos oportunidade de salientar: "Como temos salientado, no nosso entendimento, a apreciação do real no mercado de câmbio é conseqüência de movimentos que ocorrem no mercado futuro de câmbio induzindo o preço da moeda americana à queda especulativamente com a formação de posições vendidas em cupom cambial e futuro de dólar por investidores estrangeiros e bancos, visando otimização do ganho da variação cambial, num cenário em que a autoridade monetária não tem instrumentos técnico-operacionais para coibir. Contudo, há dois cenários em que este tipo de especulação se desenvolve: - a partir de movimentos estabelecidos pelos especuladores, sem a presença do BC com instrumentos financeiros no mercado futuro de câmbio; e - a partir de movimentos estabelecidos pelos especuladores, com a presença do BC com instrumentos financeiros denominados "swaps cambiais reversos" no mercado futuro de câmbio. No cenário sem a presença do BC, os especuladores ficam expostos ao risco efetivo de conduzir o preço da moeda americana ao nível excessivamente baixo e acabar num contexto de mercado com escassa liquidez, pois a taxa cambial deprimida inibe a oferta no mercado futuro de câmbio, e assim torna-se difícil a realização dos lucros acumulados nas posições especulativas. Por isso, a apreciação do real é conduzida até parâmetros em que o especulador entenda que não ocorrerá o "córner" da iliquidez de suas posições vendidas por falta de oferta que possibilite revertê-las. No cenário com a presença do BC, os especuladores assumem a posição vendida de dólar no mercado futuro de câmbio ao participar da operação de colocação dos "swaps cambiais reversos" por parte da autoridade monetária. A estrutura destes instrumentos financeiros deixa o BC com direito à variação cambial positiva e com o ônus do juro a favor dos "players". Os "players" estão desencadeando movimento especulativo de apreciação do real, gerando, portanto, variação cambial negativa para a autoridade monetária, objetivando o duplo ganho do juro e da variação cambial. Com movimentos especulativos desenvolvidos a partir dos "swaps cambiais reversos", diferente do movimento espontâneo de especulação sem participação do BC, não há preocupação com a falta de liquidez e, portanto, a apreciação do real pode ser maximizada, como aconteceu na fase antecedente à crise, quando o preço da moeda americana chegou a R$ 1,50, pois a liquidez está garantida pela própria autoridade monetária que terá que reverter o "swap cambial reverso" que colocou no mercado. Em razão das circunstâncias expostas é que temos salientado que o BC deve atuar com leilões no mercado de câmbio à vista retirando os excedentes do fluxo, porém sem tornar as posições dos bancos em "vendidas", o que não faz nenhum sentido e também é totalmente ineficaz no objetivo de conter a apreciação do real, pelo contrário pode estimulá-la de forma a que estas posições venham a ser cobertas com moeda a preço mais baixo. E também, entendemos que não deva realizar quaisquer intervenções no mercado futuro de câmbio utilizando os "swaps cambiais reversos", que é absolutamente errático, e que provoca efeitos diretamente inversos ao objetivo teórico. Assim, o limite da queda sobre o qual o BC não tem poder de contração acaba determinado pelo movimento especulativo no mercado futuro e que ante o risco da iliquidez não será tão exacerbada quanto seria se houvesse a intervenção. Na sequência torna-se inviável a continuidade pela especulação da apreciação do real e com a continuidade do fluxo de recursos para o país, os novos investidores procurarão o mercado futuro de câmbio para realizar efetivamente "hedge", ou seja, comprar no mercado de câmbio futuro o equivalente as divisas convertidas para reais para aplicação na BOVESPA e em títulos de renda fixa, e assim a demanda acabará fortalecendo o preço da moeda americana, neutralizando a apreciação do real" Simpex/TOV...

Acordos bilaterais não substituem Doha, diz Lamy

...iretor da OMC, janela de oportunidades para reavivar rodada é melhor do que nos últimos meses Acordos bilaterais ...

Liminar libera produto importado

...ita Federal não aceitaria a imunidade tributária concedida a essas empresas, ainda que exista previsão no artigo 150 da Constituição. "Sem a concessão de liminares esses produtos ficariam retidos até a análise do mérito da ação. A não ser que a empresa pagasse tributos que não são devidos, como versa a própria Constituição, o que não seria razoável", afirma Goldschmidt. A liminar obtida pela PUC é bastante significativa, na opinião de Goldschmidt, por apontar o "bom senso" do magistrado ao decidir pela aplicação ou não da vedação prevista na nova lei". O juiz Daniel Henrique Dummer julgou que a mantenedora da PUC é reconhecidamente uma instituição assistencial, sem fins lucrativos, para a qual se aplica o inciso IV do artigo 150, da Constituição, que veda a cobrança de impostos para essas situações. Por isso, ele afastou a incidência do ICMS sobre a aquisição das mercadorias importadas. Ele também afirma na sua decisão que o artigo da Constituição é hierarquicamente superior à nova lei do Mandado de Segurança e não poderia sofrer restrições vindas da norma. O juiz justifica que a aplicação da vedação imposta na nova lei "deve ser vista com reservas, não só por ser endereçada a bens apreendidos, mas também em face da sua inconstitucionalidade". Para o magistrado, a limitação imposta pelo legislador parece afrontar a garantia constitucional à segurança e impede o acesso à Justiça. Na opinião do advogado Enzo Megozzi, da banca Nunes, Sawaya, Nusman & Thevenard Advogados, liminares como a concedida à PUC devem se proliferar no Judiciário. Para ele, essa ved...

Rio Grande tem alta de 10,4% na movimentação de contêineres

...,4% e totalizou 356.675 Teus (unidade de medida que equivale a um contêiner de 20 pés). Em julho passado, as operações tiveram acréscimo de 27,2%, somando 62.737 Teus contra 49.307 Teus no mesmo período de 2008, e a produtividade...

Não é hora de mexer no câmbio, avalia Eris

...il melhore. O mundo olha oportunidades de investimento e de aplicação no Brasil com melhores olhos. Quando as coisas começam a melhorar, um dos primeiros mercados que o mundo olha é o Brasil. Nós temos que admitir que o Brasil é outro país. Valor: O BC poderia ter baixado mais os juros? Eris: Pedir hoje ao BC que baixe mais rapidamente os juros é um pouco perigoso, sinceramente. Já houve uma substancial redução dos juros. Pode-se argumentar se poderia ter sido feito antes e mais rapidamente, mas não vou entrar nessa discussão agora. A questão é que a redução foi feita e uma parada neste momento é perfeitamente aceitável e desejável. Nós não podemos pedir que os juros sejam exclusivamente dirigidos por considerações quanto ao câmbio. Eu fui muito crítico do nível dos juros por muito tempo, mas tenho também que admitir que, quando chegam a um determinado patamar, é necessário olhar com mais cuidado. Há implicações sobre a atividade econômica, sobre a inflação. Valor: Há instrumentos para deter a valorização do câmbio? Eris: Há quem defenda a ideia de que não há como influenciar o câmbio nominal. Eu já li alguns bons analistas transmitindo a ideia de que não adianta, de que o dólar vai cair de qualquer jeito. Por que não ocorre isso na China, ou na Argentina? É claro que o BC sempre pode influenciar a taxa de câmbio nominal. A taxa real é outra coisa, mas há vários instrumentos para influenciar a taxa nominal. Uma possibilidade é fazer algumas operações serem liquidadas automaticamente no BC, sem passar pelo mercado. Isso faria o mercado ficar mais equilibrado, um pouco apertado em termos de dólares, e o BC reverteria o seu papel. Em vez de comprar o excesso, ele administraria a eventual escassez. Mas nós temos que pensar bem nessas medidas. Quando se fala em cobrar um imposto, como o IOF, na entrada de capitais, é importante colocar no papel como vai funcionar, ver quais são as implicações sobre a curva de juros. E é difícil implementá-las sem distorcer as curvas de juros. Valor: E o sr. acha que é o momento de intervir no câmbio? Eris: Qualquer tentativa de sustentação do câmbio vai significar uma mudança nas regras, e eu tenho minhas dúvidas se este momento é adequado para fazer mudanças nas regras do jogo. Nós estamos vivendo um momento muito incerto, muito delicado na situação global. Para nossa grande sorte, o Brasil é visto como um país melhor posicionado nessa crise. Eu teria medo de qualquer coisa que pudesse mexer com isso neste momento. A segunda coisa é que nós estamos no fim de um governo. Sempre surgem ideias de que, no fim de um governo, as decisões tomadas são eleitorais. Não estou dizendo que até agora foi o o que ocorreu, embora eu veja alguma coisa disso no lado fiscal. Nós temos também um presidente do BC que, potencialmente, vai ser candidato nas eleições do ano que vem. Valor: Em abril de 2007, o sr. disse ao Valor que o BC poderia ter uma postura menos previsível, mais errática, o que poderia ajudar a deter a valorização do câmbio. Essa sugestão continua válida? Eris: Eu falei isso numa outra situação. Acho de fato que o BC, com uma atuação que seja menos previsível, poderia influenciar o câmbio. Mas, neste momento, eu não sei se a previsibilidade do BC não é um ativo para o país, em vez de ser um passivo. Este é um momento delicado. Enquanto o [presidente do BC, Henrique] Meirelles, ficar no cargo ele vai ser questionado, porque poderá ser candidato. Quando ele sair, vai haver o questionamento se o BC terá o mesmo o prestígio, a mesma independência, porque quem o substituir vai ser percebido como alguém que vai ficar por um período curto. O mundo está complicado, o Brasil vai viver um momento delicado, e a política fiscal brasileira deverá ser questionada ao longo de 2010, como já está sendo. Acumular fatores que deem a impressão de que o Brasil está mudando a política econômica não é desejável. Mas não me entenda mal. Quando eu recomendo cautela, não é porque eu ache que o câmbio não pode vir a ser um problema. A questão é que o momento não é o ideal para discutir mudanças na política econômica. Valor: Qual o impacto sobre a economia de uma taxa de câmbio muito valorizada? Eris: Uma coisa importante no caso dos salários, do câmbio e dos juros é que eles têm impactos duradouros sobre a economia. Eles são muito poderosos, especialmente a dupla juros e câmbio. O câmbio valorizado por períodos muito prolongados sem dúvida influencia decisões empresariais. É uma das variáveis que as empresas analisam. E eu não estou falando apenas dos exportadores, mas de qualquer setor que tenha potencial de competição com o exterior, direta ou indiretamente. Se o câmbio fica muito valorizado por um periodo prolongado, isso efetivamente altera a estrutura da economia, altera a relação entre tradables e non tradables, entre commodities e indústria. A preocupação que uma ala de economistas está externando em relação à valorização excessiva do câmbio tem razão de ser. Talvez eles o façam de modo muito entusiástico, mas a preocupação tem razão de ser. Valor: Quais as implicações negativas que uma mudança no câmbio pode causar ao país? Eris: Há uma real possibilidade de ter continuidade no governo, no sentido de Dilma Rousseff [ministra da Casa Civil], ou quem quer seja, substituir Lula. Qualquer conjunto de atos que seja percebido pelo mercado como uma mudança de política econômica será projetado para o próximo governo. É necessário tomar cuidado. Já existe a questão da política fiscal. O mundo tem sido muito tolerante com a nossa política fiscal neste momento, porque a identifica como uma política expansionista, mas nós sabemos que ela não é. A menos que nós revertamos essa tendência, essa tolerância vai virar intolerância rapidamente quando passar o momento de dificuldade na economia global. Está na hora de ser um pouco mais conservador. Valor: O sr. acha que o câmbio vai se valorizar rapidamente? Eris: Vamos ver os fatos primeiro. Há uma ideia de que o câmbio vai continuar a se valorizar. A época é muito incerta para fazer essas afirmações com tanta convicção. Eu não estou convencido disso. Não estou dizendo que o câmbio vai se desvalorizar, acho que a tendência é mesmo de valorização, mas vamos ver com que velocidade vai ocorrer. O dólar subiu para R$ 2,50 e voltou para R$ 1,85. Esse é um fato um pouco diferente de dizer que agora vai para R$ 1,50. Valor: Quais as perspectivas para a economia no segundo semestre deste ano e para o ano que vem? Eris: Sobre o Brasil, eu estou na ala otimista. A mistura de sorte e competência nos colocou num trilho de saída da crise com razoável rapidez, de um modo saudável. Nós não precisamos fazer grandes estragos nas nossas políticas monetária e fiscal, ainda que eu tenha restrições a esta última. A economia está intacta e saindo da crise. Valor: O que foi sorte e o que foi competência? Eris: A sorte foi que a crise nos pegou num momento em que, por “n” motivos, nós tínhamos acumulado um nível elevado de reservas. Além disso, como nós vínhamos de um ciclo de aumento dos juros, então o espaço para reduzi-los foi maior. Isso reverteu as expectativas com mais força. Por fim, nós já estávamos embutindo na política fiscal uma trajetória expansionista por outros motivos que não tinham nada a ver com a crise. Mas o BC e o governo em geral atuaram com competência. O discurso de Lula, ness...

CÂMBIO: Declarações de Bernanke contribuem com queda do dólar

...xa anual para 5,24 milhões de unidades - o quarto avanço consecutivo e o maior nível de vendas desde agosto de 2007. O índice também ficou acima (5%) na comparação com julho de 2008, que registrara 4,99 milhões de unidades vendidas. Do outro lado do globo, as perspectivas também são boas. O instituto chinês informou nesta sexta-feira que a economia do país irá se expandir 8,5% no terceiro trimestre e que o governo pode manter o afrouxamento de sua política monetária no segundo semestre, para estimular esse resultado. (Simone e Silva Bernardino - Agência IN) ...

Brasil de portos modernos e competitivos

...“Geração de riqueza para a comunidade, esse é o objetivo dos portos”. Com informações PortoGente...

Livre-comércio a caminho

...xpande a capacidade e as oportunidades. Mas a liberdade não deve ser restrita ao setor econômico, deve ser aplicada também ao político, ao social, ao cultural”, acrescentou o presidente mexicano, que amanhã se reunirá em Brasília com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Calderón já havia dito, antes de chegar ao Brasil, que o objetivo principal da sua viagem era econômico. Junto a Lula, ele tentará conquistar apoio para alguns projetos energéticos no México. E proporá a criação de um mercado comum não só com o Brasil, mas com os outros países da região sul-americana. O Brasil é a terceira e última escala da viagem do governante pela América do Sul, após suas visitas oficiais à Colômbia e ao Uruguai. Fonte: Jornal de Brasilia...

Apesar da reação, exportações devem ter queda de 32% este ano

...ta para pouco mais de 400 mil unidades. Em 2008, foram exportados 735 mil veículos. Fonte: O Estado de São Paulo...

Superávit comercial do País cresce 22,4%

.... “A coerência do governo e a unidade de pensamento estão sendo decisivos na recuperação da economia do Brasil”, elogia o presidente do Lide, João Dória Júnior. Empresários paulistas preveem expansão de negócios no semestre Uma pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feita com 78 grandes empresas exportadoras do estado mostra que, pela primeira vez neste ano, as projeções para exportações no segundo semestre são de crescimento em relação aos primeiros seis meses de 2009. Os executivos esperam um crescimento de 7,6% nas exportações de produtos industrializados sobre o primeiro semestre, segundo levantamento da Fiesp. Em julho, os empresários previam queda de 1,1%. Se as estimativas dos industriais paulistas estiverem corretas, as exportações na segunda metade do ano vão chegar a US$ 42,11bilhões. Apesar de 7,6% maiores do que no primeiro semestre do ano, será uma queda de 33% na comparação com o resultado do segundo semestre de 2008, de US$ 63,55 bilhões. No ano passado, as vendas externas subiram 13% no segundo semestre. “As exportações estão sendo retomadas lentamente e por isso melhoraram as expectativas”, disse o gerente do Departamento de Economia da Fiesp, André Rebelo. Fonte: Jornal do Comércio...

Vistoria de ganhos e perdas no comércio exterior

...agosto de 2002, para todas as Unidades Aduaneiras e está ligado a Receita Federal do Brasil. O sistema foi desenvolvido pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), sendo um instrumento de consulta e análise de dados relativos ao comércio exterior, que tem como principal objetivo auxiliar na seleção de mercados e produtos que apresentam maior potencialidade para o incremento das exportações brasileiras. Através de um sistema de busca e cruzamento de dados estatísticos, o Sistema permite a identificação de oportunidades comerciais – produtos ...

Governo prepara estratégia para promover Brasil na China

...rasileira e oferecer uma oportunidade para aumentar o conhecimento mútuo e dinamizar as trocas comerciais.” Para promover a imagem do Brasil no evento, que ocorrerá de maio a outubro do próximo ano, o governo gastará de R$ 70 milhões a R$ 80 milhões. “Esses gastos englobam tanto a montagem do pavilhão como os eventos e as atividades culturais e turísticas”, explicou Teixeira. Segundo ele, uma comissão formada por representantes do Tribunal de Contas da União, da Corregedoria-Geral da União, do Ministério do Desenvolvimento e da Apex Brasil foi enviada à China para planejar a execução das despesas. Com previsão de receber 70 milhões de visitantes, a Expo Xangai terá participação de 200 países e 48 organismos internacionais. Além da promoção comercial, o evento será dedicado ao debate dos problemas das grandes cidades em todo o mundo. Ao final da exposição, será assinada a Declaração de Xangai, com diretrizes para o desenvolvimento urbano sustentável. De acordo com a Apex Brasil, o pavilhão brasileiro deverá receber até 2 milhões de visitantes. O espaço ...

Exportação para mais países ajuda superávit

...ue tem sede em Porto Alegre e unidades industriais em Panambi (RS) e Campo Grande (MS), Anastácio Fernandes Filho. Já a diversificação de mercados externos tem como objetivo preencher os períodos de baixa sazonalidade de vendas na América Latina, região que absorve hoje até 80% das exportações da empresa, explicou o executivo. Por isso a busca é por novos clientes no hemisfério norte, sobretudo na Europa Oriental, onde o período de safra agrícola é contrário ao do hemisfério sul, disse. Durante o primeiro semestre, os países da África e do Oriente Médio estão entre os que ganharam participação nas exportações brasileiras. Para Octavio de Barros, o desempenho com os países africanos permite esperar para 2009 um superávit para a balança comercial entre o Brasil e o continente, resultado inédito desde 1995. Ele lembra que a queda no preço do petróleo contribuiu para reduzir os valores das importações originadas do bloco africano. Porém, mesmo excluindo o petróleo no comércio bilateral com o continente, calcula Barros, há um crescimento de US$ 900 milhões no superávit do primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. O Oriente Médio também apresenta situação semelhante. A participação do bloco nas exportações do Brasil cresceu de 3,75% para 4,77%, com superávit de US$ 2,05 bilhões no primeiro semestre, bem superior aos US$ 464,37 milhões de saldo do mesmo período de 2008. Salim Taufic Schahin, presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, lembra que as exportações brasileiras aos 22 países árabes cresceram 4,1% no primeiro semestre, na comparação com janeiro a junho de 2008. No mesmo período as exportações brasileiras totais tiveram uma queda de 22%. Segundo Schahin, o que tem alavancado as vendas brasileiras aos árabes tem sido a ampliação da corrente de comércio com novos países. Também contribuiu o aumento da pauta de exportações. Cerca de 61% das vendas brasileiras aos países árabes ainda estão concentradas em produtos tradicionais como açúcar, carnes e minério de ferro. Ele destaca, porém, o maior comércio bilateral com Líbano e Egito e a venda de produtos novos como gado em pé, aeronaves e manufaturados, como calçados e roupas. Schain acredita que o ritmo de exportações para os países árabes deve continuar forte no segundo semestre. Rabih Nasser, professor do GV Law, explica que os contratos com novos parceiros comerciais têm sido assinados pelas empresas com base em pagamento antecipado ou carta de crédito irrevogável com bancos de primeira linha. “Isso neutraliza o risco de não receber, mais alto quando se trata de uma nova relação comercial”, diz. “Mas os importadores geralmente são grandes empresas que não têm tido dificuldade em conseguir as linhas de crédito junto aos bancos.” Segundo Nasser, com compradores tradicionais as condições de pagamento costumam ser mais flexíveis, com recebimentos a prazo, por exemplo. José Augusto Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), não acredita muito num movimento de diversificação de negócios em momentos de crise, em que a demanda por produtos no mercado internacional ainda está fraca. “A diversificação de mercados só é aplicada quando se fala em manufaturados”, diz. Para ele, o raciocínio não se aplica às commodities. “A compra de uma commodity agrícola, por exemplo, depende exclusivamente da vontade do importador. O exportador não tem controle de preço ou da quantidade”, defende. Castro acredita que haja um esforço de diversificação mas, para ele, é uma possibilidade ainda mais remota com a valorização do real. Fonte: Valor Econômico...

MDIC realiza missão comercial à Turquia, Cazaquistão e Uzbequistão

... objetivo de identificar oportunidades de negócios e diversificar as exportações brasileiras para mercados não-tradicionais. A missão será promovida em parceria com os ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura, com a Agência Brasi...

Acordo entre Mercosul e UE vira prioridade

...acordo em uma “janela de oportunidade” de seis a oito meses. “Há vontade política do Brasil e Espanha”, comentou Moratinos, lembrando que a Argentina, que presidirá o Mercosul em 2010, também diz estar comprometidas em buscar o acordo em pouco tempo. O governo brasileiro avalia que só será possível um acordo se os europeus mudarem de estratégia e deixarem de exigir o alto grau de concessões em matéria de redução de barreiras ao comércio de produtos industrializados. O Mercosul já aceitou limitar as cotas para produtos como carne e leite em suas reivindicações de abertura no mercado agrícola europeu. Amorim disse que será possível um acordo se houver “pragmatismo” dos negociadores, como os europeus demonstraram ao fazer acordo com os países andinos, com quem negociaram “flexibilidades” variáveis conforme cada país. “Se houver necessidade de maior flexibilidade para um país em determinado momento, se ajudar na concepção do acordo, seria algo importante”, disse Amorim, já indicando que sócios do Mercosul querem participar do acordo com menores concessões que o Brasil. Segundo Amorim, há uma “conjugação de fatos” que podem facilitar um acordo, nas negociações que foram paralisadas desde o ano passado: a maior disposição da União Europeia a acordos com cláusulas especiais para alguns países, a crise mundial, “e a própria demora na conclusão de Doha”. Os brasileiros temem, porém, que a União Europeia volte à mesa exigindo decisões mais ambiciosas sobre propriedade intelectual e regras de proteção a investimentos, no modelo que se tentou sem êxito na fracassada Área de Livre Comércio das Américas. O fato de que os negociadores concordam em restringir as discussões aos temas de acesso de produtos aos respectivos mercados é um fator positivo, disse Amorim. Moratinos afirmou que está mui...

A Argentina ganha mais uma

...pares de calçados, de 173 mil unidades de móveis e de 205 mil pneumáticos, depois de longa demora. Não deixou claro, no entanto, se a “abertura” verificada em julho, para alguns setores, foi o prenúncio de um comércio bilateral menos travado em todos os segmentos. A hipótese mais otimista parece altamente improvável, apesar do entusiasmo demonstrado pelo secretário Ivan Ramalho. Os acordos com a Argentina, disse ele, “estão sendo cumpridos satisfatoriamente”, segundo os dados expostos pela delegação daquele país. Ramalho admitiu, no entanto, “possíveis desvios de comércio”, em benefício da China, mas sem comprometer a relação comercial entre os dois vizinhos. Esses “possíveis desvios” estão perfeitamente comprovados. De janeiro a maio do ano passado, o Brasil forneceu 57% dos calçados importados pela Argentina e a China, 29%. Nos primeiros cinco meses deste ano, a participação brasileira ficou em 45%, enquanto a chinesa alcançou 39%. Desvios de comércio a favor de concorrentes do Brasil ocorreram também noutras ocasiões, em consequência de barreiras contra produtos brasileiros. O governo brasileiro chegou a protestar, e...

Argentina anuncia liberação maciça

...ares de calçados e de 173 mil unidades de móveis. Os setores reclamavam que, apesar de terem aceitado um acordo de “restrição voluntária” das exportações, as licenças não saíam. Ao ser indagado, na coletiva de imprensa, se seu país respeitava o compromisso com o Brasil, o subsecretário do Ministério da Produção da Argentina, Eduardo Bianchi, passou a palavra a Ramalho. “Vou deixar a pergunta para meu colega brasileiro para ver se o convenci.” Ramalho afirmou então que “ficou provado que o acordo está sendo cumprido”. A Argentina instituiu licenças de importação para uma série de produtos por causa da crise global. Segundo empresários brasileiros, o vizinho demora de 90 a 120 dias para liberar a documentação, prazo superior aos 60 dias permitidos pela OMC. Com o atraso, negócios foram perdidos e produtos ficaram fora de moda. A situação provocou uma reclamação do presidente Luiz Inácio Lula ...

Indústria perde terreno nas exportações

...nto de parte da produção para unidades do Nordeste abalou o predomínio dos embarques locais. As indústrias mantiveram desempenho do faturamento entre 2000 (US$ 630,6 milhões) e 2005 (US$ 664,8 milhões). Mas de janeiro a junho, a receita caiu a US$ 414,6 milhões, 33,1% menor do que a do mesmo período do ano passado. Resultado: o calçado andou para trás e caiu para quarto na pauta de vendas. “A perda de importância deve continuar. Não temos expectativa de melhorar a performance no segundo semestre”, previne o diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Ranking Açucarado

...aior produção de açúcar pelas unidades produtoras", disse. Etanol em queda O crescimento das vendas externas de açúcar compensou, em parte, a queda nas exportações de etanol. No primeiro semestre de 2008, o país exportou 1,97 bilhão de litros de etanol. Já em 2009 houve queda de mais de 25% no mesmo período, atingindo apenas 1,45 bilhão de litros. De acordo com a Unica, o menor volume de etanol exportado equivale à redução das importações dos Estados Unidos, que chegaram perto dos 500 milhões de litros de janeiro a julho de 2008, contra apenas 72 milhões em 2009. A União Européia e os países caribenhos integrantes da Iniciativa da Bacia do Caribe (Caribbean Basin InTraitiative – CBI) foram os principais importadores do etanol brasileiro na primeira metade de 2009. Juntos, responderam por mais de 55% das exportações nacionais, com 412 e 400 milhões de litros importados respectivamente. Fonte: Agência Anba...

COMUNICADO GAB/DRF/URA Nº 0010/2009G

... (código fiscal da operação), unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos, bem como todos os itens reservados à transportadora. 6. Em sentido oposto, ainda no intuito de exemplificar a correta utilização deste instrumento, calha informar que compõe o rol de vedações a retificação por carta de correção, além das literalmente transcritas no excerto normativo retrocitado, a alteração de classificação fiscal dos produtos na TIPI. Procedimento simplificado da IN RFB nº 747/2007 7. Com supedâneo no regramento estabelecido pela IN RFB 747, de 14 de junho de 2007, no Ato Declaratório Executivo COANA nº 03, de 6 de agosto de 2007, bem como, subsidiariamente, nas IN’s 319, de 4 de abril de 2003 e 285, de 14 de janeiro de 2003, informa-se que o despacho aduaneiro de admissão temporária dos bens relacionados neste procedimento especial (IN 747/07), quando estes não estiverem acompanhando mercadorias, deverá ser instruído por fatura pro forma ou por fatura sem valor comercial. 8. Nos casos de retorno de mercadoria exportada temporariamente (reimportação), está dispensada a apresentação de fatura comercial na instrução do despacho, aplicando-se subsidiariamente o disposto no item anterior. Vigência e efeitos 9. Este comunicado entra em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos: a. a partir de 29 de junho de 2009 para o impedimento disposto no item 1; b. a partir da data da publicação deste Comunicado, em relação aos demais dispositivos. NORY CELESTE SAIS DE FERREIRA Auditora-Fiscal da Receita Federal do Brasil Delegada Substituta...

Hapag-Lloyd iniciará em agosto cobrança de sobretaxa do bunker

...taxa será de US$ 400 por Teu (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e US$ 500 por Feu (unidade de medida equivalente a um contêiner de 40 pés) entre os EUA/Canadá e o norte da Europa/Mediterrâneo. Entre o norte da Europa/Mediterrâneo e México a sobretaxa será a mesma, porém no trajeto de volta ao velho continente a taxa será de US$ 150 por Teu e US$ 300 por Feu. Por: Guia Maritimo...

Setor têxtil planeja abocanhar fatia maior do mercado global

...ís, que foi de 9,8 bilhões de unidades. Desse volume, 92% ficou em território nacional. Nos seis primeiros meses do ano, o programa tem desenvolvido ações para entrar nos mercado do Leste Europeu utilizando a Polônia como porta de entrada, além da Dinamarca e Grécia. Na semana passada o Texbrasil recebeu consultores dessas regiões da Europa para estreitar o relacionamento, mostrar a cultura, o mercado brasileiro e algumas fábricas. "Essas são algumas das fases do trabalho que desenvolvemos, é a inteligência comercial", explicou Cervone em entrevista ao DCI. "Queremos mostrar aos estrangeiros de onde vem a brasilidade dos produtos brasileiros e não é o folclore de que falamos", disse o executivo. "Em uma feira em Madri, vi uma consumidora pagar 190 euros (mais de R$ 500) em um par de havaianas, porque ela me relatou que ao usá-las, sentia-se como se fosse a Gisele Bündchen no calçadão de Copacabana", exemplificou o executivo ao comentar a importância de agregar valor à imagem do País. Para ele, a maioria das empresas brasileiras olha para o mercado interno que é forte, mas concorrentes estrangeiras também fazem isso. Esse interesse é justificado p...

O couro brasileiro e seus compromissos

... Brasil alcança 40 milhões de unidades/ano, com capacidade produtiva para processar mais 50% por um parque fabril atualizado tecnologicamente. Essa é a dimensão de uma indústria que vem evoluindo sistematicamente e se inserindo de forma cada vez mais competitiva no acirrado mercado internacional. Um dos diferenciais da produção brasileira reside no sistema produtivo de sua pecuária. O rebanho brasileiro é criado em condições ambientais extremamente favorá...

Exportações brasileiras para países árabes crescem 4,1% no primeiro semestre

...presas passaram a buscar oportunidades no mercado externo." De acordo com ele, os empresários brasileiros têm bons produtos, preços e competitividade, mas alguns fatores, como a distância e a logística, dificultam um pouco as relações comerciais bilaterais. "Há poucas linhas aéreas e marítimas”, exemplificou. No primeiro semestre deste ano, entretanto, o Brasil comprou menos dos países árabes. Em relação ao mesmo período do ano passado, as importações brasileiras daquele mercado tiveram redução de 61%. Schahin explicou que uma das razões para isso foi o aumento da produção brasileira de petróleo. "A queda expressiva do preço do barril também contribuiu [para esse resultado]." Schahin destacou ainda que o governo tem papel importante no incremento das exportações brasileiras para o mercado árabe. "O presidente Lula e os ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior estão empenhados em aproximar os países árabes do Brasil". Neste ano, prevê Schahin, a balança comercial entre os dois mercados deve fechar com superávit favorável ao Brasil. Ele lembrou que empresários do Iêmen, dos Emirados Árabes Unidos, do Kuwait, da Jordânia e do Barhein vieram ao país em junho para participar de evento promovido pela Associação Paulista de Supermercados e fecharam negócios de US$ 6 milhões. Árabes e brasileiros também querem estreitar relações na área de turismo. Segundo Schahin, há um projeto da entidade ...

Apenas navios com origem na Àsia ainda têm dificuldade para atracar em Itajaí

...eros reconfortantes para a comunidade local. Em junho de 2009, o Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu – que também abrange o Porto de Navegantes, localizado no outro lado da margem do Rio e em frente a Itajaí – registrou recuo de apenas 14% na movimentação de contêineres (em TEUs) em relação ao mesmo mês de 2008. Em janeiro e fevereiro, os períodos mais críticos, os recuos foram, respectivamente, de 56% e 49%. As operações com contêineres são o principal atrativo de Itajaí e representaram 86% da movimentação portuária do complexo nos últimos seis meses. Com o serviço de dragagem, Itajaí espera retomar, em breve, a profundidade de 11 metros Grantham considera que o nível de movimentação no porto catarinense já é satisfatório, principal se comparado aos grandes players do comércio marítimo mundial, que têm apresentado recuos ainda maiores do que os registrados em Itajaí nos últimos meses. O diretor se apoia em números divulgados no Conselho de Autoridade Portuária (CAP) para celebrar a reabilitação das operações locais. Em termos de toneladas, o complexo portuário chegou ao final do primeiro semestre deste ano com um total de 2.253.502 toneladas de cargas operadas, ante as 3.582.555 movimentadas no ano passado. O recuo de 37% é maior do que o que foi constatado somente em junho, quando a retração verificada ficou em 25%. Grantham lembrou também que, se comparadas a janeiro deste ano, as operações de junho apresentaram uma evolução de 133,76%, percentual que comp...

Brasil investe no comércio com países vizinhos para crescer

...o Governo, as principais oportunidades de negócios para os empresários brasileiros estão nos setores de máquinas e equipamentos, materiais elétricos e eletrônicos, alimentos e bebidas, construção, energia, defesa e infraestrutura. Esta será a quarta missão empresarial que Jorge liderará este ano fora do Brasil, pois, em janeiro, liderou uma aos países do Magrebe, em junho, outra a quatro países da África Subsaaariana, e Miguel acabou de voltar de Cuba. Cuba Em sua visita a Cuba, Jorge anunciou que o Brasil financiará com US$ 300 milhões parte da modernização do porto cubano de Mariel, adiantando no encontro desta semana os primeiros US$ 1...

Análise Conjuntural de mercado

...ao risco, mas a falta de oportunidade de ganhos neste momento, o que acaba determinando a realização de lucros e saída dos investidores estrangeiros. É fundamental que as "commodities" tenham perspectivas mais críveis no mercado internacional e a economia brasileira comece a revelar dados consistentes de recuperação para que novas ações passem a ser alvo dos investidores. A economia brasileira evidencia ainda níveis de desaquecimento que não vêm respondendo às expectativas formuladas, revelando-se fraca, como é o caso da indústria, que embora tenha elevado a utilização de sua capacidade instalada de 79,4% para 79,8%, ainda demonstra-se carente do retorno dos investimentos e do aumento das exportações, o que a faz dependente da recuperação das demais economias mundiais. A recuperação da atividade industrial vem ocorrendo somente nos setores que foram beneficiários de reduções tributárias sobre seus produtos concedidos pelo governo. É crescente também a convicção de que a economia mundial demandará um período bem mais longo para que retome a recuperação em bases sustentáveis, o que tem provocado especulações de que os Estados Unidos...

CÂMBIO: Dólar vira e fecha em alta de 1,53%

...carência efetiva de boas oportunidades de ganho. Isto porque, os principais papéis precificaram sinais de recuperação da economia brasileira que precisam ser confirmados. Já na renda fixa, a redução das margens de ganho é desestimulante, embora a taxa de juro real brasileira ainda permaneça elevada no confronto com as principais economias mundiais. (Simone e Silva Bernardino - Agência IN) ...

Saldo com a China deve diminuir, dizem analistas

...que o Brasil exporta. As oportunidades que a China oferece, portanto, são superiores às ameaças”, afirma Lederman, que nesta semana participou de seminário em São Paulo promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China. Fonte: Folha de São Paulo...

Governo discute retaliações à Argentina

...da não houve venda de nenhuma unidade para o sócio do Mercosul neste ano. Chegaram a auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatos de há dificuldade de companhias brasileiras até mesmo de receber de seus compradores argentinos. Diante das dúvidas sobre a aprovação das licenças não-automáticas, os argentinos evitam fazer pagamentos aos exportadores brasileiros enquanto não têm a confirmação de que a mercadoria foi liberada pela aduana. Isso explica, na avaliação do governo brasileiro, o avanço de produtos chineses em setores do mercado argentino que eram predominantemente atendidos por importações do Brasil. Dados compilados pela consultoria Abeceb.com apontam que as importações argentinas da China diminuíram 25% no primeiro trimestre de 2009. Mas a queda foi além disso (35,3%) para importações em geral e substancialmente maior (45,4%) para produtos brasileiros. Esse fenômeno não tem sido observado apenas durante a crise econômica, avaliaram economistas da Abeceb. No período entre 2007 e 2008, enquanto as importações provenientes do Brasil cresceram 23%, as compras da China aumentaram 38%. Setores como brinquedos, calçados, confecções e materiais de transporte foram especialmente atingidos pelo desvio de comércio. Em abril a China disponibilizou 70 bilhões de yuans, equivalente a US$ 10 bilhões, em operações de swap cambial (troca de moedas), para que o país vizinho possa importar sem o uso de reservas cambiais, fazendo uso do yuan. O Brasil, logo em seguida, fez o mesmo, no valor de US 5 bilhões. A suspensão da licença automática de importações anunciada pelo Ministério do Desenvolvimento no fim de janeiro havia sido acertada com o Ministério da Fazenda. O presidente Lula, porém, desautorizou seus ministros e recuou da medida em atendimento aos protestos dos presidentes Tabaré Vásquez, do Uruguai, e Cristina Kirchner, da Argentina. Pouco depois, a medida voltou à discussão na área econômica. Nos dois momentos, a iniciativa não tinha como objetivo recuperar o saldo da balança comercial brasileira, em queda acentuada na primeira ocasião. O foco foram as medidas protecionistas da Argentina, informou a fonte. A ministra da Produção, Débora Giorgi, é vista pelo governo brasileiro como a maior defensora do protecionismo argentino, sob o argumento de que essas medidas poderiam reativar a combalida indústria local e atrair filiais de fábricas brasileiras. Para o Brasil, porém, inaugurações das filiais da Vulcabrás e Alpargatas são “movimentos isolados” e não devem se repetir em outros setores industriais, como o automobilístico. Fonte: Valor Econômico...

Governo promove agronegócio brasileiro na África do Sul

...anol e cachaça. Será uma oportunidade de negócios com as empresas da África do Sul e de países vizinhos. Haverá, ainda, encontros com importadores locais e com visitantes de outros países africanos na feira, além de reuniões técnicas em redes varejistas, para conhecimento do mercado de consumo local. Esta será a primeira de quatro missões que os dois ministérios organizarão para a promover os setores do agronegócio. Já estão confirmadas as participações nas feiras World Food Moscow, na Rússia, em setembro; a Food and Hotel, no Vietnã, em outubro; e a Food and Hotel, na China, em novembro. Fonte: MAPA...

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

- Unidade de Despacho é a que jurisdiciona o local o...

Mercosul discutirá importação de pneus

... Autorizados a vender 166 mil unidades, Paraguai e Uruguai venderam, até maio, apenas 35,9 mil, dos quais 21,6 mil provenientes do Paraguai. A concessão aos sócios respondia a uma queixa dos governos, que diziam não haver sentido em barrar o pequeno volume de pneus vendidos por eles quando as liminares judiciais permitiam a entrada de milhões de unidades da União Europeia e de países asiáticos. O total de importações de pneus usados, em 2008, foi de 3,79 milhões, queda sensível em relação ao ano anterior, quando chegou a quase 7 milhões de unidades. Em 2008, as importações de usados somaram 2,5 milhões de unidades só da Europa. O Paraguai vendeu 455 mil e o Japão, 718 mil. A decisão do STF surpreendeu o governo, que esperava ver o assunto resolvido após o recesso, no segundo semestre. Os diplomatas e o Ministério do Desenvolvimento alertaram os juízes de que o país estava ameaçado de sofrer represálias dos países europeus, que teriam autorização da OMC para criar barreiras a produtos brasileiros em represália pelo não-cumprimento, por parte do Brasil, das determinações do órgão de solução de controvérsias da organização. Fonte: Valor Econômico...

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

...ntos, no Siscomex. O chefe da unidade local da SRF, poderá dilatar o prazo, quando solicitado. O exportador formulará a declaração para despacho aduaneiro para o total de cada registro de exportação, apresentando como documentos instrutivos do despacho o Conhecimento de Carga e as Notas Fiscais emitidas para o total da operação, além de outros que possam vir a ser exigidos por legislação específica. Luiz Martins Garcia Economista com Especialização em Comércio Exterior/Exportação...

Frigoríficos de Santa Catarina são os primeiros a retomar venda de carne suína para a Rússia

...de febre aftosa no Brasil. As unidades que agora poderão vender para a Rússia fazem parte dos nove frigoríficos auditados pelo Ministério da Agricultura, a pedido do serviço veterinário russo, e devem passar por avaliações complementares. “A reabertura do mercado de suínos de Santa Catarina para a Rússia reflete a relação de confiança entre os serviços veterinários dos dois países, tendo em vista que, pela primeira vez, a aprovação ocorre sem a inspeção de técnicos russos in loco”, disse Kroetz, por meio de nota divulgada pelo Ministério. Apesar do embargo aplicado à carne suína de Santa Catarina, o estado já é, há algum tempo, reconhecido pela Org...

Na crise, exportadores brasileiros buscam mercados emergentes

...clarou o gerente-executivo da Unidade de Pesquisas da CNI, Renato da Fonseca. “Todo mundo está tendo a mesma idéia”, disse Castro. "Existem casos de sucesso e outras empresas que não estão conseguindo", acrescentou Fonseca. Na avaliação dos dois, o Brasil tem duas realidades quando se fala em comércio exterior: a das exportações das commodities, que conseguem se manter relativamente bem por causa da demanda de grandes economias emergentes; e a das vendas de produtos industrializados, que sofrem não só com a crise, mas também com a valorização do real frente ao dólar, que os torna mais caros no exterior, e com a carga tributária. A busca por novos destinos no cenário atual não é uma tarefa fácil. Na seara dos manufaturados, de acordo com Castro, a competição das mercadorias chinesas, mais baratas, num mercado internacional já retraído, torna ainda mais difíceis os negócios para as empresas brasileiras. “Com a demanda retraída, [o exportador] tem que oferecer preço”, disse. Segundo ele, a China tem ocupado espaço até em mercados tradicionais para o Brasil, como os da América do Su Segundo Fonseca, além da redução de custos para deixar o preço mais competitivo, o empresário tem que pesquisar o mercado e adaptar seu produto de acordo com as necessidades de clientes diferentes. Foi o que fez a MGR, indústria de mármores e granitos do Rio de Janeiro. Segundo o gerente comercial, Ronan Moreira, antes mesmo do recrudescimento da crise, em setembro do ano passado, a empresa começou a sentir a diminuição da demanda nos Estados Unidos e passou a buscar outras alternativas. “Preferimos nos antecipar a sermos pegos de surpresa”, afirmou. A alternativa, no caso da MGR, foi o mercado árabe. Em novembro do ano passado a empresa expôs na BIG 5 Show, feira do ramo de construção realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e, em janeiro de 2009, participou de missão do Ministério do Desenvolvimento, Ind...

Custos de logística são determinantes para a competitividade nas exportações

...debater os gargalos e as oportunidades na logística gaúcha. Conforme Müller, o Conselho está realizando um projeto dentro da estratégia do presidente da Fiergs, Paulo Tigre, para levar as discussões dos temas de Comércio Exterior às bases. E Rio Grande é uma base forte, por ser uma cidade portuária, onde o assunto de logística é muito importante. Segundo ele, é uma boa oportunidade de fazer a reunião do Conselho para discutir com as pessoas e entidad...

Diário Oficial da União publica quatro Resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex).

...0), com cota global de quatro unidades. A medida foi publicada pela Resolução Camex nº 32, de 9 de junho de 2009, e tem validade de 12 meses. Em 2008, o órgão diminuiu o Imposto de Importação sobre as sardinhas de 10% para 2%, segundo a Resolução Camex nº 19, de 15 de abril de 2008. A redução vigorou até 16 de abril deste ano. No caso das defensas, o objetivo é apoiar os investimentos em portos, terminais portuários (privados ou públicos) e estaleiros do país. O produto constitui equipamento de segurança, utilizado no procedimento de atracação de embarcações ao cais. Essas alterações tarifárias têm amparo na Resolução nº 69/00 do Grupo Mercado Comum do Mercosul, que permite adotar ações pontuais de caráter excepcional para garantir o abastecimento normal dos países membros e foram incluídas em uma única Resolução Camex. Fonte: MDIC...

Exportações industriais do Rio Grande do Sul recuam 29,9%

... milhão As informações são da Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS (VA) Com informações Portal Último Segundo...

MDIC divulga balança comercial por unidades da federação e por municípios

...17/6) a balança comercial por unidades da federação e também a balança por municípios, no período janeiro-maio de 2009. No total, 2.149 municípios exportaram nesses meses, totaliz...

Análise conjuntural de mercado

...para o desenvolvimento das comunidades" às 10h00. No mercado acionário, com exceção da China e Japão, as demais bolsas asiáticas fecharam o pregão em baixa, puxadas pela desvalorização das empresas de commodities e financeiras, reflexo da menor confiança quanto à uma recuperação mais rápida da economia global. Na Austrália, apesar do crescimento surpreendente do PIB no 1ºTrim.09, taxa de 0,4%, não registrando recessão técnica de dois trimestres consecutivos de PIB negativo, a avaliação feita hoje pelo governo é de que ainda é cedo para afirmar que o país evitou a recessão. O cenário de que as economia continuarão deprimidas e de que o desemprego nos EUA continuará subindo, segue afetando o desempenho do mercado acionário. No Japão, o índice Nikkei 225 subiu 0,90%, liderado por empresas de tecnologia e construtoras, reflexo de notícias positivas nestes setores como crescimento dos investimentos e upgrade de ações feito po...

Arroz: brasil exporta mais de 250 mil toneladas no trimestre

...çaram o volume recorde de 885 unidades (contêiner: 25 ton) ou o equivalente a 22 mil toneladas ou 38 % do volume exportado. Em 2009, esta modalidade de embarque apresentou um vigoroso crescimento de 117% sobre o mesmo trimestre do ano anterior, consolidando e ampliando cada vez mais esta importante via exportado...

Pequena reação nas exportações brasileiras de couro

...e couros, passando de 722 mil unidades para 928 mil. O Rio Grande do Sul permanece na liderança das exportações brasileiras de couro, respondendo por 27,7% do faturamento com as vendas do país. São Paulo está na segunda posição, com 24,2%, seguido do Ceará, com 10,6%. Um destaque no destino dos couros processados pelas indústrias gaúchas é a República Tcheca, com aumento de 110% em termos físicos e de 61% no monetário. Com o desempenho, este país do Leste europeu passou a ser o oitavo maior cliente do RS. Com informações : assessoria...

Concorrência enfraquece o calçado brasileiro

...lçados femininos porque tem imunidade sindical: no ano passado, a empresa encerrou a produção de calçados em Novo Hamburgo e manteve apenas os setores de modelagem e amostras no município, o que custou o emprego de 390 trabalhadores, demitidos de uma vez só. “A produção foi transferida para Bom Princípio e, lá, terceirizada. Eles ganharam incentivos, prédio e maquinário do município”, conta Fagundes, ressaltando que esse fato é comum. Trata-se da guerra fiscal entre municípios gaúchos para atrair empresas. Segundo ele, isso também ocorre entre os estados, o que levou várias empresas calçadistas a se mudarem para locais como Santa Catarina, Bahia e Ceará. Aos 34 anos e há 11 anos no mercado de trabalho - começou aos 12 anos na profissão de sapateiro - Fagundes diz que, se um prefeito oferece isenção de impostos a um empresário para que mude sua empresa de município, o prefeito do município visado tem que reagir da mesma forma, “pois o patrão só pensa em lucrar e, quanto mais a empresa ganhar em cima do trabalhador, para ela, é lucro”. Mas não é só a guerra fiscal que enfraquece a indústria calçadista de Novo Hamburgo. Fagundes cita a desvalorização do dólar em relação ao real, que prejudica as exportações e, consequentemente, reduz a produção, além da importação de calçados da Ásia, principalmente da China, como dois agravantes importantes desse quadro recessivo. O mais grave, segundo ele, é que algumas empresas importam calçado da China com valor mínimo, “simplesmente trocam a etiquetinha e vendem bem mais caro no Brasil, como se fosse produção local”. Esses pontos, de acordo com ele, são os que mais afetam os empregos na indústria de calçados.. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

A visita de Lula ao Cazaquistão pode resultar em acordos comerciais

...país, revelou que avalia oportunidades de investimentos em níquel, fosfato, potássio e urânio. Já explora uma mina de cobre, em meio a corrida de empresas estrangeiras pelas enormes jazidas minerais do Cazaquistão. Por sua vez, a Embraer, que já vendeu três jatos regionais para a companhia nacional, tem a promessa da compra de mais 12 aparelhos, em detrimento da concorrente Bombardier. Na área agrícola, o Brasil quer exportar carne, enqu...

Um ano difícil no mercado de máquinas

...rno foram chegaram a 18,8 mil unidades, volume 7,3% inferior ao do intervalo de janeiro a maio de 2008, segundo dados apresentados nesta quinta-feira pela Associação Nacional . As exportações caíram pela metade, passando de 12,3 mil unidades nos primeiros cinco meses do ano passado para 6,1 mil no acumulado até maio de 2009. A produção, por sua vez, caiu 25,2%, para 24,3 mil máquinas. Isoladamente, o mês de maio registrou números de vendas, exportações e produ...

Rússia deve retomar a compra de suíno de SC

... ontem informações de quantas unidades os russos habilitarão. "Sabemos apenas que algumas serão habilitadas imediatamente e outras terão ainda que resolver algumas pendências", disse Gouvêa. Segundo ele, os russos deverão divulgar as unidades aprovadas na semana que vem. O presidente da Coopercentral Aurora, Mário Lanznaster, disse que a notícia de retomada veio em bom momento porque a gripe A (H1N1), chamada inicialmente de gripe suína, derrubou a demanda e os preços. Segundo ele, no mercado interno o quilo da carcaça estava há 45 dias em R$ 3,50 e há poucos dias era vendido a R$ 2,80. Em nota, o presidente da Associação Brasileira da Indúst...

Russos voltarão a consumir carne suína de SC, mas situação só melhora à médio prazo

...rio missões técnicas, pois as unidades industriais já foram vistoriadas e aprovadas no passado. PUJANÇA DE SC Atualmente, o Estado produz 750.000 toneladas por ano e pode destinar a maior parte para o mercado mundial. O último ano em que Santa Catarina exportou para a Rússia foi em 2005 e chegou a 250.000 toneladas por ano, enquanto as exportações brasileiras totalizavam 400.000 toneladas. Daquele ano em diante, a Rússia deixou de comprar carne catarinense, embora continuasse importando do Rio Grande do Sul. Em 2008,o Brasil exportou 600.000 toneladas, 45% para a Rússia. Em 2009 deve exportar 700.000 toneladas, 50% para a Rússia. “De forma injusta, Santa Catarina não participou desta festa”, lamenta Pedrozo, lembrando que, em 2008, as vendas para a Rússia somaram 225,79 mil toneladas, num total de US$ 741,52 milhões, uma queda de 18,99% em volume e 11,08% em valor, ante igual período de 2007. O maior fornecedor para o mercado russo foi o Rio Grande do Sul. Considerados todos os mercados (e não apenas a Rússia), as exportações brasileiras totais de carne suína do ano passado atingiram um resultado histórico em divisas econômicas: o país exportou US$ 1,48 bilhão (crescimento de 20%) chegando a 529,41 mil toneladas (77 mil a menos que em 2007). Com informações :ASSESSORIA DE IMPRENSA...

Integração pode aumentar exportações de arroz, suco e ovinos no RS

... Porto Alegre apresentou oportunidades para aumentar e diversificar as vendas de produtos g...

Meta é triplicar as exportações brasileiras

...ntifica 619 produtos com oportunidades para exportação. Destes, 147 são produtos com potencial para vendas imediatas e capacidade produtiva capaz de atender a demanda externa. O grupo inclui, além de produtos alimentícios como peixes, massas e preparações alimentícias, produtos farmacêuticos e químicos, máquinas e equipamentos, higiene pessoal e cosméticos, plásticos, produtos de limpeza, setor automotivo e papel e celulose, entr...

Desvalorização do dólar é bom sinal para o Brasil, afirma Mantega

...al é que ela pode trazer oportunidades. Como exemplo, ele citou a consolidação da economia dos países emergentes e a aceleração de mudanças na área, como o acúmulo de reservas internacionais. O ministro acredita que o Brasil pode ultrapassar os US$ 205 bilhões em reservas de que dispõe hoje. Outra oportunidade com a crise, segundo Mantega, é o enfraquecimento do dólar, do euro, da libra e do iene, fortalecendo ainda mais as moedas chinesa e brasileira. Fonte: Agência Brasil...

China autoriza importação de 22 frigoríficos brasileiros

... de mercado é uma grande oportunidade para as exportações brasileiras. "A China é um mercado de quase um bilhão de dólares por ano", disse, em nota à imprensa. A ampliação do comércio do agronegócio entre os dois países ocorreu após a visita feita à China pela missão brasileira comandada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva entre os dias 18 e 20 deste mês.(AE) Com informações Jornal Cruzeiro do Sul...

Análise conjuntural de mercado

... liquidando dividas pela oportunidade ao invés de buscarem a rolagem. Destacou pontualmente que o total de reservas cambiais do país em 22 deste mês era de US$ 205,4 Bi acima dos US$ 205,1 Bi de agosto de 2008 quanto acentuou-se a percepção da crise internacional. Na prática todos nós sabemos que não é bem assim em relação ao câmbio, até porque a taxa de câmbio tem repercussões imediatas e importantes na economia brasileira, para o bem e para o mal, e seguramente não passa ao largo da visão do BC, que, porém, deve manter discurso de não intervenção já que o sistema é de câmbio flutuante. Devemos destacar da fala do Presidente do BC a importante colocação de que o declínio da taxa Selic não é somente conjuntural, mas também estrutural, portanto sustentável e indicando que o país está mudando efetivamente o patamar de sua taxa de juros. Ontem o giro no interbancário no mercado de câmbio à vista demonstrou forte recuperação superando os US$ 5,0 Bi e o BC adquiriu pouco mais de US$ 150,00 MI no leilão de compra à taxa de corte de R$ 2,0228, mas ainda assim a moeda americana manteve a tendência de queda do preço. Na medida em que os números do setor externo vão sendo anunciados cresce a percepção de que o mundo acredita, até talvez mais do que nós mesmos, que o Brasil sairá da crise na frente dos demais países, e, os sinais estão sendo cada vez mais fortes. Simpex/TOV...

Mercosul esvaziado, e esquerda cada vez mais radical

...e impostos: – Essa é uma oportunidade para fazer mudanças políticas e reformas estruturais na economia para torná-la mais eficiente. Relatórios do Banco Mundial mostram que o Brasil ainda está muito mal posicionado no index de liberdade econômica, ocupando a 21ª posição de 29 países latinos. Isso indica menos competitividade. De 180 países analisados, o Brasil está em 122º lugar quando se analisa custos de fazer negócios. A região pode aproveitar a crise para tornar a economia mais flexível, reduzindo a corrupção e os impostos. Leandro Area, do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Central da Venezuela, acrescenta que para os governos de esquerda – atualmente em maioria no continente – a crise é uma pólvora para o incêndio populista. – A turbulência reforça a linguagem anti-capitalismo e traz para a América Latina uma maior radicalização política. Os conflitos podem se produzir em todos os setores, educação, saúde, exportação. Os salários e os empregos diminuem, e isto traz um novo nível de insatisfação e frustração individual que pode acarretar uma maior radicalização dos grupos, mais greves e paralisações. Segundo estudo da Fundação Getulio Vargas, o clima econômico da América Latina aumentou em abril, mas o indicador continua em patamar considerado ruim. “A combinação de índice de expectativas e de situação atual abaixo de cinco pontos indica que o ambiente econômico na América Latina ainda é recessivo no início do segundo trimestre”, apresenta a sondagem. Fonte: Jornal do Brasil...

Itajaí está uma calamidade

...tância da obra para toda a comunidade, mais surpresas. O pagamento não foi feito, porque a empresa chinesa não tinha CNPJ. Adversidades foram se repetindo, até que os chineses suspenderam a obra. Serviço concluído. Profundidade retornou aos 11 metros? Que nada! Brasília pagou por volume, quando devia contratar por batimetria. No dia 21 de abril, os chineses pararam tudo. O rio continua lá, com calado de 10 metros, os navios entram com meia carga. Perdas incalculáveis, com prejuízos para todos. Queda Itajaí movimentava 35 mil contêineres por mês antes das enchentes. Está operando, hoje, com 15 mil. Se cada contêiner vale R$ 1 mil só na operação, o prejuízo mensal para o porto é de R$ 20 milhões. Agregue-se toda a cadeia de serviços, de armadores a motoristas, e se terá o diagnóstico da desgraça. Os trabalhadores avulsos, por exemplo, recebiam média de R$ 4 mil mensais antes das cheias. Não ganham, hoje, nem R$ 400. Resultado: desde as enchentes recebem cestas básicas para sobreviver. Vindas do governo do Paraná. Com as dificuldades de atuar em Itajaí, os armadores transferiram as operações, entre outros, para o porto de Rio Grande, que teve, este ano, um aumento de carga de 16%. Agrava-se dramaticamente a situação diante da falta de perspectivas, de solução definitiva. Com R$ 3 milhões a R$ 4 milhões, conclui-se a dragagem com 11 metros. Itajaí e Navegantes voltariam a operar normalmente, com navios de grande porte carregados. Obra para...

Portos continuam investindo

...o contínua da "janela de oportunidade" apresentada na legislação do Reporto, o programa de isenção tributária do governo para aquisição de máquinas portuárias. Segundo a publicação Intermarket, no ano passado, mais de 70 RTGs foram vendidos ao Brasil, marca que poderia ter superad...

Setor de máquinas e implementos desacelera

...Foram comercializadas 3,9 mil unidades de máquinas e implementos agrícolas, 5,7% a menos que em março e 12,2% inferiores a abril do ano passado. "Como todos os setores, também enfrentamos os impactos da crise mundial, com queda nas vendas", salienta o presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS (Simers), Cláudio Bier. A situação só não foi pior no mercado interno por conta das ações do governo referentes ao Programa Mais Alimento, que financia o segmento. Já com relação a exportações, a queda foi de 70% sobre abril de 2008. Em abril foram vendidas ao m...

Abril bate recorde de movimentação do Porto do Rio Grande

... na importação (+2,8% - 4.399 unidades) quanto na exportação (+104,5% - 405 unidades) em comparação com igual período do ano passado. Apenas os veículos movimentados em trânsito tiveram queda (-69,5% - 275 unidades). Nas importações, o destaque de abril ficou com a movimentação da caminhonete Captiva da GM com 2.208 unidades, sendo este o maior volume (do mesmo modelo) entre os veículos movimentados no primeiro quadrimestre deste ano. Em abril de 2008, não ocorreu movimentação deste tipo de carga, tendo em vista que o modelo da GM foi lançado em agosto do ano passado. Já na exportação o maior incremento ficou com os tratores (+52,8% - 1.113 unidades), seguido pelas colheitadeiras (+16,2% - 387 unidades). Contêineres A movimentação de contêineres também cresceu em abril atingindo 50.837 Teu’s, com alta de 23,3%, sendo esse o maior volume mensal do primeiro quadrimestre de 2009. Já a movimentação de navios se manteve estável, destacando-se a de longo curso que teve incremento de 19,4%. Com informações Jornal Agora...

Apex-Brasil inaugura primeiro Centro de Negócios da Ásia

...iança mútua e abrir mais oportunidades de negócios tanto para o Brasil como para a China”, completou o presidente. Para aumentar e melhorar a confiança mútua e promover o investimento e o comércio com a China, a Apex-Brasil tem conduzido uma série de atividades. Por exemplo, uma delegação brasileira composta por 60 líderes de negócios, apoiada pela Apex-Brasil, visitou Pequim, Xangai e Hong Kong, conheceu empresas chinesas, recolheu dados e aprendeu como fazer negócios na China. A Apex-Brasil promoveu 53 seminários ao redor do país em 2008 e no início de 2009, com a finalidade de criar um ambiente para um comércio entre o Brasil e a China mais forte, especialmente para promover as exportações para a China e atrair investimentos chineses para o Brasil. Fonte: Apex-Brasil...

Comércio China-Brasil em yuan levará anos, diz banco

... transformar uma moeda em uma unidade de faturamento atraente, e os anseios oficiais não têm tanto peso assim.” A proposta de China e Brasil de fazer transações comerciais em moedas locais sinalizou que os países em desenvolvimento pretendem reduzir sua dependência em relação ao dólar, segundo Dariusz Kowalczyk, diretor de investimentos da SJS Markets. Brasil e Argentina, as duas maiores economias da América do Sul, concordaram em realizar trocas comerciais em moedas locais, abandonando o dólar, em setembro do ano passado. A iniciativa representou a tentativa de reduzir os custos das transações pela eliminação das taxas cobradas na conversão. No mês passado, os negócios em moeda local entre os dois países totalizaram US$ 22,6 milhões, em um fluxo comercial de mais de US$ 1,6 bilhão, segundo dados do BC e do Ministério da Indústria e do Comércio. “Se com a Argentina, um vizinho com o qual temos relações de longa data, o comércio em moeda local não se desenvolveu tanto quanto se desejava, o que dizer sobre a proposta chinesa?”, disse José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (Abracex), um grupo de pesquisa financiado pelos maiores exportadores brasileiros. “Se sou pago em yuan, o que eu faço? Converto para dólares e pago aos bancos uma tarifa alta pela conversão? Nenhum empresário aceitará isso.” Fonte: Valor Econômico...

China e Brasil anunciam acordo bilateral até 2014

...éculo XXI poderiam ter a oportunidade que nunca tiveram”, declarou o presidente no encerramento do seminário que reuniu 300 empresários brasileiros e chineses em Pequim. A emergência de China e Brasil no cenário internacional e o aumento da participação de ambos os países nos fóruns globais de discussão permearam o discurso de Lula. “Estamos aprendendo a gostar de sermos ricos”, ressaltou o presidente, para em seguida lembrar que os dois governos ainda têm muito o que fazer para melhorar o padrão de vida de suas populações. Durante o evento, a montadora Chery confirmou o investimento para instalação de uma fábrica no Brasil, na qual serão produzidos 150 mil veículos ao ano, mas ainda não definiu em que estado será realizado o investimento. A fabricante de motocicletas chinesa Zongshen assinou contrato com a brasileira CR Motos para investimentos de US$ 80 milhões em uma planta na Zona Franca de Manaus, que deverá estar pronta em agosto. Também foi anunciado um memorando de entendimentos entre a LLX e a MMX e a chinesa Wuhan Iron and Steel, que vai analisar a viabilidade de construção de uma siderúrgica no Rio de Janeiro com capacidade para 5 milhões de toneladas de aço por ano. Governo brasileiro quer chineses na Bovespa A atração de investimentos chineses para o mercado de capitais entrou na agenda do governo brasileiro, de olho nos quase US$ 80 bilhões que os fundos institucionais possuem para aplicar no exterior e nos US$ 2 trilhões de reservas internacionais do país. O assunto foi tema de discurso do presidente Lula no encerramento do encontro em Pequim. Lula afirmou que o Brasil gostaria de ver investimentos chineses no mercado de capitais e ressaltou que os governos dos dois países vão trabalhar para que essas operações sejam possíveis. “O mercado de títulos da dívida brasileira é totalmente aberto para os investidores estrangeiros. Há também crescente mercado para investimentos em títulos privados e ações”, observou. O cônsul brasileiro em Xangai, embaixador Marcos Caramuru, ressaltou que o Brasil depende de recursos externos para cobrir a diferença entre suas taxas de poupança e de investimentos. No ano passado, elas foram respectivamente de 16% e 19% do PIB e essa diferença de 3 pontos percentuais foi coberta com recursos externos. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Protecionismo argentino ameaça vendas gaúchas

...ra lá, exportando a partir da unidade local. Fonte: Jornal do Comércio (RS)...

Setor têxtil busca acordo para conter exportações

...rcado brasileiro e criar oportunidades de investimentos bilaterais no setor. O diálogo aberto entre o setor privado, com apoio dos governos, marca uma ruptura na posição até agora das indústrias: a do Brasil, sempre pedindo restrição à importaç...

Exportação de carne é o principal ponto da agenda

...overno chinês já habilitou 22 unidades brasileiras para exportação. Mas as autorizações de compra não estão saindo. A carne de boi teve a importação suspensa depois de surtos de febre aftosa. Em abril, autoridades chinesas disseram a Porto que não havia mais problemas na importação do produto de regiões livres da doença. Mas, na prática, ela não está ocorrendo ou avança lentamente. A negociação para vender carne de porco é a mais atrasada e também a que pode trazer mais volume de comércio. A China é o maior consumidor mundial do produto, com cerca de 40% do mercado global. O ponto alto da visita presidencial será a assinatura por Lula e o presidente Hu Jintao de comunicado conjunto sobre a relação bilateral, no qual estará previsto um plano de ação quinquenal, que trará metas de comércio, investimentos e cooperação para 2010-2014. Por: Estadão...

Itajaí exporta mais frangos

... abril] é considerado pela comunidade portuária como um bom indicador com relação ao futuro do Complexo Portuário de Itajaí. O aquecimento, segundo o representante do Terminal Portuário Braskarne Gerson Prazeres no CAP...

QUESTÕES TRANSPORTE

...tainer em si é legalmente uma unidade de transporte, constituindo-se, portanto, num po...

Domínio na exportação de frangos

...m afetadas. A Perdigão tem 25 unidades industriais de carne em oito Estados do país, além de 15 de produção de lácteos. A Sadia tem 17 em nove Estados. Uma fonte familiarizada com as duas empresas afirma que a tendência é que a operação no Rio Grande do Sul sofra ajustes. Lá a Perdigão tem um grande número de fábricas - parte delas veio com a compra da Eleva, em 2007. As unidades estão em Bom Retiro do Sul, Caxias do Sul, Lajeado, Marau, Porto Alegre e Serafina Correia. A Sadia tem planta em Três Passos. Há dúvida também sobre o que ocorrerá em Santa Catarina, onde a Perdigão tem seis plantas e a Sadia, três. O fato de serem unidades exportadoras pode permitir que sejam mantidas. Hoje, o maior complexo industrial da Perdigão é Rio Verde, em Goiás, onde a empresa tem ainda fábricas em Jataí e Mineiros. A Sadia está implantando o seu maior complexo em Lucas do Rio Verde (MT). Há demanda para as duas atenderem, diz a fonte, mas é possível que os investimentos em Lucas sejam revistos, pois a Perdigão também já tem duas unidades no Mato Grosso. No Paraná, a Perdigão tem apenas uma unidade de carnes e a Sadia, cinco. Além disso, ambas acabam de instalar fábricas no Estado de Pernambuco, para atender o Nordeste. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

Apex quer induzir movimento de exportação

... apontar a existência de oportunidades de atuação. De acordo com Peter Bendor-Samuel, CEO do Everest Group, as empresas brasileiras podem aproveitar o momento, mas não podem achar que o caminho estará livre de obstáculos. "Não há muita inovação e as empresas buscam por isso. O Brasil está dentro, tem coisas a oferecer, mas é um trabalho difícil, tem Índia, os norte-americanos, não tem como escapar dessa realidade", pontuou. Sobre a presença dos indianos no País, o executivo acredita que essas empresas estejam interessadas apenas em explorar o mercado local e não em ter operações globais a partir do Brasil. Em sua apresentação, Bendor-Samuel lembrou que a crise tem causado muitas demissões e cancelamento de projetos, configurando mudanças no comportamento corporativo. Ele também chamou atenção para a onda de fusões que está ocorrendo no mercado. Para o coordenador do Programa Brasil Outsourcing, Flávio Grynszpan, é preciso melhorar a promoção dos serviços de TI no Brasil, mas lembrou que, desde 2007, as empresas brasileiras descobriram formas interessantes para fazer essa promoção, embora não tenha detalhado os caminhos. Grynszpan afirmou ainda que impostos e salários continuam atrapalhando a competitividade das empresas nacionais. "Temos que avaliar alternativas, temos que encontrar novos canais para acessar o mercado, não podemos competir com as mesmas regras", confirmou. Com informações Portal ItWeb...

Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu movimenta 32,89% das exportações catarinenses

...Twenty-foot Equivalent Unit – unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés] no período. Em unidades as operações somaram 74,71 mil contêineres nos quatro meses. As carnes lideram a pauta de exportações, com a fatia de mais de 50% dos embarques, seguidas pelo item madeira e derivados, fumo, têxteis; máquinas, motores e equipamentos, além de produtos cerâmicos. Com informações Assessoria de Imprensa...

Sete estados e DF registram aumento das exportações em abril

...portações realizadas pelas 27 unidades da federação caíram 12,4% em abril de 2009, na...

Tesourarias ajudam a puxar alta do dólar

...a no Brasil, em busca de oportunidades de ganho na Bovespa e também na renda fixa, onde os juros ainda são bastante atrativos diante das taxas próximas de zero nas economias desenvolvidas, mantém o viés de baixa para o câmbio, que deve continuar sendo pressionado para o nível de R$ 2. Hoje, pelo quarto dia consecutivo, o BC comprou dólares no mercado à vista com o intuito de recompor as reservas internacionais. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews) ...

Apesar de toda ajuda, o Brasil perde mercado na AL

...s Aires ainda comprou 843 mil unidades do Brasil. No ano seguinte, esse número caiu para 789 mil veículos, e em 2008 foram 735 mil. Porém, desde setembro do ano passado, a desaceleração das compras argentinas foi muito acentuada. Em outubro a Argentina comprou apenas 69 mil carros do Brasil; em novembro o volume despencou para 50,4 mil e em dezembro recuou ainda mais, até 44 mil unidades. Em janeiro, os argentinos compraram 23 mil veículos brasileiros. As porcentagens de queda não são diferentes no caso de outros produtos da cadeia de duráveis e de semiduráveis. É curiosa a reação de Brasília frente a essa política de portas fechadas ao produto brasileiro pelo sócio do Mercosul. Na primeira semana de março, o Itamaraty incumbiu os empresários brasileiros de negociar com seus concorrentes argentinos acordos setoriais de redução dos embarques de produtos nacionais para aquele mercado. Essa política atende à iniciativa do Planalto de desarmar os setores do próprio governo que pretendem organizar represálias comerciais a cada barreira que Buenos Aires (ou outros sócios do Mercosul) impõe aos produtos nacionais. Desde 2004, o presidente Lula tem preferido uma política de conciliação a cada uma dessas provocações comerciais dos vizinhos. O resultado dessa conciliação está bem exposto na brutal queda do superávit comercial com a América Latina e Caribe. Curiosamente, ontem Brasília colocou à disposição do governo argentino uma linha especial de financiamento de US$ 1,5 bilhão, em regime de swap, para reforçar as combalidas reservas internacionais argentinas. Nenhum pedido de contrapartida em relação às exportações brasileiras foi feito. Não é por outra razão que todos os vizinhos apenas aceitam a “proteção” chinesa que impõe condições claras de retorno para abrir seus mercados às commodities latinas. Enquanto isso a venda de manufaturados brasileiros apenas encolhe. Fonte: Gazeta Mercantil...

Dólar acelera alta e é vendido a R$ 2,079

...Para Miriam, a janela de oportunidade criada pela recente melhora nas condições do mercado, resultando em forte em ingresso de recursos estrangeiros, que buscam oportunidades de ganho na Bovespa e também na renda fixa, onde as taxas de juros ainda são bastante atrativas, diante das taxas próximas de zero nas economias desenvolvidas, como nos Estados Unidos, Europa e Japão, continuarão pressionando o câmbio para baixo. Felipe Pellegrini, gerente da mesa de operações da Confidence câmbio concorda que o ingresso de estrangeiros na bolsa e o atrativo do juro vão continuar derrubando o dólar, exigindo uma ação continuada do Banco Central (BC). "No curto e médio prazo, o dólar tende a ser pressionado para R$ 2, mas não deverá cair abaixo desse valor até julho em função da atuação do BC", afirma. Segundo o gerente, uma excessiva desvalorização do dólar é ruim, porque impactará diretamente sobre as exportações brasileiras e a balança comercial. "Por isso, mesmo que o dólar busque o patamar de R$ 2, encontrará forte resistência do governo",. Hoje, a autoridade monetária voltou a comprar dólares no mercado à vista, pagando taxa média de R$ 2,0678. Desde a semana passada, a autoridade monetária têm atuado. A p...

Fórum Parlamentar de Logística Portuária é criado em SC

...ico, sindical e privado da comunidade portuária, planejamento dos portos localizados no estado; acompanhar os desdobramentos da relação do setor privado relacionados à força de trabalho; e a implantação de uma secretaria de Estado voltada para os assuntos portuários, entre outras. Serafim Venzon sugeriu a criação de sub-comissões dentro do fórum, onde cada parlamentar representará uma: Moacir Sopelsa (PMDB) é o responsável pela Federação das Indústrias, o deputado José Cardozo - Cardozinho (PPS) cuidará da Logística Aduaneira e área Retro Portuária, o deputado Darci de Matos (DEM) ficou com o Meio Ambiente, Décio Góes (PT) tratará da Administração e Serviços Públicos, enquanto a deputada Professora Odete de Jesus (PRB) trabalhará com a Cultura, Tecnologia e Turismo. Já os deputados Sargento Amauri Soares (PDT), Kennedy Nunes (PP) e Narcizo Parisotto (PTB), vão tratar de Relação e Trabalho; Transportes e Comunicação e Legislação Tributária de Incentivos, respectivamente. Estiveram presentes à primeira reunião os deputados Narcizo Parisotto (PTB), Décio Góes (PT), José Cardozo – Cardozinho (PPS), Moacir Sopelsa (PMDB), Darci de Matos (DEM), Sargento Amauri Soares (PDT). Com informações Correio da ilha...

Portaria SECEX N 9

...M/TEC; e IV - a quantidade na unidade de medida estatística de cada mercadoria. Art. 6º Para efeito de aprovação do ato concessório, será levado em conta o resultado da operação, incluída a aquisição no mercado interno. Parágrafo único. O resultado da operação será estabelecido pelo somatório de duas parcelas, a saber: I - o resultado calculado na forma do § 1º do art. 73; e II - o resultado obtido pela comparação do valor da aquisição no mercado interno, com suspensão de impostos, informado no Sistema em dólares norte-americanos, com o mesmo valor líquido das exportações calculado no § 1º do art. 73." Art. 7º A empresa deverá incluir a(s) nota(s) fiscal(is) de compra no mercado interno na ficha "Cadastrar NF de compra no mercado interno" do comando "Item de compra Mercado Interno" do respectivo ato concessório no módulo correspondente do SISCOMEX Drawback, com as seguintes informações: nº da nota fiscal, data de emissão, CNPJ do emissor, quantidade e valor em real (o sistema incumbir-se-á de efetuar a conversão para dólares). Art. 8º O prazo de validade do drawback integrado será contado a partir da data do deferimento do respectivo ato concessório. Art. 9º Não poderão ser titulares de ato concessório de drawback integrado as empresas optantes do Simples Nacional, as tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado e as sociedades cooperativas. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às sociedades cooperativas de produção agropecuária. Art. 10. As operações indicadas nos artigos 90, 98 e 100 do Capítulo II da Portaria não se aplicam ao drawback integrado. Art. 11. A observância do disposto nos §§ 1º e 2º do art. 17 da Medida Provisória nº 451, de 2008, e do art. 9º acima, é de exclusiva responsabilidade do beneficiário do ato concessório de drawback integrado, sendo que o deferimento pela SECEX não implica presunção da referida observância. Art. 12. O ato concessório do drawback integrado será específico, ficando vedada a transferência para outros atos concessórios e para outros regimes aduaneiros especiais, bem como a conversão de atos concessórios concedidos em qualquer tempo para o integrado. Art. 13. A mercadoria admitida no regime não poderá ser destinada à complementação de processo industrial de produto já amparado por regime de drawback concedido anteriormente...

Porto recebe visita técnica de grupo de importadores

...ntido, foi aproveitada a oportunidade aberta pela Rodada de Negócios para mostrar a esses importadores a existência, no Rio Grande do Sul, de um porto próximo para a logística de transporte do arroz até seus países.Na SUPRG, inicialmente a comitiva assistiu uma palestra feita por Tiago Barata, do Irga de Porto Alegre, sobre o mercado brasileiro de arroz. Depois, assistiu a explanação do chefe da Divisão de Planejamento da SUPRG, Darci Tártari, que mostrou os investimentos que estão ocorrendo no porto, tanto da iniciativa privada quanto dos governos estadual e federal, seus reflexos positivos no porto e oportunidades de negócios que propiciarão aos clientes do porto rio-grandino.SUPRG na ExpoarrozA Superintendência do Porto do Rio Grande está participando da Exposição Internacional do Arroz (Expoarroz), no Centro de Eventos, em Pelotas. Na Exopoarroz, o porto rio-grandino está localizado no Setor de Logística nos estandes 7 e 8, oferecendo uma estrutura de apoio para a atração de novos negócios. No evento serão divulgados os novos investimentos, sendo destacada a infraestrutura oferecida pelo porto do Rio Grande para o escoamento da safra de arroz.Com informações do Jornal Agora - RS...

Preço de rejeitar a adesão da Venezuela ao Mercosul

...e Chávez de se desligar da Comunidade Andina, fato que permitiu ao Brasil o avanço sobre um mercado que era cativo da Colômbia e também do México, a China iniciou uma agressiva política comercial, assinando, inclusive, mais de 300 acordos comerciais com a Venezuela no início de 2009. Ou seja, a aprovação da adesão da Venezuela ao Mercosul significa melhorar ainda mais a inserção competitiva dos produtos brasileiros por meio da ampliação das margens de preferências comerciais em relação a terceiros países. A rejeição, por outro lado, às portas para os concorrentes extrabloco, mas principalmente para os chineses. É importante insistir neste ponto, pois a verdade é que o Brasil não possui muitos instrumentos para se contrapor à entrada de produtos chineses na Venezuela, dependendo quase que exclusivamente dos acordos tarifários vigentes. Assim, para manter a competitividade de sua indústria pelo mercado venezuelano, atualmente o Brasil goza de privilégios tarifários definidos pelo acordo celebrado entre países do Mercosul e da Comunidade Andina das Nações. Contudo, em função da saída da Venezuela da Comunidade Andina e do seu possível ingresso no Mercosul, tais privilégios serão encerrados em 2011. Em outras palavras, a reversão implica que as preferências desfrutadas pelo Brasil hoje em dia seriam extintas a partir deste ano. É ilusão imaginar que, eventualmente rejeitada pelo Senado, a Venezuela manteria o Brasil com um status comercial privilegiado. A partir de 2011, e com uma decisão negativa por parte dos senadores brasileiros, a Venezuela se encontraria numa espécie de limbo econômico institucional, situação ideal para o início da supremacia econômica chinesa em nosso querido solo sul-americano. Pelos dois motivos elencados acima, podemos dizer que a rejeição pelo Senado do protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul configura um desastre político e econômico para o país e para o continente. Fabiano Santos é cientista político, professor e pesquisador do IUPERJ/UCAM, é também coordenador do Núcleo de Estudos sobre o Congresso (NECON/IUPERJ). Márcio Vilarouca é cientista político e pesquisador do NECON/IUPERJ. Fonte: Valor Econômico...

Alemães querem ampliar negócios no RS

...ulo. "O investimento para uma unidade de produção seria muito pequeno, e estamos oferecendo todo o treinamento da mão-de-obra", explica. A companhia de Roland Werner já exporta para Europa, Oceania, Ásia e África. Agora, quer expandir a presença da marca nas Américas. Já Flávio Pardini, sócio da empresa de arquitetura industrial e corporativa Differenciata, de Porto Alegre, considerou o encontro com a Reck + Gass positivo pela troca de experiências e o início da possibilidade de uma parceria duradoura. As empresas acertaram uma cooperação técnica e o suporte mútuo de profissionais para novos projetos. Também apresentaram as novidades do setor em seus países. "No futuro poderemos ampliar esta parceria", planeja Pardini. No ano passado, a balança comercial entre Brasil e Alemanha apresentou um déficit de US$ 3,1 bilhões para os brasileiros. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o País exportou para os germânicos US$ 8,8 bilhões no ano passado (crescimento de 22% sobre 2007) e comprou deles US$ 12 bilhões (aumento de 38%). O País vende para a Alemanha especialmente commodities. O principal item de exportação é o minério de ferro, seguido por café não torrado. Já as importações ganham destaques em produtos químicos com base no cloreto de potássio e partes de veículos. O Rio Grande do Sul é o quarto estado brasileiro exportador para a nação europeia, tendo vendido cerca de US$ 700 milhões no ano passado. As importações dos gaúchos ficaram praticamente na mesma proporção. Com informações do Jornal do Comércio - RS...

Camex prorroga para junho fim da cota de importação de pneus remoldados do Mercosul

...ão mantidas – Uruguai (84 mil unidades) e Paraguai (82 mil), respectivamente – somando 166 mil unidades, conforme a Resolução Camex nº 1. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

‘O Mercosul vai se preservar’

...mente lenta, o Mercosul é uma unidade que vai se preservar. E os dois países associados ao Mercosul, o Chile e a Bolívia, vão gravitar ao redor do Mercosul. No caso da Venezuela, enquanto estiver a política bolivariana de Hugo Chávez, as coisas serão complicadas. O Brasil não tem nada de anti-Venezuela. Mas é o presidente Hugo Chávez que tem uma política anti-integração. Ele é quem não quer saber nada de mercado. Os governos mudam, mas os países permanecem. Sim. Chávez quer entrar em um clube, o Mercosul. Mas, para entrar em um clube, é preciso aceitar as regras. Fonte: O Estado de São Paulo...

Brasil está entre maiores da economia mundial, diz FMI

...o papel brasileiro junto à comunidade internacional é mais importante do que o fato de o país ainda contar com uma representação dentro do Fundo aquém do peso de sua economia. Os comentários de Strauss-Kahn foram feitos neste domingo, durante a entrevis...

Chile libera importação de carne bovina do Brasil

... Cançado. Ele explicou que 18 unidades de frigoríficos pleiteavam a liberação das exportações, das quais 16 tiveram o pedido atendido. Ainda não há, porém, detalhes sobre as plantas que foram aprovadas, nem sua localização. Cançado acrescentou que o objetivo agora é descobrir quais os critérios que levaram à desaprovação de duas unidades. "Mas acreditamos que isso pode ser revertido em breve, em questão de semanas, e todas as 18 unidades possam exportar para ...

Encomex 2009 traz novidades para o público de comércio exterior

...rtação, assim como sobre oportunidades de negócios e contatos. Os Encontros são promovidos desde 1997 pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Com 131 edições realizadas em todos os estados brasileiros, o Encomex já registrou a participação de mais de 70 mil participantes de 75 municípios brasileiros. Com a nova formatação, o evento oferecerá ampla estrutura com auditórios para a realização de palestras e oficinas. Uma das novidades é a instalação de monitores touch screen, nos quais os participantes poderão acessar as informações setorizadas e avisos eletrônicos no espaço “Caminhos da Exportação”, que é destinado a apresentações multimídia. O Espaço do Exportador será dedicado ao atendimento individual, convivência e contatos entre os participantes. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Moeda local pagou apenas 0,12% do comércio entre Brasil e Argentina

...e insumos entre suas próprias unidades dos dois lados da fronteira. A Vulcabras ainda não utilizou o pagamento em moeda local, mas pretende que ele represente 100% de suas operações no futuro. A decisão é bem mais simples, porque a empresa exporta de sua fábrica no Brasil para sua própria distribuidora na Argentina. "O pagamento em real apenas simplifica. Corro os mesmos riscos de antes", disse Milton Cardoso, diretor-executivo da Vulcabras. Ele disse que ainda não utilizou o sistema porque a regulamentação demorou, e conta que as primeiras licenças de importação em reais estão paradas na burocracia do governo argentino. Nos pagamentos à vista, em que não há risco cambial envolvido, a resistência dos empresários em deixar o dólar também é grande por hábito e por não enxergar os benefícios do convênio Brasil-Argentina. "Estamos tão acostumados a trabalhar no dólar. Ainda não percebi qual seria o benefício", disse Luiz Martins, presidente do Moinho Anaconda, que compra trigo da Argentina, e do Sindicato da Indústria do Trigo do Estado de São Paulo (Sindustrigo). Ele explica que os preços do grão são cotados em dólar nas bolsas de Chicago e Kansas e que seria complicado fazer a conversão para a moeda local em cada negócio. Os moinhos brasileiros também enfrentam problemas com o vizinho, um tradicional fornecedor. O setor reclama dos pesados impostos de exportação e do tratamento diferenciado para a farinha de trigo. Enquanto o grão é taxado em 23%, o imposto do produto acabado é 13%. Na última reunião bilateral, Martins propôs igualar o imposto ou limitar a exportação argentina de farinha de trigo a 240 mil toneladas este ano, pouco menos da metade de 2008. "Os argentinos alegaram que nosso câmbio está desvalorizado e que temos incentivos tributários estaduais. É uma conversa que não constrói nada", reclamou o empresário. Pelos cálculos do governo brasileiro, o sistema de pagamentos em moeda local significa uma economia de 2% a 3% no valor da exportação ao eliminar as operações cambiais. "É um dado objetivo: 2% para o exportador é um fator de atração por si só. Sem falar na menor burocracia", disse Lytha, da Camex. Segundo os dados do governo, as empresas que optam pelo o sistema percebem o ganho e voltam a utilizar. O recorde é uma empresa que já fechou 16 negócios em reais. Os técnicos do governo também argumentam que muitas operações já realizadas pelo sistema de pagamento em moeda local só serão detectadas no futuro por conta de uma defasagem no Banco Central, que demora para identificar o que é feito pelo sistema e o que se trata de exportações em reais simples nas quais o importador detém previamente a moeda brasileira e não precisa de compensação dos BCs. Segundo um técnico da Camex, as exportações em reais para a Argentina chegaram a 1,7% do comércio bilateral em janeiro e 0,94% em fevereiro, acima dos 0,4% de novembro. Por Valor Econômico - SP...

Pedidos de importação de bens usados serão publicados no site do MDIC

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no país. Todos esses dados são essenciais para que o Decex caracterize a existência de produção nacional e não autorize a importação do bem usado. As manifestações deverão ser enviadas para o Departamento de Operações de Comércio Exterior da Secex no seguinte endereço: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J – Protocolo Geral - Brasília - DF, CEP 70053-900. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Trigo russo dificulta permuta por carnes

...ar trigo russo, existe a oportunidade de fazer um "escambo", ampliando nossas exportações de carne. À revelia das instruções normativas vigentes e do aval da própria indústria beneficiadora de trigo, o governo pode garantir a desova da carne ante o encalhe do cereal russo nos silos daqui, uma vez que a qualidade do trigo em barganhado é inferior àquele comprado dos fornecedores americanos "Para o setor é péssimo, ainda mais agora que os produtores estão decidindo pelo plantio, ou não", pontua Bento. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Setor de tecnologia quer exportar, mas esbarra na burocracia

...ação] tem muito mais uma oportunidade nessa crise do que retração. No caso de TI, ela abre certas perspectivas porque as empresas de outros setores têm que cuidar mais de seus processos produtivos para superar suas deficiências. Nada aumenta mais a eficiência em um mundo de competição globalizada do que estar sendo bem informada, em uma estrutura eficiente, toda ela baseada em TI . Nesse contexto, o setor de TI tem um papel a desempenhar para diminuir custos”, destacou Saur. A exportação não corresponde à maior parte da produção brasileira de tecnologia. Grande parcela do que é produzido se destina ao mercado interno, que é grande e crescente. Embora a Índia tenha conseguido destaque no cenário internacional no final da década de 1990, desde então, o Brasil conseguiu destaque na produção de softwares destinados ao setor financeiro. “Na medida em que houve necessidade de programas mais complexos, com a interação com a internet, o Brasil foi se diferenciando. O sistema financeiro brasileiro é o mais avançado no mundo em termos de TI. Ninguém tem um sistema de pagamento como nós temos aqui, que permite fazer uma TED [transferência eletrônica], por exemplo. Isso não veio de graça. Veio de investimentos de anos em formação de pessoas. Vimos que nós somos competitivos,sim”, analisa Saur. Os empresários concordam que para o Brasil fazer frente a países como a Índia - alçada ao mercado internacional de tecnologia em um contexto de crise, devido às ameaças do chamado bug do milênio (ameaça de pane nos bancos de dados devido à mudança na data na virada do m...

Colômbia está de olho no Mercosul, diz Uribe

... nos acordos comerciais da Comunidade Andina das Nações (CAN), afirmou o presidente colombiano Alvaro Uribe. – O Mercosul vem ganhado mais força do que a CAN e não vejo nenhum problema ...

Governador de Santa Catarina enaltece Complexo Portuário do estado e chama armadores de volta

...catarinense aproveitou a oportunidade para chamar os armadores de volta aos Portos de Itajaí e Navegantes, que foram afetados pelas enchentes de novembro que atingiram o Vale to Itajaí: “Tivemos um furacão, seis tornados só nesse ano, uma enchente como nunca houve, e agora, uma seca terrível, mas a nossa capacidade de reação é superior a cada tormento climático”. O movimento do porto de Navegantes caiu de 40 mil TEUs em outubro para 21 mil TEUs em novembro e 3,8 mil TEUs em dezembro. Em Itajaí, a movimentação mensal, que ficava entre 450 mil toneladas e 500 mil toneladas até outubro, despencou para apenas 41 mil toneladas em dezembro. “O Porto de Itajaí continua sendo. Foi ferido, mas não está morto. Até o final do ano terá muito mais capacidade do que tinha antes”, anunciou Luiz Henrique. Sobre o Porto de Navegantes, ele afirmou: “Vamos reconquistar o posto de primeiro porto brasileiro em movimentação de carga frigorificada e o segundo em movimentação de contêineres”. A dragagem do Rio Itajaí-Açu terminará ainda em abril. Novo código ambiental de Santa Catarina O governador Luiz Henrique aproveitou o evento para defender a sua posição quanto ao novo código ambiental catarinense, sancionado por ele na segunda-feira (13). “O Brasil é um continente e não pode ter uma lei a...

Sauditas têm interesse no agronegócio catarinense

...r ampliadas. Além disso, oportunidades para novos segmentos podem ser encontradas, como o de softwares de gerenciamento de empresas, setor que o estado vem desenvolvendo e encontrando destaque. “O estado de Santa Catarina é um importante exportador de produtos do agronegócio para o Oriente Médio”, lembrou Schahin. A Câmara Árabe gostaria de ver mais investimentos de países árabes – incluindo Arábia Saudita – no Brasil e também investimentos brasileiros no mercado saudita e árabe, segundo Schahin. “Vemos na Arábia Saudita um enorme parceiro”, diz o presidente da entidade. O Brasil faturou, com exportações para os sauditas, entre janeiro e março, US$ 409 milhões. Boa parte das exportações brasileiras à Arábia Saudita do primeiro trimestre foi oriunda de Santa Catarina. O estado faturou com vendas aos sauditas US$ 108,3 milhões entre janeiro e março. Houve um aumento de 7,5% sobre o mesmo período de 2008, quando a receita esteve em US$ 100,8 milhões. No topo da lista de produtos vendidos estão as carnes de frango, seguidas dos motores e de madeiras. O estado é um grande produtor de frango e abriga empresas exportadoras como Perdigão e Sadia. “Viemos discutir possibilidades de cooperação”, diz o embaixador Kurdi. Com informações da Agência de Notícias Brasil Árabe...

PORTARIA CONJUNTA Nº 1, DE 1º DE ABRIL DE 2009

...sul - NCM - e a quantidade na unidade de medida estatística de cada mercadoria que será adquirida no mercado interno. § 3º - Não poderão ser titulares de ato concessório de drawback integrado as empresas optantes do Simples Nacional, as tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado e as sociedades cooperativas. § 4º - O disposto no § 3º não se aplica às sociedades cooperativas de produção agropecuária. § 5º - A observância do disposto nos §§ 1º e 2º do art. 17 da Medida Provisória nº 451, de 2008, e do § 3º e § 4º deste artigo, é de exclusiva responsabilidade do beneficiário do Ato Concessório de drawback integrado, sendo que o deferimento pela Secex não implica presunção da referida observância. Art. 3º - É vedada a conversão, em drawback integrado, de outros atos concessórios concedidos antes ou após a data de vigência desta Portaria. Art. 4º - A mercadoria admitida no regime não poderá ser destinada à complementação de processo industrial de produto já amparado por regime de drawback concedido anteriormente. Parágrafo único - O beneficiário do regime especial de que trata o art. 1º deverá informar em módulo específico do Siscomex os dados relativos às notas fiscais relativas a aquisições abrangidas pelo regime. Art. 5º - A Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB - terá acesso, a qualquer tempo, aos dados registrados no Siscomex, referidos nesta Portaria. Art. 6º - A RFB e a Secex poderão editar normas complementares às dispostas nesta Portaria, em suas respectivas áreas de competência. Art. 7º - Aplicam-se ao drawback integrado, no que couber, as demais disposições do regime aduaneiro especial de drawback. Art. 8º - Esta Portaria entrará em vigor 45 dias após a data de sua publicação. LINA MARIA VIEIRA - Secretária da Receita Federal do Brasil WELBER BARRAL - Secretário de Comércio Exterior...

Dinheiro tipo exportação

...Denucci, trata-se de uma oportunidade rara, por ser a porta de entrada do mercado continental, considerado bastante promissor: - Em Angola temos informações de que eles estão necessitando rever seu padrão monetário e já mandamos nossos batedores fazerem prospecção. Queremos ser uma empresa de grande porte nas relações Sul-Sul. Não entramos para perder. A atividade internacional, voltada até recentemente aos países latinos, foi asfixiada pelo gargalo da produção. Sem novos equipamentos, a produção teve de se voltar para o mercado interno, prioritário por lei. - Não podíamos ir atrás de outros mercados porque não havia como entregar - explica Denucci. A limitação internacional, ainda assim, não impediu a empresa de crescer no último ano. Além do BC, a Casa da Moeda tem clientes de peso como a Receita Federal, que compra selos de controle fiscal. Anualizado, é um contrato de R$ 900 milhões. Para a Polícia Federal, a empresa faz os passaportes de última geração. Com contratos assim, o faturamento da Casa da Moeda deu um salto de 56% em 2008, passando de R$ 473 milhões para R$ 738 milhões, e a expectativa é que este ano cresça 103%, chegando a R$ 1,5 bilhão. O lucro no ano passado foi de proporções chinesas: 259% - de R$ 28,8 milhões para R$ 103,5 milhões. O alvo de ação agora são os novos negócios. Em março, foi reativada uma fábrica de cartões de orelhão, que começou a produzir para a operadora Oi. Em 2009 serão produzidos 40 milhões de cartões. Fonte: O Globo ...

Exportações de dez estados crescem em março

...s de comércio exterior das 27 unidades da federação em março foram divulgadas na quinta-feira (9/4) no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (www.desenvolvimento.gov.br). No mês, as exportações brasileiras somaram US$ 11,8 bilhões, valor 6,4% menor que o verificado em março de 2008 (US$ 12,613 bilhões). Na mesma comparação, as importações brasileiras registraram retração de 13,7%, ao sair de US$ 11,624 bilhões de janeiro a março de 2008 para US$ 10,037 bilhões no mesmo período deste ano. Exportações No Sudeste brasileiro, as exporta...

Investimento no exterior recua 67% no ano

...o mercado pode até abrir oportunidade para que companhias brasileiras com boa situação financeira possam partir para aquisições de empresas estrangeiras com dificuldades em seus mercados locais. O problema, nesse caso, seria superar a escassez de crédito para encontrar fontes de financiamento para a compra. Para o professor Álvaro Cyrino, pesquisador da Fundação Dom Cabral, é de esperar que, com a crise, as empresas adiem seus novos projetos de investimento no exterior, mas mantenham as unidades que já estejam em operação. "Até porque não é tão simples para uma empresa, neste momento, se desfazer de seus ativos", diz. Segundo o BC, nos primeiros dois meses deste ano, empresas brasileiras desfizeram investimentos -ou seja, venderam suas filiais no exterior- no valor de US$ 2,16 bilhões, muito próximo dos US$ 2,19 bilhões no mesmo período de 2008. Para Cyrino, o impacto mais imediato para empresas brasileiras com negócios em outros países é sentido nas exportações. "Nesse caso, já se percebe que [as empresas] estão redirecionando suas atividades para mercados mais atrativos, ou mesmo ao mercado interno." Por isso, afirma, é preciso que o governo brasileiro atue de forma agressiva nas negociações com outros países para evitar que medidas protecionistas intensifiquem o efeito que a crise tem tido sobre o setor produtivo brasileiro. Por Folha de São Paulo - SP...

QUESTÕES - IMPORTAÇÃO

...révia autorização do chefe da unidade da RFB de despacho. João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

CÂMBIO: Otimismo com bancos dos EUA puxa queda do dólar

...Barclays confirmou a venda da unidade de gerenciamento de ativos iShares para a CVC Partners. Ainda por lá, o BC manteve sua taxa básica de juros em 0,5% ao ano, decisão já esperada por analistas. Os analistas da corretora Gradual alertam que apesar da posição relativamente boa do Brasil frente às outras nações do mundo, e a valorização da bolsa brasileira (que em 2009 está acumulando alta de 25% em dólar), é preciso tomar muito cuidado. "É mister deixar claro que o processo de desaceleração ainda vai se fazer sentir no País, com mais desemprego e produção em queda. No entanto, se o Brasil produzir apenas 1% a menos de todos os bens e serviços que produzimos em 2008, conforme é esperado, isso não seria um desastre. Afinal estamos no meio da maior crise financeira desde 1930", observa relatório da corretora. (Simone e Silva Bernardino - InvestNews) ...

Exportadores procuram mercados alternativos

...ência “Crise Mundial: as oportunidades para o Brasil” promovida pela Companhia Brasileira de Multimídia (CBM) na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro. Para o embaixador para a Ásia, João Gualberto Marques Porto, o fortalecimento das relações comerciais com potências tradicionais como China e Índia é essencial, mas frisou que a entrada em países raramente mencionados como Casaquistão, Quirgstão, Tadjiquistão, Turcomenistão e Uzbequistão começa a desempenhar um papel estratégico para o País. A rota da diversificação já foi adotada pela Embraer para minimizar os efeitos da crise. De acordo com Mauro Kern, vice-presidente para o mercado de aviação da empresa, a exploração do potencial da Améric...

Exportação de máquinas cai a patamar de 2003

...março, foram exportadas 4 mil unidades pelas fabricantes brasileiras, volume 40,4% inferior às mais de 6,8 mil máquinas vendidas ao exterior no primeiro trimestre de 2008. Em volume embarcado, foi o pior primeiro trimestre das exportações do setor desde as quase 3,8 mil unidades exportadas entre janeiro e março de 2003, segundo compilação da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As exportações no primeiro trimestr...

Ásia tem oportunidades na área de alimentos e móveis, constata FIESC

...trutura também apresenta oportunidades para parcerias e transferências de tecnologia, avalia o presidente do Sistema FIESC, Alcantaro Corrêa, que chefia missão. Um dos últimos compromissos foi a visita realizada nesta sexta-feira à Singapore Furniture Industries Council, entidade que representa o setor de móveis. "Apenas uma empresa brasileira particip...

QUESTÕES - TRANSPORTES

...tainer em si é legalmente uma unidade de transporte, constituindo-se, portanto, num po...

Indústria do Brasil quer aproveitar acordos de livre comércio do Chile

...erno chileno pode trazer oportunidades aos produtores brasileiros. “Cruzamos os dados de importação do Chile com os de nossas vendas para lá, e há grande potencial em pelo menos oito setores”, garante, citando alimentos, equipamentos industriais e produtos metalúrgicos. “O Chile, para nós, é o primeiro teste de algo que queremos fazer mais vezes: promoção de negócios junto com representantes do setor privado dos dois países”, diz Barral. A Fiesp negociou com a Sofofa a aproximação entre as indústrias chilenas e brasileiras. Empresas de bens de capital interessam-se em enviar partes e peças para montagem no Chile e reexportação, exemplifica Ricardo Martins. Haverá também reuniões para que a indústria de defesa brasileira ofereça produtos às Forças Armadas chilenas (um dos maiores orçamentos do continente), e reuniões do setor de energia, para discutir biocombustíveis. Fonte: Valor Econômico...

Reconstrução de Angola tem oportunidades para indústria de SC

... o estado, as principais oportunidades de negócios no mercado angolano para as empresas brasileiras e catarinenses. O estudo Oportunidades em Angola, elaborado pela área de Inteligência Comercial da Apex-Brasil e apresentado na FIESC, destaca que o foco da participação brasileira na FILDA é nos setores de máquinas e equipamentos, alimentos, casa e construção. As empresas interessadas em expor no evento devem se inscrever até o dia 9 de abril pelo site http://www.brasil-filda.com.br/. A partir des...

Representantes do Mercosul participam de workshop no MDICdo Portal do Desenvolvimento

... o setor de Serviços. Na oportunidade, também foi apresentado o Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços (Siscoserv), que está em fase de desenvolvimento e consiste em uma base de dados com informações do comércio exterior de serviços para quantificar a comercialização de “produtos” dessa natureza no Brasil e no mundo. Evento Realizado pela Secretaria de Comércio e Serviços do MDIC e com apoio do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), no âmbito do Grupo Técnico 6 (GT 6) – harmonizador de estatísticas do bloco comercial latino-americano –, o workshop tem o objetivo de promover a cooperação da Comunidade Européia e do Mercosul, com o foco em estatísticas. O event...

Líderes querem conclusão rápida para acordo GCC-Mercosul

...ribuir apenas para criar oportunidades de negócios, mas também para ampliar as relações entre árabes e sul-americanos”. Com informações da Agência de Notícias Brasil Árabe...

Líderes querem conclusão rápida para acordo GCC-Mercosul

...ribuir apenas para criar oportunidades de negócios, mas também para ampliar as relações entre árabes e sul-americanos”. Com informações da Agência de Notícias Brasil Árabe...

Reativação de terminal de arroz em Rio Grande (RS) é tema de reunião

... para tratar da reativação da unidade da Companhia no porto como terminal para carga e descarga de arroz. Para o terminal entrar em operação novamente, são necessárias a renovação do contrato de arrendamento entre a Cesa e a Suprg...

SENAI/SC anuncia novos projetos ao setor portuário do estado

.... O encontro foi realizado na unidade local do SENAI. "Essa proposta se justifica, pois hoje o conjunto de portos existentes, de São Francisco, Itajaí e Imbituba, faz de Santa Catarina o segundo estado brasileiro em movimentação de contêineres", afirmou o superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Ayres. O projeto que o SENAI/SC apresentou contempla a oferta de cerca de 40 cursos específicos ao setor. São programas como de qualificação como de conferente e manipulador de cargas, vistoriador de contêiner, operador de empilhadeira (grande e pequeno porte) e de transpaleteira. Além disso, a instituição já oferece cursos técnicos em logística e de operações portuárias e a pós-graduação MBA em gest...

Latino-americanos impressionados com inovação nas máquinas brasileiras

...ue os visitantes tem uma oportunidade ímpar de descobrir a capacidade brasileira de desenvolver soluções criativas para as demandas dos fabricantes de couro e calçados". Entre as modalidades de promoção comercial apoiadas pela Apex-Brasil, os projetos compradores são os que apresentam os melhores resultados em termos de negócios efetivados. A avaliação é de Geraldo Eustáquio de Oliveira, gestor de projetos da agência do governo federal. Explica que se trata de uma iniciativa de grande potencial de negócios por colocar frente a frente o potencial importador e o fabricante brasileiro. “Isto se reforça quando ocorre em uma grande feira internacional, como a Fimec, porque o visitante vê a tecnologia em operação, podendo discutir com o empresário sobre preço, características técnicas, modo de funcionamento, detalhes de manutenção”, afirma o gestor da Apex-Brasil. Eustáquio acrescenta que nesta edição temos aqui compradores da América Latina, mas na edição da Fimec em 2010 queremos trazer também importadores da Ásia e do Leste Europeu, porque a indústria brasileira de máquinas para couro e calçados tem uma grande potencialidade para se inserir mais no mercado externo. Com informações Assessoria de Imprensa...

SENAI/SC apresenta proposta de atendimento ao setor portuário

...encontro será às 15 horas, na unidade do SENAI em Itajaí (rua Rua Henrique Vigarani 163). O SENAI/SC já oferece cursos operacionais, técnicos e de pós-graduação ao setor. São cerca de 40 programas específicos, como os cursos técnicos em logística e de operações portuárias, a pós-graduação MBA em gestão estratégica portuária, e cursos de qualificação como de conferente e manipulador de cargas, ...

Agronegócio: câmara de logistica debate certificação de armazéns

...a Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras, nesta terça-feira (24), às 14h, no auditório térreo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As n...

Camex reduz Imposto de Importação de dois produtos utilizados no setor petroquímico

... vigência é de 12 meses - uma unidade. A mercadoria é utilizada na implantação de estaleiros e é quase toda destinada ao setor petroquímico. A alteração tarifária dos dois produtos é amparada pela Resolução nº 69/00 do Mercado Comum do Sul (Mercosul), que autoriza ações pontuais de caráter excepcional para garantir o abastecimento normal dos países do bloco. Por: NetComex...

Os portos públicos e o marco regulatório

...proximadamente 4,4 milhões de unidades de contêineres em 2007 contra 1,8 milhão de unidades movimentadas no ano de 2000. Diante de tais números, observou-se, o modelo portuário atual, no qual os terminais públicos constituem figura central, seria extremamente bem sucedido, fundamental para o crescimento do comércio exterior experimentado pelo país. Permitir que terminais privativos de uso misto fizessem concorrência aos terminais públicos em condições desiguais, já que os últimos se encontram submetidos a regime indiscutivelmente mais oneroso, acabaria por desestruturar o sistema existente, prejudicando o comércio exterior. O assunto já havia sido objeto de apreciação pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários - Antaq, no passado, tendo ensejado a edição da Resolução nº 517/2005, pela qual a agência esclareceu que os terminais privativos de uso misto (como espécie do gênero terminal privativo) deveriam atuar com foco em carga própria, comprovando que esta, por si só, justificaria a sua instalação. Entretanto, a mencionada Resolução passou a ser questionada, sob o fundamento de que impedia a entrada de novos concorrentes no mercado. Cogitou-se, então, de alterá-la, iniciativa que, por sua vez, levou a Associação Brasileira dos Terminais Públicos de Contêineres (Abratec) a mover uma ação, perante o Supremo Tribunal Federal, requerendo que este garantisse o respeito à Constituição, em especial no que se refere à disposição que exige prévia licitação para a delegação de serviços públicos. Diante das incertezas criadas por tais discussões, a Secretaria Especial de Portos em conjunto com a Presidência da República, após amplos debates envolvendo todos os interessados, produziu o Decreto nº 6.620/2008. Publicada em outubro de 2008, a norma reafirmou o que já dispunha a Resolução nº 517/2005, diferenciando terminais públicos de terminais privativos de uso misto. Quanto aos terminais públicos, o Decreto previu uma série de disposições que possibilitam ao particular provocar a abertura de novas licitações para expansão da capacidade portuária já existente, ampliando as possibilidades de atuação em parceria com a iniciativa privada. No que respeita aos terminais privativos, ratificou o entendimento de que deverão ter por foco a movimentação e armazenagem de carga própria, operando com carga de terceiros apenas residualmente. Ainda com a intenção de atrair investimentos privados para o setor, o Decreto nº 6.620/2008 regulamentou a concessão de novos portos públicos à iniciativa privada, permitindo que as empresas requeiram a abertura de licitação tanto para arrendar um terminal público em um porto já existente quanto para obter a concessão de um novo porto. Tais medidas objetivam, por um lado, motivar a participação da iniciativa privada no setor e, por outro, preservar o modelo centrado nos terminais públicos, que tem sido capaz de absorver uma demanda crescente por serviços portuários, com lógica empresarial, mas sem retirar setor tão estratégico do controle do poder público. Representam, assim, o reconhecimento do sucesso do modelo atual. De Patrícia Perrone Campos Mello - Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Rússia volta a comprar carne suína de SC

...rio missões técnicas, pois as unidades industriais já foram vistoriadas e aprovadas no passado. A redução das vendas externas em volume se deve ao bom desempenho do mercado interno, onde houve uma ampliação do consumo em 2008, e à queda das exportações nos dois últimos meses do ano passado. A crise financeira global afetou fortemente importantes mercados e as exportações para a Rússia limitaram-se a 11,85 mil toneladas em dezembro de 2008, ante 36,62 mil t em dezembro de 2007. Com informação da Assessoria de Imprensa ...

RESOLUÇÃO No- 11, DE 13 DE MARÇO DE 2009

... DESCRIÇÃO 8471.49.00 714 1 unidade de processamento digital dedicada, apresentada sob a forma de sistema, para sala técnica SCC_TR, composta de 2 gabinetes: 1 gabinete específico para supervisão automática do tráfego de trens metroviários (ATS), de operação redundante, com 2 servidores para supervisão automática de tráfego de trens metroviários (ATS), 2 distribuidores de conexões de rede com chaveamento Ethernet e 1 servidor de arquivos para ATS; 1 gabinete específico para 4 unidades de processamento para gerenciamento de imagens, 2 unidades de proteção de redes "firewalls" para interface entre rede do sistema CBTC e rede dos outros subsistemas; itens de interconexão, montagem e funcionamento 8471.49.00 715 1 unidade de processamento digital dedicada, apresentada sob a forma de sistema, para sala de operações SCP_OR, composta de uma estação de suporte para supervisão automática do tráfego de trens metroviários (ATS), com a função de reproduzir, consultar e extrair dados arquivados e preparação do "time table" (tabela de tempo), 1 servidor de gerenciamento do sistema (NMS) para manutenção do WCN e uma estação paramanutenção e supervisão de falhas de alarmes (ATC S&D); itens de interconexão, montagem e funcionamento 8471.49.00 716 1 unidade de processamento digital dedicada, apresentada sob a forma de sistema, para rede de controle ao longo da via (WCN - "Wayside Control Network") composta de 1 gabinete WCN principal para a sala de controle (incluindo 4 distribuidores de conexões para rede com chaveamento Ethernet, já instalados) e 6 gabinetes WCN para as salas técnicas das estações (cada um incluindo 2 distribuidores de conexões para rede com chaveamento Ethernet, já instalados); itens de interconexão, montagem e funcionamento 8471.80.00 701 14 unidades de processamento digital dedicadas para operação embarcada, OBCU ("On-Board Computer Unit"), com interface tipo "Carborne" para operação embarcada, para sistema...

Argentina e Brasil vão buscar acordos setoriais

... o de tomar a crise como oportunidade para aprofundar a integração.” Para Chiaradía, as posições mais radicais expostas anteriormente fazem parte da negociação. “Não existem posições irreconciliáveis. Sempre que existe a intenção de encontrar soluções para os problemas, há margem de retrocesso para se chegar a um ponto de convergência.” Segundo Ivan Ramalho, os problemas que surgirem nas negociações setoriais serão levados para uma comissão bilateral de monitoramento, que deve começar a se reunir na próxima semana em São Paulo, com a visita que a presidente argentina Cristina Kirchner fará à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) nos próximos dias 19 e 20. Ramalho disse ter conversado com representantes de pelo menos nove dos setores que serão afetados e que “todos estão dispostos a negociar”. Entre as entidades dispostas a negociar uma “autolimitação” de exportações estão a Anfavea (automotivo), Abit (têxteis), Abimaq (máquinas e equipamentos), Abicalçados, Abrinq (brinquedos), Anip (pneus), Bracelpa (papel e celulose), Abimóveis e o setor de malas e artefatos de couros. Na lista argentina constam ainda eletrodomésticos, motocicletas, implementos agrícolas e ferramentas manuais. Ramalho informou ainda que os empresários brasileiros dos setores de farinha de trigo, leite, vinho e aerossol querem fazer um acordo para que os argentinos também coloquem limite em suas vendas para o Brasil. FRASE Samuel P. Guimarães Secretário-g...

Cinco estados brasileiros apresentaram crescimento das exportações em fevereiro

...ferentes ao desempenho das 27 unidades da federação brasileira no comércio exterior foram publicados hoje (11/3) no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A balança comercial brasileira registrou, em fevereiro, exportações de US$ 9,5 bilhões, com média diária de US$ 532,5 milhões. As importações, na mesma comparação, somaram US$ 7,8 bilhões (média diária de US$ 434,4 milhões) e registram uma queda de -34,6 %. Exportações A Região Sudeste – Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São ...

Brasil tem o melhor etanol do mundo, mas sofre para exportá-lo

...seu auge. “Há uma grande oportunidade para a construção de portos, dutovias, alcooldutos, aparelhos que permitam um escoamento rápido do produto para o exterior. Esse aspecto deve e precisa ser melhorado, sob pena de sermos castigados mais para frente. As empresas brasileiras podem contribuir, investindo pesado e obtendo o retorno depois. Só esperar pela ajuda de terceiros não vai nos levar a lugar algum. Felizmente, diversos conglomerados perceberam isso e parecem dispostos a tudo. O mercado do etanol mostra-se com um incrível potencial”. O diretor do Departamento de Energia do Ministério das Relações Exteriores, André Correa do Lago, foi direto ao comentar as chances que se abriram ao Brasil por causa da produção do etanol. Para ele, cabe ao País brigar pela criação de um mercado internacional do produto, pois quem se arrisca a produzi-lo faz somente para consumo interno. Só que o prazo para isso não pode ser maior do que 10 a 15 anos. Se, depois deste período, o Brasil não estiver consolidado no exterior como referência mundial em biocombustível, uma oportunidade de ouro terá sido perdida. “O momento é de ampliação do uso dos biocombustíveis e a Europa quer produzir e consumir o produto, só para citar um exemplo. O Governo Federal firmou um acordo com os Estados Unidos, mas a nossa parte precisa ser feita. Os obstáculos para produção do etanol ainda são muitos, faltam locais para sua produção. Aqui na América do Sul, vemos a Colômbia com um potencial fantástico para ser parceira nossa. Na África, estamos nos aproximando de Moçambique. E serão necessários novos portos nesses países e aqui. O biocombustível, se bem trabalhado, mudará a história do Brasil”. Com informações do Portal Portogente...

Crise mundial chega aos frigoríficos brasileiros

... atividades na maioria das 19 unidades do frigorífico paulista Independência assustou o mercado na semana passada e deu a largada para um processo de reestruturação do setor, com possibilidade de aquisições e fusões. A empresa, fundada há 31 anos, está entre os cinco maiores exportadores brasileiros de carne bovina, atuando na produção de carne in natura, seus subprodutos e derivados, processamento de couro, charque, produção de biodiesel e fertilizante orgânico. Tem 11,3 mil empregados, sendo 800 na unidade de Janaúba (Norte de Minas). Com o pedido de recuperação judicial (concordata), a empresa deve manter o funcionamento mínimo das atividades por 60 dias, a contar da última sexta-feira. O período corresponde ao prazo dado pela Justiça para apresentar um plano de reestruturação. Sem confirmar o tamanho da dívida e disponibilidade de recursos em caixa, a empresa informou que pretende reativar nas próximas semanas as operações de suas indústrias localizadas no Norte de Mato Grosso e de Rondônia, que apresentaram melhor resultado operacional e têm como foco o mercado interno. A dívida da empresa pode chegar a R$ 1,2 bilhão – R$ 250 milhões com pecuaristas. Na central de vendas da Associação dos Criadores de Gado de Corte do Norte de Minas (Confboi), os créditos a pagar somam R$ 1,5 milhão. No Norte de Minas, já foi iniciada mobilização para que sejam liberados recursos de R$ 270 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento e Econômico e Social (BNDES) pleiteados pel...

Senadores discutirão crise na exportação brasileira de carne

...Brasil. A empresa fechou suas unidades instaladas no país e não fixou prazo para a retomada das atividades. Para Goellner, é essencial que os senadores discutam com representantes do governo a extensão do problema, analisando se as dificuldades da rede Independência são um caso isolado ou se indicam o início de uma crise no setor de frigoríficos. - O Brasil é o maior exportador mundial de carne bovina, sendo de interesse nacional a discussão de uma política de fortalecimento da pecuária e da indústria frigorífica - frisou o senador por Mato Grosso. A audiência pública deverá ser realizada na próxima terça-feira (17), conforme informou o senador Valter Pereira. Serão convidados representantes dos ministérios da Fazenda e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA...

Governo elege países e produtos para ampliar exportação

.... Outro vizinho com boas oportunidades é a Venezuela. Entre 2003 e 2007, as importações venezuelanas de produtos brasileiros registraram aumento de 676,5%, passando de US$ 608,2 milhões para US$ 4,723 bilhões. Alimentos e bebidas e máquinas e motores são alguns dos setores mais promissores para as vendas do Brasil à Venezuela, aponta o levantamento da agência. Nos Estados Unidos, as ações da Apex estão voltadas à comercialização de produtos farmacêuticos, plásticos e suas obras e materiais de construção (obras de pedra e borrachas). Na Ásia, o principal foco está na China, que no ano passado importou US$ 956,261 bilhões. Desse montante, o Brasil respondeu por apenas 1,91%, com exportações de US$ 18,342 bilhões. Os produtos identificados com maiores chances no mercado chinês são alimentos, como massas e sucos, material de construção (metais não-ferrosos, madeiras e borrachas), moda (higiene e cosméticos, calçados,peles e couros) e máquinas e motores. No continente africano e no Oriente Médio, dois potenciais mercados são Angola e Emirados Árabes Unidos. Segundo a agência, o crescimento anual médio acima de 10% do PIB de Angola aqueceu a demanda por alimentos e bebidas, como carnes, sucos, leite e outros; materiais de construção (vidros, plásticos, borracha e sua obras, móveis e produtos cerâmicos); máquinas e equipamentos e materiais elétricos e eletrônicos. Já nos Emirados Árabes Unidos, os segmentos de alimentos e bebidas (carne e café), materiais de construção (borracha, metais não-ferrosos, madeiras e obras de pedra) e máquinas e motores poderiam aumentar as importações brasileiras. Entre os anos de 2003 e 2007, as vendas externas do Brasil para Angola e Emirados Árabes Unidos cresceram, respectivamente, 417,4% e 116,9%. Dentro do continente europeu um dos países com maior potencial de expansão para as exportações brasileiras é a Rússia. Segundo o estudo da Apex, o mercado russo apresenta oportunidades para vendas de veículos e suas partes, madeiras e cortiças, produt...

OMC pede vigilância contra o aumento do protecionismo

...o começando a lamentar a oportunidade que perderam no ano passado para concluir a Rodada Doha. "A produção e o comércio global despencaram nos últimos meses de 2008 e o crescimento mundial em 2009 deve cair mais", destacou Lamy, citando as previsões do Banco Mundial de que as exportações diminuirão 2% este ano, o primeiro declínio desde 1982. De acordo com Lamy, os países em desenvolvimento, que são mais necessitados de crescimento econômico, serão muito afetados, uma vez que suas oportunidades de exportações desaparecerão por causa da recessão dos países ricos, da falta de crédito para exportação e da elevação dos custos do seguro para os bens exportados. Isso tudo, unido à redução do investimento estrangeiro direto, à diminuição das remessas por parte dos trabalhadores migrantes no exterior e a novas quedas nos preços das commodities, deverá ser impor séria pressão a muitas economias, afirmou Lamy. Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

Vendas de máquinas caem 25%

...do ano passado. "Em termos de unidade estamos vendendo mais, mas a potência que chega ao campo é infinitamente menor", calcula Milton Rego, vice-presidente da Anfavea. A alta nas vendas de tratores de até 100 cv de potência no começo de 2009 foi impulsionada por programas governamentais como o "Mais Alimento", do governo federal e o "Pró Trator" do governo paulista que garantem que a dívida do produtor se prolongue por um período maior com uma taxa de juros menor. Solo fértil Menos máquinas agrícolas carregam até o campo uma quantidade maior de fertilizantes. De acordo com levantamento consolidado da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), em janeiro as indústrias entregaram 1,343 mil toneladas de adubos, volume 37% maior que o negociado em dezembro mas ainda 27,7% menor que o do mesmo período do ano passado. Eduardo Daher pondera que o mercado não vai voltar a se comportar como na safra 2007/08, mas argumenta que o setor já sinaliza uma melhora pontual. "Continuamos o quarto maior mercado do mundo". Segundo ele, as carteiras de pedidos indicam uma entrega de 1,3 milhão de toneladas de fertilizantes em fevereiro. Em 2008, uma antecipação por parte dos agricultores culminou em uma entrega de 1,852 milhão de toneladas no mês de fevereiro. A recuperação do mercado de adubos em relação aos três últimos e retraídos meses do ano passado acompanha, não na mesma proporção, uma queda nos preços de 15% dos fertilizantes vendidos no mercado interno. Por Gazeta Mercantil - SP...

MDIC recebe inscrições para missão empresarial ao Chile

...negócios transparente. A oportunidade de integração entre as cadeias produtivas dos dois países pode gerar novos rumos para a diversificação de mercados, defendidos pelo governo brasileiro em tempos de crise, através da rede de acordos comerciais estabelecidos pelos tratados de livre comércio assinados pelo Chile. Intercâmbio Comercial No ano de 2008, as exportações brasileiras ao Chile foram de US$ 4,792 bilhões, número que supera em 12,4% as vendas internacionais de 2007 (US$ 4,264 bilhões). O país ocupa a 8º posição dentre os mercados de destino dos produtos brasileiros. Considerando o mesmo período, as importações de produtos chilenos registraram crescimento de 20,2% - de US$ 3,462 bilhões para US$ 4,162 bilhões. Dentre os mercados fornecedores ao Brasil, o Chile ocupa a 10º posição, duas abaixo do registrado no ano anterior. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

Brasil e Sudão assinam acordo agrícola

...gronegócio das hortaliças. Na unidade, a comitiva discutiu a assinatura de um memorando de entendimento com o governo sudanês. “A visita foi fantástica. Todos gostaram muito e têm interesse em discutir uma parceria”, disse o embaixador. De acordo com ele, o ministro sudanês também falou das oportunidades de investimentos no setor agrícola no Sudão e dos interesses das empresas na formação de joint-ventures. Além da área de hortaliças, a comitiva tem interesse em firmar acordos com o Brasil na área no setor de laticínios, melhoramento genético, etanol e transferência de tecnologia de todas essas áreas. “É importante também que os brasileiros conheçam o Sudão para investir, promover e comercializar os seus produtos, não só no Sudão, mas para todos os outros países que têm acordo com o Sudão”, disse Abubakr. Com informações da Agência de Notícias Brasil Árabe...

Transportadoras criticam criação de tarifa de ‘dépots‘

... o horário de atendimento nas unidades será vista como um abuso. De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Cargas do Litoral Paulista (Sindisan), Marcelo Marques da Rocha, "os terminais de vazios têm que sentar com os armadores e renegocia...

Proposta de Obama para corte de subsídios anima Brasil

... vê no cenário atual uma oportunidade melhor para convencer os congressistas: – Em tempos de crise, fica mais fácil mudar políticas tradicionais, que muitos consideram injustas. Só não sou mais otimista porque há muitos republicanos contra a proposta. Potencialmente, diz Nogueira, o corte de subsídios pode reduzir a exportação de grãos americanos a terceiros mercados nos quais o Brasil compete: – Aí, é possível prever um aumento de espaço para os produtos brasileiros. Agora, embora o assunto seja delicado nas negociações da Rodada de Doha, a questão dos subsídios já não é um tema tão crítico. Do lado político, é um sinal de que o governo americano está interessado em avançar nas negociações da Organização Mundial do Comércio, evitando criar novas barreiras e derrubando algumas. Conselheiro de comércio exterior da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), Frederico Behrends considera “muito corajosa” a proposta de Obama: – Mas hoje ele está com tal disposição e capital político que tem boas chances de aprovar – avalia. No plano apresentado ao Congresso, Obama prevê gastos totais de US$ 3,55 trilhões em 2010. Para aplicá-lo, terá um déficit de US$ 1,2 trilhão, resultado das despesas menos as receitas projetadas...

Evento no Oriente Médio abre mercado para novos produtos brasileiros na região

...ceiro comercial. Foi uma oportunidade excelente para conhecermos o que o Brasil tem para oferecer, e deve ser repetida, pois temos muita demanda por produtos alimentícios", afirmou. Já Failsal Al-Maghribi, da Tri Arc Group, do Kuwait, estava interessado no setor de balas e chocolates. Conheceu as empresas brasileiras e iniciou negociações que podem render contratos de exportação. "Quero levantar o máximo de informações sobre o Brasil para decidir minhas próximas compras", disse. Entre as empresas brasileiras, a satisfação com os resultados foi geral. A Dori, que já exporta balas e confeitos para Jordânia, Palestina, Líbia, Líbano, Israel e Kwait, conseguiu vender o primeiro container para um distribuidor de Dubai. "Não é um volume grande, mas é uma excelente oportunidade para introduzir nosso produto em vários mercados e ampliar o volume de negócios com o distribuidor", disse Carlos Cesar de Assis, gerente de exportação da Dori. "Nossa meta é abrir mercados e aqui fizemos excelentes contatos com Arábia Saudita, Bahrein e Catar", completou. Eriel Mineli, da New Max vendeu 60 caixas do leite de soja Solmax para a Arábia Saudita. "Foi meu primeiro negócio no Oriente Médio e me surpreendeu, porque vim ao evento apenas pensando em fazer contatos iniciais", disse. As cinco empresas do setor de biscoitos fizeram 140 contatos com compradores de 15 países. Saíram com seis pedidos fechados e 15 encaminhados para os próximos três meses. "Esse é um formato de evento inteligente, que gera resultados mais rápidos, com compradores mais qualificados", avaliou o presidente da ANIB (Associação Nacional da Indústria de Biscoitos), José dos Reis. A vinícola Aurora fechou um carregamento de suco de uva integral para Dubai, abrindo mercado para um produto que não existe no Oriente Médio. "Eles não têm um produto como o nosso - natural, sem conservantes, feito somente com uvas espremidas e com certificação halal. Temos certeza de que vamos entrar com muito sucesso no mercado", disse a empresária Rosana Pasini, que fez contato com 30 compradores durante a rodada de negócios. Participaram ainda...

Governo facilitará importação de máquinas usadas

... uma linha de produção ou uma unidade industrial inteira. "São medidas muito bem-vindas, todas elas", comemorou o vice-presidente da Associação dos Exportadores Brasileiros, José Augusto de Castro. Com informações do Jornal Valor Econômico - SP...

Brasil apresenta déficit no comércio internacional de lácteos

...asil o leite subsidiado da Comunidade Europeia. O baixo preço em outros países tem preocupado os produtores brasileiros de leite. Neste cenário, o Brasil, que exportava mais do que importava, agora em janeiro passou a registrar déficit no comércio de lácteos. As exportações atingiram US$ 18,4 milhões. Enquanto isso o país importou US$ 28,8 milhões, sendo que 80% dos lácteos foram comprados da Argentina. De acordo com dados da Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para que o leite b...

Movimentação sobe em quatro terminais portuários

...movimentação de 604.690 TEUs (unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés). Considerando-se apenas o mês de dezembro, quando o volume de movimentação acabou maior em decorrência da enchente, foram movimentados 57.815 contêineres pelo terminal, sendo que, em dezembro de 2007, foram 45.730 contêineres, uma alta de 26,4%. As exportações de São Francisco cresceram 91% em janeiro deste ano comparadas ao mesmo mês de 2008. Tal desempenho em parte é justificado pelo redirecionamento das cargas de Itajaí. Foram 409.613 toneladas contra 214.337 toneladas. As importações avançaram 22% (subiram de 126.728 para 154.212 toneladas). No total geral o porto movimentou 631.129 toneladas, 36% a mais no período. Em valores percentuais, a principal mercadoria exportada foi o vidro, 5.535 toneladas, aumento de 1.109%. Em seguida vem a carne congelada, principal produto exportado pelo complexo de Itajaí, que passou de 975 toneladas para 4.740 toneladas, uma diferença de 386%. Considerando que houve queda nas exportações de carnes congeladas do Estado, este aumento só se justifica pelo redirecionamento das cargas. O aumento já vinha ocorrendo desde dezembro, quando as exportações e a movimentação de contêineres em TEUs tiveram altas idênticas de 42%. Com informações Diario Catarinense...

Vendas para a Argentina caem 50%

...s para o país vizinho 843 mil unidades, segundo a Anfavea. No ano seguinte foram 789 mil veículos, seguidos por 735 mil automóveis no ano passado. A desaceleração das compras argentinas de carros brasileiros fica mais evidente a partir de outubro de 2008, mês seguinte ao do início da fase mais aguda da crise. Naquele mês, os dados da Anfavea mostram que as exportações brasileiras de carros para a Argentina alcançaram 69 mil unidades. Em novembro, o volume recuou para 50,5 mil, seguido por 44 mil em dezembro. No mês passado, os argentinos importaram 23 mil veículos. "As exportações para a América Latina já tinham começado a cair antes da crise. Desde meados de maio do ano passado começou uma tendência de queda. Com a crise, isso se acentua", avalia a gerente executiva de Negociações Internacionais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Soraya Rosar. O chefe do escritório de Brasília da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), Renato Bauman, elege mais motivos para a queda das exportações brasileiras para a América Latina. "São as barreiras protecionistas da Argentina, perda de participação de mercado dos produtos brasileiros para os chineses e, no conjunto geral, perda de receita dos países latinos por causa da queda nos preços das commodities", afirma Baumann. Com informações do Jornal O Estado de S. Paulo...

CNA quer suspensão da licença de importação de leite da Argentina

...ção do leite subsidiado da Comunidade Européia e repassando para o Brasil um produto com o preço falso, mas bastante competitivo. Conforme a entidade, a indústria de laticínios no Brasil paga à Argentina R$ 0,41 por litro, enquanto o preço médio pago ao produtor interno de leite atualmente é de R$ 0,59. Rodrigo Alvim, presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Leite da CNA, pondera que não há como afirmar categoricamente que a Argentina está praticando a triangulação, mas lembra que o país vizinho está com o setor agrícola "desestruturado" e enfrenta seca (que inviabiliza aumento da produção e exportação). Com informações Agência Brasil...

Barreiras erguem desglobalização

...globalização. Aos olhos da comunidade internacional, as medidas são um paradoxo: desenhadas para ajudar empresas locais, reduzem o tamanho dos mercados e, no longo prazo, podem agravar a retração global. A inquietação ganhou força na semana passada quando o Senado norte-americano aprovou a cláusula “buy american”, que obriga ao uso de f...

Comércio mundial murcha

...cedo. E, como se viu, as oportunidades de exportação já estão rareando. Logo, nossas contas externas agora sofrem a primeira ameaça razoável em cerca de seis anos. Enfim: o governo exagerar nos planos de estímulo econômico doméstico pode ser uma imprudência tão grande como deixar o mercado provocar um exagero recessivo. Deixar o PIB crescer a quase zero é arriscar-se a um ciclo vicioso, de graça; crescer a 4% é ora insustentável. Fonte: Folha de São Paulo...

CIRCULAR Nº 9, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2009

...ma das línguas oficiais da Comunidade Européia, bem como, se for o caso, na língua ou numa das línguas oficiais do país de exportação. O formato do Certificado é de cerca de 210 x 297 milímetros devendo ser utilizado um papel de cor branca, com um peso de, pelo menos, 40 gramas por metro quadrado. 2. Visto e emissão O Certificado deve ser devidamente visado. Considera-se que o certificado foi devidamente visado quando dele constarem o local e a data de emissão e o carimbo do organismo emissor do país de exportação, bem como a(s) assinatura(s) da(s) pessoa(s) habilitada(s) a assinálo. O Certificado deve ser emitido por uma das entidades credenciadas para sua emissão desde que o referido organismo: - se comprometa a verificar as indicações constantes dos Certificados, - se comprometa a fornecer à Comissão e aos Estados-Membros, a seu pedido, todas as informações úteis e necessárias para apreciar as indicações constantes dos Certificados. 3. Validade O período de validade do Certificado é de 24 meses a contar da data da respectiva emissão. 4. Fracionamento de remessa Em caso de fracionamento da remessa, deve ser feita uma fotocópia do original do Certificado para cada lote resultante do fracionamento. As fotocópias e o original do Certificado devem ser apresentados na aduana competente. Todas as fotocópias devem indicar o nome e o endereço do destinatário do lote e conter a vermelho a menção "Extrato válido para … quilogramas" (em algarismos e por extenso), bem como o local e a data do fracionamento. ANEXO II MODELO DE CERTIFICADO DE AUTENTICIDADE DE TABACOS 1. Exportador 2. Número ORIGINAL 3. AUTORIDADE EMISSORA 4. Destinatário 6. Meio de transporte 5. CERTIFICADO DE AUTENTICIDADE DE TABACOS (Subposições 2401 10 35, 2401 10 85, 2401 10 95, 2401 20 35, 2401 20 85 e 2401 20 95 da Nomenclatura Combinada) 7. Marcas e números, quantidade e natureza dos volumes 8. Peso bruto (kg) 9. Peso líquido...

PORTARIA Nº 574, DE 10 DE FEVEREIRO DE 2009

Altera a Portaria SRF nº 259, de 13 de março de 20

Brasil define estratégia para exportação em 29 grandes mercados

... desenvolvimento são uma oportunidade para o Brasil porque mesmo em meio à crise devem apresentar crescimento, diferentemente das nações desenvolvidas. Barral acrescentou que é preciso "diversificar e agregar valor às exportações brasileiras para não ficarmos dependentes de poucos produtos em alguns mercados". Segundo o secretário, o Brasil deve alcançar neste ano a meta do governo de participação de 1,25% nas exportações mundiais. A previsão era de chegar a esse objetivo somente em 2010, mas, de acordo com o secretário, o aumento da participação brasileira será possível porque as vendas externas de outros países estão caindo. De...

Crise reduz em 43% movimento no Porto de Rio Grande, em janeiro

...culos. No ano passado, 12 mil unidades eram embarcadas por mês contra pouco mais de 2,5 mil em janeiro. Os reflexos da crise foram discutidos nesta segunda-feira em Rio Grande com a participação do secretário de Infraestrutura e Logística, Daniel Andrade. Houve prejuízo também no maior porto seco da América Latina. Cerca de 8 mil caminhões deixam de passar por mês em Uruguaiana. Com informações do Jornal ...

Exportação desaba e dificulta retomada

...ial, passará de 90 milhões de unidades por ano para algo em torno de 60 milhões de veículos, o que obrigaria marcas a buscar fusões para o encolhimento da produção. Com informações do Jornal Gazeta Mercantil - SP...

Exportação impulsiona artesanato no Rio Grande do Sul

...Mão Gaúcha estão gerando oportunidades de exportação. Os trabalhos dos grupos podem ser conferidos no Espaço Sebrae, no Mercado Público de Porto Alegre. O local é admin...

China retoma compra de frango gaúcho

...ores chineses estão visitando unidades brasileiras, embora os negócios ainda não tenham sido concretizados. – Essa reabertura tem significado grande. Sem dúvida, é um dos trunfos que temos este ano para melhorar nossa performance – afirma. Turra refere-se à redução de 20% na produção para exportação e à necessidade de demissões geradas pela crise financeira. Apesar do mau desempenho atual, a Abef projeta um crescimento de 5% nas exportações brasileiras de frango. Até o momento, o produto nacional só chegava à China por meio de Hong Kong. – Agora, haverá uma transação direta, com melhora de preços para eles (chineses) e para nós (brasileiros). Também esperamos aumento de volume de pedidos – comenta o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura, Luiz Fernando Ross. O secretário de Defesa Sanitária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz, também comemora a medida: – Esta é a última etapa dos entendimentos, na área sanitária, para o restabelecimento do comércio de carne de frango in natura com a China. É a consolidação de um mercado muito significativo para o Brasil. C...

SP, RS e PR lideram o ranking de exportadores do agronegócio em 2008

...o ano passado. Juntas, as dez unidades federativas que mais exportaram em 2008 representaram 91% das vendas externas do agronegócio. Apesar de não estarem entre dez os estados que mais exportaram, vale destacar, pelo crescimento robusto de 193,5% das exportações, o Piauí que de US$ 44 milhões vendidos, em 2007, saltou para US$ 129 milhões no ano passado. O Tocantins também registrou forte incremento das vendas externas de 93%, passando de US$ 154 milhões, em 2007, para US$ 297,5 milhões em 2008. O Distrito Federal, por sua vez, registrou aumento de 91% das exportações em 2008, com US$ 141 milhões, frente ao valor de US$ 74 milhões obtidos no ano anterior. Acesse o portal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) (www.agricultura.gov.br) os principais produtos exportados pelos estados e o ranking completo. É só clicar no link “Balança Comercial”. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Mapa...

Egípcios vêm ao Brasil vender mármores

...e negócios e abriu novas oportunidades”, disse à ANBA o chefe do escritório comercial, ministro Mahmoud Mazhar. “Este ano esperamos mais contratos com empresas brasileiras”, acrescentou. De acordo com o diplomata, o Egito pode ser uma alternativa aos fornecedores tradicionais de mármore ao Brasil. Ele disse que o produto egípcio tem boa relação custo benefício. A qualidade é boa e o preço é “muito competitivo” se comparado com o mármore italiano, por exemplo. A 27ª edição da feira vai reunir 350 expositores, sendo que 85% são brasileiros. De acor...

Equador avalia retirar medidas contra importações, diz ministra peruana

... nos países integrantes da Comunidade Andina de Nações (CAN)", disse a ministra. Aráoz explicou que este foi um dos avanços alcançados na última quarta-feira, durante o primeiro dia de reuniões que teve com a ministra coordenadora de Produção do Equador, Susana Cabeza de Vaca, e o vice-ministro de Comércio Exterior, Eduardo Egas. Os dois países discutem a Resolução 466, adotada por unanimidade em 19 de janeiro pelo Conselho de Comércio Exterior e Investimentos (Comexi) do Equador, com o objetivo de restringir as importações de 627 categorias de produtos. O mecanismo é apli...

SC exporta 50 toneladas de carne suína ao Chile

... O produto, originário de uma unidade da Coopercentral Aurora de Joaçaba, no Meio-Oeste, foi credenciado por técnicos chilenos no ano passado. Desde então, a expectativa ...

Setor têxtil pede rapidez na liberação de jaquetas importadas para abastecer mercado

...que equivale a 109 milhões de unidades por ano. O total movimentado anualmente com esse tipo de produto é estimado em R$ 1,7 bilhão. De acordo com o presidente da Abeim, Sylvio Mandel, o objetivo da pesquisa é chamar a atenção do governo para a importância da importação desse tipo de artigo, porque o Brasil tem deficiência de matéria-prima e não consegue produzir o suficiente para abastecer as redes de grande porte. “Jaquetas e malharia são muito fortes para o inverno. No caso das j...

Brasil e Índia realizam primeira reunião de comércio bilateral

... manufaturados (+59,3%). Oportunidades Levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do MDIC mostra que, pelo cruzamento de pauta, há possibilidades de ampliação de vendas por parte do Brasil, tanto de produtos agrícolas quanto de bens industrializados, como exemplo, petróleo e derivados, aparelhos transmissores e receptores, bens de informática, químicos, hulhas, minério de cobre, aparelhos elétricos para telefonia, óleo de soja, laminados planos, equipamentos para terraplanagem, carne bovina, laticínios, café, soja em grão e farelo, ração animal, milho, camarão e peixes congelados, algodão, fumo, produtos de confeitaria, cacau e suas preparações e sucos de frutas, dentre outros. O mesmo estudo mostra que, para os indianos, há possibilidade de aumentar a venda para o Brasil de óleos combustíveis, jóias, medicamentos e antibióticos, arroz, autopeças, automóveis, tecidos sintéticos, inseticidas e herbicidas, polímeros de etileno, pneumáticos, bens de informática, fios de cobre, resinas plásticas, motores de veículos e suas partes, pneumáticos, matérias corantes, torneiras e válvulas, sumos e extratos vegetais, lâmpadas e válvulas, máquinas e equipamentos, parafusos, transistores, obras de plásticos e ferro-ligas. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do MDIC...

RESOLUÇÃO No- 2, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2009

... dias. Concedeu-se ampla oportunidade de serem apresentadas, por escrito, ao longo da revisão, as informações e os elementos de prova que fossem considerados pertinentes à condução da revisão. As equipes do DECOM procederam, no período de 23 a 26 de junho e de 4 a 8 de agosto de 2008, verificações in loco nas empresas A. W. Faber-Castell S.A., na cidade de São Carlos (SP), e Massa Falida da Indústria Brasileira de Lápis - Labra, na cidade de Araucária (PR), respectivamente, na forma do § 2o do art. 30 do Decreto no 1.602, de 1995. Foram cumpridos os procedimentos previstos nos roteiros de investigação in loco, encaminhados previamente às empresas, tendo sido conferidos os dados relativos aos indicadores econômicos reportados. O DECOM considerou válidas as informações prestadas pelas empresas ao longo da revisão e confirmadas por ocasião da verificação e, no caso em que houve necessidade de correção, ajuste ou esclarecimento de algum indicador durante o processo de investigação in loco, estes também foram considerados apropriados. Consoante previsão contida no art. 33 do Decreto no 1.602, de 1995, em 29 de setembro de 2008, o DECOM convocou todas as partes interessadas para participarem da audiência final. Naquela oportunidade, por meio da Nota Técnica DECOM no 74, de 30 de setembro de 2008, foram apresentados os fatos essenciais sob julgamento. Deve-se ressaltar que, no decorrer da revisão, as partes interessadas puderam solicitar, por escrito, vistas de todas as informações não confidenciais constantes do processo, as quais foram prontamente colocadas à disposição daquelas que fizeram tal solicitação, tendo sido dada oportunidade para que defendessem amplamente seus interesses. 2. Do produto 2.1. Do produto objeto dos direitos, sua classificação e do tratamento tarifário O produto objeto das medidas antidumping é o lápis de madeira com mina de grafite e com mina de cor, fabricado na República Popular da China e exportado para o Brasil. No caso do lápis de cor, com diâmetro de 7 a 8 mm, e com aproximadamente 180 mm de comprimento, ou a metade no caso de "meio lápis", seção circular ou sextavada, apontados ou não, envernizados em até 48 cores, de acordo com a cor da mina, gravados a quente com mina pastel (colorida) de 2 a 4 mm de diâmetro. Destina-se ao uso escolar, educativo e recreativo. No caso do lápis grafite, com diâmetro de 7 a 8 mm, e com aproximadamente 180 mm de comprimento, seção circular ou sextavada, apontado ou não, com ou sem borracha, envernizado em uma ou mais cores ou impressão fantasia (figuras variadas), mina grafite de 2 a 3 mm de diâmetro. Destina-se principalmente ao uso escolar e à escrita em geral. O produto objeto dos direitos antidumping classifica-se no código NCM 9609.10.00. A alíquota do Imposto de Importação vigente no período de janeiro a dezembro de 2003 foi de 19,5% e a vigente no período de janeiro de 2004 a dezembro de 2007 foi de 18,0%. 2.2. Do produto fabricado pela indústria doméstica e da similaridade O produto fabricado pela indústria doméstica é o lápis de madeira com mina de grafite e com mina de cor, fabricado na República Popular da China e exportado para o Brasil. No caso do lápis de cor, com diâmetro de 7 a 8 mm, e com aproximadamente 180 mm de comprimento, ou a metade no caso de "meio lápis", seção circular ou sextavada, apontados ou não, envernizados em até 48 cores, de acordo com a cor da mina, gravados a quente com mina pastel (colorida) de 2,6 a 3,6 mm de diâmetro. Destina-se ao uso escolar, educativo e recreativo. No caso do lápis grafite, com diâmetro de 7 a 8 mm, e com aproximadamente 180 mm de comprimento, seção circular ou sextavada, apontado ou não, com ou sem borracha, envernizado em uma ou mais cores ou impressão fantasia (figuras variadas), mina grafite de 2 a 3 mm de diâmetro. Destina-se principalmente ao uso escolar e à escrita em geral. Assim, conforme constatado na investigação original e na primeira revisão, concluiu-se que os dois produtos apresentam características físicas muito próximas, pois são produzidos com as mesmas matérias-primas, possuem usos, aplicações e funções idênticas, são substitutos, distribuídos pelos mesmos canais e concorrem no mesmo mercado. Ratificou-se, dessa forma, a conclusão alcançada por ocasião da investigação original e da primeira revisão de que o produto produzido no Brasil é similar àquele objeto dos direitos antidumping. 3. Da indústria doméstica Com vistas à análise de dano, nos termos do que dispõe o art. 17 do Decreto no 1.602, de 1995, definiu-se como indústria doméstica a linha de produção lápis com mina grafite e de cor da empresa A.W. Faber-Castell S.A. e da Massa Falida da Indústria Brasileira de Lápis - Labra, duas das três produtoras no Brasil de lápis grafite e de cor. 4. Da determinação final da continuação e/ou da retomada de dumping Nos termos do contido no § 1o do art. 25 do Decreto no 1.602, de 1995, o período de investigação da existência de dumping abrangeu o intervalo de janeiro a dezembro de 2007. Tendo em vista a existência de exportações de lápis grafite e de cor do país objeto das medidas antidumping para o Brasil no período em questão, a análise dos elementos de prova de continuação do dumping foi desenvolvida por meio da comparação entre o valor normal da China e o preço de exportação da China para o Brasil. Em cumprimento ao disposto no § 3o do art. 7o do Decreto no 1.602, de 1995, o DECOM, quando do envio de questionários às partes interessadas, informou sobre a pretensão de utilizar as exportações dos EUA, como terceiro país de economia de mercado, com vistas à determinação do valor normal da China. Uma vez que os produtores/exportadores da China não responderam ao questionário, não tendo sido também apresentado por outra parte interessada, tempestivamente, elementos que levassem o Departamento a alterar o terceiro país, o DECOM, em observância ao contido no § 4o do art. 66 do Decreto no 1.602, de 1995, baseou-se na informação disponível, utilizando, assim, para o cálculo do valor normal, a mesma metodologia adotada na abertura da revisão. Para fins de determinação final, o Departamento apurou as exportações dos EUA para o Canadá para o período de janeiro a dezembro de 2007, obtidas no sítio eletrônico do U.S. International Trade Commission. Utilizando-se da mesma metodol...

RESOLUÇÃO No- 3, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2009

...r da China foi concedida oportunidade para, nos termos da Circular SECEX no 59, de 2001, demonstrar que no setor em questão prevalecem regras de economia de mercado. Em 21 de fevereiro de 2008, foi publicada no D.O.U a Resolução CAMEX no 9, de 20 de fevereiro de 2008, a qual determinou a redução do direito antidumping em vigor para 11,7%, enquanto perdurasse a revisão. Em 4 de julho de 2008, foi publicada no D.O.U a Resolução CAMEX no 42, de 3 de julho de 2008, que revogou a Resolução CAMEX no 9, determinando nova redução do direito antidumping para 2,9%, enquanto perdurasse a revisão. A Associação Brasileira de Defensivos Genéricos - AENDA, por meio de seu representante, solicitou a realização de audiência prevista no art. 31 do Decreto no 1.602, de 1995, que foi realizada em 28 de agosto de 2008. Com base no § 2o do art. 30 do Decreto no 1.602, de 1995, realizou-se verificação in loco na empresa Monsanto do Brasil Ltda, no período de 15 a 19 de setembro de 2008. Em 4 de dezembro de 2008, realizou-se no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em Brasília, audiência final, na qual foram apresentados os fatos essenciais sob julgamento relacionados à revisão de direito antidumping aplicado às importações brasileiras de glifosato originárias da República Popular da China. 2. Do produto 2.1. Do produto objeto da revisão, sua classificação e tratamento tarifário O produto objeto do direito antidumping é o glifosato (Nfosfonometil glicina) produzido na República Popular da China, em todas as suas formas: ácido, sal e formulado e seus vários graus de concentração, sendo destinado, exclusivamente, à fabricação de herbicida, comumente classificado nos itens 2931.00.32, 2931.00.39 e 3808.30.23 (esta última alterada para 3808.93.23 a partir de 1o de janeiro de 2007 e para 3808.93.24 a partir de 1o de janeiro de 2008) da Nomenclatura Comum do MERCOSUL - NCM. A alíquota do Imposto de Importação vigente de janeiro a dezembro de 2007, relativa aos itens tarifários 2931.00.32 e 2931.00.39, foi de 12%. Em relação à NCM 3808.93.23, a alíquota do Imposto de Importação foi de 14%. 2.2. Do produto fabricado pela indústria doméstica e da similaridade O produto fabricado pela Monsanto no Brasil é o glifosato ácido (N-fosfonometil glicina) em várias formas e graus de concentração. O glifosato é um herbicida pós-emergente, pertencente ao grupo químico das glicinas substituídas, sua fórmula molecular é (C3H8NO5P) e o seu nome químico N-fosfonometil glicina, classificado como não-seletivo e de ação sistêmica. Destina-se principalmente ao controle de plantas daninhas em vários ambientes, culturas e uso não agrícola em acostamento de estrada de rodagem e ferrovias, e controle de vegetação. A sua atuação em grande área de ação, possibilita um bom desempenho quando comparado aos outros métodos de controle às ervas daninhas que disputam com a lavoura os nutrientes da terra. O glifosato ácido é obtido partindo-se de 2 (dois) processos de fabricação: a glicina e o ácido iminodiacético (IDA). No primeiro caso é a rota tecnológica utilizada pelos produtores/exportadores chineses e o segundo a rota tecnológica utilizada pela indústria doméstica. O sal de glifosato é a primeira etapa para se fabricar o produto formulado. Pode-se fabricar sal de monoisopropilamina, sal de amônio e sal de potássio. Para se obter tais produtos, parte-se do PMIDA e faz-se reação química com cada produto, adicionando surfactante específico. O glifosato formulado não apresenta qualquer diferenciação em relação ao ingrediente ativo. As formulações podem apresentar diversos graus de concentração do ingrediente ativo e até mesmo serem produzidas a partir de diferentes sais de glifosato. Esse produto é obtido a partir da mistura do glifosato sal com surfactantes e água, tendo a mesma fórmula química do glifosato sal. As formulações de glifosato são geralmente comercializadas como concentrados solúveis em água ou como granulados dispersáveis em água. O glifosato importado, originário da República Popular da China, e aquele fabricado no Brasil possuem a mesma composição química e características físicas e técnicas idênticas. Tanto o glifosato importado quanto o nacional prestam-se ao mesmo uso, qual seja, à produção de herbicida. Assim, no que diz respeito ao glifosato, ratificou- se a conclusão alcançada na investigação original de que o produto fabricado no Brasil é similar àquele objeto do direito antidumping, importado da República Popular da China, nos termos do § 1o do art. 5o do Decreto no 1.602, de 1995. 3. Da indústria doméstica Na forma do art. 17 do Decreto no 1.602, de 1995, definiu-se como indústria doméstica a linha de produção de glifosato da empresa Monsanto do Brasil Ltda. 4. Da determinação final da continuação e/ou da retomada de dumping Nos termos do § 1o do art. 25 do Decreto no 1.602, de 1995, o período de investigação da existência de dumping abrangeu os meses de janeiro a dezembro de 2007. Em vista de não terem sido realizadas importações da China em volume significante, com vistas à análise pertinente à retomada do dumping, ou seja, a fim de verificar se ante a retirada do direito antidumping a China, para vender ao Brasil, retomaria a prática de dumping, comparou-se o valor normal na condição CIF-internado com o preço ex-fábrica da indústria doméstica. Uma vez que o produto classifica-se em distintos itens da NCM e que pode ser encontrado em diferentes formas e graus de concentração, foram consolidadas todas as informações para uma base comum, no caso o gl...

RESOLUÇÃO No- 5, DE 3 DE FEVEREIRO DE 2009

...eração igual ou superior a 80 unidades por minuto Art. 2o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE...

Fiesc foca o mercado chinês

...asileiros mais atentos a oportunidades naquele país. Foi a Embraco, de SC, a primeira empresa do Brasil a ter unidade fabril na China. Agora, com a crise, a Federação das Indús...

Tanzânia quer produtos “made in Brazil”

...teza, o Brasil é uma boa oportunidade”, avaliou Matekere. Com informações da ABIMO...

Aumento da exportação para Norte da África depende de melhoria de transporte

..., temos que aproveitar a oportunidade que temos uma economia forte e tentar chegar a outros mercados para ampliar nossas exportações.” O empresário Deonísio Petry, do setor de logística e que também fez parte da delegação brasileira na viagem ao Norte da África, informou que a falta de logística e infra-estrutura eficientes nos portos e aeroportos aumentam em 35% o custo das transações comerciais de importação e exportação no Brasil. “Os empresários têm que ter habilidade profissional para contornar os entraves burocráticos e minimizar os impactos negativos da negociação”, reclamou. Petry destacou, ainda que este problema de falta de infra-estrutura de transporte acontece em vários outros países da América Latina. Para ele, a Alemanha é o país com a melhor estrutura aeroportuária e também com o melhor sistema alfandegário. Com informações da Agência Brasil...

Comitê vai promover comércio Brasil-Marrocos

...servirá para identificar oportunidades nas áreas de comércio e investimentos, além de fornecer informações aos diplomatas que negociam atualmente um tratado de preferências tarifárias fixas entre o Mercosul e o Marrocos. A avaliação do Ministério do Desenvolvimento é de que a agenda desse comitê deverá ser positiva, já que não há muita reclamação dos empresários brasileiros sobre dificuldades nos negócios com o Marrocos. A idéia é que esse fórum de discussão ajude o comércio bilateral a avançar mais rapidamente. Com informações da Agência de Notícias Brasil Árabe...

Indústria têxtil quer exportar roupas de ginástica para o norte da África

... restritas ao Mercosul e à comunidade andina, o que faz com que nossos produtos sejam taxados nos Estados Unidos e na Europa. Mas estamos com uma consulta aberta no Mercosul para que o Brasil possa fazer um acordo de preferência tarifária com o Marrocos, o que nos deixa mais otimistas na conquista pelo mercado da África como um todo”, explicou. No ano passado, a indústria têxtil do Brasil exportou cerca de US$ 40 milhões para a África. Isso, segundo Pimentel, significa apenas 0,5% do conjunto de importações do Continente Africano, que tem 53 países e uma população de 800 milhões de pessoas. “Em 2008, as importações do setor têxtil da África giraram em torno de US$ 19 bilhões e os maiores parceiros são a China e os Estados Unidos”. Com informações da Agência Brasil...

Uma nova perspectiva para os portos brasileiros

...fluência positiva junto às comunidades que vivem sob a sua influência. Os portos brasileiros foram, durante décadas renegados a um segundo - ou talvez a um terceiro ou quarto - plano no sistema nacional de transporte, erro estratégico que custa milhões de reais nos sucessivos orçamentos da União com custos de manutenção, ampliação e con...

Realidade de Itajaí é mostrada no Centronave

...ão, pois trata-se de uma oportunidade para “mostrar aos armadores o que aconteceu, o que está sendo feito para a recuperação e o posicionamento que a Autoridade Portuária de Itajaí vai tomar a partir de agora. O pacto de redução de tarifas em 10%, pelo prazo de 180 dias, firmado entre a Autoridade Portuária e entidades que atuam no Complexo também será apresentado à diretoria do Centronave, que congrega a armação de longo curso nacional e internacional, defendendo os interesses dos armadores. Com informações da Revista Portuária...

Santa Catarina inicia exportação de carne suína para o mercado chileno

...neladas de carne suína de sua unidade de Joaçaba para Santiago. A própria cooperativa reconhece que a operação "é mais simbólica do que propriamente econômica". De qualquer forma, exportar para o Chile pode credenciar a carne suína de Santa Catarina a entrar em outros mercado, afirma o diretor comercial da Aurora, Leomar Somensi. Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Suína (Abipecs), observa que o Chile tem potencial de importar cerca de 25 mil toneladas por ano do Brasil, volume importado pela Argentina em 2008. "A venda para o Chile também é importante para diversificar as exportações". Hoje, o Brasil ainda depende mui...

Uma nova perspectiva para os portos brasileiros

...fluência positiva junto às comunidades que vivem sob a sua influência. Os portos brasileiros foram, durante décadas renegados a um segundo - ou talvez a um terceiro ou quarto - plano no sistema nacional de transporte, erro estratégico que custa milhões de reais nos sucessivos orçamentos da União com custos de manutenção, ampliação e con...

Novos nichos devem aumentar as exportações de vinho em 2009

...ão de Gazzoni, há muitas oportunidades a serem exploradas pelo agronegócio no médio prazo, e para isso o País precisa antecipar demandas, conhecer as legislações dos países potenciais compradores dos produtos brasileiros, consolidar uma boa imagem como exportador. Vê, portanto, na criação dos adidos agrícolas um importante passo nesse rumo. A questão da bioenergia é outro ponto a ser abordado, considerando o esperado aumento da demanda por combustíveis renováveis no mundo. Mas enquanto o mercado internacional se ajusta a esse novo cenário, aponta o mercado interno como o principal foco do Brasil neste momento. "As vendas de etanol já superam as de gasolina, mas, em dez anos, podemos crescer muito mais nesse setor. E ainda há o que ocupar no diesel", destaca. Segundo ele, a previsão é que em 2009 o consumo de diesel será de 46 bilhões a 50 bilhões de litros, sendo que 3% desse volume terá a mistura do biodiesel. Em 15 anos a projeção é de que essa mistura cresça de 2% a 3% ao ano. "Podemos continuar enfrentando a limitação desse avanço, mas precisamos considerar que esse espaço pode ser capturado pelo etanol", diz Gazzoni. Com informações do Jornal do Comércio - RS...

CIRCULAR No 3, DE 27 DE JANEIRO DE 2009

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL ANEXO NCM DESCRICAO DO EQUIPAMENTO 8424.81.19 Máquina agrícola mix tiller usada para pulverizar fungicidas, inseticidas e similares. Marca: Forigo, modelo: 200 - G35. 8426.20.00 Grua automontante utilizada na construção civil para prédios de até 24 metros e equivalente a sete andares. Configurações técnicas: 24 metros de altura x 30 metros de lança; peso total de contrapesos 20.300 kg; peso total da grua 11.700 kgs; velocidade de elevação 6/24/48 m/min; velocidade de orientação 0,6/1,0 RPM; velocidade de distribuição 20/40 m/min. Fabricante: Irmãos Tavares (Portugal), modelo IT24-1. 8426.49.10 Guindaste de esteiras, com capacidade máxima de 106 toneladas métricas, com motor diesel, contrapeso, mesa de giro, lança, contra peso primário e secundário. Marca Link Belt, modelo LS418. 8430.49.90 Perfuratriz hidráulica estacionária, composta de unidade hidráulica modelo HP III com motor diesel, hastes, estabilizadores, contrapesos, cabeças de corte com cortadores, suporte de içamento, mastro, plataforma, guincho e outras partes e ...

CIRCULAR No- 2, DE 21 DE JANEIRO DE 2009

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL ANEXO NCM DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO 8419.19.90 Canal de aquecimento com indicador digital de temperatura para secagem de tinta de impressão, dimensões 1000x300x700mm. Fabricante: Schneider & Ozga oHG, GmbH. 8419.39.00 Canal de secagem com 1m e indicador digital de temperatura para auxílio na secagem do "primer" aplicado em fitas de borda termoplásticas, dimensões 1000x300x700mm. Fabricante: Schneider & Ozga Ohg, GmbH. 8419.39.00 Secador para auxílio na secagem do "primer" aplicado em fitas de borda termoplásticas, fabricante: Schneider & Ozga oHG, GmbH, dimensões 800x400x800mm. 8419.39.00 Canal de secagem para aceleração de processo de secagem, dimensões 800x400x800mm. Fabricante: Schneider & Ozga Ohg, GmbH. 8419.39.00 Secador IST UV com secador adicional (soprador) para aceleração do processo de secagem do verniz UV, dimensões 1000x600x700mm. Fabricante: S & O Maschinenbau GmbH. 8424.20.00 Estação de aplicação de verniz UV com processo ofsete em fitas de borda termoplásticas, com estrutura de alimentação da ti...

Ministro aponta exportações como saída para indústria de base brasileira

.... Consideramos que temos oportunidade de vender mais e de fazer parcerias locais instalando fábricas brasileiras para vender nesses países.” Para ele, hoje, o cenário internacional é difícil, mas representa uma oportunidade para o Brasil se fortalecer como exportador de alimentos, principalmente. “Os setores em que vamos nos firmar são os mesmos nos quais já somos fortes, como o de agronegócios e o de alimentos. Nesses setores, temos oportunidade de aumentar as exportações, de nos fortalecer.” Com informações da Agência Brasil...

Argentina limita entrada de pneus brasileiros para proteger indústria local

... no ano passado 11 milhões de unidades, 9% a menos que em 2007. Por outro lado, no ano passado as importações argentinas de pneus chegaram a 5,6 milhões de unidades, com um aumento de 106% frente a 2007, "a preços notoriamente baixos", destacou o ministério. De acordo com um relatório da empresa de consultoria privada IES, quase 54% dos pneus importados pela Argentina provêm do Brasil, seguido por China (8,3%), Japão (5,5%), Alemanha (3,7%) e Estados Unidos (3,4%). O Governo argentino destacou que "as empresas produtoras também se veem afetadas no Brasil, país que estabeleceu em dezembro um direito antidumping (contra a concorrência desleal) provisório às importações de pneus originais da China". A Argentina alega que a medida adotada hoje "busca evitar a entrada (no país) de excedentes de produção que hoje não podem ser...

Brasil dobrou exportação de mel

... consolidado pelo analista da Unidade de Agronegócios do Sebrae e coordenador nacional da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Entre os desafios enfrentados no ano passado pode-se destacar o fim do embargo europeu ao mel brasileiro, ocorrido em março. Por conta disso, o setor, que é o 11º produtor mundial de mel e o nono maior exportador, precisou implantar Boas Práticas e o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP/APPCC) nos entrepostos e casas de mel, além de cumprir ainda com a exigência de registro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Destinos Apes...

Brasil realiza missão comercial ao Norte da África

...país, um seminário sobre oportunidades de investimentos e de comércio bilateral e reuniões entre empresários brasileiros e dos países visitados. Dia 25 de janeiro, a missão estará em Trípoli (Líbia); dias 26 e 27, em Argel (Argélia); dias 27 e 28, em Túnis (Tunísia); e, no último dia da viagem (30/1), em Casablanca (Marrocos). A missão está sendo organizada pelo MDIC, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Tunísia Dos quatro países a serem visitados, a Tunísia é o único com o qual o Brasil possui superávit no comércio bilateral – US$ 5 milhões, em 2008. Número bem inferior ao registrado em 2007, de US$ 48 milhões. Em 2008, as exportações brasileiras para o país somaram US$ 221 milhões, um aumento de 30,7% sobre o ano...

Brasil finaliza análise risco para importação de trigo da Rússia

... intenção é aproveitar a oportunidade para firmar importantes negócios no setor agropecuário brasileiro e, assim, ampliar as relações entre os dois mercados. Com informações da Assessoria de Comunicação Social do Mapa...

Comércio com árabes foi recorde em 2008

...ar o momento de crise em oportunidades, especialmente agora que o real desvalorizou frente ao dólar e os produtos brasileiros se tornaram mais baratos no exterior. Ele destacou, que apesar do bom aumento das exportações, o Brasil fornece apenas 1,3% de tudo o que os países árabes importam, havendo ainda muito espaço para crescer. Sarkis acredita que os exportadores brasileiros podem dobrar sua participação nas importações dos árabes em cinco anos. Com informação da Agência de Notícias Brasil Árabe...

Itajaí quer movimentar 1 milhão de TEUs

...Twenty-foot Equivalent Unit – unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) até o final deste ano. O volume a ser operado foi estipulado em reunião com representantes dos terminais na manhã de ontem, 14, e foi informada pelo titular da Assessoria Especial para a Recu...

PIS/Cofins sofre restrição e afeta exportador

...ortadores têm, por conta da imunidade tributária das exportações, débitos de PIS, Cofins e IPI muito baixos. Pela nova norma, os débitos de PIS/Cofins e IPI só poderão ser compensados com o IR e com a CSLL no momento do ajuste de quem paga o lucro real por estimativa. Ou seja, os créditos de PIS e Cofins gerados durante todo o ano de 2009 só poderão ser compensados em março de 2010. Para a Receita Federal, a medida será interessante, diz José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Sem a compensação durante todo o ano, explica, a Receita terá em 2009 uma arrecadação que só entraria em 2010. Ou seja, com o artifício, o órgão terá arrecadação adicional contabilizada como receita de 2009. Procurada, a Receita não se manifestou. Para os exportadores, diz Castro, isso traz um problema de fluxo de caixa durante todo o ano exatamente num momento em que falta crédito no mercado. Sem a compensação, a empresa terá de tira...

Rússia resiste a novos frigoríficos

...s plantas foram recusadas. As unidades já habilitadas em missões anteriores continuaram autorizadas a vender ao mercado russo. Não houve, de acordo com informações do governo brasileiro, descredenciamento de nenhuma planta do país. O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Kroetz, negocia a manutenção da lista de 47 frigoríficos diretamente com autoridades do governo russo. Nesta se...

Exportações da indústria aumentam 28% em reais

... bilhões). Com informações da Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS...

Câmbio reabre chance de exportação no setor de calçados

...rasileiro vê em 2009 uma oportunidade de crescer no mercado externo com a desvalorização do real. Ontem teve início, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da gov...

Suínos: Redução nas exportações congestiona unidades no RS

...dade para 11 mil toneladas, a unidade armazenadora da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em Canoas está no limite. Somente entra mercadoria quando sai. Segundo Aldair Costa da Silva, gerente da unidade, a movimentação diária em novembro passado havia caído 50% em relação ao mesmo período de 2007. O encalhe cresceu em dezembro, provocando o congestionamento. Em oito anos, não via crise de espaço como esta. Hoje não temos condições de receber nada, afirma. A lot...

Estado lança edital para dragagem do Porto do Rio Grande

...anos, causava transtorno a comunidade portuária devido à redução na profundidade do canal. Com a nova dragagem garantiremos um canal permanentemente dragado tornando o porto mais competitivo no mercado marítimo internacional", salientou Andrade. A contratação dos serviços compreende a dragagem de manutenção dos canais de acesso ao Porto do Rio Grande e ao Porto Novo, bacia de evolução do Porto Novo e canal do Norte, a serem executados de forma contínua, visando atender as necessidades operacionais do porto gaúcho e da economia do RS, através da garantia da profundidade e segurança na navegação. Para este ano estima-se que o volume a ser dragado para manutenção do calado do porto gaúcho seja de 2,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos e para os quatro anos seqüentes, estima-se que sejam removidos 1,5 milhão de metros cúbicos por ano, devido ao assoreamento natural. Somente em 20...

Abipecs pressiona governo a agilizar abertura de novos mercados

...O que não falta são boas oportunidades", disse o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, segundo comunicado da entidade, que afirma iniciar suas atividades em 2009 com "a determinação de que é preciso obter do governo uma ação mais forte e eficiente para abrir novos mercados." Camargo Neto calcula que as vendas externas tenham caído cerca de 50 por cento em novembro e dezembro ante o mesmo período de 2007, principalmente porque a Rússia -- principal cliente -- diminuiu suas importações em decorrência da crise. "Os dados sobre as recentes exp...

Pesquisa aponta perda de importância do Mercosul

...dez anos. Na avaliação da “comunidade brasileira de política externa”, Argentina (95% dos entrevistados), EUA (94%) e China (92%) estão no topo da hierarquia dos interesses do Brasil. A percepção coincide com a as ações do Itamaraty no que diz respeito a Argentina e China, mas não aos EUA. Nesse ponto, o governo brasileiro parece fazer jogo duplo - enquanto o presidente Lula encara os americanos com pragmatismo, o Itamaraty os rebaixam na escala de prioridades. É crescente a percepção de que o Brasil é capaz de defender seus interesses na globalização. Na pesquisa realizada em 2001, 75% dos entrevistados consideravam o protecionismo ...

Exportações do agronegócio devem chegar a US$ 73 bi

...ria e a ampliação da lista de unidades habilitadas à exportação. O encontro será realizada em Berlim, na Alemanha. Com informações do Jornal A Tribuna do Norte - RN...

CIRCULAR No- 88, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008

...artes interessadas terão oportunidade de apresentar, por escrito, os elementos de prova que consideram pertinentes. As audiências previstas no art. 31 do referido Decreto deverão ser solicitadas até 180 (cento e oitenta) dias após a data de publicação desta Circular. 6. Caso uma parte interessada recuse o acesso às informações necessárias, não as faculte no prazo estabelecido ou impeça de forma significativa a revisão, poderão ser estabelecidas conclusões, positivas ou negativas, com base nos fatos disponíveis, em conformidade com o disposto no § 1o, do art. 66, do Decreto no 1.602, de 1995. 7. Caso se verifique que uma parte interessada prestou informações falsas ou errôneas, tais informações não serão consideradas e poderão ser utilizados os fatos disponíveis. 8. Na forma do que dispõe o § 4o, do art. 66, do Decreto no 1.602, de 1995, se uma parte interessada fornecer parcialmente ou não fornecer informação solicitada, o resultado poderá ser menos favorável àquela parte do que seria caso a mesma tivesse cooperado. 9. Os documentos pertinentes à revisão de que trata esta Circular deverão ser escritos no idioma português e os escritos em outro idioma deverão vir aos autos do processo acompanhados de tradução feita por tradutor público, conforme o disposto no § 2o, do art. 63, do referido Decreto. 10. À luz do disposto no § 3o, do art. 57, do Decreto no 1.602, de 1995, a revisão deverá ser concluída no prazo de doze meses contado a partir da data da publicação desta Circular. 11. De acordo com o contido no § 4o, do art. 57, do Decreto no 1.602, de 1995, enquanto perdurar a revisão, permanecerão em vigor os direitos antidumping aplicados pelas Resoluções CAMEX nos 48, de 2007 e 37, de 2003, no que se refere às importações brasileiras da China e Índia. 12. O direito antidumping aplicado às importações originárias da Índia permanecerá suspenso por força das Resoluções CAMEX no 2, de 16 de janeiro de 2004, publicada no DOU de 19 de janeiro de 2004 (retificação publicada em 27 de outubro de 2004) e no 23, de 11 de agosto de 2005, publicada no DOU de 15 de agosto de 2005 (retificação publicada em 18 de agosto de 2005). 12. Todos os documentos referentes à presente revisão deverão indicar o número do processo MDIC/SECEX 52100.004801/2008-85 e serem dirigidos ao seguinte endereço: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC, SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR - SECEX, DEPARTAMENTO DE DEFESA COMERCIAL - DECOM, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Sala 803, 8o andar, Brasília- DF, CEP 70.053-900 - Telefones: (61) 2109-7770, Fax: (61) 2109-7445. WELBER BARRAL ANEXO 1. Do processo 1.1. Da petição Em 18 de setembro de 2008, a ANIP/SINPEC protocolizou no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) petição de prorrogação dos direitos antidumping aplicados nas importações brasileiras de pneumáticos novos de borracha para bicicletas, exceto pneumáticos especiais produzidos à base de kevlar ou hiten, originárias da República Popular da China e da Índia, consoante o disposto no § 1o, do art. 57, do Decreto no 1.602, de 1995. Deve-se observar que a referida petição não solicitou a prorrogação do direito antidumping imposto sobre as exportações de pneumáticos da Tailândia. 2. Do produto 2.1. Do produto sob análise O produto objeto do direito antidumping, a exemplo da investigação original e suas revisões, circunscreve-se aos pneumáticos novos de borracha para bici...

Apex-Brasil terá mais recursos para promover exportações em 2009

...preciso estar atentos às oportunidades. "No pior cenário, o Brasil terá um crescimento de 3% das suas exportações em 2009", anunciou. Em 2008, o balanço da Agência foi bastante positivo: enquanto as exportações brasileiras cresceram 8,62% entre janeiro e outubro, as empresas que integram os projetos que a Agência executa em parceria com entidades setoriais tiveram um aumento de 18,74% no mesmo período. O total exportado pelas 5.435 empresas participantes dos projetos da Apex-Brasil - 61% de micro e pequeno porte - soma US$ 23,8 bilhões nos ...

Governo brasileiro organiza missão empresarial a países do norte de África

...ncontros setoriais sobre oportunidades de negócios devem marcar o item "Participação Encontro Setorial". Organizada pelo MDIC, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a missão tem o objetivo de promover o aumento de investimentos e da corrente comercial entre o Brasil e o grupo de países a ser visitado. De janeiro a outubro deste ano, essa corrente de comércio chegou a US$ 6,1 bilhões - aumento de 54,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do governo, as principais oportunidades de negócios para as empresas brasileiras, nesses quatro países, estão na possibilidade de parcerias e investimentos em áreas ainda não exploradas ou com potencialidades pouco desenvolvidas, como: produtos ag...

Governo prevê exportações de US$ 73 bi em 2008

...ria e a ampliação da lista de unidades habilitadas à exportação. O encontro será realizada em Berlim, na Alemanha. Com informações do Jornal Gazeta do Povo - PR...

Apex-Brasil aumenta aporte de recursos para promover exportações e investimentos em 2009

...preciso estar atentos às oportunidades. "No pior cenário, o Brasil terá um crescimento de 3% das suas exportações em 2009", anunciou. Em 2008, o balanço da Agência foi bastante positivo: enquanto as exportações brasileiras cresceram 8,62% entre janeiro e outubro, as empresas que integram os projetos que a Agência executa em parceria com entidades setoriais tiveram um aumento de 18,74% no mesmo período. O total exportado pelas 5.435 empresas participantes dos projetos da Apex-Brasil - 61% de micro e pequeno porte - soma US$ 23,8 bilhões nos últimos 12 meses (outubro de 2007 a outubro de 2008). Durante 2008, a Agência atuou em 724 eventos em todo o mundo, como feiras, missões com...

MDIC organiza missão comercial ao Norte da África

...ncontros setoriais sobre oportunidades de negócios devem marcar o item "Participação Encontro Setorial". Organizada pelo MDIC, com o apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), a missão tem o objetivo de promover o aumento de investimentos e da corrente comercial entre o Brasil e o grupo de países a ser visitado. De janeiro a outubro deste ano, essa corrente de comércio chegou a US$ 6,1 bilhões - aumento de 54,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do governo, as principais oportunidades de negócios para as empresas brasileiras, nesses quatro países, estão na possibilidade de parcerias e investimentos em áreas ainda não exploradas ou com potencialidades pouco desenvolv...

Mercosul vai flexibilizar regras para importação de produtos da Bolívia

...a erradicação de drogas na Comunidade Andina. A suspensão das preferências tarifárias a produtos bolivianos foi anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, no fim de setembro - 16 dias após a expulsão do embaixador americano na Bolívia, Philip Goldberg, acusado de conspiração contra o governo boliviano, sob a justificativa de que este país não estaria colaborando com a luta contra o narcotráfico. A Bolívia, agora, deve propor uma estratégia regional de combate ao narcotráfico à União das Nações Sul-americanas, cujos presidentes se reúnem amanhã (16), último dia da Cúpula do Mercosul. Com informações do Jornal Correio - BA...

Brito assina contrato de dragagem

...nete, Augusto Wagner. Na oportunidade, o presidente da Companhia Docas de São Sebastião, Frederico Bussinger, e o secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, apresentaram ao ministro o projeto de expansão do porto paulista, que prevê a construção de novos terminais e a ampliação dos acessos viários. Com informações do Portal Intelog...

Comunicado da autoridade portuária de Itajaí

...gências Maritimas e toda a Comunidade Portuária, informo que através de informações extra-oficiais que recebemos, apontam que realmente receberemos dentro dos próximos dias uma Draga Hopper classe 10.000 metros cubicos, para inicio imediato das grandes intervenções de dragagem. Desta forma junto com a Draga Jet-water Tocantins que já esta intervindo na bacia de evolução, mais a Draga Jet-water Iguazu que iniciará as intervenções neste fim de semana, teremos um grupo de trabalho com grande capacidade operacional, e que restabelecerá as condições plenas de acesso, dentro dos prazos já divulgados. O objetivo é estabelecer primeiramente em caracter de urgência um canal alternativo, com segurança plena de navegação, para o reinicio das operações tão logo possível dos Full Containers das classes que normalmente ope...

Exportadores defendem instalação do Despacha-Rápido nos portos

... portos que administra. Essas unidades reuniriam em um mesmo espaço escritórios de todos os órgãos intervenientes no despacho das mercadorias, como a Receita Federal, a Polícia Federal, o Ministério da Agricultura e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Conforme o estudo Doing Business 2009, do Banco Mundial, para exportar uma mercadoria são necessárias oito assinaturas de órgãos federais, uma a mais do que para a importação. Segundo Castro, "entre os órgãos, e olha que são todos do Governo Federal, não há integração. O exportador, por exemplo, tem que pedir a ...

Micro e pequenas empresas batem recorde de exportação

...r no mercado externo, as oportunidades existentes, as experiências exitosas", explica o gerente de Gestão Estratégica do Sebrae Nacional, Pio Cortizo. Acompanhando o ritmo geral das exportações brasileiras, as empresas de pequeno porte atuaram em 2007 essencialmente nos ramos industrial e comercial, de forma que 59% das empresas exportadoras em 2007 (7.670 firmas) pertenciam ao ramo industrial e 35% (4.550 firmas) eram do ramo comercial. Entre as microempresas registrou-se uma redução do número de firmas em todos os setores, com exceção da agropecuária. O inverso ocorreu entre as pequenas empresas, com aumento do número de empresas em todos os casos, inclusive no ramo industrial, mas com exceção da agropecuária. Com relação ao valor exportado, o ramo da indústria respondeu por 60,1% do valor exportado pelas micro e pequenas empresas em 2007, o que representa um montante de US$ 1,3 bilhão. O Comércio veio em seguida com 33,6% do total exportado, e por último o ramo de Serviços com 0,2%. Entre as microempresas especiais (que empregam pouco e exportam muito) as firmas industriais respondem por 60,1% do total nesse mesmo ano, contra 33,9% das comerciais. O valor exportado por essas empresas dividiu-se em partes semelhantes entre os ramos de indústria e comércio, que registraram participações de 49,4% e 42,8% no ano passado. O número de micro e pequenas empresas exportadoras não têm acompanhado o crescimento de valor exportado. Esse dado manteve-se estável em 2007 com r...

Venezuela é mercado para exportação de boi em pé

...de comercialização é uma oportunidade para o País, já que há uma expectativa de aumento de procura por proteína bovina nos países em desenvolvimento. "O pecuarista deixa de ser obrigado a se submeter ao preço que o frigorífico quer pagar." Segundo ele, a tendência é que os frigoríficos se concentrem e, consequentemente, a margem do criador diminua. "O Brasil tem preço competitivo e volume"", disse em um encontro com pecuaristas duran...

Situação do Porto de Itajaí

...o Porto de Itajaí, o chefe de unidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Itajaí, Ricardo Prado, o Delegado da Receita Federal, José Carlos Araújo, o Delegado da Capitania dos Portos em Itajaí, Capitão-de-fragata Edílson Vieira Salles, o superintendente do Teconvi, Walter Joos, o presidente da Praticagem, Alexandre Gonçalves e o presidente da Associação Empresarial de Itajaí, Marco Aurélio Seara Júnior, além dos armadores e representantes dos diversos segmentos da área de comércio exterior e logística da cidade. Durante a reunião, que lotou o auditório da sede admini...

Enchentes forçam desvio de contêineres

...setembro foi de 37 mil TEU’s (unidade que equivale a um contêiner de 20 pés) e a de Navegantes de 27 mil TEU’s e em novembro se esperava movimentar algo parecido com este número. "Segundo a autoridade portuária local, dois dos três berços operacionais de Itajaí estão danificados e um quarto estava em obras. Em Navegantes, o assoreamento do canal de acesso impede qualquer operação. Não há previsão de qualquer embarque nestes portos pelo menos até dia 15 de dezembro", disse Juarez Moraes e Silva. A previsão é a de que algum berço possa funcionar depois disso, mas a recuperação total destes portos se dará somente nos próximos seis meses. O Porto de Itajaí é responsável pela movimentação de 30% da exportaç...

Porto de Itajaí pode demorar 6 meses para ser recuperado

...o equivalente a 650 mil Teus (unidades de contêiner de 20 pés), ante cerca de 170 mil Teus de Navegantes, porto localizado na margem oposta do rio. O executivo da APM Terminals disse que todo o porto passará por uma avaliação técnica, a fim de precisar o volume de recursos para sua recuperação. Pelos prognósticos e "dependendo da participação do governo federal, demandará algo entre quatro e seis meses". Patrício Júnior entende que dada a importância econômica do porto de Itajaí, que movimenta por ano o equivalente a mais de US$ 10 bilhões, entre cargas importadas e exportadas, "o apoio oficial neste momento é indispensável". Autoridades da região pleiteiam a expedição de uma medida provisória para garantir recursos emergenciais ao porto catarinense, que recebe por mês cerca de 100 navios. As chuvas fizeram também transbordar os reservatórios das usinas hidrelétricas....

Brasil questiona tarifas dos EUA sobre suco de laranja

...dispositivo “em diversas oportunidades”. “A decisão do Brasil de pedir consultas ao amparo do mecanismo de solução de controvérsias da OMC reflete a percepção de que o “zeroing”, além de incompatível com as normas multilaterais de comércio, causa grande incerteza e sérios prejuízos para as empresas exportadoras afetadas”, informou o Itamaraty em nota. O governo brasileiro havia decidido questionar sistematicamente os países protecionistas na OMC após o colapso da Rodada Doha. Fonte: Folha de São Paulo...

CIRCULAR Nº 81, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2008

...ng aplicado às importações de unidades de bombeio mecânico para poços de petróleo (UBs), comumente classificadas nos itens 8413.81.00, 8413.82.00 e 8479.89.99 da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM, originárias da Romênia, encerrar-se-á no dia 14 de dezembro de 2009. 10. De acordo com o disposto no § 2o, do art. 57, do Decreto no 1.602, de 23 de agosto de 1995, as partes interessadas terão prazo de cinco meses, antes da data do término da vigência do direito, para se manifestarem, por escrito, sobre a conveniência da revisão e para solicitarem audiência, se necessário. 11. As partes que tiverem manifestado interesse na revisão deverão apresentar petição de revisão, com antecedência de no mínimo noventa dias da data do término de vigência do compromisso de preços, ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Secretaria de Comércio Exterior - Departamento de Defesa Comercial - DECOM, no seguinte endereço: Esplanada dos Ministérios - Bloco J - 8o andar - DF - CEP 70.056-900 - Telefones (0xx61) 2109.7345 ou 2109.7436 - Fax (0xx61) 2109.7445. WELBER BARRAL...

Porto de Itajaí pode demorar 6 meses para ser recuperado

...o equivalente a 650 mil Teus (unidades de contêiner de 20 pés), ante cerca de 170 mil Teus de Navegantes, porto localizado na margem oposta do rio. O executivo da APM Terminals disse que todo o porto passará por uma avaliação técnica, a fim de precisar o volume de recursos para sua recuperação. Pelos prognósticos e "dependendo da participação do governo federal, demandará algo entre quatro e seis meses". Patrício Júnior entende que dada a importância econômica do porto de Itajaí, que movimenta por ano o equivalente a mais de US$ 10 bilhões, entre cargas importadas e exportadas, "o apoio oficial neste momento é indispensável". Autoridades da região pleiteiam a expedição de uma medida provisória para garantir recursos emergenciais ao porto catarinense, que recebe por mês cerca de 100 navios. As chuvas fizeram também transbordar os reservatórios das usinas hidrelétricas....

CIRCULAR Nº 79, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2008

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL ANEXO NCM DESCRIÇÃO 8420.10.90 Máquina para gravação em folhas de PVC, 400v, 3 fases, 50hz, composta por: máquina de desenrolar "revólver"; acumulador pneumático; unidade pré-aquecedora; unidade de gravação; unidade de resfriamento; unidade de enrolar filme; unidade de enrolar sistema "revólver"; painel elétrico; unidade para aquecimento - Marca: Matex, Modelo: Impianto di Goffratura 8420.10.90 Máquina de pintura, com 3 cabeças para impressão em folhas de PVC, tensão 400v, 3 fases, 50hz, composta por: máquina de desenrolar "trolley"; 3 unidades de pintura, com cilindro, lâmina e tanque de pintura; 2 módulos para secagem; unidade de resfriamento; unidade de enrolar sistema "revólver" - Marca: Matros, Modelo: I.200.15 8429.59.00 Retro-escavadeira de esteira - Marca: Komatsu, Modelo: PC 280NL C3 8443.13.90 Impressora off-set, para 2 cores, com reversão, alimentada por folhas de formato máximo igual a 66,00 x 48,30 cm, com capacidade máxima igual a 12.000 folhas/hora - Marca: Shinohara , Modelo: Fuji Off Set 65 II P 8443.13.90 Imp...

RESOLUÇÃO No- 73, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2008

... 7308.90.90 Outros 12 meses 1 unidade Ex 002 - Porta-batel de comprimento entre 70 e 73 metros e peso entre 850 e 950 toneladas 8545.19.90 Outros 12 meses 10.000 toneladas Ex 001 - Blocos catódicos para revestimento de cubas eletrolíticas utilizadas na produção de alumínio primário Art. 2º A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior poderá editar norma complementar, visando estabelecer os critérios de alocação das quotas mencionadas no artigo anterior. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE...

Crise financeira: empresas revisam planos de vendas e investimentos

...bserva o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. “As empresas brasileiras já se sentem afetadas pela crise e estão revendo as expectativas para 2009”, completa o economista. Conforme a Consulta Empresarial, 57% das empresas entrevistadas cancelaram ou adiaram por tempo indeterminado os investimentos previstos para o próximo ano. “Entre as empresas que não adiaram por tempo indeterminado ou cancelaram seus planos de investimento, 49% mantiveram os planos, mas com cronograma mais longo que o previsto, 31% adiaram os investimentos para 2009 e 19% para data posterior. Apenas 2% mantiveram o cronograma tal como previsto”, diz a pesquisa. O estudo revela ainda que 61% das empresas consultadas enfrentam dificuldades para obter crédito de curto prazo. Dessas, 49% afirmaram que o financiamento para capital de giro, desconto de duplicata e outras é a modalidade mais afetada. Para a maioria das empre...

Acima da média

...ubro de 2008, contra os 4.726 unidades vendidas no mesmo período de 2007. No Brasil, aliás, a venda de caminhões em 2008 já ultrapassou a marca de 100 mil veículos emplacados. Trata-se do recorde nacional de toda a história da indústria de extra-pesados. Por Adriano Frauches - Insider2...

Brasil e Uruguai realizam reunião para superar entraves comerciais

...omércio Brasil-Uruguai e oportunidades como essa contribuem para a padronização dos procedimentos”, explica. Frango O Brasil também apresentou demandas na área de produtos alimentícios e voltou a pedir que o governo uruguaio libere a importação da carne de frango procedente do Brasil, além de ampliar o número de estados brasileiros autorizados a exportar carne bovina e suína para o Uruguai. Atualmente, somente os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná exportam esses produtos para o país. Os representantes brasileiros alegaram que não há justificativa para essa limitação, uma vez que os demais estados brasileiros também são reconhecidos como áreas livres de febre aftosa pela Organização Internacional de Epizotias (OIE). Os assuntos voltarão a ser discutidos na próxima reunião, a ser realizada no início de março de 2009. Temas técnicos r...

Exportações de carne bovina para a Rússia caem pela metade em outubro

...ue foi de 64,33 mil. Por essa unidade de medida padrão, os especialistas conseguem calcular o quanto foi exportado de qualquer subproduto bovino. O faturamento também caiu praticamente pela metade. Em setembro, a receita foi de R$ 204,08 milhões. Já em outubro, ficou em apenas R$ 103,67 milhões. Segundo a Scot Consultoria, o principal problema do merc...

CIRCULAR Nº 78, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2008

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL ANEXO NCM DESCRIÇÃO 8430.10.00 Martelo hidráulico, com dimensões 5.620 mm x 1.080 mm x 1.200 mm, energia potencial máxima de 8.400 ton.m, golpe máximo/mínimo de 1.200 mm/ 200 mm, pressão hidráulica de 280 BAR, fluxo de óleo de 200 LPM, potência do motor de 185 HP - Marca: Pilemer - Modelo: DKH 8430.10.00 Martelo hidráulico, com dimensões 5.860 mm x 1.170 mm x 1.590 mm, energia potencial máxima de 12.000 ton.m, golpe máximo/mínimo de 1.200 mm/ 200 mm, pressão hidráulica de 280 BAR, fluxo de óleo de 280 LPM, potência do motor de 234 HP - Marca: Pilemer - Modelo: P160 8430.10.00 Martelo hidráulico, com dimensões 6.320 mm x 1.170 mm x 1.590 mm, energia potencial máxima de 16.000 ton.m, golpe máximo/mínimo de 1.200 mm/ 200 mm, pressão hidráulica de 280 BAR, fluxo de óleo de 320 LPM, potência do motor de 290 HP - Marca: Pilemer - Modelo: P160 8441.30.10 Máquina montadora de caixas de sanduíche, composta de 1 motor principal com caixa redutora "baldol" de 3 HP, 2 bombas a vácuo, 1 tanque depósito de adesivo vinílico (grande) e 2 f...

Problemas à vista com a Argentina

... dos vizinhos e a divisão das unidades de produção de multinacionais automotivas impõe obstáculos ao livre comércio entre os dois países. Em Buenos Aires, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, e representantes de associações industriais, entre elas a Anfavea, das montadoras brasileiras, vão se reunir com os autoridades e empresários na Argentina, para contornar os problemas que podem surgir do flagrante desequilíbrio nas relações comerciais dos dois países. Ontem, em Washington, no encontro dos governantes das principais economias mundiais, agrupadas no G-20, todos concordaram em evi...

MDIC divulga dados detalhados da balança comercial dos estados em outubro

...omercial internacional das 27 unidades da federação brasileiras em outubro de 2008 foram divulgados hoje...

Impacto da crise no transporte de contêineres será temporário, diz pesquisa

...tou para 5,8 milhões de Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) com a entrada de 58 fabricantes no mercado ao longo de 20 anos. O relatório também inclui previsões sobre a indústria, como fatores que afetam o desenvolvimento. Gráficos mostram estatísticas mensais do volume de mercadorias nos principais portos e volumes de exportação entre 1997 e 2007. Com informações do Guia Marítimo ...

Mercado interno em potencial favorece o Mercosul, diz Lula

... brasileiros e italianos oportunidades de investimento no Brasil em tempos de crise. Com informações do Jornal do Brasil - RJ...

Demanda por vagões deve voltar aos níveis de 2003

...ve consumir mais de cinco mil unidades. O volume, se confirmado, será 316% acima de 2007. Em 2009, com a queda nas encomendas, o setor deve voltar aos patamares de 2003, ano em que a indústria produziu 2,3 mil vagões. Trata-se de um mercado sazonal cuja demanda depende dos pedidos das ferrovias, que aceleraram investimentos desde a privatização mas que agora devem se ressentir com os efeitos da crise fi...

Na crise, exportadores também perdem, apesar da alta do dólar

...ando de US$ 13,94 por bushel (unidade de medida que equivale a 27,2 kg) para US$ 9,34 . Já o dólar teve uma alta de 10,5% no mesmo período, de R$ 1,906 para R$ 2,106. A valorização da moeda americana em relação ao real “não tem compensado nem a queda do preço (das commodities) nem a diminuição da renda (nos países desenvolvidos)”, afirma o economista André Sacconato. As commodities agrícolas, que vinham subindo fortemente neste ano até julho, passaram a cair com força depois da intensificação da crise global, a partir de setembro. Em alguns casos, os preços desceram para patamar inferior ao do...

Otimismo anda por ferrovias e hidrovias

...o aumento, saindo de 3,45 mil unidades (TEUs) em 1997 para estimados 235,45 mil TEUs em 2008. Na cabotagem, as estatísticas da Agência Nacional dos Transportes Aquaviários, Antaq, também mostram variação positiva da carga transportada, com crescimento de 12% entre 2005 e 2007. A movimentação de contêineres segue a mesma curva ascendente, com estatísticas indicando crescimento de volume de quase 200% : em 2002, foram transportados 165 mil TEUs e, em 2007, registraram a movimentação de 520 mil TEUs. Com informações de Valor Econômico - SP...

Setor automotivo sobre 1a queda anual de vendas em outubro

...mbro, para cerca de 224,9 mil unidades, informou uma fonte da indústria nesta segunda-feira. Com relação a outubro do ano passado, o recuo dos emplacamentos do mês passado foi de 3,3 por cento, afirmou a fonte, citando dados preliminares de fechamento do ...

DECRETO No- 6.620, DE 29 DE OUTUBRO DE 2008

... circunstanciado sobre a oportunidade e conveniência do pleito. Art. 16. A concessão do porto organizado marítimo obedecerá ao disposto neste Decreto e na legislação que rege as concessões de infra-estrutura portuária, bem como aos objetivos e diretrizes definidos pela Secretaria Especial de Portos da Presidência da Republica. Art. 17. A concessão de que trata este Capítulo deve contemplar: I - as obras e o aparelhamento dos portos necessários à acostagem das embarcações e à movimentação, guarda e conservação das mercadorias destinadas à navegação, ou que para esses portos sejam conduzidas; II - a exploração comercial do porto, que compreende a prestação dos serviços portuários, na forma da Lei no 8.630, de 1993, a conservação dos canais de acesso e dos ancoradouros e, ainda, a conservação e renovação da superestrutura portuária; III - as obras destinadas a assegurar o acesso aqüaviário aos portos, bem como ancoradouro que ofereça às embarcações conveniente abrigo e profundidade compatível com o respectivo porte; e IV - os espaços físicos necessários à exploração portuária, incluídos aqueles em águas públicas. Art. 18. A concessão de porto organizado marítimo somente será outorgada mediante prévio estudo que demonstre sua viabilidade técnica, operacional e econômica, e seu impacto concorrencial. § 1o Os estudos e projetos poderão ser feitos pelos interessados, na forma do art. 21 da Lei no 8.987, de 1995, que os submeterão à aprovação da ANTAQ, acompanhados da necessária memória justificativa, ouvida a Secretaria Especial de Portos da Presidência da República. § 2o Qualquer modificação nos estudos e projetos já aprovados deverá ser previamente submetida à ANTAQ, ouvida a Secretaria Especial de Portos da Presidência da República. Art. 19. As obras de melhoramento e aparelhamento dos portos organizados marítimos devem ser projetadas com a capacidade necessária para atender a todo o tráfego que afluir aos portos e com a margem indispensável aconselhada pelo estudo das possibilidades econômicas das respectivas áreas de influência. Art. 20. O edital e contrato de concessão de porto organizado marítimo deverão prever cláusula dispondo sobre a possibilidade de ampliação das instalações. Parágrafo único. As obras e aquisições necessárias à ampliação de que trata o caput deverão ser aprovadas pela ANTAQ, ouvida a Secretaria Especial de Portos da Presidência da República. Art. 21. Serão desapropriados por utilidade pública os terrenos e as construções necessários à execução das obras, ficando a cargo exclusivo do concessionário as despesas de indenização e quaisquer outras decorrentes das desapropriações, as quais serão levadas à conta do capital do porto, depois de auditadas e reconhecidas pela Secretaria Especial de Portos da Presidência da República. Parágrafo único. Os terrenos e benfeitorias adquiridos ou desapropriados, cujo custo tenha sido levado à conta do capital do porto, constituirão parte integrante do seu patrimônio, sobre os quais o concessionário tem uso e gozo, durante o prazo da concessão. Art. 22. Caso os terrenos e construções necessários à execução das obras sejam de propriedade da União, a Secretaria do Patrimônio da União do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão deverá adotar as providências administrativas cabíveis, ficando o concessionário responsável por eventuais despesas de indenização a particulares, as quais serão levadas à conta do capital do porto, depois de auditadas e reconhecidas pela Secretaria Especial de Portos da Presidência da República. Art. 23. Findo o prazo de concessão, reverterão ao domínio da União as instalações portuárias do porto concedido. Art. 24. A homologação da licitação, o controle e a fiscalização dos contratos de concessão dos portos organizados marítimos caberão à ANTAQ. Parágrafo único. Serão apuradas anualmente, de acordo com os regulamentos em vigor, as contas de capital e as de custeio dos portos concedidos. CAPÍTULO III DOS ARRENDAMENTOS E DAS AUTORIZAÇÕES DE INSTALAÇÕES PORTUÁRIAS DE USO PRIVATIVO Art. 25. O plano de desenvolvimento e zoneamento individualizará as instalações suscetíveis de arrendamento, com vistas à sua inclusão no programa de arrendamento de instalações portuárias, devendo integrar o plano geral de outorgas. § 1o A administração do porto submeterá o programa de arrendamento de instalações portuárias à ANTAQ, que o incorporará ao plano geral de outorgas, de acordo com o respectivo plano de desenvolvimento e zoneamento, com a indicação das cargas a serem movimentadas e das áreas destinadas aos operadores portuários que não dispõem de arrendamentos. § 2o As instalações portuárias incluídas no programa de arrendamento de instalações portuárias serão arrendadas mediante licitação, por iniciativa da administração do porto ou a requerimento do interessado. Art. 26. Os requerimentos para licitação de arrendamentos de instalações no porto organizado e para a autorização de terminais portuários de uso privativo deverão ser encaminhados à ANTAQ, que ouvirá a Secretaria Especial de Portos da Presidência da República. Art. 27. Os contratos de arrendamento de instalações portuárias deverão conter cláusula dispondo sobre a possibilidade de ampliação das instalações. § 1o A ampliação da área arrendada só será permitida em área contígua e quando comprovada a inviabilidade técnica, operacional e econômica de realização de licitação para novo arrendamento. § 2o O conselho da autoridade portuária deverá ser ouvido nos casos de ampliação das instalações portuárias que ensejem a alteração do plano de desenvolvimento e zoneamento. Art. 28. Os contratos de arrendamento de instalações portuárias serão de até vinte e cinco anos, podendo, mediante justificativa, ser prorrogados uma única vez, por prazo máximo igual ao período originalmente contratado. § 1o O arrendatário deverá requerer a prorrogação do prazo de arrendamento até vinte e quatro meses antes da data de término do prazo originalmente contratado, sob pena da decadência desse direito. § 2o A autoridade portuária submeterá à ANTAQ os novos processos licitatórios de arrendamentos relativos a contratos em que configure a decadência do direito de que trata o § 1o. Seção I Do Arrendamento de Instalações Portuárias Operacionais Art. 29. O arrendamento de instalação portuária operacional observará que: I - incumbe à autoridade portuária de cada porto organizado a elaboração e execução do respectivo programa de arrendamento de instalações portuárias; II - o arrendamento de instalações portuárias será precedido da elaboração de estudos de viabilidade e de avaliação do empreendimento, os quais poderão ser efetuados pela autoridade portuária, diretamente ou mediante contratação de empresa de consultoria independente, observada a legislação pertinente, bem como a natureza, a magnitude e a complexidade dos projetos; III - o interessado no arrendamento de instalação portuária poderá ofertar os estudos e a avaliação a que se refere o inciso II, na forma do art. 21 da Lei no 8.987, de 1995; IV - o procedimento administrativo de licitação para o arrendamento de instalações portuárias rege-se pela Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, e pela Lei no 8.987, de 1995; V - cabe ao conselho de autoridade portuária zelar pelo cumprimento das normas de defesa da concorrência e à autoridade portuária adotar as medidas necessárias ao seu cumprimento, sem prejuízo das competências previstas na Lei no 8.884, de 11 junho de 1994; VI - o valor pago a título de arrendamento não poderá abranger as tarifas portuárias devidas à administração do porto; e VII - o contrato de arrendamento de instalação portuária rege-se pela Lei no 8.630, de 1993, e pelos preceitos de direito público, aplicando-se-lhe, supletivamente, a legislação que rege as contratações e concessões, assim como os princípios da teoria geral dos contratos e as disposições de direito privado. § 1o Os estudos a que se refere o inciso II compreendem, além da caracterização do projeto do proponente, os seguintes fatores: I - viabilidade econômico-financeira, com base nas receitas e nas despesas operacionais e nos investimentos; II - viabilidade técnica, compreendendo o projeto de infraestrutura, superestrutura, localização e a sua articulação com a malha viária dos demais modais de transporte; e III - viabilidade ambiental, expressa no correspondente licenciamento prévio pela autoridade competente em meio ambiente. § 2o Caso os estudos mencionados nos incisos II e III do caput deste artigo apresentem resultados divergentes, a autoridade portuária decidirá sobre a conveniência do modelo e valor a ser aplicado. § 3o A autoridade portuária submeterá à ANTAQ os elementos contidos nos incisos II e III do caput deste artigo, e os arrolados nos §§ 1o e 2o, acompanhados do termo de referência, do edital, da minuta de contrato e seus anexos. Art. 30. O edital de licitação poderá estabelecer a possibilidade de o futuro arrendatário auferir receitas com a exploração de atividades inerentes, complementares, acessórias e de projetos associados ao arrendamento e o percentual desses recursos que irão compor parcela do preço do arrendamento. Seção II Do Arrendamento de Instalações Portuárias Marítimas não-Operacionais Art. 31. As instalações portuárias marítimas não-operacionais poderão ser arrendadas com vistas à sua revitalização, mediante a adoção de ações e medidas que alteram suas funções originais, destinandoas para atividades culturais, sociais, recreativas ou comerciais. § 1o Nas licitações para arrendamento de instalações portuárias marítimas não-operacionais, a administração do porto poderá adotar as modalidades tomada de preços ou convite, na forma prevista na Lei no 8.666, de 1993, sendo obrigatório, em qualquer caso, a lavratura do instrumento contratual. § 2o A adoção das modalidades tomada de preço ou convite fica condicionada à observância dos limites fixados no art. 23 da Lei no 8.666, de 1993, considerando-se como valor total o somatório das parcelas periódicas previstas no prazo de arrendamento. Art. 32. Cabe à autoridade portuária, no âmbito de cada porto organizado, a elaboração e a implementação da revitalização das respectivas instalações, de forma a assegurar: I - as condições operacionais do porto e seus meios de acesso terrestre e aqüaviário adequados; II - a preservação histórica e cultural da instalação a ser revitalizada e a sua integração harmônica com o entorno portuário e o contexto urbano; III - a geração de oportunidades turísticas, culturais e econômicas no Município, além do desenvolvimento dos negócios portuários; IV - o cumprimento das normas regulamentadoras de segurança, saúde e meio ambiente na implantação e operação das novas atividades na instalação revitalizada; e V - o retorno financeiro, adequado ao porto, referente à instalação utilizada, que deverá ser aplicado nas atividades portuárias, quando se tratar de atividades rentáveis. Art. 33. O arrendamento de instalações portuárias não-operacionais será precedido da elaboração de estudos que deverão constar do plano de desenvolvimento e zoneamento. Art. 34. Para o arrendamento de instalações portuárias marítimas não-operacionais, com fins de revitalização, a autoridade portuária deverá adotar os seguintes procedimentos: I - promover estudos para definição de utilização das instalações a serem revitalizadas, compatíveis com o plano diretor, o plano de utilização e ocupação do solo e com outros planos e projetos municipais, acompanhados de estudos de viabilidade técnica e econômica e de impactos das novas atividades nas operações portuárias, nos acessos terrestres e marítimo, no trânsito e nos estacionamentos na área portuária e retroáreas; II - firmar, quando couber, termo de convênio ou outro instrumento similar com o Município ou os Municípios, para análise da proposta de utilização de instalação portuária a ser revitalizada, de que trata o inciso I, e sua compatibil...

O nó da produção

...do deveriam aproveitar a oportunidade para debater saídas mais duradouras, incluindo reformas estruturais. Seria uma forma de facilitar o caminho para a ambicionada redução na taxa básica de juros, que a Confederação Nacional da Indústria gostaria de ver concretizada já na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central a ser encerrada hoje. SAÍDAS Momentos de dificuldade como o atual não podem se prestar apenas para a adoção de medidas emergenciais. Líderes dos setores público e privado deveriam aproveitar a oportunidade para debater saídas mais duradouras, incluindo reformas estruturais. Por Zero Hora / RS - Editorial ...

União Européia convoca Brasil a retomar as negociações de Doha

...-Mercosul. "Doha oferece oportunidades de dar uma resposta à crise internacional por meio da solidariedade. O que se viu na história foi o aumento das restrições comerciais pelos países diante das crises internacionais. E o protecionismo é a pior resposta à crise. Está na hora de contrariar a História", afirmou. Ele defendeu que a revisão de tarifas seja feita em nível global, para em seguida os blocos fazerem as negociações setoriais. Valor Econômico - SP...

Crise deve beneficiar indústrias têxtil e de vestuário

...depreciação cambial como oportunidade para recuperar o espaço perdido no mercado interno. A balança comercial do setor têxtil deverá somar um déficit de US$ 1,6 bilhão este ano As importações são o principal fator a explicar a significativa diferença entre o crescimento nas vendas no varejo de tecidos e confecções (10,2% no acumulado de janeiro a agosto, segundo o IBGE) e da indústria do setor. Segundo o IBGE, a indústria têxtil acumula alta na produção de apenas 0,3% de janeiro a agosto, enquanto vestuário e acessórios aumentou 4,9%, ambos abaixo da média da expansão industrial no período (6%). O Estado de S. Paulo...

Após ajustes, Mercosul prevê avanço

...io de operações em duas novas unidades ao longo do ano, a empresa, que tem a participação de 37,8% de um fundo administrado pelo AIG, espera faturar 35% mais em 2008, alcançando uma receita de R$ 1 bilhão, de acordo com seu presidente, Mauro Pilz. Os ajustes, que levaram o Mercosul a reduzir de 6 mil para 4 mil o número de funcionários em suas fábricas e a fechar a unidade de Naviraí (MS), foram feitos após um estudo em conjunto com...

Para setor têxtil, crise pode ser boa

...al poderá trazer uma boa oportunidade para as indústrias têxteis brasileiras, especialmente na melhora de sua competitividade no mercado externo. Ele diz que, mesmo com a retração da demanda por conta da queda de consumo nos Estados Unidos e...

SGP - Como usar o benefício

...com.br ou em qualquer uma das Unidades da Simpex no RS, através do Fone (51) 3272-0555 e em SC, através do Fone (48) 3029-3866....

Trocas comerciais entre China e CPLP passam meta de 2009

...comércio entre a China e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ultrapassou e...

Brasil valida uso do código eletrônico de produto na cadeia de congelados

... e performance do EPC/RFID em unidades logísticas resfriadas e congeladas, para identificação serializada de paletes e automação do controle de estoques, além de expedição e registro dos sistemas de rastreabilidade. Os testes iniciais foram realizados na linha de produção para exportação da Flamboi㠖 especializada na criação, abate e comercialização de frangos. Foram produzidos e identificados com etiqueta EPC/RFID mais de 18 mil quilos de produtos. As etiquetas foram aplicadas nas caixas de transportes e nos paletes. Dois carregamentos foram efetuados do frigorífico para a Logimasters, que recebeu a carga, armazenou e expediu para o exterior, utilizando portais EPC/RFID. RESULTADOS PRELIMINARES – 100% de leitura de caixas e paletes submetidos a um ambiente extremamente agressivo, com temperaturas abaixo de 40ºC negativos e grande condensação de umidade sobre equipamentos e etiquetas. Garantia de rastreabilidade dos produtos e visibilidade dos mesmos a todos os envolvidos nos processos produtivos e comerciais, até mesmo ao consumidor. Aumento de produtividade nos processos de expedição, recebimento e na integração dos sistemas de informação e rastreabilidade em até 43 vezes. Se comparado a um processo já automatizado com código de barras, onde eram gastos em média 2 minutos e 10 segundos para identificação de 50 caixas de um palete, com a tecnologia EPC/RFID este mesmo processo pode ser feito durante o embarque do produto, ou seja, em menos de 1 segundo, não sendo necessária a interrupção no carregamento. O Brasil é hoje o maior exportador mundial de carne de frango. No primeiro semestre de 2008, os embarques somaram 1,8 milhão de tonelada, um crescimento da ordem de 19% se comparado com 2007. No mercado externo, a carne de frango brasileira está presente em mais de 150 países, respondendo por quase 40% do comércio internacional. A implantação de um sistema mais moderno e eficaz de identificação e rastreabilidade permitirá ganho considerável de produtividade em toda a cadeia, além de agregar maior confiança por parte de comerciantes e consumidores. Co...

Portos necessitam de US$ 3,5 bilhões

...ara transportar 3,2 mil TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) cada uma, deverão operar até 2012. Fundada em 1871, a Hamburg Süd é um dos maiores grupos operando no transporte marítimo e está presente nas Américas, Europa, África, Ásia e Oceania, seja diretamente ou através de empresas coligadas. A Hamburg Süd, adquirida pelo Grupo Oetker no fim da década de 40, também é um dos maiores especialistas no transporte de cargas congeladas e refrigeradas com tecnologias inovadoras. Em 2007, a empresa movimentou 2,14 milhões de TEUs. O maior fluxo de mercadorias concentra-se nos trechos Brasil e Argentina para a Europa. Nesta rota, os produtos mais transportados são café, tabaco, autopeças, carne, frango e frutas. Na rota inversa aparecem os produtos químicos. Por Jornal do Comércio / RS...

QUESTÕES - IMPORTAÇÃO

...ou equipamentos que compõem a unidade, com seus respectivos códigos NCM e quantidades; neste caso, teremos várias máquinas e/ou equipamentos para que cada um, de forma individual e integrada (normalmente linha de produção), seja utilizado na fabricação de determinado produto.  João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

Exportação de mel chega a US$ 4,9 milhões

...consolidado pelo consultor da Unidade de Agronegócios do Sebrae e coordenador nacional da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em setembro, as exportações partiram, principalmente, de três estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) que responderam por 85,6% do valor total comercializado. "Essa concentração é conseqüência de serem nessas regiões que já encontramos os primeiros entrepostos habilitados para a exportação de mel para a Europa", diz Reginaldo. Em setembro, o Rio Grande do Sul manteve a liderança com US$ 1,9 milhão exportado, seguido por São Paulo (US$ 1,2 milhão) e Santa Catarina (US$ 1,04 milhão). Ceará, com uma receita de US$ 423 mil foi o quarto exportador, seguido do Piauí (US$ 133,...

Exportação de mel cresce em setembro e chega a US$ 4,9 milhões

...consolidado pelo consultor da Unidade de Agronegócios do Sebrae e coordenador nacional da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em setembro, as exportações partiram, principalmente, de três estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) que responderam por 85,6% do valor total comercializado. "Essa concentração é conseqüência de serem nessas regiões que já encontramos os primeiros entrepostos habilitados para a exportação de mel para a Europa", diz Reginaldo. Em setembro, o Rio Grande do Sul manteve a liderança com US$ 1,9 milhão exportado, seguido por São Paulo (US$ 1,2 milhão) e Santa Catarina (US$ 1,04 milhão). Ceará, com uma receita de US$ 423 mil foi o quarto exportador, seguido do Piauí (US$ 133,...

Jordânia quer atrair investimento brasileiro

...cendo e representam boas oportunidades de investimentos, como turismo, comunicação e tecnologia da informação, energia, mineração, alimentos e bebidas, farmacêutico, saúde, automotivo, químico, metais, entre outros. Desenvolvimento e projetos de infra-estrutura também fazem parte”, disse Nsour. No setor de turismo, por exemplo, de acordo com Nsour, a Jordânia é um destino muito popular e pode crescer ainda mais nos segmentos de turismo histórico, arqueológico, religioso, de aventura, bem-estar e medicinal. Neste último, o país árabe também é conhecido pelos cosméticos e produtos terapêuticos produzidos com lama, água e sais do Mar Morto. Segundo o CEO, os produtos do Mar Morto são exportados para o mundo todo e ainda existem muitas oportunidades para serem exploradas. Além de promover as oportunidades de investimentos, o JIB ...

Missão a Angola rende bons negócios a empresários brasileiros

...rciais para a geração de oportunidades de negócios. Neste sentido, além das oportunidades no âmbito da construção civil e infra-estrutura logística do país, outra vertente de parceria governamental relaciona-se aos Pólos de Desenvolvimento Industriais e Agro-Industriais, previstos para implantação em diferentes regiões do país. “Parcerias com empresas privadas angolanas podem ser necessárias na estratégia de acesso a esse mercado, servindo de suporte para o incremento das exportações brasileiras. Gestão qualificada, conhecimento da cultura local e dos aspectos legais do país são fundamentais para o êxito dos negócios”, cita o estudo. Maurício Manfre destacou que a Angola está aberta a entrada de produtos brasileiros. Segundo ele, os angolanos se identificam muito com a cultura brasileira, principalmente devido às novelas reproduzidas no país africano. “A nova classe média angolana está ávida por produtos de consumo com alto valor agregado e se forem brasileiros, melhor ainda”, ressaltou. Juarez Leal, da Apex-Brasil, acrescentou que Angola é um mercado prioritário para Agência e que estar em angola se faz necessário cada vez mais. Segundo ele, além da competitividade e da qualidade dos produtos brasileiros, a afinidade lingüística e cultural dos dois povos é fundamental para o trabalho comercial. “Hoje, em Angola, temos um número cada vez maior de brasileiros em todas as áreas de atuação, e os laços que nos unem ultrapassam aquilo que chamamos de uma simples parceria”, disse. Com informações da assessoria de imprensa da Apex-Brasil...

Comércio do Brasil com a África do Sul mais que dobrou em cinco anos

...no afirma que há grandes oportunidades para os brasileiros na África do Sul, principalmente para os fabricantes de ônibus e caminhões. “Há uma grande oportunidade para se colocar na África do Sul e produzir esses produtos lá, atendendo tanto ao mercado do nosso país quanto ao de nações vizinhas”, disse Moatshe. Segundo ele, seu país pode servir como um portão de entrada para esses produtos brasileiros no continente africano, assim como o Brasil serve de escala para os produtos sul-africanos que entram na América Latina. Moatshe também destacou as oportunidades para o etanol e o biodiesel brasileiros em seu país. “Vocês têm a oportunidade de transferir equipamentos e tecnologia, estabelecendo parcerias com empresas sul-africanas”, disse. Outra oportunidade, segundo o cônsul, se encontra no mercado de balas e doces, pois há um grande mercado para esse tipo de alimento na África do Sul. “O Brasil é forte na indústria de doces e já exporta esse produto para lá. Existe a possibilidade de crescer e cortar custos se essas empresas passarem a produzir também na África do Sul. E essa oportunidade também permite atingir os mercados vizinhos.” O representante comercial da África do Sul destacou ainda que há oportunidades para empresários de seu país no Brasil, principalmente nos setores financeiro e de mineração. “Nós somos muito fortes na área de mineração e podemos tra...

Déficit comercial do Brasil com a Índia chega a US$ 1,5 bilhão em oito meses

.... Temos que descobrir as oportunidades e os mercados para estimular as exportações”, afirmou. No encontro que terá na quarta-feira (15) com os indianos, o presidente Lula também vai tocar no assunto dos biocombustíveis, reafirmando o interesse de o Brasil aprofundar a cooperação com a Índia. A pauta do encontro de Lula em Nova Delhi, segundo o porta-voz Marcelo Baumbach, conta ainda com discussões sobre as negociações da Rodada Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC), quanto à liberalização do comércio mundial. Lula deverá dizer que o Brasil tem feito um esforço para buscar soluções que atendam aos interesses da Índia. Para Lula, de acordo com Baumbach, "seria essencial concluir a Rodada, o que enviaria um forte sinal positivo de capacidade de articulação da comunidade internacional e também ajudaria a minimizar os efeitos da crise financeira sobre a economia real." Por Agência Brasil...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 52

...a Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras para 31 de dezembro de 2009, estabelecido no art. 2º da Instrução Normativa nº 41, de 4 de setembro de 2008. Art. 2º Os prestadores de serviços de armazenagem que atendem as condições exigidas na Instrução Normativa nº 33, de 12 de julho de 2007, poderão obter a certificação a partir de 5 de setembro de 2008, data de publicação da Instrução Normativa nº 41, de 4 de setembro de 2008. Art. 3º Esta...

Pesca marinha perde US$ 50 bilhões por ano no mundo

...a aumentar a eficiência em comunidades pesqueiras ao redor do mundo. Uma das propostas é a suspensão de subsídios, mais transparência e prestação de contas. Ainda de acordo com o relatório do Banco Mundial e da FAO, o prejuízo com o setor de pesca marinha pode ser ainda maior, por não considerar as perdas com a pesca de turismo e lazer e da pesca ilegal. O volume global do setor de pesca está estagnado há mais de uma década, com 85 milhões de toneladas por ano. De acordo com a FAO, 75% dos estoques de peixe no mundo estão superexplorados. A indústria de frutos do mar movimenta US$ 400 bilhões por ano é uma das maiores fontes de emprego nos países em desenvolvimento. O peixe é a principal fonte de proteína animal para mais de 1 bilhão de pessoas. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

Câmbio ainda não traz vantagens a calçadistas

... relação ao dólar traz a oportunidade de redução de preço de negócios já contratados”, informa Klein. A baixa cotação do dólar é considerada a principal razão da perda de mercado que as empresas brasileira 560 s sofreram no último ano, devido à necessidade de reajustar preços. Segundo dados da Abicalçados, o Brasil exportou 113,8 milhões de pares até o mês de agosto, o que representa uma queda de 4,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Isso levou a uma queda na receita das empresas da ordem de 16,5%, passando de R$ 2,609 bilhões para R$ 2,178 bilhões arrecadados. “Esta redução já era esperada, devido às previsões de diminuição de consumo nos Estados Unidos, Europa e Canadá”, informa Klein. Só os norte-americanos compraram 21% menos do Brasil nos oito primeiros meses de 2008, totalizando 28,3 milhões de pares. A redução também ocorreu no Reino Unido, segundo maior comprador internacional de calçados brasileiros. Os...

Câmbio deve compensar retração nas exportações de calçados

...a de R$ 1,80 e uma ótima oportunidade para fazer hedge. Baccaro entende que a União Européia está tomando as medidas necessárias para evitar uma crise semelhante à verificada nos EUA, o que diminuiria o impacto da turbulência financeira no mercado europeu. A Weast Coast produz cerca de 2,4 milhões de pares de calçados por ano, sendo que 30% do volume é exportado. O principal destino é a Europa, que absorve quase metade do que é embarcado. Baccaro disse que a empresa não é afetada pelo contingenciamento de crédito para exportação. O diretor de marketing da Weast Coast - fabricante de calçados femininos da marca Cr...

Lei Nº 11793

...Para a entrega dos recursos à unidade federada, a ser realizada por uma das formas previstas no art. 5o desta Lei, serão obrigatoriamente deduzidos, até o montante total apurado no respectivo período, os valores das dívidas vencidas e não pagas da unidade federada, na seguinte ordem: I - primeiro as contraídas perante a União, depois as contraídas com garantia da União, inclusive dívida externa; somente após, as contraídas perante entidades da administração indireta federal; II - primeiro as da administração direta, depois as da administração indireta da unidade federada. Parágrafo único. Respeitada a ordem prevista nos incisos I e II do caput deste artigo, ato do Poder Executivo Federal poderá autorizar: I - a quitação de parcelas vincendas, mediante acordo com o respectivo ente federado; e II - quanto às dívidas com entidades da administração federal indireta, a suspensão temporária da dedução, quando não estiverem disponíveis, no prazo devido, as necessárias informações. Art. 5o Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada, equivalentes ao montante das dívidas apurado na forma do art. 4o desta Lei, serão satisfeitos pela União nas seguintes formas: I - entrega de obrigações do Tesouro Nacional, de série especial, inalienáveis, com vencimento não inferior a 10 (dez) anos, remunerados por taxa igual ao custo médio das dívidas da respectiva unidade federada com o Tesouro Nacional, com poder liberatório para pagamento das referidas dívidas; ou II - correspondente compensação. Parágrafo único. Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada equivalentes à diferença positiva entre o valor total que lhe cabe e o valor da dívida apurada nos termos do art. 4o desta Lei e liquidada na forma do inciso II do caput deste artigo serão satisfeitos por meio de crédito, em moeda corrente, à conta bancária do beneficiário. Art. 6o O Ministério da Fazenda definirá, em até 30 (trinta) dias a contar da publicação desta Lei, as regras da prestação de informação pelos Estados e pelo Distrito Federal sobre a efetiva manutenção e aproveitamento de créditos pelos exportadores a que se refere a alínea a do inciso X do § 2o do art. 155 da Constituição Federal. § 1o O ente federado que não enviar as informações referidas no caput deste artigo ficará sujeito à suspensão do recebimento do auxílio de que trata esta Lei. § 2o Regularizado o envio das informações de que trata o caput deste artigo, os repasses serão retomados e os valores retidos serão entregues no mês imediatamente posterior. Art. 7o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 6 de outubro de 2008; 187o da Independência e ...

Para especialista, crise global ainda não afeta comércio exterior no Brasil

...o está sendo transferido para unidades no Brasil, Itália e México. Esse negócio vai gerar uma série de novos empregos, mas requer uma antecedência muito grande, pois é um projeto demorado e burocrático”, garantiu. O mercado de importação de equipamentos está em alta, por vários motivos. Fatalla cita o fator de grandes grupos estarem transferindo suas unidades fabris de países desenvolvidos para os emergentes na busca de melhores custos produtivos. Outro fator é que os industriais brasileiros estarem precisando de máquinas para suprir uma necessidade de momento, tanto no mercado interno como no cenário externo. Em virtude do crescimento da China e países asiáticos, a importação de máquinas novas chega a levar – dependendo do segmento de atuação – mais de um ano. “É uma oportunidade de negócio que pode resolver rapidamente um problema de falta de capacidade produtiva. E se o produtor percebe que o mercado prospectado tem maior demanda, ele importa uma máquina nova”, revelou. Ele também considera que uma máquina usada é mais barata perto de um equipamento atual. De acordo com o diretor comercial da Interface, os seguidos aumentos no ritmo de atividade fabril não conseguem acompanhar o acréscimo da demanda. “A indústria têxtil, por exemplo, importa muitos equipamentos e tem investido relativamente bem. Até a importação de matérias primas, especialmente de commodities, também segue em alta”, notou. A Interface Engenharia Aduaneira é especializada em traduzir o linguajar técnico para o aduaneiro. A empresa começou a atuar no mercado em 2002 e atualmente tem cerca de 30 funcionários, devendo crescer em torno de 20% em 2008. Para Fatalla, existe uma tendência de profissionalização quando o assunto é classificação aduaneira, seja de importadores, seja de comissárias de despacho. “Hoje existe muitas empresas que tem uma pessoa que conhece determinado equipamento, mas não sabe qual é a Nomenclatura Comum do Mercosul (MCM) para classificar, discriminar e identificar”, disse. Entre os serviços que a empresa presta, estão desde grandes clientes de multinacionais que querem se enquadrar na Linha Azul, até pequenas empresas que buscam importar equipamentos usados ou que precisam de laudos par...

BALANÇA COMERCIAL - Exportações já cresceram 132%

...nça comercial consolidada por unidade da federação deve ser divulgada na próxima semana. Segundo Antonio Rocha. presidente da Federação das Indústrias do DF (Fibra), os números são significativos. - Estamos vendo o retorno de um trabalho que vem permitindo a inserção das indústrias brasilienses no mercado internacional. Com a valorização do dólar frente ao real, os exportadores brasilienses vão ter resultados ainda melhores - garante Rocha Melhor performance Para o presidente da Fibra, até o momento a entidade não tomou conhe...

Exportação de carne rende mais de US$ 500 milhões em setembro

...e-americana pode ser uma oportunidade para as exportações de carne brasileira, porque é possível haver uma recessão no consumo que levará os preços a caírem, relativamente. “Com essa queda de preço, os países que são menos competitivos vão ter mais dificuldade de vender seus produtos, porque sua margem de lucro vai sumir, então eles não produzem. O Brasil, que é o mais competitivo em produção de carne, pode aumentar seu mercado. Se tivermos produção, podemos ocupar o lugar dos outros”, observou. O presidente da Abiec destacou que o Brasil exporta apenas um terço de sua produção de carne e pode aumentar a produção total com crescimento mais forte da exportação, do que com o aumento do consumo, no mercado interno. Segundo ele, o mercado interno cresce de forma vegetativa. “É incremento de renda, população consumindo mais carne, mas é um crescimento lento. Já o mercado externo pode ter um crescimento explosivo, porque estamos falando da população mundial e o Brasil que é mais competitivo substitui outros produtores”. Giannetti ressaltou que é preciso eliminar os abates clandestinos, que, além de trazerem prejuízos fiscais e econômicos para o país, não têm controle sanitário. Atualmente, cerca de 30% a 40% do gado brasileiro é abatido em frigoríficos não fiscalizados. “É uma série de ilegalidades que faz com que tenhamos, hoje, junto com o governo federal e os governos estaduais, que reduzir drasticamente o número desses frigoríficos, sob o risco de ficarmos contaminados, no nosso mercado local, por esse abate ilegal.” Com informações da Agência Brasil ...

Ferramentas personalizadas para o Comércio Exterior

... em contato com uma de nossas unidades no RS, através do Fone (51) 3272-0555 ou em SC, através do Fone (48) 3029-3866. Daniel Marchi - Administrador...

Venda de autopeças ao Oriente Médio cresce 16%

... deve ficar em 3,5 milhões de unidades, 18% a mais do que em 2007. Já os investimentos no setor devem ser de US$ 1,6 bilhão, um crescimento de 18,5%. De acordo com Butori, a crise financeira norte-americana vai trazer impactos ao setor. “Os nossos maiores investidores são do exterior”, disse. Para que a indústria chegue a uma produção anual de veículos de 4 milhões de unidades em 2009, o presidente estima que serão necessários investimentos de mais de US$ 2 bilhões. “Tudo agora depende do que vai acontecer no mercado nos próximos dias”, acrescentou ele, que se referiu à crise. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

Negócios entre Brasil e Itália se aceleram

...o comercial e criação de oportunidades que fomentem o aperfeiçoamento das relações entre os dois países. Brasil-Itália em números - O comércio Brasil e Itália movimentou US$ 7,8 bilhões em 2007, segundo o Ministério Brasileiro do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior, cifra que foi quase toda atingida no primeiro semestre de 2008. Entre janeiro e junho de 2008, a corrente comercial entre os dois países foi de US$ 4,7 bilhões, valor 27,7% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. As importações da Itália cresceram 27%, passando de US$ 2,6 bilhões, em 2006, para US$ 3,3 bilhões, em 2007. As vendas para este país chegaram a US$4,5 bilhões. A participação da Itália na pauta de exportações representou 2,8% do total das exportações brasileiras. A Itália é o 13º investidor estrangeiro no Brasil. São duas economias complementares, cuja estreita cooperação é reforçada por ações positivas dos dois governos e facilitada pela forte presença da comunidade e da cultura italiana no Brasil. São quase 300 empresas italianas com presença direta no Brasil, número que era de pouco mais de 100 há menos de dez anos. Nos últimos três anos, mai...

PORTO DO RIO GRANDE GANHA NOVA ESTRUTURA PARA CONTÊINERES

... de largura. Agora são quatro unidades trabalhando vinte quatro horas por dia, devendo aumentar a produtividade na operação de navios que atualmente é de 50 contêineres por hora. Também estão em operação quatro novos RTGs, com capacidade de movimentação de seis contêineres de altura e sete contêineres de largura. O Tecon Rio Grande, primeiro terminal privatizado por licitação do Brasil, em 1997, antecipou seus investimentos em infra-estrutura previstos nas obrigações contratuais, inaugurando em 2008 o terceiro berço, que de acordo com projeto entraria em operação em 2.012. Entre equipamentos e infra-estrutura foram investidos US$ 50milhões. O Tecon Rio Grande, como base na movimentação de 2007, é responsável por 96% das operações do porto rio-grandino, sendo o restante realizado na área do Porto Novo. Atualmente Rio Grande ocupa o terceiro lugar no ranking brasileiro dos maiores portos movimentadores de contêineres. Por Assessoria de Comunicação Social (ACS)...

QUESTÕES - EXPORTAÇÃO

...tabelecidos pela Coana e pela Unidade local da SRF – para identificação das que serão objeto de conferência aduaneira. Luiz Martins Garcia Economista com Especialização Comérc...

Barreiras à carne não impedem avanço de vendas brasileiras de alimentos à UE

...pex). O estudo sobre as "Oportunidades para Alimentos e Bebidas na União Européia", elaborado pela Unidade de Inteligência Comercial da Apex-Brasil, da qual fazem parte, mostra que, no ano passado, as exportações brasileiras de alimentos e bebidas para a UE alcançaram US$ 14,3 bilhões, um aumento de 34% em comparação com 2006. Naquele ano, os principais destinos dos produtos brasileiros foram os Países Baixos, Alemanha e Espanha, que corresponderam a 53% do total. O estudo, que foca a Europa por conta ...

Comércio com Argentina terá sistema de pagamento em moedas locais

...rticipantes do encontro ‘Oportunidades de Negócios Internacionais - Microtransferências e Uso de Moedas Locais’. O encontro paralelo ao VII Seminário Banco Central de Microfinanças, realizado a partir desta segunda-feira (29) até quarta-feira (1º) no Ouro Minas Palace Hotel, em Belo Horizo...

Exportações de cosméticos crescem 21%

...internacionais que terão oportunidade de negociar com fabricantes nacionais de produtos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos. Em sua 18.º edição, a Cosmética reúne 220 expositores que representam mais de 400 marcas e apresentam em torno de dois mil lançamentos, em um universo de mais de 5 mil produtos em demonstração e uma área de 35 mil metros quadrados. Os organizadores esperam receber 30 mil visitantes, incluindo seis mil de outros países. Entre as empresas confirmadas estão L´Oreal, Unilever, Nívea, Farmaervas, Vult, Max, Love, Sina Cosméticos, Depirol, Santa Clara e Kimberly Clark, diz Ricardo Matrone, gerente do evento, que a partir dessa edição é promovido pela Reed Exhibitions Alcântara Machado. “Queremos oferecer um ambiente propício aos compradores e expositores, cujo objetivo é fechar negócios, abrindo novas possibilidades de mercados. Por esse motivo, estamos focados num público altamente qualificado, que vai à feira com finalidade de realizar compras, conhecer novos produtos ou mesmo atualizar-se profissionalmente”, completa Eduardo Sanovicz, diretor de feiras da empresa promotora. Investimentos - A indústria brasileira de cosméticos e perfumaria, segundo Basílio da Silva, fará investimentos na ordem de US$ 600 milhões em melhorias. “Nos últimos três ou quatro anos, o setor vem mantendo um crescimento constante. Os investimentos devem representar um aumento médio de 8% na produção”, afirma o presidente da Abihpec. Com informações da ANBA...

Jordânia vai fortalecer laços com Brasil

...averá um seminário sobre oportunidades de negócios e investimentos no país árabe, seguido de rodadas de negócios entre empresas jordanianas e brasileiras. Até agora, estão confirmadas na delegação empresas dos ramos de tecnologias da informação e comunicação, produtos farmacêuticos, cosméticos e produtos do Mar Morto, turismo, fertilizantes, mineração, agricultura, indústria alimentícia, transporte e logística, serviços financeiros, além de outros segmentos industriais. O secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, acrescentou que será assinado um acordo de cooperação entre a entidade brasileira e a Câmara de Comércio e Indústria da Jordânia. O convênio prevê troca de informações, apoio a missões comerciais e participações em feiras de negócios, entre outros pontos. De acordo com relatório sobre a economia jordaniana feito pelo Departamento de Desenvolvimento de Mercados da Câmara Árabe, as exportações do país árabe vêm crescendo de maneira robusta desde 2003. No entanto, a balança comercial registrou déficit de US$ 2,8 bilhões no ano passado. Entre as principais mercadorias exportadas pelo país estão tecidos e roupas, ...

Meta de exportação vai a US$ 202 bi

...raer passaram de 166 para 200 unidades neste ano, as exportações de tratores e caminhões aumentaram 15% em volume, até agosto, e, após cair 32% de 2006 para 2007, o volume de celulares exportados cresceu 7%, principalmente para os países da América Latina, para onde vão os aparelhos com tecnologia 3G. "É uma meta totalmente factível", comentou o secretário-executivo da Associação Brasileira de Exportadores (AEB), José Augusto de Castro. As exportações já somam US$ 130,8 bilhões até agosto, e, para chegar à nova meta, será necessário manter uma média diária de exportações de US$ 780 milhões, calcula o economista. "Em setembro, a média já está acima de US$ 900 milhões, o que garante a realização da meta com alguma folga." Para o governo a queda nos preços das commodities desde o início do ano é reflexo principalmente do "estouro da bolha" especulativa nos mercados de commodities. "Mesmo depois de desinflados, os preços estão bem maiores do que estavam no ano passado", notou Barral. A maior variação foi registrada nos preços da carne bovina, 101% acima, em setembro, do que no mesmo mês de 2007. O ferro-gusa está com preço 91% maior, o óleo de soja em bruto, 73,3%. O único produto a ter queda de preço, entre 25 principais commodities exportadas, foi o suco de laranja, que caiu 13,6%. "É a demanda de 700 milhões de pessoas passando ao mercado consumidor", comentou Barral. O otimismo em relação às exportações reflete o êxito da estratég...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 874,

...do interessado, pelo chefe da unidade da RFB de despacho aduaneiro à instituição que: I - esteja inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) há mais de três anos; e II - cumpra os requisitos de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional, para o fornecimento de certidão conjunta, negativa ou positiva com efeitos de negativa, com informações da situação quanto aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e quanto à Dívida Ativa da União (DAU), administrada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). § 2o O despacho será instruído com imagens, projetos, plantas, ou outros recursos que permitam a perfeita identificação das obras constante do caput. Art. 7o Os bens de caráter cultural não incluídos no art. 6o deste ato normativo poderão ter sua conferência física dispensada por meio de Ato Declaratório Executivo expedido pelo Superintendente Regional da RFB com jurisdição sobre o local de realização do evento, aplicando-se especialmente aos bens que, pela natureza, antiguidade, raridade ou fragilidade, exijam condições especiais de manuseio ou de conservação. Parágrafo único. Na hipótese de realização do evento em locais distintos, jurisdicionados por mais de uma Região Fiscal, o Ato Declaratório Executivo deve ser expedido pela Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana). Art. 8o Os bens de caráter cultural poderão, no interesse do importador, ser submetidos à conferência física no local de realização do evento. §1o Para efeito do disposto no caput, o interessado deverá formalizar o processo de admissão temporária junto à unidade com jurisdição sobre o local do evento ou, no caso de evento itinerante, no local do evento inicial. §2o Os bens serão removidos até o local do evento sob o regime de trânsito aduaneiro autorizado mediante procedimento sumário, instruído com cópia do despacho que conceder o regime. §3o Os elementos de segurança poderão ser apostos sobre os volumes ou unidades de carga, para que estes possam ser imediatamente armazenados em local adequado, no local do evento, aguardando a presença da fiscalização. §4o A conclusão do trânsito aduaneiro dar-se-á com o desembaraço da DSI. Art. 9o A conferência física para admissão temporária de bens, quando não dispensada ou realizada no local do evento, poderá ser efetuada por amostragem na unidade de despacho. Art. 10. Aplica-se aos bens de que trata esta Instrução Normativa, o disposto na legislação específica que dispõe sobre o regime aduaneiro especial de admissão temporária, relativamente: I - aos requisitos para a concessão do regime; II - ao prazo de permanência no País; III - à execução do TR; IV - à extinção do regime; e V - ao direito de recurso. Art. 11. Na hipótese de permanência definitiva dos bens no País, deverá o beneficiário, na vigência do regime de admissão temporária, providenciar o despacho de importação definitiva, de acordo com legislação pertinente. Parágrafo único. Tratando-se de objetos de arte constantes das posições 9701, 9702, 9703 ou 9706 do Capítulo 97 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e recebidos em doação por museu instituído ou mantido pelo poder público ou por outra entidade cultural reconhecida como de utilidade pública, será aplicada a isenção do imposto de importação, de acordo com a Lei no 8.961, de 23 de dezembro de 1994. CAPÍTULO II DO DESPACHO ADUANEIRO PARA EXPORTAÇÃO DOS BENS Art. 12. O des...

Exportações de frango para o Oriente Médio crescem 66%

...e também para aproveitar oportunidades que se apresentam no fornecimento de carne de frango para a Rússia. Em agosto, os embarques de carne de frango foram de 323 mil toneladas, com um aumento de 6% em relação ao mesmo mês de 2007, enquanto as receitas das exportações no mês totalizaram US$ 688 milhões, um crescimento de 45%. Em termos de valores, de janeiro a agosto, os cortes de frangos foram as mercadorias mais exportadas (US$ 2,5 bilhões), seguidos dos frangos inteiros (US$ 1,5 bilhão), das carnes salgadas (US$ 421 milhões) e industrializados (US$ 346 milhões). Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

CIRCULAR Nº 66, DE 17 DE SETEMBRO DE 2008

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL ANEXO NCM DESCRIÇÃO 8423.81.90 Escala eletrônica, Marca Mettler Toledo, Modelo SM6600X. 8426.49.10 Guindaste de esteira com capacidade de 100 toneladas, Marca Manitowoc, Modelo 3900 Vicon. 8441.80.00 Máquina coladeira de cartuchos de papel, com velocidade de 30.000 ciclos por hora. Marca: Buhrs & Zonen N.V., Modelo: Buhrs. 8443.19.90 Máquina de impressão para reprodução de imagens e cores, através da transferência de pratos metálicos gravados (""press plates"") especialmente com a reprodução de padrões de madeiras que serão reproduzidos sobre papéis decorativos FF (Finish Foil) de baixa gramatura 40-45g e papéis melamínicos decorativos BP de gramatura entre 67-80g para prensagem em baixa pressão para painéis e pisos. Fabricante: C&G Machine & Toll Co., Modelo: P-25M. 8445.30.10 Máquina retorcedeira para fabricação de fios de chenille, composta de 144 fusos independentes cada, 1 face, anel de 115 mm de diâmetro, gaiola de alimentação, disco de corte e limpador do tipo aspirador/limpador Magitex com descarga de poeir...

PORTARIA CONJUNTA Nº 1.460,

...sul - NCM - e a quantidade na unidade de medida estatística de cada mercadoria que será adquirida no mercado interno. § 3º O ato concessório do drawback verde-amarelo será específico, vedada a conversão de outros atos concessórios concedidos antes ou após a data de vigência desta Portaria. § 4º A mercadoria admitida no regime não poderá ser destinada à complementação de processo industrial de produto já amparado por regime de drawback concedido anteriormente. Art. 3º A Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB - terá acesso, a qualquer tempo, aos dados registrados no SISCOMEX, referidos nesta Portaria. Art. 4º A RFB e a SECEX poderão editar normas complementares às dispostas nesta Portaria, em suas respectivas áreas de competência. Art. 5º Aplicam-se ao drawback verde-amarelo, no que couber, as demais disposições do regime aduaneiro especial de drawback. Art. 6º Esta Portaria entra em vigor em 1º de outubro de 2008. LINA MARIA VIEIRA Secretária da Receita Federal do Brasil WELBER OLIVEIRA BARRAL Secretário de Comércio Exterior...

Vendas externas de implementos rodoviários crescem 25%

As exportações de unidades de reboques e semi-reboques, segmento de ...

Exportações de mel alcançaram US$ 18 milhões no primeiro semestre de 2008

...s mercados com o Japão e a comunidade árabe", ressaltou. Para 2009, que a expectativa é aumentar o consumo de mel no Brasil. "Para isso, estamos trabalhando com o Sebrae e 25 estados já estão dispostos a contribuir com a divulgação nacional. A proposta é aumentarmos o consumo per capta de 100 para 120 gramas", destacou o presidente. A reformulação do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa) também foi discutida na reunião. "O objetivo é diminuir as não conformidades para termos mais mercado mundial. Vale destacar que a atividade apícola, não só o mel, mas seus derivados, como própolis, pólen, cera e geléia, são excelentes fontes de renda familiar e podem ser praticadas até em regiões semi-áridas, o que não acontece com outras cadeias produtivas", disse o representante do Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos e Químicos para fins Industriais de Minas (Sindusfarq), José Alexandre Silva de Abreu...

Importação faz déficit com a Ásia disparar 157%

... mercado indiano oferece oportunidades interessantes na área de software, petróleo, equipamentos para eles e plataformas de petróleo", conclui o representante da Câmara. Por Diário do Comércio e Indústria...

Porto de Itajaí, o segundo maior em movimentação de contêineres

...de Itajaí somou 417.437 TEUs (unidade equivalente a contêineres de 20 pés). O incremento na movimentação foi de 6,26%. Já na movimentação de contêineres por unidade (sem diferenciação de tamanho), o crescimento chegou a 16,70%, com a movimentação de 255.651 unidades. A participação do Porto Municipal de Itajaí na movimentação nacional de contêineres também aumentou. Em 2007, nos sete primeiros meses, o Porto de Itajaí foi responsável por 10,58% da movimentaç...

Rede do Marrocos busca alimentos no Brasil

...os, móveis e roupas. A última unidade da rede está sendo construída na cidade de Fès, a cerca de 200 quilômetros da capital, Rabat. Segundo informações divulgadas pela Maghreb Arabe Presse (MAP), agência de notícias do Marrocos, essa vai ser a segunda loja da rede na cidade e terá investimentos de 590 milhões de dirhans (US$ 160,6 milhões) na primeira fase. Até 2014, a previsão é de que, com a nova loja, sejam gerados mais de 1,4 mil empregos. Com informações da ANBA...

Destravar Mercosul trará fortes vantagens comercais

...epresentava conquista de oportunidades muito mais sólidas do que as que o Brasil alcançaria insistindo em acordos bilaterais geograficamente delimitados. Na visão de Serra, porém, sequer no âmbito interno o Mercosul funciona no atual modelo, exatamente porque fracassa como união aduaneira. A Tarifa Externa Comum (PEC), a rigor, não é "comum", principalmente pela quantidade de exceções que acumula. Sem esquecer o mau uso da TEC, pela chamada "dupla cobrança". Todo produto importado por um sócio do Mercosul paga a tarifa alfandegária, que será cobrada novamente se esse mesmo produto entrar em outro país do bloco. A rigor, sequer como zona de livre-comércio o bloco funciona bem, como provam as restrições enfrentadas pelo setor automobilístico, para citar um exemplo. As barreiras impostas pelos argentinos a inúmeros produtos brasileiros é outra evidência da crise do modelo enquanto mera zona de livre-comércio. As diferenças no desenvolvimento industrial nos integrantes dos blocos explicam essas barreiras e justificam também por que Argentina e Brasil tomaram posições tão divergentes na iminência de um acordo na Rodada Doha. As diferenças de políticas comerciais escondem estágios de desenvolvimento macroeconômico bem diferenciados, em especial entre Brasil e Argentina. Convém lembrar que Buenos Aires controla preços e apresenta dados econômicos que são contestados pelos próprios argentinos, além de uma situação muito instável de financiamento externo, quadro totalmente diverso do brasileiro. Por outro lado, a Argentina é o segundo maior destino das exportações brasileiras. No acumulado deste ano, até agosto, os argentinos compraram US$ 12,5 bilhões do Brasil, 33,4% a mais que no mesmo período de 2007. Basta essa evidência para que se reafirme a necessidade de que se destrave o Mercosul, adotando real pauta de desenvolvimento mútua e consolidando o que já foi conquistado como área de livre comércio. Mas permitindo também que cada país encontre a melhor opção para defender seus interesses na esfera internacional de comércio. Por Gazeta Mercantil...

Porto de Itajaí é o segundo maior em movimentação de contêiner, de acordo com Datamar

...arinense operou 417.437 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). No mesmo período de 2007, foram contabilizados 392.837 Teus. A participação de Itajaí no total movimentado pelo país também cresceu, de 10,58% entre janeiro e julho do ano passado, para 13,35% na mesma base de cálculo em 2008. O diretor comercial do Porto, Zenaldo Feuser, se mostrou satisf...

Datamar consolida a posição do Porto de Itajaí como segundo maior porto movimentador de contêineres

...de Itajaí somou 417.437 TEUs (unidade equivalente a contêineres de 20 pés). O incremento na movimentação foi de 6,26%. Já na movimentação de contêineres por unidade (sem diferenciação de tamanho) o crescimento chegou a 16,70% com a movimentação de 255.651 unidades. A participação do Porto Municipal de Itajaí na movimentação nacional de contêineres também aumentou. Em 2007, nos sete primeiros meses, o porto de Itajaí foi responsável por 10,58% da movimentaçã...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 874,

...do interessado, pelo chefe da unidade da RFB de despacho aduaneiro à instituição que: I - esteja inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) há mais de três anos; e II - cumpra os requisitos de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional, para o fornecimento de certidão conjunta, negativa ou positiva com efeitos de negativa, com informações da situação quanto aos tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e quanto à Dívida Ativa da União (DAU), administrada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). § 2o O despacho será instruído com imagens, projetos, plantas, ou outros recursos que permitam a perfeita identificação das obras constante do caput. Art. 7o Os bens de caráter cultural não incluídos no art. 6o deste ato normativo poderão ter sua conferência física dispensada por meio de Ato Declaratório Executivo expedido pelo Superintendente Regional da RFB com jurisdição sobre o local de realização do evento, aplicando-se especialmente aos bens que, pela natureza, antiguidade, raridade ou fragilidade, exijam condições especiais de manuseio ou de conservação. Parágrafo único. Na hipótese de realização do evento em locais distintos, jurisdicionados por mais de uma Região Fiscal, o Ato Declaratório Executivo deve ser expedido pela Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana). Art. 8o Os bens de caráter cultural poderão, no interesse do importador, ser submetidos à conferência física no local de realização do evento. §1o Para efeito do disposto no caput, o interessado deverá formalizar o processo de admissão temporária junto à unidade com jurisdição sobre o local do evento ou, no caso de evento itinerante, no local do evento inicial. §2o Os bens serão removidos até o local do evento sob o regime de trânsito aduaneiro autorizado mediante procedimento sumário, instruído com cópia do despacho que conceder o regime. §3o Os elementos de segurança poderão ser apostos sobre os volumes ou unidades de carga, para que estes possam ser imediatamente armazenados em local adequado, no local do evento, aguardando a presença da fiscalização. §4o A conclusão do trânsito aduaneiro dar-se-á com o desembaraço da DSI. Art. 9o A conferência física para admissão temporária de bens, quando não dispensada ou realizada no local do evento, poderá ser efetuada por amostragem na unidade de despacho. Art. 10. Aplica-se aos bens de que trata esta Instrução Normativa, o disposto na legislação específica que dispõe sobre o regime aduaneiro especial de admissão temporária, relativamente: I - aos requisitos para a concessão do regime; II - ao prazo de permanência no País; III - à execução do TR; IV - à extinção do regime; e V - ao direito de recurso. Art. 11. Na hipótese de permanência definitiva dos bens no País, deverá o beneficiário, na vigência do regime de admissão temporária, providenciar o despacho de importação definitiva, de acordo com legislação pertinente. Parágrafo único. Tratando-se de objetos de arte constantes das posições 9701, 9702, 9703 ou 9706 do Capítulo 97 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e recebidos em doação por museu instituído ou mantido pelo poder público ou por outra entidade cultural reconhecida como de utilidade pública, será aplicada a isenção do imposto de importação, de acordo com a Lei no 8.961, de 23 de dezembro de 1994. CAPÍTULO II DO DESPACHO ADUANEIRO PARA EXPORTAÇÃO DOS BENS Art. 12. O des...

Safra histórica vai impulsionar exportação de grãos

.... “O Brasil tem todas as oportunidades de se consolidar como o maior exportador, mas temos que olhar lá para frente”, disse o técnico, que apontou diversos pontos críticos internos, como filas nos portos, más condições das rodovias, custo elevado da produção e uma carga tributaria alta. De janeiro a julho, as exportações de milho, soja, feijão e algodão já renderam US$ 13,29 bilhões. Os principais compradores do Brasil são China e Índia. A balança do agronegócio, nesse mesmo período, contabilizou US$ 40,11 bilhões em exportações. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

Lula: Mercosul deve fazer acordos com Ásia e África

...bloco regional não perca oportunidades de fazer contatos e acordos comerciais com países do bloco asiático e africano. "Eu não me conformo em ver um país pobre da África, que está mais perto de nós do que dos Estados Unidos e do Japão, comprando carros norte-americanos". Além do âmbito comercial, Lula advertiu que, em 30 anos, a África terá 1,3 bilhão de habitantes "e se o continente continuar pobre como até hoje, não haverá Oceano Atlântico que evitará a imigração para a América do Sul". "Não temos que aceitar que aconteça conosco no futuro o que acontece hoje na Europa, que não deixa deixar ninguém que não tenha olhos...

Porto de Navegantes dobra movimentação de navios em dois meses

...racada e movimentar 605 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) no complexo. As operações em Navegantes tiveram início em outubro passado. O centésimo navio recebido atracou no último dia 10 de junho. Ou seja, a movimentação do porto dobrou nos último...

Produção de móveis planejados aumenta 10% até agosto

... 80% do universo das 14,4 mil unidades industriais do setor - o desempenho em oito meses ficou abaixo de 10%. Neste segmento, a briga por preço é o que mais conta, e isto ficará evidente neste último quadrimestre, cujas negociações com os lojistas iniciam nesta semana. As projeções do Relatório Setorial da Indústria de Móveis no Brasil, elaborado pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI), indicam crescimento neste ano, tanto na produção em volumes quanto nas ...

Brasil puxa alta de 88,7% no comércio entre China e CPLP

...re a China e os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) aumentaram 88,7% entre janeiro e ju...

RESOLUÇÃO No- 54, DE 28 DE AGOSTO DE 2008

...es programáveis compostos de: unidades de geração de energia compostas de unidade de controle com módulos redundantes de processamento, módulos redundantes de fornecimento e distribuição de energia, módulos redundantes de comunicação e acoplamento para rede de controle, módulos I/O e infra-estrutura para os respectivos compartimentos; unidades de processamento para o controle dos geradores de vapor por recuperação do calor (HRSG); unidades de processamento para o ciclo de água/vapor; unidade de processamento para o processo do vapor; unidade de processamento para o balanço da planta (BOP) e equipamentos auxiliares; unidade de processamento para a parte elétrica, incluindo cerca de 60 sinais analógicos e 40 sinais digitais para supervisão de troca de dados com a substação de 138kV e para o ONS e 1 rede redundante S8000, conectando todas as células de automação e estações de operação, usando fibra ót...

Tecnologia brasileira em máquinas vai ao Peru e Equador

...nto se dá através de pequenas unidades industriais, o que inclui uma florescente produção de calçados, concentrada em Lima, Trujillo e Arequipa. O Brasil tem participado deste crescimento como fornecedor de máquinas. A Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para Couros e Calçados - Abrameq - pretende contribuir para qu...

Após Doha, empresários do País pedem acordo com Reino Unido

... minerais. "Outra grande oportunidade está nos serviços, que representam 75% do PIB do Reino Unido." Hutton, porém, defendeu a retomada das discussões de Doha. "Há negociações programadas para os próximos meses e esperamos progressos", afirmou. Para ele, o acordo seria bom para as economias dos países desenvolvidos e também dos emergentes. "Faremos o máximo para solucionar os problemas das áreas onde há falta de acordo para chegarmos a um entendimento sensato." O ministro britânico considera o papel do Brasil, em especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Rodada Doha "importante para conseguirmos um acordo à frente". Para ele, ocorreram "problemas técnicos" no encontro de julho, que não chegou a um consenso. Jorge, Hutton e o presidente da Apex Brasil, Alessandro Teixeira, participaram ontem da terceira reunião do Comitê Econômico e de Comércio Conjunto (Jetco). Criado em 2006, o grupo reúne representantes dos governos e da iniciativa privada e tem por final...

Novas regras para armazenagem de grãos entrarão em vigor em 2009

...edade da certificação para as unidades armazenadoras de pessoas jurídicas que prestam serviços remunerados de armazenagem de produtos de terceiros inclui as que armazenam estoques públicos. As armazenadoras que não se encaixam nesse perfil poderão ser certificadas voluntariamente. O assessor da Conab estima que 80% dos armazéns instalados no Brasil serão obrigados a seguir as novas regras, já que apenas 10% da capacidade estática de armazenamento do País pertence a pessoas físicas. Setor pede mais tempo para se adequar Embora aprove as medidas, o setor está pedindo prazo maior para as adequações. Cinco meses antes das novas regras entrarem em vigor, ainda não existem empresas creditadas pelo Inmetro para credenciar os armazéns - onze interessadas já se habilitam no órgão. Além disso, não foram definidos os custos desse credenciamento e as especulações que giram em torno dos valores apontam cifras consideradas elevadas. Cooperativas No Paraná, 55% da capacidade estática de armazenagem está nas cooperativas. O gerente técnico e econômico do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Flávio Turra, afirma que as cooperativas apóiam a iniciativa e têm interesse em adequar suas estruturas. No entanto, defendem que o prazo seja prorrogado para mais um ano. Já formalizamos um pedido através da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), confirmou Turra. Segundo o gerente, a maioria das cooperativas possui os equipamentos exigidos na norma, sendo que a dificuldade é para as unidades mais antigas. Ele adianta que nos próximos doze meses estas deverão investir R$ 355 milhões em adaptações e construção de novos armazéns. Boa parte desses recursos são do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop). Pelas novas regras, somente os armazéns com capacidade para até cinco mil toneladas deverão ter os custos dos investimentos subsidiados pelo governo. (RO) Exigência de treino e monitoramento Pelas novas regras, serão exigidos treinamentos dos funcionários dos armazéns. A falta de capacitação é fator que, segundo o assessor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) Pedro Sérgio Beskow (foto), contribui para as perdas. Além disso, será necessário manter um número compatível de funcioná...

PORTARIA Nº 49, DE 29 DE AGOSTO DE 2008

...o abrangerá: I. A inspeção de unidades de cargas (contêineres, caminhões, reboques, semi-reboques, etc) no porto do Rio Grande, neste incluídas as instalações portuárias públicas e privativas; II. A inspeção em barreiras de fiscalização em zona secundária, em locais determinados pelo chefe da unidade, quando justifique essa verificação por determinado período. Parágrafo único. O disposto neste artigo não se aplica aos locais de instalação dos equipamentos de raios -x cujas dimensões dos volumes a serem inspecionados ultrapassarem as especificações ou os limites do equipamento, bem como nas situações em que os mesmos não estejam em perfeitas condições de uso. Art. 3º. Para os fins de que trata o presente ato fica instituído o Grupo Especial de Fiscalização Eletrônica - GEFE que será constituído por servidores desta Alfândega, treinados e habilitados à utilização do equipamento de que trata artigo 1º. § 1º. O GEFE será formalizado por ato administrativo designatório, de incumbência do Gabinete desta Alfândega, ao qual ficará hierarquicamente vinculado; § 2º. O GEFE será formado por servidores integrantes do quadro funcional da Alfândega e será constituído por: I. (1) Um Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil, que exercerá a atividade ...

CIRCULAR No- 60, DE 26 DE AGOSTO DE 2008

...artes interessadas terão oportunidade de apresentar, por escrito, os elementos de prova que considerarem pertinentes. As audiências previstas no art. 31 do referido Decreto deverão ser solicitadas até 180 (cento e oitenta) dias após a data de publicação desta Circular. 6. Caso uma parte interessada recuse o acesso às informações necessárias, não as faculte no prazo estabelecido ou impeça de forma significativa a investigação, poderão ser estabelecidas conclusões, positivas ou negativas, com base nos fatos disponíveis, em conformidade com o disposto no § 1o do art. 66 do Decreto no 1.602, de 1995. 7. Caso se verifique que uma parte interessada prestou informações falsas ou errôneas, tais informações não serão consideradas e poderão ser utilizados os fatos disponíveis. 8. Na forma do que dispõe o § 4o do art. 66 do Decreto no 1.602, de 1995, se uma parte interessada fornecer parcialmente ou não fornecer informação solicitada, o resultado poderá ser menos favorável àquela parte do que seria caso a mesma tivesse cooperado. 9. Os documentos pertinentes à investigação de que trata esta Circular deverão ser escritos no idioma português e os escritos em outro idioma deverão vir aos autos do processo acompanhados de tradução feita por tradutor público, conforme o disposto no § 2o do art. 63 do referido Decreto. 10. Todos os documentos referentes à presente investigação deverão indicar o número do processo MDIC/SECEX 52100.001757/2008-51 e serem dirigidos ao seguinte endereço: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC, SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR - SECEX, DEPARTAMENTO DE DEFESA COMERCIAL - DECOM, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Sala 803, 8o andar, Brasília- DF. WELBER BARRAL...

Empresários brasileiros e taiwaneses avaliam negócios e parcerias tecnológicas e comerciais

...ontro, eles avaliarão as oportunidades de negócios, investimentos e parcerias comerciais e tecnológicas entre os dois países. Organizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e a Associação Chi...

Expansão portuária vai exigir aporte de US$ 25 bi

...imentam sete em cada 10 Teus (unidades de 20 pés) no Brasil, reflexo do desenvolvimento industrial desses estados. A tendência de expansão levaria ao crescimento da movimentação de contêineres no país. Dos 6,5 milhões de Teus em 2007, a expectativa é atingir 15,5 milhões de Teus em 2017, período em que o setor, incluída a carga geral não-conteinerizada, precisaria de 35 berços adicionais. A distribuição dos 105 novos berços - "mantidas as condições institucionais e parâmetros legais vigentes" - seria dividida em 50% para portos do Norte e Nordeste, 35% para o Sudeste e 15% para o Sul. Vendramini adverte que se houver investimento adicional para o aumento de produtividade e reformulações legais e institucionais, por exemplo no processo alfandegário, que possibilitem reduzir o tempo de permanência de cargas nos terminais, a necessidade de reforço na infra-estrutura física será abrandada, com impacto menor nos investimentos. Mas o futuro do setor passa ainda pela definição da nova legislação. O governo estuda adotar o sistema de pagamento da maior outorga para determinar os vencedores das futuras licitações para construção e operação de portos pela iniciativa privada. A mudança é polêmica e já gerou critica entre os empresários que tinham planos de construir portos em áreas privadas. Por Valor Econômico - SP...

Índia volta a importar açúcar do Brasil

...ssa 2 mil toneladas ao dia. A unidade entrou em atividade em junho, segundo o diretor executivo da Shree Renuka, Narendra Murkumbi. De acordo com ele, a commodity está sendo comprada com isenção de impostos por ser beneficiada na forma de açúcar refinado ou branco para exportação. As compras no mercado externo por parte da Índia, a maior consumidora mundial de açúcar, deverão impulsionar os preços mun...

Autoridade Portuária de Itajaí-Guarda Costeira norte-americana visita portos brasileiros

...), a visita é uma grande oportunidade de mostrar o trabalho que está sendo feito nos portos catarinenses. “Estamos em um patamar bem elevado e, nossa segurança portuária não fica devendo nada para o que é feito nos melhores portos do mundo”, coloca Teixeira. Para o superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Arnaldo Schmitt Júnior, esta é uma grande oportunidade para a cidade de Itajaí. “Estamos mostrando a nossa preocupação com a segurança não só do país, mas, principalmente, com a segurança da comunidade itajaiense. As preocupações são diferentes. Por exemplo, os norte-americanos se preocupam com o terrorismo. Aqui no Brasil enfrentamos problemas como o tráfico de drogas. Os investimentos em segurança portuária asseguram que este tipo de mercadoria não passe por aqui”, explica Schmitt. Para o TECONVI foi um momento importante de troca de informações para o aperfeiçoamento dos processos de segurança. "Para nós, do Teconvi, foi um prazer receber a comitiva e apresentar nossas instalações. A segurança é nosso foco de trabalho, e preocupação primeira em todas as nossas ações. Consideramos a visita extremamente positiva e estamos sempre dispostos a melhorar no que for possível, aperfeiçoando nossos processos e caminhando alinhados com as exigências legais e de mercado. A programação desenvolvida foi excelente e possibilitou uma rica troca de informações entre todos os participantes", avalia o diretor superintendente do Teconvi, Walter Joos. CONPORTOS E CESPORTOS A Conportos – Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis foi criada em 1995 com o objetivo de elaborar e implementar o sistema de prevenção e repressão a atos ilícitos nos portos, terminais e vias navegáveis brasileiros. A Conportos é composta pelo Ministério da Justiça, Ministério da Defesa, representado pelo Comando da Marinha, Ministério da Fazenda, Ministério das Relações Exteriores e pelo Ministério dos Transportes. A Cesportos, Comissão Est...

Comércio: Trocas entre Brasil e China deverão aumentar 50 por cento em 2008

...aumento significa muitas oportunidades de negócios entre os dois países", disse o diplomata, à margem de um seminário que reuniu uma missão empresarial de Macau, em São Paulo. "Na área comercial, as empresas de Macau devem prestar mais atenção ao Brasil e promover uma maior cooperação com as pequenas e médias empresas brasileiras", salientou. O aumento do fluxo comercial (exportações e importações) consolidou a China como segundo maior parceiro comercial do Brasil, a partir do ano passado, atrás apenas dos Estados Unid...

Dólar baixo compromete competitividade brasileira

... Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, a desvalorização do dólar frente ao real ameaça a estratégia de exportação das empresas brasileiras, principalmente das pequenas e médias. "Com isso, há queda nas exportações e nos investimentos e, portanto, menos emprego e exportação futura", explicou Castelo Branco. A pesquisa revela que o impacto do câmbio nas exportações é maior nas companhias de pequeno e médio portes. Entre as m...

Rodada internacional da Mercomóveis 2008 movimenta mercado de exportação

...to, grandes negócios e a oportunidade de acessar novos mercados. A Rodada de Negócios iniciou na terça-feira, 26/8 e prossegue até esta quarta-feira, dia 27/8, das 9 às 13 horas, no pavilhão 3 do Parque de Exposições Tancredo Neves. Participam 18 negociadores internacionais de 10 países – Alemanha, Argélia, Itália, Austrália...

Indústria de arroz investe para ampliar produção e exportar

...rovocou adaptações também nas unidades industriais. A capacidade ociosa das empresas do setor também mudou: caiu, em média, até 10 pontos percentuais. Os embarques do produto cresceram 120% na comparação com 2007. Os investimentos são verificados tanto em Santa Catarina, quanto no Rio Grande do Sul - maior produtor nacional do cereal. Em Camaquã (RS), a Blue Ville está investindo R$ 45 milhõ...

Indústria naval em crescimento

...as autoridades tiveram a oportunidade de conversar diretamente com os operários, que demonstraram satisfação com as boas notícias. Sérgio Machado se dirigiu especialmente aos trabalhadores e destacou que esta é uma oportunidade única para eles e também para a cidade de Itajaí de entrar para a história da indústria naval no Brasil: "Não adianta criarmos uma indústria se ela não for sustentável. Não queremos chamar os trabalhadores num mês e deixá-los desempregados no outro. Estes quatro navios são só o começo de uma história sólida e duradoura. Vamos buscar uma fatia maior do mercado por isso a participação e o comprometimento de todos é tão importante", afirmou. A construção naval na região Segundo dados do Sindicato das Indústrias da Construção Naval de Itajaí e Navegantes (Sinconavin), Itajaí está na vice-liderança nacional em construções navais e o parque industrial do estuário do Rio Itajaí conta com aproximadamente 3 mil funcionários diretos. Atualmente a região conta com 28 estaleiros. Agora, Itajaí e Navegantes aguardam a expansão de três estaleiros de porte médio, a ascensão do Estaleiro Itajaí e mais dois estaleiros de madeira para a construção de pesqueiros oceânicos do Profrota Pesqueira, um programa de desenvolvimento da frota nacional oceânica do Governo Federal, que disponibiliza crédito para construção, aquisição, substituição e modernização de embarcações. Por Tribuna Catarinense - Balneário Camboriú,SC...

RETALIAÇÃO - Sem Doha, Brasil ataca os Estados Unidos na OMC

...se abriu uma “fresta” de oportunidades para a retomada das negociações da Rodada Doha. Ele informou que tem conversado com ministros de comércio exterior de vários países e assegurou que existe “um desejo de se discutir a inconformidade com a paralisia de Doha”. Apesar disso, Amorim afirmou que o governo brasileiro continua interessado nas negociações bilaterais com a União Européia no setor agrícola, que segundo ele, talvez tenha sido o setor que impediu o avanço das negociações em Doha. -A gente não pode saber (o que vai acontecer) sem testar - disse ao ser questionado se o governo brasileiro não temia uma possível derrota, já que as negociações de Doha não avançaram. Fonte: Jornal do Brasil ...

Câmbio e burocracia dificultam exportações

...studo. O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI, Renato da Fonseca, diz que na primeira edição da pesquisa, em 2002, não constava o item taxa de câmbio porque a idéia era analisar as dificuldades estruturais e não conjunturais. Das 855 empresas que fizeram parte da amostra, 82,2% responderam que a desvalorização do dólar é hoje o principal entrave às vendas externas. “O câmbio também teve impacto no número de empresas exportadoras no Brasil, que caiu nos últimos dois anos”, observa. Os custos ...

Exportação de couro bovino cai 5% no balanço de janeiro a julho

...eríodo, atingiu 15,36 milhões unidades importadas, uma redução de 23% no volume. O presidente do CICB, Luiz Bittencourt, afirmou que a valorização do real levou ao decréscimo da receita. Para contornar a situação adversa, o executivo cobra do Governo mais agilidade na restituição de créditos federais e estaduais retidos em operações de exportação; na remoção de trâmites burocráticos; e na desoneração da produção. O couro brasileiro foi remetido, principalmente,...

Vendas externas do RS crescem cerca de 25%

...eiro a julho deste ano 40.671 unidades, com alta de 49,7% em comparação com igual período do ano passado O produto de maior crescimento nas exportações foi os cereais, especialmente a soja, na comparação com o período de janeiro a julho de 2007. A alta foi de 311% e foram comercializados mais de 1 milhão de toneladas de cereais, somando um total de aproximadamente a US$ 4 bilhões, o que confirma a tendência positiva para a commodity. Do primeiro semestre de 2006 para o primeiro semestre de 2007, também foi observado significativo aumento nas vendas, de 125%. Já o setor de plásticos e derivados foi o que menos exportou até julho deste ano. O declínio nas vendas para o exterior em relação ao mesmo período do ano passado diminuiu em 20%. Em virtude da concorrência com o produto chinês, o setor calçadista também sofre com a retração das vendas internacionais, com queda de 2% na exportação. Por Daniele Carvalho - Florianópolis...

Exportação de materiais cai 27,73% em julho

...icas", disse o coordenador da unidade de Imagem e Acesso a Mercados da Apex-Brasil, Juarez Leal. Por InvestNews...

Ministro sírio pede mais comércio com Brasil

...ministro falou ainda das oportunidades de investimentos na Síria. De acordo com o secretário-geral da Câmara de Comercio Árabe Brasileira, Michel Alaby, que integra a missão, o ministro disse que a economia do país árabe está se abrindo, o que traz oportunidades para empresários e investidores brasileiros. Lufti afirmou que a Síria tem interesse em máquinas agrícolas, equip...

Brasil planeja duplicar vendas à China

..., o mercado chinês é uma oportunidade ímpar. Ele citou um estudo do World Economic Forum que traçou três cenários para a economia chinesa. No pior deles, em 2025, ainda que houvesse um fracasso total nas reformas sociais e econômicas em curso no país, a China ainda cresceria a um ritmo de 6% ao ano. "Estamos falando de um mercado consumidor de 110 milhões de pessoas que vivem nas cidades hoje. E, em 2015, o país contará com 300 milhões de consumidores com renda superior a US$ 10 mil mensais", acrescentou. "Por que, então, o Brasil praticamente só vende commodities para a China?", perguntou-se. E respondeu em seguida: "Porque a China veio até ao Brasil comprar. Não houve qualquer esforço comercial da nossa parte." O mesmo grupo de trabalho anunciou a intenção de elaborar uma cartilha sobre o setor de máquinas e motores. O guia apresentará às empresas exportadoras brasileiras os nichos de mercado de seus produtos na China, barreiras à exportação e melhores estratégias para inserção no mercado chinês. Por Gazeta Mercantil ...

Governo pode rever meta de exportação

... de produtos as melhores oportunidades na China e as barreiras que poderão ser encontradas por lá. Balanço - US$ 190,4 bi é quanto o Brasil obteve em receitas de exportação nos últimos 12 meses; US$ 190 bi é a estimativa de receitas de exportação neste ano. Por O Estado de São Paulo...

Nova refinaria na Síria: mais açúcar do Brasil

...oi discutido no encontro oportunidades de estágios para sírios em entidades setoriais e na Câmara Árabe para que os empresários pudessem aprender mais sobre o mercado brasileiro. Outra entidade visitada pelos brasileiros foi a Câmara de Comércio de Homs, onde estavam presentes cerca de 15 empresários de diversos setores. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

À frente do Mercosul, Brasil quer decidir TEC e Venezuela

... bloco”, e “abrirá novas oportunidades para o desenvolvimento integrado das cadeias produtivas”, afirmou. Também “trará efeitos positivos ao comércio intrazona, facilitará as negociações externas do bloco” tanto com a Organização Mundial de Comércio (OMC), com a UE, e outros. Amorim manifestou o compromisso do Brasil de “lutar” contra as assimetrias entre os sócios do bloco regional e “superá-las” no marco de um Plano Estratégico que se negocia desde há muito tempo e ao qual aspira finalizar. Fonte: GAzeta Mercantil...

Blumenau. O setor têxtil brasileiro prepara-se para fechar o ano com as contas da balança comercial no vermelho. Apesar do incremento de 12% no varejo de têxteis — que inclui a venda de confeccionados — e de 3% no segmento de fiação, tecelagem e acabamento, a estimativa é de um déficit (diferença entre exportações e importações) perto de US$ 2 bilhões em 2008.

...os produtores perderam a oportunidade de venda. No início do ano, por exemplo, esperavam-se compras da Europa e menos exportações dos Estados Unidos - que, com o dólar mais baixo, ganhou competitividade. Ele acrescenta que há necessidade de escoamento, mesmo que a preço mais baixo, para não pressionar, ainda mais o mercado interno. "Talvez o governo tenha de fazer alguma coisa", acredita. O presidente da Conab, Wagner Rossi, afirma que, na próxima semana, a estatal deve anunciar compras tanto diretas como por meio de contratos de opção. A Conab está autorizada a adquirir, inicialmente, 300 mil toneladas, feita de forma escalonada. "Estamos reintroduzindo na política de apoio à agricultura o retorno dos estoques públicos, com uma concepção diferente", disse. Segundo ele, serão estoques estratégicos para abastecimento, mas também com efeito regulador, renováveis a cada dois anos. Ele assegura que as compras serão com cautela para não "perturbar o mercado". A primeira intervenção deve começar por Mato Grosso, com 50 mil a 100 mil toneladas - os valores pagos serão definidos na próxima semana. O superintendente do Instituto Matogrossense de Economia Agrícola (Imea), Seneri Paludo, lembra que o estado colhea maior safra de milho da história: 7 milhões de toneladas e o preço caiu 30% em 60 dias ( R$ 13 a saca), pois o estado não consome toda a produção "É uma boa oportunidade para o governo recompor os estoques", acredita. Por Gazeta Mercantil...

Contêineres: CBC obtém da Receita compromisso de desonerar importação de peças para reparo

...envolvidos nessa atividade em unidades reefers e tanque obedecem a duas variáveis: a mão-de-obra empregada e o material. "A alíquota de importação de condensadores de reefers, por exemplo, chega a 50% do preço do produto", exemplificou Campos. Para o vice-presidente da Coopercarga, Osni Roman, companhia que conta com três terminais de contêineres (nos portos de Itajaí, SC; Guarujá, SP; e Salvador, BA) onde são realizados consertos das unidades, a redução será repassada ao cliente. "Seria uma medida extremamente importante para viabilizar ainda mais o negócio no Brasil", afirmou ao Guia Marítimo. Hoje, dos 15 mil contêineres movimentados por mês pelos terminais da Coopercarga, 6 mil são reefers. Deste universo, 40% sofre algum tipo de reparo. No caso dos contêineres tanque, o montante operado pela Coopercarga é menor, por volta de 5%. "Com certeza haverá redução e, consequentemente, os custos do cliente irão diminuir, aumentando o desempenho geral do setor de logística das empresas que realizam exportação", avaliou Roman. Por Guia Marítimo...

Frete de navios de contêiner sofre queda nos preços

...rcação Panamax de 3.500 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) caiu para US$ 27 mil, saindo dos US$ 31 mil cobrados em maio e dos US$ 33 mil em março, de acordo com um broker de Londres. Atualmente, o frete de um navio capaz de transportar 2.750 Teus está em US$ 22 mil por dia, US$ 8 mil a menos que em março. Já a diária de embarcações de 1.700 Teus está por volta de US$ 16 mil contra US$ 18.500, seis meses atrás. Enquanto o ritmo das movimentações diminui a cada dia nas rotas mais importantes - o comércio m...

Portos precisam de investimentos urgentes

..., passando de 1,129 milhão de unidades para 2,008 milhões. Se adicionarmos os contêineres vazios e os transbordos, a movimentação também cresceu em 100%, ou seja, 1,928 milhão em 2001 contra 4,004 milhão em 2006. A grandiosidade da economia brasileira surpreende os analistas econômicos. Porém, a infra-estrutura portuária, o principal canal de escoamento da nossa produção para o mercado internacional, encontra-se comprometida, fato que poderá esta prejudicando consideravelm...

Tarifa de valor fixo ainda divide Camex

...rifas fixas, de até R$ 15 por unidade do produto importado. Quem defende a alteração diz que é a forma mais eficiente de evitar subfaturamento, pois o imposto não varia de acordo com o preço declarado. O que é vantagem, para os empresários é um retrocesso, na visão de alguns especialistas em comércio exterior do governo. A tarifa tributa mais pesadamente os produtos mais baratos e é um empecilho aos acordos de livre comércio, por sua pouca transparência, podendo sujeitar o país a queixas na OMC. Para o Itamaraty - opinião compartilhada pelo Desenvolvimento, ambos atropelados pela medida da Receita -, uma decisão dessas deveria ser aprovada pelos demais sócios do Mercosul. Há quem defenda, na Camex, que só se regulamente a medida após submetê-la aos sócios. Fonte: Valor Econômico...

CIRCULAR Nº 56, DE 11 DE AGOSTO DE 2008

...artes interessadas terão oportunidade de apresentar, por escrito, os elementos de prova que considerem pertinentes. As audiências previstas no artigo 31, do referido Decreto, deverão ser solicitadas até 180 (cento e oitenta) dias após a data de publicação desta Circular. 6. Caso uma parte interessada recuse o acesso às informações necessárias, não as faculte no prazo estabelecido ou impeça de forma significativa a investigação, poderão ser estabelecidas conclusões, positivas ou negativas, com base nos fatos disponíveis, em conformidade com o disposto no § 1o, do artigo 66, do Decreto no 1.602, de 1995. 7. Caso se verifique que uma parte interessada prestou informações falsas ou errôneas, tais informações não serão consideradas e poderão ser utilizados os fatos disponíveis. 8. Na forma do que dispõe o § 4o, do artigo 66, do Decreto no 1.602, de 1995, se uma parte interessada fornecer parcialmente ou não fornecer informação solicitada, o resultado poderá ser menos favorável do que seria caso a mesma tivesse cooperado. 9. Os documentos pertinentes à investigação de que trata esta Circular deverão ser escritos no idioma português e os escritos em outro idioma deverão vir aos autos acompanhados de tradução feita por tradutor público, conforme o disposto no § 2o, do artigo 63, do referido Decreto. 10. Todos os documentos referentes à presente investigação deverão indicar o número do Processo MDIC/SECEX 52000.016502/2008-11 e ser enviados ao Departamento de Defesa Comercial - DECOM, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, sala 803, Brasília, DF. - CEP 70053-900 - Telefone: (0xx61) 2109-7770 - Fax: (0xx61) 2109-7445. WELBER BARRAL...

Embarques de algodão crescem 88,1% no acumulado do ano

...endente crescimento de 88% em unidades no comparativo do 1º semestre de 2008 em relação ao mesmo período de 2007. De janeiro a junho dest...

Mercosul e Egito avançam em acordo

...o país para construção de uma unidade produtiva. De acordo com Rachid, o Brasil e o Egito já vêm trabalhando juntos em diversos setores. “Nós esperamos que as relações comerciais continuem crescendo cada vez mais”, afirmou. O ministro egípcio também se encontrou ontem com o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Os dois discutiram sobre a necessidade de criar uma linha aérea direta entre Cairo - São Paulo para aumentar ainda mais as relações bilaterais. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe...

TARIFAS - Têxteis e vinho terão nova taxa de importação

...ser fixa e expressa em R$ por unidade de medida (”ad rem”). Para os produtores nacionais, significa um combate ao subfaturamento, porque alguns produtos chegam no país, principalmente vindos da China, abaixo do preço de custo. Para os importadores, trata-se de protecionismo disfarçado. A medida é polêmica e pode provocar contestações...

PORTARIA Nº 133, DE 11 DE AGOSTO DE 2008

... FOB (US$); IX- Quantidade na unidade de medida NCM (campo 17a do RE); X- País de destino (campo 06 do RE); XI- Recinto de Embarque; XII- Data prevista para o início do embarque; XIII- Número da programação do navio; e IX- Armazém. §1º Cada RE será considerado um Pedido de Autorização para Embarque. §2º O número do Pedido de Autorização para Embarque corresponde ao número do RE. Art. 5º A autoridade portuária é responsável pelo cadastramento da programação do navio no sistema Tradex. Art. 6o Armazém é o local em que a mercadoria está ou será depositada antes do embarque. §1º Os armazéns domiciliados na jurisdição da DRF/Itajaí deverão ser pré-cadastrados no sistema Tradex mediante solicitação do exportador. §2º O sistema permitirá a indicação de mais de um armazém quando a mercadoria estiver armazenada em mais de um recinto. §3º Quando a mercadoria vier do estabelecimento do exportador para embarque direto, deve ser indicado "direto" no campo armazém. Art. 7º O Despacho de Exportação, conseqüente do Embarque Antecipado, somente poderá ser efetuado nas unidades de embarque jurisdicionadas pela DRF/Itajaí (Recinto de Embarque), as quais serão responsáveis pela presença de carga no Siscomex. Art. 8.º Após o registro do Pedido de Autorização para Embarque no sistema Tradex, o exportador deve aguardar o seu deferimento ou indeferimento por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil (AFRFB). §1º O Pedido de Autorização para Embarque será deferido automaticamente pelo sistema, em horários pré-determinados, caso não haja manifestação expressa do AFRFB. §2º O AFRFB poderá indeferir Pedido de Autorização para Embarque, tendo em vista o comportamento do exportador nas operações de comércio exterior ou qualquer outro motivo justificado. §3º O exportador será informado, por meio do sistema Tradex, do motivo do indeferimento. §4º Enquanto não implementado, no sistema, a função a que se refere o inciso I, o exportador deve procurar a DRF/Itajaí para tomar conhecimento do motivo do indeferimento. Art. 9.º Poderá ser cancelado o Pedido de Autorização para Embarque que conste no sistema Tradex como "recepcionado" (estágio). §1º O cancelamento do Pedido de Autorização para Embarque não impede que ele seja reapresentado utilizando-se o mesmo RE. §2º A reapresentação de um Pedido de Autorização para Embarque cancelado será considerada como nova apresentação para todos os efeitos. §3º Caso desista do embarque, o exportador deve solicitar que o Recinto de Embarque cancele a ordem de embarque no sistema Tradex. Art. 10. O exportador terá o Pedido de Autorização para Embarque cancelado automaticamente pelo sistema se,...

As lições de Doha

...gnifica a perda de novas oportunidades. "A situação não vai ficar pior do que está, mas, sem dúvida, poderia melhorar muito se a rodada tivesse êxito", afirma Turra, que lamenta a frustração de todo o esforço feito pelas nações emergentes. Para ele, é preciso superar a situação e retomar o diálogo sob pena de comprometer todos os futuros acordos, tanto de alimentos, petróleo ou mudanças climáticas. Padronização de procedimentos deve aumentar poder de negociação Os criadores gaúchos estão empenhados em uniformizar procedimentos com os países vizinhos e, com isso, aumentar o poder de negociação no mercado internacional. No entanto, para que a intenção saia do papel, é preciso, primeiro, resolver uma questão interna. Por ter dimensões continentais, o Brasil acaba prejudicado quando o assunto é status de sanidade. "É preciso que seja adotada a regionalização, pois há estados avançados em relação a outros, caso do Rio Grande do Sul", explica o presidente da Comissão de Bovinocultura da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Carlos Simm. A idéia é que Brasil, Argentina e Uruguai unifiquem procedimentos de rastreabilidade e sanitários, exigidos pelos compradores. "Assim, vamos aumentar o valor agregado do produto e ter volume para negociar em bloco", alega Simm. Para ele, a oferta de carne dentro dos padrões definidos será o fator principal para a abertura de mercados. O presidente da Farsul, Carlos Sperotto, fez parte da comitiva brasileira de empresários que acompanhou o presidente Lula na viagem à Argentina. O objetivo, afirma, é trabalhar em grupo. Agora, o setor produtivo de cada país vai preparar um relatório para buscar alternativas. As informações serão agrupadas em um documento único durante a reunião do Conselho Agropecuário do Sul (CAS), no dia 27 de agosto, no Chile. "São 120 milhões de hectares produzindo no Mercosul e mais 100 milhões que podem ser usados para produzir grãos. Capacidade não falta para atender ao crescimento da demanda mundial por alimentos", destaca Sperotto. Segundo ele, a Expointer será um fórum importantes para tratativas e definições das alternativas para o fracasso de Doha. A feira se estenderá de 27 de agosto a 7 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) realiza um levantamento para ver quais as áreas produtivas gaúchas deixam de avançar com o fracasso da Rodada de Doha. "As culturas mais exportadas, como soja, arroz e milho, além da produção de carne, devem ser as mais atingidas pelo protecionismo dos países ricos", acredita o secretário da Agricultura, João Carlos Machado. Segundo ele, as nações desenvolvidas também pagam caro por essa política, pois a pouca oferta acaba aumentando o preço dos produtos no mercado interno. África pode ser um futuro comprador importante A busca por novos mercados pode levar o Brasil a intensificar as negociações com países que ainda não mantêm fortes relações comerciais. Um potencial mercado está no continente africano, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). "A tendência é de desenvolvimento do mercado com vários países, principalmente no setor agrícola", estima o presidente da Fiergs, Paulo Tigre, que considera a maior concorrência e as tendências ao protecionismo como principais desafios para os próximos três anos. Segundo o empresário, o momento não era oportuno para a realização da Rodada de Doha. Tigre diz que o período pré-eleitoral na Índia e nos Estados Unidos dificultou ainda mais as negociações. Para ele, a tendência, a partir de agora, é de que os acordos bilaterais ganhem força. "O que não podemos é perder a condição de competitividade", defende o dirigente. Os Estados Unidos são o principal destino dos produtos gaúchos. No entanto, deixaram de comprar US$ 62 milhões em 2008, o que significou uma queda de 7% em relação ao ano passado, fechando em US$ 821 milhões. Entre as razões, estão a moeda americana mais fraca e menor atividade na economia norte-americana. A China também consolida sua posição como importante compradora do Rio Grande do Sul e aparece em segundo lugar, com 100% de aumento no acumulado deste ano, totalizando US$ 791 milhões no primeiro semestre em comparação ao mesmo período de 2007. O presidente da Fiergs diz que a redução das barreiras para produtos industriais, proposta em Doha, poderia compensar caso houvesse desburocratização e redução da carga tributária." No entanto, a falta de avanço nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) leva à necessidade de buscar uma visão competitiva em nível de Mercosul. "Assim, o mercado seria mais vantajoso para todos", acredita. Brasil precisa se fortalecer para vencer barreiras comerciais Os impasses da Rodada de Doha colocaram em pauta algumas lições que o Brasil precisa cumprir como tema de casa. Entre elas, está o fato de se fortalecer como competidor, o que significa preparar as empresas para que entrem no mercado externo de forma correta. Também é importante apostar na diversificação de mercados, para evitar perdas maiores. "Cada vez é mais comum que países lancem normas para regular a entrada de produtos internacionais em seu território, principalmente na Europa, e temos que estar preparados para romper as barreiras técnicas", defende o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Alessandro Teixeira. O recente episódio junto à OMC, para ele, não representa prejuízos para o Brasil. No entanto, reconhece que, embora o País não tenha pedido, também deixou de ter um resultado mais positivo caso os acordos multilaterais avançassem como se esperava. Para o setor primário, Teixeira acredita em uma expansão natural impulsionada pela crise mundial de alimentos. "Vai haver pressão pela entrada de produtos", argumenta. O presidente da Apex lembra que, recentemente, produtores norte-americanos pediram ao governo local a liberação da taxa de US$ 0,54 para o galão do etanol brasileiro. "Essa pressão será cada vez mais intensa e abrangerá outros segmentos", acredita, mesmo em países da União Européia e nos próprios Estados Unidos, onde a posição é mais conservadora com relação à proteção industrial. É só uma questão de tempo. Vocação agrícola impulsiona negócios no Estado A aposta que os brasileiros faziam nos bons resultados da Rodada de Doha acabou frustrada, mas não foi motivo para que o governo desistisse do assunto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a viagem à China para tentar restabelecer o clima de entendimento e destravar as negociações. O Rio ...

Brasil quer retomar negociações com Egito

...-los mais”, acrescentou. Oportunidades de negócios Para Sarkis, o comércio do Brasil com o Egito tende a se fortalecer cada vez mais, assim como o interesse de um país pelo outro. Hoje, em São Paulo, Rachid terá uma agenda totalmente voltada para contatos com a iniciativa privada. Ele vem acompanhado por uma delegação de 21 empresários, entre importadores e exportadores. Além de um seminário sobre oportunidades de negócios e investimentos, o ministro terá reuniões com representantes de grandes empresas que têm interesse no país árabe. “Os encontros que o ministro terá com grandes empresários, que inclusive têm interesse em investir no Egito, demonstram o amadurecimento da relação bilateral”, afirmou o presidente da Câmara Árabe. Paralelamente, os empresários da delegação egípcia vão participar de rodadas de negócios com companhias brasileiras. Eles são produtores, exportadores e importadores de alimentos, equipamentos médicos, medicamentos, cosméticos, têxteis e confecções, autopeças, commodities agrícolas e material de construção. Por ANBA - Agência de Notícias Brasil-Árabe ...

Porto recebeu 1.702 embarcações no primeiro semestre

...resceu 4,3%, chegando a 1.702 unidades. A cabotagem foi o setor que mais cresceu, com 179 embarcações (21,7%), seguido pela navegação interior, com 744 unidades (5,5%). A navegação de longo curso recebeu o mesmo número de navios que no primeiro semestre do ano passado, com 779 embarcações. Por Jornal Agora/Rio Grande,RS...

Parcerias podem movimentar US$ 2,5 bi entre Brasil e China

... de mercado, parcerias e oportunidades de negócios a ser exploradas na China do que entraves comerciais. Segundo Tang, a Câmara participa de encontros de aconselhamento de operações bilaterais que somam US$ 2,5 bilhões. Neste pacote, estão incluídas seis companhias brasileiras interessadas em comprar empresas chinesas, e parceiros interessados em investir em vidros planos, no setor automotivo e...

ZPE de Imbituba pode sair agora do papel

...1980 juntamente com outras 16 unidades, localizadas nas regiões Norte e Nordeste do país. A proposta do governo federal, na época, era criar condomínios industriais que permitissem o desenvolvimento econômico dos locais escolhidos. A falta de legislação adequada fez com que os projetos fossem arquivados. Nos últimos dois anos, vários movimentos políticos deram vida nova às ZPEs. De acordo com o presidente da unidade de Imbituba, ...

Argentina deve pegar carona e aproveitar bom momento vivido pelo Brasil, diz analista

...mundo que está dando uma oportunidade muito grande para a América Latina, e tratar de aproveitar – tanto em nível de política interna como externa – as oportunidades.” Dante destaca que o Brasil conta, atualmente, com estratégias voltadas para política externa com caráter ofensivo, enquanto a Argentina permanece com táticas defensivas e protecionistas, o que gera diferenças marcantes quando se trata de posicionamento internacional. “Lamentavelmente, a Argentina tem uma política interna que muitas vezes dificulta poder ascender com mais força ao mercado internacional. É o caso da suspensão de algumas exportações como o trigo para o Brasil. São restrições que colocaram aqui, e nesse sentido a Argentina precisa fazer mais esforço. Quando se analisa e compara com anos anteriores, a Argentina está muito exilada do contexto internacional”, disse. El...

Brasil é 6º maior fabricante de carros do mundo

...ução francesa (1,32 milhão de unidades). Até julho, a fabricação de veículos acumula alta 21,8%, com uma produção de 2,01 milhões de unidades. As vendas somaram 1,7 milhão, também recorde histórico – 30,4% maior do que o registrado em igual intervalo de 2007. Para Schneider, o aumento do crédito e a melhoria das condições de financiamento continuam puxando as vendas de veículos no Brasil. Segundo o executivo, o volume de crédito disponível para o setor em junho somou R$ 84,3 bilhões, o que representa crescimento de 18,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Apesar do aumento do juro, as vendas não foram afetadas. A expectativa é de que isso ocorra nos ...

Indústria automobilística busca novos acordos para aumentar exportações

...3% no acumulado, para 445.559 unidades. De acordo com o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, o Brasil precisa aumentar a integração com outros países, para formar novos acordos bilaterais e, assim, recuperar as exportações, que garantirão o crescimento do setor em longo prazo. "Montamos um estudo que aponta os me...

Começam na China ações de promoção comercial do Brasil

...s de mercado que apontam oportunidades para os produtos brasileiros em diversos setores na China, o projeto da Apex-Brasil e entidades setoriais une iniciativas diversas com o intuito de fortalecer a imagem do Brasil. As atividades programadas acontecem entre os dias 4 e 24 de agosto na Casa Brasil, um espaço de 1.000 m2 no Jianguo Garden Hotel, na principal avenida de Pequim, que funcionará durante os Jogos Olímpicos. Em parceria com os Ministérios do Esporte, Turismo / Embratur, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Cultura, das Relações Exteriores, além da Secom e do COB, a Casa Brasil será um espaço de promoção do país, enfocando modernidade, desenvolvimento tecnológico e a incrível biodi...

Indústria de SC cresce acima da média nacional

...Fonseca, gerente executivo da Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), e pelo presidente da FIESC, Alcantaro Corrêa. O nível de utilização da capacidade instalada (UCI) nacional elevou-se a 83,3% em junho, influenciado pela maior atividade industrial. Essa expansão contrasta com a queda da UCI registrada em maio. A instabilidade do indicador dessazonalizado da UCI no bimestre maio e junho não altera, contudo, a trajetória de estabilidade observada desde o quarto trimestre de 2007. Em Santa Catarina o índice passou de 83,78% na primeira metade do ano passado para 83,94% no mesmo período deste ano. Fonseca disse que a elevação da UCI na indústria é visto geralmente como um indicado...

Muito além do petróleo

...á nichos que representam oportunidades de complementação, parcerias, ou ainda introdução de produtos orientais ainda desconhecidos dos brasileiros”, explica Rodrigo Solano, gerente de Desenvolvimento de Mercados da Câmara Árabe. Segundo ele, os relatórios “Mercado Brasileiro para Produtos Árabes” têm por objetivo informar aos empresários e exportadores árabes as oportunidades de colocação de seus produtos no Brasil em setores não petrolíferos. Em 2007, dos US$ 6,4 bilhões que os árabes exportaram para o Brasil, 86% corresponderam a combustíveis minerais. É verdade que a participação do petróleo nas vendas externas para o Brasil vem diminuindo a cada ano, principalmente em função do aumento das importações brasileiras de fertilizantes daquel...

Representante comercial da Rússia no Brasil trata de agronegócio no Mapa

...s chama a atenção. É uma oportunidade de comércio para os principais produtos do agronegócio brasileiro”, afirmou Porto. O secretário acredita, ainda, que Brasil e Rússia podem formar uma parceria estratégica em foros internacionais para convencer países, que resistem a aceitar o princípio de regionalização para febre aftosa, a mudar de postura. Shaytukhov destacou o potencial de investimento russo em alguns setores do agronegócio no Brasil como sucos e cerveja. A realização de seminários sobre oportunidades de investimento nos dois países foi uma possibilidade levantada para que empresários conheçam as características dos mercados. A criação de um comitê bilateral para tratar exclusivamente de temas agropecuários também foi sugerida pelo secretário Célio Porto. “Esse foro de diálogo periódico é uma boa oportunidade para os dois países, que estão longe um do outro, resolverem problemas pendentes.” O modelo de encontro anual foi bem recebido por Shaytukhov, que sugeriu a impleme...

Exportação do Brasil sobe 514% desde 2002 e leva investimentos

... concentrar conversas em oportunidades de associação com firmas locais. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a quem o governo pediu ajuda na organização da viagem, tem planos para uma nova missão comercial a Buenos Aires em setembro, em que haverá reuniões com possíveis parceiros em investimentos na Argentina. Em termos proporcionais, a Argentina também foi o país, entre os 15 maiores parceiros comerciais do Brasil, que mais aumentou as compras de produtos brasileiros - 514% - entre os anos de 2002 e 2007. Neste ano, no primeiro semestre, o aumento nas exportações foi de quase US$ 2 bilhões, 36% acima do valor registrado no mesmo período de 2007 - as importações também cresceram, pouco menos de US$ 1,5 bilhão, e o aumento foi insuficiente para reduzir o enorme superávit comercial dos brasileiros com a Argentina, que, entre janeiro e julho, acumula US$ 3 bilhões em favor do Brasil. Nos últimos três anos, esse saldo ficou em torno de US$ 4 bilhões. O comércio com a Argentina é um dos mais vigorosos e o crescimento do saldo em favor do Brasil persiste, apesar dos esforços do governo para estimular um maior volume de compras no mercado vizinho. Nos últimos dois anos, o saldo comercial do Brasil com o mundo caiu 42%, mas tem crescido com os países do Mercosul, especialmente com a Argentina. O saldo com os vizinhos equivale a um quinto de todo o superávit comercial de US$ 11,3 bilhões do Brasil, no primeiro semestre. Os atritos comerciais que permanecem, em setores como calçados, eletrodomésticos da linha branca e trigo, têm sido negociados e mantidos na esfera técnica, em comissões de monitoramento do comércio. Diferentemente do passado, pelo menos por enquanto, as disputas e divergências não chegam mais aos palácios de governo, e as queixas de empresários, como os moinhos de trigo brasileiros, prejudicados pelas distorções de custos na comercialização do trigo argentino, deixaram de azedar os encontros presidenciais entre os dois principais sócios do Mercosul. Por Valor Econômico - SP...

Irã pretende elevar importações do Paraná para US$ 10 bilhões ao ano

...hi Arani, e por membros da comunidade muçulmana e da comunidade árabe-brasileira. Ele chegou a Curitiba na tarde de segunda-feira (04) e seguiria para Brasília ainda nesta terça-feira. Pela manhã, ele participou de rodada de negócios com empresários paranaenses, no Centro Integrado dos Empresários e Trabalhadores da Indústria do Estado do Paraná (Cietep). Por AEN - Agência Estadual de Notícias - PR...

Colômbia quer produto brasileiro

...cado andino oferece mais oportunidades de negócios para as empresas brasileiras. Essa foi a conclusão da pesquisa Brasil Tecnológico (Oportunidades para Produtos e S...

O que é que a Síria tem?

...íria representam uma boa oportunidade de negócios para os investidores e empresários brasileiros. Com um PIB de US$ 41,1 bil...

Pedágios prejudicam porto gaúcho

...ara exportação de produtos da unidade de Passo Fundo, em especial por causa do menor gasto com pedágios (veja mapa ao lado). O diretor técnico da Superintendência do Porto de Rio Grande, Carlos Rodrigues, reconhece o problema: - O Estado poderia isentar caminhões que trazem cargas para cá, o que é pouco provável, e a a malha ferroviária local poderia ser adaptada para melhor transportar os contêineres, fugindo assim dos pedágios. Segundo a assessoria da Secretaria de Infra-Estrutura e Logística, quatro dos cinco pedágios entre Porto Alegre e Rio Grande são concessões federais, de responsabilidade da União. No pedágio estadual, entre Guaíba e Camaquã, não há incentivos em estudo. O superintendente regional do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT), Marcos Ledermann, diz que o governo deveria ser responsável pela conservação das estrada...

"Com esse câmbio, não há acordo que nos salve"

...em em vigor. Negociam-se oportunidades comerciais não para 2009, mas para 2013. Se alguém tivesse a ilusão de que a rodada traria alívio no curto prazo, certamente iria se decepcionar. Não se pode subestimar a importância de desmontar um protecionismo agrícola sistêmico. À medida em que se impuser tetos aos subsídios -globais e por produto-, passaremos a ter uma boa perspectiva de futuro. Isso pode não significar muito agora. Vivemos conjuntura de altos preços agrícolas, em que países estão gastando pouco com subsídio. Mas é conjuntural. Em algum momento isso muda e torna-se importante haver novo marco jurídico para o comércio. Não se pode olhar acordos comerciais como se existissem no vácuo, em abstrato de dois aspectos importantes: taxa de câmbio e capacidade de oferta. No mundo ideal, tem-se um acordo que liberaliza o mercado; um bom câmbio, que favoreça as exportações; e uma capacidade de oferta diversificada, com produtos de bom preço e qualidade. O Brasil, infelizmente, está prejudicado no câmbio e tem capacidade de oferta limitada. Temos uma conjuntura desfavorável, devido à política cambial do país. China e Taiwan se tornaram os maiores exemplos de política exportadora quando não eram membros do Gatt nem da OMC. Não tinham o benefício de acordos, mas tinham capacidade de oferta e câmbio. Com o câmbio que temos, não há acordo que nos salve. Por Folha de São Paulo...

Decisão do Itamaraty isola a Argentina

... ocorresse na OMC colocaria a unidade do Mercosul em risco. Ontem, essa aliança mostrou seus limites. O governo da Venezuela já alertou que vai seguir a Argentina e acusa o Brasil de ter abandonado Buenos Aires na fase crítica das negociações. A decisão do Itamaraty rompe, na prática, com duas das alianças mais consolidadas do País nos últimos anos: o G-20 e o Mercosul. O Brasil articulou a criação do G-20 em 2003 como forma de conter a pressão dos pa...

MOVIMENTAÇÃO DO PORTO DO RIO GRANDE BATE RECORDE NO PRIMEIRO SEMESTRE

...resceu 4,3%, chegando a 1.702 unidades. A cabotagem foi o setor que mais cresceu, com 179 embarcações (+21,7%), seguido pela navegação interior, com 744 unidades (+5,5%) e a navegação de longo curso empatou com 779 embarcações. Por Assessoria de Comunicação Social (ACS)...

Empresa investe em ampliação de terminal no porto de Imbituba

...ção das Indústrias (Fiesc). A unidade no porto catarinense é a quarta da Santos Brasil, maior operadora de contêineres do país. O Tecon Imbituba, nome dado ao novo terminal da Santos Brasil, iniciou suas operações em maio. A primeira fase do projeto, que deve ser concluída em outubro deste ano, prevê a estruturação do berço de atracação com 250 metros de comprimento e a dragagem do calado para 9,5 metros de profundidade. Segundo o diretor administrativo da Santos Brasil ...

CIRCULAR No- 50, DE 22 DE JULHO DE 2008

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas na País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. FABIO MARTINS FARIA ANEXO NCM DESCRIÇÃO 8416.20.10 Sistema de Queimadores para piropolimento de frascos de vidro com mixagem que permite ajustes na proporção hidrogênio/oxigênio. Possui comandos pneumáticos e purga automática com ar comprimido. Contêm 10 queimadores em aço inox refrigerado à água, sistema de regulagem de potência individual para cada queimador e sistema de segurança contra retrocesso de chama. Capacidade de polir de 90 a 150 peças por minuto. Fabricante: Linde AG, modelo Hydropox. 8428.39.90 Esteira rolante CRIZAF S.P.A, tipo LSE 1500x200, usada para transportar tampas na saída da máquina injetora. Peso líquido de aproximadamente 600Kg. 8447.20.29 Tear retilíneo para tricotar com comando eletrônico motorizado marca Protti, modelo PT242 GG-12, motor trifásico, voltagem 220/60. 8447.20.29 Tear retilíneo para tricotar com comando eletrônico marca EMM, modelo 911 NTPS, finura 5, dois sistemas, 8 guia-fios, frontura de CMT 115, um carro, 220 volts, trifásico, 60 HZ. 8452.21.20 Máquina para costurar bainhas Barudan, modelos Best III B 1025, Best ...

Exportação pode responder por quase metade do movimento

...empresários perceberam a oportunidade de exportar serviços. O maior empurrão veio em 2006, quando o setor passou a integrar o programa da Agência Brasileira de Promoção da Exportação e Investimento (Apex). Novas tecnologias, que dificultam a ação dos piratas, também animam os estúdios brasileiros. Além dos títulos para computador, que são facilmente pirateados, o consumidor passou a procurar outros formatos, a que o mercado informal tem menos acesso, como os jogos disputados via internet, os games para celulares e as produções para consoles da próxima geração, que permitem ao usuário conectar-se à internet e comprar o download do jogo. Atualmente, existem 42 estúdios no Brasil, que empregam 560 profissionais. São eles que desenvolvem os programas e exportam os serviços. A Abragames estima que 43,3% da produção de jogos será exportada este ano. Com receita estimada em R$ 26 milhões para 2008, as companhias que desenvolvem software devem crescer 31%. A produção de equipamentos, estimada em R$ 61,5 milhões, cresce a taxas mais modestas - a previsão para 2008 é de 8%. Trata-se de um cenário bem dife...

Movimentação de veículos no Porto do Rio Grande cresce cerca de 60%

...no anterior, atingindo 33.323 unidades. As importações novamente foram responsáveis pelo bom desempenho na movimentação de veículos, com acréscimo de 68,5%, com 30.793 unidades. Já as exportações não tiveram o mesmo êxito e registraram queda de 0,97...

O Porto de Rio Grande reune usuários em Triunfo

...mposição representantes da comunidade portuária organizados em quatro blocos de representação, em que participam o poder público (Federal, Estadual e Municipal), os trabalhadores portuários (trabalhadores avulsos e demais trabalhadores portuários), os operadores portuários (administração do Porto, armadores, instalações privadas e demais operadores portuários), e os usuários dos serviços portuários e afins (exportadores e importadores de mercadorias, proprietários e consignatários de mercadorias e de terminais retroportuários). Outras informações podem ser obtidas na Secretaria Executiva do CAP através do telefone (53) 3231.1366 (com Neiva de Oliveira), ou pelo e-mail: cap@portoriogrande.com.br...

Excesso de demanda eleva preço do frete

...ituação. Mas se trata da oportunidade das empresas trabalharem no azul para aumentar o investimento e acompanhar o crescimento da economia", diz o diretor da Transportadora Americana (TA), Celso Luchiari. No início do mês passado, a Associação Nacional de Transporte de Carga e Logística (NTC) apresentou sondagem com os 3.500 associados e verificou que havia defasagem média de 17,6% nos preços de fretes praticados no País. A partir deste número, cada companhia negociou os reajustes necessários com seus clientes, destacou o presidente da entidade, Flávio Benatti. "Estamos vivendo um momento muito bom da economia nacional e isso tem reflexo direto no transporte rodoviário, responsável por 60% da carga do País e 93% do fluxo paulista", diz ele. Como a maioria das empresas te...

País vende ferro à China e importa trilho

... ferro é mais um caso de oportunidade não aproveitada. O Brasil vai duplicar a demanda nacional por trilhos de trem a partir de 2009, quando as estimativas da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários) apontam para a importação de 370 mil toneladas, ante as 190 mil toneladas que serão compradas neste ano. Tudo isso produzido -como é de supor- com o ferro retirado da serra de Carajás, no Pará, ou do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais. Folha de S. Paulo...

Argentinos querem aumentar terminais para se tornarem menos dependentes do Uruguai

... receber navios de 1000 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). Estes levam a carga para o Uruguai e lá pode ser embarcada em navios cerca de seis vezes maiores. Por limitações naturais, a operacionalidade deste porto está sujeita à ação das marés. Uma empresa de consultoria foi contratada e entregará em seis meses um relatório de viabilidade técnica, financeira e ambiental das obras de alargamento e dragagem do terminal. Entre os terminais cotados para receber obras de expansão, também se encontra o Puerto Deseado-Colonia Las Heras, na província de Santa Cruz. Por Grupo Intermodal - Guia Marítimo...

Brasil exportou US$ 4,29 milhões em mel no mês de junho

...solidado pelos consultores da Unidade de Agronegócios do Sebrae e coordenadores nacionais da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende e Lázara de Fátima Borges. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Estados São Paulo foi o maior estado exportador de mel no primeiro semestre do ano, com o valor de US$ 5,872 milhões. Na seqüência, vem Ceará (US$ 2,971 milhões), Paraná (US$ 2,825 milhões), Rio Grande do Sul (US$ 2,820 milhões), Piauí (US$ 2,172 milhões), Santa Catarina (US$ 627,8 mil), Rio Grande do Norte (US$ 365,2 mil), Minas Gerais (US$ 285,1 mil) e Maranhão (US$ 187,9 mil). Cerca de três meses após a suspensão do embargo e após mais de dois anos fora do mercado europeu, o País volta a diversificar o destino das exportações. “Finalmente conseguimos retomar a exportação de nossos produtos para a Europa. A primeira venda foi realizada em junho, com o embarque de 41,7 toneladas de mel para a Alemanha”, explica o coordenador Reginal...

Exportação do animal vivo cresce no semestre

...a como principal cliente a comunidade muçulmana do Oriente Médio, também está atendendo a Venezuela, onde as indústrias frigoríficas estão com dificuldades de obterem matéria-prima. "A maior parte desse boi sai do Pará (mais...

Novo regulamento europeu ameaça exportadores brasileiros

...e importadores sediados na Comunidade Européia, a empresa brasileira pode ser impactada por essa nova regra. Portanto, o exportador brasileiro deve entrar em contato com o seu importador europeu e verificar se os produtos que comercializa para a Europa deverão ser pré-registrados na ECHA, e quais procedimentos ele deverá tomar para esse registro. Para mais informações sobre o REACH: ECHA – Agência Européia de Químicos – www.echa.eu Agência européia criada exclusivamente para administrar o REACH e realizar o pré-registro e registro. No site é possível encontrar informações sobre substâncias isentas de registro e contatos de representante exclusivo. ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química - www.abiquim.org.br A associação possui muitas informações sobre o REACH e tem promovido palestras de esclarecimento sobre o regulamento. No site há um campo específico sobre o REACH onde é possível encontrar documentos traduzidos, além de lista de perguntas freqüentes em português. Por Apex Brasil...

Exportações: alta de 17,8% em junho

...s de junho, cerca de 11,1 mil unidades. Assim, no primeiro semestre de 2008, foram exportadas 57,4 mil motocicletas, representando um aumento de 3,4 % em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2007, as exportações chegara...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 855

...gularmente credenciados pelas unidades locais da RFB, observados os critérios estabelecidos na norma específica que dispõe sobre a prestação de serviço de perícia para identificação e quantificação de mercadoria importada ou a exportar. § 1o O chefe da unidade local da RFB pode dispensar a designação de entidade ou perito, desde que seja possível efetuar a mensuração por meio de equipamentos automatizados de medição, eventualmente disponíveis. § 2o Para fins de controle aduaneiro, na importação de petróleo e seus derivados, e de gás natural e seus derivados, nos estados líquido e gasoso, considera-se apenas a quantidade líquida desses produtos, deduzindo-se água e sedimentos, proporcionalmente, da quantidade descarregada. § 3o Na importação de gás natural liquefeito, a diferença entre a quantidade manifestada e a quantidade efetivamente descarregada, descontada a quantidade remanescente a bordo, será imputada ao consumo no transporte e na manutenção da criogenia da embarcação. § 4o O valor da diferença a que se refere o § 3o: I - não será acrescido ao valor aduaneiro, quando a importação for realizada com responsabilidade contratual, para o vendedor, de entrega do gás natural liquefeito no porto de destino, desde que a parcela consumida no transporte e na manutenção da criogenia da embarcação esteja incluída no preço do produto. II - será acrescido ao valor aduaneiro, quando a importação for realizada com responsabilidade contratual, para o vendedor, de entrega do gás natural liquefeito no porto de origem, desde que a parcela consumida no transporte e na manutenção da crioge...

Não venderei o Mercosul”, diz presidente

...o”, mas que “a janela de oportunidade para alcançar esse acordo é pequena e está se fechando”. Termina com um tom grave: “O preço do fracasso seria grande demais”. Fonte: Folha de São Paulo...

Carne para Europa volta a ter bônus de até 10% no RS

...o o Marfrig Frigoríficos, com unidade em São Gabriel, optaram por uma rota alternativa. Desde as restrições, estão abatendo gado para exportação à União Européia na Argentina e no Uruguai. Porém, na avaliação do coordenador da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura do Estado, Carlos Simm, o incentivo pago pela indústria para o gado rastreado para exportação poderia ser maior. Por Zero Hora / RS...

Vendas de máquinas sobem 52% no semestre

... (Anfavea) de produzir 85 mil unidades neste ano, volume 30% maior que o de 2007. A produção total foi de 39.984 máquinas. Em junho, foram fabricadas 7.345 unidades, o que representou um crescimento de 13,5% em comparação com o mês anterior e de 27,8% em relação a junho de 2007. No semestre, o ritmo mais acelerado de produção f...

Brasil perde espaço para Argentina e México na exportação de veículos

...sil registrou queda de 4% nas unidades exportadas. No mesmo período, em média, os demais países anotaram crescimento de 5% nos veículos embarcadas. Em 2007, enquanto o Brasil registrou queda de 6,8% na exportação, os concorrentes marcaram aumento de 11,5%. Outros fatores possíveis para tal movimento. Nem todos os países tem a demanda local tão aquecida quando o Brasil, o que favorece as vendas externas. Algumas empresas também aproveitam suas unidades na América Latina para produzir modelos e, depois, trazê-los ao Brasil. As empresas instaladas aqui não registraram perda de receita no primeiro semestre deste, pelo contrário. Foram US$ 6,873 bilhões, um aumento de 11,8% na comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Importação Na outra ponta, a participaç...

Camex reduz imposto de importação de 332 produtos

...que eram de 120 mil e 130 mil unidades e foram para 168 mil e 164 mil. A medida vale para 2008, até que o Mercosul defina um regime comum para 2009. O assunto é polêmico e aguarda, no Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento de uma ação. No âmbito da defesa comercial, a Camex reduziu de 11,7% para 2,9% o direito antidumping aplicado, erroneamente, contra o glifosato (defensivo agrícola) importado da China. A medida vale até 12 de fevereiro de 2009, enquanto é investigada a retomada do dumping. Os ministros também decidiram que serão aplicados direitos antidumping definitivos sobre as importações de filmes PET da Índia e da Tailândia. Divididos em sete faixas, eles variam de US$ 89,09 a US$ 876,11 por tonelada. A Camex ainda tornou definitivas, por cinco anos, as medidas compensatórias aplicadas contra as importações de filmes PET da Índia, com alíquotas entre US$ 0,42 e US$ 165,08 por tonelada. A importação de acrilato de butila (insumo para a indústria de tintas e vernizes) dos Estados Unidos também vai arcar com direitos antidumping provisório. As faixas definidas são de US$ 0,06 por quilo (Arkema) e US$ 0,12 para a Dow Chemical, Union Carbide e demais. Também foram alteradas cinco posições da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul. O princípio ativo de medicamentos contra câncer e tumores (bicalutamida) teve a alí...

Chile habilita duas plantas de carne suína de SC

...ção de carne suína ao país: a unidade de Itapiranga do frigorífico Mabella e a planta da Coopercentral Aurora em Joaçaba. A habilitação ocorreu poucos dias depoi...

País vai buscar compensação da UE na exportação de frango

..., de 130 mil para até 164 mil unidades de pneus. A cota vale até dezembro deste ano. Foi aprovada, ainda, a redução para 2% do imposto de importação de 332 bens de capital, de informática a telecomunicações, o que deve gerar investimentos mínimos de US$ 4,12 bilhões no país, segundo as empresas beneficiadas. A Camex aplicou tarifa antidumping sobre importações de filmes PET da Índia e da Tailândia por cinco anos. O adicional será cobrado por tonelada e varia de acordo com o fornecedor dos produtos. Outro produto que terá tarifa antidumping será o acrilato de butila importado dos EUA, calculado por quilo do produto. O antidumping em vigor contra importações de glifosato da China foi reduzido de 11,7% para 2,9% até fevereiro de 2009, quando o governo decidirá se vai manter o...

Brasil terá dificuldades comerciais

... Lula aproveita todas as oportunidades para falar dos biocombustíveis e da falta de relação entre as plantações de cana-de-açúcar no Brasil e o aumento de preço dos alimentos no mundo, a missão brasileira em Bruxelas trabalha nos bastidores. Direto no Parlamento Europeu, que deve avaliar, possivelmente na segunda-feira, no plenário de Estrasburgo (França), duas diretrizes que pretendem criar regras para a importação dos produtos. Embora ninguém acredite realmente que a ambiciosa proposta da UE de ter 10% de energias renováveis nos carros europeus até 2020 vá se sustentar mesmo até o ano que vem, a Europa não deixa de ser um imenso mercado para o produto brasileiro. O Brasil recolhe assinaturas de outros produtores como Argentina, Malásia, Maláui e Indonésia para tentar convencer e sensibilizar Claude Tormes e Dorete Corbey, relatores de projetos de biocombustíveis no Parlamento. O país já ratificou nove dos 10 pontos levados em conta no processo enquanto os EUA, por exemplo, não assinaram nenhum. A favor do Brasil conta ainda a pressão dos preços do petróleo, acima de US$ 140 e a imensa dependência da Europa por importação de energia, que chega a 50% do total consumido. Conta ainda o discurso verde encampado pela UE de que deve haver "sustentabilidade", e "preservação da biodiversidade" – leia-se não desmatar a Amazônia ou destruir o cerrado. – A missão foi ouvida no Parlamento. Trabalhamos sobre cada item e palavra redigidos nas duas diretrizes para evitar que sejam barreiras ao comércio brasileiro de biocombustível na Europa – conta a embaixadora Maria Celina de Azevedo Rodrigues, que comanda, em Bruxelas, a missão brasileira na comunidade européia. Em abril, a poderosa União da Indústria de Cana-de-Açúcar no Brasil (Única) abriu um escritório em Bruxelas – depois de instalar uma representação em Washington – para acompanhar a questão de perto. Para o posto, designou um francês, Emmanuel Desplechin. – Ninguém melhor que um francês para entender como pensa um francês – brinca Emmanuel. Ele ...

Lula: País pode se transformar no celeiro do mundo

...os no mundo pode ser uma oportunidade para o Brasil se "transformar no celeiro do mundo". Ele participou, em Curitiba (PR), do lançamento do Plano Agrícola e Pecuári...

Brasil rejeita pedido para Mercosul aceitar imposto de exportação

...l deve ser instrumento para a unidade da América do Sul, e o político deve ser como os cavalos, que levam a carreta", disse, ao Valor. Chávez elogiou os acordos de investimentos de empresas brasileiras na Venezuela firmados por ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada. "São mais de vinte projetos de integração estruturantes, não só para integrar os mercados, mas as economias". Ele voltou a defender a criação da Petrosul, integrando empresas petroleiras do Brasil, Venezuela e Argentina. O tema sequer é considerado pelo governo brasileiro, que, na visita de Lula a Caracas na semana passada, rejeitou o compromisso sugerido por Chávez para distribuição de petróleo subsidiado no continente. A decisão do governo argentino de agradar a um aliado político realizando a reunião em Tucumán, no Norte argentino, coincidiu com problemas climáticos que chegaram a interromper os vôos para a região. As delegações reclamavam ontem dos problemas de logística enfrentados para a realização do encontro. Por Valor Econômico - SP...

Moeda única no Mercosul: agora vai?

...sso de aproximação entre a Comunidade Andina e o Mercosul, mas veio ao mundo precocemente”, explica Virigilio Arraes. (Ricardo Lacerda) Por Revista Amanhã ...

Iniciativa privada terá a concessão de portos

...r onde for de interesse da comunidade e não de interesse exclusivamente privado – adiantou o ministro. A concessão será por 25 anos renováveis por mais 25. A contrapartida dos investidores ainda está em discussão. As alternativas são a de cobrar uma tarifa pela administração dos terminais ou o maior valor pela outorga. Por Jornal do Brasil...

PORTO DO RIO GRANDE PRÓXIMO DOS 11 MILHÕES DE TONELADAS

... meses do ano, atingindo 1.417unidades (+7,3%). O maior incremento foi na cabotagem que teve crescimento de 22,7% (151 unidades). Em seguida vem a navegação interior com alta de 7,1% (614 unidades). O menor acréscimo ficou com o longo curso, 4,5%. No entanto, foi o setor que registrou maior volume, com 652 unidades. Terminais: O Tergrasa registrou nos cinco primeiros meses do ano a maior movimentação entre os terminais do Porto do Rio Grande. Ao todo foram movimentados 2.221.556 toneladas, 97,1% a mais do que em igual período do ano passado. Na seqüência, ficaram os terminais: Tecon, com 2.127.982 toneladas (+2,7%); Bianchini, com 1.622.584 toneladas (+16,5%); Yara Brasil, com 1.474.065 toneladas (+16,3%); Termasa, com 961.089 toneladas (+3,5%); Porto Novo, com 857.515 toneladas (+12,4%); Transpetro, com 769.825 toneladas (-4,1%); Bunge, 521.106 toneladas (+11,5%), e Copesul, com 311.426 toneladas (+19,2%). Por Assessoria de Comunicação Social (ACS)...

Preços dos grãos serão ainda mais altos até 2017

...ve no campo, contudo, as oportunidades nas cidades estão melhores e o êxodo rural é constante. "A tendência é de os países emergentes evoluírem mais e os desenvolvidos terem uma margem de crescimento menor", prevê. O economista e sócio do banco BR Investimento, Paulo Guedes, que também palestrou em Gramado, criticou a avaliação dos países desenvolvidos em insistirem que as cotações dos grãos estão aumentando por causa da produção de etanol brasileiro. Para ele, a principal razão para a explosão de preços é a entrada de 3,5 bilhões de asiáticos, que estavam fora do mercado e agora estão consumindo mais. "O Brasil está em uma situação privilegiada, pois tem a produção de grãos de um lado e de biocombustível do outro", afirma. Chaddad comenta que as exportações brasileiras de grãos se expandiram, em média, 9% ao ano de 1990 a 2005, e tem espaço para aumentar ainda mais. "Somente para o leite em pó, o comércio mundial vai crescer 50% nos próximos dez anos e vai liderar entre os produtos agrícolas industrializados", acrescenta. Em relação ao câmbio, Guedes ressalta que o dólar deve continuar perdendo força nos principais países com a crise econômica que se instalou nos Estados Unidos. Conforme ele, a situação só deve melhorar em três anos. "A moeda de parâmet...

Contêineres: Movimentação deve aumentar 7%, diz Abratec

...no, chegando a 4,7 milhões de unidades, estimou ontem o presidente da Abratec (Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público), Sérgio ...

Contra China, Brasil quer vender

...ontos, revela levantamento da unidade de inteligência comercial da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Mesmo em revestimentos cerâmicos, em que o Brasil é líder com 58% das compras ad6 externas da Argentina, os chineses são mais velozes. Entre 2002 e 2007, os brasileiros aumentaram em 102% as vendas de revestimentos cerâmicos (pisos e azulejos) para a Argentina. Só que as exportações da China para o país avançaram impressionantes 1.364% por ano. Os chineses conseguiram ultrapassar os brasileiros em um dos setores: aparelhos de ventilação, como ventiladores e ar condicionado. Em 2007, a participação do Brasil alcançou 23% das importações argentinas nesse setor em 2007, acima dos 21% do Brasil. Em rochas, o Brasil ganhou cinco pontos de market-share na Argentina entre 2002 e 2007. A China, no entanto, obteve mais 15 pontos. “Antes que a concorrência tome conta, é preciso se posicionar. Não vendemos preço, por isso temos que fortalecer a marca”, diz Juarez Leal, coordenador da Apex. Com esse objetivo, ...

Na crise, oportunidade para o Brasil

...dities constitui-se numa oportunidade de ouro para o país aproveitar seu potencial de maior produtor mundial de alimentos. Mas é necessário adotar medidas relativame...

País forma força-tarefa para triplicar vendas à China

...o dividiu os produtos em oportunidades de curto, médio e longo prazo. No curto prazo, foram encontrados 147 itens. Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, estão incluídos no grupo de expansão rápida produtores dos setores têxtil e de máqu ad6 inas e equipamentos, que reclamam da concorrência chinesa. “Mesmo no têxtil, há nichos de mercado, ligados à moda, em que o país é competitivo”. Rodrigo Maciel, secretário-executivo do Conselho Brasil - China, explica que entre os critérios de escolha dos setores estão o dinamismo do mercado chinês, a competitividade do produto brasileiro, os preços médios praticados na China, a logística e os atuais fornecedores. “Temos que fortalecer a imagem do Brasil na China, que hoje praticamente não existe”, afirmou. O estudo também mapeia as barreiras tarifárias e não-tarifárias contra as exportações brasileiras, para guiar o governo nas negociações com ...

Paralisação dos fiscais agropecuários já deixa 200 contêineres parados

...Afama/RS estão nas diferentes unidades de atuação da categoria no Rio Grande do Sul, prestando apoio aos colegas e informando sobre o movimento. Os fiscais agropecuários federais estão reivindicando o cumprimento, por parte do governo federal, do acordo firmado com eles no ano passado. De acordo com a Afama, o acordo não foi honrado e o governo ainda emitiu a Medida Provisória 431/08, que traz prejuízos à categoria. Oliveira relatou que houve uma reunião, quarta-feira à tarde, no Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), porém não chegou a ocorrer avanços. Uma nova reunião foi marcada para o próximo dia 18. "A falta de interesse do governo é tanta que a reunião foi marcada só para o dia 18", observou. A paralisação da categoria se encerra à meia-noite desta sexta-feira. Na próxima semana, os fiscais agropecuários voltam ao trabalho. "Na segunda-feira, também vamos reavaliar a situação. Se não houver posicionamento do governo no sentido de cumprir o acordo, vamos radicalizar, respeitando as medidas legais. A categoria não está dispo...

Porto de Itajaí preocupado com perda de cargas para Navegantes

...do o balanço fechou em 36 mil unidades. O prognóstico para junho, segundo Luciano, aponta para uma queda ainda maior. Se permanecer a média de unidades movimentadas nos 10 primeiros dias do mês, o Porto de Itajaí deverá fechar junho com, no máximo, 20 mil contêineres. “E se isso acontecer, não teremos dinheiro para pagar as contas”, diz. “E ainda ocorrerá uma queda automática na remuneração do trabalhador e no poder aquisitivo de toda a cidade”, opinou. A transferência de algumas linhas de navios para o terminal de Navegantes e problemas estruturais na fiscalização sanitária estão entre os motivos apontados para a queda na movimentação de contêineres pelo Porto de Itajaí. O alerta acabou reforçado pelo representante da Sadia na reunião, Osvaldo de Carvalho Filho. Segundo ele, a empresa movimentou 15 mil toneladas de carne conge...

PORTARIA Nº 1, DE 11 DE JUNHO DE 2008

...ma definitiva pelo titular da unidade. Art. 3º. Sendo deferida a autorização, a empresa deverá promover sua habilitação no Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex nos moldes da Instrução Normativa nº 650, de 12 de maio de 2006. PROCEDIMENTOS ESPECIAIS Art.4º. A Declaração para Despacho Aduaneiro de Exportação - DDE - poderá ser na modalidade "Despacho a posteriori". Parágrafo único. O despacho de exportação nessa modalidade é procedimento especial que permite ao exportador efetuar o registro da Declaração de Exportação posteriormente ao embarque da mercadoria ou sua saída do território nacional. Art. 5º. O embarque da mercadoria, na forma do artigo anterior, será concedido pelo titular da unidade ou por quem for por ele designado, mediante preenchimento pelo interessado do Pedido para Embarque de Mercadoria, conforme previsto na IN SRF 28/94. §1º. O Pedido deverá ser preenchido com as informações relativas à operação, entre elas o número do Registro de Exportação - RE, e o interessado deverá subscrever o Termo de Responsabilidade proposto conforme modelo fornecido pela IRF. §2º. Deverá apresentar juntamente com o Pedido mencionado no caput a primeira e terceira via da Nota Fiscal de venda das mercadorias. DA NOTA FISCAL DE VENDA Art. 6º. O exportador deverá utilizar Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, que deverá ser preenchida de acordo com os seguintes requisitos: I - o comprador deve estar identificado com nome, endereço e número do documento de identidade, obrigatoriamente, sendo domiciliada na República Oriental do Uruguai; II - mencionar em campo próprio que a operação é de venda destinada à exportação contra pagamento em moeda nacional; III - as mercadorias devem ser descritas objetivamente, identificando- se tipo do produto, marca, classificação fiscal, unidade, quantidade, valor unitário e valor total; IV - os números dos respectivos Registros de Exportação - RE devem ser mencionados no campo "Informações Adicionais", em todas as vias da Nota Fiscal; V - poderá conter mercadorias de mais de um fornecedor, desde que todos os fornecedores sejam identificados com nome e número de CNPJ, número e data da respectiva Nota Fiscal; ...

Investimento recorde e indústria fazem economia crescer 5,8%

...eu 90% – ao total foram 1.405 unidades em empreendimentos verticais. No mesmo período, o número de alvarás liberados cresceu 50% na comparação com o acumulado entre janeiro e abril de 2007. Por Gazeta do Povo - PR...

Governo elege países e produtos para ampliar exportação

.... Outro vizinho com boas oportunidades é a Venezuela. Entre 2003 e 2007, as importações venezuelanas de produtos brasileiros registraram aumento de 676,5%, passando de US$ 608,2 milhões para US$ 4,723 bilhões. Alimentos e bebidas e máquinas e motores são alguns dos setores mais promissores para as vendas do Brasil à Venezuela, aponta o levantamento da agência. Nos Estados Unidos, as ações da Apex estão voltadas à comercialização de produtos farmacêuticos, plásticos e suas obras e materiais de construção (obras de pedra e borrachas). Na Ásia, o principal foco está na China, que no ano passado importou US$ 956,261 bilhões. Desse montante, o Brasil respondeu por apenas 1,91%, com exportações de US$ 18,342 bilhões. Os produtos identificados com maiores chances no mercado chinês são alimentos, como massas e sucos, material de construção (metais não-ferrosos, madeiras e borrachas), moda (higiene e cosméticos, calçados,peles e couros) e máquinas e motores. No continente africano e no Oriente Médio, dois potenciais mercados são Angola e Emirados Árabes Unidos. Segundo a agência, o crescimento anual médio acima de 10% do PIB de Angola aqueceu a demanda por alimentos e bebidas, como carnes, sucos, leite e outros; materiais de construção (vidros, plásticos, borracha e sua obras, móveis e produtos cerâmicos); máquinas e equipamentos e materiais elétricos e eletrônicos. Já nos Emirados Árabes Unidos, os segmentos de alimentos e bebidas (carne e café), materiais de construção (borracha, metais não-ferrosos, madeiras e obras de pedra) e máquinas e motores poderiam aumentar as importações brasileiras. Entre os anos de 2003 e 2007, as vendas externas do Brasil para Angola e Emirados Árabes Unidos cresc 56b eram, respectivamente, 417,4% e 116,9%. Dentro do continente europeu um dos países com maior potencial de expansão para as exportações brasileiras é a Rússia. Segundo o estudo da Apex, o mercado russo apresenta oportunidades para vendas de veículos e suas partes, madeiras e cortiças, produtos metalúrgicos e má...

Montadoras aceleram encomendas e forçam importação de aço galvanizado

...oneladas. A Villares tem três unidades de aço, todas em São Paulo. Por conta do aumento dos custos das matérias primas, as siderúrgicas estão elevando o preço do aço no mercado interno. No dia primeiro, a Usiminas reajustou na média em 12% seus produtos acabados, depois de já ter elevado em 10% no início do ano. Por Valor Econômico - SP...

Anfavea prevê oferta recorde de máquinas

...r era de produção de 71,2 mil unidades. O recorde atual foi estabelecido em 1976, quando foram produzidas 82,6 mil máquinas. Para as vendas no mercado interno em 2008, a projeção foi elevada de 44 mil para 53,1 mil unidades. A se confirmar, será o melhor desempenho desde 1986. O recorde ainda é o de 1976, quando o mercado interno consumiu 80,2 mil unidades. "Mas, com 53 mil, estamos entregando mais capacidade de trabalho que em 1976", disse Gil...

Expansão dos mercados latinos eleva exportaç

...com o do ano passado - 10 mil unidades. A diferença é que como a demanda externa está crescendo para todos os tamanhos de veículos, a montadora dá preferência aos clientes externos que compram os caminhões mais pesados, que são mais caros. Os representantes da indústria automobilística refizeram ontem projeções também para o mercado interno. O aumento das vendas no Brasil, inicialmente calculado em 17,5%, passou agora para uma alta de 24,24%. No ano passado foram vendidos no mercado brasileiro 2,463 milhões de veículos, o que já representou uma alta de 27,8% em comparação com 2006. No início deste ano, a Anfavea trabalhava com um mercado de 2,895 milhões para 2008. Ontem elevou a projeção para 3,060 milhões de unidades. As projeções da Anfavea indicam índices ainda mais altos nas vendas de modelos importados. A entidade estima em 415 mil a quantidade de veículos estrangeiros que entrará no país este ano. Isso representará um avanço de 49,82% na comparação com 2007. Supera também as 395 mil unidades previstas no início do ano. Mas, boa parte desse crescimento é decorrência da decisão de alguns fabricantes de deslocar linhas de produção para as fábricas da Argentina. Os novos cálculos dos fabricantes levam em conta a elevação da taxa básica de juros em 0,5%, anunciada na quarta-feira. Embora a indústria sustente que a alta dos juros não provocará ainda um grande impacto nas vendas de automóveis, o setor está cauteloso em relação aos efeitos que taxas mais elevadas nas vendas a prazo podem trazer a longo prazo em outros produtos, o que acaba se refletindo nos veículos, principalmente os de carga. Com previsões mais otimistas nos volumes do mercado interno e exportações, o ritmo de produção, conseqüentemente, também vai crescer. As montadoras estimam que vão produzir até o final do ano um volume acima do previsto anteriormente. A nova projeção indica 3,425 milhões de unidades , o que representará um crescimento de 15,28% sobre 2007. A previsão anterior era de uma elevação de 8,9% (3,235 milhões de unidades). O novo cálculo indica um crescimento maior ainda do que o do último ano. Em 2007, saíram das fábricas instaladas no país 2,972 milhões de veículos, 13,9% mais do que em 2006. Por Valor Econômico - SP...

Mercosul e Asean vão negociar um acordo de livre comércio

...23 de setembro e reunirá a comunidade de negócios da região. O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, abriu a possibilidade de participar deste encontro. Por sua vez, Roberto Giannetti da Fonseca, diretor da Fiesp, informou que a entidade vai compor uma delegação para participar do evento marcado para setembro. Por Gazeta Mercantil...

Auditores decidem manter mobilização

...ntações do Unafisco, além das unidades da Fenafisp (Federação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil) espalhadas por todo o país. Seguindo a tendência apontada na apuração parcial e acolhendo os encaminhamentos da ...

Brasil negocia com a Venezuela pacote de máquinas

...ete tipos de projetos para 11 unidades produtivas. Os projetos discutidos entre brasileiros e venezuelanos incluem fábricas de equipamentos para processamento de alimentos e de refrigeração industrial, de embalagens de vidro e metal, de tubos de PVC, de cartões de circuitos impressos e fundições e minissiderúrgicas. "Estamos na fase de identificação de empresas", informa o diretor de Relações Internacionais da Abimaq, Mário Mugnaini. "Muitas de nossas associadas produzem máquinas que os venezuelanos precisam, para fabricação de latas, beneficiamento de sardinha, empacotamento", acrescenta. Até hoje, a Venezuela, que já investiu mais de US$ 300 milhões em seu plano estatal de industrialização, tem contado apenas com um acordo de transferência tecnológica com o Irã para construção de fábricas de farinha, processamento de leite e autopeças. Arcuri defende que "laços econômicos mais firmes" com os países vizinhos facilitarão a produção e troca de bens e serviços entre os países da região, que trariam vantagens para o Brasil. "No caso da Venezuela, interessa profundamente à região Norte", argumenta. Pelo menos três empresas brasileiras estabeleceram contatos firmes com os venezuelanos para fornecimento de máquinas de processamento de frutas e beneficiamento de sardinhas, segundo relatório do último encontro da comissão criada pelos dois países para discutir a cooperação. Na próxima semana, representantes da ABDI encontram-se em Caracas, com integrantes do Ministério do Poder Popular para as Indústrias Leves e Comércio Exterior, encarregado por Chávez de criar a infra-estrutura industrial...

CIRCULAR Nº 33, DE 3 DE JUNHO DE 2008

...(Nomenclatura Combinada da Comunidade Européia - NC 0210.99.39), no âmbito do acordo firmado entre UE e o Brasil, em 29 de maio de 2007, conforme o regulamento (EC) Nº 616/2007, de 4 de junho de 2007, resultado da negociação de novas concessões tarifárias ao amparo do Artigo XXVIII, do GATT 1994. Manifestações acerca das normas mencionadas, bem como sugestões para sua revisão, deverão ser dirigidas ao Departamento de Operações de Comércio ...

Vendas de máquinas agrícolas sobem 4% em maio ante abril

...m relação a abril, para 4.657 unidades, informou nesta quinta-feira a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em relação a...

Crise ajuda exportador de alimentos a recuperar margens

...licou. “É uma questão de oportunidade, mas sempre existem fabricantes que se aproveitam do momento”, acrescentou Zanão, lembrando que já viu “fortunas que foram feitas em momentos de crise”. Aumento do consumoRibeiro, da Abia, cita os dados da FAO para explicar o fenômeno mundial de crise dos alimentos. Segundo a organização, de 1994 a 2007, o consumo médio anual cresceu em quase todas as categorias. A que registrou maior aumento foi o óleo de soja, cujo consumo subiu 5,6% a cada ano, em média. O consumo de frang 564 o vem na seqüência, com alta de 5,3% ao ano. O leite em pó integral registrou consumo 5% maior em média a cada ano. O consumo de farelo aumentou 4,8% e da carne bovina 1,7%. “Há uma conscientização do problema de desbalanceamento entre oferta e demanda mundial de alimentos muito claro com a queda dos estoques mundiais”, explicou Ribeiro. Segundo ele, os produtos que registraram a maior redução dos estoques foram o trigo e milho, este último agravado por conta da produção de etanol nos Estados Unidos. “No ano 2000, por exemplo, o período entre o consumo e a produção de milho era de 130 dias. Em 2008 este período está em 76 dias”, disse. “O do trigo caiu de 116 dias em 2000 para 76 este ano”, explicou. Para tentar segurar esse crescimento, as indústrias e os produtores apostaram no reajuste dos preços. De 1994 a 2007, o reajuste médio anual do preço do leite em pó integral, por exemplo, foi de 5,6%. O farelo teve reajuste de 3,4%, o óleo de soja 3%, o frango 1,2% e a carne bovina 0,5% É este cenário que tem contribuído para o “desespero” dos compradores internacionais. A estimativa é que a adequação entre a safra e a demanda pode demorar nove anos, o que representa oito safras. “A nossa estimativa era de que de três a quatro safras resolveria, mas o cres 56b cimento brutal da China pode fazer com que demore mais”, explicou Ribeiro. Segundo ele, entre os itens produzidos no Brasil que podem ganhar espaço no mercado internacional estão o frango e a carne bovina. “A Europa tem muito estoque de leite em pó, teremos menos espaço”, afirmou. Fonte: Gazeta Mercantil...

Fiscais da Receita votam contra nova greve nacional

...oria se reuniu em cerca de 80 unidades para avaliar os rumos do movimento. Até as 20h20 de ontem, 90% dos votos indicavam ?não? à greve, com 70% do total apurado. Até antes da assembléia, havia forte clamor para a extensão da paralisação. Na tarde de ontem, mesmo o setor empresarial temia a retomada do protesto. O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) estava pre...

Indústria cresce 10,1% em abril, em comparação com o mesmo período de 2007

...uve uma parada técnica em uma unidade do setor. Também foi verificada expansão na indústria farmacêutica (8,1%), veículos automotores (2,3%) e alimentos (2,0%). Por outro lado, os setores de outros produtos químicos (-6,7%), bebidas (-9,0%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (-4,7%) exerceram as principais pressões negativas. Nos quatro primeiros meses de 2008, a atividade industrial acumula expansão de 7,3% e nos últimos 12 meses, de 7%. O IBGE informou ainda que revisou para cima, por razões técnicas, o resultado divulgado anteriormente relativo a março, que passou de 0,4% para 0,6%. Por Agência Brasil...

Porto Municipal de Itajaí é responsável por mais de 60% das exportações de suíno

...e empresas e aumentar as oportunidades de emprego e renda para a população de Itajaí”, enfatiza Eliane. Por Assessoria de Comunicação - Superint.do Porto de Itajaí ...

Sem greve, balança tem em maio melhor saldo do ano

...etrobras após a reativação da unidade de Paulínia (SP). As vendas de petróleo bruto cresceram 274,4% (US$ 1,9 bilhão) em maio. Os valores de exportação das commodities agrícolas também apresentaram crescimento no mês passado com o início dos embarques da safra atual. A greve da Receita não influenciou tanto o comportamento das commodities. As exportações de soja subiram 147,8% (US$ 1,9 bilhão), e as de farelo de soja, 130,1% (US$ 613 milhões) somente no mês passado, por exemplo. Segundo o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, as exportações seguem bom ritmo e demonstram a diversidade da pauta brasileira. "A balança é resultado de um conjunto de produtos. O importante para o Brasil é ter uma pauta diversificada", disse. As importações, que subiram 71% em maio e detêm crescimento de 49,2% no ano, refletiriam investimentos de empresas brasileiras, segundo Barral. O secretário leva em conta a elevação de 47,6% nas compras de bens de capital e de 44,9% nas de matérias-primas para chegar a essa conclusão. Por outro lado, a importação de ben...

Uruguai quer ampliar bases do acordo automotivo com o Brasil

... Só de automóveis foram 3.286 unidades no primeiro quadrimestre de 2008 por US$ 29,6 milhões - aumento de 48,5% na comparação com janeiro-abril de 2007. Em contrapartida, as importações brasileiras do Uruguai, na mesma comparação somaram US$ 5,5 milhões, com crescimento de 11,6% sobre 2007. Em automóveis, o Uruguai não vem exportando um veículo sequer para o Brasil. Na visão de empresários e de fontes do governo uruguaio, o acordo com o Brasil permitiria equilibrar um pouco a balança comercial bilateral do setor e incentivar investimentos de longo prazo no país, que viu desaparecer a sua incipiente indústria automotiva após a crise de 2002. Só com um acordo válido por cinco ou seis anos seria possível atrair investimentos privados, inclusive do Brasil e Argentina, dizem as fontes. Os uruguaios querem estabelecer no acordo o sistema flex, número que se aplica sobre o comércio automotivo para definir o limite das importações que podem ser feitas sem pagar imposto de importação. Hoje ele não existe no acordo com o Uruguai, mas no acordo renovado entre Brasil e Argentina, para cada dólar que o Brasil exportar para o vizinho poderá importar até US$ 2,5 sem imposto de importação. No caso argentino, o valor é de US$ 1,95. Pelo acordo vigente, o Uruguai tem uma cota de exportação para o Brasil de 20 mil unidades por ano livre da Tarifa Externa Comum (TEC), entre automóveis e comerciais leves. Esta cota é virtual já que só agora o Uruguai está vendo renascer a produção de carros por meio da joint-venture sino-argentina Chery-Socma, que produzirá o modelo Tiggo, um esportivo-utilitário, para a exportação. O Brasil, por sua vez, tem uma cota de exportação de 6,5 mil unidades por ano sem a TEC. O que exceder o volume tem preferência tarifária e paga 6% para entrar no Uruguai enquanto um automóvel produzido na Europa é taxado em 23%. A Chery-Socma utiliza as instalações da empresa Oferol, na grande Montevidéu, para produzir o veículo. Emprega 140 pessoas e tem capacidade para 25 mil carros por ano, segundo Oscar ...

Porto Municipal de Itajaí-Exportações de congelados crescem acima da média nacional

...imeiro quadrimestre de 2008 a unidade exportou US$ 41,5 milhões. No mesmo período de 2007 foram movimentados US$ 11,9 milhões. Os dados do MDIC mostram um crescimento de 246,6%. Para a superintendente do Porto Municipal e vice-prefeita de Itajaí, Eliane Neves Rebello Adriano, os números demonstram a solidez e a confiança que os clientes depositam no Porto Municipal. “Os números não provém da nossa autarquia e nem da nossa cidade. Os números são divulgados pelo MDIC baseados nos processos aduaneiros e notas fiscais. São números que mostram claramente que a atual administração tem tomado as medidas e decisões corretas para um crescimento sólido e sustentável, aliado à geração de emprego e renda para toda a nossa população”, esclarece Eliane. Por Assessoria de Comunicação - Superint.do Porto de Itajaí ...

Exportações perdem peso da burocracia

... atuação e identificando oportunidades - afirma Teixeira. Essas seriam ampliações de medidas já anunciadas pelo governo no dia 12 de maio. O chamado PAC da Indústria prevê ações que também estimulam a conquista de mercados externos. Na avaliação de Teixeira, a mais importante delas é a criação do seguro de crédito à exportação, que garante ao empresário acesso a recursos para produzir e exportar. - A gente sai do seguro só de comercialização e passa para um seguro de produção. A idéia é garantir que o empresário consiga pegar dinheiro para produzir e exportar - explica. Apesar de as exportações brasileiras crescerem ano a ano, a participação no mercado mundial ainda é pequena e não passa de 1%. Alessandro Teixeira reconhece que aumentar essa parcela não é fácil: - Todo mundo quer crescer. Por isso precisamos ter uma estratégia do ponto de vista industrial. O objetivo do Brasil é passar para 1,25% nos próximos dois anos, conquistando um lugar entre os 20 maiores exportadores mundiais, melhorando a posição no ranking das vendas internacionais. Confira Dados sobre as exportações brasileiras no período de janeiro a abril deste ano: Brasil US$ 52,749 bilhões Os principais produtos exportados em abril e seus mercados: Soja em grão China, Espanha e Holanda Minério de ferro China, Japão e Alemanha Óleos combustíveis Cingapura, Holanda e EUA Carne de frango Japão, Hong Kong e Arábia Saudita Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Por Diário Catarinense - SC...

Indústria quer barrar a CSS

... na Capital, o coordenador da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castello Branco, defendeu que a proposta de recriação da CMPF com o nome de CSS poderá atrapalhar a tramitação da reforma tributária no Congresso Nacional. Ele afirmou que a criação da CSS vai contra o princípio da reforma tributária proposta pelo próprio governo federal, que deveria simplificar o sistema tributário brasileiro sem aumentar a carga de impostos. O presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, ...

LULA - Brasil se transformará em um grande exportador mundial

...preciso “dar ao Brasil a oportunidade de escoar sua produção com a facilidade de um país que quer se transformar em uma grande nação precisa ter”. A locomotiva, produzida pela empresa GE Transportation, será utilizada para o transporte de minério. Segundo a Presidência, antes dessa locomotiva, apenas itens de pequeno e médio porte eram fabricadas no país. Indústria naval O presidente também destacou os investimentos feitos na indústria naval. “Ontem, nós assinamos o acordo para a construção de mais 42 navios construídos por estaleiros brasileiros. Até 2014, nós teremos que construir mais 200 navios no Brasil”, afirmou. Além dos navios, Lula disse que a Petrobras precisa contratar, com uma certa urgência, 26 sondas e mais plataformas. “Estamos trabalhando para atender a demanda da Petrobras e para garantir que essa demanda permita que a gente reconstrua a nossa indústria naval.” No discurso, ele citou o ex-presidente Juscelino Kubitschek e seu Plano de Metas, enfatizando que Kubitschek pensou o país com “uma indústria naval forte e uma rede de ferrovias e rodovias forte”. Para Lula, o Brasil que tem utiliz...

LULA - Brasil se transformará em um grande exportador mundial

...preciso “dar ao Brasil a oportunidade de escoar sua produção com a facilidade de um país que quer se transformar em uma grande nação precisa ter”. A locomotiva, produzida pela empresa GE Transportation, será utilizada para o transporte de minério. Segundo a Presidência, antes dessa locomotiva, apenas itens de pequeno e médio porte eram fabricadas no país. Indústria naval O presidente também destacou os investimentos feitos na indústria naval. “Ontem, nós assinamos o acordo para a construção de mais 42 navios construídos por estaleiros brasileiros. Até 2014, nós teremos que construir mais 200 navios no Brasil”, afirmou. Além dos navios, Lula disse que a Petrobras precisa contratar, com uma certa urgência, 26 sondas e mais plataformas. “Estamos trabalhando para atender a demanda da Petrobras e para garantir que essa demanda permita que a gente reconstrua a nossa indústria naval.” No discurso, ele citou o ex-presidente Juscelino Kubitschek e seu Plano de Metas, enfatizando que Kubitschek pensou o país com “uma indústria naval forte e uma rede de ferrovias e rodovias forte”. Para Lula, o Brasil que tem utiliz...

LULA - Brasil se transformará em um grande exportador mundial

...preciso “dar ao Brasil a oportunidade de escoar sua produção com a facilidade de um país que quer se transformar em uma grande nação precisa ter”. A locomotiva, produzida pela empresa GE Transportation, será utilizada para o transporte de minério. Segundo a Presidência, antes dessa locomotiva, apenas itens de pequeno e médio porte eram fabricadas no país. Indústria naval O presidente também destacou os investimentos feitos na indústria naval. “Ontem, nós assinamos o acordo para a construção de mais 42 navios construídos por estaleiros brasileiros. Até 2014, nós teremos que construir mais 200 navios no Brasil”, afirmou. Além dos navios, Lula disse que a Petrobras precisa contratar, com uma certa urgência, 26 sondas e mais plataformas. “Estamos trabalhando para atender a demanda da Petrobras e para garantir que essa demanda permita que a gente reconstrua a nossa indústria naval.” No discurso, ele citou o ex-presidente Juscelino Kubitschek e seu Plano de Metas, enfatizando que Kubitschek pensou o país com “uma indústria naval forte e uma rede de ferrovias e rodovias forte”. Para Lula, o Brasil que tem utiliz...

PORTARIA Nº 321, DE 28 DE MAIO DE 2008

...FAE entre seus membros e a comunidade científica. VI - deliberar, quando for o caso, sobre questões omissas nesta Portaria, pertinentes à execução de ações da Rede Nacional de Física de Altas Energias. Parágrafo único. O Comitê Técnico-Científico deliberará, com a presença de seu Presidente, com quorum não inferior a dois terços de seus membros. Art. 9° O Comitê Supervisor será presidido pelo Ministro de Ciência e Tecnologia, ou por representante por ele indicado, e terá seus membros nomeados pelo Ministro da Ciência e Tecnologia, com a seguinte composição inicial: I - o Diretor do CBPF; II - o Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ou seu representante; III - um ou mais representantes convidados dos demais órgãos de fomento, cabendo a escolha ao Ministro da Ciência e Tecnologia; IV - dois pesquisadores de renome na área científica ou tecnológica, não necessariamente da área da física de altas energias, a serem indicados pelo Ministro da Ciência e Tecnologia. § 1° O mandato dos membros mencionados no inciso IV será de três anos, passível de apenas uma renovação. § 2° O Comitê Supervisor se reunirá ordinariamente duas vezes ao ano e, extraordinariamente, quando convocado por seu Presidente. § 3° O Comitê Supervisor será secretariado por servidor do MCT designado por seu Presidente. Art. 10° Ao Comitê Supervisor compete: I - analisar e aprovar projetos de pesquisa e desenvolvimento submetidos pelo CTC para execução no âmbito da Rede Nacional de Física de Altas Energias, se necessário por meio de assessores externos ou ad hoc; II - acompanhar e avaliar periodicamente, se necessário por meio de assessores externos ou ad hoc, a execução dos projetos aprovados pela Rede Nacional de Física de Altas Energias assim como o funcionamento da mesma; III - apreciar propostas de ações, inclusive as apresentadas pelo CTC, no sentido de provimento de recursos humanos à Rede Nacional de Física de Altas Energias, inclusive sobre quotas de bolsas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico a serem encaminhadas ao MCT e outras agências de fomento; IV - acompanhar e avaliar anualmente a alocação dos recursos e bolsas disponibilizados pelo MCT, suas agências e outros órgãos de fomento, através da Rede Nacional de Física de Altas Energias, aos órgãos e entidades associados. Art. 11° Os pesquisadores da Rede Nacional de Física de Altas Energias reunir-se-ão, anualmente para uma apresentação de relatórios sobre os trabalhos realizados e fazer uma ampla discussão dos objetivos, meios e resultados da Rede Nacional de Física de Altas Energias. Art. 12° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. SERGIO MACHADO REZENDE...

Assinado contrato para construção da nova sede da Capitania dos Portos

...e um dos grandes sonhos da comunidade portuária em Itajaí, o novo berço de atracação. "Com a construção da nova sede da Capitania dos Portos, o Teconvi poderá utilizar todo o espaço da área B e intensificar os trabalhos de construção do novo berço. As sementes plantadas desde o início da atual administração continuam florescendo e crescendo em ritmo acelerado e sustentável", disse Eliane. Por Tribuna Catarinense - Balneário Camboriú,SC...

Indústria naval busca entrar no mercado internacional

... para o Brasil. ?Temos a oportunidade de conquistar clientes novos porque os estaleiros mundiais estão lotados?, diz Domingos D´Arco, presidente do estaleiro Mauá. ?Os preços dos estaleiros internacionais estão altos e os prazos de entrega, longos. Isso reduz a diferença para a indústria brasileira e abre uma janela de oportunidade para ingressarmos nesse mercado?, concorda Pires. De dentro para fora Curiosamente, o caminho para o mercado externo pode passar pelas encomendas feitas internamente pela Petrobras. Na semana passada, a companhia anunciou que vai encomendar 146 navios de apoio de pequeno e médio porte para operações petrolíferas em alto-mar. As embarcações serão contratadas para armadores privados e afretadas pela Petrobras. O pacote, cujo investimento total ficará entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões, é considerado estratégico pelos empresários. ?Quem conseguir entrar nessa licitação vai estar habilitado para atacar o mercado mundial. A licitação inclui equipamentos e preços de padrão internacional. Além disso, haverá o contato com os grandes clientes estrangeiros. Vai gerar um grande know-how para o setor?, aposta Paulo Rolim, vice-presidente do estaleiro Aker-Promar. A encomenda é um projeto que a Petrobras acalentava há anos. A frota de apoio brasileira é hoje quase toda operada por bandeira estrangeira. Segundo especialistas, a idéia da companhia é mudar o esse perfil. De acordo com a licitação,as embarcações devem ser construídas no país e operadas sob bandeira nacional. ?É um projeto muito ambicioso?, diz Rolim. ?Para cumprir os prazos de entrega (entre 2009 e 2015), os estaleiros vão precisar investir em modernização. Pode ser mais um impulso para a retomada do setor.? Além disso, as empresas também estão de olho na segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, que deverá ser anunciad...

Entrave à produção

...ômico, não pode perder a oportunidade de aproveitar ao máximo essa rara fase na qual se conjugam estabilidade e expansão da atividade fabril. Precisa, portanto, cobrar de seus líderes políticos que ajam rápido para desobstruir os caminhos do crescimento, começando por um alívio da carga tributária. Por Zero Hora / RS - Editorial...

MERCADO EXTERNO - Brasil tem espaço no mercado externo

...solidado pelos consultores da Unidade de Agronegócios do Sebrae e coordenadores nacionais da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende e Lázara de Fátima Borges. A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet (Alice-Web), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O principal destino das exportações brasileiras em abril continuou sendo o mercado americano, que importou US$ 3,28 milhões de mel do Brasil, representando 90% do valor total comercializado com o mercado externo. Nos primeiros quatro meses do ano, o Brasil totalizou a venda de 4,24 mil toneladas de mel para os Estados Unidos, o equivalente a US$ 8,67 milhões. Fonte: A Gazeta ...

É proibido investir em portos?

... em que aguarda no mar a oportunidade de atracar para ser abastecido. É o que mostram os registros do porto de Paranaguá, no Paraná. A operação de abastecimento de um navio leva em média dez dias, quando feita com eficiência - em Roterdã, Holanda, consome menos de um dia. Além disso, as quilométricas filas de caminhões que se formam diante de terminais marítimos emperram...

Exportações de calçados crescem 3,2% até abril

...em concentrando cada vez mais unidades na Região Nordeste. O Ceará, um dos principais fabricantes de calçados sintéticos, lidera os embarques estaduais do produto, com 25,9 milhões de pares de sapato no ano. O dirigente destaca ainda que o incremento das importações preocupa o setor. Entre janeiro e maio, as compras de calçados atingiram 14,1 milhões de pares, aumento de 43,3% sobre os desembarques do mesmo período de 2007. "À medida que o real vai se fortalecendo, as compras vão crescendo", diz Wirth, acrescentando que 87,9% das importações do produto são da China. Por Jornal do Comércio / RS...

Greve de auditores aumenta a venda de computadores ilegais

...notebooks, chegaram a 664 mil unidades no trimestre, um salto de 165% ante o primeiro trimestre do ano passado, fazendo com que o segmento passasse a representar 26% do mercado de computadores pessoais no período. A greve dos auditores fiscais prejudicou também a indústria automobilística, que com o intuito de evitar que as peças ficassem paradas nos portos pagaram até 10 vezes mais pelo transporte aéreo. Outras empresas preferiram recorrer à Justiça. Só o escritório Martinelli Advocacia Empresarial conseguiu mais de 25 liminares determinando a liberação de carga de seus clientes. Ao voltar ao trabalho, no último dia 12, os auditores reconheceram o impacto da greve e disseram que estariam dispostos a regularizar a situação, caso o governo negociasse o corte dos dias parados. A greve está suspensa até o dia 1º de junho. A categoria espera a retomada da negociação das reivindicações com o governo. Por Gazeta Mercantil...

Importador tem ganho com câmbio

... Getulio Vargas). "É uma oportunidade para pequenos comerciantes." Na Vinea Store, que importa vinhos, houve maior benefício na compra de produtos da América do Sul, de acordo com o proprietário, Walter Fonseca de Souza. "Em contrapartida, o vinho europeu, cotado em euro, está valorizado", aponta. Segundo Souza, 60% dos vinhos que ele vende são do Chile e da Argentina, e 40%, de outros países. Por Folha de São Paulo...

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO CONJUNTO Nº 1,

...onadas à prévia comunicação à unidade da RFB responsável pela fiscalização de tributos sobre o comércio exterior com jurisdição sobre o domicílio da sede da empresa interessada. § 1o Após a comunicação de que trata o caput, as operações deverão ser registradas em formulários de papel, os quais deverão ser assinados pelo funcionário responsável e arquivados. § 2o Os registros efetuados na forma do § 1o deverão: I - conter as mesmas informações exigidas para o registro informatizado; e II - ser inseridos no sistema informatizado, tão logo seja restabelecida sua operacionalidade. § 3o Excepcionada a hipótese de que trata o § 1o, são vedadas a entrada de mercadorias no estabelecimento e a saída deste sem o correspondente registro no sistema informatizado, observado o disposto no art. 12. Art. 4o Cada registro efetuado, no sistema informatizado, relativo à operação realizada no estabelecimento deverá ser individualizado por meio de número seqüencial, sem repetição, como na: I - transferência de propriedade de mercadoria; II - movimentação interna de mercadorias do recinto alfandegado para as áreas desse recinto sobre controle do estabelecimento habilitado, para a realização de operações de industrialização, reparo ou manutenção ao amparo do regime de Entreposto Aduaneiro; III - entrada de mercadorias no estabelecimento ou saída dele; IV - ordem, plano ou relatório de produção; V - ordem ou relatório de serviço; VI - desmontagem de mercadoria; VII - alimentação de tabelas do próprio sistema; ou VIII - habilitação ou desabilitação de usuários. § 1o Para os efeitos deste ato, denomina-se registro o conjunto de informações sobre determinado fato, operação ou documento de interesse para o controle fiscal. § 2o O sistema não poderá permitir a eliminação de registro de entrada ou de saída de mercadorias, física ou fiscal, ou de registro de acesso ao sistema, sendo as correções e alterações tratadas como um novo registro, derivado do original. § 3o O número seqüencial de registro deverá preferencialmente ser composto por duas partes separadas por sinal gráfico de ponto (.) ou barra (/), sendo a primeira com dez dígitos, pelo menos, para controlar os registros originais, e a segunda com dois dígitos, pelo menos, para controlar alterações e retificações do registro original, como nos exemplos: I - 2003000186.00, trata-se do registro 2003000186 original; e II - 2003000186.02, trata-se do registro 2003000186 retificado pela segunda vez. § 4o Os primeiros quatro dígitos da primeira parte do número seqüencial deverão corresponder ao ano em que a operação foi registrada. § 5o A empresa beneficiária do regime poderá utilizar diferentes séries seqüenciais para o registro de suas operações...

Porto Municipal de Itajaí - Quadrimestre fecha com crescimento de 37% na movimentação financeira

...raná e Rio de Janeiro, outras unidades da federação como o Rio Grande do Sul e Mato Grosso apresentaram um crescimento de 55% e 48%, respectivamente, nas exportações através de Itajaí. As importações fecharam o quadrimestre com um crescimento de 84,4%. Durante os quatro primeiros meses de 2008 foram movimentados US$ 1,2 bilhão contra US$ 681,9 milhões em 2007 através do Porto Municipal de Itajaí. Santa Catarina, o estado que mais movimenta mercadorias através de Itajaí, foi responsável por movimentar uma fatia de 93% do total das importações. O estado ainda registrou um aumento de 91% em comparação com o primeiro quadrimestre de 2007. Os estados do Rio Grande do sul e Goiás incrementaram em 248% e 185%, respectivamente, as compras do mercado externo atra...

Agronegócio, mais uma "marca Brasil"?

...amado agronegócio e essa oportunidade acontece exatamente quando o mundo enfrenta uma alta no preço dos gêneros alimentícios. Temos hoje uma das agriculturas mais modernas e produtivas do mundo, não só em alimentos, mas também na produção de fontes energéticas renováveis, entre as quais o etanol é a mais destacada. Foram necessários anos de pesquisa e avanço tecnológico para que alcançássemos essa posição. A pergu...

Desmontados recuperam exportações

...e abril deste ano o número de unidades vendidas no exterior mostrou crescimento de 1,7% sobre o mesmo período de 2007, para 245,4 mil automóveis, considerando montados e CKD. Em todo o ano passado, as exportações caíram 6,6%, em razão do câmbio desfavorável. A inversão dessa curva era relativamente inesperada pela indústria. Em suas pro...

Mais máquinas vendidas ao Paraguai

...as exportadas pelo Brasil. Em unidades, o volume vendido aos paraguaios cresceu 168,3% entre 2006 e 2007, segundo a Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea). De um ano a outro, as ...

Venda de trator vai bater nível de 2004

...il deste ano foram 15,645 mil unidades, 54% mais que em igual período de 2007. No caso dos tratores, a comercialização já atingiu os níveis de 2004, melhor ano para o setor, segundo Milton Rego, diretor da Associação Nacional do...

Crise de alimentos fará do Brasil "celeiro do mundo", segundo especialistas

...eocupa o mundo é uma boa oportunidade para o crescimento do agronegócio brasileiro, de acordo com especial...

Receita de montadoras com exportações sobe 24% em abril sobre um ano antes

...omente em abril deste ano, em unidades, foram exportados 65,333 mil veículos (incluídos caminhões e ônibus), expansão de 10% na comparação com período correspondente do ano passado (59,226 mil unidades). Frente a março, quando as vendas externas somaram 64,489 mil veículos, aumento foi de 1,3%. Ainda no quarto mês de 2008, as vendas externas de máquinas agrícolas equivaleram a US$ 268,449 milhões, com ampliação de 36% no confronto com igual mês de 2007 e de 11,2% em relação a março deste exercício (US$ 241,35 milhões). Foram exportadas, em abril, 2,796 mil má...

Zonas exportadoras terão aportes de US$ 10 bi

...ação do setor. Ao todo são 17 unidades criadas, sendo que quatro já estão instaladas esperando a liberação da Receita Federal. Os locais que já contam com a infra-estrutura física estão localizados em Imbituba, Santa Catarina, Rio Grande, no Rio Grande do Sul, Araguaina, em Tocantins, e Teófilo Otoni, em Minas Gerais. "Assim que o governo sancionar a provação das normas, haverá um investimento de US$ 10 bilhões proveniente de empresas privadas", informa. Segundo Braga, o projeto não envolve dinheiro do governo federal, mas algumas administrações estaduais participaram da construção de determinadas unidades. "Posso afirmar que esse projeto tem a mesma magnitude do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), sem envolver nenhum recurso do governo". Para o especialista, não existe uma perspectiva de resolver todos os problemas relacionados à exportação, mas pode ser um mecanismo de impulsão do setor. "Será um estatuto único dando estabilidade às regras do...

Venda de máquina agrícola tem o melhor abril em 3 anos

...ortadas no País somaram 4.475 unidades em abril, o que representa um crescimento de 3,3% em relação às vendas de março e um aumento express...

Acordos com EUA abrem mercado aos têxteis

...co representa também uma oportunidade. Temos condições de avançar, fazendo moda com identidade própria e qualidade”, comentou Geni Ribeiro. Para ela, a desvalorização do dólar pegou o setor no momento mais desfavorável: a moda nacional está numa fase completamente estagnada, limitando-se a copiar tendências internacionais. “Não temo volume de produção, falta identidade e qualificação para o mercado, seja ele interno ou externo”. Por Diário do Nordeste - CE...

Receita agiliza liberação de cargas

...ter temporário, os chefes das unidades da RFB a promover a liberação das cargas, "onde houver acúmulo" e quando a conclusão do procedimento "depender unicamente do laudo técnico ou de análise laboratorial". De acordo com explicação da assessoria de imprensa da Receita, a portaria permite aos chefes das unidades, após a conferência física das mercadorias e a checagem dos documento...

Primeiro redex do interior de SC começa a operar

... navio. A Bomfrio possui duas unidades industriais. Uma delas, a filial, fica em Irani e a matriz está em Chapecó, principal cidade da região, que também planeja ter um redex - essa obra se encontra na fase de licitação porque será feita em uma área doada pelo município. Sobre futura concorrência entre os dois recintos de exportação, Oscar Schmitt acredita que haverá disputa apenas no atendimento às empresas de Chapecó, que fica 110 quilômetros ao oeste de Irani e mais longe do Porto de Itajaí, a cerca de 545 quilômetros. "O local onde estão ofertando o terreno em Chapecó fica (no distrito industrial da cidade) a 25 quilômetros no sentido contrário do litoral e das exportações, e este fator gera custos ao exportador. Em compensação, o Redex Bomfrio fica no entroncamento das BRs 282 e 153. Te pergunto: você faria o despacho em Chapecó, com custos de frete de 50 quilômetros, ou em Irani, por onde você passa na frente (para ir ao porto)?", compara o administrador. Por Netmarinha - Rodrigo Schmitt - Florianópolis...

UE pede empenho do Mercosul para acordo bilateral

... tarde. Agora temos essa oportunidade, e além disso temos essa necessidade. Se não for assim, na minha opinião, com o calendário político [dos Estados Unidos] da América não vai ser um bom ano para negociações multilaterais”, disse ele, referindo-se à transição de governo em Washington. Fonte: O EStadão...

Varejo ficará sem produtos populares importados da China

...ileiro absorve 200 milhões de unidades por ano. Com a greve dos auditores fiscais, esse volume terá uma quebra de 40%. "Quando não tem mercadoria legal, aparecem as ilegais, de contrabando", afirma. O mercado brasileiro é abastecido por 25 empresas responsáveis pela importação de cerca de 4 mil itens de baixo preço. São porta-retrados, utilidades dom...

Greve da Receita, derivados do petróleo e calendário afetam produção industrial, diz IBGE

...da capacidade de derivados da unidade entre o fim de fevereiro e meados de abril. Outra queda importante foi registrada nas indústrias extrativas, que recuaram 3,5%. Já na comparação com março do ano passado, o avanço de 1,3% - o menor desde o 0,3% de dezembro de 2006 neste tipo de comparação - foi influenciado por veículos automotores, que subiram 11,3%, com difusão (percentual de produtos analisados que tiveram alta de produção) de 79%. O índice do setor ficou bem abaixo da média geral da indústria, que teve apenas 44% dos produtos em alta. Como influências principais de queda, o destaque coube a máquinas de escritório e de informática, com recuo de 16,9% e 100% dos produtos em queda de produção. Silvio Sales evitou afirmar, mas ressaltou que grande parte das empresas do setor depende de importações de insumos, o que pode ter sido afetado pela greve dos auditores da Receita Federal, iniciada em 18 de março. Como exemplo, Sales lembra que a queda de eletrodomésticos da linha marrom (TV, rádio e som) também registraram baixa de 16,9% na produção em março frente a março do ano passado. " Esses setores são mais afetados por precisarem de partes e peças importadas " , explicou Sales, que afirmou não ter evidências para determinar se a queda de 2,6% no setor de alimentos - puxada por carnes de aves e bovinos e o terceiro maior impacto de baixa - sofreu influência da paralisação dos auditores fiscais. Por Valor OnLine...

QUESTÃO - IMPORTAÇÃO

...er consultada a legislação da unidade da federação João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

QUESTÃO - IMPORTAÇÃO

...er consultada a legislação da unidade da federação João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

Nova onda exportadora

... que planejam construir novas unidades ou incrementar estruturas existentes. Motivos para escolher a região não faltam. A produção agrícola local é moderna, há oferta de mão-de-obra e muitos municípios contam com infra-estrutura razoável. “O interesse especial é pelo milho e a soja. O Centro-Oeste é um grande celeiro e isso atrai essas empresas de suínos”, resume Renato Simplício, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (Fape-DF). Associação O modelo de negócio é semelhante ao do frango. O sistema de fazendas integradas, com supervisão e assistência técnicas de uma matriz, funciona bem, proporciona economia e melhor controle de doenças. Do ponto de vista econômico, os produtores estão satisfeitos. Muitos preferem se integrar, associando-se a uma indústria, do que atuar só. Renato Simplício explica que o Distrito Federal tem tudo para pegar carona nesse boom. Apesar das limitações territoriais, a logística facilita a atração de indústrias de suínos, as técnicas empregadas pelos produtores também são consideradas de qualidade. “O DF é referência e quer ser ainda mais. Estamos desenvolvendo um trabalho sério no que diz respeito ao tratamento de dejetos. Seremos exemplo para o Brasil em breve”, completa Fonte: Correio Braziliense...

RESOLUÇÃO - RDC N° 27, DE 2 DE MAIO DE 2008

...para uma eventual inspeção na unidade fabril pelas autoridades sanitárias. § 1º A natureza das informações e os prazos de guarda destas são as aplicáveis e previstas na legislação sanitária vigente. § 2º As empresas ficam obrigadas a fornecer imediatamente todas as informações referentes aos produtos destinados exclusivamente à exportação sempre que solicitadas pela autoridade sanitária. Art. 4º As proibições e restrições de comercialização de produtos e insumos previstos na Constituição Federal, em Leis Ordinárias e em atos específicos da legislação sanitária ficam mantidas, mesmo no caso de fabricação de produtos para saúde destinados exclusivamente à exportação. Art. 5º O descumprimento aos termos desta Resolução constitui infração sanitária, sujeitando os infratores às penalidades previstas na Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977 e demais disposições aplicáveis. Art. 6º Esta Resolução entra em vigência na data de sua publicação. DIRCEU RAPOSO DE MELLO...

Superlotação obriga Porto de Itajaí a transferir cargas para terminais retroportuários

...ias na área primaria, algumas unidades chegam a ficar até duas semanas até serem liberadas. Embora os custos de transferência dos contêineres sejam bancados pelo porto e Teconvi, o importador tem gastado mais com armazenagem da mercadoria. Salles acredita que, enquanto a greve da Receita Federal continuar, o porto tende a baixar novas resoluções para transferência da carga. Durante a palestra na Univali, Eliane e Salles aproveitaram para explanar sobre recentes investimentos no terminal, a exemplo da recuperação dos molhes da Barra e implantação do sistema de segurança com 120 câmeras de monitoramento. Salles também explicou sobre novos projetos para melhorias da infra-estrutura portuária, como a criação de uma linha de transmissão de alta tensão exclusiva para o porto e os estudos que estão sendo feitos para a criação de uma nova bacia de evolução no Rio Itajaí-Açu. Por NetMarinha - Luciana Zonta - Itajaí...

Importados têm participação maior

...interno está propiciando oportunidades às empresas locais, mas boa parte do crescimento fica com a importação. O consumo de têxtil, vestuário e calçados aumentou 14,1%em volume no primeiro bimestre deste ano, segundo o Instituto...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 840, DE 25 DE ABRIL DE 2008

...ão (Corep) e os titulares das unidades administrativas da RFB poderão estabelecer, no âmbito de suas atribuições, normas complementares disciplinando a aplicação do disposto no art. 2o. Parágrafo único. A Corep fará a gestão da tabela instituída por esta Instrução Normativa, e poderá, de comum acordo com a Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) e a Coordenação- Geral de Programação e Logística (Copol), incluir e excluir grupos, códigos NCM e códigos simplificados. Art. 4o O titular da unidade da RFB responsável pelo procedimento fiscal e pela guarda das mercadorias apreendidas adotará as medidas necessárias para garantir o efetivo controle e segurança dos procedimentos referentes à apreensão, guarda e destinação das mercadorias apreendidas na forma desta Instrução Normativa, observado o disposto na legislação específica. Art. 5o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 6o Fica revogada a Instrução Normativa SRF no 370, de 8 de novembro de 2003. JORGE ANTONIO DEHER RACHID ANEXO ÚNICO NOMENCLATURA SIMPLIFICADA PARA A CLASSIFICAÇÃO DE MERCADORIAS Grupo Brinquedos Código Simplificado Mercadorias Código NCM Descrição 9503.9000 9501.0000 a 9504.1099 Brinquedos, vídeo game, suas partes e acessórios 9504.4000 a 9504.9090 Cartas de jogar, vídeo game miniatura, dominó, jogos de tabuleiro, etc. 9506.4000 Artigos e equipamentos para tênis de mesa 9506.6000 a 9506.9900 Bolas, patins, skate, partes e acessórios Grupo Artigos de Toucador e de Higiene Pessoal Código Simplificado Mercadorias Código NCM Descrição 3307.9000 3301.1000 a 3301.9040 Óleos essenciais (ex: de limão, de jasmim, de hortelã, de eucalipto) 3303.0010 a 3303.0020 Produtos de beleza ou de maquilagem (ex: batom, sombra, delineador, lápis para sobrancelhas e rímel, preparações para manicuros e pedicuros, cremes de beleza e loções tônicas) 3305.1000 a 3305.9000 Preparações capilares (xampus, preparações para ondulação ou alisamento, permanentes dos cabelos, laquês) 3306.1000 a 3306.9000 Preparações para higiene bucal ou dentária (dentifrícios e fios dentais) 3307.1000 a 3307.9000 Preparações para barbear, desodorantes corporais, preparações para banhos e depilatórios 3401.1100 a 3401.3000 Sabões de toucador (sabonetes), sabões medicinais, sabões líquidos 4818.1000 a 4818.4090 Papel do tipo utilizado para fabricação de: papel higiênico, lenços de papel, toalhas de mão; toalhas e guardanapos, de mesa; absorventes e tampões higiênicos, fraldas 5601.1000 Absorventes e tampões higiênicos; fraldas 8212.1000 a 8212.90.00 Navalhas e aparelhos, de barbear e suas lâminas 8214.2000 Utensílios e sortidos de utensílios de mani...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 841,

... 2008, a critério do chefe da unidade da RFB com jurisdição sobre o porto alfandegado, em outras situações justificadas" (NR) Art. 2o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID...

Real forte prejudica comércio da fronteira

...cada, no entanto, apenas seis unidades da moeda uruguaia eram necessárias para comprar R$ 1,00. "A cotação atual é extremamente incompatível com o nível salarial do Uruguai", reforça. O presidente da CDL de Santana do Livramento, Carlos Roberto Fervenza, acrescenta que, além do real forte, outro fator prejudicial foi a globalização, que ampliou o leque de parceiros comerciais da economia uruguaia. Com isso, hoje há lojas uruguaias de roupas que vendem exclusivamente produtos fabricados na China, com preços bem menores que as similares do comércio santanense. Além disso, a competitividade chinesa ainda é reforçada pela alta carga tributária brasileira. Não bastasse a falta de estrangeiros, o varejo fronteiriço também sobre com a preferência dos consumidores gaúchos pelos produtos dos free-shops das cidades uruguaias e até mesmo pela compra de produtos alimentícios nos países vizinhos. Empresários das cidades de fronteira calculam que os brasileiros deixam US$ 80 milhões por mês nas caixas registradoras dos comerciantes uruguaios e argentinos. Somente em Jaguarão, a estimativa é de R$ 10 milhões deixem de entrar por mês nas lojas da cidade. Por outro lado, Fervenza entende que a atratividade dos free-shops não é o principal problema. Para ele, o movimento de turistas de outras regiões que buscam as lojas de importados das cidades uruguaias é positivo, uma vez que movimenta a economia de municípios da fronteira. Lojistas querem isenções tributárias Para reve...

Novas bases para o acordo com Uruguai

...o Brasil, de 800 para 2,5 mil unidades/ano. Também tem o direito de enviar para cá 22 mil veículos - 20 mil comerciais leves e 2 mil carros blindados — , além de US$ 100 milhões de autopeças. Apesar de ser mercado pequeno, o acordo será bom para o Brasil e o Mercosul, avalia a Anfavea, que reúne as montadoras brasileiras, pois “permitirá investimentos e desenvolvimento do comércio com o Brasil”. Segundo a Anfavea, em 2005 o Brasil exportou US$ 83 milhões para o Uruguai. Em 2006 o embarq...

EX-TARIFÁRIO - Aprovada redução temporária para 174 novos produtos ex-tarifários

...triais.  Implantação de nova unidade para produção de painéis tipo “sanduíche”, que vai gerar 110 empregos diretos e indiretos. Fonte: MDIC ...

Setor privado quer evitar limites à exportação de arroz

...rcado internacional como oportunidade para melhores negócios. Silveira disse que o setor tem como meta a exportação de 10 por cento da safra gaúcha, medida que garantiria ganhos ao produtor e ajudaria a sustentar o preço do produto. O Rio Grande do Sul é o maior produtor de arroz do Brasil, com colheita estimada em 7,14 milhões de toneladas neste ano. PRECEDENTE PERIGOSO Silveira descarta o risco de desabastecimento do mercado doméstico, assim como o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que também criticou a decisão do governo. "Em tese, toda intervenção dessa natureza distorce o mercado e prejudica os produtores", afirmou Rodrigues a jornalistas, antes de participar de seminário em São Paulo. Já o diretor-geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), Sérgio Mendes, afirmou que o setor ficou preocupado que uma medida semelhante venha a ser tomada em relação às vendas externas de milho do Brasil, produto que também está fortemente demandado internacionalmente, um mercado em que o Brasil está se firmando como exportador. No entanto, Mendes disse ter garantias de que o governo não vai anunciar medida semelhante para o milho. "Isso acarretaria em um tremendo prejuízo às exportações", disse ele. O ministro da Agricultura, por outro lado, afirmou em entrevista à GloboNews que vai monitorar, além das exportações de arroz, o ritmo das vendas externas de milho, cujo excedente exportável, se a segunda safra se confirmar, deverá ser de mais de 10 milhões de toneladas -- o país consome 44 milhões ao ano. "Vamos rastrear isso quase que dia a dia, estamos fazendo isso em relação ao arroz e outros produtos que nos preocupam, o trigo, o milho, embora tenhamos um excedente razoável (de milho)." Segundo o ministro, o governo pretende entrar em acordo com o setor privado, para que o arroz produzido neste ano não seja exportado. "Se o nosso produtor atender à demanda internacional nós vamos ter problemas internos na frente, e vamos ter que importar...

Greve de auditores atrasa reposição de estoques

... Cem, composta de mais de cem unidades em todo o País, Valdemir Colleone, afirmou que não há falta de nenhum item no mercado. Segundo ele, "o varejo conta com estoques para abastecer suas lojas nos próximos 50 dias. A indústria também tem estoque suficiente de componentes. Se esta greve durar mais 30 dias, aí sim o varejo terá dificuldades." A Eletros menciona analistas de comércio exterior que avaliam que as paralisações dos funcionários da Receita Federal, do Ibama e do Ministério da Agricultura, entre 2005 e 2007, já comprometeram a meta do País de alcançar 1,5% do comércio mundial. Também o diretor do Centro e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp/Fiesp) em Santos, Ronaldo Forte, alertou ontem para o risco de o País entrar em movimento de retrocesso no mercado mundial e reverter o aumento de 1,2% de sua participação global, com a greve. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Unafisco) divulgou nota ontem afirmando que o fim da greve depende da "boa vontade do governo", que precisa ceder um pouco mais, no entendimento da entidade. Os auditores reivindicam aumento do teto salarial de R$ 13,4 mil para R$ 19 mil, o que os equiparariam aos delegados da Polícia Federal. Por Diário do Comércio - SP ...

Empresas terão de recuperar produção perdida com a greve

...no entanto, podem criar "oportunidade dos clientes analisarem uma eventual oferta de outro fornecedor", diz. Em meio a greve prolongada dos auditores, a elevação da Selic para 11,75% altera o comportamento do consumidor. Para Kiçula, quando houve o aumento da taxa de juros, mesmo que não haja impacto significativo em um primeiro momento, os consumidores decidirão esperar. "A decisão do Copom foi um equívoco", diz. Por Gazeta Mercantil...

QUESTÕES - IMPORTAÇÃO

... ser autorizado pelo chefe da unidade da Receita Federal do Brasil responsável pelo despacho aduaneiro com base em requerimento fundamentado pelo importador, ou de ofício, por meio de função própria no Siscomex, quando: - ficar comprovado que a mercadoria declarada não ingresso...

UE importou 58% a mais de emergentes em seis anos

...a mais), seguidas pelas da Comunidade Andina (Bolívia, Colômbia, Peru e Equador), com 15 bilhões de euros (após aumentar 35% em 2006). As vendas de países da América Central permanecem estáveis desde o início da década, em torno de 4 bilhões de euros anuais. Quanto aos dois países com os quais a UE assinou acordos bilaterais de livre-comércio, o relatório destaca o aumento das importações do Chile, que quase triplicaram em relação a 2000 e aumentaram 54% em 2006. Já as compras de produtos mexicanos cresceram 57% em relação ao início da década e 5% com relação ao último ano. As importações do grupo de países do ACP também progrediram, mas em menor ritmo, até 41 bilhões de euros em 2006 (11% a mais que em 2005). Do mesmo modo, a UE continuou apostando nas economias mais pobres (LDC), cujas vendas ao bloco europeu chegaram a 18 bilhões de euros em 2006, após crescer 7% em relação ao ano anterior. Outro lado O relatório também analisa o peso da UE nas exportações totais dos países em desenvolvimento, com especial atenção aos capítulos de produtos agrícolas e pesqueiros, energia e têxteis. As importações de produtos energéticos destes países alcançaram os 129 bilhões de euros em 2006, 67% a mais que em 2000. Os principais exportadores neste âmbito são os países do Conselho de Cooperação do Golfo (Barein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos), que vendem à UE 71% de sua produção, e os da ACP, com 42% de suas vendas ao bloco europeu. As exportações à Europa de produtos agrícolas e pesqueiros, assim como de têxteis, forneceram às economia...

Portos brasileiros são ineficientes

...Os Grandes Desafios e as Oportunidades de Ganhos dos Tempos Aduaneiros no Brasil"") aponta que o Brasil é o 45º colocado na pontuação internacional sobre a eficiência dos port...

Governo quer descontar todos os dias parados

...zer atos públicos em todas as unidades da Receita pelo País. Depois que o STF derrubou a liminar que proibia o desconto dos dias parados, vários auditores entregaram os cargos de chefia, e os nomeados para substituí-los se recusaram a assumir. Por O Estado de São Paulo ...

INTERMODAL 2008: SECRETÁRIO DE INFRA-ESTRUTURA DIVULGA MOVIMENTAÇÃO RECORDE DO PORTO DO RIO GRANDE

...mento, com alta de 11,5% (823 unidades). A maior movimentação foi registrada na navegação de longo curso, com 401 unidades (+18,2%), seguido pela navegação interior, com 342 unidades (+4,2%), e pela cabotagem, com 80 embarcações (+12,6%). Por Assessoria de Comunicação Social (ACS) ...

Auditores fiscais da Receita decidem manter greve por tempo indeterminado

...com 30% dos trabalhadores nas unidades como determina a lei. A paralisação também não afeta ao recebimento das declarações do Imposto de Renda na internet, que feito de forma automática pelos computadores da Receita Federal. As declarações por meio eletrônico atualmente representam quase a totalidade do...

Estudo vê na China mais oportunidades do que ameaças

...r encarada como fonte de oportunidades, que exigirá adaptação de empresas e governos. Há casos bem-sucedidos de empresas da América Latina que aprenderam a enfrentar a concorrência c...

Índia prevê mais comércio bilateral com país

...do. Pratibha destacou as oportunidades de "sinergias e complementaridade" entre as economias dos dois países. Segundo ela, o Brasil tem expertise em produção de alimentos e infra-estrutura, setores que a Índia ainda precisa desenvolver. Por outro lado, o país asiático pode oferecer seu conhecimento em tecnologia da informação, produtos farmacêuticos e equipamentos agrícolas. "Gostaria de assegurar que os nossos governos (Brasil e Índia) estão empenhados em criar um ambiente favoráv...

CIRCULAR No- 22, DE 10 DE ABRIL DE 2008

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas na País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL ANEXO NCM DESCRIÇÃO 8414.59.90 Coletor de resíduos de vidro por aspiração, Fabricante: P RIES GmbH, Modelo: 280 D, integrante de sistema para produção de carpules de vidro, com capacidade de produção de até 5.400un/hora. 8428.20.90 Alimentador automático de tubos de vidro, Fabricante: ATS Automation GmbH, Modelo: 031027 ATS ROHRLADER, integrante de sistema para produção de carpules de vidro, com capacidade de produção de até 5.400un/hora. 8428.90.90 Transferidora de carpules para caixas, automática e rotativa, com contagem, agrupamento e inserção de carpules, fabricante: Spormdli & Segerag, modelo: KPA 2, integrante de sistema para produção de carpules de vidro, com capacidade de produção de até 5.400un/hora. 8440.10.90 Máquina perfuradora de cartões (papel), com capacidade média de produção de 80.000 folhas por hora, marca Sickinger, modelo UPS-13. 8440.10.90 Máquina encadernadora semi-automática, capacidade de produção de 1000 peças por hora, dimensões de trabalho 36cm de largura e diâmetros de 1/4" até 1". Marca Renz, model...

3 mil caminhões parados

...cisão do STF, o presidente da unidade do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal em Porto Alegre, Roberto da Silva, afirma que a greve se mantém e que cortar o ponto não vai ser motivo para recuar. Fronteiras fechadas - A paralisação tem afetado as atividades de fronteira, uma vez que as cargas estão sendo retidas nos principais portos e aeroportos do país. - Vários portos e aeroportos estão estrangulados, trabalhando no limite da capacidade. No Porto de Santos, o maior do país, os principais terminais estão com quase 80% da capacidade ocupada. Se em 10 dias a greve não for resolvida, o porto pára. Embarque ameaçado Negócios parados - Entre os setores afetados pela greve no Estado está o da avicultura. Apenas a Doux Frangosul já calcula que mil toneladas de aves deixaram de ser exportadas pelo Porto de Rio Grande desde o início da paralisação. Em Uruguaiana, ontem, havia 10 carretas, com cerca de 250 toneladas de frango congelado, esperando liberação. Em valores, são cerca de R$ 4,4 milhões de negócios em atraso. Segundo a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) nos últimos três anos, o país enfrentou 442 dias de paralisação, com greves de servidores da Receita Federal, do Ministério da Agricultura, da Anvisa e do Ibama. Briga na Justiça - Para evitar perdas ainda maiores no Estado, a Federação das Indústrias (Fiergs) entrou com mandados de segurança e conseguiu liberar cargas de empresas associadas que precisam embarcar suas mercadorias no Porto de Rio Grande. - Outras decisões similares estão sendo aguardadas para escritórios aduaneiros em cidades do Interior e na aduana de Uruguaiana. Em todos os portos do Estado, 1.218 caminhões encontravam-se parados ontem. - Do início da greve, no dia 17 de março, até agora, são contabilizados US$ 5 milhões de prejuízo para as transportadoras no Estado, segundo dados da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais. Entre as reivindicações dos auditores está o reajuste salarial. Em começo carreira, um auditor fiscal da Receita ganha R$ 9 mil. Eles defendem salário inicial de R$ 11 mil e especial de R$ 18 mil. O valor seria para equiparar aos valores pagos aos delegados da Polícia Federal. No maior porto seco da América Latina, em Uruguaiana, exportar virou tormento para cerca de 700 caminhone...

Competitividade nos portos catarinenses

...EUs (twenty equivalent unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés) por ano. Em 2008, a meta é movimentar 300 mil TEUs. Para isso, um dos trunfos é o iceport, um centro de armazenamento, distribuição e consolidação de carga frigorificada com capacidade para 18 mil toneladas, que começa a operar em julho. Tecon Santa Catarina começa a operar em 2009 Está previsto para o segundo semestre de 2009 o início das operações do Tecon Santa Catarina, em Itapoá, no Litoral Norte. Será um terminal portuário privativo de uso misto (carga própria e de terceiros) exclusivo para a movimentação de contêineres. Totalmente construída pela iniciativa privada, a novidade é resultado da parceria entre Portinvest Participações (conglomerado Battistella e Logística Brasil - fundo de investimento e participações gerido pela BRZ Investimentos) e Aliança Navegação e Logística (divisão da brasileira da Hamburg Süd). O empreendimento vai exigir R$ 320 milhões em investimentos. Boa parte dos recursos vem de um financiamento de US$ 114 milhões assinado em novembro do ano passado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O terminal nasce com capacidade para movimentar 300 mil contêineres/ano, construído de uma forma diferenciada, seguindo tendência dos novos portos internacionais. Duas pontes saem de um pátio de contêineres, avançando 230 metros pela água até o pier, onde ficarão os três berços de atracação, aproveitando o calado natural de 16 metros. Além disso, permitirá a preservação da fauna, da flora e balneabilidade da praia da Figueira do Pontal. Apropriado às embarcações maiores, o TeconSC pretende se firmar como ponto de concentração de cargas de importação e exportação, recebendo grandes navios do exterior para redistribuir a carga por cabotagem em navios menores para outros portos do Brasil e até mesmo do Uruguai e da Argentina. Itajaí vai melhorar a infra-estrutura para ampliar o movimento de cargas Principal porto de Santa Catarina e primeiro do País em valor agregado de cargas, o porto de Itajaí projeta ...

Exportadores e importadores são prejudicados por falta de portos e navios

...osfera, penalizando toda a comunidade de comércio exterior, além do produtor. O Porto de Santos caminha para o apagão. Cadê a Fiesp? E as demais entidades representativas? Autovia marítima A construção de uma ‘autovia marítima brasileira’ utilizando a cabotagem e o transporte de cargas por meio de speed ships reduziria o tráfego na malha viária norte-sul do Brasil, barateando e favorecendo a logística na movimentação de mercadorias. Todos de acordo. Autovia marítima A construção de uma ‘autovia marítima brasileira’ utilizando a cabotagem e o transporte de cargas por meio de speed ships reduziria o tráfego na malha viária norte-sul do Brasil, barateando e favorecendo a logística na movimentação de mercadorias. Todos de acordo. Ruim para a UE... A União Européia (UE), que em janeiro suspendeu a importação de carne brasileira, agora faz um apelo ao Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) para que uma solução definitiva para o comércio de carne seja encontrada. Ao invés de protestar contra o embargo, o Brasil tem tratado de tranqüilizar os países fora da UE sobre as medidas que garantem a qualidade do seu produto. ... bom para os EUA O Brasil,...

Porto de São Francisco do Sul registra aumento em março

...U´s (Twenty Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), com 235.969 toneladas. Na cabotagem, as importações totalizaram 127.841 toneladas. No total, 72 navios atracaram em março no porto francisquense. Por Assessoria de imprensa do Governo do Estado de Sta.Catarina...

Setor lácteo trabalha para ampliar exportações em 25%

...icas e construção de uma nova unidade, cujo local ainda está em estudo. Até 2010, a Itambé deverá processar 1,8 bilhão de litros por dia, informou o presidente da companhia. Por DCI - SP...

Exportações para países árabes cresceram 17% no tri

...vendas não são apenas de oportunidades de momento e sim resultados de negociações, contratos e parcerias de longo prazo´. As importações brasileiras provenientes dos países árabes, entre janeiro e março de 2008, registraram crescimento de 75,7% quando comparado ao mesmo período do ano passado. Por Investnews...

O desafio agrícola

...om clareza não apenas as oportunidades que suas condições especiais proporcionam, mas especialmente as tarefas históricas que são indispensáveis para fazer com que tais oportunidades se convertam em realidades. Neste sentido, o Brasil age com sabedoria ao definir que, antes de mais nada, precisa mapear os mercados que receberiam seus excedentes agrícolas. É uma tarefa que está sendo realizada pelo Ministério da Agricultura sobre uma realidade global em mutação acelerada, em especial com a ascensão de centenas de milhões de asiáticos ao mercado de consumo. O país não pode, no entanto, esquecer que há problemas a serem enfrentados, tanto internamente, pela necessidade de ampliar a qualidade fitossanitária, quanto externamente, devido a uma concorrência que nem sempre tem sido leal. Mas tarefas a serem realizadas não são apenas mapear mercados ou garantir a produtividade. Há outras graves, urgentes e indispensáveis. A grande incógnita que esse desafio apresenta é o de como gerenciar a produção agrícola frente à insegurança dos p...

União Européia pode barrar carne brasileira

...e a circular é informativa às unidades, pedindo "apenas cautela na compra, pois ainda faltam tecnicalidades das autoridades européias, que estão no Brasil". A empresa acredita que o assunto será resolvido esta semana. As demais empresas exportadoras não se pronunciaram sobre o assunto. Surpresa A circular do ministério causou surpresa aos analistas de mercado. O entendimento dos consultores ouvidos é que existe algum problema não explicado pelo governo brasileiro. No documento, o ministério afirma que as exportações estão paralisadas e diz que "entendimentos estão sendo mantidos com a UE". "Para mim foi uma surpresa. Tem algum equivoco de alguém", diz o sócio-diretor da Agripoint, Miguel da Rocha Cavalcanti. Ele diz que acha estranho a informação do secretário de Defesa Agropecuária da necessidade de se revisitar as fazendas. Opinião semelhante tem Ferraz, da AgraFNP. "O que se pode deduzir é que pode haver algum problema, que o governo está prevendo que possa acontecer alguma coisa, como a carne chegar lá e ser recusada por algum problema", afirma. Ele acrescenta que talvez só falte um "OK" da União Européia para todas as 95 fazendas e que assim que isso ocorrer a lista possa, inclusive crescer. De acordo com o governo, a quantidade de fazendas autorizadas a embarcar irá aumentar depois que do treinamento dos fiscais, que ocorre até o dia 24. "Nossa senhora! Quer dizer que o que já era uma miséria virou pó?", indaga o analista da Safras & Mercado, Paulo Molinari. Ele também acredita que seja uma medida do governo de precaução, mas acrescenta que o cenário não vai mudar enquanto não houver uma quantidade maior de fazendas autorizadas a vender para os frigoríficos exportadores. "A realidade é que o mercado europeu vai ficar desabastecido e o Brasil vai vender pouco", diz. Segundo dados da consultoria, no primeiro trimestre deste ano os embarques de carne caíram de 667,2 mil toneladas para 507,2 mil toneladas (em equivalente carcaça), ou seja, uma diminuição de 24% no período. "No meu entender, o ministério tinha entendido que as 95 fazendas estariam automaticamente credenciadas e os frigoríficos poderiam abater e parece que aconteceu algum problema", diz o diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres. Ele lembra, no entanto, que o mercado mundial de carne está muito bom, que a Argentina e a Austrália estão com problemas de oferta e que, portanto, o Brasil tem chances de embarques para outros países. Procurada, a Abiec não se pronunciou sobre a documentação do governo. Por Gazeta Mercantil...

Receita de montadoras com exportações aumenta 6,6% no mês em março e 3% em relação a 2007

... em conta março deste ano, em unidades, foram exportados 62.484 veículos (incluídos caminhões e ônibus), ou uma queda de 8,8% na comparação com período semelhante do ano passado (68.502 unidades). Ante fevereiro, quando as vendas externas somaram 58.547 veículos, viu-se, no entanto, acréscimo de 6,7%. Ainda no terceiro mês de 2008, as vendas externas de máquinas agrícolas equivaleram a US$ 240,923 milhões, com expansão de 14,5% no confronto com igual mês de 2007 e ampliação de 17,9% frente a fevereiro deste exercício. Foram exportadas em março 2.609 máquinas, superando...

Brasil estuda ampliar exportação de alimentos

...o Brasil, essa seria uma oportunidade para a exportação não apenas de produtos agrícolas, como também de maquinário. O setor privado considerou os levantamentos como um iniciativa positiva. Mas alertou que o governo precisa fazer seu dever de casa antes de querer "conquistar o mundo". Para o presidente da Associação de Produtores de Carne Suína, Pedro Camargo Neto, o que interessa é se existem ou não exigências sanitárias em um país e o que deve ser feito para eliminá-las. Por Agência Estado...

ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO No- 3,

...s conforme Anexo I. Art. 5o A unidade aduaneira jurisdicionante do transportador somente poderá habilitar, nos perfis relativos a transportador do Siscomex Carga, os respectivos funcionários que constam dos cadastros e tabelas do sistema Mercante, cadastrados conforme Anexo I. Parágrafo único. Em complementação aos procedimentos disciplinados pela Coordenação-Geral de Tecnologia e Segurança da Informação (Cotec), a unidade da RFB deverá imprimir a tela de consulta do sistema Mercante e anexar aos demais documentos exigidos para habilitação. Seção II Do Termo de Responsabilidade para Veículos Art. 6o São procedimentos relativos à prestação do termo de responsabilidade de que trata o § 1o, do art. 64, do Decreto no 4.543, de 26 de dezembro de 2002 e o § 3o do art. 39 do Decreto-lei no 37, de 18 de novembro de 1966, com a redação dada pelo art. 1o do Decreto-lei no 2.472, de 1o de setembro de 1988. § 1o Deverá ser apresentado Termo de Responsabilidade específico para cada escala, assinado pela agência marítima, conforme formulário do anexo II desta norma. § 2o Para controle da prestação do termo de responsabilidade específico, a unidade da RFB jurisdicionante do porto poderá bloquear, no Siscomex Carga, a desatracação da embarcação na escala, preferencialmente antes de sua atracação, e desbloqueá-la assim que atendida a exigência prevista no art. 65, do Decreto no 4.543, de 26 de dezembro de 2002. CAPÍTULO II DA PRESTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES NO SISTEMA Seção I Da Escala Art. 7o O transportador informará no Siscomex Carga, para cada escala, todos os portos, nacionais ou internacionais, de procedência e subseqüentes de atracação na viagem da embarcação. § 1o Esta obrigação somente se aplica a portos onde ocorrerem ou estiverem previstas operações de carregamento ou descarregamento. § 2o O Sistema gerará numeração nacional, anual e seqüencial para cada escala informada. Art. 8o O transportador que informou a escala deverá manter atualizada a data...

Auditores da Receita Federal rejeitam proposta e decidem manter paralisação

...reiro por Paiva. Naquela oportunidade, segundo o sindicalista, o governo concordou pagar salários de R$ 14.300 para os iniciantes e R$ 19.700 para os mais antigos. Esses patamares seriam alcançados em abril de 2009. Essa proposta, na avaliação de Cabral, seria aceita pelos auditores. A reivindicação mais importante dos grevistas é a equiparação salarial com as carreiras da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Polícia Federal. "O que não aceitamos é um critério de avaliação de desempenho que permite pressão política sobre os auditores", explicou o representante dos auditores. Outro ponto de discórdia entre governo e auditores, na avaliação de Cabral, é o fato de seus auxiliares (analistas) estarem recebendo aumentos 14% maiores que os oferecidos a eles. Isso está, segundo ele, provocando atritos entre os funcionários da Receita. Segundo o Ministério do Planejamento, os auditores da Receita tiveram, desde 2002, 123,4% de aumento no valor inicial d...

Porto Seco vai agilizar os despachos de exportação

...m, o Redex tornou-se uma oportunidade de aumentar a clientela da empresa. Schmitt lembra que qualquer carga pode ser despachada através do porto seco de Irani. Por Diário Catarinense - SC ...

Greve pode levar empresas à Justiça

...abará. Segundo o Unafisco, as unidades aduaneiras de Uruguaiana (RS), Foz do Iguaçu e Paranaguá (PR), Cumbica e Santos (SP) estão com a capacidade quase esgotada. Nos dois primeiros postos, caminhões já fazem filas nas vias de acesso. Na unidade de Paranaguá, há US$ 350 milhões em mercadorias paradas. A Receita e os ministérios do Planejamento e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior não comentaram o caso. Os auditores mantêm 30% da força de trabalho em operação. Cumprem assim determinação legal segundo a qual devem ter tratamento preferencial produtos perecíveis e inflamáveis, medicamentos e cargas perigosas. As negociações sobre o reajuste demandado pela categoria entraram em um impasse. O governo federal ameaç...

Na prática, embargo da União Européia à carne continua

...ião Européia por meio de suas unidades fora do Brasil. Sem os embarques para a União Européia - que respondem por cerca de 30% da receita obtida pelo Brasil com carne bovina - a saída, de acordo com o diretor-executivo da Abiec, é buscar novos mercados. Entre eles, estariam a China e a ampliação do número de indústrias habilitadas para exportar para a Rússia, retomando a venda de estados proibidos quando da ocorrência da febre aftosa em Mato Grosso do Sul, em 2005. O sócio-diretor da Agripoint, Miguel Cavalcanti, lembra, no entanto, que mesmo com o redirecionamento das vendas para outros países, as empresas estão perdendo. Segundo ele, o preço de um quilo de corte nobre, que seria comercializado a US$ 40 na Europa sai a US$ 15 em outros mercados. Por Gazeta Mercantil...

Indústria de SC quase no limite

...$ 175 milhões na ampliação da unidade de blocos e cabeçotes de motores em Joinville, conforme anunciou, na semana passada, o diretor-presidente Luiz Tarquínio. Na Tupy, porém, a demanda é puxada pelo mercado externo. Por Diário Catarinense - SC...

Sem gado, exportação de carne cai

... o bloco europeu. Hoje são 97 unidades habilitadas. A lista aprovada tinha 106, mas algumas pediram para serem retiradas - pois não eram de gado de corte - e outras foram descredenciadas. Em fevereiro, revelou Zanella, os embarques de carne bovina in natura para aquele mercado caíram fortemente. Os valores saíram de US$ 146 milhões em janeiro para US$ 29,3 milhões, ou seja, apenas do que já havia sido contratado antes do embargo, ocorrido no fim de janeiro. "As exportações devem ser zer...

Auditor da Receita Federal em greve

...entual estipulado em todas as unidades da Receita Federal. Em outubro, o governo propôs um alinhamento dos salários dos auditores fiscais aos de duas outras carreiras exclusivas de Estado: a dos advogados da União e a dos delegados da Polícia Federal. Esse acordo não foi cumprido. Além de reduzir a proposta de reajuste de 42% para 17%. Os auditores só se reúnem em assembléia amanhã. Por Jornal do Commercio/PE...

Importação destinada à reexportação será facilitada

...ção nacional, partes e peças, unidades fabris e contêineres. O governo quer regulamentar esse tipo de comércio, para atualizar a legislação brasileira, que é considerada ultrapassada, mas tem de levar em conta que o tema é alvo de negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), onde países como os Estados Unidos querem a liberação total desse tipo de importações, e nações como o Brasil defendem uma liberação seletiva. Uma das principais mudanças, segundo Barral, será a maior "transparência" no processo de autorização para importações, que depende da manifestação dos fabricantes nacionais, para atestar que os bens importados não têm similar no país, condição obrigatória para que o governo permita o negócio. Já há sugestões informais para que o governo fixe prazos para a manifestação dos fabricantes nacionais, após os quais a ausência de manifestação seria considerada como a confirmação de inexistência de fabricação nacional. Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza, a importação de máquinas usadas sem similar nacional pode trazer benefícios ao país, por acrescentar ao parque produtivo tecnologias ainda não disponíveis. Ele alerta, contudo, para o aumento das pressões de diversos setores produtivos contra o governo, para liberalizar esse tipo de comércio de máquinas. Pastoriza identifica essas pressões principalmente nas áreas de mineração e petróleo e gás, por insatisfação com os prazos de entrega da produção nacional. "O argumento de que a indústria nacional não tem capacidade de atender ao mercado local é falacioso", defende o executivo. O aumento das exportações do setor, em 20% no ano passado, é uma demonstração de que as empresas podem redirecionar a produção ao mercado interno se houver uma maior demanda no país. O número de operações de compra de máquinas e equipamentos usados do exterior cresceu 23% no ano passado, mas a preferência por operações de grande porte (equipamentos de grande escala ou linhas completas de produção desmontadas e trazidas ao Brasil) fez com que o valor dessas importações crescesse quase 68%, de US$ 1,4 bilhão para pouco menos de US$ 2,4 bilhões. "Não se cogita reduzir essas importaç...

Governo apóia exportação e enfrenta o dólar baixo

...mercado, mas como o preço por unidade subiu o resultado ruim ficou maquiado. Não é diferente o caso da indústria química. A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) divulgou dados mostrando que a importação de produtos químicos no primeiro bimestre totalizou US$ 4,8 bilhões, aumento de 50,4% quando comparado com o mesmo período de 2007. Já as exportações de químicos somaram US$ 1,8 bilhão, apenas 14,8% acima do exportado no ano passado no primeiro bimestre. Mas é em volume que o quadro fica ainda mais assustador: enquanto a exportação em janeiro e fevereiro aumentou 3,6% em volume (1,6 milhão de toneladas) as importações saltaram 30,3%, com a entrada de 4,9 milhões de toneladas. O setor que liderou as importações foi fertilizante, com compras de US$ 1,02 bilhão, valor 125% maior do que o registrado no ano passado nos mesmos meses. Enfim, nos produtos químicos a balança comercial do setor ficou deficitária em US$ 2,89 bilhões, 85% a mais do que o registrado em janeiro e fevereiro de 2007. É nesse quadro que precisa ser avaliada a proposta do governo de apoiar as exportações. A rigor, as três medidas, eliminação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado dos exportadores, encerramento da cobertura cambial e cobrança de 1,5% de IOF sobre capital externo investido em renda fixa e títulos públicos.podem não deter a queda do dólar. Para Ma...

Auditor da Receita quer reajuste e ameaça parar

... serviço será transferido das unidades da Receita Federal para os escritórios dos sindicatos. São 73 delegacias sindicais em todo o país. Por Valor Econômico - SP...

Auditor da Receita quer reajuste e ameaça parar

... serviço será transferido das unidades da Receita Federal para os escritórios dos sindicatos. São 73 delegacias sindicais em todo o país. Por Valor Econômico - SP...

DOCUMENTOS HISTÓRICOS DO PORTO SERÃO DIGITALIZADOS

...isposição para consulta da comunidade. Na primeira etapa, a Furg trabalhará com técnicos que farão o descarte de documentos que não são mais necessários serem armazenados. Posteriormente, eles irão separar os materiais por meses e os repassar a Corag para a digitalização. Após isso, os documentos serão encaminhados para o arquivamento na área disponível pela Furg. O Porto ficará com um banco digital desses documentos que já serão autenticados pela Corag. Dessa forma, será fácil e ágil a localização de arquivos do Porto do Rio Grande. A idéia é que após se atingir a digitalização dos documentos de 2007, comece os trabalhos com os documentos anteriores a 1996. Atualmente o arquivo do porto está dividido em duas grandes unidades, sendo uma no Porto Velho e outro no prédio ...

CIRCULAR No- 15, DE 10 DE MARÇO DE 2008

...sitos de origem do Mercosul e unidades já produzidas no País, sem os quais não será caracterizada a existência de produção nacional. WELBER BARRAL...

Antaq classifica Porto Municipal de Itajaí como referência nacional em gestão ambiental

..., podendo também atender a comunidade. Itajaí mantém ainda convênio com a Universidade do Vale do Itajaí (Univali) para monitoramento ambiental da atividade portuária. Técnicos, professores e cientistas da universidade analisam periodicamente a qualidade da água, do ar, quantidade de ruído produzido e os efeitos da dragagem. O convênio com a Univali foi renovado até 2010, com custo estimado de R$ 2,8 milhões. A superintendência do porto também adquiriu uma área com 195 mil metros quadrados de Mata Atlântica, para instalação do Parque Natural Municipal do Atalaia. O local destina-se à preservação de animais e plantas, além de estudos científicos e projetos de educação ambiental. O investimento financeiro do Porto Municipal foi de R$ 1,2 milhão. O plano de manejo do parque foi realizado pela Univali com apoio da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Famai) e da Secretaria Municipal de Educação. Novas ações Segundo a superintendente do Porto Municipal de Itajaí, Eliane Neves Rebello Adriano, as conquistas ambientais vão avançar ainda mais. “Estamos prestes a firmar convênio com Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fatma) para iniciar os programas de educação ambiental no Parque do Atalaia. Uma das nossas principais metas é garantir que o crescimento do porto gere também qualidade de vida para a população”, disse. Por Assessoria de Comunicação-Superint. do Porto de Itajai...

Porto aposta em eficiência de gestão

...e Desestatização (PND), entre unidades portuárias federais como a de Santos, que já sinalizava iniciativas nesse sentido, enquanto autarquias estaduais, como a Appa, aplicavam ações para aprimorar o gerenciamento dos portos. Nas docas santistas, José Di Bella, diretor presidente do Porto de Santos, que assumiu em setembro passado o comando principal porto brasileiro, disse em entrevista exclusiva ao DCI que considera as questões de gestão como um dos fatores mais importantes neste ano. "Estamos perseguindo a governança corporativa, elevando padrão de gestão do porto ao das empresas de capital aberto", afirmou, ao enfatizar que o objetivo é trabalhar com metas de crescimento, redução de custos e negociação de créditos. O presidente do Porto de Santos diz que existem ações de longo prazo para a estruturação, como o convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai permitir um plano para "preparar a empresa para o crescimento". Além disso, a promessa é que Santos terá recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para dobrar sua capacidade, agregando mais 120 milhões toneladas. Segundo o executivo, os planos incluem ainda a possibilidade de implantar mais 55 berços de atracação de navios, p...

‘Brasil vai crescer 5,5% e virar locomotiva mundial’

...Rio, para pedir o apoio da comunidade internacional para financiar o crescimento da economia brasileira. Falando a banqueiros internacionais e nacionais, Coutinho disse que o BNDES não está apto a fazer esse trabalho sozinho e espera que o setor privado ajude. EMERGENTES Em sete anos, a participação dos países emergentes no PIB vai superar a dos desenvolvidos. A previsão foi feita ontem, na reunião do IIF, pelo diretor do Bradesco, Octávio de Barros. De acordo com ele, atualmente a participação de Brasil, Rússia, Índia e China (o grupo Bric) no PIB mundial é de 21,47%, quase igual à dos EUA, que é de 21,44%. Barros mostrou que os EUA e os países da zona do euro perderam participação relativa no PIB global nos últimos anos, enquanto os emergentes ganharam, especialmente a China, que, segundo suas estimativas, vai se tornar a maior economia do mundo em 2020. Fonte: O Estado de São Paulo...

Carnes suína e de frango mais perto do Chile

... peito de frango, melhor oportunidade do que abastecer a geladeira dos consumidores chilenos. Fonte: Valor Econômico ...

PORTARIA Nº 3, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2008

...o, pelo menos, dos veículos e unidades de carga movimentados no recinto. Art. 7º O recinto que receba vegetais ou parte deles, movimente cargas frigorificadas, tóxicas, explosivas ou quaisquer outras que exijam cuidados especiais no transporte, manipulação ou armazenagem deverá dispor de armazém especial, câmara frigorífica ou área isolada especial, conforme o caso, que permita a descarga e a verificação de uma unidade de transporte, pelo menos, de acordo com os requisitos técnicos, condições operacionais e de segurança definidos pelas autoridades competentes. Art. 8º O Redex deverá dispor de rede de vigilância eletrônica dotada de câmeras para monitoramento e gravação de imagens: I - dos portões de acesso ao recinto; II - para vigilância do recinto, cobrindo todas as áreas de armazenagem, cobertas e descobertas; III - das áreas destinadas à unitização ou desunitização de mercadorias (estufamento e desova de unidades de carga), e à verificação de mercadorias; IV - das portas de acesso aos escritórios dos órgãos e agências da administração pública federal que operem no recinto; V - das salas onde se encontrem servidores de rede. § 1º A operação do sistema a que se refere o caput deve ser amparada por dispositivos de sustentação do funcionamento para o caso de falta de energia elétrica (geradores ou "no-breaks") capazes de manter a operação do sistema por doze horas, pelo menos. § 2º Os dispositivos de sustentação a que se refere o § 1º devem manter também o funcionamento rede de vigilância eletrônica referida no caput. § 3º O sistema informatizado referido no caput deverá gravar as imagens, referidas a data e hora e número da câmera, e ter capacidade para mantê-las armazenadas em meio automaticamente acessível ao servidor da rede pelo prazo de, no mínimo, 60 dias. § 4º A guarda dos arquivos de imagens referida no § 3º deve ocorrer pelo prazo mínimo de dois anos. § 5º A gravação de imagens de verificação de mercadorias e sua transmissão devem permitir correlacionar a imagem da verificação aos correspondentes números de documento de transporte, fiscal, aduaneiro e número do contêiner. Art. 9º O Redex deve dispor de sistema informatizado que controle o acesso de pessoas e veículos, movimentação de cargas e estocagem de mercadorias no recinto. § 1º Nos portões de entrada e saída devem ser instaladas câmeras digitais integradas a sistema de leitura digital, para registro automático das placas dos veículos e dos números dos contêineres que nele entrem ou dele saiam. § 2º A identificação de veículos rodoviários também será feita por meio de anotação no sistema informatizado de suas placas de licenciamento e dos números dos contêineres, caso o sistema de leitura digital não possa reconhecê-los. § 3º O controle de movimentação de cargas e de estocagem de mercadorias no recinto compreende o registro: I - das operações de unitização de mercadorias; II - da localização tridimensional das cargas desembaraçadas para exportação; III - da entrada da carga no recinto, disponibilização da mercadoria para verificação, conclusão da verificação e saída da carga do recinto; e IV - de outras ocorrências de interesse para o controle aduaneiro. § 4º O sistema de controle informatizado referido no caput não requer funções e registros quanto à: I - movimentação e armazenagem de mercadorias não destinadas à exportação; e II - movimentação de veículos e pessoas fora das áreas do Redex. Art. 10. Os sistemas referidos nos arts. 8º e 9º deverão funcionar ininterruptamente. Parágrafo único. O disposto no caput não exclui paradas programadas para manutenção dos sistemas. Art. 11. O administrador do Redex deverá apresentar o Plano Operacional e de Segurança (POS), compreendendo medidas e procedimentos específicos: I - para recrutamento e capacitação de funcionários; II - de controle de acesso de pessoas e circulação interna; III - de controle de acesso de veículos e circulação interna; IV - para informar presença de carga; V - para carga e descarga de unidades de transporte; VI - para estufamento e desova de unidades de carga; VII - para disponibilização de carga para trânsito aduaneiro; VIII - rota e prazo para os trânsitos aduaneiros; IX - para disponibilização de carga para verificação da mercadoria; X - para extração, guarda e remessa de amostras; XI - para a quantificação e identificação de mercadoria, e emissão dos respectivos relatórios, se for o caso; XII - para o monitoramento de segurança do local ou recinto; XIII - dos protocolos de segurança ("qual o procedimento a ser adotado se"); XIV - do plano para contingências por: a) falta geral de energia elétrica; b) inoperância do sistema informatizado de controle de acesso; c) inoperância do sistema de vigilância eletrônica; d) inoperância do sistema de controle de movimentação de cargas e de armazenagem; e e) incêndio ou grave acidente; Parágrafo único. Deverá acompanhar o POS a demonstração da capacidade operacional do recinto em TEUs (para contêineres), metros cúbicos (para carga solta), e toneladas (para granéis), dentro das condições operacionais estabelecidas neste artigo. Art. 12. O requerimento de autorização de Redex deverá ser protocolizado pelo interessado na DRF/Lages, informando sua localização e os tipos de carga ou mercadorias que movimentará. § 1º O requerimento referido no caput deverá ser instruído com os seguintes documentos: I - ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedade comercial, devendo, no caso de sociedade por ações, estar acompanhado dos documentos de eleição de seus administradores; II - cópia do documento de identidade dos signatários do requerimento referido no caput, acompanhado do respectivo instrumento de procuração, se for o caso; III - designação do fiel depositário e documentação referente ao seu registro na Junta Comercial, podendo ser mais de um a critério do requerente; IV - prova de regularidade no que se refere a tributos e contribuições administrados pela RFB e da Dívida Ativa da União (matriz e estabelecimento em questão), prova de regularidade com a Previdência Social e certificado de regularidade de situação junto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do estabelecimento; V - declaração da pessoa jurídica responsável pelo estabelecimento de que seus sócios e administradores não foram condenados por crime contra a administração pública ou administração da justiça, de sonegação fiscal, contrabando e descaminho, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro ou falimentar; VI - projeto do recinto a ser autorizado, contendo: a) croqui de situação, em relação...

Governo eleva para US$ 180 bi meta de exportações em 2008

... ao comércio entre diferentes unidades da mesma empresa. Por Gazeta Mercantil...

Português pode integrar UE e Mercosul, diz câmara comercial

... demais Estados-membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A nova direção do conselho inclui ainda os presidentes das câmaras da Bahia e de Minas Gerais, Eduardo Salles e Raul Penna, na primeira e na segunda vice-presidências, respectivamente. A posse de Rômulo Soares, um jovem empreendedor português de 36 anos, natural de Moçambique, ocorreu após encontro entre representantes das dez Câmaras Portuguesas de Comércio existentes no Brasil - Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Ceará, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília. A cerimônia na embaixada marcou também a posse do presidente da nova Câmara de Comércio Portuguesa de Brasília, Fernando Brites, que agradeceu o empenho do embaixador de Portugal, Seixas da Costa, para esta iniciativa. "Brasília tem toda a vocação para ser o centro econômico da América Latina. Já somos o oitavo PIB brasileiro e temos um parque tecnológico que exporta para todos os continentes", afirmou o responsável. Brites disse ainda contar com a parceria da companhia aérea TAP para exportar os produtos para o mercado europeu. "Brasília vai anunciar, nos próximos dias, um pólo de produção de flores. E podemos contar com o vôo da TAP que sai de Brasília de "barriga vazia", só carregando malas, para exportar esses produtos", sublinhou. Por Agência Lusa...

Indústria da embalagem pesquisa mercado árabe

...ximo ano para estudar as oportunidades que há na região. O objetivo, de acordo com a diretora executiva da ABRE, Luciana Pellegrino, é conhecer, por exemplo, os tipos de embalagens mais utilizadas no mundo árabe e também como são ...

País precisa de mais terminais de contêineres, diz armadora

... cerca de 1,5 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), ou seja, quase um terço da movimentação nacional no ano passado. De acordo com o diretor de Operações e Cabotagem da armadora, José Antonio Cristóvão Balau, que esteve em Santos na semana passada, o País operou 4,5 milhões de TEUs em 2007. Por A Tribuna...

Brasil é o quinto melhor mercado para venda de PCs

...UA que venderam 64 milhões de unidades. As vendas de 10,7 milhões de unidades de PCs realizadas no país ao longo de 2007, entre desktops e notebooks, representa...

Fepam renova Licença de Instalação para empreendimento portuário

...trial que não será tratado na unidade e o respectivo licenciamento ambiental desta, além dos demais documentos necessários. Por Jornal Agora - RS...

Exportação sobe 24% e vai de avião à cerâmica

...stimentos (Apex) apontou oportunidades para o Brasil no mercado panamenho em setores como móveis, têxteis, plásticos, chocolates, balas, pedras preciosas, materiais elétricos e eletrônicos, alimentos, cerâmica, metalurgia, máquinas e tratores e produtos de limpeza. O Brasil é o terceiro maior fornecedor de máquinas e equipamentos para o Panamá. Dos US$ 16 milhões que o país caribenho importa desses produtos, 28% vêm do Brasil. O Panamá não produz bens de capital e a tarifa de importação é de apenas 5%. Entre 2002 e 2006, as exportações brasileiras de máquinas para esse destino cresceram 62%. Por conta do desempenho da construção civil, crescem as compras no Panamá de máquinas como carregadoras e betoneiras. Junto com a explosão do ramo imobiliário, o setor de móveis obtém um bom desempenho no Panamá. O país importa todos os móveis que consome. É um mercado competitivo, principalmente no segmento de alta renda, com a presença de marcas exclusivas dos EUA e da Europa. O Brasil é o quinto maior fornecedor. Em 2007, as exportações de móveis do Brasil para o Panamá subiram 10%. “A moda do Brasil faz sucesso no Panamá”, diz Manuel Ferreira, do departamento econômico da Câmara de Comércio e Indústria do Panamá. Mas a competição no setor têxtil com as empresas asiáticas, principalmente chinesas, que mantêm grandes armazéns na Zona Livre de Colón (ZLC), é feroz. Os Estados Unidos são o principal parceiro comercial do Panamá, fornecendo 27% das importações do país e recebendo 38% das exportações. (RL) Fonte> Valor Econômico...

Ano será de consolidação do mercado de duas rodas

...deste ano apontam 184.879 mil unidades, contra pouco mais de 149 mil motocicletas produzidas no mesmo mês de 2007, um aumento de 24,1%. As montadoras também contabilizam bons resultados em vendas – números chegam a 171.046 mil unidades comercializadas, um crescimento de 27,9% em relação a janeiro de 2007. Segundo o presidente da Abraciclo, Paulo Shuiti Takeuchi, a entidade entende que a diferença acentuada de dezembro para janeiro deveu-se à recuperação da demanda momentaneamente reprimida naquele mês e demonstra a volta do mercado aos patamares já esperados pelo setor. Em relação à produção e vendas no mercado interno,...

Receita com produto popular importado deve subir 15%

...portem mais de 220 milhões de unidades de produtos, destinados principalmente às classes de renda D e E, como utensílios domésticos, objetos de decoração, brindes e ferramentas. "Os produtos importados populares chegam às pessoas com menor renda e são uma grande opção de inclusão no mercado de consumo. O popular resgata o direito ...

CIRCULAR No- 5, DE 11 DE FEVEREIRO DE 2008

...artes interessadas terão oportunidade de apresentar, por escrito, os elementos de prova que considerem pertinentes e poderão, até a data de convocação para audiência final, solicitar audiências. As audiências previstas no art. 31 do referido Decreto deverão ser solicitadas até 180 (cento e oitenta) dias após a data de publicação desta Circular. 6. Caso uma parte interessada recuse o acesso às informações necessárias, não as faculte no prazo estabelecido ou impeça de forma significativa a investigação, poderão ser estabelecidas conclusões, positivas ou negativas, com base nos fatos disponíveis, em conformidade com o disposto no § 1o do art. 66 do Decreto no 1.602, de 1995. 7. Caso se verifique que uma parte interessada prestou informações falsas ou errôneas, tais informações não serão consideradas e poderão ser utilizados os fatos disponíveis. 8. Na forma do que dispõe o § 4o do art. 66 do Decreto no 1.602, de 1995, se uma parte interessada fornecer parcialmente ou não fornecer informação solicitada, o resultado poderá ser menos favorável caso a mesma tivesse cooperado. 9. Os documentos pertinentes à investigação de que trata esta Circular deverão ser escritos no idioma português e os escritos em outro idioma deverão vir aos autos do processo acompanhados de tradução feita por tradutor público, conforme o disposto no § 2o do art. 63 do referido Decreto. 10. À luz do disposto no § 3o do art. 57 do Decreto no 1.602, de 1995, a revisão deverá ser concluída no prazo de doze meses contado a partir da data da publicação desta circular. 11. Em vista do contido no parágrafo 4o do art. 57 do Decreto no 1.602, de 1995, enquanto perdurar a revisão, será mantido em vigor o direito antidumping de que trata a Resolução CAMEX no 5, de 7 de fevereiro de 2003. 12. Todos os documentos referentes à presente investigação deverão indicar o número do processo MDIC/SECEX-RJ 52500.023070/2007-83 e serem dirigidos ao seguinte endereço: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR, DEPARTAMENTO DE DEFESA COMERCIAL - DECOM - Esplanada dos Ministérios - Bloco J, CEP 70056-900 - Brasília (DF), telefone (0XX61) 2109-7693 e 2109-7770 e fac-símile (0XX61) 2109-7445. WELBER BARRAL...

Indústria aumenta produção em janeiro e vê trimestre positivo

... Carnaúba, vice-presidente da unidade de insumos básicos. Ele conta que apenas uma unidade produtiva do complexo teve uma interrupção causada por problema técnico e não por demanda mais fraca. "A produção foi a que tínhamos planejado, igual a de janeiro do ano passado e os clientes continuam fazendo pedidos", explica o executivo. Segundo ele, ainda não há preocupação com o cenário externo e nem com as conseqüências que a crise da economia americana possa trazer ao Brasil. A indústria de cerâmica de Santa Catarina também teve um bom começo de ano, de acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas de Criciúma e Região (Sindiceram), Otmar Müller. As vendas no mercado interno em janeiro de 2008 foram 17% acima da média mensal de todo o ano passado. Ele prevê manutenção desse ritmo no trimestre. "Esses números refletem o maior investimento no setor de construção civil realizado em 2007 e que até então só era perceptível em outros segmentos, como fornecedores de aço, tubos e conexões." No mercado externo, já sentindo desaquecimento dos clientes americanos, as indústrias do sul de Santa Catarina tiveram vendas 12% menores em janeiro, comparadas com a média mensal de 2007. Rogério Sampaio, presidente da Cecrisa, também aponta para o bom desempenho do mercado interno em janeiro. As vendas cresceram 30% frente ao mesmo mês de 2007 e deram perspectivas de um bom ano pela frente. Ele destaca que o desempenho reflete a chegada do "boom" da construção civil do país ao setor de acabamentos. No mercado externo, a empresa teve receita 25% menor em janeiro, situação em parte creditada à diminuição das vendas aos EUA. O comércio de construção civil apresentou desempenho diferente dos demais. O excesso de dias chuvosos em São Paulo - que representa 40% do mercado consumidor de construção - esfriou o ânimo dos compradores e as vendas tiveram queda de 6% em relação a janeiro de 2007, de acordo com dados preliminares da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Cláudio Elias Conz, presidente da entidade, não vê o resultado como tendência. Ele prevê alta de 7% nas vendas de materiais de construção no primeiro trimestre e, para o ano, expansão de 9% - superior aos 8,5% do ano passado. "As chuvas adiam as compras, mas as obras continuam. O que não foi vendido em janeiro, será vendido a partir deste mês", diz. Por Valor Econômico - SP...

Exportador busca alternativas à UE

...que a estratégia de compra de unidades fora do Brasil poderá ser muito útil para manter o abastecimento do mercado da União Européia a partir de outras unidades ao redor do mundo. Com a compra da americana Swift, o Friboi passa a ter unidades nos Estados Unidos e na Austrália. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) o Brasil atende a 5% do mercado europeu de carne in natura, mas é um dos líderes em alguns tipos de corte, como filé mignon,...

INDÚSTRIA DE PNEUS CRESCE 10% EM 2007

... em 2006 para 63,1 milhões de unidades vendidas no ano passado. O aumento só não foi mais significativo por que no segmento de pneus para automóveis de passeio a elevação foi de apenas 1,6%, em face da concorrência desleal d...

Irlandeses comemoram embargo da UE à carne brasileira

...sima. Por anos, a UE deu oportunidades para o Brasil colocar seu sistema de vigilância em ordem", afirmou. "Mas o País parece não ter entendido os recados." Walshe acredita que o Brasil fracassou no controle à aftosa, "no movimento de gado, na rastreabilidade e na fiscalização nas fronteiras". "A Comissão não teve outra opção senão aplicar a suspensão." Fonte: O Estado de S.Paulo ...

Novo superintendente de Itajaí garante continuidade na gestão

... rotina operacional a toda comunidade portuária ", disse. Salles já foi superintendente do Porto de Itajaí no período de 1989 a 1997 e assumiu o cargo de diretor-executivo em 2005. De acordo com a Polícia Federal (PF), Rebello e o secretário do Sindicato dos Motoristas de Itajaí, Carlos Cesar Pereira, 48 anos, agenciavam pessoas sem direito aos benefícios da Previdência Social para receberem aposentadorias ou pensões do INSS. A fraude era executada por Porto, que inseria dados falsos no sistema informatizado do INSS. O rombo nos cofres públicos pode chegar a R$ 6 milhões. O novo superintendente declarou que a fraude é alheia a atividade do porto e que nenhuma verba foi desviada. Inclusive o Porto Municipal conseguiu desconto para a execução das obras de recuperação dos molhes. Salles esteve na semana passada em Brasília na Secretária Especial dos Portos (SEP) tratando sobre a dragagem, cujo projeto prevê um calado de 12 met...

Exportação de frutas para os árabes cresceu 69%

...íplice para buscar novas oportunidades”, afirmou. Além do mercado árabe, as exportações de frutas frescas e processadas em geral também registraram aumento no ano passado. As vendas somaram US$ 3,3 bilhões, o que representou um crescimento de 45% em relação a 2006, quando as exportações totalizaram US$ 2,3 bilhões. Apenas de frutas frescas foram embarcadas 918 mil toneladas no ano passado, 14% a mais que no ano anterior. As exportações renderam US$ 642 milhões, um aumento de 34% em comparação a 2006, quando as vendas somaram US$ 477 milhões. As principais frutas frescas responsáveis pelo aumento das exportações foram uva, melão, maçã, limão e abacaxi. As frutas processadas também fecharam o ano com saldo positivo, com exportações de US$ 2,7 bilhões, um aumento de 48% comparado com o ano anterior. O suco de laranja continua sendo o grande destaque, pois representa cerca de 82% das exportações de frutas processadas e obteve um aumento de 53% comparado com o ano anterior. Outro destaque foi a venda de castanha-de-caju, que teve um crescimento de 20% na sua receita representando US$ 225 milhões. Ela também foi responsável por cerca de 50% do total de frutas exportadas para os países árabes, somando US$ 7,68 milhões. Por ANBA...

Brasil talvez aceite corte maior em tarifa em Doha

...Lula que será aberta uma oportunidade para a conclusão da Rodada com a apresentação, no início de fevereiro, das propostas de acordos para as áreas agrícola e industrial/serviços pelos presidentes dos grupos de negociação dessas áreas. A expectativa é que esses documentos tragam versões bastante próximas a dos acordos finais. Mas, na melhor das hipóteses, ainda deixarão em branco os itens mais nevrálgicos - o teto para os subsídios domésticos americanos, o grau de abertura agrícola dos países desenvolvidos e a margem de ampliação do acesso de bens industriais nas economias em desenvolvimento. Fonte: O Estado de Minas...

Movimento de veículos no Porto é o maior da história

...lassic, da GM, atingiu 54.431 unidades (86,4% das importações). O recorde anterior pertencia ao ano de 1998 com 52.304 veículos, época em que a Ford importava automóveis pelo RS. Por Correio do Povo / RS...

PORTO BATE RECORDE NA MOVIMENTAÇÃO DE VEÍCULOS

...modelo Classic atingiu 54.431 unidades, com alta de 367,5%, sendo responsável por 86,4% das importações. O desembarque da caminhonete da GM, modelo Tracker, também foi destaque, com crescimento de 545,7%, atingindo 6.845 unidades. O mesmo ocorreu com as operações do Ômega australiano com 873 unidades (+85,3%). As importações ainda tiveram o acréscimo com a operação da Toyota Hillux, que registrou 808 unidades, enquanto que em 2006 não foi movimentado este modelo. Ao contrário das importações, as exportações tiveram pequena queda, com índice negativo de 10,1%, com uma movimentação de 6.103 veículos. A diminuição nos veículos enviados para o exterior deve-se em grande parte a parada na movimentação do Celta, que em 2006 teve 1.590 unidades exportadas. Além disso, os embarques de colheitadeiras foram menores do que em 2006, com decréscimo de 11,4%. Já as movimentações de ônibus (+144%) e de Tratores (+5.071), tiveram alta. Segundo o superintendente do Porto do Rio Grande, Sinésio Cerqueira Neto, a qualidade da mão-de-obra e da infra-estrutura do porto rio-grandino, al...

Empresários investirão em terminal aduaneiro para Chapecó

...no onde se instalará a futura unidade alfandegada. O presidente da Acic, Vincenzo Mastrogiacomo, e o coordenador do projeto Redex, Sérgio Migliorini, informaram que a empresa EADI Sul, do Grupo Colúmbia, está habilitada para participar da licitação e capacitada para realizar os investimentos. Essa empresa tem 65 anos de existência e é líder do segmento de logística integrada no país. Opera, atualmente, 14 estações aduaneiras, seis delas na região sul. A Prefeitura Municipal de Chapecó disponibilizará através de licitação pública uma aérea territorial localizada no Distrito Industrial com 150 mil metros quadrados para a empresa concessionária do estabelecimento alfandegado. As empresas interessadas elaborarão projeto técnico e s...

Exportações do Rio Grande do Sul cresceram em 2007

...rte visando aproveitar a oportunidade e consolidar essa tendência positiva, estimulando o segmento exportador para que não retorne o cenário de perdas que vinha acontecendo", assinalou o industrial. Em termos setoriais, a recuperação das vendas industriais no ano passado foi positiva, subindo 8% em reais (R$ 1,9 bilhão) e 21% em dólares (US$ 2,3 bilhões). "A adaptação à nova condição do câmbio tornou os processos de produção mais eficientes. Entretanto, o ano de 2007 serviu para o setor industrial exportador recuperar partes das perdas de 2006", comentou o presidente da Fiergs. A indústria foi responsável pela exportação de US$ 13 bilhões, o equivalente a R$ 25,3 bilhões, cerca de 87% do total. Os produtos primários, por sua vez, aumentaram 91% em reais (R$ 1,6 bilhão), derivados da boa safra e dos preços em alta das commodities agrícolas. Em dólares, a alta chegou a 116% (US$ 900 milhões). O Rio Grande do Sul terminou o ano como o terceiro maior estado brasileiro exportador, com um total de participação de 9,3% no país, atrás de São Paulo (32% ou US$ 51,7 bilhões) e Minas Gerais (11% ou US$ 18,4 bilhões). Em quarto lugar está o Rio de Janeiro, com 8,9% (US$ 14,31 bilhões). Os paíse...

PORTARIA No- 1, DE 15 DE JANEIRO DE 2008

...rção das suas importações, em unidades, daquelas respectivas origens, efetivadas no período compreendido entre janeiro de 2006 e dezembro de 2007, em relação ao total importado pelo Brasil no mesmo período, das mesmas origens; b) A quantidade remanescente de 10 (dez) por cento da cota de cada NCM constituirá reserva técnica, destinada à distribuição entre as demais empresas, em cuja análise será obedecida a ordem de registro das Licenças de Importação (LI) no SISCOMEX; b.1) a quantidade por LI será limitada a 20% da reserva técnica de cada NCM; e b.2) cada nova concessão que exceda ao percentual citado no item 1.b.1 estará condicionada à comprovação do efetivo despacho aduaneiro para consumo da(s) mercadoria(s) objeto da(s) LI anterior( es); c) a qualquer momento, caso seja constatado o esgotamento da cota de qualquer categoria de produtos, tomando-se por base o desembaraço aduaneiro, o DECEX suspenderá imediatamente o licenciamento das importações; d) a partir de 1º de julho de 2008, o saldo não utilizado para emissão de LI, bem como eventuais devoluções/cancelamentos poderão ser redistribuídos a qualquer empresa importadora do produto, por ordem de registro do licenciamento no Sistema, e a quantidade a ser liberada por LI será, no máximo, igual ao volume estabelecido no item b.1 acima."(NR) Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. WELBER BARRAL...

A safra da esperança

...produtoras, criará novas oportunidades de trabalho e ajudará a desacelerar o êxodo rural que hoje contribui para o caos nas cidades de grande e médio porte, sobrecarregando ainda mais as suas defasadas infra-estruturas de serviços públicos essenciais, e nelas alimenta o círculo vicioso da violência e da criminalidade. Com um olho nas cotações da Bolsa de Chicago e outro nas previsões meteorológicas, os produtores preparam-se para festejar os resultados do segundo ano consecutivo de recuperação do setor agrícola, depois de um longo período de dissabores e prejuízos. A maioria ainda não quitou integralmente as dívidas assumidas a juros altos, em função da escassez das linhas de crédito e da falta de estímulos oficiais. Credite-se o êxito da safra vindoura aos produtores rurais, que com coragem e sacrifício não desistiram da atividade, ao contrário, nela investiram apesar do endividamento, dos juros altos, da burocracia empedernida, da carga tributária sufocante, e da falta de infra-estrutura e serviços públicos decentes. Por Diário Catarinense - SC...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 809,

...ação Aduaneira encaminhará às unidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil listagem fornecida por órgão competente do Ministério da Cultura, com nomes e respectivas assinaturas das pessoas responsáveis pela aprovação do projeto ou evento.(NR)" Art. 2o O art. 24 da Instrução Normativa SRF no 40, de 9 de abril de 1999, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 24. O disposto nesta Instrução Normativa pode ser aplicado a bens de caráter cultural procedentes ou destinados a países do MERCOSUL, desde que não seja aplicado o procedimento previsto na Instrução Normativa SRF no 29, de 6 de março de 1998."(NR) Art. 3o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID...

Alíquota específica versus TEC

...,00 por quilograma líquido ou unidade de medida estatística da mercadoria, em substituição à alíquota ad valorem fixada na Tarifa Externa Comum (TEC). A grande polêmica da questão, além de alterar o modo de tributação de ad valorem (que tem como base de cálculo o preço da mercadoria) para ad rem (com base em unidade de medida fixada, que pode ser peso, volume, unidade física), é que o dispositivo fere normas definidas em acordos internacionais. O especialista em Direito Internacional, Durval de Noronha Goyos Júnior, considera a medida nula porque não existe a possibilida...

Porto de São Francisco cresce e conclui reformas

...U´s (Twenty Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), os avanços, comparativamente a 2006, foram de 16% - em TEU´s. Na visita que fará ao porto na próxima quarta-feira (16), o ministro da Secretaria Nacional de Portos, Pedro Brito, vai conferir a conclusão das obras de reforma dos berços 101, 102 e 103 e também lançará a obra de realinhamento do berço 201, que receberá investimeto de R$ 22 milhões. Por Assessoria de imprensa do Porto de São Francisco do Sul...

Calçado brasileiro desembarca na Ásia

...iáticos em 2008. Uma boa oportunidade para discutir como abandonar a postura de vítimas de mercadorias orientais e passar a vender produtos made in Brazil é a 35ª Couromoda - Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos...

Calçado brasileiro desembarca na Ásia

...iáticos em 2008. Uma boa oportunidade para discutir como abandonar a postura de vítimas de mercadorias orientais e passar a vender produtos made in Brazil é a 35ª Couromoda - Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro, que começa hoje e segue até quinta-feira, nos pavilhões do Parque Anhembi, em São Paulo...

Nova safra recorde

...rícolas, no total de 38,3 mil unidades, ainda ficaram abaixo do recorde registrado em 2004, de cerca de 43 mil unidades. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos A...

O setor têxtil brasileiro fechou o ano de 2007 com faturamento estimado de US$ 34,6 bilhões, um aumento de 4,85% em relação aos US$ 33 bilhões registrados em 2006. As exportações somaram US$ 2,4 bilhões, contra os US$ 2,1 bilhões do ano anterior. As importações, que superaram a casa de US$ 3 bilhões, levaram a um déficit comercial de US$ 648 milhões, um valor 1.864% maior que os US$ 33 milhões de déficit verificados em 2006.

...TEU (Twenty Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), com 2,80 milhões de toneladas. Os avanços foram de 16% e 11%, respectivamente. Em dezembro atracaram um total de 74 navios. (Fonte: O Barriga Verde On-Line - Taió,SC/Administração do Porto de São Franscisco do Sul) Por O Barriga Verde On-Line...

Tarifa de importação gera divisão entre ministérios e contraria acordos com Mercosul e OMC

...fica de R$ 10,00 por quilo ou unidade de medida da mercadoria. Com a alteração, contrariou a orientação dos negociadores brasileiros na OMC, além de romper acordos firmados pelo país - o Brasil comprometeu-se a aplicar no máximo 35% como alíquota do imposto de importação. Em casos como tecidos e vinho, a aplicação da tarifa específica de R$ 10,00 representaria o equivalente a tarifas percentuais de até 750% e 1.400 %, respectivamente, como noticiou ontem o Valor. Além de ultrapassar o limite fixado pelo país na OMC para tarifas de importação, a medida ignorou os vínculos do Brasil com os sócios do Mercosul, comprometidos em manter a Tarifa Externa Comum (TEC) - o que exige negociar as exceções à lista comum de alíquotas de imposto de importação. Com os ministro...

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 413, DE 3 DE JANEIRO DE 2008.

...or quilograma líquido, ou por unidade de medida estatística da mercadoria, para o cálculo do Imposto de Importação incidente sobre mercadorias classificadas nos Capítulos 22, 39, 40, 51 a 64, 82, 83, 90, 91 e 94 a 96 da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM, em substituição à alíquota ad valorem correspondente. Parágrafo único. Fica o Poder Executivo autorizado a: I - estabelecer e alterar a relação de mercadorias sujeita à incidência do Imposto de Importação na forma do caput; e II - alterar as alíquotas ad rem aplicáveis, observado como limite o valor de que trata o caput, bem como diferenciá-las por tipo de mercadoria. Art. 3o O art. 8o da Lei no 10.865, de 30 de abril de 2004, passa a vigorar acrescido dos seguintes parágrafos: "§ 17. O disposto no § 14 não se aplica aos valores pagos, creditados, entregues, empregados ou remetidos, por fonte situada no País, à pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no exterior, em decorrência da prestação de serviços de frete, afretamento, arrendamento ou aluguel de embarcações marítimas ou fluviais destinadas ao transporte de pessoas, para fins turísticos. § 18. O disposto no § 17 aplicar-se-á também à hipótese de contratação ou utilização da embarcação em atividade mista de transporte de cargas e de pessoas para fins turísticos, ind...

Alteração em cobrança pode elevar imposto de importação

...pode ser aplicado sobre outra unidade de medida. O Executivo terá a prerrogativa de alterar a relação de mercadorias dentro dos setores citados acima e também de modificar o valor da alíquota. Segundo a MP, a mudança só vale a partir da regulamentação, que não tem data marcada. A mudança de critério permite ao Executivo determinar, a qualquer momento, o valor fixo a ser pago por qualquer um dos setores sujeitos ao novo critério. A mudança pode ser feita por decreto e valer imediatamente, já que o imposto de importação não está sujeito a nenhum prazo de anterioridade para entrar em vigor. “A única limitação é o teto de R$ 10,00″, diz a advogada Ana Cláudia Utumi, do Tozzini Freire Teixeira e Silva. “A mudança de critério via dispositivo com força de lei, como é o caso da MP, é imprescindível para a aplicação do novo critério”, completa Pedro César da Silva, sócio da ASPR Auditoria e Consultoria. “É apenas uma salvaguarda na legislação, que pode ser utilizada se algum setor for afetado pelo subfaturamento”, diz o secretário-adjunto da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. Ele reforça que as medidas não estão em vigor e não serão adotadas para todos os setores de uma vez. Segundo Barreto, o governo não tem planos de aplicá-las rapidamente para nenhum setor e...

QUESTÕES COMEX - IMPORTAÇÃO

...de Despacho Aduaneiro junto à unidade local da Receita Federal do Brasil (RFB). Supervisor : João dos Santos Bizelli Advogado especializado em legislação aduaneira...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 800, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2007

...e de movimentação de cargas e unidades de carga em portos alfandegados obedecerá ao disposto nesta Instrução Normativa e será processado mediante o módulo de controle de carga aquaviária do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), denominado Siscomex Carga. Parágrafo único. As informações necessárias aos controles referidos no caput serão prestadas à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) pelos intervenientes, conforme estabelecido nesta Instrução Normativa, mediante o uso de certificação digital: I - no Sistema de Controle da Arrecadação do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (Mercante), gerenciad...

Itajaí tem carga de maior valor agregado no país

...o sempre mais e melhores oportunidades de trabalho e renda para a população", enfatiza. Fonte: informações da assessoria de imprensa do Porto Municipal de Itajaí...

Rio Grande eleva movimentação em 19%

..., com alta de 1,2%, com 3.082 unidades. O crescimento deve-se a cabotagem que teve índice positivo de 59,9%, com 307 embarcações. Na contramão, ficaram a navegação de longo curso (-2,1%) e a navegação interior (-3,2%). Fonte: NetComex...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 794, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2007

...) "Art. 16. Na importação, as unidades de carga a que se refere o art. 14, após a descarga, deverão ficar sob a custódia da empresa de transporte expresso internacional, no recinto alfandegado para esse fim, na zona primária, até o desembaraço aduaneiro. (NR) (...)" "Art. 17A. As remessas contendo bens sujeitos a controles específicos: I - serão submetidas, pela empresa de transporte expresso internacional, à manifestação dos respectivos órgãos e agências da administração pública federal, previamente ao início do despacho aduaneiro de importação, na hipótese de Declaração de Remessas Expressas de Importação (DRE-I); ou II - serão selecionadas pelos respectivos órgãos e agências da administração pública federal, mediante seleção automática ou dirigida, na hipótese de utilização da declaração prevista no inciso II do art. 18. (...) § 2º Na hipótese de q...

RESOLUÇÃO No- 73, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2007

...rotativas de único estágio, 1 unidade de controle com controlador lógico programável (CLP) 8417.80.90 Ex 008 - Conjuntos de conversão de forno a gás natural, para cura do verniz interno de latas de alumínio alterando o volume máximo de trabalho das latas para 473ml, constituídos por conjunto de rolos de entrada com mancais, fabricados em aço, conjunto de rolos de saída com calços e correia dentada, fabricados em aço revestidos de neoprene, ambos com diâmetro de 15,24cm, espaçadores, suportes de esteira fabricados em fibra de vidro com 2,54m de largura e 25,4cm de comprimento, esteira do transportador fabricada em fibras de vidro com revestimento lateral em borracha PTFE com 2,438cm de largura 8419.32.00 Ex 002 - Secadores de partículas de madeira com capacidade de evaporação de água igual ou maior que 18 toneladas por hora, com vazão de partículas de madeira igual ou superior a 17.500kg/h, umidade inicial das partículas na entrada do secador de 105%atro, umidade final de 2+/-0,5% 8419.39.00 Ex 021 - Secadores para couros de ação contínua, composto de unidade de desumificação, aquecimento e sistema de injeção de ar quente a alta pressão, com programação eletrônica no ciclo de secagem 8419.50.90 Ex 002 - Trocadores de calor verticais, tipo placas de aço inoxidável ocas para passagem de água até 7bar de pressão, para o resfriamento de minérios lateríticos de níquel particulado, com densidade igual ou superior a 800kg/m³, com dois ou mais blocos de placas refrigeradoras, com descarga do particulado controlada por alimentador vibratório, com fluxo de material igual ou superior a 39,466kg/h, temperatura de entrada igual ou superior a 185ºC e vazão de água igual ou superior a 149m³/h 8421.19.90 Ex 021 - Centrífugas separadoras com sistema de ejeção de sólidos parcial temporizado ("solids-ejecting"), bomba centrípeta embutida ("paring disc"), eixo axial com sistema duplo de selagem, adequada para descarga de sólidos em processos de clarificação, capaz de remover sólido...

Exportação para a Europa já cresceu 24% neste ano

...pacidade para produzir 70 mil unidades mensais de produtos cosméticos. Até 2005, quando decidiu criar a marca Brazilian Fruit, a capacidade ociosa da fábrica era de entre 30% e 40%. As informações são da Gazeta Mercantil. Fonte: informações da Agência Lusa...

Exportações e importações de Itajaí já estão 11% acima do total de 2006

...ção para a cidade e toda a comunidade portuária", ressalta Rebelo. Fonte: Assessoria de imprensa do Porto de Itajaí...

Porto Municipal de Itajaí-Exportações e importações já estão 11% acima do total de 2006

...ção para a cidade e toda a comunidade portuária”, ressalta Rebelo. Fonte: Assessoria de Comunicação - ASCOM...

Superávit comercial em 2008 vai cair para US$ 25 bilhões

...de , que incrementará as oportunidades de investimentos no país, elevando a oferta de dólares na economia. O outro fator é a ampliação da diferença entre os juros brasileiros e norte-americanos, o que estimulará a entrada de moeda estrangeira no Brasil. O terceiro, é a manutenção dos investimentos diretos estrangeiros, estimulados pela expansão da atividade econômica no país. Fonte: Agência CNI...

Comércio da AL e Caribe deve crescer 80% até 2012

...tam aproveitar melhor as oportunidades comerciais", afirmou. Segundo Teixeira, os países têm economias complementares e potencial para se ajudar. "Contamos com estabilidade e regras claras. Além disso, temos um conteúdo cultural distinto de outras regiões do planeta: somos mais abertos, flexíveis e alegres. E ainda somos extremamente ricos em recursos naturais", disse. Teixeira reconheceu que existem problemas comuns, como deficiências em infra-estrutura, falta de treinamento em gestão e falta de informação para investidores. "Está na hora de a América Latina priorizar a América Latina. Fico contente que os workshops realizados no Encontro apontaram a necessidade de um maior fluxo de informações e de um trabalho coletivo para concretizar as sugestões debatidas aqui". Segundo o presidente da Apex-Brasil, um trabalho de benchmarking é fundamental. "No futuro não devemos ser competidores, mas colaboradores", disse. A vice-presidente de El Salvador, Ana Vilma Albanez de Escobar, ressaltou que as instituições têm o poder de transformar os países da região, atraindo investimentos e promovendo as exportações. "Por meio das nossas instituições, vamos fazer propostas de políticas públicas para desenvolver cada vez mais a América Latina e o Caribe. Temos que ser mais competitivos, melhorar a logística dos países e diminuir as burocracias", afirmou. E concluiu a seguir: "Farei os melhores esforços para que o II Encontro contribua de forma decisiva com o desenvolvimento da região". Leia a carta na íntegra Com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior...

Comércio da AL e Caribe deve crescer 80% até 2012

...tam aproveitar melhor as oportunidades comerciais", afirmou. Segundo Teixeira, os países têm economias complementares e potencial para se ajudar. "Contamos com estabilidade e regras claras. Além disso, temos um conteúdo cultural distinto de outras regiões do planeta: somos mais abertos, flexíveis e alegres. E ainda somos extremamente ricos em recursos naturais", disse. Teixeira reconheceu que existem problemas comuns, como deficiências em infra-estrutura, falta de treinamento em gestão e falta de informação para investidores. "Está na hora de a América Latina priorizar a América Latina. Fico contente que os workshops realizados no Encontro apontaram a necessidade de um maior fluxo de informações e de um trabalho coletivo para concretizar as sugestões debatidas aqui". Segundo o presidente da Apex-Brasil, um trabalho de benchmarking é fundamental. "No futuro não devemos ser competidores, mas colaboradores", disse. A vice-presidente de El Salvador, Ana Vilma Albanez de Escobar, ressaltou que as instituições têm o poder de transformar os países da região, atraindo investimentos e promovendo as exportações. "Por meio das nossas instituições, vamos fazer propostas de políticas públicas para desenvolver cada vez mais a América Latina e o Caribe. Temos que ser mais competitivos, melhorar a logística dos países e diminuir as burocracias", afirmou. E concluiu a seguir: "Farei os melhores esforços para que o II Encontro contribua de forma decisiva com o desenvolvimento da região". Fonte:  informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior...

Empresas podem ficar isentas de contribuição em exportações

...a final sobre a extensão da imunidade tributária prevista no artigo 149 (parágrafo 2º, inciso I) da Constituição Federal, alterado pela Emenda Constitucional nº 33/01. A polêmica ocorre porque a União faz uma interpretação mais restritiva do dispositivo. As empresas, por sua vez, discordam e pedem uma interpretação mais ampla da lei. Enquanto o STF não profere a sentença definitiva, muitas empresas já se mobilizaram contra a imposição da cobrança. Em setembro deste ano, a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) conseguiu uma liminar para que a União fosse impedida de cobrar a contribuição incidente sobre as receitas decorrentes de exportações. Nesta semana, o órgão suspendeu a execução fiscal referente à incidênc...

As negociações comerciais do Brasil

...ada Doha oferecem várias oportunidades e alguns riscos, como, por exemplo, em serviços ambientais. O Brasil já é relativamente aberto em serviços, com destaque para os setores financeiro, telecomunicações, hotelaria e educação superior. O problema não é o acesso ao nosso mercado, mas sim a falta de eficácia da regulamentação. A primeira tarefa, pois, é interna: carecemos de um quadro regulatório claro e preciso, base para fortalecer o setor, atrair investimentos e fomentar a inovação. Esse marco legal permitirá ao Brasil consolidar o setor de serviços na OMC. A competitividade do Brasil em serviços é alta, mas inexplorada. Serviços representam 11 a 15% das exportações totais, mas somos deficitários na maioria dos subsetores. Poucas áreas têm superávit, como serviços profissionais (Modo 4 do Gats), que inclui técnicos que trabalham no exterior, e “Construção e engenharia”, com US$ 5 bilhões anuais. Mais inteligência comercial, mapeando empresas com capacidade e competitividade, aliada a maior promoção externa, possibilitaria a realização do potencial disponível em tecnologia da informação, construção e engenharia, arquitetura e agronomia, serviços jurídicos, financeiros e redes distribuidoras (lojas e supermercados). A Índia exporta cinco vezes mais que nós, graças a um planejamento focado na exportação de serviços que resultou em reformas normativas baseadas no entendimento da dinâmica do comércio internacional. É o momento de maior diálogo entre governo e empresariado, para a definição ...

Empresas podem ficar isentas de contribuição em exportações

...a final sobre a extensão da imunidade tributária prevista no artigo 149 (parágrafo 2º, inciso I) da Constituição Federal, alterado pela Emenda Constitucional nº 33/01. A polêmica ocorre porque a União faz uma interpretação mais restritiva do dispositivo. As empresas, por sua vez, discordam e pedem uma interpretação mais ampla da lei. Enquanto o STF não profere a sentença definitiva, muitas empresas já se mobilizaram contra a imposição da cobrança. Em setembro deste ano, a Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica) conseguiu uma liminar para que a União fosse impedida de cobrar a contribuição incidente sobre as receitas decorrentes de exportações. Nesta semana, o órgão suspendeu a execução fiscal referente à incidênc...

Israel e Mercosul fecham acordo de livre-comércio em Montevidéu

...a, e sim como uma grande oportunidade de ampliar o comércio. O convênio Israel-Mercosul, que envolverá quase todo o comércio bilateral, acontecerá na reunião semestral do Mercosul, que começa na segunda-feira em Montevidéu. O comércio atual entre Israel e Mercosul é de 1,1 bilhão de dólares anuais. A Embaixada de Israel no Brasil indicou que os produtos industrializados, agrícolas e alimentos produzidos no Mercosul vão ingressar no mercado israelense sem pagar taxas alfandegárias. O Mercosul e Israel haviam fechado acordo há dois anos para dar início às negociações. Fonte: Agência Estado...

Anvisa publica resolução sobre importação

...ntribuições pertinentes da comunidade científica e demais interessados, a resolução será publicada. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da agência dispõe sobre a importação e exportação realizada por pesquisador ou instituição científica e/ou tecnológica, sem fins lucrativos. A minuta da RDC foi discutida em oficina promovida pela Anvisa na sede da FAPESP, no dia 26 de novembro. Fonte: Agência FAPESP...

Exportações da América Latina aumentam 11%

...vendas aos ex-parceiros da Comunidade Andina (CAN) cresceram 13,7%. Em 2007 também houve aumentos nas exportações entre países-membros de pactos comerciais, disse o BID. As vendas entre países do Mercosul aumentaram 27%, e dentro da Comunidade Andina, 12%. As exportações entre países latino-americanos aumentaram 18%, até US$ 123,807 bilhões. Fonte: InvestNews...

Porto de São Francisco do Sul registra um novo aumento na movimentação

...TEU (Twenty Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), com 2,56 milhões de toneladas. Os incrementos foram de 17% e 11%, respectivamente. De janeiro a novembro deste ano atracaram 745 navios no cais (público e privado), e 85 navios fora do cais (petroleiros - Transpetro). A qualidade da mão-de-obra, a eficiência dos operadores e terminais portuários, e a colaboração dos armadores continuam sendo, entre outras, os principais responsáveis pela manutenção do crescimento verificado já que, o Porto de São Francisco do Sul conviveu com um cenário de obras de expansão durante todo o ano de 2007. Fonte: Informações do Porto de São Francisco...

ARTIGO COMEX - O Estudo Jurídico do Comércio Exterior

... Tribunais nessa segunda oportunidade que o simples endosso do BL não configura "fundada suspeita" de interposição fraudulenta de terceira pessoa, desautorizando, por conseguinte, tanto a apreensão das mercadorias importadas, quanto, principalmente, a imposição de pena de perdimento. A diferença de postura entre uma e outra decisão judicial ante as peculiaridades fáticas e jurídicas que particularizam o Comércio Exterior bem demonstra a preocupante insegurança que avizinha os que participam diretamente dessa prática comercial especializada. (1) BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio, Curso de Direito Administrativo, 23ª ed., São Paulo: Malheiros, 2007, p. 813. Alexandre Medeiros Régnier Advogado nas áreas de Direito Tributário e Aduaneiro....

Exportar ou Importar Pode Ser SIMPLES...

... de atuação é uma grande oportunidade para as empresas aumentarem seus mercados potenciais, sejam e...

Brasil e Portugal estreitam relações comerciais

...entrada dos portugueses na Comunidade Européia. Enquanto Portugal se fortalecia economicamente dentro da Europa, favorecendo o acesso dos empresários brasileiros ao mercado europeu, no Brasil a redemocratização possibilitou solidez democrática e econômica do país, o que estimula a captação de investimentos estrangeiros. - Isso gerou uma sinergia muito positiva entre os dois países e um intercâmbio comercial não visto durante todo o século XX. Em junho, ao visitar Portugal, juntamente com empresários brasileiros, pude discutir essa intensificação de nossas relações com o primeiro-ministro José Sócrates e com o presidente de Portugal, Cavaco Silva, e demais autoridades portuguesas - lembrou. Cabral apontou o encontro empresarial como oportuno para o fortalecimento dos novos rumos dessas relações. Encontro que, segundo Olavo Monteiro de Carvalho, presidente da Associação Comercial do Estado do Rio de Janeiro, materializa desejo do governador que o incumbiu, quando da viagem em junho a Portu...

Exportadores comemoram facilitação de visto saudita

...a avaliação, mais do que oportunidades de negócios, os executivos que viajam freqüentemente precisam de facilidades e conforto. A desburocratização da emissão de vistos e a rapidez do desembaraço em aeroportos são, para ele, fatores que estimulam as relações empresariais. "Se um executivo tem que enfrentar muita burocracia e desconforto quando a empresa pede para ele ir a algum lugar, ele vai fazer de tudo para não ir", declarou Tutundjian. Outro fato recente citado por ele como de grande importância foi a criação do vôo direto entre Dubai e São Paulo pela Emirates Airline. Antes, segundo ele, o Brasil não ficava "no caminho" dos empresários árabes, que acabavam fazendo negócios em outras regiões. Para o presidente do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf), Moacir Saraiva Fernandes, que também já esteve várias vezes na Arábia Saudita, a decisão anunciada pela embaixada do país em Brasília é importante e deve ajudar no desenvolvimento dos negócios, uma vez que vai facilitar a vida dos empresários que viajam. Ele disse, no entanto, que nunca enfrentou problemas para entrar na Arábia Saudita, pois sempre foi participar de feiras de negócios a convite dos organizadores. "Nunca tive problemas em nenhum país árabe, comparando-se, por exemplo, co...

ARTIGOS DE COMEX - ICMS na importação? Só com o desembaraço para consumo.

... aumento das arrecadações das unidades da Federação, votando por meio de convênio medidas que comprovam de forma inequívoca seu desconhecimento da legislação aduaneira. Foi o que ocorreu com o Convênio ICMS nº 58/99, que trouxe o regime aduaneiro de Admissão Temporária para o campo de incidência do ICMS. O CONFAZ errou e induziu os Estados ao erro quanto ao aspecto temporal do fato gerador do ICMS na importação. Por outro lado, é justo reconhecer que o legislador da Lei Complementar nº 87/96, que adotou a figura do desembaraço aduaneiro, igualmente não tinha pleno conhecimento dos institutos da legislação aduaneira em todas suas nuances e aplicações. Uma coisa é desembaraço aduaneiro, outra coisa é desembaraço para consumo. Ora, se o importador quer o despacho para cons...

ARTIGOS DE COMEX - Termo Ship’s Convenience

...os passaram a ser as próprias unidades de carga, o que dificultou o embarque e transporte de pequenas cargas. A utilização do container para uma carga que não o preencha totalmente encarece o frete e fica difícil para o embarcador utilizá-lo. O frete pode inviabilizar tal comercialização. Assim, a saída achada pelos armadores, os transportadores marítimos, para atender seus clientes, era juntar diversas cargas de vários embarcadores nessa unidade, até formar uma carga economicamente viável para o seu embarque. Portanto, até que esse ponto fosse atingido, a unidade teria de esperar, o que ensejou o termo conveniência do navio, ou conveniência do transportador. Com isso, essa unidade somente sairia do chão se o frete fosse adequado para o armador, tanto para a unidade e transporte quanto para essa sua prestação de serviço. O frete era, então, rateado entre os diversos embarcadores daquele conta...

PORTARIA Nº 549, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007

...culado a empresa privada 3. A Unidade da Receita Federal (URF) local manterá prontuários das instituições públicas e dos peritos credenciados, com menção aos dados contidos nos processos de credenciamento de peritos, onde serão anotadas as sucessivas designações para a prestação de serviço e demais ocorrências, conforme o disposto no art. 34 da IN SRF nº 157/1998. 4. A assistência técnica poderá ser solicitada, nos termos dos art. 17 da IN SRF nº 157/1998, por: a. Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil - AFRFB, no exercício da atividade fiscal; b. Importador, exportador ou transportador. 5. Na solicitação de assistência técnica, os quesitos considerados essenciais à identificação da mercadoria deverão ser formulados de maneira clara e concisa, contemplando, por exemplo, os seguintes: a. a descrição técnica e detalhada da mercadoria; b. nome/designação comercial; c. nome científico; d. composição; e. presença de resíduos tóxicos; f. destinação; g. identificação, quando for o caso, da natureza do produto (matéria-prima, produto intermediário, insumo, produto acabado, etc.); h. origem e procedência. Capítulo II - Da prestação dos serviços 6. A instituição, por intermédio de seu representante legal, ou o perito indicado para realização do serviço será contactado inicialmente mediante comunicação telefônica e deverá tomar ciência pessoal de sua designação, junto à URF solicitante do serviço, até o primeiro dia útil subseqüente ao contato telefônico realizado pela unidade, em horário de expediente normal. 7. A realização do contato telefônico de que trata o item anterior será registrada, pela URF solicitante, em livro de ocorrências, nos termos do art. 34 da IN SRF nº 157/1998. 8. No caso do não comparecimento do perito ou do representant...

Câmara quer ampliar as exportações diretas

...construída, abrindo mais oportunidades na área de infra-estrutura para produtos metálicos destinados a pontes e equipamentos para produção de asfalto. "Há mais de 15 empresas petrolíferas investindo na região", diz. Para infra-estrutura, o Curdistão conta com recursos de US$ 12 bilhões do orçamento nacional. Além disso, o governo curdo planeja investimentos de US$ 5 bilhões em cinco anos. "Hoje, cerca de 60% da região está eletrificada. Até 2008, 80% terá abastecimento de energia", acrescenta. Com a abertura do segundo escritório no Iraque, a Câmara também tem como objetivo ampliar as exportações diretas ao país. Até outubro, as vendas ao Iraque realizadas via países vizinhos (Turquia, Síria, Kuait, Jordânia, Arábia Saudita e Emirados Árabes) representaram cerca de 60% das exportações brasileiras ao Iraque, ou US$ 104,79 milhões, um crescimento de 128% em relação ao mesmo período do ano passado. Por sua vez as exportações diretas caíram de US$ 90,83 milhões para US$ 70,65 milhões na mesma comparação. Fonte: Gazeta Mercantil...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 777, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007

...ela entidade certificadora, à unidade da RFB com jurisdição, para fins de fiscalização aduaneira, do estabelecimento matriz da requerente, conforme modelo previsto no Anexo Único a esta Instrução Normativa subscrito por uma das pessoas relacionadas nos incisos II ou III do art. 2º, instruído com cópia dos seguintes documentos: I - identificação pessoal do representante legal; II - ato de designação do representante legal; III - instrumento de outorga de poderes do responsável quando este for o subscritor do requerimento; e IV - identificação pessoal do funcionário a ser credenciado. § 1º O requerimento referido no caput deverá indicar o prazo de validade do credenciamento, ou seja, a data limite em que o funcionário de entidade autorizada a emitir certificado de origem atuará em seu nome, que não poderá ser superior a 24 (vinte e quatro) meses. § 2º O prazo a que se refere o § 1º poderá ser renovado, a pedido da entidade, observado o disposto no art. 5º. § 3º O requerimento referido no caput será autuado em processo administrativo pela unidade da RFB requerida. Art. 4º Somente pessoas físicas que estejam habilitadas perante a Aladi para assinar certificado de origem em nome de entidade certificadora poderão ser credenciadas a operar no sistema Mercosul Certificado. § 1º Previamente ao credenciamento, a unidade da RFB referida no art. 3º deverá confirmar a condição estabelecida no caput, mediante consulta ao sítio da Aladi na Internet, no endereço < http:// www. aladi. org >. § 2o A entidade certificadora será responsável perante a RFB e demais órgãos federais responsáveis pelo controle de origem , pelos atos praticados pelas pessoas físicas credenciadas a atuar em seu nome no sistema Mercosul Certificado. § 3º A entidade certificadora deverá comunicar, imediatamente, à unidade da RFB referida no art. 3o, qualquer alteração relativa às pessoas físicas credenciadas para atuar no sistema Mercosul Certificado. § 4º A responsabilidade referida no § 2o compreende os atos praticados pela pessoa credenciada desde a data do credenciamento até o momento de seu descredenciamento no sistema Mercosul Certificado. § 5º O descredenciamento no sistema Mercosul Certificado poderá ocorrer a pedido da entidade requerente, em qualquer época, ou pelo decurso do prazo referido no § 1º do art. 3º. Art. 5º Será indeferido, sem prejuízo da apresentação de novo pedido, o requerimento de credenciamento apresentado em desacordo com o disposto no art. 3o, ou apresentado por entidade certificadora que esteja nas seguintes situações: I - com a inscrição no CNPJ enquadrada em ...

Reporto será prorrogado

..., este ano, será de 4.399.073 unidades, com acréscimo de 4% em relação a 2006. A previsão anterior da entidade era de que se alcançasse 4,7 milhões, mas mesmo assim o nível é alto. Em relação à intenção da Agência Nacional de Transportes Aquaviários ( Antaq) de permitir operação de containeres em terminais privativos, informa Salomão que a Abratec ” está estudando o assunto nos seus aspectos legais e econômicos, para defirnir medidas a serem adotadas”. A entidade não acha justo que empresas que ganharam licitações públicas - com a participação até de grupos estrangeiros - para operar containeres possam sofrer a concorrência de grupos que não tiveram de cumprir tais exigências. Brasil sem eclusas O secretário de Planejamento do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann,...

Comércio Brasil-Emirados deve chegar a US$ 2 bilhões

...s árabes. “São muitas as oportunidades e possibilidades de integração entre os dois países”, afirmou Sarkis. Ele agradeceu a acolhida que os árabes dos Emirados têm dispensado aos brasileiros que visitam o país. Tanto a Big 5 Show quanto as atividades da missão terminam hoje (29). O embaixador do Brasil em Abu Dhabi, Flavio Sapha, disse que estar feliz em ver tantos empresários brasileiros nos Emirados. Ele lembrou que está crescendo o número de brasileiros que vêm aos Emirados e de pessoas do país que vão ao Brasil. "Há dois anos, quando eu vim para cá, os dois países pouco se conheciam", declarou Sapha. Ele acrescentou que a relação do Brasil com os Emirados pode se desenvolver sem intermediários dos Estados Unidos ou Europa. Sapha disse ainda que os empresários brasileiros têm produtos com bons preços, se comparados aos da Europa e EUA, e devem tirar proveito disso. O diplomata elogiou o trabalho da Câmar...

Porto Municipal de Itajaí lidera exportações para o Iraque

... 2006. O estado de São Paulo, unidade que mais exportou produtos para o Iraque até outubro de 2007, totalizou US$ 25,4 milhões. Do total, 32,5%, ou seja, US$ 8,2 milhões saíram por Itajaí. O estado de Santa Catarina iniciou o comércio com o Iraque apenas em 2007 e já exportou, até outubro, US$ 4,3 milhões através do Porto Municipal de Itajaí. Os principais produtos enviados ao país do Or...

SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR PORTARIA Nº 36, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2007

...de Despacho Aduaneiro junto à unidade local da Receita Federal do Brasil (RFB). Parágrafo único. Estão relacionadas a seguir as importações dispensadas de licenciamento: I - sob os regimes de entrepostos aduaneiro e industrial, inclusive sob controle aduaneiro informatizado; II - sob o regime de admissão temporária, inclusive de bens amparados pelo Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados às Atividades de Pesquisa e de Lavra das Jazidas de Petróleo e de Gás Natural (Repetro); III - sob os regimes aduaneiros especiais nas modalidades de loja franca, depósito afiançado, depósito franco e depósito especial alfandegado; IV - com redução da alíquota de imposto de importação decorrente da aplicação de "ex-tarifário" [Resolução no 8, de 23 de março de 2001, da Câmara de Comércio Exterior (Camex)]; V - mercadorias industrializadas, destinadas a consumo no recinto de congressos, feiras e exposições internacionais e eventos assemelhados, observado o contido no artigo 70 da Lei n.º 8.383, de 30 de dezembro de 1991; VI - peças e acessórios, abrangidas por contrato de garantia; VII - doações, exceto de bens usados; VIII - filmes cinematográficos; IX - retorno de material remetido ao exterior para fins de testes, exames e/ou pesquisas, com finalidade industrial ou científica; X - amostras; XI - arrendamento mercantil (leasing), arrendamento simples, aluguel ou afretamento; XII - investimento de capital estrangeiro; XIII - produtos e situações que não estejam sujeitos a licenciamento automático e não automático; e XIV - sob o regime de admissão temporária ou reimportação, quando usados, reutilizáveis e não destinados à comercialização, de recipientes, embalagens, envoltórios, carretéis, separadores, racks, clip locks, termógrafos e outros bens retornáveis com finalidade semelhante destes, destinados ao transporte, acondicionamento, preservação, manuseio ou registro de variações de temperatura de mercadoria importada, exportada, a importar ou a exportar. Seção II Do Licenciamento Automático Art. 8º Estão sujeitas a Licenciamento Automático as seguintes importações: I - de produtos relacionados no Tratamento Administrativo do Siscomex; também disponíveis no endereço eletrônico do Mdic, para simples consulta, prevalecendo o constante do aludido Tratamento Administrativo; II - as efetuadas ao amparo do regime aduaneiro especial de drawback. Seção III Do Licenciamento Não Automático Art. 9º Estão sujeitas a Licenciamento Não Automático as seguintes importações: I - de produtos relacionados no Tratamento Administrativo do Siscomex e também disponíveis no endereço eletrônico do Mdic para simples consulta, prevalecendo o constante do aludido Tratam...

SECRETARIA-GERAL DAS RELAÇÕES EXTERIORES

SUBSECRETARIA-GERAL DAS COMUNIDADES BRASILEIRAS NO EXTERIOR DEPARTAMENTO DE E...

Brasil exporta só metade do objetivo oficial

...erviços. Em agosto de 2005, a unidade em Hortolândia, em São Paulo, recebeu US$ 20 milhões para a criação de um centro das operações de serviços, onde trabalham 300 profissionais em três turnos. Fonte: Gazeta Mercantil...

Exportações sobem 28,9% devido a contratos antigos

...a outubro – um total de 5.295 unidades. Mário Rinaldi explica que a valorização do real diante do dólar inibiu as vendas. Apesar disso, o crescimento do volume exportado é justificado pelo cumprimento de contratos antigos. “O processo é sempre longo, nunca é pronta-entrega, é uma venda que demora um pouco mais que ...

Porto do Rio Grande bate recorde histórico

...m 2007, alta de 3,2%. TEU é a unidade referente a um contêiner de 20 pés - um contêiner de 40 pés, por exemplo, representa 2 TEUs. O superintendente do Porto do Rio Grande, Bercílio Silva, salientou que até o fim do ano o único porto marítimo do Estado deverá atingir cerca de 27 milhões de toneladas, reforçando a sua posição como um dos maiores portos do País. "De 2000 para 2007, nós dobramos a movimentação, a previsão é que até 2015 as operações portuárias cresçam nas mesmas proporções, atingindo 50 milhões de toneladas. Para isso, estamos realizando investimentos na estrutura portuária do Rio Grande, visando a preparar o porto para o incremento nas operações, oferecendo serviços ágeis e de qualidade", observou Silva. Fonte: Jornal Agora - Rio Grande...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 783, DE 19 DE NOVEMBRO DE 2007

... poderão ser fornecidos pelas unidades da RFB aos estabelecimentos fabricantes de cigarros até sessenta dias após a data fixada para utilização obrigatória do sistema de controle e rastreamento da produção de cigarros, conforme disposto no art. 8º da Instrução Normativa RFB nº 769, de 2007. § 1º Os estabelecimentos fabricantes de cigarros deverão devolver os selos de controle tornados inadequados para consumo em decorrência da substituição pelos modelos de que trata o art. 18, no prazo de até cento e oitenta dias, contado da data fixada a que se refere o caput. ......................................................................................" (NR) "Art. 62. .................................................................................. § 1º A saída de produtos do estabelecimento em desacordo com o disposto no caput caracteriza a situação prevista no inciso IV do art. 259 do Ripi. § 2º Excetuam-se do disposto no caput os produtos selados com os modelos aprovados por esta Instrução Normativa, durante o período compreendido entre o início da instalação e a data fixada para utilização obrigatória do sistema de controle e rastreamento da produção de cigarros, de que trata a Instrução Normativa RFB nº 769, de 2007." (AC) Art. 2º A vedação estabelecida no art. 26 da Instrução Normativa RFB nº 770, de 2007, não se aplica aos modelos de selos de c...

RESOLUÇÃO No56, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2007

... 8607.21.00 701 1 unidade de controle eletropneumática de aplicação exclusivamente ferroviária,com módulos eletrônicos para controle da pressão pneumática na tubulação res­ponsável pelas aplicações e alívio dos freios da locomotiva e do trem, com precisãocontrolada através de um conversor de freqüência modulada para sinal analógico,com sistema redundante para proteção contra perda parcial de controle micro­processado da locomotiva líder 8607.21.00 702 1 válvula eletrônica para controle de freio, de aplicação exclusivamente ferroviária,projetada para montagem em console tipo mesa de locomotiva diesel-elétrica, des­tinada à interface homem-m...

RESOLUÇÃO No57, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2007

...o de abertura e fechamento da unidade, filtro de ar, rolo guia-papel, ventiladores para circulação e insuflação do ar quente, instalados no interior da unidade, com fixação tipo "em balanço" e painel de comando 8419.39.00 Ex 019 -Secadores contínuos para massas alimentícias, com controlador lógico pro­gramável (CLP), aquecedor para retirada de umidade, sistema ventilador para resfria­mento e três pisos de secagem vertical descarregados através de comportas acionadas por cilindros hidráulicos, para temperatura máxima de operação superior a 100 graus e para capacidade máxima de operação de 12.000kg/h 8419.39.00 Ex 020 - Secadores verticais para secagem de revestimentos cerâmicos, com largura útil igual ou superior a 1.620mm, temperatura máxima de secagem de 250ºC, com teor de umidade na entrada de 7,5% e menor do que 1% na saída, com controlador lógico programável (CLP) 8419.81.90 Ex 005 - Fornos para alimentos, de aquecimento por resistência, microondas e convecção forçada de ar, sistema "impingment", conversor catalítico, temperatura de operação com­preendida entre 50 e 280ºC, potência compreendida entre 3,5 e 5,2kW, painel com­putadorizado com mais de 64 programas e interface para PC Art. 1o Ficam alteradas para 2% (dois por cento), até 31 de dezembro de 2008, as alíquotas ad v a l o re m do Imposto de Importação incidentes sobre os seguintes Bens de Capital, na condição de Ex­tarifários: 8419.89.19 Ex 005 - Autoclaves de esterilização horizontal, para alimentos envasados, com ca­pacidade para 7 carros de esterilização, com corpo cilíndrico com fixação e forro exterior em aço inox polido, porta estática com sistema de fechamento hidráulico, sistema au­tomático de entrada e saída de carros, processo de esterilização através de válvulas de vapor modulantes, controle de nível de água, temperatura e pressão, quadro de controle elétrico, com controlador lógico programável (CLP), dotados de 28 carros de este­rilização 8419.89.99 Ex 037 -Combinações de máquinas para resfriamento de sinter, com temperatura de operação de 500ºC, com diâmetro médio de 40m, área de resfriamento de 440m2, largura da calha de 4.000mm, altura das paredes laterais de 1.600mm, altura da esteira de 1.500mm, consistindo de: 1 calha de resfriamento; 2 estações de motores (para resfriador de sinter); 1 conjunto de trilhos e rodas; 1 conjunto de ancoragem; 1 conjunto de vedação e placas de cobertura; 1 conjunto de células de carga e 1 guia interna do anel do trilho 8420.10.10 Ex 005 - Calandras para acabamento de papel, com 3 rolos (2 "nips"), sendo rolo central de ferro fundido coquilhado e 2 rolos de abaulamento variável com revestimento, com velocidade máxima de operação 1.200m/min, largura máxima do papel 2.400mm e gramatura máxima do papel 197g/m2 8421.19.10 Ex 001 -Centrifugas clínicas e microhematócritos, utilizadas em laboratórios para se­paração de amostras de fluídos biológicos, sangue, reagentes, através do processo de centrifugação 8422.30.29 Ex 112 - Máquinas automáticas para envasar produtos líquidos em embalagens plásticas de polipropileno com capacidade máxima de 1 litro, utilizando até 10 cabeçotes de enchimento, com mecanismo automático para encher e selar frasco com a tampa, CIP (cleaning in place), ZIP (sterilization in place), câmara de fluxo laminar de ar e com capacidade de produção máxima superior ou igual a 4.000frascos/hora 8422.30.29 Ex 113 - Máquinas automáticas para prensar e arquear cargas em geral com compressão compreendida entre 8 e 40kN, fazendo arqueações com fita plástica com largura com­preendida entre 9 e 19mm compostas de: placa pressora com acionamento elétrico ajustável que abriga um ou dois cabeçotes de arqueação com tração máxima de 5,5kN, com um ou dois desenroladores de fita com acumulador, estrutura com colunas que suportam guias de fita e placa pressora, painel de controle e comando com controlador lógico programável e guias de fita inferiores retráteis, com capacidade máxima para prensar e arquear de 120cargas/hora 8422.40.90 Ex 180 - Amarradeiras de fardos de celulose encapados, com capacidade máxima de 270fardos/hora amarrados com dois arames, dimensões dos fardos 700 a 900mm x 550 a 800mm x 350 a 650mm ( C x L x A) 8422.40.90 Ex 181 - Combinações de máquinas para embalar e encartuchar tabletes de caldo pren­sado, compostas por: máquina embaladora automática com alumínio termoselável, em­balagem do tipo envelope, largura máxima do material de embalagem 300mm, com capacidade de produção máxima 900tabletes/mim; máquina automática encartuchadeira, com capacidade máxima de produção 250 caixas de papelão/min 8422.40.90 Ex 182 - Combinações de máquinas para fatiar, descascar e embalar pães de fôrma de peso igual ou superior a 300g, com capacidade de produção igual ou superior a 50pães/min, compostas por: máquina automática para fatiar pão de fôrma por meio de fita; máquina para descascar pão de fôrma por meio de fitas; máquina para embrulhar pão de fôrma em filme plástico; máquinas para ensacar e colocar fecho retorcido, com posicionador, e abertura bi-direcional 8422.40.90 Ex 183 - Máquinas automáticas para envolver com papel alumínio bombons de cho­colates recheados ou não, de formatos esférico, oval e/ou tipo coração, em bombons de diâmetros compreendidos entre 14 e 30mm, com controlador lógico programável (CLP), com capacidade de produção de 300 unidades por minuto, contendo sistema de ali­mentação com recipiente de carga, calhas vibratórias com função selecionadora e ca­libradora, sistema de centralização de impressão de embalagens 8424.30.90 Ex 018 -Máquinas de jateamento de granalha de aço, do tipo "wire mesh belt" (cinta com malha de arame), com capacidade de 12 toneladas métricas/hora de material fundido, acionadas por 12 turbinas de velocidades variáveis, com sistema de movimentação con­tínuo através de esteira transportadora em tela de aço-manganês com capacidade de 300Ibs/hora e velocidade máxima de 8fpm, com dispositivo de giro contínuo da esteira, recirculação de granalha através de roscas transportadoras e elevadores de canecas, com controlador lógico programável (CLP) 8424.90.90 Ex 005 - Gotejadores (Driper) planos de polietileno, com filtro, labirinto para fluxo turbulento em todo comprimento da passagem do líquido, vazão entre 0,5 e 16 litros por hora, para perda de pressão 8427.20.90 Ex 001 -Empilhadeiras acionadas por motor a diesel, para elevação, transporte e ar­mazenagem de carga, com capacidade máxima igual ou superior a 3.500kg mas não superior a 6.500kg 8427.20.90 Ex 015 - Veículos para transporte, elevação e aplicação de explosivos a granel, acionados por motor diesel, com tração nas 4 rodas, chassi articulado, lança telescópica de elevação máxima igual ou inferior a 6.500mm, com capacidade máxima de carga igual ou inferior a 500kg 8427.90.00 Ex 001 - Plataformas de elevação para trabalhos aér...

RESOLUÇÃO No58, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2007

...DESCRIÇÃO 8471.70.19 Ex 001 - Unidades de memória em disco rígido, com capacidade mínima de 10 discos,próprias para armazenamento de sinais de vídeo, contendo conexões para interligação aoutras unidades de memória e a servidores de vídeo 8517.69.00 Ex 001 -Equipamentos de intercomunicação digital, com 21 ou mais estações de co­municação remotas, contendo matriz central de áudio 8543.70.99 Ex 008 - Conversores de sinais de vídeo com formato digital 4:2:2 para componenteanalógico 8543.70.99 Ex 009 - Monitores de áudio de 8 canais com entradas e saídas analógicas e digitais nospadrões HD-SDI, SD-SDI e AES/EBU Art. 2o Para os efeitos desta Resolução, na hipótese de haver divergência entre as alíquotas do...

Brasil tem mercado de R$ 14 bilhões para exportações lusas

...scimento abre excelentes oportunidades de negócios para empresários portugueses interessados em exportar para o Brasil", disse. O estudo identificou 120 produtos portugueses, divididos em 19 grupos, com grande competitividade no mercado internacional, e que podem ser exportados também para o Brasil. Atualmente, esses produtos correspondem a 13,7% do total das exportações portuguesas (4,6 bilhões de dólares) e a 11% das importações brasileiras (7,6 bilhões de dólares). As exportações portuguesas desses 120 produtos para o Brasil, entretanto, são apenas 42,5 milhões de dólares, entre 2004 e 2005, período de análise do estudo. Entre os grupos analisados, três deles representam dois terços das exportações portuguesas e 61,5% das importações brasileiras, como veículos, partes e peças, máquinas e materiais elétricos e máquinas e instrumentos mecânicos. A análise revelou igualmente que os principais concorrentes de Portugal são outros 24 países da União Européia, seguidos diret...

Superávit da balança comercial cresce 4,5% até setembro.

...s Gerais, por exemplo, outras unidades da federação vêm se destacando no comércio exterior através do Porto Municipal de Itajaí. O estado de Rondônia, por exemplo, já exporta 17% de toda sua produção através de Itajaí. A principal mercadoria vendida pelo estado é a carne bovina, com 88% do volume negociado. O principal mercado consumidor dos produtos de Rondônia é a Rússia, com 83% dos US$ 47,01 milhões exportados pela unidade através de Itajaí. O total exportado por Rondônia até setembro através de Itajaí representa um acréscimo de 43,6% em comparação com 2006. Mato Grosso do Sul é outro estado que vem aumentando a participação nas negociações internac...

Porto Municipal de Itajaí - Superávit da balança comercial cresce 4,5% até setembro

...s Gerais, por exemplo, outras unidades da federação vêm se destacando no comércio exterior através do Porto Municipal de Itajaí. O estado de Rondônia, por exemplo, já exporta 17% de toda sua produção através de Itajaí. A principal mercadoria vendida pelo estado é a carne bovina, com 88% do volume negociado. O principal mercado consumidor dos produtos de Rondônia é a Rússia, com 83% dos US$ 47,01 milhões exportados pela unidade através de Itajaí. O total exportado por Rondônia até setembro através de Itajaí representa um acréscimo de 43,6% em comparação com 2006. Mato Grosso do Sul é outro estado que vem aumentando a participação nas negociações internac...

País buscará estreitar laços com Argentina

...tina, Cristina Kirchner, pela unidade e o fortalecimento do Mercosul. Segundo o chanceler, as relações entre os dois países atravessam uma ótima fase e ele vê maturidade no diálogo. - Nunca tivemos...

Dólar fraco ameaça capacidade de exportação das empresas brasileiras

... disse o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Ele destacou que a manutenção da competitividade dos produtos brasileiros com o dólar fraco é difícil por conta de problemas logísticos, como infra-estrutura de transportes cara e insuficiente, e carga tributária elevada. Para ele, essa é uma tendência que dificilmente será revertida. "Primeiro porque o dólar está desvalorizando no mundo inteiro. No Brasil, a desvalorização é maior porque a economia está indo bem e o país fica mais atrativo para a investidor estrangeiro, então entram...

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 779, DE 19 DE OUTUBRO DE 2007

...cisos IV e VIII do art. 3o, à unidade da Secretaria da Receita Federal do Brasil responsável pela fiscalização de tributos sobre o comércio exterior, com jurisdição sobre o domicílio fiscal do seu estabelecimento matriz, devendo o chefe dessa unidade expedir o correspondente ADE provisório, pelo prazo mencionado no caput. § 2o Na hipótese e no prazo referidos no caput, a empresa deverá apresentar um novo pedido de habilitação em seu nome, nos termos e condições estabelecidos nesta Instrução Normativa. § 3o Na hipótese do § 2o, o relatório de auditoria de que trata o inciso X do art. 3o deverá referir-se às operações de comércio exterior realizadas: I - pelas empresas antecessoras, nos casos de fusão e incorporação; II - pelos estabelecimentos que pertenciam à empresa cindida e que foram vertidos para a sucessora, no caso de cisão." (NR) Art. 2o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID...

PORTARIA Nº 30, DE 17 DE OUTUBRO DE 2007

...rção das suas importações, em unidades, daquelas respectivas origens, efetivadas no período compreendido entre janeiro de 2006 e agosto de 2007, em relação ao total importado pelo Brasil no mesmo período, das mesmas origens; b) A quantidade remanescente de 10 (dez) por cento da cota de cada NCM constituirá reserva técnica, destinada à distribuição entre as demais empresas, em cuja análise será obedecida a ordem de registro das Licenças de Importação (LI) no SISCOMEX; b.1) a quantidade por LI será limitada a 20% da reserva técnica de cada NCM; e b.2) cada nova concessão que exceda ao percentual citado no item 1.b.1 estará condicionada à comprovação do efetivo despacho aduaneiro para consumo da(s) mercadoria(s) objeto da(s) LI anterior(es); c) a qualquer momento, caso seja constatado o esgotamento da cota de qualquer categoria de produtos, tomando-se por base o desembaraço aduaneiro, o DECEX suspenderá imediatamente o licenciamento das importações. 2) Oportunamente, serão divulgados os critérios de distribuição das cotas alusivas ao exercício de 2008." Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. WELBER BARRAL...

Luiz Henrique lidera missão catarinense a três países

Empresários vão procurar oportunidades com gestores e lideranças políticas da Rú...

Exportação de couro deve ultrapassar US$ 6 bi

...s que processam 45 milhões de unidades de couros. O Estado de Mato Grosso, por exemplo, vem se posicionando como um dos maiores contribuintes para este crescimento nacional do setor. A produção de couro mais que dobrou nos últimos quatro anos - saltou de 16 mil peças diárias em 2003 para 34 mil peças neste ano. Segundo o CICB, um outro fator deixa claro o potencial do Estado que hoje detém o maior rebanho bovino brasileiro em número de abates. A entidade afirma que enquanto a taxa de crescimento do setor deve crescer cerca de 10% ao ano no Brasil, em Mato Grosso este percentual pode ser superior a 50% ao ano". De acordo com Marcelo Paes de Barros, presidente do Sindicato das Indústrias de Curtume de Mato Grosso (Sincurt), há cinco anos 60% da produção de wet blue (primeiro estágio do curtimento do couro) era produzido fora do Estado e hoje Mato Grosso detém 100% desta produção. "O primeiro p...

Sistema de certificação de origem beneficia empresas exportadoras

... disse o gerente-executivo da Unidade de Comércio Exterior da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), José Frederico Álvares. A CNI e as federações de indústrias emitem, em média, de acordo com Álvares, 550 mil certificados de origem por ano. O volume representa 70% dos certificados emitidos no País. "Entre as vantagens do sistema está a redução do prazo de tramitação dos processos dos certificados para 30 minutos, e não mais dois dias, como acontece atualmente", afirmou o gerente-executivo. O certificado de origem, documento que comprova a nacionalidade do produto, é obrigatório para o exportador obter os benefícios alfandegários previstos nos...

China quer ser a cliente preferencial dos calçadistas brasileiros

...pode abrir ao Brasil uma oportunidade favorável de negócios, avaliaram representantes do setor calçadista brasileiro que estiveram esta semana no gigante asiático. “Ao abrir espaço (em seu mercado interno) para os sapatos ...

Entra em funcionamento o primeiro Redex de Itajaí

...orme poder de geração de oportunidades de trabalho e renda, é uma das principais conquistas do prefeito Volnei Morastoni, que conta com apoio de todos os órgãos envolvidos", revela. A autorização para funcionamento do Redex Localfrio foi publicada no Diário Oficial da União em portaria assinada pelo delegado da Receita Federal em Itajaí, Jackson Aloir Corbari. Fonte: Assessoria de imprensa do Porto de Itajaí...

Empresas vão exportar menos para reduzir perdas

...s, deve vender quatro a cinco unidades fora do país este ano, informa o gerente de exportação, Geraldo Constantino. No pico das exportações, a empresa embarcou 25 máquinas por ano. Para compensar a valorização cambial, a empresa reajustou em 50% o preço de suas máquinas e demitiu 30% dos funcionários. "Não tenho mais onde apertar os custos", diz Constantino. "É impossível competir com as máquinas da Argentina, onde o dólar está a 3,10 pesos". Segundo o executivo, a Feva investiu no mercado externo nos últimos anos e dirigia 70% da produção para o exterior, percentual hoje em 30%...

RESOLUÇÃO No41, DE 3 DE OUTUBRO DE 2007

....000 e 12.000mm, compostas de unidade de carre­gamento; unidade de prensagem, com seção de desbobinamento, seção de entrada,mesa de prensagem principal e console de controle principal 8421.29.30 Ex 005 - Equipamentos automáticos para filtragem de polpa de caulim, constituídospor 30 filtros prensa tubulares, tipo membrana, com área de filtragem de 3,47m²,montados em corpo único, dotados de sistema hidráulico de alta pressão, com pressãomáxima de 100bar, com controlador lógico programável (CLP), alto grau de separaçãolíquido/sólidos de polpas de partículas finas, torta de filtro compacta, isenta de pó ecom teor de unidade residual igual a 18% 8422.20.00 Ex 001 - Máquinas automáticas para lavar frascos farmacêuticos, com capacidade igualou superior a 12.000 frascos hora, frascos com diâmetro compreendido entre 14,5 e26,5mm e altura compreendida entre 33 e 95mm, dotadas de mesa para a entrada emesa para saída dos frascos, sete estágios de lavagens, aquecimento da água paratemperatura máxima de 85ºC, sistema de reutilização da água (WFI), pré-filtros,tanque de armazenamento da água e controlador lógico programável (CLP) 8422.20.00 Ex 002 - Máquinas automáticas para lavar e secar cestos plásticos para produtosalimentícios, com dimensões máximas de 71 x 71 x 15cm, de ciclo contínuo, dotadasde sistema de aquecimento de água para temperatura de até 80°C, bicos de spray dealta pressão, sistema de secagem com pressão de 1psi, capacidade máxima de 30cestos por minuto, com controlador lógico programável (CLP) 8422.30.21 Ex 002 - Máquinas ensacadeiras automáticas dotadas de 1 bico de enchimento, paraformar, encher e selar sacos plásticos de 25kg (a partir de bobinas), com capacidademáxima igual a 1.800 sacos por hora 8422.30.29 Ex 109 - Combinações de máquinas para enchimento de latas tipo aerossol, com capacidade igual ou superior a 90 latas por minuto, compostas por: alimentad o r,posicionador e soprador de latas; transportadores de transferência; alimentadora etransportadora de válvulas; dotada de duas torres sendo cada torre com um cabeçote deenchimento de produto, um cabeçote tipo pinça para recravação de válvulas, um cabeçote para enchimento de gás propelente e um insersor de válvula; transportadorade saída de latas; controlador lógico programável (CLP); intertravamento das portastipo eletromecânico; dois exaustores de ar; uma bomba pneumática para alimentaçãode gás propelente e uma bomba mecânica tipo lóbulos para alimentação de produto 8422.30.29 Ex 110 - Máquinas automáticas para envase de frascos farmacêuticos, com capacidadeigual ou superior a 18.000 frascos de diâmetro compreendido entre 14 e 35mm porhora, dotadas de 6 bombas de dosagens, vibrador de tampas com altura ajustável paracada formato de tampas, sensores para detectar a presença de frascos antes e depois doenvase, estação para rejeição dos frascos fora de especificações, conjunto com 6pistões de dosagem com variação máxima de 0,5% durante o processo, sistema paracontrole de peso dos produtos durante o processo de funcionamento com precisão de0,01g e controlador lógico programável (CLP) 8422.30.29 Ex 111 - Máquinas automáticas para recravar frascos farmacêuticos, com capacidademáxima de 24.000 frascos de diâmetro compreendido entre 14 e 68mm por hora,dotadas de estação recravadora do tipo rotativa com sistema de recravamento liso semformação de rebarbas de alumínio, sistema de fechamento através de disco excêntrico,vibradores para dois tipos de selos de alumínio "flip-off" diferentes, sensores paradetectar presença de frascos, selos de alumínio e tampa, estação de rejeição de frascosfora de especificações, mesa acumuladora e controlador lógico programável (CLP) 8422.40.90 Ex 177 - Máquinas enfardadeiras com selador de sacos, para produtos derivados defibra sintética (fibras e substratos de coco) propiciando a compressão desejada, dotadasde controlador lógico programável (CLP) 8422.40.90 Ex 178 - Combinações de máquinas automáticas para armar, encher e fechar cartuchosde papel cartão com produtos pré-embalados, com capacidade máxima de 300em­balagens/minuto, compostas de esteiras de acumulação das embalagens, esteiras detransporte de cartuchos, robô tipo "pick and place", equipamentos para armar e fecharos cartuchos, e controlador lógico programável (CLP) 8422.40.90 Ex 179 - Máquinas para aplicação de rótulos (ou etiquetas) pré-impressos auto­adesivos em ...

Iedi defende devolução de ICMS retido de exportadores

...cessário aproveitar essa oportunidade agora, antes que a sobra fiscal seja transformada em despesa." Quem retém os créditos são os Estados, mas o Iedi avalia que a questão não será resolvida sem a atuação do governo federal. Como a política de comércio exterior é de responsabilidade da União e o câmbio começa a criar problemas não apenas para os exportadores, mas também para o país, faz sentido o governo federal se envolver na história, diz o economista José Roberto Afonso, que participou da elaboração do projeto do Iedi. Resolver a questão também é importante para evitar a formação de um novo esqueleto fiscal, ressalta ele. Uma das sugestões é que os Estados emitam títulos que possam ser negociados no mercado, atestando o direito da empresa de receber aquele crédito, como lembra o economista-chefe do Iedi, Edgard Pereira. "O garantidor do título seria o Tesouro." Almeida observa que a União não teria a obrigação de fazer o desembolso de uma vez. O pagamento poderia ser escalonado ao longo do tempo, em vários anos. Quem quisesse receber antes poderia aceitar descontos no valor dos cr...

CNI informatizará sistema de emissão de certificados

...formou o gerente-executivo da Unidade de Comércio Exterior da CNI, José Frederico Álvares, na abertura do seminário Recentes Regimes de Origem, que começou hoje e se encerra na sexta-feira. O certificado de origem, documento que comprova a nacionalidade do produto, é necessário para o exportador obter os benefícios alfandegários previstos nos acordos comerciais do Brasil com outros países. A CNI e as federações...

Porto Municipal de Itajaí-Venezuela amplia compra de produtos brasileiros

... para a Venezuela. Em 2006, a unidade totalizou US$ 8,6 milhões de venda da mercadoria para o país governado por Hugo Chavez. O crescimento foi de 75,2%. A Venezuela é membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) desde 1960. A atividade petrolífera no país responde por cerca de 80% da receita com exportações e financia mais da metade da administração pública. Ainda que as estimativas de crescimento de PIB (Produto Interno Bruto) estejam entre 7 e 8% para este ano, o mercado venezuelano sofre com a falta de produtos e o mercado negro. Fonte: Assessoria de Comunicação - ASCOM...

Brasil e Reino Unido definem bases para ampliar intercâmbio

...etor privado para mapear oportunidades, desafios e dificuldades que marcam as relações bilaterais e, assim, definir ações para explorar melhor as potencialidades para os dois países. Ministros Miguel Jorge e John Hutton aprovam aumento de intercâmbioSegunda reunião ministerial do Jetco aprovou ações para aumentar a cooperação, encorajar inovação, aprimorar o ambiente de negócios e compartilhar conhecimentos e boas práticasO ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) do Brasil, Miguel Jorge, e o ministro de Negócios, Empreendimentos e Reforma Regulatória do Reino Unido, John Hutton, se encontraram hoje, em Londres (Reino Unido), para a segunda reunião do Comitê Econômico e de Comércio Conjunto Brasil-Reino Unido (Jetco na sigla em inglês). Criado em maio de 2006, o comitê é composto por representantes dos setores público e privado dos dois países e se reúne anualmente para discutir iniciativas para a ampliação do intercâmbio econômico-comercial.Os ministros aprovaram uma declaração conjunta com recomendações para as próximas ações do grupo. As orientações estão focadas no aumento da cooperação em setores considerados chaves, incentivo para ciência e inovação; desenvolvimento de ambiente de negócios e compartilhamento de conhecimentos e boas práticas. A declaração incentiva a cooperação nos setores de serviços advocatícios, serviços financeiros, saúde, energia, setor aeroespacial e de aviação.Em relação à inovação, a declaração recomenda a parceria nos setores de biotecnologia e biocombustível e o compartilhamento de boas práticas em relação a uma política de inovação, com foco na gestão de parques tecnológicos e no treinamento de profissionais de ciência.Já no âmbito de melhoria do ambiente de negócios entre os dois países, a declaração apóia a criação de um programa de cooperação entre o órgão de propriedade intelectual do Reino Unido – UK’s Intellectual Property Office (Ukipo) - e o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).Na área de compartilhamento de conhecimento, foi prevista a aproximação da Apex-Brasil (Agência de Promoção de Exportação e Investimentos) com o UKTI (United Kingdon Trade and Investment) para compartilhar boas práticas na área de promoção de comércio e de investimentos. Também foi discutida a aproximação do trabalho dos dois países nas áreas de metrologia e estatísticas de serviços, por meio de parcerias entre MDIC, Instituto Nacional para Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), UK’s Accreditation Service (UKAS) e UK’s Department of Business, Enterpise and Regulatory Reform.Propostas para 2008Visitas ministeriais e missões comerciais também serão realizadas, de acordo com a declaração. Estão previstos, para 2008, eventos nas áreas de software, turismo, audiovisuais, artesanato, setor aeroespacial e de aviação, entre outros. Além disso, será desenvolvido pelo UKTI um Guia de Negócios no Brasil, para dar às companhias britânicas um melhor entendimento sobre a realização de negócios no país.Além de realizarem o encontro bilateral, os ministros presidiram uma sessão plenária com representantes dos setores público e privado, que avaliou os resultados já obtidos pelo comitê e discutiu as propostas para o próximo ano. O comitê será dividido em grupos de trabalho que debaterão os temas propriedade intelectual, metrologia, exportação de serviços, serviços jurídicos, promoção de comércio e investimentos e biotecnologia.Os ministros acertaram que os oficiais dos dois países irão se reunir novamente em seis meses para acompanhar a implantação dos programas de trabalho. A próxima reunião ministerial do Jetco será no Brasil, em 2008.HistóricoO Jetco foi criado após a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Reino Unido, em 2006, quando os dois governos resolveram estabelecer um mecanismo formal para promover a relação econômica estratégica e adotar ações de estímulo ao comércio. O Memorando de Entendimento do Jetco foi assinado em maio daquele ano e prevê a reunião do comitê pelo menos uma vez p...

Exportações de couro crescem têm crescimento de 24% em 2007

...nto de cerca de 45 milhões de unidades por ano. E é o maior exportador, com embarques anuais de cerca 35 milhões de peças. Fonte: Cicb...

Um em cada 10 contêineres no Brasil passa por Itajaí

...forma todos os contêineres em unidades de 20 pés). No mesmo período, o Porto Municipal de Itajaí movimentou 322.890 Teu´s. No Brasil o desempenho de Itajaí só é superado pelo Porto de Santos, maior da América Latina. No primeiro semestre, segundo números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Itajaí movimentou, entre importações e exportação, US$ 3,98 bilhões. O total é 24% superior à movimentação financeira do primeiro semestre de 2006. As carnes bovinas, de frango e suína foram responsáveis pela movimentação de 44% do acumulado no semestre, somando US$ 1,2 bilhão. As principais informações sobre a movimentação de contêineres no ...

RESOLUÇÃO No36, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007.

...aixa de engrenagem integrada, unidade de lubrificação, unidade de selagem, sistema de monitoramento com controlador lógico programável (CLP), com vazão de operação de 9.256m3/h, pressão de sucção de 9,0kgf/cm2, pressão de descarga de 16,2kgf/cm2 e temperatura de sucção de 17,9ºC 8417.10.90 Ex 001 -Combinações de máquinas para a produção nominal de 7.500 toneladas de gusa líquido por dia à temperatura de 1.500°C e pressão interna do alto forno de até 5bar, dotadas de sistema de carregamento tipo topo sem cone, casa de corrida dotada de dois furos de gusa, sistema de refrigeração de carcaça do forno constituído de "staves" de cobre e de ferro fundido, compostas de 1 grupo de estrutura metálica do alto-forno, consistindo de estruturas para a torre inferior, torre intermediária e elevadores; 1 corpo de alto-forno (carcaça metálica do forno), que consiste em 1 carcaça metálica do cadinho, 1 carcaça metálica do anel de ventaneira, 1 carcaça metálic...

RESOLUÇÃO No37, DE 6 DE SETEMBRO DE 2007

...DESCRIÇÃO 8543.70.99 Ex 028 - Unidades funcionais para deposição física de metal no estado de vapor em camadas de espessura superior a 2 mícrons, por meio de catodos de arco ou de magnétrons, com câmara de vácuo, trocador de calor para produção de água gelada, sistema de injeção de gás, sistema de controle de atmosfera, sistema de bombas de vácuo de duplo estágio, mesa rotativa para fixação das peças e controlador lógico programável (CLP) Art. 2o Ficam alteradas para 2% (dois por cento), até 31 de dezembro de 2008, as alíquotas ad v a l o re m do Imposto de Importação incidentes sobre os seguintes componentes do Sistema Integrado (SI): (SI-527) : Sistema integrado para compensação de perdas de potência utilizado em linhas de trans¬missão de 500kV, do tipo compensação série capacitiva...

LEI No- 11.518, DE 5 DE SETEMBRO DE 2007

... atribuições, denominação das unidades e cargos, suas especificações, funções e funcionamento dos órgãos de que trata esta Lei. Art. 11. O item 4.2 da Relação Descritiva dos Portos Marítimos, Fluviais e Lacustres do Plano Nacional de Viação, constante do Anexo da Lei no 5.917, de 10 de setembro de 1973, passa a vigorar acrescido dos seguintes portos: ORDEM 176 A LVA R Ã E S AM RIO SOLIMÕES 177 A M AT U R Á AM RIO SOLIMÕES 178 ANAMÃ AM RIO SOLIMÕES 179 ANORI AM RIO SOLIMÕES 180 APUÍ AM RIO SOLIMÕES 181 ATALAIA DO NORTE AM RIO SOLIMÕES 182 BARREIRINHA AM RIO ENVIRA (AFLUENTE DO RIO AMAZONAS) 183 BERURI AM RIO PURUS 184 BOA VISTA DO AM RIO AMAZONAS RAMOS 185 CAAPIRANGA AM RIO SOLIMÕES 186 C A N U TA M A AM RIO PURUS 187 CARAUARI AM RIO JURUÁ 188 CAREIRO DA VÁRZEA AM RIO SOLIMÕES 189 CODAJÁS AM RIO SOLIMÕES 190 EIRUNEPÉ AM RIO JURUÁ 191 ENVIRA AM RIO TARAUACÁ 192 GUAJARÁ AM RIO JURUÁ 193 IPIXUNA AM RIO JURUÁ 194 I TA M A R AT I AM RIO JURUÁ 195 I TA P I R A N G A AM RIO AMAZONAS 196 JAPURÁ AM RIO JAPURÁ 197 JURUÁ AM RIO JAPURÁ 198 MARAÃ AM RIO JAPURÁ 199 NOVO AIRÃO AM RIO NEGRO 200 PA U I N Í AM RIO PURUS 201 RIO PRETO DA EVA AM RIO PRETO DA EVA 202 SÃO GABRIEL DA AM RIO NEGRO CACHOEIRA 203 S I LV E S AM RIO AMAZONAS 204 TA PA U Á AM RIO PURUS 205 UARINI AM RIO SOLIMÕES 206 BELÉM PA RIO PARÁ/BAÍA DE MARAJÓ 207 ANANINDEUA PA RIO PARÁ/BAÍA DE MARAJÓ 208 ITUPIRANGA PA RIO TOCANTINS 209 COLARES PA RIO PARÁ/BAÍA DE MARAJÓ 210 SÃO SEBASTIÃO DA PA RIO PARÁ/BAÍA DE MARAJÓ BOA VISTA 2 11 RONDONÓPOLIS MT RIO SÃO LOURENÇO 212 ROSANA SP RIO PARANAPANEMA 213 PORTO VELHO RO RIO CANDEIAS 214 GUARUJÁ SP ESTUÁRIO DE SANTOS 215 JURUTI PA RIO AMAZONAS 216 S A N TA R E M PA RIO TAPAJÓS Art. 12. A Lei no 11.457, de 16 de março de 2007, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 18-A: "Art. 18-A. Compete ao Advogado-Geral da União e ao Ministro de Estado da Fazenda, mediante ato conjunto, distribuir os cargos de Procurador da Fazenda Nacional pelas 3 (três) categorias da Carreira." Art. 13. Ficam criados na Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores: I - 3 (três) DAS-5; e II - 4 (quatro) DAS-4. Art. 14. Os arts. 1o e 4o da Lei no 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 1o .................................................................................... § 1o .......................................................................................... ......................................................................................................... VI - Estação de Transbordo de Cargas: a situada fora da área do porto, utilizada, exclusivamente, para operação de transbordo de cargas, destinadas ou provenientes da navegação interior; VII - Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte: a destinada às operações portuárias de movimentação de passageiros, de mercadorias ou ambas, destinados ou provenientes do transporte de navegação interior. ..............................................................................................." (NR) "Art. 4o .................................................................................... .......................................................................................................... II - de autorização do órgão competente, quando se tratar de Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte, de Estação de Transbordo de Cargas ou de terminal de uso privativo, desde que fora da área do porto organizado, ou quando o interessado for titular do domínio útil do terreno, mesmo que situado dentro da área do porto organizado. ......................................................................................................... § 2o .......................................................................................... .......................................................................................................... II - ............................................................................................ ......................................................................................................... d) Estação de Transbordo de Cargas. § 3o A exploração de instalação portuária de uso público fica restrita à área do porto organizado ou à área da Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte. .......................................................................................................... § 7o As autorizações de exploração de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte somente serão concedidas aos Estados ou Municípios, os quais poderão, com prévia autorização do órgão competente e mediante licitação, transferir a atividade para a iniciativa privada." (NR) Art. 15. (VETADO) Art. 16. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 17. Fica revogado o art. 56 da Lei no 10.683, de 28 de maio de 2003. Brasília, 5 de setembro de 2007; 186o da Independência e 119 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Tarso Genro Guido Mantega Alfredo Nascimento Miguel Jorge Paulo Bernardo Silva José Antonio Dias Toffoli...

Movimento de cargas no porto tem marca inédita

...ção de automóveis, com 24.076 unidades, expansão de 634,4%. Para Andrade, os números de desempenho do porto darão um salto ainda maior nos próximos anos. Citou a exportação de celulose, conseqüência da formatação do pólo madeireiro na Metade Sul do Estado, a construção da plataforma P-53, da Petrobras, e a instalação do Dique Seco pelo Estaleiro Rio Grande como os impulsionadores de nova fase para o porto. "Precisaremos ampliar a infra-estrutura para escoar nossa produção, e a hidrovia é uma estrada natural", disse. A meta, segundo ele, é reduzir a dependência rodoviária para o transporte de cargas de 60% para 33%. Fonte: Correio do Povo/RS...

Porto de Itajaí figura entre os 120 maiores do mundo na movimentação de contêineres

...oza de grande prestígio na comunidade internacional do setor. Portos, terminais, intermodalidade, multimodalidade e a indústria de contêineres são alguns dos temas abordados pela publicação mensal. Numa comparação com a China, que tem 9 portos entre os 30 maiores do mundo, Rebelo afirmou que é fácil construir num estado de excessão. "O governo chinês é o Ibama, o juiz, o advogado. Lá pode-se fazer o que quiser e se tem o dinheiro que se precisa", afirmou o superintendente, que no meio do ano foi fazer uma visita ao país oriental. Fonte: Wendel Martins - Florianópolis, com informações da assessoria de imprensa do Porto Municipal de Itajaí...

PORTARIA ANVISA nº 617, DE 30 DE AGOSTO DE 2007

...ecintos Alfandegados e demais unidades que componham a estrutura organizacional da Agência. Seção II DIRETRIZES DA POLÍTICA Art. 7° São diretrizes da Política de Atendimento ao Público: I - garantir a padronização do atendimento prestado pelas áreas internas, as quais deverão seguir a determinação desta Política e os demais documentos produzidos pela instituição, Considerando a necessidade de revisar periodicamente essas determinações; II - definir, na estrutura organizacional da Agência, uma área responsável por determinar, avaliar e controlar parâmetros para as atividades de atendimento desempenhadas pela Anvisa, para os públicos interno e externo; III - garantir um atendimento integrado sempre que a solicitação exigir a atuação de mais de uma área; IV - orientar a definição de profissionais em cada área para atuar como responsáveis pelo acompanhamento, avaliação e controle do atendimento das solicitações, e como interlocutores com as demais áreas internas; V - integrar ao Plano Anual de Capacitação dos Servidores da Anvisa, de acordo com as necessidades identificadas pela área responsável pela gestão do atendimento, as capacitações relativas a atendimento, avaliação e controle na Agência; VI - fortalecer a qualidade do atendimento ao público, prestando serviços adequados às necessidades dos interessados. Seção III DOS CONCEITOS E DEFINIÇÕES Art. 8° Para os fins da Política de Atendimento ao Público, adotam-se os seguintes conceitos: a) AGENTE REGULADO: pessoa física ou jurídica submetida ao controle e fiscalização da Anvisa. b) AGENTE PÚBLICO: aquele que, por força de lei, contrato ou qualquer outro ato jurídico, preste serviços à ANVISA, remunerados ou não, de natureza permanente, temporária, excepcional ou eventual; c) CORRESPONDÊNCIA: toda a espécie de comunicação escrita que circula nos setores da Agência, à exceção dos processos e petições. d) DATAVISA: sistema de protocolo informatizado para registro da tramitação de documentos e registro de dados e informações sobre os produtos e serviços sujeitos à Vigilância Sanitária, e) DENÚNCIA: acusação contra ato, pessoa física ou jurídica, ou órgão que descumpre ou não observa o devido procedimento legal, ou que causa prejuízo ou dano ao patrimônio público apresentando obrigatoriamente: I) identificação e endereço do denunciado; II) unidade na qual se dá a irregularidade; III) descrição da irregularidade; e IV) fundamentação mínima, capaz de permitir a apuração. f) DOCUMENTO: qualquer tipo de correspondência, petição primária ou petição secundária, incluídos os de gênero iconográfico, filmográfico, sonoro, micrográfico e informático. g) ELOGIO: demonstração de apreço, reconhecimento ou satisfação para com o serviço recebido e/ou prestado pela instituição. h) INTERESSADO: denominação que abrange os conceitos de agente regulado, responsável legal, responsável técnico, representante legal e representante pessoal. i) MENSAGEM DE CORREIO ELETRÔNICO: registro eletrônico de computador ou mensagem criada, enviada, encaminhada, respondida, transmitida, arquivada, mantida, copiada, mostrada, lida ou impressa por um ou vários sistemas ou serviços de correio eletrônico. j) RECLAMAÇÃO: queixa, manifestação de desagrado ou protesto sobre um serviço prestado. k) SERVIÇO DE CORREIO ELETRÔNICO: sistema eletrônico de mensageria utilizado para criar, enviar, encaminhar, responder, transmitir, arquivar, manter, copiar, mostrar, ler ou imprimir informações, com o propósito de comunicação entre redes de computadores ou entre pessoas ou grupos. l) SÍTIO ELETRÔNICO: endereço em ambiente de internet, onde estão disponibilizados serviços e informações. m) SOLICITAÇÃO: ato ou efeito de solicitar, requerer considerando tanto sugestões, consultas e pedidos de informação. n) SUGESTÃO: manifestação que apresenta uma idéia ou proposta para o aprimoramento dos processos de trabalho, das unidades administrativas e/ou dos serviços prestados pela instituição. Capítulo II DA GESTAO DO ATENDIMENTO Art. 9° Será designada uma área de gerenciamento das operações de atendimento ao público, com as seguintes atribuições: I - coordenar o processo de atendimento às consultas, solicitações e pedidos de informação, prezando pela qualidade e prazo das repostas; II - acompanhar, avaliar e controlar o atendimento prestado na instituição, por meio de indicadores de desempenho. III - implantar e gerenciar a central de atendimento telefônico, atendendo aos pedidos de informação, solicitações e consultas, ou encaminhando-os para a área competente; IV - coordenar e acompanhar os canais de atendimento eletrônico para: a) gerenciar o Fale Conosco, respondendo aos pedidos de informação, solicitações, consultas, ou encaminhando-os para área competente; e b) gerenciar o "Perguntas Freqüentes" - FAQ, solicitando das áreas a atualização periódica deste instrumento; V - coordenar o agendamento eletrônico do Parlatório; VI - propor melhorias na organização e gestão de conteúdo do sítio com vistas a facilitar o acesso dos usuários. Parágrafo único. Os Serviços de Atendimento da Ouvidoria não estão sujeitos ao gerenciamento das operações de atendimento ao público. Capítulo III DOS INSTRUMENTOS DO ATENDIMENTO Seção I DO ATENDIMENTO TELEFÔNICO CENTRAL Art. 10 A central telefônica terá a finalidade de atender ao público, prestando informações e fornecendo orientações sobre os serviços disponíveis na Anvisa, e deverá: I - ser um serviço gratuito e dispor, de preferência, de um único número, de fácil divulgação e memorização; II - responder aos questionamentos relacionados a informações de...

Braskem ampliará oferta de "resina verde" com propeno a base de etanol

...decisão sobre a construção da unidade piloto para a nova linha será tomada em um ano. Se for confirmada, a implantação da unidade levaria mais seis meses. A Braskem será a primeira empresa no mundo a produzir o polipropileno "verde" e espera obter um prêmio sobre os preços da resina convencional, derivada do petróleo ou gás, superior à média de 30% esperada no caso do polietileno, disse o diretor de tecnologia e inovação, Luís Fernando Cassinelli. Conforme o executivo, as novas resinas deverão ser procuradas por fabricantes de produtos de maior valor agregado, como cosméticos, alimentos especiais, autopeças e móveis.  Fonte: Valor Econômico - SP...

Móveis do Oeste de SC ao Reino Unido

...eleiro de Chapecó buscam oportunidades rentáveis lá fora. Grupo de cinco empresas que integram a Associação dos Moveleiros do Oeste de SC (Amoesc) - Serpil, Ripke, Nacional, RM e MPO - fechou, es...

RESOLUÇÃO ANTAQ nº 858, DE 23 DE AGOSTO 2007

...ização – PAF, elaborado pelas Unidades Administrativas Regionais e Gerências de Fiscalização, consolidado pelas respectivas Superintendências e aprovado pela Diretoria da ANTAQ, podendo ser realizada fiscalização eventual, em razão de indícios que indiquem a violação de quaisquer dispositivos, legais e regulamentares, de prática comercial lesiva ao usuário, ao interesse público ou à concorrência. Art. 8º A Administração Portuária fornecerá às equipes de fiscalização da ANTAQ, ou por ela delegadas, todos os dados, informações e apoio necessários à realização dos serviços. Parágrafo único. São de responsabilidade da Administração Portuária a consistência e a oportunidade dos dados e informações fornecidos aos servidores da ANTAQ encarregados da fiscalização e ao sistema de informações da ANTAQ, respondendo legalmente pela veracidade, autenticidade, atualidade e origem dos mesmos. Art. 9º As informações e dados e bem assim as atividades em desenvolvimento durante as fiscalizações são considerados reservados e sigilosos até a liberação de sua divulgação pela ANTAQ. CAPÍTULO IV DAS OBRIGAÇÕES DA ADMINISTRAÇÃO DO PORTO Art. 10. São obrigações da Administração Portuária: I - fornecer à ANTAQ, no prazo que for fixado, as informações técnicas, operacionais, administrativas e econômico-financeiras solicitadas, inclusive as relativas à segurança e à vigilância na área do porto e à proteção ao meio ambiente; II - manter atualizado o registro dos bens da União sob sua guarda, dos bens próprios e dos bens reversíveis dos arrendamentos; III - manter atualizado o cadastro de arrendamentos, conforme estabelecido pela ANTAQ e bem assim disponibilizar cópias dos respectivos contratos para atender à fiscalização, quando solicitado; IV - arbitrar, em âmbito administrativo, mediante solicitação de qualquer das partes, o preço dos serviços que não estiverem descritos na relação a que se refere o inciso XV do art. 29 da Norma aprovada pela Resolução nº 055-ANTAQ, de 16 de dezembro de 2002, e que não puderem ser prestados aos usuários por terceiros, quando não for alcançado acordo entre as partes; V- manter cadastro do pessoal próprio; VI - submeter ao CAP, para homologação, o horário de funcionamento do porto, bem assim as jornadas de trabalho no cais público; VII - prestar apoio técnico e administrativo ao Conselho de Autoridade Portuária - CAP e ao Órgão de Gestão de Mão de Obra – OGMO; VIII – manter serviço de atendimento aos usuários, fornecendo, no prazo máximo de cinco dias, as informações solicitadas; IX - dar ciência à ANTAQ sobre qualquer acordo de sócios ou acionistas e suas alterações, bem assim de qualquer modificação efetuada na composição do controle societário das arrendatárias, no prazo máximo de cinco dias, contados da data em que tomar conhecimento do fato; X – cumprir, nos casos de licitação para arrendamento de áreas e instalações portuárias, o disposto no 7º do Decreto nº 4.391, de 2002, submetendo à análise da ANTAQ, previamente à licitação, o relatório dos estudos de que trata o art. 6º e parágrafo único desse Decreto, bem como o edital e a minuta do futuro contrato; XI - submeter à aprovação da ANTAQ projetos e investimentos nas áreas e instalações portuárias não previstos nos contratos de arrendamento; XII – submeter à prévia aprovação da ANTAQ a celebração de aditivos contratuais que impliquem prorrogação de prazo, ou qualquer espécie de alteração da área do arrendamento, encaminhando justificativa e demais documentos inerentes a essa alteração; XIII - comunicar à ANTAQ a participação em licitação para arrendamento de áreas e instalações portuárias de pessoa jurídica que, individualmente ou em consórcio, já explore terminal congênere dentro do mesmo porto organizado; XIV - aplicar penalidades previstas em leis, normas, contratos e Regulamento do Porto; XV – estabelecer, manter e operar, sob coordenação da Autoridade Marítima, a sinalização e o balizamento do canal de acesso e da bacia de evolução do porto; XVI - delimitar, sob coordenação da Autoridade Marítima, as áreas de fundeadouro, de fundeio para carga e descarga, de inspeção sanitária e de polícia marítima, bem assim as destinadas a plataformas e demais embarcações especiais, navios de guerra e submarinos, navios em reparo ou aguardando atracação, e navios com cargas inflamáveis ou explosivas; XVII – estabelecer, sob coordenação da Autoridade Marít...

Câmbio afeta o agronegócio

... Agropecuária - Embrapa Café, unidade localizada no Distrito Federal, em Brasília, Antônio de Pádua Nacif, o fato é que o governo não irá alterar a política econômica de câmbio flutuante, então nesse caso o certo seria que fossem criadas políticas de compensação aos segmentos do agronegócio mais afetados pela instabilidade cambial. No caso do café, é nítida a reação do preço do grão no mercado internacional, mas não no mercado interno, que enfrenta elevação dos custos com mão-de-obra e insumos, ressaltou Nacif. No período de janeiro de 1996 até junho deste ano, o aumento do preço recebido pelo produtor pela saca de café foi de de 69%, enquanto que a alta referente a mão-de-obra foi de 125% e em relação aos fertilizantes é de 130%, segundo dados da CNA. Por Diário do Comércio/MG...

RESOLUÇÃO No- 38, DE 22 DE AGOSTO DE 2007

...00 (duzentas e cinqüenta mil) unidades, das quais 130.000 (cento e trinta mil) reservadas a importações brasileiras da República Oriental do Uruguai e 120.000 (cento e vinte mil) reservadas a importações brasileiras da República do Paraguai; II - NCM 4012.12.00: 2.000 (duas mil) unidades, das quais 1.000 (um mil) reservadas a importações brasileiras da República Oriental do Uruguai e 1.000 (um mil) reservadas a importações brasileiras da República do Paraguai; III - NCM 4012.19.00: 0 (zero) unidades. Parágrafo único - A quota aplicável para o restante do ano de 2007 corresponderá à metade da quota anual instituída no caput deste artigo, distribuída de acordo com a proporção nele estabelecida. Art. 2º As quotas estipuladas nesta Resolução deverão ser observadas até que seja aprovada e entre em vigor política comum do Mercosul sobre o comércio de pneus e seus resíduos. Art. 3º A Secretaria de Comércio Exterior - SECEX regulamentará a presente Resolução. Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE Presidente do Conselho...

RESOLUÇÃO Nº 35, DE 22 DE AGOSTO DE 2007

...aspectos de relevância e oportunidade de concessão dessas modalidades, a consonância com as práticas internacionais e os objetivos das políticas externa e de comércio exterior brasileiras. II deste artigo somente poderão ser encaminhadas ao COFIG, para enquadramento, após deliberação expressa do Conselho de Ministros da CAMEX, que definirá as diretrizes, critérios, condições e limites máximos de apoio do PROEX-Financiamento e do PROEXEqualização, a serem observados em cada operação. Art. 3o Ficam revogadas as Resoluções CAMEX no 33, de 16 de dezembro de 2002, e no 45, de 23 de dezembro de 2003. Art. 4o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. MIGUEL JORGE Presidente do Conselho...

Alta do dólar compensará preço menor dos produtos exportados, diz Mantega

..., o Brasil não tem completa imunidade diante de crise internacionais, mesmo com reservas de US$ 160 bilhões. Ele também afirmou que, "se houver uma supercrise, ninguém escaparia dos efeitos negativos". Fonte: Folha de São Paulo (com colaboração da Folha Online)...

Governo projeta crescimento do comércio entre o Brasil e Ásia

...l), Osvaldo Kasef, essas oportunidades podem ser levadas também aos demais países latino-americanos. Kasef disse que a economia da América Latina e do Caribe deve crescer em torno de 5% neste ano, o que se constitui no melhor nível de desenvolvimento regional desde os anos 70. O mais importante é que se trata de crescimento com superávit nas contas externas, o que “é um feito inédito” na região, acrescentou. Fonte: Agência Brasil...

Movimentação do Porto de São Francisco cresce no mês de julho

...TEU (Twenty Equivalent Unit - unidade internacional equivalente a um contêiner de 20 pés), com avanço de 19% sobre igual período de 2006. As carnes congeladas apresentaram maior crescimento, com 21,97 mil toneladas e avanço de 134%, seguidas pelos refrigeradores - 25,97 mil toneladas e incremento de 55% - e pelas peças de veículos - 88,82 mil toneladas e crescimento de 8%. Os embarques de madeira manufaturada em contêineres somaram 329,48 mil toneladas e cresceram 11% no período. Em julho, houve o recorde histórico de atrações com 76 navios/mês. O recorde anterior foi de 74 navios em março de 2006. Fonte: Assessoria de imprensa do Porto de São Francisco do Sul ...

Agora estratégica, exportação das cooperativas cresce 34% até junho

...ções deixaram de ser uma oportunidade sazonal e se tornaram uma estratégia." Embora prejudicadas pelo câmbio desfavorável, a maioria das organizações alterou seu perfil de vendas ao exterior com a estabilidade da economia e a contenção da inflação, segundo a avaliação do executivo. A participação do segmento nas exportações totais do agronegócio devem saltar de 5,7% para 10% até 2010 - em 2005, essa fatia era de 5,1%, lembra Freitas. Fonte: Valor Econômico - SP ...

Comércio entre Brasil e Argentina deve bater novo recorde

...nário "Brasil-Argentina: oportunidades de comércio e investimentos", o diplomata disse que o comércio entre os dois países "será este ano de US$ 21 bilhões e marcará, pelo terceiro ano consecutivo, um recorde". "O Mercosul é o eixo e o centro do bloco regional", destacou Vieira, lembrando que há 16 ...

Brasil precisa descobrir a China, alerta especialista em mercados

... asiático é uma fonte de oportunidades de negócios para o Brasil. "O maior problema é o desconhecimento da realidade chinesa", afirma o diretor do escritório de negócios da empresa BWP na China, Milton Pomar. Há 10 anos naquele País, Pomar destaca a necessidade de o empresariado brasileiro conhecer melhor as peculiaridades chinesas para desenvolver os negócios entre os dois países. A convite do Sebrae na Bahia, Milton Pomar apresentou nesta terça-feira (7), em Salvador, a palestra "Bahia e China - atração de investimentos e...

LEI No- 11.512, DE 8 DE AGOSTO DE 2007

...Para a entrega dos recursos à unidade federada, a ser realizada por uma das formas previstas no art. 5o desta Lei, serão obrigatoriamente deduzidos, até o montante total apurado no respectivo período, os valores das dívidas vencidas e não pagas da unidade federada, na seguinte ordem: I - primeiro as contraídas com a União, depois as contraídas com garantia da União, inclusive dívida externa; somente após, as contraídas com entidades da administração indireta federal; e II - primeiro as da administração direta, depois as da administração indireta da unidade federada. Parágrafo único. Respeitada a ordem prevista nos incisos I e II do caput deste artigo, ato do Poder Executivo federal poderá autorizar: I - a quitação de parcelas vincendas, mediante acordo com o respectivo ente federado; e II - quanto às dívidas com entidades da administração federal indireta, a suspensão temporária da dedução, quando não estiverem disponíveis, no prazo devido, as necessárias informações. Art. 5o Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada equivalentes ao montante das dívidas apurado na forma do art. 4o desta Lei serão satisfeitos pela União pelas seguintes formas: I - entrega de obrigações do Tesouro Nacional, de série especial, inalienáveis, com vencimento não inferior a 10 (dez) anos, remunerados por taxa igual ao custo médio das dívidas da respectiva unidade federada com o Tesouro Nacional, com poder liberatório para pagamento das referidas dívidas; ou II - correspondente compensação. Parágrafo único. Os recursos a serem entregues mensalmente à unidade federada equivalentes à diferença positiva entre o valor total que lhe cabe e o valor da dívida apurada nos termos do art. 4o desta Lei e liquidada na forma do inciso II do caput deste artigo serão satisfeitos por meio de crédito, em moeda corrente, à conta bancária do beneficiário. Art. 6o O Ministério da Fazenda definirá, em até 30 (trinta) dias a contar da publicação da Medida Provisória nº 368, de 4 de maio de 2007, as regras da prestação de informação pelos Estados e pelo Distrito Federal sobre a efetiva manutenção e aproveitamento de créditos pelos exportadores a que se refere a alínea a do inc...

CNI propõe corte de tarifas do Brasil e México

...E). ‘Senão, vamos perder oportunidades.’ Em artigo no jornal El Universal, do México, Lula insistiu que os números de comércio e investimentos bilaterais são ‘pequenos’ e que a ampliação do ACE 53 ‘é um passo alentador’ para a diversificação dos intercâmbios entre empresas dos países. Em defesa da integração da América Latina, o presidente deu uma estocada em seu mais celebrado parceiro na área de biocombustíveis, os Estados Unidos. ‘Não precisamos de muros. Precisamos de rodovias, gasodutos, linhas de transmissão. A verdadeira integração faz com que não apenas as mercadorias e os serviços circulem livremente, mas também as pessoas e as idéias’, afirmou. Dados da CNI mostram que a corrente de comércio Brasil-México já havia passado de US$ 2,9 bilhões para US$ 5,7 bilhões entre 2002 e 2006. O superávit brasileiro saltou, no período, de US$ 1,8 bilhão para US$ 3,1 bilhões. Mas o impacto do ACE 53 foi mínimo. Maior expressão teve o ACE 55, que reduziu as tarifas de importação no comércio bilateral automotivo e gerou o compromisso de total liberalização do setor até 2020. Dos embarques para o México em 2006, 54% foram de automóveis. Para o Itamaraty, a ampliação do ACE 53 envolverá negociação mais complicada que a de um acordo de livre comércio. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, advertiu que a negociação setorial tende a levantar mais sensibilidades e nem sempre é suscetível a argumentos de ordem política. Para ele, o Mercosul não teria existido se os governos não tivessem dado o salt...

Empresários brasileiros e mexicanos vão propor ampliação de acordos comerciais bilaterais

... para a identificação de oportunidades de investimentos entre Brasil e México. No comunicado, assinado durante a 7ª Reunião Plenária do Comitê Empresarial Brasil-México, os dois líderes empresariais também prometem avaliar em conjunto e levar aos governos propostas para o aprofundamento dos acordos comerciais entre os dois países. Dizem ainda que a CNI e o Comce estimularão o entendimento entre os diversos setores empresariais e incentivarão o intercâmbio de informações e de avaliações sobre o desempenho da economia dos dois países. Participaram da 7ª Reunião Plenária do Comitê Empresarial Brasil-México, os p...

Fiesc lidera missão brasileira à maior feira de negócios da China

...falar sobre a feira e as oportunidades de negócios entre Brasil e China. A Canton Fair, que chega a 102ª edição, é o maior evento de negócios da China e um dos maiores do mundo, e reúne cerca de 14 mil expositores. Uma das vantagens do evento é que, além de negociar com a China, a missão possibilita contato com empresas de todas as partes do mundo. Segundo o diretor de relações industriais da Fiesc, Henry Quaresma, uma das novidades deste ano é a possibilidade de empresas de fora da China também exporem na feira - o evento era voltado somente para a exportação de produtos chineses. "Há muitas oportunidades de negócios no evento, principalmente para importação de produtos chineses. Mas é possível vender lá também, e essa abertura para expositores de outros países reforça isso", afirmou. Fonte: assessoria de imprensa da Fiesc...

Receita de exportação de pequenas cresce 41,2%

...rica Latina oferece boas oportunidades para quem quer buscar novos mercados. "Há financiamentos para exportar na região e facilidades de acesso e transporte", diz Alessandro Teixeira, presidente da Apex-Brasil (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos). Países da África em que se fala português também são bons mercados. Além da facilidade do idioma, têm consumidores numerosos. "Em Angola, há riqueza gerada pela exportação de petróleo. Mas o açúcar é importado da Alemanha, quando poderia ser importado do Brasil", ilustra Alfredo Reis, do Ibmec São Paulo. 3 - Investimento Se o dólar mais baixo torna produtos brasileiros mais caros no exterior e dificulta a exportação, a taxa de câmbio atual pode ser um incentivo para o investimento na infra-estrutura da empresa, já que as máquinas e os equipamentos importados ficam mais baratos. Os produtores podem, por exemplo, renovar seus parques fabris. "A modernização aumenta a qualidade dos produtos e, assim, incrementa a competitividade deles no mercado externo", afirma Alessandro Teixeira, da Apex-Brasil. 4 - Diferenciação Uma estratégia de lançar produtos diferenciados pode ser a alavanca para vender a um preço mais alto. "Inovações agregam mais valor àquilo que a empresa já exporta", diz Francisco Guglielme Júnior, professor de empreendedorismo da FGV-Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas). "Por exemplo: mostrar conformidade com a proteção do ambiente está em alta." Para renovar a tecnologia, é possível contratar financiamentos do BNDES e de bancos privados. 5 - Estratégia Ainda que haja reveses, exportar deve ser visto como uma oportunidade para identificar e avaliar novas oportunidades de negócio -e, assim, fazer a empresa crescer. "A exportação deve ser uma estratégia definitiva, não uma válvula de escape para um mercado interno ruim", diz Scherban Leonardo Cretoiu, professor da Fundação Dom Cabral. Ainda que isso possa significar uma margem de lucro menor na exportação, os ganhos são em competitividade: a empresa tem acesso a novas tecnologias e percebe tendências de mercado, aponta Cretoiu. 6 - Cooperação Ao exportar, empresas concorrentes no mercado interno podem unir forças para enfrentar desafios como busca de clientes, produção em escala e custos de transporte. Para participar de consórcios, o empresário pode procurar a Apex-Brasil, as federações de indústria ou o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e se unir a um projeto com outros empreendedores. "Cooperativas, consórcios e "tradings" que consolidam a carga [dividem um mesmo contêiner entre várias empresas] barateiam os custos agregados", sugere Jaime Kochi, consultor de comércio ex...

Setores afetados pelo câmbio já reagem

...aixo. "Eles não têm mais oportunidade de competir pelo grande mercado desde os anos 1990. Esse é um problema que já existia e se agravou com o câmbio." O economista Joel Bogdanski, do Itaú, afirmou que só terão espaço empresas que buscarem vender produtos diferenciados, de maior qualidade. "Acho que essa tese de desindustrialização morreu", disse Solange Srour, da Mellon Global Investments, ressaltando que a produção de veículos e de eletrodomésticos, que também poderia ser afetada pelo câmbio, está em expansão. Para Bogdanski, outra teoria corrente, a de que a capacidade instalada da indústria (82,7% em maio) está próxima a seu limite e compromete a estabilidade de preços, também não se confirmou. Nesse caso, a tese, que defende um política monetária mais restritiva, foi lançada por economistas chamados de monetaristas, pensamento liderado pela PUC-Rio. "Os dados mostram que ambas [as teses] estavam erradas. O crescimento da indústria é forte e pujante e não ameaça a estabilidade de preços", disse Bogdanski. Fonte: Global 21...

Nova tecnologia da Braskem cria caçamba de polietileno

... vantagens apresentadas pelas unidades revestidas com esse material está uma maior agilidade no escoamento da carga. De acordo com a Braskem, a inovação possibilita ainda uma operação mais segura, eliminando o risco de tombamento do caminhão, além de reduzir o consumo de combustível – pois o veículo transporta menos peso morto (estrutura e resto de produtos). Destaque também para a ampliação da vida útil da caçamba, diminuindo o desgaste dos pneus e dispensando a necessidade de equipamentos adicionais para remover os resíduos transportados. “É um produto de alto valor agregado, que pode ser utilizado até em máquinas agrícolas”, completa Carlos. Com a parceria, a Rossetti passa a ser também a primeira fabricante nacional a oferecer caçambas revestidas direto da fábrica – permitindo aos consumidores incluir esse revestimento nas operações de financiamento, do governo, de equipamentos e implementos. A estimativa da empresa é que pelo menos 30% dos veículos vendidos já saiam com essa tecnologia. Líder em resinas termoplásticas na América Latina, a Braskem havia investido, no final do ano passado, cerca de R$6 milhões na abertura de uma unidade de desenvolvimento tecnológico de Utec no Pólo de Camaçari – centro com 900 metros quadrados de área, sete laboratórios de última geração e uma planta piloto. Fonte: Correio da Bahia...

ALL deverá ter dois novos terminais para cargas gerais no interior do Rio Grande do Sul

...dada que conta com mais de 70 unidades espalhadas por cidades do Brasil, Argentina, Chile e Uruguai e localizadas em pontos estratégicos para embarque e desembarque de carga. Entre seus principais clientes, estão algumas das maiores empresas do país, como Cargill, AmBev, Unilever, Ford, Votorantim, Scania, Ipiranga e Gerdau. Conforme informações da companhia, seus serviços logísticos incluem o desenvolvimento de projetos customizados, movimentação nacional e internacional door-to-door, distribuição urbana, coletas milk run, gestão completa de armazéns, centros de distribuição e estoques. Atende aos mais diversos segmentos: commodities agrícolas e fertilizantes, combustíveis, construção, madeira, papel, celulose, siderúrgicos, higiene e limpeza, eletro-eletrônicos, automotivo e autopeças, embalagens, químicos e petroquímicos, bebidas, entre outros. A empresa iniciou suas atividades em março de 1997 como Ferrovia Sul Atlântico, ao vencer o processo de privatização da malha ferroviária sul (PR, SC e RS). Em dezembro de 1998, por meio de um contrato operacional, passou a operar também no trecho sul de SP. Em agosto de 1999 adquiriu as ferrovias argentinas MESO e BAP, dobrando a extensão de sua malha. Em julho de 2001 integrou a totalidade dos ativos e atividades da Delara, no segmento rodoviário. O lançamento de ações na Bolsa de Valores de São Paulo, em junho de 2004, foi um marco na trajetória da ALL, pois possibilitou a captação de recursos para financiar seu projeto de crescimento. Hoje, é a única empresa de logística que possui capital aberto no Brasil. Fonte: Sheila Meyer - Porto Alegre...

Instrução Normativa RFB nº 773, de 28 de agosto de 2007

...aput deverá ser registrada na unidade da RFB responsável pela fiscalização de tributos sobre o comércio exterior com jurisdição sobre o domicílio do estabelecimento do beneficiário. § 2º Deverão ser informados no campo "Observações" do RE o número da nota fiscal que amparou a remessa ao exportador, dos produtos a serem acondicionados com o material de embalagem, além da Razão Social e do número no CNPJ. § 3º Fica dispensada a realização da verificação física, na hipótese de seleção da declaração a que se refere o caput, para canal de conferência. § 4º A averbação da saída definitiva do País dar-se-á automaticamente, pelo Siscomex, com o desembaraço para exportação realizado à vista da declaração e dos demais documentos apresentados pelo exportador. Art. 15. O despacho aduaneiro das mercadorias acondicionadas com o material de embalagem recebido com os benefícios previstos no regime será processado mediante registro, pelo embalador, de DE registrada no Siscomex. § 1º O despacho aduaneiro previsto no caput poderá ser promovido por qualquer estabelecimento da pessoa jurídica habilitada ao Remicex no perfil embalador. § 2º Deverão constar do campo "Observações" do RE: I - para cada tipo de embalagem, a quantidade total de material empregada: a) com a utilização do regime; e b) por unidade de medida estatística da mercadoria a ser exportada; II - os números das notas fiscais que ampararam o recebimento do material de embalagem utilizado no acondicionamento das mercadorias a exportar. Art. 16. A Coordenação-Geral de Administração Aduaneira (Coana) poderá estabelecer procedimentos complementares para os despachos de que tratam os arts. 14 e 15. Art. 17. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data da publicação. JORGE ANTONIO DEHER RACHID...

Petrobras compra Suzano Petroquímica

...e industrial formado por três unidades produtoras de resinas de polipropileno, localizadas nos municípios de Mauá (SP), Duque de Caxias (RJ) e Camaçari (BA), que totalizam uma capacidade de produção anual de 685 mil toneladas. Tem, ainda, participação na produção da Rio Polímeros S.A., cuja capacidade é de 540 mil toneladas de polietileno/ano, da Petroflex, com potencial de 422 mil toneladas de borracha sintética, e da central de matérias-primas da Petroquímica União. A empresa apresentou, no primeiro semestre de 2007, uma receita líquida consolidada de R$ 1.331 milhões e um lucro líquido de R$ 126 milhões. A operação será apresentada às autoridades brasileiras de defesa da concorrência (Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, Secretaria de Direito Econômico - SDE, e Secretaria de Acompanhamento Econômico - SEAE), no prazo e forma estabelecidos pela legislação em vigor. A Companhia manterá seus acionistas e o mercado, oportuna e adequadamente, informados sobre a conclusão da operação. Com informações da assessoria de imprensa da Petrobras...

Seminário mostra na FIESC oportunidades de negócio com a China

As oportunidades de se estabelecer novas relações comercia...

Avaliação de imóveis atrasa Via Expressa Portuária de Navegantes, SC

... 23 deles edificados. As oportunidades tendem a aumentar em 2008, quando o restante dos 150 terrenos e casas da área de desapropriação passará pelo mesmo processo. A oferta de imóveis foi um pedido do próprio poder público às imobiliárias, na intenção de que se estabeleçam comparações na hora de estipular os valores dos imóveis indenizados. Fonte: Jornal de Santa Catarina...

A estratégia da terceirização na atualidade

...organizações, da academia, comunidade econômica e das pessoas “normais”, nós cidadãos. A comprovação de resultados altamente positivos obtidos pelas empresas que a c...

Aracruz e Unisc discutem formação de parceria para construção de terminal portuário

...ou que é fundamental que a comunidade, tanto de Rio Pardo como da região, esteja preparada para a chegada do projeto. ?A Aracruz tem por filosofia valorizar a mão-de-obra local. Onde ela se instala, a utilização dos profissionais que vivem na localidade é fundamental. Para isso é preciso que as pessoas estejam preparadas?, disse o diretor. Nunes destacou o volume de recursos direcionados pela empresa que dirige em pesquisa e, neste ponto, a parceria com universidades é muito valorizada pela empresa. Para o prefeito Joni Rocha, esse foi um encontro promissor e que em pouco tempo vai apresentar seus reflexos. ?A Aracruz está instalando o terminal portuário em Rio Pardo, mas é fato que toda a região será beneficiada. Por isso, quanto mais parceiros, melhor para a nossa população. A Unisc é uma instituição renomada, idônea e que tem muito a oferecer?, disse. Também participou do encontro a presidente do Conselho Regional de Desenvolvim...

Ranking expõe deficiências e deixa Porto de Santos entre piores do País

...tweenty-foot equivalent unit, unidade de 20 pés ou equivalente). Esses navios exigem um calado de 12,4 metros. Já nos de quarta e quinta geração, cuja capacidade é de 4 mil a 8 mil TEUs, a profundidade do canal precisa ser de 13,8 metros, em média. “Isso demonstra que o aprofundamento dos calados é fator primordial para a competitividade do produto brasileiro e algo inadiável”, destaca Fleury. Mas, apesar do diagnóstico, a maioria dos portos brasileiros ainda sofre com a falta de dragagem. “Há portos onde o navio tem de esperar a maré subir para atracar no cais. Outros precisam usar barcaça para levar a carga em alto mar, onde o navio fica aguardando para não atolar”, exemplifica o professor da Coppead. Esse problema, aliado às dificuldades de acesso terrestre, está entre os fatores que explicam o aumento do tempo médio de espera de navios nos portos. De acordo com o trabalho da Coppead, o Porto de Itaguaí é o campeão de espera. De 2005 para 2006, o tempo para embarque e desembarque de contêineres aumentou 250%, de 100 horas para 350 horas. Em Santos, o maior tempo é verificado no transporte de granéis sólidos, de 83 horas. “Vale destacar que o custo de um navio parado está em torno de US$ 40 mil e US$ 50 mil por dia”, alerta o presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli. Segundo ele, toda melhora de produtividade proporcionada pela modernização dos terminais privados é anulada por essa falta de infra-estrutura, de responsabilidade do governo. “Antes da privatização, os terminais movimentavam cerca de 11 contêineres por hora. Hoje fazem de 35 a 40 movimentos por hora. Há casos de até 70 contêineres por hora. Os custos também caíram de US$ 400 para US$ 200 o contêiner”, diz Manteli. “Os portos passaram a ser eficientes, mas faltou a parte do governo.” Fonte: O Estado de São Paulo...

RESOLUÇÃO CAMEX Nº 28, DE 25 DE JULHO DE 2007 - DOU 30/07/2007

...de conversores de freqüência, unidade de refrigeração hermética refrigerada à água e 16 ventiladores de corrente cruzada de ar incorporada para circulação de ar frio, dotados de controlador lógico programável (CLP) 8419.32.00 Ex 004 - Combinações de máquinas para secagem, por ar aquecido e gases de combustão, de fibras de madeira fluidizadas, com capacidade máxima igual ou superior a 20 toneladas por hora, compostas por válvulas tipo borboleta para controle de fluxo de ar quente, câmara de mistura de ar quente com ar atmosférico, soprador, injetor de fibra fluidizada, sistema de combate a incêndio na linha de secagem, válvulas rotativas para separação da mistura fibra/ar e sistema de supervisão e controle 8419.39.00 Ex 002 - Condicionadores de couros de ação contínua, com injeção de ar a alta pressão por convecção forçada, sem sistema de expansão dos couros, transporte dos couros por 3 ou mais esteiras sobrepostas instaladas dentro dos condicionadores 8419.50.21 Ex 015 - Trocadores de calor, tipo casco-tubo, com 2.160 tubos "High Flux", medindo cada um 12.200mm de comprimento e 19mm de diâmetro, revestidos com uma camada porosa de metal sinterizado, especialmente desenvolvidos e projetados para promover ebulição nucleada que se caracteriza pela formação e crescimento de bolhas na superfície aquecida do tubo, com diferenças de temperatura muito baixas (até 2ºF), com área de troca de 1.537m2, fluído do casco propileno 84.100kg/h e fluído dos tubos etilenº 103.900kg/h, temperatura do casco -39,6ºC, temperatura dos tubos compreendida entre -31,2 e -33,8ºC 8419.50.21 Ex 016 - Trocadores de calor, tipo casco-tubo, com 865 tubos "High Flux", medindo cada um 6.096mm de comprimento e 32mm de diâmetro, revestidos com uma camada porosa de metal sinterizado, especialmente desenvolvidos e projetados para promover ebulição nucleada que se caracteriza pela formação e crescimento de bolhas na superfície aquecida do tubo, com diferenças de temperatura muito baixas (até 2ºF), com área de troca de 465m2, fluído no casco, propileno com vazão de 65.200kg/h e fluído nos tubos, etileno com vazão de 247.300kg/h, temperatura do casco compreendida entre 23,4 e 3,4ºC e temperatura dos tubos compreendida entre -5,4 e -5,2ºC 8419.50.21 Ex 017 - Trocadores de calor multitubulares metálicos, tipo TLE (Transfer Line Exchange), com 55,1m2 de área de transferência de calor, para resfriamento de gases craqueados de pirólise, de 820 para 411°C, com pressão de 1,3kg/cm2 do lado gás e recuperação de calor através de geração de vapor d´água a 326°C e pressão de 124,1kg/cm2, fabricados em aço liga DIN 15Mo3 e aço carbono SA-106Gr.B, com tubulações de adaptação devidamente dobradas nos raios exatos para a montagem, fabricados em aço carbono SA-106Gr.B 8419.90.20 Ex 001 - Bandejas de destilação de múltiplas saídas, construídas em aço inoxidável 410, para serem instaladas em colunas de destilação de gases de diâmetro interno de 4.200mm, aptas a realizar a separação de etileno 8420.10.90 Ex 004 - Prensas hidráulicas contínuas, tipo calandras, para acetinar e gravar couros, com sistema de armazenamento e/ou troca de rolos, com sistema de aquecimento de rolos, com largura útil ou igual ou superior a 1.600mm 8420.10.90 Ex 015 - Máquinas para impressão de efeitos multipontos e desenhos em peles, e tecidos sintéticos, com controlador lógico programável (CLP), através de cilindros, com largura de trabalho de 1.800mm, velocidade máxima dos cilindros de 20m/min, com sistema de troca automática de cilindros com capacidade de até 12 cilindros 8421.19.90 Ex 020 - Centrífugas microprocessadas, bi-volt, portáteis, controladas por software para processamento, separação e recuperação de concentrados celulares com o uso de protocolos pré-programados e dispositivos descartáveis exclusivos, em sistema fechado e estéril, capaz de processar aspirados de medula óssea, sangue de cordão umbilical, células-tronco colhidas por equipamentos de aférese, células mesenquimais, bem como células de outros tecidos, recém colhidas ou descongeladas, para serem auto-transfundidas ou transfundidas em outros receptores ou pacientes com finalidades terapêuticas e regenerativas     8422.30.29 Ex 106 - Máquinas para enchimento, condicionamento e selagem a quente de produtos derivados de tomate em pouches (sacos) flexíveis pré-formados, flexíveis e termosoldáveis tipo "stand-up" e sacos lisos com fundos lisos tipo almofada, com capacidade compreendida entre 250ml e 10litros 8422.30.29 Ex 107 - Combinações de máquinas para moldagem, envase e fechamento de frascos de soro, de 500ml, com capacidade máxima de 4.000frascos/hora, compostas de máquina para produção de préforma, conformadora por estiramento e sopro, e enchedora/ fechadora de frascos 8422.30.29 Ex 108 - Combinações de máquinas para moldagem, envase e fechamento de bolsas flexíveis de infusão, de 100 à 1.000ml, conformadas a partir de polipropileno, laminado, com capacidade máxima de 4.500 bolsas/hora, compostas por unidade de desenrolamento, unidade de impressão, unidade de transferência, unidade de corte, unidade de pré-aquecimento, unidade de aquecimento, unidade de alimentação dos conectores de saída, unidade de soldagem, unidade de evacuação de desperdícios, unidade de transferência, unidade de enchimento, unidade de fechamento e cabine de controle 8422.40.90 Ex 168 - Prensas enfardadeiras hidráulicas para "tops" de lã, com capacidade igual ou superior a 300 toneladas e velocidade máxima igual ou superior a 10 fardos de 350kg por hora 8422.40.90 Ex 169 - Combinações de máquinas para empacotar as pilhas de absorventes em bolsas plásticas seladas, na quantidade pré programada, com capacidade máxima de produção de 120 bolsas plásticas seladas por minuto, compostas por 1 esteira de barras transportadores, 1 unidade de compressão, 1 empurrador superior, 1 braço de sucção e abertura de bolsa plástica, 1 esteira de pinos para alimentação das bolsas e mesa de levantamento para reposição ou troca rápida de pilha de bolsas, 1 unidade de corte e selagem das bolsas plásticas com sistema de sucção a vácuo do resíduo após o corte, 1 alimentador de panfletos, para inserir folhetos (panfletos) dentro de cada bolsa (pacote) antes de serem selados, com unidade de comando geral provida de painéis elétricos com controladores lógicos programáveis (CLP) e comando computadorizado 8422.40.90 Ex 170 - Combinações de máquinas para dobrar em forma de "C", embalar individualmente, contar, agrupar e destacar absorventes higiênicos com velocidade máxima de 1.500 produtos por minuto, com controlador lógico programável (CLP), compostas de módulo de dobra, módulo de contagem e módulo de descarte 8422.40.90 Ex 171 - Máquinas para embalagem através de selagem em três lados (sealpack), com base na tecnologia de fluxo contínuo (flowpack), com capacidade de 200 unidades (stick) por minuto, podendo chegar a uma capacidade efetiva de 320peças/minuto de 5 gomas unitárias limitado a qualidade do filme, controladas por controlador lógico programável (CLP), incluindo esteira e unidade de agrupamento como faixa dupla 8422.40.90 Ex 172 - Máquinas automáticas para embalar hermeticamente com película termoselável, tipo "overwrapping" com soldagem da película nas laterais e no lado inferior, com velocidade de produção de 66 produtos por minuto para formatos com dimensões mínimas de 60 x 25 x 15 mm (comprimento, largura e altura) e máxima de 300 x 130 x 80mm, com controlador lógico programável(CLP), com esteira de alimentação em linha, grupo elevador dos produtos contra o filme de envolvimento, grupo de alimentação contínua do filme e faca rotativa para cortar o filme da bobina no comprimento correto e dispositivo de transporte dos produtos liberados 8...

Porto de Rio Grande fecha primeiro semestre com volume recorde

...passando de 7.133 para 20.833 unidades (192%). O grande alavancador deste segmento foram as importações que atingiram a marca de 18.278 veículos (+469,7%). Desse volume, 15.902 unidades são do modelo Classic, vindo da Argentina, que teve seu desembarque no porto rio-grandino aumentado em 475,9%. A caminhonete Tracket, também fabricada na Argentina, auxiliou no crescimento das importações com 2.354 unidades desembarcadas, enquanto que no ano passado não houve movimentação desse tipo de carga. Já as exportações de veículos não tiveram o mesmo êxito, registrando queda de 34,9% (2.555 unidades). Embora os maquinários agrícolas tenham obtido aumento, não foi suficiente para evitar a queda nos embarques. Os envio para o exterior de tratores aumentou 11,4% e de colheitadeiras 11,1%. Mas, a movimentação de ônibus caiu 18% e o Celta, produzido em Gravataí (RS), não teve nenhuma unidade exportada no período, enquanto que no primeiro semestre do ano passado o volume foi de 1.590 unidades. O superintendente do Porto do Rio Grande, Bercílio Silva, salientou que as projeções apontam um volume recorde para o fechamento deste ano. "Devemos atingir 25 milhões de toneladas, ultrapassando o recorde histórico do porto rio-grandino que era de 22,5 milhões obtidos em 2006. Com o plano de investimentos que estamos executando, que inclui as obras de modernização do Porto Novo, de aprofundamento do canal de acesso, de prolongamento dos Molhes da Barra e de ampliação e construção de terminais portuários, esse número deve crescer ainda mais nos próximos anos", finaliza Silva. Com informações da assessoria de imprensa do governo do Rio Grande do Sul ...

PORTARIA Nº 106, DE 24 DE JULHO DE 2007

...ormulário próprio ao chefe da unidade local. A autorização está condicionada à: I - assinatura de Termo de Responsabilidade; II - apresentação da primeira e terceira via da Nota Fiscal; III - apresentação do Registro de Exportação - RE; IV - via original do Conhecimento e do Manifesto Internacional de Carga, se for o caso; V - outros documentos exigidos em legislação específica. Art. 4º As mercadorias deverão ser apresentadas pelo exportador ou seu representante legal à fiscalização aduaneira, no Porto Seco Rodoviário em Sant"Ana do Livramento. Art. 5º A Declaração de Exportação será apresentada, pelo exportador, até o décimo dia corrido após a conclusão do embarque ou da transposição de fronteira. Parágrafo único. As Declarações devem ser acondicionadas em envelope de papel padrão ofício, com 22 x 33 cm, na cor parda, contendo a indicação do número atribuído à Declaração para despacho e nome da empresa. Art. 6º A Nota Fi...

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 34, DE 18 DE JULHO DE 2007 - DOU 19/07/2007

...dar-se-á exclusivamente pelas Unidades de Vigilância Agropecuária de Foz do Iguaçu-PR, Dionísio Cerqueira-SC, São Borja- RS e Uruguaiana-RS. Art. 4º As partidas importadas de frutos constantes do art. 1º serão inspecionadas no ponto de ingresso (Inspeção Fitossanitária - IF) e estarão sujeitas à coleta de amostras para análise fitossanitária em laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. § 1º Na coleta de amostras, os custos do envio das amostras e os das análises fitossanitárias correrão à conta dos interessados. § 2º Na coleta de amostras, o restante da partida ficará depositária ao interessado, não podendo ser consumida, transformada, nem comercializada até a conclusão das análises. Art. 5º Detectada a presença de qualquer praga nas partidas importadas citadas no art. 1º, deverão ser adotados os procedimentos constantes nos arts. 10 e 11 do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal de 12 de abril de 1934. Parágrafo único. Ocorrendo interceptações de pragas quarentenárias, a ONPF do país de origem será notificada, e a ONPF do Brasil poderá suspender as importações até a conclusão da revisão da Análise de Risco de Pragas. Art. 6º A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária ...

INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 35, DE 18 DE JULHO DE 2007 - DOU 19/07/2007

...dar-se-á exclusivamente pelas Unidades de Vigilância Agropecuária de Foz do Iguaçu-PR, Dionísio Cerqueira-SC, São Borja- RS e Uruguaiana-RS Art. 4º As partidas importadas de frutos constantes do art. 1º serão inspecionadas no ponto de ingresso (Inspeção Fitossanitária - IF) e estarão sujeitas à coleta de amostras para análise fitossanitária em laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. § 1º Na coleta de amostras, os custos do envio das amostras e os das análises fitossanitárias correrão à conta dos interessados. § 2º Em caso de coleta de amostras, o restante da partida ficará depositária ao interessado, não podendo ser consumida, transformada, nem comercializada até a conclusão das análises. Art. 5º Detectada a presença de qualquer praga nas partidas importadas citadas no art. 1º, serão adotados os procedimentos constantes nos arts. 10 e 11 do Regulamento de Defesa Sanitária Vegetal de 12 de abril de 1934. Parágrafo único. Ocorrendo interceptações de pragas quarentenárias, a ONPF do país de origem será notificada, e a ONPF do Brasil poderá suspender as importações até a conclusão da revisão da Análise de Risco de Pragas. Art. 6º A Organização Nacional de Proteção Fitossanitária - ONPF...

Para empresários, Brasil deveria vender mais a chineses

...a China pode representar oportunidades de negócios para a indústria e não apenas um competidor feroz nos mercados interno e externo. "É óbvio que temos muito...

Mercosul em crise

...ula da Silva em diversas oportunidades. Primeiro ao dar consultoria e apoio técnico à política econômica confiscatória do presidente boliviano Evo Morales, que muito prejudicou a Petrobras e os interesses brasileiros na Bolívia. A seguir fazendo uma verdadeira campanha, secundada pelo licenciado dirigente cubano Fidel Castro, contra os biocombustíveis brasileiros, sobretudo o álcool, que pode substituir a gasolina ou ser misturado ao combustível convencional. Depois veio o episódio da não-renovação da concessão do canal privado de televisão RCTV. Apesar de Lula haver dito que se trata de uma questão interna venezuelana e que é um direito do Estado não renovar concessões, o presidente venezuelano agrediu o Senado brasileiro por ter criticado seu ato. Finalmente, Chávez agendou uma viagem ao Irã e outros países que coincidiu com uma cúpula do Mercosul no Paraguai. Não compareceu à reunião e, ao regressar a Caracas, atacou a “direita brasileira” e ameaçou desistir de sua adesão ao bloco. Sempre contemporizador, Lula reagiu dizendo que a Venezuela entra para o Mercosul se quiser, não é obrigada. Uma das cláusulas fundamentais do Mercosul é que seus membros preservem o processo democrático. O que poderia servir de contenção a qualquer pretensão golpista. Aprofundada a crise, convém lembrar que o abrangente projeto de união sul-americana, defendido por Chávez, Kirchner, Lula, Correa, Morales não pode ficar atado a caprichos do presidente da Venezuela. O sonho de Bolívar não se fez realidade devido ao excesso de chefetes e candidatos a ditador espalhados da Gran Colômbia até a os pampas argentinos. Por Jornal do Commercio - PE...

EUA vão aplicar US$ 4,6 bi na América Latina

...lasse média e gerar mais oportunidades”, afirmou Paulson. Ele observou que, atualmente, a América Latina investe menos de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em novos projetos de infra-estrutura. “Os investimentos insuficientes em eletricidade, transporte e água potável prejudicam os empresários e cidadãos da região”, disse. Inicialmente, o programa que Paulson anunciou alcançará US$ 17,5 bilhões, dos quais os Estados Unidos aportarão US$ 4,6 bilhões, e o Brasil, US$ 1,9 bilhão. O IFC ajudará a identificar potenciais projetos de infra-estrutura para investimentos do setor privado e facilitará o acesso a informações a respeito desses projetos para despertar o interesse de investidores. As propostas para o novo programa poderiam ser originárias dos governos da região ou de patrocinadores privados. Por O Estado de São Paulo...

Maior navio full-contêiner na história de Santa Catarina atraca em Itajaí

...ração de mais e melhores oportunidades para nossa população", lembra Morastoni. Além do MSC Sandra, o Porto Municipal de Itajaí já tem mais cinco grandes embarcações para o mês de julho. O diretor de logística do Porto Municipal de Itajaí, Heder Cassiano Moritz, lembra que os grandes navios vão fazer parte da rotina de Itajaí. "Os grandes navios estão atracando sob o sistema de janela de atracação. Todos têm horários e dias fixos, a maioria vindo até duas vezes por mês", explica Moritz. Fonte: Assessoria de imprensa do Porto de Itajaí...

Rio Grande do Sul quer certificação geográfica para couro

...3 milhões, e o preço médio da unidade foi de US$ 81,67, um incremento de 4,6%. A participação internacional das empresas dos Sinos correspondeu a 60% da receita externa do setor no Rio Grande do Sul, onde há 220 empresas que empregam 15 mil pessoas. De janeiro até maio deste ano, o couro acabado brasileiro cresceu 29%, com vendas de US$ 432 milhões, em relação ao mesmo período de 2006. Foram 5,3 milhões de peças enviadas, um aumento de 14,5%, a um preço médio de US$ 81,04, que foi 12,9% maior. Iniciada em 1824 com a chegada de mão-de-obra especializada de imigrantes alemães no Rio Grande do Sul, a produção de couro bovino acabado do Vale dos Sinos se destaca por ser uma combinação única no mundo, que não depende da origem animal da matéria-prima e tampouco do local do processamento inicial. Para obter a certificação, as empresas deverão cumprir uma série de requisitos no controle da matéria-prima e dos insumos químicos do processo produtivo e passar na avaliação de dois critérios: os tipos de superfície do couro e de acabamento. Elas também deverão respeitar leis ambientais, trabalhistas e sociais. Concorrem ao selo as empresas Aplic Colour, Polar Couros, Premaor Beneficiamentos e Soft Couros, de Novo Hamburgo, Tekcouro, de Estância Velha, e Mats Beneficiamento, de Três Coroas. A parceria entre a AICSul, o Sebrae e o Centro Tecnológico do Couro vai prosseguir no ano que vem com a inclusão de outros critérios de avaliação e a participação de mais empresas, desde calçadistas a fabricantes de vestuário, que poderão utilizar o certificado em seus produtos. O selo vai garantir que...

Países do sudeste asiático querem negócios além de São Paulo e Rio de Janeiro

...sumiu o diplomata. Outra oportunidade apontada por ele é ligada à produção animal (carnes e leite), que hoje são abastecidos pela Austrália. "Sempre é bom diversificar o fornecedor, não?", brincou. Os seis embaixadores fizeram exposições separadamente sobre seus países, mas um aspecto ficou bastante claro que há interesse comum: energia, sobretudo no que diz respeito a biodiesel e etanol. O embaixador da Malásia, Dato Ismail Mustapha, esclareceu que os governos de sua região estão dispostos a dar muitos incentivos para empreendimentos de brasileiros ligados ao produto etanol. "Eu gostaria, claro, que os empresários fossem para a Malásia, mas tenho tenho certeza que qualquer um dos países escolhidos depois de pesquisar será um ótimo destino de seus investimentos", declarou Mustapha. Uma característica importante sobre a Malásia, observou o embaixador, é que se trata de um importante pólo financeiro e bancário de pessoas de origem islâmica. "Assim como Dubai, a Malásia abriga grandes bancos e investimentos de empresários islâmicos", confirmou o diplomata. A boa impressão que embaixadores levam sobre o Rio Grande do Sul foi gerada pelas visitas que realizaram ao pólo moveleiro de Bento Gonçalves, a Universidade Federal de Santa Maria e a algumas indústrias na região metropolitana de Porto Alegre. Conforme apresentação do executivo do Conselho de Comércio Exterior da Fiergs, Luciano D"Andrea, o Rio Grande do Sul é um estado onde vivem 11 milhões de habitantes, que, apesar de representar 10% da economia do Brasil, é responsável por 20% das exportações do país. E que tem a seu favor o fato de estar estrategicamente localizado no Mercosul e entre São Paulo e Buenos Aires, dois grandes pólos econômicos e políticos da América do Sul. Das exportações totais do Rio Grande do Sul, apenas 2,9...

“Não basta levar produtos para o exterior, é preciso que a marca seja conhecida”

...4 a Apex-Brasil implantou sua Unidade de Investimentos. Desta forma, passou a atuar também na busca de investimentos externos para o país. A proposta é unir a promoção comercial e a atração de investimentos no Brasil, harmonizar informações e oportunidades nacionais e regionais, direcionar investimentos para áreas exportadoras e para a inclusão das médias e pequenas empresas e facilitação de negócios para dar visibilidade às oportunidades brasileiras. Principalmente em setores estratégicos como o de máquinas e equipamentos, eletroeletrônica, etanol, entre outros. NetMarinha - Uma das estratégias da Apex-Brasil, no passado recente, foi fechar acordos de cooperação com uma grande rede de supermercados e lojas de departamento na Inglaterra, Itália e México. Quais novos acordos estão sendo trabalhados? Teixeira - Desde o dia 19 de maio, o Brasil foi tema promocional em 38 unidades da Coin, uma das maiores redes de lojas de departamento da Itália. Essa promoção, chamada "Cores do Brasil", se estendeu até o dia 10 de junho. Estão à venda nas lojas da Coin artesanato, bijuterias, acessórios, perfumes, cremes, maquiagem, moda praia, roupas masculinas e femininas, além de jóias. Inclusive, gostaria de ressaltar que esse trabalho promocional com grandes redes internacionais teve inicio com o atual diretor técnico da agência, Mauricio Borges, que agora retorna à casa. Ele implementou o primeiro projeto, realizado com a inglesa Selfridges, com o objetivo de reduzir a distância entre o produto brasileiro e o consumidor final. Tais ações terão continuidade, pois provaram gerar resultados tanto na venda de produtos, quanto na melhoria da imagem do Brasil. Isso porque muitas vezes o consumidor adquire um produto numa loja na Europa, ou nos Estados Unidos, por exemplo, e nem sabe que sua origem é brasileira. NetMarinha - Hoje a participação das micro, pequenas e médias empresas é pequena em volume de exportação. Quais os incentivos a Apex fornece à essas empresas na primeira venda externa? Teixeira - É importante deixar claro que a Apex-Brasil desenvolve projetos em parceria com entidades setoriais, ou seja, é um trabalho conjunto entre segmentos público e privado. Tais projetos buscam capacitar cadeias produtivas, adequar produtos e serviços às exigências do mercado internacional, estimular as exportações por meio da vinda de importadores e formadores de opinião ao Brasil, organizar a participação de empresários em missões comerciais, feiras e outros eventos de negócios no exterior e divulgar os produtos e serviços brasileiros no mercado internacional. Com investimento técnico e financeiro, participamos do esforço de diversificar a pauta de exportação do país, mostrando ao empresário que não há mistério em exportar. Temos qualidade para atender a demanda internacional. É preciso apenas se adequar às exigências de mercado. Disponibilizamos instrumentos fundamentais para viabilizar sua entrada e, principalmente, consolidação no mercado. Afinal, além dos projetos com as entidades setoriais, temos os Centros de Distribuição em países estratégicos, parcerias com grandes redes de lojas, estudos de mercado, entre outros. Nossa meta agora é desenvolver um sistema de Inteligência Competitiva que englobe tudo isso e ainda mais, para que saibamos quando e como nos fixarmos em mercados competitivos. Vamos aperfeiçoar análise...

Autopeças importam mais para compensar perdas nas exportações

...tamos fazendo 10,6 milhões de unidades", disse Luis Gonzalo Guardia Souto, diretor-geral da Sabó na América do Sul. A Elring Klinger, que esperava crescer 17% neste ano, já alcançou de janeiro a maio uma expansão de 35% em relação ao mesmo período de 2006. "O mercado automotivo está reagindo acima do previsto", diz Hans Eckert, diretor geral no Brasil. Segundo Eckert, nos cinco primeiros meses do ano, 35% do crescimento da Elring Klinger veio da conquista de novos clientes, como a Renault, Peugeot e Citroën, 28% foram decorrentes do aumento de fornecimento para as montadoras no País e os restantes 37% vieram da expansão das exportações. Para atender o grande volume de pedido das montadoras, a Elring Klinger decidiu completar o terceiro turno na sua fábrica de Piracicaba (SP). Além de reforçar a equipe, com a contratação de mais 35 funcionários, a empresa vai instalar novos maquinários para acelerar a produção. A Elring Klinger produz anualmente 11 milhões de juntas automotivas e 2,5 milhões de chapas defletoras. A Sabó, que está operando à plena capacidade em todas as suas fábricas - São Paulo, Mogi Mirim...

Aumento das exportações no semestre surpreende governo

...terior deixou de ser uma oportunidade e passou a significar uma estratégia das empresas - afirmou o secretário. Para ele, diversos fatores têm impulsionado as vendas externas. Meziat citou como exemplos o aumento da produtividade, a inovação tecnológica, a agregação de valor aos produtos, a diversificação de mercados e a maior utilização do draw back - mecanismo que permite a importação de insumos com isenção de impostos na fabricação de bens a serem exportados. Por O Globo OnLine...

Gaspar quer nova Zona Industrial e Porto Seco

...recer aos interessados a oportunidade para a instalação da empresa", contou Schmitt. A área industrial será mista e contará também com entrepostos comerciais como restaurantes, lojas de material para escritório, entre outros. Ainda não está definido quantas indústrias a cidade pretende atrair, mas a preferência é por tecnologia de ponta, pouco poluente e com produção de produtos de alto valor agregado. Entre as tradicionais áreas do município estão a metalurgia e a injeção de plástico, e na região, o setor têxtil. "Vamos definir essa mescla de indústria buscando a hamornização das pequenas, médias e grandes empresas", comentou Schmitt. Na questão da mão-de-obra, a prefeitura de Gaspar ensaia uma parceria com o Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), com entidades organizadas como o CDL, os Senai de Brusque e Blumanau, Universidades como a Furb e Univali, e faculdades como a Associação Educacional Leonardo da Vinci (Asselvi). A prefeitura ainda não obteve as licenças ambientais EIA, RIMA, ou realizou estudo de impacto de vizinhança, que serão feitos à medida que o projeto avançar. Mas Schmitt falou que o plano de saneamento básico da cidade já prevê o tratamento do esgoto gerado pela atividade industrial. "Tem que haver cuidado nesse quesito, para não gerar animosidade entre que já mora, quem vai se instalar e quem se instalou primeiro. É necessária uma mescla para que uma não interfira no funcionamento da outra", disse. A região já teve por questão de colonização, a navegação entre a foz do rio Itajaí-açu e a cidade de Blumenau. "O rio já serviu de transporte para pessoas e mercadorias, mas devido a concorrência desleal, o transporte rodoviário tomou conta", disse Schmitt. Já foram feitos estudos de batimetria, atestando que o calado do rio é de 10 a 12 metros. Os maiores obstáculos são as pontes sobre o rio Itajaí-açu, mas a prefeitura já solicitou ao Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) informações sobre a altura dos pilares e qual seria a altura máxima de uma embarcação, de acordo com os níveis da maré. Quanto ao Porto Seco, a prefeitura contratou consultores especializados para iniciar a viabilidade do projeto e as tratativas com a Receita Federal e a Polícia Federal. Não está descartada a formação de um Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (Clia), embora o entendimento da Receita é de que eles não possam ser mais criados, após a não aprovação da medida provisória número 320. Outra idéia é a formação de um Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex), que é voltado somente para exportação e não requer licitação para entrar em funcionamento. A área a ser construída tem 500 hectares. Schmitt comentou que empresas que queiram usar o Porto de Itajaí, Navegante ou São Francisco do Sul, vão querer alfâ...

Braskem vai abrir subisidiária na China até final do ano

...er melhor a demanda e as oportunidades da região que mais cresce no mundo. "No mês de maio estaremos visitando a Chinaplast, em Guangzhou, ...

Exportação do setor plástico cresce 21,5%

...cida por seminários, das oportunidades de negócio que surgiram com as ações de promoção realizadas em feiras e da maior agressividade na hora de encarar o mercado internacional. Estas atividades estão incluídas na segunda etapa do programa, que começou em junho de 2006 e vai até janeiro de 2008. Os recursos são de R$ 9,5 milhões - 60% vêm das empresas e o restante da Apex. Na primeira fase, de janeiro de 2004 a maio de 2006, foram gastos RS 8,5 milhões. O destaque mais recente da segunda etapa do programa foi o VIII Projeto Comprador, que ocorreu durante a feira Brasilplast 2007, de 7 a 11 de maio, em São Paulo (SP). O evento reuniu 72 associadas e 18 importadores dos EUA, África do Sul, Holanda, Bélgica, Espanha, Chile, México e Colômbia. As 450 rodadas de negócio pré-agendadas e os 600 encontros espontâneos vão render, na expectativa dos participantes, U$ 10 milhões com exportações nos próximos 12 meses, o dobro do que era esperado inicialmente. Esse valor supera os U$ 7 milhões previstos na edição anterior e é a maior ação da Export Plastic. A quantidade de negócios pré-agendados na oitava edição se iguala ao da terceira, de 2005, mas nesse ano vieram empresas com maior volume de importação e mais diversificadas por causa de mudanças feitas na seleção. A Export Plastic pesquisou os preços praticados e os produtos de interesse das importadoras para direcionar as associadas. "Apresentamos um leque maior para que as associadas pudessem eleger os mercados mais rentáveis para suas exportações, tanto em euro, como em dólar", contou ...

Federações de indústrias defendem mudança na política monetária

... uma preocupação em toda a comunidade industrial sobre efeitos de queda nas exportações, a diminuição do saldo da balança comercial e a desindustrialização da economia brasileira. As Federações das Indústria de Minas Gerais,...

Crédito à exportação de curto prazo dobra

...aproveitam uma janela de oportunidade financeira que tornou o cupom cambial (o juro para investimentos indexados ao dólar no Brasil) mais alto do que os custos desse tipo de financiamento. "O cupom curto, para prazos até seis meses, abriu, e por isso voltou a ser atrativo tomar ACCs", explica o diretor executivo do Bradesco, José Guilherme Lembi de Faria. As diferenças entre o custo do ACC ou ACE e os juros da aplicação financeira, o cupom cambial, variam dependendo do prazo, mas vão de 200 a 100 pontos básicos para até seis meses. O exportador toma ACC e ACE e aplica os recursos obtidos em investimentos indexados ao dólar no Brasil, ganhando a diferença. Isso significa na prática que o export...

Exportador antecipa câmbio e inunda mercado de dólares

...xportadores aproveitam a oportunidade financeira que tornou atrativo o cupom cambial - o juro para investimentos indexados ao dólar no Brasil. A diferença entre o custo do ACC e o cupom, que varia com o prazo, hoje é de 2% a 1% para até seis meses. Os exportadores conseguem, após a conversão da dívida em reais, crédito com custo menor que os juros básicos Selic. No Bradesco, o banco que mais fechou operações de ACC e ACE e...

Braskem exporta US$ 2 bilhões com Ipiranga

...o das plantas da Braskem, das unidades da Ipiranga Petroquímica (IPQ) e da Companhia Petroquímica do Sul (Copesul) que passaram a ser controladas pela Braskem após a transação. Conforme o presidente da Braskem, José Carlos Grubisich, a empresa se tornará uma das maiores exportadoras de produtos manufaturados do Bra...

Excesso de normas prejudica importadores

...s consumidores que iam até as unidades do estabelecimento se deparavam com um comunicado que explicava que não havia alfajores à venda por causa da Receita Federal. Mas os números provam que não é só a Havanna que passa por esse calvário. O Fisco retém a carga se desconfia que ela está irregular. E, no caso de confirmação da irregular...

COMÉRCIO BILATERAL - Desdolarização reduzirá custo do pequeno exportador

... e muito, o comércio entre as unidades da empresa no Brasil e na Argentina”, diz Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas, conglomerado têxtil com fábricas nos dois sócios do Mercosul. Ele explica que as novas regras reduzirão a burocracia e os custos, porque deixam de ser necessárias operações de fechamento de câmbio. “Essa medida já devia ter sido adotada há muito tempo”, diz. Países da América Latina pedem para se incorporar ao sistema As autoridades brasileiras já falam nas próximas etapas do comércio bilateral em moeda local, certos de que cumprirão o prazo de 1º de julho para que transações comerciais entre o Brasil e a Argentina dispensem operações de câmbio com moeda estrangeira. O governo deve começar ainda neste ano a atender consultas de outros países da região para se incorporar ao sistema de comércio em moeda local e o Ministério do Desenvolvimento elabora um projeto para permitir o uso de uma nota fiscal eletrônica nessas transações, reduzindo custos e burocracia. “No segundo semestre do ano teremos o faturamento do comércio bilateral em moeda local, na seqüencia vamos poder implantar a nota fiscal de exportação”, previu o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan. A proposta, segundo ele, é um dos projetos que ele deixa para o sucessor, Miguel Jorge, e o objetivo é expandir para os negócios com a Argentina a nota fiscal eletrônica que começará a ser adotada neste ano no país. Um dos principais negociadores da medida, o assessor internacional do Ministério da Fazenda, Luiz Eduardo Melin, confirma, com entusiasmo, que as equipes encarregadas de elaborar o mecanismo de compensação no comércio bilateral conseguirão respeitar o prazo de 1º de julho para que o novo mecanismo entre em ação. “Estamos nos acertos finais”, diz Melin, ex-diretor da área de comércio exterior do BNDES. Com a medida, explica Melin, os empresários brasileiros que comprarem da Argentina poderão pagar diretamente em algum banco no Brasil, que transferirá o valor, convertendo diretamente de reais em pesos, sem necessidade de operação de câmbio em dólar, a uma instituição financeira, na Argentina, e esta pagará, em pesos, ao vendedor. Um comprador argentino pagará em pesos e seu fornecedor no Brasil receberá em reais. “Vamos reduzir os custos de transação, o custo que os bancos cobram com a operação de câmbio tende a ser eliminado”, garante Melin, sem detalhar, ainda, os instrumentos dessas transações. “O resultado equivale a uma trava de câmbio”, diz, comparando a operação ao sistema pelo qual os exportadores garantem, por um mecanismo de arbitragem financeira, um valor fixo para suas vendas, independente da flutuação do dólar. O dólar continuará, porém, a ser usado como referência nas transações, ainda que não seja mais necessária a posse da moeda por parte dos bancos: as instituições financeiras farão a compensação entre si ao fim do expediente, usando como referência a ptax (taxa de conversão de cada moeda ao dólar) do dia, segundo Melin. Periodicamente, os Bancos Centrais de cada país calcularão o saldo das transações comerciais e compensarão esse saldo, em dólares, entre si. Ainda não foi decidida a periodicidade dessa compensação, que, a depender do governo brasileiro, poderá ser mensal. “Esse sistema beneficia principalmente as operações à vista e em até 90 dias, exportações com menor valor individual”, afirma Melin. Com a determinação do governo de reduzir os custos e a burocracia dessas transações, pequenas e médias empresas dos dois países, livres do risco da realização de negócios em moeda estrangeira, terão facilitada a venda de suas mercadorias ao vizinho, prevê. Governos da região sondaram os dois sócios do Mercosul para iniciar consultas de adesão ao mecanismo, mas Brasil e Argentina testarão o sistema por até 90 dias antes de discutir sua expansão. Grandes empresas concentram transações O alvo da desdolarização são as pequenas e médias empresas, que representam mais de 70% da quantidade de participantes do comércio exterior entre o Brasil e Argentina, embora respondam por menos de 10% do volume negociado. Os dados do Ministério do Desenvolvimento brasileiro mostram que as micro, pequenas e médias empresas exportadoras são 74% dos quase 20 mil operadores registrados pelo governo brasileiro. Em 2005, último dado disponível, essas 14,8 mil empresas exportaram US$ 10,145 bilhões, apenas 8,6% do volume total vendido pelo Brasil ao exterior. Do lado argentino, dados de 2006 compilados pela consultoria Abeceb.com mostram que as micro, pequenas e médias empresas - consideradas assim por efetuar vendas entre US$ 10 mil e US$ 3 milhões em média, nos últimos três anos - representaram 77% das 3.921 empresas que exportaram para o Brasil. No entanto, segundo a Abeceb, mais de 90% do incremento dos volumes exportados pela Argentina nos últimos anos foram realizados por empresas grandes, que vendem mais de US$ 3 milhões. Ainda assim, chama a atenção o avanço das pequenas rumo à exportação. Em termos anuais, houve um aumento de 37% na quantidade de microempresas exportadoras. Pelos cálculos da Abeceb, nos primeiros dois meses de 2007, 1.578 empresas colocaram seus produtos no mercado brasileiro, com 22 delas estreando na exportação ao vizinho. O valor médio das vendas dessas companhias ficou na faixa de US$ 73 mil. “O crescimento de micro, pequenas e médias se mostrou mais estável se se compara com o primeiro mês de cada ano. Apesar disso, as empresas de maior tamanho concentraram 89% dos valores vendidos em janeiro de 2007″, diz Dante Sicca, especialista em comércio exterior, sócio da Abeceb.com. Fonte: Valor Econômico...

Itália e Brasil firmam acordo para incentivar exportações entre pequenas e médias empresas

...", disse. "Há uma grande oportunidade de integração na América do Sul", disse. "Veja, comemoramos (a UE) nossos 50 anos há alguns dias, mas falamos 23 línguas diferentes. Vocês (sul-americanos) têm apenas duas", disse ele. Prodi reconheceu a existência de questões complexas, mas disse que poderiam ser solucionadas com vantagens para todos os envolvidos. O acordo firmado hoje prevê um orçamento total de 100 milhões de euros para o fomento das exportações das pequenas e médias empresas entre os dois países. Segundo ele, será um teste e haverá limites para cada financiamento. Ainda assim, afirmou que o valor do fundo poderá ser aumentado, caso chegue a se esgotar. Por Valor OnLine...

FOCO NA ATIVIDADE NO COMÉRCIO EXTERIOR PODE SER UM DIFERENCIAL

...br Matriz RS: (51) 30272-0555 Unidade SC: (48) 3029-3866...
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